The Shield escrita por MahSpoladorMoreira, Sandy


Capítulo 18
Capítulo 17: Promessas Quebradas


Notas iniciais do capítulo

olá chegamooos... Bem meninas eu queria ter um um tempinho a mais, para responder todos os maravilhosos comentários, mais infelismente Nos alta mt tempo, então meu mt obrigada, eu amo, muiito todos até as virguas kkkkkkkk
Beiijos ;**
Sandyy

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Boa noite meninas!
Obrigada pelos reviews maravilhosos que vocês mandam, leio todos, e amo muito! Vocês são incríveis!
Esperamos que gostem do capítulo, e por favor, não nos matem! Ainda acontecerão muitas coisas! Rs.
Máh




Arranha-céu

Demi Lovato

Os céus estão chorando
Eu estou assistindo
Pegando as lágrimas em minhas mãos
Somente silêncio, tem o seu fim
Como se nunca tivéssemos tido uma chance
Você tem que me fazer sentir como se
Não restasse mais nada para mim?

Você pode pegar tudo o que eu tenho
Você pode quebrar tudo o que eu sou
Como se eu fosse feita de vidro
Como se eu fosse feita de papel
Vá em frente e tente me derrubar
Eu vou me levantar do chão
Como um arranha-céu
Como um arranha-céu

Enquanto a fumaça se dissipa
Eu acordo e desembaraço você de mim
Você se sentiria melhor
Assistindo enquanto eu sangro?
Todas as minhas janelas ainda estão quebradas
Mas eu ainda estou de pé

Você pode pegar tudo o que eu tenho
Você pode quebrar tudo o que eu sou
Como se eu fosse feita de vidro
Como se eu fosse feita de papel
Vá em frente e tente me derrubar
Eu vou me levantar do chão
Como um arranha-céu
Como um arranha-céu

Vá corra, corra, corra
Eu vou ficar bem aqui
Vendo você desaparecer, yeah
Vá corra, corra, corra
Sim, é um longo caminho a percorrer
Mas eu estou mais perto das nuvens aqui em cima

Você pode pegar tudo o que eu tenho
Você pode quebrar tudo o que eu sou
Como se eu fosse feita de vidro
Como se eu fosse feita de papel
Vá em frente e tente me derrubar
Eu vou me levantar do chão
Como um arranha-céu
Como um arranha-céu
Como um arranha-céu
Como um arranha-céu
Como um arranha-céu

Pov Bella

Demi Lovato Skyscraper

Acordei assustada com um grito de Edward

- Se você colocar um dedo nela vou partir você ao meio.

- Olha sendo defendida pelo babá Elisabeth, que lindo.

- Vai se foder tira essas mãos imundas dela seu ogro!

- Sabe Edward, ela já deve estar acostumada com essas brincadeirinhas. Há um bom tempo que isso vem acontecendo. Mais é claro que sempre tomei cuidado para não deixar marcas, pois a mãe dela é lerda e não cega. Você acha que a antipatia dela por mim é à toa?

- Você é o ser mais desprezível do planeta. O que você faz com ela?

- Bem... Não que isso seja do seu interesse, mais eu amo Bella mais do que você possa imaginar, porém essa menina estava no meu caminho, então de uma forma eu tinha que manter ela afastada, ou seja... Algumas ameaças, uns tapas ou socos não fariam mal. Porém a Bella se apaixonou por você e essa menina voltou a me infernizar novamente, então hoje tentaria algo novo... Se é que me entende!

Meus olhos estavam banhados de lágrimas, meu peito estava se corroendo, uma dor crescente estava se apoderando de mim agora. A minha bebê, a coisinha mais perfeita do meu mundo, a melhor coisa que aconteceu na minha vida. A minha fonte de energia. A pessoa que eu mais amo neste mundo.

Corri até o quarto. Elisabeth estava chorando encolhida na porta do banheiro.

Edward socava Jacob no chão, dito cujo eu queria enfiar a faca. Ver minha bebê tão carente, sofrendo me fez me sentir ainda pior. Corri e a abracei, ela se aconchegou em mim.

- Olha a mamãe, te ama muito. Mais do que você possa imaginar. Perdoa ela por ser tão burra, idiota e todos os xingamentos mais feios do mundo. Perdoa ela por deixar você sofrer tanto?

- Eu te amo mais que tudo mamãe. Agola tila o Edizinho de lá... Por favor! – Lisa estava visivelmente em choque, chorando loucamente.

Pov Edward.

Eu estava cego pelo ódio que corria fresco em minhas veias. E para extravasar no momento Jacob era o meu alvo. Eu enxergava vermelho, tamanha era a minha raiva pelo ser desprezível que colocou as mãos sujas e pesadas demais na minha pequena, na minha Elisabeth.

- Ed?- senti um toque trêmulo e suave no meu braço- Pare Lisa está assustada. Por favor.

Como um choque a minha consciência voltou. E eu parei.

- Olha que lindo, o babá se apaixonou pela trouxa da patroa! Tarde de mais, ‘Edzinho’, é meu nome que ela gemeu muitas noites. E mesmo que ela tenha se apaixonado por você, é comigo que ela vai se casar.

Novamente eu vi tudo vermelho, ódio, e mais ódio. Soquei-o até que perdesse a consciência.

- Então é isso? Você brincou com meus sentimentos o tempo todo? – gritei, agora voltado para Bella.

- Edward é mentira eu juro para você. Juro pela minha filha. – soltei uma risada irônica e a encarei sem dó.

- Cuidado com seus juramentos. Em pensar que eu... Não aguento isso é demais para mim. Não me procure NUNCA mais. Esquece tudo que vivemos. Esquece que um dia, você se entregou a mim, que eu te toquei, que um dia fiz parte da sua vida. Para você, eu nunca existi.

- Edizinho, você vai me deixar? – Lisa estava desesperada.

- Desculpe princesa... – foi o máximo que consegui sussurrar, com a voz embargada pelas lágrimas que iriam cair em breve.

-Você me prometeu! –ela chorando, Bella chorando, eu chorando. Era mais do que eu podia aguentar. Eu precisava do meu tempo, sem pensar em nada e ninguém corri porta afora.

Pov Bella.

- Edward! – gritei correndo atrás dele, tentando em vão segurar um de seus braços. Além de mais rápido que eu, ele se esquivava com muita facilidade- Por favor, espera! – ela bateu a porta, eu cai de joelhos chorando- Eu te amo...

A dor que corroia meu peito era inexplicável. Elisabeth me abraçou, chorando junto comigo.

- Ele deixou agente mamãe! – ela soluçava, gritava me apertava ao mesmo tempo...

- Calma princesa! Vai ficar tudo bem. Eu prometo.

- Não promete mamãe. Dói muito. – aquelas palavras me pegaram de surpresa, sofri ao ouvir aquilo.

No momento resolvi arrumar as coisas que estavam ao meu alcance. Fiz tudo mecanicamente. Interfonei para o sindico explicando tudo. Ele acionou a polícia. Jacob foi preso ainda levado inconsciente, e os policiais prometeram que ele ficaria preso até que alguma decisão judicial fosse tomada.

Minha pequena agora sofreria um bocado. Exame de corpo delito, depoimentos etc. Mas a dor que a transtornaria, seria a ausência de Edward em sua vida.

Peguei-a no meu colo, tirei a nossa roupa e tomei banho com ela no meu colo, como se pudesse livrar nós duas de toda a sujeira e dor.

Eu chorei muito. Agora sem Edward na nossa vida, o que seria de nós?

Pov Edward.

Eu fui... Traído, jogado, usado como se usa um brinquedo, como se usa uma coisa e se joga fora depois. Saí cego daquele apartamento. Só corri até meu quarto jogando tudo em uma bolsa. Deixei várias coisas para trás, mas o mais importante levei comigo.

Ainda não sei como consegui chegar vivo em qualquer lugar. Nesse momento, eu não via mais nada. Estacionei o carro, por ser impossível prosseguir dirigindo. Joguei-me no banco de trás e chorei como há tempos não chorava. Os soluços ecoavam alto dentro do Volvo, e meu peito doía. Imagens dos finais de semana que passei com Bella e Lisa me vinham na cabeça sem intervalo.

Lembrei de meu primeiro relacionamento com Lisa, como nos tratávamos como estranhos... Lembrei de quando segurei suas mãozinhas pela primeira vez. Lembrei da relação que ela criou com minha família, sua paixão pelo bolo de chocolate da ‘vovó’, seu amor por esportes. Lembrei do jogo que levei ela... Das horas que passamos juntos, rindo, conversando, lembrei de cuidar dela...

Eu aceitei ser seu pai, e agora saí sem dar a mínima explicação, sem dar ao menos um adeus. Mas a dor era demais, eu não poderia continuar sendo usado, eram meus sentimentos em jogo.

E por fim, lembrei-me de Bella... Isabella Swan, aquele furacão que ao mesmo tempo que me fez sorrir no passado, me faz chorar agora, e me mata aos poucos... A forma como ela se entregou a mim naquela noite tão perfeita, mágica... Me fez ofegar com a intensidade dos sentimentos que me assolaram. A mistura doentia de amor, ódio, raiva, e mais amor, muito mais amor...

Iria me machucar, mas não poderia mais voltar...