Depois De Nove Anos escrita por Morgana Salvatore


Capítulo 24
Capitulo 24


Notas iniciais do capítulo

Continuação do capitulo anterior.




[Continuação Capitulo Anterior]

–Mas?

Perguntei, sempre tinha um mais.

–Eu tenho medo de que as coisas possam se repetir.

Ele disse me olhando.

–Se você não for um idiota novamente as coisas não iram se repetir.

Afirmei.

–Eu te Amo.

Ele disse pegou minha mão entre as dele e apertou.

–Promete que ira ficar comigo independente do que venha a acontecer.

–E o que poderia acontecer?

Perguntei.

–Não sei, eu te amo e se eu voltar a te perde eu não sei se irei conseguir seguir em frente.

Ele disse eu sorri com a declaração dele.

–Eu também te amo, mas você não pode ficar falando esse tipo de coisa, nos não sabemos o que pode vim a acontecer.

Eu disse sabia que ele só estava falando essas coisas por causa da recente morte da mãe dele.

–Você não imagina o quanto e difícil perde alguém que você ama.

–Imagino sim eu já perdi você uma vez e sei o quanto e difícil

–Não e a mesma coisa.

–Talvez seja pior.

Ele me olhou tentando entender o que eu quis dizer, expliquei-me:

–Vamos dar o exemplo da sua mãe, nós sabemos que ela estar no céu, eu nunca conheci mulher mais boa do que ela , ela deve estar lá em cima cuidando de você e dos seus irmãos então podemos dizer que ela está bem, mas se ela tivesse longe e você não tivesse nem um tipo de certeza sobre ela, se você não soubesse que ela estava bem, se você não tivesse certeza de que ela estava viva, não seria pior?

Ele não me respondeu, apenas respirou fundo.

–Não vamos falar disso por favor.

Ele pediu.

–Você não deve ficar assim eu aposto que sua mãe não iria gostar de ver você assim.

–Eu só preciso de um tempo para me acostumar.

–Tudo bem, mas voltando a nos dois se para você isso e importante eu queria dizer que eu te amo e independente do que aconteça eu prometo que estarei com você.

–Obrigada.

Ele disse e me puxou para um abraço me beijando logo em seguida.

[...]

–Mãe você demorou.

Disse o Antony assim que eu entrei em casa.

–Eu sei.

Disse, colocando as chaves na bolsa novamente.

–Antony quem chegou?

Perguntou a Marie entrando na sala.

–Minha mãe.

Ele gritou.

–Não precisa grita eu estou aqui.

Ela o repreendeu, eu ri.

–Oi, menina. Ela me cumprimentou sorridente. Como foi seu encontro com o Edward?

Ela me perguntou sorrindo.

–Você foi ver meu pai?

–Por que você não me levou também?

Ele perguntou fazendo bico.

–Por que nos dois precisávamos ter uma conversa de adulto.

–E respondendo a sua pergunta Marie, foi ótimo, tivemos uma conversa muito boa.

–Posso percebe pelo brilho dos seus olhos.

Ela comentou rindo e sai da sala.

–E por que eu não podia ouvir?

Perguntou o Antony insistindo.

Me sentei no lado dele.

–Por que era uma conversa de adulto.

–E o que vocês falaram?

–Deixa de ser curioso.

–Me conta só um pouquinho.

–Já fez o dever de casa?

Perguntei mudando de assunto.

–Não eu estava te esperando, você me ajuda?

–Claro só vou tomar um banho e já desço para te ajudar.

–Você não vai me contar o que você e o papai conversaram?

–Meu príncipe e uma conversa de adulto que eu e seu pai precisávamos ter sozinhos.

–Tá bom eu não quero mais saber só espero que você não briguem mais com meu pai.

Aquilo me surpreendeu, eu evitava brigar com o Edward na frente do Antony.

–A gente não briga faz um tempo. Menti, eu e o Edward até podíamos ter brigado bastante nesse mês mais em nenhuma dela o Antony estava presente.

–Mentira, eu sou criança mais eu percebo as coisa.

Aquilo me surpreendeu.

–Ok, eu e seu pai não iremos brigar mais.

Dei um beijo na testa dele e subi para o meu quarto, ainda pensando no quanto eu tinha subestimado o quanto o Antony podia se perceptivo quando queria.

Deixei minha bolsa em cima da cama e fui direto para o banheiro tirei minha roupa, entrei no Boxe, ajustei a temperatura da aguá antes de me molhar. A sensação da aguá sobre a minha pele me acalmava.

Fechei os olhos me lembrando dos beijos que eu e o Edward trocamos na casa dele, só de lembrar eu me sentia quente de imediato, por mais que não tivesse passodo de beijos e juras de amor mesmo assim era especial, talvez mais especial do que o sexo em si.

[...]

Terminei meu banho rapidamente, me vesti com nada mais do que uma camisola longa, verde clara.

Peguei meu tefone dentro da bolsa e coloquei um robe antes de sai do quarto.

Quando cheguei na sala de estar o Antony estava da mesma forma que antes, os olhos vidrados na televisão.

–Você está assistindo televisão desde que horas?

Perguntei.

Ele me olhou e respondeu:

–Não sei mais não faz muito tempo, a Marie e mais chata que você.

–A eu sou chata?

Perguntei fingindo estar indignada.

–Só quando não deixa eu ficar assistindo tv.

–Falando na Marie cadê a ela?

–Ela está na cozinha preparando o jantar.

–Ótimo então vai pegar seu material escolar e desliga a televisão, vou estar te esperando na cozinha.

Eu disse ele desligou a televisão e sai reclamando o quanto era injusto ele não poder assistir televisão enquanto fazia as lições.