Momentos de Percy J. e Annabeth C. [Em Revisão] escrita por Nicolle Bittencourt


Capítulo 60
Capítulo 59: Propostas


Notas iniciais do capítulo

Oiii Leitores! Tudo bem com vocês?
Então, MIL DESCULPAS por não ter postado NADA, nesses últimos 10 dias, realmente me desculpem! Eu não consegui postar nada por conta dos meus trabalhos e agora provas (hoje mesmo tem a prova de Física, seja o que Deus quiser!). Realmente me desculpem se fiz vocês quase terem um ataque do coração de tanto esperar! E desculpa não ter respondido reviews e mensagens, prometo que fim de semana faço isso! :)
OK, eu acabei de atualizar o capítulo, tinha esquecido de colocar o título! kkkkkkkkk Desculpa! E também corrigi uma frase que escrevi errado, desculpa quem leu antes de eu corrigir!
Ah! MUUUUUUUITO OBRIGA pelos mais de 800 reviews!! EU TÔ SUPER HIPER ULTRA MEGA POWER FELIZ!!!!! MUITO OBRIGADA SEUS LINDOS E LINDAS!
Hum... Ah! A maioria de vocês ama meus capítulos longos, então... Eles continuarão!!!
Não vou mais enrolar!
Boa Leitura!
Leiam as notas finais!



Percy’s POV

Abri os olhos lentamente, tentando me acostumar com a claridade do sol. Me sentei e olhei ao redor.

Eu estava no Constitution Garden, o sol nascia no horizonte. Annabeth estava deitada ao meu lado, os cachos loiros como moldura ao redor de seu rosto sereno. Sorri ao vê-la assim. Um pouco a esquerda se encontrava Bryan, deitado na grama, roncava baixo, e se encontrava ao lado de um monte de madeira queimada, que parecia já ter sido uma fogueira. Não entendi o motivo da fogueira, mas é, ele havia dormido ao invés de ficar de guarda.

– Não pense que seu amigo não ficou de guarda, na verdade, ele está de guarda, você é que está dormindo – disse uma voz antiga e feminina em minha cabeça, imediatamente me coloquei de pé, olhando em todas as direções – Isso aqui é apenas um sonho jovem herói, apenas um sonho Percy Jackson.

Ela disse meu nome de forma estranha.

– Então porque para mim parece que será mais um pesadelo? – sussurrei.

A verdade é que eu sentia isso, já havia passado por muitos sonhos assim, na verdade, sonhos com vozes antigas sempre eram pesadelos reais, seres ruins querendo minha ajuda para ser reerguer, ou acabar com o mundo, ou acabar com os deuses. Mas em geral queriam era os três de uma vez.

– Bem, se será um pesadelo não sei, depende apenas de você. – disse a voz, parecia que vinha de todos os lugares, era basicamente como se eu estivesse num desenho animado e tivesse um narrador falando. – Sabe Perseu, eu conversei mais cedo com sua namorada, Annabeth, uma moça adorável devo dizer, mas que não sabe ouvir propostas muito bem, nem parece filha de Athena.

Meu coração bateu forte só de ouvir o nome de Annabeth.

– Como assim conversou com ela? Esse ela não te ouviu, imagino qual foi o tipo de proposta, e imagino que também esteja tentando me convencer de algo. – disse um zangado, em parte por estar tendo um sonho daqueles, e por outro lado por Annabeth não ter me falado dessa conversa. - Mas afinal, quem é você?

A voz pareceu sorrir.

– Quantas perguntas filho de Poseidon! Mas irei responder todas. Conversei com Annabeth da mesma forma que estou fazendo com você, por sonho, mas o dela não foi num lugar tão bonito como esta campina. Eu fiz a ela a proposta de se juntar a mim, lutar por ao meu lado contra os deuses, na verdade, mais contra Zeus. Eu lhe ofereci proteção e ajuda.

Entendo o que a voz queria dizer com aquilo tudo, logo sussurrei algo como:

– Basicamente você quer acabar com os deuses, com o mundo e se tronar a nova “Zeus”. Ou seja, a mesma história de Cronos.

A voz riu.

– Acabar com o mundo não, fazer mudanças talvez, e quanto a Cronos, saiba que em comparação a mim, ele parece apenas uma criança de jardim de infância. – a voz ficou ameaçadora, parecia extremamente poderosa – Continuando a responder suas perguntas. Bem, ainda é muito cedo para você ou qualquer um saber quem eu sou, não se preocupe, aproveite enquanto não sabe quem sou, pois quando souber, irá desejar nunca ter descoberto. – a voz voltou a ficar ameaçadora, e eu sabia que as palavras dela eram verdade, não sei por que, mas sabia, acho que a gentileza nela só piorava tudo – Ah, mas sim, acho tenho que lhe fazer a mesma proposta que fiz para Annabeth, mesmo que ache que vai se recusar a juntar-se a mim. Perseu Jackson, deseja se juntar ao meu lado, trazer as espada de Athena para mim, lutar e me defender, acabar com a Era dos deuses, dando-lhes as devidas punições por seus atos inconsequentes? Deseja se juntar a mim e assim não sofrer minha ira, deseja ajudar a me reerguer?

A voz fez a proposta de forma entediante, como se tivesse certeza de que eu diria não.

– Claro que não, não irei me juntar com quem quer acabar com o mundo, não irei contra os deuses, e nem deixarei você se reerguer, você, seja lá quem for, não fará mal a ninguém.

– Exatamente o que eu esperava ouvir! Obrigada por decidir isso Percy. – a voz parecia, feliz? – Seria péssimo me reerguer sem heróis que me impeçam, embora eu queira muito Annabeth do meu lado, fora que eu estou há tanto tempo sem fazer nada, que acho muito justo um joguinho. Na verdade, o jogo já começou meu caro, e digamos que eu estou bem à frente de você e seus amigos.

Na minha cabeça eu tentava entender como ela estava a frente, sendo que nós é que havíamos pegado a primeira parte da espada, outra coisa que me intrigava, o fato de não saber quem ela era e mesmo assim saber que era muito poderosa.

Por que quer Annabeth ao seu lado?

– Assuntos pessoais jovem herói, assuntos meus. E não se preocupe, já que ela não quer ficar do meu lado, não irei insistir, apenas lamentar um pouco por isso, mas fazer o que, é a vida. – engoli em seco.

– O que quer que planeje dará errado, nós temos a primeira parte da espada. Sendo assim, somos nós que estamos na frente, não você.

Ela riu histericamente.

– Você tem a primeira parte ao menos, e que é muito fácil de ser arrancada de vocês. Mas quando digo que estou à frente, não é por isso, é que tenho um aliado muito bom, que me deu alguns conselhos...

Por algum motivo eu senti medo de suas palavras.

– Foi ele que falou sobre as aranhas? – perguntei, associando o ataque ao aliado dela, ou tentando.

– Não, não foi ele, isso foi ideia minha, eu precisava de alguma forma acabar com Aracne, detesto aquele ser horrível. – pelo seu tom de voz, ela realmente não parecia gostar nenhum pouco de Aracne – Então, nada melhor que heróis para fazer meu serviço. Então... Obrigada!

– Você nos usou para acabar com seu monstro. – perguntei quando finalmente a ficha caiu - Por que?

– Porque sim, eu gosto de fazer coisas assim Jackson, controlar o jogo de todas as formas, manipula-lo, fora que não queria matar Aracne, pois se fizesse isso, viraria os outros monstros contra mim.

– Os monstros estão do seu lado?

– Alguns, talvez... mas não posso dar mais detalhes.

Engoli em seco novamente.

– Então... Você veio no meu sonho fazer apenas isso? Propostas? Quer dizer, eu já passei bastante por pesadelos assim, com Cronos foi igual e..

– Já disse que Cronos não chega aos meus pés, querido. E acho que é só, digamos que eu não gosto muito dessa parte de fazer propostas para que fiquem do meu lado, nem gosto de mostrar as vantagens de me escolher, e pior ainda, detesto responder perguntas sobre quem eu sou. Entenda se eu não disse, é porque ainda não é a hora.

Por algum motivo, seu tom de voz formal e correto, quase brincalhão, me assustava mais do que qualquer pessoal, deus ou titã que eu já tinha ouvido ou visto, mostrava que ela não precisava ser durona, era simpática e amável, pois sabia que o outro iria perder. E essa confiança dela, estava me abalando por dentro.

– Mas vejamos... – continuou a voz– Eu fiz as propostas, respondi perguntas, dei meus argumentos, mas falta algo... Ah, sim, as ameaças! Sabe Percy, eu amo jogos, muito mesmo, e a melhor parte dos jogos são quando colocamos a pessoa contra a parede, dizendo o que iremos fazer. Pois bem, não vou fazer grandes ameaças, até porque gosto mais de fazer do que de falar, mas vou lhe confessar, será um tanto doloroso para você e seus amigos. Tanta coisa para acontecer, tanto a se revelar, e o mais importante: descobrirá que muitos deuses que se dizem amigos, na verdade, aprontam para vocês, assim como fizeram comigo.

– O que os deuses fizeram como você? – perguntei tentando uma pista de quem ela era – E o que farão conosco? E porque você quer a espada de Athena?

– Não tente me fazer revelar quem eu sou Jackson, seus truques não funcionarão comigo, não sou Cronos ou Ares, aos quais você conseguiu enganar. Ainda não é para você saber. E sobre a espada, quando você descobrir a profecia por trás dela, você descobrirá porque a quero, isso se encontrar a profecia... E quanto ao que os deuses farão com vocês, bem... Eles manipulam vocês Percy, e sempre o farão, para eles, vocês são fantoches. Pode não acreditar em mim agora, mas acreditará logo, logo, quando ver que o que eu digo é verdade.

– Os deuses nos fazem de fantoches? Que eu saiba é você, seja lá quem seja, que quer fazer isso!

Percy Jackson, você ainda não consegue ver, mas os deuses sempre estão manipulando a tudo e a todos, sempre! E nunca nada vai mudar isso, há não ser que eu intervenha. E sobre eu o manipular, bem... Se ficasse ao meu lado, isso não seria necessário, as cartas seriam postas na mesa, eu sou muito justa Jackson, nunca enganaria um aliado. No entanto, quando se trata de um inimigo... Ai as coisas mudam. Mas bem... Acho que termino por aqui, é melhor eu deixar você e seus jovens amigos, ou melhor, você, seu jovem amigo e sua namorada, irem em sua missão, no entanto, aviso: você iram falhar! Ah! E os deuses farão questão de se intrometer na vida de vocês.

Você não sabe de nada! Nós não iremos falhar!

– Hum... Entendo porque dizem que é um grande herói Percy, você é muito corajoso, destemido, e confia em seus amigos, daria a vida por eles, só não sei se é muito esperto fazendo isso, sabe, não parece muito inteligente confiar em seres humanos, mesmo meio seres humanos, eles sempre enganam e traem.

– Não meus amigos! E mesmo que o fizessem, eu nunca desistiria deles!

– Como pode ter tanta certeza?

– Eu os conheço!

– Até o Bryan? Conhece-o mesmo? Ou acha que conhece? Bem, acho melhor deixá-lo acordar, voltar para seus amigos. Sabe, você realmente um garoto surpreendente Percy Jackson, pena que está do lado errado do jogo.

– Eu não estou do lado errado, eu estou do melhor lado, do mais correto!

Se você acha... Até breve Percy, espero que aproveite a sua viagem em busca da segunda parte da espada, e espero que esteja preparado para o que lhe aguarda lá.

E com isso a visão da campina foi entrando em desfoque, e eu comecei a reparar que despertava, não como no início, agora eu realmente despertava, pois podia ouvir uma voz que me chamava, a voz da garota que eu mais amo.

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– Vamos, acorde Percy! – pude sentir Annabeth se aproximando de mim -Acorde seu dorminhoco! – eu já estava basicamente acordado, mas com preguiça de abrir os olhos, pois queria continuar pensando no que aquele pesadelo e aquela voz significaram – Sabe, você ainda baba enquanto dorme!

E essa frase foi o suficiente para me fazer ficar sentado e limpar a boca com a mão, e minha reação fez Annabeth cair na gargalhada.

– Eu sabia que iria acordar! – disse entre risadas, e não mude evitar sorrir.

O sol nascia ao leste, mas a escuridão ainda se encontrava ao oeste. Nós estávamos sentados sobre a grama, da mesma forma como havíamos ficado ontem, mas dessa vez nenhum sinal de Bryan.

– Você é muito esperta Sabidinha! – disse me aproximando dela.

– Eu sei! – disse ela me dando um selinho e depois um tapa no meu ombro – Agora levante, temos que sair daqui.

– Por que? – perguntei atônito, pois queria lhe contar sobre meu sonho.

– Porque aqui é um parque, se algum guarda nos pega dormindo aqui... Não seria nada legal. Fora que temos que voltar a nossa busca, e já sei para onde vamos: São Francisco!

– Como você sabe disso? – perguntei com as sobrancelhas franzidas.

– Um passarinho preto me contou. – disse ela piscando, mas como não entendi, ela revirou os olhos- Nico fez uma visitinha enquanto eu estava de guarda, disse que exatamente na hora que pegamos a primeira parte da espada a Ponte Golden Gate ficou toda dourada, e depois apagou, um bom sinal de que está lá a outra parte.

– Nico esteve aqui? – perguntei surpreso.

– Sim! Foi uma visita, interessante... – Annabeth fez cara pensativa, como se precisasse descobrir algo que não soubesse – Ah! Ele deixou algo para nós. – pegou uma mochila preta, provavelmente de Nico, e tirou dela uma embalagem vermelha com um grande M amarelo – Eu já comi o meu, estva aquente, mas a essa hora, já deve estra frio e...

Assim que vi a embalagem meu estômago roncou, e me lembrei que não comia desde ontem.

– Me dá! – disse esticando as mãos, Annabeth me lançou um olhar de: “Vai comer frio é?”, ao qual respondi – Não pode estar tão ruim, afinal é Mc lanche, e eu estou morrendo de fome.

Ela deu de ombros, como se dissesse: “Você que sabe!”, e me jogou a caixa. Abri-a rapidamente, tirando de lá seu conteúdo, devorando com ferocidade, nem me importando se estava frio.

– Isso tudo é fome? – perguntou Annabeth rindo enquanto sentava ao meu lado. Mas não respondi, continuei comendo.

Quando acabei, e já estava satisfeito, ela segurou minha mão e me fez olhá-la.

– Percy, posso te pedir uma coisa?

Me peguei olhando para seus grandes olhos cinzas, que pareciam querer me convencer a fazer algo, como se ela não soubesse que eu sempre lhe diria sim.

– Diga. – disse eu sem deixar de admirá-la.

Annabeth colocou uma mecha loira atrás da orelha.

– Bem... Eu gostaria de pedir que você se aproximasse mais do Bryan, não que você não fale com ele, mas queria que falasse mais com ele, tentasse se aproximar, ele fica muito sozinho e nós não lhe demos a devida atenção. – disse ela em uma enxurrada de palavras – Poderia fazer isso?

– Claro que poderia! – disse a encarando, eu nunca iria conseguir lhe dizer não, até porque, ela estava certa sobre aquilo, em geral, sempre estava certa sobre tudo – E eu nunca conseguirei lhe dizer não Sabidinha!

Ela riu e me deu um selinho, ao nos afastarmos eu continuei a olhá-la, mas logo completei.

– Fora que você tem razão, temos que lhe dar mais atenção. Mas afinal... Cadê ele?

Olhei ao redor, nenhum sinal de Bryan.

– Ele se ofereceu para achar algum lugar para que possamos tomar um banho e trocar de roupa antes da viagem, já deve estar voltando.

Annabeth tinha razão, estávamos muito bagunçados e sujos para irmos em qualquer viagem.

Quase no mesmo instante em que ela disse isso, a folhagem ali perto começou a se mexer, e antes que pudéssemos levantar, Bryan saiu do meio das árvores.

– Peguem as coisas, eu achei um bom lugar onde podemos trocar de roupa e tomar banho!

– Que lugar? – perguntei desconfiado.

– Uma espécie de clube aquático! Como hoje é terça, ele está fechado, então pensei que...

– Que poderíamos entrar lá sem sermos vistos e nos arrumar! – disse Annabeth em tom de censura, mas logo depois deu um grande sorriso e deu uma cotovelada no Bryan – Grande ideia!

– Concordo! – disse eu, doido para ver uma piscina, quem sabe assim eu também não entrava em uma – Por isso é melhor pegarmos nossas coisas, antes que algum guarda apareça.

Ambos concordaram, e assim começamos a tirar nossas coisas do chão, pegando tudo e jogando o lixo numa lixeira próxima, logo estávamos nós, três adolescentes em roupas sujas e amassadas, assim como nossas caras, andando com suas mochilas pelo Constitution Garden. Mas nos vendo assim, ninguém imaginava que éramos três grandes semideuses, indo em uma busca para a deusa da sabedoria, e ninguém também podia imaginar que iríamos entrar escondido em um clube aquático para trocarmos de roupa e irmos numa viagem para São Francisco. Bem, ao menos, tentar entrar no clube.

Andamos por uns 15 minutos, até que pararmos em frente a grandes portões de ferro, fechados com um enorme cadeado, num dos portões havia duas placa, e nelas se podia ler algo, mas graças a minha dislexia, tudo o que eu lia era: odahcef , na primeira; e na segunda: otreba sanepa ed atrauq a ognimod.

– O que está escrito? – perguntei.

– Acho que na primeira é Fechado. – disse Annabeth semicerrando os olhos – Não tenho certeza, já a segunda, não consigo ler!

A voz de Annabeth possuía frustração, assim como minha expressão e de Bryan.

– Bem, é melhor entrarmos e vermos se tem alguém, se não tiver, podemos nos arrumar. – disse Bryan dando um passou a frente e tentando abrir o portão. – Isso se conseguirmos abrir o cadeado. Uma ajudinha aqui?

Annabeth e eu nos olhamos e demos um passo a frente, tentado abrir o cadeado, mas nada.

– Como vamos entrar? – perguntou Bryan olhando para o cadeado e parecendo tentar pensar em algo.

– Pulando os portões? – sugeri, mas me arrependi assim que olhei o alto deles – Esquece, tem cerca elétrica!

– Então, o que fazemos? Nada? – perguntou Bryan cruzando os braços, mas reparei que Annabeth possuía um brilho no olhar, como se houvesse tido uma ideia genial.

– Acho que sei uma forma de entrarmos! – disse ela – Só preciso ver se tenho o necessário...

Ela começou a revirar sua mochila.

– O que vai tirar dai? – perguntamos Bryan e eu, ao que ele completou – Não me diga que tem uma chave universal.

– Não. – disse Annabeth sorrindo e segurando coisas pequenas na mão – Eu tenho algo bem melhor: dois grampos!



Notas finais do capítulo

Então pessoal, gostaram do capítulo? Está bom, mais ou menos, ruim, ou o que?
Enfim... Espero que comentem e me perdoem, eu realmente não tive culpa! Mas gostaria de dizer que amei os reviews de vocês, eles foram tão lindos e maravilhosos, e estou cheia de leitores novos, eu estou amando isso, só espero que os antigos não me deixem!!!
Ah! me lembrei, minhas provas só acabam semana que vem (triste :/) então até lá, capítulo irregulares, mas depois volta tudo ao normal e eu irei recompensá-los. Ah! Não se esqueçam, mais ou menos dois capítulos para depois ter o capítulo surpresa!!!!! Ansiosos?
Beijos,desculpas, e por isso, beijos com sabor de néctar e ambrosia.
PS: Alguém quase tentou vir aqui no RJ para me achar e fazer postar? kkkkk
PS2: Alguém recomenda uma série legal para eu ver e que tenha muuuuuito episódios? (acabei de ver Once, GG só volta em setembro, no momento só tô com PLL).
PS3: O que vocês acham que é o capítulo surpresa?
PS4: Deixa eu ir, tenho que estudar para Física (morrendo aqui). Beijos para vocês!