A Outra Face escrita por Yue Chan


Capítulo 46
46- Preparações


Notas iniciais do capítulo

Nossa, deve ter muita gente desejando a minha cabeça por aí, não é? Sei que levei um pouco mais de tempo para postar, mas terão que me perdoar, eu tentei todos os dias, juro!Mas acabava sempre dormindo depois de 10 palavras digitadas. Hoje na graça de Deus consegui driblar o sono por mais tempo e cheguei com um capítulo mais recheado para compensar os dias que estive fora. Estou me dedicando ao máximo minha gente, estou mesmo!



A frase morreu em sua cabeça e Naruto começou a temer o que poderia acontecer. Mas foi lento demais em suas ações e quase caiu quando sentiu alguém lhe cutucando a perna.

Qual foi a sua surpresa ao se virar e encontrar... Kenzo!

_Oi papai!

Sua primeira reação foi pegá-lo no colo e abraçá-lo com força. Aquilo não fazia sentido, nenhum sequestrador entrega o refém de mão beijada sem acertar o preço do resgate ou pegar o dinheiro antes. Porque então Kenzo estava em seus braços?

_Quem foi que trouxe você aqui, meu filho?- perguntou tentando descobrir alguma pista. O menino apenas sorriu e apontou para a praça de alimentação onde Itachi estava sentado olhando para os dois com uma latinha de energético na mão e o telefone celular na outra.

_Foi o tio Itachi, papai!Ele foi me buscar ontem de noite e me levou para dormir na casa dele.

Naruto olhou incrédulo para o menino.

_Mesmo? Foi ele que te pegou na mansão?

_Não, não foi ele não. Ele apareceu depois, de noite. Quem me pegou lá foi um homem estranho de cabelos vermelhos.

Sabendo que Kenzo não seria capaz de lhe dar maiores informações, Naruto resolveu se aproximar de Itachi e perguntar a ele pessoalmente. Assustou-se ao ver que ele tinha marcas de olheiras sob os olhos. Assim como ele, Itachi não deveria ter dormido bem. Talvez nem mesmo tivesse dormido. Suspeitava disso por causa da latinha de energético que ele tomava em pequenos goles.

_Bom dia Naruto, há quanto tempo não nos vemos.

Naruto pôs o filho no chão para que ele pudesse brincar na área recreativa que havia na praça de alimentação.

_Foi você quem me ligou?

Itachi tomou mais um gole da bebida antes de falar.

_Não deveria deixá-lo longe de você. Foi difícil pegar ele de volta.

_O que aconteceu?- perguntou imaginando que a única maneira de descobrir algo sobre aquele segundo incidente seria perguntando para Itachi- Quem me ligou ontem de noite não foi você.

Os olhos negros de Itachi chocaram-se com os seus. Apesar de cansados aparentavam ainda guardar muita energia.

_Não, não foi.

_Então quem foi?Depois disso a única ligação que tive foi a sua e...- parou ao se dar conta de um detalhe- Não era a sua voz quando me ligou hoje de manhã.

Itachi recuperou um celular do bolso e o colocou sobre a mesa. Era um modelo antigo de flip e tinha um suporte exagerado tapando o microfone.

_O que diabos é isso?-perguntou confuso analisando o item.

_Isso, meu caro, é um celular modificado. O aparelho grotesco que vê cobrindo o microfone é um alterador de voz. Foi por isso que a minha voz saiu estranha.

_Não brinca, porque não ligou do seu celular?

_O meu teve algumas avarias. – puxou o próprio celular do bolo para mostrar.

Não era preciso procurar muito para descobrir qual era o problema no celular dele. Um rombo, provavelmente causado por uma bala havia destruído metade do aparelho, deixando a parte que ficou para trás inutilizada.

_O que aconteceu?

_Nada demais, somente um pequeno acerto de contas.

_Não me enrola. Eu quero saber o que realmente aconteceu. Ontem a noite alguém buscou o Kenzo e levou-o da segurança da minha casa, e não foi você, hoje ele aparece tranquilo, sob a sua tutela, e sorri como se nada de grave tivesse acontecido.

_Foi porque nada de grave aconteceu.

_Como assim nada de grave aconteceu?Você me aparece com um celular detonado por uma bala e diz que nada de grave aconteceu?

O olhar negro de Itachi perdeu a amistosidade.Nem mesmo sua mão fazia um interrogatório tão insistente. Suas mãos fecharam-se com mais força sobre a latinha dobrando ligeiramente o metal. Era um sinal claro de que ele não estava gostando do interrogatório.

_Chega de perguntas- disse sem rodeios. – Tem o seu filho novamente, são e salvo. Não precisa saber de mais nada.

Naruto não desviou o olhar. Continuou encarando-o também.

_Acho que devo saber mais. É meu filho, é meu direito saber o que aconteceu com ele.

Os dois ficaram se encarando durante alguns segundos, olho no olho, prontos para atacar a qualquer sinal de perigo. Naruto era muito grato a Itachi por ter resgatado sua esposa e filho, mas não conseguia suportar aqueles mistérios que o envolviam.

_Quero saber o que aconteceu. Não aguento mais esse mistério.

_Pois deveria aguentar- disse Itachi nervoso se levantando da cadeira- É um preço pequeno a se pagar pela segurança dos dois. Deveria ser mais grato e respeitar o meu pedido.

Itachi deixou um dinheiro sobre a mesa, pegou o paletó e jogou-o sobre o ombro. Antes de sair passou perto da área de lazer onde viu Kenzo se aproximar da grade perguntando-lhe algo que Naruto não pode ouvir a distância, mas pode ver o olhar triste que o menino mostrou depois de receber a resposta. Itachi abaixou-se e beijou-lhe o topo da cabeça antes de sair com os acenos de despedida de Kenzo a lhe abençoar as costas.

Aquele homem.

Definitivamente era muito perigoso.

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As luzes ainda não estavam ajustadas, assim como os cenários não encaixavam de maneira harmoniosa com o tema. Os montadores gritavam palavras de ordem aos subordinados que traziam os materiais as pressas. Era sempre assim, aquela maldita correria, e Victor suspeitava que isso era algo que nunca iria mudar.

Nervoso atravessou a sala e passou o sermão em um carregador que puxava desastradamente as araras quase derrubando as roupas no chão. Era terrível ser o único com talento de lapidar aquele diamante bruto que os outros chamavam de ensaio fotográfico infantil. Fotografar modelos, por mais irritante que pudesse ser de vez em quando não chegava aos dedos mindinhos do romaria que era montar um ensaio infantil. As crianças choravam, passavam ranho na roupa, gritavam e corriam como loucas toda vez que eram convidadas a fotografar,  e os cenários eram sempre mortos e desanimadores ou exagerados e fantasiosos demais. Por mais de uma vez quebrou propositalmente uma roldana ou manivela para impedir que aquelas aberrações fossem suspensas e colocadas como pano de fundo. As cores nunca combinavam com o tema e o estilo de roupas, era um inferno.

Os publicitários pareciam ter titica de galinha na cabeça na hora de montar aqueles fundos e decorações. Victor suspeitava que um chimpanzé cego, paralitico e com dor de barriga pudesse fazer o trabalho medíocre deles sem esforço algum e talvez tivessem um resultado mais satisfatório.

Quem liga, disse uma vez um desses “incríveis” publicitários, são apenas crianças. Não é preciso quebrar a cabeça para montar algo que toque fundo no coração das pessoas, basta que eles achem as roupas bonitas.

Eu ligo, respondeu Victor na época e responde até hoje. Eu não me contento com coisas meia-boca.Nem com publicidade de quinta categoria.

Victor corria como um louco dando os últimos retoques no cenário e observando as roupas que as crianças estavam experimentando. Olhava para o Rolex em seu pulso de minuto em minuto, marcando os passos a cada minuto que tinha que esperar, parecia mais uma panela de pressão a ponto de explodir.

Foi quando ele viu sua salvação transpor a porta dupla de aço inoxidável.

Sem pensar duas vezes, Kenzo soltou a mão do pai e correu em direção a Victor que pegou-o em um abraço animado, cheio de sorrisos. Aquele menino, assim como a mãe dele, era um pote de ouro nas mãos da bicha que adorava sorrisos e poses naturais. Ambos sabiam cativar olhares com uma postura genial.

_Ainda bem que veio, estava esperando por você!- Ele disse animado.

_Nossa tio, você demorou para ligar. Eu não tiro fotos tem um tempão.

_Eu sei, principezinho, mas tem que dar tempo ao tempo. Um dia vai ser tão importante no mundo da moda quanto sua mãe.

_Eu não ligo para isso, só gosto de tirar fotos.

_Eu sei, agora que tal você caminhar até aquela moça de vestido preto de cabelos vermelhos e pede para ela te arrumar.

Ele não perdeu tempo, como era de se imaginar e correu para junto da mulher como se sua vida dependesse daquilo. Victor riu ao vê-lo tão animado, ele sempre foi fominha de palco.

Porém o sorriso foi desaparecendo ao ver Naruto se aproximar.Definitivamente não esperava que ele que fosse entregar o menino. Tinha ligado para Hinata pedindo que levasse Kenzo para substituir um garoto que estava passando mal. Victor tentou se manter calmo para falar com ele, apesar de ostentar um olhar de quem avisa que não está para brincadeiras.Não podia negar, afinal, olhar para ele o fazia se lembrar da conversa que havia tido com sua borboleta azulada.

_Bom dia.- Naruto disse com um dos seus melhores e mais encantadores sorrisos.

Normalmente algo assim deixaria Victor sem fôlego, louco da gota. Um homem lindo como aquele dando-lhe bom dia com dentes tão brancos... Mas dessa vez sentiu repulsa. Era quase, quase como se estivesse virando homem de novo.

_Bom dia- disse não tão animado.

_Algo de errado?- perguntou Naruto ao perceber a antipatia do homem.

Victor considerou dizer :Sim, você. A sua presença me incomoda, mas no final achou que a melhor opção seria guardar aquilo para si mesmo.

_Não, nada. Somente o de sempre. – colocou um cigarro na boca e quase acendeu antes de amassa-lo e jogá-lo no chão. Não podia fumar naquele lugar fechado e cheio de crianças.- Obrigado por trazê-lo em cima da hora.

_Sem problema, ele adora tirar foto. Que horas que posso buscá-lo?

Victor consultou o relógio e depois de um tempo de analise disse.

_Acho que hoje não passa das cinco da tarde.

Um barulho alto se elevou atrás da dupla e Victor se virou temendo o que ia ver. Quase morreu ao ver que um dos cenários tinha despencado justamente em cima de duas das quatro araras com roupas, esparramando seus tecidos pelo chão. Ele saiu como uma fera, sem nem se despedir ou dar satisfações ao seu visitante.

_Quando eu completar o seu relatório você não vai ser contratado nem para contar palitos de dente!- gritou nervoso- Suma daqui antes que destrua todo o prédio, seu ogro!

Naruto se virou rindo. Teria algumas horas para poder arrumar os detalhes de seu encontro com Hinata. Tinha lembrado-a desse pequeno detalhe quando ela lhe garantiu que sairia com ele uma última vez para que as perseguições terminassem.

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O lugar parecia mais um campo de batalha do que uma mansão propriamente dita. Haviam cadáveres por todos os lados que se olhasse. O sangue estava coagulando nos mortos e as moscas começavam a dar o seu primeiro ar da graça.

Hizo tirou um pano do bolso e o pôs sobre o nariz por um instante. Pelo estado de decomposição dos mortos ele diria que aquela chacina tinha acontecido há poucas horas. O cheiro era fraco, mas levemente desagradável.

Passou pelos peritos que se ocupavam em analisar e recolher as provas e evidências espalhadas pela casa, até chegar a sala de reuniões. O corpo de Matarazzo estava de olhos abertos fitando o teto silenciosamente. O corpo levemente retorcido como se alguém estivesse fazendo um jogo com eles.

_Então chefe?- perguntou seu jovem subordinado-Todos mortos, isso vai dar trabalho. Não tem nenhum sobrevivente para contar a história.

Errado Chase, pensou Hizo. Existe um sobrevivente e ele sozinho foi o mandante e, provavelmente, executor.

_ E talvez não haja. Matarazzo morreu como viveu: no meio de bandidos. Essa profissão é perigosa para quem não sabe jogar.

_Lá vem o senhor novamente com esses “jogos”- disse o ajudante rindo levemente- Faz tudo parecer tão informal.

Hizo virou-se para ele com o olhar duro fazendo o homem se arrepender do comentário.

_Não há nada de informal no “Jogo”. O tabuleiro é a vida e as peças são derrubadas com tiros.

O homem não esperou resposta e deu as costas seguindo para fora da mansão. Do lado de fora viu mais marcas, cadáveres e sangue. Sentiu-se enjoado por um instante, conhecia aquele cenário, mas o causador nunca deixava tanta violência para trás quanto o “Ceifador Silencioso”. Acabou encontrando com seus dois subordinados e discretamente fez um quase imperceptível aceno de mão para que eles o seguissem. Estavam em campo perigoso, aqueles investigadores podiam por a perder todo o trabalho de cinco anos se encontrassem apenas uma pista que ligasse a cena do crime ao “ceifador sinistro”.

_O que foi chefe?-Perguntou um deles quando pararam a alguns metros de distância.

Ele passou a mão nos cabelos mostrando o seu cansaço.

_Esse episódio pode por a perder todo o nosso trabalho. Temos que agir rapidamente se quisermos garantir um trabalho de qualidade. Dessa vez ele foi longe demais.

_Pode ter sido apenas um tiroteio- supôs o segundo.

_Isso foi uma chacina, não um tiroteio. As paredes parecem peneiras.

_O que devemos fazer então? Não podemos nos atrasar.

_ Quero que ligue para o Major Theodold e peça para transferir esse caso para o nosso departamento. Diga que quero a cena do crime isolada e com acesso restrito apenas ao meu pessoal, entendeu?Não sabemos o que pode acontecer se eles encontrarem algum indício, mas sabemos que vai dar merda.

_Sim. Vou providenciar para que seja feito.

_Ótimo, não podemos nos ar ao luxo de ter esse pessoal futucando as nossas evidências.

O homem observou enquanto os dois se afastavam. Era difícil aquela profissão, se soubesse das missas que teria que rezar para resolver os imensos pepinos e descascar os abacaxis que surgiriam teria pensado duas vezes antes de estudar tanto para passar no concurso. E pensar que foram cinco anos tentando entrar... Bom, era o seu sonho no final das contas. Sempre desejou participar de uma policia organizada especial, apesar de nunca ter sequer imaginado que um dia seria um agente da tão afamada e temida INTERPOL envolvido em casos perigosos e sob o comando de um chefe com carreira militar prematura.

Suspirou pesado e pegou o celular no bolso. Precisava tratar o caso com cuidado para não “magoar” o chefe. Ele era muito exigente com os detalhes e não perdoava erros.

_Oi chefe, tudo bem?-

_Por que me ligou?

_Tenho algo importante para tratar, e urgente também.

_Pois trate depois, estou ocupado agora.

_É sobre o caso Matarazzi.

Houve um silêncio do outro lado da linha antes que houvesse uma resposta.

_O que tem o caso? Algo errado?

_Na verdade sim. Os investigadores da criminal chegaram antes do nosso pessoal e estão periciando o local.

_Ligue para o Major Theodold e peça exclusividade.

_ Já mandei fazerem isso.

_Então, o que mais espera que eu diga?

_Não sei, talvez queira tomar alguma providência, sei lá, para ter certeza de que vai ocorrer tudo bem.

_O que está insinuando? Que eu supostamente deva fazer o seu trabalho?

O homem se endireitou ofendido. Mesmo quando se policiava quanto ao que dizia sempre acabava pisando na bola e levando uma patada de graça.

_Não senhor. Só pensei que talvez...

_Então guarde os seus pensamentos para você, não preciso de agentes que fiquem parados supondo, preciso de agentes que pensem rápido e executem.

Não houve tempo para réplica pois no instante seguinte, sem nem uma despedida formal, o chefe desligou o telefone. Restou ao homem se contentar com as ordens diretas de maquiar o cenário que se desvelava a sua frente, e ele rezava para que os peritos não encontrassem nada, caso contrário o envolvimento da INTERPOL seria revelado e os possíveis prêmios da investigação seriam perdidos, principalmente aqueles que envolviam a caça e captura dos maiores bandidos do cenário mundial de narcóticos.

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_Alguma coisa errada, Itachi?- Hinata perguntou ao vê-lo segurar o celular com impaciência.

Os olhos negros se viraram para fitar os perolados no momento seguinte, e o visível descontrole desapareceu como que por passe de mágica.

_ Não. Apenas problemas no trabalho.

_Eu sabia que ia atrapalhar você, não devia tê-lo chamado aqui. – disse triste.

Itachi se levantou e tomou-lhe gentilmente as mãos beijando-as como um cavaleiro.

_Não me atrapalha em nada.  O pessoal pode dar conta do trabalho sem mim por algumas horinhas. Não precisa se preocupar.

_Tem certeza? Não é fácil deixar uma empresa na mão de empregados, nem seguro.

_Os meus empregados recebem bem para se virar em qualquer ocasião, com ou sem a minha presença. Agora que tal nos focarmos?

Hinata assentiu e voltou para a cabine enquanto Itachi sentava-se novamente. Um vendedor de gosto sexual duvidoso entrou com várias peças de roupa na mão. Hinata se vestia e saia da cabine para mostrar o vestido que estava usando para Itachi, mas ele desaprovava todos com um breve discurso.

_Grande.

_Feio.

_Largo.

_Curto demais.

_Ninguém vai desfilar como porta bandeiras.

_Não.

_Horrível.

_Perfeito.

Hinata já estava voltando para o vestiário quando ouviu as palavras dele. Mirou-se no espelho e constatou que ele tinha razão, era um vestido muito bonito, tinha um corte em V que evidenciava seus seios e o modelo esvoaçante evidenciava suas curvas sem deixá-la com aspecto vulgar. A cor era outro detalhe que combinava com a de seus olhos. Depois de tornar a vestir a mesma roupa que usara para entrar na loja se deu conta de que um vestido daqueles não sairiam barato, e estava certa. Quase caiu dura ao ouvir o preço.

_Acho que vou ter que pegar um talão de cheques no banco.- disse sem graça.

_Não vai haver necessidade- Disse Itachi se aproximando- Eu já o comprei.

_Mas porque? Não precisava, eu...

_Não precisa dizer nada, eu faço questão de que esteja linda para o seu encontro. Vai ser a mais bela acompanhante da noite.

_Não sei como retribuir.

_Sorria, reconquiste o seu amor e seja feliz.

_Não, não é bem assim, vai ser apenas um jantar.

Itachi riu ao ver as bochechas dela corarem.

_Só se você desejar que seja apenas um jantar. Agora que tal irmos? Alguém aqui ainda precisa visitar um salão para ficar ainda mais bela.

Hinata estava tão envergonhada que nem pestanejou quando ele abriu a porta da Lamborghini para que ela pudesse entrar. Sentou comportada pensando no que ele dissera, mesmo temendo se envolver em outro relacionamento com Naruto, uma parte dela gritava para que ela deixasse acontecer.

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Notas finais do capítulo

Bom não é do meu feitio colocar imagens, mas eu não resisti.

Tenho duas coisas a pedir minha gente. Três, na verdade:

1: Não me matem.
2: Não esqueçam de comentar.
3 Se alguém aí é fã de InuYasha não deixem de dar uma olhadinha na fic "Always" tenho certeza de que vão amar!

http://fanfiction.com.br/historia/382962/Always/capitulo/1

Beijos, se Deus quiser estarei aqui amanhã. Beijos!