Os Loiros de Konoha escrita por Tina Granger


Capítulo 4
Capítulo 4


Notas iniciais do capítulo

OI pessoal...



Kushina quase quebrou o pescoço, virando-o rapidamente na direção dos gritos desesperados.

- Você está preocupada com ele, não esta? – Yoshi perguntou, fazendo que ela assentisse.

- Eu sinto uma coisa esquisita aqui dentro, sabe? Quando eu chutei ele, não me importei nada, achando que era o namikaze... agora, quando, eu percebi que não era ele, me bateu um desespero...

O terceiro hokage, que estava conversando com os dois, ergueu uma sobrancelha. A semelhança com Minato era extremamente grande mesmo. Quando vira o jovem desmemoriado, trazido carregado, ele também achara que era Minato... até ver o rosto dele.

Ante o novo berro, Kushina saiu a passos largos.

- Por que será que eu estou vendo que vamos ter problemas? – o hokage soltou uma baforada de fumaça, enquanto encaminhava-se devagar até o quarto que Kushina invadira, sem a menor cerimônia.

oOo

Kushina deixou o queixo cair, perante a cena que se apresentava a seus olhos. O cara loiro estava grudado na parede, como se quisesse se fundir com ela. Mai, uma das enfermeiras do plantão, tinha a expressão bastante zangada.

- Volte já para a cama! – ela ordenou, segurando uma seringa, que estava seca.

- Enquanto isso daí estiver ali, você pode esquecer! – ele retrucou, muito sério.

- Mas o que que é isso? – Kushina questionou, com as mãos na cintura.

- Essa vampira quer tirar todo o meu sangue! – ele respondeu, o olhar atento na seringa.

Kushina ficou parada, sem se mexer por alguns instantes antes de começar a gargalhar.

- Com todo esse tamanhão, você tem medo de seringa?

Ele a olhou, lançando um sorriso ligeiramente tímido. Quando Mai, avançou um passo, ele correu para trás de Kushina.

- Agora isso é palhaçada, não acha? – Kushina o encarou zangada, sobre o ombro. Ele balançou a cabeça.

- Eu só sei que ela é uma vampira ensandecida por sangue e não sei como, mas sei que você não vai deixar que eu machuque... muito.

Se Kushina não houvesse olhado a extensão dos ferimentos, do loiro, ela acharia que ele apenas tinha se sujado de sangue, pois os ferimentos quase não existiam. Ele sorriu de forma infantil para ela, que arqueou as sobrancelhas.

- Muito bem. – ela tomou uma decisão. Ela estava com uma imensa vontade de... protege-lo! Entao, pegou-o pelo braço e o arrastou, de volta para dentro do quarto, sentando- se ao lado dele na cama. – Não precisa ficar com medo, que eu não vou deixar a Mai tirar todo o seu sangue, está bem? – ela sorriu de maneira tranqüilizadora para ele, que assentiu, os olhos fixos nela.

- Senhorita Kushina, assim que eu for liberado, eu vou ir atras do grande hokage, para que ele permita que eu...

- Nhai, que é isso. Eu já falei com ele e vai por mim... – Kushina botou os lábios perto da orelha do loiro, sussurrando, como gostaria de fazer com o outro... – Ele tem o coração do tamanho da vila. Se eu fizer um charminho a mais, aposto que ele até arranja uma casa para você ficar.

- O que você está falando ai, Kushina?

Quando o loiro, de mãos dadas com Kushina, encarou o homem parado a porta, com um cachimbo nas mãos, o encarou em silencio por vários momentos, antes de abrir um enorme sorriso, como se tivesse reencontrado um amigo que não via a muito tempo...



Notas finais do capítulo

ta ai mais um capitulo. pequeno, que bota mais misterios... ou nao... quem diz o que fiz?



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