Opostos escrita por Tina Granger


Capítulo 16
Capítulo 16


Notas iniciais do capítulo

Bem povo, mais um capitulo de opostos... Eu estou com problemas para publicação direta no site, enquanto o staff não resolver vou me aproveitando das amigas... enfim... divirtam-seu com o capitulo...




– Você tem certeza Klaus que ela não está ali?

– Sim. O velho apenas disse que a peste estava na casa dele. A quanto tempo ela sumiu?

– Não apareceu para trabalhar hoje de manhã. E Harry apareceu sozinho, com o narizinho empinado... E o trouxa imbecil que trabalha com Beatrice está fazendo a festa.

– Alguma pista com o primo dela?

– Não. E eu nem tentaria falar com ele. Se ele estiver com o sangue-ruim, vai estragar o disfarce dele.

Mark ergueu a cabeça, espiando novamente Harry, que com os apetrechos de limpeza, se encaminhava para o banheiro masculino.

– Então vou continuar de olho no protegido de Beatrice... Se você tiver alguma novidade me ligue.

– O velho veio, pegou o bruxo inglês e saiu com ele aparatando. – repetiu a informação, que havia dado no início da ligação, fazendo que Mark bufasse. – e tirando uma amostra de orgulho idiota desse humano velho, não sei de mais nada.

– Espere o meu contato, Rufus. E lembre-se que seguimos as regras do Bertung.

– Por que acha que eu não sigo as regras do conselho? Catarina não passa de um bebê barulhento que acha que por ter um corpo quase adulto, para uma bruxa humana...

– Não é por essa peste que eu tenho medo por você, meu irmão.

Mark recebeu uma espécie de rosnado de Rufus.

– Eu sigo o Bertung! E antes dele eu já tinha as minhas regras!

– Ela é uma mulher jovem, atraente e mesmo que tenha o sangue de Otto...

Mark parou de falar, quando descobriu a ligação ter sido encerrada. Guardou o celular, antes de por uma fração de segundo, decidir seguir Harry. Talvez o jovem bruxo tivesse a aptidão necessária para se tornar um protegido... no que ele sabia, até o momento, Harry Potter era apenas um bruxo com muita fama e sem muitas qualidades, no que lhe concernia, seu sangue não servia para muita coisa.

Harry estava esfregando o vaso sanitário, quando Mark pôs os olhos nele.

– Ei, Harry. Tem certeza que você não sabe onde está a bruxa de Salém?

Harry parou a limpeza, antes de virar-se para o loiro, que o encarava sem um pingo de humor.

– Ei, Mark. Tem certeza que você colocou os seus ouvidos hoje? Eu juro que não sei onde a senhora Beatrice está. E por que isso é do seu interesse?

Mark deu um sorriso malicioso.

– É muito do meu interesse, por um motivo que você nem imagina qual seja. – ampliando o sorriso, Mark colocou a mão no bolso de trás da calça, tirando um cigarro, meio amassado, botou na boca, o olhar fixo em Harry. Pegou um isqueiro do bolso e acendeu o cigarro, desfrutando do gosto do mesmo. Harry havia voltado a limpar a privada. – Ei, Harry, você tem uma namorada?

– No que isso lhe interessa Mark? E você não devia fumar aqui nos banheiros nem em lugar algum do mercado.

– Não seja um sabe-tudo seguidor de regras. Fumar é umas das diversões da vida.

– Antes de você ter enfisema ou um maldito câncer no pulmão.

– Alguém que você conhece morreu de enfisema ou câncer no pulmão? – Mark pediu, sorrindo brevemente. Pelo que conseguia sentir, Harry estava perdendo a paciência.

– Além de me encher o saco, você quer o que, Mark?

– Fazer uma pergunta, que eu não faria se Beatrice estivesse aqui. Quer ir comigo?

– Ir com você? Onde?

Harry o olhou curioso.

– É um lugar chamado Minha Cama.





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