The Girl Of Cutting escrita por Fafa Moraes


Capítulo 63
12 - Fear and Carnage


Notas iniciais do capítulo

Olá, mortos-vivos que eu acho que nem existem mais! Depois de um tempo, cá estou eu de volta com esse capítulo maravilhoso!
Boa Leitura!
Link do blog oficial: http://thegirlofcutting.blogspot.com




– O que você tem a dizer sobre isso? - ele me mostrou um cartaz, exatamente idêntico aos outros espalhados pela cidade inteira: "Desaparecida. Clair Turner, 22 anos. "

– O que eu deveria dizer? - questionei, encarando o cartaz com uma expressão tediosa, porém, tendo a certeza de que ele não só suspeitava, porém, sabia que eu tinha alguma relação com o desaparecimento de Clair - Esses cartazes estão espalhados por toda a cidade...A única coisa que eu sei sobre essa mulher, é que é a sobrinha de uma dos meus professores.

O olhar gélido de Taylor, ela lançado contra mim, quase tão afiado quanto uma faca. Ele não estava nem um pouco contente com aquilo, porém eu não admitira tão cedo, ter alguma relação com o desaparecimento daquela mulher...

– Tem certeza que você não tem mais nenhuma informação sobre a vítima? Talvez o paradeiro dela...Ou o paradeiro do corpo dela. - com aquele tom de voz, percebi que ele não estava mesmo para brincadeiras, e faria qualquer coisa para que eu admitisse ter matado Clair.

– Absoluta. Você realmente acha que ela foi morta? Talvez tenha sido apenas sequestrada. Não seja tão pessimista assim! Você conhece esses sequestradores de hoje em dia...Mantém a vítima em cativeiro, ligam para a família, pedem dinheiro em troca, colocam a vítima apavorada no telefone...Tudo apenas por uma quantidade de dinheiro. Tenho certeza de que vocês irão encontrá-la... - no inferno. Completei mentalmente.

Nem mesmo com a minha mentira gélida, mostrando que embora soubesse que tudo que eu havia dito era verdade, não me importava nem um pouco; Taylor mudou sua expressão. Eu, sem dúvidas, consigo ser mais esperta e perspicaz do que ele, porém, isso não significa que ele seja um completo idiota. Sua primeira suspeita da lista, sem dúvidas era eu, e mesmo que ele soubesse que me prender, acusar, ou provar que sou culpada, acarretaria grandes e sérias consequências para ele, podendo levar até a retirada das acusações, ele ainda teria uma longa conversa comigo...

– Porque eu não consigo acreditar em nenhuma palavra do que você diz, Alicia? Porque eu apenas consigo ver você, como suspeita pelo desaparecimento, e sem dúvidas, assassinato de Clair? - Taylor levantou-se, com os braços cruzados, encarando-me diretamente nos olhos, sem dúvidas, tentando achar um ponto de fraqueza ou de denúncia neles, algo que não seria possível. Um bom mentiroso, consegue fazer sua farsa virar realidade, até mesmo com o olhar.

– Talvez porque você seja desconfiado de mais, Taylor...Você conseguiu nossa liberdade, e tudo que te pedimos, porém, com algumas condições, e entre elas, a condição de não cometer nenhum crime, até que você achasse que já era seguro. Embora eu odeie respeitar regras, não sou idiota a ponto de fazer algo, sem ter a certeza de que vai dar certo, saindo perfeitamente como o planejado. - E foi exatamente por isso, que eu não esperei você dar o sinal verde, querido Taylor...Eu consigo perceber perfeitamente, quando vou ser enganada por um bom tempo, até que eu perceba que está demorando de mais para algo acontecer. Você pode ser bom, mas eu ainda sou melhor.

– Sei que você é esperta a ponto de saber disso, Alicia...E é exatamente por isso, que sei que você tem perspicácia ao suficiente, para fazer um assassinato brutal parecer apenas um simples sequestro.

– Eu não sou a única criminosa, ou publicamente, ex-criminosa dessa cidade, sabia? Além do mais, porque tanta desconfiança comigo? Onde o Mike entra nessa parte? - perguntei, encarando-o com um olhar armado, pronto para atingi-lo, mesmo que tivesse que admitir o crime.

Taylor deu uma risada fraca e um sorriso sarcástico.

– Você pode não ser a única, Alicia, mas é a única capaz de pensar no que faz com perfeição e maestria ao suficiente para não ser pega, e nem ao menos suspeita. - Taylor dizia aquilo com desprezo e nojo, como se fosse uma tentativa de me ofender - Eu até poderia ter o Mike como o meu suspeito principal, junto com você, porém, ele sabe esperar...Ele é menos maléfico, possessivo e ganancioso que você, e tenho a absoluta certeza, de que ele esperaria, ao menos mais algumas semanas, antes de começar a questionar a hipótese de voltar literalmente ao mundo dos crimes.

– Ah, Taylor...Você me julga tão mal! Eu sou tão boazinha... - indaguei, com uma voz doce, e ao mesmo tempo, maléfica.

– Tão boazinha quanto uma bomba atômica. Admita logo, Alicia, eu sei que foi você que sequestrou, e provavelmente, matou Clair.

– E se fosse? E se tivesse realmente sido eu quem fez isso? O que você poderia fazer, Taylor? Está nas minhas mãos, e qualquer coisa que diga, pode ser usada contra você. Eu tenho minhas armas, tenho o vídeo, e como chefe do FBI, você seria, no mínimo, exilado do país. - contra ataquei, tirando a máscara de boazinha, e indo logo para o ataque direto.

– Tenho certeza que você sabe que com o que disse, acaba de admitir o que fez, Alicia...Mas, também sei que você não está nem um pouco preocupada com isso. Eu posso não ter nenhum poder sobre você agora, mas em algum momento em vou me cansar, e tomarei providências sérias, mesmo que precise acabar com metade da minha vida pra isso. - dei uma risada sádica e maléfica. O Taylor é um homem difícil de dominar, mas adivinhem? Eu sou muito mais.

– Vamos ver quem vence o jogo, Taylor...Você pode achar que me conhece, mas não sabe nem um pouco do que eu sou capaz. O que eu demonstrei até agora foi apenas uma pequena brincadeira. Dê um passo em falso e seja derrubado. Você sabe que está nas minhas mãos, e que eu sou capaz de sumir com um corpo em um piscar de olhos, e despistar todo o tipo de evidência. Esse não é um jogo de amadores, querido, e essa batalha não será tão fácil assim.

– Essa é a maneira como você encara as coisas é um tanto errônea, Alicia. Tudo é um jogo pra você, uma simples brincadeira onde se perde, ou se ganha. Um jogo de vídeo game, onde você tem que matar cada um dos inimigos, mas pra você, não há opção de derrota, não é? - Taylor me encarava com um olhar sério, como se fosse me atacar à qualquer momento; mantive a calma. Ele poderia ser um bom jogador, pode ter seus truques, mas os meus são melhores, admitindo ele, ou não.

– Lembre-se de uma coisa, Taylor: eu já causei o caos nesse país uma vez, e estou prestes a começar a fazê-lo novamente, e você sabe que não pode me impedir. De qualquer forma, o jeito e a velocidade com a qual eu vou fazer isso depende de você. Eu não estou falando de um joguinho barato de chantagem...É a vida do povo desse país, em especialmente de Los Angeles em jogo, e você é o chefe do FBI, vive para mantê-los em segurança. Meu jogo, minhas regras. Faça exatamente o que eu quero, e a população será poupada, ao menos um pouco...Continue me desobedecendo dessa forma, e você verá o sangue escarlate escorrendo e reluzindo sob a luz do Sol.

– Eu sei perfeitamente o que está em jogo aqui, Alicia, mas você não pode simplesmente ter um pouco de paciência?! As coisas ainda estão instáveis pra você e para o Mike, então se vocês evitarem suas gracinhas por uns tempos, talvez tudo fique mais tranquilo, e vocês consigam o que querem. Você sabe que eu não estou fazendo isso por vocês, e que nós dois possuímos o mesmo nível de inteligência quando se trata desse mundo. Você pode atacar, mas eu sei me defender... Não é tão fácil assim conseguir tudo o que você quer em tão pouco tempo. Como eu já disse, uma hora eu vou estar farto, e você terá que estar preparada, Alicia. - encarei-o com um olhar mortal, imaginando meu canivete perfurando centímetro por centímetro do pescoço dele, e cada gota de sangue jorrando, como uma cachoeira de dor infinita. Dei uma risada fraca, rodeando-o, um tanto incrédula.

– Até onde vai a sua coragem, prezado chefe do FBI? Até onde? É sempre a mesma coisa...Todos tão corajosos, me enfrentando de forma demasiada, até que o primeiro corte seja feito. Daí em diante, são apenas gritos, pedidos de socorro, e toda aquela falsa coragem se esvaindo. Tic, tac. O relógio está soando, e o tempo passando, Taylor...A Clair foi apenas um aviso indireto pra você. Eu sempre soube que você iria desconfiar. Você sabe o que eu quero, sabe exatamente tudo que eu te mandei conseguir, e o tempo exato que eu te dei pra isso. Sabe que a qualquer momento eu posso perder a paciência. A liberdade é doce, mas ainda não é o suficiente...Eu quero tudo, absolutamente tudo novamente, e você tem que conseguir. Não importa o que todos digam, não importa o quanto achem perigoso...Há uma coisa que você sabe, que eles não fazem ideia: é a vida dele nas suas mãos.

– O que você quer, Alicia?! - Taylor gritou, aparentando estar mais furioso do que em qualquer outra ocasião - Que eu simplesmente mude a mente das pessoas? Mude o que elas pensem sobre você? Eu posso ser uma pessoa importante nesse país, mas eu não faço mágica! É claro, eu posso tentar fazer com que você e o Mike sejam respeitados e aceitos como cidadãos normais outra vez, mas eu não posso simplesmente mudar a opinião das pessoas da noite para o dia! - ele arfava, me encarando com os olhos cheios de raiva, que com certeza adorariam cravar mil adagas em mim nesse exato momento. Taylor respirou fundo e fechou os olhos com força, tentando se controlar. Ele poderia não ser um amador, e saber fazer as coisas direito, mas eu não estava nem aí...

– Você simplesmente acha que não pode, Taylor, mas é claro que sim! Medo. O que as pessoas sentem por mim e pelo Mike? Medo, horror, pavor...O estágio mais alto do medo, seja lá como ele for denominado. Elas simplesmente não suportam o fato de nós estarmos livres novamente. Não se sentem seguras, acham que à qualquer momento podem estar mortas, acham que por estarmos aqui, quando piscarem os olhos já estaremos com as lâminas apontadas para eles, e em menos de dois segundos, a vida esvairá de seus corpos. - ri, sadicamente, fazendo Taylor balançar a cabeça, como se estivesse surpreso por eu ter falado de uma forma tão assustadora e mórbida - E na verdade, eles estão certos. Podemos estar bonzinhos por enquanto, porém, é isso que pretendemos fazer. O medo é a base para toda a grande conquista quando você sabe jogar sujo e não tem medo de fazê-lo, Taylor...Você usa o medo de alguém contra ele mesmo, e então, você consegue tudo o que quer. Não vê que é isso que eu estou fazendo com você nesse exato momento? - dei uma gargalhada provocadora, fazendo Taylor cerrar os punhos, tentando controlar a raiva que brotava incessantemente dentro de si.

– Eu já estou cansado de ficar aqui conversando, ou ao menos tentando ter um diálogo um pouco normal e pacífico com você, Alicia.

– Que bom, porque ver você quase jorrando raiva pelos olhos está me dando vontade de ver qual é o tom de vermelho do seu sangue... - exclamei, sorrindo como uma garotinha inocente que acaba de receber sua nova boneca.

– Olhe, Alicia... - ele suspirou - Sei que você não vai parar, muito menos respeitar qualquer coisa que eu diga, mas também é óbvio que você sabe que se você fizesse o que eu peço tudo seria mais fácil. Tudo bem, eu disfarço a morte da Clair, sei que vocês deram sumiço no corpo, quase como se ele desaparecesse no ar...Mesmo assim, vai ser um pouco difícil fazer todos concordarem que vocês são inocentes, ou ao menos descartá-los da lista de suspeitos. Apenas, por favor, tente me dar um mínimo de tempo antes do próximo crime. Por favor. – eu o encarei, com um olhar enigmático, como se pensasse no que responder. "Por favor", era o que ele dizia. "Antes que eu enlouqueça, cometa suicídio, ou faça outra loucura." era o que ele queria dizer.

– Ok, eu posso pensar no que você pediu, mas apenas pensar...De qualquer forma, tic tac, lembre-se do que eu disse. - Taylor assentiu, andando até a porta e saindo dali.

XXX

Poucos minutos depois de Taylor ir embora, meu celular tocou; era o Mike.

– Se divertindo com a Amy? – questionei, resolvendo não contar nada à ele sobre a vinda de Taylor. Aquilo seria um pequeno segredo, e era exatamente por isso que o meu querido chefe do FBI deveria tomar mais cuidado ainda.

Muito...E é exatamente por isso que eu te liguei pra avisar que eu vou dormir na casa dela hoje.

– Vai estuprar sua própria irmã, querido assassino? - perguntei,. Era uma brincadeira, e Mike sabia disso, mesmo assim, falei com o tom mais sério que consegui.

– Ah, claro...Porque é preferível estuprar uma garotinha do que transar com a minha namorada, que por sinal é mais gotosa do que qualquer outra.

– Divirta-se. - exclamei, deixando bem claro que não me importava com o que ele iria fazer.

– Você vai ficar bem, Ali?

– Ah, Mike..Não, não vou! Estou com tanto medo! E se o Assassino X vier aqui e me matar? Por favor, não me deixe sozinha! - disse aquilo com uma voz desesperadora, como uma criancinha com medo de ficar sozinha à noite, porque seu irmão mais velho à contou histórias de terror.

– Ok, eu já entendi...Até amanhã.


Desliguei o telefone, subindo as escadas rapidamente e pensando em um pequeno plano para a noite. Não, crimes não estavam na lista. Com certeza o Taylor pensou na hipótese de que eu desobedeceria a ordem imposta por ele imediatamente, cometendo um assassinato ou algo do tipo; mas ele tem que aprender uma lição, e essa é: nunca me subestime, eu sou imprevisível. É claro, eu já mais o deixaria vencer de forma tão fácil, simplesmente sendo uma boa garota e deixando o resto por conta dele, mas isso não significa que eu teria que fazer algo tão imediatamente. Os melhores planos são detalhadamente calculados, e isso pode levar um pouco de tempo, o que os torna melhor ainda. A população calma, pensando que os dias de violência chegaram ao fim, prontos para voltar à vida pacífica de antes, e então..Um mar de sangue cai sobre todos. A melhor forma de surpreender alguém é deixar se parecer totalmente previsível.


Peguei meu celular, tendo uma grande ideia. Uma noite de garotas: eu, Ashley, Belly e alguns jogos divertidos, incluindo um pouco de medo. Me divertir sem o Mike não é problema algum, e ter a chance de amedrontar um pouquinho as garotas seria uma coisa e tanto.

–Alô, Alicia? – ouvi a suave voz de Belly pelo telefone, parecendo um tanto surpresa com a minha ligação.

– Sim, cabelo sangrento…– já começar pelo apelido um tanto mórbido que eu dei a ela foi uma boa oportunidade de deixá-la com medo, mas eu não queria assustá-la. Não ainda…- Não se preocupe, não aconteceu nada. Eu quero apenas te convidar para uma coisinha…

– Que coisa? - a curiosidade se manifestou em sua voz, fazendo todo aquele receio inicial desaparecer subitamente.

– Bem, o Mike vai ficar com a Amy, e todos sabem que deixar uma psicopata sozinha pode ser um tanto arriscado… – sorri maleficamente, ao ouvir a risada um tanto forçada de Bely - O que você acha de vir aqui? Uma pequena reuniãozinha de garotas...Eu, você, Ashley, cigarros, drogas, álcool e alguns jogos divertidos.

– Isso é sério?

– Eu sou uma assassina, não uma comediante, cabelo sangrento…

– Ok, eu topo.

– Ótimo, te vejo daqui a pouco.


Comecei a discar o número de Ashley, completamente satisfeita por Belly ter aceitado a minha proposta. Quanto à forma de abordagem...Eu seria um pouquinho mais maléfica com a minha antiga amiga Ashley. Digamos que talvez eu seja um pouco vingativa, até mesmo em meus melhores dias. Um susto e um pouquinho de medo não são absolutamente nada comparado ao que eu já fiz, e com isso qualquer um é obrigado a concordar.


– Oi, Ali! - ela falava com o mesmo tom animado de sempre, como se fôssemos melhores amigas.

– Olá, querida Ash…– meu tom era enigmático e intrigante - Eu tenho uma pequena proposta à te fazer.

– Ah, ok, fala!

– Eu liguei para a Belly, e ela já concordou. O que você acha de uma noite de garotas aqui em casa? O Mike não está aqui, e vai ser bem divertido...Como a Belly concordou: uma psicopata não pode ficar sozinha por muito tempo. Além do mais, eu sei que sua mãe não está em casa, então você não vai ter que pedir permissão à ela, ou seja, ela não precisa saber…

– C-como você sabe que a minha mãe não está em casa? – seu tom apresentava um pouco de surpresa, mas continuava tão divertido quanto antes.

– Talvez porque toda essa história de viagem à negócios seja uma mentira que eu inventei, mandando pra ela um e-mail como se fosse o seu chefe, e agora ela está aqui, sendo torturada e esperando a filhinha vir resgatá-la? Aceite a proposta, Ashley, não sei por quanto tempo ela vai resistir...Ou por quanto tempo eu conseguirei segurar a tentação de um corte mortal. – falei aquilo com o tom mias árduo que consegui, e pude sentir a respiração da loira se modificar mesmo por telefone.

– O-O que?! A-alicia por quê…? O que você…? Mas…

– É brincadeira, Ashley…- esclareci, porém, com o mesmo tom frio de antes.

– Alicia! Isso não tem graça! Eu fiquei assustada! Quase pensei que fosse verdade…– tenho certeza de que se não estivéssemos falando por telefone sua face estaria demonstrando arrependimento. Pela sua respiração, ainda agitada, eu sentia que ela estava com receio da minha reação.

– Não tem graça pra você, querida Ashley...Mas, e então, você aceita a minha proposta?

– Claro! Vai ser divertido…

– É claro que vai….Até logo.


XXX


No meio de drogas, cigarros, bebida, assuntos aleatórios, risadas e zoações, eu tive uma pequena, porém genial ideia.

– Ok, garotas...Eu tive uma ideia do que a gente pode fazer agora; um jogo: carnificina.

– Como se joga isso? - Ashley perguntou, com sua típica inocência bem humorada.

– É simples, cada um tem a sua navalha, canivete, lâmina ou qualquer coisa cortante. Essa brincadeira é perigosa, mas muito, muito divertida. Cada um escolhe 2 números na roleta de 1 à 10. Se cair um dos números que a pessoa escolheu, ela deverá cortar perto da dobra do braço e cada vez que um de seus números forem sorteados, ela deve aumentar o corte, até chegar ao pulso.- seus rostos tomaram outra forma. Tanto Belly quanto Ashley pareciam apavoradas, e com medo de que eu realmente quisesse jogar aquilo. Minha face exibia o meu melhor sorriso psicopata, assim como as palavras que eu havia acabado de dizer.

– Q-quando isso acaba? - a ruiva perguntou, com a voz baixa e um tanto temerosa.

– Quando alguém morre.





Notas finais do capítulo

Reviews? Não estou a fim de fazer ameaças. Se não tiver ninguém lendo não vai adiantar porra nenhuma; e eu creio que não tem ninguém por aqui. Se tiver, POR FAVOR, dá pra pelo menos comentar um "estou lendo", ou talvez só uma letra, um ponto..Qualquer coisa?!
Lady Suicide ♥



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