Stepfather HIATUS escrita por Purplee


Capítulo 16
Oh... She Kills Me!


Notas iniciais do capítulo

Boa Leitura...
(Oh... She Kills Me! - Oh... Ela Me Mata!)



Justin P.D.V:

-E... Aqui é o quarto onde você vai dormir. - falei coçando a nuca, meio desajeitado, enquanto abria a porta do quarto de hóspedes.

Lola sempre viveu em casas grandes e luxuosas. Sabia que meu apartamento simples de dois quartos e um único banheiro na 3third com a nona não iria agradar. Mas até que ela estava se saindo bem em fingir estar contente. Sorria tímida, enquanto encarava tudo atentamente, como se tivesse esperado a vida toda para descobrir onde eu morava.

Acredito que depois do último fato trágico nós não teremos mais problemas com convivência, já que a primeira coisa que a Lola viu quando entrou na sala do apartamento foi uma cueca freada minha jogada no chão.

É claro que eu fiquei colorido de tanta vergonha, e ela apenas riu dizendo que estava tudo bem.

É, mais uma das coisas que eu amo nessa garota. Ela consegue me deixar sem graça e depois me fazer sentir um idiota por ficar sem graça... Deu pra entender?

-Confortável. - ela sorriu, jogando a mochila e o skate em cima da cama. - Gostei do seu apartamento, Bieber.

-Obrigado. - devolvi o sorriso, enquanto a via se debruçar sobre a cama, deixando aquele bumbum durinho empinado.

Não que eu fique reparando na bunda dela. Claro que não.

-O-oque você está fazendo? - perguntei, sentindo o pequeno Jay se agitando.

-Estou procurando o meu vibrador. - ela respondeu, e eu arregalei os olhos no mesmo instante, começando uma crise de tosse, me afoguei e fiquei sem conseguir respirar.

Comecei a imaginar a Lola usando um vibrador, e a essa altura meu Jay já pulsava dentro da cueca.

-Seu o quê? - perguntei assustado.

-Meu carregador. - ela riu com o cenho franzido. - Justin, você está bem? - perguntou confusa.

-Sim, sim... - suspirei, passando as mãos pelo rosto. - Quer saber? Acho que eu vou tomar um banho. - sorri falso e praticamente corri para fora do quarto.

Peguei uma bermuda vermelha, uma boxer preta e uma camiseta branca e fui direto para o banheiro, não sem antes dar uma espiadinha no que a Lola estava fazendo, e é claro que a porta aberta ajudou um pouco.

Ela estava deitada na cama, tentando tirar o IPod pendurado na cintura, e de repente, sem aviso prévio, começou a desabotoar a calça. Minha cabeça me dizia “você tem dezoito anos, pelo amor de Deus, é o PADRASTO dela”, enquanto meu pinto fazia questão de repetir “foda-se, ela te atrai e é uma gostosa”.

É, eu estou com sérios problemas.

Lola tirou a calça só até um pouco abaixo da cintura, pegou o IPod e subiu a calça novamente. Aquilo me chateou. Muito.

Corri para o banheiro e me enfiei embaixo da água gelada, tentando acordar pra vida e parar de pensar naquela garota.

Se fosse só atração física eu não estaria me importando tanto. A Lola com certeza é o tipo de garota que atrai um homem, tem um estilo diferente, o corpo perfeito, olhos lindos e o cabelo longo que combina com uma Deusa... Mas eu me sentia diferente em relação a ela, e me conhecia bem demais para dizer que era algo passageiro.

Era no jeito como ela me olhava, doce e meiga. No jeito como falava, desafiadora e confiante. Em como ela conseguia ser engraçada e ver o lado bom de tudo. Como ela era sarcástica e ao mesmo tempo séria.

E principalmente, como ela conseguia fazer as coisas mais simples se tornarem eróticas sem nem perceber.

Porque, ou essa garota fez curso de como-deixar-um-pau-duro, ou eu sou muito pervertido mesmo! Ela abre a boca pra falar e eu quase tenho um orgasmo por ver como os lábios dela se mexem.

Eu preciso ser internado urgentemente!

É ridículo o modo como eu me preocupo, ou melhor, como eu tento transformar meus ciúmes em preocupação. Eu nunca tinha sido um cara ciumento, até conhecê-la.

Não suporto nem ver a Lola conversar com um cara que eu já sinto a raiva me dominando.

-JUSTIN, O QUE TEM PRA COMER? - ela gritou, dando algumas batidas na porta.

“Você”. Foi a resposta automática que a minha mente pervertida imaginou.

-AHN... DÁ UMA OLHADA NA GELADEIRA! PODE PEDIR PIZZA SE QUISER. - gritei.

-O.K. - ela disse, e logo depois pude ouvir seus passos se afastando.

Não posso negar os pensamentos impuros que passaram pela minha cabeça assim que ouvi sua voz do outro lado da porta. A minha vontade foi sair do chuveiro, destrancar a fechadura e trazê-la aqui para dentro comigo para ensiná-la tudo aquilo que ela jamais pensou em aprender.

Só em imaginar essa hipótese o Jay voltou a se animar, e eu me senti obrigado a satisfazê-lo, mesmo sem ela aqui para me ajudar.

Comecei com movimentos leves e ritmados, indo da base até a cabeça. Fechei os olhos, me concentrando na imagem dela.

Assim que a vi em meus pensamentos o tesão começou a me dominar. Eu apertei ainda mais minha mão, aumentando a pressão e a velocidade dos movimentos. Minha respiração sumia e eu me segurava para não gritar de tanto prazer.

-Lola...  Porra Lola... Ah... Deus... - sussurrei, e não era a primeira vez que eu me masturbava pensando nela.

Aumentei ainda mais a velocidade, e já podia ouvir o som da minha mão se chocando contra o meu quadril, e de repente, quando já não aguentava mais de tanto tesão, senti aquele líquido quente jorrar.

Pena que ela não estava ali para prová-lo. Iria fazê-la beber tudinho.

Terminei meu banho e depois saí do chuveiro, enrolei-me em uma toalha e vesti as roupas. Nem sequei o cabelo, só coloquei um chinelo e sai em direção ao meu quarto.

Guardei as minhas coisas, e depois fui até o corredor, procurando por ela.

Quase tive um enfarto quando a encontrei.

Lola estava escorada na porta de entrada, em uma conversa animada com o entregador de pizzas que devia ter uns trinta anos. Ela vestia uma espécie de pijama extremamente sexy, e eu senti vontade de voar no pescoço daquele pedófilo pelo modo como ele olhava as pernas dela.

-Lola. - chamei seu nome, sentindo meu corpo esquentar. Ela riu, virando-se de frente para mim, e o homem desviou os olhos para a bunda dela imediatamente.

-Ah, Jus! Você demorou hein! - ela sorriu safada, pegando a pizza da mão do cara. - Obrigada Charles!

-De nada. - ele sorriu, guardando o dinheiro no bolso. - Se precisar... - ele piscou, e ela assentiu rindo. Fechou a porta e caminhou como se nada tivesse acontecido até a cozinha.

Fui atrás dela, concentrado apenas naquela bundinha redondinha que rebolava dentro do shortinho quase invisível. Eu havia acabado de me aliviar e já estava duro outra vez!

-Adoro pizza de Calabresa. - ela sorriu, abrindo a embalagem de papelão e tirando uma pizza dali de dentro. Virou-se de frente para mim, e o jeito como a boquinha dela estava vermelha e volumosa me fez delirar.

Meu Deus, preciso me internar urgentemente.

-Quer um pedacinho? - perguntou baixinho, enquanto limpava um pouco o cantinho dos lábios sujo de molho.

-Quero o q-quê? - perguntei, encarando sua boca fixamente.

-Pizza! - ela gargalhou. - Justin, tem certeza de que você está bem? Desde hoje de manhã você nem fala comigo direito. Foi por causa do Peter?

-Não fala o nome desse cara. - bufei, dando as costas e caminhando até a sala.

Me joguei no sofá e liguei a televisão em um canal de esportes para tentar me distrair e quem sabe parar de pensar em como minha enteada é sexy e em como eu quero meter nela.

-Viu? Você fez de novo! - ela disse irritada, ficando na frente da televisão e me impedindo de ver o programa que passava.

-Sai daí, garota! - bufei, cruzando os braços e olhando pra qualquer lugar que não fosse ela e aquele corpo que me fazia alucinar.

-Não vou sair nada. Vamos ficar duas semanas presos aqui juntos, não quero ficar brigando o tempo todo.

-Ah, olha quem fala! - gargalhei ironicamente. - Não era você que até semana passada me odiava com todas as forças e não suportava chegar perto de mim?

-E eu ainda não suporto. - ela respondeu meio sem jeito. Outra coisa que adoro nela. Ela não sabe mentir, não sabe mesmo! - Mas acho que esse foi um motivo ridículo. Aliás, nem foi um motivo! Foi ridículo o que você fez.

-Não foi ridículo, eu estava te protegendo! - dei novamente aquela desculpa ridícula. Era o jeito mais disfarçado que eu encontrava de dizer “porra eu estava morrendo de ciúme”.

-Me protegendo do quê? - ela riu. - Sério, do que você acha que precisa me proteger?

“De mim mesmo, porque nesse instante minha vontade é te prender a força na minha cama e te possuir das formas mais inumanas possíveis”.

É, minha mente nojenta e escrota realmente pensou isso.

-Ahn... - cocei a nuca, meio desajeitado. - Esquece.

-Não é mais fácil só assumir que estava com ciúme? - ela disse séria, agachando na minha frente e apoiando as duas mãos no meu joelho.

Sei que foi inocentemente, mas... PORRA! Será que ela não cansa de me excitar?

-Eu? Com ciúme de você? - gargalhei falsamente. - Não seja ridícula, pelo amor de Deus!

-Por que é ridículo? - perguntou chateada, desviando pela primeira vez os olhos de mim.

Parabéns, imbecil! Conseguiu magoá-la.

-Não foi isso que eu quis dizer, é que... - ela me interrompeu, levantando-se brutalmente.

-QUER SABER? VAI PRO INFERNO, JUSTIN! - ela gritou, e uma pequena lágrima escorreu pelo rosto dela. - EU ESTOU DE SACO CHEIO DE VOCÊ! EU NÃO TE ENTENDO!

-Abaixa o tom. - mandei. - Talvez você não se lembre, mas eu tenho vizinhos.

-DANE-SE! - continuou berrando, enxugando os olhos. - Você me beija, depois se arrepende! Me agarra de novo e diz que sente falta da minha boca, depois passa semanas sem olhar na minha cara, e de repente, entra no meu quarto no meio da noite e fica acariciando minhas pernas! PÁRA DE ME CONFUNDIR!

-O que quer que eu faça? - perguntei irritado, me levantando e ficando de frente para ela.

Um erro. Um dos maiores que eu já cometi.

O coração pareceu desmanchar em trezentos pedaços dentro do peito quando eu a vi me encarando com aqueles olhos vermelhos tão perto. A respiração ofegante dela me deixava desnorteado, e as lágrimas que escorriam pelo rosto dela só me fizeram sentir pior.

Não consegui me controlar, foi em um impulso. Um dos melhores e mais deliciosos impulsos que eu já tive. Agarrei o rosto dela a força e puxei para mim, enfiando minha língua naquela boquinha pequena e perfeita sem pedir passagem.

Ela tentou se livrar de mim, mas aos poucos foi cedendo, e pude sentir suas mãozinhas delicadas se enrolando nos fios do meu cabelo. Aquela sensação era delirante.

Ter sua cintura entre os meus braços fez eu me sentir como se ela fosse minha, e só minha. A boca dela era doce e macia, e o jeito como seus lábios se moviam contra os meus me deixava louco. Ela parecia saber exatamente o que fazer.

Lola chupou minha língua e meus lábios sem pressa nenhuma, deixando-me cada vez mais... Animado.

Ela se inclinava para trás, como se quisesse se livrar de mim, mas eu não queria! Não queria e não podia nem cogitar a ideia de separar nossos lábios. Só de pensar que aquela poderia ser a última vez eu já sentia meu coração pulsar mais forte.

-E-est-ou sem ar... - ela tentou sussurrar entre o beijo, e eu finalmente a soltei.

Ficamos em silêncio durante um bom tempo, ela mantinha seus olhos fixos nos meus, enquanto tentávamos controlar a respiração ofegante.

-Isso foi... - interrompi a mim mesmo. Não conseguia encontrar palavras que fossem boas o suficiente para descrever aquele beijo.

-Errado. - ela completou, limpando a boca. - É, isso foi muito, muito errado!

-Mas eu gostei. - sorri, e esperei receber um sorriso de volta, mas não foi isso que aconteceu. Lola ficou quieta, pensativa por um tempo, depois negou com a cabeça, como se estivesse decidida.

-Isso não pode mais acontecer. - ela afirmou, suspirando. - Não vou mentir, eu gosto de você de verdade... Mas você é o namorado da minha mãe e eu nunca poderia fazer isso com ela. - despejou as palavras, demolindo qualquer tipo de segurança que eu ainda mantinha dentro de mim.

-Mas... - tentei protestar, mas ela me interrompeu.

-Eu vou dormir. Boa noite. - ela disse sem graça, e foi direto para o quarto, sem me dar a chance de responder.

Me joguei sobre o sofá, e senti o Jay extremamente sensível. É, eu estava duro novamente pela Lola.

Não sabia como sobreviveria com ela por aqui, andando com aqueles shortinhos que a deixam extremamente sexy pela minha casa, só sabia que teria que me manter longe, antes que eu perdesse completamente o controle e acabasse fazendo uma merda ainda maior.



Notas finais do capítulo

Oiiiie amoras *-*
Então, Purplee de novo aqui!
Espero que tenham gostado do capítulo, eu escrevi ele sozinha e sei que não está dos melhores! Mas... Enfim!
Queria me desculpar pela demora nos capítulos, mas como a Thá já deve ter explicado, ela está cheia de coisas pra fazer, e eu não acho justo postar tanto nessa fic porque é um projeto e uma ideia dela...
Tá, depois disso tudo, quero dizer que esse capítulo é inteirinho para a diva, linda, sexy e maravilhosa:
->MarianaP
Sua recomendação foi tão perfeita que vai para a sinopse! KKKKK'
AMEEEEEEEEEEEEEI! MUITO LINDA!!!!!!!!
Sério, obrigada! Muuuuito obrigada!
Depois disso tudo, queria pedir um favorzinho (sim, mais um) pra vocês *-* (cara de gatinho do shrek).
Eu comecei com uma nova fic e queria que vocês dessem uma olhada. A não ser que você tenha estômago fraco, aí fique bem longe de "Felon". É uma fic sobre o Justin mafioso (só eu tenho uma queda por ele assim?) que não tem dó nem piedade, por isso se não gosta de ler cenas de violência, estupro, pessoas morrendo, drogas e etc, não leia, ignore esse aviso. Se não... Enjoy ;)
https://fanfiction.com.br/historia/261928/Felon/
Espero os reviews divos de sempre!! *-*
XoXoPurplee♥