É Isso Ai! escrita por Tahii


Capítulo 12
Capítulo 11: 9, 8, 7...


Notas iniciais do capítulo

HEEEEEEEEEEEEEEEEEY '♥'
Genteeeee, eu sumi (again) porque aconteceu muita coisa comigo, ooooooooook? Vou contar:
Dia 11 de março, minha avó falesceu ~~então pensa né, ela morava comigo, tinha 92 anos =( Ai, dia 16 meu pai fez uma radiocirurgia que ele poderia até morrer... MAS ELE TA VIVO, GENTE! VENCEU O QUINTO CÂNCER (laringe e faringe, céu da boca, face, ouvido e cabeça) Õ/ EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEH ♥ Ai eu mudei de volta para Adamantina, e minha net chegou ontem (dia 05/04).
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É isso ae, espero que gostem *-*



No capítulo anterior...


— Não vai acontecer NADA! -Dominique me olhou com sua típica cara duvidosa, o que me fez bufar de raiva. — Vamos, então! Lhe provarei que não vai acontecer nada do que está pensando.

A loira assentiu e seguimos para o campo de quadribol. Faltava nove dias para o grande jogo. Além de ter de aprender a jogar, deveria me tornar uma excelente jogadora para conseguir nota o suficiente para passar. Que droga. Sempre pensei que Hugo ficaria nessa situação de depender de nota... Não eu.

— Scorpius?! -O chamei quando vi ele olhando para o céu novamente para verificar se iria chover. Com certeza ia. —Se importa caso Dominique fique aqui?

— Não, afinal, o lema é: Se chover, o treino é cancelado. -Deu ombros e Dominique sorriu indo para a arquibancada. — Ou se você não conseguir subir em uma vassoura.

— Contanto que você não me distraia, eu consigo. -Disse decidida, fazendo ele sorrir e a loira lançar uma expressão sacana mesmo longe de mim.


Capítulo 11:

9, 8, 7...


P.O.V Rose Weasley


— Ok, então mãos a obra. -Disse ele sorridente, algo raro de se ver. Claro que com Dominique ali eu não faria nada, muito menos ele. E isso era bom, pois eu poderia aprender a pelo menos subir em uma vassoura para conseguir jogar daqui nove dias. — Você já sabe subir em uma vassoura sem cair, eu acho. 

— É, acho que cair eu não caio. -Ele me jogou a vassoura e eu respirei fundo. Sem fechar os olhos, coloquei uma perna de cada lado e peguei voo, do jeitinho que fiz ontem. Só que sem ele, é claro. — CONSEGUI! 

— Já estava passando da hora mesmo. -Comentou se abaixando e abrindo uma caixa enquanto eu ia de um lado para o outro. Dominique me olhava la de longe, fazendo sua típica comemoração. — Agora você vai conhecer as minhas três amigas.

— Que amigas? -Indaguei o olhando com o cenho franzido. Não gosto de suspense, me da nos nervos. 

— Goles, Balaços e Pomo de Ouro. -Consegui ouvir a gargalhada alta de Dominique das arquibancadas. Suspirei e fiz menção para descer até onde ele estava. — Sabe para que servem ou eu vou ter que explicar? 

— Realmente acha que eu tenho cara de quem sabe alguma coisa de quadribol? -Perguntei e ele suspirou dando um riso baixo. Joguei a vassoura no chão e em seguida... Me joguei no chão. 

— Você é uma sabe-tudo, mas agora... É uma quase-sabe-tudo. -Zombou e eu revirei os olhos. Ele pegou uma bola da caixa e se sentou em minha frente. 

— Isso é um pomo de ouro. -Afirmei e ele assentiu. — Convivo com o tio Harry, sou obrigada a ouvir suas histórias. 

— Ao menos você sabe o que é. -Riu e eu revirei os olhos. — O pomo de ouro é, como disse, essa bola dourada. É minúscula e se move aleatoriamente pelo campo com suas pequenas asas extremamente velozes. O pomo de ouro costuma decidir jogos, pois o seu apanhamento delimita o fim de uma partida. Cada time possui um apanhador que tem de ficar sobrevoando o campo até encontrá-lo. A equipe que o captura ganha 150 pontos; não necessariamente a equipe que apanha o pomo é a vencedora: caso a outra equipe tenha feito um placar que, mesmo após a captura do pomo, seja superior, será essa a vencedora.

— Devo me preocupar com ela? -Perguntei e ele negou, trazendo a caixa para o nosso meio. — Esses, são os balaços.

— Bolas assassinas. -Comentei e ele mandou sinal de positivo. 

— Tome cuidado! -Alertou olhando-a. — Os balaços são enfeitiçados para perseguir os jogadores sem discriminá-los. Se for permitido que ajam livremente, eles atacarão o jogador mais próximo, sendo a tarefa do batedor manter os balaços o mais longe possível da sua própria equipe e mandar o balaço na equipe adversária.

— Devo me preocupar com elas ou só tomar cuidado? -Eu estava analisando em qual posição jogaria. Por enquanto sei que não serei apanhadora.

— Ficar atenta para não perder a cabeça. -Batedora e apanhadora já estão fora de questão. — E por último mas não menos importante, a nossa querida Goles. A goles é usada pelos artilheiros para marcar gols num dos três arcos. Cada gol corresponde a dez pontos.

— Artilheira, eu vou ser artilheira? -Em certo ponto seria até que legal jogar quadribol como artilheira. Pelo menos, minha tia Gina diz que é super legal e blá, blá, blá.

— Não. Você não se daria bem trombando em um bando de jogador e sem dúvidas um balaço te atingiria e você acabaria na Ala Hospitalar, portanto, você vai jogar em uma posição que eu acredito que vai dar muito certo. -Comecei a pensar, mas nada vinha em minha mente. — Só vou falar quando você estiver voando direitinho! Então... Bora voar! Quinze voltas.

— Sim senhor! -Levantei-me, peguei a vassoura e comecei a dar voltas no campo. Sem dúvidas é mais fácil do que dar voltas correndo.


|| Sábado - 8 dias para o jogo ||



— Está de brincadeira, né? -Indaguei enquanto encarava Scorpius. Sábado, um dia tão lindo para ficar sem fazer nada e ai... Ele chega e vem me dizer que temos treino agora, que já são seis horas da tarde. Poderia terminar o dia bem, antes de anoitecer, mas não... Scorpius tem o dom de estragar minha paz. 

— Dez minutos quero você no campo! -Exclamou piscando para mim e descendo as escadas, onde encontrou Alvo, logo desaparecendo.

— BOSTA DE VIDA! -Gritei histericamente indo para dentro do salão comunal, subindo as escadas para o dormitório e colocando a porcaria de roupa. 


Dominique saiu com James Sirius de manhã e não voltou mais. Me abandonou aqui, sozinha com meus livros. E eu agradeço por isso, foram horas incríveis de pura paz. Mas como toda coisa boa tem um fim, Scorpius aparece para me atazanar. O jogo é daqui nove dias, mas e dai? Eu vou perder de qualquer jeito mesmo. 

Mas, resolvi ir logo para o campo. Quanto mais rápido for, mais rápido acaba.


— O que estão fazendo aqui, otários? -Perguntei vendo Fred, Teddy, James, Alvo, Dominique e é claro, meu irmão.

— Pedi a ajuda deles para achar uma posição para você. -Disse Scorpius e eu cerrei os olhos. — E Dominique veio porque estava com James, pois ela não serve de nada. Mas enfim...

— Por mim, a posição que o Scorpius pensou é a certa! -Exclamou Albus erguendo os braços em forma de rendição. — Porque seria muita falta de sacanagem colocar ela como apanhadora! Primeiro porque eu que vou estar contra ela, se ela perder eu que vou apanhar, se ela ganhar eu que vou apanhar! Segundo, apanhador tem uma grande chance de ser atingido pelas outras bolas e pelos outros jogadores, seria perigoso. Ela tem de estar viva. E terceiro, eu não vou competir com uma garota! 

— Se ela for artilheira vai acabar toda machucada, porque vocês não tem nenhuma artilheira mulher e... As trombadas podem derrubar ela da vassoura. -Constatou James Sirius abraçado com Dominique. 

— Como batedora ela não tem chance, os balaços vem tudo em nossas direções e... -Começou Fred, que olhou para o garoto de cabelos azuis continuar.

— Ela não tem força e nem preparo físico. -Suspirei em desânimo, esse povo só sabe complicar as coisas. 

— E como goleira seria injusto, porque Scorpius iria saber como jogar para ganhar. -Hugo terminou o momento pensativo. — Tudo para o seu bem, Rose.

— Ah, claro. -Revirei os olhos e ele deu ombros. 

— Começa a voar e nós decidimos isso. -Mandou Scorpius e eu assenti pegando voo. E, agora, meu medo e minha ansiedade aumentavam cada vez mais. Vai ser uma verdadeira catástrofe. 


|| Domingo - 7 dias para o jogo ||


— Fala sério, até de domingo! -Choraminguei indo para fora do salão comunal e vendo a figura loira de braços cruzados me esperando. 

— Não, na verdade só vim lhe comunicar em que posição vai jogar. -Senti uma coisa dentro de mim, com certeza isso aumentaria o meu pânico. — Depois de muito pensar, eu consegui que você seja, no próximo domingo, a goleira da Grifinória, como o seu pai. -Não sei se alguém falou para ele, ou ele que lembrou que meu pai jogava como goleiro. Mas isso estranhamente me tocou. 




Notas finais do capítulo

A fic ta acabando :'(
É, faltam... Acho que uns 5 caps... É *-*
Maaaaaaaaaaasok!
Espero a opinião de vocês ♥
Beeijos,
Taahii *--*