Caminho do Ninja Amador (nível II): missão 06. Meta 02: verbos (II): emprego do pretérito perfeito e imperfeito do indicativo
Postado por Letícia Silveira

Olá, amados ninjas noobs!

 

    Tudo bem com vocês, queridos? Alguma novidade? A mim só resta relembrá-los do blog da Liga dos Betas. Lá, há conteúdos postados pelos beta-readers oficiais do Nyah!, abrangendo desde outras dicas gramaticais até textos para auxiliar o escritor. É bem interessante, principalmente àqueles que possuem dúvidas na hora de redigir uma história.

    Para conhecer o trabalho de um beta-reader, há também o site oficial da liga. Ambos os sites anteriores estão em fase de pré-lançamento, porém, cada vez mais, os aprimoraremos para vocês se sentirem mais seguros com suas escritas. Espero que curtam e deem suas opiniões acerca do assunto.

    E, para conferir os novos "classificados betas", a fim de contratar um beta-reader, basta acessar este link

    Por fim, vamos à nossa missão de hoje? Não se assustem, caros ninjas, não é nada tremendamente novo. Os verbos, utilizamo-los automaticamente na hora de nos expressarmos, mas, como a norma culta é diferente da linguagem coloquial, nos equivocamos algumas vezes.

    Logo, vamos revisar para que utilizamos o Pretérito Imperfeito e o Pretérito Perfeito, comparando-os. Vamos lembrar que "pretérito" significa "passado"; então, não esbugalhem os olhos ao ler essa palavra. Nada como uma simplificação para nos acalmar, não é? Tirada essa dúvida, agora, sim, iniciaremos:

 

Caminho do Ninja Amador (nível II). Missão 06. Meta 02: Verbos (II):
Emprego do Pretérito Imperfeito X Pretérito Perfeito.

 

    Uma vez que vamos estudar o Pretérito Imperfeito e o Pretérito Perfeito do Modo Indicativo, é importante relembrar o que significa esse modo. Ainda que o tenhamos visto na última aula, essa palavrinha parece existir apenas para complicar as nossas vidas, não é certo? O pior é que não. Ela ajuda a ver para que serve o verbo. Reparemos:

 

        Ele correu até a esquina.

 

    Nessa frase, está anunciada uma ação, e a palavra "indicativo" significa algo que indica, que anuncia. Logo, associando as duas palavras, fica fácil ver qual o sentido do Modo Indicativo. Podemos prosseguir com as funções do Pretérito Imperfeito desse modo, então?

    Separemos a nossa missão em três etapas para não nos confundirmos:

1. Ver as funções do Pretérito Imperfeito do Modo Indicativo;
2. Ver as do Pretérito Perfeito do Modo Indicativo;
3. E comparar ambas no seu emprego.

 

I. Funções do Pretérito Imperfeito do Modo Indicativo

 

    Para começar, veremos como conjugamos os verbos regulares nesse tempo verbal:
(Lembremos que há apenas quatro verbos que são irregulares e, portanto, não possuem a terminação normal: os verbos ir, vir, pôr e ter.)

 

  Cantar
1a conjugação (-ar)
Correr
2a conjugação (-er)
Partir
3a conjugação (-ir)
Eu cantava corria partia
Tu cantavas corrias partias
Ele cantava corria partia
Nós cantávamos corríamos partíamos
Vós cantáveis corríeis partíeis
Eles cantavam corriam partiam

 

    Uma dica para conjugarmos corretamente: a segunda pessoa do plural (vós) é a única que leva "e" na conjugação. Lembrem-se também de que a terceira e a segunda terminação (ou seja, os verbos terminados em -er e -ir) levam o mesmo radical (-ia, -ias, -ia, -íamos...) após tirarmos a terminação -er ou -ir (exemplo: correr -> corria).

    Destaquemos que esse tempo verbal possui a forma composta e a simples. Na simples, possuímos apenas um verbo e, na composta, dois ou mais. Vejamos, respectivamente, um exemplo:

 

A cozinheira cantava enquanto a pequena estava brincando com suas bonecas.

 

    Além disso, esse tempo verbal exerce cinco funções. Vamos estudá-las separadamente e veremos o quão simples é seu estudo. Usa-se para:

 

1) Enfatizar o desenvolvimento ou a natureza da ação sem referência a seu início ou a seu final.

 

O irmão sempre brincava com sua irmã. (ação em desenvolvimento no passado)

 

2) Descrever no passado.

 

      Ela era pálida e magra.

 

3) Indicar as horas no passado.

 

    Eram duas horas da tarde, e ele ainda não havia chegado.

 

4) Citar ações que ocorreram ao mesmo tempo no passado.

 

    Enquanto cozinhava, também cantava.

 

5) Indicar uma ação habitual no passado.


Diferentemente de "assisti à novela ontem", que indica que não era um hábito seu, temos:
 

          Assistia à novela todos os dias.

 

    Observação: algumas expressões estão geralmente atreladas a esse tipo de passado. "Antes", "antigamente", "no passado", "no meu tempo", "quando eu era criança ou jovem", "quando eu tinha tantos anos", normalmente são acompanhados por um verbo no Pretérito Imperfeito do Modo Indicativo (por exemplo, "quando eu era criança, eu não sabia cozinhar").

    Entendido o seu uso? Então vamos ver como usamos o Pretérito Perfeito do Modo Indicativo.

 

II. Funções do Pretérito Perfeito do Modo Indicativo

 

    Vamos começar do começo (e como seria a outra forma?). Veremos como conjugamos os verbos regulares desse tempo verbal:

 

  Cantar
1a conjugação (-ar)
Correr
2a conjugação (-er)
Partir
3a conjugação (-ir)
Eu cantei corri parti
Tu cantaste correste partiste
Ele cantou correu partiu
Nós cantamos corremos partimos
Vós cantastes correstes partistes
Eles cantaram correram partiram

 

    Esse tempo verbal também possui a forma composta (dois ou mais verbos) e a simples (um verbo).

    O pretérito perfeito composto é formado a partir do verbo "ter" junto a um particípio. Normalmente, essa formação está acompanhada de ideias que sugerem palavras como "ultimamente" ou "recentemente". A ideia implicada pela frase, como visto a seguir, é de algo que começou no passado e continua a se expressar no presente, trazendo a ideia de repetição.

 

                         Eu tenho estudado.


    O uso mais comum do pretérito perfeito simples é narrar um fato já ocorrido, que foi totalmente concluído. Pode, por ventura, ser utilizada enfaticamente como em sequências de ações (graduações). Por exemplo:
 

        Neguei, chorei, gritei e acabei por adormecer.


E, nossa, esse pretérito só tem essas duas funções! Foi rápido, não? Mas, antes de irmos ao almejado descanso, vamos comparar o uso desses tempos verbais?
 

III. Comparação entre o emprego do Pretérito Perfeito e do Imperfeito

 

    Para iniciarmos essa comparação, é importante termos em mente que esses pretéritos "exprimem diferentes perspectivas ou visões sobre o passado" conforme afirma esse arquivo.

    Como visto no tópico anterior, o Pretérito Perfeito indica algo que foi concluído no passado sem importar-se com o tempo de duração da ação. Já o Pretérito Imperfeito é usado para dar ênfase ao desenvolvimento de algo ou à natureza da ação. Veja exemplos:
 
            Eu estudei ontem. A ação foi concluída.
            Eu estudava quando o telefone tocou. A ação estava em desenvolvimento.
 
            Ela dançou na festa. 
  Ela dançava na festa. 

    Ainda de acordo com o arquivo citado, sugere-se uma metáfora de que o perfeito é uma fotografia do passado e de que o imperfeito é um filme do passado devido à continuação da ação que implica o uso do passado imperfeito.

    É importante, porém, destacarmos que há uma subdivisão no pretérito perfeito: com a forma simples ("eu estudei"), ele se afasta do presente e, com a forma composta ("eu tenho estudado"), se aproxima, tendo características distintas. Logo, aplicamos a metáfora e a comparação à forma que se distancia do presente, que permanece estática no passado, que sugere uma ação já terminada: a forma simples do pretérito perfeito do indicativo.
   
    Além disso, destaca-se a forma de como se expressam as frases em cada situação. Observemos:
   
        Eu saí para espairecer.
        Eu tenho saído para espairecer ultimamente.

   

Na primeira frase, com o pretérito perfeito, há a certeza de que a ação ocorreu e foi concluída. Na segunda, com o perfeito composto, a noção temporal é vaga. Só sabemos que a ação começou e ainda ocorre, mas não sabemos quando começou ou quando terminará.

    Porém, essa ação temporal vaga não ocorre somente com esse tempo na forma composta, mas também com o pretérito imperfeito. Há ocorrências dele quando se expressam fatos sem dizermos quando, ou seja, há uma incerteza da localização no tempo. Assim temos:
 

        Era uma vez, uma pessoa que escrevia fanfics.


    Portanto, geralmente, há imprecisão de quando ocorre a ação ao usarmos o pretérito imperfeito. Com o pretérito perfeito simples, a noção completa é a mais frequente.

    Ao que se refere à ação de redigir textos, temos de considerar as devidas funções dos verbos, já vistas anteriormente. Lembremos que cada tempo verbal utilizado é responsável por uma função, uma finalidade coesiva, caracterizando a progressão da ação.

    Logo, utiliza-se, geralmente, devido à descrição que podemos fazer com este, o pretérito imperfeito do indicativo tanto no mundo narrativo quanto no comentado. Entendo, assim, que esse tempo verbal é utilizado na narrativa moderna pela fluência e ritmo.

    Entretanto, ele é mais utilizado nas narrações de terceira pessoa, nas quais o narrador é onisciente, ou seja, ele não faz parte da história, não é uma personagem dela, apenas a observa. Ora ele é usado como descritivo; ora, como narrativo, podendo ocorrer simultaneamente. Por isso, é comumente utilizado para contar fábulas e lendas.

    Esse mesmo tempo verbal dá, pois, maior ou menor ênfase ao evento que o interrompe ou lhe sucede e que contribui para efeitos como os de suspense, de surpresa, entre outros.

   Enquanto isso, o pretérito perfeito é, geralmente, utilizado para indicar ações estáticas, dando temporalidade ao texto, à medida que há certa intemporalidade com o pretérito imperfeito. Por outro lado, por ter tal característica, o pretérito perfeito pode enfatizar a velocidade, maior ou menor, com que os eventos vão surgindo por determinar o seu começou ou/e o seu final. 

***
    Esquematizando tudo, teremos um quadro que nos ajudará nas possíveis dúvidas. Sim, foi uma missão mais complexa devido à comparação, mas, ninjas, nada como um esqueminha para nos salvar. Reparemos:
 

                                       Pretérito Imperfeito do Modo Indicativo

 

Formas: Exemplos:
1. Simples.                     Assistia à televisão.
2. Composta. Estava assistindo à televisão.
Observação: ambas as formas são usadas do mesmo modo.  

 

  Usos: Exemplos:
1. Enfatiza o desenvolvimento ou a natureza da ação sem referência a seu início ou a seu final. Chorava desesperadamente.
2. Descreve no passado. Ela tinha olhos.
3. Indica as horas no passado. Era uma e meia da tarde.
4. Aponta ações que ocorriam ao mesmo tempo no passado. Comia enquanto pensava.
5. Indica uma ação habitual no passado. Bebia sempre muita água.

 

                                       Pretérito Perfeito do Modo Indicativo

 

Formas: Exemplos:
1. Simples.                                             Eu andei de bicicleta no sábado.
2. Composta. Eu tenho andado de bicileta todos os dias.
Observação: as formas são usadas de diferentes modos.  

 

  Uso da forma simples: Exemplos:
1. Narra um fato já ocorrido e concluído, podendo ser usado em sequências de ações. (Se afasta do presente.) Ri, chorei, logo vivi.
  Uso da forma composta: Exemplos:
1. Indica algo que começou no passado e continua no presente, dando a ideia de repetição. (Se aproxima do presente.) Ela tem se esforçado no colégio.

 

                              Comparação entre os empregos desses verbos

 

Característica: Pretérito Imperfeito do Indicativo
(frequentemente)
Pretérito Perfeito do Indicativo
(frequentemente)
Possui forma composta e simples? SIM SIM
Há diferença entre elas?  NÃO SIM
Se a resposta anterior foi "sim", o que é alterado?  ---- O uso é diferente entre elas.
Como se usa cada um dos tempos verbais? Há cinco usos principais, tendo como ideia geral a ação de desenvolvimento no passado. A forma simples se refere a algo totalmente concluído no passado; e a composta, a algo que começou no passado e ainda se projeta no futuro.
Metaforicamente, temos: É um filme do passado. (Há o desenvolvimento das cenas) É uma fotografia do passado. (A ação se concluiu lá e não possui continuação no caso da sua forma simples)
O que enfatizam? O desenvolvimento ou a natureza da ação. A ação e a sua conclusão.
O uso dá uma noção VAGA de tempo? SIM  Na forma SIMPLES, NÃO; na forma COMPOSTA, SIM.
Para que é usado em narrações? Para dar maior ou menor ênfase a um momento anterior ou seguinte, dando fluência e ritmo à narrativa. Para enfatizar a velocidade das ações (por conter temporalidade, por dar referências temporais).


Curtiram a missão de hoje? Espero que a tenham aproveitado e que, àqueles que a celebraram, tenha tido uma ótima Páscoa. Beijos e queijos, até a próxima missão, navegantes!
 

Letícia Silveira e Lady Salieri


Obs.:
Materiais consultados para a aula:
http://www.easyportuguese.com/Portuguese-Lessons/Imperfect.html
http://ocw.mit.edu/courses/foreign-languages-and-literatures/21f-801-portuguese-i-fall-2011/study-materials/MIT21F_801F11_Imperfeito.pdf
http://www.mundoeducacao.com.br/gramatica/caracteristicas-preterito-perfeito-imperfeito.html
http://www.brasilescola.com/gramatica/formas-preterito-perfeito-simples-composta.html
http://www.laits.utexas.edu/clicabrasil/sites/laits.utexas.edu.clicabrasil/files/PRETERITO%20PERFEITO%20(INDICATIVO).pdf
http://www.ucp.pt/site/resources/documents/FCH/Linguanet/O%20Uso%20do%20pret%C3%A9rito_Paulo%20Os%C3%B3rio.pdf
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/tipos-de-narrativa/tipos-de-narrativa.php
http://dilsoncatarino.blogspot.com.br/2008/07/pretrito-perfeito-do-indicativo-e_01.html
http://www.edtl.com.pt/index.php?option=com_mtree&task=viewlink&link_id=64&Itemid=2
http://www.algosobre.com.br/gramatica/verbo-preterito.html

http://www.revistaaopedaletra.net/volumes/Volume%2012.2/Vol-12-2-Naira-Carla-Castro.pdf
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/redacao/narracao.php



Comentários

Black Angel

09/08/2013 às 18:50

   Olá mestras, tudo bem? Tenho uma duvida, não é relacionada com o post, mas preciso resolve-la, pois vou escrever um trabalho de redação.

   Se por exemplo, eu fosse escrever uma história na época da Idade Média em 1ª pessoa, sendo eu a personagem. Como seria a melhor forma de descrever alguns momentos da lutas? Por exemplo, quando uma espada se cruza com outra e a tal espada quebra, devo usar uma onomatopeia como Crac (Foi a primeira que me veio na cabeça, desculpem) ou devo descrever a cena? Minha professora disse que quer algo profissional (Não sei como ela espera isso, minha turma ainda pergunta a quantidade de linhas da redação '-') Então é isso... Obrigada pelas aulas, estão ajudando bastante ^^



Lady Salieri

05/05/2013 às 18:18

Nathalia, minha querida, obrigada pelas palavras. Sobre sua dúvida, basicamente devemos usar o "quê" (acentuado) em interjeições, como:  "- Mas, o quê?????" e no final das frases, como: ele estava sentindo algo estranho, mas não sabia bem o quê.

Nas outras situações, usa-se o "que" (sem acento).

Um beijo!



Einzbern

26/04/2013 às 18:56

Olá, mestras! Tudo bem com vocês?

Bom, eu admiro muito o trabalho que vocês fazem. É realmente espetacular! Essa aula de hoje me ajudou bastante. Mas, se não se importam, eu gostaria de fazer uma pergunta que não está relacionada com o post: em quais ocasiões devemos usar o "quê" e o "que"? Essa dúvida é um imenso infortúnio em minhas redações. Será que podem me ajudar? Aguardo ansiosamente pela resposta. 



Letícia Silveira

19/04/2013 às 18:04

Olá, @OrekiHoutarou! Tudo bem?

É bem verdade que não tratamos propriamente de uma aula apenas com classes gramaticais (pois é, adjetivo e substantivo são nomes de classes), mas demos uma explicada geral nelas na terceira parte da aula dos hífens.

Para relembrar, substantivos são os nomes das coisas. Sempre podemos conferir se é um substantivo se conseguirmos encaixar na construção de "o" ou "a" (dependendo do gênero da palavra) + a palavra sobre a qual temos uma suspeita de ser substantivo + o verbo ser (é). Por exemplo: "o carro é", "a boca é"... "Carro" e "boca" são substantivos. É apenas uma dica que eu usei a minha vida toda para aprender, haha.

E adjetivos caracterizam as coisas ("o carro é verde" ou "o carro verde é..."). "Verde" caracteriza o carro.

Espero ter ajudado.

Beijos, amore.

 



16/04/2013 às 19:05

Olá, mestras! Tenho uma pergunta, como podemos saber o que são "Adjeitivos" de "Substantivos"?



Lady Salieri

11/04/2013 às 15:12

Olá, @Scarlett Gauthier, minha querida!

É uma excelente, excelente pergunta, na verdade =). A palavrinha "estória", ela existe, claro, já vimos muito por aí. Pelo que andei lendo, foi um neologismo crido pelo autor João Ribeiro para se referir à escrita ficcional. Essa palavra é, inclusive, retomada mais tarde pelo próprio João Guimarães Rosa, que escreveu um livro (lindo e difícil) chamado "Primeiras Estórias". No entanto, é uma palavra polêmica e se encontra em apenas alguns poucos dicionários. O nosso mais conhecido "Dicionário Aurélio", por exemplo, se você procurar por "estória", ele te manda para " história" e vai dizer que não é recomendável usar "estória". Tem também aquelas explicações que mostram que essa diferença entre "história" e "estória" deriva do inglês, "history" e "story". Eu gosto dessa palavrinha, particularmente, mas temos que tomar cuidado ao usá-la, pensar bem no que você quer dizer com ela. Eu, por exemplo, em redações "oficiais" (vestibular a afins) e coisas da escola, eu recomendaria usar sempre "história" para os dois contextos. Mas no âmbito literário tudo é possível, então se a palavra estiver bem colocada, não vejo por que não usá-la.

Um abração =)



Exotic Flower

11/04/2013 às 01:55

Olá, mestras!

A minha dúvida não está relacionada com vosso post, porém, é algo no qual tenho grande dúvida: ainda usa-se "estória"?

Aprendi que usamos "estória" para algo inventado e "história" para um fato. Mas quase não vejo indivíduos usando a primeira opção. Ela ainda é válida? É um erro? Ou seu uso é facultativo?

 

Aguardo uma resposta.

E parabéns pelo trabalho que fazem!