Roller Coaster escrita por jgw22


Capítulo 39
Capítulo 39


Notas iniciais do capítulo

EU SUMI NÉ? ))): Podem me matar, eu mereço mesmo. dfuhfihfdiufhd AAAI gente, sério, mil e uma desculpas pra vocês, mas é que eu não tenho tempo pra nada por causa da escola, e acabo só escrevendo nos finds. Daí esse último eu fui viajar as pressas por um problema na família e não deu pra escrever. ): Maas sinto muiiiiiito, de verdade, e espero que gostem desse.




ZAYN’S POV

E ali eu fiquei. Estático. Sem conseguir pensar algo bom o suficiente para conseguir ter Alice de novo para mim.

Maldita Rebecca. Maldita.

Se não fosse aquela vadia – desculpem, mas é errado chamar uma ex-namorada que te traiu com três de vadia? Acho que não. Enfim... Se não fosse ela ter aparecido eu jamais estaria numa situação como esta. Jamais estaria sem Alice.

Eu não conseguia mais sentir meu coração. Era como se ele tivesse saído junto com Alice, deixando um enorme e vasto buraco em meu peito. E eu fiquei a observando, enquanto as luzes da pista iluminavam seu rosto e me denunciavam as lágrimas que caíam ali.

Alice estava chorando. E eu era o motivo das lágrimas.

Sentia-me a pior pessoa do mundo. Como não sentir-se assim quando se vê seu mundo triste por sua causa? A vi se afastar correndo dali, a perdi de meu campo de visão. Saí correndo inutilmente atrás dela, minha garganta presa num nó e meus olhos ficando cada vez mais marejados. Quanto mais eu caminhava, mais eu tinha certeza de estar andando em círculos em volta da pista de dança. E talvez com a maior certeza de todas, até então: Eu havia perdido Alice.

Fui em direção ao bar para ver se encontrava alguém. Avistei Harry sentado num canto, ainda com um copo de whisky – devia ser pelo menos o terceiro. Mas antes que eu pudesse chegar até ele, Louis e Piu impediram minha passagem, parando um minha frente.

- Vocês viram Alice? Digam que sim, por favor! – naquele momento, era a única coisa que conseguia sair de minha boca, em meio a lágrimas que começaram a sair involuntariamente também.

- Nós a vimos saindo o pub, mas não sabemos muito. O que houve, Zayn? Calma!  - Louis dizia me guiando até a mesa de Harry, e sentando-nos ali.

- Eu fiz a pior coisa da minha vida cara! – eu falava já me apossando e entornando todo o copo de Harry. Queimava-me, mas a dor não chegava nem perto do que eu estava sentindo, chegava quase a amenizá-la. Quase.

- Calma, o que foi? Respira e nos conta. – perguntava Harry.

- A Rebecca tá aqui. Ela me beijou e a Alice viu! – eu falava chorando ainda mais, bebendo mais um copo de whisky que o garçom acabara de deixar na mesa.

 - Calma, Zaz, ela deve ter ido pra casa. Vamos também, e lá vocês conversam com calma. – Louis disse, já puxando Piu pela mão.

Depois de encontrarmos Juh, Niall, Jaz, Liam e Bruna, entramos na van a caminho de casa. As lágrimas ainda não haviam abandonado meu rosto. A cada metro percorrido, minha pulsação se tornava mais descompassada e minha respiração mais difícil.

Paramos em frente à casa e ela estava sombriamente escura; nenhuma luz vinda do interior. Niall abriu a porta e eu me coloquei pra dentro num átimo. Sala, cozinha, perfeito silêncio. Subi as escadas de dois em dois degraus, tropeçando em meus próprios pés, com o coração num batimento audível a qualquer um.

Bati na porta do quarto dela, ninguém abriu. Bati com mais força, um tanto quanto demasiada, mas continuava sem respostas, nenhum único ruído vindo dali. Abri-a e constatei seu quarto na mais perfeita ordem. Ela não havia estado ali.

O desespero começou a tomar conta de todo meu corpo, meus músculos pareciam se resetar a cada porta que eu abria e constatava o inevitável. Desci as escadas correndo e na sala, me deparei com oito rostos tensos. Com a voz sufocada, abri a boca e falei num sussurro quase inaudível.

- Ela não está aqui. – e naquele momento, fiz a única coisa que conseguia pensar para fazer: joguei meu corpo no chão e chorei. Chorei muito, como nunca havia chorado antes.

ALICE’S POV

Acordei com a cabeça latejando, os músculos parecendo ter o triplo do peso, talvez mais. Minha cabeça girava, como se meu cérebro tivesse se soltado e rolasse por dentro da caixa craniana. Realmente, não era uma boa sensação. Não mesmo.

Levantei a cabeça rápido demais e abri os olhos, em um instante, a claridade me cegou e voltei a ficar tonta, caindo novamente não colchão.

Colchão?

Essa não era minha cama... Onde eu estava? Eu, ainda de olhos bem fechados e com a cabeça entre as mãos, tentava recordar-me o que havia acontecido na noite passada. Lembrava-me da festa, da música, luzes, de Zayn e... Rebecca.

Depois disso, minha mente parecia ter se perdido num buraco negro inacabável, nada parecia fazer sentido e eu não fazia ideia de onde estava. O que, diga-se de passagem, me assustou. Bastante. Como se um botão fosse milagrosamente ligado dento de mim, meus sentidos começaram a ficar em pânico, numa respiração falha e ritmo cardíaco descompassado.

Com mais cautela do que a primeira vez, levantei-me vagarosamente do colchão – que eu já havia constatado estar no chão de algum lugar – e abri os olhos com calma, acostumando-os com a claridade.

Mas que diabos de lugar era aquele? Onde eu estava? Como eu tinha ido parar ali? Eu estava num quarto minúsculo, as paredes num tom que algum dia já tinham sido creme, no chão, um carpete puído num tom sujo e envelhecido de marrom. Tinha espaço suficiente apenas para uma mesa e o colchão que eu estava sentada. Na parede a minha frente, tinha uma grande janela aberta, porém com grades, como se fossem uma cela de prisão.

Meu cérebro nervosamente refez a pergunta de maior importância naquele momento: onde eu estava?

Levantei com dificuldade do colchão imundo e segui para a porta, mexi urgentemente na maçaneta: trancada. Fui até a mesa e vi um vidrinho - parecia-me como mini garrafas de vodca - juntamente com um pano sujo. Apenas com o ato de segurar o pano, um cheiro muito forte exalou, algo parecido com álcool ou semelhante - éter?. Com uma linha de raciocínio lenta, comecei a ficar cada vez mais nervosa e juntar as peças daquele bizarro quebra cabeça.

Uma noite que na minha cabeça parecia um borrão, nada que eu me lembrasse claramente. Acordo num lugar completamente desconhecido, com a incrível sensação de algo extremamente errado estar acontecendo. 

Minhas mãos começaram a tremer e suar frio, minha respiração falhava e a asma começava a dar sinais de sua presença. No fundo de meu peito, uma dor surgiu, praticamente capaz de esmagar as costelas em volta de meu coração. Era como se de algum modo, eu já soubesse a grandeza do perigo que eu estava correndo.



Notas finais do capítulo

tá, eu sei que ficou uma ameba, mas contentem-se com isso que o próximo eu juro que tento melhorar. huhu. Seguinte: se eu sumir daqui por muito tempo, podem ir pro twitter (@_JuliaWolff) me xingar ok? eu sou uma pessoa péssima e devo sofrer mesmo. qn ~me amem~ Beijos, eu amo os reviews que vocês deixam, e amo respondê-los, então sejam amadas e mantenham contato, ok? (x
AHHH, mais uma coisa importante - eu acho: nos próximos 3 finds, vou viajar e vai ser uma correria só, então talvez ~eu disse talvez~ eu demore um pouquinho pra postar, sl. Vou fazer um esforço enorme pra isso não acontecer, mas se acontecer, me perdoem, tá? ):