New Legends - Cavaleiros do Zodíaco escrita por Phoenix Matt Marques W MWU 27


Capítulo 27
A Batalha no Brasil


Notas iniciais do capítulo

Cavaleiros desembarcam no Brasil, e essa nova batalha promete ser emocionante!


Com os cavaleiros de Bronze e de Aço desembarcando em seu país de origem - o Brasil - a batalha ganha novos contornos e a rivalidade entre os dois grupos de cavaleiros estoura de vez.



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— No Brasil? – disse Matt.

— Sim – confirmou Tatsumi. – É para lá que vocês vão.

Dizendo isso, Tatsumi saiu da sala de estar, para preparar a viagem deles no dia seguinte. Enquanto os Cavaleiros de Bronze comentavam o fato, ansiosos.

— Vamos voltar ao nosso Brasil! – disse Rina.

— Veremos nosso pai! – disseram Thiago e Betinho.

— Posso ir com vocês? – disse Isabella.

— É claro – disse Matt, e os dois se abraçaram. Àquela altura, os cavaleiros já haviam percebido que havia algo entre esses dois, embora Tatsumi ainda fizesse cara de estranheza com a proximidade aberta dos dois jovens.

No dia seguinte, um jato da Fundação estava preparado no pátio de aviões da mansão Kido para levar os seis jovens para o Brasil. Combinaram que iriam para Natal, a cidade onde os cavaleiros de Bronze haviam nascido. Rina ia visitar alguns parentes, e Isabella ia para a casa de seus tios. Os outros quatro resolveram ir para a casa do Cavaleiro de Prata Berto de Coroa Boreal, pai de Thiago e Betinho. Jonathan, Cícero e Elias já estavam lá (os três estavam retomando seus treinamentos lá), então haveria sete Cavaleiros de Bronze num só lugar para atacar os Cavaleiros de Aço.

Chegaram a Natal e os quatro Cavaleiros de Bronze se instalaram na casa de Berto. A casa ficava próxima à praia, e os garotos contemplavam o pôr do sol e a lua do litoral todos os dias.

Numa noite, estavam os garotos voltando da praia. Estavam comendo dentro da casa, quando Berto chamou-os do lado de fora.

— São eles, os traidores! – gritou Berto.

Os sete rapidamente vestiram suas armaduras, com a ajuda de suas Cloth Stones, e avistaram os Cavaleiros de Aço. Junto com Berto, correram atrás deles e os encurralaram perto de algumas casas.

Os Cavaleiros de Aço que ali estavam eram Carlos, Amanda, Letícia, Tatiane, Ilana, Edmilson, Luiz, Jota, Fidelis, Danilo, Kevynne, Lírcia, Chiara, Ubarana, Júlia, Fernanda, Leonardo, Manuela, Félix, Egberto e uma nova Amazona de Aço de armadura prateada.

— Sou Karol, da Armadura de Aço aérea de Tempestade! – Karol era irmã gêmea de Kevynne. Era uma moça alta, de cabelos castanhos longos, olhos azuis, pele branca e corpo sinuoso. Seu irmão Kevynne tinha um porte atlético, olhos igualmente azuis, pele branca, braços musculosos, cabelo liso e cinzento e estatura alta.

Berto e os sete Cavaleiros de Bronze atacaram os Cavaleiros de Aço; Matt enfrentou Fidelis, Gustavo enfrentou Jota e Betinho encarou Luiz.

Fidelis era alto, forte, alvo, com tronco e braços musculosos, cabelo negro em corte militar e olhos negros. Jota era alto, largo, igualmente forte e musculoso, de cabelo liso e castanho, pele bronzeada e olhos amendoados; usava óculos de aro de tartaruga. Luiz era um ex-gordo com braços musculosos e tronco alongado, cabelo crespo e moreno, rosto sardento, pele branca, estatura mediana e olhos castanho-claros. Leonardo tinha um tronco exuberante, braços largos, cabelo negro em forma de topete, pele alva, estatura média e olhos negros enormes.

Berto foi cercado por alguns Cavaleiros de Aço e atacou-os:

— PÓ DE DIAMANTE! - ele disparou uma rajada de ar congelado semelhante a que seu filho Thiago conseguia manipular, só que mais potente.

Com o efeito do golpe, Amanda, Letícia e Manuela caíram inconscientes no chão. Karol, então, atacou Berto:

— GRANDE TEMPESTADE GELADA! - Karol com seus disparadores da armadura, lançou sua própria rajada de gelo contra o Cavaleiro de Prata.

Porém, Berto tinha resistência ao frio, e o golpe não o afetou. Thiago veio por trás e atacou a amazona:

— CÍRCULO DE GELO!

Karol ficou presa pelo gelo de Thiago, que imobilizou suas pernas; Thiago aproveitou e atacou novamente:

— TROVÃO AURORA, ATAQUE!

O golpe da rajada de gelo lançou Karol para longe, e ela desmaiou ao cair no chão. Jonathan, Cícero e Elias juntaram suas forças para derrotar Edmilson, Egberto, Carlos, Daniel e Félix.

— UIVO MORTAL DO LOBO! – disse Elias, e seu golpe, convocando correntes de ar, derrubou Edmilson.

— ATAQUE EXPLOSIVO DE LIONET! – disse Jonathan, e seu golpe, que materializava pequenas chamas, atingiu Egberto.

— ABRAÇO DO URSO! – disse Cícero, atingindo Carlos com seus punhos em riste. Elias, Jonathan e Cícero juntaram novamente seus golpes Uivo Mortal do Lobo, Ataque Explosivo de Lionet e Abraço do Urso e derrubaram Danilo e Félix.

— PÓ DE DIAMANTE! – disse Thiago, derrubando Chiara e Tatiane com o golpe de gelo.

— Rendam-se, Cavaleiros de Bronze! – disse Fidelis enfrentando Matt. – Estamos em maior número...

— Há dez de vocês contra oito de nós! – retrucou Matt, mostrando a situação. – Nossa desvantagem não é tão grande! E nove dos seus caíram perante cinco de nós! AVE FÊNIX!

O punho flamejante de Fênix atingiu Fidelis na barriga, mas ele não caiu; manteve-se em pé e atacou:

— FORMAÇÃO ROCHOSA!

— AVE FÊNIX!

As chamas de Fênix derreteram as rochas da Formação Rochosa e derrubaram Fidelis. Jota, vendo o colega caído, atacou Gustavo:

— ONDAS DE RAIOS GAMA! - seus disparadores atiraram faíscas de ondas de choque contra o Cavaleiro de Bronze.

— CÓLERA DO DRAGÃO! - Gustavo evocou toda a água do subsolo do local onde a luta ocorria (e era muita água, já que estavam muito perto do litoral) e conduziu-a com seu punho contra o ataque de Jota.

O golpe de Gustavo superou o de Jota, que caiu desmaiado no chão. Luiz, vendo-se sozinho, criou uma barreira sônica para proteger-se dos Meteoros de Pégaso. Porém, alguns Meteoros conseguiram superar e atingi-lo, derrubando-o.

Chiara de Furacão se levantou, tentando se recuperar do golpe que Thiago lhe havia aplicado (Tatiane havia recebido a maior carga do golpe de gelo), e voltou-se contra os cavaleiros de Bronze. O cavaleiro que se encontrava mais próximo dela era Gustavo, que percebeu a tempo a movimentação da moça italiana.

— GRANDE FURACÃO TROPICAL! - gritou ela, lançando sua gigantesca massa de ar tropical.

Gustavo, que já conhecia o golpe, devido ao embate que haviam travado na China, atacou:

— CÓLERA DO DRAGÃO!

O Cólera do Dragão absorveu o golpe e atacou Chiara, fazendo surgir inúmeras torrentes de água do subterrâneo para atacar a garota, que foi lançada longe e caiu em um monte de areia, na beira da praia.

Kevynne e Leonardo encararam os Cavaleiros de Bronze. Porém, Fernanda, Júlia, Ubarana, Lírcia e Ilana surgiram de repente atrás de alguns dos Cavaleiros de Bronze.

— Ataquem Cavaleiros de Aço! – disse Leonardo.

— ATAQUEM CAVALEIROS DE BRONZE! – disse Matt, e todos partiram para a briga.

— FURACÃO CÓSMICO! – disse Leonardo, disparando sua rajada de correntes de ar, mas Gustavo revidou:

— DRAGÃO VOADOR! - ele usou novamente a água liberada do subsolo para sobrepujar a corrente de ar do oponente.

Leonardo foi jogado no chão, e Kevynne atacou Betinho:

— TROVOADA DE RAIOS! - Kevynne disparou com seus punhos mecânicos ondas de choque potentes.

— COMETA DE PÉGASO! - Betinho voou em direção ao oponente com o punho estendido, e envolvido pela luz elementar de seu cosmo. Seu ataque se assemelha a um pequeno turbilhão.

O golpe concentrado de Betinho atingiu Kevynne, que também caiu. Matt, Gustavo, Betinho e Thiago sentiram-se vitoriosos, mas olharam para o lado e viram Jonathan, Elias e Cícero serem golpeados por Fernanda, Júlia e Ubarana.

— FURACÃO DE ÁGUA!– disse Ubarana, golpeando Jonathan com sua torrente de água lançada dos disparadores.

— PUNHO DE FOGO! – disse Fernanda, atingindo Cícero, já sem usar os disparadores, por ter despertado o cosmo, lançando suas chamas com proeza.

— UNHAS DE GATO! – disse Júlia, derrubando Elias com suas garras alongadas. – Então, Cavaleiros de Bronze! – gritou a Amazona de Gato para seus oponentes restantes. – Como podem nos atacar agora, exaustos desse jeito?

De fato, Matt e os outros estavam esgotados pelas lutas. Encaravam-se as Amazonas de Aço e os Cavaleiros de Bronze, que procuravam alguma forma de continuar a atacar...

Então, de repente...

— CORRENTE DE ANDRÔMEDA!

Uma longa corrente prendeu as cinco Amazonas de Aço, que ficaram olhando aflitas para os lados para ver quem lançara a corrente e as prendera.

Então, do alto de uma casa próxima, os Cavaleiros de Bronze e de Aço avistaram Rina de Andrômeda, segurando sua corrente e prendendo as cinco líderes amazonas de Aço, as únicas oponentes que haviam restado.

— Ora, ora, cinco amazonas de Aço fisgadas na minha corrente – zombou Rina. – Pretendiam fazer algo, minhas queridas?

As cinco encaravam Rina com ódio e fúria nas faces.

— Agora, digam – continuou ela. – Onde está a Armadura de Libra?

As cinco hesitaram um instante, então Júlia disse:

— Não está aqui. Os outros Cavaleiros de Aço estão guardando-a! Notem que só vieram até aqui vinte dos nossos! O restante está... em outro país.

— Cavaleiros de Aço, vamos embora! – disse Ubarana. Antes que Rina pudesse disparar o choque de dez mil volts de sua corrente, todos os Cavaleiros de Aço ali presentes sumiram em uma cortina de fumaça.

— Droga! – disse Gustavo. – Escaparam de novo!

— E agora? – disse Matt. – Vamos ter que voltar ao Japão...

— Para que país será que eles levaram a Armadura de Libra? – perguntou Rina.

— Não sei... mas é melhor levar Jonathan, Elias e Cícero para casa. Estão muito feridos – disse Thiago.

Levaram os três até a casa de Berto, onde uma tia de Thiago e Betinho tratou de cuidar dos ferimentos de Jonathan, Elias e Cícero.

— Bem, teremos de voltar ao Japão – disse Gustavo.

— E procurar o novo esconderijo dos Cavaleiros de Aço – disse Rina.

— Está certo – disse Thiago. – Ligaremos para Tatsumi amanhã e pediremos que o jato da Fundação nos busque.

No dia seguinte, Matt buscou Isabella e os seis foram levados de volta ao Japão pelo jato particular da Fundação. Assim que chegaram, Tatsumi pediu que todos fossem para seus quartos esperar, enquanto ele ia investigar o paradeiro dos Cavaleiros de Aço.

Enquanto esperavam, os Cavaleiros de Bronze resolveram sair para comer uma pizza. Depois que voltaram, receberam o agradecimento de Cícero, Elias e Jonathan por terem aceitado a ajuda deles contra os Cavaleiros de Aço, e por terem ajudado-os em seguida, por meio de uma mensagem entregue pelos agentes de marketing da Fundação. Depois, Lauro de Unicórnio e John de Hidra (que também haviam retornado para seus locais de treinamento) os parabenizaram – atrasadamente – por terem conseguido recuperar a Armadura de Ouro de Aquário, e encorajaram os cinco a recuperarem, também, a Armadura de Ouro de Libra. Os cinco agradeceram. Os dois irmãos, assim como os primos de Betinho e Thiago, estavam refazendo intensivamente seus treinamentos para evitarem falhas como as que haviam cometido durante a Guerra Galáctica.

Porém, no mesmo dia, Tatsumi chamou os cinco e disse:

— Não encontramos nenhum sinal dos Cavaleiros de Aço... em nenhum lugar do mundo.

Os Cavaleiros de Bronze, consolados por Isabella, ficaram decepcionados, e foram todos dormir sem nenhuma esperança. Pelo visto, a Armadura de Libra fora roubada para sempre. Os miseráveis haviam conseguido se esconder tão bem a ponto de parecer que haviam sumido da face da Terra.

E ainda ficava a pergunta que ninguém conseguia responder:

Onde estaria a Armadura de Ouro de Sagitário?

Porém, no dia seguinte, ao acordarem, Tatsumi mandou que eles se reunissem na sala de estar após o café da manhã.

Chegando à sala, os Cavaleiros de Bronze se sentaram, e ficaram Tatsumi. Conversavam ansiosamente, mas também descontraidamente, afinal as esperanças de encontrar a Armadura de Libra tinham se esvaído durante a noite.

Tatsumi voltou à sala, respirou fundo, abriu um papel, tomou um gole de sua xícara de chá, e disse:

— Os Cavaleiros de Aço estão... na Grécia!


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Notas finais do capítulo

e ai pessoal! o que acharam?

Obrigado por ler!



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