New Legends - Cavaleiros do Zodíaco escrita por Phoenix Matt Marques W MWU 27


Capítulo 15
A Derrota da Morte Negra!


Notas iniciais do capítulo

Olá gente, mais um capitulo para vocês! A batalha contra os Cavaleiros Negros começa!

Aqui cheggamos ao começo de uma nova fase, e quero agradecer em particular a alguns leitores excepcionais pelo apoio prestado, são eles:
Bilss o Destruidor
archer shiro
Eleus
Louis
Sensei Oji Mestre Nyah Fanfic
Tecnoartemago
Aeslandboy
Senhorita Nada
Laura Delacour
StarLight

A todos vocês, muito obrigado.


Betinho de Pégaso precisa mostrar todo seu potencial na batalha contra o Pégaso Negro!



Este capítulo também está disponível no +Fiction: plusfiction.com/book/264005/chapter/15

O ônibus da Fundação Graad levou os Cavaleiros de Bronze até o Monte Fuji. A noite já caía. Isso podia ser uma desvantagem, dado que os Cavaleiros Negros tinham muita afinidade com a escuridão, como visto na batalha entre Betinho e o cavaleiro desconhecido.

O motorista estacionou na entrada do parque natural que cercava a montanha e disse que tinha ordens para esperá-los.

Assim, eles penetraram sorrateiramente na floresta.

...

...

...

Os cinco percorriam uma das trilhas do bosque há quase vinte minutos quando encontraram o primeiro inimigo.

Escondidos atrás de arbustos, eles avistaram um Cavaleiro Negro de pé no galho de uma árvore muito alta. Parecia estar de tocaia entre as duas clareiras que a copa da árvore cobria, mas, nesse momento, vigiava apenas uma, e estava com a retaguarda desprotegida.

— A gente faz o seguinte – disse Gustavo. – Atacamos ao mesmo tempo e o surpreendemos.

— Não – sussurrou Rina. – Não é assim que cavaleiros devem agir; é covardia!

— Nós atacamos ao mesmo tempo contra o cavaleiro que invadiu o Coliseu, e funcionou! – protestou Gustavo.

— Ali foi diferente – retrucou Rina. – Ele estava muito forte e o cosmo dele era muito agressivo. Nenhum de nós sozinho teria conseguido...

— Eu estava conseguindo até vocês interromperem – resmungou Betinho.

— Parem de discutir! – sussurrou Thiago, olhando de cautela para o cavaleiro negro na árvore, que ainda na percebera a presença deles. – Ele pode nos ouvir. Eles estão esperando por nós, não é? Então vamos nos revelar. Ele provavelmente vai querer nos liquidar aqui mesmo e não vai chamar seus colegas.

Após superarem aquele momento de tensão, eles saíram de seu esconderijo. A movimentação deles chamou a atenção do cavaleiro sentinela, que se virou.

Ele saltou da árvore para o solo e contemplou o grupo. Era de estatura mediana, moreno, de olhos castanhos brilhantes e pele bronzeada, e sua armadura negra lembrava muito a armadura de Pégaso.

— Quem é você? – indagou Betinho, observando curiosamente a armadura do sujeito.

— Sou Kenuma, o Pégaso Negro! – disse ele. – Um dos Quatro Veteranos. Que bom que apareceram, Cavaleiros de Bronze. Já posso liquidar todos vocês!

— Já que é Pégaso, eu dou um jeito em você – disse Betinho. – Armadura de Pégaso!

Sua Cloth Stone brilhou no pescoço dele, e a armadura cobriu-o como um raio e logo ele estava preparado para o combate.

Kenuma não estava nem um pouco impressionado.

— Tenho ordens para dar cabo de todos vocês. Ninguém passa!

— Veremos – disse Betinho. E partiu para cima do outro.

O Pégaso de bronze segurou o Pégaso Negro com os punhos, prendendo-o numa posição de ataque.

— Vão! – gritou Betinho para os amigos. – Eu alcanço vocês.

— Cuidado, irmão – disse Thiago, e saiu correndo com os outros pelos flancos das clareiras para longe da luta.

Kenuma conseguiu se soltar, mas os outros cavaleiros de bronze já tinham sumido de vista.

— Hm, muito interessante sua determinação em acabar comigo só porque nossas armaduras idênticas...

— Idênticas nada, a minha tem vida e a sua é uma tristeza de olhar.

— Contudo, devo alertar que, sozinho, não tem chance contra mim. Seu mestre também não teve.

— Hã?

O cavaleiro negro aproveitou a confusão de Betinho para atacar.

O cavaleiro de bronze conseguiu se esquivar, e Kenuma atingiu o solo, causando uma pequena cratera.

Então o solo adquiriu uma tonalidade negra num raio de 1 metro em torno do ponto onde o punho de Kenuma atingiu o chão. Foi como se a terra perdesse a vida. Betinho contemplou aquilo, horrorizado.

— Viu? – disse Kenuma ao ver o espanto do cavaleiro. – Tudo em que meu punho encosta sofre a Morte Negra. Até o Seiya experimentou essa dor. Escapou porque os amigos estavam por perto para salvá-lo, mas você não se encontra em situação semelhante, já que disse a seus amigos para partirem.

— Ora, seu... Você não passa de uma cópia barata! Meteoro de Pégaso!!

Kenuma foi atingido, mas apenas superficialmente. Bloqueou a maioria dos socos na velocidade do som do oponente e sorriu sarcasticamente.

— Fez o melhor que pode, hm? Já era de se esperar. Minha vez! Meteoro Negro!!

Depois de ver o efeito de um soco de Kenuma com o chão, Betinho não queria ver o efeito de centenas deles contra seu corpo. Rolou para o lado e se escondeu atrás de uma árvore, que foi bombardeada pelos golpes do outro até ficar completamente preta e rachada.

— Não se esconda, cavaleiro! – berrou Kenuma. – Encare-me para que eu possa matá-lo como deve ser morto!

Um barulho no bolso de Betinho chamou a atenção do Pégaso enquanto Kenuma gritava para ele. Seu celular havia emitido aquele bipe típico que se ouve quando recebe mensagens. Ele tirou-o rapidamente do bolso e estranhou ver o nome de Tatsumi no remetente. Teclou rapidamente para ler a mensagem.

...

...

Cavaleiros, as Cloth Stones irão revelar os elementos da natureza a qual vocês estão associados, a saber: Fogo, Água, Trovão, Terra, Vento, Luz ou Trevas! Queimem seu cosmo para encontrarem seu elemento. Ah! E os Cavaleiros Negros costumam usar cópias negras das armaduras originais, por isso se chamam assim. Tatsumi.

...

...

“E ele vem avisar isso agora?”, pensou Betinho, revoltado. Eram informações úteis, no entanto. Se havia um Pégaso Negro, deveria haver também um equivalente negro para cada um dos Cavaleiros de Bronze. E as Cloth Stones... Ele precisava descobrir seu elemento. Os outros haviam demonstrado os seus em suas lutas na Guerra Galáctica. Talvez fosse essa a chave para vencer Kenuma! O que precisava fazer? Melhorar sua tática, elevando seu cosmo... Os Meteoros de Pégaso precisavam superar a velocidade do som, então? Era preciso alcançar a velocidade da luz...

Velocidade da luz.

Luz.

A resposta caía com um baque sobre Pégaso.

Clamando para que seu cosmo se expandisse, ele deixou o esconderijo pouco antes de Kenuma, enfurecido por ter que lidar com um oponente que o ignorava atrás de um pinheiro, acertar a árvore com um golpe poderoso que fez o tronco se partir em inúmeros pedaços.

Betinho saltou para a árvore do lado, apoiou-se num galho e mirou a cabeça de Kenuma. Saltou contra o oponente e acertou-lhe um belo chute, que fez o cavaleiro negro bater de encontro em outra árvore, na outra extremidade da clareira. Betinho atacou mais uma vez:

— Meteoro de Pégaso!!

Acertou Kenuma em cheio e arrancou meia dúzia de árvores do chão, e viu o oponente ser arrastado por uma chuva de troncos e folhas até a outra clareira.

Ainda não é o suficiente! Seus meteoros ainda não estavam na velocidade da luz. E Kenuma já estava mais enfurecido.

— Hahn! Então ainda por cima é um covarde que só ataca quando o oponente está caído? – bradou o cavaleiro negro.

— Não fale de covardia quando você e sua trupe invadiram o Coliseu de uma maneira tão traiçoeira, arriscando muitas vidas inocentes! – bradou Betinho.

— Chega! Você me irritou, garoto! Vai sofrer a Morte Negra da pior maneira possível! Meteoro Negro!!

Assim que Kenuma atacou, Betinho sentiu que era aquela a oportunidade certa. Seu cosmo conseguiria revelar seu elemento e superar Kenuma. Não vou sofrer a Morte Negra.

— Meteoro de Pégaso!!

Enquanto seus socos voavam na forma de Meteoro contra o Pégaso Negro, Betinho sentiu raios de luz intensa descerem ao seu encontro e cederem forças ao seu golpe. A clareira se encheu de luz, e nenhum dos golpes de Kenuma conseguia ultrapassar os meteoros de Betinho.

Atingida em vários pontos, a armadura de Kenuma começou a rachar e a se partir. O cavaleiro negro despencou para o chão e não se mexeu mais.

Luz. Esse era o elemento de Betinho... Ele fitou, aliviado, sua brilhante Cloth Stone enquanto o corpo de Kenuma se dissolvia em poeira e escorria para o solo. Marte recolhia novamente um guerreiro caído.

O cavaleiro de Pégaso estava esgotado. Ainda era difícil para ele erguer seu cosmo de uma vez só, como seus colegas faziam. Precisava, contudo, de prática. Um passo importante havia acabado de ser dado – derrotar Kenuma sem deixar que a Morte Negra o afetasse. Exausto, porém determinado, ele prosseguiu pela trilha da floresta, esperando encontrar seus amigos logo.


Não quer ver anúncios?

Com uma contribuição de R$29,90 você deixa de ver anúncios no Nyah e em seu sucessor, o +Fiction, durante 1 ano!

Seu apoio é fundamental. Torne-se um herói!


Notas finais do capítulo

Obrigado por ler !



Hey! Que tal deixar um comentário na história?
Por não receberem novos comentários em suas histórias, muitos autores desanimam e param de postar. Não deixe a história "New Legends - Cavaleiros do Zodíaco" morrer!
Para comentar e incentivar o autor, cadastre-se ou entre em sua conta.