Marotos - Uma Nova História escrita por Sara_McGonagall


Capítulo 8
Assuntos Pendentes


Notas iniciais do capítulo

Bom, devido a alguns probleminhas técnicos (sim me confundi de capítulo e "terminei" o capítulo 5 ao invés do 8) mas são detalhes kkkk refiz o capítulo e espero que gostem. kkkkk



 

 

Sarah acordou com uma certa inquietação, haviam falatórios e coisas sem muito sentido vagueando em sua mente. O que queria dizer que alguém além dela não tinha dormido muito bem a noite e no caso esse alguém era Olivia.

— Dá pra parar de andar, vai gastar o assoalho de pedras... - disse ela se sentando na cama vendo Olivia parar de pijamas e pantufa de lobinhos e encara-la com os olhos esbugalhados - ... é só um passeio a Hogsmeade, do que tem tanto medo?

— E se eu falar algo errado e ele se ofender? - começou a jovem grifa com seus falatórios e indagações. Sarah conhecia bem Olivia e sua mania de perfeição, tudo, absolutamente tudo tinha de sair do jeito que ela planejava ou ela entrava em pânico.

Deixou a amiga falando sozinha por algum tempo e foi até o banheiro, sua cara não era das melhores, também pudera, pegara uma semana de detenção limpando troféus que ficavam sujos assim, como num piscar de olhos. Sabia que Filch devia fazer alguma coisa, largava madame Nor-r-ra por lá ou Fidalgo, aquele corvo que ele vivia alimentando devia espalhar areia pelo lugar sempre que conseguia, só poderia ser isso. Apesar dos ombros doloridos, bem, tinha uma pequena folga e iria para Hogsmeade.

— Está ansiosa? - perguntou Alice entrando no banheiro enquanto Sarah lavava o rosto.

— Ansiosa? - respondeu ela, não era de admitir coisas desse tipo, nem para as melhores amigas - Ansiosa porque? Só vou até Hogsmeade...

— Sim... acompanhada do não mais popular capitão, bonitão, charmoso e atraente James Potter... - Alice disse fazendo firulas com as mãos para mostrar a magnitude do evento - ... o mesmo James Potter que Mandy Wilson persegue a 5 anos sem sucesso.

— Por isso mesmo... - disse Sarah agora jogando a toalha de rosto sobre a cabeça de Alice que a seguiu de volta ao quarto - ... porque eu estaria nervosa de ter o garoto mais popular da escola me acompanhando... e também pensei que se aceitasse o convite, Olivia podia passar algum tempo com Remus...

— Ahhhh não me venha com essa desculpa Perks... - respondeu Olivia meneando a cabeça - ... já tínhamos combinado de irmos nós duas... dia das garotas lembra?

Nesse caso, Olivia tinha razão, fazia dias que estavam planejando uma ida a Penas e Tintas, só Merlin sabe o quanto estava precisando de pergaminho e penas novas. Também a Trapo belo. Enfim, eram coisas de meninas e com certeza meninos não entenderiam.

— Ok, a gente vai com eles e vê o que acontece. Tenho certeza absoluta de que é só James e Remus verem o balançar do rabo do "Cachorrão" Black que eles o seguem como pulgas. - Sarah respondeu para as meninas que caíram na gargalhada. Quando olhou para o relógio faltavam poucos minutos para as 8h00 tinha de se encontrar com eles as 8h00 em ponto no saguão de entrada do castelo.

Aprontaram-se rapidamente, Olivia até menos já que estava visivelmente nervosa. Sarah no entanto optou por seus jeans e tenis batido, uma jaqueta pois estava um tanto friozinho e um rabo de cavalo. Detestava ter de ficar com o cabelo no rosto por causa do vento e em Hogsmeade, ventava muito. Encontraram os meninos devidamente vestidos com jeans e moletom do lado de fora da porta do saguão. Olivia até meio que paralisou no último degrau da escada mas com uma forcinha de Sarah conseguiu chegar até onde os meninos estavam.

O passeio até o vilarejo foi muito agradável. Ele não era tão longe e embora os alunos estivessem todos animados a menina conseguia sentir um clima estranho no ar. Pensou em comentar mas ouviu a gargalhada de Remus e Olivia e então decidiu guardar sua opinião para si.

— Eles parecem estar se dando bem... - ouviu a voz de James atrás de si e então parou para que ele a alcançasse.

— É... - respondeu ela com um sorriso tímido - ... precisavam de um tempo fora da escola para poderem conversar...

— Estava pensando... se gostaria de ir até o três vassouras... - disse James um tanto sem jeito, o que Sarah logo percebeu - ... deixar eles um pouco sozinhos... bem... você sabe...

— Hummm... - gemeu ela torcendo os lábios e cerrando os olhos um tanto desconfiada - ... deixa-los sozinhos hein... - então olhou para os lados e o encarou - ... isso quer dizer "ficarmos" sozinhos também?

Sarah notou que James pareceu corar, algo que JAMAIS em toda sua vida em Hogwarts tinha visto acontecer antes. Ele ficara visivelmente desconfortável com o que ela acabara de dizer e por isso a jovem teve de se desdobrar para poder manter a conversa.

— Tudo bem Sr. Capitão... – respondeu ela finalmente - ... se é pelo bem maior, eu vou com você até o três vassouras.

Remus olhou para trás e os dois fizeram sinal de que iriam para o três vassouras, Ele então por sua vez ofereceu o braço para Olivia e foi em direção a loja de penas e pergaminhos. Obviamente eles tinham muito o que conversar lá.

A taverna estava abarrotada de gente, gente até a mais do que Sarah está acostumada e isso lhe causava certo desconforto. Quando passaram por uma mesa bem ao fundo, sentiu um arrepio na nuca, tanto que parou por alguns instantes para observar a mesa vazia.

— O que foi? – perguntou James voltando até encontrá-la.

— Não sei... – disse ela coçando a nuca e depois meneando a cabeça - ... foi só impressão minha... venha, estou louca por uma cerveja amanteigada e aqueles bolinhos de abóbora com côco que só a Madame Rosemerta sabe preparar... – pegou então no braço do garoto e tentou abrir passagem até o balcão.

As horas meio que passaram voando, Sarah percebeu que James parecia bem mais extrovertido que o normal. Talvez fosse a cerveja amanteigada que estivesse fazendo efeito, mas a conversa fluía tão facilmente que até assustava a garota. Como poderia alguém como ela ter tanta coisa em comum com ele? Sem mencionar que o dia tinha sido absurdamente agradável e não vira as horas passarem. Já estava escurecendo quando finalmente Oliva e Remus apareceram.

— Vamos? – disse Remus sorrindo, algo que Sarah pode notar não se via sempre – Já está escurecendo e Minerva nos esfola vivos no óleo quente se chegarmos depois do escurecer.

Sarah confirmou com a cabeça, e James bebeu seu último gole da garrafa de cerveja. Olivia pegou o ultimo bolinho de caldeirão e então seguiram para fora do estabelecimento. Estavam caminhando tranquilamente  e conversando quando um vulto pareceu bloquear o caminho.

— Ora ora  Potter... – disse aquela voz arrastada que Sarah conhecia e muito bem. - ... espero que tenha aproveitado seu último dia.

—  É... devo dizer que foi muito agradável Jujuzinho – respondeu James praticamente dando um passo a frente e protegendo Sarah com seu corpo. Remus fizera o mesmo com relação a Olivia que olhou para a amiga com os olhos arregalados.

— Não pense que esqueci do que fez comigo no campo de quadribol... – Julien Mayfair era da “Elite” sonserina por assim dizer. Pertencia aos Mayfair de Bourbon, onde a magia negra era liberada e corria nas veias de seus cidadãos como sangue. - ... como ousa me derrubar da vassoura?

— Oras... – James começou a falar com um risinho sarcástico -  ... não tenho culpa se você é um péssimo piloto e mal consegue se manter em uma vassoura Mayfair... além disso, ninguém te disse que homens como você devem ficar com as donzelas?

Mayfair esticou o braço com a varinha em punho, logo viu-se faíscas aos seus pés, e um Sírius e um Peter saírem por trás da fonte de água que ficava bem no centro do vilarejo.

— Não consegue duelar sozinho não é Potter – cuspiu Narcisa as palavras Julien enquanto apareciam Lucius Malfoy e Ken Carter .

— E pelo que vejo ele também não... – murmurou Sarah e James apenas tocou em sua mão e a apertou levemente soltando em seguida. Sabia que isso queria dizer para ela fechar a boca antes que acontecesse algo pior.

— Olha quem fala priminha... – agora era Sírius saltando sobre a mureta da fonte e encarando os sonserinos ainda com a varinha em punho apontada para eles - ... e vocês são o quê... discipulos do Mayfair suponho....

— Olha como fala comigo Black -  sibilou Julien, Era ÓBVIO que havia alguma coisa ali e não era, nem de longe uma brincadeira.

— Ora ora... Jujuzinho ficou nervoso? – retorquiu Peter dando uma gargalhada - ... está fazendo o que? Falando como devem agir novos comensais júniors?

Nesse instante um raio partiu sabe-se lá de onde e atravessou o grupo sonserino atingindo a fonte, onde segundos antes estava os pés de Black. O que houve a seguir foi uma sucessão de gritos, raios, urros de dor e duas leoas com sacolas e varinhas nas mãos.

— Porque isso tinha de acontecer...- começou Olivia a dizer mas uma explosão fez a fonte se partir e voar água para todo o lado. Em minutos Sarah e Olivia estavam encharcadas.

— Acredite Olivia... – disse Sarah fazendo um movimento rápido com a varinha bloqueando um dos feitiços que acertariam nela se não tivesse conjurado um escudo de energia - ... não estou nem um pouco surpresa... Expeliarmus!

Um raio azul celeste cintilante saiu de sua varinha direto para a mão de Mayfair que enfeitiçaria James pelas costas. Este virou-se para ver o que estava acontecendo e notou o que Sarah fizera e agradeceu com um sorriso.

— Com essa estamos quites... – disse ela com um sorriso. Na teoria não estava contando quem devia a quem mas era bom não dever nada não é?

Em meio a comoção de pessoas correndo, alguns membros do Ministério apareceram e é claro, Flitwick e Pomona Sprout estavam como “guardas” dos alunos naquela visita.

— Senhores... – tentava dizer Sprout, mas quando um feitiço acertou seu chapéu e o fez voar de sua cabeça foi que ela decidiu usar de magia também. Conjurou uma corda que saiu chicoteando mãos e deixando-as imóveis até todos os ânimos terem se acalmado.

— Bela maneira de se portarem alunos do sétimo ano... – disse professor Flitwick com a varinha em mãos - ... vocês não tem um pingo de decência... seus pais ficaram sabendo disso e com certeza teram de responder ao Ministério por danos ao patrimônio bruxo...

Em meio aquela confusão. Sarah ficara ao lado de Olivia que tremia. Tinha certa impressão de que Lupin também havia notado isso e por isso estava ao lado das duas. Embora os professores tentassem chamar atenção de todos ali, algo que não passou desapercebido de Sarah foi, uma massa loira e de cabelos ondulados voar no pescoço de James o beijando. 

Não soube dizer o que sentiu na hora, talvez fosse a "velha Sarah" falando em seus ouvidos de que devia ter se mantido distancia do garoto, e não ter lhe dado tanta proximidade assim. Repreendia-se mentalmente por ter sido tão estupida a ponto de ...

— Vamos Olivia... - disse ela pegando no braço da amiga e indo em direção a carruagem em que os professores haviam chamado para voltarem ao castelo. Com a roupa toda ensopada, e porque não dizer molhada até os ossos, a jovem grifinória entrou na sala comunal sem falar com absolutamente ninguém, Emmeline e Alice até tentaram puxar conversa mas Olivia fez sinal de que depois lhes inteirava da confusão.

Durante o banho recebera o comunicado (ok, mais uma intimação da professora McGonagall) para comparecer a sua sala e foi o que fez, estava tão cansada que não percebeu que era a  única a seguir esse caminho, e nem notou isso quando adentrou na sala encarpetada de veludo vermelho da professora. Minerva foi até que breve, não lhe disse nada, apenas observou o relatório...

— Confusão com sonserinos em Hogsmeade... - disse ela lendo o memorando do professor Flitwick - ... hummm, Potter, Black... sim... já devia ter imaginado... - então voltou sua atenção a ela - ... devo acrescentar apenas mais uma semana na sua atual detenção não Srta Perks?

— O que achar melhor professora... - respondeu Sarah sem a olhar nos olhos - .. mas se não fosse pedir muito, gostaria de cumprir minhas detenções sozinha...

— Algum motivo relevante eu suponho... - perguntou a professora surpresa.

— Na verdade.... queria evitar da senhora acrescentar mais uma semana a minha atual detenção...

— Muito bem.... permanece com sua atual detenção... acrescida de mais uma semana... - disse Minerva e então dera-lhe um sorriso.O que mesmo não tendo vontade de sorrir, a jovem correspondeu. 

Óbvio que sua situação não era das melhores, azarou Julien Mayfair embora fosse algo decente ter lhe poupado de uma azaração maior, deixa-lo desarmado e livre para que Sírius o azarasse não foi algo muito sensato. E aquelas duas corvinalenses que tentaram lhe tirar do sério do caminho, bem, também pagaram o preço por esse motivo não questionou sua nova sentença.

Já se passava das 22h00 quando Filch havia finalmente mandado lhe chamar na sala da professora Minerva. Sarah ainda estava com o gostinho da “derrota” por assim dizer e não tinha nem conseguido avisar Olivia de que não apareceria ao jantar.

— Bem... pode começar... – disse o zelador com aquele sorrisinho sarcástico mostrando para ela uma pequena escova de dentes, a qual ela arqueou as sobrancelhas - ...esperava o que?  Um esfregão?... nada disso mocinha, fui instruído de que infratores de regras precisam ser castigados, e isso vai te dar muito tempo para pensar nos seus atos.

— E o senhor não está atrasado para fazer a ronda? – disse ela largando os livros sobre uma bancada e pegando a escova. Nessas horas ela queria mesmo poder contar com alguém. Ou pelo menos ter alguém com quem conversar .

Meio a contra gosto o homem saiu da sala de troféus desaparecendo no corredor, Sarah então pegou aquela bendita e minúscula escova de dentes, o balde com a poção de limpeza e respirou fundo.

— Vai ser uma longa noite... – disse enquanto olhava em volta a pilhas enormes de troféus. Nem ela mesma sabia que a escola tinha tantos. Respirou fundo e olhou mais uma vez para seu “objeto de trabalho”, não ia passar a noite toda limpando todos aqueles troféus com aquela coisinha. Se tinha de pagar pelo que fez as meninas, bem isso ela tinha plena consciência, mas não ia sofrer com a maldade de Filch! -  Engorgio!

Uma fina linha azul metálico saiu da ponta de sua varinha envolvendo o objeto e o deixando do tamanho de um esfregão, definitivamente agora o trabalho seria muito mais fácil.

— Creio que isso seja trapaça...

Sarah voltou logo sua atenção para o local de onde vinha a voz, a reconheceu na hora mas então virou o rosto novamente, tinha muito trabalho pela frente e não precisava de alguém lhe importunando.

— Olha quem fala... – respondeu mergulhando a escova no balde de poção de limpeza e começando a esfregar o enorme troféu dourado a sua frente.

— Não sou nenhum trapaceiro... – disse a voz outra vez agora saindo das sombras.

— Ahhhhh... com certeza não... – respondeu ela agora jogando a escova dentro do pequeno balde em tom sarcástico. – Você é sem dúvida o garoto mais bem intencionado de Hogwarts... afinal... o que você está fazendo aqui?

— Ignorando seu sarcasmo... – disse ele sentando-se sobre uma das enormes mesas empoeiradas - ... sua amiga estava preocupada que tivesse acontecido algo com você e, então me ofereci para buscar informações.

— Bem... – disse ela pegando o esfregão novamente e começando a limpar o troféu enorme outra vez - ... pode dizer a Olivia que estou bem, apenas fui pega azarando duas fãs suas as quais estavam me importunando.

— E por que motivo estariam te importunando? – perguntou ele curioso, Sarah já estava cansada e a ponto de azarar o garoto se continuasse a lhe importunar dessa maneira.

— Escuta Potter... qual é o seu problema? – agora ela já estava no limite de sua paciência.

— O meu? – respondeu ele espantado com os olhos arregalados por trás dos óculos redondos.

— É ... o seu... acha engraçado ficar me perseguindo, me cercando como se eu fosse... – ela até pensou em dizer “nova vítima” mas se calou.

— Só porque gosto de sua companhia, eu tenho alguma espécie de problema? – agora ele parecia até bem incomodado. Mas sendo James Potter, podia ser até mais um joguinho dele para a fazer se sentir culpada.

— Aha.. muito engraçado Potter... – disse ela virando-se e o encarando agora de frente, já estava em detenção... não lhe custava azarar mais um garoto. -  Estudo com você a mais ou menos 5 anos e você nunca, nem se quer uma única vez soube da minha existência... o que eu achava isso ótimo! E agora... do nada... você percebeu que eu existo?

— Eu sempre soube que você existia... – por sua expressão, o garoto parecia estar BEM incomodado com o que ela dizia, mas isso só a fez ficar ainda mais furiosa. – Conheço cada um dos alunos da Gryffindor...

— Sim... e sabe a hora exata para se aproximar deles... – respondeu Sarah - ... ou no meu caso, sabe a hora de transformar a minha vida num inferno.

— O que tem de mal sermos amigos? – Sarah pode ver que ele praticamente cuspira as palavras como se ela é quem estava interpretando as coisas erradas e isso a deixou ainda mais zangada.

— Amigos??? – respondeu ela sarcástica – Não é exatamente essa palavra que estão “nos definindo” ultimamente... Acha que eu gosto de ser taxada como a “vítima de James Potter”? Ou “novo troféu de Potter”? Pois vou lhe dizer “Sr. Capitão” eu não gosto desses apelidinhos, e se dei a impressão errada a você quando livrei seu traseiro dourado no jogo de quadribol, foi por amor a minha casa, e não por você! Não sou mais um dos seus troféis!

A garota pode ver os olhos dele se arregalarem e a encararem com uma espécie de fúria que ela jamais tinha visto antes. Ele saltou da mesa tão rápido que fez com que ela ficasse receosa. Sarah dera alguns passos para trás mas não conseguiu ir muito adiante, ficara presa entre a enorme mesa de carvalho cheia de troféus e um James Potter que em segundos estava diante dela lhe encarando. Sarah apesar de estar tremendo com o nervosismo, manteve-se firme, havia pisado no Ego do Sr. Maroto mor, e não ia fugir das conseqüências. Isso era fato! Empinou seu nariz e continuou o encarando. James então ia ficando a poucos centímetros dela, via em seu rosto que queria dizer-lhe algo mas por algum motivo não conseguia, sua respiração estava entrecortada assim como a dela e quanto mais ele se aproximava mais podia sentir as batidas do coração dele. Estava farta de ser taxada como “possível vítima”, das outras garotas lhe importunarem por algo que ela jamais foi ou tinha vontade de ser. Esperava que ele lhe dissesse alguma coisa, e foi aí que a coisa mais estranha aconteceu. Ele finalmente lhe alcançou e a prendeu contra a mesa, seu rosto se aproximou tanto que podia sentir sua respiração sobre os lábios e então, ele uniu os seus lábios aos dela com tanta urgência que a jovem praticamente ficou paralisada.

                                                                                              





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