The Shield escrita por MahSpoladorMoreira, Sandy


Capítulo 24
Capítulo 23: Atrasados


Notas iniciais do capítulo

Olá meninas!
Muito, muito obrigada pelo carinho, atenção e pelos reviews!
Esperamos que gostem desse capítulo. Se controlem ok? Rs.
Máh

*-*-*-*-*
Olá meninas!!!
Muiito obrigada pelos últimos comentários ;D
Sejam bem vindas novas leitoras.Quem será a boa alma que nos dará de presente uma recomendação? Afinal com o cap de hoje nós merecemos *-*
Beiijos ;***
Sandy




Bella PDV

Lisa saiu essa semana exatamente três vezes com Edward, fora os inúmeros telefonemas. Minha pequena Lady estava tão grudada com Edward...

Hoje Edward a levaria para escola. Bem pelo menos meu café poderei tomar longe do meu carro. Coitadinho hoje ficaria com ciúmes. Estou realmente precisando me sentar em uma mesa, e comer civilizadamente. Muitas vezes no trânsito –sempre- as pessoas ficam olhando. Um engraçadinho buzinou certa vez, e eu derrubei café na minha saia nova. Morri de raiva do infeliz...

- Mamãe não é de mais meu amorzinho me levar hoje? Não é supendo? – Lisa falou animada.

- É claro que é estupendo. Mas vamos logo Lisa se não ele nunca mais te leva.

- Mamãe meu aniversário tá chegando- ela comentou cabisbaixa. Geralmente essa data não era comemorada. Não tínhamos amigos, parentes próximos nem nada. - Poderíamos fazer uma festa né? Tipo de princesa.

- Lisa amor... Agente conversou sobre isso ano passado.

- Mas mamãe! Esse ano já tem gente pra ir. Tem a Tia Rose e a Tia Alice. O tio Jazz, o tio Emm. O vovô Carlisle e a vovó Esme. Tem o meu Edzinho também. E tem o pessoal do tleino. Olha são dez pessoas com nos duas. Vai mamãe faz uma festa!

- Dez? Mais e o pessoal do treino?

- É só um.

- Menino?

- É. – ela corou.

- Seu amorzinho não vai gostar disso. Vou ver o que eu posso fazer.

- Tá... Posso pedir mais uma coisinha?

- Como se eu conseguisse lhe negar algo... Se eu puder realizar, diga.

- Quero irmãos. Meninos.

- Lisa! Um filho não é só um desejo. Sabe? Eles comem, precisam de uma família estável. De um pai presente.

- Mais eu não fui assim!

- Você é especial. Depois que acabar toda a loucura da grife, posso fazer uma inseminação artificial. Ok? – maldita boca Bella, maldita boca!

- O que é isso?

- É... Ahn... Bem... - meu deus pra quê eu toquei neste assunto? Hein? Sou uma maluca... - Bem uma pessoa que quer muito ser mãe, e não tem um marido, vai até uma clinica e pede um bebê, depois ela faz um exame espera nove meses e pronto. Um bebê.

- Não! O Edzinho tem que ser o pai!

- Lisa...

- Nossa eu nunca vou ter um irmão, um pai nem uma festa! –ela se jogou no chão teatralmente. Minha garotinha tem talento para drama, talento até demais em minha opinião...

-Lisa se levante- escutei uma buzina na frente do condomínio. Edward saiu de dentro de um volvo. – Bem, continue deitada e perde a carona. – ela se levantou pegando a mochila, tudo correndo jogando as coisas lá dentro.

- Beijo mãe, te amo.

- Também te amo princesa, muito. – sorri enquanto via o pequeno furacão ir correndo até o volvo.

Edward PDV

Hoje resolvi levar Lisa para a escola. Combinei um horário com Bella, e estava esperando minha princesa vir até o volvo. Eu conseguia ver Bella na janela, e caramba, linda, linda como sempre. Lisa corria em minha direção com um sorriso perfeito estampado no rosto de anjo.

- Bom dia amorzinho. - disse ela entrando.

- Bom dia filha. Como vai?

- Mal- ela jogou os cabelinhos para trás dramaticamente- Mamãe e eu tivemos uma DR. – parecia uma adulta falando... Minha nossa.

- Por quê?

- Pois meu aniversário está chegando, e ela não quer fazer festa. E não que me dar irmãos. Bom ela disse que pode talvez fazer uma similação de artifício.

- Fazer o que Lisa?

- Ai Eddie. É algo como fazer bebê com um médico que não é o pai, porque não tem marido. Acho que é tomar um remédio que faça crescer um bebê na barriga dela, e depois de nove meses, boom! Um bebê! – explicou ela. Me segurei para não rir. Remédio é? Loucura.

- Ah uma inseminação artificial! – falei dando-lhe uma luz.

- Foi o que eu disse. – essa menina me mata...

O que Bella não faria por lisa mesmo?

(...)

- Minha mochila tá pesada. – ela disse descendo do carro.

- Me deixa ver... – peguei o horário e conferi o material. Estava sobrando um livro. – Tem um livro a mais. Sua mãe não arrumou sua mochila?

- Bem... Arrumou é porque quando você chegou sai correndo. Nem vi. – o sinal bateu- Entrega o livro pra minha mãe por mim Edzinho. Te amo

-Mais eu tenho... Também te amo filha! – desisti. Ela já havia sumido entre as crianças.

(...)

Subi até o andar de Bella e bati na porta. Estava sem a tranca.

- Bella?- gritei um tanto assustado.

- Oi! Estou na cozinha. – quando ia chegando perto do cômodo, ela saiu pulando num pé só calçando os sapatos.

- O que você faz sem blusa?- era muita tentação. Porque isso meu Deus, comigo? Porque?

- Caiu chá na minha outra roupa, eu tive que trocar e vim na lavanderia ver se achava a minha blusa azul. Enfim um desatre- eu ri dela. Só ela fazia essas coisas- Aconteceu algo?

- Ah, é porque na pressa Lisa colocou esse livro por engano e eu vim trazer para a mochila dela não pesar tanto...

- Ah! Ela estava tão animada. Dê-me eu vou guardar. –ela estendeu a mão. Eu a puxei para os meus braços.

- Você ia trabalhar assim?

- Claro. Bom, lógico que iria colocar uma blusa. – ela corou e sorriu, baixando a cabeça, evitando olhar nos meus olhos.

- Não. É muito desperdício sair com essa roupa... Uma tentação - quando ela ia responder eu a beijei. Precisava disso mais que tudo. Precisava a sentir em meus braços, sentir sua pele quente em contato com a minha. O melhor foi ela retribuir a cada carícia que eu fazia em seu delicado -gostoso- corpo. 

Suas mãos desabotoavam minha blusa com pressa, fúria. Minhas mãos tiravam a saia dela, caminhávamos nos prensando nas paredes. Eu rasquei sua meia calça na hora de tirar. Suas pequenas mãos tiravam a minha calça com uma enorme dificuldade.

Joguei-a na cama assim que entramos no quarto, já estávamos nus. Nossa velocidade fora incrível, o desejo era demais. Foi muito tempo sem o toque, o contato físico, o corpo com corpo.

- Oh meu Deus Edward... Senti tanta saudade!

- Eu também meu amor, muita saudade, pensei em você a cada dia longe...

- Acaba com essa dor, esse fogo que está me consumindo... – pediu ela, esfregando uma perna na outra, tentando achar o alívio.

- Vem pra mim Bella, como naquela noite...

Eu estava louco. Louco de amor, de desejo, louco de fome, e só Bella estava em minha cabeça. Sem suportar mais nada, penetrei seu corpo como se fosse à última coisa que eu pudesse fazer. Meus lábios caíram sedentos sobre os seios rosados e rijos, chupando-os com volúpia, matando a saudade.

Eu estocava seu corpo fortemente, sem machucá-la, mas com força. Bella gemia sob meu corpo, passando as mãos frenéticas por minhas costas, apertando minha bunda várias vezes seguidas. Ela forçava meu corpo a se unir ainda mais com o seu. Nossos gemidos ecoavam alto pelo quarto, e aumentavam a cada segundo.

Gritamos juntos quando atingimos um orgasmo intenso e avassalador, e eu beijei sua boca com força, querendo marcá-la como minha, como da primeira vez. Estávamos sem tempo, eu sabia disso...

- Eu te amo Bella, amo demais. Senti sua falta. Falta de você, do seu corpo, do seu amor, da sua presença. Eu não vivo sem você, fique comigo, porque eu nunca mais ficarei longe de você... – falei beijando-a com força.

- Eu também te amo meu amor... Amo demais... – voltamos a nos beijar, mais loucos ainda.

Apesar do atraso, eu não estava ligando para os efeitos colaterais. Só queria Bella. E queria a todo custo, com toda a força do mundo...

 (...)

Nossos telefones tocaram no mesmo instante.

- Edward, onde você está?

- Jazz Eu estou chegando. Eu juro. Uns quinze minutos.

- Eu já liguei e sei que não está em casa.

- Jazz eu já to indo. Eu juro!

- Ok Alice. Dez minutos. Eu estarei aí. Comece sem mim! Beijo. – ouvi Bella falando rapidamente.

- É eu sinto muito tenho que ir. Queria ficar com você na cama, o dia todo... – beijei seu pescoço.

- Não tudo Bem. Eu também tenho que ir. - eu a beijei de novo, agora nos lábios vermelhos e inchados. Beijei até que nossos pulmões clamassem por ar- Vai logo Edward! – ela riu.

-Te amo. Eu te ligo - a beijei mais uma vez enquanto caminhava para porta. – Me perdoe, nunca mais farei isso novamente dói muito você longe da minha vida.

- Ok. Vai logo antes que eu te tranque e te faça prisioneiro meu. – ela sorriu. Corri novamente para ela beijando-a novamente. Estava viciado nela, desde o começo... –Eddie vá eu preciso trabalhar e você também.

Sai de lá alegre, e me sentido em casa novamente nos braços da minha Bella. Com certeza trabalharia até melhor naquele dia...