The Nightmare Of Ikuto - Imperium escrita por Suiku_KHR


Capítulo 1
Capítulo I - Onde Tudo Começou


Notas iniciais do capítulo

Yo minna-san,
Pra quem não me conhece, sou Suiku-kun. Sou uma pessoinha bem... Normal (Pelo menos e o que eu acho ¬¬').
Hum... Eu vou falar um pouco sobre essa estória: Sabe, estou a um ano no fanfiction (Como usuário) e, no comecinho, eu tinha uma estória que se chamava "Vida", ela está bem no fim, mas... Quando eu decidir ler tudo de novo... Achei bem podre o jeito que eu contei. Fiquei meio deprimido no começo e pensei - "Meu Deus, como deixei as pessoas lerem isso?". Foi ai que decidi reescrevê-la, acrescentar coisas e excluir outras. Troquei o nome da Fic, pois estava achando bem brega o anterior, "Vida"? Por que eu coloquei esse maldito nome mesmo?!
E um trabalho totalmente amador, então tenham paciência.
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Beta - Sani_chan
Dia - 29/01/12
Boa leitura...




Corria desesperadamente pelas ruas. Atrás de mim, avançando em uma velocidade incrível, estava uma grande sombra. Meus músculos doíam e minha respiração estava acelerada.

– Você não pode escapar – Disse a sombra em um tom grave e forte – Você cairá.

De repente, não havia mais ruas, só uma imensa escuridão fria e aterrorizante.”

–--X---

O despertador tocou na melhor hora, o sonho já tinha virado um pesadelo bem assustador. Eu bati no objeto que alarmava sem parar para eu ir à escola. Ele caiu no chão e, provavelmente, se quebrou todinho. Levantei sem nenhum entusiasmo. Com muita infelicidade, procurei o armário, ainda cambaleando um pouco para os lados. Estava totalmente desorientado. Vesti o uniforme com um pouquinho de lerdeza. E, também, não estava lá muito animado para ir ao quintos do inferno, que todos nós chamamos de escola.

Desci as escadas com um pouco de cuidado. Senti um cheiro delicioso. Aquilo me fez despertar. Apertei mais o passo, minha tia me esperava na cozinha. Ela deu seu sorriso caloroso assim que me viu. Eu amava aquele jeito dela sorrir. Seus cabelos castanhos estavam presos em um coque. Vestia um avental rosa com alguns babados – Uma vez ela tentou colocar aquilo em mim, e conseguiu, um menino da minha escola passou e tirou uma foto, no dia seguinte fui zoado e ainda sou. Obrigada Tia, você estragou completamente todas as minhas chances.

– Bom dia, Ikuto – Falou, calmamente.

– Bom Dia, mãe – Disse. Sim, eu chamava minha tia de mãe, mas quem não chamaria depois de morar a maior parte da sua vida com uma mulher que o considerava um filho? QUAL QUER UM... Eu acho.

– Animado? – Perguntou.

– Para quê? – Fingi não saber de nada.

– Ora, não seja tolo, Ikuto – Disse meio impaciente – Para seu último ano no ginásio, não é?!

– Ah, isso – Falei, fingindo estar surpreso, coisa que eu não era bom – Para falar a verdade... Não.

– Às vezes você é meio negativo, querido – Disse ela, colocando o café da manhã na mesa – Você está ficando um homenzinho.

– Nem me fale – Revirei os olhos e dei uma mordida no meu pão.

– Melhor andar logo, nesse ritmo vai se atrasar, eu me lembro da última vez que você se atrasou no primeiro dia de aula.

– Mas o qu... – Olhei para meu relógio de pulso.

Quase cuspi todo café da manhã no chão. Corri para a entrada. Peguei minha mochila de couro preto e calcei os sapatos.

– Estou indo – Gritei.

– Vá com cuidado – Disse minha Tia. Eu lhe dei um último sorriso e saí.

Senti um leve arrepio na espinha enquanto corria para a escola. Tinha um mau-pressentimento, mas decidi deixar aquilo de lado, afinal, tinha coisas mais importantes para fazer... Ou pelo menos era o que eu achava.



***



Cheguei ofegante na escola. Agora era só ver em que turma tinha ficado e...

– IKUTO!!! – Senti um peso bater contra minhas costas, o que me fez cair feio no chão – E ai, cara?

– Akira – Sussurrei mau-humorado para meu amigo que estava em cima de mim – VOCÊ ESTÁ ME ESMAGANDO!!!

Em um só pulo para trás, ele se levantou. Tentei levantar calmamente, mas o Akira, impaciente, me puxou com toda a força para cima. Ele estava como sempre, com mesmo sorriso besta no rosto, o cabelo loiro arrumadinho e os olhos azuis brilhavam em um tom animado. Mas não se deixe enganar, uma coisa sobre meu melhor amigo era que ele era a pessoa mais BARULHENTA que eu já havia conhecido. Com essa “ceninha” que ele tinha feito, todos que passavam nos olhavam estranho, mas eu dei de ombros, quem liga para aquele bando de chato? Eu não.

– Cara, como você está? Eu fiquei as férias toda tentando ligar para você! – Disse ele praticamente gritando.

– Deve ser bem difícil ligar para alguém que deveria estar no meio do “fim do mundo”. Ah, alias, estou ótimo, até demais. Como foi lá nos Estados Unidos?

– Complicado – Respondeu, passando as mãos entre os cabelos dourados – Eu sem querer acabei explodindo uma maquina de refrigerante e...

– Não acredito! – Exclamei. Ele alargou mais o sorriso.

– É, eu tive que ir até a policia.

– Akira, você não é normal!

Ele gargalhou alto. Eu dei um soco no seu braço, mas também ri. Estávamos agindo como sempre, afinal, nos conhecíamos desde o 1º ano do primário, com uns 6 anos, eu acho. Éramos muito próximos, eu o considerava um irmão.

– Ei, será que ficamos na mesma sala? – Perguntou meu amigo, animado.

– Vamos ver.

Caminhamos até o mural da escola, onde os superiores anunciavam as coisas, principalmente, eventos e os alunos em destaquem, mas no começo do ano, ele era todo coberto por nomes e salas, indicava em que turma fora selecionado. Ficamos um bom tempo procurando.

– DROGA!!! – Exclamou Akira, chutando o nada. Ele me olhou, triste... Expressão difícil de se ver em seu rosto.

– Ficamos em salas separadas – Disse, mostrando um sorriso fraco.

– Pela primeira vez em 3 anos!!!

Tivemos que ir ao auditório, onde nos separamos para ficar em fileiras diferentes. Ouvir todo o Blá Blá Blá do presidente do conselho estudantil – Um garoto baixinho, do 2º do ginásio, de cabelos marrons arrumados para trás e olhos castanhos bem intensos, tinha boas notas e, como ninguém se interessou pelo tal cargo, ele foi eleito. Então, quando terminou, um professor guiou minha turma.



***



Sentei em uma cadeira um pouco mais ao fundo, perto da janela. Observei as cerejeiras perto do portão principal da escola. Elas sempre me distraiam quando estava frustrado ou triste. Elas também traziam uma sensação maravilhosa, como se fosse um tranqüilizante que você não enjoa.

A aula começou e eu, como todo bom aluno, não prestava atenção em nenhuma palavra que o professor pronunciava. Abaixei a cabeça e ali mesmo dormir.



“Estava em um campo negro. Tinha grama, árvores e até arbustos, mas tudo parecia tão... Morto. Meu coração acelerou. Estava acontecendo um tipo de chuva de meteoros.

– Você cairá, Ikuto Kawada – Falou uma voz fria e seca.

– O QUÊ? QUEM É VOCÊ? ONDE EU ESTOU? – Gritei, sabendo que não adiantaria.

– Sangue será derramado – Continuou a voz, senti um arrepio na espinha e comecei, do nada, a suar frio – Vidas serão sacrificadas e o império cairá.

– Mas o qu... – Tentei dizer, mas meu corpo ficou em choque.

Virei rapidamente para trás, em um monte estava uma sombra negra. Ela irradiava uma aura maligna. De repente avançou em minha direção.”


BUM



Acordei com uma pancada na cabeça. O professor me fuzilava com o olhar. Sorri sem graça, já sabia o que ele iria dizer.

– Detenção depois da aula, Sr. Kawada – Falou, severo.

Eu iria contraria, quando o sinal tocou, anunciando a hora do intervalo. O professor me olhou pela última vez, então liberou a turma.

Peguei minha marmita e subi até o telhado. Akira ainda não tinha chegado, então, enquanto esperava, sentei no chão e observei as nuvens, um pouco distraído.

– IKUTO!!!

– AH – Berrei, levantando em um só pulo – VOCÊ QUER ME MATAR DE SUSTO, NÉ?

– AH HÁ HÁ HÁ HÁ, você devia ver sua cara – Ele entrou na gargalha. Dei um soco na sua cabeça, só para avisar.

– Por que demorou tanto? – Perguntei com uma mão no peito, ainda estava tentando superar o susto – Pelo amor de Deus, nunca mais faça isso.

– Não esquenta a cabeça – Disse Akira enxugando uma lágrima que descera e esticou uma sacola em minha direção – A fila estava ENORME, foi difícil, mas conseguir.

Nós nos sentamos perto de uma sombra e começamos a discutir sobre tudo: Dês das férias até a aula que tivemos; Eu o contei sobre a detenção.

– Que injusto – Falou, mordendo mais um pedaço do seu pão doce – Você só caiu no sono, nada de mais, que professor mais chato.

– Não é melhor nem discutir agora, se não é capaz de piorar as coisas – Disse, rindo.

– Se fosse eu, não ficaria assim – Ele terminou a frase com um gole em sua lata de Coca-cola.



***



Fui até a sala do Akira, só para me despedir. Ele tentou me convencer a fugir e ir jogar vídeo game, mas eu neguei, pois cedo ou mais tarde eu teria que ir a detenção. Ele deu um último adeus e desapareceu nos corredores. Não fiquei muito tempo parado. Tive que ir até a sala dos professores, o lugar mais asqueroso e nojento de toda escola, cheirava a café depois de uma década preso em um baú. Como eu sei? Obvio, porque encontraram café nas tubulações do colégio em cima da sala dos professores. Bati na porta que foi logo aberta.

–Pode entrar, Sr.Kawada – Disse meu professor com um estúpido sorriso no rosto.

Fiquei encarregado de limpar as salas. Era um trabalho exaustivo, mas eu não iria desistir, queria tirar o sorriso da cara daquele professor de segunda. Levei umas 2 horas só para limpar tudo.

Coloquei a bolsa sobre o ombro, enquanto abria meu armário. Suspirei alto. Meus braços doíam de tanto esfregar as janelas.

–Tenho de me lembrar de não dormir naquela aula – Ao falar isso, uma coisa caiu sobre meu ombro – Mas o que é isso?

Era uma coisa grande, branca e gosmenta. Parecia catarro depois de um ano. Olhei para cima, então aconteceu. Meu coração parou. Um pingo de sangue caiu sobre minha bochecha. Recuei, mas acabei tropeçando e caindo de bunda no chão. Havia corpos envolvidos na coisa branca. Senti formigamentos. Em cima de mim, no topo dos armários, havia a maior aranha que eu já vira em toda a minha mísera vida. Ela mostrou as presas. E o único pensamento que atravessou minha mente foi: Eu, com certeza, vou morrer.




Notas finais do capítulo

Obrigada por ler essa coisinha ^~^
Agora, como parte, pode deixa um review? Sei que é chato ficar pedindo, mas eu acho importante o leitor mandar essas coisinhas (Faz meu dia ficar mais feliz).
*Voz de narrador*
E agora? O que acontecerá com Ikuto? Será que vai sobreviver? Esperem até o próximo capítulo...
*Off*
Tenham paciência.
Então...Até...



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