Just In One Direction escrita por CostaSalazar


Capítulo 20
Capítulo 20


Notas iniciais do capítulo

Eu acho que esta muito fofinho ;)




No dia seguinte, Louis acordou bem cedo, fazendo muito barulho de propósito para acordar os amigos também. Notava-se que tinha a felicidade no rosto e que a queria espalhar pela casa.

- Que estás contente já percebemos. – Diz-lhe Liam, gritando de seguida. – Mas escusavas de nos acordar para o mostrar!

- Já é dia Liam! Já é dia! E um lindo dia! – Gozava ainda mais Louis, levantando os estores.

Harry punha a cabeça debaixo da almofada e Niall atirava a sua a Louis. Zayn continuava a dormir.

Entretanto, Louis continuava a arranjar-se, Niall levantou-se, chegou-se às costas do amigo e deu-lhe umas sapatadinhas no ombro com voz ainda de sono:

- E depois ainda dizes que não gostas dela e que é só uma “simpatia”.

Louis olhou para o amigo, que já se afastava lentamente em direção à cozinha, mas não respondeu. Não tinha resposta. Tinha de se render às evidências.

Uma hora depois e Louis ainda andava de volta das roupas e dos sapatos. Não se decidia. Já tinha mudado de roupa umas cinquenta vezes (hiperbolicamente falando, claro). Os amigos estavam já todos, exceto Zayn, acordados e deitados nas respetivas camas a “admirar” Louis e, claro, a gozá-lo.

- Ó Louis, leva antes as calças azuis. – Aconselhava Harry.

Louis ia a vesti-las e Liam logo lhe mudava o rumo:

- Acho melhor levares as vermelhas, têm mais a ver contigo.

- É, é melhor. – Concordava Harry.

E enquanto gozavam com o amigo, fazendo-o vestir-se e despir-se, riam-se como maluquinhos.

Até que Louis tomou uma posição e, já vestido, vê-se perante uma outra dificuldade: ter de esperar pela hora em que sairia de casa. Não ficava bem ir convidá-la para almoçar as dez horas da manhã, não tinha lógica, aliás. Estava impossível! E os amigos só o conseguiam ouvir falar para si mesmo de vez em quando “É hoje! Tem de ser hoje”.

- O que é que tem de ser hoje Louis? – Perguntava Harry.

- Vai pedi-la em casamento, ainda não percebeste, Harry? – Gozava Liam ao mesmo tempo que Niall cantarolava a marcha nupcial.

- Deixem-se mas é de coisas, que não tendes nada a ver com isso! – Concluía Louis muito sério.

Mais uma hora passada e Louis estava à porta de Lúcia. Tocou à campainha e foi Sofia que abriu.

- Louis?

- Yep!

Sofia riu-se.

- Entra. Eu vou chamar a Lúcia. – Convida-o ela.

Quando Lúcia chegou à sala, muito preocupada com a sua aparência matinal, pois não queria parecer mal a Louis, corou ao vê-lo. Estava especialmente bonito naquele dia.

- Bom dia Lúcia!

- Por aqui Tommo? A estas horas?

- Espero não incomodar…

- Não, não. Não incomodas nada.

- Ainda bem. É que eu vim aqui convidar-te para almoçar comigo. E não aceito que rejeites. Por isso só tens duas hipóteses: ou vens, ou vens. – Diz-lhe ele muito decidido deixando-a sem reação.

- Bem… eu…

- Eu dou-te tempo para te preparares. Estás à vontade. Estou à tua espera. – Continua ele muito determinado, sentando-se no sofá.

Lúcia, no seu interior estava radiante. Nunca o tinha imaginado a fazer algo do género. Sorrindo, a estudante de desporto, logo corre a arranjar-se. Louis, na sala, sorria pela determinação com que a convidara. Sentia-se realizado. E ria-se dos guinchinhos de excitação, vindos do quarto, que ouvia de Sofia e de Gina. “Raparigas…” pensava ele abanando a cabeça.

Tempos depois, Lúcia aparece na sala com o seu vestido verde-claro, muito bonito, que realçava o que ela tinha de melhor. Louis, quase que se babou a olhar para ela:

- Estás… linda! – Gaguejou ele.

Lúcia corou e agradeceu.

- Vamos? Já estou a ficar com uma pontinha de fome. – Sugere Lúcia.

- Quando quiseres. – Diz-lhe ele sem tirar os olhos dela.

Levou-a a um restaurante daqueles muito chiques, cheios de regras e etiquetas. Lúcia não se sentiu muito à vontade mas não lhe quis dizer nada, até porque ele ia pagar bem por comerem ali. De resto, a comida era muito boa e o Louis naquele dia estava especial, muito mais querido que nos outros dias. Irresistível, mesmo.

No final do almoço, Louis levou-a a um parque de diversões. Aí sim, Lúcia divertiu-se bastante. Ainda para mais, Louis ganhou um peluche do Sponge Bob enorme e deu-lho. Era lindo de se ver a Lúcia e o Louis juntos com um Sponge Bob pelo meio. A certa altura ele ganhou coragem para algo mais: pegou no peluche que a Lúcia segurava com o braço esquerdo, por estar com um grande chupa muito colorido na outra mão, e segurou-lhe a mão esquerda ao longo do caminho. Fê-lo aliás com muita naturalidade, sem olhar para ela para pedir permissão sequer. O coração dela começou a bater mais depressa. Ele era tão querido! Quem os visse a passear de mão dada logo pensava que se tratava de um casal de namorados, no entanto, ainda não passavam de amigos, por muito que ele estivesse a arranjar coragem para o próximo passo.

Quando a levou a casa, no fim da tarde, ainda no carro, Louis perguntou-lhe se tinha gostado do dia.

- Estás a gozar? Amei. – Diz-lhe Lúcia muito animada, deixando o tom de voz abrandar para continuar. – Obrigada por tudo, Louis. Foi um dia mágico!

Os olhos de ambos brilhavam e eles deixavam-se cada vez mais levar pelos sentimentos. Era impossível que assim não fosse. E Louis, aproximando-se dela, com os olhos sempre fixos nos seus, ia beijá-la. No momento, em que ia acontecer dois miúdos com os seus 10, 12 anos, colaram-se aos vidros, gozando com Lúcia e Louis. Ela, envergonhada, ria-se; ele ficou possesso e apetecia-lhe matar os miúdos, que vendo-o tão chateado, fugiram.

- Pois… onde é que nós íamos mesmo? – Pergunta retoricamente Louis aproximando-se novamente de Lúcia.

Ela segurou-lhe pelo queixo e dei-lhe um beijo na bochecha:

- Obrigada por tudo, até amanhã Louis.

Depois disto, simplesmente saiu do carro e já de fora, acenou-lhe com a mão do peluche.



Notas finais do capítulo

Que acharam?? Comentem. :)



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