Pecado Proibido

Autor(es): claudiasilva


Sinopse

Eu tinha prometido, mas como é que eu iria cumprir?? Como?? Como se ele mandava no meu corpo? Se eu me perdia cada vez que os dedos dele brincavam com o meu clítoris? Cada vez que ele me beijava o meu pescoço? E cada vez que ele entrava em mim e me preenchia?Eu sei que ele também não gostava da situação mas como é que nós iríamos admitir se não tinhamos algo?Como é que eu iria desistir dele se sofri tanto para o ter? se lutei tanto para o ter (se é que o tinha)?

Atenção: esta fic é para maiores de 18 anos!! Eu faço isso nas outras não custa nada. Dêem a vossa opinião, mesmo que não gostem. Desde já obrigada


Beta: MiSwan


Notas da história
Eu tinha prometido, mas como é que eu iria cumprir?? Como?? Como se ele mandava no meu corpo? Se eu me perdia cada vez que os dedos dele brincavam com o meu clítoris? Cada vez que ele me beijava o meu pescoço? E cada vez que ele entrava em mim e me preenchia?Eu sei que ele também não gostava da situação mas como é que nós iríamos admitir se não tinhamos algo?Como é que eu iria desistir dele se sofri tanto para o ter? se lutei tanto para o ter (se é que o tinha)?Atenção: esta fic é para maiores de 18 anos!! Passem a mesagem e votem!!! Eu faço isso nas outras não custa nada. Dêem a vossa opinião, mesmo que não gostem. Desde já obrigada 

Índice

(Cap. 1) Capítulo 1 - Bella
(Cap. 2) Capítulo 2 - Edward
(Cap. 3) Capítulo 3 - edward
(Cap. 4) Capítulo 4 -Bella
(Cap. 5) Capítulo 5- Bella
(Cap. 6) Capítulo 6
(Cap. 7) Capítulo 7
(Cap. 8) Capítulo 8
(Cap. 9) Capítulo 9- Bella
(Cap. 10) Capítulo 10- Edward
(Cap. 11) Capítulo 11- Edward
(Cap. 12) Capítulo 12 - Bella
(Cap. 13) Capítulo 13 -Edward
(Cap. 14) Capítulo 14- Bella
(Cap. 15) Capítulo 15 - Bella
(Cap. 16) Capítulo 16-Bella
(Cap. 17) Capítulo 17 - bella
(Cap. 18) Capítulo 18- Edward
(Cap. 19) Capítulo 19-Bella
(Cap. 20) Capítulo 20 - Edward
(Cap. 21) Capítulo 21 - Bella
(Cap. 22) Capítulo 22- Edward
(Cap. 23) Capítulo 23 - Bella
(Cap. 24) Capítulo 24 - Edward
(Cap. 25) Capítulo 25 - Bella
(Cap. 26) Capítulo 26 - Edward
(Cap. 27) Capítulo 27 - Bella
(Cap. 28) Capítulo 28- Edward
(Cap. 29) Capítulo 29- Bella
(Cap. 30) Capítulo 30 - Edward
(Cap. 31) Capítulo 31- Bella
(Cap. 32) Capítulo 32- Edward
(Cap. 33) Capítulo 33 - Bella
(Cap. 34) Capítulo 34 Edward
(Cap. 35) Capítulo 35 - Bella
(Cap. 36) Capítulo 36
(Cap. 37) Capítulo 37- Bella
(Cap. 38) Capítulo 38 - Edward
(Cap. 39) Capítulo 39- Bella
(Cap. 40) Capítulo 40 - Edward
(Cap. 41) Capítulo 41 - Bella
(Cap. 42) Capítulo 42 - Edward
(Cap. 43) Capítulo 43 - Bella
(Cap. 44) Capitulo 44- Edward
(Cap. 45) Capitulo 45- Bella
(Cap. 46) Capítulo 46- Edward
(Cap. 47) capítulo 47- Bella
(Cap. 48) Capítulo 48 - Edward


(Cap. 1) Capítulo 1 - Bella

Notas do capítulo

contado por bella

Capitulo 1- Bella

 

Eu não queria acreditar, aos meus 15 anos é que iria viver com o meu pai. Sim, com o charlie, o chefe da policia de forks que eu só vi 2 vezes em toda a minha vida!

Ele não me dizia nada nem no Natal e eu agora tinha que ir viver com ele. A minha mãe voltou a casar, desta vez com bill, um milionário advogado muito conhecido em los angelEs. Bill tinha um filho com 18 anos chamado Jacob. Eu nunca o tinha visto, a minha mãe quis se mudar para a casa de bill antes do casamento. A minha mãe era parecida comigo fisicamente, mas psicologicamente não tínhamos nada a ver. Eu suspeitei do interesse dela por bill. Sim ela gostava de dinheiro. Pelo que eu sei ela separou-se do meu pai tirando-lhe quase toda a fortuna e eu penso que seja por isso que o me pai não me tenha dito nada estes anos todos. Ela era muito fútil e só queria que eu me desse com pessoas com os pais ricos. Eu odiava isso. Eu gostava de ser eu própria. De falar com a Ângela, a minha melhor amiga. Ela não era rica mas também não era pobre. Pertencia a classe média baixa, mas era muito querida. Sempre que ela ia lá a casa eu me sentia mal pois a minha mãe tratava de trata-la abaixo de cão. Mesmo assim eu dava-me bem com a minha mãe. Íamos muitas vezes as compras e ela queria sempre saber o que eu tinha feito ao longo do dia. Mas agora é que eu tinha visto o motivo de tanta preocupação. Sim, porque a minha mãe me tinha enviado para o fim do mundo, para uma pessoa que não ligava para a minha existência para se poder casar.

E aqui estou eu, a espera do meu pai.

 

–voce deve ser a Bella – disse-me um homem atrás de mim. Ele era um pouco mais alto que eu. Tinha o uniforme de chefe de policia. Uma barba por fazer, mas parecia simpático. E era este o meu pai. Eu sorri-lhe.

 

–sim, você deve ser charlie, meu pai.

 

–Sim, você deve estar cansada

 

Ele pegou as minhas malas e depois de uma viagem de carro cheguei a minha nova casa. O meu quarto ficava no segundo andar. Não pensem que a casa era grande ou luxuosa pois não o era. Era minúscula mas tinha dois andares.

Despedi-me do meu pai cordialmente e arrumei algumas coisas no meu quarto. Ele era branco, tinha uma cama com uma mesinha de cabeceira, um armário com duas portas e uma mesinha género de secretária.

De manha o despertador rosa tocou. Eram seis horas, vesti-me para o meu primeiro dia de aulas na única escola da zona. Desci e o meu pai indicou-me que tinha comprado cereais, leite para o meu pequeno almoço. Depois de ter comido ele levou-me a escola sem uma palavra sequer.

 

– espero que tenha um bom dia Isabella – disse-me assim que abri a porta.

 

– obrigada charlie… ah pai

 

Sorri-lhe mas por dentro estava bastante triste. Tinha vestido umas calças justas que reaçavam o meu rabo perfeito. Sim eu tinha 15 anos mas corpo de 17 e uma carinha de menina. Mas apesar disso nunca tinha sequer beijado. O casaco que vestia não realçava o meu peito  avantajado para a minha idade. Mas mesmo assim eu estava um máximo. Os meu cabelos castanhos estavam esticados e tina posto uma maquilhagem simples. Com estes pensamentos entrei na escola.  Minha sala era a numero 15.

… 9, 10 poxas não é neste pavilhão… assim que ia a sair deparei-me com a coisa mais bonita k vi. Tinha uns olhos verdes de perder a respiração e um cabelo de bronze que só apetecia mexer… ai ai o que eu fazia com aquele deus grego. Ele vestia uma camisa branca e uma calças de ganga que lhe dava um ar de menino betinho rebelde. Ele parou na porta… olhou-me de alto a baixo como se me tivesse a avaliar… sorriu sacanamente e piscou-me o olho. Nisto vejo uma loira daquelas que parecem so existir nas revistas e que pensamos que ja passaram por uma retocaçao, ela puxou-o, lhe deu um linguado e beliscou aquela perfeixao de rabo… e eu??? Sai correndo com tanta rapidez que acabei esbarrando com uma rapariga mais baixa que eu, com o cabelo preto curto e espetado e com ss olhos ternos. Vestia um vestido azul rodado e um caso branco, meias brancas e sabrinas azuis a condizer com o vestido. Uma autentica fada.

 

–olá nunca te tinha visto por aqui es nova? – disse-me com um grande sorriso

 

– sou sim, desculpa eu estou um bocado perdida. Tou a procura da sala numero 15! – retribui-lhe o sorriso mas mais acanhado.

 

 – ahhhh boa, somos da mesma turma!! Eu sou a alice. – disse-me puchando-me a mão para irmos para a sala

 

– prazer, eu chamo-me bella

 

Na sala todos me olharam. Alice ficou ao meu lado na mesa. Ela era muito simpática e convidou-me para almoçar com ela. Já no refeitório descobri que ela tinha 16 anos e namorava um rapaz de 18, o jasper. Tinha dois irmãos, um com 18, melhor amigo de jasper e outro com 20 que estudava educação física. Era bom falar com ela, senti a tristeza das saudades da minha mãe irem-se embora.

No meio do almoço decidi ir a casa-de-banho e quando entrei deparei-me com o rapaz de cabelo de bronze a foder uma rapariga com cabelo loiro morango. Ela tinha as pernas a volta de cintura dele e estava sentada na bancada. Ela gemia que nem uma vagabunda e ele tinha a boca nos peitos dela. Ele tinha as calças para baixo e ela a saia para cima. N me viram e eu estava parada em frente daqueles dois.

 

– edward… edward… - gemia ela (então é assim que ele se chama… ) sai batendo com a porta.

 

Voltei para o refeitório onde alice me esperava

 

–bella você se sente bem? Está pálida

 

Claro k não, foi o que me apeteceu dizer, como poderia depois de deparar-me com aquela cena. Mas porque é que eu me importo??? Pera… importar??? Não, é claro k n me importo, eu só estou chocada porque eu nunca fiz aquilo, nem sequer beijei… e quanto eu queria k aquele deus me beijasse, beijasse o meu peito enfiasse…

 

–BELLA VOCE ESTÁ AI

 

–oi?? Alice?? É claro que estou bem

 

– tem certeza?? – ela parecia desconfiar. Ai o qu eu digo agora??

 

–sim, desculpe isto é por ser o primeiro dia de aulas – ela me olhou com pena

 

–oh, e que tal ir as compras amanha? é sábado e eu ADOROOOO fazer comprinhas e não há nada melhor para levantar o astral – os olhos dela brilhavam e como é que eu podia dizer que não aqueles olhinhos??

 

– por mim tudo bem, sabe onde eu moro?

 

–clarooooo esta cidade é pequena – ela me mostou a língua e eu ri

 

A campainha tocou e Alice me puchou para a próxima aula. Foi ai que comecei a notar que as raparigas lhe lançavam sorrisos e iam falando com ela, algo que ela ignorava e ate era bastante mal educada. O contrario do que era comigo.

 

–alice??  – chamei-a durante a aula

 

–sim bella – ela deu-me um grande sorriso

 

– porque é que as pessoas são simpáticas contigo e tu as tratas mal e comigo es cinco estrelas mais uma- dei-le um sorriso acanhado

 

– oh – ela deixou de sorrir e olhou para baixo mas continou- é que ter um namorado e um irmão mais velho são motivos para as raparigas sorrirem e serem simpáticas e serem as nossas melhores amigas para depois – ela começou a soluçar e saiu da sala, ficaram todos a olhar para a porta e depois para mim

 

– professor posso ir ter com Alice? – o professor olhou-me ainda com a boca aberta mas fez sim com a cabeça. Levantei imediatamente correndo porta a fora. Eu não conheci bem a escola e nem Alice para saber onde ela se tinha enfiado. Mas o que eu disse? Eu e a mina grande boca. Que parva que eu sou…

 

–AIIIII – bati em algo enquanto corria. Vi uma mão me ajudar a levantar. A cabeça doía-me, mas assim que olhei para cima a dor desapareceu. Era ele!!! O meu deus… o meu ídolo… o meu sonho… o meu anjo… o meu… (BELLAAAAAAA ELE NÃO É NADA SEU)

 

– você está bem? – ele me perguntou preocupado. E eu?? eu ali com a boca aberta a olhar par ele como uma idiota. Sim porque é isso que eu sou. Eu estava loucamente apanhada por ele. Por um rapaz que só tinha visto três vezes. Uma a curtir com uma loira, outra a foder com outra loira e agora que eu vou contra ele. Eu uma simples rapariga mimada que nunca beijou e que é morena.

 

–sim… ah desculpa eu estava a correr e não te vi… - disse-lhe acanhadamente, sim porque eu tinha de lhe dizer algo

 

 – quem me dera ser atropelado todos os dias por uma gostosa como tu – ele sorriu e me mandou um olhar… ai meus deus… eu não sentia o meu coração… eu não sentia mais nada se não aqueles olhos verdes a me comerem pois percorriam o meu corpo com desejo (???) ai… eu não sentia as minhas pernas e mordi o meu labio inferior. Ele riu. Com uma mão agarrou a minha nuca e com a outra o meu rabo. (aiiiiii que mãos!!!) eu estava no céu! Eu não tive como me afastar dele nem dizer algo pois a única coisa que eu fiz foi gemer num suspiro. Sim, ele não tinha feita nada e eu já me derretia toda. E ai aconteceu. O meu primeiro beijo. SIMMMMMM ele estava-me a beijar. Aquele deus grego estava a me dar um beijo.

 

Começou com um simples encosto de lábios mas a língua dele pediu passagem  ao mesmo tempo em que a mão dele apertava o meu rabo e eu?? Eu dei passagem aquela língua que fazia maravilhas. Ela explorava todos os cantos da minha boca e mais cedo do que eu desejava… ele largou-me. Olhou para mim de alto a baixo,  gargalhou e continuou em frente.

Eu fiquei mais um tempo parada a espera. A espera?? A espera de que? Talvez de que ele chegasse e me levasse para o banheiro para fazer o mesmo que fez aquela loira morango. Mas o que estava eu a pensar. Ele era aquele que tinha todas. E todas me inclui!

Eu estava maluca… ainda a cinco minutos eu era virgem de boca e agora só penso que quer que ele me coma! Eu fechei os olhos e saboreei o gosto dele dentro da minha boca. Sorri e lembrei-me do que eu estava a fazer antes de esbarrar contra ela. Contra aquela coisa perfeita… aquele deus eu me tinha tirado a virgindade da boca e que eu queria que aquela língua entrasse noutro sitiu…

Mordi o lábio inferior, sorri, abri os olhos e continuei a correr.

 

–ALICE… ALICE… - gritei

 

Não foi difícil achá-la. Estava sentada no chão encostada a uma arvore ao lado do estacionamento. Tinha estado a chorar. Sentei-me ao lado dela.

 

– desculpa Alice se disse algo que te magoou. Não era a minha intenção. – ela olhou para mim com os olhos vermelhos e a cara toda borrada da maquilhagem.

 

– eu é que peço desculpa mas é que eu estou farta – e começou a soluçar

 

– ai Alice não fiques assim – comecei a desesperar- eu não te conheço mas pareces-me boa pessoa- abracei-a – não chores

 

– eu sou rica, não sou feia – sorriu- tenho o melhor namorado do mundo, e uma família que eu amo e que me ama muito. Mas as minhas amigas nunca são minhas amigas de verdade. So querem saber de mim para comerem os maus irmão ou para aproveitarem-se da minha fortuna e eu estou farta disso. – fiquei sem fala. Alice devia ser uma das amigas que a minha mãe quereria para mim.

 

– mas onde eu entro nisso? Acabei de chegar. Ok ok eu posso não ter muito dinheiro mas eu não quero o teu e muito menos os teu irmão. O máximo que pode acontecer é ter ciúmes da tua família pois eu nunca… - comecei a chorar. Nunca chorei mas não sei porque fui-me abaixo em frente aquela fadinha. Eu sempre quis ter um pai, uma mãe que me amasse e não se servisse de mim para viver a própria vida. Que me desse os parabéns pelas minhas pequenas conquistas e não que se achasse um máximo cada vez que conseguia algo que ela queria. Alice me olhou confusa e me abraçou.

 

–pronto bella. Eu estou aqui. Está tudo bem. Me desculpe.- ela tentou me acalmar.

 

– Alice me desculpe – tentei dizer – é que eu nunca me tinha ido abaixo

 

– eh! Eu sei o que é isso. Acabou de me acontecer. – ela riu me levando junto.

 

– Mas estavas a falar de ti…

 

– eu me aproximei de ti porque quero uma amiga verdadeira

 

– eu posso ser uma

 

– então promete-me que nunca te irás envolver com um dos meus irmão

 

 –prometido – ri e fiz sinal de escuteira- mas não percebo. Eles devem ser muito bons para todas andarem atrás deles.

 

Alice não riu e a cara dele transformou-se em tristeza

 

– eles são os melhores irmãos do mundo. Mas ter um namorado mais velho e o irmão que é o mais popular da escola... Que já rodou a escola inteira… que já ajudou a meter os cornos a todos os rapazes da escola… que sabe o kamasutra de trás para a frente e vice versa… que basta estar os dedos para as raparigas lhe caírem aos pés… que já o apanhei com quatro vagabundas na cama dele… - as lágrimas voltaram a rolar.

 

– acalma-te Alice!!

 

– eram as minhas melhores amigas… ok eram mas velhas dois anos… mas eram as minhas melhores amigas… foi na minha festa de 16 e elas tinham dormido lá as quatro… quando eu acordei elas lá não estavam… ele pediu-me desculpa… disse que eram elas que se atirravam a ele… e como eu poderia me zangar com ele??? Ele faz tudo o que peço. É o meu melhor amigo. O meu confidente. Ok é muito mulherengo mas é sincero e nunca, mas nunca prometeu nada a alguma delas! – ela parou de chorar e sorriu eu sorri com ela

 

– eu também queria ter um irmão ou uma irmã assim. – o meu sorriso se apagou – o meu pai não quer saber de mim e a minha mãe é a pessoas mais fútil que eu já conheci. Tanto que agora que se vai casar com um milionário manda-me para aqui… mas ainda bem porque te conheci

 

– oh bella que bom que foi teres vindo e eu serei a tua irmã mais velha – ela se levantou e começou a dar pulinhos- ah e amanha vamos ao centro comercial eu peço ao edward para nos levar…

 

– edward??

 

– sim, o edward é o meu irmão e o gajo mais popular desta maldita escola

 

Ela me puxou pelo braço de volta a sala de aula e a minha cabeça rodava mim. Não poderia ser a mesma pessoa. O que é que eu tinha acabado de prometer!

 

 

 

 

 

Notas finais do capítulo

E aqui estão 5 páginas desta história! Eh eh

Eu prometo que a história irá envolver outros termos e será muito mais louca mas por enquanto foi a apresentação das personagens e o inicio da historia.

podem ler esta fic de duas maneira... podem ler tudo de seguida... ou podem ler os capitulos da bella e depois do ed (e vice-versa...)

 

não se esqueçam de comentar


Beijos





(Cap. 2) Capítulo 2 - Edward

Notas do capítulo

capitulo 2 pelo edward... atenção isto e so o começo...

Capitulo 2 – edward

 

– sou mesmo bom – e sou mesmo. Ri sozinho enquanto me mirava ao espelho da minha magnifica casa. Estava vestido com uma camisa branca e com calças de ganga. Eu não sou betinho nem nada disso, bem pelo contrário mas eu sei que a minha camisa me dá um ar de betinho rebelde que as raparigas adoram. Apesar de eu saber que não é só por isso que elas me caem aos pés. Não é só pela minha roupa nem pelo meu dinheiro mas sim porque sou lindo. Tenho uns olhos verdes que toda a gente admira e uns cabelos cor de bronze desalinhados.

A minha vida é perfeita. Alem de ter as raparigas que e quiser, viver numa mansão, tenho a família perfeita. Esme e carliste (meus pais) são tudo o que alguém pode desejar. Deixam-nos dar as maiores festas e estão sempre prontos para nos ouvir. Sou o irmão do meio e talvez por isso seja tão fantástico pois costuma-se dizer que no meio é que está a virtude.

Emment é o meu irmão mais velho. Tem 20 anos e esta a tirar educação física. Por isso tem um corpo bem definido, não que eu também não o tenha, mas é claro que ele abusa comigo. Ele é bem saidinho da casca, e talvez isso seja de família, pois eu e ele gostamos de nos divertir com a mulherada.

 Alice é a nossa menina, tem 16 anos e é simplesmente linda. É a nossa fadinha. Não sei a quem ela saiu tão baixa mas pronto. Ela odeia que nós falemos da altura (ou falta dela) dela. Eh eh

Porem ela está um pouco chateada comigo e tem um pouco de razão pois eu e o emment costumamos comer as “amiguinha” dela.

“amiguinhas” porque só falam com ela para que nos reparemos nelas. Não sei como fazem isso a Alice. Ela é tão simpática e somos tão unidos. No dia em que ela fez 16 anos, vieram dormir cá quatro amigas dela. Eram um pouco mais velas que ela. Aliás, tinham a minha idade, 18, mas eu nunca tinha reparado nelas. Alice não quis fazer uma grande festa. Eu estranhei. Alice é a rainha das festas. Adora passear pelo centro comercial e faz beicinho para eu ir com ela para segurar-lhe os sacos. Ela lá fez a mini festa dela. Estava tão feliz. Tinha se esmerado na decoração e sobretudo na sua produção pois comprou 15 vestidos para o dia e ficou um mês a por os prós e contras de cada um. Acabou por escolher uma prateado caicai. Foi especialmente ao cabeleireiro e a maquilhagem quando ela é especialista nessas meterias e passou o fim de semana passado num spa. Durante o jantar eu fiquei ao lado de uma amiga dela. Ela debaixo da mesa começou a tocar a minha perna ate ao meu sexo. Engoli seco e olhei para ela. O que eu ia fazer?? Bem continuei a comer. Não ia estragar os anos da minha irmã. Olhei para a outra amiga da minha irmã que estava a minha frente e ela piscou-me o olho. Oh que deus me ajude… levantei-me e fui a cozinha beber agua. Nisto aparece outro amiga que me apalpa o rabo e me diz ao ouvido:

 

– esta noita eu quero-te- olhei para ela, levantei uma sobrancelha e gargalhei.

 

– bem podes ir sonhando- deixei o copo em cima do balcão e virei-me para seguir para a sala mas vinha a ultima das quatro amigas. Ai edward caralho que tu estás perdido com estas putas todas. A outra rebolava enquanto vinha na minha direcção

 

–olá edward

 

–adeus – disse seco e voltei para a sala

 

O jantar continuou com elas as quatro em cima de mim mas graças a deus Alice não deu conta. Pedi-lhe para me ir embora mas ela fez aquele maldito beicinho que me mete aos seus pés.

É nestas alturas que eu me pergunto o que tenho para ter tantas raparigas atrás de mim. Acho que é por eu estar a cagar para elas. Elas gostam dos rapazes que lhes dão para traz. E por realizar as fantasias delas. Mas naquela noite eram elas que iriam realizar uma minha porque todos os homens desejam ter quatro vagabundas com o cio nos seus quartos. Ma voltando a festa, eu fiquei um pouco com elas. Mas fodasse um homem não é de ferro e apessar de eu amar muito Alice o meu pau já pedia para eu foder uma das cínicas amigas da minha irmã. Assim fui para o meu quarto.

Ouvi elas rirem lá abaixo e por volta das cinco da manha irem para o quarto de Alice. Uma hora depois atem a minha porta. A porta é aberta depois

 

– podemos edward? – perguntou uma voz sexy. Ouvi risos por trás. Edward não… Alice não te irá perdoar… tentei pensar mas o meu pau queria era festa pois sou apenas um rapaz de 18 anos que nunca conheceu o amor e que não está interessado em conhecer. (risos)

 

– claro – que se foda tudo. Hoje as “amigas” de Alice serão minhas. Amigas porque deveriam ser pelo menos duas. Quando acabaram de entrar vi que eram as quatro. Ai ai e depois não me venham com o convencido por eu me achar bom. Ah ah

 

Sentei-me na beira da cama e puxei a rapariga que estava ao meu lado na mesa. Ela sentou-se em cima de mim com as pernas a volta da minha cintura. A camisola do pijama dela tinha u decote em v e estava sem sotiam e eu abocanhei o seio esquerdo dela enquanto as minhas mãos apertavam as nádegas dela e o meu sexo começava a latejar nas calças. Ela riu e senti alguém a ir para a cama mas eu estava ocupado par ver quem e o que estava a fazer. Senti duas mãos no meu pescoço e nas costas a fazerem-me género de uma massagem e de seguida a beijarem-me o pescoço e a lembe-lo. Senti a respiração ofegante tanto da que estava atrás como a que estava sentado por cima de mim.

Comecei a pensar em Alice mas eu queria aquelas quatro e era agora.

Tirei a que estava em cima de mim e desenvilhei-me da que tava por trás.

Levantei-me e vi uma encostada a parede já nua. E iria começar por aquela. Levantei-a e encostei-a a uma parede sentada na minha secretaria. Baixei as calças e o boxer que continha o meu pau já erecto e olhei para ela.

 

–o que é que estão a fazer aqui? – perguntei sacana para ela e introduzi três dedos dentro dela e comecei a movimenta-los.

 

– ah ah edward – ela agarrou-se nos meus ombros como a pedir apoio e eu em resposta enfiei outro dedo – queremos que tu nos comas todas e arrotes no fim - agora me digam como é que um homem pode manter a posse com frases destas? Como??

 

Tirei os dedos dela e olhei para ela com cara de parvo (se é que consigo ah ah). Mas eu não iria ficar assim e penetrei-a sem aviso, ela gemeu como uma puta que era. Sai de dentro dela.

 

– hei se é o que queres é melhor baixares o tom ou mudo para outra.

 

– continua… continua… - gemeu ela, e eu como cavalheiro que sou voltei a penetra-la. Senti tuas mãos a agarrarem-me a cintura por trás e um peito contra as minhas costas. Mas que merda será que não posso acabar com esta primeiro? Parece que as outras estavam necessitadas. Com este pensamento aumentei os movimentos e a casa estocada a puta gemia. Eu puxei o cabelo dela e disse:

 

– caluda caralho- e ele veio-se. Eu virei-me e beijei a que estava por trás de mim. Ela deve ter se assustado mas respondeu a altura. Empurrei-a para a cama e deitei-a, deitando-me por cima dela. Parei-lhe de beijar para beijar uma outra. Senti umas mãos no meus pés a tirarem-me as calças e depois os boxeres. Deixei as duas e virei-me para essa. Beijei-lhe os seios enquanto a minha mão dedilhava o paraíso entre as suas pernas. Ela ofegava. Empurrou-me de volta a cama e deitou-se em cima de mim começando a cavalgar. No momento em que me vinha Alice entrou no quarto.

Sim Alice apanhou-me pela milésima vez com uma amiga dela… bem, neste caso com 4 das suas amigas, visto que estávamos todos nus, excepto eu que ainda tinha a minha camisola vestida.

Eu tentei, juro que tentei, mas o cabrão do meu pau comanda mais o meu corpo do que aquela coisa inútil que as pessoas chamam de consciência.

Alice entrou e ficaram todas a olhar para ela. Eu sinceramente só me apercebi da presença dela porque a vaca que estava e cima de mim parou.

Olhei na direcção que ela estava a olhar e vi Alice em frente a porta a olhar para a cena toda. No momento em que os seus olhos encontraram os meus, ela simplesmente “fez um não” com a cabeça e saiu do quarto. Eu levantei-me deixando cair a puta maldita e sai com o meu membro a mostra atrás da Alice. Ela fechou-se no quarto.

 

–alice… ALICE…- chamei – por favor abre a porta e vamos conversar… por favor… - implorei

 

– VAI-TE EMBORA TRAIDOR!!!

 

Comecei a odiar-me pois foi nesse momento que a minha consciência começou a funcionar. Alice era a melhor irmã que eu podia arranjar e eu só a magoava. Não que ela se importa-se se eu alguma vez namorasse com uma das amigas dela. Mas eu não queria nada disso. Nem me aproveitar porque todas que eu fudi sabiam perfeitamente como eu era.

Mas todas as amigas dela sempre que conseguiam algo comigo ou com o Emment simplesmente deixavam de lhe falar. Por isso ela pediu-nos para não voltarmos a ter nada com uma das amigas dela. E eu tentei… mas não consegui.

Encostei a cabeça a porta e continuei a chama-la e a implorar para que me abrisse a porta.

 

– nós falamos com ela- disse-me uma voz atrás de mim. Virei-me e lá estavam as quatro malditas já vestidas. Olhei para ela mas não as vi.

Fui para o meu quarto, tranquei a porta e deitei-me na cama pondo o cobertor por cima de mim, desejando morrer. Acabei por adormecer.

Quando acordei quis voltar a adormecer pois já sabia o que ia encontrar. Só esperava que aquelas idiotas oferecidas tivessem já se ido embora.

Fui tomar banho na esperança que me tirasse aquela sensação de cão nojento e sujo que eu tinha. Depois de me vestir, tomei coragem e desci. Na cozinha, de costas para mim estava Alice a comer os cereais que normalmente come de manha. Olhei para a empregada que se chamava jane e ela fez beicinho. Fiz sinal para ela sair e obediente ela foi.

Sim eu também já tinha fudido aquela vadia mesmo naquela mesa. Pela frente e por traz e que bem ela mamava, mas depois veio-me com uma conversa chata e eu metia no lugar dela. Ela estava naquela casa para trabalhar e que não pensasse só porque me deu prazer eu iria ser simpático e não trata-la como a empregada que era.

Deixei os pensamentos da empregada para lá e fui-me sentar em frente de Alice. Ela continuava a comer e olhava para a tijela.

 

– Alice temos que falar… - disse-lhe num modo de meter pena. Não que e não estivesse arrependido e quisesse o perdão dela a todo o custo… mas eu estava habituado a ter todas as raparigas que quisesse e bastava jogar um pouco de sedução para elas me caíres todas aos pés.

 

–edward eu sei… você não tem culpa… você é lindo e irresistível, eu é que não sou boa pessoa pois só atraio merda – ai as lágrimas dela rolara daqueles olhinho lindos e o meu coração se partiu. Eu amava aquela fadinha mais que tudo. 

 

Levantei rápido da mesa e abracei-lhe. Ela respondeu-me ao abraço e eu beijei-lhe a testa.

 

–fadinha tu es linda. Es a melhor pessoa que eu conheço. Eu é que sou fraco. Eu tentei juro que tentei mas quando eu vi já elas estavam nuas e depois eu fechei os olhos e já estava uma dentro de ti e… - ela tapou-me a boca com a mão dela e sorriu. 

 

–tu não tens a culpa mas porque é que não me contas-te que  aquelas putas se atiravam a ti?

 

– eu não queria que sofresses – olhei para baixo e a fada da minha vida agarrou-me o queixo e obrigou-me a olhar para ela

 

– eu vou seguir em frente e arranjar novas amigas mas eu quero que me prometa uma coisa…

 

–tudo, tudo o que você queira – eu prometi-lhe

 

– se alguma das minhas amigas voltar a se atirar a si, eu quero que me conte, acredita que é melhor assim do que me tentares protegeres porque assim eu vou ve-las a… - respirou fundo

 

– eu prometo, eu prometo – eu disse-lhe, pois queria acabar com aquele sofrimento em que eu estava, queria acabar com a carinha triste dela, queria acabar com aquela conversa e voltar a estar bem com ela.

Notas finais do capítulo

A história vai ficar mais interessante pois agora o edward vai encontrar-se com a bella. Tenho recebido poucos comentários mas os que vieram são bem vindos  foi me pedido para ter mais atenção á escrita e tive esse cuidado. E se encontrarem falhas avisem pois eu sou portuguesa e muitas pessoas que o leram são brasileiras. Não que eu tenha nada contra… pois eu leio bastantes brasileiros e conheci aqui brasileiros (as) fantásticos (as).
Podem dar a vossa opinião e sugestões sobre a continuação da fic pois ela ainda não está terminada.
Agora entro em exames… por isso so postarei se comentarem

Beijinhos e obrigado por lerem e comentarem





(Cap. 3) Capítulo 3 - edward

Notas do capítulo
desculpem a demoraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

Capitulo 3 - edward

–bem estamos atrasados – disse-me a fadinha

– já terminou? – ela fez sim com a caça

Saímos de mãos dadas como costumamos fazer pois somos mesmo muito unidos! Eu amo a minha fadinha muito J

Entramos no meu querido volvo ruma á escola. O caminho correu normalmente, sempre a falarmos e a rirmos. Como eu gostava de estar assim com ela. No meio de uma das muitas gargalhadas que demos perguntei-me se algum dia iria encontrar alguem que me deixasse tão feliz como quando estou com a minha irmã. Como já disse não me faltam mulheres mas querem todas sexo (o que não me importo) mas eu vejo parzinhos e gostava de ter essa sensação. Alice tem jasper , que é o meu melhor amigo, sim eu não me importo que eles namorem pois ele gosta mesmo dela e não lhe falta ao respeito, eu sei que eles já fizeram amor, porque com ele é amor. Ele disse-me que tenho de experimentar mas só me é aparece é merda e coisas tristes como ontem.

Como é que será ter alguém para mimar e amar?

Ca merda… tou a ficar piroso…

E o emment tem a rosalie. Eles tem uma relação para o muito aberta mas são doidos um pelo outro. E eu nada. Se calhar tenho que me ficar por foder estas putinhas que se oferecem a mim.

–edward?? Edward?? Alice me chamou tirando-me dos meus pensamentos

– sim fadinha?

–está tudo bem?

–claro que está – sorri para ela – eu agora vou-me comportar juro

–estou a contar com isso – ela sorriu-me de volta

Chegamos a escola e jasper abriu-lhe a porta beijando-a deseguida

– podem esperar para eu estar longe para fazer isso – fiz cara de nojo

–hei cara arranja uma para ti e vais ver como as saudades apertam quando não a vez por 1 minuto e só te apetece beija-la cada vez que a vez

Deves pensar que já não procurei – foi o que me apeteceu dizer… mas em vez disso virei as costas e deixei-os. Segui para o meu pavilhão e foi quando eu entrei que a vi… eu vi a coisa mais linda que eu já vi. ela tinha os cabelos castanhos e os olhos da mesma cor mas tinha os lábios carnudos que só me da vontade de chupar e morder. Olhei-a de alto a baixo vendo aquela maravilha de corpo tão bem constituído e sorri ao pensar o que faria com ele pois ele íria ser meu. É que podem apostar!

Pisquei-lhe o olho como a dizer-lhe que não poderia fugir de mim.

Ela só poderia ser nova pois era impossível eu andar naquela escola e nunca a ter visto. Devia ter a minha idade o ser um ano mais nova.

Enquanto a mirava jessica aproximou-se vinda não sei de ontem e beijou-me. Quando consegui me soltar ela tinha desaparecido mas eu tinha acerteza que ela não me iria escapar pois eu procuraria ate ao fim do mundo se fosse possível só para beijar aquele lábios perfeitos e apertar aqueles seios que...

– edward querido está tudo bem? – a vaca da jessica me perguntou

– larga-me

Virei-me para procurar a minha deusa mas no momento em que ia sair, jasper entrou.

– hei cara está quase a tocar, vamos para a aula?

– sim, vamos… - respondi-lhe, eu não queria que ninguém soubesse da minha deusa pois eu nunca sentido aquilo. Aquela obsessão doentia que ate me assustou mas eu saia que mal a tivesse, essa sensação desaparecia. Eu não sabia nada sobre ela. Quem ela era e de onde vinha mas não sei bem porque ela não me saiu da cabeça durante a aula inteira.

Depois de três aulas completamente secantes dirigi-me para o refeitório. No caminho tomei atenção para ver se via a minha musa mas não a vi. de repente alguém me toca no braço.

–olá edward – disse-me tanya com um sorriso travesso que só podia significar uma coisa!- estás ocupado?

– hum isso depende gata – eu queria a minha deusa mas a tanya era bem gostosa e transa fácil nunca se nega (risos)

–tenho saudadas tuas – ela disse enquanto me abraçava

– Serio? – respondi irónico

– sim e de me meteres bem gostoso – sussurrou-me ao ouvido

E claro que o meu pau estava pronto para lhe dar o que tanto ela queria.

–seu desejos minha ordem

Ele sorriu e me levou para a casa de banho feminina. Deve ser o desejo de muitos homens fazer neste local mas eu já o tinha feito milhões de vezes. Então com ela… mas sexo é coisa que não se nega a mulher gostosa.

Entramos aos beijos sem nos importarmos as raparigas que assustadas saiam a correr de lá. Pois a tanya não era santinha nenhuma e gostava de levar bem. E eu? Bem toda a gente sabia que eu gostava de uma boa transa mas não vou com uma qualquer e muito menos prometo mundos e fundos. Querem sexo e são gostosas ok… mas não quero saber de lamechices nem trocas de amos (carinha de nojo). E tanya era uma dessas. As vezes saiamos juntos e sentávamos na mesma mesa de almoço ou cumprimentávamo-nos com um selinho, mas nada de serio pois ela rolava por todos os gajos da escola apesar de eu ser o preferido.

Ainda no meio dos beijos encostei-a ao lavatorio.

– ai ed que saudades – e mordeu-me o lábio inferior – diz que não tas com saudades de me comer gostoso… diz…

– muitas mesmo… - desci as alcinhas da camisola dela e fui beijar aqueles seios ja rijos que imploravam o meu toque – principalmente destas maravilhas

– ai ed… - ela gemia – ate vim de saia verde para combinar com os teus olhinhos gato

Oi?? Para combinar com os meus olhos?? Que se foda… ou melhor eu é que a vu foder e se bem. E com este pensamento o meu amigo que nunca me deixa ficar mal ficou bem duro. Fui descendo com os beijos ate chegar a vagina dela. Beijei-lhe por cima da tanguinha e com os dentes puxei o tecido

– não me faças mais sofrer meu gatinho

–gatinho?? – olhei para ela incrédulo e enfiei dois dedos da grutinha dela fazendo movimentos de vai vem e com o polegar comecei a massajar o clítoris sem nunca desviar os olhos dela.

– edward… - ela mordia os lábios e tentava desviar o olhar. O meu olhar serio. adorava quando estas putas que pensavam que tinham os rapazes que queriam so porque traziam a saia da mesma cor que os olhos dela se derretiam para mim.

–sim?- levantei uma sobrancelha continuando os movimentos e o meu olhar

Como eu previa não demorou muito a ela se vir. Lentamente tirei a tanga também verde e lambi a vagina dela chupando os lábios.

– anda logo edward por favor

Gargalhei e me levantei.

– como se eu conseguisse dizer não a uma dama – levei a mão as calças e tirei a minha carteira, tirando de lá um preservativo. baixei as calças e ele olhou para a minha grande erecção e gemeu. Coloquei o preservativo e olhei para o corpo gostosa a minha frente.

Sem dó nem piedade abri-lhe as pernas e penetrei-a logo. Ela ofegou com a primeira investida mas aquela vagabunda já estava habituada e continuei a fode-la. Os movimentos aumentaram e os gemidos dela também. Não queria saber se escola toda sabia que eu estava ali a come-la pois era isso mesmo que eu queria e então voltei a minha atenção aqueles seios duros e saborosos que já passaram por tantas mãos ma que eu adorava chupar.

–edward… edward…

E foi ai que ouvi a porta do banheiro e virei a cabeça em direcção a porta apesar de ser normal a pessoa sair depois de presenciar a cena que estava a ocorreu.

Tanya puxou-me pelo cabelo para eu voltar a mamar nos seus peitos e claro que eu voltei

– ai cadelinha geme para mim – não aguentei e aumentei as estocadas

Vim me pouco depois mas continuei com a penetração pois gosto que eles também desfrutem. Sou um homem decente (riso diabólico interno), Tanya veio-se pouco tempo a seguir. Afastei-me dela, tirei o preservativo, deitei no caixote de lixo, vesti as calças e sai, deixando uma tanya toda aberta em cima do lavatório ainda apreciando o seu orgasmo.

Sim porque como eu já disse eu sou um homem decente que não tem paciência para lamechices porque eu dei-lhe o que ela queria, e que muitas querem.

Dirigi-me para o refeitório calmamente pois não ia ter aula seguinte. Liguei ao jasper para combinarmos para festa de amanha a noite em casa dele. E ele perguntou-se se queria ir ter com ele a seguir de eu almoçar para ver os preparativos.

Depois de me se vir, sentei-me numa mesa livre. Enquanto almoça pensei na minha musa. Naquele corpo… e num quanto eu queria meter nela… meu amigo ficou feliz com essa possibilidade

–olá edward – levantei os olhos do tabuleiro para ver a dani, a rapariga que me tirou dos pensamentos de foder a rapariga mistério

–olá dani, queres-te me fazer companhia? – dei-lhe um sorriso matreiro. Dani era uma morena bem gostosa que fazia parte da minha turma e que tinhamos transado uma vez numa visita de estudo a uma quinta. E puxei-a para umas muralhas lá perto. Ate que foi bem gostoso.

– adorava. Mas sabes o que eu gostava de saber? – perguntou coma sua voz sexy

– o que? – perguntei fingindo curiosidade pois eu sabia o que ela queria saber. Ela queria saber se eu desejava voltar a comer de quatro como na visita.

–temos a próxima horinha livre e eu pensei que podíamos conversa…

–conversar? – fiz biquinho

– ai edward… não faças essa carinha não que eu fico toda molhadinha e depois peço-te para vires comigo para a biblioteca para aquela parte que tu conheces bem e

– agora não posso – levantei-me e dirigi-me para a sala dos alunos onde me iria encontrar com japer e foi ai que o meu mundo parou

Que lamechice mas é verdade… eu via… ela vinha apresada e afita… e eu como o cavalheiro que sou fiz para esbarrar com ela. Mas ela vinha to a correr que quando eu fui contra ela, ela caiu.

–AIIIII – ela gritou

Estendi-lhe a mão para ajuda-la e ela olhou primeiro para a mão e depois para mim. E eu? Eu perdi-me naquela imensidão de chocolate que eram os olhos dela. Eu não acreditava que a tinha aleijado. Nunca fiz mal a uma mulher (bem pelo contrario) e agora eu faço mal a que eu queria nos meus braços.

– você está bem? – eu perguntei realmente preocupado e ela continuou a me olhar. Eu dividia a minha preocupação em desejo de possuir aquela morena por cada vez mais ter a certeza que ela queria e como as outras, renderia-se rapidinho.

–sim… ah desculpa eu estava a correr e não te vi… - disse-me acanhadamente

– quem me dera ser atropelado todos os dias por uma gostosa como tu – sorri-lhe cheio de desejo e com a certeza toda de que a queria, agarrei primeiro a nuca dela e depois aquele rabo empinado e fofinho e sem mais nem menos a beijei. Senti algo como nunca senti. Ela cheirava a morango. Um cheiro maravilhoso. Único e inconfundível.

Começou com um simples encosto de lábios pois foi o tempo de eu a cheirar e me perder naquela sensação de ter a minha deusa perto de mim. Logo de seguida eu comecei a explorar aquela boquinha linda e gostosa com a minha língua matreira. E ela não me impediu, pelo contrário. Apertei o rabinho dela sentido mais vez o fofinho e maravilhoso que era mas assim que fiz isso ele ficou bem riginho e só pensei o quando devia ser bom separar aquelas nádegas e enfiar bem nele.

Mas no meio destes pensamentos algo me assustou. Foi um sentimento esquisito. Sentimento??? Mas qual sentimento??? Isto foi desejo, pois fazia tempo que eu não desejava tanto ficar com alguém. Ficar? Eu queria era transar. Só isso. Mas que merda! Ainda não ser o nome da minha moreninha e fico doido já por ela. Doido? E se ela percebe?

Parei o beijo e olhei o corpo dela de alto a baixo. Ela era magnifica, e eu iria te-la. Mas não podia dar esperanças a ela. Ela tinha que saber que eu só queria sexo. Sexo com aquela gata fez-me pensar em cenas obscenas. Gargalhei com estes pensamentos e voltei para o meu caminho para a sala dos alunos para combinar a festa com jasper e talvez a minha moreninha também fosse. No caminho saboreei o gosto dela na minha boca.

Notas finais do capítulo
Olá br />Obrigada a todas do fundo do coração
Adorovos

Ahhhhhhhhh
Querem saber quem é a dani? Lol
Foi a primeira que comentou
:p



Dani espero que gostes do edward 




(Cap. 4) Capítulo 4 -Bella

Capitulo 4- Bella

 

Voltamos para a aula. Eu ainda pensava se o rapaz que me tinha beijado e por quem eu já estava caidinha poderia ser o irmão da Alice. Se fosse eu estava totalmente fudida.

Alice era muito querida e eu nunca tinha traído uma amiga mas edward tirava-me o juízo todo. Porem ele quando soubesse que eu era uma pitinha nunca mais olharia para mim. Eu tinha certeza. E só de pensar que ele amanha iria comigo, eu arrepiava-me toda.

E também ele era aquele tipo de rapaz que eu detestava. Era rico e pensava que tinha as gajas todas aos seus pés. Pelo menos a mim tinha-me.

No intervalo a fadinha estava mais contente e não parava de tagarelar.

 

– olá amor – um rapaz com o cabelo encaracola e que parecia mais velho e muito giro aproximou-se de nós as duas.

 

– olá querido – Alice deu um selinho no rapaz - deixa-me apresentar-te a minha nova amiga bella. Bella este é jasper, o meu namorado.

 

Jasper admirou-se quando Alice falou em nova amiga mas depressa disfarçou.

 

–prazer bella

 

–igualmente – respondi sem graça

 

– bem Alice a bella vai amanha a minha festa?

 

– já ia esquecendo – Alice olhou para mim pensativamente e depois para o namorado – jasper não sei…

 

– festa é festa Alice… tu gostas mais do que eu e já está tudo tratado… tens de ir fadinha- e eles beijaram-se.

 

Eu deixei eles sozinhos e sai do pavilhão, esperando Alice á porta. Foi quando eu o vi. ia ao lado de uma morena. Iam so a conversar mas a rapariga olhava para ele demais para o meu gosto. Sim eu estava com ciúmes. Mas ciúmes porque? Talvez porque a rapariga so ria parvamente para ele.

Decidi que preferia apanhar a vela de Alice com jasper do que ficar ali feita idiota a olhar para um gajo bastante gostoso e maravilhoso que beijava super bem mas que não se importava de magoar a irmã desde que fosse por uma boa foda.

Quando ia a entrar eis que toca o meu celular. Era o meu pai chamando-me para ir para casa pois já estava na escola para me buscar.

Virei-me de novo e Alice me chamou.

 

– bella já vai embora?

 

–vou sim Alice. O meu pai já me espera na entrada

 

– hum oki. Amanha sempre posso passar por sua casa para irmos ás comprinhas? – ela deu um grande sorriso e fez uma carinha daquelas que voce não pode contrariar

 

–é claro, já tinha-mos combinado – retribui-lhe o sorriso

 

– ah e amanha a noite jasper vai fazer um festinha… eu gostava que fosses... – Alice deu-me as mãos e começou aos saltinhos

 

– Alice acho que não vai dar… eu sou nova aqui e acho que o meu pai não vai deixar ir. As compras só tem que deixar eu ir porque preciso de algumas coisas. Agora festas acho que não.

 

– oh, então amanha falamos melhor acerca da festa que tu vais

 

–sim falamos melhor amanha

 

Dei-lhe um beijinho da bochecha e fui ter com o meu pai.

 

–olá bella. Como foi o seu primeiro dia? – perguntou-me assim que cheguei ao carro.

 

–bom pai – e tinha sido pois conheci Alice e beijei o rapaz mais bom que eu já tinha visto em toda a minha vida e foi ai que me lembrei que ele era proibido. Porque com a sorte que eu tinha era o mesmo edward.

 

– e fizeste amizades? – o meu pai continuou

 

– sim fiz. Conheci uma rapariga muito simpática e divertida. Chama-se Alice.

 

– Alice? Alice que? – já não me bastava a minha mãe a querer saber os apelidos para ver as famílias ricas, tinha agora que levar com o meu pai também?

 

– sinceramente não sei, mas ela convidou-me para ir amanha as compras e ai poderás conhece-la.

 

– parece-me bem.

 

Mais tarde a minha mãe me ligou enquanto eu olhava para a matéria dada hoje para ver em que ponto eu estava.

 

–olá mãe- eu estava cheia de saudades – que saudades…

 

– olá Isabella. Eu também estou cheia de saudades suas querida. Como correu primeiro dia de aulas? Conheceu alguém importante?

 

– conheci mãe. Fiz amizade com uma rapariga muito…

 

– e ela tem dinheiro? Os pais são conhecidos?

 

– sim mãe tem mas…

 

– muito bem querida. Sabe que eu não queria manda-la para ai. Para esse fim do mundo. Mas não tive outra opção pois ando muito aterafada com os preparativos do casamento que ainda não sei as pessoas certas para você se dar ai…

 

– mãe eu já sou crescidinha para escolher as minhas próprias amizades…

 

– cale-se isabella. Você não sabe nada da vida. E se você for ai como é aqui só escolhe gentinha do pior. Bem isabellinha tenho de ir. Estou estafada e só quero um banhinho de espuma. Beijo querida

 

–outro para si mãe – e ela desligou.

 

Fui me deitar e fiquei a pensar na vida. Na minha vida.

Não me apercebi quando adormeci, mas eu só podia estar sonhando. Sonhei com edward.

Nos estávamos numa floresta. ele poucos metros a minha frente vestido todo preto mas mesmo assim estava lindo, ele esticou a mão para mim e eu aceitei-a. Ele me abraçou e voltou-me a beijar. As suas mãos acariciavam as minhas costas e ele me apertava forte. O beijo tornou-se mais exigente e eu estava a ficar sem fôlego. Acho que ele se apercebeu porque o interrompeu e me olhou.

 

–eu quero você bella

 

– eu tambem edward, como nunca quis um rapaz

 

– não bella eu quero fazer-te minha, só minha

 

E ele voltou-me a beijar. Deitamo-nos na terra com ele por cima de mim sem pararmo-nos de nos beijar. As mãos deles passeavam pelo meu corpo. Eu queria-lo sentir.

 

– Bella… bella… queres ser minha?

 

–sim sim – respondi sem fôlego e foi ai que cai da cama. Que ódio. Acordo sempre na melhor parte do sonho.

 

Olhei para o relógio e este marcava 6 da manha. Hoje era sábado e não tinha aulas mas tinha combinado ir as compras com Alice. Espero que o edward não venha. Ok ok eu quero que ele venha mas…

Fui tomar banho com a esperança que a agua me libertasse o espírito de pensamentos sobre o rapaz que me tinha beijado e que eu sonhava que ele repetisse.

Depois do banho fui me vestir e tomar o pequeno almoço.

 

Depois das duas Alice chegou. Eu tinha vestido umas calças branca com botas pretas ate debaixo do joelho de salto, uma camisola de branca e um casaco preto de camurça. Para acabar tinha um boina preta. Simplesmente linda. Alice vestia umas calças de ganga com uns sapatos pretos também de alto e um casaco bege. Cumprimentou-me com dois beijinhos muito carinhosos na bochecha.

Alice era daquelas raparigas fáceis de gostar.

 

–vamos bella – disse-me assim que uma buzina tocou.

 

Estava muito nervosa mas assim que chego ao carro vejo que o edward não era o meu edward. Entrei no banco traseiro bastante feliz.

Alice falou o caminho todo. Eu não escutei metade. Estava mais interessada em pensar no MEU edward e o que tinha que fazer para o conquistar. Ele parecia daqueles que não se envolvem em relacionamentos. Mas eu nunca tinha estado assim por um rapaz, muito menos por um que acabei de conhecer.

 

A tarde passou-se bem. Diverti-me mais do que pensei. Mais tarde Alice e o irmão puseram-me em casa. Não soube nada do irmão dela. Nem me lembro de o ver na escola. A fadinha passou o regresso todo a falar e a fazer planos. Comprei alguma roupa devido sobretudo a mudança de tempo da cidade onde estivera para esta.

 

– acabas-te de chegar e já pensas em ir a uma festa?- gritou-me o meu pai depois de lhe contar os meus planos.

 

– não sei onde esta o problema. Eu já sou crescidinha e preciso de conhecer pessoas. Alem disso eu vou com uma colega minha, a Alice. Se a mãe tivesse aqui ela me apoiaria. – respondi-lhe enquanto comia

 

– mas agora não estas com a tua mãe…

 

Olhei para ele furtivamente. O sangue já borbulhava nas minha veias.

 

– bella se racional… por favor… acabas-te de chegar…

 

– pensei que querias que eu fosse feliz aqui

 

–e quero

 

–e não queres que eu conheça pessoas, faça amigos?

 

– sim… de quem é essa festa?

 

–do namorado de Alice, o Jasper

 

–já sei quem é. São de boas famílias. Podes ir mas não chegues tarde.

 

– oh! Obrigado pai – levantei-me da minha cadeira e fui-lhe beijar o rosto. Esta técnica de persuasão aprendi com a minha mãe. As vezes ganhasse mais se mantivermos a calma e fizermos de coitadinhas. Os homens caem sempre.

 

Levantei-me e fui-me arranjar. Queria estar impecável pois se o meu edward tivesse naquela festa ele não me iria escapar.

Vesti um vestido escolhido esta tarde por Alice. Era vermelho e bastante curto. Era atado ao pescoço e deixava as minhas costas livres mas também tinha um enorme decote a frente. Vesti um sobretudo mais comprido do que o vestido para o meu ai não implicar. Assim que recebi um toke da Alice no telemóvel desci. Despedi-me do meu pai a pressa e fui para o carro.

 

No carro estava também a namorada do irmão de Alice. Achei estranho. Ele não era galinha? Então porque é que tinha namorada? Se bem que existem una que pedem em namoro só para a foda. Acho nojento ele ser um desses.

A namorada dele, de seu nome rosalie era muito linda. Era loira e tinha um corpo prefeito.

 

Assim que chegamos Alice foi para os braços do namorado. Eu fui beber uma tekila e dancei com Alice. Quando ela voltou para o namorado eu fui beber mais um pouco e fui circular pela festa. E foi quando esbarrei de novo no meu edward.

 

– pensei que não viesses – disse-me juntando-se mais a mim. Chegou ate me empurrar contra a parede e pos as mãos a voltada do meu corpo não me deixando alternativa de fuga.

 

– não me digas que estavas a minha espera – disse-lhe enquanto olhava para aqueles lábios carnudos

 

– obvio, esta é uma festa para pessoas lindas e tu és com certeza uma delas

 

– isso era para ser um elogio, edward? – ele olhou-me com surpresa e abaixou os braços. Já fiz merda. Pensei.

 

– como é que sabes o meu nome?

 

– ouvi de uma rapariga enquanto a fudias no banheiro –ele sorriu

 

– sabes linda eu adorava ouvir o meu nome enquanto te fudia a ti. Com certeza que souva bem melhor do que ouvido pela outra vadia- e ele beijou-me

 

 

Olá lindas

Desculpem mas estive doente. É verdade. então so dormia e por isso não pude escrever. Chumbei nos exames todos. Esta semana vou fazer as segundas vias. Desejem-me sorte… ou aqui como se diz… muita merda (sorte é igual a azar e merda é igual a sorte)

Espero que gostem deste capitulo.

Tou a preparar a minha primeira one-shot e vou aceitar um desafio… mas não deixo esta…

 

Mil beijinhos





(Cap. 5) Capítulo 5- Bella

Capitulo 5- Bella

 

Os beijos dele eram a melhor coisa que eu já tinha provado. Eram exigentes e quentes. As mãos dele voltaram para o meu corpo, juntando-o a mim.

Quando estávamos sem ar, ele largou a minha boca e passou os beijos para o meu pescoço. A mão dele apertou a minha bunda fazendo-me sentir a sua erecção. Gemi involuntariamente enquanto ele sorria e voltava a me beijar. Continuamos nesses amassos ate que o telemóvel dele toca.

Ele deu um murro na parede e tirou o telemóvel do bolso.

 

– sim?

 

– claro.. quem deveria de ser? – ele perguntou irritado abraçando-me.

 

– não. Não posso. Agora não.

 

– porque tenho mais que fazer do que te aturar.

 

– ok ok adeus

 

Ele guardou o telemóvel no bolso e olhou-me.

 

– onde e que nos íamos? – ele voltou-me  beijar e eu derreti-me. Ele era demais mas comecei a pensar que possivelmente ele não olharia mais para mim. Deveria ter contado a Alice que o conhecia e pedido informações mas agora já era tarde. E eu queria ser feliz. Merecia. Entreguei-me a ele. Ele era giro simpático e se tinha tantas raparigas assim era porque aquilo lá em baixo funcionava bastante bem.

 

– vamos princesa – ele disse-me enquanto me puxava pela mão

 

–onde?

 

– aproveitar a festa – sorriu-me, não, ele deslumbrou-me completamente, fui ao céu e fim só com aquele sorriso.

 

Eu segui-o. Obvio! Ele era lindo, queria-me e mesmo que eu fosse virgem ele não se devia importar. Agora eu devia contar ou não? Talvez não fizéssemos nada hoje.

Enquanto andávamos ele cumprimentava várias pessoas. Os rapazes olhavam-me e as raparigas fuzilavam-me. Invejosas.

Subi-mos a escada e paramos numa porta. As pessoas já estava bêbadas e o que não faltavam era figurinhas tristes ou cenas porcas nos corredores e assim.

Edward abriu-me a porta e pediu para eu passar. Eu passei e reparei que era um banheiro. Agora já estava nervosa.

 

– qual é o nome da minha princesa? – disse enquanto trancava a porta

 

– isabella – respondi olhando para a porta trancada

 

– a porta fechada é só para não sermos interrompidos... – disse quando seguiu o olhar

 

– eu sei mas não me sinto a vontade – olhei para ele

 

– isabella, eu nunca faria nada que não quisesses – ele fez-me uma festinha no rosto

 

Quando ele disse o meu nome eu juro que me arrepiei toda. Bem nós estamos aqui os dois fechados eu tenho mas é que aproveitar. Agarrei-lhe o pescoço e beijei-o. Ele correspondeu prontamente. As mãos dele puxaram o meu vestido por baixo para cima e passou a esfregar as mãos nas minhas coxas e rabo. Eu puxei-lhe o cabelo fazendo-o gemer na minha boca e agarrar-me ainda mais.

As mãos dele voaram para a parte de cima do meu vestido e puxaram ele para baixo. O meu sutian também era caicai e esse desapareceu repentinamente. Ele tinha bastante perícia e devia muita experiencia. Largou a minha boca e passou a dele no meu pescoço acabando no meu seio esquerdo. Eu arfava.

 

– saborosos… -ele disse e eu já via estrelinhas.

 

Ele largou-me e empurrou-me ate aos lavatórios onde me sentou. As minhas pernas estavam a volta da sua cintura. Eu ardia por dentro. Ele ainda se divertia com os meus seios quando eu o empurrei. Sai de cima do lavatório puxei o vestido em cima para cima e a parte de baixo para baixo.

Ele olhava confuso para mim.

 

–desculpa mas não quero. – disse-lhe

 

– como eu te disse eu não te vou obrigar. Mas posso saber o porque? – perguntou-me ainda confuso – não me parecia que não estivesses a gostar.

 

– eu… eu ainda não estou preparada – empurrei-o para sair dali.

 

– es virgem? – puxou-me o braço quando passei por ele

 

–sim, agora deixa-me sair daqui- destranquei a porta a tremer e sai. Ele não fez nada para me impedir.

 

Desci as escadas a correr e ainda a tremer. Lá em baixo descobri Alice a minha procura.

 

– Bella onde é que te metes-te? Eu estava preocupada. – ela me abraçou

 

– Eu estava por ai a curtir a festa – tentei parecer motivada

 

– Passou-se alguma coisa? Estas a tremer bella!

 

– Só me assustei por estar sozinha.

 

– Oh desculpa bella. Vamos dançar – e fomos.

 

O resto da noite passei a dançar com ela. As 6 da manhã Alice e Jasper foram me levar a casa, despedi-me dos dois. Alice levou-me a porta e quando se despediu com dois beijinhos na cara disse-me ao ouvido que segunda eu explicava-lhe o que verdadeiramente se passou na festa.

Felizmente não vi o meu pai quando cheguei a casa. Fui tomar banho e adormeci prontamente apesar de ter a cabeça cheia de pensamentos. Acordei às 4 horas da tarde no domingo. Fui ver algumas coisas da escola mas a minha cabeça estava em Edward. Eu gostava dele. gostava das sensações que ele produzia no meu corpo mas isso não me chegava. Eu era uma sonhadora. Imbecil até, como a minha mãe por vezes me chamava. Mas que mal existe em querer descobrir o que é o amor? Eu nunca assisti a isso quanto mais viver mas eu queria descobrir.

Eu tinha outro pensamento na cabeça. Eu não percebia porque é que ele não tinha insistido. Será que eu não era interessante o suficiente? Será que ele no gostou do que viu? Ou ele teria mais raparigas a espera e não ia perder tempo esperando uma que lhe deu barra no momento exacto?

 

A minha mãe ligou-me.

 

– isabella não acreditas o que aconteceu! Jacob separou-se da namorada. Ele devia ser um belo partido para ti, se não fosse eu estar noiva do pai dele. ah ah Mas já reparei foi num amigo dele, alec. Ele é de boas famílias, não tão belo com o Jacob mas deves gostar.

 

– mãe que eu saiba eu não te pedi um namorado.

 

– não sejas ridícula isabella. Não podes ficar com qualquer um. E trata de te manteres virgem. Os homens apreciam isso e caso ele te queira deixar isso é um ponto a teu favor.

 

Eu nem acreditava no que ouvia mas isto era o que eu poderia espera da minha querida mãe e talvez por isso eu nunca tenha namorado. Todos os rapazes por quem eu me interessava e gostava de mim eram desaprovados pela minha mãe. Razão? Dinheiro. Sim é isso mesmo. Se não fossem ricos não interessavam. E ela só me apresentava rapazes filhinhos das migas que eram sempre anormais pois ou só queria o computador e eram autênticos crominhos, ou então pensavam que as garotas se atiravam aos pés dele e fariam qualquer coisa por eles. Comeceia pensar que talvez o meu edward fosse do segundo tipo, mas um rapaz desses obriagaria-me a foder com ele naquela hora por não aguentarem um simples não. A minha mãe continuo:

 

– Isabella pense bem. Quando eu me casar serei importante. Não que eu não seja mas a menina entende-me. E a mãe de alec que cá para nos é uma atrasada mental quer que o filhinho se dê com uma rapariga decente e essa rapariga só pode ser a você. Já comecei a puxar os cordelitos. Disse que você é lindo e maravilhosa que nem se tinha importado de ir para esse fim de mundo por causa da felicidade da mamã e que era boa aluna e muito obediente. Viu querida? Só verdades. É claro que ela adorou e quer conhece-la. Pena é que a menina por enquanto não pode voltar. Sinto falta da menina cá.

 

– Eu também sinto a sua mãe. Tenho mesmo muitas saudades suas. – nem acreditava que a minha mãe sentia saudades minhas

 

– Logo loguinho a menina está de volta e encontrarei um pretendente para si, não posso só contar com Alec. Vou ver outros amiguinhos de Jacob.

 

– Mas mãe… - tentei impedir os seus planos

 

– Isabella você não sabe nada da vida. Então não se oponha a mim e não faça burrada ai ou nunca mais voltará.

 

– Mãe!!! – eu não queria acreditar no que ela acabara de me dizer.

 

– Bem tenho de ir queridinha. Beijinhos da mamy

 

– Adeus mãe. Fique bem – despedi-me infeliz

 

– Você também e não se esqueça dos meus conselhos. – e desligou.

 

Era mesmo disto que eu precisava. Eu aqui confusa e a minha mãe só complica. Eu não queria saber se perdia com quem ela queria ou não. Eu queria era ser feliz e isso ela não especialista. Lembro-me de um namorado que eu tive. Ele era lindo e muito simpático e querido. Era filho da cozinheira de um antigo namorado da mãe. A mãe estava no quarto com o namorado e eu na sala da televisão a ver desenhos animados. Ele chegou com uma rosa que roubou do jardim, ajoelhou-se e pediu-me em namoro. Eu na altura tinha 12 anos e estava super apaixonada por ele. Obviamente a minha resposta foi um “sim”. Ele levantou-se e sentou-se ao meu lado no sofá. Deu-me a mão e aproximou a sua cara a minha. E foi quando a minha mãe chegou. Nem preciso de dizer que a empregada foi despedida e eu fiquei de castigo ante dela me meter pimenta na boca e chamar-me de vadia.

A partir desse dia ela tornou-se muito mais controlada e os meus amigos dividiam-se em dois. Nos que eu gostava e nos que ela queria. Não fui mais capaz de me envolver com mais nenhum rapaz até conhecer edward ou ate o ver porque conhecer eu ainda não o conhecia.

 

Segunda-feira quando charlie me perguntou se eu estava bem, eu menti-lhe. Por dentro estava confusa e irritada. Se por um lado eu queria ter continuado com edward por outro só me apetecia nunca mais o ver de tão envergonhada que estou.

 

Encontrei Alice na entrada. No intervalo ela me puxou para o bar e sentamo-nos nas escadas lá fora longe das pessoas.

 

– Bella tens algo para me contar? – interrogou-me assim que acabamos de comer.

 

– eu… eu ontem… eu…

 

– desembucha bella

 

– bem eu ontem…

 

–sim…

 

– eu envolvi-me com uma pessoa…

 

– pessoa?

 

– um rapaz… ai Alice… ele era tão lindo…

 

– e???????????

 

– e fomos para o banheiro…

 

– e??????????? – Alice estava histérica e dava pulinhos

 

– e eu fui-me embora…

 

– Bella você é virgem?

 

Eu não lhe respondi… simplesmente olhei para o chão.

 

– bem, isso não é problema nenhum. E ate acho bem que não tenhas perdida com um que acabas-te de conhecer. Mas sabes quem era? Eu conhecia quase toda a gente que foi aquela festa… - ela disse pensativamente

 

– eu pensei em perguntar-te e talvez se aprovasses na próxima vez…

 

– estou a ver que gostas-te mesmo do rapaz – rimos juntas

 

– gostei sim, mas eu não sei nada dele, só o nome e… - ouvimos um barulho, devia estar alguém a porrada. Vimos muitos alunos juntos.

 

Alice levantou-se e correu para junto dos outros. Eu fui com ela e vi jasper a tentar separar os outro. No meio da confusão fui empurrada e não vi muito do que se passou. Tocou para aula e vieram pessoas do concelho executivo e como eu não quero arranjar confusões fui para aula. Alice não apareceu.

Quando sai ia com os livros na mão quando esbarrei em alguém. E quem seria? Ah pois é! Parece que o destino quer juntar o que eu fui capaz de separar.

 

– desculpa eu sou mesmo desastrada. – baixei-me para apanhar os livros e as folhas que se espalharam. Ele ajudou-me.

 

– foi bom voltar-te a ver – ele me disse quando acabamos

 

– também foi bom voltar-te a ver – eu sorri-lhe

 

– queres ir almoçar comigo?

 

– pode ser… - eu não acredito ele estava-me a convidar para sair! Para almoçar! Ele ainda queria alguma coisa comigo! Mas então porque é que ele ontem não me procurou? – edward porque é que ontem não insistis-te?

 

Eu não acredito que tinha mesmo perguntado. A cara dele mostrou-me que ele ficou surpreendido com a questão.

 

– primeiro porque não ia tentar uma coisa que tu não estavas preparada e porque quero que perdas a virgindade comigo mas não num banheiro – e depois disto tudo ele me beijou – vejo-te à hora de almoço na entrada

 

Ele seguiu caminho e eu fiquei ali espetada. Não sei quanto tempo fiquei ali mas acordei com o transe com Alice a dizer que tínhamos que ir para a aula. No caminho ela me disse que o irmão tinha andado a tareia com um rapaz porque comeu a namorada dele. 

No fim da aula ela perguntou-me se eu almoçava com ela e eu disse que tinha coisas combinadas. Liguei ao meu pai a dizer para ele não me ir buscar, pois tinha matéria em atraso e eu ficaria com uns colegas para me actualizar.  Quando íamos a descer as escadas da entrada eu vi-o. Ele olhou para mim sorriu e quando olhou para Alice o seu sorriso desapareceu.

 

 

Hei meninas J

Aqui está mais um capítulo. Tenho recebido alguns comentários apesar de terem diminuído é bem-vindo qualquer um. Não postei mais cedo por causa dos exames da 2ºfase. Passei a um na primeira :) e agora? Agora estou de ferias e só postei agora por causa que fui o fim de semana para a mãe (correu bem e não discutimos J). Agora vão ser 15 dias de pura escrita, leitura, estudo (eu chumbei a 4 (por enquanto)) e pura diversão que bem preciso. E muito namoro :p ah é verdade amanha vou ao medico e dependendo do que ele me dizer (porque ando doente (agora que tou de ferias)) eu postarei maistarde ou mais cedo visto que o capitulo já esta a começar a ser escrito. A minha one-shot está a caminho porque aceitei um desafio que já esta prontinho e já esta on, chama-se fases lunares. Leiam o aviso que diz tudo.

 

Como acham que a Alice vai reagir quando souber que os dois nãos cumpriram o acordo?

 

Beijinhos grandes

 





(Cap. 6) Capítulo 6

Notas do capítulo
demorou... mas saiu e preparem-se

Capitulo 6- Bella


 


Não percebi a atitude dele. Será que Alice era uma das conquistinhas dele? Mas não poderia ser pois Alice tinha namorado e amava-o. Ela não parava de falar comigo e a minha felicidade tinha desaparecido pois ele olhara de novo para mim e os olhos dele transmitiam raiva. Quando faltavam duas escadas ela simplesmente atira-se para cima dele que prontamente a agarra. Eu parei e olhei para os dois. Ele não tinha tirado os olhos de mim.


 


– Estavas a minha espera? – ela lhe perguntou


 


– Sim, eu queria saber se queria boleia para casa visto que Jasper já saiu – então ele sabia que ela tinha namorado porque é que falavam como se conhecessem á anos. Quer dizer eles poderiam se conhecer mas nenhuns anos de conhecimento podiam fazer aquela cena de aproximação que eu assistia avidamente.


 


– Sim quero. Bella queres boleia ou…  – ela disse olhando para mim


 


– Pode ser – eu interrompia-a pois já não tinha almoço nenhum combinado visto que ele iria com Alice e eu queria descobrir mais sobre ele. Olhei para ela e sorri – o meu almoço foi descombinado e eu realmente tenho muito para estudar.


 


– Então ficas lá em casa e vemos as coisas juntas. Vai ser divertido. – e abraçou-me – bem deixem-me apresentá-los. Edward esta é a famosa bella… - famosa? Eu não acredito que ela sabia que o edward era aquele rapaz. Que vergonha. Mas então ela era uma falsa e tinha-se divertido muito as minhas custas – e Bella este é o edward o meu irmão.


 


– o que???? – eu perguntei. Irmão? Aquele irmão que eu tinha prometido não me envolver e que tinha passado o dia todo a pensar nele e se me deixava ele fuder ou não. A vida é mesmo injusta. De certeza que isto tinha sido praga da minha mãe. É que só pode.


 


– eu avisei que ele era giro bella – giro? Ele era lindo, fantástico e perfeito. Perfeito não! É obvio que tina um defeito: era proibido.


 


– ah… é que vocês não são parecidos… eu pensei… pensei… que o teu irmão fosse aquele do outro dia… tu disses-te… que era… - ok! Entrei em pânico! Que bonito bella! Brrrg


 


Edward olhava curioso para mim.


 


– e era o meu irmão! Era o emment, o irmão mais velho. Ele não estuda cá. Este é que é o edward… mas já o conhecias? – tou fudida


 


– claro que não. Nem o tinha visto, é só que realmente vocês não são parecidos. É só isso. – boa bella disfarça vai. Se ela descobre eu estou fudida. Perco uma amiga fantástica e uma maravilhosa foda.


 


Ela olhou para o edward e ele apressou-se a dizer:


 


– hei não olhes assim para mim. Eu nunca a vi.


 


Alice pareceu acreditar pois disse para nos irmos e puxou-me para o carro. Um lindo volvo prata. Alice esteve o caminho todo a falar e eu no banco de trás via edward olhar para mim através do espelho retrovisor com um olhar penetrante e curioso. Eu não ouvia o que Alice me dizia e penso que ele não. A nossa mente devia estar muito longe e de certeza no mesmo sitio.


 


A casa deles era uma grande mansão. Edward pôs o carro na garagem. Nós os três almoçamos. Só Alice é que falava. Depois Alice puxou-me para o quarto dela onde falamos e estudamos. Alice explicava bem e eu já estava actualizada sobre a matéria de todas as aulas. Sinceramente aquela tarde tinha sido bastante produtiva pois eu esforçava-me para me concentrar para Alice não perceber. No fim da tarde enquanto arrumávamos as coisas do estudo Alice me perguntou o nome do rapaz. Claro que eu não podia dizer que o rapaz se chamava edward e que por acaso era o irmão dela que eu tinha prometido não comer. Eu não ia perder uma grande amiga como Alice só por um rapaz lindo e gostoso que beija super bem e que tem umas mãos que me fazem derreter toda e ficar completamente molhadinha… foco bella! Foco!


 


– alec… chamava-se alec… - boa. Eu não sou boa a mentir mas quando sai a mentira não a quem desconfie dela. Agora é só combinar com o outro para ele não abrir a boca. Pelo o que Alice me tinha dito ele fudia muitas amiguinhas dela, mas eu não seria assim. Não porque não queria mas porque ele é proibido.


 


– não… não me lembro de conhecer alguém com esse nome… - Alice disse mais para si mesma – mas o Jasper deve saber e…


 


– NÃO ALICE – gritei interrompendo os devaneios dela – eu não quero que ninguém saiba – expliquei tentando me safar da mentira que dissera


 


– não te preocupes. Eu não sou burra. Não vou perguntar directamente mas sim rondando.


 


– Alice eu quero esquecer. Entende isso por favor! Eu estava empolgada e entusiasmada por estar numa nova cidade, por estar numa festa e por ter bebido. Eu não sou assim


 


– isso devesse ao facto de ainda seres virgem?


 


–não, devesse ao facto de o teu irmão ser o rapaz – era o que me apetecia responder mas naturalmente não podia. Ela parecia não querer esquecer e talvez se eu contasse a verdade…


 


–sim e não. Eu quero esquecer Alice e eu quero perder com alguém que eu goste e principalmente que eu conheça.


 


–mas se eu falar com Jasper e o conhecermos talvez de certo – que raiva.


 


Ela é insistente e nada melhor que um drama para o deixar de ser.


 


–Alice! Eu sinto-me uma verdadeira puta. Eu quase fudi com o primeiro que se atirou a mim. - é claro que eu não me sentia puta pois Edward era lindo e só uma idiota e que lhe dizia que não - e isso devesse ao facto de eu sentir saudades da minha mãe. Eu vim para cá para ela poder casar – cara de cachorrinho abandonado que aprendi da mãe e Alice já está no papo.


 


–desculpa Bella. Eu realmente queria que arranjasses alguém, mas tens razão. Eu vou esquecer e tu vais ser feliz aqui. Tu vais ver! – abraçou-me e eu sou uma excelente actriz eh eh


 


–bem, vamos lanchar – ela puxou-me para o andar de baixo e lancha-mos.


 


Edward e Emment apareceram quando acabamos de comer.


 


–ola Bella. Prazer ver-te de novo – disse-me Emment.


 


Edward nem sequer olhou para mim pois virou-me as costas, tirando da dispensa um pacote de bolachas.


 


–olá Emment e igualmente. Olá Edward – acabei por não aguentar não lhe falar.


 


Ele olho logo para mim assim que me dirigi a ele, mas os seus olhos demonstravam raiva e desprezo que eu não entendia. Será que ele pensava que eu estava a me atirar a ele? A segui-lo? Eu tinha que falar com ele e tinha de fazer com que ele não contasse nada a Alice.


 


–olá Bella – ele respondeu-me no mesmo tom dos olhos


 


– e então Bella estás a gostar daqui?- Emment perguntou sem se aperceber do tom de Edward


 


– estou sim, mas é diferente de onde eu morava. Lá aquilo era uma agitação. Aqui é bem mais calminho.


 


– mas não gostaste da festa em casa de Jasper? – Edward engasgou-se


 


– ah… Sim gostei, foi muito divertido – Edward olhou-me com a mesma expressão de antes. Eu estremeci.


 


–Edward podes levar a Bella a casa? – Alice perguntou e eu olhei logo para ela atordoada. Ela faz-me prometer não ter nada com o irmão e junta-me com ele. Eu não fiz nada para sofrer desta maneira.


 


–claro – ele respondeu e o meu rosto virou-se automaticamente para ele – mas tem de ser agora.


 


–por mim tudo bem – eu consegui dizer depois de engolir em seco. O meu estômago girava e quase ia para fora.


 


–então vamos buscar as tuas coisas – Alice me puxou. Ela era bem determinada para uma baixinha.


 


Já lá em baixo, com as minhas coisas, eu entrei no volvo dele depois de me despedir de Alice e de Emment. O silêncio instalou-se dentro do automóvel. Olhei para ele pelo canto do olho e ele estava tenso e serio.


 


–temos de falar – dissemos ao mesmo tempo e olhamos espantados um para o outro.


 


–primeiro as senhoras – ele disse com um sorrisinho irónico no rosto. Eu não sabia como começar mas eu queria ser feliz ali e ele estava no me caminho. Com a minha mãe longe, eu poderia finalmente ser eu própria.


 


– eu não sabia que eras O irmão da Alice. Eu gostava de esquecer o que se passou e que Alice não soubesse de nada. Eu sei que é um pedido estranho mas Alice é minha amiga e eu não quero perder só por um momento bom – eu não precisava dizer que aquele momento com ele tinha sido maravilhoso e que eu estava doidinha para repetir.


 


 Era difícil manter o foco da conversa quando eu estava no carro dele que cheirava a ele. E esse cheiro trazia-me lembranças fantásticas.


 


Ele demorou para responder, mas eu vi que ele estava surpreso com o que eu dissera.


 


– eu ia dizer o mesmo – disse por fim – acho que te julguei mal. Mas as queridinhas amigas da minha irmã adoram se meter comigo e de se meterem na minha cama.


 


–meterem-se na mesma cama? A serio? – ele acenou afirmativamente com a cabeça e depois olhou para mim e sorriu. Aquele sorriso derreteu-me toda e a minha vagina contraiu-se. Mas porque é que ele era tão bom e aquelas mãos tão grandes e maravilhosas? – bem que a Alice me tinha dito que comias as amigas dela e que elas se atiravam a ti, mas nunca pensei que exagerassem a esse ponto – gargalhei- mas agora a serio, eu não sabia que vocês eram irmãos. Eu acabei de chegar e vocês não são parecidos. Eu ainda cheguei a pensar nisso porque o irmão de Alice tinha o mesmo nome que tu, mas no sábado ela levou o Emment e eu não pensei mais nisso – disse séria


 


–eu também não sabia. Não penses que eu não gosto dela. Eu amo muito a minha baixinha mas tu pareces mais velha. Que tal esquecermos e ficarmos amigos? – ele propôs-me com um sorriso lindo naqueles lábios que eu queria sugar.


 


–por mim tudo bem. Onde é que eu me fui meter? Mudo de cidade e envolvo-me com o rapaz que eu prometi não comer – ops! Já falei demais! Mas a culpa é dele por ser tão bom.


 


– prometi não comer? – ele perguntou confuso mas o que ele disse a seguir é que me deixou confusa- Alice também te fez prometer? Desculpa por isso. Eu devo tela feito sofrer muito mas em minha defesa devo dizer que não sou de ferro, apesar de estar a tentar-me controlar neste momento.


 


– também? – o que será que ele queria dizer com isso e porque é que ele está a controlar-se agora?


 


– eu prometi a Alice que não ia transar com mais nenhuma amiga dela


 


– mas nós não transamos


 


–não foi por falta de vontade minha- eu já estava molhada e forcei-me a olhar em frente para recuperar a minha sanidade mental, foi então que reparei que estávamos em frente da casa de Charlie.


 


– como é que sabias onde eu morava? – olhei para ele e ele sorriu.


 


– toda a gente sabe onde o chefe da policia mora- explicou


 


–bem, então ate amanha.


 


Ele chegou-se para ao pé de mim e deu-me um beijo no rosto. O meu coração batia com tanta força que ate me doía.


 


– ate amanha Bella. Queres que eu te venha buscar amanha para irmos á escola? É claro que a Alice também vai.


 


–claro. E aquilo que aconteceu fica um segredo só entre nós? – tentei confirmar


 


–só entre nós amiga


 


Saí do carro com as pernas a tremer.


 


Nessa noite eu tremia na minha cama, mesmo por debaixo dos lençóis, só por pensar que eu e o edward tinhamos algo em comum e único: o nosso segredo.


 


Depois fiz algo que não esperava. Pela primeira vez toquei-me. Percebem? Eu masturbei-me a pensar no Edward. No rapaz que eu não podia ter. Primeiro comecei a estimular o clítoris e o meu coração parecia querer sair do peito devido a esta experiencia.


 


Eu devia estar corada. Corada porque? Porque eu tinha vergonha de mim mesma. Eu queria mudar. Queria ser eu própria sem receios.


 


Foi com estes pensamentos que eu ganhei coragem para com uma mão massajar o meu seio direito que queimou na minha mão.


 


Virei-me de barriga para baixo com a esperança de que assim talvez me sentisse melhor. A mão que estimulava e esfregava o meu clítoris, introduziu um dedo dentro de mim. Eu ofegava. Depois introduzi outro. Fiquei um pouco mais até que os calores aumentaram por mim toda. Os meus dedos balançavam e brincavam dentro de mim. Até que eu parei.


 


Ainda ofegante e já de barriga para cima, com os cobertores ate ao pescoço, eu percebi que não tinha atingido o orgasmo mas que queria. Imaginei-me de quatro para Edward, enquanto ele batia na minha bunda e metia forte. A minha vagina contraiu-se.


 


No dia seguinte ele veio me buscar com Alice e nós os três conversamos normalmente.


 


Os dois meses que se seguiram foram assim: eu de manhã saia com eles os dois almoçávamos mais o Jasper. Quando Alice e Jasper namoravam, eu e Edward conversávamos e cada vez mais eu me apaixonava por ele.


 


Nós os quatro, mais Emment e a namorada, costumávamos sair aos fins de semana. O eu pai não se preocupava muito e tinha confiança na família Cullen. Os pais de Edward era super liberais. A minha mãe ligava-me a contar como o casamento dele ia sendo adiado e os planos dela para mim com os amigos de Jacob. A minha vida agora era animada mas eu sentia-me triste pois Edward comia imensas raparigas e a mim nem um beijinho no rosto. Assim sendo raro era o dia em que não me tocava a noite, mas depois sentia-me muito mal. Eu não chegava ao clímax por saber que eu estava obcecada pelo único rapaz que eu não podia querer.


 


Alice não percebia que eu estava apanhadinha pelo irmão e tentava me arranjar namorado e por isso discutíamos. Numa dessas discussões apareceu Edward.


 


Nós estávamos na casa dela e não demos pela presença dele.


 


–tu não serás virgem para sempre bella! – Alice me disse depois de eu dizer que não queria nada com o idiota que se sentava atrás de mim na aula de matemática – ainda por cima só beijas-te um rapaz na festa de Jasper e nem sequer me saber quem é. Tens de viver a vida!


 


– se estás farta que eu segure a vela é só dizeres – eu estava furiosa


 


– não é nada disso Bella. Eu gosto muito de sair contigo. Desculpa se sou casamenteira – abraçámo-nos. Eu sabia que ela só queria me ver feliz.


 


Foi nesse momento que eu o vi com cara de assustado. Ele tinha ouvido que eu só o tinha beijado e que eu só o queria.


 


Eu sabia que Edward respeitava e amava muito a irmã para se arriscar a ter algo cmg.


 


 


Fim


 


Eh eh tou a brincar… agora é que começa J


Desculpem só postar agora mas como tinha dito fui ao medico porque eu andava muito mal e ela me disse que eram dos nervos. Mas já estou melhor e estou quase ao normal. Ando confiante e divertida J


Já fiz dois meses aqui no Nyah :) já fiz 501 comentários, recomendei 38fic´s e escrevi duas.


Leiam fases luranes e está quase a sair a minha primeira one-shot.


 


Atenção esta fic é um romance… tem muita pegação mas não deixa de ser um romance… agora e k tudo vai começar… acham que o ed tb a quer?


 


Este capitulo é dedicado á Lucianalc que adora o meu português


 


Please comentem, eu ando a necessitar, pois foi um bocado difícil escrever este devido também as partes mais quentes… gostaram ou paro de escrever?


 


 





(Cap. 7) Capítulo 7

Notas do capítulo
viram? não demorei muito. obrigada pelo aumento dos comentários... falamos lá em baixo

Capitulo 7 – edward


 


Eu fui ter com Jasper e combinamos tudo para a festa. Eu tinha certeza que a ia encontrar por lá. O meu amigo lá em baixo não parava de pensar na minha princesa e eu tinha de resolver o assunto. Nisto vejo a Carina. Uma morena bem linda.


Sim eu andava numa de morenas… isto tudo porque o meu amigo queria a minha morena que cheira a morango, mas por enquanto, ele vai ter de ficar mesmo com aquela ali.


 


Cheguei por trás dela, enquanto ela falava com uma amiga e beijei-lhe o pescoço ao mesmo tempo que a abracei, de modo a que a minha erecção tocasse aquela bunda generosa e apertadinha (experiencia própria).


 


Ela olhou para trás e deu um sorriso de satisfação.


 


–olá Edward. Já conheces a minha amiga Lais? – ela gesticulou para a rapariga que estava com ela.


 


– não mas adorava conhecer – perceberam a dica? É que ela percebeu! 


 


– eu também, se a Carina não se importar, claro – importar-se? Detesto quando as raparigas se aramam em amigas. Por trás traem-se umas as outras.


 


– é claro que não me importo – assim é que a minha Carina gostosa a falar – tu já me viste nua imensas vezes lais. – oi?? Por esta é que eu não estava a espera!


 


– o que? – queres ver que estas duas me deixam a segura no pau?


 


– edward não te faças de santinho – ela rebolou no meu pau enquanto a outra olhava a cena e mordia o lábia – não me digas que nunca fizeste com duas? – eu já fiz com quatro


 


– hum… que tal irmos para um sitio mais reservado? – eu estava com tanta tesão provocada pela outro que nem sei se duas chegariam para eu me aliviar


 


– lamento mas eu agora não posso – Lais informou mas se esta não podia por mim tudo bem. Eu queria era aliviar aquela tensão que tinha e estas duas já me estavam a chatear com tanta conversa.


 


– eu estou livre agora. Podemos ir para minha casa que não está lá ninguém… - Carina propôs


 


– por mim tudo bem – na minha casa é que não era porque eu não levava para lá as minhas conquistas. Era um local só meu. Pelo menos o meu quarto. Tirando as vadias das amiguinhas de Alice que assaltaram o local, eu não tinha levado para lá mais ninguém. Era um sítio pessoal.


 


– Lais sempre vais a festa de Jasper? – Carina questionou a amiga


 


– sim vou


 


– e tu Edward? Vais? – que pergunta estúpida. Era a festa do meu melhor amigo além de que era uma hipótese excelente de eu encontrar a minha musa mais linda


 


– claro que vou, porque? – que conversa idiota. Quando é que passamos a acção?


 


– eu pensei que pudéssemos acabar a festa com uma festinha particular a três - ela riu


 


– claro que sim – disse logo Lais e as duas olharam para mim


 


– por mim também está tudo bem – isso é claro se eu não encontrasse a minha morena. Ela valia aquelas duas. Mas se eu não a encontrasse não podia ficar na seca.


 


Elas se despediram e a Carina foi comigo para o carro. No caminho ela foi me contando onde conhecia a Lais e que a outra era bissexual. Fiquei interessado e fomos falando.


Chegamos a casa dela e fomos logo para o quarto dela. Deitou-se na cama comigo por cima. Os beijos eram exigentes e ambos estávamos com muita vontade. As minhas mãos apertavam o rabo dela que estava bem durinho.


 


– já tinha saudades tuas – disse-me quando nos separamos e passei a devorar aquele pescoço com um cheiro bem agradável de perfume.


 


A minha resposta foi aperta-la mais contra o meu sexo já duro.


 


– isto responde? – perguntei


 


–oh sim… se responde… - ela tirou-me a camisa e desapertou o botão e o fecho das minhas calças – eu também tive saudades dele – disse-me enquanto pegava nele


 


Não a deixei continuar e tirei-lhe a camisola e o soutien preto de renda. Eu queria mamar naqueles peitos pouco avantajados. Eu sabia que eles eram um ponto fraco nela. É engraçado como os pontos fracos das mulheres são os pontos fortes das mulheres. Comecei por fazer círculos a volta de cada seio com a língua para depois chupar só os biquinhos. Escuso de dizer que ela já gemia feito louca ao mesmo tempo que me agarrava os cabelos e fazia movimentos frenéticos de vai vem para se esfregar no meu sexo. Decidi parar com os preliminares e ir logo para a acção porque e minha morena ainda não e tinha saído da cabeça. E em pensando nela o meu amigo já está a sofrer ainda mais com a amiga da Carina a se esfregar nele.


 


Levantei-me tirando a minha calça e sapatos enquanto a Carina fazia o mesmo mas com as roupas dela. Sem mais demoras voltei-me a deitar em cima dela mas em vez do roça roça, penetrei logo. Ela gemeu em protesto. Depois de umas estocadas disse-lhe:


 


– Carina vira lá essa bunda para mim para eu a comer


 


Ela obvio que alinhou e se virou. Pus a cabecinha dentro daquele rabo enorme.


 


– é capaz de doer um pouco – eu sabia que ao principio ia doer um pouco, apesar de o cu dela não ser tão apertado devido às vezes que já levou. Comecei a estimular com a mão o clítoris dela a medida que ia entrado devagar


 


– não pares… - ela disse enquanto olhava para trás – sabes que eu gosto… isso continua… ah… demora mas depois… - com a mão disponível dei um valente tapa no cu que estava a comer - podes ir com força… ah


 


Entrei todo e comecei a fazer movimentos circulares para ela se acostumar. Deixei o clítoris dele e com uma mão agarrei a anca dela, dando tapinhas com a outra mão.


Ela começou a rebolar enquanto pedia para eu a foder. Tirei meio do meu pau e enfiei com força. Agarrei com as duas mãos ambas as nádegas dela e comecei a meter nela ao mesmo tempo em que as apertava.


 


Passado um tempo ambos atingimos o orgasmo. Eu deitei-me ao lado dela. Ambos estávamos ofegantes. Dei umas festinhas do maravilhoso rabo que tinha acabado de comer. Quando me acalmei, levantei-me e comecei a me vestir. Carina olhou-me confusa.


 


– não tem mais? – perguntou


 


–hoje não. Estou cansado


 


– mas não gostas-te? Sabes que no rabo não dá para ser logo á força – tentou se explicar. Eu não sou nenhum bruto. Mas eu com a Carina, depois de comer por trás sempre vou à frente. Mas hoje não estava com cabeça, pois essa estava preenchida pela minha moreninha. Eu era de ideias fixas, e se eu queria aquela, por mais raparigas que comesse, iria sempre querer aquela. Mas eu sabia que depois de a ter, talvez depois, já não a quisesse. Assim voltaria para raparigas como a Carina e não a podia magoar agora, ate porque ela tinha o melhor rabo onde o pau dele já entrara.


 


– claro que gostei. E estou muito satisfeito. Tu não? – eu não podia ter falhado


 


– por ter gostado muito é que quero mais – falou manhosa


 


– hoje não dá mesmo. Talvez amanhã – isso se eu não tiver encontrado a minha deusa


 


– mas amanha vou te ter de dividir – ela fez beicinho


 


– foste tu que propuseste – acabei de me vestir e fui me despedir dela com um beijo na boca – nós depois fazemos uma festa particular mas a dois


 


Ela concordou. Eu sai e fui para casa. Ao jantar Alice parecia estar muito contente. Quando questionada pelo motivo, ela confessou que arranjara um amiga nova. Não sei bem porque mas lançou-me um olhar quando contava a novidade. Ok! Eu sei o porque mas eu nunca mais ia falhar com ela. Eu amava-a muito. Nós éramos uma família feliz e eu não ia estragar isso só para transar com mais uma.


 


– é mãe. Estou mesmo muito feliz. E amanhã o Jasper vai dar uma festa. Eu e a Bella vamos às compras de tarde. O Edward leva-nos – ela respondeu à minha mãe que lhe perguntou se ela estava feliz. PERA AI! “O Edward leva-nos”? Ei eu não sou motorista!


 


– Ei eu não sou motorista! – Exclamei


 


– o que? Edward eu não acredito que vais fazer isso há tua própria maninha – ela fez beicinho. Beicinho. Como é que irmão mais velho resiste a um beicinho daqueles?


 


– oh Alice… mas compras? – eu desesperei pois eu odiava compras com a fadinha. Ela comprava tudo e demorava séculos


 


– pensei que estivesses em falta para comigo – assim não é justo! Eu errei. Mas servir de motorista numa ida às compras é castigo a mais.


 


– mas fadinha da minha vidinha… - fiz beicinho. Ora! Se ela pode, eu também posso. Mas acho que não tem o mesmo efeito.


 


– edward não te custa nada fazeres esse favor á tua irmã – claro que a minha mãe tinha que estar do lado dela. Mulheres!


 


– eu posso levar – interveio o Emment. Ate que enfim aquele urso serve para alguma coisa. Também os irmãos mais velhos servem para estes momentos. Eh eh


 


Nessa noite tive um sonho estranho. Sonhei com a minha princesa morena. É claro que sonhar com ela não é estranho, mas o sonho em si foi. Eu estava numa floresta sombria mas muito bonita. Andei alguns metros ate a ver. Ela tinha um vestido branco, que contrastava com a sua pela morena queimada pelo sol, e recolhia maças, para uma cesta que trazia nas mãos, de um pinheiro. Cheguei mais perto dela e ela reparou na minha presença pois me olhou nos olhos. Só que os olhos dela eram vermelhos como sangue e tinham uma profundidade que me dominou por completo.


 


Cheguei para mais perto dela e a abracei. De seguida, agarrei o rosto dela e a beijei. Eu não conseguia domar os meus actos. Eu estava completamente enfeitiçado por ela. Eu queria-a. O meu pénis implorava por um toque dela.


 


– eu quero-te tanto – disse-lhe demonstrando o quanto eu necessitava dela


 


– como eu te quero, edward – ela sabia o meu nome. Ela sabia. Eh eh dancinha da vitória. Ops. Agora melhor não.


 


Instintivamente puxei-a para mais um beijo e não sei como mas a certo momento estava deitado em cima dela no chão que estava repleto de maças vermelhas. O corpo dela completava o meu. Ela virou para se colocar por cima de mim e começou a estimular-me com a mão. Ela com aquela carinha de safada e a fazer aqueles movimentos frenéticos tive que me vir. Mas ela agora tinha que sofrer as consequências e elas seriam muito prazerosas para ela. Quando nos virei cai da cama e puta que me pariu que eu tive um sonho molhado. Mas esta morena dá cabo de mim. Ai se dá!


 


Levantei-me e fui tomar um bom banho e bem gelado pois o meu amigo estava bem animado e depois de 18 anos de amizade eu sabia que ele não ia descansar enquanto não comesse.


 


Farto de pensar em sexo, passei o dia a estudar pois eu logo à noite iria ter diversão e se não fosse com a minha princesa seria com aquelas duas taradas e juntas. Foco! Estudar!


 


Eu era um grande aluno. Eu queria ser médico e para isso é preciso ter grandes notas. Eu adorava crianças e por isso a pediatria era á a área que mais me interessava. E se eu queria, eu tinha. Ainda por cima, hoje à tarde teria a casa só para mim. Desliguei o telemóvel para não ser incomodado e só parei o estudo para lanchar.


 


Durante o jantar, Alice não parava de falar sobre a nova amiguinha dela, e pelo que ela dizia, eu supus que ela fosse horrível. Fiquei feliz porque assim não sucumbia á tentação.


 


Alice foi com Emment mais a namorada no carro dele pois iam buscar a tal de Bella horrível. Eu fui para festa no meu fantástico Volvo para ajudar Jasper nos últimos preparativos. A festa começou a bombar. Havia bebidas, musica imensas raparigas. Mas eu ainda não tinha encontrado a que eu queria e felizmente ainda não tinha esbarrado com as outras duas, pois enquanto eu não revistasse esta festa do avesso eu não partiria para comer mais nenhuma rapariga.


 


Vi Alice a dançar com Jasper e no fim da sala eu tive a visão do inferno misturado com o paraíso. Inferno porque aquela deusa era a tentação e o pecado de todos os homens e ainda por cima estava com um micro vestido vermelho e tentação, pois com certeza que aquela perdição de carne dava os maiores prazeres. E hoje ela mos ia dar só a mim.


 


Fiz para esbarrar de novo com ela que me olhou surpreendida.


 


– pensei que não viesses – disse-lhe juntando-me a ela, aproveitando ela estar atordoada com a minha aparição. Eu não tenho culpa de ser irresistível. Empurrei-a contra a parede e pus as mãos em volta dela para ela não me escapar. Esta noite ela não me ia escapar ou o meu amigo não ia parar quieto e ele bem que merecia uma recompensa por nunca me ter deixado ter ficado mal.


 


– não me digas que estavas a minha espera – perguntou-me de modo muito sexy


 


– obvio, esta é uma festa para pessoas lindas e tu és com certeza uma delas – todas as raparigas gostam de elogios. Eu devia dar aulas de como conquistar raparigas para aqueles totós que não sabem tratar uma lady como ela merece. E depois queixam-se que eles são infelizes.


 


– isso era para ser um elogio, edward? – espera! Ela disse edward? Como é que sabia o meu nome? Será que era porque tinha ouvido as outra falar e já sabia da minha fama (não só de mulherengo, mas também de bom de foda) ou será que ela andou me a seguir. Eu estava assustado. Era como o meu sonho.


 


– como é que sabes o meu nome? – tive que perguntar


 


– ouvi de uma rapariga enquanto a fudias no banheiro – ah foi isso. Então se ela tinha ouvido da rapariga… de certeza que tinha ouvido ela a gemer feito louca e tinha curiosidade em saber se eu era tão bom. Esta já estava no papo. Eh eh prepara-te meu lindo amigo que hoje não vais só te vir devido a um sonho.


 


– sabes linda eu adorava ouvir o meu nome enquanto te fudia a ti. Com certeza que suava bem melhor do que ouvido pela outra vadia- não aguentei mais ver aqueles lá lábios vermelhos e beijei-a. Eles é que pediram.


 


Beija-la era uma das melhores coisas do mundo e acreditem que eu já beijei e transei com muitas para saber que esta só com um olhar e um beijo metia o Edward lá de baixo em ponto de bala.


 


Quando já estava a ficar sem fôlego larguei a boca dela, mas eu tinha tanta fome que comecei a distribuir beijos pelo pescoço dela. Apertei uma nádega dela para faze-la sentir a minha erecção. Outra coisa que as mulheres gostam é de sentir desejáveis, e caralhos vos fodam se esta não o era.


 


Ela gemeu com o meu gesto e eu sorri por saber que a minha teoria estava correcta. Continuamos assim até que o cabrão do meu telemóvel decide tocar. Dei um murro na parede com a adrenalina com que e estava e tirei aquela merda do bolso


 


–sim? – perguntei sem saber quem é que tinha estragado aquele momento. Mas porque é que eu não tinha desligado o aparelho? Algo de que as raparigas não gostam mesmo nada é de serem interrompidas por telemóveis.


 


– edward? – Perguntou-me a Carina. Só aquela vadia para me estragar o momento agora. Mas ela pensava que eu ia dar o meu querido pénis para ela e para a amiga dela, enquanto eu tinha esta deusa à minha frente?


 


– claro.. quem deveria de ser? – perguntei irritado pois se ela tinha ligado para o meu telemóvel, quem é que havia de atender a não ser o dono dele, ou seja, eu. Abracei a minha morena linda com a esperança de me acalmar e não mandar as outras duas para o local onde nasceram.


 


– querido – querido? Querido uma merda – nós estamos quase a chegar à festa e pensei na nossa festinha particular... – festinha particular eu vou ter mas era com a minha deusa – a três (risos da parte dela… obvio) – isso era o que elas queriam mas eu tinha outros planos que me dariam mais prazer


 


– não. Não posso. Agora não. – disse seco


 


– oh porque? Não me digas que mudas-te de ideias (disse manhosa e aos risinhos que já me estavam a enervar)


 


– porque tenho mais que fazer do que te aturar – com estas palavras elas iam-me deixar em paz com toda a certeza.


 


– EDWARD – ela teve a lata de gritar. Pausa. Suspiro. – ok tu é QUE PERDES. Adeus.


 


– ok ok adeus – e desliguei. Desta já me livrei, e agora podia aproveitar a rapariga que eu realmente queria esta noite.


 


Guardei o telemóvel e olhei para ela. Ela era deslumbrante. Tinha os olhos da cor de chocolate, mas devido aos beijos e á excitação, eles estavam de um chocolate derretido que a juntar à boca vermelha e carnuda, resultado dos meus exigentes beijos que lhe dei poucos minutos antes, tornavam-na na mulher mais irresistível que eu já vira.


 


– onde e que nos íamos? – perguntei voltando-a a beijar. Eu necessitava daquela morena o mais depressa possível pois o meu amigo lá de baixo já doía e reclamava por falta de atenção e carinho.


 


– vamos princesa – disse-lhe e puxei-a. Ia levá-la para um local discreto no andar de cima. Não que eu me preocupasse em foder ali em frente aquela gente toda. Mas na primeira vez não queria. Queria privacidade para me perder no corpo dela e gozar atém não ter mais esperma.


 


–onde? – ela ainda teve a ousadia de perguntar. Como se ela não soubesse. Mas até que a pergunta foi impertinente pois havia muitos locais para se fazer sexo.


 


– aproveitar a festa


 


 


 


AMORES DA MINHA VIDA


 


Fiz de tudo para postar o mais rápido possível. Cada dia escrevi uma bocadinho. Só demorei dois dias e fiz o maior capitulo. Eh eh


E isto tudo apesar de estar de férias. (e tenho as aproveitado sem ser no computador)


Mas este poste grande e rápido deveu-se à subida dos comentários. Estou tão feliz :D


Eu sei que para algumas podem ser poucos, mas para cada um é único e especial.


 


Como eu disse a algumas leitoras (que pediram) este e o próximo capitulo vão ser a versão do Edward.


Os nomes que as raparigas com quem o Ed se encontra são de leitoras que comentam.


 


Como algumas já repararam a minha One-shot já está postada :) vão lá dar uma espreitadinha que por enquanto os comentários têm sido os melhores possíveis.


Ela chama-se “Só desta vez”.


 


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Por último eu gostava de dedicar este capítulo à Lua que eu descobri hoje que já não está entre nós. Ela era autora de fic´s como : “a mulher dos cullen”, “o anjo” entre outras.


Eu não a conhecia pessoalmente mas eu já fiz amizades aqui e ela parecia ser uma rapariga muito querida e as fic´s dela eram excelentes e pessoas assim devem ser lembradas. Acreditem ou não eu chorei quando soube da trágica noticia.


 


Lembrei-me que nada dura para sempre e aproveitei a tarde para estar com o meu namorado e agora à noite aproveito para vos deliciar com este capitulo.


 


Sejam felizes.


Adoro-vos


 





(Cap. 8) Capítulo 8

Capitulo 8 – Edward

Ela seguiu-me sem mais perguntas, ainda bem para mim e para o meu amigo. Ela era mesmo muito linda e eu desejava-a por demais. Não sabia nada dela mas isso não me importava. Nunca estive com uma rapariga que eu ao princípio não soubesse nada. É claro que às vezes elas eram me apresentadas e eu no mesmo dia as fudia mas eram sempre apresentadas por amigo ou amigas que sabia que as outras procuravam diversão que eu poderia oferecer. Forks não era uma cidade muito grande nem populosa para haver tantas raparigas desconhecidas. Talvez fosse por isso que eu a desejava tanto. Mas havia algo. O seu cheiro maravilhoso de morango. Os seus lábios vermelhos carnudos a pedirem um beijo. O seu olhar sensível e ao mesmo tempo ardente. Não sei o que era mas eu a queria. E ou muito me engano, ou eu hoje vou ter a melhor foda da minha vida.

Enquanto andávamos eu vi várias pessoas que conhecia, pois a festa era do meu melhor amigo. É claro que quem me via, sabia que eu tinha uma nova musa. Eh eh
Eu também queria que ela a ???? (hei eu nem sei o nome dela :s) bem… que ela visse que eu tinha amigos, assim ela ficava confiante. Outra coisa que as raparigas adoram. Porém, eu não gostei de algo… as raparigas fuzilavam-na com os olhos, o que era normal pois sabiam qu eu hoje não era de mais ninguém… mas os rapazes olhavam-na! Eu ali ao lado dela e eles a tirarem as medidas dela. Mas que merda é esta? E o respeito? Idiotas.

Subi-mos a escada e paramos numa porta. As pessoas já estava bêbadas e o que não faltavam era figurinhas tristes ou cenas porcas nos corredores e assim… eu também ia faze-las mas não era ali a frente de todas. A minha princesa só eu iria vê-la.
Abri-lhe a porta e pedi para ela passar.

– qual é o nome da minha princesa? – perguntei enquanto trancava a porta

– isabella – mas que nome mais bonito.

– a porta fechada é só para não sermos interrompidos... – disse quando segui o olhar dela, pois ela parecia nervosa e assustada.

– eu sei mas não me sinto a vontade – ela olhou para mim

– isabella – disse pela primeira vez o nome da minha princesa - eu nunca faria nada que não quisesses – fiz-lhe uma festinha no rosto para acalmá-la e tranquilizá-la. Eu nunca faria nada que uma rapariga não quisesse.

Acho que funcionou, pois ela garrou-me o pescoço e me beijou. Eu claro que correspondi aquela boca suculenta. As minhas mãos puxaram o vestido dela por baixo para cima e passei a esfregar as minhas mãos nas suas coxas e rabo. Como eu já estava viciado naquele rabo duro. Ela puxou-me o cabelo fazendo-me gemer na sua boca e agarra-la ainda mais. Eu desejava-a toda. Todinha.
As minhas mãos voaram para a parte de cima do vestido dela e puxaram ele para baixo. O seu sutian também era caicai e fiz esse desaparecer repentinamente. Eu tinha bastante perícia e muita experiencia. Eu estava esfomiado e a queria como nunca quis ninguém. Larguei a sua boca e passeia a minha pelo seu pescoço para acabar no seio esquerdo. Eu nunca tinha provado nada igual. Já tinha provado seios maiores, mas estes eram do tamanho certo. Nem pequenos, nem muito grandes. Enchiam-me a boca e faziam-me desejá-la mais.

– saborosos… -disse-lhe, mas eu queria mais e se eu não avança-se já eu ficava com mais vontade e poderia fazer um dispara-te.

Larguei o seio dela e empurrei-a até aos lavatórios onde a ajudei a sentar. As pernas dela amarraram a minha cintura. Eu ardia por dentro. Voltei a minha atenção para o peito dela. Eu não sei consigo explicar o bom sabor dos peitos dela. Eram formidáveis. E eu sentia o coração bater acelerado, assim com o meu estava.

Derrepente ela empurrou-me. Saiu de cima do lavatório e puxou o vestido em cima para cima e a parte de baixo para baixo.

Eu olhei confuso para ela. Agora é que se fazia de difícil? Agora que estava a ir tudo bem? Ou será que ela não queria fazer aqui? Eu podia ter pensado em levá-la para outro lugar mas a minha vontade era tão grande…

–desculpa mas não quero. – disse-me. O que??????

– como eu te disse eu não te vou obrigar. Mas posso saber o porque? – perguntei ainda confuso – não me parecia que não estivesses a gostar.

– eu… eu ainda não estou preparada – empurrou-me, tentando sair dali.

– es virgem? – puxei-lhe o braço quando passou por mim. Essa era a única explicação. O corpo dela queria-me. Ela não parecia estar a ser obrigada.

–sim, agora deixa-me sair daqui- destrancou a porta nervosa e saiu. Eu não fiz nada para a impedir. Se ela era virgem o caso mudava de figura. Claro que eu já tirei a virgindade a algumas raparigas mas não num banheiro. Eu sabia que a primeira vez de uma rapariga é algo único e especial, até para as mais vadias.

Lembrei-me da minha. Foi num acampamento de férias, encostados a uma árvore, um pinheiro para ser mais exacto (acho que nunca esquecerei o cheiro). Eu tinha 13 e ela 16. Ela era linda. Tinha um corpo delicioso e… era a namorada do Emment.

Eu costumava vê-los juntos, sempre aos abraços e beijinhos. Decidi arranjar também uma namorada. Na altura tinha ainda 10 anos. Ela chamava-se Soffya e era bem loira. Tinha a minha idade e adora brincar com nenucos. Decidi entrar na brincadeira e pedir-lhe para ser o pai dos bebés, pois todas as crianças merecem ter a figura paterna presente. Ela acabou por aceitar e eu pedi-lhe um beijo. Ao principio ela ficou atordoada mas eu insisti argumentado que o pai dos filhos dela merecia miminhos ou o casamento iria acabar. Mais tarde descobri que ela tinha os pais separados porque o pai havia trocado a mãe por outra mulher.

Ela chegou-me a dar o beijo, um simples encosto de lábio, mas eu queria de língua como via Emment dar à namorada.

No dia seguinte levei-lhe um ramo de flores apanhada no grande campo em redor da colónia. Ela ficou muito admirada e envergonhada. Expliquei-lhe calmamente que os maridos davam presentes. Ficamos assim uma semana. Foi o tempo de ela se sentir bem comigo. Eu esmerava-me. Dava-lhe presentinhos, passeava com ela de mão dada e cuidava dos bebes.

Certo dia, depois de eu adormecer os bebes, ela me chamou para detrás do dormitório dela. Ela estava muito vermelha e eu pensei que talvez os beijos tivessem a engravidado, mas não sabia como porque ainda não tinha-mos dado beijo de língua. Eu sabia que as raparigas engravidavam se puséssemos algo nosso dentro dela. Eu não tinha posto nada… ainda. Enquanto meditava, ela agarrou-me o pescoço e me deu um beijo de língua. Um beijo de língua! Foi mesmo bom.

O beijo parecia não ter fim, mas fomos interrompidos por Sara, a namorada de Emment. Três anos depois eu já sabia como é que se faziam os bebés. Na teoria, é claro. Eu espreitava Emment com a Sara. Houve uma vez que ela me viu espreitar e sorriu para mim. Eu retribuí-lhe o sorriso e sai a correr. Agora no acampamento, ela sorria mais para mim. O meu namoro com a Soffya continuava. Ela até já me deixava tocar nas maninhas dela por cima da roupa. Foi numa dessas vezes que a Sara nos apanhou. A Soffya saiu a correr, vermelha que nem um pimentão, e a Sara olhou para mim e disse:

– ai Edward, coitado de ti. Tens de te satisfazer com qualquer uma. – sorriu e deixou-me ali. Não sei bem porque (na altura eu não entendia) mas o meu pau despertou só com as palavras dela. Fui ao banheiro e lá me masturbei pela primeira vez. Eu já tinha visto Emment fazer e por isso sabia que não fazia mal.

No dia seguinte foi caminhar e apanhar flores para a minha namorada, encontrei lá a Sara.

–Edward, queridinho, tive a pensar em ti e tenho algo a te perguntar – agarrou na minha mão e levo-me para a parte mais sombria da floresta

–podes perguntar tudo o que quiseres – que ingénuo que eu era

– tu e a soffya sonsa já foderam? – o que? Ela foi bem directa.

–foderam? – perguntei incrédulo

–oh edinho, que fofo. Ainda bem que serei a tua primeira. Se fores como o teu irmão... hummm… vai ser maravilhoso e bem gostoso – primeira? O que é que ela esta a falar?

Paramos num local escuro, no meio de alguns pinheiros. Ela tirou a sua camisola e me beijou. Eu fiquei estático. Era a namorada do meu irmão.

–o que estás a fazer? – Perguntei já me virando

–hei, eu ou muito melhor que a tua namoradinha – parei

–mas tu és a namoradinha do meu irmão

–e? – voltei-me

–e o que?

– não me digas que não és homem suficiente…

–para… - mas afinal o que ela queria

– deixa-me te apresentar ao melhor mundo. O do prazer – ela empurrou-me até um pinheiro e mão dela apertou o meu pau que estava duro. Mesmo sendo irmão do meu irmão ela era bem boa.

–Terra chama Edward – era Jasper

–oi? – de volta á realidade – que foi Jasper?

– que foi pergunto eu! O que é que tu fazes no meu banheiro sozinho? – ele olhava para mim como se eu tivesse maluco. E estava. Pela minha moreninha.

– eu só estava a pensar – suspirei – bem, tenho aí um encontro com duas malucas bem gostosas. Se me dá licença – passei por ele que gargalhou

–parece que já estás bom. Por um momento fiquei preocupado.

Deixei-o para lá a gozar comigo. Agarrei o telemóvel e disquei o número da Carina.

–O que é que queres? – porque é que ela estava tão azeda? Ah pois! Eu a deixei por Izabella. Eu não tenho culpa da outra ser muito mais bonita, e carinhosa, e linda, e maravilhosa, e simpática, e querida, e divertida, e o meu amigo quer é festa. Por isso hoje vai ter duas lindonas ou à lavagem é mão.

–porque esse tom? – fiz-me de ofendido

–porque? Como porque? Não estavas ocupadinho?

–dizes bem. Eu estava. Já não estou. Desculpa mas é que eu tive uma emergência grave e estava irritado. Descarreguei na pessoa errada. Nunca fixes-te isso? Nunca erras-te? – ela ficam confusas quando nós também a metemos contra a parede. Odeiam-se sentir culpadas.

–isso significa que ainda queres ir à nossa festinha particular?

–quero? Eu não desejo outra coisa – ouvi gritinhos do outro lado

–estás onde? Eu ainda estou no carro com a Lais. Podemos ir para a casa dela que está vazia.

–por mim tudo bem

Elas foram-me buscar e a Lais quis ir comigo no banco de trás. Comecei por saborear o peito dela mas não se comparava com o da minha deusa. E pensando nela o meu amigo já está feliz. Lais também reparou e tirou o meu amigo para fora começando a chupá-lo. Até que ela era boa naquilo. Carina olhava-nos pelo espelho e gemia baixinho, género de suspiros. Lais aumentou os movimentos, e com a mão estimulava as minhas bolas.

– dá-me leitinho edward – pedindo assim quem é que nega?

Como boa moça que ela era, ela bebeu todinho. Guardou o meu pau, bem guardadinha e fechou as calças. E só agora é que a noite iria começar…

Fomos para o quarto de Lais. Era todo rosa choque. Um pouco piroso, mas pelo menos a cama era fofinha. Carina sentou-se ao meu lado na cama e beijou-me. Enquanto minha língua brincava com a da Carina, Lais divertia-se a tirar os meus sapatos e meias, mais as minhas calças e boxers, e começou a chupar os meus dedos dos pés, subido com beijos e chupões pelas minhas pernas. A Carina tirou a sua blusa que tinha soutien incluído, o que me fez começar a mama-la imediatamente. Lais chegou pouco depois ao meu pau já erecto. Chupou se tocar com as mãos. Parei de mamar a Carina para ela me tirar a camisa e passei a mamar o outro seio dela, enquanto ela desabotoava e tentava tirar a minúscula mini-saia dela. E para acabar com o resto da minha sanidade ela não trazia calcinhas.

Enfiei dois dedos na Carinha que me deu um sorriso maroto. Colocou uma perna em cada lado da minha cabeça, obrigando-me a deitar. A posição era género de 69, mas em vez de ser a minha língua a comer a ratinha dela, eram os meus dedos. Lais cedeu a honra de chupar o meu pau para a Carina, e começou a chupar as minhas bolas.

Eu parei de dedilhar a vagina da Carina e comecei a dar-lhe palmadas e a agarrar forte aquele aeroporto de rabo. Ela rebolou. Eu já via estrelas e pouco minutos depois ejaculei. As duas dividiram o meu leitinho.

Elas as duas começaram a se beijar. Devia estar ali uma mistura…

Carina começou a apalpar o peito de Lais por cima da camisola. Lais rebolava. Os apertos de Carina mais o rebolar de Lais faziam as mamas dela saltitarem contentes da vida. Eu deixe-me ficar na cama com os braços atrás da cabeça, para saborear a visão privilegiada que elas me davam.

Carina tirou a saia da Lais que tinha por baixo um fiozinho rosa choque da pantera cor de rosa. Se elas neste momento não tivessem as mãos de cada uma enfiadas na vagina uma da outra e gemessem como estivessem no cio, eu iria me rir.

Depois de eu pigarrear, elas olharam maldosas para mim. Carina acabou de despir Lais por baixo, enquanto a outra tirava a própria camisola e sutian.
Subiram as duas por mim, ficando a Carina em cima da minha barriga e Lais em cima do meu pau. Lais colocou-me o preservativo.

O meu pau entrou devagar dentro de Lais que rebolava juntamente com a Carina. Lais agarrava a Carina pelos seios, enquanto a Carina estimulava-se a si própria. Eu continuava com as mãos atrás da cabeça e aproveitava as sensações que elas me davam.

Cavalgavam as duas em sintonia. Gemendo tanto o meu nome como o nome uma da outra. Elas aumentaram os movimentos e surpreendentemente viemo-nos ao mesmo tempo.

Nisto ouvimos algo a cair. Olhei para a porta e a mãe da ais (suponho eu) estava especada na porta e ver a rica cena perversa que estávamos a fazer com a rica filhinha dela.

–Lais… o que é isto? – ela consegui perguntar

–Acho que está na hora de irmos embora – Carina disse-me

–também acho que é melhor – respondi

Tive que tirar a Lais de cima de mim que só olhava para o chão. Tirei o preservativo e coloquei no lixo do quarto. Nem tive coragem de olhar para a mãe de Lais. Vesti-me o mais rapidamente que pude.

Carina levou-me de volta para a festa sem dizer uma palavra.

–ainda te queres divertir? – perguntou-me assim que chegamos

–não estou com espírito, fica para uma outra vez – beijei-lhe os lábios e sai para o meu Volvo lindo.

Fui directo para casa. Esta noite tinha sido agitada. Estava cansado e confuso. Apesar de ter estado no meio de duas raparigas gostosas, a minha deusa não me saia da cabeça. Ela era virgem. Eu também era… mas de signo. Ela merecia calma. Valia isso.

Fui tomar banho pensando no cheiro de morango da Isabella. Porque é que ela não me saia da cabeça? Eu já tinha comido muitas virgens…

Deitei-me a pensar no dia em que perdi a virgindade.

Sara começou a abrir-me as calças. Eu simplesmente não fiz nada. Fiquei sem acção.

–como eu suspeitava… grande e grosso – disse-me

Ela ajoelhou-se e meteu-o na boca. Não demorou muito tempo para eu preencher a boca dela. Bebeu tudinho.

–assim é melhor. Os rapazes vêm-se mais rapidamente a primeira vez. Eu também quero gozar. Sentir prazer. Sentir-me cheia – falou enquanto beijava-me o pescoço.

O meu amigo voltou a ficar animadinho quanto ela puxou a camisola para cima e meteu as minhas mãos em cima do peito dela. Ela tirou as cuecas, e de dentro do bolso da saia tirou um preservativo que me colocou com a boca.

O meu corpo pareceu voltar a pertencer a mim. Sem delicadeza empurrei-a contra a arvora, puxei-lhe a perna para cima e entrei nela sem delicadeza. Ela gemeu em protesto, mas eu não queria saber. Estava louco de desejo. Penetrei-a bem fundo e aumentando o ritmo.

–isso Edward… ah… que gostoso… não para… não… ah

–cala-te caralho – agarrei-lhe os cabelos enquanto aumentava os movimentos

Senti a vagina dela apertar o meu membro e depois ela começar a gemer mais rápido e a começar a tremer. Eu vim-me um pouco depois dela. Larguei-a, tirei o preservativo, joguei-lhe para cima, puxei as calças para cima e sai a correr dali.

Entrei na cabana de Emment.

–MANO DESULPA, DESCULPA MANO- disse muito rápido ganhando folgo da corrida

–dava-me jeito saber o que fizeste para depois te desculpar – ele largou uma revista da playboy que estava a ler, ou neste caso, a ver.

–eu acabei de transar com a tua namorada- directo ao ponto

– o que?

– ela puxou-me e depois começou e quando eu reparei já estava dentro dela – não olhei para ele. Tinha acabado de meter os chifres ao meu próprio irmão.

–ela quem? – mas ele é burro ou que?

– à sara… a tua namorada… - expliquei-lhe muito devagarinho para ver se ele entendia

–mas ela já não é minha namorada… - disse-me no mesmo tom

–o que?

–acabei com ela ontem, ela era fogosa demais – ele fingiu ter calafrios – quase que tinha que por gelo na cona dela – gargalhou

Como é que o idiota ainda goza com a situação?

–isso significa que o meu maninho já é um homem? – ele perguntou levantando-se da cama

–sim – baixei os olhos

–parabéns – ele deu-me um abraço de urso.

–isso significa que não estás zangado? Eu não sabia que vocês tinham acabado – disse abafadamente devido ao abraço dele

–claro que não – largou-me e eu voltei a puder respirar. Conhecendo-a como eu a conheço, ela deve ter-te quase obrigado ou se atirar para imã de ti. E se tu fizeste aquilo na tua completa consciência, não estavas aqui a contar-me sendo capaz de levares um enxerto de porrada.

Depois daquele dia, nem eu, nem Emment, voltamos a falar com a vadia. Aquilo uniu-nos.
Alice nunca soube de nada. Talvez seja por isso que me sinto tão culpado de a fazer sofrer. Todos necessitamos de amigos, mas os, ou neste caso as amigas, não eram as melhores. Enquanto que com o Emment, eu era ingénuo, com as amigas de Alice eu sabia muito bem o que estava a fazer.

Segunda-feira fui para a escola mas o meu humor não estava dos melhores. Eu queria a Isabella mas sabia que era ela especial e merecia algo único.

No intervalo fui com Jasper até ao bar para tomar um café para acordar, visto que não consegui dormir nada de noite. No caminho encontramos o Roger que me pegou pelos colarinhos e me encostou na parede.

–TU VAIS PAGAR POR PENSARES QUE PODES BRINCAR COM A MINHA IRMÃ. – consegui desviar a tempo de levar um bom murro. Ele acertou na parede. Deve ter doído.

Começamos aos murros. Não quero ser convencido mas até que estava dar mais. Não sabia é que irmã é que ele estava a falar. Ao nosso redor reuniu-se uma grande multidão de espectadores. Penso que Jasper estava a tentar no separar. Mas se Roger queria luta, era isso que eu lhe ia dar.

–EDWARD PARA, PAA COM ISSO – era a voz da fadinha. Porque é que ela tinha que aparecer na melhor parte?

Larguei-o no canto, dei-lhe um pontapé e sai dali, sendo seguido por uma maninha histérica e um cunhado preocupado. Sentei-me numa mesa do bar. Alice e Jasper também se sentaram.

–onde é que estávas com a cabeça para fazeres uma cena assim? – só podia ter sido dito por Alice.

–não foi ele que começou. Eu sou testemunha querida.

–não me interessa quem é que começou Jasper…

–e querias que eu fizesse o quê? Que apanhasse sem me defender? Poupa-me! - já estava farto daquilo tudo. Fui até ao banheiro lavar o rosto e ver se tinha algumas marcas no rosto. Felizmente não tinha. Tocou para o intervalo e eu decidi sair dali. Não queria que ninguém pensasse que me estava a esconder.

Ia voltar para o bar quando esbarrei em alguém. E quem seria? Ah pois é! Parece que o destino quer juntar o que eu fui capaz de separar.

– desculpa eu sou mesmo desastrada. – baixou-se para apanhar os livros e as folhas que trazia e que quando nos cruzamos se tinham espalhado. Eu ajudei a minha morena.

– foi bom voltar-te a ver – disse-lhe quando acabamos

– também foi bom voltar-te a ver – ela sorriu-me e eu fiquei duro só de pensar naquela boquinha a chupar o meu pau.

– queres ir almoçar comigo? – disse-lhe sem pensar. Eu só sabia que queria estar com ela e saber mais sobre ela. Tudo nela me interessava saber. Talvez eu a levasse para minha casa e cozinha-se para ela. Não iríamos fazer nada de obsceno. Só a iria provocar e transmitir-lhe confiança.

– pode ser… - ela pareceu indecisa. Ela não me queria mais? Estava arrependida? – Edward porque é que ontem não insistis-te? – por esta pergunta é que eu não estava a contar. E parece que ela também, pois fez uma carinha de quem disse o que pensava sem ao menos pensar se devia dizer em voz alta. Como é que eu irei-lhe explicar que queria que fosse especial? Que queria que ela não se arrependesse? Se sentisse bem comigo?

– primeiro porque não ia tentar uma coisa que tu não estavas preparada e porque quero que perdas a virgindade comigo mas não num banheiro – não aguentei mais e lhe beijei. Queria que ela deixasse as suas inseguranças e soubesse que eu a desejava – vejo-te à hora de almoço na entrada – não lhe dei tempo de responder. Agora não tinha tempo, mas à hora de almoço eu estaria com ela e iria desfrutar da companhia dela. Eu e o meu amiguinho que já pedia uma boa mãozinha nela. Mas ele teria que esperar, porque a mão que ela queria, não iria ter hoje.

Na aula Jasper disse-me que Roger era irmão de Lais e que a mãe tinha-lhe contado o que eu andei a fazer. Com tantas vadia aí à solta, e eu tinha que comer uma que tinha um irmão otário. Ok. Se fosse com a minha maninha, o rapaz já estava morto e enterrado, e eu teria cuspido por cima.

Sai com pressa da aula. Jasper saiu comigo e olhou-me estranho. Ele devia saber que eu estava estranho, mas depois do dia que eu tinha tido hoje, não me perguntou nada. Nem me questionou porque é que eu fui para o fundo das escadas em vez de ir para o meu carro. Ele foi-se embora.

Esperei só um pouco para a ver. Estava linda. Sorri para ela e depois olhei para a companhia dela. O meu sorriso morreu. O que é que ela estava a fazer com a minha irmã? Eu tinha que adivinhar que aquela puta gostosa tinha de se fingir amiga da minha irmã. Mas esta estava redondamente enganada se pensava que agora é que me iria comer. Se ela não fosse amiga da minha irmã, que vinha a falar risonhamente para ela, eu estaria de quatro por ela. Mas agora? Aquela vagabunda iria se fuder, e não literalmente. Eu estava possesso por ter sido enganado.

O sorriso da vadia também se tinha apagado. Já deveria ter adivinhado que os seus planos demoníacos tinham sido furados. Alice parecia alheia a todo o acontecimento.
Quando faltavam duas escadas ela simplesmente atirou-se para cima de mim que prontamente a agarrei. A vadia parou e olhou para nós dois. Mesmo irritado eu não conseguia tirar os olhos de cima dela.

– Estavas a minha espera? – Alice me perguntou feliz e contente

– Sim, eu queria saber se queria boleia para casa visto que Jasper já saiu – inventei. Eu teria que ter uma desculpa para estar ali. Não iria dizer que tinha combinado um almoço com a amiga dela.

– Sim quero. Bella queres boleia ou… – ela disse olhando para a tal de Bella. Bella… Isabella… como é que eu sou tão burro? Como é que eu não percebi logo?

– Pode ser – a tal de Bella a interrompeu-a e olhou ainda teve a ousadia de olhar para a minha irmã e sorrir. Cínica da merda. Que ódio. Se ela abrisse a boca eu estava fudido. A Alice não iria querer saber se eu a tinha tentado comer, antes ou depois de saber que elas eram amigas. Ou seja, eu estava na mão daquela oportunista de terceira. Mas se ela pensava que eu iria ser o cachorrinho dela, estava muito enganada. Ela iria sofrer na minha mão – o meu almoço foi descombinado e eu realmente tenho muito para estudar – claro que foi descombinado, eu nunca mais iria ter nada com aquela.

– Então ficas lá em casa e vemos as coisas juntas. Vai ser divertido.– Alice disse empolgada e ainda abraçou a vadia. Se Alice suspeitasse… – bem deixem-me apresentá-los. Edward esta é a famosa bella… - ate aí eu já tinha chegado – e Bella este é o edward o meu irmão.

– o que???? – ela perguntou um bocado assustada. Será que ela também não sabia? É possível. Esta cidade é pequena e eu devia ter percebido que ela era a nova amiga da minha irmã, por isso é natural que de entre tantos rapazes ela não soubesse. Mas pela dúvida é melhor não dar muitas confianças. Eu não a poderia comer à mesma.

– eu avisei que ele era giro bella – giro? Eu sou lindo, fantástico e perfeito.

– ah… é que vocês não são parecidos… eu pensei… pensei… que o teu irmão fosse aquele do outro dia… tu disses-te… que era… - ela deu mais razões para eu acreditar que ela não sabia do desastre que era nós os dois nos envolvermos.

– e era o meu irmão! Era o emment, o irmão mais velho. Ele não estuda cá. Este é que é o edward… mas já o conhecias? – tou fudido. Diz que não… diz que não…

– claro que não. Nem o tinha visto, é só que realmente vocês não são parecidos. É só isso. – boa bella. Se ela descobre eu estou fudido. Perco uma irmã fantástica.

Ela olhou para mim. Como eu a conheço, sei que ela estava descofiada e por isso aprecei-me a lhe dizer:

– hei não olhes assim para mim. Eu nunca a vi.

Alice pareceu acreditar pois disse para nos irmos e puxou a Bella para o meu lindo Volvo. Nem queria acreditar que eu iria ter a minha princesa no meu carrinho e não poderia fodela. Nem agora, nem nunca. Com tantas vadias aí gostosas, Alice tinha que escolher a mais gata? Ela não a vai tentar comer… não poderia escolher outra? Raparigas há muitas.
Alice esteve o caminho todo a falar e eu no banco do condutor via Bella olhar para mim através do espelho retrovisor com um olhar penetrante e curioso. Eu não ouvia o que Alice me dizia e penso que ela também não. A nossa mente devia estar muito longe e de certeza no mesmo sitio.

Chegamos a casa e eu fui por o carro na garagem. Nós os três almoçamos. Só Alice é que falava. Depois Alice puxou-a para o quarto dela.

Emment chegou pouco depois e almoçou também. Ficou a olhar para mim o tempo todo. Ele conhece-me suficientemente bem para saber que eu tenho algo.

–hei mano. Bora dar uma volta?

–onde?

–hum… pareces desanimado… - ele pensou um bocado (se isso é possível) – James e a galera combinaram agora um jogo de futebol. Que me dizes?

–vamos a isso. Preciso descomprimir.

O jogo fez me bem. Tirei as energias acumuladas que eram destinadas e exercício com a minha deusa morena. Mas agora isso já não seria possível. Levamos a caminho todo de regresso a casa calados. Emment sabia que quando eu quisesse falar, eu o procuraria.

Quando chegamos elas estavam a acabar de comer.

–ola Bella. Prazer ver-te de novo – disse-lhe Emment. Eu também queria se simpático. mas aquele cheiro dela de morango mexia demais com o meu sistema nervoso. Virei-lhe as costas, tirando da dispensa um pacote de bolachas.

–olá Emment e igualmente. Olá Edward – Bella respondeu. Como é que ela ainda me fala? Definitivamente ela já sabia. Se calhar até já sabia que eu não poderia me envolver com ela. Será que Alice está metida nisto?

Olhei para ela assim que ela se dirigiu a mim. Estava com bastante raiva. Só me apetecia apertar-lhe o pescoço e fazer ela contar o que se estava a passar. Detestava parecer fraco. Mas espera… se eu lhe apertar o pescoço ela não pode falar… humm… metia-a no meu colo e dava-lhe com cada palmada naquela doçura de rabo… mas porque é que tinha de ser ela? Porque?

–olá Bella – respondi-lhe. Eu tinha de responder. Ela tinha de aprender que não iria brincar comigo.

– e então Bella estás a gostar daqui?- Emment perguntou sem se aperceber do meu tom azedo que falei para Bella

– estou sim, mas é diferente de onde eu morava. Lá aquilo era uma agitação. Aqui é bem mais calminho – para uma virgem… dizer que isto é calminho depois de eu a quase fuder num banheiro…

– mas não gostaste da festa em casa de Jasper? – engasguei-me. Ela não pode contar nada!

– ah… Sim gostei, foi muito divertido – olhei para ela de novo com raiva. Divertido? Claro. Estragar uma família deve ser muito divertido para uma cadela daquelas.
–Edward podes levar a Bella a casa? – Alice perguntou-me. Ela faz-me prometer não ter nada com as amiguinhas dela mas depois junta-me a elas. Eu não fiz nada para sofrer desta maneira. Porém, esta era a oportunidade ideal para a fazer falar, e encostá-la à parede. Alice não iria saber de nada, ou eu não me chamo Edward Cullen!

Previa do capitulo 9:

Despi o minúsculo vestido que tinha e fiquei com umas calcinhas de fio de cor vermelha e um sutian da mesma cor que empurravam os meu seios para cima, dando-lhes uma imagem bastante sexy.

O que eu senti deixou-me completamente molhada.


Ele desejava-me. Ele queria-me. Virei-me de frente a ele e subi uma perna para ficar por cima da coxa dele, de modo a que a erecção dele ficasse a piscar na minha abertura.
Notas finais do capítulo
Hey gostosas

Desculpem só postar agora mas eu queria fazer um mega capítulo. Este tem 5000 palavrinhas 
Não postei antes porque zanguei-me com a minha mãe e já não falo com ela. Sinto que a minha vida anda aos tropeções. E já voltei para a universidade…
Já levei na cabeça de várias leitoras por ter demorado a postar e para compensar pus aí uma prévia do próximo capitulo que será narrado por Bella.

Demorei mais também para postar em Fases Lunares que tinha sido um pouco esquecido.
A minha segunda one-shot já te nome: “Fica comigo”, mas precisava de uma informação… alguém sabe o nome do hotel que a kris e o Taylor ficaram instalados quando foram para o Brasil?
A one-shot vai ser escrita aos bocadinhos… mas já podem ler a primeira que se chama “só desta vez” e posso garantir que as criticas são as melhores.

Por ultimo e muito importante… já viram as fotos de Eclipse?? Ai ai

Beijos amores




(Cap. 9) Capítulo 9- Bella

Capitulo 9 – Bella

Eu e Alice estávamos numa festa. Nós dançámos e bebemos muito. Jasper que estava completamente sóbrio levou-nos para casa dela. Eles decidiram dormir juntos e eu sem alternativa fui para o quarto do Edward. O meu pai não me podia ver naquele estado.

–Vai dormir para o quarto do Ed. Ele não costuma trazer as vadias para cá e deve chegar tarde como sempre. Ele nem vai dar saber nem desconfiar – dissera-me Alice.

–é que nem penses que eu vou dormir no quarto do teu irmão – protestei

–porque não? Se ele não dorme cá, ele não se vai importar e com sorte ele não aparece e nem fica a saber – mas que pequena mais teimosa

–sim Bella, não há problema algum – Jasper claro que tinha que ajuda a namorada irritante

–mas e se ele me vê lá? Ele ainda pensa coisas erradas… - choraminguei mas realmente eu não via outra solução e ele poderia nunca vir a saber

–ele é meu melhor amigo há anos, acredita que não. Tu estás a dramatizar – garantiu-me Jasper

E aqui estou eu, pela primeira vez no quarto do meu amado que não posso amar.

Despi o minúsculo vestido que tinha e fiquei com umas calcinhas de fio de cor vermelha e um sutian da mesma cor que empurravam os meu seios para cima, dando-lhes uma imagem bastante sexy. Deitei-me na cama e senti uma enorme vontade de me tocar, mas a vergonha apoderou-se de mim. Naquela cama fofinha eu sentia o cheiro dele.

Tinha-se passado uma semana desde que ele soubera que eu gostava dele e que mais ninguém me tinha tocado. Eu pensava que ele não ia mais me falar mas enganei-me, pois esta semana ele tinha sido mais querido e simpático. Sempre que eu passava por ele na escola, ele deixava o que estava a fazer (incluído se tivesse com raparigas, e eu amava quando ele deixava a Tanya pendurada por minha causa) e vinha-me falar e levar-me para a próxima aula. Falávamos sobre tudo. Descobri que ele queria ser médico, mais propriamente pediatra, porque gostava muito de crianças e quando eu lhe perguntei se ele queria ter filhos, ele me deu um sorriso torto, eu amo, e me disse que queria ter um montão. Imaginei um batalhão de meninos com o cabelo desalinhado como ele, de olhos verdes e a darem aquele sorriso torto único.

Ele queria inclusive casar para todo o sempre. Disse-me também que era um galinha porque queria saber como agradar as mulheres para quando se casasse satisfazer a princesa dele (palavras dele).

Com estas conversas eu comecei a gostar ainda mais dele pois percebi que ele não enganava ninguém. Elas queriam sexo e ele lhes dava. Edward acreditava no amor, só que este ainda não tinha aparecido.

Eu também falava de mim. Contava como a minha mãe era e como ela estava ansiosa pelo casamento que iria se realizar. Ele tornou-se um grande amigo mas isso me tornava triste, pois sabia que as minhas hipóteses com ele estavam mais que nulas. Enquanto deambulava por estes pensamentos, acabei por adormecer. Acordei com alguém ao meu lado a chamar-me.

–Bella és mesmo tu? O que fazes aqui?

Abri os meus olhos para deparar com Edward só de boxers em pé ao lado da cama. Sentei-me visualmente confusa e nem reparei que a parte de cima do meu corpo estava descoberta (a autora é que gosta de dar todos os pormenores para as queridas leitoras puderem visualizar bem a cena).

–Edward?

–sim, é claro que sou eu. Agora diz-me o que é que tu fazes aqui? Que eu saiba este quarto ainda é meu – ele perguntou um pouco alterado.

Eu deveria responder, até porque a Alice é que me tinha mandado para cá, mas em vez disso fiquei perdida no majestoso corpo dele, maravilhando-o de alto a baixo, mas espera lá! Que tenda era aquela no meio das pernas dele? o ar mal me entrava no peito. Que tesão de homem.

–BELLA – ele gritou e eu olhei para ele embasbacada (acho que até salivava) – estás-me a ouvir?

Balancei afirmativamente a cabeça , porem, se não fosse o pau dele a rebentar a boxers dele lá em baixo, eram os olhos verde esmeralda em cima que me consumiam.

–ENTAO QUE MERDA É ESTA DE ESTARES NO MEU QUARTO AINDA POR CIMA NUA NA MINHA CAMA – ele continuou a gritar. Espera! Ele disse nua?

Olhei para baixo e vi os meus seios cheios e duros no meu sutian. Tapei-me com o lençol, sentido o meu rosto a queimar e não tive coragem de olhar para ele.

Nem quero imaginar o que ele pensou de mim. Uma vigem semi-nua na cama dela. que vergonha.

–Alice – comecei por dizer – foi Alice que disse para eu vir para aqui, pois ele está com Jasper… - sussurrei – e tu não devias vir dormir a casa – acusei-o – o meu pai não me pode ver neste estado.

Silencio

Eu não ousei olhar para ele. Estava em pânico. Ele agora ia-me mandar daqui para fora ao pontapé chamando-me de todos os nomes feios que conhece.

–hum – disse por fim – ah eu… eu vou tomar um banho.

Eu ouvi os passos dele até a uma porta que estava no quarto que eu não ousar espreitar e espreitei vendo ele entrar na porta e fechá-la normalmente.

Eu não conseguia me mexer. Algo me dizia para eu sair dali a correr (depois de eu me vestir) mas eu não conseguia. Não m sentia. Era como se tivesse hipnotizada.

Eu ouvia a água do chuveiro ser aberta, mas não me conseguia mexer. Eu sentia algo a tremer, mas eu não me conseguia mexer (acho que o que treme sou eu). As minhas mãos doíam-me de estarem a agarrar o lençol que me cobria o peito, mas nem assim eu me conseguia mexer. O barulho da agua cessou.

Demorou um pouco até ele sair do banheiro, e eu continuava atónica. Não olhei para ele.

–Bella – ele chamou e eu automaticamente sai do transe.

–Edward, se me deres licença, eu vou-me vestir e já saiu. Espera só um pouco - disse-lhe ainda sem olhar sem olhar para ele. Eu acho que nunca mais teria coragem para voltar a lhe olhar.

–e posso saber onde é que vais dormir? – num sitio bem longe dele onde não tenha que passar esta vergonha.

–ah… eu… eu ainda não sei, mas eu não tinha o direito de invadir o teu quarto. Eu disse à Alice, mas ela não me ligou e depois o Jasper ajudou e eu disse que não mas eu também não tinha mais para onde ir e depois a Alice disse, e o Jasper também e depois eu não ia segurar vela, e depois…

–Bella! – ele interrompeu o meu comboio de palavras em alta velocidade e eu idiota como sempre, fiz a estupidez de olhar para ele. Ele estava lindo. Tinha vestido um pijama às riscas verticais azuis e brancas. Estava muito mais do que gostoso – não sejas tonta. Não é preciso conhecer minimamente a Alice para saber que ela quase te chateou para vires aqui – ele sorriu torto para mim

–algo assim – já me sentia um pouco melhor pois ele não pensava que eu me tinha metido na cama dele para eu o comer (não que eu me importasse. Foco! Alice, amiga, Alice, irmã, Edward, gostoso, proibido)

–a culpa é minha e do Emment por a termos mimado de mais. Desculpa – disse-me no mesmo tom mais calmo e amável – e desculpa ter gritado contigo, mas é que a Alice teve amigas que fizera muito pior do que se deitarem na minha cama – ai ai que sorriso mais lindo

–eu só não queria que pensasses mal de mim – eu quase chorava, não ia aguentar mesmo se ele pensasse que eu era uma vadia, ainda por cima nós já nos tínhamos envolvido quando eu já era amiga da fadinha.

–Bella, está tudo bem. Eu só penso bem de ti. Eu conheço a minha irmã, já te disse. Bem, dorme bem que eu vou dormir no sofá.

–no sofá? Mas amanhã vais acordar cheio de dores. A cama é tua, eu é que vou dormir no sofá, não tens que estar a ser prejudicado por mim. Não tens culpa – por mais que eu soubesse que nunca iria ter nada com ele, eu não queria que ele me odiasse e amaldiçoasse pelas dores de costas que iria ter no dia seguinte.

–eu nunca iria deixar uma princesa como tu dormir no sofá! Não me conheces mesmo nada – cada vez estou mais apaixonada

–mas se dormires no sofá, eu vou-me sentir culpada e não conseguirei viver com essa culpa, porque não é justo. A cama é tua.

–assim não chegamos a lado nenhum! Eu sempre quis fazer um quarto de hóspedes, mas o Emment quis um ginásio e a fada quis ligar o outro quarto ao closet dela, que ate já era pequeno…

–Edward, eu já me sinto mal o suficiente por esta situação

–Bella vai dormir aqui e acabou-se a conversa

–só se dormires comigo – eu disse isto em voz alta?

–o que? – ele devia estar a pensar noutras coisas

–dorme comigo. A cama é grande o suficiente para nós os dois. Podemos dividi-la.

–ah… - acho que por esta ele não esperava – bem… por mim tudo bem. A Alice é que te mandou para cá e por isso dormirmos juntos não deve ser traição – ele falou mais para ele do que para mim

Ele deitou-se ao me lado. Fechei os olhos. Passados uns minutos a cama mexesse. E não é que não parava!

Abri os olhos para ver o Edward a virar-se de um lado para o outro.

–passa-se algo? – perguntei

–desculpa se de acordei – ai o cheiro dele. Devia ser proibido existir um pecado de homem assim

–eu nem cheguei a adormecer

–desculpa

Fechei os olhos e tentei adormecer mas ouvi um suspiro.

–mas o que é que foi?

–desculpa, mas eu não estou habituado a dormir vestido – é agora que eu não aguento. Escuso de dizer que a minha vagina já apertava.

–co… co… como? – bela hora de gaguejar

–eu durmo sempre de boxers. Só vesti o pijama hoje para não piorar a situação.

–por mim tas a vontade – e se quiseres até tirar a peça que falta… ai o meu coração que não aguenta!

–não te importas?

–não… - se pudesse até implorava – eu também estou seminua – por favor que ele se dispa. Não, eu não posso querer isso. Mas ele é tão giro, tão querido e simpático. Alice! Tenho de pensar na Alice.

–então, tudo bem. Eu tentei mas sinto-me apertado – pelo que eu vi, ele tem razões para se sentir assim.

Ele saiu da cama e eu voltei a fechar os olhos. Eu não queria voltar a ver aqueles músculos definidos e aqueles tendões todos.

Voltou-se a deitar na cama.

A cama voltou a tremer, mas desta vez a culpa foi minha. Eu queimava. Uma sensação inexplicável. O meu corpo implorava por um toque, a minha vagina contraia-se e molhava-se, enquanto os meus lábios estavam secos.

–Bella estás bem? Passasse algo? – ele perguntou.

O que é que eu respondo? Que estava louca de desejo? Decidi não responder. Sem aviso, senti umas mãos ao meu redor.

–pronto princesa. Vai correr tudo bem. Tudo bem, eu prometo – sussurrou-me ao ouvido com a sua respiração a bater no meu percoço.

Parei de tremer pois um calor subiu por mim. Ele estava agarrado por trás, mas eu na parte da cintura para baixo eu não o sentia. Sem pensar cheguei-me para perto dele, agarrando as mãos dele. O que eu senti deixou-me completamente molhada. Ele estava completamente duro e erecto na sua boxers, tocando na minha bunda que só tinha uma minúscula calcinha de fio.

Ele gemeu. Ele gemeu com o meu acto. Ele desejava-me. Ele queria-me. Virei-me de frente a ele e subi uma perna para ficar por cima da coxa dele, de modo a que a erecção dele ficasse a piscar na minha abertura. Os meus seios quase explodiam e saiam do sutiam.

–Bella… o que pen…

–Edward – comecei por acamá-lo – se nós não tivéssemos prometido à Alice que não iríamos ter algo, achas que iríamos ter algo?

–certamente que iríamos – ele suspirou e começou a fazer festinhas na minha perna – e atrevo-me a dizer que não seria algo passageiro e só carnal

Por esta eu não esperava. Eu só podia estar a sonhar ou não ouvia direito por causa do álcool que tinha ingerido na festa.

–o queres dizer com isso?

–eu acho que nunca desejei ninguém como te desejo a ti. E não acho que seja só por causa de seres proibida – as festinhas dele começaram a ser mais exigentes.

Eu acreditei que estava a sonhar e fechei os olhos.

Acabai por adormecer agarradinha a ele, com o carinho das suas festas, o consolo das suas palavras e com a doçura do seu cheiro.





Os comentários diminuíram…
Não gostam do Ed? Querem que pare com os capítulos dele?
Espero que gostem deste capitulo… agora é que tudo vai começar!
Beijos



(Cap. 10) Capítulo 10- Edward

Notas do capítulo

obrigada pela subida dos comment´s

Capitulo 10 – Edward

 

–claro – eu respondi e ela virou-se automaticamente para mim – mas tem de ser agora – eu iria terminar este assunto hoje e agora

 

–por mim tudo bem – ela disse. O meu estômago girava e quase ia para fora as bolachas que eu tinha acabado de comer.

 

–então vamos buscar as tuas coisas – Alice puxou-a. Ela era bem determinada para uma baixinha.

 

Fui para o meu volvo. Agarrei o volante e respirei fundo. Eu não poderia deixar ser seduzido por ele. Não podia. Tinha de ser forte e pensar na Alice. A minha irmã era mais importante que uma boa foda com uma gostosa.

 

Ela não demorou muito. Despediu-se de Alice e de Emment e entrou no carro. O cheiro de morango dela invadiu o meu carro. O silêncio instalou-se dentro do automóvel. Eu sabia que tinha que falar com ela. Mas o cheiro dela ali, ainda mais com ela ali… ah… era tentação a mais!

 

–temos de falar – dissemos ao mesmo tempo e olhámos espantados um para o outro.

 

–primeiro as senhoras – eu disse a sorrir. Queria só ouvir o que aquela vadia tinha para me dizer.

 

– eu não sabia que eras O irmão da Alice. Eu gostava de esquecer o que se passou e que Alice não soubesse de nada. Eu sei que é um pedido estranho mas Alice é minha amiga e eu não quero perde-la só por um momento bom – o que? Definitivamente não era isto que eu esperava… ela não sabia? Eu também já tinha posto essa hipótese… mas eu estava tão habituado a que se atirassem a mim que…

 

– eu ia dizer o mesmo – disse por fim, depois de pensar bastante – acho que te julguei mal. Mas as queridinhas amigas da minha irmã adoram se meter comigo e de se meterem na minha cama – eu tinha que explicar porque é que a tinha tratado mal. Ela era tão querida. Erros acontecem e ela parecia perdida. Até eu que estou habituado a comer por comer, sentia algo forte por ela. É perfeitamente normal que ela não me tenha resistido. Mas parou a tempo. Era uma rapariga gostosa mas seria. Ideal para ser amiga da minha irmã. Eu não poderia estragar isso.

 

–meterem-se na mesma cama? A serio? – ela perguntou incrédula. Eu acenei afirmativamente, mas ela parecia realmente chocada. Olhei para ela e sorri. Queria que ela soubesse que eu também poderia ser amigo dela. Isso era o máximo que eu poderia fazer com ela, pois eu queria tão mais. Ainda por cima agora, que percebi o grande engano que fiz. Sentia-me imundo por ter pensado mal dela. Era a primeira vez que uma rapariga, que não era do meu sangue, mexia assim com o meu lado protector – bem que a Alice me tinha dito que comias as amigas dela e que elas se atiravam a ti, mas nunca pensei que exagerassem a esse ponto – ela gargalhou - mas agora a serio, eu não sabia que vocês eram irmãos. Eu acabei de chegar e vocês não são parecidos. Eu ainda cheguei a pensar nisso porque o irmão de Alice tinha o mesmo nome que tu, mas no sábado ela levou o Emment e eu não pensei mais nisso – ela disse séria

 

–eu também não sabia. Não penses que eu não gosto dela. Eu amo muito a minha baixinha mas tu pareces mais velha. Que tal esquecermos e ficarmos amigos? –  eu propus com o meu melhor sorriso. Eu não sei porque mas sentia-me bem ao lado dela.

 

–por mim tudo bem. Onde é que eu me fui meter? Mudo de cidade e envolvo-me com o rapaz que eu prometi não comer –  o que? Não me digam que a Alice a fez prometer não se envolver comigo. Se ela foi capaz disso… isso só pode significar que ela está mesmo magoada comigo. Eu nunca iria ter nada com Bella.

 

– prometi não comer? – eu perguntei incrédulo. Alice tinha chegado a esse ponto, se eu bem a conheço, se ela soubesse que a Bella tinha sido quase papada por mim, ela se iria vingar dela. Eu sentia-me tão mal. Magoei a minha irmã, Bella iria pensar que somos malucos e perdi a oportunidade de estar com aquela gostosa que estava ao meu lado, me olhando…  e ela iria pensar mal de mim - Alice também te fez prometer? Desculpa por isso. Eu devo tela feito sofrer muito mas em minha defesa devo dizer que não sou de ferro, apesar de estar a tentar-me controlar neste momento.

 

– também? – ela parecia muito chocada.

 

Espera! Eu disse que me estava a tentar controlar? Pois eu tento… mas sai-me coisas destas! Devia ser proibido por lei, com pena de prisão, as gostosas serem amigas das irmãs mais novas.

 

– eu prometi a Alice que não ia transar com mais nenhuma amiga dela – chegamos a casa dela.

 

Eu iria ser sincero com ela. Não sei porque mas sentia-me bem com ela. Ela parecia tão frágil, tão querida e meiga.

 

– mas nós não transamos – ela disse como se eu fosse um anormal. É claro que não transamos. Ela era virgem e queria perder com um homem que a amasse e a fizesse feliz. Não com um papa tudo como eu.

 

–não foi por falta de vontade minha- ela olhou em frente e ficou com um ar de confusa tão fofo. (tenho de me afastar dela… pareço uma menininha boba a falar.

 

– como é que sabias onde eu morava? – olhou para mim e eu sorri. Que pergunta mais estúpida. Ela era filha do chefe da policia. Hey Edward, não te metas a pau que além de uma baixa demoníaca, ainda tens de fugir à policia.

 

– toda a gente sabe onde o chefe da policia mora - expliquei. Ela não era daqui e então não sabia que toda a gente sabia tudo sobre toda a gente. Mas ninguém iria saber que nós quase fodemos.

 

–bem, então ate amanha – ela disse-me. Mas eu não a iria deixar assim. Eu queria-a. podia não comer a meninha dela, nem voltar a chupar aqueles saborosos seios, mas eu não era forte o bastante para me afastar dela.

 

Cheguei-me para perto dela e a beijei no rosto. O cabrão do meu amigo de baixo pediu-me ara lhe pedir uma punheta, mas meu querido, mão em ti, por enquanto a minha, e a dela é que ele nunca iria ter. nunca pensei que um simples beijo pudesse ser tão bom.

 

– ate amanha Bella. Queres que eu te venha buscar amanha para irmos á escola? É claro que a Alice também vai – apressei-me a dizer. Alice tinha de estar presente para eu não fazer um disparate.

 

–claro. E aquilo que aconteceu fica um segredo só entre nós? – ela perguntou. Mais uma vez, ela estava a ser ridícula. Eu nunca iria deixar Alice saber.

 

–só entre nós amiga – respondi-lhe

 

Voltei para casa, completamente feliz, curtindo o cheiro dela no caminho. Quando estacionei na garagem, fiz algo mais forte do que eu. Abri as calças e segurei no meu membro. Fechei os olhos e imaginei Bella ali comigo. Em cima de mim a cavalgar feita doida, com as costas encostadas no volante enquanto os seios fartos dela me batiam violentamente no rosto. Gemi como nunca fiz com uma gaja e vim-me. A minha mão ficou suja. Limpei a um pano que tinha no carro para os vidros e sai dali. O meu bom humor agora estava péssimo.

 

Alice veio ter comigo quando eu subia a escadas.

 

–e então?- perguntou

 

–entao o que? – ela às vezes é tão chata

 

–como correu?

 

–bem, amanha vamos busca-la a casa para irmos para a escola.

 

–o que? EDWARD CULLEN como foste capaz? De novo?

 

–acalma-te lá. O que é que eu fiz? Tu é que me pediste para levá-la

 

–mas não foi isso que tu fizeste – então foi o que? As raparigas são tão estranhas. Estávamos parados em frente à porta do meu quarto.

 

–se quiseres liga para ela. Eu até esperei que ela entrasse dentro de casa – sim eu esperei. Tinha que ver aquela bunda deliciosa.

 

–não é disso que eu estou a falar e tu sabes muito bem – ela colocou o dedo indicador à minha frente. Segurei-lhe a mão e disse-lhe:

 

–eu não me vou envolver com ela. Sei o quanto ela é importante para ti. Só quis ser simpático. Ela é muito querida mas muito ingénua para mim – e era verdade – eu nunca estive com uma rapariga como a Bella – eh eh eu continuei sem mentir – se quiseres eu começo a falar mal com ela e a ser uma besta – por favor diz que não… espera… diz que sim porque caso contrário mais pessoas irão sofrer

 

–desculpa mano. É claro que podes ser simpático com ela. Ela bem precisa. Adoro-te muito – e me abraçou. Eu sou mesmo um otário horrível e mesquinho.

 

No dia seguinte fomos a buscar e falámos os três normalmente. Era óptimo estar com ela excepto um pequeno pormenor de me ter que masturbar depois com ela. Era mais forte que eu.

 

Os dois meses que se seguiram foram assim: eu de manhã ia buscá-la mais Alice e almoçávamos mais o Jasper. Quando Alice e Jasper namoravam, eu e a Bella conversávamos e cada vez mais eu estava louco por ela.

 

Nós os quatro, mais Emment e Rose, costumávamos sair aos fins de semana. Eu continuava a comer vadias que quase me imploravam de joelhos, mas já não era a mesma coisa desde que provei o corpo de Bella. Eu não me podia aproximar dela. nem lhe cumprimentar com um beijinho no rosto eu fazia. A tentação era muito grande. E graças a Alice, a roupa da Bella foi ficando mais minúscula e provocante.

Numa dessas noites, em que a Bella estava deslumbrada e todos os rapazes poderiam cair aos pés dela, que eu comecei a ter uma ideia.

 

Eu estava apanhado por Bella. Talvez eu pudesse ficar com ela. Género de namorados. Eu a faria feliz. Queria-lhe dar o mundo.

 

Ela dançava animada na pista de dança, completamente alheia ao facto de eu estar no bar a devorá-la com os olhos.

 

Eu contaria a Alice. Ela iria compreender e me ajudaria. Será que eu poderia manter uma relação seria com ela?

 

Um idiota qualquer sem amor a vida se aproximou dela. Aí eu percebi que sim. Eu faria de tudo para a ter. Podia até não correr bem! Mas eu iria tentar. Assim é que não dava. Eu estava a sofrer pela minha diva. Tratava a baixo de cão as raparigas que comia. Isto me estava a matar aos poucos.

 

Bella tratou de dispensar o rapaz e eu senti-me feliz e sorri. Estava embasbacado com tanta beleza vinda de uma única pessoa.

 

–então Edward. Quem é a próxima cadela que vais comer – Alice apareceu, vinda não sei de onde, e olhou para a mesma direcção que eu estava a olhar.

 

Depois de ver a Bella, olhou para mim com cara de poucos amigos.

 

–deixa-a em paz!

 

–eu não fiz nada – eu pensei mentir. Mas eu estava farto. Se eu e a Bella seriamos felizes, a minha fadinha iria ficar feliz.

 

–mas estavas a pensar. Eu conheço-te bem.

 

–ela é muito querida

 

–pois é. E tu és um idiota que só a queres porque eu te disse para não a comeres. És um idiota

 

–não é nada disso Alice – sorri-lhe. Ela deu-me um estalo

 

–eu não te quero ver ao pé dela. E eu já estou à procura de um namorado para ela. Tu não és digno de ninguém. Ela odeia rapazes como tu. Irias destrui-la porque ela nunca iria confiar em ti e depois de a traíres… - ela gargalhou. Destruiu todos os meus sonhos.

 

–não te preocupes. Eu só estava ver se ela estava bem. Eu me preocupo. Posso pelo menos isso?

 

–hum – ela fingiu pensar – claro maninho. Ela sofreu muito. Eu não vou deixar ela sofrer mais. Como as minhas amigas que me chamaram de todos os nomes e mais alguns porque tu te atirastes a ela. Bella sente-se bem contigo. Como se tu fosses o irmão mas velho dela – que bom (a chorar internamente) – por acaso nunca vi tu seres tão amigo de uma rapariga como dela – olhou para ela – não te iludas maninho. Se estás a pensar que sentes algo por ela, enganas-te. É só porque ela é parecida comigo.

 

A conversa ficou por ali.

 

No dia seguinte ouvi-as discutir. Elas não deram pela minha presença.

 

–tu não serás virgem para sempre bella! – Alice disse depois de a Bella lhe dizer que não queria nada com o idiota que se sentava atrás de dela na aula de matemática – ainda por cima só beijas-te um rapaz na festa de Jasper e nem sequer me saber quem é. Tens de viver a vida! – esse rapaz era eu. Bella só me tinha beijado a mim (dancinha da vitória)

 

– se estás farta que eu segure a vela é só dizeres – ela estava furiosa

 

– não é nada disso Bella. Eu gosto muito de sair contigo. Desculpa se sou casamenteira – abraçaram-se

 

Foi nesse momento que ela me viu. Alice tinha razão. Eu não a poderia magoar. Mas saber que ela só esteve comigo, que só a mim é que me beijou, mexia muito comigo.

 

Porque ela?

 

 

 

Notas finais do capítulo

 

 

Hey amores

 

Estou muito feliz com a subida dos comentários

 

Eu só perguntei se queriam o Edward a contar a história por causa desta parte.

Talvez poste no fim do fim de semana. Depois de acabar fases lunares.

 

Comment´s ajudam a escrever.

 

Acham que a Alice fez bem em dizer aquilo ao Edward?

 

Beijo





(Cap. 11) Capítulo 11- Edward

Capitulo 11 – Edward

 

A partir daquele dia, eu me afastei e aproximei-me de Bella. Perceberam?

 

Quando ela está em minha casa, eu afasto-me. Ou quando estamos em festas ou assim. Locais onde ela esteja super linda e eu não tenha pessoas para me impedirem de fazer loucuras. E me aproximava nela sobretudo na escola. Eu sabia que a Alice podia aparecer a qualquer momento, e isso me tranquilizava. Era na escola que conversávamos. Nunca pensei fazer isso com uma mulher tão gostosa.

 

Contei muitas coisas sobre mim. Os meus sonhos, o quanto eu gostava de encontrar uma mulher como ela. Não sei é se ela percebia as indirectas. Alice só me chateva e andava de olho em mim.

 

Tinha-se passado uma semana desde que eu descobrira que só eu, é que a tinha beijado. Uma sensação de posse tomou conta de mim. Agora percebia o Jasper e Emment. Eu acho que me apaixonei por Bella. Se não era isso porque é que eu não a conseguia tirar da cabeça? Porque é que eu não conseguia estar com mais ninguém?

 

Sim. Eu não estive com mais ninguém desde que soube do beijo. Eu tentava. Juro que tentava estar com outras, mas não sentia nada. Era tudo tão horrível e nojento.

 

Se eu estava a falar com uma rapariga na escola e ela apareça, o meu mundo parava. A vadia da Tanya percebeu e discutimos.

 

–mais uma amiga da tua irmã para comeres? – que vaca, ela tinha-se aproximado de Alice por minha causa, tinha-lhe pedido concelhos de moda, o fraco de Alice

 

–o que? A Bella não é uma vadia como tu.

 

–Edward Cullen, eu não acredito que… - Alice apareceu atrás de mim com Jasper – Tanya o que é que viste?

 

–Amor não sei o que temos a ver com isso? – Jasper interveio

 

–basta a tua amiguinha passar para o teu irmão rastejar por ela – ela sorriu vadiamente para mim e foi-se embora. Se eu batesse em mulheres… que ódio.

 

–Ed…

 

–nem comeces Alice. Eu e a Bella não temos nada. Entendes-te NADA. Por isso para çá com as tuas infantilidades.

 

–eu é que sou infantil? Tu é que não podes ver um rabo sem meter lá o teu pau, e eu é que sou infantil? Eu odeio-to. Odeio-te

 

Virei-lhe as costas. A minha cabeça rodava a mim. Encontrei Bella e começamos a conversar. Bella falou sobre a mãe. Eu percebi que ela não era uma das melhores pessoas. Bella era mais feliz aqui, e se eu me metesse com ela, iriam sofrer duas pessoas só porque eu me apaixonei. Eu me odeio.

 

Ela parecia tão tristinha. A mãe dela iria casar por dinheiro. Ela seria incapaz de fazer isso. A Bella é mesmo espectacular.

 

Quando ela foi para a aula encontrei-me com Jasper.

 

–Edward, se quiseres falar sabes que podes me contar.

 

–o que é que ela tem? Eu não entendo. Porque é que ela tinha de ser amiga da Alice?

 

–é a tal?

 

–eu acho que sim. Como é que eu posso saber? – eu quase implorava para ele me dizer

 

–sabe-se – ele riu - Edward Cullen apaixonado. Coitada das raparigas daqui.

 

–eu não posso me envolver com ela.

 

–tenta falar com Alice – ele fez uma cara que me deu a entender que ele já saberia que isso não resultaria nesta situação. Alice era cabeça dura.

 

–já tentei e foi pior a emenda do que o soneto

 

Rimos

 

–ela sabe ser bem exigente e mandona mas tenta ver o lado dela

 

–eu sei, Jasper, eu sei

 

–qualquer coisa é só dizeres. Mas tu mereces ser feliz e ela também.

 

As palavras de Jasper não me saiam da cabeça. Estava num bar um pouco longe. Alice saiu com Jasper e Bella. Jasper prometeu-me que iria cuidar das duas, e eu sabia que ele amava bastante Alice para não a deixar fazer nenhum disparate.

 

Eu sempre fui muito ligado a Alice. Custava-me estar zangado com ela por uma rapariga. Mas eu tinha vontade de lutar contra o mundo para a ter. A minha grande duvida é se eu continuaria a quere-la depois de a ter.

 

Já estava farto de estar ali. As raparigas eram umas anormais. E não tinha ido com eles para resistir à tentação e porque não sou masoquista. Decidi ir para casa. Eles estariam até as tantas na farra.

 

A mansão estava em silêncio como esperado. Entrei no meu quarto me despi, fiando com boxers que era como eu sempre dormia.

 

Queria tanto descansar e dormir para ter Bella que nem acendi a luz. Não vi portanto que a minha cama estava ocupada. Eu reconheci logo quem era o intruso. Aquele cheiro de morango era irreconhecível

 

. Acordei com alguém ao meu lado a chamar-me.

 

–Bella és mesmo tu? O que fazes aqui? – eu não queria acreditar o que os meus olhos viam. Eu fugia dela a todo o custo e agora ela estava de sutian vermelho na minha cama. Quem é que resiste?

 

Ela abriu os olhos.

 

–Edward? – perguntou sonolenta

 

–sim, é claro que sou eu. Agora diz-me o que é que tu fazes aqui? Que eu saiba este quarto ainda é meu – ele perguntei começando a perder a minha sanidade mental

 

Ela não me respondeu. Ficou ali deitada a me mirar, de alto a baixo. Aquela imagem dela com carinha de dorminhoca era impagável. O meu amigo de baixo já estava em sentido. Eu não iria aguentar mais.

 

–BELLA – eu gritei e ela olhou para mim embasbacada. Eu só queria que ela saísse dali e não voltasse mais. Porque é que ela estava ali? Ainda para mais tão indecente?– estás-me a ouvir?

 

Ela balançou a cabeça afirmativamente. Mas que merda é esta de ela não responder e começar a se balançar para eu me perder nos seus seio?

 

–ENTAO QUE MERDA É ESTA DE ESTARES NO MEU QUARTO AINDA POR CIMA NUA NA MINHA CAMA – eu gritei. Estava possesso. Se eu não me aguentasse Alice nunca mais falaria comigo.

 

Ela olhou para baixo e cobriu-se com o lençol. Não olhou mais para mim. Eu raparei que ela corava.

 

–Alice – começou por dizer – foi Alice que disse para eu vir para aqui, pois ele está com Jasper… - sussurrou – e tu não devias vir dormir a casa – acuso-me – o meu pai não me pode ver neste estado.

 

Então foi isso. A idiota da minha irmã não me quer com ela e depois manda-a para o meu quarto! Quem vai entender as baixinhas?

 

Bella não olhava para mim. Coitada da minha musa. Imagino como é que ela se deve estar a sentir. E eu estúpido como sou grito com ela e a humilho.

 

–hum – disse por fim – ah eu… eu vou tomar um banho – precisava de um bom banho gelado para me acalmar e conseguir dirigir a situação. Ela não tinha culpa e eu não poderia acordar a casa inteira e matar a Alice.

 

Fui ate ao banheiro e fiquei um tempo parado. Respirando fundo. Liguei o chuveiro e tomei um banho de agua fria. Mas o meu menino só de pensar na minha princesa na minha cama, continuava animado.

 

Sabia que não podia fugir da situação. Eu a queria muito mas não podia. Decidi então que iria dormir o sofá. Vesti um pijama que a minha mãe me oferecera para o caso de ter frio porque aqui era muito frio. Ele era ás risquinhas. Servia para fazer a Bella sentir-se bem.

 

Voltei para o quarto e ela continuava encolhida na cama

 

–Bella – eu chamei e ela automaticamente saiu do transe

 

–Edward, se me deres licença, eu vou-me vestir e já saiu. Espera só um pouco – mas ela estava doida?

 

–e posso saber onde é que vais dormir?

 

–ah… eu… eu ainda não sei, mas eu não tinha o direito de invadir o teu quarto. Eu disse à Alice, mas ela não me ligou e depois o Jasper ajudou e eu disse que não mas eu também não tinha mais para onde ir e depois a Alice disse, e o Jasper também e depois eu não ia segurar vela, e depois…

 

–Bella! – eu interrompi-a e ela olhou para mim - não sejas tonta. Não é preciso conhecer minimamente a Alice para saber que ela quase te chateou para vires aqui – eu sorri para ela. Ela tinha a mania de meter as culpas para cima dela. tudo culpa da idiota da mãe

 

–algo assim

 

–a culpa é minha e do Emment por a termos mimado de mais. Desculpa e desculpa ter gritado contigo, mas é que a Alice teve amigas que fizera muito pior do que se deitarem na minha cama – eu queria que ela esquece-se a minha atitude de há bocado

 

–eu só não queria que pensasses mal de mim – ela fez um biquinho lindo. Aquela mulher era o meu inferno particular

 

–Bella, está tudo bem. Eu só penso bem de ti. Eu conheço a minha irmã, já te disse. Bem, dorme bem que eu vou dormir no sofá.

 

–no sofá? Mas amanhã vais acordar cheio de dores. A cama é tua, eu é que vou dormir no sofá, não tens que estar a ser prejudicado por mim. Não tens culpa

–eu nunca iria deixar uma princesa como tu dormir no sofá! Não me conheces mesmo nada – ela era mesmo idiota por pensar que eu a deixaria dormir no sofá

 

–mas se dormires no sofá, eu vou-me sentir culpada e não conseguirei viver com essa culpa, porque não é justo. A cama é tua.

 

–assim não chegamos a lado nenhum! Eu sempre quis fazer um quarto de hóspedes, mas o Emment quis um ginásio e a fada quis ligar o outro quarto ao closet dela, que ate já era pequeno…

 

–Edward, eu já me sinto mal o suficiente por esta situação

 

–Bella vai dormir aqui e acabou-se a conversa

 

–só se dormires comigo – ai não, quem aguenta?

 

–o que?

 

–dorme comigo. A cama é grande o suficiente para nós os dois. Podemos dividi-la.

 

–ah… - eu não esperava por este convite, eu sabia que iria fazer um disparate – bem… por mim tudo bem. A Alice é que te mandou para cá e por isso dormirmos juntos não deve ser traição – eu reflecti

 

Deite-me ao seu lado. O seu cheiro invadiu-me. A minha deusa estava ali na minha cama e eu não poderia fazer nada. O meu pau latejava. Virei-me e revirei-me. Não estava habituado a dormir vestido e aquilo apertava.

 

–passa-se algo? – ela perguntou

 

–desculpa se te acordei

 

–eu nem cheguei a adormecer – eu sou mesmo anormal. Eu deveria estar quietinho e esperar ela adormecer para me pirar dali, para um local seguro, onde eu não tivesse vontade de a atacar

 

–desculpa

 

–mas o que é que foi? – ela perguntou depois de um voltar a me mexer

 

–desculpa, mas eu não estou habituado a dormir vestido – decidi ser sincero. Eu também não tinha uma desculpa razoável.

 

–co… co… como?

 

–eu durmo sempre de boxers. Só vesti o pijama hoje para não piorar a situação.

 

–por mim tas a vontade

 

–não te importas? – estranhei. Ela era virgem, poderia não gostar.

 

–não… eu também estou seminua – ela tinha neurónios? Eu ali a controlar-me e ela a mandar mais lenha para a fogueira…

 

–então, tudo bem. Eu tentei mas sinto-me apertado – conversei para me segurar

 

Sai da cama e me despi, voltando para perto da minha musa muito rápido.

 

A cama tremeu.

 

–Bella estás bem? Passasse algo? – perguntei receoso. Ela não me repondeu.

 

–pronto princesa. Vai correr tudo bem. Tudo bem, eu prometo – sussurrei-lhe ao ouvido. Eu queria que ela se sentisse bem comigo.

 

Ela parou de tremer. Ela chegou-se para trás e minha erecção tocou o rabinho dela. eu gemi. Não esperava.

Ela virou-se e subiu a perna pela minha coxa, esta mulher era demoníaca. Eu implorei internamente para me segurar. Porque é que ela estava a fazer aquilo? Ela também tinha prometido.

 

–Bella… o que pen…

 

–Edward… se nós não tivéssemos prometido à Alice que não iríamos ter algo, achas que iríamos ter algo? – acho? Se não fosse Alice, ela não me escava. Eu iria come-la de todas a posições imaginadas.

 

–certamente que iríamos – eu suspirei e comecei a fazer festinhas na perna dela. Era tão macia – e atrevo-me a dizer que não seria algo passageiro e só carnal

 

–o queres dizer com isso?

 

–eu acho que nunca desejei ninguém como te desejo a ti. E não acho que seja só por causa de seres proibida – eu desejava-a tanto. Ela estava tão perto de mim. O meu corpo ardia.

 

Ela fechou os olhos e adormeceu.

 

Eu fiquei ali a cuidar dela. Ajeite-me na cama e a puxei para o meu peito. Mexi nos cabelos dela. Cheirei-os. Ela era tão linda. Parecia mesmo um anjo a dormir. Eu não consegui dormir. Simplesmente não conseguia. Fiquei ali a olhar para ela. A imaginar-nos juntos como um casal. Eu sei que a iria fazer feliz.

 

Não sei quanto tempo passou até ela ser acordada por um trovão.

 

 

Amores…

 

Comentários… capítulo novo.

O próximo está a ser escrito e promete…

Eu penso que os capítulos do Edward são importantes porque explicam as atitudes dele

 

É agora que eles contam a Alice? Como ela irá reagir?

E o Jasper? Ajudou…

 

beijo

 





(Cap. 12) Capítulo 12 - Bella

Notas do capítulo
DESCULPEM
Eu tive um trabalho irritante de direito e fiquei sem tempo para mais nada.
Capitulo 12 – Bella

Acordei com um estrondo que me sobressaltou. Agarrei-me a alguém que estava ali abraçada a mim. Enquanto me recompunha do susto, imagens da noite anterior assombravam a minha mente. Ouvi outro estrondo e estremeci de novo. Começou então a chover torrencialmente.

–esta tudo bem princesa. Eu estou aqui -era a voz de Edward.

Eu estava ali com ele. Tinha dormido com ele.

Olhei para cima para ter certeza do que estava a acontecer. Eu não poderia estar a dormir, pois eu sentia-o. Ali, ao meu lado, lá estava. Ele estava mais elevado do que eu e eu estava aninhada no peito nu dele.

Ele tinha uma expressão serena e olhava para mim com paixão. Eu poderia estar a sonhar ou o facto de eu deseja-lo tanto fazer me ver coisas, mas naquele momento, eu não queria saber. Só queria me perder naquela imensidão de verde.

Outro estrondo e eu aninhei-me ainda mais a ele, escondendo o rosto naquele perfeito tronco. Ele abraçou-me bem forte e com uma mão dava festinhas no meu cabelo e beijinhos.

–pronto bebé. É só uma tempestade. Já passa.

Mas a verdadeira tempestade viria quando eu tivesse que falar com ele.

Outro relâmpago veio confirmar o meu pensamento. Como das outras vezes, eu estremeci. Não gosto de chuva, nem de trovões. A minha mãe não gosta mesmo de mim. Mas se eu não tivesse vindo para este fim do mundo, eu não estaria na melhor parte do planeta terra. Na cama de Edward e com ele.

–para uma menina tão corajosa és muito mariquinhas - gargalhou - para te meteres quase nua na cama de um homem que poderá regressar bêbado e ao qual não te podes envolver, já tens coragem. Quando se trata de trovões que estão muito distantes, escondes-te que nem uma ratinha.

Olhei para ele que tinha o sorriso torto mais lindo do mundo. Ele beijou-me a testa e levantou-se. Deu-me a mão e disse-me:

–anda linda, tens de ir tom ar banho.

O que é que eu fiz? Exactamente, tapai-me com o lençol.

–não era comigo Bella! Vais tomar banho sozinha e eu gostava que não te preocupasses tanto em te tapar até porque eu dormi assim contigo vestida. Vá, temos de nos despachar antes que Alice acorde.

–Alice! -disse enquanto colocava as mãos na boca e deixava o lençol cair. Ele olhou para o meu peito, fechou os olhos e suspirou.

–eu sei, Bella -disse já a olhar para mim como se compreendesse o motivo de eu estar preocupada, e talvez percebesse. Até porque ele percebia. Que eu me lembre, ele não podia estar ali comigo. Também tinha prometido à Alice - não te preocupes agora com ela -era fácil ele falar, não era a melhor amiga dele, era irmão e os irmãos são para a vida - trouxeste algo para vestir?

–eu não vou tomar banho -disse-lhe como se ele fosse muito burro

–então vais ficar aí mal cheirosa e imunda?

–o que? Eu não cheiro mal e tu ontem não te queixas-te! -toma e embrulha. Quem é que ele pensa que é para dizer que eu cheiro mal? Eu sou muito asseada! Que ódio, ainda para mais o idiota riu.

–tu passas-te parte da noite na farra. Queres o que?

–hum e o que vamos dizer a Alice? Ele voltou-me a estender a mão e desta vez eu aceitei. Levantei-me e cruzamos ambas as mãos. Não sentia vergonha. Estranhei muito este novo sentimento, mas era como se eu pertencesse a ele.

–por enquanto nada. Vamos descobrir o que se passa aqui primeiro, mas podemos ir já a preparando -respirou fundo e continuo - não me sais da cabeça desde o primeiro momento e que olhei para os teus olhos de chocolate. Lembras-te?

Acenei com a cabeça, era impossível esquecer aquele momento.

–foi na escola. Não resisti a provar o sabor dos teus lábios. Quero tanto voltar a prova-los?

Fui ao céu e acabou a fic :p

Eu mordi o lábio. Queria-lhe dizer que o amava, que o queria, que era dele. Mas as palavras não saiam da minha boca. Ela só queria tocar de novo os lábios dele. Aproximou-se bem devagarinho e os nossos lábios se tocaram. Comecei a explorar a boca dele, mas ele se afastou e sorriu como se tivesse ganho a lotaria.

–vai tomar banho enquanto vou ao seu closet buscar algo para tu vestires. Ela deve ter estado a noite toda a se divertir com Jasper que agora não acordam por nada. Ate já -beijou-me a testa e se virou para ir embora quando eu o chamei:

–e os teus pais?

–não te preocupes linda. Eles já devem ter saído. Desde que nos despachemos até Alice acordar estamos safos.

–e porque é que temos que nos preocupar? Não temos nada -custou-me admitir, mas era a verdade.

–falamos assim que pudermos e quando estivermos longe de sermos condenados à fogueira -ele disse sério. Penso que não gostou do que eu disse.

Fui para a única parte onde eu ainda não tinha ido. O banheiro dele era como o seu quarto: sofisticado e lindo.

Eu já tinha saudades dele. Queria tanto ter feito coisas impróprias com ele, mas eu não podia. Tirei o meu sutiã e belisquei os meus seios. Vi-me no espelho. Eu tinha os cabelos bagunçados e os seios duros e cheios. Eles tinham um tamanho ideal. Eram grandes o suficiente para a minha constituição. Mas a puta da Tanya tinha mais. Porque é que eu estou a pensar nela? Sei muito bem que ela e muitas mais são melhores do que eu. Ele iria preferi-las a mim. Mas foi comigo que ele passou a noite.

Ok, eu estava enfiada na cama dele quase nua, mas mesmo assim ele me disse que tinha pensado em mim. Mesmo que ele quisesse só foda, eu não me importaria. Eu amava-o e necessitava dele. Era ele que me iria fazer mulher. Já tinha decidido.

T irei as minhas calcinhas ficando nua no banheiro dele. Liguei a água morna e entrei. Ela batia no meu rosto e descia pelo corpo. Coloquei as mãos na pare de fria. Agora começava a entrar em mim o facto de ter dormido com ele. Encostei-me à parede e ela estava fria. Os meus seios reclamaram e um arrepio me invadiu. Eu estava a ficar muito obscena mas o meu corpo implorava por ele. Eu ficava molhada sempre que o via. Como se costuma dizer, eu tenho a cona aos saltos ou com o fogo por apagar.

Deixei-me de pensamentos obscenos e acabei o meu banho. Enrolei-me muito bem numa toalha e sai para o quarto. Lá estava um vestido azul muito bonito com mangas compridas. O vestido era da altura dos joelhos e rodado. Havia ao lado um bilhete:

Querida
Espero que gostes do modelo. Eu sinceramente amo te ver de azul. Escolhi um vestido porque Alice é mais baixa que tu e não sei se as calças te serviriam. Sim, eu pensei em tudo.
Falando em Alice, ela não acordou e por isso esta tudo bem.
Espero-te lá em baixo, para assim não haver problemas.
Beijo
Edward

Coloquei o bilhete junto ao coração.

Tinha que começar a viver e seria a partir de hoje.

Vesti o vestido, calcei os meus sapatos e me penteie amarrando o cabelo. Olhei primeiro para o espelho antes de descer.

Ele estava sentado na bancada da cozinha e havia pequeno-almoço para dois.

–bom dia -eu falei um pouco receosa

–bom dia minha linda. Senta-te, preparei-te o pequeno-almoço. Leite com café com torradas -disse-me com um grande sorriso que desapareceu dando a vez para um rosto preocupado - Espero que gostes!?

–gosto sim, obrigada -gargalhei. Era muito fácil ser eu própria junto dele. E era assim que eu queria que continuasse a ser, não só com ele mas com todos.

Levantou-se para me preparar a comida e eu fui-me sentar de frente ao local onde ele estava sentado. Serviu-me e começamos a comer, o que por sinal estava muito bom. Ele introduziu o tema de conversa. Olhou um lado, depois o outro e falou:

–Bella, eu acho que estou apaixonado por ti - engasguei-me no pão. Bebi um pouco do leite. Ele preocupou-se - estás bem?

–s... s... sim... -ele acaba-me de dizer que pensa que gosta de mim e ainda me pergunta se estou bem? Que ridículo. Eu estou a navegar no céu.

–ainda bem -ele estava receoso - eu sei que podes não sentir o mesmo mas deixa-me acabar. Eu penso que estou apaixonado por ti porque eu nunca senti nada assim por ninguém. Eu quero contar a Alice mas sei que ela não vai aceitar facilmente. Por isso se concordares, vamos-lhe contar aos poucos. Tirando o facto de não contarmos s a ninguém... Eu pretendo seguir todas as outras regras do namoro, que inclui ser-te fiel. Disto isto queres namorar comigo?

Ele não acabou de perguntar o que eu ouvi! Não pode!

–Bella! BELLA! Tás-me a ouvir?

–s... s... sim?

–sim o que? A qual das perguntas? -ele parecia desesperado

–esta mesmo a falas serio? Queres mesmo namorar? E comigo? -era bom de mais para acreditar

–sim contigo parva -ele tocou o meu nariz com o dedo indicador e gargalhou

–ah... Eu acho que tu sabes o que eu sinto...

–que é? Eu não sou adivinho. Please Bella. Eu te tratarei como uma princesa.

–eu...

–olá meninos. Como dormiram? -perguntou Alice que rompeu a cozinha com os seus típicos saltinhos. Parou quando abriu a porta e muito rápido veio para a nossa beira e acusou-nos apontando-nos o dedo - eu não acredito que vocês dormiram juntos. Eu não acredito. Vocês prometeram! Como foram capazes?

–hey Alice nos não fizemos nada. E falando em dormir, eu posso saber o que é que a Bella fazia no meu quarto? -ela fechou a cara - ah pois é! Ele simplesmente foi educado. Querias o que? Que eu a mandasse a embora? Que a expulsasse de nossa casa num temporal? Que a levasse para casa para o pai dela pensas que somos maus anfitriões? Ou pior, que ele pensasse que eu e ela tivéssemos feito o mesmo que a tua cabeça demoníaca acabou de pensar? Tu tens é sorte de eu conhecer e saber que ela não é igual a tantas amiguinhas tuas que fizeram pior. Por isso pára lá com as tuas superstições que só ofendem a Bella de algo que tu é que tens culpa - eu olhava atordoada para ele -e que historia é essa de termos prometido?

Alice demorou um pouco a recuperar do choque que o irmão lhe tinha feito com as suas palavras. Mas assim que recuperou, disse-lhe logo:

–tu sabes bem ao que me refiro - e eu também sabia

–eu sei e a Bella, Alice? - Edward levantou uma sobrancelha de desafio. Alice olhou para mim e depois para de volta para ele.

–é que eu fiz a Bella prometer que não se envolvia contigo - a minha cabeça viajava a alta velocidade de um para o outro. Edward já sabia isso. Não fazia sentido a conversa deles! O que será que ele tinha em mente?

–e posso saber o porque disso?

–o porque? - parece que eu não era a única a não perceber Edward

–sim Alice. O porque de te fazer passar essa vergonha. Não achas ridículo teres feito uma amiga tua prometer isso? Ainda por cima a Bella que nunca iria fazer o mesmo que muitas amiguinhas tuas. Porque isso? Ela ontem nem queria ir dormir na minha cama, mesmo não estando eu lá. Não gostavas que a Bella fosse tua cunhada?

–sim gostava. Mas só se o Emment fosse o irmão -o que? Emment?

–como? -nem eu, nem Edward esperávamos aquela resposta de Alice e já que eu não conseguia falar, pelo menos Edward colocava as questões que enchiam a minha cabeça.

–ora Edward! Neste caso eu não tenho medo dela, tenho teu. O que é que irias fazer? Prometer-lhe mundos e fundos e mais nada! Usá-la! -ela quase gritou e o meu mundo quase desabou. Ela tinha razão. Ele tinha-me pedido em namoro. Olhei para ele quase com lágrimas nos olhos. Ele percebeu quando desviou o olhar que estava em Alice por breves momentos
.
–eu nunca prometi algo a uma rapariga que eu não cumprisse depois, e tu sabes bem disso -ele disse calmo mas eu percebia que ele estava furioso, quase capaz de se atirar contra a fadinha

–prometer felicidade e depois dar uma boa foda não é o mesmo.

–diz-me só uma rapariga que me acuse que a enganei! -ai! Isto está a ficar horrível!

–hey! Não finjam que não estou aqui -pedi mas fui ignorada totalmente

–a Bella precisa de alguém que cuide dela e não de ti que só queres a comer e não algo serio

–e se eu quisesse namorar com ela? Deixavas?

–tu namorar? – perguntou e nem deu tempo de responder - TU não namoras

–há-de chegar o dia - ele disse tristemente e olhou para mim. Quem me dera que eu fosse a escolhida.

–mas para que é que estamos a ter esta conversa? Vocês não têm nada, nem vão ter. Tu não a vais magoar e ponto final - ela olhou para mim e sorriu. Só me apetecia dar-lhe um par de estalo - não estas com o meu vestido? Fica-te tão bem!

ODIO! Olhei para o Edward e ele foi-se embora cambisbado. Olhei de volta para Alice e ela comia super descontraída. Eu tinha acabado de fazer o que eu sempre fazia. Me calado e deixado tomarem as minhas decisões por mim.

–não achas que devias dar o beneficio da duvida ao teu irmão? -disse quase me descontrolando

–Bella só estou preocupada contigo - totalmente igual à minha mãe. Se eu não errar como é que aprendo? - Afasta-te dele. É o melhor para ti. Ele não gosta de ti. Só te quer agora porque és minha amiga!

Ela falou enquanto comia. Jasper entrou de seguida e penso que percebeu que algo não ia bem.

–bom dia as duas - ele se sentou

–bom dia Jasper -disse-lhe tristinha

–bom dia meu amor - Alice agarrou-se a ele toda contente sem vestígios que começou o dia a discutir.

Quer dizer, ela podia namorar com quem quisesse e podia andar aos beijinhos e abraços quando bem lhe apetecia e eu tinha de ficar sozinha e ficar com os toscos que ela queria que eu namorasse. Só que Alice, querida, a Belinha parva já era. Eu vou lutar. Se ele me quer só para foda eu não me importo. Quero viver.

–Bella - Jasper chamou-me - eu tenho de ir embora. A minha mãe acabou de me ligar. Precisa de ajuda para uma treta qualquer. Acho que caiu algo no jardim com esta tempestade. Vens comigo?

–sim, Jasper. Tenho só de ir buscar as minhas coisas. Já venho.

–não demores. Fico aqui a tua espera.

Ia a sair quando me lembrei que tinha o vestido de Alice.

–Ali posso levar o teu vestido?

–claro! E até podes ficar com ele. Definitivamente fica-te melhor.

Fui ter com ela e a beijei no rosto.

Subi a correr. Entrei no quarto dele sem bater. Ele estava deitado de barriga para baixo na cama. Não disse nada.

Rapidamente arrumei as minhas coisas. Era agora ou nunca.
Deitei-me em cima dele e beijei o pescoço dele.

–Sim

Sai de cima dele, peguei a minha tralha e sai dali mais rápido do que um piscar de olhos. Desci e Jasper já me esperava. Despedi-me de Alice que continuo simpática comigo. O que quer que ela tinha contra o meu namoro com Edward, devia-se mais a ele. Acho.

Antes de sair, olhei para cima por instinto e vi Edward escondido lá. Olhava para mim com um sorriso radiante no rosto. Naquele momento eu soube que tinha feito a melhor decisão. Lutar por mim. Pelo meu amor.

Jasper me levou a casa sem dizer algo. O que eu gostava nele era isto. Ele sabia respeitar o espaço dos outros. Totalmente diferente da namorada.

Conversei coisas banais com o meu pai. Felizmente a tempestade estava a melhorar.

Fui para o meu quarto e vi o meu telemóvel. 10 chamadas perdidas de Edward e oito mensagens também dele.

Edward:
Querida, aquilo foi o que eu estou a pensar? Estou muito feliz. Juro que não te farei arrepender.

Edward:
Princesa porque é que não atendes? Está tudo bem? Aconteceu algo? estou preocupado linda. Liga-me assim que possas.

Edward:
Falei com o Jasper e ele disse-me que chegas-te bem a casa. Talvez estejas a dormir. Sonha comigo fofinha. Beijo grande.

Edward:
Alice veio falar comigo. Temos de falar sobre isso. Não paro de pensar em ti e ainda não namoramos à uma hora. Eh eh deixas-me enfeitiçado. Quero-te

Edward:
O quero-te não era no sentido de foda. Eu quero-te para mim. Que sejas minha namorada, companheira e amiga. Gosto mesmo muito de ti.

Edward:
Não te preocupes com a Alice. O amor supera tudo. Vai ficar tudo bem. Eu estarei sempre do teu lado.

Edward:
Não sei se me amas. Eu sei que é cedo. Mas podemos chegar lá. Bem o que interessa é que queremos ficar juntos e vamos conseguir.

Edward:
Pelo menos eu penso que tu queres. Sinto a tua falta. Anseio para estar contigo.

Ri e decidi ligar para ele. Atendeu ao primeiro toque.

–Bella?

–sim Edward. Sou eu.

–estás bem? Desculpa as mensagens. Acho que mandei de mais!

–não te preocupes com isso agora. Eu só estava a falar com o meu pai.

–ok linda desculpa. Eu estava preocupado devido ao que se passou hoje.

–sim temos de falar sobre isso – já estava nervosa

–calma. Como eu te disse, eu penso que a melhor forma é ficarmos escondidos por agora. Eu mostro que mudei e ela percebe que eu estou apaixonado e depois ela deixa-me ficar contigo e não há birrinhas.

–hum… até que é uma boa ideia. Tu conheces ela melhor que eu.

–ora ai está – ele bocejou

–bem vai dormir. Depois falamos. Eu também estou cansada.

–ok querida. Qualquer coisa liga. Adoro-te.

–eu também – eu já estava aos pulos no quarto

–princesa… obrigado pelo voto de confiança. Eu gostava que me prometesses algo…

–diz…

–eu… eu gostava que tu prometesses que se tiveres duvida em relação a algo me dissesses…

–hum… ok

–eu não quero mal entendidos entre nós.

–ok ok. E tu prometes o mesmo?

–prometo

–até logo

–beijos

Ele desligou e eu saltitei na cama. Eu não acreditava como a minha vida andava a mudar assim tão de repente. Será que eu tinha feito a escolha certa?

O meu coração diz que sim!
Notas finais do capítulo
Queridas o que acham? Próximo capitulo… talvez depois do fim de semana. Peço desculpa pela demora mas a faculdade está em primeiro (mesmo que eu não queira… mas anda cá uma vozinha chamada consciência que não me para de chatear :p)

Pediram um capitulo maior e aqui está ela. Tem 3000 palavras… aumentei 1000
Leitor comenta… leitor manda

Mandem coments para eu sentir que estar aqui e morrer de sono para postar vale apena.
Adoro-vos




(Cap. 13) Capítulo 13 -Edward

Capitulo 13 – Edward


Estar ali com a Bella, na minha cama, era a melhor sensação do mundo. Ela tinha medo dos trovões. Achei graça. Ele ficava tão mais bela agarrada a mim a tremer. Ai ai

Eu iria a defender sempre. Tentei acalmá-la e depois lembrei-me de Alice. Ela ainda não poderia saber. Foi aí que comecei a formular o meu plano. Eu iria namorar às escondidas com a Bella (se ela aceitar, claro!). Pode parecer um pouco piroso mas era á única solução para eu ficar com ela.

Alice tinha a imaginação muito fértil e podia estragar-nos o relacionamento. Não que ela não gostasse de mim ou fosse má… simplesmente tinha medo por Bella. Eu percebo-a, mas fogo, eu nunca menti ou usei uma rapariga antes. Se a minha própria irmã não acredita em mim, será que Bella vai acreditar? Se eu não tentar nunca hei-de saber.

Foi com este pensamento que ganhei coragem para me levantar. Dei-lhe a mão e lhe disse que tinha que tomar banho. Ela estava suada de ontem, não que cheirasse mal, mas as raparigas gostam de andar impecáveis. As minhas intenções foram as melhores.

Ela tapou-se com o lençol e estava com cara de quem pensava que eu a ia violar assim. Lembrei-me então de que ela era virgem. Tinha de ter calma.

–não era comigo Bella! Vais tomar banho sozinha e eu gostava que não te preocupasses tanto em te tapar até porque eu dormi assim contigo vestida. Vá, temos de nos despachar antes que Alice acorde.

Aí ela lembrou-se de Alice e sem querer mostrou-me aquelas maravilhas que eram os seus seios. Fechei os olhos para me acalmar e não a atacar naquele mesmo instante. Expliquei-lhe com toda a calma que ia dar tudo bem. Eu acreditava nisso e a minha musa também devia acreditar.

Não aguentei e a beijei. Se que queria namorar com ela podia a beijar, não é? Fogo! Vou precisar de ajuda para o possível namoro. Eu nunca namorei. Não deve ser muito difícil. Acho…

Separei-me do beijo e a mandei tomar banho, mas não a deixei sair de perto de mim sem a beijar na testa, como forma do respeito, admiração e carinho que tinha dela.

Fui até ao closet de Alice e procurei muito bem pela peça linda para a minha princesa. As calças deveriam ser muito curtas para a Bella e queria que ela se sentisse linda e maravilhosa quando eu a pedisse em namoro. Será que ela iria aceitar? Quanto mais o tempo passava, mais eu ficava nervoso.

Decidi que um vestido iria ser perfeito. Perfeito para uma princesa. Nos filmes infantis e românticos que Alice obrigava-me a ver mais o Emment, elas sempre utilizavam vestidos. Ok. Já tinha decidido o que escolher. Bem… agora só tinha de escolher um vestido que coubesse á Bella de entre os 1000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000 vestidos que Alice tem. Agora já percebia porque é que ela demorava tanto para se arranjar. Com tanta coisa… não sei porque é que ela tem tantas coisas. De certeza que não tinha vestido tudo isto. Talvez se eu escolhesse a cor fosse mais fácil, visto que o closet de Alice tinha tudo arrumado por peças e por cores.

Azul. Eu amo ver Bella nesta cor. E pronto! ACHEI! Um vestido azul com mangas compridas da altura dos joelhos e rodado. Ideal para um inicio do namoro, espero eu.

Deixei o vestido em cima da cama. Ia a sair quando me lembrei de deixar um bilhete. Os namorados deixam bilhetes, certo? Eu sei ainda não namoramos mas bilhetes são românticos…

Comecei a escrever:

Princesa

Muito piroso… apesar de ela poder gostar, ainda não namoramos logo tenho de ser mais simples

Querida

Bom começo…agora é só continuar…

Este lindo vestido foi escolhido com muito carinho…

Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh que horrível!!!!


Espero que gostes do modelo. Eu sinceramente amo te ver de azul. Escolhi um vestido porque Alice é mais baixa que tu e não sei se as calças te serviriam. Sim, eu pensei em tudo.

Parece melhor… agora tenho de lhe dar segurança… nunca pensei que fosse tão difícil escrever um bilhete para uma rapariga. Mas isto deve ser porque a rapariga é a Bella.

Falando em Alice, ela não acordou e por isso esta tudo bem.
Espero-te lá em baixo, para assim não haver problemas.

Para te pedir em namoro…
Eh eh
Bem agora penso que só falta a parte da despedida…

Beijo
Edward

Simples mas bom… penso…
Reli tudo e coloquei perto do vestido. Desci para preparar um bom pequeno-almoço.

Cheguei à cozinha e estagnei. O que é que ela gostava? As raparigas deviam vir com um manual de utilização. E se eu preparasse algo que ela não gostava, ou melhor fosse alérgica e não me dissesse nada para eu não ficar triste e comesse o que eu preparei e se sentisse mal e… ah o que eu faço agora?

Pensa Edward… tu já comeste milhares de raparigas, deves ter aprendido algo.

Mas o que eu aprendi foi em… outros assuntos… eu nunca comi com ninguém… só as comi.

Bem… ela deveria gostar de leite, e ela bebia café na escola. Por isso leite com café! Bebida já estava escolhida… agora para comer… ah já sei! Ela come torradas, tostas e panquecas na escola. Eu não sou nenhum cozinheiro, mas eu acho que sei fazer torradas. É isso que vou fazer. Leite com café com torradas. Menu escolhido toca a o preparar.

Felizmente quando ela chegou eu já tinha acabado de preparar o pequeno-almoço.

–bom dia -eu falou um pouco receosa. Eu tinha de a acalmar e faze-la confiar em mm antes de a propor em namoro. Mas espera… ela estava linda no vestido. Era mesmo uma princesa. A minha princesa.

–bom dia minha linda. Senta-te, preparei-te o pequeno-almoço. Leite com café com torradas –que ela goste… por favor… que ela goste - Espero que gostes!?

–gosto sim, obrigada – BOA ela gosta.

Levantei-me e a servi. Agora só falta me declarar. Olhei para os lados para ter a certza que a fadinha não ouviria ou interromperia e comecei:

–Bella, eu acho que estou apaixonado por ti – ela engasgou-se no pão e depois bebeu um pouco de leite. Porra Edward! Assim não a vou conquistar! - estás bem?

–s... s... sim... – que bom começo!

–ainda bem. Eu sei que podes não sentir o mesmo mas deixa-me acabar. Eu penso que estou apaixonado por ti porque eu nunca senti nada assim por ninguém. Eu quero contar a Alice mas sei que ela não vai aceitar facilmente. Por isso se concordares, vamos-lhe contar aos poucos. Tirando o facto de não contarmos s a ninguém... Eu pretendo seguir todas as outras regras do namoro, que inclui ser-te fiel. Disto isto queres namorar comigo? – pronto já disse. Agora era só cruzar os dedos ara ela dizer que sim e preparar um contra ataque caso ela dissesse que não pois eu não iria desistir tão facilmente.

Ela não respondia. Acho que isso significa um claro não.

–Bella! BELLA! Tás-me a ouvir?

–s... s... sim?

–sim o que? A qual das perguntas? – esta rapariga quer dar cabo da minha sanidade mental.

–esta mesmo a falas serio? Queres mesmo namorar? E comigo? –porque tana admiração? Ela é a rapariga mais bonita que eu já vi em toda a minha vida

–sim contigo parva

–ah... Eu acho que tu sabes o que eu sinto...

–que é? Eu não sou adivinho. Please Bella – eu implorei. Ela não devia ter mesmo noção do quanto eu a queria - Eu te tratarei como uma princesa - prometi

–eu...
–olá meninos. Como dormiram? – mas que EMPATA NAMOROS É ESTA! Que MERDA. Fod**** ! Alice rompeu a cozinha com os seus típicos saltinhos irritantes e idiotas. Parou quando abriu a porta e muito rápido veio para a junto de nós e ainda teve a ousadia de nos acusar - eu não acredito que vocês dormiram juntos. Eu não acredito. Vocês prometeram! Como foram capazes? – que ódio dessa baixinha irritante, mimada e intrometida. Quem é que ela pensa que é? Ainda por cima ainda nos acusa. Mas isto vai ter troco!

–hey Alice nos não fizemos nada. E falando em dormir, eu posso saber o que é que a Bella fazia no meu quarto? -ela fechou a cara - ah pois é! Eu simplesmente foi educado. Querias o que? Que eu a mandasse a embora? Que a expulsasse de nossa casa num temporal? Que a levasse para casa para o pai dela pensas que somos maus anfitriões? Ou pior, que ele pensasse que eu e ela tivéssemos feito o mesmo que a tua cabeça demoníaca acabou de pensar? Tu tens é sorte de eu conhecer e saber que ela não é igual a tantas amiguinhas tuas que fizeram pior. Por isso pára lá com as tuas superstições que só ofendem a Bella de algo que tu é que tens culpa! E que historia é essa de termos prometido?

–tu sabes bem ao que me refiro

–eu sei e a Bella, Alice?

Eu estava cansado de lhe fazer as vontadinhas todas. Eu queria ser feliz. E a minha felicidade era junto de Bella. Alice não podia nos impedir de namorarmos. Eu amo a minha irmã, mas eu mereço ser feliz. Esta birra toda só porque eu sou giro e as amiguinhas dela querem curtir comigo… que culpa eu tenho? Ah pois… eu também cedi… mas todas as pessoas erram, e eu reconheço o meu erro.

–é que eu fiz a Bella prometer que não se envolvia contigo – jura?

–e posso saber o porque disso? – eu tinha de enfrentar Alice, só assim é que a Bella podia ter confiança em mim e coragem para enfrentar Alice

–o porque? – ainda se fazia de desentendida. Ai que eu mato a baixinha

–sim Alice. O porque de te fazer passar essa vergonha. Não achas ridículo teres feito uma amiga tua prometer isso? Ainda por cima a Bella que nunca iria fazer o mesmo que muitas amiguinhas tuas. Porque isso? Ela ontem nem queria ir dormir na minha cama, mesmo não estando eu lá. Não gostavas que a Bella fosse tua cunhada?

–sim gostava. Mas só se o Emment fosse o irmão -o que? Emment?

–como? –por esta eu não esperava. Como é que ela preferia o cabeção do Emment a mim?

–ora Edward! Neste caso eu não tenho medo dela, tenho teu. O que é que irias fazer? Prometer-lhe mundos e fundos e mais nada! Usá-la! -ela quase gritou e eu notei que Bella quase chorava. Porra. Eu queria dar-lhe confiança e não estragar tudo, ainda para mais ela ainda não respondeu.

–eu nunca prometi algo a uma rapariga que eu não cumprisse depois, e tu sabes bem disso -eu disse calmo mas estava a ferver por dentro. Agora que eu tinha encontrado a minha Deusa, é que ela se aramava em parva

–prometer felicidade e depois dar uma boa foda não é o mesmo – ODIO! É agora que a Bella não aceita

–diz-me só uma rapariga que me acuse que a enganei! – A Bella tem de acreditar em mim. Fogo! Porque é que Alice tinha de descer agora e implicar?

–hey! Não finjam que não estou aqui –Bella interrompeu-nos, mas eu queria que Alice respondesse. A Bella tinha de ter confiança em mim. Ela não era rapariga que queria só uma foda

–a Bella precisa de alguém que cuide dela e não de ti que só queres a comer e não algo serio – mas quando é que eu disse que a Bella era só uma foda? ODIO

–e se eu quisesse namorar com ela? Deixavas? – diz que sim, diz…

–tu namorar? – perguntou e nem me deu tempo de responder - TU não namoras

–há-de chegar o dia – disse completamente arrasado. Agora é que a Bella nunca iria olhar mais para mim. Olhei para ela antes de sair dali e subir rapidamente para o meu quarto.

Joguei-me na cama e pensei. A minha cabeça girava sem parar. Agora que eu queria alguém ao meu lado é que a minha irmã decide opor? E Bella nunca mais aceitaria o meu pedido e conhecendo-a como eu conheço ela deve estar triste a pensar que eu estava a gozar com ela. ODIO

O sono e o cansaço abateram-se sobre mim. Eu não tinha dormido para olhar para a minha princesa. Minha? Bati com a cabeça na almofada. Claro que não doeu, eu precisava era disso. Mas não consegui me levantar. O um corpo implorava descanso.

Alguém entrou no meu quarto sem bater. Nem me dei ao trabalho de ver quem era. Estava muito cansado para isso.

Assustei-me quando senti algo em cima de mim mas logo senti o cheiro de morango da minha princesa. Ela beijou-me o pescoço e disse sim.

Ela saiu da cama. Eu fiquei ali tipo múmia. O que é que ela queria dizer com sim. ESPERA.

Sim ao namoro.

Ela aceitou.

Eu estou a namorar.

AHHHHHHHHHHH

Levantei-me tipo furacão. Ela não estava mais no meu quarto e as coisas delas tinham desaparecido.

Abri a porta e espreitei com cuidado. Não queria ser apanhado pala baixinha.

Sem ninguém á vista ouvi vozes lá em baixo. Espreitei cá de cima e vi Bella e Jasper a se despedirem da fadinha.

Antes de sair Bella olhou para mim. Eu devia estar com um sorriso bobo na cara. Ela também sorriu e saiu. Voltei para o meu quarto rapidamente e comecei a saltar em cima da cama. Feliz e contente da vida.

E agora? Eu tinha de falar com ela e esclarecer tudo.

Decidi ligar… ela não me atendeu. Tentei de novo… e de novo…

Ela devia estar com Jasper que era um cãozinho mandado de Alice. Ela não deveria quer se expor. E se ela mudou de opinião? Pensamentos positivos acima de tudo.

Mandei uma mensagem:

Para Bella:
Querida, aquilo foi o que eu estou a pensar? Estou muito feliz. Juro que não te farei arrepender.

Liguei outra vez… ela poderia dizer que era outra pessoa… liguei de novo… e se se passou algo? eu já estava nervoso.

Para Bella:
Princesa porque é que não atendes? Está tudo bem? Aconteceu algo? estou preocupado linda. Liga-me assim que possas.

Tinha-se passado 15 minutos e nada. Eu quase que tinha feito u buraco no chão do meu quarto de tanto andar ás voltas. Liguei para Jasper e perguntei-lhe se sabia de Bella. Expliquei-lhe que eu e ela tinha-mos discutido com Alice. Jasper não era burro.

–Cara, tu gostas dela? – ok conto ou não? Ele é o meu melhor amigo, mas também é o namorado de sempre de Alice. Melhor não arriscar.

–não sei do que é que estás a falar! A Alice deve ter andado a meter coisinhas na tua cabeça.

–Hey Edward. Eu conheço-te à colhões. Por isso não me venhas com tretas. Eu sei que tas de quatro pela Bella. Ela chegou sim bem a casa. E aviso-te já que não concordo com Alice mas eu percebo-a. Tens de concordar que tens uma quedinha para comer as amigas dela. Mas eu sei que a Bella é diferente. Alice acabará por descobrir também. Qualquer coisa é só dizeres.

E desligou. Com esta paralisei. O Jasper era muito calado e amarrado á minha irmã. Pelos vistos nesta estava comigo.

Depois de muito ponderar mandei outra sms á minha (finalmente posso dizer MINHA) bela:

Para Bella:
Falei com o Jasper e ele disse-me que chegas-te bem a casa. Talvez estejas a dormir. Sonha comigo fofinha. Beijo grande.

Deitei na cama e relaxei. Estava muito cansado. Nem sei à quanto tempo é que não dormir. Mas por enquanto eu não tinha sossego.

A porta abriu-se.

–EDWARD! TEMOS DE FALAR.

–baixa lá a porra da voz, mexe-me essa peida para longe daqui e deixa-me dormir – respondi à Alice sem sequer abrir os olhos

– MAS QUEM É QUE TU PENSAS QUE ÉS? A…

– EU JÁ TE AVISEI PARA BAIXARES O TOM E SAIRES DAQUI. E EU SOU O TEU IRMÃO DE QUEM TU FALASTE MAL. – disse-me ao sentar. Alice estava atónica, parada na porta ainda com a mão na maçaneta. Ela não estava habituada a que a interrompêssemos e muito menos que falássemos mal com ela. Mimos a mais. Mas tudo tinha solução – o que queres Alice? – perguntei retoricamente com um tom mais calmo mas ainda igualmente furioso. O meu tom demonstrava que não queria mais brincar – querias que a Bella se afastasse de mim? Parabéns – bati palmas – conseguis-te! Agora para o teu próprio bem SAI DAQUI agora.

Voltei a me deitar de olhos fechados.

–vais me dizer que gostas dela? ah ah

–se já sabes a resposta porque é que perguntas?

–tu não a vais magoar, Edward. Escreve o que eu te estou a dizer – saiu e fechou a parto fazendo um grande barulho.

Suspirei. Definitivamente Alice iria ser um grande problema. Um problema que eu teria que aprender a lidar, pois para mim Alice foi sempre a menininha dos meus olhos. Não percebo porque é que agora ela está a ser tão má. Tinha de falar o mais rapidamente com Bella.

Para Bella:
Alice veio falar comigo. Temos de falar sobre isso. Não paro de pensar em ti e ainda não namoramos à uma hora. Eh eh deixas-me enfeitiçado. Quero-te

Ops Merda. Ela agora deve pensar que eu só a quero para foder. Mas eu só falo porcaria? Estou aqui desesperado para arranjar uma maneira de dar garantias á Bella e faço sempre porcaria.

Para Bella:
O quero-te não era no sentido de foda. Eu quero-te para mim. Que sejas minha namorada, companheira e amiga. Gosto mesmo muito de ti.

Melhor. Espero que ela perceba tudo bem. Melhor não arriscar e mandar mais uma mensagem.

Para Bella:
Não te preocupes com a Alice. O amor supera tudo. Vai ficar tudo bem. Eu estarei sempre do teu lado.

O amor? Bosta, fiz merda de novo. Se lhe digo agora que a amo, ela vai ter certezas eu a estou a enganar. Ainda é cedo. Mais uma mesagem para explicar:

Para Bella:
Não sei se me amas. Eu sei que é cedo. Mas podemos chegar lá. Bem o que interessa é que queremos ficar juntos e vamos conseguir.

Para Bella:
Pelo menos eu penso que tu queres. Sinto a tua falta. Anseio para estar contigo.

Tentei ligar de novo e nada. Obvio que ela não quer falar comigo. Depois da última mensagem não a culpo. “Anseio para estar contigo”… ela deve pensar que eu só a quero para a foder. Já que mandei algumas mensagens de explicação, mais uma não deve fazer diferença. Peguei no telemóvel e comecei a escrever mais uma mensagem na tentativa de ficar bem com a Bella e de explicar as minhas recentes expressões. Nisto o telemóvel toca. Era ela. Atendi de imediato.


–Bella? – que pergunta idiota. Se era o numero dela…

–sim Edward. Sou eu. – duplamente idiota. Ainda estrago tudo.

–estás bem? Desculpa as mensagens. Acho que mandei de mais!

–não te preocupes com isso agora. Eu só estava a falar com o meu pai – conhecendo o pai dela como eu o conheço, ele deve ter feito um grande questionamento. Coitadinha da minha Bellinha.

–ok linda desculpa. Eu estava preocupado devido ao que se passou hoje.

–sim temos de falar sobre isso – ela parecia nervosa…

–calma. Como eu te disse, eu penso que a melhor forma é ficarmos escondidos por agora. Eu mostro que mudei e ela percebe que eu estou apaixonado e depois ela deixa-me ficar contigo e não há birrinhas – era um plano brilhante

–hum… até que é uma boa ideia. Tu conheces ela melhor que eu.

–ora ai está – bocejei. Bela hora para isso. Triplo idiota.

–bem vai dormir. Depois falamos. Eu também estou cansada.

–ok querida. Qualquer coisa liga. Adoro-te. – era tão bom poder-lhe dizer isto. Sentia-me bem comigo mesmo. É uma sensação inexplicável. Como eu a queria agora nos meus braços para a mimar. Sim, é oficial. Eu estou de quatro por ela.

–eu também – Ahhhh ela também me adora. Dancinha da vitoria… menos… muito menos…

Agora só falta o meu brilhante plano dar certo.

–princesa… obrigado pelo voto de confiança. Eu gostava que me prometesses algo…

–diz…

–eu… eu gostava que tu prometesses que se tiveres duvida em relação a algo me dissesses…

–hum… ok

–eu não quero mal entendidos entre nós.

–ok ok. E tu prometes o mesmo?

–prometo

–até logo

–beijos

Desliguei e deitei na cama. Eu não acreditava como a minha vida tinha mudado desde que a conheci. De completo galinha para um namora obcecado pela sua princesa.

Adormeci com um sorriso nos lábios e com a esperança de um futuro feliz ao lado da minha princesa.
Notas finais do capítulo
Amores

Sei que demorei, mas neste momento a faculdade não me tem dado descanso.

Desculpem a demora. Eu não parei de escrever a fic. Simplesmente não tenho tempo. Nem para as minhas one-shot… e falando nelas… cadê comentários em “Fica Comigo”? tristinha com vocês…

http://fanfiction.nyah.com.br/historia/65271/Fica_Comigo

Tenho uma nova fic que estou como co-autora… essa não tem lemon´s…

http://fanfiction.nyah.com.br/historia/65704/Nao_Era_Uma_Simples_Historia

Espero que gostem…

Já sabem que vai haver um livro da vampira que morre em eclipse e que ela dá uma nova perspectiva da Bella?
Enquanto o livro não chega podem ver um Bella diferente em:

http://fanfiction.nyah.com.br/historia/58176/Fases_Lunares

Boa Pascoa

OBRIGADO PELOS 100 COMENTÁRIOS… bora chegar aos 1000?
Amovs do fundo do meu coração

p.s. obrigado aos novos leitores… não refiro aqui nomes porque quero postar logo

p.s.1- e uma recomendação

BEIJOS




(Cap. 14) Capítulo 14- Bella

Notas do capítulo
sim sim é capitulo :D

Capitulo 14 – Bella

Como é que eu consegui dormir tanto? Ai ai

Acordei com o despertador às 6 horas da manhã. Eu dormi… dormi… Sonhei com o Edward, talvez seja por isso que dormi tanto, pois nos meus sonhos não havia confusões, eu poderia ficar com ele sem julgamentos nenhuns.

Hoje é segunda-feira, dia de aulinhas. Levantei-me contrariada pois por mim ficava em casa com o Edward nos meus sonhos. O meu telemóvel tocou. Mensagem. Peguei nele com os olhos fechados pedindo por tudo para ser Edward. Eu não queria ser tão dependente dele mas era mais forte que eu. Estava preocupada principalmente porque namoramos às escondidas.

Se por um lado eu penso que ele realmente gosta da mim, por outro lado tenho medo. Mas a vontade de aproveitar é mais forte. Parem para pensar como eu. Pensem no que já fizeram, o resultado das vossas acções, a razão das vossas lágrimas, dos vossos sorrisos, da vossa teimosia e da vossa persistência. Eu nunca tive nada disso.

Chorei porque a minha mãe tomava as minhas decisões, e chorava internamente para que o meu sonho não acabasse. Abri os olhos e fitei o telemóvel nas minhas mãos trémulas.

“uma nova mensagem”

“abrir”

Que seja boa e que seja dele, por favor, boa e dele

De Edward

(ah ah ah saltinhos, sim estava acordada e agora? Era a dizer que eu era uma tonta, criança e patética, que dizer que tinha mudado de opinião e que íamos acabar? Ai de mim… bem nada melhor do que ver! Ele é só um rapaz lindo, não percebo porque estou a tremer tanto. Aqui vai…)

Bom dia minha linda. Não me apetece sair da cama, principalmente porque estava a sonhar contigo, mas prefiro ml vezes estar contigo na realidade. Beijos. Gosto muito de ti.

Ahhhhhhh o meu coração saltitava…. Espera! Eu é que estou aos saltos. MENOS. Muito menos. Bem agora tinha de responder, se conseguisse parar de tremer a mão

Para Edward

Bom dia, acordei agora, também não me apetece sair da cama mas tenho saudades tuas. Beijinho

Porra, já disse de mais. Ele não deve gostar de uma namorada que dê sempre em cima, mas eu também não vou ser idiota, apesar de ter medo.

Lá estavam as minhas inseguranças. Tudo isto porque nunca tive liberdade e agora que a tenho, o medo toma-me toda. E era impossível não sentir aquela dor de peito. Estava habituada a sorrir para quem a minha mãe queria. Mas agora eu vou-me lançar de cabeça.

Daqui a uns tempos sei que a minha mãe me quer ao pé dela, por isso, aqui vou ser eu. Já me vestia com um grande sorriso, quando o telemóvel voltou a tocar. E quem seria? Quem disse Edward como a bomba do meu coração, acertou.

De Edward

A Alice fez das suas mas não ligues. Não te podes descair. Queres que te vá buscar? Eu geralmente vou. A Alice não quer ir, até é bom, significa que prefere uma boa foda de manhã do que nos espiar. Ela não pode nos acusar de nada. Por isso, queres que eu vá? Ah e o Jasper está connosco mas não sabe de nada. Beijo grande

Mas porque é que a Alice tinha de se meter? Ainda bem que ela não vem, mas espera, ele está a perguntar se eu quero ir com ele? Estes rapazes às vezes parecem que vêm de outro planeta. Mas que raio de pergunta, se ele me vem buscar sempre é agora que namoramos que irá deixar? Ridículo.

Para Edward

Claro que quero que me venhas buscar, é normal fazeres isso e a Alice não tem pelo que desconfiar ou reclamar. Manda toque quando chegares, vou-me arranjar. Kiss

Escolher o que vestir é que se tornou uma tarefa bastante complicada. Primeiro porque aqui faz frio e eu tenho pouca roupa para este tempo e depois resta a questão do que vestir no primeiro dia de namoro.

Ele deve gostar daquilo que eu sou, por isso qualquer coisa serve. Ah ah. A quem eu quero enganar? É algo super importante.

Vamos ver o que tenho… saia? Nah, ele vai pensar que assim eu quero “coiso”, e eu não quero (ok até quero, mas quero manter o namoro e não parecer uma desesperada). Calças? O mais prático… umas de ganga… não muito apertadas como uma puta, nem muito largas como uma dread. Não tão simples parecendo uma desleixada, nem muito brilhante parecendo uma popstar. Ok. Calças já estão… depois de experimentar 18 (ir com a Alice às compras tem as suas vantagens).

Agora só falta a blusa… Ele disse que adora-me ver de azul. Bem, coloquei as 5 camisolas e escolhi a ideal para o primeiro dia de namoro de escola. A camisola adequada a este tempo, que realça o meu corpo e curvas sem botar os meus peitos para fora ou a pedirem para mete-los na ordem.

All-star azuis, arrumar a mala, vista geral ao espelho e toque no telemóvel, será ele? Porque é que o meu coração bate logo tão forte? Mas espera. Isto foi toque de mensagem. Agarrei o telemóvel e a minha animação diminuiu drasticamente.

De Alice

Olá amiga, sei que não tens culpa mas voltei a discutir com o Edward, ele vai-te buscar daqui a pouco. Falamos melhor na escola, mas cuidado com ele. Beijito

Boa e agora? Bem, já que comecei, agora não vou voltar atrás. Decidiria o que fazer com o Edward, pois eu também não seio motivo de eles terem discutido. Ok, o motivo não é difícil acertar, mas os pormenores não.

A fadinha tem a cabecita muito criativa. E falando em Edward, ele acaba de me mandar um toque. Ainda tinha o telemóvel na mão e assustei-me. Resultado: o meu lindo telemóvel dividido aos bocados no quarto.

Parecia que tinha uma mola dentro de mim. Saltei, mandei-me para o chão para juntar os pedacinhos do telemóvel, pedindo por dentro para ele continuar a funcionar. Não cheguei a experimentar se estava bom e arranquei para junto do meu amor à velocidade das batidas do meu coração.

Despedi-me do meu pai com um “até logo”, ele já estava habituado a eu ir com os Cullen. Abri a porta para a rua e levei com o ar frio daquela terrinha que agora eu gostava, e mesmo com aquele tempo, o meu corpo não arrefeceu nem um pouco por causa do calor que por mim viaja por ver o seu volvo, sabendo que ele lá estava com os seus cabelos desalinhados.

Andei até ao carro respirando fundo, tentando em vão me acalmar. Percorri a distância de casa ao carro sem tropeçar. Ponto para mim. Entrei sem olhar para ele.

Quando fechei a porta, virei a cara de encontro a ele e fiquei sem folgo. Ele é lindo. Estava com a cabeça para trás, encostado ao seu banco e olhava-me com aquelas esmeraldas que me faziam derreter. Lentamente sorriu-me. Mas não era um sorriso qualquer. Era aquele sorriso de quem acordou de um bom sonho e se apercebeu que este era real.

Escuso de dizer que a esta hora o meu coração batia tão rápido que nem dava para perceber que ele batia. Ele inclinou-se para mim, muito lentamente. Fechei os olhos sentindo o cheiro másculo dele que me acalmava. Abri os olhos e os lábios dele estavam por milímetros separados dos meus.

Ele olhava bem dentro de mim, como me pedindo autorização, poi este era o nosso primeiro dia de namoro e agora tudo começaria. Ele olhou para os meus lábios, roçando os seus nele desseguida, terminando com um singelo selinho. Olhou outra vez para os meus olhos, fechou os dele, agarrou a minha cabeça com as suas mãos e eu fechei os olhos para sentir de novo os lábios dele, com as nossas línguas a brincarem.

–Bom dia

–Bom dia, Edward – o que é que eu poderia dizer mais?

Ele sorriu e afastou-se, pondo o carro a trabalhar. Estava concentrada a colocar o cinto de segurança quando ele me questionou:

–Dormiste bem?

–Sim e tu? – respondi enquanto remexia as minhas mãos, tentando em vão raciocinar.

–Também, mas dormiria mil vezes melhor ao teu lado – mais vermelha do que eu estou agora é impossível.

Ele conduzia depressa. Muito depressa para o meu gosto, pois além de ser assustador, ainda ficava menos tempo ao seu lado. Namoramos às escondidas não são permitidos na escola onde todo o mundo pode assistir. Chegamos, como eu previra, muito depressa.

Abri a porta para sair mas esta estava fechada. Olhei para o Edward.

–Tem cuidado com a Alice – disse sério, preferindo olhar em frente do que a me enfrentar

–Discutiram porque?

–Por tua causa – respondeu-me fechando os olhos

–Até aí eu sei

Suspirou.

–É complicado. Para mim, para ti e para ela. Para mim porque nunca quis namorar e custa-me estar a mentir-lhe.

–E achas que a mim não me custa? Só porque és irmão dela não significa que te custe mais a… - ele não deixou eu terminar o meu ataque de fúria colocando um dedo nos meus lábios. Um simples toque dele e eu derretia apesar de estarmos na nossa quase primeira discussão.

–Não é isso que eu quis dizer e não é isso que eu penso. Nós discutimos porque agora ela anda mais chata mas eu quero lutar por nós. Só te estou a pedir calma e paciência. Por favor Bella. Lembra-te das nossas conversas. Nós temos nos dado muito bem e eu não quero estragar isso. Que quero uma companheiro, uma amiga e não sexo. Porque para sexo eu não preciso magoar a minha baixinha. Quando contarmos a Alice eu quero que lhe mostremos que eu posso ter uma relação.

–Isso significa que eu sou uma experiencia? – perguntei sem olhar para ele. Eu não sabia o que devia pensar.

–É claro que não. Olha pra mim princesa – ele agarrou a minha face com as duas mãos e obrigou-me a olhar para ele – Eu nunca me senti com alguém como me sinto contigo.

Era impossível não acreditar nele. Os nossos lábios voltaram-se a aproximar mas eu tinha de ser forte para bem de nós os dois.

–E o Jasper? Como é isso de ele estar do nosso lado e não saber de nós?

–O Jasper é o meu melhor amigo desde sempre. Eu só não lhe conto porque não quero que ele minta a Alice. Já basta ela estar de olho em nós. Mas sei que no fundo ele sabe. Pode ser sem pormenores mas sabe – ele riu com uma piada interna – Antes de eu fazer ele já as sabe. É por isso que que quero lutar por nós. Porque até o meu melhor amigo acredita em mim. Só te peço calma porque eu não sei bem como se namora.

–Olha nem eu!

Rimos em conjunto.

–Eu sei princesa mas havemos de descobrir em conjunto!

–É uma boa ideia.

Voltamos a rir e foi aí que ouvimos um barulho na porta. E quem seria?

Aquele barulhinho no vidro era irritante e antes de me virar para ver Alice, respirei fundo.

Sorri para ela com o meu sorriso mais falso. Virei-me de novo para Edward e desejei-lhe um óptimo dia. Ele me olhou espantado com o meu entusiasmo, mas eu à muito que estava habituada a ver o lado bom da minha vida, por mais pequeno que este fosse.

Abri a porta e beijei o rosto de Alice.

–Bom dia fadinha. Vamos para dentro? Está um frio que não se aguenta.

Nem deixei ela falar e fui logo para a sala de aula. Ouvi os passos dela a seguirem-me. Coloquei a mochila na mesa e olhei para o relógio. Ainda faltavam 10 minutos para a aula começar. 10 exactos minutos que iria ouvir Alice.

Sentei-me e abracei o meu corpo na esperança de me aquecer. O meu sol, luz, aquecedor estava indisponível por longas horas. Alice sentou-se ao meu lado e eu sabia que ela estava louca por começar.

–Então o que é que tu e Edward faziam no carro?

Olhei para ele com cara de raiva, mas por motivos que não lhe iria confessar.

–O que achas?

–Não precisas de falar assim comigo! Ou tens algo a esconder?

–Mas de que raio estás tu a falar?

–O que é que tu fazias no carro do Edward?

–Ele foi-me buscar… como de costume… Ele disse-me que não foste porque estavas com o Jasper. – expliquei-lhe como se ela fosse muito burrinha

–Mas ainda estavas lá! – que coisinha mais chata

–Óbvio! O teu irmão conduz como um louco, o que penso que é de família, e se tu tivesses vindo connosco eu ainda estaria do volvo quentinho e confortável do teu irmão! – fiz beicinho

–Ah… - agora calei-a. Viver com a minha mãe até tem as suas vantagens – ainda não te habituas-te ao frio daqui depois de dois meses?

–Não e acho que nunca me vou habituar. Já que estás tão paranóica com o teu irmão, achas que o Jasper está livre amanhã à tarde?

–Porque?

–Alice, temos teste na próxima segunda de matemática e o Edward é que me tem ajudado, e visto que estás a dar para parva e…

–Ok, eu já percebi! Desculpa.

–Não é só a mim que tens de pedir desculpa. O teu irmão gosta muito de mim e daqui a pouco está-me a odiar e depois perco as explicações de matemática grátis

–Oh amiga – ela me abraçou – o que tu queres do meu irmão é só as explicações…

–Oh. O carro também não me importava.

Os nossos colegas começaram a entrar e nós nos afastámos não fossem pensar que éramos lésbicas. Não que tenha algo contra mas o Edward não iria achar muita graça ao facto de as pessoas me ligarem amorosamente com a irmã dele.

A aula correu com normalidade e a Alice não voltou a me importunar com o assunto do irmão. A nossa segunda aula era Educação Fisica. Não gostava de corta-mato mas tinha de ser. Hoje, por alguma razão desconhecida sentia-me mais optimista e alegre. Já nos balneários enquanto me vestia Alice voltou a carga.

–Então vais amanhã lá a casa?

–Fazer? – perguntei enquanto vestia a camisola

–Estudar matemática…

–Queres me ajudar? Tu não gostas de me explicar matemática… se quiseres podemos estudar história – propus

–Não vais estudar matemática com o Edward?

–Eu ainda não combinei nada com ele. Pensei que não quisesses que eu estivesse com ele.

–Bem eu estive a pensar e acho que tens razão, é só que eu vos vi a falarem muito nestas últimas semanas e fiquei paranóica. Eu amanhã vou sair com o Jasper pois fazemos seis anos de namoro por isso nem eu nem ele podemos de ajudar, além de que o Edward explica melhor.

–Seis anos? Ahh! Parabéns! – Abracei-a

Ela olhou para o relógio que acabara de colocar no pulso.

–Passamos pela sala deles e perguntas-lhe?

–Parece-me bem. – Nem queria acreditar que eu finalmente a Alice me iria dar descanso.

Saímos dos balneários de braço dado e fomos para o pavilhão deles. Antes de entrarmos vimos Jasper a comer um bolo.

–Olá meninas. – disse com a boca cheia.

–Jasper não fales de boca cheia. Ai! Não quero beijos cheios de açúcar. – Ri-me com eles, os dois eram muito cómicos.

Deixei-os e entrei no pavilhão. Encontrei-me com Edward mas não era como eu queria.

Ele estava com Tanya. Ela tinha os braços á volta do seu pescoço e ele com as mãos na cintura dela.

Parei imediatamente. Não queria acreditar no que os meus olhos viam. O que era aquilo?

A minha boca ficou aberta e a minha garganta seca. Eu não via a cara dele mas ela viu-me e aproximou-se mais dele enquanto sorria para mim. Vaca.

Edward afastou-se do beijo e olhou para mim ficando admirado e penso que encrencado.

–Bella… Eu posso explicar!

Notas finais do capítulo
Aqui estou eu com um capitulo de quase 3000 palavras como prometido e pedido. Peço muita desculpa pelo tempo que demorei e Amo-vos do fundo do meu coração! (vou agradecer a cada uma) P.S. dadabarros valeu pela sua recomendação! Me emocionei muito




(Cap. 15) Capítulo 15 - Bella

Capitulo 15

O que eu fiz? Nada. Fiquei parva a olhar para ele. Olhei dele para Tanya que sorria abertamente.” Vadia” pensei.

O meu olhar recaiu de novo em Edward que continuava com aquela carinha de cão abandonado.

–Bella…

–O que está a acontecer aqui? – Alice interveio

Só me faltava esta agora! Edward parecia que tinha visto um fantasma. Eu tinha de ser mais rápida e inventar uma desculpa.

–Parece-me que tens uma nova cunhada

–Nova? – Alice admirou-se

–Porque é que o Ed tem de te explicar o que quer que seja? - a vadia interrompeu a minha desculpa

–O QUE? – Alice gritou

–É que o Edward me disse na outra vez que era horrível andar contigo porque a tua boca cheira mal e isso não é suficiente para uma foda e agora isto… - não olhei para ele pois sentia os meus olhos queimarem

–EDWARD – gritou a piranha. Por esta ela não esperava

–Tanya, eu posso explicar… - as minhas mãos fecharam-se em punho. Não era a mim que ele devia justificações?

Alice parecia animada com o rumo da conversa.

–Realmente, Tanya. O meu irmão tem melhor! – pois! Até que tem mas parece que prefere ela

–ops! Bem é melhor irmos embora Alice, depois falamos com o teu irmão. – olhei directamente para ele – Ele agora está muito ocupado.

Nem olhei para ele, simplesmente virei as costas e sai. À porta Jasper olhou para mim interrogativamente mas não perguntou nada. Jasper era um sujeito estranho. Pela convivência que tinha com ele percebi que era um rapaz recatado, o que em primeira análise estranha-se que ande com Alice que é a alegria em pessoa. Porém eles dão-se perfeitamente bem. Acredito plenamente que os apostos se atraem, por isso é que achei que eu e o Edward podíamos dar-nos bem. Mas me equivoquei.

Edward é lindo, simpático, gostoso, rico, bom partido, boas famílias, educado, inteligente… e eu? Sou o aposto. Nem a minha mão se importa comigo.

Dirigi-me até ao banheiro e me assoei. Estava a lavar a cara quando Alice entrou.

–Estás bem? – perguntou-me enquanto eu estava com a cabeça debaixo do chuveiro

–Sim – tirei mais papel para limpar a cara

–Tens a certeza? Não pareces bem. Foi aquilo do Edward…

–Pára! Alice pára! Mas porque é que achas que a minha vida anda à volta do Edward? Não anda. Eu estou com alergia. Acho que foi do perfume barato da asquerosa da Tanya. Blhac

–Desculpa. Eu estou mesmo paranóica com o Edward. Tens a cara tão vermelha. E esse nariz! Queres que vá chamar alguém?

Olhei para o espelho. Da raiva contida das lágrimas que saia e de me ter assoado e esfregado a cara com o papel para as mãos parecia mesmo que eu estava com uma alergia.

–Isto já passa Alice. É como a alergia do pó. Nunca limpaste o pó?

–A… Não. – oh paciência para meninas com empregadas – Mas sei do que estás a falar de quando vou ao sótão.

–Sótão?

–Ok. Ok. Eu confesso. Eu só fui lá uma vez por causa do pó e também não há lá nada de interessante. Só tem coisas velhas.

Pouco tempo depois eu e Alice fomos para a próxima aula e felizmente não vi o Edward, mas sabia que não era por muito tempo. Ainda pensei dar uma desculpa dizendo que estava mal disposta, mas não queria que Alice percebesse que algo se passava. Além disso, não iria dar esse gostinho ao Edward. Acabou-se a menina parvinha.

Eu disse isso quando aceitei namorar com o Edward e está-se a ver o resultado. Mas tenho de ser forte, talvez um dia melhore e eu olhe para trás e ria-me destes sentimentos que estou a sentir agora.

Entrei no refeitório e não olhei para a mesa que costumamos nos sentar. Dirigi-me para a fila e coloquei pouca comida na bandeja. Quanto menos metesse, mais depressa podia sair dali. Alice vinha mesmo atrás de mim e quando eu ia a pagar perguntou-me se eu só iria comer aquilo.

–Não tenho muita fome, acho que estou a entrar naqueles dias.

–Ah oh. Lembra-me que depois tenho de falar contigo sobre isso.

“Isso o que?” pensei. Eu estava a falar da menstruação, do que estaria ela a falar? Não interessa. Ela tinha-me acabado de dar a deixa ideal para fugir do Edward.

Sentei-me sem olhar para ele, mas sabia que ele estava acompanhado de Jasper. Alice também se sentou e começou a rever os planos dela e de Jasper para o dia seguinte, o que lhe lembrou…

–Chegas-te a falar com o Edward? Como é que combinaram? – esta Alice irrita, quando eu queria que ela me envolvesse com o irmão, não o fazia, agora que eu só quero distancia dele é que ela decide intervir

–Falar comigo? Sobre o que? – a voz dele transmitia angustia e tensão

Porque é que ele não sabe disfarçar? Já me bastou perder um namorado, não quero o mesmo com a minha melhor amiga. Eu perdi um namorado. O meu primeiro amor.

O meu coração apertou, juro que o senti a apertar. Eu estava em choque. Estava a espera de sair dali e puder rebentar, mas não sei se irei aguentar muito mais tempo. A verdade é que eu sinto falta do Edward. Eu hoje estava a espera de viver uma grande aventura romântica como nos contos de fada, de brincar ao gato e ao rato com ele, mas a verdade é que estou a viver um pesadelo. Nem por um dia pude ser feliz. Não pude ser normal.

–A Bella precisa de ajuda a matemática e como eu andei obcecada e paranóica com vocês os dois, ela ficou acanhada de te pedir ajuda. Mas não tem mal nenhum, e eu já ultrapassei, aliás não sei como me aguentam… ás vezes sou tão chata. – fui a única a rir-se e virou mais para Edward – Então estás muito ocupado amanhã ou podes ajudar a Bella? Não me digas que tens algo com a vaca da Tanya? Por favor. Ela não é assim tão gira e de simpática não tem nada.

–Não Alice, eu não tenho nada com a Tanya. Nem com a Tanya nem com ninguém, - será que foi uma indirecta para mim? Ele não ia admitir agora a Alice, mas mesmo assim será que ele estava a acabar comigo? Porque é que os rapazes são assim tão complicados? – foi ela que começou e agarrou-se a mim. O estranho é que nem estávamos juntos. Ela agarrou-me do nada.

–Isso é estranho mas ajudas ou não?

–Não é a Bella que tem de me pedir? – claro, o que eu quero mais é pedir-lhe para me ajudar em matemática.

–Podes ou não? Eu não quero atrapalhar a tua vida? – fui muito grossa? Acho que sim mas doi tanto...

–Claro que posso. Para te ajudar a matemática posso sempre. Sabes disso e se não fosse a Alice sabes que não andava sempre a fugir disso. Só quero que estejas bem. – mais alguém sentiu o duplo sentido?

–Oh Bella desculpa. Eu nunca quis o teu mal. – eu já sentia os meus olhos a encherem de lágrimas

–ATCHIMMMMMMMMMMMMMMMMM

Jasper entregou-me um lenço ao qual me assoei muito alto e dramaticamente.

–Não estás melhor da alergia?

–Não. Será que é de alguma árvore daqui?

–Pode ser. Nunca tiveste cá por muito tempo pois não?

–Não. – respondi ainda com a cara tapada. – Falamos depois Edward. Tenho de ir ao banheiro.

Saí a correr mas ainda ouvi ele a chamar-me. Entrei no primeiro banheiro que vi e fechei-me numa divisória.

–Bella, estás aí? – Edward estava na porta do banheiro. Era só o que me faltava. Nem aqui posso estar sem ele?

A porta abriu-se mas eram passos de saltos. Só poderia ser uma pessoa.

–Bella, estás aí? Vá eu sei que estás aí.

Sai do cubículo e lavei a cara.

–Acho melhor ires à enfermaria. – aconselhou-me preocupada

–Eu estou melhor. Acho que deve ser de alguma árvore. Vens lá comigo? – assim o Edward ficava longe de mim.

–Lógico.

Saímos e o Edward estava lá com Jasper. Alice disse que íamos à enfermaria e eles seguiram-nos.

A enfermaria ficava no pavilhão da secretaria e do concelho. Entrámos e ficou tudo a olhar para nós.

–Eu fico bem. Vocês podem ir.

–Não vais ficar sozinha. – disseram os irmãos em conjunto

–Alice vai contigo e nós ficamos cá fora. – decidiu Jasper puxando pelo braço Edward para fora

–Sra. Cope precisamos de si.

A Sra. Cope apareceu à porta do minúsculo consultório e mandou-nos entrar.

–Então minhas queridas, o que aconteceu.

–É a Bella. Ela está com alergia. – poxas, acho que exagerei. Eu só queria chorar em paz e que ninguém soubesse e não que a Alice se preocupasse tanto. Não sou tão boa actriz assim

–Deita-te na maca, querida.

Deitei-me e ela meteu-me a mão na testa.

–Não tens febre. Quais são os sintomas.

–Espirro e os meus olhos ficam vermelhos e género que choro.

–Hum que alergias tens?

–A nada.

–Mas ela é nova aqui. Não pode ser algo das árvores os assim? – intrometeu-se Alice

–Há quanto tempo vives cá?

–Um pouco mais de dois meses.

–Pode ser uma alergia passageira. Talvez um perfume. Não te sentes tonta? Com vómitos?

–Não. Só os espirros e os olhos vermelhos.

–Penso que seja uma reacção a um cheiro. Se continuar tens de ir mesmo ao médico para ele te recitar umas gotas para o nariz ou para os olhos. Não penso que te possa ajudar muito por aqui.

–Não se preocupe Sra. Cope, eu estou bem. A Alice é que é uma exagerada.

Levantei-me e sai da sala despedindo-me da Sra. Cope. Alice seguiu-me.

Assim que saí do pavilhão Edward veio ter comigo preocupado.

–Então o que se passou? É grave? Estás bem Bella? Temos de ir para o hospital? Eu já liguei para o meu pai…

–O que? Ligas-te para o teu pai? Para que? Eu estou bem!

–Como para que? Uma alergia não é brincadeira! E se te apanhar os pulmões? Ou a cabeça? Para não falar nos olhos…

Deixei-o a falar sozinho, tirei a minha mala do Jasper agradecendo e dirigi-me para o bar. Tinha sede. Apetecia-me algo gelado. Pedi um sumo e sentei-me numa mesa.

–Hei o que foi aquilo? – perguntou-me Alice sentando-se comigo

–É que nem comeces.

– Eu não estou a falar daquele assunto. Já esqueci. Estou a falar a que realmente pode ser algo grave para tu estares assim.

–Eu estou cansada. É só isso. Que horas são? Já está quase na hora da última aula. Vamos.

Não deixei ela acabar e fui para a sala de aula. Felizmente não vi sinal do Edward em lado algum.

Quando a aula terminou sai com Alice para o pátio. Jasper e Edward vinham ao nosso encontro mas eu decidi fugir. Agarrei o telemóvel e liguei ao meu pai.

–Bella tudo bem?

–Sim… pai. Eu só queria saber se me podias vir buscar.

–Não vais com os Cullen?

–O Edward ainda tem mais uma aula e eu hoje fiquei com alergia então prefiro ir agora para casa, se me pudesses vir buscar. Acho que não sei encontrar o caminho a pé.

–Alergia?? Mas o que aconteceu? O que sentes?

–Nada de especial, deve ser de alguma árvore mas a Sra. Cope disse que devia ser de um cheiro, um perfume ou assim. Não é grave e tirando os espirros não sinto nada. Ela disse que isto amanhã deveria passar. Como começou aqui na escola, eu prefiro ir para casa.

–Vou já te buscar. Espera só 10 minutos. 15 no máximo.

–Ok, espero-te na entrada. Ah e obrigada.

–Não tens de agradecer querida. Vou já a caminho. Até já.

–Até já.

E desliguei. Não conseguiria andar no Volvo dele depois de tudo. Eu e Alice costumávamos usar este tempinho enquanto eles tinham aulas para estudar ou fazer os trabalhos de casa, mas eu queria era estar sozinha, de preferência no me quarto e fechar-me no meu mundo.

O bom de viver aqui é que caso precisasse do meu pai ele estaria disponível. A minha relação com ele estava melhor. Era fácil viver com ele. Ele dava-me liberdade desde que soubesse onde eu ia e com quem. Podem achar que é mau ou chato mas comparativamente ao método da minha mãe, acreditem que é óptimo. E é normal ele preocupar-se.

Respirei e voltei para junto deles visto que eu me tinha afastado para poder ligar em sossego.

–Vamos estudar o que hoje Bella? Não sei se estás com cara para isso, mas é melhor ficar na biblioteca do que cá fora, por causa da alergia. – perguntou-me Alice

–Na verdade Alice eu liguei agora para o meu pai e pedi para ele me vir buscar. Preciso de dormir e vais ver que amanhã já estou boa. – forcei um sorriso e nunca olhei para ele, mas eu tinha aquela sensação de estar a ser observada.

–Queres que eu vá contigo? O teu pai depois deve-te deixar sozinha. – preocupou-se a baixinha.

Eu sorri.

–A Bella deve querer descansar e como ela acabou de dizer dormir. Contigo lá duvido que ela consiga isso.

Alice fez beicinho mas eu desta vez tinha de concordar com Jasper.

Quando o sinal tocou, Jasper e Edward desejara-me as melhoras e partiram. Eu continuei a não olhar para o Edward. O meu pai chegou logo desseguida e vinha no carro da polícia. Era por este pormenor que eu preferia ir com os Cullen. Quer dizer… eu gostava de ir com eles por outros motivos, mas penso que o Charlie, ah o meu pai, percebia que eu gostasse mais de ir com amigos do que num carro da policia.

Felizmente havia poucas pessoas no pátio da frente. Charlie, ou o meu pai, saiu logo do carro assim que me viu. Eu despedi-me de Alice rapidamente e fui ter com ele.

–Bella como estás? Doí-te alguma coisa? – colocou a mão na minha testa para ver se tinha febre.

–Eu estou bem. Só quero ir para o meu quarto. Dormir.

Entramos e fomos para casa. Durante o caminho ele não falou nada. Quando chegámos disse-lhe que ia para o meu quarto descansar.

Assim que abri a porta as lágrimas desceram pelo meu rosto. Queria desaparecer. A dor no peito era tão forte que eu cheguei a pensar que iria desmaiar. Fechei a porta a chave e coloquei uma música suave a rodar. Deitei-me na cama debaixo do cobertor e deixei as lágrimas caírem. Coloquei a cabeça na almofada para abafar os soluços. Porque é que ele tinha feito isto comigo? Porque?

Eu nem disse que queria algo com ele. Por mim estávamos bem sem nenhum tipo de relacionamento. Agora assim? Porque é que ele me deu esperanças? Era bonito fazer sofrer as outras pessoas? Era engraçado?

A minha mente formava milhares de perguntas e eu não tinha resposta.

Era habitual os rapazes traírem passado algum tempo, mas agora um dia? Nem um dia. Nem tinham passado 24 horas.

Forcei mais o meu rosto para a almofada. Estava farta de tudo e de todos. Da minha mãe, deste lugar frio, de Alice, do Edward… porque é que eu não podia recomeçar de novo? Noutro lugar diferente com outras pessoas?

Era só isso que eu pedia. Paz, calma, compreensão…

Eu também estava farta de outra coisa, deste alto baixo alto baixo que eram os meus pensamento e vontades. Tanto estava feliz, como não, e trocava, não em semanas mas durante o dia.

É a isto que chamam “estar na idade do armário”?

Eu não vejo ninguém com estes problemas. Alice pode ter os namorados que quiser, sair quando bem lhe apetece, e eu estou aqui. Para onde a minha mãe me mandou, com um pai com quem eu não tenho nenhuma afinidade.

Acabei por me acalmar e ouvi o meu pai subir. Bateu levemente a minha porta.

–Bella tens fome?

–Não, pai. Se eu tiver eu desço.

Felizmente ele não forçou a porta pois assim tinha percebido que eu tinha a trancado. Coloquei de novo o cd a rodar e concentrei-me na música. Acabei por adormecer bem levemente.

Ouvi um som, depois uma brisa fria. Devia estar a sonhar.

–Bella? Bella estás acordada?

“não, estou a fingir para quando morrer” apeteceu-me responder à voz. A minha cabeça estava pesada e os meus olhos colados das lágrimas.

–Princesa, estás-me a ouvir?

Alguém se sentou na minha cama e uma mão fria tocou a minha testa. Sabia bem, assim como ouvir aquela voz familiar. Sorri. Só poderia estar a sonhar.

Abri os meus olhos na esperança de continuar a sonhar e ver a pessoa que eu mais (não) queria ver. Mas lá estava ele, lindo como sempre.

–Princesa, precisamos de falar. – e fez cara triste. Merda ele estava mesmo no meu quarto com o meu pai no do lado.

Notas finais do capítulo
Eu sei, eu sei que parei na melhor parte, mas eu prometi escrever até à 3000 palavras e já que falo nisso… vocês preferem capítulos mais pequenos e mais rápidos ou assim? No final vai dar ao mesmo. Já tenho orkut mas não sei dizer como vão para o meu. Procurem por claudiasilva ou pelo email [email protected] Criei uma comunidade para as minhas one-shot´s. quem quiser saber mais, passe por lá EU AGRADECI A TODOS OS QUE COMENTARAM NO CAPITULO DE DESCULPA, mas as regras do Nyah é para não postar capítulos desses, DIZERAM-ME QUE NÃO RECEBERAM OS MEU AGRADECIMENTOS, A TODOS ELES MUITO OBRIGADO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Os comments baixaram mas é normal. Demorei muito tempo a postar. Tenho de recuperar os meus leitores de novo.Beijos e bom carnaval quentinho : )Sortudos




(Cap. 16) Capítulo 16-Bella

Capitulo 16 - Bella

–Edward o que você faz aqui no meu quarto? Você está maluco? – tentei não parecer stressada mas acho que não atingi o meu objectivo

–Bella eu preciso te explicar…

–Você esteve a beber? – assustei-me, vai que ele estava bêbado e me faz aqui um escândalo, mas eu é que deveria estra zangada com ele. Zangada e magoada.

Percebi então que estava. Estava para lá de triste.

–Edward, sai daqui. Agora. – empurrei-o com as duas mãos – Sai!

Ele agarrou as minhas duas no peito dele e empurrou-me, fazendo com que caíssemos em cima da cama.

–EDWARD!!

Ele tapou-me a boca com a mão livre.

–Queres acordar o teu pai? Eu só quero conversar. Ok. Fico feliz se me ouvires. Ouve-me e eu vou-me embora, sem discutir.

Fiz sim com a cabeça. Sinceramente não pensei muito com ele em cima de mim, em cima da cama. Acho que era capaz de lhe dizer que sim a tudo que ele dissesse agora. Para minha surpresa ele levantou-se e sentou-se na cadeira de baloiço do meu quarto. Encostou-se e fechou os olhos. Automaticamente sentei-me na cama e fiquei a olhar para ele, esperando em vão que ele falasse.

–Como é que entras-te?

–Pela janela. – respondeu-me sem abrir os olhos

–Pela janela? – perguntei retoricamente enquanto automaticamente me dirigia para a janela para ver como de facto ele tinha entrado. Edward riu secamente

–Esperei que na casa do chefe da polícia a segurança fosse melhor. Mas foi bem fácil. Devo-te dizer para teres muito cuidado. Existe malucos para tudo. Até para assaltarem esta casa.

Olhei a janela mas esta não parecia arrombada. Lá fora não havia nenhuma escada o que significava que ele a tinha escalado.

–Como sabias qual era a janela? – eu sabia que não devia dar-lhe conversa, mas eu não queria falar sobre aquilo

–Primeiro era a única de dava e depois tu vinhas sempre a esta espreitar antes de desceres para o carro. Não deveria ser o quarto do teu pai, então podia ser o corredor ou assim. Mas pelas cortinas também deduzi que fosse o teu quarto.

Sem mais perguntas, sentei-me na cama a olhar para o chão. Mas o maldito não falava. Não aguentei mais. Se fosse mau, paciência. Pior era estar na incerteza do que ele falaria.

–Então o que me querias dizer. Eu preciso de dormir que amanhã tenho de me levantar cedo para as aulas.

–Já que falas nisso, eu amanhã posso te dar as tais explicações.

–Eu não quero. Vá diz lá antes que eu chame o meu pai.

–A Alice iria adorar isso e o teu pai tem uma arma. O mais certo era me dar um tiro antes de olhar. Eu sei que neste momento queres a minha morte, mas acho que não queres que eu morra.

Ele provavelmente tinha razão. Não gosto nada quando isto acontece.

–Princesa, - ele levantou-se e ajoelhou-se à minha frente, colocando-se entre as minhas pernas – eu gosto muito de ti. Muito mesmo e só de pensar que o nosso primeiro dia de namoro está a acabar assim… Eu não sei o que aconteceu. A Tanya veio até mim e fez-me perguntas sobre biologia porque vamos ter teste amanhã. E depois o telemóvel dela tocou e ela beijou-me. Foi isso que aconteceu. Eu juro-te. Não tenho uma desculpa melhor para te dar, porque esta é a verdade. Eu não falei com ela. Se falar é contigo. Não precisa de ser pessoalmente. Ficas escondida ou assim. Ou por telefone, videochamada, gravada por vídeo com ligação à internet para veres em directo… qualquer coisa. Acredita em mim

Fiquei parva a olhar para ele. Eu queria acreditar. Queria tanto. Mas não sei. Por um lado eu conheço a Tanya e sei que ela é vadia para fazer isso, mas por outro lado o Edward também é um galinha.

–Bella, eu sei que é difícil de acreditar mas ela não me desmentiu. Se de facto eu me tivesse envolvido com ela, ela iria contar-te. Tu humilhaste-a e ela nada. Se eu estivesse com ela como pareceu ela dizia-te logo. Eu sei que são argumentos fracos mas é lógica dedutiva.

–És capaz de ter razão, mas mesmo assim. Põe-te na minha posição.

–Eu sei, eu percebo que não acredites em mim. Eu não te consigo provar o que realmente aconteceu, pois não aconteceu nada, sem ser das maneiras que eu já te disse.

Levantei-me deixando-o no mesmo lugar.

–A Tanya pode dizer o que tu dizeres para ela dizer.

Ele ponderou um pouco antes de responder:

–Poder, pode. Sinceramente eu não acredito que ela fizesse isso. Acho que conheces o suficiente dela para saberes que ela adora chamar a atenção e achasse tão irresistível que se não for eu, é um qualquer. Ela não sabe que andamos, por isso não fez despropósito para não falar. Ela não quis foi chamar as atenções porque eu a evitei.

Eu comecei a andar de um lado para o outro e ele sentou-se na minha cama e colocou a cabeça para baixo, apoiando-se nas mãos.

Eu já sabia que iria ser difícil, mas nunca pensei que começasse logo no primeiro dia. Sinceramente não pensei muito nisso. Quis seguir em frente sem pensar nas consequências, quer elas passassem por Alice ou pelo o meu coração abandonado.

Sentei-me ao lado dele e coloquei uma mão no queixo dele e obriguei-o a olhar para mim. Os seus olhos transmitiam angustia.

–Acredita em mim. – sussurrou

Eu acariciei a face dele e olhei para os lábios dele. Regressando aos seus olhos, fracassei.

Ele agarrou o meu cabelo e me puxou para um grande beijo. Foi voraz. Com a outra mão puxou-me pela anca, até me obrigar a estar deitada na cama. Ele deitou-se em cima de mim sem parar o beijo.

A mão dele entrou contacto com a minha barriga, sinal que a camisola levantou um pouco. Automaticamente paralisei, empurrei-o e tentei sair da cama. Claro que me atrapalhei, escorreguei e cai de joelhos e mãos no chão, ficando com o rabo empinado. Lembrei-me então como estava vestida: uma camisola de alcinhas que mostrava bem os meus seios, e uns calções. Felizmente tinha feito a depilação. Não se pode andar com Alice sem se ser fantástica. Até a depilação nas virilhas tinha feito. Agora percebia a importância te ter as unhas e a depilação sempre em ordem.

–Bella, estás bem? – Edward rapidamente se levantou e deu-me a mão para me ajudar a levantar.

Olhei para baixo, com vergonha, mas ele voltou a obrigar-me a olhar para ele, com a sua mão no meu queixo.

–Não acreditas em mim? Talvez queiras ter tempo para pensar? Eu não sei como, mas eu vou-te provar. Vou provar que é contigo que quero estar. - Edward inclinou-se e beijou-me a testa – Dorme bem.

Dirigiu-se para a janela para se ir embora. Aí assustei-me. E se ele cair?

–Não é melhor ires pela porta?

–É muito perigoso pela porta.

Ele já estava do lado de fora da janela e eu quando espreitei por esta e deparei-me com a real altura que ele iria enfrentar pedi-lhe por tudo para ele ir pela porta. Eu iria com ele e fingiria que iria a cozinha. O meu pai não daria por nada. Ele não estava muito convincente mas como assim teria a chance de estar comigo, acabou por aceitar.

Edward voltou a entrar e dirigiu-se à porta sem me olhar. Isso doeu. Eu gostava que ele me pedisse desculpa, apesar de eu não o querer perdoar, o facto de ele se importar com o que eu penso, sabia bem. Atenuava de certo modo a minha dor.

–Edward? – murmurei ainda perto da janela, com o vento agora a entrar pela janela fazendo o meu cabelo voar e tapar-me a cara

Acho que ele conseguiu ouvir-me porque um segundo depois estava ao meu lado e fechou a janela. Aproximou-se de mim e fez carinho na minha face.

–Eu não sei se te devo pedir perdão porque eu estou de consciência tranquila, mas vou-te pedir perdão. Não pelo o que tu pensas que eu fiz, mas por te fazer agora infeliz. Eu não quero isso Bella. Não quero fazer-te ficar triste. Tu és fantástica. Maravilhosa. Bella eu não sei. Eu já não sei.

Os olhos dele ficaram escuros e a sua mão deixou a minha face caindo ao lado do seu corpo. O meu coração disparou. Ele estava a acabar? O meu primeiro namoro durou um dia.

As lágrimas nos meus olhos caíram sem aviso. Os soluços começaram pouco depois.

Edward assustou-se. Nunca ma vira assim.

Abraçou-me, levantou-me ao colo e levou-me para a cama. Eu agarrei-me ao seu pescoço e nem na cama o larguei. Não queria ficar sem ele. Doía demais.

–Não. Não faças isso. – consegui implorar nomeio do meu ataque de histeria

–Calma, princesa. – ele estava assustado, e não era o único, eu nunca fui de chorar à frente de pessoas - Não chores. Pronto. Já passou. Amanhã vai estar tudo bem.

Eu sei que ele me queria acalmar, mas conseguiu o oposto. Ele iria me abandonar.

–Bella, está tudo bem? – ouvimos o meu pai do outro lado da porta.

Edward e eu paralisámos. O meu pai tentou abrir a porta e automaticamente o Edward levantou-se da cama.

–Bella, fechas-te a porta? Estás bem? – agora o meu pai tentava arrombar a porta

–Esconde-te debaixo da cama. Rápido!- sussurrei para Edward – Já vou pai. Vou abrir a porta. – avisei o meu pai pois ainda me magoava

Quando não havia perigo abri a porta.

–Bella, estás bem?

–Sim pai. Tive um pesadelo e doí-me a barriga.

Desci e ele foi comigo. Não o queria no meu quarto. Enquanto enchia um copo com água, sentia os olhos preocupados do meu pai em cima de mim e perguntava-me se o Edward se ia embora.

–Estou bem pai. Sério.

–Porque tinhas a porta fechada à chave?

–Porque me sinto mais segura?

–Segura?

–Sim, segura.

–Mas sentes-te insegura? Têm te ameaçado? Eu pensei que te estivesses a dar bem com os Cullen.

–E estou. Na casa da mãe eu fazia isso. – agora não menti

–Porquê?

–Porque sim pai.

–Mas isso é perigoso. Se te acontece algo eu não consigo te ajudar. Vou perder muito tempo a tentar arrombar a porta.

Isso eu acreditava. Para chefe da polícia ele estava em muita má forma. Antes de eu chegar ele só comia porcarias e a casa era uma confusão.

–Pai, eu estou bem. E se me permites vou dormir. Beijinhos e até amanhã.

Subi sem dar tempo para respostas, apesar de ter ouvido o meu nome enquanto subias as escadas.

Entrei no meu quarto e soube logo que o Edward ainda se encontrava lá. Senti-o.

Fechei a porta e deitei-me na cama.

–Espera só um pouco.

1 minuto depois ouvimos o meu pai à porta, ganhando coragem para 2 minutos depois entrar. Espreitou e fechou a porta com cuidado. Esperei até ouvir a porta do quarto dele fechar e pedi ao Edward para sair.

–Edward, eu não quero acabar. Eu quero continuar o namoro.

Edward ficou estático a olhar para mim e depois sorriu.

–Acreditas em mim?

–Eu não sei Edward. Eu quero acreditar. Quero acreditar mesmo. Tudo o que dizes-te faz sentido mas eu sei que percebes a minha situação. Eu não quero enlouquecer. Ficar ciumenta compulsiva. Quero um namoro saudável.

–Ás escondidas não sei se é muito saudável. Não vamos desistir? Eu também não quero acabar. Apendi a lição. Nunca mais dar confiança àquela maluca.

Sorrimos e beijámo-nos. Mais uma vez acabámos deitados na cama.

–Edward, o meu pai pode aparecer.

–Ele já foi dormir.

–Ele estava preocupado. Ele daqui a pouco vem-me espreitar de novo, principalmente porque eu tinha a porta fechada. –saí da cama antes que parasse de conseguir pensar

–Tens de razão. Eu fiquei a pensar nisso da porta. Porque é que tinhas a porta fechada? – inqueriu enquanto se levantava e me agarrava de novo, dando-me beijinhos no pescoço – Estavas à minha espera?

–Não, só queria que ele não me chateasse. Depois de tudo o que aconteceu hoje, não queria que ele me chateasse.

Edward abaixou a cabeça e fez beicinho por um momento, lembrando-se de algo.

–E a tua alergia? Desculpa. Estava tão obcecado para te explicar o que realmente aconteceu e a fazer de tudo para tu me ouvires, que não me lembrei da alergia. Estás melhor? Já descobriste a causa da alergia? Foste ao médico? Tomas-te algum medicamento? Fala Bella, e por favor, não me escondas nada! É grave?

–Fala baixo. Se parares de falar para me ouvir ficavas a saber de tudo. – esperei e tive vontade de rir quando ele amuou, mas o olhar mortífero de preocupação dele, tirou-me essa vontade. – Eu menti. Eu sei que não se deve fazer mas eu chorei e não queria que a Alice desconfiasse, até porque ela assistiu à nossa conversa.

–Então não estás mesmo com alergia? – neguei com a cabeça – Parecia mesmo que estavas com alergia. És mesmo boa actriz. Não fazia ideia.

–Aquilo saiu. Eu não sabia que ia ter que fingir. Agora tens de te ir embora. O que é que dizes-te em casa?

–Nada. – fiz cara que não acreditava – Fugi. Tal e qual como um livro, fugi para ver a minha princesa.

Edward agarrou-me e beijou-me.

–Então é melhor voltares antes que apareça o dragão.

–É melhor não arriscar-mos e eu ir pela janela.

Não queria mas teve que ser.

–Manda mensagem quando chegares a casa. – pedi-lhe antes de o beijar e o ver partir.

O carro dele não estava à vista. Será que ele ia a pé o caminho todo? Amanhã vou perguntar. Fechei a janela, agarrei o telemóvel e deitei-me, mas não consegui dormir. Tinha a mente a mil e sorria. Eu sabia que este primeiro dia era crucial no nosso namoro e apesar de tudo com a Tanya, ainda estávamos juntos.

Só de pensar nele no meu quarto… hum…

Será que ele poderia vir mais vezes?

Fiquei parva com o que pensei. Eu nunca estive com um rapaz. Sempre me fez confusão as raparigas deixarem os rapazes a tocarem logo. E agora eu quero que o Edward me toque.

Quando estou com ele, eu sinto vergonha. Tenho medo que ele não goste de mim. Encontre um defeito que o faça fugir e desejar nunca me ver. Analisei os meus seios. Eu sempre achei que eles tinham um tamanho ideal. Até um pouco grande para o meu gosto, mas agora…

Toquei a minha barriga. Puxei a pele. O que é isto? Desde quando eu tenho banhas?

Tapai-me até ao pescoço. Eu estava a ser paranóica. Respirei fundo.

Porque é que eu o mandei embora? Virei-me ficando com a barriga para baixo. A minha mão foi descendo. Não tive coragem de entrar em contacto directo com a minha vagina, então friccionei com a roupa. Comecei com movimentos circulares. E friccionei com mais força. A minha respiração ficou mais pesada e comecei a ficar com calor. Os bicos dos meus seios ficaram duros. Voltei-me a virar e passei a mão por eles. Arrepiei-me. Apertei-os e a minha vagina contraiu.

O que eu estava a fazer?

Deite-me de lado e fiquei a pensar como seria comigo e com o Edward daqui para a frente.

Eu estava preparada para perder a virgindade?

Ele iria pensar mal de mim se eu pedisse para fazermos amor?

Porque é que eu estava com tanto calor?

Involuntariamente as minhas mãos foram para o meio das minhas pernas. Eu estava numa posição fetal e por isso é normal elas irem para lá, certo?

Comecei a acaricias a minha vagina por cima da roupa.

Revirei-me de novo para o outro lado. O meu telemóvel tovou

De Edward

Acabei de chegar, princesa. Amanha queres que vá te buscar? Se estives já a dormir, espero que estejas a sonhar comigo.

Respondi-lhe:

Para Edward

Ainda estou acordada. Estava preocupada contigo. É claro que quero que venhas me buscar. E sempre me dás explicações à tarde?

A resposta não demorou muito a chegar.

De Edward

Sim princesa, nada me dá mais prazer do que a tua companhia, mesmo que seja a estudar. Vimos aqui para casa. Mas toca a dormir que amanhã quero-te bem acordadinha. Dorme bem

Para Edward

Tu também. Sonha comigo.

De Edward

Sempre. Acordado e a dormir. És tu que me preenches a minha alma e o meu coração.

Com esta sorri e só não dei pulinhos por causa das horas e porque estava mesmo cansada. Adormeci pouco depois com um sorriso nos lábios.

Notas finais do capítulo
Oi Acreditam que escrevi estas 3000 palavras em 1 semana e demorei 2 ou 3 a postar? Que raiva de mim própria. Obrigado a : Camilaaa, Dadabarros, May-Cullen, Miriam-olivia e DEA Comentem p.s: eu não programei esta fic, ela vai ganhando vida à medida que escrevo, por isso podem sempre dar ideias




(Cap. 17) Capítulo 17 - bella

Capitulo 17 - Bella

–Bella. Bella. Acorda. Se não vais chegar atrasada.

Abri os olhos e vi o meu pai me abanar. Olhei para o relógio e levantei-me logo.

–Porque é que não me acordas-te logo? – perguntei enquanto escolhia a minha roupa

–Tu nunca te atrasas-te… e eu não sabia… eu não queria invadir o teu espaço… - ele começou a dizer

–OK pai. Podes-me dar licença? Quero-me arranjar.

–Vou ver do pequeno almoço.

Pequeno almoço? Eu como sempre cereais. Não sei o que ele foi ver, mas agora tenho de me vestir.

Quando acabei de me arranjar, que até não foi rápido, preparei a mala e desci. O meu telemóvel tocou quando eu abri a porta do armário.

De Alice

Já estamos cá fora.

–Tenho de ir pai.

–Mas não comes-te nada! E se te sentes fracas? Queres que te leve?

–Não é preciso. Os Cullen já estão lá fora. Eu como na escola. Beijinhos.

Sai e entrei no volvo na parte de trás, atrás de Edward. Alice estava lá

–Bom dia.

–Bom dia – responderam-me os dois

Enquanto colocava o cinto reparei que o Edward não tirava os olhos de cima de mim pelo espelho central (n/a: eu ainda não conduzo, se alguém souber como se chama o espelho em questão digam). Os olhos dele queriam-me dizer algo que eu não percebi. O que tinha acontecido agora. Fiquei com medo.

–Porque é que não respondes-te às minhas mensagens? Fiquei preocupada. O Edward disse-me que te tinha ligado por causa da aula de explicações à tarde e que vinhas hoje connosco, mas como a mim não me disseste nada?

–Ligaste-me Alice? Eu não devo ter ouvido. Hoje adormeci. Nem tive tempo de comer.

–Não comes-te? – perguntaram os dois em uníssono e depois olharam um para o outro

Os olhos de Edward voltaram a olhar para mim desta vez com preocupação.

–Eu como na escola. Tu conduzes como um louco. Vou ter tempo.

Alice olhou para mim e eu dei atenção ao meu telemóvel. Eu já tinha visto as mensagens de Alice de ontem mas mesmo assim tinha 6 mensagens não lidas. Três de cada um dos irmãos.

As de Alice nem vou mencionar, são enormes e sempre o mesmo: como eu estou, Edward e mais Edward.

As de Edward é que me deixaram um sorriso na cara, que foi notado por Alice, mas eu disse que tinha recebido uma mensagem da minha mãe.

De Edward

Bom dia, princesa. Como passas-te a noite? Eu acabei de acordar e sonhei contigo. Não conto para este se realizar. Até já.

De Edward

A Alice vai comigo te buscar. Achou estranho mas eu disse que te tinha ligado como ela me fez prometer que fazia para combinar-mos as explicações. Felizmente a minha “ligação” correu melhor do que eu esperava. Tenho saudades tuas. Por mim já estávamos juntos.

De Edward

Princesa não me respondes-te. Será que adormeces-te? Se eu te ligar, Alice pode notar. Era só para dizer que vamos a caminho. Adoro-te

Chegamos à escola e Alice obrigou-me a ir ao bar comer. Não gosto de comer no bar. É só bolos e isso não ajuda a minha linha.

O resto do dia correu normalmente, excepto no primeiro intervalo vi a Tanya que me olhou de cima a baixo. Fingi que não reparei.

Na hora de almoço, como de costume, sentamo-nos na mesa de Edward e Jasper. Nesse dia Alice não parava de falar nela e no Jasper, e os planos de comemoração. Felizmente consegui escapar da tagarelice dela durante o almoço, visto que ela só tinha olhos e boca para Jasper. Não sei o que ela comeu mais, se Jasper ou se o almoço.

Edward perguntou-me se eu queria ir depois de almoço para casa dele. Claro que aceitei. Mas só íamos estudar!

Quer dizer… se namorarmos um pouco, não me vou importar.

Despedimo-nos de Alice e Jasper e seguimos o nosso caminho. Edward colocou a mão dele na minha perna, um pouco acima do meu joelho. Era um toque “banal”, mas aquecia-me toda. Quis tirar a mão dele. Isso seria realmente estúpido. A minha pele queimava debaixo das calças onde ele colocou a mão. Acho que corei.

–Achas que é um plano de Alice? – perguntei repentinamente

Alice parecia muito calma, o que me fazia desconfiar. Também quis inserir um tema de conversa que fizesse a minha mente estar ocupada enquanto me habituava à rotina de namorar, como ter a mão dele na minha perna.

–Não sei. Mas não penses nisso. Eu arranjei uma solução.

–Uma solução?

–Sim. O Jasper vai nos ajudar. Quando eles voltarem eu sei. – ele disse todo orgulhoso e feliz

Mas como é que o Jasper iria fazer? E porque? Oh não. Jasper sabia.

–Ele sabe? Tu contaste-lhe?

–Sim. Quer dizer, não. Ele descobriu.

–ELE DESCOBRIU?

–Acalma-te Bella e deixa-me explicar. – respirei fundo e Edward deu-me aquele sorriso torto irritante e ao mesmo tempo gostoso e calmante – O Jasper é mesmo assim. Ele sabe o que as pessoas sentem mas não diz nada. Ele é o meu melhor amigo desde sempre. Deve ter notado uma diferença em mim. Eu não sei se ele sabe que namoramos mesmo, mas com toda a certeza ele sabe que eu estou caidinho por ti e que quero me aproximar. Ele ontem disse-me que me dizia quando voltassem e que iria entreter Alice a tarde toda. Nem quero saber como ela vai entretê-la.

–A dar uma de irmão mais velho? – ri

–Oh! Não deixa de ser a minha irmã, mesmo que esteja com o meu melhor amigo, sempre a verei como uma menininha e não quero falar mais nisso. Até me dá raiva e eu não quero estragar a nossa tarde.

–… de estudo. – completei

–Se aproveitar-mos o tempo, pode não ser só de estudo. Voltando atrás, eu queria-te contar que eu não pedi nada ao Jasper. Foi ele que veio ter comigo.

–E não pode ser uma armadilha? – perguntei enquanto saía do carro e ia subir a escada da garagem

–Não creio. O Jasper não é assim. Muito pelo contrário. Não se mete na vida de ninguém. Por isso é que é bom observador. E se for, que seja. Não vamos nos esconder para sempre.

–Eu preferia ser eu a contar do que ela descobir.

–Também eu. Mas quem é que a manda ser tão teimosa. Vamos para a sala de estudo?

Fomos para a sala de estudo dos Cullen que tinha tudo. Parecia uma mini biblioteca. Não falamos mais de Alice e divertimo-nos muito. Eu sei que estão a pensar como é que alguém se pode divertir enquanto estuda. A resposte é simples. Quem tem o Edward como explicador e pode ver aqueles olhos verdes sempre que queria e receber como presente um sorriso torto cada vez que acerta num problema matemática.

Uma hora depois decidimos fazer um intervalo, e enquanto eu acabava uma derivada daquelas manhosas, ele foi buscar o lanche. O meu estômago roncou quando sentiu o cheiro do lanche que ele trazia numa bandeja, que colocou numa mezinha baixa perto dos pufes e de uns sofás que pareciam umas almofadas. Sentei-me ao seu lado e fui logo comer.

–Estás com fome. Poderias ter dito.

–A culpa é da matemática.

Ele ligou a televisão na Anatomia de Grey que ele adora ver, juntamente com o House, por serem séries em hospitais.

Comemos a ver a série e quando acabei fiquei a olhar para ele. ele estava fixado na televisão. Passou 5 minutos, 10 minutos, 15 minutos… e finalmente acabou, mas os intervalos da fox são minúsculos e só deu tempo para ele beber o seu sumo e começou outro episódio.

Ele estava tão gostoso, sentado/deitado no puff todo relaxado, com aquele olhar concentrado e interessado. Fiquei a olhar para ele maravilhada, e comecei a pensar que eu e ele deveríamos aproveitar este tempinho os dois sem ninguém. Eu tinha de ser corajosa, então não pensei muito e sentei-me com as pernas abertas em cima dela.

Ao contrário do que eu pensava ele não me mandou embora, muito pelo contrário, pediu-me desculpas por não me estar a dar atenção e puxou-me para baixo para me beijar, com as suas mãos a passearem pelas minhas costas.

Era estanho estar ali assim, completamente aberta. Á medida que os beijos foram se prologando, eu deixei de me sentir insegura e passei a me sentir excitada. Involuntariamente fechei mais as pernas ao encontro dele e esfreguei-me. Ele gemeu e agarrou-me no cú com as duas mãos, tentando nos unir, e esfregar-me mais nele. Comecei a ter calor e beija-lo e respirar ao mesmo tempo tornou-se difícil. Levantei a cabeça para respirar.

Acho que acordei o monstro adormecido da excitação, pois o Edward começou a beijar-me o pescoço e a apertar-me ainda mais. Não sei o porquê, mas gritei-lhe para parar e tentei sair, acabando por ficar estendida no chão.

Edward levantou-se e ajudou-me a levantar do chão, não olhando para mim.

–Desculpe, entusiasmei-me. É melhor voltar-mos para os estudos.

–Edward, – agarrei-lhe na mão – a culpa foi minha. Sou eu que tenho que te pedir desculpa. Eu é que me entusiasmei e fiz o mesmo contigo e quis parar. Peço-te muita desculpa por ainda não estar preparada. Que quero estar contigo mas sinto que preciso de tempo.

Ele colocou as duas mãos na minha cabeça, obrigando-me a olhar para os sus olhos. Coloquei as minhas mãos por cima das dele.

–Eu não preciso de foder contigo agora. Tu és especial. Única. Quero algo que nunca tive, mas eu continuo a ser homem e é normal eu tentar estar contigo. Quando não quiseres ou não estiveres pronta diz-me. Não tenhas receio. Porque eu só vou fazer o que tu queres que eu faça.

–Ed… - o telemóvel interrompeu o que quer que eu ia dizer

Edward largou-me e atendeu. Ficou sério e os seus olhos arregalaram-se. Desligou ainda em choque.

–Jasper e Alice tiveram um acidente. Vamos!

–Espera Edward. Eles tiveram o que? E estão bem? – segui-o pela casa fora, encontrando-o na garagem, já a entrar no carro. Entrei também – Calma e explica-me o que aconteceu! Como é que eles estão?

–Não sei bem. Era a minha mãe. Diz que está muito nervosa e pediu-me para ir. Acho que eles tiveram um acidente de automóvel, mas que não foi nada de grave.

–Pois, e eu também não quero ter um. Por amor de Deus, abranda!

Ele respirou fundo e abrandou um pouco. Nem tive coragem de olhar para a velocidade a que íamos. Em vez disso pensei em como Alice estaria. Como teria sido o acidente. Comecei a me preocupar.

Obviamente não demorámos muito a chegar, e não tivemos problemas com o estacionamento, pois Carliste, o pai de Edward, era o dono do hospital e pudemos estacionar na parte reservada. Edward saiu a correr e entrou no hospital. Ele conhecia todos os cantos do hospital, mas eu não, então demorei cerca de 15 minutos a encontra-los pois não há rede dentro do hospital. Pude entrar no quarto de Alice, que estava deitada numa cama, com a perna levantada e agarrada a Edward. Os pais deles e Jasper também estavam lá.

–Desculpa Bella, mas não há cá rede e eu estava preocupado. – Edward levantou-se da cama e parecia que ele ira me abraçar

Delicadamente e sem que ninguém se apercebesse, desviei-me nele, garantindo que percebia a sua preocupação, pois eu também a sentia. Sentei-me no lugar antes ocupado por Edward e perguntei a Alice o que tinha acontecido e como é que ela e Jasper estavam.

–Jasper saiu sem um arranhão, eu parti uma perna e o outro condutor também saiu ileso. O mesmo não acontece com os carros.

–Talvez agora os meus pais me ofereçam uma mota. – Jasper e Edward riram, mas eu não achei piada. O acidente tinha sido terrível. O outro carro bateu-lhes de lado num cruzamento e ele capotaram, e ele agora já estava a pensar na mota? Ok que o seguro iria pagar um carro novo, visto que antigo não tinha arranjo, mas já em pensar em conduzir. Esme parecia que tinha a mesma opinião do que eu, pela cara de sofrimento que fez, mas Carliste apoio-a.

–Uma mota não, Jasper. Sabes que eu não gosto por causa do meu cabelo.

–Posso ter uma só para eu andar.

–E eu. – pedinchou Edward – mas uma com uma boa velocidade.

Rapazes!

Aquela caixinha que os médicos usam tocou. Carliste viu e disse:

–Eu tenho de ir fazer a operação. Edward leva todos para casa. Jasper tens alta mas se tiveres alguns sintomas estranhos avisa, mas mesmo se não tiveres toma os medicamentos para dormires, para recuperares as forças. Alice ainda fica até amanhã.

Despedimo-nos de Alice e seguimos no Volvo.

–Levamos primeiro Jasper e depois vamos para minha casa buscar as tuas coisas, ok Bella? – perguntou-me olhando pelo espelho

Agora eu ia atrás. Esme ocupava o meu lugar e Jasper ia ao lado.

–Claro. Mas podes me levares agora para casa e depois levas-me amanhã as minhas coisas. Não vou conseguir estudar mais hoje depois deste susto.

–Prefiro que sejas tu a buscar, porque vocês raparigas são muito complicadas com as vossas coisas.

–Porque não dormes lá em casa? – perguntou-me Esme e eu fiquei sem resposta

–Precisas de ir buscar alguma coisa para amanhã? – Edward aproveitou o meu silêncio

A verdade é que as minhas coisas da escola estavam na casa de Alice e eu tinha posto lá uma mala com um pijama e uma muda de roupa e coisas essenciais para quando dormisse lá. Achei bobo fazer isso, mas foi Alice que decidiu para eu não ter desculpas para não dormir lá. A verdade é que eu nunca usei a mala. Primeiro porque a questão de não ter as minhas coisas era sim uma desculpa. Eu não queria era ver Edward. Não era irónico agora eu usá-la sem Alice mas com Edward?

Espera!

Eu vou estar com Edward sem Alice! Yupi

–Não. Tenho tudo que necessito.

Parámos na mansão dos Hale e Esme saiu com Jasper pois queria falar com a mãe deste.

–Bella, já pensas-te que vamos ter a casa só para nós? O meu pai vai ficar no hospital para ver Alice e a minha mãe deve tomar um comprimido para dormir.

–Por acaso até já. – foi tudo o que consegui responder, deveria estar corada

–Não precisamos de fazer nada, eu só quero estar contigo sem ninguém a atrapalhar e implicar.

–Eu sei Edward mas e se formos apanhados. Tu com certeza que não queres ir para a cama de Alice e eu também não me sentiria lá bem, e na tua não quero ser apanhada. A Alice já te apanhou lá e uma coisa é ela me mandar lá, outra é eu ir de livre e espontânea vontade.

–Porque é que tem que ser duma cama?

–Porque é que tem de ser numa cama? – repeti, não percebendo a pergunta

–Dizes-te que eu não vou para a cama de Alice e que não queres ir para a minha e eu não percebo porque temos que passar a noite na cama se tu não estás preparada. Podemos ir para a sala de estudo namorar. E para namorarmos não temos que fazer mais do que isso.

–Ok…

–Achas que eu faria algo que não quisesses? Eu nunca obriguei ninguém a nada…

–Eu não disse, nem insinuei isso. Só pensei que quisesses dormir como na outra noite. – porque é que Esme demorava tanto, eu não queria continuar este tema com Edward

–Desculpa. – fez uma passa – Então combinamos assim, eu mando-te um toque para ires para a sala de estudo. Eu vejo se o caminho está livre, combinado? Ou queres dormir? Eu percebo que queiras descansar.

–Não, eu vou ter contigo. – tratei de responder logo, eu não poderia perder esta oportunidade, além disso duvido que eu dormisse muito aquela noite sem ele

Vi Esme sair e não dissemos mais nada. No caminho liguei para o meu pai. Como essa noite ele estaria de serviço, não se importou.

Já na casa dos Cullen jantámos e ficamos um tempinho a ver televisão. Entretanto fomos dormir. Vi o que tinha trazido para dormir. Era umas calças brancas com bolinhas ás cores e uma camisola do mesmo género. Pensei em não vestir sutian, mas não fui capaz. Ainda vesti a camisola sem ele mas não me senti bem. Fiquei um tempo com essa duvida. A vergonha acabo então por ganhar.

Mas como não fui capaz de ser sexy por vestir sutian, decida atar o cabelo num alto rabo de cavalo. Queria que ele tivesse o meu pescoço à sua disposição. Tive que esperar cerca de 40 minutos para receber o seu toque. Nervosa, andei descalça e sem fazer barulho até a sala de estudo. Bati levemente e entrei, tendo uma bela supresa.

Notas finais do capítulo
Aqui vou eu com uma grande desculpa para o meu atraso mas fiquei sem internet
Não ganhei nada no concurso, mas pronto, fica para a próxima.
Espero que tenhas gostado desde capitulo e não tenham pena de Alice, eu tive que fazer isto para Edward ficar mais tempo com a Bella.
Foi por uma boa causa…
Beijinhos e boa Páscoa




(Cap. 18) Capítulo 18- Edward

Capitulo 18 – Edward

Acordei bem-disposto. Sempre pensei que quando namorasse iria-me sentir preso ou diferente, mas agora sentia-me feliz. O que significa que eu gosto mesmo dela.

Agarrei o telemóvel e mandei-lhe uma mensagem. Coloquei o telemóvel ao meu lado, no travesseiro e fiquei a olhar para ele, pedindo para ela me responder. A verdade é que não me apetecia mesmo levantar e aturar Alice, mas por outra queria estar com Bella. Parecia uma menina. Sentei-me e mexi os meus cabelos pensando o quanto eu estava diferente, e só porque me apaixonara. Será que estava a fazer o certo? Eu iria me arrepender como Alice diz?

O telemóvel tocou e recebi uma mensagem da minha menina.

De Bella

Bom dia, acordei agora, também não me apetece sair da cama mas tenho saudades tuas. Beijinho

Sorri. Arrepender-me que nada. Eu não deveria pensar besteria. Não gosto dessas pessoas que só têm pensamentos negativos e não têm esperança. Eu quero ser médico, tenho de acreditar em mim e saber que vou ser capaz, e se não for , aprender com isso. Se alguém morrer nas minhas mãos tenho de perceber que é a vida e que eu fiz tudo o que podia. Neste caso, era o coração de uma das raparigas mais queridas que eu já conheci que não podia “matar”.

Arrumei-me a sorrir e desci para tomar o pequeno-almoço.

–Bom dia, mãe. – beijei-lhe o rosto

–Bom dia, querido. Estás muito bem disposto para uma segunda-feira.

–Porque será? – Alice chegou nessa hora

–Porque não sou azedo como tu.

–Eu sou muito bem disposta, marrão.

–Parem com isso. Ainda é de manhã. O que se passa com vocês que agora andam sempre a discutir?

Não dissemos nada, mas a Alice não consegue estar muito tempo calada.

–Vais buscar a Bella?

–Não combinei nada com ela, tu é que és amiga. – disse como se parecesse óbvio

–Não vão começar. E Alice tens de para de fazer com que o teus irmãos sejam os teus motoristas.

–Eu hoje vou com o Jasper, para podermos acabar os planos do aniversário de namoro. E Edward, eu só não combinei nada com a Bella porque não queria que ela ouvisse-me a falar de namoro quando não tem um. Não quero ser uma má amiga!

–E disseste-lhe que não ias com ela?

–Não, mas se também não disse que ia…

–Que coisa mais feia, Alice. Coitada da rapariga. Edward vai lá buscá-la. Sem a mãe ela deve se sentir tão sozinha e ainda para mais estando com o pai com quem não tem grandes laços de amizade.

Agarrei o telemóvel e mandei uma mensagem à Bella, tentei não parecer feliz por a ir buscar e mas não consegui esconder um sorriso quando recebi a resposta

De Bella

Claro que quero que me venhas buscar, é normal fazeres isso e a Alice não tem pelo que desconfiar ou reclamar. Manda toque quando chegares, vou-me arranjar. Kiss

–Ela já respondeu?

–Espera… sim já respondeu.

–E vais busca-la?

–Ela diz que sim.

–E mais alguma coisa?

–Pára de ser chata. O que querias que ele dissesse? Nós vamos lá todos os dias buscá-la.

–Não te estou a perceber, Alice. Que mal há em o Edward ir buscar a Bella hoje? Ele vai todos os dias porque tu pedes. – a minha mãe interveio

–Mãe, se me dás licença…

Arranjei-me rápido e desci. Passei por Alice que estava encostada no meu carro, com um ar pensativo. Não disse nada e arranquei, chegando pouco tempo depois na casa da minha princesa. O carro da polícia do Sr. Swan estava estacionado na entrada. Engoli em seco pensando que agora ele era meu sogro. Um sogro que era chefe da policia. Eu estava tramado. Se ele descobrir que namoro a sua filha, ainda por cima às escondidas, nem quero pensar no meu “não” futuro.

Dei-lhe um toque e ela demorou um bocado. Os meus dedos não paravam quietos no volante, encostei-me no meu banco sem nunca parar de olhar para a porta. Ela saiu de lá linda, com os seus magníficos cabelos castanhos soltos a esvoaçar com o vento.

Era oficial, eu estava apaixonado e namorava.

Ela entrou logo no carro e ficámos algum tempo só a olhar um para o outro. Os olhos delas transmitiam insegurança e nervos. Aproximei-me dela e toquei os seus lábios suaves com os meus. Voltei a olhar para os seus olhos e vi desejo que era o que eu queria e desta vez beijei-a a sério, tentando não assusta-la.

–Bom dia. – disse-lhe

–Bom dia, Edward. – disse-me um pouco hesitante

Afastei-me para recompor a situação, não poderia agarrá-la ali, ainda por cima com o pai à porta. Lembrei-me que tinha o assunto de Alice para tratar com Bella, e segui para a escola. Não queria que ela percebesse a minta tensão e tentei colocar uma conversa mas concentrei-me na estrada. Quando chegamos ela tratou logo de sair mas eu fui rápido o suficiente para trancar as portas.

–Tem cuidado com a Alice – disse sério, escolhendo cuidadosamente as palavras

–Discutiram porque? – como eu haveria de explicar? Porque eu sou um mulherengo e ela quer-te salva? Porque ela não me dá uma oportunidade?

–Por tua causa

–Até aí eu sei – como eu haveria de explicar?

–É complicado. Para mim, para ti e para ela. Para mim porque nunca quis namorar e custa-me estar a mentir-lhe.

–E achas que a mim não me custa? Só porque és irmão dela não significa que te custe mais a… - tapei-lhe a boca antes que ela disse-se mais algum dispara-te. Ela estava a perceber tudo mal. Eu não sou um pessoa de conflitos e custa-me viver nesta situação e ainda trazer outra.

–Não é isso que eu quis dizer e não é isso que eu penso. Nós discutimos porque agora ela anda mais chata mas eu quero lutar por nós. Só te estou a pedir calma e paciência. Por favor Bella. Lembra-te das nossas conversas. Nós temos nos dado muito bem e eu não quero estragar isso. Que quero uma companheiro, uma amiga e não sexo. Porque para sexo eu não preciso magoar a minha baixinha. Quando contarmos a Alice eu quero que lhe mostremos que eu posso ter uma relação.

–Isso significa que eu sou uma experiencia? – oh céus! Depois do meu grande monólogo ela nã percebia?

–É claro que não. Olha pra mim princesa – obriguei-a a olhar para mim– Eu nunca me senti com alguém como me sinto contigo.

–E o Jasper? Como é isso de ele estar do nosso lado e não saber de nós?

–O Jasper é o meu melhor amigo desde sempre. Eu só não lhe conto porque não quero que ele minta a Alice. Já basta ela estar de olho em nós. Mas sei que no fundo ele sabe. Pode ser sem pormenores mas sabe. –lembrei-me das farras que eu e ele tínhamos e de quando eu fodia alguém numa festa e ele sabia sempre com quem era- Antes de eu fazer ele já as sabe. É por isso que que quero lutar por nós. Porque até o meu melhor amigo acredita em mim. Só te peço calma porque eu não sei bem como se namora.

–Olha nem eu!

Rimos em conjunto.

–Eu sei princesa mas havemos de descobrir em conjunto!

–É uma boa ideia.

Ela estava tão linda encostada na porta. Quantas vezes eu tinha fudido naquele carro e nunca senti um prazer tão grande como estou a ter com a visão da Bella corada a rir comigo. Apetecia-me abraçá-la , deitar o banco, senti-la perto de mim enquanto cheirava o morango dos seus cabelos…

TUC TUC

Olhei para trás de Bella e vi a minha irmã que não olhava para mim. Bella olhou para ela, de novo para mim, desejou-me um óptimo dia e saiu.

Eu estava a ter um óptimo dia antes de Alice aparecer. Bella despareceu no meio da multidão de alunos sendo seguida por Alice. Esta deveria tar a fazer-lhe a cabeça. Coitada da minha menina. Levei a mão ao cabelo pensando em como a minha vida estava uma confusão.

Olhei em frente e vi Jasper a olhar-me com uma cara de interrogação. Sai do carro e fui com ele para a sala de aula.

–Nem me perguntes nada.

Sentamo-nos e ele nada disse, como eu pedi.

Depois da nossa segunda aula, Tanya pediu-me para falarmos. Jasper saiu logo e ela demorava a arrumar as suas coisas, deixando que todos saíssem. Batia o pé querendo sair dali.

–Preciso de ajuda. – fez beicinho. Eu cai-a naquela? Eu já a comi tantas vezes e agora parecia-me nojenta.

–Para? – perguntei não chegando perto

–Para Biologia. – ela chegou-se perto de mim

–Queres explicações? –estranhei

–Sim… e se quiseres eu pago-te… da forma que quiseres… - ela colocou a mão no meu peito e inclinou-se para eu ver melhor o seu decote, há uns tempos eu já a tinha agarrado e começado a foder ali, ou a levaria para o meu carro, levando-a para um desfiladeiro perto e sem mirones

–Por mim tudo bem… pode ser hoje á tarde? É muita coisa que não percebes? – será que dava para levar a Bella a casa? Eu não podia dizer que não. Ela não é de estudar mas não posso dizer não a alguém que conheço desde de sempre e que nunca me fez mal.

–Porque não à noite gatinho? Como nos velhos tempos…

–Nos velhos tempos não estudávamos…

–Ai Edward, viras-te bixa ou que? Ainda nem me apalpas-te… - zombou

–Não estou com disposição, estou cansado da escola. Preciso de continuar com uma boa média. Sabes que quando eu tenho muitas coisas para fazer não ando na boa vida.

–Nas festas eu sei… mas para sexo… Para isso tens sempre energia!

Ela colocou-me a mão no pénis que estava mole. Tirei-lhe a mão.

–Serio! Já te disse Tanya que estou sem disposição.

–Pois já reparei. – disse olhando para as minhas calças, parecendo com raiva

–Se não queres estudar, então eu vou indo.

–Não espera. Eu quero mesmo… talvez até mudes de ideias.

–Tanya… - procurava na minha mente uma maneira da despachar, quando ela me agarrou

Tentei afastá-la pela cintura, mas ela foi mais rápida e tentou-me beijar-me. Virei-lhe a cara e vi a Bella.

Ela tinha percebido tudo errado

–Bella… Eu posso explicar!

Ela olhava para a cena incredulamente. Como é que eu iria sair desta? O que ela estava ali a fazer?

–Bella…

–O que está a acontecer aqui? – Alice interveio. Ela vinha sempre quando não devia. Eu não consegui dizer nada. Nada.

–Parece-me que tens uma nova cunhada. –Bella disse estaticamente, tentava-se controlar

–Nova? – Por esta Alice não espera. Mas espera! Não era isso que estava a acontecer.

–Porque é que o Ed tem de te explicar o que quer que seja?

–O QUE? – Alice gritou

–É que o Edward me disse na outra vez que era horrível andar contigo porque a tua boca cheira mal e isso não é suficiente para uma foda e agora isto… - ela apontava para nós

–EDWARD – acordei com o grito aguda da Tanya

–Tanya, eu posso explicar… - como é que eu sairia daquela situação? Mulheres!

–Realmente, Tanya. O meu irmão tem melhor!

–ops! Bem é melhor irmos embora Alice, depois falamos com o teu irmão. – Bella olhou para mim – Ele agora está muito ocupado.

A última parte acalmou-me! Isso significava que ela iria me dar uma oportunidade para explicar. Ela confiava em mim.

–Edward que história foi aquela?

–História, Tanya? Ah do namoro? Não te preocupes que eu esclareço depois as coisas com elas. – saí da sala

–Eu estou a falar do que aquela vadia disse.

Parei de andar e a Tanya bateu em mim.

–A Bella não é vadia. – agarrei-lhe o braço com força

–Não me digas que estás apaixonado. – disse com deboche

Larguei-lhe o braço.

–Não…

Não sei porque mas algo me vez ficar confuso com tudo. Eu queria que se soubesse?

–Não? Não é o que parece!

–Sabes como e sou com a minha irmã. Não quero que ela pense coisas que não são.

–Não achas que ela já é suficientemente crescida para entender certas coisas? – ela chegou mais perto de mim que continuava a agarra-lhe o braço – Como que foder sem compromisso é excitante?

–Ah… - sua boca aproximou-se da minha e eu lembrei-me o quando era bom fode-la… ter o meu pau enfiando na boceta dela, ela sempre pedindo por mais… o hálito dela invadiu-me o cérebro e larguei-a – Tenho de ir para a aula.

Sai apressado e Jasper esperava por mim.

–O que é que fizes-te?

Vi o professor entrar e entramos sem eu lhe responder. Tanya passou a aula toda a sorrir para mim. Eu não tomei atenção á aulas, minha mente estava distante.

Na hora de almoço, que tardou a chegar, eu e Jasper fomos para a cantina como habitual. Já sabia que ia aturar com as perguntas de Alice, mas como sorte eu talvez consegui falar sozinho com a Bella.

Bella e Alice entraram e Bella em olhou para mim, e fez o mesmo quando se sentou, felizmente Alice não se calou.

–Chegas-te a falar com o Edward? Como é que combinaram?

–Falar comigo? Sobre o que? – Perguntei logo. Não me lembrava de termos combinado nada e se isso significasse ficar perto da minha menina… Porque é que ela não olhava para mim?

Teve de ser Alice a responder pois a Bella parecia que estava em choque. Oh o que é que ela tinha aprontado?

–A Bella precisa de ajuda a matemática e como eu andei obcecada e paranóica com vocês os dois, ela ficou acanhada de te pedir ajuda. Mas não tem mal nenhum, e eu já ultrapassei, aliás não sei como me aguentam… ás vezes sou tão chata. – fui a única a rir-se– Então estás muito ocupado amanhã ou podes ajudar a Bella? Não me digas que tens algo com a vaca da Tanya? Por favor. Ela não é assim tão gira e de simpática não tem nada.

Alice tinha acreditado mesmo na história da Tanya. Mas estava estranho! Porque é que ela já não suspeitava de mim e da Bella? Será que ela estava com outro?

Que parvoíce a minha.

Bella nunca esteve com ninguém e não era agora que iria estar.

–Não Alice, eu não tenho nada com a Tanya. Nem com a Tanya nem com ninguém, foi ela que começou e agarrou-se a mim. O estranho é que nem estávamos juntos. Ela agarrou-me do nada.

Expliquei para a Bella saber.

–Isso é estranho mas ajudas ou não? – porque me parecia que ela estava a mudar de assunto? Será que ela queria descobrir se eu e Bella estávamos mesmo juntos?

Tinha de falar com Jasper para ter a certeza.

–Não é a Bella que tem de me pedir?

–Podes ou não? Eu não quero atrapalhar a tua vida?

–Claro que posso. Para te ajudar a matemática posso sempre. Sabes disso e se não fosse a Alice sabes que não andava sempre a fugir disso. Só quero que estejas bem. – porque éque ela foi grossa comigo? Será que não percebia que a culpa foi de Tanya?

–Oh Bella desculpa. Eu nunca quis o teu mal.

–ATCHIMMMMMMMMMMMMMMMMM

Jasper entregou-lhe um lenço ao qual ela se assoou . Não parecia bem.

–Não estás melhor da alergia? – ALERGIA? Mas qual alergia?

–Não. Será que é de alguma árvore daqui? –árvore? Pensa Edward! uma árvore que dê alergias aqui? Oh são tantas árvores.

–Pode ser. Nunca tiveste cá por muito tempo pois não?

–Não. Falamos depois Edward. Tenho de ir ao banheiro.

Ela saiu, eu ainda a chamei e sai atrás dela. Ela teve de ficar logo com alergia no nosso primeiro dia de namoro. Não era melhor ir ao hospital? Quais eram os sintomas dela? Se é só espirrar ela tem de ter cuidado, pode ser as vias respiratórias…

–Bella, estás aí? – ia entrar mas Alice passou por mim e fechou a porta na minha cara.

Andei de um lado para o outro á espera. Pelo menos se ela desmaiasse Alice saberia. Tentei me lembrar de tudo o que aprendi nos cursos de primeiros socorros que tinha frequentado, para o caso de ser preciso.

Elas saíram e começaram a andar, fui atrás delas e elas foram para e enfermaria. Merda. Era sério.

–Eu fico bem. Vocês podem ir. -pediu

–Não vais ficar sozinha. –Eu e Alice dissemos

–Alice vai contigo e nós ficamos cá fora. – decidiu Jasper puxando-a pelo braço. Mas de onde é que este veio? Detestava quando ele fazia isso.

–Achas que é grave? – perguntei-lhe enquanto andava de um lado para o outro?

–Acho que o problema dela é mais complicado que uma simples alergia.

Oh merda o que terá a minha menina?

Notas finais do capítulo
Eu atrazei-me porque me atrasaram um exame… Agora férias 
Não percam as novidades que irei trazer
~comentem
E desculpem a demora
Beijinhos




(Cap. 19) Capítulo 19-Bella

Notas do capítulo
Como prometido... mas 3000 palavras

Capitulo 19 – Bella

Ao fundo da sala estava Edward sentado num puf´s, a sala estava iluminada por uns candeeiros daqueles com a luz que dá para dormir. Edward tinha um cobertor e perto dele dois sumos e bolachas. Fechei a porta, tentando não fazer barulho e sentei-me ao seu lado tapando-me com o cobertor.

Eu deveria estar vermelha como habitualmente, mas Edward tinha o tronco nu e as pernas também, mas ele deveria ter uns boxer´s ou assim. Ele não deve pensar que eu… oh não…

– Boa noite? Demorei? Porque estás tão corada? Queres ir embora? – Edward questionou-me enquanto me fazia caricias no rosto, chagando-se para perto de mim, colocando um braço seu á volta dos meus ombros

–Oi – foi o que consegui dizer… que idiota

–Oi… - ele inclinou o seu rosto e eu senti o cheiro dele, o meu coração bateu forte quando ele me beijou

As nossas línguas se misturaram, a mão dele que estava no meu rosto desceu para as minhas ancas, apertando-as. Oh céus!

Eu afastei a minha boca para respirar, e os beijos dele foram para o meu pescoço. O meu corpo aqueceu ainda mais e a mão dele desceu até ao meu cú. Eu estagnei, não estava preparada. Como se ele conseguisse ler os meus pensamentos, ele afastou-se e afagou-me o rosto.

–Queres sumo? – perguntou-me

Passámos as duas horas seguintes a conversar sobre tudo, aliás, mais ele. Eu não queria dizer muito, até porque não tinha muitas coisas para contar.

–Então foi com o Emment que aprendes-te a ser tão galinha?

–Acho que sim. Sempre quis ser como ele, mas também não tenho culpa se elas também queriam.

–Convencido!

–Convencido… hum… acho que não é esse o termo… - pensou- sou mas é realista!

Rimos os dois e sem me aperceber bocejei.

–Já estás com soninho, princesa?

–Acho que sim. – Eu não queria mas realmente estava cansada.

Levantamo-nos e ele disse que arrumava as coisas e deu-me um selinho.

–Dorme bem e sonha comigo. – Se eu sonhasse com ele não descasava

Fui para a cama mas não conseguia adormecer, dei voltas e voltas, sem resultado.

O meu corpo queimava e a minha mente viajava velozmente, sempre no mesmo pensamento: Edward.

Deitei-me de barriga para baixo como da outra vez e comecei por, de fora das calças de pijama, apertar a minha vagina. Ah, como eu queria… nem sei bem o que eu quero, sei que me quero libertar. Libertar-me de tudo.

Passei a mão para os meus seios apertando-os. Como que queria que fosse o Edward. Será que algum dia vou ter coragem para fazer sexo com ele? Imaginei-me de quatro com as grandes mãos dele a puxarem-me…

A minha respiração encurtou-se…

E depois se nós acabássemos, eu já não o teria. Será que me entregaria a outro? Será que algum dia vou sentir isto com outro? Isto é só desejo ou eu o amo?

Claro que eu o amo, mas queria amá-lo de outra forma. Ele é tão lindo e gostoso. E alto. E simpático.

Virei-me de novo, de barriga para cima e coloquei as pernas reflectidas e afastadas.

Imaginei ele a chamar-me “princesa” ao ouvido. Naquela sua voz rouca e queimando de desejo.

Ele desejava-me, isso não existia dúvidas.

A minha mão desceu, desta vez por dentro das calças. Com o indicador contornei o “botãozinho” e depois os lábios. Lembrei-me do agarranço no inicio e introduzi dois dedos. Sem esperas, a minha vagina apertou os meus dois dedos. Oh eu precisava de libertação.

Comecei a mover-me e a pensar nele. Só nele. Como seria ter o pénis dele na minha vagina. Ele iria me arrombar, eu estaria apertadinha com ele dentro de mim.

Os meus dedos ficaram molhadinhos, a minha outra mão começou a massajar a minha barriga, arranhando-me levemente.

O que estava eu a fazer? Parei.

Seu só poderia estar louca, mas eu queria-o.

Sentia a adrenalina a passar pelas minhas veias. Envergonhada coloquei-me em posição fetal. A minha respiração começou a abrandar no mesmo ritmo das batidas do meu coração e acabei por adormecer.

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Acabei de vestir um vestido vermelho rodado. (SEGUNDO VESTIDO--» http://julianaeamoda.com/tag/vestido-vermelho/ - por favor vejam porque é importante ao longo deste capitulo) Virei-me para o espelho e vi que se via as cuecas do tipo “avó” (http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,,MUL879611-9798,00-MIRANDA+KERR+POSA+DE+LINGERIE+VERMELHA+PARA+CAMPANHA+DE+NATAL.html ) . Ok, não eram tão grandes, mas não poderiam ser. Acabei por vestir uma tanga sem costuras e lembrei-me da última vez que me tinha tocado. No dia seguinte as minha cuecas estavam muito sujinhas. ( http://www.google.pt/imgres?q=lingerie+vermelha&um=1&hl=pt-PT&biw=1024&bih=333&tbm=isch&tbnid=6gQ0KxxShV1GIM:&imgrefurl=http://www.i9artigos.com.br/lingeries-para-apimentar-o-seu-relacionamento/&docid=WuK_n3k_sjsveM&w=602&h=452&ei=1j8sTuC_NMuq8AOShsGCDA&zoom=1&iact=rc&dur=171&page=3&tbnh=101&tbnw=132&start=25&ndsp=14&ved=1t:429,r:8,s:25&tx=100&ty=41 )

Já se tinham passado 10 dias. Alice tinha parado de me atormentar o namoro, a piranha da Tanya começou a atormentar outro e o Edward estava mais querido que nunca.

O meu telemóvel tocou e desci, não dando tempo para o meu pai me ver. Andei tipo supermodelo até ao carro onde Edward me esperava, sozinho. Um pé em frente do outro mexendo o corpo, cabeça bem levantada, não há nada que enganar, mas eu tive que me estatelar no chão ao comprido. Fiquei sentada no chão de pernas abertas.

Edward saiu logo do carro para me vir ajudar. Enquanto me tentava levantar, percebi que ele olhava com atenção para as minhas pernas descobertas. Talvez fosse isso que fazia com que ele não se risse da minha queda lendária. Fiquei em pé com a sua ajuda e ele ajoelhou-se para tirar as pedrinhas do meu joelho.

–É melhor entrar-mos para limpar estas feridas.

–É só uma ferida Edward.

Não queria chegar atrasada à festa de umas das amiguinhas da Tanya, nem dar motivos para desconfianças de mim e de Edward.

Tentei andar até ao carro mas ele me impediu, segurando-me ao colo.

–Edward põem-me já no chão, o que pensas que…

–Chefe Swan? – ele ignorou-me

O meu pai apareceu logo á porta e ficou boquiaberto por me ver ao colo de Edward. Obviamente que corei e enterrei a cabeça no pescoço de Edward. Fiz pior. Ele cheirava bem, muito bem mesmo. Corei mais ainda, ouvindo de longe as explicações de Edward ao meu pai, enquanto me colocava no sofá.

–Estás bem, Bella? Não queres ir ao hospital.

–Penso que não seja necessário, Pai.

Edward tinha saído para ir buscar um estojo de primeiros socorros que tinha no carro. Quem é que tinha uma coisa dessas no carro? Filho de médico e futuro médico pediatra.

Ele limpou cuidosamente as minhas feridas mas eu tinha uma acima do joelho, por trás.

Virei-me desejando não me ter armado em esperta e em sexy. O meu rabo empinado, com aquele vestido e a calcinha por baixo devia ser uma grande imagem para o meu namorado, mas não com o meu pai por trás. O desinfectante ardia, e Edward sempre assoprava para aliviar. Ele fez o mesmo naquele ponto, mas o sopro dele também chegou no meio das minhas pernas. Mordi os lábios para não gemer, mas não consegui.

–Pronto Isabella. Já está. Não arde mais. –disse-me o meu pai preocupado

Felizmente ele tinha percebido que era das dores, até porque duas lágrimas traiçoeiras caiam pelo meu rosto.

–Não sei se devemos ir á festa.

–O que? São só uns arranhãozinhos, eu visto umas calças.

–Umas calças? Isso vai fazer mal, eu acabei de desinfectar.

–Não vou ficar em casa sozinha. – afirmei decidida, cruzando os braços

Não iria ficar em casa enquanto o meu namorado ficava numa festa cheia de vadias no cio a atirarem-se a ele.

–Eu vou á pesca com os da Reserva, podes ficar aqui com o Edward. não te esqueças da tua alergia há uns dias e se isso infecta? Pode ter relacionamento. O melhor é irmos para o Hospital.

–Eu fico com ela, chefe Swan.

–Edward, é só uns arranhões! Nós podemos ir à festa. – pedi decidida

–É uma boa ideia Edward. Não te importas? –o meu pai fingiu que não me ouviu

–Claro. –Edward sorriu, e eu também, afinal não tinha sido tão mau ter caído

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–És mesmo batoteiro! –cruzei os braços zangada

Ele riu-se com vontade.

Estávamos a jogar xadrez na mesa da cozinha e ele já me tinha ganho cinco vezes.

–Desforra? –provocou

Levantei-me ainda mais zangada, mandando com algumas peças pelo tabuleiro. Edward alcançou-me rapidamente, agarrando-me pela barriga, colando-se a mim. Começou a dar beijinhos pelo pescoço e eu facilitei-lhe a tarefa.

–Não sabia que tinhas tão mau perder.

Tentei em vão sair do redor dos seus braços mas ele fez mais força, e eu derretida inclinei o pescoço maia para trás para ele continuar com os seus beijos. Quando chegámos ao sofá ele virou-me e mandou-me para o sofá, deitando-se por cima de mim e continuando com os seus beijinhos no meu pescoço.

As suas mãos contornavam as laterais do meu corpo. Não sabia muito bem o que fazer e ele também não me deixava raciocinar. O ar começava a escapar-me dos pulmões, mas quem precisa de ar nestas alturas?

A mão dele agarrou uma nádega minha e a sua boca invadiu a minha. As minhas mãos ganharam vida própria, felizmente, e puxei-o pelo troco, passando-as pelas suas costas. Os beijos eram exigentes e ambos já ofegávamos, quando ele parou e olhou para mim. Os seus olhos eram um verde liquido que queimavam de desejo. Ele olhou para a minha boca e depois para os meus olhos.

–Bella…

O seu telefone começou a tocar. Até dei um pulo com o susto. Ele supirou mas levantou-se para atender, e porque não o faria? Sentei-me tentando respirar com calma, porque é que o telefone tocou? Que raiva!!!!

–Sim, Alice. Podes passar por cá se quiseres. –pausa – Ok, beijinhos.

Tinha que ser! Se não fosse ela até me admirava! Encostei-me e cruzei os braços. A minha noite estava arruinada. Eu aqui cheia de desejo e ia ficar a aturar a minha melhor amiga.

Edward sentou-se ao meu lado imitando a minha postura.

–Fiz algo de errado? – perguntou

–Não. Quando é que ela vem?

–Ela?

–Sim, a Alice. Eu ouvi parte da conversa.

–Ela não vem. Lamento, mas trocou-te por uma foda com o Jasper.

–Serio?

–Porque o espanto? Preferias que ela viesse? Eu posso lhe ligar... – as suas mãos rodearam-me a cintura e começou a depositar beijos no meu rosto

–Acho que não é preciso… - voltámo-nos a beijar

Acho que é hoje que eu vou perder a virgindade. Definitivamente estou preparada, principalmente quando as mãos dele estão acima dos meus joelhos, pertinho, pertinho da minha vagina e eu sinto o seu calor. Fiz menção de tirar a camisola dele e tirei. Ele é lindo, tem um corpo definido mas não daquele muito musculado que é só para a exibição. As minhas mãos passaram pelo peito dele. Voltamo-nos a beijar e as mãos dele apertavam-me mas não faziam mais nada. Será que tenho que lhe dizer?

–É melhor irmos para o meu quarto.

Ele estagnou e olhou-me admirado. Será que estava a ser muito atiradiça? Ora, nós eramos namorados.

–Para o teu quarto?

Mexi-me incomodada.

–Só para estarmos mais á vontade… não queres?

–Quero… Não é isso, mas se formos lá para cima e o teu pai chegar vamos descer apressados, enquanto se ficarmos aqui é só nos vestirmos.

–Vestirmos? –perguntei confusa

Ele sorriu cínico e votou-me a agarrar.

–Eu já não tenho uma peça de roupa, agora tu? Não achas que estás muito vestida?

Olhei para o meu micro vestido e voltei a olhar para ele e só mexi a cabeça positivamente. Beijámo-nos de novo e de novo, enquanto as mãos dele subiam e levavam o meu vestido com elas. Ele afastou-se e eu levantei as mãos para o vestido sair mas ele ficou preso no meu peito. Com cuidado ele tirou com mais calma. Quando ele conseguiu tirar o meu peito saltou por ele puxar para cima. Fechei os olhos quando ele passou o vestido e fiquei só de lingerie. Abri e vi-o a contemplar o meu corpo enquanto mordia o lábio de baixo.

Deitámo-nos de lado mas com ele por cima. A mão dele passeava pela minha lateral enquanto nos olhávamos. Beijámo-nos desta vez com mais calma. As minhas cuecas estavam bastante encharcadas e eu sentia o pénis do Edward duro. Levantei uma perna e ele logo colocou uma mão no meu rabo, puxando-me para ele, ofeguei e ele deu beijos no meu pescoço, mordiscando levemente, enquanto eu agarrava-me onde podia: nas suas costas, nos seus braços, no seu cabelo…

–Linda… -susurrou

A mão dele passou pela frente e começou a esfregar a minha vagina por cima das cuecas. Eu ofeguei. Se assim era bom, imagino ele dentro de mim.

Gemi alto quando ele apertou aquele ponto sensível e acho que o arranhei. Eu só não queria que ele parasse.

–Calma princesa – ele ofegou

Tirou a mão da parte de baixo e moveu-a para cima. Aperou o meu seio que já estava duro.

–Deixa tirar - pediu-me ao ouvido

Eu estava preparada? Oh! Se estava!

Timidamente disse que sim com a cabeça. Ele desapertou sem olhar e eu deitei-me para tirar. Ao principio só me apetecia tapar os seios, mas eu estava estática a olhar para ele que por sua vez não tirava os olhos do meu peito.

A sua mão deslizou bem devagar para os meus seios, só massajando-os. Ele debruçou-se sobre mim para me dizer ao ouvido que quando eu quisesse ele pararia. Desceu para beijar o meu seio, e depois começou a mamá-lo.

Eu agarrei-me ao seu cabelo quando a sua mão desceu de novo. Ele não parou com a boca quando introduziu um dedo em mim e depois outro. Começou a fazer movimentos de vai-vem e eu comecei a gemer e a remexer. Estranhei o som dos meus gemidos agora agudos e mais elevados, mas as sensações que ele me dava não me deixavam raciocinar. Só sei que o meu corpo ardeu e eu queria mais dentro de mim.

–Mais… - gemi

Ele riu no meu peito e introduziu mais um dedo, não ia mais fundo e doeu um pouco. Mas foi saboroso quando ele continuou com os movimentos.

Ouvimos um carro. Edward parou imediatamente. Porque é que ele não é surdo. Levantou-se rapidamente e deu-me a mão. A sua mão estava molhada. Oh porque será Isabella burra?

Vestimo-nos rapidamente, ligamos a televisão e sentámo-nos. O meu pai entrou logo desseguida.

–Já chegas-te pai?

–Sim, não está bom tempo para a pesca.

–Não viste o tempo antes da sair?

–Vi, mas… -eu olhei para ele com uma sobrancelha levantada – ok, ok –ele meteu as mãos ao alto como se estivesse a render-se – Eu estava preocupado contigo. Como estás? – sentou-se ao meu lado

Ele tinha acabado de estragar o meu momento com o Edward mas a preocupação dele deixou-me feliz. A minha mãe nunca se preocupou tanto comigo, nem por algo grave, pois a única coisa que eu me tinha acontecido eram só uns cortezinhos.

–Eu estou bem, pai.

–Já que estás acompanhada e ficas bem, eu vou andando, Bella.

–Obrigado por teres ficado.

Levantamo-nos todos. A mim, Edward deu-me um beijo no rosto e ao meu pai um aperto de mão, que antes limpou ás calças. Escuso de dizer que corei, tanto pelo beijo como pelo facto de ele ter limpo a mão. Acho que o meu pai não se apercebeu.

Levei-o á porta e fui-me despedir do meu pai, dizendo que estava cansada e como não tinha ido á festa ia aproveitar o sábado para estudar.

Agarrei o telemóvel.

De Edward

Princesa, eu sei que é errado dizer isto mas… queres que suba como no outro dia? beijos

Sentei-me na cama a pensar. O meu pai estava realmente preocupado comigo e não deveria dormir tão tranquilamente. Além disso, a adrenalina esta a começar a abandonar o meu corpo, e eu quero ir com calma. Se o meu pai não estivesse chegado eu tinha ido mais alem? Com certeza que sim, e eu não queria perder a virgindade assim: com o meu pai ao lado.

Para Edward

É melhor não, ele está mesmo preocupado comigo. Desculpa. Adorei o nosso momento, lamento por o meu pai ter chegado e ter estragado tudo. Beijos

De Edward

Eu também lamento. Espero não ter passado das marcas, mas contigo perco a razão e o raciocínio. Gosto muito de ti. Mesmo muito

Para Edward

Eu também gosto muito de ti. Tudo o que fizemos foi porque eu quis. Vou dormir. Beijinhos e boa noite. Ainda vais para a festa?

Não aguentei e perguntei, afinal ainda era cedo.

De Edward

Sim, devo passar por lá, até para a Alice ou qualquer outro não desconfiar. Mas só vou um bocado. Dorme bem e sonha comigo

Olhei para a mensagem e o meu sorriso desapareceu. Eu não queria que ele fosse e estava a começar a me enervar a história do namoro às escondidas. O meu coração apertou.

Eu até podia perguntar à Alice se ele viu o irmão com outra mas ela podia não ver e ia levantar muitas duvidas. Porque é que ele tinha de ir?

Para Edward

Ok, diverte-te. Amanhã devo ficar a estudar. Muitos beijinhos

Ainda recebi outra mensagem do Edward a mandar-me beijinhos antes de me deitar. Lagrimas corriam pelo meu rosto. Porque é que eu estava a chorar depois da fantástica noite que tinha ido.

Notas finais do capítulo
Olá

1ºlugar : obrigado SANDRA_N_S_PENA por ter comentado


2ºlugar: não deve haver mais pov´s do Edward,só se eu estiver inspirada. Eu demoro a postar e vocês não comentam


3ºlugar: vou postar semanalmente ao domingo :D


4ºlugar: vou começar a passar para o computador as quatro one-shot´s que já tenho escritas. Elas são muito pervas. Acompanhem a serie:

http://www.fanfiction.com.br/serie/2625/One-shot_mais_louca


5ºlugar: eu não consigo entrar no site de outras fic´s, em que já postava esta… mas vou continuar a postar por aqui. Nem comentários consigo ver


6ºlugar: preciso de uma co-autora para http://www.fanfiction.com.br/historia/65704/Nao_Era_Uma_Simples_Historia


7ºlugar: A Bella não se vai entregar do nada para o Edward. Mas acham que ela está a andar depressa ou devagar com ele?

Opiniões aceitam-se!!!!!!! O que acham das partes da masturbação?




(Cap. 20) Capítulo 20 - Edward

Notas do capítulo
a sandra pede eu escrevo :)

“Elas saíram e começaram a andar, fui atrás delas e elas foram para e enfermaria. Merda. Era sério.

–Eu fico bem. Vocês podem ir. -pediu

–Não vais ficar sozinha. –Eu e Alice dissemos

–Alice vai contigo e nós ficamos cá fora. – decidiu Jasper puxando-a pelo braço. Mas de onde é que este veio? Detestava quando ele fazia isso.

–Achas que é grave? – perguntei-lhe enquanto andava de um lado para o outro?

–Acho que o problema dela é mais complicado que uma simples alergia.

Oh merda o que terá a minha menina?”

Capitulo 20 – Edward

Andei de um lado para o outro pensando que alergias ela poderia ter. Havia alguém que sabia mais do que eu nesta matéria e liguei para ele.

–Edward?

–Pai, a Bella está com uma alergia. O que será? É grave? – perguntei repentinamente

–O que, Edward? Não percebi nada. A Bella está com uma alergia? É isso?

–Sim, o que é?

–Como é que queres que eu saiba? – suspirou – Quais são os sintomas?

Comecei a enumera-los:

–Bem… ela tem os olhos vermelhos, comichão, fica branca e vermelha repentinamente, está com tosse, e acho que ia desmaiando…

–Calma. Pelo que me estás a dizer deve ser uma alergia a alguma árvore. Ela já foi á enfermaria?

–Está lá agora com a Alice…

O meu pai acalmou-me e explicou-me o que deveria aconselhar à Bella.

Bella saiu com Alice pouco depois, ainda muito branca o que me preocupou.

–Então o que se passou? É grave? Estás bem Bella? Temos de ir para o hospital? Eu já liguei para o meu pai…

–O que? Ligas-te para o teu pai? Para que? Eu estou bem!

–Como para que? Uma alergia não é brincadeira! E se te apanhar os pulmões? Ou a cabeça? Para não falar nos olhos…

Ela virou-me as costas. Aí percebi que algo não estava bem, e não era com a doença, era entre nós.

Alice foi com ela. Menos mal, com a Alice eu sei que ela estava bem e se algo lhe acontecesse eu era avisado. Eu tinha que falar com ela, mas tinha de ser sem audiência.

Depois da aula ainda a vi, mas mais uma vez ela fugiu. Não insisti. Não seria por muito tempo.

–-------------------------------------------------------------------

Durante o jantar a conversa foi a Bella. O meu pai começou a mandar-me “boquinhas” pois eu estava muito preocupado com algo, do ponto de vista dele, normal e sem importância.

Não respondi.

Jasper jantou connosco e foi ao cinema com Alice. Lembrei-me de algo.

–Posso ir com vocês?

–Nós vamos ver um filme romântico! – Alice fuzilou-me com os olhos

–E? – espalhei a minha mão pelos os cabelos dela, despenteando-a

–Eu só vou até o centro comercial… - e sorri sacana

Saímos juntos apesar de irmos em carros separados. Eu ás vezes saia com eles quando ia para casa de alguma rapariga. O que é, hoje, o caso.

Dá mais jeito para quando a minha mãe pergunta, apesar de eu saber que ela sabe que eu nunca fico com eles, o que explica porque eu e Alice nunca chegamos juntos.

Eu segui-os e continuei. Parei o carro perto da casa da Tanya. A casa da Bella era um quarteirão ao lado. Andei de mansinho e espreitei a casa, atrás de uma árvore. Por sorte estava uma janela aberta, perto de outra árvore. Era o tudo ou nada.

Fartei-me de lhe ligar e nada. Não podia deixar o meu primeiro dia de namoro assim. Até já tive mais tempo com a mesma rapariga na cama do que o tempo que namorámos e, Edward Cullen é um homem, não um rato. Porém, foi com um que subi à árvore.

Entrei com muito cuidadinho e sem fazer barulho. Olhei ao meu redor e o meu coração perdeu uma batida com o que eu visualizei.

Bella estava adormecida na sua cama. Seria mesmo uma parte tirada das “A Bela Adormecida” se não fosse o facto de a minha princesa estar a ter um pesadelo, pelo menos foi a conclusão a que cheguei por ela se remexer inquieta.

Aproximei-me calmamente, mas parei quando me lembrei que o chefe da Policia estava na mesma casa. Fui até à porta para a trancar mas ela já estava.

Porque é que a porta estava trancada? Olhei da porta para a Bella, e da Bella para a porta. Isso interessava?

Caminhei de novo para perto da minha menina e tentei acordá-la. Sem grande sucesso no inicio. E se ela pensa que a cena se parecia com a história de Anne Rice em “O Despertar da Bella Adormecida” e não como as historiazinhas da Disney?

Sentei-me e toquei a testa dela. Ela parecia bem.

Os olhos começaram a abrir e ela tentou gritar quando se apercebeu que era eu. Tapei-lhe a boca e abri o meu coração, contando-lhe toda a verdade.

Ela demorou a aceitar, mas penso que acreditou em mim. O que queria mesmo era virar a Tanya ao contrário e abaná-lo até ela contar que me agarrou, mas ela não sabia que eu era comprometido e como era habitual nos envolvermos assim, sem um aviso prévio, não a posso culpar, nem condenar, pelos seus actos.

Eu descontrolei-me foi quando a beijei e a deitei na cama. Ela conseguiu escapar e caiu no chão. Isso fez-me pensar. Logo no primeiro dia eu tinha feito merda. Estava a ser apressado e egoísta. Esta não era uma situação agradável para a Bella. Eu deveria era admitir o namoro, mas eu sabia que não ia aguentar a pressão. A pressão de todos a saberem que eu não iria aguentar estar sempre com a mesma pessoa. Eu amava-a, isso fazia importância?

Enquanto pensava nessa pergunta imaginei a cara da minha mãe por saber que eu namorava, o do meu pai a ver se ainda estudava, a de Alice de choque e de, hum não sei como ela iria reagir, a de Tanya de incredulidade, a de Emment de espanto e de gozo, dos meus amigos de…

Isso tinha importância?

Quando fiz menção de me ir embora, ela preocupou-se, aí eu senti que precisava dela. Eu iria esperar e lutar por ela. Começaria a abrir o caminho com Alice.

Não sei bem porque ela começou a chorar, tentei acalmá-la e tentar perceber o porque de ela estar assim, mas fomos interrompidos pelo pai. Depois de estar debaixo da cama da filha do chefe de policia, consegui escapar ileso, não sem entes descobrir que ela não estava com alergia nenhuma. Finalmente percebi a despreocupação de Jasper. Ele podia-me ter dito. Filho da ****!

Deitei-me na cama pensando em como o dia foi longo e mandei-lhe uma mensagem.

Para Bella

Acabei de chegar, princesa. Amanha queres que vá te buscar? Se estives já a dormir, espero que estejas a sonhar comigo.

De Bella

Ainda estou acordada. Estava preocupada contigo. É claro que quero que venhas me buscar. E sempre me dás explicações à tarde?

Eu tinha-me esquecido das explicações. Mas como me lembrar com a alergia dela e com ela na cama, sentindo o corpinho dela por baixo do meu. Se calhar com as explicações eu pudesse estar mais tempinho com ela.

Para Bella

Sim princesa, nada me dá mais prazer do que a tua companhia, mesmo que seja a estudar. Vimos aqui para casa. Mas toca a dormir que amanhã quero-te bem acordadinha. Dorme bem

E que bem acordadinha que eu a queria.

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–Bom dia a todos. – disse visivelmente bem-disposto, e porque não estaria se hoje vou estar com a minha princesa?

–Falas-te com a Bella? – perguntou-me Alice

–Sim, vou busca-la.

–Ela a mim não me atendeu, porque é que te atendeu a ti? – fez uma pausa- Ela está melhor?

Suspirei audivelmente e a minha mãe fez uma cara desagradável para Alice.

–Sim, ela está melhor. E não sei porque não te atendeu. Eu só liguei para saber das explicações, mais nada. ela parecia-me cansada ao telefone. Hoje tem paciência para ela.

–Também quero ir busca-la. – o tom dela demonstrava que estava a exigir

–Ok.

Apesar de estar com vontade de lhe dizer “Não”, não demostrei qualquer problema como se não me importasse.

Mandei mensagem para a minha princesa e Alice estava sempre a olhar. Bella não me respondeu o que me preocupou. Ela teria voltado com a sua decisão atrás?

Ponderei e decidi não ligar, vai que Alice começa com paranóicas outra vez.

Já no carro o silencio instalou-se e pude pensar no meu plano de contar à Alice. O melhor era ela ver que eu e a Bella estamos próximos e depois contamos que começamos a namorar. Simples e eficaz. A única coisa que pode correr mal é não aceitar e não deixar a etapa dos “próximos” acontecer.

Quando chegámos tirei o telemóvel para chamar a Bella.

–Eu aviso-a. – disse Alice já com o telemóvel na mão

Eu não disse nada, e ate fiz por não respirar fundo.

Pouco depois Bella entrou e eu olhei para ela ainda com o plano na cabeça. Alice procedeu com um inquérito para Bella e eu permaneci á parte, mas não pude conter quando soube que ela não tinha comido. Isso faz mal.

Felizmente quando chegámos, a minha irmã levou-a ao bar.

Na aula a Tanya olhou-me especulativamente. Não lhe dei qualquer hipótese comigo e na hora de almoço combinei tudo com Bella para as explicações. Eu soube por Jasper que eles tinham planos e a minha mente começou a formar os meus. Eu e Bella sozinhos. Ela poderia dormir em minha casa e eu far-lhe-ia uma supressa. Com sorte ninguém nos atrapalharia. Eu pedi a Jasper para nos avisar quando eles chegassem, uma mensagem bastaria, e eu faria os meus planos darem frutos. Eu sei que posso contar com Jasper. Não lhe disse, porém, o que se passava comigo e com a Bella, mas ele também não pediu quaisquer pormenores.

Iamos no carro, quando Bella interrompeu os meus pensamentos:

–Achas que é um plano de Alice?

Se era, ia-lhe sair furado.

–Não sei. Mas não penses nisso. Eu arranjei uma solução.

–Uma solução?

–Sim. O Jasper vai nos ajudar. Quando eles voltarem eu sei.

Era ideal, nós poderíamos ficar juntos por um longo tempo. Tempo suficiente para…

–Ele sabe? Tu contaste-lhe?

–Sim. Quer dizer, não. Ele descobriu.

–ELE DESCOBRIU?

Acalmei-a e expliquei-lhe que não tinha nada a temer. As raparigas costumam ser paranóicas.

–A dar uma de irmão mais velho? –provocou

Se não estivesse a conduzir eu mostrava-lhe que não se deve brincar com Edward Cullen. Eu tive um trabalhão a preparar tudo para nós os dois termos uma noite linda e ela está-me a dizer que a minha irmãzinha vais fazer o mesmo que eu necessito? Mesmo que eles já tenham feito algumas vezes, eu não quero pensar nisso.

–Oh! Não deixa de ser a minha irmã, mesmo que esteja com o meu melhor amigo, sempre a verei como uma menininha e não quero falar mais nisso. Até me dá raiva e eu não quero estragar a nossa tarde.

–… de estudo. – sorri internamente. Isso era o que veríamos

–Se aproveitar-mos o tempo, pode não ser só de estudo. Voltando atrás, eu queria-te contar que eu não pedi nada ao Jasper. Foi ele que veio ter comigo.

Talvez ela assim ficasse descansada.

–E não pode ser uma armadilha?

Ela e as armadilhas! Vesse mesmo que é filha de um policia.

–Não creio. O Jasper não é assim. Muito pelo contrário. Não se mete na vida de ninguém. Por isso é que é bom observador. E se for, que seja. Não vamos nos esconder para sempre.

–Eu preferia ser eu a contar do que ela descobir.

–Também eu. Mas quem é que a manda ser tão teimosa. Vamos para a sala de estudo?

E foi isso que fizemos estudámos e estudámos. A minha princesa não é burra nenhuma, mas ninguém nasce ensinado e sempre que eu explicava-lhe algo, ela não cometia mais esse erro. Por isso divirto-me com ela. É bom estar com ela sem me preocupar em seduzi-la, apesar de queres estar com ela sem um livro à frente. isso seria logo.

Tentei não pensar no futuro mas era me impossível não fazer isso ao sentir o perfume dela juntamente com o seu calor.

Fui preparar um lanche para não faze besteiras e depois começamos a ver televisão. Tentei ver o que estava a dar, mas só pensava em como lhe tocar sem a ofender. O que eu fazia? Começava com beijos e depois?

Nenhuma mulher já me mandou embora, por isso eu não era mau, mas ela era virgem e já me tinha afastado. Estava receosa, mas eu não conseguiria esperar até contar à Alice.

De repente, Bella senta-se em cima de mim com as pernas de cada lado. Oh céus! Assim ela não ajuda. Ou facilita? Nem sei.

Pedi-lhe ajuda por não lhe dar atenção e beijei-a. Como que queria estar mais perto dela, especificamente, dentro dela. Ela esfregou-se em mim. Pelos vistos eu não teria de esperar muito, até a ter. Queria dormir agarradinho a ela como da outra vez, mudando só o que fizemos antes.

Eu já estava a ficar a fica duro. Agarrei-a puxando-a ao meu encontro. Eu precisava de libertação. Quanto tempo estava eu sem sexo?

Do nada, ela gritou para eu parar e empurrou-me caindo ao chão.

Eu deveria estar louco. Será que eu andei depressa demais? Eu não avancei nada. será que ela sentiu a minha erecção e se assustou?

É normal eu estar excitado. Ela é linda e eu gosto dela.

Ajudei-a a levantar, explicando o meu comportamento e pensando o que eu toinha feito de mal.

–Desculpe, entusiasmei-me. É melhor voltar-mos para os estudos.

–Edward, –agarrou-me a mão– a culpa foi minha. Sou eu que tenho que te pedir desculpa. Eu é que me entusiasmei e fiz o mesmo contigo e quis parar. Peço-te muita desculpa por ainda não estar preparada. Que quero estar contigo mas sinto que preciso de tempo.

Eu queria espera, mas porque é que não nos podíamos tocar. Ir começando aos pouco? Eu agora nem lhe toquei. O que raio tinha eu feito de mal?

Insegurança. Era o que tinha acontecido e eu ia tirar-lhe qualquer duvida.

Agarrei o rosto dela com as duas mãos.

–Eu não preciso de foder contigo agora. Tu és especial. Única. Quero algo que nunca tive, mas eu continuo a ser homem e é normal eu tentar estar contigo. Quando não quiseres ou não estiveres pronta diz-me. Não tenhas receio. Porque eu só vou fazer o que tu queres que eu faça.

–Ed… - ela começou a dizer mas fomos interrompidos por um som de telemóvel

Oh merda. O Jasper e Alice tiveram um acidente. Rumamos para o Hospital. Eu não conseguia pensar com clareza, e a Bella ainda reclamou da minha condução. Será que ela não percebia que eu queria vê-los?

Ela tinha razão. Jasper também era um bom condutor e isso não impediu de ter um acidente.

Entramos logo e eles estavam bem. Alice com uma perna partida e Jasper com alguns arranhões. Brincamos animados.

Jasper teve alta mas Alice só iria para casa amanhã.

–Levamos primeiro Jasper e depois vamos para minha casa buscar as tuas coisas, ok Bella? – perguntei a Bella já no carro.

–Claro. Mas podes me levares agora para casa e depois levas-me amanhã as minhas coisas. Não vou conseguir estudar mais hoje depois deste susto.

–Prefiro que sejas tu a buscar, porque vocês raparigas são muito complicadas com as vossas coisas.

–Porque não dormes lá em casa? – perguntou a minha mãe, tal e qual como eu queria

Se depois do acidente eu conseguia por o meu plano em prática de estar a sós com Bella? Bem, Alice e o Jasper estão bem, por isso porque eu não irei aproveitar que a minha irmã está no hospital? Eu sei que ela de lá não sai.

–Precisas de ir buscar alguma coisa para amanhã?

–Não. Tenho tudo que necessito.

Linda menina. Seriamos só eu e ela, e foi isso que combinei com ela. Eu mandar-lhe-ia um toque para ela ir ter a sala de estudo, depois de me certificar que a minha mãe estava a dormir. Lógico que isso era desculpa. Eu queria era tempo para preparar a minha supressa.

Fui para o meu wc e liguei o duche. Só iria tomar um banho rápido. Na minha recente conversa com Bella ela não mostrou muita empolgação por estar comigo. E ate pensava que eu queria ir para a cama com ela. Vê-se mesmo que é virgem. A cama não é o sitio mais confortável para se estar a fazer aquilo.

É claro que eu gostaria de tê-la na minha cama semi-nua sem mesmo a foder, mas duvido que ela me deixasse a tocar. E muito menos tocar-me. E fui isso que eu tive que fazer no banho. Pensei nela. Aquelas mãos delicados no meu pau em vez das minhas. Imaginei-me na cama com ela no outro dia. Ela com aquele sutiã que subia e descia quando ela ficou nervosa…

–---------------------------------------------------

Sumos, bochechas, luz ambiente e cobertores. Acho que não me esqueci de nada.

Mandei-lhe um toque e demorou muito pouco para ela chegar. Vinha vestida com um pijama muito fofo com bolas. Sorri. Ela estava deslumbrante com o cabelo apanhado.

Sentou-se ao mau lado desconfortável. O que é que eu fiz agora? Demorei muitos? Eu si que as raparigas não gostam de esperar mas eu precisava de me aliviar para não fazer uma loucura.

– Boa noite? Demorei? Porque estás tão corada? Queres ir embora?

–Oi – timidez

–Oi… - eu venceria a timidez

Comecei a beijá-la e mesmo a masturbar-me antes eu não resisti a aperta-la e a tê-la para mim. Eu senti-a a ficar rígida e afastei-a mudando de assunto.

Contei-lhe varias coisas da minha vida e acabei por talvez contar-lhe demais.

–Não te rias – pedi-lhe não sendo atendido – Eu parti o braço e ainda foi picado.

Eu contava-lha a historia de uma vez que fui atrás de Emment quando ele começou a namorar. Eu escondi-me em cima de uma árvore para os veres. Ele estava sempre com a mão dentro da saia da namorada e ela estava sempre aos saltinhos e ambos gemiam. Por cima pude ver que ele lhe metia os dedos dentro da vagina dela. Fiquei tão chocado que cai da árvore e ainda fui picado por uma abelha.

–Então foi com o Emment que aprendes-te a ser tão galinha?

–Acho que sim. Sempre quis ser como ele, mas também não tenho culpa se elas também queriam.

–Convencido!

–Convencido… hum… acho que não é esse o termo… - pensei- sou mas é realista!

Rimos e ela bocejou

–Já estás com soninho, princesa?

–Acho que sim.

Dei-lhe as boas noites e fui para o quarto e por acaso adormeci.

Sonhei com Bella. Estávamos numa praia. Ela com um biquíni vermelho, o cabelo solto a voar com o vento e a correr á minha frente. Corri, corri e finalmente apanhei-a. Caímos no chão comigo em cima. Beijamo-nos e eu sentia-a quente por baixo de mim. Tirei os meus cações e tirei a parte debaixo dela. Ela gemia nas minhas mãos e puxava-me o cabelo. Beijei os seios dela e investi forte nela. Não demorou muito a vir-me e a acordar completamente suado e molhado. Tinha retrocedido aos primeiros tempos da adolescência.

O que um homem sofre por amor!

Notas finais do capítulo
Oi pessoal mais lindo
Era para ser ontem o post, mas eu queria meter a parte da festa mas não deu. Pois quero escrever algo antes. Então o próximo capitulo é da Bella e depois do Edward com uma parte, o encontro com a Bella na casa, a festa e o começo do próximo capitulo da parte da Bella. Eu queria regular e meter os dois pov´s em simultâneo, mas não dá :s ou iria me atrazar.

Eu disse que não escreveria mais pov´s do Edward se estivesse sem inspiração e a minha querida Sandra comentou tanto e pediu que eu não tenho como não escrever. Só espero ter correspondido ás espectativas.
E a bela da recomendação :D muito obrigada!

Rafazanela e Boadicea sejam bem-vindos.
E então a nossa Bella está a ser difícil ou deve se perder a virgindade assim?
Beijos
p.s. opiniões por favor, eu escrevi esse devido aos comentários que subiram e me inspiraram ( MiSwan compreende)




(Cap. 21) Capítulo 21 - Bella

Capitulo 21 – Bella

Acordei de manhãzinha e mandei mensagem ao Edward. Tomei banho, comi e nada dele responder. O meu pai perguntou-me se estava melhor e eu assegurei-lhe que estava óptima. Desde quando eu me tinha tornado mentirosa?

À minha mãe eu deveria mentir, mas porque eu só mentia às pessoas que gostam de mim?

Primeiro Alice, depois Edward e agora ao meu pai.

Pessoas que me querem bem, que gostam de mim. Claro que às vezes me magoam, mas no geral são minhas amigas, e os amigos aceitam os defeitos dos outros. Não como a minha mãe que quer que eu faça o que ela quer.

Suspirei e fui estudar.

Pouco depois do almoço o Edward finalmente respondeu-me. Fiquei um pouco perturbada com as horas. Ele deveria ter estado na festa até tarde, apesar de isso não significar que ele fez algo que não devia. Oh quem eu quero enganar? O que é que um rapaz bom como ele faz numa festa cheia de raparigas semi-nuas?

Ele não aturou o parzinho Jasper-Alice a noite toda e, também não deve ter estado à conversa com nenhum amigo.

Eu juro que tentei me concentrar no estudo, mas volta e meia o assunto Edward vinha à minha mente. Agarrei muitas vezes o telemóvel para lhe ligar, sem nunca efectuar a ligação.

Fiquei a ver televisão mas continuava a pensar nele. Agarrei o telemóvel e liguei-lhe sem pensar no que haveria de dizer.

–Olá princesa.

–Olá

–Tudo bem?

–Ah… Sim. Queres ir ao cinema?

–hum… Só nós os dois? – ele tinha aquele tom sensual

–Sim. Eu ainda não falei com a Alice.

–Ela está cá com o Jasper. Eu falo com ela e tento fazer com que ela não vá. Já jantas-te? Eu ainda não. Podemos comer lá.

–Não, ainda não jantei. Por mim é óptimo assim. Depois diz-me é se a Alice vai.

–Caro. Vou ver se ela quer ir e já passo por aí.

–Ok. Até já. Beijos

–Outros para ti

Desliguei e fui informar o meu pai que não se opus. Arranjei-me rapidinho passando só uma maquilhagem bem leve e simples. Entretanto Edward mandou-me uma mensagem a dizer que Alice não viria e que não tinha demonstrado qualquer desconfiança.

Entrei no carro dele e dei-lhe um simples selinho. Fomos a ouvir musica clássica como de costume.

–Gostas mesmo deste tipo de música. - comentei

–Sim, desde pequeno que a oiço. Queres que mude?

–Não. Só acho estranho tu gostares.

–Não sei porquê.

–Não me leves a mal, Edward. – porque é que eu ás vezes não estou calada?

–Claro que não. Mas eu não oiço musica para parecer fixe, mas porque gosto. Esta musica é calma e transmite algo. Se quiseres eu mudo. Não tem mal tu não gostares do mesmo que eu.

Continuamos a falar enquanto ouvíamos a musica clássica dele.

Em vez de jantarmos num restaurante fast food fomos mesmo a um restaurante. Pode parecer normal, pois somos namorados, mas eu adorei este gesto. Quis andar de mãos dadas mas isso sabia que não podia. Ele pediu pipocas e coca-cola para nós os dois e dirigimo-nos para a sala para ver “Capitão América”. Ficamos a falar sobre quase tudo e eu queria-lhe perguntar sobre a noite de ontem, mas contive-me.

–Já sabes a faculdade que vais fazer para o ano?

–Ainda não. Tenho visto algumas mas as médias de ingresso são elevadas. Não quero ganhar esperanças e não quero pensar que vou sair daqui. – ele olhou bem nos meus olhos

Eu percebia o que ele queria dizer. Não havia nenhuma faculdade perto daqui, mas eu também não saberia até quando ficaria em Forks.

–Olá meninos. – Alice apareceu arrastando Jasper

Edward ficou de boca aberta a olhar para os dois. Jasper tinha um olhar sério para Edward. será que tinha acontecido algo entre os dois?

–Olá Alice. O teu irmão disse que não vinhas. –tentei meter conversa

–E não queria vir, mas estou farta de estar em casa por causa da perna. Ontem fui à festa e ganhei de novo o gostinho pelas saídas. E tu? Sei que tiveste um acidente ontem.

Olhei mortalmente para Edward. Que exagerado. Vê-se mesmo que são irmãos.

–Eu estou bem. Só caí. Mas sabes como é o teu irmão e o meu pai. Ainda por cima juntos. Não tive como ir à festa. Foi divertido. – “O Edward esteve com alguém” quis perguntar

–O normal.

Foi anunciado que o filme iria começar e os dois sentaram-se um pouco mais à frente, nos seus lugares.

O filme começou e eu só pensava no que Alice queria dizer com “o normal”. Que eu saiba o normal era o Edward agarrar-se a todas.

Quando o filme acabou, Edward foi-me levar a casa.

–Não fiques assim. A Alice não desconfia.

–Eu estou bem.

–Estás nervosa desde que Alice entrou no cinema.

Até podia ser verdade mas não era pelos motivos que ele supunha.

–Não estou nervosa.

Ele afastou-se do caminho e seguiu por um caminho rodeado de árvores. Saiu e eu seguiu-o. Encontramo-nos em frente do carro e ele beijou-me. Correspondi de imediato. Ele empurrou-me sentando-me em cima do capot. Entrelacei as minhas pernas na cintura dele e puxei-o para mim. De onde eu estava a tirar coragem? Talvez ao amor e desejo que sinto por ele.

As mãos dele agarravam-me possessivamente nas laterais e eu no seu pescoço.

–Bella… - ele parou e encostou a sua cabeça na minha – É melhor pararmos. Desculpa ter-te agarrado assim. Eu só…

–Porque? – interrompi-o

Ele olhou-me interrogativamente.

–Porque é que é melhor pararmos? – completei

–Não queres perder a virgindade aqui? – ele atirou, depois ficou calado e abraçou-me – Desculpa não era isso que eu queria dizer.

Empurrei-o.

–Não, não quero, mas o facto de estarmos aqui não significa que tenhamos de ter sexo.

Andei para entrar no carro mas ele agarrou-me.

–Tens razão. Desculpa. Só não quero que fiques assim, como quando saímos do cinema. Estávamos tão bem.

Virei-me para ele e beijei-o. Não queria problemas entro nós. De novo, empurrou-me contra o carro onde continuamos a nos beijar. Ficámos um pouco de tempo assim e depois ele foi me levar a casa.

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Passaram-se 10 dias e faltava um mês para o aniversário de Alice, que já estava a planear ao mais ínfimo pormenor a festa. Estávamos sentadas nos bancos do jardim à espera que os rapazes acabassem as suas aulas.

–Hoje tens de dormir em minha casa para amanhã irmos às compras bem cedo. – ela dizia e escrevia no deu caderninho

–Não te esqueças que as lojas têm um horário de abertura. –informei, estava a imaginar as horas a que ela me obrigaria a ir

–Bella, esqueceste-te que hoje vamos à festa de anos de Rose? – ao ver a minha cara de confusa continuou – A namorada do meu irmão.

–Oh! Esqueci-me. Nem comprei um presente.

–Não faz mal. Eu comprei pelas duas.

Nisto chegaram Jasper e Edward. Eu e ele estávamos bem. Ele buscava-me em casa e levava-me devolta. Não passávamos de beijos sempre que podíamos. Alice parecia não desconfiar.

Jantámos todos na casa dos Cullen e seguimos para uma discoteca em Seatle. Eu fui com Edward no carro. Alice e Jasper noutro. A mão de Edwrd passeou pela a minha perna e eu sorri para ele. Começava a me habituar aos toques dele.

–Só espero que vocês consigam entrar.

–Também eu. – respondi-lhe receosa

Nem eu nem Alice tínhamos idade para entrar, mas estávamos bem arranjadas e gostosas.

Rosalie e Emment esperavam-nos. Rosalie era deslumbrante. Alta e de cabelos loiros.

Ela tinha alugado a parte de cima de uma discoteca. Íamos a entrar quando Alice foi barrada. Ela olhou para mim e para o Edward e disse para nós entrarmos. Dirigi-me logo para o andar de cima e fui para o Wc ligar-lhe.

–Alice, onde estás?

–A caminho de casa. Fica na festa com Edward e aproveita.

–Não. Eu vou-me embora. Não é justo.

–Isabella! Aí de ti que te vás embora. Fica e aproveita!

Desliguei e sai, encontrando Edward à minha espera com Rose.

–Nem penses em ir-te embora. – disse-me Edward

–O Edward tem razão. Fica e aproveita. – Rose apoiou

–A Alice disse para eu ficar e vou.

–Assim é que se fala. Anda.

Rosa puxou-me para o bar e bebemos um shot de algo que ardia e bem na garganta. Vieram mais umas colegas dela e bebemos mais dois.

A festa estava cheia de universitários. Estava a beber um vodka quando finalmente encontrei Edward a falar com o irmão no andar de cima, sentados numas cadeiras. Sentei-me ao colo de Edward que abriu a boca escancarada. Mas porque é que ele estava assim? Nós somos namorados.

–Emment. Até que enfim que te encontrei. Anda ver quem chegou. –Rose veio atrás de mim e levou-o lá para baixo

–Quero dançar. – afirmei

–O que é que estives-te a beber?

Levantei-me colocando as mãos na lateral.

–Tu também estás a beber.

–Sumo Isabella.

–Olha eu quero dançar! Se o meu namorado não quer dançar comigo, eu vou tentar descobrir quem queira.

Ia-me a dirigir para a escada quando ele me agarra para trás.

–Não sei quem és, nem o que fizeste com a minha namorada, mas eu vou aproveitar. – e mordeu-me o pescoço

Lá em baixo dançamos juntos, agarradinhos. Fartei-me de rebolar para ele, roçando a minha bunda naquele paraíso duro. Ele já me agarrava o peito quando íamos a baixo. estava tudo tão bom quando puseram uma musica romântica. Não sei dizer qual era. Sei que era lenta.

Virei-me para ele e enlacei os meus braços no seu pescoço, as suas mãos no meu rabo e balançamos ao som da música. Acho.

A certa altura olhei nos seus olhos e começamos a beijar-nos. Beijamo-nos lentamente. A musica acabou e subimos. Sentámo-nos nuns puf´s e continuamos os beijos, com ele por cima. Eu queria mais. Muito mais. O meu vestido foi subindo ( http://2.bp.blogspot.com/_i9DRjOkdfIA/TP_e4J2yVDI/AAAAAAAAALI/aZpDYex3WPk/s1600/wer.jpg ) . Levantei uma perna ao redor dele e ele com a mão que estava do lado da minha perna agarrou-me o rabo e meteu dois dedos na minha vagina. Começou por fazer movimentos vai vem, senti-me encharcar e ouvi um gemido.

Edward afastou-se. Ia reclamar quando ele me puxou pela mão.

–Aqui não. – disse-me simplesmente

Claro que não respondi e seguiu vendo que não eramos os únicos no marmelanço. Entrámos num corredor escuro e ele agarrou-me ali. Beijámo-nos furiosamente e as mãso dele voltou a entrar na minha vagina fazendo-me gemer e contorcer-me nas suas mãos.

–Linda- ia elogiando, rouco, no meu ouvido

A pressão continuou a aumentar e eu senti-me leve. Apertei-o mais quando cheguei ao meu primeiro orgasmo. Quando dei por mim estava no chão a vomitar. Sentia Edward perto de mim a agarrar-me e a dizer que tudo ficaria bem.

Alguém se aproximou. Quando deitei tudo cá para fora, levantei-me com a ajuda de Edward e reparei que era Emment.

–Rose também está assim. É melhor levares ela lá para casa.

Edward entrou ca casa de banho para me molhar o rosto. Garanti-lhe que estava bem, mas o meu andar tropeço, mesmo agarrada a ele, demonstrou o contrário. Não nos despedimos de ninguém.

Edward ajudou-me a entrar no seu carro e enquanto ele me colocava o cinto, pedi-lhe desculpa. Tinha sido horrível.

–Amanhã vais me queres matar, por isso não peças desculpas.

Comei a pensar no que ele queria dizer. Já íamos a 15 minutos quando voltei a falar.

–Porque achas que te quero matar? Eu quero é te amar e muito.

Coloquei a mão no meio das pernas dele. O carro abanou um pouco e senti ele suspender a respiração por alguns segundos enquanto eu fazia força na mão.

Ele abanou a cabeça e tirou a minha mão com alguma brusquidão.

–Chega Bella, não estás bem.

Cruzei os braços e senti o meu rosto molhar-se com as lagrimas que caiam.

Ele não me queria? Eu não era boa a excitá-lo?

E porque é que ele dizia que eu não estava bem? Eu sentia-me bem. Aliás em sentia o meu corpo queimar. O quanto eu queria as mãos deles de novo na minha vagina. Talvez algo maior e mais duro, que fosse mais fundo e me fizesse gritar alto. Com ele a fazer aqueles movimentos precisos, fortes, que me marcam como dele.

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–Bella? Acorda!

Alguém me abanava, o eu fazia a minha cabeça doer. Abri os olhos para mandar quem fosse ir o fim do mundo, e vi uma Alice expectante a olhar para mim.

–Como te sentes?

–xiu! Fala mais baixo. Não “vês” que me dói a cabeça?

–Por acaso até vejo. Toma. Bebe isto. Vai melhorar-te da ressaca .

–Ressaca?

Agarrei o copo que tinha uma mustela qualquer e tentei beber, mas sabia-me mal.

–Sim ressaca. Vá, eu sei que não é bom, mas tens de o beber. Vais ficar melhor.

Tapei o nariz e bebi aquilo. Olhei ao meu redor e estava no quarto de Edward. Como é que eu tinha ido lá parar. Tentei me lembrar da noite passada. Lembro-me que estava com a Rose no bar e a partir daí era tudo enevoado. Acho que dancei com o Edward e…

–OH EU NÃO ACREDITO!

–O que foi? Não gostas da roupa que escolhi para ti?

–Não Alice.

–Eu posso escolher outra, mas sinceramente não percebo porque é que não gostas desta.

–Esquece a roupa, eu curti com o teu irmão. – levantei-me agarrando os meus cabelos

Uma forte vertigem apoderou-se de mim e sentei-me de novo.

–TU O QUE?

–NÃO GRITES!

–Ok. Desculpa. Mas como aconteceu? – ela sentou-se ao meu lado

Ah… o que é que eu responderia? Que já namorava com ele?

Mas porque é que eu fui abrir a boca?

Bem… devem de nos ter visto na discoteca, por isso ela ficaria a saber por outra pessoa.

–Não sei, Alice. Eu não me lembro. Nós fomos dançar e depois beijámo-nos quando a musica acalmou. Oh porque é que me deixas-te lá sozinha?

–Desculpa.

–Não eu é que tenho que te pedir desculpa. Eu tinha-te prometido…

–Deixa lá isso e vai é tomar um banho. Estás imunda.

Levantei-me ainda um pouco confusa e fiz o que ela me pediu, vestindo a roupo que ela tinha escolhido. O banho melhorou um pouco a minha condição. Desci lentamente e encontrei Alice, Edward e Jasper na cozinha.

–Queres comer algo? – Alice perguntou-me

–Sinto-me vazia, mas penso que não consigo comer.

–Umas bolachas secas faram-te bem? – Jasper aconselhou-me

Agarrei na bolacha e olhei para Edward que também olhava para mim.

–Como estás? – perguntou e eu corei

–Bem… - respondi timidamente

–Bella, vamos às compras?

–Achas que ela está em condições de ir às compras? – alterou-se Edward respondendo à irmã

–Eu vou contigo Alice. Aproveitamos e escolhes também a minha roupa. – interveio Jasper

Isso pareceu convencer Alice.

–E escolhe o meu também. Eu vou para casa. O que eu quero mesmo é descansar.

–E o teu pai, Bella? Ele vai-se passar quando te vir nesse estado. O mais provável é ele colocar-te de castigo até aos 100 anos!

–Alice tem razão. Fica aqui e descansa. - aconselhou-me Edward

Era só o que faltava ficar sozinha com o Edward. iria morrer de vergonha pelo o que eu fiz ontem e nem me lembro de tudo.

–Então até logo. – Alice beijou-me o rosto

–Até logo. E não escolhas nada muito curto.

Ela riu-se e saiu. Não conseguia enfrentar Edward e saí com umas bolachas na mão. Quando ia virar para o lado de Alice, ele agarrou-me no braço.

–Vem dormir na minha cama.

Apenas assenti e dirigi-me para o seu quarto. Deitei-me e ele fez o mesmo. Fez caricias no meu rosto.

–Ontem portei-me muito mal? – perguntei

Ele sorriu.

–Não. Eu é que peço desculpa pelo meu comportamento. Eu estava sóbrio e deixei que nos envolvêssemos.

–Eu contei a Alice.

Ele fechou os olhos.

–E ela?

–Por enquanto ao fez nada.

–Dorme e depois resolvemos isso.

Eu fechei os olhos e deixei-me ser aninhada por ele.

Notas finais do capítulo
Eu sei… eu sei… atrasei-me de novo. Desculpem
Curiosos com a festa de Alice? Eu estou!
Quero ver o que sai da minha mente.
Ajudas aceitam-se!
Para a semana: Edward portou-se mal na festa da Tanya?




(Cap. 22) Capítulo 22- Edward

Capitulo 22- Edward

–Vamos Jasper! Por favor…

–Alice, a tua perna!

Alice queria à força toda ir à discoteca. Era a primeira sexta-feira depois do acidente que os dois sofreram. Ela está com gesso. Desde quando alguém com gesso vai à discoteca?

–Alice, convida Bella e ficamos a jogar aqui um pouco ou a ver filmes. – decidi intervir, afinal eu era o irmão mais velho

–Mas eu quero ir dançar!

–Para a semana vamos à festa da Tanya. Aí não precisas de dançar.

–Vamos mesmo Edward? – fez beicinho

–Sim.

–Ehhhhh boa. Vou chamar a Bella para hoje. Vais busca-la?

–Sim. – respondi, mas acho que ela não me ouviu porque já estava a falar com a Bella

Mais um tempinho a sós com a Bella. Eu aproveitava todas as oportunidades que tinha para estar com ela. Eu tinha a esperança que com o tempo ela tivesse confiança em mim. Não tínhamos discutido mais desde aquele dia. Também já não havia mal entendidos entre nós. A Tanya tinha-me chateado poucas vezes assim com outras, mas eu tinha dado a desculpa da média para a faculdade.

Alice agora não largava a Bella. Pedia-lhe para fazer tudo, e como a Bella tinha um bom coração, fazia-lhe as vontades todas. Nós nunca mais tínhamos ficado juntos.

Bella entrou no meu carro sorridente como sempre. Ela estava numa óptima fase.

Falámos banalidades até minha casa. Ela estava-me a agradecer a ajuda no teste de matemática. Tinha obtido a melhor nota da turma.

Vimos um filme, comemos pipocas e jogámos sueca.

Apesar dos pedidos de Alice, Bella não quis ficar cá a dormir. Ia todo contente a agarrar as chaves do carro quando Jasper disse que a levava. Qual é a dele?

Ah sim, não pode ter relações sexuais com a minha irmã por causa do gesso.

Só me apetecia matá-lo mas isso iria levantar suspeitas do meu namoro. Tive que me contentar em mandar beijos à Bella por telefone.

Deitei-me ainda fulo com ele. Agarrei milhares de vezes o telefone para lhe perguntar porque não se quis ir embora depois, mas depois contive-me. Isso era me entregar de bandeja.

Mais uma vez andei ás voltas na cama. Sempre que estava com a Bella era a mesma coisa. Ansiava o toque dela. E a minha mão no meu pénis não era o mesmo. O quanto eu queria aquelas mãozinhas pequeninas. Já para não falar naquela boca, vermelha e gostosa. Ela deveria chupar bem…

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–Já estás pronto Edward? Nós vamos andando. Não te esqueças de ir buscar a Bella.

–Sim Alice! – respondi

Eu começava a ficar farto de ela estar com aquele gesso. Fazia-se sempre de coitadinha e fazia de nós seus escravos. Eu sei que é chato não poder andar, mas existem limites.

Dei uma última olhada ao espelho e segui para a casa da Bella. Sorri só de pensar que tínhamos um tempinho. Podíamos dar uns beijinhos antes de irmos para a festa.

–Sim, só beijinhos. Comporta-te. – disse ao meu pénis

Vai que ele me deixa ficar mal. Não a queria assustar.

Ela saiu linda de dentro de casa. Aquele vestido era uma perdição. A minha mão não iria conseguir ficar quieta. Ela caiu no meio do caminho e num segundo eu já estava ao pé dela. A queda tinha sido cómica mas não me consegui rir com a hipótese de ela se ter magoado. Levei-a ao colo para dentro. Queria levá-la ao hospital apesar de só serem arranhões. Podia ter uma hemorragia interna.

Na queda o seu vestido levantou mostrando bem mais do que precisava pra o meu pau ficar contente, então agora não comento. A minha visão era a bunda deliciosa dela a que o seu magnifico vestido não fazia esconder a sua calcinha minúscula. Com o pai dela atrás de mim, eu só pensava numa maneira de esconder a minha visível erecção.

–Não sei se devemos ir á festa. – “não me posso levantar deste sofá porque és gostosa e eu quero ir para a cama contigo antes que dê em maluco” traduzindo

Deixe-me estar sentado num sofá com as mãos cruzadas em cima da minha erecção rezando para que ninguém notasse, em especial o pai dela.

–O que? São só uns arranhãozinhos, eu visto umas calças.

“E isso é lá solução? Eu já tenho a imagem da tua bunda na mente. Nada me fará esquece-la” apeteceu-me responder-lhe

–Umas calças? Isso vai fazer-te mal, eu acabei de desinfectar. – “esquece isso e arranja uma forma de eu me safar desta. Pensa Edward, pensa. Pensa na Alice. A cara dela de chateada por saber a situação onde te encontras.”

–Não vou ficar em casa sozinha. – ela amuou

Eu também não a queria deixar aqui sozinha. Podíamos ficar os dois, juntinhos… “Esses pensamentos não ajudam. Distrai-te Edward”

O pai dela pareceu ouvir as minhas preces e como já tinha combinado ir à pesca, deixou-ma à minha responsabilidade.

Já sozinhos jogamos ao xadrez, pelo menos aí ela não se aperceberia do meu estado e eu podia relaxar a pensar em números, visto que lhe ganhava sempre.

Não sei quando aconteceu, ou quantas vezes ela perdeu até eu acabar deitado em cima dela no sofá. Começamos a nos agarrarmos e ela contribuí-a ainda mais para o meu descontrolo. Eu sabia que ela não era fria, só precisava de tempo.

Infelizmente a minha irmã estragou tudo ao ligar-me. Estava chateado e isso percebia-se pela minha voz. Ainda disse-lhe para passar pela casa da Bella, mas ela pensou que ist9o não estava muito divertido e decidiu ficar pela festa. Cínica. Quando ela precisa de entretinimento por causa da perna, a Bella vai a correr, ou neste caso no meu carro, e agora que a Bella precisa, ela fica numa festa.

Melhor para mim.

Sentei-me ao lado de Bella no sofá e arrependi-me. Acho que tinha ido rápido demais de novo, vito que ela parecia chateada. Imitei a sua postura de braços cruzados para desnuviar o ambiente.

–Fiz algo de errado? – perguntei

–Não. Quando é que ela vem? – ela quem?

–Ela?

Bella pensava que Alice vinha. Isso significa que eu ia bem e que não exagerei.

–Ela não vem. Lamento, mas trocou-te por uma foda com o Jasper.

Voltei a beijá-la e ela retornou a corresponder-me, chegando até a tirar-me a camisola passeando as suas mãos pelos meus músculos. Ela interrompeu a minha concentração para não a assustar dizendo algo que me bloqueou.

–É melhor irmos para o meu quarto.

Eu e ela no mesmo quarto! Definitivamente eu não ia aguentar. A sala era um lugar não muito aconchegador, o que fazia o meu pau ter respeito, por estar na casa de um policia.

–Para o teu quarto? – será que ela queria mesmo avançar?

Eu precisava saber. Porque se ela queria eu também queria, e muito.

–Só para estarmos mais à vontade… não queres?

Ela já era tímida, mas eu tenho a certeza que ela nunca convidou ninguém para o seu quarto. Parecia receosa. Como se eu negasse algo a ela. Muito menos contacto físico comigo.

–Quero… Não é isso, mas se formos lá para cima e o teu pai chegar vamos descer apressados, enquanto se ficarmos aqui é só nos vestirmos.

Se fosse só uma rapidinha eu ia, mas assim não. Bella é daquelas raparigas que merece tudo do melhor. Não a arrombaria lá em cima e depois ia-me embora à pressa. Ela merecia uma noite séria, com todo o carinho e tempo. Depois de ser querido, obviamente que poderíamos passar aquela fase de namoro que é foda em todos os cantos. Pelo menos era isso que eu tinha visto com outros casais.

–Vestirmos?

Eu precisava criar outra vez um clima romântico e faze-la sentir-se confiante com o seu corpo.

–Eu já não tenho uma peça de roupa, agora tu? Não achas que estás muito vestida?

Tire-lhe o vestido com cuidado apreciando o que ia vendo. Ela era linda. Tem um corpo maravilhoso. Pedi-lhe para tirar o sutiã e ela deixou.

Decidi ir em frente ir em frente. Eu já tinha a prova de quando ia longe demais ela me parava. Ganhei coragem e apalpei os seus seios. Primeiro com as mãos e depois com a boca. Quando me aproveitei dos seus bicos, os seus batimentos cardíacos aumentaram e ela começou a gemar. Tão timidamente e controlada como ela, mas com algo sexy e poderoso a desabrochar e a fazer-me querer continuar a descobrir mais dela.

Eu estava muito duro e precisava de mais. Enfie dois dedos naquela vagina apertada e melada. Imaginei o meu pau dentro dela. Ela toda aberta e eu a arromba-la. Ela a apertar-me todo.

–Mais…

Realmente o meu pénis não era do tamanho de dois dedos. Nem tem a mesma largura. Enfiei mais um dedo e senti-a a aperta-los. Ela gemia com os lábios entreabertos. As faces já rosadas…

Ouvimos um carro e parei. Levantei-me e ajudei-a a arranjar-se. Tomara que o chefe não perceba as nossas caras coradas e com desejo.

Ele tinha vindo mais cedo porque estava preocupado com a Bella. Eu estava a cuidar muito bem dela, ele não podia simplesmente ligar?

Ele só tinha olhos para Bella e não notou a minha erecção. Limpei a mão antes do o cumprimentar quando me despedi. Era estranho depois de estar com a Bella tão intimamente, agora trata-la como um simples amiga.

Já dentro do carro, comecei a andar as voltinhas com ele. Nem pensar em ir para casa. Estacionei o carro no lugar da outra vez em que subi para o quatro da Bella e propus-lhe isso por telemóvel, algo que ela recusou. Soquei o volante com força e parei com a ideia que talvez tivesse ido depressa de mais.

Para Bella

Eu também lamento. Espero não ter passado das marcas, mas contigo perco a razão e o raciocíno. Gosto muito de ti. Mesmo muito.

Por favor que eu não tenha feito merda. Por favor.

De Bella

Eu também gosto muito de ti. Tudo o que fizemos foi porque eu quis. Vou dormir. Beijinhos e boa noite. Ainda vais para a festa?

Não me tinha lembrado disso mas era o melhor que eu fazia. Pelo menos Alice não iria desconfiar. Contei-lhe que ia e ela deixou-me. Fiquei feliz por ver que ela confiava em mim.

Entrei na casa da Tanya que estava animada. Fui até ao bar buscar uma cerveja e circulei até encontrar Alice e Jasper que estavam sentados num sofá, longe na confusão central.

–A Bella? – perguntou-me Alice

–Ficou bem.

–Oh seu Idiota. Como pudeste a deixar sozinha. – tentou se levantar

–O pai dela está com ela. Veio mais cedo da festa. Mas foi só uns arranhões. Nós ficamos a jogar xadrez, porque eu desinfectei as feridas dela e ela não vinhas assim para uma festa.

–Fizeste bem. – sorriu-me

Essa sim, era a minha irmã. E não aquela rancorosa e metida que ás vezes era.

–Nós já vamos embora, ficas? – continuou

–Sim. Acabei de chegar.

Despediram-se e eu fiquei a olhar o ambiente. Nem há alguns dias era eu aqui, bêbado e a curtir um molho. Circulei de novo e passei pela área do jardim. Ainda estava duro e a arder. Tanya saltou para cima de mim completamente alucinada.

–Vem Edward.

Tentou-me beijar e colocou as minhas mãos por baixo da saia dela. Empurrei-a até ao sofá, deitei-me em cima dela, ela largou-me e eu sai de lá. Caminhei as voltas levando alguns apalpões, até que encontrei uns amigos meus com quem eu me envolvia às vezes. Eles namoravam à cerca de 5 anos e eram considerados diferentes por vestirem-se de preto. Mas eram super simples e simpáticos.

Jane tinha o cabelo até à cintura e era loira com os olhos azuis, mas colocava uma maquilhagem preta marcante que eu até gostava. Era mais baixa que eu e tinha uns seios duros e arrebitados. Tinha a cintura muito magra e ficava sempre marcada quando eu a tocava.

Já Alec parecia aqueles rapazes que só se metem em problemas, mas no fundo tinha um bom coração e era amante da natureza. Adorava matar os sapos em biologia, coisas que todos tinham aberração mas eu fartava-me de rir.

Jane riu-se e comentou algo para o namorado. Ele também se riu e ambos partiram. Pouco depois o meu telemóvel tocou.

De Alec

Vens? Local do costume.

Pensei e pensei. Eu não poderia pedir autorização a Bella.

Para Alec

Desculpa. Mas não estou em condições.

De Alec

Ok, se mudares de opinião aparece. Nem que seja assistir.

Assistir era traição?

Eu li em algum lugar que a masturbação fazia bem ao casal, portanto ver um casal de namorados não é traição.

Fui até ao carro reflectir. Agarrei o meu pau e ele até doía de estar tanto tempo duro. Sem pensar muito fui pegar um Bacardi e depois de o beber dirigi-me ao nosso lugar. Era um pouco afastado da casa de Tanya, e era meio cabana, meio estufa. Entrei e ouvi-os logo.

Sentei-me a observá-los, escondido no meio de tralha. Ela já estava nua e ele ainda tinha as calças pretas com correntes. Eles estavam em cima de um cobertor. Ela deitada com as pernas abertas e ela chupava-a fazendo-a gemer loucamente. Talvez tivesse a chupar o piercing dela.

Ela gozou e ficou um instante parada a respirar enquanto ele acabava de se despir. Abri também as minhas calças e segurei o meu pénis com força, já saindo o líquido pré ejaculatório.

Derrepente ela levantou a cabeça e tinha aquele olhar penetrante e devorador em direcção ao meu amigo. Agarrou-lhe as pernas e mordeu-as até chegar ao pénis.

–Ah minha putinha. Come.

Agarrou-lhe o cabelo com força e empurrou o seu pénis contra a boca dela com as suas ancas. Ela colocou as mãos no rabo dele e arranhou-o. A minha mão comandava o meu pénis e eu imaginei a Bella assim. Tão deliciosa.

Ele retirou o pénis da boca dela com brusquidão.

–De quatro.

Jane sorriu como uma criança no dia de Natal e ficou na sua posição favorita.

Ele agarrou-lhe de novo os cabelos dela dando várias voltas na sua mão. Abriu as pernas ficando por cimas e entrou dentro dela. Ela só pedia por mais fazendo-me lembrar a minha princesa.

Gozei na hora e vários jactos saíram, caindo alguns nas minhas calças.

Ela continuava a gemer e eu respirava com dificuldade. Jane também era apertada e melava facilmente como a Bella. Agarrei os meus testículos inchados e massajei-os.

O som de Alec a bater na Jane, tanto com o seu pénis na vagina dela, como a mão no rabo dela, fizeram com que o meu pénis rapidamente recuperasse e ficasse de novo duro. Com a minha mão livre agarrei-o de novo e voltei a me masturbar.

Jane veio-se de novo e deixou-se cair, mas Alec ainda segurava a sua cintura e não parava de entrar e sair de dentro dela com força.

Vim-me pouco depois e decidi que naquela noite chegava. Saí tentando não fazer barulho e limpei as minhas mãos às calças já sujas. Entrei no carro e decidi mandar uma mensagem ao Alec.

Para Alec

Desculpem. Hoje só deu para assistir. Fiquem bem e aproveitem o resto.

Dirigi até casa sentindo-me mais leve. Estacionei e fui à cozinha beber um copo de água, dando de caras com Alice no meio do caminho, sentada no sofá.

–O que fazes aqui?

–O Jasper está a dormir e não acorda com nada. Queria ir comer bolachas mas já estou cansada destas moletas.

Fui á cozinha, bebi a minha água e trouxe as bolachas para ela.

–Obrigado. A noite fui produtiva, hein? – riu

–Produtiva?

–Edward, estás todo sujo…

Olhei para as minhas calças onde ela apontava. Ups!

–Ah… Isto foi…

–Não quero saber! Ajudas-me a ir para o quarto? – fez o biquinho que eu não resisto.

Ajudei-a e fui para o meu quarto. Será Alice contava a Bella o sucedido? Será que eu deveria contar? Eu estava de consciência tranquila, mas sempre poderia argumentar que me masturbei, o que é verdade. Estava tão cansado que não demorei a adormecer.

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Acordei tarde mas a sentir-me leve. Tomei banho e mandei as calças para o lixo. Estavam sujas demais para mostrar à minha mãe. Mandei mensagem à minha menina, fui comer e pus-me a jogar no computador.

Bella ligou-me a perguntar se eu queria ir ao cinema e combinámos ir jantar. Desci e encontrei o casalinho de pombinhos na sala no marmelanço.

–Olá. Querem ir ao cinema com a Bella?

–Ligaste-lhe? – perguntou-me Alice

–Não. Ligou-me ela. Algum problema?

–Porque é que ela não me ligou a perguntar?

–Ela não me disse isso, mas não é difícil adivinhar. Primeiro estás assim com a perna e depois estás com o Jasper, logo se fores é com ela. Ela simplesmente não quis segurar a vela. Queres ir ou não?

–Não me apetece.

Fui até à cozinha e Jasper seguiu-me.

–A Alice contou-me que chegas-te com as calças sujas. Se vais sair com a Bella presumo que não se tenham chateado.

–Não, não nos chateamos. E se vim com as calças sujas é porque não meti o meu esperma noutro lugar.

–A Bella é boa rapariga. Vê se atinas.

Virei-me e confrontei-o.

–Eu não a trai.

–Olha o tom de voz, se não queres que a Alice saiba. Só te estou a avisar.

E saiu. Eu tinha vontade de ir atrás dele, mas o melhor era ficar quieto.

Pouco depois fui buscar a minha menina que estava linda como sempre. Falámos sobre musica no caminho. Ela escolheu o restaurante, que era muito bom, e parámos à frente da bilheteira.

–Que filme queres ver? – perguntou-me

–O “Capitão América” parece bom, mas não é romântico.

–E? Não temos de ir ver só romances porque somos namorados. Esse parece-me bom. Eu só não gosto de terror. – sorriu acanhadamente

Ela é tão linda.

–Eu também não. Mas tens a certeza? Que queria mesmo o ver.

–Sim, vamos. – puxou-me pela mão mas largou-ma quando parámos na fila

Vi de longe Tanya que parou boquiaberta. Desviei o olhar e sorri para Bella. Alice sabia que vínhamos ao cinema, aquela maluca não poderia inventar nada.

Estávamos sentados a conversar sobre a faculdade quando apareceu Alice acompanhada de Jasper. Penso que Bella notou o meu desconforto em relação a Jasper, mas deve ter pensado que fosse para Alice, pois ficou muito tensa desde que eles apareceram. Foi isso ou foi o fato de estarmos a falar de eu ir apar longe para o ano.

Esperei até entrarmos no carro para conversar com ela.

–Não fiques assim. A Alice não desconfia.

–Eu estou bem. – assegurou-me sem me olhar

–Estás nervosa desde que Alice entrou no cinema.

–Não estou nervosa.

Sai do caminho normal e entrei num terreno que eu conhecia.

Sai do carro e ela fez o mesmo. Beijei-a para tirar qualquer que fosse os medos dela. ela correspondeu e comecei a aquecer, era melhor parar antes que fosse como ontem.

–– É melhor pararmos. Desculpa ter-te agarrado assim. Eu só…

–Porque? – perguntou-me -Porque é que é melhor pararmos?

“Porque és gostosa e linda e eu quero-te, mas sei que nãos estás pronta e eu amanhã ainda te quererei”

–Não queres perder a virgindade aqui? – ela congelou e eu abracei-a, como sempre, já tinha feito merda – Desculpa não era isso que eu queria dizer.

Ele empurrou-me.

–Não, não quero, mas o facto de estarmos aqui não significa que tenhamos de ter sexo.

Tentou entrar no carro mas eu agarrei-a. Ela tinha toda a razão de estar chateada. Eu tinha-me comportado muito mal. Para mim bastava esses toques, para o meu pau é que não. Como se explica isso?

–Tens razão. Desculpa. Só não quero que fiques assim, como quando saímos do cinema. Estávamos tão bem.

Ele beijou-me e penso que ficámos bem. Pelo menos ela parecia feliz e beijou-me quando saiu do carro.

–-------------------------------------------------------------------

Passaram-se 5 dias e nada. Batia os meus próprios recordes do tempo em que estava sem sexo.

Não é mau estar apaixonado e a Bella com certeza que vale o esforço.

Porque é um esforço não poder estar com ela. Sentir o seu corpo macio. Entrar na sua vagina apertada. E que bom que seria.

Resta-me lembrar de quando eu não sabia que ela era amiga da minha irmã e a agarrei no banheiro. Aí já sabia que ela era especial.

Emment entrou no meu quarto enquanto eu estava deitado na cama a pensar na minha princesa.

–Preparado para a festa da Rose? – perguntou animado

–Porque essa animação toda? É a festa da tua namorada. – não olhei para ele, continuando a admirar o tecto enquanto tinha as mãos cruzadas atrás da cabeça

–Eu não me posso animar muito, mas tu sim! Vão estar lá imensas universitárias…

–Pois…

–Como pois? Se eu não te conhecesse bem ainda diria que tu viras-te… Não viras-te pois não? – questionou alarmado

Bufei impaciente.

–Não, não virei. Só que vou fazer de motorista. Então tenho de ter limites na bebida.

–O Jasper não vai?

–Sim, e a Bella também.

–Não percebo essa das raparigas. Se a Alice vai levar o namorado, porque é que tem de levar a amiga?

–Não sei. Mas a Bella não é seca nenhuma. Eu não me importo de levá-la.

–O que é que a Bella tem de especial? – continuou o interrogatório sentando-se ao meu lado

–Não é chata. – “e é linda, fantástica, brilhante, inteligente, bonita, simpática, agradável”

Emment riu.

–Não é chata? Essa é uma grande qualidade numa mulher. – desta vez rimos os dois, mas ele parou lembrando-se de algo – Edward, não me digas que estás apaixonado por ela. Ai! A Alice não vai gostar.

–A Alice não tem de gostar, porque não se passa nada entre mim e a Bella. Só que ela é querida e simples. Eu consigo ter uma conversa com ela sem pensar em sexo. – até que era verdade, apesar de quando começamos a nos beijar a minha mente só pensa em sexo

–Ah assim está bem. Mas ela é gira.

–E amiga de Alice.

Notas finais do capítulo
Olá gente mais boa
Eu vou continuar a escrever pov´s do Edward mesmo que não tenha muitos comentários pois basta alguém dizer que os quer e comentar para eu os escrever. Eu gosto muito de todos e não quero popularidade, quero melhorar e dar um pouco de português de Portugal a quem queira (apesar de eu às vezes utilizar falas não utilizadas cá)


O capitulo era para ter a festa já incluída mas acontece que o meu computador desligou-se e eu não consegui salvar o que já tinha escrito (que era metade) e fiquei tão chocada que ainda demorei mais a reescrever (um dia), como já é segunda, o caitulo tem quase 4000 palavras e pediram-me que se eu demorasse, postar com menos palavras eu postei hoje.

Eu ligo aos comentários. Adoro-vos muito.
Sejam Bem vindos leitores novos
Alguém quer recomendar? Não doi nada, pelo menos elas as três ainda estão vivas.
Dada regressa 
Beijos

p.s. desculpem a lemon que está fraquinha  prometo melhorar na primeira noite deles




(Cap. 23) Capítulo 23 - Bella

Capitulo 23 –Bella

Acordei ainda com dor de cabeça, mas o enjoou já tinha abrandado. Olhei para o meu lado e lá estava Edward a dormir tranquilamente.

Toquei no seu cabelo e ele foi despertando aos poucos.

–Olá princesa. Estás melhor?

Acenei com a cabeça positivamente e quase inaudivelmente pedi-lhe desculpa.

Ele sentou-se.

–Por causa da Alice?

Mais uma vez abanei a cabeça. Não sei como me ia safar desta. Ainda apor cima tinha contado, mas ela saberia por outra pessoa, então eu tinha feito bem, não é?

Claro que não. Eu não devia ter curtido com o Edward ontem. Curtido? Foi só isso que aconteceu, certo?

–Nós só curtimos ontem, certo? – guinchei

–Sim. Eu trouxe-te para casa já estavas tu a dormir.

–A Alice já veio? Tenho fome.

–Vá, vamos comer, mas acalma-te. Vais ver que vai ficar tudo bem.

Descemos e comi um lanche. Eram 7 horas da tarde quando Alice chegou e me puxou para o seu quarto.

–Vê só o vestido lindo que eu te comprei para o meu aniversário.

( http://pequenosfrascos.blogspot.com/2009/08/dress-code-balada.html–-> primeiro vestido, o que tem o fecho)

–ALICE! isto é minúsculo e olha-me este fecho à frente.

–É lindo. Vais arrasar. E agora olha o meu.

( http://3.bp.blogspot.com/_1-rReRzRLIE/S_X69ZjuodI/AAAAAAAAAco/FW761ykTR7Y/s1600/_ashley+greene+in+d%26g.jpg )

Só consegui abrir a boca de espanto. Que vestido era aquele?

–Eu sei. Que também quase fiquei sem palavras quando vi este vestido. Vou ser um arraso. Toda o mundo só vai ter olhos para mim. É Dolce & Gabana.

–Pois… - sem palavras – É a tua cara. - pelo menos não menti – Temos de falar.

–Se é sobre o teu envolvimento com o meu irmão ontem, eu já falei com Emment, e já ouvi tudo. – fez cara de nojo – Eu não quero voltar a ter aquelas imagens de vocês os dois. Por favor! Blhac

–Não estás chateada comigo? – espantei

–Não, não estou. Mas claro que vou falar com ele. Isto não pode ficar assim. Ele tinha a obrigação de tomar conta de ti, e eu sei que ele não estava bêbado, porque veio a conduzir. Não vai ser estranho agora para ti, estares perto dele?

Ela parecia preocupada.

–Não, não te preocupes com isso. – assegurei-lhe

–Como não? Tu gostaste?

–Não, claro que não. Quer dizer… eu não me lembro. Só de partes, mas parece que estou a ver da cabaça de alguém. Por isso, para mim é como o estivesse a ver com outra rapariga.

–Então prometes que não voltas a estar com ele?

Oh outra vez esta promessa.

–Claro que vou voltar a estar com ele. É meu amigo.

–Promete que não o voltas a comer. - exigiu

–Prometo. – no sentido real da palavra

–Vá, experimenta o vestido.

–--------------------------------------------------------------------

–Mas porquê?

–Edward, pareces a tua irmã. Eu já te expliquei. Tenho de ir. Eu já tinha combinado.

–O Jasper que vá com ela. – continuou amuado

Tinha-se passado duas semanas desde o ocorrido na festa e felizmente ficou tudo bem e esclarecido, ou um pouco esclarecido. O que interessa é a Alice não fez nenhuma cena, pelo menos não comigo.

Desde então o meu namoro tem corrido bem. Não passávamos de beijinhos, mas não tínhamos discutido. Edward andava muito controlado. Penso que ainda se culpava pela cena da discoteca.

–Ficas comigo? – voltou a perguntar-me

–Já te disse que não posso.

Tinha combinado ir com Alice ver a comida e bebidas para a festa dela e Edward opunha-se, na esperança que assim pudéssemos passar algum tempo sozinhos.

–Eu sei que era bom para nós, mas eu já tinha prometido. Além disso ela é minha amiga. Eu não me ia sentir bem. Já me basta andar-lhe a mentir.

Não queria nada me chatear com ele.

–Ok princesa. Mas ficas-me a dever uma.

Chegámos à escola e despedimo-nos só com um “até logo”. Sentei-me na minha mesa amuada, pois queria receber um daqueles seus beijos de despedida que ele me dava quando me levava a casa.

–Dormiste mal? – perguntou-me Alice, sentando-se ao meu lado

–Não, estou só cansada.

–Não te vais cortar, pois não?

–Não, Alice. Eu vou contigo logo.

A aula começou e eu comecei a pensar que não tinha muito mais amigas do que Alice. Pelo menos estava melhor do que com a minha mãe. À que tempos que eu não falava com ela. Aproveitei o intervalo e liguei-lhe.

–Olá Belinha.

–Olá mãe. Estava com saudades.

–Eu também querida. Está tudo bem consigo? Tem feito o que eu lhe disse?

–Que me disse?

–Sim, a menina sabe. Tem de se manter virgem. O amigo do Jacob é um por partido e ainda por cima lindo. Não deve ter quaisquer problemas em conquistá-lo.

–Quando será o casamento?

–Na semana final na sua escola. Mas ainda vai ter de voltar a esse fim do mundo enquanto eu estiver na minha lua de mel na Grécia. Vai ser tão glamouroso. Mal posso esperar.

–Ainda bem mãe. Tenho de ir.

–Não se esqueça do que eu lhe pedi Isabella.

–Não me esqueço.- desliguei

Esquecer não me esquecia, mas isso não significa que tenho que cumprir.

–Está tudo bem?

Edward apareceu ao meu lado.

–Sim, estive só a falar com a minha mãe.

–E então?

–O casamento vai ocorrer uma semana antes da escola a acabar, mas eu volto. Posso ver a tua formatura. – sorrimos

–Espero bem que consigas. –o seu sorriso desapareceu – Estamos quase no fim, não é?

–Sim. Mas ainda temos muito que aproveitar- sorri verdadeiramente

Edward era o amor da minha vida. O meu primeiro amor. Eu queria me entregar a ele. Não sei quando, mas eu estava pronta e eu não o iria perder por algo que eu queria mas só não fazia por estar receosa. Para o ano eu não vou estar com ele. Melhor aproveitar enquanto posso. Talvez assim ele contasse a verdade a Alice, e pudéssemos namorar livremente.

A tarde até foi divertida.

–Estás estranha. Bem disposta. – disse-me Alice quando nos sentamos a descansar de tanta comida, mas sobretudo bebidas, que escolhemos

–E por estar bem disposta significa que estou estranha?

–Não é isso que eu queria dizer… mas…

–Eu entendi, Alice. Eu hoje falai com a minha mãe.

–Tiveste boas noticia?

–Não. Em principio vou me embora no meio do verão. Ainda não sei bem a data.

–Não podes pedir para ficar cá? Ah. Talvez não queiras.

–Quero Alice, apesar de ter saudades da minha mãe. Mas não sou eu que decido isso.

Alice abraçou-me.

–----------------------------------------------------------------------

–PAIIIIIIIIIIIIIIII Cheguei! Que fumo é este?

Entre na cozinha e viu-o afito com uma frigideira ao lado que cuspia fogo.

–Deita para o lava loiças!

Ele fez isso e abri a torneia.

–Mataste-a!

–E matei o nosso jantar. Queres as minhas algemas? Acho que mereço uns bons anos na cadeia.

–Eu sou o teu alibi. – pisquei para ele – Trouxe jantar.

–És a melhor filha do mundo.

Beijou-me a testa.

–Sim, sim. E também sou a tua única filha.

Ajudei-o a meter a mesa.

–Divertiste-te hoje? – perguntou-me

–Sim, estar com Alice é sempre divertido. E acabámos de preparar tudo. Foi cá uma canseira. Nunca pensei que desse tanto trabalho. Percebo agora a mãe.

Fez-se silencio. O meu pai não gostava muito de falar da minha mãe, ou melhor, não gostava da minha mãe.

–Os Cullen´s sempre souberam dar uma festa. A casa deve ter capacidade para isso.

–Sim. Posso ficar lá a dormir, não posso?

–Podes. Mas tem juízo.

–Ok pai.

Tentava agora chamar-lhe de pai. Eu sabia que ele gostava. A culpa não é dele de nós não termos ficado mais ligados. Eu sentia-me triste por causa de não ter tido um pai presente, e bem que precisei. Sei que me custa criar uma ligação mais forte com o Edward por causa disso. Ele poderia me deixar assim do nada como o mau pai.

Agora eu sabia que as coisas tinham sido difíceis entre o meu pai e a minha mãe. Não me cabe a mim fazer julgamentos, mas sem duvida eu foi a mais penalizada.

Ao contrário da minha mãe, Charlie perguntava-me sempre como tinha sido o meu dia e o que tinha feito. Sei que ele me dava liberdade por morarmos numa cidade pequena e conhecer as famílias com quem eu me dava.

–Tu gostas muito do Cullen.

–Do Cullen?

–Eu não gosto muito dele. Ele é mais velho que tu.

–De quem estás a falar?

–Do que vem sempre te buscar.

–Não gostas dele?

–Para teu namorado não. Nem gosto dele nem de quem quiser roubar a minha menina.

–Eu hoje falei com a mãe.

–E?

–E o casamento vai se realizar na última semana de escola.

–Tão cedo?

–Cedo? Falta 4 meses.

–Vais lá passar as ferias da Páscoa?

–Não falei com ela sobre isso. Esqueci-me.

–Faltam duas semanas para as ferias da Páscoa.

–Acho que vou ficar cá. Mas deixa-me acabar. Eu vou ao casamento e depois volto para ela ir de lua de mel.

–Bem. Eu não posso te dizer o que é o melhor para ti, apesar de ser teu pai. Segue o teu coração. Eu estarei sempre aqui para o que precisares.

–Obrigado Cha… Pai.

Sim, ainda me custa a dizer.

O telemóvel dele tocou, pela cara não podia ser coisa boa.

–Eu vou já para aí. – desligou – Problemas na reserva, nada de complicado. Ficas bem?

–Sim.

Lavei a loiça, fiz os trabalhos de casa de matemática e deitei-me.

Era impossível não pensar em Edward. Nos seus beijos. No seu corpo.

Agarrei os meus seios. Oh como eu queria ele comigo agora.

Para Edward

Estas acordado?

Com o que eu queria fazer, nem sabia se o queria acordado.

De Edward

Sim. Algum problema?

Para Edward

O meu pai não está. Não queres fazer como da outra vez, mas entras pela porta?

Agarrei o telemóvel com força e carreguei no botão, fartando de me andar ás voltas pelo quarto depois.

De Edward

E saiu pela janela?

Que parva que eu sou. Claro que ele não vem. Sou tão idiota por lhe pedir isso. Como um criminoso. As lagrimas caiam pelo meu rosto.

Para Edward

Esquece. Desculpa.

O meu telemóvel começou a tocar. Era ele.

–Estou. – disse baixinho para não me descontrolar e começar a chorar a serio

–És tão parva! Eu só queria saber se é para esconder o carro ou não.

–Ah… Não te importas?

–Claro que não. Vou já para aí. Mando-te toque. Liga-me se o teu pai aparecer e quiseres que eu entro pela janela ou que não entre. Até já princesa.

–Ate já.

Sorri bobamente e fui à procura do melhor pijama. Eu tinha comprado algumas coisas mais atrevidas com Alice. E já sabia o que iria usar.

Tomei um banho sem molhar o cabelo, vesti-me ( http://www.blogdamarina.com/wp-content/uploads/2011/01/pijama-feminino1.jpg ) , penteei-me deixando o cabelo solto e não me maquiei. Ia-me deitar à espera quando eu recebi o toque dele. Abri a porta e demos um beijo simples.

–Entra.

Ele entrou, fechei a porta, virei-me e ele deu-me um beijo à seria.

–Vamos para cima. – consegui dizer-lhe

Ele surpreendeu-me ao me pegar ao colo como um casal na lua de mel. Indiquei-lhe o caminho. Ele colocou-me na cama com muito cuidado e depois sentou-se ao meu lado apreciando a sua visão.

–Estás tão bonita.

Sorri. Eu sentia-me bonita. Podia não ser a roupa mais sexy mas eu sentia-me sexy.

–Oh obrigada.

Não era eu se não ficasse vermelha.

Ele levantou-se e fechou a porta à chave.

–Apaga a luz, está lua cheia. – pedi-lhe

–Hum, acho bem que não é por estares com vergonha.

Ele apagou a luz e voltou para perto de mim, deitando-se ao meu lado. Eu conseguia o ver perfeitamente. O quarto estava todo iluminado com o branco da luz. Super romântico.

–Estás a ver, tu consegues me ver. Também não sei qual era o problema de brincarmos ao quarto escuro.

Ele passava os seus dedos pelo meu braço enquanto falava mas parou.

–Eu quero-te te ver e quero que me vejas. Que saibas que sou eu que te estou a tocar. – voltou a arrastar os seus dedos pela minha pele – Que vejas pelos meus olhos o quento eu te quero. – colou o seu rosto ao meu - O quanto eu te amo.

Beijou-me bem profundamente não me dando tempo para raciocinar. Ele tinha dito o que eu percebi. Que me amava?

–Não é o mesmo. Querer e amar.

Ele afastou o rosto e olhou nos meus olhos.

–Quem ama quer, e eu quero-te, porque te amo. Eu sei que posso te querer sem ama, mas eu percebi que te amo. Não te dizia isto sem saber que te amo mesmo.

–Oh, eu também te amo. – confessei

Voltámos a nos beijar e eu desabotoei a sua camisa, deixando-o nu na parte de cima. Ele começou a deslizar as minhas alças, sem nunca parar de me beijar, e o meu peito ia ficando à mostra ficando a roçar com a sua pele, deixando os meus seios bem durinhos.

Ele beijou-me a testa antes de tirar a minha camisola.

–És tão bonita.- disse-me antes de abocanhar o meu seio direito levando-me a ver estrelas

–Edward… ah…

Ele era quente e eu puxei o cabelo dele para o beijar. Abri as pernas para ele se colocar no meio delas e puxei a cintura dele com elas. Senti-o duro e inconscientemente esfreguei-me nele. Ele gemeu e fez mais força com o corpo.

–É melhor pararmos.

–Eu não quero parar, Edward!

Ele afastou os seus lábios dos meus.

–Tens a certeza?

–Sim. É contigo que eu quero estar. És tu que eu amo. – sussurrei a parte final . eu sei que vais ser querido.

–Eu vou sabes que sim.

Voltámos a nos beijar e ele virou-nos para ficarmos de lado e começou a passar a sua mão pelo meu corpo, entrando depois pelos meus calções e cuecas. Saiu e eu reclamei. Eu queria-o lá. Eu precisava dele lá.

–Vira-te. Confia em mim, princesa.

Virei-me e ele puxou-me para ele, fazendo notar a sua erecção bem no meio da minha bunda.

A sua mão voltou para junto na minha vagina enquanto a outra mão passava por debaixo de mim e agarrava o meu seio. Gemi descontroladamente quando ele colocou dois dedos na minha vagina e fez movimentos de vai vem roçando no meu clitóris deixando-me sem ar.

Como é que eu poderia estar indecisa em estar com ele?

Virei a cabeça para trás e beijei-o gemendo bem baixinho mas em descontroladamente. Tentava respirar normalmente e gemer como deve de ser, mas sem grande sucesso. O desconforto de ter os seus dedos em mim ia diminuindo à medida que me encharcava.

Com a minha mão direita tentei apertar o seu pénis. Ele gemeu e tirou a mão da minha vagina. Gemi em protesto. Faço sempre porcaria.

–Espera. – pediu-me

Virou-me de novo e tentou abrir as suas calças. Eu digo entou porque ele estava apressado e a sua mão tremia ao tentar abrir as calças.

–Deixa-me fazer.

Não pensei e abri. O seu membro já espreitava de fora. Viu-o a levantar-se e a despir-se totalmente.

Olhei pasmada. Era grande e apontava para cima. Como ia aquilo caber dentro de mim se os seus dedos já custavam?

–Longe de mais? – perguntou-me ainda em pé

Eu dei um salto pois me assustei ao ouvir falar já que estava bem longe.

–Sim, estás longe de mais. Anda para perto de mim.

Ele voltou-se a deitar de lado.

–O que é que fizesse-te à Bella que eu conheço?

Sentei-me incomodada.

–É estranho querer estar com o meu namorado mais intimamente?

Ele puxou-me até estar nos seus braços, deitada.

–Não. Só não quero que te arrependas.

–Eu pensei bastante. Não preciso de mais tempo.

Sentei-me em cima dele e agarrei o seu pau com as duas mãos. Olhei para ele e ele fez-me que sim com a cabeça. Fiz força para cima e para baixo sucessivamente e olhei para ele. Ele estava com os olhos fechados, a cabaça para trás e a boca aberta, lançando gemidos baixos.

Tirei uma mão e agarrei um testículo. Era esquisito agarrar naquilo. Quando o apertei ele sentou-se, ainda comigo por cima e agarrou-me no rabo puxando-me de encontro ao seu pau. Abracei-o e ele começou a movimentar o meu corpo fazendo ficção entre a minha vagina e o sei pénis. Eu gemi.

Tínhamos os meus calções a separar mas eu adorei. Ele gemeu comigo quendo eu rebolei, querendo o ter dentro de mim, imaginando ele dentro de mim. Eu seria fodidamente fodida.

–Bella… ah…

Edward abocanhou o meu seio com brusquidão. Assustei-me um pouco e ele apertou-me mais. Fazendo-me ir para baixo com mais força. Depois parou e deixou a sua cabeça estar entre os meus seios.

–Desculpa.

–Porque?

–Levanta-te.

Obedeci.

Foi então que reparei que ele tinha ejaculado.

–Ah. Não faz mal.

Olhei para ele e sorri. A sensação de saber que o ponha assim era inexplicavelmente boa.

–Estou à muito tempo sem…

Explicou-me enquanto eu despia os meus calções, ficando só de cuecas. Olhei para ele.

–É melhor hoje ficarmos por aqui. Já está tarde.

–Edward, eu…

Ouvimos o carro do meu pai.

–Já sei. Para debaixo da cama.

–Vou destrancar a porta.

Tirei uma camisa de dormir da gaveta, que até era sexy, vesti-a e abri a porta enquanto ele se vestia apressadamente e se metia debaixo da cama. O meu pai abriu a porta.

–Bella, estás já a dormir.

–hum… - espreguicei-me – Já chegas-te pai?

–Sim, dorme bem.

–Tu também. – bocejei

Esperei uns 10 minutos e mandei o Edward sair.

–És uma péssima actriz. Se o quiseres ser, é melhor desistires.

–Ah ah, engraçadinho. É melhor despachares-te.

–Claro. Amo-te princesa.

–E eu a ti. Dorme bem.

–Sem ti? Impossível.

E saiu. Fiquei um tempo a olhar a janela, fechei-a e deitei-me.

Sentia que o meu corpo precisava de algo, mas a adrenalina ia se dissipando e eu comecei a sentir-me mais leve. Ainda coloquei dois dedos na minha vagina, mas não eram os dele.

Ele ainda me matava de tanta tesão.

Notas finais do capítulo
3000 palavras e Domingo
Parabns a todos os brasileiros pelo campeonato, mas os portugueses jogaram bem. Foi um bom jogo.

No me queiram matar por ainda no ser desta at porque no falta muito. Para a semana: pov Edward e depois a segunda cena que eu imaginei quando comecei a escrever a fic. So cinco: a primeira foi a da noite da tempestade quando eles dormiram juntos e ele ficou a noite toda acordado
Obrigado a todos os comentrios, penso que ainda no respondi a todos, mas bom ve




(Cap. 24) Capítulo 24 - Edward

Capítulo 24 – Edward

–Não é melhor levarmos só um carro?

–Não. E se eu quiser estar com o Jasper a sós? – respondeu-me Alice.

–Têm o quarto cá. Não vais ter privacidade numa discoteca.

–Por isso mesmo é que quero levar o carro. E a cama já cansa. Maninho, tu sabes do que falo.

–Menos, Alice.

Fomos para a sala onde Jasper assistia televisão.

–Estou pronta. – disse Bella enquanto descia as escadas.

Ela estava deliciosa. Sim, a palavra é essa. Deliciosa.

–Tu vais com o Edward e eu com o Jasper.

–Ah ok.

Ela sorriu para mim.

Abri a porta do carro para ela e observei as suas pernas enquanto ela entrava. Dei a volta e entrei, arrancando de seguida. Ia à frente de Jasper e pensava que por um lado queria que elas entrassem na discoteca, mas por outro, a Bella estava bonita e sexy demais para estar num local com outros homens.

–Só espero que vocês consigam entrar.

–Também eu.

Ela estava receosa. Como se ela não parecesse mais velha do que realmente é. Principalmente vestida daquele modo. Já Alice, pequenina e com a perna naquele estado. Deveria ser posta a milhas. Eu bem lhe disse que achava que ela não iria entrar, mas ela não ligou. Assim, até acho que foi bom termos vindo em carros separados, até porque foi isso mesmo que aconteceu. Bella ainda pensou em não entrar mas eu empurrei-a a ela entrou mas fugiu logo para a casa de banho. Não percebo porque. As mulheres não vão juntas para lá? Ora, a Alice não estava.

–Tudo bem? – perguntou-me Rose, que entrou connosco.

–Mais ou menos. Acho que a Alice vai arranjar uma maneira de a Bella ir-se embora.

–Oh, achas?

–A Bella tem um óptimo coração. Neste momento deve se estar a sentir culpada.

–Nós damos-lhe a volta. – piscou para mim.

Bella saiu e avisei-a logo:

–Nem penses em ir-te embora.

–O Edward tem razão. Fica e aproveita.

–A Alice disse para eu ficar e vou.

–Assim é que se fala. Anda. – Rose levou-a.

Como assim, a Alice disse para ela ficar? Agora percebia a insistência em trazer os dois carros. Ainda melhor para mim. Mas tenho de ter cuidado com o Emmet e com a Rose, principalmente com o Emmet, pois ele fala de mais sem se aperceber.

–Então, mano? Á espera de alguém na casa de banho das raparigas? – Emmet colocou o seu braço pelos meus ombros.

–Ah não.

Ele puxou-me até ao bar onde pedimos sumo para os dois, pois ambos iriamos conduzir. E seguimos para uma sala que dá para descansar e que esta noite era dos convidados de Rose.

–E então? Já encontras-te alguém interessante? – perguntou-me.

–Não.

–Que se passa contigo? Bem que Alice me avisou e pediu-me para ver se te metias com alguém. Há quanto tempo não dás uma?

Que boa pergunta! E porque Alice tem de se meter e de me controlar?

–Há tanto que nem me lembro. Ando a pensar na faculdade. Sabes que quero seguir medicina e as médias são elevadas. Ando muito cansado para pensar em raparigas.

Um pouco de sinceridade.

–Mas não viras-te, pois não? Não que tenha algo de mal, mas prefiro saber por ti do que por outra pessoa. Não me dês esse desgosto!

–Não, não sou gay. Só tenho de pensar noutras coisas.

–Não sei como aguentas.

–Se eu estudar sempre um pouco, já não tenho que me…

–Não é isso. Não sei é como aguentas estar sem sexo.

Rimos mas paramos quando Bella entrou e sentou-se ao meu colo. Vinha acompanhada de Rose que puxou Emmet para fora.

–Quero dançar.

O cheiro a álcool era notório.

–O que é que estives-te a beber? – detestava pessoas bêbadas, e hoje teríamos um tempinho para nós e ela desperdiça bebendo.

–Tu também estás a beber. – apontou amuada.

–Sumo, Isabella. – ralhei.

–Olha, eu quero dançar! Se o meu namorado não quer dançar comigo, eu vou tentar descobrir quem queira.

O quê? Outro? É que nem pensar! Agarrei-a nas escadas e levei-a para a pista. Eu não a iria deixar sozinha, vestida como estava.

–Não sei quem és, nem o que fizeste com a minha namorada, mas eu vou aproveitar.

Bella dançava bem e vestida daquela forma eu não aguentei. Ela era minha e eu não iria deixar ninguém chegar perto. Agarrava-a, marcando-a como minha.

Aproveitei como prometi, até que puseram uma música bem lenta.

http://www.youtube.com/watch?v=LjhCEhWiKXk

Ela enlaçou os seus braços no meu pescoço e eu agarrei o seu rabo. Ela mexia-se num ritmo diferente do da música, mas eu não me importei. Era perfeita para nós.

Bruno Mars– Just The Way You Are (Do jeito que você é)

Oh, her eyes, her eyes

Make the stars look like they're not shining

Her hair, her hair,

Falls perfectly without her trying

She's so beautiful,

And I tell her everyday

Oh, seus olhos, seus olhos

Fazem as estrelas parecerem que não brilham

Seu cabelo, seu cabelo,

Caem perfeitamente sem que ela mexa

Ela é tão linda,

E eu digo a ela todo dia

Yea, I know, I know,

When I compliment her she won't believe me

And it's so, it's so

Sad to think that she don't see what I see

But every time she asks me, “do I look okay?”,

I say

Yea, eu sei, seu sei,

Quando eu a elogio ela não acredita

E isso é tão, é tão

Triste quando penso que ela não vê o que eu vejo

Mas toda vez que ela me pergunta, "Eu estou bonita?",

Eu digo

Cantei ao seu ouvido:

When I see your face,

There is not a thing that I would change

Cause you're amazing,

Just the way you are

And when you smile,

The whole world stops and stares for awhile

Cause girl you're amazing,

Just the way you are, hey

Quando eu vejo seu rosto

Não há nada que eu mudaria

Porque você é maravilhosa

Do jeito que você é

E quando você sorri,

O mundo inteiro para e olha por algum tempo

Porque você é maravilhosa

Do jeito que você é, hey

Olhei-a nos olhos e começamos a nos beijar.

Her lips, her lips

I could kiss them all day if she'd let me

Her laugh, her laugh

She hates but I think “it's so sexy”

She's so beautiful,

And I tell her everyday

Seus lábios, seus lábios

Eu poderia beija-los durante todo o dia, se ela deixasse

Seu riso, seu riso

Ela odeia, mais eu penso "é tão sexy"

Ela é tão linda,

E eu vou dizer lhe isso todos os dias

Oh, you know, you know,

You know I'd never ask you to change

If perfect's what you're searching for?

Then just stay the same

So don't even bother asking if you look okay,

You know I'll say

Oh, você sabe, você sabe

Você sabe eu nunca vou pedir-lhe para mudar

Se é perfeito porque procurar o que mudar?

Depois é só ficar na mesma

Portanto não me aborreça perguntando se olhei bem

Você sabe o que vou dizer

When I see your face,

There is not a thing that I would change

Cause you're amazing,

Just the way you are

And when you smile,

The whole world stops and stares for awhile

Cause girl you're amazing,

Just the way you are

Quando eu vejo seu rosto

Não há nada que eu mudaria

Porque você é maravilhosa

Do jeito que você é

E quando você sorri,

O mundo inteiro para e olha por algum tempo

Porque você é maravilhosa

Do jeito que você é

The way you are?

The way you are?

Girl you're amazing,

Just the way you are

When I see your face

There's not a thing I would change

Cause you're amazing

Just the way you are

And when you smile,

The whole world stops and stares for awhile

Cause girl you're amazing,

Just the way you are, yeah

De que jeito você é?

De que jeito você é?

Garota você é maravilhosa

Do jeito que você é

Quando eu vejo seu rosto

Não há nada que eu mudaria

Porque você é maravilhosa

Do jeito que você é

E quando você sorri,

O mundo inteiro para e olha por algum tempo

Porque você é maravilhosa

Do jeito que você é

A música acabou e levei-a para cima. Ele sentou-se e eu deitei-me por cima, beijando-a. O seu vestido subiu e eu não aguentei e agarrei o seu rabo, mas eu precisava de mais e penetrei-a com dois dedos na sua vagina melada. Ele pompeou nos meus dedos, levando-me à loucura.

Tive de me afastar e levei-a para um local mais reservado: um corredor que ia para as arrumações.

Agarrei-a logo e enfiei os meus dedos de novo dento dela. O quanto eu queria que fosse ao meu pau… Ela parecia gostar, pois contorcia-se toda nas minhas mãos e gemia.

–Isso princesa… Deixa-te levar… Tão linda…

Ela estava entregue. Era assim que eu queria a minha namorada: que confiasse em mim e me deixasse lhe dar prazer. Isso acabou por acontecer e foi a visão mais fantástica que eu já assisti. A sua cabeça levantou, os olhos fecharam-se, a sua boca ficou seca e as bochechas vermelhas. Tão entregue e tão minha.

Mimei-a no meu colo para ela recuperar. Parecia que ia adormecer. Era normal depois do êxtase.

Afastou-se de repente e pôs-se a vomitar ajoelhada no chão a agarrar a barriga. Agarrei-a e tentei acalmá-la. Ela lá acabou por deitar tudo para fora e levantou-se ainda agarrada à barriga.

–Rose também está assim. É melhor a levares lá para casa. – Emmet apareceu.

Levei-a para o WC e lavei-lhe o rosto.

–Estás bem? Doí-te algo?

Esperava que fosse só da bebida, mas eu não a vi a beber. Porque é que eu a deixei sozinha?

–Estou bem. – respondeu-me fraca e agarrou-se a mim.

O que eu tinha feito? Tinha-me aproveitado da minha namorada bêbada. Que fantástica noite!

Ajudei-a a entrar no carro e ela agarrou-me a mão.

–Desculpa. Deveria ter sido uma boa noite e eu estraguei tudo. Quero estar contigo. Não me deixes.

–Amanhã vais querer matar-me, por isso não peças desculpas.

Acabei de lhe apertar o cinto e conduzi para casa ainda com a vontade de me querer matar pelo que tinha feito.

–Porque achas que te quero matar? Eu quero é te amar e muito. – perguntou-me Bella depois de 15 minutos na estrada.

Colocou a mão no meio das minas pernas e fez força. Eu tinha estado duro quando a agarrei, não me tinha aliviado, e por isso não foi de estanhar que o meu pénis tenha logo ganhado vida com o seu toque.

O quanto eu queria ter relações com ela. Se ela me desse uma oportunidade para lhe mostrar que o sexo é bom…

Foda-se, ela já me deu e estava bêbada.

–Chega, Bella, não estás bem. – tirei-lhe a mão.

Olhei pouco depois para ela e vi-a com os braços cruzados e com lágrimas. Não disse nada. Ela não estava ciente do que fazia e eu é que devia ser responsável.

Quando olhei de novo ela já dormia. Ainda melhor. Não era o que eu pretendia nesta noite, mas foi melhor assim, pois ela não se meteria comigo e eu não fazia nada que não devesse com ela neste estado.

Levei-a ao colo para o meu quarto e deitei-a. Abri o vestido e o sutiã só para ela não se sentir apertada. Pensei em ir ter com Alice e avisar-lhe do estado de Bella. Mas Bella poderia-lhe contar mais do que devia. Era melhor estar caladinho. Era só uma bebedeira.

Deite-me ao lado de Bella e devo ter adormecido.

Acordei bem cedo no dia seguinte, a sentir que me tinha passado um camião por cima. Não dormi bem só a pensar no que eu tinha feito à Bella. Olhei para ela que dormia confortavelmente ao meu lado. Levantei-me, tomei banho e desci. Não a quis acordar, ainda sentia o bafo a álcool, o que significava que ela iria acordar com ressaca.

– Já acordada? – perguntei assim que vi Alice

–Sim, vou levar o pequeno-almoço ao Jasper.

–A mãe? – aqueci leite.

–Saiu. O pai acabou de chegar e pediu para não o acordarmos. Esteve a noite toda a trabalhar.

–Eu sei.

–Como foi ontem? Levas-te a Bella a casa?

–Não. Está a dormir na minha cama. Ela e Rose apanharam uma grande bebedeira. Hoje deve acordar com uma ressaca daquelas.

–Oh, e eu perdi isso? – ela riu – Fez algumas asneiras?

–Acho que sim.

–Achas?

–Vou para o ginásio. Ela não vai acordar tão cedo e não me deve de querer ver pela frente.

Sai mas ainda ouvi Alice perguntar o que eu queria dizer com “não me quer ver pela frente”. Eu sei que estava a ser cobarde, mas eu não conseguia ver a cara de magoada da minha irmãzinha de novo.

Vinguei-me no exercício, e suei bastante. Não queria pensar no que irá acontecer esta noite. Tomei um banho em outra casa de banho de casa e vesti a roupa que já tinha tirado do meu quarto. Tudo pensado para não ter de lidar com o assunto.

Eu amava a Bella e não a podia deixar sozinha. Não quando ela iria confrontar o furacão da Alice. Nós tínhamos de contar, antes da Alice saber pelo meu irmão. E se a Bella não se lembrasse?

“Não és um rato, és um homem, Edward” disse para mim mesmo e entrei na cozinha onde estava Jasper.

–A Alice? – perguntei.

–Está lá em cima. Vais contar-lhe? De ti e da Bella?

–Sim. Ontem eu e a Bella envolvemo-nos e tenho de contar à Alice.

–Não é disso que me estou a referir.

Sentei-me, colocando as mãos na cabeça.

–Eu estou a ir embora. E se magoei a Bella? Os meus pais vão ficar desiludidos comigo. Eu não sei se sei o que é estar sempre só com a namorada. Eu tenho medo.

–Estás a ser cobarde. É bom estar apaixonado. Vai te matar estares a esconder isso.

–Achas que a Alice vai aceitar?

–Não. Não vai aceitar, e provavelmente a Bella vai acabar tudo por causa dela. Eu só estou a dizer que isso vai-te fazer mal. Estares a esconder um namoro. Isso não é crime.

–O que não é crime, querido? - parou olhando para mim – EDWARD, tu “ficas-te” com a Bella? Como é que pudeste?

–Calma, Alice, e deixa-me explicar.

Ela respirou fundo, tentando não chorar. Eu sabia que Alice iria ficar assim. Nem queria acreditar que a estava a magoar outra vez.

–Vá explica. A Bella só me disse que tinham… tu sabes o quê!

–Espera. Nós só dançamos e beijámo-nos. Não fizemos sexo. – aprecei-me a dizer, pois não estava a mentir

–Só dançar e beijar?

–Sim, Alice. Desculpa, mas a discoteca estava a bombar e aconteceu. Eu sei que te prometi não o fazer, mas eu e ela somos próximos e…. Eu não a quero perder como amiga, Alice. Não foi intencional. Não foi o mesmo de com as outras.

–Não? Claro que foi. Foi só uns beijos e já passou, não é? JÁ PASSOU!

O olhar dela era de tristeza e eu não tive como fui capaz de lhe contar a verdade toda.

–Sim, Alice. Se a Bella não estiver zangada comigo…

–Não vai estar. Ela precisa é de um namorado. Que teimosa que ela é.

Ficámos calados até Bella chegar.

–Queres comer algo? – Alice perguntou-lhe.

–Sinto-me vazia, mas penso que não consigo comer.

Ela tinha que comer e que descansar, nem que para isso eu a obrigasse.

–Umas bolachas secas faram-te bem. – ofereceu Jasper.

Ela agarrou na bolacha e olhou para mim.

–Como estás? – não resisti a perguntar.

Será que ela se lembra de tudo? Será que ela se lembra de quando eu a empurrei contra a parede e investi os meus dedos dentro dela, só parando quando ela tomou o seu prazer? Será que ela se lembra de ter posto a mão no meu pénis no carro e de eu a ter impedido de continuar?

–Bem…

–Bella, vamos às compras?

Compras? A Alice estará louca? Como compras quando a Bella está de ressaca?

–Achas que ela está em condições de ir às compras? – perguntei-lhe.

–Eu vou contigo Alice. Aproveitamos e escolhes também a minha roupa. – interveio Jasper.

–E escolhe o meu também. Eu vou para casa. O que eu quero mesmo é descansar.

Claro que ela precisa de descanso e de miminhos. “Alice vai-te embora que eu cuido dela” apeteceu-me dizer.

–E o teu pai, Bella? Ele vai-se passar quando te vir nesse estado. O mais provável é ele colocar-te de castigo até aos 100 anos!

–Alice tem razão. Fica aqui e descansa. - “Comigo”.

–Então até logo. – Alice beijou-lhe o rosto, deixando-a comigo.

–Até logo. E não escolhas nada muito curto.

Sim, nada como a indecência de ontem que não deixou o meu pau descansar a noite toda. Ainda por cima, na festa de Alice eu não teria a Bella só para mim e outros poderiam olhar para o que é meu. Disso eu não gosto. Nada da típica conversa de: os outros olham, eu como. Ninguém olha para a minha menina.

Quando olhei, a Bella já tinha saído. Fui atrás dela. Tinha que saber se ela estava magoada ou desiludida comigo. Apanhei-a quando ela ia para o quarto de Alice. Mas que porra é esta? Ela é minha namorada, dorme na minha cama.

–Vem dormir na minha cama.

Ela aceitou e deitámo-nos os dois. Fiz-lhe caricias e pensei como havia de começar a conversa.

–Ontem portei-me muito mal? – perguntou-me.

Ela portar-se mal? Quem me dera que ela fosse sempre como o é quando bebe. Pelo menos a parte de se entregar sem receios.

–Não. Eu é que peço desculpa pelo meu comportamento. Eu estava sóbrio e deixei que nos envolvêssemos.

–Eu contei à Alice.

–E ela?

–Por enquanto não fez nada.

–Dorme e depois resolvemos isso.

Ela fechou os olhos e eu fiquei com ela. Não lhe contei que já sabia que ela tinha contado à Alice e também não tive coragem de lhe perguntar o que ela se lembrava de ontem.

Desde que Bella entrara na minha vida que ela se tinha tornado mais rica, mas o facto de Alice não ter feito nada, não saia da minha mente. Não iria dizer nada à Bella sobre estas minhas desconfianças. Melhor não a deixar nervosa. Só quero que ela pense em mim.

Devo ter adormecido pois senti a mão da Bella no meu cabelo. Como eu sei que era a mão dela? Porque o seu toque é inconfundível. É quente, generoso e suave.

–Olá princesa. Estás melhor?

Eu já tinha tido várias ressacas e sabia que ia lhe passar, mas ao olhar para a sua cara de mal disposta, eu não conseguia não me preocupar.

Olhei para os seus lábios e eles desenharam um “desculpa”.

Sentei-me logo. Porque é que ela estava a pedir-me desculpa? Eu é que tinha quase a violado.

–Por causa da Alice?

Ela acenou positivamente e ainda perguntou se nós só tínhamos curtido. E agora? A verdade é que não houve penetração com o meu pau, por isso o sexo que fizemos é só curtir, certo?

Melhor não arriscar.

–Sim. Eu trouxe-te para casa já estavas a dormir.

–A Alice já veio? Tenho fome.

Ela parecia não se importar muito e ela deve se lembrar mais ou menos do que fizemos. Mais ou menos a mim não me chegava. Eu estaria de novo com ela e desta vez ela iria estar sóbria. A festa de Alice seria uma boa ocasião.

Descemos e comemos. Às sete horas, Alice chegou e levou-a para o quarto.

–Então? Que tal o dia de comprinhas? – gozei.

Se o olhar matasse, eu já estaria morto.

–Que engraçadinho. Ficas a dever-me uma.

–Eu não te pedi nada, Jasper. Por enquanto. - Jasper levantou-me uma sobrancelha. – Tu podias, sabes, entretê-la durante a festa dela.

Ele pensou um bocado antes de me responder.

–Se a Bella desaparecer ela vai dar conta.

–Só quero que faças isso. Se ela perguntar por mim ou por Bella tu avisas-me. Por favor.

Ele suspirou.

–Quando lhe vais contar? Ela falou de vocês no carro. Está desconfiada. – fez uma pausa. – O curioso é que ela parece ter a certeza que não há nada entre vocês os dois. Bem, deve acreditar mesmo que vocês não lhe fariam isso.

–Eu quero, mas acho que ainda não chegou o momento certo.

–Não vai haver momento certo.

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Nessa noite fiquei á borda da piscina a olhar as estrelas. O bom de não morar numa zona muito povoada é que se vê melhor as estrelas.

–Posso?

–Claro. – respondi ao meu pai que se sentou ao meu lado.

–O que se passa?

–Coisas da idade.

–Coisas? Coisas ou miúdas?

Sorri.

–Vou ter saudades quando for para a faculdade. Isso se conseguir.

–É claro que vais conseguir. Mas tem calma contigo. Tu és exigente demais contigo mesmo. Estás com uma boa média. Vais entrar. Tens de acreditar.

–Vou ter saudades.

–O que é teu, é teu.

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–Hoje vou com a Bella comprar as coisas para a festa. – informou Alice durante o pequeno-almoço.

Sim, informou, porque o seu tom de voz demonstrava que não queria saber do que as pessoas outras pessoas pensavam.

–Vais com o Jasper? – perguntei.

–Sim, e vou com a Bella. Na verdade ele só me vai levar.

Tocaram á campainha e era Jasper. Ela saiu e pouco depois, despedi-me dos meus pais. Saí no meu carro. Iria buscar a Bella e depois íamos para a escola, como de costume.

Tinha passado duas semanas desde a noite da discoteca. Não tínhamos falado mais do sucedido, mas também não tínhamos estado juntos como namorados. Eram só uns beijinhos e quando eram.

Eu andava mal disposto. Era muito tempo sem sexo.

Bella entrou sorridente no carro, como de costume. Como é que ela conseguia estar sempre tão sorridente?

Eu pensava seriamente em contar à Alice. Assim já podia agarrar a Bella sem ela se sentir culpada. Eu precisava tanto de um contacto. Já me doía a mão.

Mas já que não podia fazer sexo, ou pelo menos namorar, então estudava, e isso estava-se a reflectir nas minhas notas elevadas. Havia um lado bom.

–Já sei que vais com a Alice, ver não sei o quê da festa.

–Sim, vamos ver a comida e as bebidas. Sabes como ela é perfeccionista.

–Descombina.

–O quê?

–Descombina, ela vai com o Jasper e nós podemos estar juntos hoje.

Plano ideal.

–Não posso fazer isso. Edward, eu já me comprometi com ela. E ela precisa de ajuda.

–Pode escolher as merdas sem precisar da tua ajuda.

–Não. Eu vou com ela.

Será que ela tem medo de estar comigo?

–Mas porquê? – insisti.

–Edward, pareces a tua irmã. Eu já te expliquei. Tenho de ir. Eu já tinha combinado.

–O Jasper que vá com ela.

Nem acredito que ela estava a desperdiçar uma tarde.

–Ficas comigo?

–Já te disse que não posso.

Não podia ou não queria? Suspirei e percebi que estava a ser controlador. A Bella é simples, não é como muitas vadias que passam por cima das amigas, para tomarem pau.

Eu já tinha a prova que ela era quente. Só tinha de ser paciente. Se ela descombinasse iria dar nas vistas. Talvez fosse melhor assim.

–Eu sei que era bom para nós, mas eu já tinha prometido. Além disso ela é minha amiga. Eu não me ia sentir bem. Já me basta andar-lhe a mentir. – explicou-me.

Sempre calma.

–Ok, princesa. Mas ficas-me a dever uma.

Sorri para ela e saímos do carro, sem darmos um beijo. Que falta que eu sentia dos beijos dela.

Passei o resto do dia a pensar nela.

–Edward, acorda.

Tanya estalou os dedos à minha frente.

–O que foi, Tanya?

–Ui que sensível. Não te esqueces-te do trabalho de Biologia para a semana, pois não?

–Não. Ah… podemos faze-lo hoje?

Sim, eu tinha-me esquecido.

–Na tua ou na minha? – passou o dedo pelo meu braço.

Ah que nojo!

–Na minha. Aparece lá à tarde. Fui.

Sei lá o que aquela maluca pode aprontar. Na minha casa eu estou seguro.

Saí da sala e vi Bella a falar ao telemóvel com uma carinha triste. Esperei ela desligar para me aproximar.

–Está tudo bem? – perguntei.

–Sim, estive só a falar com a minha mãe.

–E então? – eu sabia que a relação dela com a mãe não era das melhores.

–O casamento vai ocorrer uma semana antes da escola a acabar, mas eu volto. Posso ver a tua formatura. – sorrimos.

–Espero bem que consigas. Estamos quase no fim, não é?

–Sim. Mas ainda temos muito que aproveitar.

Ela sorriu. Sim, eu iria aproveitar o momento.

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–Acho que acabámos. – disse aliviado

–O trabalho sim, mas a tarde ainda não. – disse Tanya, fazendo subir, ainda mais, o seu vestido minúsculo ( http://2.bp.blogspot.com/_D7fOOr7y0Ss/TULJHCekvRI/AAAAAAAAAec/S0CCtxDKxFc/s1600/curto.jpg )

–A tarde também acabou Tanya. Temos teste amanhã de física.

–Tu tens boas notas. Não precisas de estudar agora…

Tanya tentou me agarrar com os braços e eu levantei-me.

–EU TENHO QUE ESTUDAR SE NÃO ENTRO EM MEDECINA. PERCEBES? – gritei.

Respirei fundo e voltei-me a sentar. Tanya não se mexera e ainda estava com os braços levantados. De certo estava chocada com o meu comportamento.

–Desculpa, mas tenho estado preocupado com as candidaturas à faculdade. Lamento muito se fui indelicado. – desculpei-me.

–Tudo bem, é melhor eu ir.

Levei-a à porta quando Alice estava a chegar. Olhei para as horas e eram já horas de jantar.

–Queres ir ao cinema? – perguntou-me Alice.

–Hoje? Não, tenho de estudar física.

–És uma seca. O Jasper vai.

–O teu irmão tem de estudar Alice. Espero bem que tenhas boas notas este período. – avisou-lhe o meu pai.

–É claro.

Sim, sim…

Depois de jantar avisei que ia estudar para o meu quarto.

Era tarde quando o meu telemóvel tocou. Era a Bella. Decerto a dizer que tinha sentido a minha falta no cinema e a desejar-me uma boa noite.

De Bella

Estás acordado?

Será que tinha acontecido alguma coisa. Perguntei-lhe.

De Bella

O meu pai não está. Não queres fazer como da outra vez, mas entras pela porta?

Sentei-me e reli. Ela queria que eu fosse ao quarto dela? Isso pergunta-se?

Para Bella

E saiu pela janela?

Comecei a vestir-me. Tinha de estar impecável para ela. O meu pau animou-se logo. Mesmo que não chagássemos a vias de facto, só de estar com ela, era já bom.

De Bella

Esquece. Desculpa.

Como esquece? Lá estava a Bella tímida. Mas eu não iria deixar e liguei-lhe. Ela não demorou muito a atender.

–Estou. – disse ela baixinho, a timidez e a vergonha a ganharem terreno.

–És tão parva! Eu só queria saber se é para esconder o carro ou não.

Não quero ser preso e depois morto pela minha irmã.

–Ah… Não te importas?

–Claro que não. Vou já para aí. Mando-te toque. Liga-me se o teu pai aparecer e quiseres que eu entro pela janela ou que não entre. Até já, princesa.

–Ate já.

Não demorei muito para ela não mudar de ideias. Mandei-lhe o toque como combinado e entrei.

Beijei-lhe a testa pois vi que ela estava ainda envergonhada e por isso a paciência seria a minha melhor amiga.

–Vamos para cima. – disse-me.

Agarrei-lhe ao colo e levei-a para cima, como tinha visto em filmes românticos. Acho que resultou pois ela sorriu bobamente, assim como eu só por a ver sorrir.

Coloquei-a na cama e olhei para ela. Era linda sem se esforçar. (n\a os homens são ridículos)

–Estás tão bonita.

–Oh obrigada. – agradeceu vermelhinha.

Levantei-me e fechei a porta á chave.

–Apaga a luz, está lua cheia. – pediu-me.

Parei. Será que ela tinha vergonha de mim? Ela tinha de saber o quanto era bonita. Porém a lua era romântica. Avaliei a intensidade da luz e conclui que mesmo com a luz apagada eu poderia a ver. Foi por isso que consenti e apaguei a luz.

–Hum, acho bem que não é por estares com vergonha.

Deitei-me ao seu lado apreciando as suas curvas.

–Estás a ver, tu consegues me ver. Também não sei qual era o problema de brincarmos ao quarto escuro.

O meu pénis deu um salto com isso. Essa sim era a Bella que eu queria na cama, mas na primeira vez eu queria a ver bem. Descobrir todos os seus cantinhos e faze-la sentir o meu amor.

–Eu quero ver-te e quero que me vejas. Que saibas que sou eu que te estou a tocar. Que vejas pelos meus olhos o quento eu te quero. O quanto eu te amo.

Beijei-a.

–Não é o mesmo. Querer e amar.

Afastei o meu rosto e olhei-a bem nos olhos.

–Quem ama quer, e eu quero-te, porque te amo. Eu sei que posso te querer sem amar, mas eu percebi que te amo. Não te dizia isto sem saber que te amo mesmo.

–Oh, eu também te amo.

Voltei a beijá-la e, para minha supressa ela começou a abrir-me a camisa. Tirei-lhe também a camisola e olhei para o seu peito.

–És tão bonita.- Elogiei e abocanhei o seu seio, ouvindo gemidos de prazer.

–Edward… ah…

Eu queria ela assim, entregue e preparada para mim.

Ela roçava-se a mim, implorando libertação, e fazendo-me gemer.

–É melhor pararmos.

Conclui que estava muito duro e que poderia me vir a qualquer momento. A minha vontade era rasgar a restante roupa que ela ainda tinha e penetrá-la sem dó nem piedade. Infelizmente esperar não estava a fazer com que eu tivesse calma, muito pelo contrário. Na hora que eu entrasse nela…

Eu tinha medo. Medo de a magoar quando entrasse nela. Ela é tão frágil e apertada.

–Eu não quero parar, Edward!

–Tens a certeza?

Bem, algum dia ela se entregaria.

–Sim. É contigo que eu quero estar. É a ti que eu amo. – disse a última parte quase inaudível - Eu sei que vais ser querido.

–Eu vou, sabes que sim.

Foi mais para mim do que para ela. Ao olhar nos seus olhos eu via que eu conseguiria. Conseguiria ter calma e dar-lhe prazer. Isso é que importava agora. Dar-lhe prazer e faze-la ver que o sexo é bom.

Ficamos de lado e eu passei a mão pelo seu corpo, entrando depois nos seus calções. Sai e ela reclamou.

–Vira-te. Confia em mim, princesa.

Ela fez o que eu lhe mandei e posicionei-me atrás dela. A minha erecção no meio da sua bunda dura. Coloquei a minha mão de novo dentro dos calções, enquanto a outra ia para o seu seio, puxando-a para mim, obrigando-a a roçar-se no meu pénis. Ela gemia enquanto eu sentia o seu cheiro. Ela virou a cabeça, gemendo na minha boca, fazendo com que saísse esperma do meu pau. Bella iria acabar me matando.

Para piorar ela tentou agarrar o meu pénis. Ela queria me levar à loucura. Tirei-lhe a mão e ela gemeu em protesto, mas eu queria faze-la ver que era desejada.

Virei-a de novo e tentei abrir as minhas calças, eu tremia. Queria libertação.

–Deixa-me fazer. – Bella pediu-me.

O meu pénis saltou logo para fora e ela ofegou. Levantei-me rapidamente e despi-me todo, limpando-me aos meus boxer´s.

–Longe de mais? – perguntei, ainda em pé, quando a vi estática.

Eu sabia que não devíamos ter continuado. Agora iria ficar duro e teria que conduzir e ir pra a água fria.

Ela assustou-se quando falei, tão entretida que estava a olhar para o meu pau. Gostei disso. Eu era potente e avantajado.

–Sim, estás longe de mais. Anda para perto de mim.

Isso, Bella marota ainda é viva.

Voltei a deitar-me e perguntei-lhe o que ela tinha feito à Bella tímida.

Ela sentou-se e perguntou-me se fazia mal o que estávamos a fazer. Bem eu pretendia ir mais longe. Puxei-a para os meus braços, obrigando-a a deitar-se.

–Não. Só não quero que te arrependas.

Pior do que tomar banho de água fria era ela se arrepender.

–Eu pensei bastante. Não preciso de mais tempo.

Céus. Isto era uma alucinação? Acho que não pois eu senti bem quando ela agarrou o meu pau, sentando-se. Olhou para mim e eu fiz que sim com a cabeça, rezando para que ela não parasse. Ela começou a me masturbar e era uma delícia. Ficou ainda melhor quando brincou com os meus testículos. Eu pertencia a ela. Nunca sentira mais prazer do que nas suas mãos.

Sentei-me, ainda com ela em cima de mim e agarrei-a no rabo fazendo-a roçar-se a mim. Precisava de senti-la.

–Bella… ah…

Abocanhei o seu seio sem gentileza. Eu precisava de me libertar. Imaginei aquela posição, mas com o meu pau na sua boceta. Ela devia ser tão apertada e eu iria esfola-la toda.

Agarrei-a com força e vim-me. Deixe-me estar quieto deixando a minha respiração acalmar.

–Desculpa.

–Porque?

Oh, ela tão tinha reparado. Que ingénua.

–Levanta-te.

Ela obedeceu e olhou para baixo ficando corada.

–Ah. Não faz mal.

Disse simplesmente, e ainda sorriu. Ela era um amor.

–Estou há muito tempo sem…

Tentei explicar mas ela despiu os calções ficando só com uma minúscula calcinha, tirando o meu raciocínio. Eu não iria aguentar mais brincadeiras. Precisava de a foder com força.

–É melhor hoje ficarmos por aqui. Já está tarde.

–Edward, eu…

Ouvimos o carro do seu pai.

–Já sei. Para debaixo da cama. – Brinquei.

–Vou destrancar a porta.

Ouvi o pai dela subir e abrir a porta.

–Bella, estás já a dormir.

–Hum… Já chegas-te pai? – que falsa, ela ainda tinha a respiração irregular.

–Sim, dorme bem.

–Tu também.

A porta foi fechada e eu esperei quieto. Felizmente ela é arrumada e não há pó debaixo da cama, por que se houvesse possivelmente iriamos ser descobertos.

–Edward, acho que já podes sair.

–És uma péssima actriz. Se o quiseres ser, é melhor desistires. – piquei-a.

–Ah ah, engraçadinho. É melhor despachares-te.

–Claro. Amo-te princesa.

–E eu a ti. Dorme bem.

–Sem ti? Impossível.

Sai a sorrir e leve. Sim, leve. Ela é linda e minha. Ela sabia se entregar. Nunca mais chegava a hora de a ter em pleno.

Notas finais do capítulo
ClaudiaSilva A autora

Olá
Estou tão feliz com tantos comentários

Em primeiro, aqui estão mais de 6000 palavras, sim 6000! Em uma semana! Era só para equilibrar os pov´s do Edward e da Bella.

Em segundo, eu coloco vestidos e musicas estão gostando? Alguém vê?

Em terceiro, eu vou mudar os post´s para as segundas, vão ser à mesma semanais, mas há segunda, isto porque (continuar a ler)

Em quarto, temos uma Beta, quero muitos comment´s a dizer o que acharam deste capitulo betado e a dar as boas vindas à MiSwan

Em quinto, acham que a Bella está pronta para perder a virgindade? Quero ver os votos! Ah ah

Beijos e até para a semana




MiSwan A Beta

Olá, gente!

Bem, se também tenho direito a falar, primeiro quero agradecer à Cláudia por me dar emprego! Eu gostei do capítulo mas essa Tânia, não sei não, mas ela não se deve deixar ficar assim Nenhuma gosta de levar com um grito, ainda mais ser trocada pelos estudos Vá lá gente, acham que chegou a hora do Ed e da Bella? Eles já chegaram longe, mas acham que está na hora de andar mais um bocadinho em frente na relação?

Comentem muito, e até ao próximo capítulo!
Beijinhos




(Cap. 25) Capítulo 25 - Bella

Notas do capítulo
3000 palavrinhas como sempre

Capitulo 25 – Bella

Desci calmamente e fui ter com o meu pai que estava na sala a ver televisão.

–Estou pronta. Por mim podemos ir.

O meu pai olhou-me boquiaberto.

–Vais assim vestida?

Olhei para o meu vestido escolhido pela Alice (ver de novo --» http://pequenosfrascos.blogspot.com/2009/08/dress-code-balada.html–-> primeiro vestido, o que tem o fecho)

–Estou mal?

–Bem… presumo que para a tua idade… sim. Estás linda. Talvez de mais. Talvez não. – levantou as mãos ao alto – Rendo-me. Podes ir assim.

Ri-me, apesar de estar um pouco farta dos trocadilhos dele relacionados com a polícia.

–Não te preocupes. Eu sou tua filha. Nenhum rapaz se atira a mim.

–Serio? Oh lamento por isso. – ele parecia se culpar por isso.

Entramos no carro dele e seguimos para a casa dos Cullen.

–Eu também não quero pensar em rapazes. Para o próximo ano já não estrei cá. – sussurrei a última parte.

–Isso poderia não acontecer. Primeiro a tua mãe está sempre a mudar a data do casamento e depois, bem, podias ficar cá porque queres. Ficas-te tanto tempo com ela. Porque não ficares cá até à faculdade?

Se o Edward fosse para longe da casa da minha mãe, então eu preferia ficar em Forks. Aliás, eu tenho tudo aqui. Não sei como criei laços tão fortes nesta pequena cidade.

–Eu…

–Não respondas agora. Eu só queria que soubesses que gosto muito de ti e que gostava que ficasses cá. Mas se decidires ir embora, eu percebo. Tens a tua vida organizada, lá. Só gostava que não rompesses com o que nós os dois criamos.

–Isso não irá acontecer.

–Bem, os Cullen sabem dar uma festa.

Ele desviou o assunto. Olhei em frente e vi a casa dos Cullen toda iluminada. Eu tinha acompanhado os preparativos, mas sem dúvida fiquei espantada.

–Ficas bem? Qualquer coisa liga-me.

–Ok pai.

–Diverte-te.

Disse-lhe adeus e entrei. Já estava toda a gente da escola.

Cumprimentei algumas pessoas e segui para o jardim. Só o andar de cima é que estava interdito, por ter os quartos. Tudo o resto estava a disposição dos convidados.

O jardim estava iluminado, passei pelas bebidas e controlei-me. Esta noite não seria como a noite da discoteca.

Finalmente encontrei Alice.

–Parabéns. – abracei-a.

–De novo, obrigado!

Eu tinha almoçado com ela e com a sua família. Felizmente tinha-me safado da parte da tarde, de ajudá-la a acabar de preparar a festa. Nem sabia como ela ainda tinha folgo. Eu aproveitei e dormi, para poder aguentar a noite toda. Reparei que ela tinha posto a pulseira que eu e os seus irmãos lhe tínhamos oferecido.

( http://1.bp.blogspot.com/_URNmzbvKhhA/TSMTsrDXCpI/AAAAAAAAALc/4LV7kDvZ_bo/s1600/pulseira20prata20camila20klein.jp )

Não tive como dizer não ao pedido do Edward. Estávamos na minha cama, noutra noite em que ele me foi visitar clandestinamente. Infelizmente não podemos estar juntos como da vez em que eu quis ir mais além, pois o meu pai dormia no quarto ao lado e eu tinha medo de não conseguir controlar os meus gemidos. Assim sendo, ficámos deitados na minha cama a conversar e a dar beijinhos. Enquanto ele me dava beijinhos pelo pescoço, implorou-me para escolher um presente para Alice em nome dos dois. Perguntei-lhe se não era estar a arriscar, mas ele respondeu-me que a ideia tinha sido de Emmet, porque todos os anos eles se juntam e nunca acertam. Como não aceder com aquela pressão sexual?

–Bella! Estás bem?

Pulei com o susto. Edward estava ao meu lado e a olhar-me preocupado.

–Olá. A Alice?

–Não sei. Deve estar no meio desta multidão.

–Vou procurá-la.

–Espera Bella. – agarrou-me no braço – Eu estive a pensar e podemos aproveitar esta noite.

–Larga-me. – pedi-lhe e olhei em volta, parecia que ninguém tinha reparado no seu gesto – Não podemos dar nas vistas. Tens o teu telemóvel contigo?

–Tenho.

–Então quando a festa tiver mais animada, eu subo pela parte da cozinha sem ninguém reparar, e tu pela escadaria principal. O primeiro a chegar tranca-se na tua casa de banho e depois o outro bate cinco vezes e fecha o quarto à chave.

–Bom plano. Porque é que tu vais pelas escadas de serviço.

–Ora, porque és sempre tu que sobes na minha janela às escondidas.

–Parece-me justo.

Sorrimos e afastámo-nos. Circulei até encontrar Alice.

–Bella já conheces o Riley Biers?

–Sim, é da nossa turma.

–Oh, pois é. Bem, diverte-te com ele.

–Ela já está animada. – cumprimentei-o com dois beijos no rosto.

–Sim, e ela disse-me que tu estavas linda, e realmente, Bella, estás deslumbrante. – olhou o meu corpo todo e permaneceu um pouco no meu decote generoso, antes de olhar para os meus olhos e dar-me um sorriso traquinas.

–Oh, obrigada. Tu também estás muito bonito.

( http://twilightscoop.com/wp-content/uploads/2010/05/Xavier-Samuel-4.jpg)

–Queres dançar?

–Não sou muito boa dançarina. Já me viste em educação física. Eu sou péssima.

–Então vamos sentar.

Sentamo-nos nuns sofás longe da piscina, onde estavam dois casalinhos a namorarem. Onde é que eu me tinha metido? Tinha que rapidamente tirar a ilusão ao Riley de que pudéssemos ter algo, ou ele não me deixaria em paz. Não é que ele não fosse bonito, mas eu nunca deixaria o Edward por ele.

As minhas pernas ficavam todas à mostra, estando sentada, e os meus peitos deviam-se dar a ver com ele ao meu lado.

–Então Bella? Tens alguém de que gostes?

–Não. Eu devo-me ir embora no inicio do verão, por isso…

–Que bom… - colocou a mão na minha perna que tirei bruscamente.

–Que bom que me vou embora? – levantei-me e fui me embora mas ainda o ouvi a dizer:

–Se mudares de ideias eu estarei rondando por ai.

“Que atrevimento” pensei. Quem me manda me vestir assim.

Entrei e sentei-me num dos sofás da sala, pensando que eu é que deveria ter escolhido a roupa. Eu achei o vestido bonito para um encontro com o Edward, mas não para ser vestido por outros rapazes, e muito menos que eles achassem que eu sou uma vadia.

–O que se passa? – Edward surgiu por detrás de mim, entregando-me um copo, que rejeitei com a cabeça – É sumo.

–Não é nada, só a pensar… - aceitei o sumo e ele sentou-se na parte superior do sofá.

–Em…? Estás arrependida? Podemos descombinar e…

–Não é nada disso! – mexi nas minhas pernas, e perguntei sem olhar para ele se ele achava que eu estava vestida com uma puta.

–Claro que não. Porque a pergunta?

–A Alice tentou-me fazer casalinho com um da minha turma e eu não me senti bem com ele.

–Eu vi. E achas-te que a culpa era do vestido?

–Viste? – olhei para ele – Obrigado por me teres salvo.

–Sabes porque não o fiz. Não me viste? Pensei que me tivesses visto. Eu não tirei os olhos de ti a noite inteira. Como podia?

–Pois. Este vestido é muito revelador.

–Em relação aos outros, concordo. Para mim, eu acho que esconde muito. Se não te sentias bem com ele porque o vestiste?

Não respondi. Tinha sido por ele. Porque me sentia bonita e sensual. Obviamente que os outros olhariam, mas eu continuava a sentir-me bonita e confiante, principalmente ao lado de Edward. Era essa a resposta.

–Vou à procura de Alice. Não te esqueças do combinado.

Não iria a ficar a falar do meu vestido com o meu namorado e por isso sai.

Encontrei Alice que estava alegre e puxou-me para dançar. Passada uma hora mandei um toque ao Edward. Ele já estava a demorar muito e a Tanya só o rondava, assim como uma ruiva.

Só tinha bebido uma tequila e por isso estava sóbria. Felizmente não estava ninguém na cozinha e subi facilmente, esgueirando-me para o seu quarto e esperando na casa de banho. Ouvi um assobiar e as batidas na porta. Abri e viu com uma linda tulipa vermelha ( http://flores.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/tulipa-vermelha/foto-tulipa-vermelha-01.jpg ). Entregou-ma e eu cheirei-a.

–Oh, que linda. Obrigada.

–Sabes qual é o significado de tulipas vermelhas?

–Não. – sussurrei.

–Amor eterno.

–Oh.

Beijamo-nos e eu empurrei-o até ele se deitar na cama, comigo por cima.

( http://www.youtube.com/watch?v=77UVedah3gI&feature=related–-» ouvir )

Coloquei a flor na mesa e ele obrigou-me a levantar. Abriu os lençóis e sentou-se na cama. Puxou-me pela cintura e abriu o fecho beijando e lambendo por onde ele passava. Quando chegou ao fim, passou a mão pelos meus ombros, fazendo com que o vestido descesse. Ajoelhou-se aos meus pés e ajudou-me a tirá-lo. Beijou-me a perna, principalmente atrás do joelho, fazendo-me cócegas e, ao mesmo tempo, anuviando o ambiente, pois assim não me sentia envergonhada só por ter os seios à mostra.

Ele foi subindo com os beijos passando pela minha vagina escondida pela minha minúscula cuequinha e mordeu-a levemente, fazendo-me gemer de felicidade. Colocou um pé no chão e foi subindo, passando pelos meus seios, onde dedicou tempo a cada um e empurrou-me para cima da cama.

Sorriu e começou a tirar a sua camisa. Passei as minhas pernas pela sua cintura e puxei-o. Ele sorriu e mandou a camisa para o chão, deitando-se em cima de mim, ainda com as minhas pernas na sua cintura.

Beijou-me loucamente e eu comecei a rebolar nele. Ele abriu o cinto e tirou as calças. Respirei fundo. Eu estava preparada.

Ele ainda tinha os bóxeres quando se deitou ao meu lado, tocando-me só com uma mão.

–És tão linda! Tens a certeza que queres…?

–Sim. Eu te amo e é contigo que quero estar e partilhar este momento.

–Oh. Obrigado. Eu vou ser querido. Se quiseres que pare…

–… é só dizer! Eu sei. – completei.

Eu queria é que ele passasse logo à acção, e ele atendeu o meu pedido.

Sentou-se e beijou o meu corpo de cima a baixo, contornando as partes que mais queriam ser beijadas : beijou o pescoço, e deixou a parte detrás das orelhas; desceu para os meus seios e beijou o vale e contornou cada seio, não chupando os meus bicos; contornou o umbigo e beijou os contornos da minha barriga; passou pela minha vagina e puxou com os dentes a minha cuequinha.

–Edward. – gemi frustrada – Anda logo.

–Exigente! – riu .

–GRRRRRRR

–Pronto.

Sorri a pensar que iria ter a minha libertação, mas enganei-me. Ele tirou as cuecas muito devagar.

–Edward!

Beijou a planta do meu pé e subiu pelas minhas pernas. Eu balancei o meu corpo para chegar mais para baixo, fazendo-o chegar mais perto do meu centro.

Ele olhou para mim e levantou uma sobrancelha. Suspirei frustrada e voltei a subir, ficando na posição inicial. Edward voltou também a sua tarefa de me torturar. Mal sabia eu o que ele iria fazer.

Mandou-me colocar os pés no colchão e abrir bem as pernas e quando eu o fiz ele começou logo a me abocanhar. Agarrou no meu rabo e puxou-me para ele. Eu sentia-me a arder e gemi descontroladamente. Ele colocou dois dedos em mim enquanto chupava o meu clitóris.

Quando estava pertinho… pertinho… ele parrou.

–EDWARD! Só mais um bocadinho. – implorei.

–Espera.

Ele tirou a sua última peça de roupa, foi a uma gaveta e tirou de lá um preservativo. “Está na hora” pensei.

Eu precisava de me acalmar. Ele tinha me deixado pronta para a penetração.

Deitou-se em cima de mim e beijou-me a testa, já com o preservativo colocado.

–Calma princesa. Queres desistir? Não faz mal.

–Não. Continua.

Eu confiava nele.

–Abre bem as pernas.

Deixei estar os meus pés no colchão, tentei descontrair e contei até dez. Precisava me acalmar.

Ele beijou o meu pescoço enquanto entrava e rebolou calmamente. Era um pouco incómodo e eu agarrei-me no seu ombro e costela.

–Descontrai, princesa. Assim vai doer.

Eu tentei, mas tornou-se mais incómodo. Ele beijou-me por detrás das orelhas e aprofundou o seu corpo no meu. Eu sentia a apertá-lo e perguntei-me se faltava muito para ele entrar todo em mim. Eu tinha lido que o tamanho não interessava, mas pelos vistos eu iria demorar a me habituar a ele.

Edward começou a retirar o seu pénis de dentro de mim e eu suspirei de alívio, a pensar que ele já tinha entrado todo, e por isso me assustei quando ele deu uma estocada e eu gritei muito por dor, e eu pouco por prazer, cravando as minhas unhas na pele dele.

–AH!!

–Calma, princesa. O pior já passou.

Tentei empurrá-lo, mas ele era forte e não se moveu. Beijou-me a face e continuava a pedir-me para me acalmar.

–Podes continuar.

Ele rebolou ainda sem sair de dentro de mim e esperou até eu o olhar nos seus olhos para continuar. Saiu lentamente e deu outra estocada. Repetiu mais vezes e em todas elas, quando ele me batia no fundo, eu gritava e arranhava-o.

Comecei então a sentir-me quente e prazer em cada estocada. Passei as minhas mãos pelas suas costas e puxei-o para mim. Ele deve ter reparado na minha mudança pois sorriu.

–Amo-te. – disse-me.

Aumentou o ritmo das estocadas e eu voltei a sentir o incómodo e a sua força a romper-me. Pensei em pedir-lhe para parar mas não queria estragar o momento e tentei voltar a ficar excitada, mas quanto mais pensava mais dor sentia.

Ele colocou a sua cabeça no meu pescoço e eu ouvi a sua respiração acelerada e os seus gemidos baixos e isso me fez aguentar a dor. De repente ele deu duas estocadas mais fortes que fizeram duas lágrimas minhas rolarem, e parou. Ele saiu dentro de mim e rolou para o lado completamente suado, colocando uma mão no rosto.

Eu fiquei paradinha, tentando perceber se estava inteira, e curiosamente senti falta dele na minha vagina. Com a mão direita enfiei um dedo em mim e sento que estava quente. Então era isto o sexo?

Virei a cara para o lado de Edward que também me olhava. Ele tocou o meu rosto e beijou os meus lábios.

–Para a próxima corre melhor. Sentiste muita dor? Eu percebi pela tua expressão. Eu tentei me controlar ao máximo, mas tu és muito apertada e… ah… não deu para aguentar… desculpa se…

Coloquei um dedo nos seus lábios.

–Doeu um pouco, mas dizem que é assim. A segunda vai correr melhor.

Sorri e ele aninhou-me nos seus braços. Ficamos em silêncio o que foi um pouco constrangedor. Um pouco, não.

Eu queria-lhe dizer que foi bom, mas eu nem sabia se tinha sido. No momento só queria que ele saísse e agora só queria que ele metesse.

Olhei para ele e acho que ele já estava a dormir. Agora era a parte em que eu me ia embora? Ora. Eu não vim só para isto.

Beijei-lhe o peito e rocei-me a ele. Ele abriu os olhos, sonolento e sorriu. Beijou-me a testa e depois a boca e eu deite-me em cima dele, roçando o meu sexo no dele, querendo uma libertação como das outras vezes.

–Queres? – perguntou-me.

–Sim.

–Ainda deve doer, princesa.

–Não queres?

Sai de cima dele e olhei-o. Eu deveria ter me mexido mais e gemido, mas em vez disso fiquei estática. Ando a ler muito os livros de Phillippa Gregory (n\a: livros sobre o rei de Inglaterra, em que as rainhas tinham de estar paradas à espera do acto), por isso é que ele me chama por princesa.

–Claro que quero, princesa, só que não quero que fiques desconfortável.

Obvio que não lhe iria responder que isso era impossível.

–Anda, já tenho saudades tuas.

Ele saltou logo para cima de mim e beijou-me. Enlacei as minhas pernas na sua cintura, tentado com que ele entrasse em mim.

–Espera amor.

Ele levantou-se e foi buscar outro preservativo. Incrível como ele já estava duro.

Retornou e entrou lentamente em mim, vendo a minha reacção. Desta vez aproveitei, apesar de ainda doer. Comecei a apertá-lo de prepósito fazendo-o gemer nos meus lábios. Remexi-me para ele acelerar e gemi quando ele o fez.

As estocadas tornaram-se mais fortes, mais dolorosas e mais prazerosas.

–Amo-te. – gemi.

–Ah… também princesa.

O vai vem dele metia-me louca e eu só me remexia. Queria-o mais fundo e gemi, chamando pelo nome dele.

Ele aprofundou ainda mais e depois agarrou-se com força a mim, abraçando-se a mim.

Aproveitei, enquanto sentia o meu coração a abrandar o ritmo, para pensar que se não fosse a dor, teria mais gosto. Ele ficou de lado ainda me abraçando, e acabei por adormecer ouvindo as suas palavras românticas.

Notas finais do capítulo
Claudiasilva a autora :

Com nenhum voto contra até que enfim a primeira noite

Desculpe o atraso mas tive uns dias a trabalhar, e o atraso também foi só de um dia.

Acreditam que uma rapariga enviou-me um comment a dizer para eu aprender a escrever? E depois veio com uns exemplos, obviamente que esta fic não tem erros ortográficos, pelo menos não conscientes e não para um dicionário de português de Portugal. Até me passei, porque eu expliquei desde o inicio que a fic era escrita em português de Portugal e até arranjei uma beta portuguesa.

Que eu saiba o intuito das fic´s é que, mesmo para quem não queira ser escritor, poder escrever. Se não gostam de uma fic, ela não é má só por isso. Respeitem as opiniões. Eu amo a fic da Jane, Entre a Nobreza e o Crime, e os romances não deixaram de ser os meus preferidos

Já lá vai o tempo em que tínhamos de gostar do preto e do branco.


Desculpem o desabafo, mas ás vezes (felizmente nunca me fizeram) comment´s sem sentido. Então espero que as minhas leitoras se quiserem escrever, escrevam, nem que tenham só um leitor. Faz bem à mente ; )



Em relação ao capitulo:
Não foi muito bom a primeira vez da nossa Belinha, apesar do Edward ter tentado ao máximo que fosse
Eu não gosto muito de ler as fic´s em que ela se vem logo na primeira vez. Gosto de ser realista.
Opiniões: fiz ou não bem? (em relação a esta noite ter sido assim)

Beijos e boa semana




MiSwan A Beta :

Olá, gente!

Posso estar a ser chata, mas a Cláudia teve razão no que disse. É chato do vosso lado porque escrevemos de uma maneira ligeiramente diferente do que vocês, do Brasil, escrevem. Mas pode também acontecer do nosso lado, estarmos a ler uma fic e não entender-mos o que é que significa uma palavra que não usamos em Portugal. Tentem entender isso

Bem, mas em relação ao cap, foi bem realista. De sempre ouvi dizer que as primeiras vezes doem, mas por acaso nas fics dizem só senti uma ligeira dor, mas depois só prazer, isso muda de pessoa para pessoa e na fic, a nossa Bella não teve um mar de rosas mas teve uma tulipa! Que lindo!
Como acham que se vai desenvolver a relação a partir de agora?

Desculpem escrever tanto :S
Bjinhos!




(Cap. 26) Capítulo 26 - Edward

Capitulo 26 – Edward

–Já sei! Acorda, Edward! Eu tive uma ideia!

–Pára! O que queres Emmet? – perguntei aborrecido, pois ele não parava de me abanar e socar, e eu a dormir tão bem.

–Ouve! Já sei o que vamos oferecer à Alice…

Sentei-me de imediato. Faltava uma semana para o aniversário da minha irmã e ainda não tínhamos escolhido o presente. No ano passado lembramo-nos de dar um peluche enorme. Era a prenda que qualquer adolescente queria receber, menos a Alice. Fartou-se de chorar e resmungar que a tínhamos humilhado só porque o boneco era maior do que ela.

(http://www.tradeage.com/pt/sale/grandes-1-2-metros-ursinho-de-pel%C3%BAcia-brinquedos-ce228012 )

Quem a manda ser tão pequena?

No outro foi um vestido, que ela rasgou aos bocadinhos, só porque era rosa, e o rosa está fora de moda. Desde quando é que uma rapariga não gosta de rosa? ( http://www.dicamasculina.net/wp-content/uploads/2011/05/vestido-rosa-para-festa-de-casamento.jpg )

Resumindo, não tínhamos muita sorte, ou jeito.

–E então? – perguntei a medo, as ideias dele não eram melhores que as minhas.

Por ele, já tínhamos oferecido uma t-shirt emoticon. (http://www.loja21.pt/emoticon_t_shirt/prod978.html ) ou uma máquina do tempo (http://www.ingeniu.com/ecommerce/control/product/~category_id=PROMOTIONS/~product_id=TIMEMA262;jsessionid=1bw3cxavo8ckp )

–A Bella!

–Queres oferecer a Bella?

–Não. Pedimos à Bella para comprar connosco.

–Hum! Até que não é má ideia.

–Ei! Eu nunca tenho más ideias. Falas tu com ela? – perguntou-me empolgado.

–Porquê eu?

–Tu é que falas mais com ela.

–Eu falo com ela.

Emmet saiu e eu olhei para o relógio. Ainda era cedo para ir ter com a minha princesa. Fui tomar um banho, para fazer tempo. Cerca de uma hora depois, desci para confirmar que todos dormiam. Era meia-noite e a casa estava silenciosa. Suspirei aliviado.

Cheguei rápido a casa de Bella e mandei-lhe um toque como combinado. Desta vez tive que subir pela janela, pois o seu pai estava em casa.

–Magoaste-te? – perguntou-me, antes de me dar um beijinho simples.

Era sempre assim quando eu subia pela janela. Bella era amável e por mais que eu tivesse cuidado, ela sempre se preocupava. Agarrei-lhe nas mãos e tranquilizei-a.

Deitamo-nos na cama, abraçados.

–Tenho medo que o meu pai nos descubra, mas por outro lado, nós nunca estamos juntos.

Afastei-me um pouco.

–Eu sei. Achas que devemos contar-lhe?

–Não sei. Tenho medo da reacção dela, mas assim estamos pior.

Beije-lhe o rosto.

–Vai ficar tudo bem. Mas penso que devemos contar depois dos anos dela?

–Porque? Devemos é aproveitar e contar agora. Ela anda com a cabeça tão cheia com o seu aniversário que quando contarmos ela fica entretida e depois quando se aperceber, vai estar mais calma.

–Eu conheço a minha irmã. Se lhe contarmos agora, ela vai nos culpar por estragarmos um dos melhores dias da sua juventude. Contamos depois, mas numa altura em que ela esteja feliz.

–Parece-me bem.

Ela deitou-se por cima de mim e pediu-me para mudarmos de conversa. Imediatamente que a agarrei e comecei a beijá-la, puxando-a para mim, fazendo fricção nos nossos sexos. Virei-nos e beije-lhe o pescoço. Eu sabia que ela gostava que eu fizesse isso.

–Edward pára…

Não parei.

–Porque? Diz que não gostas… diz…

–Oh… Sabes que adoro… mas não me faças gemer.

–Porque não? – perguntei, colocando mais peso meu, em cima do corpo dela.

Ela ofegou.

–Ora, porque o meu pai está em casa.

Estagnei de imediato e sai de cima dela, abraçando-a de lado. Ela riu baixinho e chamou-me de maricas. Contive-me para não lhe fazer cócegas ou levaria um tiro.

–Já sabes como vai ser a Páscoa? – mudei de conversa

–Ainda não. Não sei se vou para a minha mãe.

–São duas semanas de ferias. Se fores achas que vai ser as duas semanas?

–Não sei. Não sou eu que vou decidir. Por isso, vou aproveitar o momento.

Agarrei-a mais fortemente.

–Serás sempre importante para mim.

–O primeiro amor nunca se esquece, nunca ouviste?

–Já. E por isso nunca te vou esquecer.

Beijei-a fortemente, agarrando-lhe o queixo. As nossas línguas misturaram-se e eu tive de parar, antes que eu não conseguisse parar.

Passei os meus beijos para o seu pescoço e lembrei-lhe do que lhe tinha para pedir.

–Bella?

–hum… - disse toda deliciada.

–Podes-me fazer um favor?

Ela empurrou-me e olhou-me desconfiada.

–O que queres?

–Anda cá. Não é nada de difícil. – pelo menos para ela.

Voltei a beijar-lhe o pescoço, sentido que ela estava tensa.

–Já compras-te a prenda de aniversário da Alice?

–Não. Ainda não. Porquê?

–Que tal uma prenda conjunta?

–E a Alice não vai desconfiar, se comprar-mos uma prenda os dois?

–Bem… eu dou-te o dinheiro e tu compras… A ideia foi do Emmet. Nós não nos safamos nessa tarefa.

–Tarefa?

Contei-lhe então as prendas que tínhamos escolhido para Alice. Ela riu-se o que me deixou preocupado sobre o que oferecer quando tiver de lhe oferecer um presente, visto que não posso pedir a ajuda de Alice, pois sou namorado e ela não o sabe.

–Ok, eu ajudo-te.

Ela ainda ria com os meus beijos. A luz no corredor acendeu-se e eu fui imediatamente para debaixo da cama. Bella não disse nada, fingindo talvez estar a dormir. Ouvi o autoclismo e depois a luz apagou-se. Sai e vi que ela estava no mesmo lugar.

–Sabias que a porta está trancada?

–Alice? Despacha-te!

–JÁ VOU. – ouvi os seus sapatos de salto a descerem apressadamente as escadas – Porquê a pressa?

–Vamos. – o meu pai prenunciou-se outra vez.

Saímos todos em silêncio, ninguém questionava Carlisle, principalmente Alice. O restaurante era o preferido da minha irmã. No carro o Emmet mandou-me uma mensagem a perguntar pela prenda. Eu e a Bella tínhamos ido ao centro comercial no outro dia e tínhamos comprado uma pulseira de prata.

Na porta do restaurante, Jasper e Bella já nos esperavam. Entramos, fizemos os pedidos e enquanto esperávamos, Alice quis abrir os presentes do Jasper e da Bella. O de Jasper era uma linda moldura em ouro branco com uma foto de eles os dois. Deram um beijo rápido por os meus pais estarem ali e por Jasper ser reservado.

–Espero que gostes. – disse Bella a Alice – É meu, do Edward e do Emmet.

–Pois. É nosso. – disse o Emmet e todos se riram.

–Este ano devem ter acertado. – a minha mãe falou.

–Oh que linda. Obrigado Bella. É mesmo linda. Amei. – Alice abraçou Bella.

–E então eu? A prenda também é minha!

–Obrigada Emmet e obrigada Edward. Gostei muito. Oh, é mesmo muito bonita.

O resto do almoço decorreu normalmente. Bella foi para casa e nós para a nossa, pois Alice ainda tinha de acabar de preparar a sua festa. Fui para o meu quarto, mas estando farto de estar sozinho fui procurar o meu irmão. Quando estava a chegar ao jardim ouvi Alice e Emmet a falarem.

–Mas tens a certeza?

–Sim, Alice. Eu acho que ela não gosta dele. Ela fartou-se de estar com a Rose e de dançar sem ele. Ele estava calmo, o pai diz que é por estar preocupado com a entrada na faculdade. Pudera! O que ele quer é difícil, mas não impossível. A verdade é que ele não pode sair tanto.

–Eu também já pensei nisso. Já não o vejo com muitas raparigas por aí. Até pedi à Tanya para se atirar a ele e a Bella não fez nada. Reagiu normalmente. Estou a ser paranóica.

–Pois estás. Além disso, os homens são assim: não conseguem pensar em muitas coisas ao mesmo tempo. Dá-lhe descanso, ou ele vem-se a baixo.

Não quis ouvir mais e voltei para o meu quarto. Não sei se estava mais admirado por Alice ter feito aquele esquema da Tanya me beijar ou com o facto de o Emmet ter conseguido ter uma conversa séria.

Como é que a Alice foi capaz de me fazer isso? Ela ainda não estava preparada. Não sei é como é que vou dizer à Bella. Ela vai pensar mal de mim.

Truz truz

–Entre.

–Edward, - Alice entrou – vais buscar a Bella?

–Não combinei nada com ela.

–Não? Hum, vou-lhe ligar.

Alice saiu já telefonando. Só sai do meu quarto quando os meus pais me vieram dizer para cuidar de Alice. Era só o que faltava não curtir a minha noite por uma menina de 17 anos, que tem tudo o que quer.

Preparei o quarto ao pormenor. Até sujei os lençóis para a empregada os mudar, por uns limpos. Não iria deixar a Bella se deitar num ambiente porco. Procurei sinal de pó, mas este era inexistente.

–------------------------------------------------------------------------------------------------------------

A festa já estava animada quando eu desci. Já tinham chegado uns cerca de 50 convidados que se entretinham a conversar junto ao bar. A música era de ambiente mas pop, decididamente escolha de Alice.

–Já reparas-te que a Alice está com a pulseira que lhe demos? – Emmet aproximou-se por de trás de mim com a sua bebida.

–Ela gostou mesmo da nossa prenda. Só não percebo porque não convidámos a Rose a escolher o presente.

–Ela goza sempre comigo. Mas este ano dei-lhe a volta. Disse- que tinha sido batota, mas para mim não foi. Falando nela…

Ele atendeu o telemóvel.

–Olá ursinha…

Afastei-me um pouco para ele se sentir à vontade.

Ursinha? Princesa é normal... agora ursinha? Ah ah!

–Divertido?

–Coisas do Emmet. Sabes como é. – respondi a Alice.

Não lhe ia contar que tinha ouvido a conversa.

–Já viste alguém interessante?

–Não me digas que só convidas-te estas pessoas? Duvido…

–Mano, andas tenso. Aproveita a festa e diverte-te.

“Isso se me deixares”, pensei.

Circulei e comi alguma coisa pois não teria jantar. Jenna sentou-se ao meu lado metendo conversa.

–Vocês sabem mesmo dar uma festa.

–Sabes como é a minha irmã.

–Pois…

Ela chegou-se mais perto de mim. Ela tinha uma paixão por mim, que eu nunca correspondi. Ela agora até era muito bonita mas eu ainda me lembrava daquelas borbulhas enormes e nojentas e daquele aparelho colorido quando me dava um sorriso baboso. Difícil de esquecer.

Mais convidados iam chegando e a música começou a ser mais mexida.

–Podíamos ir dançar…

–Esta música não é para dançar a dois, e eu tenho de ir ao banheiro.

Escapei-me. A verdade é que a música era sim, pra ser dançada a dois, mas dois muito juntos, e se eu ia dançar assim era com a minha princesa.

Fui mesmo ao banheiro e quando sai vi a minha princesa deslumbrante.

( http://pequenosfrascos.blogspot.com/2009/08/dress-code-balada.html–» primeiro vestido, o que tem o fecho)

Aquele vestido mexeu com a minha imaginação. Aquele fecho… Comecei a imaginar o que poderia fazer com ela, mas a verdade é que não poderia fazer muito pois sabia que tinha de ser calmo. Aproximei-me para não deixar nenhum idiota se babar para o que é meu, mas parei no meio do caminho quando vi Alice abraçá-la. Falaram um pouco e depois Alice foi-se embora e Bella ficou ali parada, sem se mexer.

–Bella! Estás bem? – chamei-a e ela pulou, assustando-se.

Será que Alice tinha dito algo que implicasse estragar-nos a noite?

–Olá. A Alice?

–Não sei. Deve estar no meio desta multidão.

–Vou procurá-la.

Como eu suspeitava, Alice já tinha feito das suas sem saber.

–Espera Bella. Eu estive a pensar e podemos aproveitar a noite.

–Larga-me. – pediu-me, nem me tinha apercebido que estava a agarrá-la no braço – Não podemos dar nas vistas. Tens o teu telemóvel contigo? – assenti – Então quando a festa estiver mais animada, eu subo pela parte da cozinha sem ninguém reparar, e tu pela escadaria principal. O primeiro a chegar tranca-se na tua casa de banho e depois o outro bate cinco vezes e fecha o quarto à chave.

Ela tinha pensado em tudo, mas porque é que ela tinha que ir pelas escadas de serviço? Deveria ser ao contrário, a minha princesa não merce ir por ali.

–Bom plano. Porque é que tu vais pelas escadas de serviço?

–Ora, porque és sempre tu que sobes pela minha janela às escondidas.

–Parece-me justo. – conclui, sempre ouvi dizer que os sacrifícios deveriam ser iguais no namoro.

Na verdade não ouvi, mas assim estava balançado.

Sorrimos e afastámo-nos.

Subi até ao meu quarto e fui ver se estava tudo em condições, até as fechaduras. Nada poderia falhar. Cruzei com a Tanya quando descia.

–Olá.

–Adeus. – respondi, e continuei a andar.

Vi a Bella a falar com um rapaz. Sabia que ela era da escola pois já o tinha visto, mas não sabia nada sobre ele. Eles estavam sentados e a conversar animados. O vestido da Bella fazia sobressair tudo de bom nela, e ele aproveitava a vista. Ia acabar com aquilo quando vi que Alice sorria ao olhar para a mesma cena.

–Está tudo a correr bem?

–Sim, tudo mesmo. – olhou para mim e vi a felicidade nos seus olhos.

–Ainda bem. Dói-me um pouco a cabeça. Mas nada de especial. Vou aproveitar enquanto puder.

–Queres um comprimido? – parecia preocupada e era o que eu queria, significava que eu era credível e que tinha um álibi para me escapar.

Já o de Bella eu não sabia qual era. Mas isso ela que se desenrascasse. Ela não parecia preocupada ao falar com o tosco.

–Eu sei onde estão. Não te preocupes. Só não ando a dormir muito.

Ela respondeu-me mas eu nem ouvi, pois Bella parecia perturbada e entrou em casa. Segui-a pensando se tinha sido o idiota do rapaz ou a minha irmã que a tinham posto assim, passei pelo bar e levei dois sumos, não vá a Alice aparecer. Ela estava sentada de cabeça baixa.

–O que se passa? –perguntei, sentando-me ao seu lado, entregando-lhe o copo, explicando que era sumo quando ela se negou a aceitar.

Sentei-me na parte superior do sofá onde, por acaso, tinhas uma vista privilegiada para o seu decote.

–Não é nada, só a pensar…

Oh não! Para ela não me contar é porque estava com dúvidas sobre nós. Logo agora que eu tinha tudo pronto. Tentei fazê-la falar e tentar com que ela não acabasse com o namoro. A Alice ainda não podia saber.

–Em…? Estás arrependida? Podemos descombinar e…

–Não é nada disso! – ela mexeu as pernas fazendo com que a minha concentração fosse para aí e ainda com que eu não a conseguisse ouvir quando continuou – Achas que estou vestida como uma prostituta? Este vestido faz-me parecer isso?

Olhei-a bem atentamente. Prostituta? Bem, eu já tinha visto algumas. Ela estava vestida como quem vai para uma festa para conquistar. E eu estava. Não via a hora de abrir aquele fecho…

–Claro que não. Porque a pergunta?

–A Alice tentou-me fazer casalinho com um da minha turma e eu não me senti bem com ele.

E ela ainda me dizia isto?

Não era hora de fazer uma cena e estragar a noite.

–Eu vi. E achas-te que a culpa era do vestido?

A culpa era da casamenteira da minha irmã e daquele porco que, de certeza, tratou mal a minha princesa.

–Viste? Obrigado por me teres salvo!

Quando ela olhou para mim, percebi raiva. Ainda bem, isso significava que ela não tinha gostado dele. Também, ele não é nada comparado a mim….

Mas isso também queria dizer que ela não quis fazer-me ciúmes…

–Sabes porque não o fiz. Não me viste? Pensei que me tivesses visto. Eu não tirei os olhos de ti a noite inteira. Como podia?

–Pois. Este vestido é muito revelador.

–Em relação aos outros, concordo. Para mim, eu acho que esconde muito. Se não te sentias bem com ele porque o vestiste?

Só me apetecia implorar para que ela o tirasse, ou me deixasse tirar-lho. Estava a começar a animar-me.

Pudera! Tanto tempo sem…

–Vou à procura de Alice. Não te esqueças do combinado.

Como é que ela se vai embora e me deixa assim? A arder por ela?

Eu só queria um beijo… um toque…

–Aqui sozinho? – Jenna perguntou-me atrás de mim.

Deu a volta e deitou-se olhando para mim.

–Podíamos aproveitar a noite.

–É isso que pretendo fazer. – respondi-lhe e fui à procura da minha princesa. Ela estava a falar com Alice, por isso não podia fazer nada.

–Ainda andas mal disposto? Devias ver isso com o teu pai.

–O que queres Tanya?

–O que achas? – respondeu-me.

–Ah já percebi. Diziam que tinhas tirado férias, mas já vi que não é isso.

–O que, Jenna? –perguntei.

–Ele não vai com qualquer uma, vadia.

–Eu é que sou vadia? Por isso é que o teu querido veio ter comigo desesperado.

–Pois só desesperado é que alguém vai ter contigo…

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Passou cerca de uma hora, até que finalmente recebi a mensagens da minha princesa.

–Vou buscar uma bebida. Já venho.

–Eu vou contigo. – ofereceu-se Jenna.

–Não é preciso. Eu trago-te. – dei o meu melhor sorriso e felizmente resultou.

–Ei, onde vais? – Jasper perguntou-me

Infelizmente ele estava no meu caminho.

–Fugir de duas malucas e ter com uma princesa. Ajuda-me!

–Eu não vi nada.

Sorri-lhe e segui escada acima. Estava nervoso. Parecia que ia ser a minha primeira vez. Passei por muitas flores e lembrei-me que poderia ser romântico. Dirigi-me para o escritório e tirei de lá a tulipa que achei mais bonita. A minha mãe fazia questão que estivessem sempre tulipas no escritório por significarem amor eterno, e este espaço era só utilizado por ela e pelo meu pai.

A minha sorte não tinha acabado pois consegui subir sem ninguém me ver. Entrei devagar e reparei que a porta do banheiro estava fechada. Assobiei e bati como combinado. Ela saiu com o seu vestido sexy e eu entreguei-lhe a flor. Ela cheirou-a e agradeceu-me.

–Sabes qual o significado de tulipas vermelhas? – perguntei, querendo me armar em romântico.

–Não.

–Amor eterno.

–Oh.

Ela corou e beijou-me, empurrando-me até á cama, onde nos deitámos. Eu tinha começado bem. Ela parecia descontraída, decidida e feliz.

Eu queria que fosse tudo perfeito e que ela se sentisse confortável e protegida. Pedi para ela se levantar e fiz o que há muito nesta noite, eu desejava: abri o fecho do seu vestido, lambendo a sua pele exposta. Despia-a e continuei a explorá-la.

Tirei a minha camisa e ela puxou-me com a perna na minha cintura. Era assim que eu a queria.

Desta vez, fui eu a obriguei a deitar, comigo por cima e ela continuou com as penas na minha cintura obrigando os nossos sexos a estarem em contacto, principalmente porque eles estava só com umas minúsculas calcinhas.

Tirei as minhas calças e estimulei-a com as mãos. Queria saber se ela queria mesmo avançar, pois mais tarde, eu não conseguiria parar.

A sua certeza fizeram-me continuar a estimula-la até ela me dizer que estava pronta. Assim que o fez despi-a por completo e beije-lhe a perna. Como eu queria ela estava impaciente e eu não ia deixar a minha princesa sair da minha cama insatisfeita.

Mandei-lhe colocar os pés no colchão e abrir bem as pernas para eu a abocanhar. Agarrei-a bem e segui-me pelos seus gemidos. Enfiei dois dedos na sua vagina enquanto chupei o seu clitóris. Senti ela apertar os meus dedos e achei que ela já estava quente o suficiente para não lhe doer muito, e por isso parei.

–EDWARD! Só mais um bocadinho.

Sorri alegremente. Ela amava-me e iríamos pertencer um ao outro.

–Espera.

Para a ter tinha que ser como deve de ser, por mais que me apetecesse agarrá-la logo.

Acabei de me despir e fui buscar um preservativo, não perdendo tempo ao coloca-lo, apesar de estar nervoso.

Deitei-me em cima dela, não querendo que ela pensasse. Infelizmente ela pareceu-me nervosa.

–Calma princesa. Queres desistir? Não faz mal.

Pior que não a ter hoje, é ela não me olhar amanhã.

–Não. Continua.

Pedi-lhe para abrir bem as pernas e fui entrando. Ela estava tensa mas eu não poderia voltar atrás. Por mais que eu tentasse eu sabia que ia-lhe doer. Ela agarrou-se a mim, unindo-nos mais.

Eu já tinha fudido muito, mas nunca me senti assim tão ligado a alguém. Disse-lhe palavras de conforto que eu sabia serem inúteis.

–Falta muito?

–Para?

–Para entrares todo…

–Calma… - pedi-lhe.

Finalmente entrei todo e sai, sentido que ela começava a descontrair, dei-lhe uma estocada e ela gritou. Ela era mesmo muito apertada e eu queria estocar com força, mas me contive e abracei-a. Ela tentou me empurrar mas eu não cedi, beijando-lhe a face.

–Podes continuar.

Fiz o que ela me pediu e impus um ritmo. Ela não parecia estar a gostar muito mas não dizia para eu parar e uma rapariga tinha-me dito que quanto mais doer a primeira vez, mais gostosa é a segunda.

Não sei porque, mas ela começou a seguir o meu ritmo. Eu sabia que ela acabaria por gostar.

Sorridente e satisfeito disse-lhe que a amava e aumentei o ritmo até me satisfazer. Rolei para o lado e pensei que ela não tinha gozado. Apeteceu-me pedir-lhe desculpa, mas eu estava há muito tempo sem sexo e não me contive. Toquei-lhe o rosto. Ela parecia infeliz. Eu sou um idiota!

–Para a próxima corre melhor. Sentiste muita dor? Eu percebi pela tua expressão. Eu tentei me controlar ao máximo, mas tu és muito apertada e… ah… não deu para aguentar… desculpa se…

Ela impediu-me de continuar e respondeu-me:

–Doeu um pouco, mas dizem que é assim. A segunda vai correr melhor.

Esta rapariga era perfeita. Nós estávamos bem. Eu finalmente tinha um namoro sério com uma pessoa fantástica que amava muito.

Aninhei-a nos meus braços, sem palavras. Estava quase a adormecer quando ela se roçou a mim. Imediatamente o meu corpo reagiu. Será que ela queria?

–Queres?

–Sim.

Avisei-lhe que iria doer, mas mesmo assim ela quis e eu não consigo negar-lhe nada. Coloquei outro preservativo e entrei nela. Desta vez ela estava descontraída e correu melhor. Entrei nela com mais calma e com mais rigor. Ela gemeu pelo meu nome o que deixou à beira da loucura. Nunca o meu nome tinha soado tão bem.

Investi mais dela até me libertar novamente. Desta vez ficamos abraçados e quando ia-lhe perguntar se tinha corrido melhor, ela já estava a dormir com um lindo sorriso nos lábios.

Sorri também e disse-lhe que a amava. Lá fora a festa continuava, mas o meu lugar era aqui, ao lado da minha princesa.

Notas finais do capítulo
Claudiasilva- a autora:
Desculpem o atraso. Eu vou tentar postar para a semana mas não tenho certeza.
Vou responder a todos os vossos comentários. Obrigada pelas palavras de apoio 
Eu amo muito esta fic e ela ainda tem muito para contar se se lembram do prólogo sabem que a nossa Bella vai dar em louca e aproveitar o Edward até à última gota de esperma! Ah ah
Beijinhos e não se esqueçam de comentar recebi umas dicas vossas que talvez meta em prática
Já viram o novo trailer de amanhecer? Oh céus e aquele em que ela depila as pernas? Ah ah
promete
MiSwan - A Beta :
Oh, eu já não tenho coragem de ver o primeiro trailer do Amanhecer nem se compara! Mas falta taaaaaaaannnnnntttttttttooooooooo tempo! Bem o que eu sei melhor é que a fic, apesar de ter alguns atrasos todas costumam ter, tem muito para dar! Estão a imaginar a Bellinha daqui a uns tempos Só de ver o Ed ela já se vai derreter todinha! Como será que estão a ser os sonhos da Bella? E os próximos dias?
Beijinhos!
Até ao próximo capítulo!




(Cap. 27) Capítulo 27 - Bella

Capitulo 27

Sentia o meu corpo pesado, como se tivesse feito exercício físico todo o dia. Ainda estava escuro mas já se via os primeiros raios de sol. Olhei ao meu redor e percebi que não estava no meu quarto, mas noutro que não me era desconhecido. Estava no quarto de Edward.

Automaticamente me lembrei do que tinha feito e sentei-me. Olhei para o meu lado e viu a dormir tranquilamente. Sorri instantemente. Mexi-me um pouco, tacteando o meu corpo à procura de algo partido ou de dor. Mas nada. Sentia-me dolorida, mas bem.

Depois dessa preocupação, lembrei-me de outra: Alice.

–EDWARD ACORDA!

Abanei-o, fazendo o lençol cair do meu peito, agarrando-o de imediato.

–EDWARD!

Levantei-me puxando o lençol, destapando-o e vendo-o todo nu. Parecia um Deus grego, mas com a pele muito clara. Ele abriu preguiçosamente um olho e quando me viu sorriu e espreguiçou-se.

–Porque tanto alarido? Volta para a cama.

Abriu-me um braço para me deitar junto dele.

–Tentador, mas não. A Alice vai descobrir.

Sentou-se imediatamente.

–Merda! Esqueci-me! Já tomas-te banho?

–Pára de pensar em sexo. A Alice pode descobrir.

–Não queres tomar banho? – ele parecia confuso.

–Quero, em minha casa.

–Oh ok.

Levantou-se e começou a vestir-se.

–Rápido Edward.

Eu larguei o lençol e comecei a vestir-me de costas. Sim, ainda tinha vergonha. Antes de acabar senti beijos no meu pescoço e a ser puxada para trás.

–Queria tanto tomar banho contigo. – disse-me.

–Também eu. Noutro dia.

–Prometes?

–Se contarmos a verdade a ela, podemos.

Ele afastou-se e eu acabei de vestir a camisola.

–Eu acho que ela não está pronta.

–Por este andar, nunca o estará.

Olhei para o lençol e vi lá uma pequenina mancha de sangue. Imediatamente corei. Penso que ele não se apercebeu, pois abraçou-me e disse-me que iriamos contar.

Saímos calmamente e descemos muito devagar os degraus que davam para a cozinha. A casa estava um caos. Conseguimos chegar à garagem sem sermos detectados.

–Abaixa-te no banco.

–O quê?

–Assim não somos vistos. Eu vou passar a manhã fora de casa.

–E vais onde? – não estava a gostar da conversa.

–Não sei. Em princípio dormir no carro. Digamos que te fui levar e que fiquei enjoado na volta.

–Pensas em tudo…

Apesar de não me apetecer, abaixei-me. Não trocámos uma única palavra o caminho inteiro, o que era estranho em relação à noite que tivemos. Ele parou o carro e eu fiquei a mirar a minha casa.

–Bella, esta noite foi muito especial. Tenho pena da manhã, mas um dia acordaremos juntinhos.

–Até amanhã.

Ele fez beicinho.

–Amanhã? Só? Pensei que pudéssemos estar hoje juntos.

–Hum e a Alice?

–A Alice que se foda. Quero estar contigo.

A sua mão deslisou pelo meu rosto.

–Oh que fofo. Sim, podes vir. Eu quero que venhas.

Beijámo-nos e eu sai dando-lhe um tchausinho. Entrei em casa com um sorriso na cara. Subi, tomei um banho e fui dormir. Acordei já era de tarde. Desci com a cara num estado terrível. O meu pai estava a almoçar na sala. Comida que mandou vir.

–Chegas-te um pouco tarde, mas ouvi o carro do Edward. Espero que ele não tenha bebido.

–Não. Esteve a controlar a irmã.

–Eu gosto dos Cullen. Queres um bocado? Mandei vir também para ti.

–Podias ter me acordado que eu faria algo mais saudável.

Algo bom que aprendi com a minha mãe foi a ser saudável. E estava a tentar fazer com que Charlie também ficasse. Já tinha emagrecido uns bons quilos. Para polícia era importante.

Sentei-me e comi. O meu pai estava de folga e ficámos a televisão. Uma série manhosa qualquer, que apesar de eu não achar piada, ele ria-se com frequência.

Sentia-me dolorida e pedi ao Edward para não vir hoje, mas para me vir buscar amanhã. Deitei-me feliz e adormeci.

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–Se aquela estúpida não tivesse tentado estragar a festa… ela teria sido perfeita.

–Ela foi perfeita Alice. Tu nem te lembras de metade.

Estávamos as duas a almoçar na escola. Felizmente, ela só me perguntou se me diverti, o que fiz, e como fui para casa. Pareceu acreditar nas minhas respostas.

–Achas que o Jasper está zangado comigo? Por causa de ter ficado mais que alegre? Eu vomitei-lhe em cima!

Tapou a cara com as mãos.

–Era o teu aniversário. Tens desculpa. Além disso, ele conhece-te. Não é hábito.

Jasper e Edward apareceram e sentara-se com os seus tabuleiros. Ambos me disseram “olá” e Jasper beijou Alice, enquanto Edward me piscou o olho. Penso que não corei, pois já me habituava a estes “mimos”.

– O que se fala aqui? – Edward perguntou.

–Da idiota da Tanya! – Alice respondeu – Tu é que podias falar com ela.

–Eu?

–Sim Edward. Ela despiu-se e fez aquela dança… Ela não pode pensar que, só porque te come quando quer, que a nossa casa é uma putaria.

–Já passou Alice. - tranquilizou Jasper.

–Porque é que não a levas-te dali? Onde estavas?

–A vomitar num sítio qualquer…

–Sempre presente quando se precisa…

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–Vens cá à noite? – perguntei hesitante, estávamos em frente à minha casa e eu evitava olhar para ele.

–Isso é um convite?

–Claro que sim. Vens? – olhei para ele.

–Pedindo assim quem resiste? – e beijou-me, forçando a sua língua a entrar na minha boca.

Instantaneamente eu abri-a e deixei-o comandar. Ele puxou-me para o seu colo e eu fui. A sua boca passou para o meu pescoço e ouvimos um carro. Sai do colo dele e do carro sem me despedir. Quando o carro do meu pai passou o de Edward eles cumprimentaram-se e falaram algo que não ouvi. Esperei pelo meu pai junto à porta.

–Chegaste cedo, pai.

–Olá Bells, sim, hoje quero ver um jogo lá na reserva. Importas-te?

–Claro que não. Fazes bem sair, mas tem atenção ao que comes. O melhor é eu fazer algo para levares.

–Acho melhor não. Se os outros provam a tua comida, nunca mais saem cá de casa.

Sorri.

–Mesmo assim, prefiro que comas algo comestível.

–A tua comida é mais do que comestível.

Fui tomar banho e mandei mensagem ao Edward.

Para Edward

Podes vir durante o jogo? O meu pai não vai cá estar. O problema vai ser a Alice. Se tiveres uma ideia avisa. Beijinhos

Acabei o meu banho e tinha recebido uma mensagem e uma chamada não atendida. Era da minha amiga Ângela. Vi primeiro a mensagem.

De Edward

Eu dou um jeito. Quando puder ir avisa. Estou cheio de saudades princesa.

Para Edward

Ok, combinado. Mas se vires que ela fica amuada, vens mais tarde.

Liguei a Ângela.

–Estou? Bella?

–Sim, há quanto tempo?

–Mesmo muito tempo. Tenho tantas novidades…

–Conta…

–Eu e o Ben... NAMORAMOS!!

–Ah, não acredito!

–E tu, alguém especial?

–Mais ou menos, mas conta sobre o Ben, deixa-me só colocar o auricular.

Cozinhei para um batalhão enquanto falava com a minha amiga. Ela tinha-me contado pormenores pessoais que eu iria por em prática hoje. Separei e embalei a comida, e depois fui preparar tudo para a grande noite.

–---------------------------------------------------------------------------------------------------------------

–Olá.

–Olá Princesa.

Esperei o Edward entrar para o beijar.

–Tens fome? Tenho o jantar pronto.

–Eu não jantei, mas não te quero dar trabalho.

–Eu já o tenho pronto e não me dás trabalho.

Fomos de mão dadas até a mesa onde a mesa já estava pronta. Passava pouco das 8.

–Que desculpa deste?

–Nenhuma. Disse que não jantava e que iria ver o jogo.

Fomos falando de coisas da escola quando ele me elogiou.

–Isto realmente está mesmo muito bom. És uma excelente cozinheira. O teu pai tem muita sorte.

–Oh obrigada. Eu fiz para ele levar. Sei lá as porcarias que eles comem. Com a idade dele é preciso ter cuidado.

–Que querida. - esticou a mão agarrando a minha e entrelaçando os nossos dedos.

–Não fiz sobremesa. – fiz beicinho.

–Não faz mal, continuas a ser querida.

Levantei-me e contornei a mesa, sentando-me no colo dele. Beijámo-nos e a mão dele começou a subir. Depressa demais.

Levantei-me e ele ficou estático a olhar para mim, provavelmente a pensar que eu ainda não me sentia confortável com ele. Mal ele podia sonhar o que tinha preparado para ele.

–Hora de lavar a loiça.

Ele ajudou-me com os pratos, coloquei um avental e comecei a lavar a loiça.

Edward colou o seu corpo ao meu, por trás, fazendo-me inclinar para a frente para o meu rabo ficar da altura da sua cintura, e eu estava de saltos. As suas mãos foram para a minha cintura, onde ficaram sossegadas, enquanto os seus lábios depositavam beijos molhados pelo meu pescoço.

–Tenho de lavar a loiça. O meu pai não pode ver dois pratos.

–Eu não te estou a agarrar as mãos.

–Mas estás a atrasar a tarefa e temos pouco tempo.

Parece que ele me deu ouvidos e encostou-se ao balcão.

–Hum… pouco tempo para quê?

Só sorri. Acabei a minha tarefa e dei-lhe a mão levando-o para o meu quarto. Deitámo-nos e beijámo-nos. Quando as coisas estavam a aquecer, tirei debaixo da almofada uma venda e pedi-lhe para lhe tapar os olhos.

Levantou-me a sobrancelha mas concordou quando viu a minha cara de tristeza. Ambos já não tínhamos a camisola. Desci rapidamente e tirei o gelo do congelador, metendo-o apressadamente numa tigela. Subi e vi-o deitado, ainda com a venda, na minha cama, com os braços cruzados atrás da cabeça.

Perdi o ar com esta imagem.

Respirei fundo. Tinha de continuar.

A sorrir tirei o meu soutien e as calças. Sentei-me na cama para lhe fazer notar a minha presença e passei a minha mão pelo seu peito.

–Nervoso?

–Curioso.

Parei de mover a minha mão e olhei boquiaberta. Ele não estava mesmo nervoso. Os seus batimentos cardíacos estavam normais. Isso significava que ele confiava em mim ou será que ele não esperava muito vindo de mim? Eu não era experiente ou atiradiça como a Tanya, mas também não era pudica.

Voltei a respirar fundo. Assustei-me quando a sua mão tocou a minha.

–Estás bem?

–Não tires! – quase gritei quando ele fez menção de tirar a venda, mas ele não o fez. – Estou bem, só estava a preparar uma coisa.

Deitei-me sobre ele.

–Preciso que te portes bem!

–Hum hum – respondeu-me.

Sorri e peguei um cubo de gelo da taça que coloquei na mesinha de cabeceira. Coloquei o cubo na boca e desci aos zig zag´s desde o pescoço até um pouco abaixo do pescoço. Ele assustou-se um pouco, arrepiou-se e sorriu.

Tirei o gelo da boca e beijei-lhe no pescoço. Ele abraçou-me e puxou-me para ele. Coloquei o gelo no meio de nós e beijei-o. Ele virou-nos e procurou o gelo. Agarrou-o e procurou.

–É para provocar? – perguntou-me.

Com uma das suas mãos agarrou os meus dois braços por cima da minha cabeça e com a livre colocou o gelo na boca e tentou procuras os meus seios.

Com o calor do meu corpo o gelo foi derretendo e estava mais pequeno, assim sendo ele conseguia colocar a sua boca quente no meu seio com o gelo. Quente e frio, misturados. Arrepiei-me até aos pés.

–Edward! – gemi .

A sua boca não parou e a sua mão agarrou outro gelo, passando-o pelas minhas pernas. Contorci-me toda e ele beijou-me ainda com o gelo.

–Não era para ser assim… -queixei-me.

Ele parou e olhou-me nos olhos. O gelo a queixar a minha perna.

–Então era para ser como?

–Para te dar prazer.

Ele colocou o gelo da minha perna em contacto com a minha vagina quente e molhada.

Gemi que nem uma puta e tentei me libertar. Queria agarrá-lo e obriga-lo a me foder. Era torturante.

–Ver-te assim. Dá-me prazer.

Voltou a beijar-me e colocou o gelo dentro da minha vagina. Saltei com o sucedido e esfreguei as pernas. Necessitava de mais.

Ele devia pensar o mesmo que eu, pois muito rapidamente levantou-se tirou as calças e se deitou, tirando o seu pénis da boxer e indo me preencher.

–Edward! – resmunguei fechando as pernas sentido o gelo ir um pouco fundo. Ops.

–Oh pois. Preservativo.

Enquanto ele se despia todo e colocava o preservativo eu retirei o gelo dentro de mim. Bruscamente ele deitou-se por cima de mim e levantou a minha perna, e eu… bem eu gostei de um Edward assim menos cuidadoso.

Ele olhou bem fundo nos meus olhos antes da primeira estocada. Gemi e arranhei as suas costas. A minha vagina estava quase congelada e o pénis dele quente. Era incrivelmente delicioso.

–Ahhhhh!

–Que fria… - ele riu começando com um vai e vem bem fundo, raspando no meu clítoris com precisão.

–Edward… não pares… Ahhh!

–Não… amo-te…

A sua mão agarrava bem a minha bunda abrindo-a e massajando-a.

Comecei a mexer-me e a rebolar. Estava a ficar quente e precisava de libertação. O som dos nossos sexos a chocarem era muito erótico e o mundo desabou. Os meus dedos dos pés contorceram-se todos e gozei, gritando bem alto.

Ele deve ter continuando com os movimentos até gozar, não sei. Quando o mundo parou de rodar ele estava deitado ao meu lado. Tentei olhar para baixo e vi que ainda tinha o preservativo com o esperma. Sorri de contentamento. Perdi a carinha dele a gozar, mas valeu a pena.

Espreguicei-me e esperei o meu coração se acalmar. Olhei para ele que arfava. Agarrei noutro cubo de gelo e passei pelo seu tronco. Ele gemeu.

–Bella… - arfou.

Sorri vitoriosa e sentindo-me sexy e continuei a passar o gelo, vendo-o contorcer-se à passagem do gelo. Continuei o meu passeio indo para o seu abdómen definido e passei a minha língua quente no rasto frio. Ele agarrou o meu cabelo gemendo bem baixinho.

Tirei o preservativo e mandei-o para o chão, para não me levantar e estragar o momento. Passei a minha língua pelo seu membro para limpar o que caiu do seu sémen, nunca tinha mexido sequer num preservativo. Sempre pensei que aquilo sabia mal, mas era salgado e dava vontade de beber mais.

Agarrei no gelo e passei pelo seu pénis, rodando na ponda. Olhei para ele, e ele estava de olhos fechados, agarrando com força o lençol. Voltei ao meu passatempo e passei o gelo pelos seus testículos, chupando a ponta do pénis.

–Eu não vou aguentar muito mais, Isabella! – rosnou.

Ri e ele sentou-se agarrando os meus cabelos.

–Estás a gostar da tortura? Então vira essa bunda deliciosa para mim, princesa! – mandou.

Fiquei a olhar atónita. O que ele queria dizer com virar o meu traseiro para ele?

Ele agarrou na minha cintura e puxou-me para ele. Sorri estupidamente. 69 era o que ele queria fazer. Fiz o que ele pediu toda contente, abandando a minha cintura. Estava a ficar muito perva.

Voltei a chupá-lo e a brincar com o gelo, mas assustei-me quando algo gelado tocou a minha vagina. Edward estava a chupar os meus lábios vaginais com o gelo enquanto abria a minha bunda e colocava um dedo naquele buraquinho minúsculo e intocado. O meu gemido foi mais um uivo. Bom demais. Respirei fundo e retornei a chupá-lo.

Ele ia crescendo na minha boca, dando-me mais vontade de o ter. Ele não cabia todo na minha boca e por isso lambia e batia-o na minha boca, recebendo sempre uma palmada, também era gostosa, de Edward.

–Pára, Bella.

Edward mandou quando eu estava a estimular a base com a mão e a ponta com a boca, freneticamente.

–Porquê? – perguntei com a boca cheia.

–Eu não aguento mais…

Parei, olhei para ele e sorri vadiamente. Voltei a chupá-lo quase me engasgando enquanto ele agarra com força excessiva as minhas nádegas e batia nelas. O seu espermsaiu, me engasgando e me sujando. Ele agarrou-se na minha cintura tremendo levemente. Baixei-me de novo e lambi-o.

Ele voltou-se a deitar enquanto eu terminava a tarefe. Pensei que não saísse em jactos. Não correu muito bem para a primeira vez, mas não há crise. Foi feito com muito amor e tesão.

–Queres ir tomar banho?

–Desculpa. – ele pediu-me tocando a minha bochecha.

–Desculpa do quê? – tinha sido tudo perfeito, dentro dos limites, mas para uma segunda vez, tinha sido melhor do que tinha pensado.

–Não esperei que tu… tu sabes… - ele levantou-se e mexeu no cabelo. Começou a vestir-se e eu também.

–Mas eu hoje gozei! Não estou a perceber…

–Agora, eu não esperei por ti.

–Da primeira vez eu não esperei, é difícil ser ao mesmo tempo, pelo menos é o que eu li.

–Eu não estou a falar disso… - ele retrucou.

–Edward, foi perfeito e mágico, não estragues o meu momento e além disso eu sinto prazer ao te dar. Amo-te muito.

–E eu a ti, princesa. – abraçamo-nos e ele beijou a minha testa.

–O que é que andas e ler para saberes que raramente o casal chega ao meu tempo?

–Isso agora…

Levei-o até à porta e despedimo-nos com muitos beijos e promessas de amor. Tomei banho e adormeci de seguida, já ele tinha chegado a casa. Estranho como o sexo cansa…

Notas finais do capítulo
Cláudiasilva a autora
Olá minhas pervas estou há quase dois meses sem postar aviso de novo que não desisti da fic, mas simplesmente tenho muitas obrigações na faculdade o que não me deixa tempo para escrever e quando chego cansada não consigo escrever
Obrigado às que ainda me acompanham e me percebem. O Nyah é fantástico mas existe uma vida depois do computador.
Obrigado à minha beta que está sempre disponível para mim 
Ah ontem fui ver o Amanhecer
ROBERT A FALAR PORTUGUÊS????
AMEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
É certo que ele passou muitos verões em Portugal mas daí a falar tão bem perdi a respiração!!!!
E a Kristen vestida em trajes menores e o sorriso do Robert? Oh céus, morri! O melhor filme de sempre!!
MiSwan a beta
Gente, voltamos! Nenhuma de nós morreu ao ver o Amanhecer, mas eu tive mais sorte do que a Cláudia e fui logo na estreia! ´`.´` Mas o Robert a falar português foi cómico Mas e as meninas, já todas viram o Amanhecer? Espero que sim e se ainda não foram, corram para o cinema: está perfeito!
Já viram como a nossa Bella anda mais perva? Também, com um namorado destes e depois, como é escondido, este namoro é picante: não podem ser apanhados, mas não se querem largar! E sim, para a ser a segunda vez deles, acho que correu muito bem!
Bem, aproveitem bem o capítulo, comentem, boa sorte comas aulas, e tenham um excelente Amanhecer!
Beijinhos!




(Cap. 28) Capítulo 28- Edward

Investi mais dela até me libertar novamente. Desta vez ficamos abraçados e quando ia-lhe perguntar se tinha corrido melhor, ela já estava a dormir com um lindo sorriso nos lábios.

Sorri também e disse-lhe que a amava. Lá fora a festa continuava, mas o meu sítio era aqui, ao lado da minha princesa.

Capitulo 28- Edward

Eu só podia estar a sonhar ou estar no sonho de Emmet, se não porque é que estava uma girafa a dançar no varão? Eu queria era a minha menina. Levantei-me e sai do salão, entrando no jardim com relva vermelha e árvores amarelas. Chamei e procurei por ela, sem a encontrar.

Vi uma luz ao fundo e decidi segui-la. Bella estava sentada de frente para um riacho. Eu conhecia aquele lugar apesar de não saber dizer de onde. Sentei-me ao lado dela e não disse nada. Mandei uma pedra para o riacho e, ela, finalmente me olhou. Sorriu e aproximou-se para me beijar, não lhe neguei e deitei-me sobre ela, com a minha mão a passar na sua lateral…

–EDWARD ACORDA! – ouvi alguém a chamar-me de longe mas não dei importância.

O meu corpo abanou. Eu sei que algo me puxava para longe dali, mas eu não queria ir. Não agora que estava com a minha princesa.

–EDWARD! – ouvi de novo.

Já não me consegui prender no que eu tinha a certeza, agora, de que era um sonho. Preferia estar na realidade com ela, principalmente quando ela me puxava o lençol para me ver.

–Porquê tanto alarido? Volta para a cama. – pedi-lhe quando a vi fora da cama.

–Tentador, mas não. A Alice vai descobrir.

Foi como se ela me tivesse mandado um balde de água fria.

–Merda! Esqueci-me! Já tomas-te banho?

–Pára de pensar em sexo. A Alice pode descobrir.

Ela não queria tomar banho? Geralmente as pessoas, principalmente as raparigas, querem tomar um banho depois do sexo, ainda mais, na primeira vez.

–Não queres tomar banho?

–Quero, em minha casa.

–Oh ok. – agora já fazia sentido.

Comecei a vestir-me e ela reclamou. Eu tinha acabado de acordar e ainda por cima tinha andado à procura dela, é normal estar cansado.

Ela também se vestiu mas de costas para mim, talvez um dia perdesse a vergonha.

Agarrei-a e distribui beijos pelo seu pescoço.

–Queria tanto tomar banho contigo.

–Também eu, noutro dia. – respondeu-me.

Eu duvidava. Ela não se iria sentir bem, tão exposta a mim.

–Prometes?

–Se contarmos a verdade a ela, podemos.

Foi como um balde de água fria. Como é que eu iria contar à Alice? Como?

–Eu acho que ela não está pronta.

–Por este andar, nunca o estará.

Senti a frustração na sua fala. Para ela não deveria ser fácil, mas se ela conseguisse perceber o feitio de Alice, com certeza que também não iria querer contar. Abracei-a.

–Quando chegar o momento, nós iremos contar e ficará tudo bem. – Pelo menos era o que eu queria.

Descemos as escadas e notei que a Bella ficou um pouco chocada com a pocilga que estava a minha casa. Ela não tinha ido a muitas festas sem ser cá. Penso que não sabe a trabalheira que dá no dia seguinte. Não para mim, nem para os elementos da minha família. Nós contratamos sempre uma equipa de limpeza. De preferência uma que limpe antes dos meus pais chegarem. Isso me fez lembrar da Miranda, uma bela morena, da equipe de limpeza.

Flashback

Eu via tudo um pouco turvo. Olhei em volta e vi que estava na minha cozinha. Estava tudo iluminado, por isso deveria ser de dia. Levantei-me do chão, sem saber como fora lá de parar, e o meu estômago revirou. Qual será que tinha sido a última coisa que eu ontem tinha bebido?

Olhei para o chão e vi uma garrafa de cerveja. Procurei então uma cerveja para beber. Se beber-mos a última coisa que bebemos na noite anterior, a mal disposição passa. Mandei algumas coisas ao chão, até encontrar uma garrafa. Tentei abrir sem sucesso. Sentei-me no chão. Porque é que a garrafa não se abria. Estava a ficar desesperado. Acho que a bebedeira não tinha passado totalmente.

Umas pernas bem jovens colocam-se ao meu lado e com esforço, olhei para cima.

–O senhor precisa de ajuda?

–Ela não abre. – tentei explicar aflito.

Ela abaixou-se e abriu a minha garrafa. Bebi de um gole e agradeci-lhe. Ela sorriu.

–Existe mais algo que possa fazer pelo senhor? – colocou a mão no meu pénis e ele se animou, afinal eu não estava assim tão bêbado.

–Claro.

Agarrei o seu cabelo e empurrei a cabeça dela para o meu pénis. Ela fez questão de abrir as minhas calças e mamou com vontade.

Fomos surpreendidos por outra rapariga, mas eu estava tão cansado que aos zig´s-zag´s fui para o meu quarto.

Fim do Flashback

Entramos na garagem sem sermos notados por ninguém. Mas ainda não estávamos a salvo.

–Abaixa-te no banco.

–O quê? – ela se exaltou.

Mas será que ela não percebia que eu não podia ter a minha irmã contra mim?

–Assim não somos vistos. Eu vou passar a manhã fora de casa.

–E vais onde? – estava mais do que exaltada, será que eu tinha feito algo de mau, ou será que ela falava assim derivado ao cansaço? Mulheres.

–Não sei. Em princípio dormir no carro. Digamos que te fui levar e que fiquei enjoado na volta.

–Pensas em tudo…

O som dela era mais refilão, mas lá se abaixou. Não falou comigo o resto do caminho. O que será que eu tinha feito? Ou que não tinha? As mulheres zangam-se de um momento para o outro e nem avisam.

Ontem estava tudo bem. Nós dormimos juntinhos. Só poderia se de hoje de manhã. Parei o carro em frente à casa dela e decidi que não ia deixar o mau feitio dela estragar o meu dia, e pior, o nosso relacionamento.

–Bella, esta noite foi muito especial. Tenho pena da manhã, mas um dia acordaremos juntinhos.

–Até amanhã.

Ok. Como eu digo, quando as mulheres estão assim, não vale a pena. Amanhã ela estaria melhor. O QUE? SÓ AMANHÃ?

–Amanhã? Só? Pensei que pudéssemos estar hoje juntos.

–Hum e a Alice?

Será que o problema dela era que eu não queria contar AINDA à Alice? (N\a: lento mas chega lá)

–A Alice que se foda. Quero estar contigo. –respondi sem pensar.

–Oh que fofo. Sim, podes vir. Eu quero que venhas.

Beijamo-nos. Acho que o problema dela era mesmo Alice, pois ela beijou-me e saiu toda contente, dando-me até “tchausinho”.

Abanando a cabeça, dirigi para um descampado e fechei os olhos, adormecendo de seguida.

Acordei com umas batidas na janela.

–Mas que merda…

Abri os olhos dando de caras com o Tyler e uma rapariga borbulhenta lá da escola. Ela estava tão corada que os pontinhos brancos das borbulhas notavam-se mais.

Abri a porta, saindo, cumprimentado-os.

–E aí, Cullen? Deixas-te a mulher fugir?

–Neps, estou a fazer tempo, enquanto me arrumam a casa.

–A festa foi de arromba… mas já que ‘tás só a dormir, bem que podias sair daqui.

–Como?

O meu amigo olhou para a rapariga que conseguia estar mais vermelha e aí eu percebi o motivo de ele querer que eu saísse. Eu também não conseguiria mais dormir. Acho que iria ter pesadelos com as borbulhas.

Voltei para casa, notando que estava já tudo limpo. Fui à cozinha comer algo leve e encontrei Jasper.

–A Alice ainda está a dormir. – informou-me.

–E?

Comecei a fazer uma sandes mista.

– Estives-te com a Bella? Bem a Alice poderia estranhar.

–Agora não estive com ela. Jasper, posso fazer-te uma pergunta?

–Que pergunta é essa? Chuta!

–Achas que eu devo contar à Alice sobre mim e a Bella?

–Por agora, acho melhor não. Tu conheces a Alice.

–Mas a Bella não.

–A Bella está confusa e com medo. Gosta de ti mas sabe o galinha que tu és.

–Mas já não sou.! – irritei-me, era assim tão difícil perceber que eu não mudei, só conheci a pessoa certa que não me faz querer mais nenhuma.

–Hei, calma. Eu sei. Só estou a dizer é que se queres continuar, tens de ter calma. Eu estou do teu lado.

–Eu sei, amigo.

–Nem te chegues perto.

Rimos.

Pouco tempo depois uma Alice horrível e deprimente entrou.

–Façam pouco barulho.

–Nós não dissemos nada. –dissemos em conjunto o que nos fez rir, menos a ela.

–O que eu disse? Não vêm que me dói a cabeça?

–Bebedeira ontem? – perguntei sorrindo.

–E de que maneira.- o tom de voz de Jasper era grave, deve ter acontecido algo ontem.

–O que é que aconteceu? – perguntei.

–A Alice vomitou-me para cima.

–Amor, eu estava um bocadinho mal disposta - ela sentou-se ao colo dele.

–Bom dia, família. – Emmet entrou – que se fala? Da pega da Tanya?

–O que é que aconteceu com a Tanya? – voltei a perguntar.

Alice olhou para mim, franzindo a testa.

–Onde é que estives-te que não viste nada?

–Na festa…

Será que ela mesmo de ressaca apanhava todas?

–Mano, nem sabes o que perdes-te! Quer dizer, tu já a comeste, então já sabes o que vai por ali dentro. Bem tu e agora o mundo inteiro. Ela despiu-se como uma stripper! Caralho, mano, tenho mesmo orgulho em ti. A gaja é bem boa.

–Arg… - Alice fez cara de nojo.

Fiquei a saber mais umas coisinhas da festa e subi. Tomei um banho para ir ter com a Bella quando o meu telefone tocou.

De Bella

Estou muito cansada. Importas-te de não vires cá hoje? Gosto muito de ti

Para Bella

Que se passa princesa? Está bem? Precisas de algo? Também gosto muito de ti. Gostar é pouco. Eu Amo-te.

De Bella

Está tudo bem. Tou cansada da festa e da noite : ) também te amo. Beijos grandes

Para Bella

Ok, se precisares de algo avisa, qualquer que seja a hora. Dorme bem meu amor.

Tomei o meu banho e adormeci.

No dia seguinte, ao pequeno-almoço, a Alice olhava para mim de um jeito estranho. Levantei as sobrancelhas para ela como questionando-a.

–Onde estives-te na festa?

–Como assim onde estive? – fiz-me de “parvo”.

–Hum sim, diz lá com que rapariga estiveste? Eu, quando estive contigo, estavas com cara de quem ia pegar uma bem gostosa. – Emmet prenunciou-se.

–Eu não estive com ninguém… quer dizer curti com uma rapariga, mas tudo normal. Eu não sou de contar a minha vida sexual ao pequeno-almoço!

–E ao jantar?

–Emmet! – Ralhou a minha mãe.- Edward, eu não gosto nada que andes com muitas raparigas! Já ouviste falar de doenças sexualmente transmissíveis? Usas sempre preservativo? Podes engravidar uma, elas são doentias e podem querer-te agarrar…

–------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

– Já chega de te rires! Não tem piada nenhuma!

–É claro que tem. – o Jasper continuou a rir-se.

Estava a contar-lhe a seca que tive de aturar da dona Esme. Era hora de almoço e os meus ouvidos ainda doíam. Vi a minha princesa acompanhada da minha irmã, como todos os dias, sentadas à nossa espera.

Quando nos sentámos e, aproveitando o facto de Jasper estar a beijar Alice, eu pisquei o olho à Bella. Ela sorriu parecendo feliz como meu gesto. Acho que eu tinha de a mimar mais.

– O que se fala aqui? – perguntei.

–Da idiota da Tanya! – Alice respondeu – Tu é que podias falar com ela.

–Eu?

–Sim Edward. Ela despiu-se e fez aquela dança… Ela não pode pensar que, só porque te come quando quer, que a nossa casa é uma putaria.

–Já passou Alice. – tranquilizou-a, Jasper.

–Porque é que não a levas-te dali? Onde estavas?

–A vomitar num sítio qualquer…

–Sempre presente quando se precisa… - e parece que o assunto ficou por ali… esperava eu!

–-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Esta sentado dentro do meu carro a ouvir música esperando a Bella sair. Bem a Bella e Alice. Hoje o Jasper tinha ido ao médico.

A porta do passageiro abriu-se e eu nem olhei. Mas estranhei não se abrir mais nenhuma porta e abri os olhos para perguntar à Bella onde estava a minha irmã. Ela encolheu os ombros.

–Não sei. Ela estava a falar com o Jasper e disse que não vinha.

–Estranho, mas ela é que sabe.

Coloquei o carro a trabalhar e arranquei.

–A Alice perguntou-se se te vi na festa. Eu não gostei do tom dela. Parecia que não queria ver-nos juntos. O que achas que ela não gosta em mim?

–Porque achas que ela não gosta de ti? Ela é tua amiga. Disso eu tenho certeza.

–Então porque é que ela não nos quer ver juntos?

–Ela acha que eu sou mau para ti. Que vais sofrer.

Ela não me respondeu. Parei o carro quando cheguei e olhei para ela que olhava em frente.

–Vens cá à noite?

–Isso é um convite?

–Claro que sim. Vens? – olhou-me.

–Pedindo assim quem resiste? – agarrei-a e beijei-a.

Não queria que fosse como ontem. Ela, depois, iria mandar-me uma mensagem a dizer que não me queria.

Ouvi um carro e ela saiu a correr. Passei pelo carro do Chefe da Policia e acenei-lhe. Ele acenou-me de volta e abriu o vidro para me agradecer por cuidar da filha. Nem ele imaginava o quanto eu trava dela.

Conduzi para casa e subi para o meu quarto estudando um pouco.

Ainda estava a estudar quando o meu telemóvel tocou.

De Bella

Podes vir durante o jogo? O meu pai não vai cá estar. O problema vai ser a Alice. Se tiveres uma ideia avisa. Beijinhos

Parece que fiz bem beijá-la fortemente, pelo menos ainda não tinha desistido.

Para Bella

Eu dou um jeito. Quando puder ir avisa. Estou cheio de saudades princesa.

De Bella

Ok, combinado. Mas se vires que ela fica amuada, vens mais tarde.

Era só o que faltava. Liguei ao Jasper.

–Sim?

–Estás com a minha irmã?

–Sim.

–Ela está a ouvir?

–Não.

–Óptimo. Preciso que a entretenhas na hora do jogo. Consegues fazer isso. É mesmo importante.

–Sim, Edward. Consigo. Mas se eu não encontrar os apontamentos eu aviso-te.

–Fico-te a dever uma.

–---------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Porque é que eu estava nervoso? Até parece que nunca estive com uma rapariga. Bem, uma que amasse, não.

Bati à porta e ela veio-me atender. O perfume dela de morando e o cheiro de comida invadiram-me.

–Olá. – disse-me.

–Olá, Princesa.

Entrei e beijámo-nos, ela ofereceu-me o jantar. Eu não queria dar-lhe trabalho, mas não posso negar que era bom jantar a comida dela.

–Que desculpa deste? – perguntou-me quando começamos a comer.

–Nenhuma. Disse que não jantava e que iria ver o jogo. – Foi o que disse à minha mãe, eu não queria que a Bella soubesse das minhas armações com a ajuda do Jasper.

Quanto menos soubesse, menos ficaria paranóica e menos iria mentir à minha irmã.

–Não fiz sobremesa. – Eu queria ela como minha sobremesa.

–Não faz mal, continuas a ser querida.

Ela levantou-se e sentou-se ao meu colo. Aproveitei e agarrei-me logo a ela, antes que chegasse a hora do pai dela chegar e de eu me ir embora.

Ela levantou-se e eu fiquei supresso, imaginando que porra eu tinha feito agora.

–Hora de lavar a loiça.

Ela começou e eu não me aguentei. Estava louco de saudades dela.

Encostei-me por trás obrigando-a a inclinar-se para a frente. O seu rabinho duro batia contra o meu pau que ia ficando duro. Será eu ela levava pensaria mal de mim se eu tentasse fazer amor com ela? Será que ela ainda estava dolorida da primeira vez?

Nada melhor do que tentar.

Coloquei as minhas mãos na sua cintura e beijei-lhe o pescoço. Não iria tentar mais nada porque eu sabia que enquanto ela não acabasse de lavar a loiça, não existiria nada para ninguém.

–Tenho de lavar a loiça. O meu pai não pode ver dois pratos.

–Eu não te estou a agarrar as mãos.

–Mas estás a atrasar a tarefa e temos pouco tempo.

De mau agrado afastei-me mas fiquei a pensar nas palavras dela.

–Hum… pouco tempo para quê?

Ela só sorriu. O que estaria a tramar.

Eu sei que ela lavava a loiça eficientemente, mas para mim estava a demorar muito. Quando FINALMENTE acabou, agarrou a minha mão e levou-me para o seu quarto. Deitámo-nos e beijámo-nos. Eu já estava mais que animado quando ela tirou uma venda, não sei bem de onde, e pediu-me para me vendar.

Não gostei da ideia. Será que ela não queria que eu a visse? Mas ela é linda e eu já a vi e continuo aqui. Para que raio é que é a venda?

Ao ver a sua carinha triste lá aceitei. Ouvi passos a afastarem-se e deitei-me na cama com os braços cruzados para trás. Porque é que ela estava a demorar tanto? Definitivamente não estava nada a gostar da noite.

Senti ela (esperava eu, mas o seu cheiro é inconfundível) sentar-se na cama. Passou as mão pelo meu peito.

Respirei fundo. Tinha de continuar.

–Nervoso?

–Curioso.

Bem que ela podia acabar com o suspense.

Esperei mas nada. Ela não se moveu. Agarrei-lhe a mão e perguntei se ela estava bem. Será que ela queria fazer-me uma surpresa e queria preparar tudo? Ela não o poderia fazer quando o pai estava cá.

–Não tires! – implorou-me quando eu ia tirar a venda - Estou bem, só estava a preparar uma coisa.

Bingo!

–Preciso que te portes bem! - disse deitando-se sobre mim.

–Hum hum…

Acho que estava a gostar da noite.

Assustei-me quando algo gelado tocou o meu pescoço descendo desseguida.

Definitivamente, eu estava a gostar da noite.

Ela tirou o gelo e beijou-me. O quente a tocar na minha pele gelada. Excitado abracei-a a puxei-a para mim. Agarrei o gelo.

–É para provocar?

Ela estava a esquecer-se que eu conhecia o corpo das mulheres. Sem a ver, coloquei o gelo na minha boca, prendi as mãos delas e procurei os seus seios, o gelo estava a derreter e eu chupei-os com o gelo, fazendo-a gemer.

Tirei a venda e agarrei outro gelo, passando pelas suas pernas. Ela contorceu-se e beijei-a, ainda não acreditando que ela me tinha feito esta surpresa.

–Não era para ser assim…

Parei desseguida. Tinha feito algo de errado?

–Então era para ser como?

–Para te dar prazer.

Ela é tao absurda. O maior prazer de um homem é dar prazer à sua mulher.

–Ver-te assim, dá-me prazer.

Continuei a “torturá-la” e só me afastei para acabar de me despir e colocar o preservativo. Eu juro que tentei manter a calma e tentar ser como na nossa primeira vez, mas a minha mente só pensava que a minha princesa coradinha, estava uma mulher ousada e linda á minha espera na sua cama, completamente aberta e molhada. Penetrei-a, sentido o quente e o frio.

–Edward… não pares… Ahhh!

–Não… amo-te…

Mexi-me normalmente e ela acompanhou-me. Eu não iria deixá-la por nada. Não agora que via que ela podia satisfazer-me a todos os níveis: não era chata, era culta, dava para estar a conversar por horas, era linda, amável, simpática, boa pessoa e agora criativa e entregue aos desejos da carne e do coração.

Como um bom namorado, esperei ela primeiro atingir o orgasmo para eu me dar a esse luxo. Deitei-me ao seu lado ofegante. Pouco depois senti algo gelado passear no meu tronco.

–Bella… - gemi vergonhosamente, a verdade é que a minha mente começou a ter ideias, e consegui pô-las em prática.

Eu e a Bella fizemos um “69” magnífico. Bella fez questão de tomar o meu esperma, mas como não estava habituada engasgou-se e sujou-se.

–Desculpa. – pedi-lhe.

–Desculpa do quê?

–Não esperei que tu… tu sabes…

Comecei a vestir-me e ela imitou-me. A verdade é que eu não lhe tinha dado prazer oral.

–Mas eu hoje gozei! Não estou a perceber…

–Agora, eu não esperei por ti.

–Da primeira vez eu não esperei, é difícil ser ao mesmo tempo, pelo menos é o que eu li.

–Eu não estou a falar disso…

–Edward, foi perfeito e mágico, não estragues o meu momento e além disso eu sinto prazer ao te dar. Amo-te muito.

–E eu a ti, princesa. – abraçamo-nos e beijei-lhe a testa

A verdade é que eu não era assim tão experiente. Pelo menos, ao nível sentimental. Compreender e discutir em casal, era novo para mim.

–O que é que andas e ler para saberes que raramente o casal chega ao meu tempo?

–Isso agora…

Levou-me à porta.

–Amanhã vais explicar-me o que andas a ler. Amo-te muito princesa. Quero-te para todo o sempre.

–E eu a ti. Obrigado por me fazeres tão feliz.

Foi difícil sair dali mas eu tinha muito respeito pela arma do pai dela.

Notas finais do capítulo
A Autora claudiasilva
À quanto tempo não é? Pois bem meus amores, como eu avisei, eu não desisti da fic, na verdade tenho tido uma problemas, que não são bem problemas ou pelo menos nada que não se resolva mas que dá muito trabalho.
Eu não consegui escrever, só saia porcaria. Escrevi este capítulo em cerca de quatro horas dividido em dois dias e foi porque saiu. Espero que o próximo saia assim tão bem
Comentem, pois isso me anima : ) podem acreditar
Um agradecimento especial
MiSwan: a minha beta preferida (não tenho outra) ah ah Espero que ela tenha gostado da Miranda que entrou na fic, foi dedicado a ela.
Sandra Nascimento Pena por estar sempre presente. Ela também às vezes está muito ocupada, mas sempre que vem ao Nyah dá-me uma força.
Hannahblack770 por sempre comentar. Beijinhos grandes
GabbihPereira por me compreender e não me deixar
Beijinhos grandes desta autora que quer melhorar
A beta- MiSwan
Oh, pah! Ei gente! Não sei a que horas é que isto vai ser postado mas, BOA PÁSCOA!
Voltámos! Podem matar as saudades todas e tal, que já estamos cá! Sabem como me dizem: vida de estudante é fudida e tanto eu como a Cláudia somos estudantes
Sobre o capítulo Muito bem, Bellinha Que é que essa anda a ler =) E percebi essa da Miranda, merci!
Bem, vemo-nos mais uma vez no próximo episódio de Pecado Proibído
(Meu Deus, sempre quis uma deixa destas!)
Beijinhos!




(Cap. 29) Capítulo 29- Bella

Levei-o ate à porta e despedimo-nos com muitos beijos e promessas de amor. Tomei banho e adormeci desseguida, já ele tinha chegado a casa. Estranho como o sexo cansa…

Capitulo 29- Bella

Sabem quando estão a ler a mesma frase, repetidas vezes, sem nunca a lerem?

Estava esgotada e já não conseguia processar mais matéria. As provas estavam à porta e eu tinha de me preparar. Só mais duas semanas e viajaria para Los Angeles, onde passaria duas semana com a minha mãe. Não que me apetecesse, mas não tinha outra saída.

Alice ressonava perto de mim, deitada no sofá, como ela era pequena, acho que estava confortável. Estávamos na sala de estudo dos Cullen.

Ouvi um barulho na porta e virei-me para ver Edward a entrar no quarto e a sorrir quando viu que Alice dormia ferrada.

–Não achas que também devias ir dormir? – perguntou-me enquanto se sentava ao meu lado.

–Não tenho sono.

Edward levantou uma sobrancelha, sinal claro que não acreditava em mim, e perguntou-me se eu não queria falar. Olhei para Alice que ainda dormia.

–Vamos. – puxou-me para fora da mansão em direcção à estufa da mãe dele – Aqui já podemos falar.

Sentamo-nos num banco e eu fiquei a olhar para os meus Converse.

–Bella? Princesa, assim deixas-me preocupado.

–Estou só a pensar na minha viagem nas férias.

–Achas que não voltas? – ele agarrou-me a mão.

–Volto. Pelo menos pelo resto deste ano.

–Eu para o ano também vou para a faculdade… - disse-me triste – Acreditas no namoro à distância?

–Sinceramente? Com o teu curso acredito.

–Nunca ouviste as histórias nos hospitais? Das rapidinhas?

–Não era suposto não me dizeres essas coisas? Assim já não acredito.

Larguei-lhe a mão e cruzei os braços. Só de pensar no meu Edward a não dormir por horas e depois uma vadia toda gostosa a dar em cima dele…

–Eu não era capaz de te trair. Mas vamos fazer uma promessa? Enquanto não acabarmos iremos ser sempre fieis, aconteça o que acontecer.

Fiquei de olhos arregalados e percebi o que ele estava a dizer. No caso de Alice descobrir ou desconfiar mais, nos teríamos que nos afastar e era para eu saber que para ele, nós ainda estávamos juntos.

–Prometido. – sorri.

Ele puxou-me para o seu colo e beijou-me, forçando a sua língua a entrar na minha boca. Quando estava a ficar sem ar, ele afastou ligeiramente a cabeça e disse-me para viver o presente.

A sua mão subiu pela minha perna. Eu estava com um vestido rodado(http://www.posthaus.com.br/loja/presentes?img=vestido-rodado-petroleo&acao=produto&cat=17&sub=1&sn=2&tm=%20%20M&loja=1&anc=0&pg=1&v=1&prd=85205&dg=7 ), escolhido por Alice, que queria que usasse com saltos. Eu não era baixa como Alice e era mais proporcional, então os saltos com este tipo de vestido fazem-me mais sexy, mais apropriado para a noite do que ir estudar com a irmã do namorado.

–Ficas tão linda com esta cor.

Ri quando ele chegou às minhas nádegas e as apertou. Remexi-me no seu colo e senti o seu pénis a endurecer.

–Só com esta cor? – perguntei ofegante com os seus beijos pelo meu pescoço, tentei parecer zangada, mas sem sucesso, estava mais ansiosa pelo seu toque.

Ele riu e deitou-me no banco de madeira, deixando as minhas pernas abertas, com os pés no banco, aberta para ele. Ele permaneceu sentado e esfregou o meu clitóris por cima das cuecas. Gemi e o meu cérebro processou a informação, perguntando-me se eu não devia estar com vergonha. Olhei para os olhos do Edward e descobri a minha resposta. Eu era dele e queria ser.

–Com todas, meu amor. Mas branco não.

Não tive como não rir. Branco era a cor das minhas cuecas que ele estava a tirar agora. Colocou-as no bolso e começou a beijar a minha perna, pedindo-me em silêncio se podia. Aí sim, não tive como não corar e fiz-lhe sim com a cabeça. Os olhos dele brilharam como quando uma criança recebe um chupa, se bem que era isso que ele estava a receber, pois chupar com força, como se fosse acabar, foi como ele chupou a minha vagina.

Eu contorci-me para não gemer muito, mas acho que não consegui. Eu precisava de mais…

–Edward chega…

Automaticamente, ele parou.

–Fui muito longe? – perguntou afastando-se.

Eu puxei-o pelo pescoço respondendo-lhe:

–Não, estás a ir devagar demais.

……………………………………………………………………………………………………

–Bella acorda! Vamos nos atrasar. – Alice abanava-me – Nem acredito que me deixas-te a dormir naquele sofá.

Eu espreguicei-me calmamente e foi-me impossível não sorrir ao me lembrar da noite passada.

–Teria sido pior se te tivesse acordado.

Despachamo-nos e descemos encontrado os nossos namorados já prontos.

Alice deu um beijo ao namorado e eu murmurei um simples olá. Alice dirigiu-se para a cozinha e eu segui-a levando um apalpão no rabo que me assustou. Jasper riu ao me ver saltar.

–O que foi? – Alice perguntou logo.

–Nada. Só estava a pensar que quando nos casarmos eu vou ter de esperar mesmo muito.

–Oh mas nesse dia eu já sei como me vou vestir e maquilhar… não te preocupes querido.

Comemos depressa e eu segui com Edward no seu carro.

Assim que arrancámos, ele colocou a mão na minha perna.

–Com sono? – perguntou-me .

Sorri.

–Um pouco. E tu? Também vais ter prova?

–Vou sim, mas passar a noite contigo faz-me mais feliz.

–Isso a mim também.- houve uma pausa e chegámos ao nosso destino. – Achas que fizemos mal? Quero dizer, fazer amor antes das provas?

–Claro que não. A menos que hoje te prejudique. Quando trabalharmos quero passar as noitinhas todas contigo, e não a dormir.

Já me ia lançar para cima dele quando irritantes batidas na porta se fizeram ouvir. Sai sem me despedir e forcei um sorriso.

– Do que estavam a falar? – Alice perguntou enquanto íamos para a nossa sala.

–Nada de especial. Não posso falar sobre assuntos sem importância com o teu irmão? És tão obcecada com ele.

Alice parou com o modo brusco com que falei. Estava passada. Queria tanto andar de mãos dadas com ele.

Ela sentou-se ao meu lado, como era habitual, e suspirou.

–Eu já te expliquei porque sou assim com ele. Eu confio em ti. Desculpa se fui rude.

Não olhei para ela quando respondi que por mim não havia problema, mas que ela estava sendo injusta.

……………………………………………………………………………………………………………………………………………..

–Levas-me a casa?

–Claro, prinnnnnnnn… cisavas de perguntar?

Congelei com a colher da sobremesa a meio caminho da minha boca. O Edward não tinha acabado de me responder com um quase princesa!?

–Hum? – Alice perguntou

–Espero-te lá fora, Bella.

–Onde vais? – Alice perguntou-lhe .

–Ao banheiro, posso?

Alice apenas abanou afirmativamente a cabeça.

Apressei-me a acabar de comer e despedi-me com um beijo no rosto de Alice.

–Foi por pouco.

–Mesmo.

Rimos porque não fomos apanhados. O resto da viagem fez-se normalmente e despedimo-nos com um beijo rápido, não fosse o meu pai aparecer.

…………………………………………………………………………………………………………………………………

–Bells, desculpa. Vou trabalhar à noite.

–Ok pai. Eu sei cuidar de mim.

Aliás eu sabia de alguém que iria muito bem cuidar de mim.

–Mas jantas em casa? Já estou a fazer o comer.

–Sim. Só vou às nove.

Enquanto continuei a fazer o jantar, peguei no telemóvel e combinei com o meu baby-sitter.

Durante o jantar conversei bastante com o meu pai, sobre a minha escola e sobre os casos policias dele que não eram mais do que descobrir pequenos furtos de gaiatos e impedir os caçadores furtivos. Gostava de ter estas conversas com o meu pai, como uma família normal. A minha mãe não sabia quando eu tinha provas, quanto mais perguntar-me como me correu.

Estava a lavar a loiça quando ele se despediu. Mandei um toque ao Edward e acabei de arrumar a casa quando ele chegou.

–Olá princesa.

–Oi amor.

Agarrei-o logo ali e puxei-o para o meu quarto no meio de beijos. Caímos em cima da cama, já sem as nossas blusas.

–Hum estavas com saudades? – perguntou-me enquanto beijava-me o pescoço.

–Sim, muitas.

Sentei-me em cima dele e comecei a rebolar, excitando-o. As suas mãos passaram da minha cintura para o meu peito apertando-o. Ele virou-nos e beijou furiosamente a minha boca apertando o meu peito. Doeu um pouco mas senti prazer. Envolvi as minhas pernas na sua cintura, puxando-o para mim. Queria ele dentro de mim e depressa, mas Edward parecia ter outros planos, visto que tirou as minhas pernas e desceu os lábios pelo meu pescoço, encontrando o meu peito, onde desapertou o meu soutien e mordiscou os meus mamilos. Foi me impossível não gemer. Ele sabia bem o que estava a fazer.

Passei as minhas mãos pelo seu cabelo puxando-o levemente.

–Edward….

–Sim? – murmurou olhando para mim com o meu seio ainda na boca.

–Não sejas mau…

Ele levantou-se.

–Ok, se não estás a gostar, eu vou…

Puxei-o pelas calças, sentando-me na cama e, fazendo com que ele ficasse de joelhos.

–Não é isso.

Abri-lhe as calças e o seu pau um pouco duro saltou para fora. Passei a mão fazendo fricção e beijei a ponta fazendo com que ele gemesse. Fiquei ainda mais molhada.

Aumentei a profundidade do seu pau na minha boca e senti ele a endurecer cada vez mais.

A sua mão agarrou o meu cabelo e, delicadamente, ele obrigou-me a engolir mais o seu pau. Em resposta agarrei-lhe uma das bolas fazendo-o saltar e gemer. Ri e ele rosnou.

–Achas muito divertido? - agarrou-me os pulsos, colocando-os em cima da minha cabeça e, deitou-se em cima de mim – Eu vou te dar algo divertido!

Beijou-me atrás da orelha, bem devagar, enquanto fazia mais força com a parte debaixo do corpo, fazendo-me contorcer.

–Não estou a achar divertido!

–Oh que pena. – respondeu-me gozão.

Levantou-se um pouco, o suficiente para me retirar as calças e as cuecas. Beijou-me as pernas começando a subir e quando chegou à minha vagina começou a lamber. Coloquei os pés no colchão abrindo-me para ele.

Comecei a ficar ainda mais necessitada e a gemer intensamente. Quando estava quase lá ele parou e começou a subir com os seus beijos.

–Edward! – disse irritada e ele sorriu.

–Só comigo dentro de ti.

–Gostava mais se fosse das duas formas.

Ele estava em pé a retirar o resto das suas roupas e a colocar um preservativo quando a rir disse que eu estava a ficar uma demoníaca do sexo. Hum? Será que isso era bom?

Bem, ele deitou-se por cima de mim e começou a brincar com a minha boceta. Colocava um pouco e tirava. Eu rebolava tentando, em vão, coloca-lo lá dentro.

–Edward… - pedi em súplica- … por fa… Ahhhhh!

Ele entrou bem fundo e eu senti-me a alargar, mas não pensei muito nisso visto que ele continuou e a dor passou para prazer. E que prazer.

Acompanhei os movimentos dele, durante mais tempo do que da outra vez, mas mesmo assim não consegui-o acompanhar ate ao fim. O meu orgasmo veio de uma forma estonteante.

Ele continuou e atingiu o dele. Saiu de dentro de mim, e deitou-se ao meu lado, respirando ofegante. A mão dele procurou a minha e ficamos de mão dada até voltarmos ao normal.

Pouco depois, ele levantou-se e colocou o preservativo no meu lixo e foi até à casa de banho. Quando voltou eu não me tinha mexido. Abri as pernas e sorri e ele voltou a deitar-se por cima de mim. Depositou beijos pelo meu rosto e eu esfreguei-me nele.

–Queres mais? – perguntou-me.

Tentei afastar-me, mas ele não deixou.

–Tu não?- estava confusa.

–Quero, só não queria que tivesses aquela opinião de que só vim aqui por sexo. Nós podemos falar se quiseres.

–Edward, nós passamos o dia a falar, agora eu quero o que não posso ter durante o dia: te sentir.

A resposta só demorou um segundo. Ele beijou-me até eu ficar sem ar e empurra-lo. Ele retornou a descer e eu voltei-o a sentir no meio das minhas pernas, desta vez dando-me o que eu queria. Libertação.

Edward beijou-me o pescoço e mordiscou-o enquanto eu ainda não estava em mim devido ao orgasmo.

–Não quero que te falte nada, princesa.

……………………………………………………………………………………………………………………………………………….

No dia seguinte o meu pai ofereceu-se para me levar à escola.

–Boa sorte na prova de hoje.

Agradeci e beijei-lhe a bochecha. Não é que eu estivesse habituada ou me sentisse à vontade com estes gestos, mas eu gostava.

Entrei na sala completamente feliz e revi algumas coisas, enquanto a Alice não chegava.

–Oláááááá! – Alice entrou saltitante na sala, três minutos antes do horário da aula.

Nem em dia de prova ela perdia a animação.

–Olá. Preparada?

–Sempre.

Sentou-se ao meu lado e o meu telemóvel tocou.

De Edward

Bom dia princesa. Já deves ter chegado, tenho pena de não te poder dar um beijo de boa sorte, então mando-te por aqui. Muito boa sorte para agora e um grande beijo.

Ia responder quando o professor entrou. Teria de ficar para mais tarde.

…………………………………………………………………………………………………………………………………………

–Vais trabalhar hoje? – perguntei ao meu pai quando me sentei para o jantar.

–Não filha. Não sei quando volto a fazer noites.

–Hum ok. – tentei não mostrar importância.

–Bells, eu estive a pensar e acho que, se quiseres, estas férias podíamos ir viajar. Eu tenho um dinheiro de parte. É algum. Fora das tuas poupanças da faculdade. Acho que dá para irmos durante uma semana, ou só um fim de semana se te parecer muito tempo.

–E vamos para onde? – eu nunca fui muito de viajar.

–Onde quiseres. Pode até ser no estrangeiro. Por mim.

–Só nós os dois? – gostava da ideia.

–Sim. Então pensa num sítio onde queiras ir.

–Hum. Ok. Vou pensar seriamente.

……………………………………………………………………………………………………………………………………………

–Até que enfim a semana acabou.

– Até que enfim que as provas acabaram. – modifiquei, fazendo-nos rir.

–A que se deve tanta alegria? – perguntou Jasper que vinha acompanhado de Edward.

Claro que Alice e Jasper se abraçaram apaixonados, enquanto Edward me piscou o olho. Era sexta feira e desde segunda que não estávamos juntos, e eu daqui a uma semana iria viajar. Obviamente que estava com saudades e falta dele. Agora eu já percebia porque é que quando as pessoas estão apaixonadas só pensam naquilo.

Fomos para casa dos Cullen e jantámos lá para depois ir para uma festa.

Vestido da Bella:

http://www.google.pt/imgres?um=1&hl=pt-PT&sa=X&biw=983&bih=374&tbm=isch&tbnid=n7kNlufULkdavM:&imgrefurl=http://mdemulher.abril.com.br/blogs/famosas-na-moda/famosas/kim-kardashian-opta-por-modelito-justo-e-acinturado/&docid=UlCddIQf9JK-qM&imgurl=http://mdemulher.abril.com.br/blogs/famosas-na-moda/files/2010/10/kim-kardashian-vestido-cassino-600.jpg&w=600&h=400&ei=YuwDUKa9Bqaj4gSEs7jDCA&zoom=1&iact=hc&vpx=327&vpy=60&dur=3607&hovh=183&hovw=275&tx=156&ty=150&sig=107491149323525868516&page=3&tbnh=99&tbnw=148&start=33&ndsp=19&ved=1t:429,r:2,s:33,i:181

Eu segui com o Edward e a Alice com o Jasper. A festa estava bem animada quando chegámos. Alice puxou-me logo para dançar. Rebolava até ao chão e às vezes olhava para o Edward e ele estava a olhar. Quando estávamos cansadas fomos beber álcool ao bar. Olhei em volta e não vi os rapazes.

–À procura de alguém?

–Não, estou só a ver quem está.- respondi.

–Hum ok ok. E que tal arranjarmos um namorado para ti?

–E que tal bebermos mais um pouco?

Viramos mais umas quantas fotografias antes de voltarmos para a pista de dança. Lá, houve um rapaz que se aproximou e quis começar a dançar comigo. Virei-me para Alice, para ela me ajudar, mas ela tinha desaparecido. Fiquei em estado de choque e o rapaz a continuar a dançar comigo. Sorri envergonhada e lá me mexi.

De repente vimos uma luta e pararam a dança. Não vi quem era, mas aproveitei o momento para me afastar do rapaz.

Segui para o exterior e alguém me puxou.

–Posso saber quem era? Não me digas que era um primo? – Edward disse-me com raiva.

–Calma amor. Não és tu que não queres que Alice perceba?

–Isso significa que eu devo ir para a cama com todas as gajas daqui? – ele parecia mais furioso.

–Eu não me atirei a ele, nem fiz nada. Foi só uma dança. Nem sei de onde ele apareceu- aproximei-me dele. – Podíamos aproveitar esta confusão e ficar juntos. Tenho tantas saudades.

Ele olhou para um lado para o outro e puxou-me para o seu carro. Pouco depois estávamos no meio do mato.

–Preferes ir para minha casa? – perguntou-me.

–Não aqui está bem.

Inclinei-me para ele e beije-lhe os lábios enquanto a minha mão apertava o seu membro por cima das calças.

–Bella… - tentou dizer enquanto ainda o beijava.

Baixei-me e comecei a abrir-lhe as calças. Aproximei a minha boca e comecei a chupar. Era bem gostoso. Ele foi ficando maior e mais duro na minha boca. Senti-me linda.

A mão dele foi para a minha bunda e ele começou a apertar enquanto a sua respiração ia começando a ficar pesada. Ele puxou o meu vestido para cima e a minha calcinha minúscula para baixo e introduziu os seus dedos na minha boceta. Comecei a rebolar e a mexer nas suas bolas. Pouco depois comecei a gemer em volta do seu pau. Era bom de mais.

O seu orgasmo invadiu a minha boca enquanto eu estava perto. Bebi o que deu, levantei-me e tirei de vez as cuecas. Ele olhou-me e sorriu. Baixou um pouco as suas calças e retirou um preservativo. Colocou-o e puxou-me para o seu colo. Fui-me abaixando devagar, sentindo-o a me preencher. Ele foi voltando a ficar mais duro o que me fez gemer pois ele estava dentro de mim.

Comei a fazer movimentos de vaivém e a gemer um pouco mais alta. Ele agarrou a minha cintura e ajudou-me. Pompeei o seu membro fazendo com que ele agarrasse com mais força a minha cintura. Os nossos movimentos tornaram-se mais frenéticos até chegarmos ao ápice. Beijámo-nos apaixonados e ficámos abraçados.

Notas finais do capítulo
Claudiasilva a autora
Olá gente mais boa. Desculpem tar tanto tempo sem postar, mas vieram os exame e valeu apena. Agora é feria e escrever.
Agora quero ideias para o destino que a Bella irá com o pai ou não ah ah
Escrevam no comentário, sff
Beijinhos e obrigado aos que não desistiram desta fic
MiSwan a beta
Férias! Aí no Brasil também estão a entrar neste período lindo, nêh? Bem, a nossa autora linda e estudante universitária teve os exames dela, eu tive os meus e acho que a maioria das leitoras também. Que estejam todos perfeitos! Mas, e vamos a falar a sério, a Bellinha está a gostar das escapadinhas com o Edward? [Quem não iria gostar? Ai que calor ]
Vemo-nos depois gente!
Bjs




(Cap. 30) Capítulo 30 - Edward

Levou-me à porta.

–Amanhã vais explicar-me o que andas a ler. Amo-te muito, princesa. Quero-te para todo o sempre.

–E eu a ti. Obrigado por me fazeres tão feliz.

Foi difícil sair dali mas eu tinha muito respeito pela arma do pai dela.

Capitulo 30- Edward

Eu só que queria pensar que este era o último ano que iria estudar, mas a verdade é que muitos mais, e mais difíceis, estavam por vir. Fui até à cozinha comer algo e quando voltava para o meu quarto, vi a luz da sala de estudo ainda acesa. A esta hora estranhei.

Espreitei ligeiramente e vi a minha menina ainda a estudar. Já a minha irmã dormia que nem uma pedra.

–Não achas que também devias ir dormir? – perguntei-lhe, sentando-me ao seu lado.

Eu era muito bom aluno e sabia que estudar até tarde não trás muitos benefícios.

–Não tenho sono.

Duvidei. A primeira coisa que se tem quando se começa a estudar é sono, e essa sensação nunca acaba, excepto algumas vezes quando acabamos e pensamos que já sabemos tudo.

–Queres falar, parece que tens algo que atormenta.

Eu esperava estar enganado, mas quando ela olhou para Alice em dúvida, eu tive certeza que algo se passava na cabeça dela. Eu só esperava que não fosse comigo. Puxei-a para a estufa da minha mãe, eu sabia que ninguém ia lá porque segundo a minha mãe, as plantas precisavam de uma boa noite de sono.

Sentámo-nos e ela preocupou-me ainda mais quando não começou a falar e nem sequer me olhava. Será que ia acabar?

–Bella? Princesa, assim deixas-me preocupado.

–Estou só a pensar na minha viagem nas férias.

Aquilo deixou-me confuso. Eu pensava que ela queria ir. Então porque tanta tristeza? Só se…

–Achas que não voltas?

Não poderia ser.

–Volto. Pelo menos pelo resto deste ano.

–Eu, para o ano, também vou para a faculdade… Acreditas no namoro à distância?

Eu andava há muito a pensar nisso. Nunca tinha gostado de alguém como ela e não sabia se iria encontrar alguém como ela.

–Sinceramente? Com o teu curso acredito.

Tive vontade de rir. Eu ia muitas vezes ao hospital ter com o meu pai e vi muitas vezes o que se faz nas salas de descanso. Na verdade já estive com algumas enfermeiras estagiárias.

–Nunca ouviste as histórias nos hospitais? Das rapidinhas?

–Não era suposto não me dizeres essas coisas? Assim já não acredito.

Ela pareceu amuada, mas eu não tinha certeza, pois parecia ser a fingir. Melhor não arriscar e ser carinhoso.

–Eu não era capaz de te trair. Mas vamos fazer uma promessa? Enquanto não acabarmos iremos ser sempre fieis, aconteça o que acontecer.

–Prometido. – sorri.

O que se seguiu merece bola vermelha. A calcinha dela foi parar ao meu bolso e a minha boca na sua vagina.

Ela contorcia-se sem vergonhas ou sem ser falsa. Era autêntica e eu sabia o que lhe dava prazer. Lambi toda a extensão e introduzi a minha língua alternadamente. Depois levei o meu polegar e brinquei com os seus lábios vaginais. Bella esta completamente molhada e eu queria-a assim para não lhe doer tanto.

–Edward chega…

Automaticamente parei.

–Fui muito longe? – só pensava o que eu tinha feito de mal, ela parecia estar a gostar.

Ela sorriu e puxou-me pelo pescoço, surpreendendo-me quando me explicou que estava a ir muito devagar. Passei-me. Eu aqui tão querido e ela a queixar-se? Iria ver e sentir o meu potencial.

–Vira-te! De quatro! – ordenei, enquanto tirava as minha calças e colocava o preservativo

Ela virou-se e ainda olhou para mim e sorriu enquanto abandava aquele traseiro delicioso. Espalmei as minhas mãos pelo seu rabo a excitando e fui ver se ela continuava ainda molhada e não me surpreendeu que quando tentei colocar dois dedos dela, eles entrassem sem ser forçados.

Movi o meu pénis e pincelei-o até entrar completamente, arrancando um gemido de satisfação dela. Desta fez puxei os limites dela e ela correspondeu perfeitamente. Eu rasgava-a e ela ainda rebolava mais. As minhas bolas chegavam a lhe bater e eu continuava a amaciar a textura da sua pele traseira. Queria-lhe dar uma palmada, mas não me pareceu certo. Concentrei-me em entrar fortemente.

Ela perdeu as forças quando se atingiu o orgasmo e eu tive que lhe segurar a cintura, derramando um pouco depois.

Fiquei em pé, parado, a respirar com dificuldade, tendo como visão a minha deusa, semi-desmaiada, de quatro. Ver aquele rabo fez o meu pau levantar de imediato, mas ela tinha prova amanhã, assim como eu. Até me esqueci da m*** da prova. Melhor não cansá-la muito. Vesti as calças e coloquei o preservativo no bolso. Não iria deixar aqui.

Agarrei-a no colo e ela me olhou apaixonada. Levei-a até ao quarto de Alice, onde eu sabia que ela iria dormir.

–Gostava de dormir contigo. – disse-lhe.

–Eu também… numa próxima vez. – bocejou.

Dei-lhe um beijo de boa noite e fui para o meu quarto libertar-me. Para uma principiante, ela sabia como colocar o meu pau bem duro sem ao menos se esforçar.

……………………………………………………………………………………………………

–Que sorriso é esse? – Jasper perguntou-me ao se sentar ao meu lado na mesa da sala onde eu estava a tomar o pequeno-almoço.

Não respondi, a minha mãe estava à mesa.

–Estava mesmo a pensar nisso. Vais ter prova hoje, querido?

–Sim mãe. E estou confiante.

A minha mãe não fez mais perguntas e disse que ia para a estufa ver uma plante nova que estava a cuidar e deu um discurso de como as plantas são importantes e frágeis, sendo que esta era rara e precisava de muito sossego. Quase que me engasguei, mas consegui-me conter, tentando não respirar, o que me fez ficar todo vermelho.

–Ok, conta lá o que fizeste? – Jasper estava mesmo curioso.

–Digamos que a planta não descansou muito. – e desatei às gargalhadas.

Ficámos à conversa as não falámos sobre o ocorrido na noite passada. Jasper respeitava isso. Já tinha passado a idade de contar todos os pormenores, aliás porque ele estava com a minha irmã, e eu não queria saber e ele também já estava farto de ouvir as minhas.

Quando íamos subir para chamar as meninas vimos que elas iam em direcção à cozinha e falámos-lhes. Quando elas voltara-se outra vez em direcção à cozinha, fui por trás e apalpei a minha princesa, sem que Alice desse por isso. Era a minha maneira de não ser indiferente com ela. Depois de ontem não me sentia bem dizendo-lhe apenas bom dia e esperar ate que estivéssemos sozinhos no carro.

Bella assustou-se e o Jasper riu o que chamou a atenção da minha irmã que não fez maiores perguntas.

Durante a viagem para a escola a minha mão foi sempre na perna de Isabella e fomos falando sobre a vida: testes, sono, namoro e futuro. A conversa fluía normalmente mas Alice tinha de a estragar.

Foram as duas para a sua sala de aula e encontrei-me com Jasper que esperava junto à entrada.

–Ela não desconfia de nada.

–Achas? – perguntei, custava-me crer.

–Sim, agora anda com ciúmes é de só dares atenção à Bella. Ciúmes de irmã.

Parei.

–E isso lá significa que ela não desconfia? Tenho de ter mais cuidado. Ainda ontem podíamos ser descobertos. Eu nem acredito.

–Mano, ciúmes de irmã. – olhei para ele sem perceber. – Ela tem ciúmes porque tu dás-te muito com a Bella como protetor, ou seja, como um irmão mais velho. Até lhe dás explicações…

Eu senti a minha cabeça a processar a informação, até que um sorri. Isso era óptimo.

–Que genial.

–Pois é. – ele concordou. – Imagina só a minha cara quando ela desabafou. Eu a querer-me rir e tinha de a consolar.

–Mas, achas mal? Ou seja, achas que ela vai ficar triste por causa disso?

–Não, ela vê que a Bella também é muito agarrada a ela e, além disso, tem pouca ligação com os familiares. A Alice gosta muito dela e sente-se um pouco culpada por sentir isso.

Agradeci-lhe.

–Eu sei que gostas mesmo dela. É por isso que a Alice não desconfia. Tu nunca tratas-te nenhuma menina assim.

–Eu nunca gostei de uma menina assim.

……………………………………………………………………………………………………………………………………………..

Nessa tarde, enquanto estava a estudar, Alice bateu-me à porta,

Entrou e sentou-se na beira da cama sem dizer nada, a olhar para o chão. Esperei ela dizer algo mas nada.

–Está tudo bem?

Ela finamente olhou para mim e vi que tinha algo para me dizer.

–Sim, eu só acho… eu tenho certeza… eu tenho de te pedir desculpa. – respondeu-me.

–Porquê?

–Não devias estar a ajudar a Bella a estudar?

–Não, ela não me pediu ajuda. Mas não mudes de assunto.

–O assunto é o mesmo. Tu fazes bem à Bella, ela fica muito mais divertida quando tu estás, então é isso… vou deixar de ser chata.

Ele fez menção de deixar o quarto mas eu impedi, abraçando-a e levantando-a.

–Tu és e serás sempre a minha menina.

O abraço foi correspondido e ela saiu. O meu sorriso era enorme. E ficou ainda maior quando recebi uma mensagem da minha princesa.

De Bella

Olá amor. Queres vir cá logo à noite? O meu pai vai estar fora... beijos

Para Bella

Claro princesa. Avisa quando poder ir. Tenho muitas saudades.

De Bella

Também

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Já estava pronto para sair quando a Bella me mandou um toque. Ia a sair quando encontrei Alice.

–Vais sair? – perguntou-me.

–Não. Vou só passar pela porta.

–Ah ah. Onde vais?

–Sair.

–Ok, diverte-te.

Virei-me, dei-lhe um beijo no rosto e sai.

Como das outras vezes, deixei o carro um pouco escondido, aliás, escondido e arrumei-me antes de bater à porta.

–Olá princesa.

–Oi amor.

Ela puxou-me e beijou-me, levando-me para o quarto. Bem ela hoje estava apressada. Ainda ontem estivemos juntos mas como ela estava, parecia uma eternidade. O que é que eu estou para aqui a pensar?

Eu também estava louco de saudades.

Beijei-lhe o pescoço que eu tanto gostava e perguntei-lhe se estava com saudades.

–Sim, muitas.

Ela virou-nos e sentou-se sobre o meu pau, rebolando, fazendo-o despertar. Já estávamos sem as camisolas e quando dei por mim já apertava o peito dele, virando-nos novamente. Ela envolveu as suas penas na minha cintura, puxando-me. Estava apressada e eu queria que ela estivesse bem molhada. Pelos vistos a minha estratégia estava a funcionar. Deixá-la bem lubrificada fazia com que quisesse mais, todos os dias. Estes truques, tinha aprendido com mulheres mais velhas.

Assim, passei a distribuir beijos pelo seu peito, deixando-a a gemer de contentamento e a pedinchar por mais.

–Não sejas mau… - criticou-me.

Levantei-me fingindo-me de magoado. Com as outras não tentava brincar, ia e vinha-me, mas com ela era diferente, queria esta ligação que nos fazia cúmplices e mais unidos.

–Ok, se não estás a gostar, eu vou…

Ela não me deixou terminar. Puxou-me pelas calças, fazendo-me cair de joelhos na cama.

–Não é isso. – respondeu-me enquanto, apressada, abria-me as calças começando a mamar no meu pau.

No início foi calma, depois começou a mamar mais depressa e mais fundo. Agarrei-lhe o cabelo fazendo-a engolir-me mais e, em resposta, ela agarrou-me as bolas, fazendo-me saltar e gemer. Ela riu e eu não achei piada. Ela é que era a principiante.

–Achas muito divertido? – agarrei-lhe os pulsos, colocando-os em cima da cabeça e, deitei-me por cima dela, fazendo-a minha prisioneira. – Eu vou te dar algo divertido!

Vingança é vingança. Beijei-lhe atrás da orelha, bem devagar, enquanto fazia mais força com a parte debaixo do corpo, fazendo-a contorcer.

–Não estou a achar divertido!

Sinceramente, eu também não estava. Precisava de mais.

Tirei-lhe as calças e um minúsculo fio e retribui-lhe a atenção que ela me deu instantes antes. Beijei-lhe a vagina, sugando-a e mordendo-a. Enfiando a minha língua e lambi. Ela abria-se cada vez mais e eu senti que ela estava quase lá, mas, seu me contive, ela também não ia gozar.

–Edward! – se falar matasse… ah ah…

–Só comigo dentro de ti. – expliquei-lhe, como se explicasse a uma criança.

–Gostava mais se fosse das duas formas. – respondeu-me amuada como uma criança.

Eu não sabia se ela aguentava uma boa foda, para se vir tanta vez. Se eu pedisse muito dela ela nas próximas vezes iria não desejar tanto o meu pau.

Tirei o resto das roupas e coloquei o preservativo.

–Eu acho que estás a ficar uma demoníaca em sexo. Só pode.

Deitei-me por cima dela e comecei a brincar com a boceta dela. Ela rebolava desesperada e eu, apesar de estar aflito para me aliviar, fiz de tudo para lha dar prazer e faze-la sentir que eu lhe faço falta.

–Edward… por fa… Ahhhhh!

Não aguentei mais e penetrei-a bem fundo arrancando-lhe um gemido que eu achava que tinha um pouco de dor, mas ela não me disse nada e eu continuei, arrancando-o mais gemidos que eu tinha a certeza que era de prazer.

Ela surpreendeu-me, de novo, ao tentar acompanhar os meus movimentos, e sentia-a a apertar-me quando ela gemeu agudamente e agarrou-me, ficando as suas unhas nas minhas costas. Não me doeu, mas eu não deixei de sorrir ao saber que ia deixar marcas. Continuei enquanto ela mal respirava e vim-me.

Deitei-me ao seu lado, sentindo o meu coração a bater forte no meu peito, e o suor a escorrer pelo meu corpo. Procurei a mão dela porque não queria ser desrespeitoso, mas não conseguia abraçá-la. O meu corpo ainda fervia.

Quando me acalmei retirei o preservativo e coloquei no lixo do quarto dela e fui ao banheiro limpar as mãos e passei água pela cara e pescoço.

Voltei para junto dela e ela abriu as pernas quando eu me deitei em cima dela. Iria ficar agarradinho a ela e iria vê-la adormecer antes de ter que me ir embora. Beijei-lhe o rosto para a ninhar e ela voltou a me surpreender ao se esfregar a mim.

–Queres mais? – perguntei-lhe.

Senti ela a paralisar.

–Tu não!?

–Quero, só não queria que tivesses aquela opinião de que só vim aqui por sexo. Nós podemos falar se quiseres.

–Edward, nós passamos o dia a falar, agora eu quero o que não posso ter durante o dia: te sentir.

Fiquei em choque, mas se era o que ela queria, eu não me ia queixar, e como não lhe dei a libertação na forma como ela queria antes, dei-lhe agora. Chupei-a até ela atingir o orgasmo com a minha língua dentro dela.

–Não quero que te falte nada, princesa.

Ela sorriu e tacteou à procura do meu membro fazendo movimentos de vai vem até o meu pénis ficar duro e a fazendo a nossa brincadeira durar mais um pouco.

Consegui cumprir o meu plano de a ver adormecer e sai antes do pai dela chegar.

……………………………………………………………………………………………………………………………………………….

No dia seguinte acordei tarde e tinha uma mensagem da minha menina a dizer que não era preciso ir busca-la porque o pai a levava. Tomei um grande banho e quando passei pelo espelho vi a marca das unhas dela nas minhas costas. Sorri.

Eu não gostava de ter marcas, mas as dela eram especiais. Era melhor ter cuidado ao me vestir no balneário. Não queria perguntas.

Desci já Alice estava pronta. Estava mesmo atrasado.

–Ainda estás assim? A Bella está à tua espera.

Abri o frigorífico e nem respondi à minha querida e nada histérica irmã. Jasper olhou confuso para mim, talvez tivesse à espera de que eu e a Bella estivéssemos separados.

–EDWARD! – Alice gritou – Despacha-te, olha a Bella!

–E? – respondi.

–Como é? O que é que aconteceu?

–Relaxa! Não aconteceu nada. Ela vai com o pai.

Acabei de terminar o meu iogurte e seguimos para a escola.

Chegámos mesmo na hora e eu mandei mensagem à Bella, desejando-lhe boa sorte na prova, esperando que ela não ficasse magoada por não lhe dizer nada.

Ela só me respondeu depois da prova acabar, dizendo-me que tinha corrido bem.

……………………………………………………………………………………………………………………………………………

Finalmente a semana acabou. Agora era uma semana onde sairiam os resultados e depois ferias. Não sei bem como seria sem Bella mas iria aproveitar hoje à noite e todos os dias em que ela me deixar.

Esta semana não tínhamos podido estar juntos. Eu tinha de estudar e ela também e ela só precisava da minha ajuda na matemática em que a prova foi a semana passada. Mas hoje eu poderia estar com ela. Não poderia ser íntimo, mas podia estar.

Bella seguiu no carro comigo e quando chegámos ela foi ter com Alice e tiveram as duas a dançar. Eu fiquei com Jasper a um canto a vê-las e a falar. De vez em quando passavam umas loucas tentando-me agarrar mas eu não ligava, só queria saber da princesa que rebolava até ao chão me deixando duro.

–Queres apanhar ar? – Jasper perguntou-me.

–É melhor. – rimos.

Saímos e bebemos um sumo. Vínhamos a conduzir e não queríamos acidentes.

Sentámo-nos nuns bancos e ficámos a falar sobre jogos visto que depois das provas, tem-se muito para falar. Não sei de onde Tanya sentou-se a meu colo e abraçou-me. Eu e Jasper ficámos a olhar um para o outro, enquanto a loira não parava de se esfregar.

Quando ia tirá-la, Alice sentou-se ao colo de Jasper e sorriu. Olhei em volta e nada de Bella. Tanya não largava.

–Vamos amor. O Edward e a Bella estão ocupados e eu estou cheia de saudades.

Como assim a Bella está ocupada?

Alice nem me deixou perguntar e saiu com Jasper. Eu lá me consegui livrar da bêbada da Tanya e caiu para o lado e de lá não se levantou. Segui para a sala onde vi que ela dançava, bem animada, com um idiota qualquer.

Fechei os punhos e já ia andando para ir ter com ele quando levei um encontrão. Alguém tinha começado uma luta.

Olhei para eles. Todos na sala tinham parado de dançar e olhado para o que estava acontecer. Menos a minha menina que olhou para o sujeito ao seu lado e se pirou sem ele notar. Assim mesmo é que era a minha garota.

–Posso saber quem era? Não me digas que era um primo? – agarrei-a no exterior e não me contive em perguntar.

–Calma amor. Não és tu que não queres que Alice perceba? – isto não é resposta.

–Isso significa que eu devo ir para a cama com todas as gajas daqui?

–Eu não me atirei a ele, nem fiz nada. Foi só uma dança. Nem sei de onde ele apareceu. Podíamos aproveitar esta confusão e ficar juntos. Tenho tantas saudades.

Oh eu estava com tanta saudade. E Alice e Jasper estavam bem ocupados, não iriam nos topar. Puxei-a para o meu carro e levei-a para um local calmo onde eu sabia que eles não iriam aparecer. Não podia levá-la para minha casa. Não era romântico mas tinha que ser.

Bella não se importou e mais uma vez me surpreendeu ao ficar de quatro a chupar-me.

Eu é que cada vez mais estava de quatro por ela.

Notas finais do capítulo
Claudiasilva- a autora
Olá meninos
Fiquei um bocadinho triste com a falta de comentários o capítulo passado. Eu não desisto da fic, só que há momentos em que não tenho tempo para escrever.
Agora vou tentar postar todas as segundas. Espero não me atrasar.
Para quem não reparou, durante esta semana postei duas one-shot´s da minha serie: one-shot mais louca que acabou por acabar visto que no nyah acabaram-se as series
Eu adoro escrever one´s. Postadas já são 5 e algumas estão em andamento.
Aqui ficam as duas últimas:
http://www.fanfiction.com.br/historia/245353/Orgulho_E_Preconceito
e
http://www.fanfiction.com.br/historia/245982/O_Meu_Vizinho_Da_Frente
deixem um comentário e se quiserem uma recomendação. Beijinhos
MiSwan a beta
Uh, oh gente, eu li O Meu Vizinho da Frente e admito que como gostei da sinopse, nem sequer fui ver quem era a autora, mas depois a escrita era-me tão familiar Olhem, verdadeiramente, adorei essa one! Podes fazer mais qualquer coisita para lá, nêh, Cláudia?
Bem, já viram que o Verão nos faz bem e os capítulos aparecem mais depressa, mas acho que a maioria das leitoras ainda deve pensar que estamos em stand-by!
O Edward viciou a Bella e, vamos admitir, acho que se ele fosse o culpados pelos meus vícios, oh, eu ficava bem feliz!
Beijinhos e esperem que mais um pouco e chamamos as equipas de Busca e Salvamento para as leitoras desaparecidas!
=)




(Cap. 31) Capítulo 31- Bella

Comei a fazer movimentos de vaivém e a gemer um pouco mais alta. Ele agarrou a minha cintura e ajudou-me. Pompeei o seu membro fazendo com que ele agarrasse com mais força a minha cintura. Os nossos movimentos tornaram-se mais frenéticos até chegarmos ao ápice. Beijámo-nos apaixonados e ficámos abraçados.

Capitulo 31 – Bella

–Sabes quem é que andou à luta? – perguntei enquanto nos vestíamos.

Ele riu.

–Isso interessa?

–Não. – ri também. – Achas que Alice nos viu? O que vamos dizer quando voltarmos?

–Calma querida. Alice está a se divertir com Jasper. Eu digo que te levei a casa.

–Vais-me levar a casa? – murchei logo pois eu não queria ir para casa.

–Não queres ir? – espantou-se.

–Claro que não! O que é que vou fazer a esta hora para casa? Dormir? Ah ah!

–Então o que queres fazer?

–Não sei. Algo. Dançar.

–Queres então voltar?

–Sim e é melhor ligar para eles, adoro dançar com a tua irmã, quando ela não me tenta arranjar um namorado.

Ele dirigiu para a festa e estava lá a polícia, ou seja, o meu pai. Saímos os dois e fomos em direcção à mansão. Hoje era o colega do meu pai que estava de serviço, mas como ele era chefe, quando acontecia alguma coisa, ele era também chamado.

–Bella, fiquei preocupado quando fui chamado. Ainda bem que não estás metida nestas confusões.

–Eu levei-a logo embora, Sr. Swan. Ficámos na conversa e vínhamos agora para a festa.

–Fizeste bem Edward, mas a festa acabou.

–Mas não vou agora para casa, ok pai?

–Sim, Bella, eu também vou demorar na delegacia com estes dois meninos. Partiram a casa toda e há aqui droga.

Despedimo-nos e fomos para o carro. Edward ligou para Jasper e esses dois ainda se divertiam.

–Estamos por nossa conta. – disse-me.

–Queres ir lá a casa?

–Não achas arriscado? Não sabemos quanto tempo ele irá demorar.

–Que certinho. Então vamos para tua casa, eles estão lá mas não faz mal.

Ele conduziu para casa e fomos para a sala de estudo. Antes de entrarmos decidi ir espreitar Alice. Coloquei o ouvido na porta e ouvi os gemidos de Alice. Sorri.

–Bella! Eu não posso ouvir isso. - Edward disse ao meu lado.

Fui para a sala de estudo e respondi-lhe que ele não tinha nada que me acompanhar, se já sabia o que ia ouvir. Ele sentou-se no puf todo amuado e eu sentei-me em cima dele, com as pernas ao seu redor.

–Não gosto quando amuas.

Comecei a abrir os botões da sua camisa.

–Eu não estou amuado! – ri.

–Claro que não.

Ele tinha acabado de me responder amuado.

Acabei de abrir a sua camisa e passei as minhas mãos pelo seu tronco, enquanto roçava os nossos sexos.

As suas mãos agarraram a minha bunda e um ligeiro sorriso apareceu ao canto da sua boca.

–E se ela aparecer?

–Não penses nisso agora.

Beijámo-nos e os seus dedos ultrapassaram as minhas cuecas, tocaram o meu clitóris e entraram em mim. Tentei não gemer. Rebolei nos seus dedos. Eram três e torturavam-me bem, dobrando-os e entrando e saindo de mim. Olhei para ele e arfei.

Estava a começar a gostar do perigo.

“Eu tinha prometido, mas como é que eu iria cumprir?? Como?? Como se ele mandava no meu corpo? Se eu me perdia cada vez que os dedos dele brincavam com o meu clítoris? Cada vez que ele me beijava o meu pescoço? E cada vez que ele entrava em mim e me preenchia? Eu sei que ele também não gostava da situação mas como é que nós iríamos admitir se não tínhamos algo? Como é que eu iria desistir dele se sofri tanto para o ter? Se lutei tanto para o ter (se é que o tinha)?”

Eu abri-lhe as calças e o seu pénis saiu logo para fora. Passei a minha mão pela extensão e tirei mais para fora. Fiz movimentos de vai e vem ao ritmo que ele fazia em mim.

–Bella! É melhor pararmos antes que…

Senti as paredes da minha vagina a apertarem os seus dedos e gemi um pouco mais alto. Sempre que ele me dava estes orgasmos eu queria mais, queria ele todo dentro de mim.

–O quê? – perguntei, ainda ofegante.

–Agora? Nada. – riu-se e limpou os dedos na sua boca.

Olhei para o seu pénis ainda duro e quase babei. Sai de cima dele e coloquei-me de quatro no chão para o colocar na boca.

–Bella, pode aparecer alguém…

–Hum hum. – respondi-lhe com a boca cheia.

Meti mais na minha boca e chupei avidamente. Edward agarrou o meu cabelo e tentou meter mais na minha boca. Relaxei a garganta e recebi-o enquanto passava a minha língua no que ele me dava. Cada vez mais gostava de estar com ele e o sentir. Ele afastou-se um pouco e agarrou na base do seu pénis me dando a sua essência. O seu rosnar quase me levou à beira de um orgasmo se eu não estivesse entretida de mais a apreciar o que ele me dava.

Quando acabei de engolir a última gota ele lançou-se para cima de mim, ficando deitados no chão e, beijou-me. Um beijo intenso.

–Eu sou mesmo gostoso – brincou.

–Vamos nos vestir, antes que alguém apareça.

Ele levantou uma sobrancelha e rosnou, mas fez o que eu pedi. Olhei para ele e ele estava carrancudo.

–O que foi? – perguntei, mesmo sabendo a resposta.

Eu é que quis estar com ele e agora que ele se deixou levar tinha parado a brincadeira.

–Nada. Mas eu estou louco para estar dentro de ti.

–Hum e se for uma rapidinha?

Nem precisei de tirar as cuecas, ele desviou para o lado, abriu as calças e colocou o preservativo. Deitou-me no puf e entrou logo em mim. Colocou uma das minhas pernas ao alto, por cima da cintura dele, enquanto a outra estava em baixo do seu corpo. As suas estocadas eram fortes e eu queria gemer. Olhei para ele e isso fez-me gemer, mas bem baixinho, só suspiros. Não sei onde fui buscar forças para o conseguir, talvez porque soubesse que se os meus gemidos acordassem Alice, eu nunca mais o teria.

Puxei-o para mim e tentei abrir ainda mais as minhas pernas. Mordi o meu lábio inferior quando o meu corpo começou a levitar e mesmo assim ainda o sentia a entrar e a sair de dentro de mim. Em algum momento ele parou e deitou-se em cima de mim.

Estava com muito calor e toda suada, mas mesmo assim abracei-o. Para todos os efeitos ele era o meu namorado e eu amava-o. Muito.

Ele levantou a cabeça e beijou-me. Voltamos a arranjar-nos e sentámos-mos no sofá. Olhamos um para o outro e sorrimos.

–Queres ver um filme? – perguntei.

–Apetecia-me que fossemos para a minha cama.

–Pois mas é melhor não.

–Ok, que filme queres ver? – ele suspirou.

–Um qualquer.

Ele colocou “Amor, estúpido e louco” e sentou-se no puf a ver.

Não sei quando foi, mas sei que aos poucos os meus olhos foram fechando e devo ter adormecido, porque acordei com a voz de Alice.

–Bellinha, acorda…

–Só mais um pouco Alice.

Doía-me o corpo todo, todos os ossinhos e todos os músculos…

–BELLA! EDWARD! ACORDEM JÁ!

–Vai-te foder Alice e CALA-TE! Deixa-me dormir. – respondeu-lhe Edward.

–Mas estás a dormir no chão. Assim vais magoar as costas, e eu trouxe o pequeno-almoço.

Com tanta gritaria não tive como abrir o olho. Alice estava completamente arranjada no meio da sala de estudo com uma grande bandeja de comida. Jasper estava encostado na parede e sorria. Calmamente sentei-me e espreguicei-me, sentido dor ao longo de todo o meu corpo.

–Bella, podes arranjar-te. Jasper e Edward não querem ver as tuas partes privadas.

Olhei para baixo e arranjei-me. Quase se via demais, apesar de Edward já me ter visto toda. Olhei para ele que estava metade deitado no chão, metade no puf.

–És tão irritante Alice. – Edward resmungou enquanto abria os olhos e olhava para mim.

–Eu sei! – ele mostrou-lhe a língua. – Vá agora venham comer.

Com esforço sentei-me na cadeira perto de comida e suspirei. Mal conseguia manter os olhos abertos.

–Então o que fizeram ontem? – Alice perguntou toda animada, pudera, se eu pudesse ter estado a noite inteira com Edward e poder acordar ao seu lado, também estaria assim.

–Nada. A festa acabou porque houve lá umas confusões e o meu pai foi chamado. Acabámos aqui a ver um filme e parece que adormecemos.

–Oh Bella, desculpa. Eu devia ter-te avisado. Ainda bem que Edward ficou contigo e não te deixou sozinha por causa de alguma vadia.

–O salvador da pátria – ele disse e sentou-se à mesa, servindo-se.

–---------------------------------------------------------------------------------------------------

Nessa tarde estávamos a ver um filme: “ Velozes e furiosos 5: Assalto no Rio” (n\a: Velocidade Furiosa 5 em português de Portugal).

Alice obviamente que não quis, disse que preferia uma comédia romântica. Mas isso era só para casais. Tentou explicar-lhe Jasper.

Ontem eu e Edward vimos uma comédia e eramos um casal. Sorri. Fazíamos coisas de casais.

O filme era bom e o Vin Disel ainda melhor, mas o que me chamou a atenção foi as imagens do Brasil. Já se tinha decidido. Era ali que ia pedir ao pai para irem.

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–Cheguei pai.

–Para saíres agora?

Sorri. Tinha só vindo tomar banho e vestir outra roupa para sair. Além de lhe fazer o jantar. Ele precisava de tomar cuidado com o que comia.

De banho tomado fui fazer o jantar enquanto o meu pai contava-me alguns pormenores do que tinha acontecido. Pelo menos os que ele podia. Ele colocou a mesa e sentámo-nos.

–Pai, já decidi onde quero ir contigo.

–Então?

–Ao Brasil.

–Parece-me uma boa ideia. No verão está lá frio mas muito mais quente do que aqui.

–Vamos? – perguntei muito contente.

–Porque não? Acho que dá para passarmos lá uma semana sem comprometer a tua ida para a faculdade.

Abracei-o e beijei-o. A verdade é que nunca tinha imaginado, quando vim para cá, que pudesse ter cá um pai “real e verdadeiro”.

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–Vou para o Brasil. – comuniquei toda contente ao Edward quando ele foi-me buscar a casa.

–Vais onde? Porquê? Quando? – Acho que não lhe devia dar estas notícias enquanto ele dirigia.

–Calma. Vou de férias com o meu pai, em princípio durante uma semana, no verão.

–Ah ok, por momentos assustaste-me.

–Desculpa.

Chegámos a casa de um amigo do irmão mais velho dele. A noite correu normalmente. Não estive intimamente com ele e houve uma vadia que se atirou a ele, mas ele, amigavelmente, afastava-se. O irmão dele gozou, mas Edward não deu ouvidos.

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De Edward

Queres sair hoje? Beijos

Era domingo e estava deitada na minha cama. A noite de sábado na casa do amigo de Emmet tinha sido até de manhã e eu estava muito cansada. Olhei para o relógio. Eram 7 da noite. Eu teria que me levantar para ir fazer o jantar.

Alice tinha-me ligado durante a tarde, também a perguntar se eu queria ir sair. Amanhã era segunda mas era a última semana de aulas, logo não era necessário estarmos muito concentrados nas aulas. E eu na próxima semana iria me embora, por isso, por mais que o meu corpo queira ficar nesta cama quentinha, tinha de me levantar.

Para Edward

Vou sim. Eu tinha dito que não à Alice, por isso não lhe digas nada... Já te digo o que combinamos. Beijinhos

Alice atendeu ao terceiro toque e perguntou-me logo se íamos sair. Sorri.

–Por mim sim. Mas vamos fazer o quê?

–Hum, podíamos ir ao salão de jogos.

–Parece-me bem. Vamos os quatro?

–Os seis. Rose e Emmet estão cá. Vou perguntar-lhes se querem ir.

–Ok, depois diz-me algo.

Para Edward

Combinámos ir ao salão de jogos. Gosto muito de ti.

De Edward

Ok. Também gosto muito de ti.

Já estava a fazer o jantar quando recebi a confirmação de Alice.

–Vais sair, Bella? – O meu pai perguntou-me ao ouvir a minha conversa com Alice.

–Vamos só ao salão de jogos. Os irmãos de Alice também vão. Prometo não vir tarde.

–Eu confio em ti. Sei que tens juízo. E confio nos Cullen. As tuas notas da escola têm sido boas. Mereces.

Fui-me arranjar. Optei por umas calças jeans coladas ao corpo e uma camisa preta, também colada ao corpo. Para finalizar, uns sapatos pretos de salto. Começava a adorar os saltos. Na verdade a ideia de agradar a Edward era maior. Eu não podia deixar o meu namorado (?) olhar para outras.

Sai de casa e três carros esperavam-me. Entrei no de Edward.

–Porque é que vão três carros?

–Eu gosto de conduzir. A Alice quer ir com o namorado perfeito e o Emmet quer se embrulhar com a Rose, se der a oportunidade. Simples.

Sorri. A família Cullen era mesmo doida.

Chegámos e fomos ao bar pedir umas bebidas e fomos jogar bowling (n\a ou boliche, não sei como é dito no Brasil). Não era o meu forte. Aliás nunca tinha jogado. Disse-lhe que não queria jogar, mas Emmet agarrou-me bem por cima dos seus ombros e disse que não me largava enquanto não aceitasse. Assim que ele me colocou no chão dei uma espreitadela para Rose que sorria. Ela intimidava-me. Era linda. Como todos eles. Senti-me um pouco diferente, mas eu agora estava a usar roupas lindas e podia estar ao nível deles.

–Eu não sei mesmo usar isto… - tentei explicar.

Emmet ajudou-me e eu acabei por deitar todos os pinos ao chão. Bati palmas e dei pulinhos de contente. Olhei para eles que me olhavam chocados.

–Ups – coloquei as minhas mãos atrás das costas e sentei-me.

Eles riram e continuaram. Rose também mandou tudo abaixo e me olhou, como dizendo: Faz melhor, sua cabra!

Alice não acertava em nada e batia o pé amuada. Os rapazes deixavam uma ou quase nenhuma.

Na última ronda, eu e Rose estávamos empatadas. Eu fui primeiro e consegui à primeira, enquanto Rose só à segunda. Me olhou de cima a baixo e deu-me os parabéns. Emmet agarrou-me por cima dos seus ombros e gritou “parabéns”.

Edward abraçou-me e sussurrou um “Parabéns princesa” o que me fez ficar vermelha e quando olhei Rose estava a olhar para mim. Alice abraçou-me.

–Finalmente alguém à altura de Rose.

Voltei a calçar os meus sapatos e os rapazes foram jogar snooker. Ficámos sentadas perto a beber sumo.

–Tu e o Edward são ficantes? – Rose disparou.

–Claro que não! Que pergunta Rose. – Alice respondeu

Rose olhou para ela e depois para mim.

–Ainda não me respondes-te.

Olhei nos olhos dele e disse-lhe que não.

–Porquê? – continuou.

–Como porquê? Porque não gostamos um do outro. Somos só amigos. – disse-lhe sem me enervar, ela não tinha como saber.

–Vocês faziam um bom par.

–O quê? Achas? – Alice levantou um pouco a voz.

–Sim. Ele é todo mulherengo e agora anda todo sossegado. Tem respeito por ela.

–É claro que não. Ele só anda com a cabeça na faculdade.

–Eu e ele somos só amigos. – finalizei.

Ambas olharam para mim, mas eu olhava para os rapazes.

–---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Levantei-me sem grandes problemas. Tínhamos chegado razoavelmente cedo e durante o caminho de regresso eu perguntei ao Edward se existia a remota hipótese de a Rose saber sobre nós. Ele garantiu-me que não.

O meu pai fez questão de me levar à escola. Sorri falsamente. Eu gostava do meu pai, mas este era o tempo que eu queria e podia estar a sós com Edward. Não dava para namorar mas para conversar intimamente.

Quando cheguei Alice veio ter comigo a falar sobre um assunto de revistas. Eu só acenava.

Quando ela foi à casa de banho aproveitei e mandei uma mensagem um pouco perversa ao Edward. A verdade é que eu estava com muitas saudades dele. Já ia fazer quase três dias que não estávamos juntos. Que maníaca é que eu me tinha tornado! Felizmente a resposta dele fez-me sorrir e ficar molhada.

Infelizmente, segunda não foi o dia de estarmos juntos, o meu pai parecia que ficar o tempo todo comigo, e Alice o mesmo.

Felizmente quinta chegou.

Alice sentiu-se mal e foi levada à enfermaria. Ela só vomitava o almoço. Algo lhe tinha caído mal. Esperei cá fora, enquanto Jasper estava com ela lá dentro.

–Anda. – Edward puxou-me para um armário onde guardavam produtos de limpeza.

–Como tens a chave? – Perguntei chocada.

–Isso é realmente importante?

Beijou-me. Eu correspondi mas pensei em quantas raparigas ele já tinha levado para ali. Isso era importante? Um pouco.

Mas agora ele era meu. Não?

Quando a mão dele levantou-me uma perna, a mão dele apertou o meu rabo e a sua língua lambeu o meu pescoço, eu esqueci tudo. Felizmente, eu tinha levado vestido nesse dia.

Afastei-me um pouco, tirei as cuecas enquanto ele abria as calças e colocava o preservativo. Foi rápido, duro, preciso e muito bom. Voltei a morder o meu lábio para não gemer e a escola toda saber que Edward Cullen estava agora a foder-me.

Assim que me vim, as minhas pernas abanaram e ele agarrou-me com mais força, libertando-se.

Saímos rapidamente. Olhei em volta e ninguém pareceu nos ver. Chegámos mesmo a tempo. Deu só tempo de beber um pouco de água do chafariz e Alice saiu da enfermaria.

–Então? Como estás? – Perguntei.

–Melhor do que tu, Isabella. Esta semana já tinha reparado que os teus lábios estavam em ferida, mas pensei que fosse uma alergia, mas agora tenho certeza. Tens de parar de morder o lábio quando estás nervosa. No sábado foi por causa da briga e agora porque eu vomitei. Assim não pode ser, Bella.

Eu só sorri. Nervosismo? Claro!

–----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

–Não acredito que te vais embora? Estas férias não vão ser as mesmas sem ti! – Alice disse comovente ao me abraçar.

–Mas, Alice, nós nunca passámos férias juntas… - se o olhar matasse… eu já estava morta enterrada, pelo olhar de Alice – Oh, mas és tão querida!

–Alice, a Bella só vai durante duas semanas. Passa rápido! – Jasper interveio.

–E o que é que eu vou fazer durante este tempo? – Ela choramingou.

–Eu sei de algumas coisas… - Eles sorriram e Edward rugiu.

–Não quero ouvir mais. Vamos, Bella?

Acabámos as despedidas, e seguimos no seu carro para a minha casa.

–Vou ter saudades tuas. Muitas! - Ele disse-me assim que parou o carro.

–Eu também. Muitas!

Sorrimos e demos um selinho. Queria dizer-lhe para esperar por mim, mas acho que assim ia parecer muito chata.

Sai olhando para trás e dando-lhe um “tchauzinho”.

Entrei em casa e o meu pai aguardava-me sentado no sofá.

–Tens tudo pronto? – Perguntou-me triste.

–Sim. Pai, eu vou só durante duas semanas. Depois regresso.

–Espero que sim. Eu quero muito que sim.

Abracei-o quando a sua voz ficou fraca.

Ele levou-me até ao aeroporto.

–Alimenta-te bem. – Recomendei-lhe.

Eu tinha deixado tudo pronto para as próximas duas semanas, com uma lista do que ele deveria comer a cada refeição e com deixei algumas coisas prontas.

–Diverte-te!

Sorri-lhe. Mal sabia eu o que eu iria encontrar.

Notas finais do capítulo
Claudiasilva a autora
Primeiro um muito obrigado à Eliana, que foi quem sugeriu o nome do Brasil
A Bella vai encontrar surpresas agora. Vai aparecer o nosso Jake.
O que acham da traição da Kristen? Coitado do nosso Rob!
Comentem : )
temos 140 leitores e nada de comentários :(
MiSwan a beta
A sério que paras aqui, Cláudia? E depois falas que o Jake vai aparecer Mázinha! Não, sabes que a curiosidade é que faz com que toda a gente fique mais ansiosa pelo próximo
Sobre a traição, já ouvi muitas coisas, já li que era uma montagem e que a mulher que estava no carro com o suposto amante da Kris era a própria esposa dele Olha, uma complicação, mas sabemos que os media tratam de ampliar as coisas e ter sempre algo para publicar Digamos que fiquei com um pé atrás quanto à veracidade dessa notícia
Bjs




(Cap. 32) Capítulo 32- Edward

Notas do capítulo
mais 3000 palavras :)

– Eu não me atirei a ele, nem fiz nada. Foi só uma dança. Nem sei de onde ele apareceu. Podíamos aproveitar esta confusão e ficar juntos. Tenho tantas saudades.

Oh eu estava com tanta saudade. E Alice e Jasper estavam bem ocupados, não iriam nos topar. Puxei-a para o meu carro e levei-a para um local calmo onde eu sabia que eles não iriam aparecer. Não podia levá-la para minha casa. Não era romântico mas tinha que ser.

Bella não se importou e mais uma vez me surpreendeu ao ficar de quatro a chupar-me.

Eu é que, cada vez mais, estava de quatro por ela.

Capitulo 32 – Edward

–Sabes quem é que andou à luta? – perguntou-me enquanto nos vestíamos.

Mas isso era importante? Ri.

–Isso interessa?

O que importa é que nós tivemos o nosso momento, mas claro que ela já estáva preocupada com Alice. Bem eu iria mete-la em casa e Alice nunca saberia de nada. Plano perfeito. Eu sou um génio!

–Vais-me levar a casa? – o tom de voz assustou-me, ela parecia indignada.

Mas o que se passa com estas raparigas que não querem ir para casa? Eu ia levá-a.

–Não queres ir?

–Claro que não! O que é que vou fazer a esta hora para casa? Dormir? Ah ah!

Eu não sei o que fiz com a Bella que eu conheci, mas esta não era ela. Ou era numa versão mais sofistificada e independente. E eu até gostava. Mas precisava de ter cuidado ou ela iria deixar-me.

–Então o que queres fazer? – melhor perguntar, não sei mesmo o que ela quer…

–Não sei. Algo… Dançar!

Hum parece algo normal. Sorri.

–Queres, então, voltar? – hoje a noite era dela, bem que merecia.

–Sim e é melhor ligar para eles, adoro dançar com a tua irmã, quando ela não me tenta arranjar um namorado.

Não comentei. Sabia que se o fizesse ela iria ficar chateada e talvez começasse a fugir de todos os rapazes e assim levantaria as suspeitas da minha irmã, ou acharia que eu a estava a controlar demasiado e talvez iria ter com ela.

Melhor satisfazer os desejos da minha menina. Dirigi de volta à festa e assustei-me quando vi o carro da polícia. Nunca tinha acontecido. E reconheci de imediato o carro do pai dela. Será que tinha vindo à procura dela? Se sim, como é que eu ia explicar onde tivemos tanto tempo? Será que ele acreditava que tivemos a conversas?

A minha garganta secou enquanto iamos em direcção à casa. Foi impossivel não baixar a cabeça quando vi o Sr. Swan.

–Bella, fiquei preocupado quando fui chamado. Ainda bem que não estás metida nestas confusões.

–Eu levei-a logo embora, Sr. Swan. Ficámos na conversa e vínhamos agora para a festa. – disse logo, demontrando que não tinhamos nada a esconder.

–Fizeste bem, Edward, mas a festa acabou. – o meu sorriso aumentou ao saber que ele confiava em mim.

Ia dizer que eu a levava em segurança para casa quando Bella me interrompeu dizendo:

–Mas não vou agora para casa, ok pai?

O que? Como assim não iamos para casa? Ela disse “vou”, mas eu acho que ela queria dizer “vamos”. Mas onde raio ela queria ir?

–Sim, Bella, eu também vou demorar na delegacia com estes dois meninos. Partiram a casa toda e há aqui droga.

O quê? O pai dela estava descontraido? Tentei não parecer nervoso e assegurei-lhe que eu ia manter a filha dele em segurança. Já no carro Bella perguntou-me onde estava à minha irmã. Liquei para Jasper para saber.

–Sim Edward?

–Onde estão? A festa acabou. – respondi.

Ele informou Alice e esta tirou-lhe o telefone.

–Agora não podemos falar. – e desligou-me.

–Estamos por nossa conta.

Onde será que ela agora queria ir? Ficar no carro e repetir o que fizemos à bocado?

–Queres ir lá a casa?

O quê? Mas ela não tinha noção? Ainda por cima a dizer-me isto toda contente.

–Não achas arriscado? Não sabemos quanto tempo ele irá demorar.

–Que certinho. Então vamos para tua casa, eles estão lá mas não faz mal.

Bem sempre podiamos fazer alguma coisa e ela ficaria resguardada do frio. Quando eu abri-lhe a porta da sala de estudo é que reparei que ela não estava ao meu lado. Olhei para trás e ela estava com o ouvido colado na porta de Alice. Aproximei-me dele e ia-lha perguntar o que estava a fazer quando comecei a ouvir os gemidos da minha irmã. Paralizei. Como assim Jasper estav a COMER a minha irmã?

Claro que eu sabia que eles faziam… mas daí a ouvir!

Quis entrar e acabar com a brincadeira deles, mas bastou ver a Bella a ouvir de rabo empinado para perceber que ganhava mais se não interrompesse o que aqueles dois estavam a fazer. Travei a mandíbula e tentei tirar a Bella dalí. Dar-lhe juízo.

–Bella! Eu não posso ouvir isso! – controlei a minha voz.

–Se sabias o que eu ia ouvir, porque me seguis-te? – respondeu ao passar por mim, ao mesmo tempo em que encolhia os ombros.

Segui-a e fechei a porta, sentando-me depois num puff. Bella sentou-se a meu colo sorrindo, apesar de eu não saber o porquê.

–Não gosto quando amuas. – disse-me enquanto desapertava os botões da minha camisa. Não tive como segurar um singelo sorriso.

–Eu não estou amuado! – tentei manter a compustura.

–Claro que não. –ela gargalhou rebolando por cima de mim.

Não sou de ferro e eu gostava muito de sexo. Agarri a bunda dela e puxei-a para mim deixando-a perceber que estava a gostar. Porém não podia me desleichar. Se ela não se preocupava com as consequências, eu tinha de me preocupar pelos dois.

–E se ela aparecer?

–Não penses nisso agora.

Beijámos-nos e eu pensei nos gemidos que tinha ouvido da minha irmã dados pelo meu melhor amigo. Se eles podiam, porque é que eu tinha que passar a noite com os meus dedos sossegados?

Ultrapassei as cuecas molhadas dela e meti logo três dedos dentro da sua vagina. Ela estava bastante lubrificada e rebolava tentando não gemer. Eu percebo pela forma como ela se mexia, tentanto colocar mais de mim dentro dela, e pela forma como o mordia o lábio inferior enquanto tentava manter a respiração regular. Sem grande sucesso.

Sem me aperceber ela abriu-me as calças e passou a mão pelo meu pénis e começou a mastrubar-me. Eu estava necessitado. Precisava de mais.

–Bella! É melhor pararmos antes que…

De repente, senti a vagina dela a contrair e os olhos dela a rolarem. Sorri.

–O quê? – perguntou-me ofegante, enquanto uma gota de suor caia pelo seu rosto.

–Agora? Nada. – provei o seu sabor.

Senti ela a sair de cima de mim e colocou-se de quantro à minha frente a babar para o meu pau, antes de o meter todo dentro da boca. Imaginei se Alice entrasse naquele momento. Não iria gostar de ver a melhor amiga de quatro a chupar o irmão.

–Bella, pode aparecer alguém…

–Hum hum. – respondeu-me sem o tirar na boca.

Como eu já sabia, foi impossivel focar-me em preocupações. Esqueci tudo excepto nela e no meu pénis. Agarrei-lhe o cabelo e só parei quando ela tomou a minha porra, engolindo tudo sem repulsa. Isto fez-me amá-la mais por estarmos mais ligados. O pior que pode acontecer a um casal é não estar unido fisicamente. Pelo menos é o que eu acho, visto que este é o meu primeiro relacionamento afectivo.

Lancei-me sobre ela, abrançando-a, fazendo-nos ficar deitados no chão e beijei-a. Tinha a intenção que lhe fazer ver que o que ela tinha acabado de fazer, aliás, o que tinhamos acabado de fazer, era bom e eu queria que se repetisse.

–Eu sou mesmo gostoso – brinquei e ri-me, mas ela não me acompanhou.

–Vamos nos vestir, antes que alguém apareça.

Mas que merda? Como assim? Agora que eu estou bem duro e que a minha mente não pensa em mais nada do que entrar na vagina maravilhosa dela? O meu pénis a separar os seus lábios vaginais e bater bem no fundo dela, fazendo gemer e arranhar-me as costas. Talvez ela me deixe colocá-la de quatro, entrar nela enquanto aperto os seus peitos e ela rebola para mim. E que vontade de lhe dar uma palmada…

Acabei de fazer o que ela me mandou e olhei para ela que me perguntou o que tinha acontecido. Decidi ser sincero. Na verdade não decidi grande coisa porque nem pensei. Estava fulo de ela ter parado.

–Nada. Mas eu estou louco para estar dentro de ti.

–Hum e se for uma rapidinha?

Foi só o tempo de o meu cérebro processar a informação. Abri as minhas calças, desviei as cuecas dela para o lado e entrei dentro dela. Não via nada à frente, só sentia o prazer de me afundar cada vez mais na minha princesa. Senti ela a apertar e a ofergar e libertei-me dentro dela.

Deixei as nossas respirações aclmarem e beijei-a. Compusemos a roupa e ficámos sentados no sofá, e eu só a pensar do que ainda poderias fazer, a nível sexual.

–Queres ver um filme? – perguntou-me e eu sorri.

–Apetecia-me que fossemos para a minha cama.

–Pois, mas é melhor não.

Não custa tentar.

Acabámos por ver um filme romântico, comigo sentado no puff, não fossemos nós continuar.

………………………………………………………………………………………………………………………………………………….

–BELLA! EDWARD! ACORDEM JÁ!

A minha cabeça estoirou com a voz irritanta da minha irmã. Porque raio ela estava a gritar?

–Vai-te foder Alice e CALA-TE! Deixa-me dormir. – respondi. Eu não era bem educado de manhã.

–Mas estás a dormir no chão. Assim vais magoar as costas, e eu trouxe o pequeno-almoço.

Tentei mexer-me e o meu corpo todo doia. Lembrei-me da noite passada e descobri que tinha adormecido no sofá, porém metade de mim estava no chão. O meu dia iria ser horrível.

–Bella, podes arranjar-te. Jasper e Edward não querem ver as tuas partes privadas.

O quê?

–És tão irritante Alice. – defendi a minha menina e finalmente abri os olhos. Não havia melhor forma de começar o dia, se não do que a ver partes privadas de Bella. Mas ela estava toda vestida.

–Eu sei! –Alice respondeu-me e mostrei-lhe a língua. – Vá, agora venham comer.

Pelo menos isso ela tinha feito algo de bom. Sentei-me depois de Isabella e comemos preguiçosamente. Alice fez algumas questões sobre a festa, mas nada de preocupante.

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Nessa tarde fomos os quatro ao cinema. Eu aproveitei e afastei-me um pouco deles, inventando uma desculpa e fui até à farmácia e pedi a pílula do dia seguinte. Quando levei Isabella a casa entreguei-lha e pedi desculpa por me ter esquecido de utilizar o preservativo na noite passada.

O esconde-esconde com a Alice estava a dar cabo da mim. E eu que sempre fui cuidadoso. Talvez fosse por desejar tanto a Bella. Só sei que isto não se podia voltar a repetir.

–Eu, para a semana, já vou pedir para começar a tomar a pílula. Aqui tenho receio. O meu pai e Alice saberiam. – disse-me ela.

–Sem crise, querida.

Beijei-a antes dela sair.

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–Bem que cheiroso. – Alice elogiou-me. Estava a preparar-me para sair. Iríamos a uma festa em casa do amigo de Emmet. Bella também iria. – Vais buscá-la?

–Sim.

Seguimos os cinco para casa de Bella, em três carros, e ela entrou no meu.

–Vou para o Brasil. – ela disse-me assim que entrou.

Mas como? Ela não iria para a casamento da mãe? Ela iria se mudar? Como é que resultariamos com quilómetros de distância a separar-nos?

–Vais onde? Porquê? Quando?

–Calma. Vou de férias com o meu pai, em princípio durante uma semana, no verão.

Suspirei aliviado.

Entramos e Alice logo ma robou. Eu e os rapazes fomos beber enquanto elas as duas ficaram na conversa e a dançar e Rosalie circulava a conversar com todos.

Lili, uma que andou na turma do meu irmão e que eu por acaso já a fodi, aproximou-se de mim e beijou-me o rosto, enquanto sua mão roçava na parte superior das minhas pernas. Olhei por cima dela e Bella estava a olhar mas sem parecer ver.

Delicadamente disse que tinha que ir ao banheiro e infelizmente ela seguiu-me. Eu andava mesmo sem praticar? Claro que ela pensou que eu queria a foder. Antes de entrar segui para a outra ponta da casa, sem um rumo definido e quando olhei para trás para ver se ela ainda me seguia, ela olhou para mim e mordeu o lábio, desejosa.

Encontrei Rosalie e de novo sem pensar, pedi-lhe ajuda para me livrar da praga que me perseguia.

O mais estranho de eu estar a pedir ajuda à Rose foi ela me ajudar. Conversou com a tal Lili que apesar do aviso, passou a noite toda a me olhar e a roçar em mim quando, propositadamente, passava por mim.

Estáva a abrir a porta para a Bella entrar quando Emmet agarra o meu pau e diz alto e em bom som: de dieta imãozinho? Ah ah!

Respirei fundo e entrei. Bella não fez qualquer comentário. Melhor assim.

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No dia seguninte estava com a jogar com o meu irmão e Jasper, quanto apareceram as namoradas deles.

–Vamos sair? – Rose perguntou.

–Vamos. Tenho uma roupa que ainda não estriei. – obviamente, foi Alice que disse.

Como é possível?

–Porque não convidamos a Bella?

Tentei não sorrir, porque Rose sugeriu a olhar para mim. E eu a pensar que ela era uma loira burra.

Quando eles sumiram mandei mensagem à Bella que disse que iria e pediu-me para ser ela a dizer à Alice.

Desci para jantar e Alice disse logo que Bella também iria. Sentei-me como se não me importasse. Depois seguimos para a casa da minha princesa. De novo, os três carros.

–Porque é que vão três carros?

Não tive como me lembrar da cena antes de sairmos de casa. Nós os tres gostávamos de conduzir e nenhum queria ir em modo de passageiro.

–Eu gosto de conduzir. A Alice quer ir com o namorado perfeito e o Emmet quer se embrulhar com a Rose, se der a oportunidade. Simples.

A noite correu lindamente. Ainda para mais, Bella ganhou a Rose. Mas o que deu ainda mais piada é que era a primeira vez que Bella jogava.

Emmet também não gostou pois já sabia que nessa noite não se iria divertir.

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No dia seguinte Bella veio como uma conversa muito estranha sobre Rose saber de nós. Garanti-lhe que não mas fiquei a pensar nisso, e como iria ter saudades dela durante duas semanas. Era melhor descansar a mão.

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Três dias sem ela!!! Três! E ela iria se embora e depis seriam mais duas semanas. A minha mão já tinha começado a funcionar. Coidado de mim. Até pensei comprar uma boneca insunflável ou assim. Que mal eu estou.

E Alice que não a largava. Eu iria ficar assado.

Estava no campo de jogos quando recebi uma mensagem dela.

De Bella

Tenho saudades tuas… de te sentir. Quem me dera agora que estivesses dentro de mim. Achas bem os pensamentos que fazes ter na escola. Amo-te

Sorri.

–Bella? – perguntou-me Jasper.

–Claro. Mais ninguém me faz rir assim.

–Fico contente por ti. Quando estás a pensar contar?

–Ainda não sei.

–Edward…

–Eu sei Jasper. Eu sei.

Para Bella

Só tu para me colocares duro a esta hora. Anseio pelo teu toque. Amo-te muito minha princesa.

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Na quinta continuava tudo na mesma. Eu sem Bella. E eu só pensava nas duas semanas difíceis que me esperavam. Felizmente, Alice sentiu-se mal, sendo que assim deixou-me sozinho com a Bella. E eu não poderia desperdiçar esta oportunidade.

Levei-a para um armário onde guardavam produtos de limpeza. Ninguém poderia aparecer porque era fechado à chave. Eu consegui-a quando fodi lá com a filha da empregada da limpeza.

Ao início, Bella mostrou algum desconforto e até choque ao saber que eu tinha a chave, mas passou assim que a beijei. Levantei-lhe uma perna e apertei-lhe o rabo. Desta vez não me tinha esquecido do preservativo. Ela portou-se muito bem, gemendo baixo e eu tive que contair todos os músculos para não ser eu a estragar tudo. Ela nunca me iria perdoar se eu fissesse, mesmo sem querer, que a escola soubesse toda que eu estava aqui a fode-la. Pior do que a escola era Alice.

Como eu já sabia, Alice não tinha nada de grave, mas obviamenete que teve todos os cuidados. Mesmo assim não foi muito chata, como costuma ser.

No dia seguinte já lhe tinha passado, pois era a despedida de Bella. Despedida não. Ela iria voltar.

Alice apertou-a e até chorou. Não sei porque tanta cisma. Eram só duas semanas. Ela iria voltar.

Levei-a até casa.

–Vou ter saudades tuas. Muitas! – disse-lhe.

–Eu também. Muitas!

Sorrimos e demos um selinho. Queria lhe dizer mais. Talvez para ela não me esquecer. Implorar-lhe para não se meter com outros. Que eu iria ficar aqui que nem um cachorrinho à espera dela. Mas eu confiava nela e ela sabia o quanto eu a amava. Iriam ser só duas semanas. Não é o suficiente para a perder.

Ela olhou para tráz e deu-me um “tchauzinho”.

O meu coração apertou. Abanei a cabeça. Para que isto tudo? Estes sentimentos todos?

Eram só duas semanas. Ela iria voltar!

Notas finais do capítulo
Claudiasilva a autora
Olá minhas lindas.
Eu disse que o Jacob vai aparecer mas não disse que eles iriam ter algo. Ele é o filho do padrasto. Acho que muitas vão ficar suprendidas com o que vem aí. Apostas?
Eu não posto à duas semanas porque fui de ferias 12 dias e só agora é que pude escrever. Também já comecei a continuação da one o meu vizinho da frente. Quem é que ainda não leu?
Ah ah
Bem minha gente mais linda ate para a semana.
Seja bem-vinda ELISANGELA SALVATORE
RECOMENDEM
MiSwan a Beta
Olá, gente bonita!
Hm o Edward já sente antes de algo acontecer, sentimento forte o destes dois Aí a menina Cláudia manda a bomba de que o Jacob vai aparecer e anda aí a rondar a ver se alguma de nós descobre algo Aposto que o Edward vai ter ciúmes e até pode ser que o Jake queira mais alguma coisa com a Bella do que apenas a amizade, mas não me importava nada de ler mentes e saber o que sabes, nêh, Cláudia?
Bem, digam o que acharam, mandem palpites e apareçam no próximo episódio de Pecado Proibído!
´`-´`




(Cap. 33) Capítulo 33 - Bella

Capitulo 33- Bella

O caminho foi um bocado cansativo. Estava ansiosa pelo que me esperava. Apesar de tudo, tinha muitas saudades da minha mãe. Eu amava-a muito.

Mas não foi ela que me foi buscar ao aeroporto. Em vez disso um pinguim humano com um placar com o meu nome, disse que me levava. Abriu-me a porta de um luxuoso carro. Sorri timidamente e lá entrei, depois de ter conversado com a minha mãe por telefone.

Não tive como não abrir a boca quando o carro entrou na luxuosa mansão branca. Desde que passamos o portão principal até à entrada efetiva da porta da casa, foi um longo caminho de carro. O jardim era lindo e existia uma fonte com uma sereia. O motorista abriu-me a porta do carro e uma empregada abriu-me a porta principal. Sorri-lhes envergonhada.

A senhora pediu-me para a seguir fazendo, depois, uma ligeira vénia com o braço. Subi uma enorme escadaria encontrando a minha mãe numa das salas do andar de cima, afoita com os preparativos do casamento.

–Isabella, querida, estás mais… mulher. – nada de “como correu a viagem?” ou “ que saudades” – A minha filha não é bonita? – perguntou às senhoras que estavam na sala.

Umas andavam com agendas ou blocos de notas e outras com tecidos.

–Olá mãe. Fiz boa viagem, como estás?

O olhar que ela me deu, fez-me perceber que não a devia ter confrontado e que teria sérios problemas.

Eu estava diferente mas não sei se tinha coragem de a enfrentar, até porque, ao ver o seu olhar, a minha cabeça abaixou e eu fitei o chão. Tentei dizer-me a mim própria que esta ação era devido a não querer estragar o tempo que tinha com ela enquanto estiver aqui, mas no fundo sabia que nunca teria coragem para a enfrentar.

–Tens ali o teu vestido para experimentar.

Fiz o que ela me mandou e depois mandou-me embora para conhecer a casa. Fui ate ao jardim do lado de trás e deparei-me com uma grande piscina com jacúzi à parte. Sinceramente não liguei muito. A minha mente estava uma confusão.

–Idiota! – chamei-me a mim própria.

Eu tinha tudo o que uma rapariga da minha idade podia crer, não tinha problemas financeiros, era boa aluna, tinha saúde e um fantástico namorado.

Mandei-lhe uma mensagem a dizer que estava bem e que já tinha saudades. Muitas.

Segui pelo caminho e encontrei uns baloiços. Sentei-me e fiquei a olhar para o céu. Estava a escurecer e o céu adquiria agora uns tons avermelhadas. Acalmei-me.

–Menina, a sua mãe pede-lhe para que se prepare para o jantar.

Assustei-me quando ouvi a voz de outra empregada nas minhas costas. Ela pediu-me desculpas e foi-se embora, nem me dando tempo para lhe agradecer.

Eu sabia o que é que a minha mãe tinha dito com “preparar-me”. Suspirei e depois sorri. Eu estava melhor na parte de me preparar. Com Alice comecei a melhorar e a ficar mais chique.

Subi a escadaria principal com suavidade como se fosse uma princesa e entrei no meu quarto.

Não tenho palavras para explicar o que eu presenciei. À minha frente estava um pénis enorme e lindo. A minha boca abriu e acho que babei.

–Importas-te? – a voz era grossa, tal e qual como o seu membro.

Os meus olhos deixarem o monumento e começaram a subir por uns peitorais bem tonificados parando numa carinha de lobo mau.

–Não sei quem és. Mas queres disto? – ele disse-me enquanto agarrava o seu membro que se animava. Eu deveria fugir, mas fiquei ali parada enquanto ele se masturbava. – Queres me ajudar?

Só quando ele se aproximou é que eu consegui reagir. Dei-lhe um valente murro, tal e qual como o meu pai me ensinou e sai dali. Ia a descer as escadas quando ele agarrou-me o braço. Gritei e uma empregada apareceu nesse momento com a minha mãe. Ele só me largou quando eu viu algo atrás de mim. Olhei para trás e vi o meu padrasto.

–O que se passa aqui? – Bill perguntou.

Eu não tinha palavras e tremia.

–Esta maluca entrou no meu quarto e bateu-me.

–Isabella! – a minha mãe gritou.

Olhei para quem eu agora pensava que era Jacob e vi os seus olhos ficarem ainda mais furiosos. Ia pedir-lhe desculpa mas ele simplesmente virou-me as costas e regressou ao seu quarto.

–Eu… - comecei a dizer quando os meus olhos começaram a formar lágrimas.

–Vai já para o eu quarto! Que vergonha!– a minha mãe mãe disse-me furiosa. Bill foi para o seu lado e abraçou-a. – Ainda estás aí?

–Eu não sei onde ele é. – agora sim, as lágrimas caiam.

–Calma. Também não é o fim do mundo. Estas coisas acontecem. Amanda, mostre o quarto à Bella.

Segui a empregada sem dizer nada. Simplesmente abaixei a cabeça e pensei que estas coisas só acontecem a mim.

Escolhi um dos meus melhores vestidos. Era azul rodado, bem comportado com uns sapatos de alto pretos. Fiz uma maquilhagem leve e desci.

Já estavam lá todos. Sentei-me sem olhar para Jacob.

–Antes de começarmos a jantar, acho que é necessário fazer as devidas apresentações. – o meu padrasto, ou futuro padrasto, começou. – Jake, está é a Isabella. Isabella, este é o Jacob. Espero que o mal entendido de hoje seja ultrapassado e que vocês fiquem amigos.

–Não exageres! – Jacob avisou o pai, ainda mal humorado.

–Eu lamento imenso, Jacob. Eu não volto a enganar-me no quarto.

Ele olhou para mim e se o olhar matasse eu já estava morta e enterrada. Do lado esquerdo do seu rosto estava uma mancha negra, devido ao meu soco. O meu pai tinha-me ensinado bem.

–Eu também lamento por te ter batido, mas entrei em pânico.

–Jake! –Bill avisou.

–Deixa-o, Amor. Ele tem razão. A Isabella não devia ter feito o que fez. Foi muito inapropriado. Quando vivia comigo não era assim. Estes tempos com o pai fizeram-lhe isto. É só preciso um tempo para ela se acostumar.

Não tive coragem de discutir. O tempo com o meu pai foi um máximo.

–Claro querida. –Bill concordou enamorado.

–E eu a pensar que era de família. Gostar de se meter nos quartos dos homens.

Olhei para Jacob a tentar perceber o que é que ele queria dizer com isso, mas a voz de Bill a dizer para ele ser bem educado, fez-me perceber que algo não ia bem nesta casa.

O jantar continuou sem mais discussões, depois de Jacob, com cara de contrariado, aceitou as minhas desculpas. Depois da sobremesa fui para o meu quarto e liguei ao meu pai. Já tinha tantas saudades.




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–Mãe, eu assim não consigo respirar. – tentei explicar à minha mãe, na tarde do dia seguinte, mas ela não me deu ouvidos.

–Que disparate. Estás linda. A menina não tem barriga, esta roupa fica-lhe bem e mostra que tem bom corpo.

Depois de ser liberada retornei ao meu quarto. Ainda não tinha visto de novo Jacob e ainda bem que ele não tinha aparecido às refeições. Liguei para Ângela e combinei um cinema com ela para o dia seguinte. Tinha tantas saudades. E falando em saudades, lembrei-me de Edward. Liguei-lhe. Só esperava que ele não pensasse que eu era chata.




………………………………………………………………………………………………………………………………............


–Combinei sair amanhã com a Ângela. Vamos ao cinema de tarde. – comuniquei à minha mãe ao jantar.

–Como assim com Ângela?

–Tu conheces a Ângela. – não percebi a pergunta dela.

–Mas porque vais sair com ela? Devias era tentar te dar com o Jacob e os seus amigos. Eles sim, são pessoas decentes.

Olhei em volta. Jacob também não tinha aparecido no jantar. Como ela quer ia que eu me desse com ele? Ainda por cima ele parece me odiar, ok, odiar era um termo muito forte, mas definitivamente não gostava de mim.

–Eu não conheço o Jacob, e tenho saudades da minha amiga.

–Deixa-a ir, querida. Ela teve muito tempo longe. Isabella, o motorista está à tua disposição. – Bill ajudou-me.

–Obrigada.

Eu sabia que a minha mãe não gostava de ser contrariada, mas ela manteve a pose e apenas sorriu.

No dia seguinte quando desci para tomar o pequeno-almoço, só encontrei Jacob à mesa.

–Bom dia. – cumprimentei. – Sabes da minha mãe? – Perguntei quando coloquei o guardanapo em cima das minhas calças.

–Deve estar a garantir que o meu pai não desiste.

–Como?

Ele só sorriu ironicamente e eu senti-me estúpida.

Ele acabou de comer e levantou-se quando os nossos pais chegaram.

–Já vai? – a minha mãe perguntou-llhe. – Devia levar a Isabella.

–O único sítio que quero levar a sua filha, já tentei e ela deu-me um estalo. Com licença. Não quero ver mais esta palhaçada.

–Jake! Eu já disse que não quero faltas de respeito… - Bill ainda começou por dizer mas o seu filho já estava longe para o ouvir. – Isabella, desculpa por isto. Eu não sei onde errei com ele.

–Querido, a culpa não é tua. Deste-lhe mimos demais porque ele não teve mãe. Coitadinho.

–Desculpem. Eu vou-me preparar porque combinei almoçar também com a Ângela, ok mãe?

–Sim, filhinha. Vai e diverte-te.

Eu juro que tentei sorrir mas não consegui. Na verdade não tinha nada combinado com a Ângela, precisava era sair dali, pelo menos para pensar.

Arranjei-me um pouco, eu agora simplesmente não consigo sair sem me maquilhar um pouco e olhar para o espelho. Quando ia a sair a minha mãe olhou-me de alto a baixo.

–Vais mesmo te encontrar com a reles da tua amiguinha?

–Não fales assim dela! Mas vou sim. Porquê? – Respondi-lhe contrariada.

–Hum, nada não. Só acho que estás diferente, e não sei se isso é bom.

–Diferente?!

Ela puxou-me pelo braço para um canto. Até me doeu.

–Fizeste tudo o que eu te disse não fizeste? Continuas pura?

–Mãe!

–Não me digas que fizeste essa burrada! O que vai ser de ti agora! – ela apertou-me ainda mais o braço.

–Estás a aleijar-me. Eu não estive com ninguém.

Assim que ela me largou, sai dali disparada. O meu coração ainda batia forte quando me sentei numa esplanada do centro comercial e fitava o horizonte. A parte da restauração ficava no último andar e continha uma parte ao ar livre, de onde se podia ver a paisagem ao redor.

A comida estava intacta à minha frente quando ele se sentou.

–O que fazes aqui? - Perguntei.

Ele tomou do meu sumo sem me pedir. Que mal educado.

–O centro comercial é público.

–Eu pergunto na minha mesa.

–Oh que pena! Desistes-te de tentar me dar a volta?

–Estás doido? Dar-te a volta?

Que ele tenha um corpo mesmo bom é verdade, mas a cabeça estraga tudo. Nunca na vida eu andaria trás de alguém tão estúpido e irritante como Jacob.

–Minha linda, eu já percebi qual é o teu esquema e o da tua mãe. A mim não me enganam. E o meu pai vai perceber antes do casamento que putas que vocês são.

Levantou-se sem eu lhe conseguir responder. Que abusado!

Até certo ponto, eu percebia a dele. Era bastante óbvio que a minha mãe estava interessada no dinheiro do Bill, mas no fundo eu também achava que ela gostasse dele. Se estão ambos felizes, porquê estragar?

Alice ligou-me a perguntar como eu estava. Parecia que estava a adivinhar. Bem que a chamávamos de fadinha. Acho que consegui disfarçar. Depois de desligar fui fazer o que Alice mais gostava: compras. Realmente, o facto de ver as roupas e pensar o que Edward acharia delas, e como podia combiná-las com o que tinha, fez a minha mente descansar dos problemas.

Ângela chegou uma hora depois. Abracei-a, mesmo cheia de compras.

–Tinha tantas saudades tuas – dissemos em uníssono.

–Como estás? – Perguntei-lhe enquanto nos sentávamos na explanada.

–Bem, mesmo muito bem. Tens de conhecer o Ben. Ele é lindo e super querido.

–Tens de conhecer o Edward também. Ele é tão especial e trata-me mesmo bem.

–Já contas-te à tua amiga?

–Ainda não tive coragem. Sinto-me mal por isso.

–Deve ser tão excitante.

–Excitante? – Estranhei.

–Sim. Um amor proibido. É como se tivesses em pecado. Pecado proibido.

Rimos.

–Hum… visto por esse prisma, acho que tens razão. Mas eu quero-te perguntar algo.

–Diz.

–Tomas a pílula?

–Claro, tu não?

–Não. Lá toda a gente conhece toda a gente, então não tive coragem de ir ao médico. Estava a pensar ir lá enquanto estou aqui.

–Eu posso ir contigo.

–Oh obrigada, Âng.

Era tão bom estar com ela de novo.




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No dia seguinte saí do banho enrolada na toalha quando vejo o Sr. Imbecil deitado descontraidamente na minha cama.

–O que fazes aqui? – Se ele não tinha uma boa opinião sobre mim, eu nem sequer tentaria ser simpática para ele.

–Calminha minha linda. Só vim ver as vistas – só me apetecia bater naquele sorriso debochado.

–Importas-te de sair?

–Por acaso, importo-me. Esta casa é minha.

Agarrei na roupa que já tinha escolhido e tranquei-me na casa de banho, para o caso dele tentar entrar.

Quando saí, e devo acrescentar linda e maravilhosa, ele ainda lá estava, mas desta vez sem camisa. O seu peitoral era mesmo definido, ainda para mais naquela posição: mãos atrás das cabeça, o que fazia os músculos dos braços ainda mais definidos.

Só olhei uma fracção de segundos. Esperava eu.

–Ainda estás aqui? – Irritei-me.

–Porquê que eu deveria não estar? Como eu te disse: esta casa é minha.

–Então fica aqui.

Sai e fui tomar o pequeno almoço. Que irritante que ele era. Pouco depois ele apareceu ainda com um sorriso nos lábios, depois saiu e não o vi mais nesse dia. Dormi com a porta trancada.




–---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


Dois dias depois, eu e Ângela fomos ao médico. Era uma senhora e foi muito simpática comigo e explicou-me tudo. Fomos até à farmácia comprar a pílula e agora era só esperar até me aparecer o período.

Fomos almoçar juntas.

–Devíamos sair hoje. Vai haver uma festa na casa de um amigo de Ben.

–Âng, a minha mãe não me deve deixar ir.

–Mas tenta. Por favor. Ia ser tão divertido.

–Eu sei que sim. Sabes que eu lá costumo sair? Por isso é que eu gosto de estar lá. E o meu pai é muito mais simpático. É claro que pergunta com quem vou e para onde vou, mas não se opõe e ainda diz-me para me divertir.

–És mesmo feliz lá?

–Sim. Muito mesmo – emocionei-me.

–Estás diferente...

–Tu também? A minha mãe diz-me o mesmo, mas não percebo porquê!

–Estás mais confiante, e não é só a falar, também é na postura. Gosto disso.

–Ver a diferença de cá para lá fez-me isto.



–-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


–Mãe por favor! – Implorei assim que cheguei a casa.

–Isabella! Como me podes estar a pedir isso? Ainda por cima com aquela que não tem onde cair morta. Jamais!

Ela metia-me uma raiva! Mas quando falou de Âng daquela forma foi a gota de água.

–Não queres que eu me comporte bem? Que não faça escândalos?

–Isso é uma ameaça, Isabella? – A sua postura era rígida e séria, mas eu mantive-me confiante.

–Se queres que eu faça algo, porque é que eu não hei-de receber algo? – Não levantei o meu tom de voz, nem fui insolente.

Ela deu-me um sorriso que me fez arrepiar. Nos seus olhos eu podia ver o mal.

–Afinal fez-te bem este tempo com o teu pai. Muito bem, Isabella. Estás mais parecida com a mãe. Podes ir – virou-me as costas e saiu.

Mas parecida com a mãe?

Não, mesmo um grande "NÃO".

Fui para o meu quarto e voltei a trancar a porta. Eu andava com medo do Jacob. Ele parecia um tarado e era melhor não arriscar.

Às 10 horas eu estava pronta: uma maquilhagem forte, uma mini saia preta subida, uma camisola branca por dentro da saia e uns saltos de alto pretos muito altos. Dei uma olhada ao espelho. Estava mesmo gira (à parte da Beta - gira é o mesmo que bonita, sexy...Usamos muito este termo).

Ia a caminha pelo jardim em direção ao carro quando alguém me agarrou. Tentei gritar mas tapou-me a boca e empurrou-me contra uma árvore.

–Diz-me, é a tua mãe que não te deixa dar para mim? É que eu me portaria melhor se tivesse alguma recompensa – e prensou-me ainda mais contra a árvore.

Comecei a soluçar de medo. Ele era louco.

Jacob largou-me e esperou até eu olhar para ele, ainda horrorizada.

–Não te preocupes, linda, eu não te farei nada, mas lembra-te que por quereres muito podes magoar-te a sério.

E deixou-me ali.





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Cheguei à festa ainda a tremer. Não sabia se devia ou não de contar à minha mãe. Como ela iria reagir? Eu também iria me embora daqui a uns dias. Valia apena criar um escândalo e quase atrasar de novo o casamento?

O casamento!

É isso!

Que estúpida! Eu ia caindo. Mas nem em sonhos eu contaria. Era só me afastar dele. Simples.

Animei-me logo. Bem era muito simpático. Dancei com Ângela. Nunca tínhamos estado assim juntas.

Quando começou a tocar uma balada, ela agarrou-se ao namorado e eu fui até à casa de banho retocar a maquilhagem. A Alice tinha mesmo me dado a volta. Assim que entrei, fui empurrada lá para dentro, e qual não é o meu espanto quando é Jacob que nos trancou lá dentro.

–Tu andas a seguir-me? – Perguntei horrorizada.

–Eu é que te ando a seguir? Confessa foi a tua mãe que te mandou para aqui para me tentares conquistares?

– Não vale apena tentares me assustar. Assim não vais acabar com o casamento. Desiste.

–Ah Ah! Por mim eles já se podem casar. A tua mãe não vai receber nada. Só o que conseguir que ele passe para ela, mas eu estou atento. Agora se a tua mãe quer que me distraias do casamento… vamos a isso – ele agarrou-me a cintura e eu comecei a gritar e debater-me.

–Larga-me seu doente. SOCORRO!

Ele abriu a porta e saiu sem dizer nada. Nem tentou fazer nada, era só para me assustar e voltou a conseguir.

Ele era mesmo doido.

Notas finais do capítulo
ClaudiaSilva a autora
Olá gente mais boa
Desculpem o atraso mas foi por uma boa causa. Tive uma semana sem pc a ajudar uma pessoa que precisava.
Eu vou manter a história original da fic, o que eu tinha pensado no inicio. Então não me matem. O que acham do Jacob?
Ainda não tive tempo para continuar o bónus da one : O Meu Vizinho da frente ainda só vou nas 500 palavras
Vejam as minha one´s e já agora recomendem : )
Beijos grandes
MiSwan a beta
Minha nossa Senhora? Quem é este espécime humano que responde pelo nome de Jacob?! Jesus! Cláudia, eu só te mato se deixares muito suspense no ar! Agora quero mais detalhes, vá, começa a contar!
Gente, o que acham do Jacob? E da mãezinha querida da Bella? Por isto é que ela não aparecia antes....
mulherzinha mal educada! Cá para mim, essa aí quer dar o golpe do baú! Ainda vou andar a formar a minha opinião sobre o Jacob, mas a Renné leva nota negativa!
Vejam mesmo as ones da Cláudia, eu passei por lá e adorei!
Beijos e até ao próximo capítulo!




(Cap. 34) Capítulo 34 Edward

Capitulo 34- Edward

O que se faz quando a nossa namorada viaja? Ginásio. Sim. Ginásio para gastar energias. Jasper acompanhou-me.

–Hoje estas imparável. – Disse o meu amigo que estava sentado num banco à minha frente, completamente a transpirar e a bufar, enquanto eu continuava na passadeira a um bom ritmo.

Não respondi para não perder o ritmo e por isso encolhi só os ombros.

Estive no ginásio três horas, até que acabei por ficar com fome e farto de ouvir as reclamações de Jasper. Depois de um banho fomos ao bar do próprio ginásio.

–Como estás? – Perguntou-me.

–Bem. Ainda nem passaram 24 horas. Mas ela vai voltar... Pior vai ser quando eu for para a faculdade.

–Como eu te percebo. A Alice não se cala com esse assunto. Por isso é que anda toda amorosa. E vai ficar longe do namorado, do irmão e talvez da melhor amiga. Só espero que ela não fique a saber de vocês os dois.

–Não achas que ela já tem idade para perceber que não se escolhe quem se ama? – Irritei-me.

–A irmã também é tua. O que achas?

Suspirei derrotado.

–Estou farto de me esconder. Não estou a fazer nada de errado. Um dia passo-me.

–E se a Bella ficar? Já pensas-te nisso? Iria ficar sem amiga. A Alice nunca nos vai perdoar. O melhor é esperares... Ouve-me. Tu vais embora, se depois ainda gostarem um do outro, contam.

–Achas?

–A faculdade é outra coisa. E vocês são novos. Podem não durar.

–Achas?

–Edward, eu conheço-te! Vou admirar-me se estiveres estas duas semanas sem sexo, quanto mais meses. E ela a mesma coisa. É nova, está bem aqui e vai a festas com Alice.

O facto de o meu melhor amigo não acreditar que eu fique com Bella deixa-me sem esperanças. Mas até que eu e ela nos separemos, vale mais aproveitar.

–Isso significa que vais terminar com a minha irmã? – Eu podia estar apaixonado, mas não fiquei burro.

–Não. Quer dizer, não sei... Eu amo-a, mas não te posso prometer que é para sempre. Eu não sei nada do meu futuro. Faculdade e trabalho são algo muito importantes. Se eu e a tua irmã acabarmos, seja por causa da faculdade ou outra coisa, deixas de ser meu amigo?

–Se tu a tratas mal, já sabes. De resto, não me meto.

A conversa ficou por ali até porque se estava a tornar muito lamechas.

……………………………………………………………………………………………………………………………………..........

–Uau mano, estás bem cheiroso. Hoje ninguém te escapa! - Alice elogiou-me quando íamos a sair para uma discoteca em Seatle.

Desta vez iria no carro sozinho. Senti a falta dela ali, ao meu lado, ora sorrindo, ora corando. Pela primeira vez, Jasper e Emment iam à minha frente com os seus carros. Não me importei. Eu só queria a bela perna ao meu lado para colocar a minha mão enquanto acelerava. Se não a tinha, eles que chegassem primeiro.

Mas o que eu estou para aqui a pensar?

Acelerei sem pensar muito e ultrapassei-os. Uma das coisas que eu mais gostava era de conduzir e de velocidade. Cheguei uns 10 minutos antes deles. Sorria que nem um garotinho mimado.

–Com pressa? És sempre assim? Por isso é que elas já não andam à tua volta recentemente. – A minha bela cunhada picou.

–Queres tirar as dúvidas? – Respondi bebendo a minha cerveja.

Tínhamos ido a um bar antes, descontrair um pouco.

–Hei! Não te estiques! – Emmet avisou-me.

–Foi ela que começou.

Na mesa ao nosso lado estavam sentadas umas cinco raparigas que eu reparei por estarem aos risinhos e a olharem para mim. Avaliei-as e pisquei para a mais gira. Não ia trair a Bella, só não quero segurar vela dos casalinhos.

Seguimos para a discoteca que já estava animada. Pedimos umas bebidas, desta vez sem álcool, e eles os quatro foram dançar, antes disso Emmet colocou o braço por cima dos meus ombros e gritou-me devido à música elevada:

–Acho que tens companhia. Assim é que é mano.

Olhei e eram as tais raparigas do bar. Sorri para elas e a que eu pisquei veio ter comigo e fomos dançar. Felizmente não eram músicas para dançar pegados. Não sei quanto tempo passou, mas ela tentou enlaçar o meu pescoço. Não deixei, agarrando delicadamente os seus braços e pondo-os para baixo. Sem saber o que dizer ou fazer, virei-lhe as costas e fui até ao bar. Ela seguiu-me e enquanto eu pedia um sumo, ela abraçou-me por trás. Agora como eu me livro dela?

Eu já tinha despachado várias raparigas, mas sempre depois de as deixar satisfeitas. Pensei em dizer que ia à casa de banho mas ela era capaz de me seguir, pensando que quisesse a fode-la. Poderia dizer, também, que tinha namorada, mas o mundo é muito pequeno e ela poderia conhecer Alice, ou pior, a minha princesa.

Eu meti-me com ela para Alice ver, mas o pior é que se ela contasse a Bella, o meu ponto de vista podia não bastar para me manter inocente.

–Hei, não vês que ele não está interessado? – Rose apareceu não sei bem de onde.

–E quem és tu para me dizer isso? – A rapariga, que eu não sabia o nome, respondeu, sem me largar.

–Aquela que te vai à boca se não largares o que é meu.

O quê?

–O “teu” gostou muito de dançar comigo. – A tal rapariga largou-me e colocou as mãos na cintura.

–Pirralha, deixa-o ou levas! – Rose avisou.

–Vá, vai-te embora. – Disse eu à rapariga.

Ela olhou para mim de boca aberta e mesmo com a pouca luz eu reparei que a cara dela se tornou vermelha de raiva. Fechou a boca rigidamente e foi-se embora.

–O Emmet? – Virei-me para o bar, não a querendo confrontar.

–Banheiro. Achas bem?

–Do que estás a falar? – Olhei para ela.

–Depois falamos…

Alice e Jasper juntaram-se a nós.

–Isto está horrível. Podemos ir embora? – Alice pediu-nos com um beicinho.

–Por mim, sim. – Disse-lhes enquanto encolhia os ombros.

Ninguém se opôs e fomos para casa. Eles foram para os quartos e eu fui para a sala de estudo. Lá tudo me fazia lembrar dela. As explicações, os beijos escondidos, os apalpanços clandestinos…

Agarrei no telemóvel para lhe mandar uma mensagem, mas quando vi as horas desisti. Era 4 da manhã, ela deveria estar a dormir. Fiquei sentado no puf, às escuras, a ver o relógio a andar. Quando tocam as 5 horas, a porta abriu-se e eu assustei-me.

–Credo! Quere matar-me de susto? – Perguntei a Rose.

–Não, quero matar-te por outros motivos.

–O que é estás aqui a fazer?

Ela deixou a luz apagada e sentou-se numa cadeira.

–Eu pensava que tu e a Bella tinham algo ou que poderiam ter, caso ainda não tenham. Com estas atitudes vais perde-la. E ela está tão apaixonada. Eu gosto dela.

–O quê?!

–Edward, eu sei que embirro muito contigo, porque não gosto que faças desta casa um bordel com o meu namorado cá. Agora andas calmo e quando olhas para ela… Eu nunca te vi a ter uma conversa decente com o sexo feminino, mas com ela…

–Achas que ela se vai passar se souber? Eu não sei se a Alice viu.

Eu não devia ter-me descaído, mas a verdade é que precisavas de desabafar.

–O que fizeste ao certo com a rapariga? Eu só te vi a dançar.

–E foi isso que fiz! Só dancei. E bem afastado.

–Então. Ela não te pode condenar, calma. Vocês ainda nem namoram. Mas não andes com muitas porque ela assim não nota que estás diferente.

–Nós já namorámos.

–O QUÊ? – Ela levantou-se. – Como assim? E a Alice? Eu soube que ela te pediu para não estares com Bella.

–E pediu à Bella também. Mas aconteceu. Não foi de prepósito. Eu amo-a mesmo muito.

–AMAS?

–Importas-te de falar baixo, e senta-te! – Esperei até ela fazer o que ordenei e continuei a falar – Eu não sei se devo contar. Falei com o Jasper e ele aconselhou-me…

–Espera! O Jasper sabe?

–Sim e ele…

–Uau. Só mesmo tu para teres uma história de amor quando te apaixonasses. E eu a pensar que estavas a tentar falar com ela sobre sentimentos. Que burra que sou! Já estás muito mais longe.

–Como eu estava a tentar dizer-te, o Jasper acha que eu não devo contar à Alice e tentar ver se depois de ir para a faculdade, resulta entre mim e a Bella...

–E o que achas?

–Que Alice vai se passar quando souber e que a Bella é capaz de acabar tudo comigo.

–Eu também acho melhor esperares.

–Também tu? Estava com esperança que me fosses dar na cabeça, e me obrigar a contar tudo.

–Eu gosto da tua irmã. Na verdade gosto da família toda e vocês são unidos. E bem, ela está muito chateada com aquela conversa de comeres todas as amigas dela. É bem capaz de fazer a cabeça da amiga, não que eu ache a Bella burra ou que ela pense pela cabeça dos outros, mas elas são muito amigas e unidas. Pelo menos foi o que me constatou.

–E agora? Achas que ela me viu com a outra?

–Não sei. Mas é provável. Eu acho que devias contar à Bella.

–Contar? Como?

–Com a boca. Ligas-lhe e contas.

–Só espero que ela acredite em mim.

–Se não acreditar, eu falo com ela. Bem vou dormir.

–Obrigado pelos conselhos. Não vais contar ao Emmet, pois não? Nem a ninguém!

–Eu não digo nada. – sorriu-me. – Nem ao Emmet, ele é bem capaz de se descair. Nem que seja por gozar com vocês os dois.

–Foi nisso que eu pensei. A Alice não é burra. Obrigado.

Acabei por ir dormir, só acordando no dia a seguir à hora de almoço, onde estavam todos um pouco ensonados, excepto os meus pais.

–Bom dia.- Cumprimentei e só os meus pais é que me responderam.

–Olá meu querido. Dormiste bem? Eu até pensava que não irias descer. Estava agora a perguntar a que horas é que tinhas chegado.

–Ele veio connosco mãe. Não percebo é porque não ficaste com aquela com quem estavas a dançar. Ela era bonita. – Disse a minha irmã sonhadoramente.

–Ela cheirava mal. – Tentei parecer normal, e acho que consegui, apesar de por dentro estar bastante stressado.

–Estava a dançar. Querias que cheirasse como? – Alice insistiu. – Vocês saíram da pista e depois só te vi quando fomos embora.

–Como eu te disse, ela cheirava mal.

–Cá para mim, perdes-te foi a prática. À quanto tempo é que não estás com uma rapariga? – Emmet colocou-se no meio da conversa e, para não variar, era para me ferrar sem ao menos se aperceber.

–Emmet, olha a conversa! Alice, pára de te meter na vida do teu irmão! Isso é muito feio. Ele também não anda atras de ti a ver o que andas a fazer e com quem. Respeitem-se! – Ninguém respondeu à Sra. Esme.

–E é muito feio quererem que o vosso irmão ande por aí a dormir com outras sem ter quaisquer sentimentos. Já ouviram falar de Doenças sexualmente transmissíveis?

–Pai nós sabemos. – Emmet tentou o calar mas sem sucesso, pois depois de almoço obrigou-nos a sentar e a ouvir uma palestra de duas horas dada por ele sobre os riscos do sexo não protegido.

–Pai, mas isto tudo deve ser dado ao Edward, ele é o único que dorme com tudo o que tem buraco.

–Emmet! – A minha mãe exclamou chocada.

–Chega! Eu nunca ouvi o vosso irmão a se gabar, vocês é que perguntam sempre e comentam, por isso não se façam de inocentes! Ainda são mais culpados, por o influenciaram. – Os outros ainda tentaram reclamar, mas foi inútil, o que se seguia era impossível de prevenir – Emmet e Alice, esta semana estão de castigo. Não saem cá de casa e não podem convidar ninguém sem ser a Rose e o Jasper. Espero que me obedeçam.

–Mãe? – Emmet fez carinha de bonzinho, mas isso não o salvou.

–O vosso pai tem toda a razão.

Os meus pais tinham poucas regras, mas as que tinham eram para ser cumpridas. Fui para o meu quarto dormir quando eles apareceram para continuarmos a conversa.

–Não há muito para contar. Eu sempre me protegi. Ando com a cabeça na entrada para a faculdade.

–E é nisso que te deves concentrar. Eu penso que deves fazer análises ao sangue para saber se está mesmo tudo bem.

–Ok, eu faço.

–Amanhã, bem cedo, vais comigo ao hospital.

–Ok. Mãe, não é preciso estares assim. Eu tomei sempre cuidado. – A minha mãe estava quase a desfazer-se em lágrimas.

–Oh meu querido. Eu estou muito preocupada.

–Mãe, assim deixas-me triste. Eu estou bem.

Eles lá saíram e eu comecei a pensar de onde tinha vindo tal ideia. Eu sempre usei preservativo, excepto uma vez, e gostava de repetir. Tinha de falar isso com a Bella. Ela disse-me que iria ver enquanto estivesse na mãe, pois aqui não se sentia à vontade para pedir a pílula. Eu claro que a percebia.

Fiquei a tarde toda no meu quarto a dormir. Quando desci para o jantar ia arranjado para sair. Decidi que ia ligar para a Bella e contar-lhe primeiro, esperava eu, o que se passou na discoteca.

–Vais sair? – Alice perguntou-me.

–Vou. – Foi a única resposta que dei e quando acabámos de comer, em silêncio, levantei-me e sai.

Ela atendeu-me ao terceiro toque.

–Olá amor!

–Olá princesa, tudo bem?

–Sim e contigo? Por aí?

–Foi por isso que liguei. Tenho notícias. – Qual a melhor maneira de contar? Deveria ter treinado.

–Já vi que é mau. Diz logo…

–Ontem, nós os cinco fomos sair, sabes? Eu, a Alice, o Jasper…

–A Rose e o Emmet. Já percebi. E?...

Chega de enrolação.

–E eu dancei com uma rapariga para a Alice ver. Foi só. Nem dancei agarrado. Eu só pensava que a Alice deveria ver-me com alguém enquanto tu estás fora, mas estou com peso na consciência apesar de eu só ter dançado afastado. Perdoa-me, amor.

Ela ficou durante algum tempo calada e eu pensei em tudo.

–Quem era?

–Uma rapariga qualquer. Não a conheço.

–Foi só dançar?

–Juro. A Alice deve contar-te e vais ver. Mas tem mais?

–O quê? Não tinhas só dançado?

–Com ela sim, mas então…

–O que fizeste com outras? – Eu podia perceber a sua voz triste e isso fez o meu coração apertar de dor. Tinha medo de a perder.

–Eu não fiz mais nada. Juro-te! Nem com ela, nem com ninguém. Ouve-me!

–Ok. Já estou calada.

Apeteceu-me rir com a resposta dela, mas deixei-me estar, pois sabia que poderia piorar a situação. Não podia olhar para os seus olhos e saber, através dele, a verdade sobre se acreditava em mim ou não.

–No almoço a Alice começou-me a perguntar porque não fiquei com a rapariga e coisas assim. Os meus pais passaram-se e puseram os meus irmãos de castigo. Começaram a dizer que eu ando com muitas raparigas.

–Até certo ponto, eles têm razão. E tu sabes disso. Então a Alice está sempre.

–A culpa também é minha, mas agora sinto isso. Mas há mais. Os meus pais querem que eu faça análises de sangue para saberem se estou bem.

–Porque? Há motivos para isso? Eu também tenho de fazer? – Ela ficou aflita.

–Calma. Está tudo bem. Eu acho. Isto deve-se à conversa de que eu ando com muitas raparigas. Podes ficar descansada. Eu tomei sempre precaução.

–Nem sempre! – Ela lembrou-me.

–Sim, mas foi contigo. E eu gostava de repetir.

–Talvez quando eu voltar. – Eu posso apostar que agora ela está corada. – Eu vou começar a tomar a pílula. Temos de esperar um pouco. A médica aconselhou-me a esperar um mês para começar a tomar.

–Oh amor, eu quero tanto.

–Eu também.

A voz tímida dela e o assunto da conversa, mais a minha mente perversa, fez o meu pau se animar e por isso decidi mudar o rumo da conversa.

–E entre ti e a tua mãe? Está tudo bem?

Ela suspirou.

–Sim. Nada do que eu não esperasse. Logo, logo, eu estou aí.

–Ok, já percebi. Sim, falta pouco. Aguenta-te.

–Pensar em ti dá-me forças. Amo-te muito.

–Como eu a ti, princesa. Tenho muitas saudades.

–E eu tuas. Fazes-me tanta falta aqui. Quero-te muito.

–Desejo-te muito.

–Tenho de ir. Amo-te.

–Muito. – Respondi-lhe.

Dei umas voltas sem nenhum rumo e voltei para casa ainda eram 11 horas da noite. Quando entrei no meu quarto, Alice esperava por mim deitada na minha cama.

–Que queres, fadinha?

–Achas que estás doente? – A sua voz aflita, fez-me parar de tirar a camisa e olhar para ela. – Se tiveres é castigo por te teres metido com as minhas amigas, quando eu te disse para não o fazer!

Com esta não tive reacção. Até que ponto poderia ser?

Ela abraçou-me a soluçar e só quando me recompus é que a abracei e fiquei a repetir que estava tudo bem e que eu tinha tido sempre cuidado. Dormimos os dois na minha cama.

De manhã, o meu pai acordou-me para irmos fazer análises. O que eu não gostava é que não podia comer. Eu precisava de alimento. Alice e a minha mãe deram-me um forte abraço antes de eu sair.

No caminho o meu pai perguntou-se se eu estava bem.

–Sim, eu tenho a consciência tranquila.

–Estas coisas acontecem. Ninguém está livre.

–Pai, eu já ouvi isso tudo.

–Só espero que tenhas percebido tudo. És bom aluno. Tens um futuro brilhante pela frente.

–E vou ser um grande médico. Vais ver.

–Eu gostava de ver. – Sorrimos.

Chegámos e ficaram todos a olhar para nós. Só agora é que eu estava a pensar que todos da cidade iriam saber o que eu ia fazer. Obviamente. Aqui sabe-se tudo.

Desta vez, todos nos olhavam por sermos giros. O meu pai deixou-me na salinha à espera e as da recepção ficaram a fazer olhinhos para mim. Só me faltavam estas…

Não demorou muito para ser atendido e tirarem-me sangue. Daqui a uns três dias saberia a resposta.

Fui ao bar comer e o meu pai apareceu.

–Tudo bem? – Perguntou-me.

–Sim. Eu já tirei sangue.

–Agora só falta esperar.

Eu não estava preocupado, mas com todas as atitudes à minha volta, estava a começar a ficar preocupado. Que três dias me esperavam.

Notas finais do capítulo
Claudiasilva a autora
Olá minhas lindas.
Tive muitas dificuldades a escrever este capítulo. O que acham? Beijinhos
p.s. a minha beta é agora caloira, quero todos a darem-lhe os parabéns
MiSwan a beta
Ai, tinhas mesmo que falar nessa pequena parte daqui da caloira! Obrigada, querida!
Ok, tiveste dificuldades e escreves isto quando disseres que foi fácil escrever o capítulo, que as palavras fluíram naturalmente, mereces logo uma adaptação cinematográfica!
Já vimos que hoje o capítulo abordou coisas sérias como as DST, a distância numa relação e o tão incerto futuro Que acham que vai acontecer?
Beijos




(Cap. 35) Capítulo 35 - Bella

–Ah Ah! Por mim eles já se podem casar. A tua mãe não vai receber nada. Só o que conseguir que ele passe para ela, mas eu estou atento. Agora se a tua mãe quer que me distraias do casamento… vamos a isso – ele agarrou-me a cintura e eu comecei a gritar e debater-me.

–Larga-me seu doente. SOCORRO!

Ele abriu a porta e saiu sem dizer nada. Nem tentou fazer nada, era só para me assustar e voltou a conseguir.

Ele era mesmo doido.

Capitulo 35 – Bella

Procurei por Ângela e agarrei-me a ela a tremer. Ela levou-me para o pátio e obrigou-me a sentar numa cadeira, mantendo as nossas mãos juntas e proferindo palavras de consolo, tentando acalmar-me. Ben apareceu com um copo de água. Só depois de o ter bebido até ao fim é que a minha amiga começou a questionar-me.

Resolvi contar tudo. Contei como Jacob fazia-me a vida num inferno ao tentar agarrar-me e a sua linguagem ao se dirigir tanto a mim como à minha mãe.

–É estranho. Ele até é simpático. Eu não o conheço mas temos amigos em comum. Quer dizer, ele é um grande garanhão que anda com todas, elas até se atiram para o colo dele, e não é muito simpático nas despedidas, todos querem o dinheiro do pai, é por isso que reage assim.

Fazia-me lembrar o Edward. Tudo me fazia lembrá-lo.

–Eu já estou mais calma, mas tenho medo do que ele me pode fazer.

–Queres ir embora? – Ângela perguntou-me ainda me dando a mão.

–Não, não vou estragar a noite por causa dele. Ele não vai conseguir separar-me da minha melhor amiga. Eu quero estar contigo. Daqui a uns dias vou-me embora.

–Tens a certeza? Eu não me importo de ir a outro lugar. – Ben perguntou-me.

–Qual? Não nos deixam entrar. Não, vamos ficar por aqui, mas por favor, não me deixem sozinha.

Eles prometeram que não e fomos dançar, eu e a Ang. Ben ficou a conversar com uns amigo.

Eu rebolava até ao chão e ria muito. Transpirava por todo o lado e tinha sede, por isso pedi-lhe para irmos beber algo. Com dois sumos, voltámos para o jardim, onde estavam sentados a um canto, Jacob com o seu bando. Nada disse e sentei-me de costas para ele.

–Mas é mesmo gostosa. Devias dar umas voltas. – Ouvimos lá de trás.

–Aquela é bem cara. – Respondeu Jacob.

–Hei, Isabellinha, por quanto é que me chupas?

Angela virou-se para trás mas eu puxei-a para irmos embora. Ainda disse-lhe que podia ficar, mas ela não ligou. Cheguei a casa e enfiei-me na cama, depois de fechar bem a porta.

Abracei as almofadas e fiquei a trocar mensagens com a Ângela, até o sono me derrubar.

Acordei nervosa e enquanto tomava banho, pensava em duas coisas. Uma era obviamente Jacob, e a outra era a conversa que tinha tido com Ângela. Ela tinha-se mostrado admirada da forma como eu agora encarava os problemas e como eu tinha dançado. Depois de me vestir olhei para o espelho. Sim, eu estava diferente. Estava a tornar-me uma mulher.

Desci de cabeça erguida, mas à espera que ele pudesse aparecer a qualquer momento. Sentei-me e comecei a comer, nem um sinal de Jacob.

–Como correu a noite? – A minha mãe questionou-me.

–Normal. Dancei e diverti-me com a Ângela. – Respondi, perguntando-me se ela sabia do acidente de ontem.

–Divertiste-te? – Voltou a perguntar com asno.

–Querida, deixa a menina. Que mal há em ela sair?

–Ela não costuma sair. É uma menina reservada e tímida. Não sei o que se passa.

–Ela cresceu e quer se divertir. Deixa-a. Prende-la só vai fazer pior.

–Como deixá-la? Ela é bonita, pode ser enganada por qualquer um que seja um pouco mais bonito. Só estou a fazer o meu trabalho de mãe.

–Eu percebo. Mas ela é boa aluna e está de férias. Merece. Foi só uma saída e ela veio cedo.

Ouvimos o riso de Jacob atrás de nós. Ele tinha acabado de chegar da noitada. Não comentou nada e subiu as escadas ainda a rir com vontade.

Passei o resto do dia trancada no quarto a ler. Felizmente que decidi comprar livros quando fui às compras com Ângela. O livro era viciante e não nos deixava parar de ler. Chamava-se “Anjo Caído”, e era sobre um menina, a Luce, e o seu anjo Daniel. Apaixonante.

Desci para jantar mais feliz, isto é o bom de ler. Sentei-me graciosamente com o meu lindo vestido branco e comi sem olhar para Jacob. Repetia para mim própria que este pesadelo estava quase a acabar e que daqui a uns dias estava de volta aos braços de Edward.

–Isabella, amanhã temos as provas finais dos vestidos. O mesmo para ti Jacob.

–Jake! – Advertiu o pai dele, quando este não respondeu.

–Claro, querida madrasta, não faltarei.

Algo me dizia que o pai o estava a chantagear porque a sua cara demonstrava que nos queria bem longe dele.

Depois de jantar voltei para o meu quarto e encomendei os restantes livros da colecção que tinha começado de tarde. Decidi que iria reler o livro quando Edward me ligou. Atendi logo, cheia de saudades dele.

–Olá amor!

–Olá princesa, tudo bem?

–Sim e contigo? Por aí? – Que saudades de todos.

–Foi por isso que liguei. Tenho notícias. – Ele disse-me bem sério. O que teria acontecido? O meu coração apertou logo. Será que era o meu pai? Alice? Alice tinha descoberto?

–Já vi que é mau. Diz logo…

–Ontem, nós os cinco fomos sair, sabes? Eu, a Alice, o Jasper…

–A Rose e o Emmet. – terminei, ele estava a começara a me enervar ao não me dizer logo que me tinha traído. As lágrimas começaram logo a aparecer nos meus olhos. - Já percebi. E?...

–E eu dancei com uma rapariga para a Alice ver. Foi só! Nem dancei agarrado. Eu só pensava que a Alice deveria ver-me com alguém enquanto tu estás fora, mas estou com peso na consciência apesar de eu só ter dançado afastado. Perdoa-me, amor.

Dançar? Só? Será? Porque me mentiria? E quem era a a cabra?

–Quem era? – Perguntei por fim.

–Uma rapariga qualquer. Não a conheço.

–Foi só dançar? – Precisava de ter a certeza.

–Juro! A Alice deve contar-te e vais ver. Mas tem mais?

–O quê? Não tinhas só dançado? – Eu sabia. Ele não aguentava sem estar a meter o seu pénis em alguma vagina. Como é que não é capaz de aguentar duas semanas? Só duas?

–Com ela sim, mas então…

–O que fizeste com outras? – Porque não só com uma? Bem já que tinhas traído uma vez, traição é traição e uma ou várias é a mesma coisa. Cretino!

–Eu não fiz mais nada. Juro-te! Nem com ela, nem com ninguém. Ouve-me!

–Ok. Já estou calada. – As minhas mãos tremiam. Afinal dançou ou fodeu, o que aconteceu?

–No almoço a Alice começou-me a perguntar porque não fiquei com a rapariga e coisas assim. Os meus pais passaram-se e puseram os meus irmãos de castigo. Começaram a dizer que eu ando com muitas raparigas.

O quê? Bem o que interessa é que ele não esteve com ninguém.

–Até certo ponto, eles têm razão. E tu sabes disso. Então a Alice está sempre.

–A culpa também é minha, mas agora sinto isso. Mas há mais. Os meus pais querem que eu faça análises de sangue para saberem se estou bem.

O quê?

–Porquê? Há motivos para isso? Eu também tenho de fazer?

–Calma. Está tudo bem. Eu acho. Isto deve-se à conversa de que eu ando com muitas raparigas. Podes ficar descansada. Eu tomei sempre precaução.

Típica conversa de homem. Comigo ele não teve.

–Nem sempre!

–Sim, mas foi contigo. E eu gostava de repetir.

Claro que corei. Ele ainda não sabia que eu ia começar a tomar a pílula, estava só à espera do período.

–Talvez quando eu voltar. Eu vou começar a tomar a pílula. Temos de esperar um pouco. A médica aconselhou-me a esperar um mês para começar a tomar.

–Oh amor, eu quero tanto.

–Eu também.

Falámos ainda sobre a minha mãe, ele perguntou se estava tudo bem com ela e eu disse que sim. Como é que eu ia contar aquilo com Jacob ou com a minha mãe? Melhor estar calada. Faltava pouco.


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–Um pouco mais apertado. – Pediu a minha mãe à costureira.

–Mãe! Assim eu não consigo respirar.

–Isabela, para se ser bonita é preciso sofrer, a menina nunca ouviu falar. Além disso eu tinha percebido que a menina ia como eu queria.

–Sim mamã. – Devo ter dado o sorriso mais falso do mundo.

Quando ela finalmente me despachou eu passei por um Jacob muito sorridente que me cumprimentou. Deve ter aprontado alguma.

Uma das empregadas disse que os meus livros tinham acabado de chegar. Agarreios e fui para o meu quarto. Tentei ler mas a minha mente ia sempre para os resultatos dos exames que Edward tinha feito hoje. Ainda não tinha lido nada quando ouvi uns burburinhos no corredor.

–O que aconteceu? – Perguntei ao abrir a porta.

–Desapareceu um fio de ouro que estava no escritório. – Respondeu-me uma empregada.

–Fio? – Estranhei.

–Sim, tinha uma cruz e era da senhora Black. Estava pendurada numa foto da senhora, num jeito de altar, com santos e a Nossa Senhora.

–Ah ok. – Voltei para o meu quarto e abri o livro. Nem passei a primeira página porque Jacob apareceu no meu quarto com o pai e furioso começou a mexer nas minhas coisa.

–O que se passa aqui? – Perguntei assustada.

–Jake pára com isso. Não foi a Bella.

Aí é que eu percebi o que estava Jacob a procurar. O fio da mãe. A minha apareceu à porta e olhou duramente para mim.

–Não fui eu. – Disse ao mesmo tempo em que o fio aparecia não sei bem de onde, mas estava na mão de Jacob. Olhei para a minha mãe que estava de boca aberta e levou a mão ao peito. Depois para Bill que tinha a boca fechada mas olhava furiosamente para o fio. E por fim olhei para o idioda de Jacob que não demonstrava qualquer emoção. – Tu tramaste-me! Como foste capaz? – Acusei-o.

–O quê? És doida? Roubas o fio da minha mãe e ainda me tentas pôr as culpas?

Eu não disse nada, só queria voltar para a casa do meu pai, onde estaria longe daquelas pessoas malucas. Não tentei me defender, principalmente depois do estalo que levei da minha mãe e de ela me ter dito que não sairia mais do quarto até ao casamento. Ela chorou e levou o pai e o filho do meu quarto. Ao sair Jacob deu-me um sorriso de triunfo. Como eu poderia desmascará-lo? Tive que jantar no quarto.

À noite liguei à Âng e chorei muito. Âng tentou-me acalmar, mas eu estava tão triste e revoltada que só chorei e tive que lhe explicar o que aconteceu por mensagem. Depois ela ligou-me e voltei a chorar. Alice também me ligou e eu tentei a todo custo responder-lhe, enquanto ela falava do irmão. Obriguei-me a ouvir. Ela estava triste e pensava memso que ele poderia estar doente pois tinham saído e ele não tinha correspondido a uma grupo de raparigas que se ofereceu a ele, ou então os pais tinham razão e a culpa de ele comer tantas raparigas eram dos irmãos, pois desde que ele saía comigo e não andava com ninguém para eu não me sentir sozinha, que ela só estudava e quando eu não estava ele também não estava com ninguém. Sorri apaixonada. Finalmente alguma coisa boa.

Demorei a adormecer, mas lá consegui. Acordei com batidas irritantes na minha porta. Levantei-me e destranquei a porta.

–Porque tens a porta fechada? Porque estás assim vestida? Porque não desceste para comer? – A minha mãe perguntou-me depois de entrar, empurrando-me no processo, sem se importar.

–Por causa do Jacob. Ele tem a mania de entrar por aqui. E foi ele que colocou o fio. Respondedo às restantes questões, eu simplesmente estou de castigo e tu mandas-te-me não sir do quarto.

–Veste-te e vai pedir desculpa.

–O QUÊ? Es surda? Eu não fiz nada, foi o Jacob!

–Não me interessa. Vais pedir desculpa e pronto, ou eu juro que te faço a vida num inferno. A tua e a do teu querido pai. Como vai ser?

–E como vais fazer isso?

–Voltas para lá! E nunca mais sais.

–Boa, é isso mesmo que eu quero.

–Isabella! Arruma-te, desce e pede desculpa ou eu juro que a mãe da tua amiguinha Ângela vai ter de dar o cú para sobreviver.

–O quê? – Eu nem queria acreditar no que estava a ouvir.

–Então o que vai ser?

Arrumei-me, vestindo o vestido preto e apanhando o cabelo. Desci e pedi desculpa. Disse que precisava de dinheiro porque nem a minha mãe nem o meu pai davam e ouvi a minha mãe a fazer um choradinho e explicar que o meu pai era um insignificante que não tinha onde cair morto. Não olhei para nenhuma das caras à minha frente. A minha mãe acabou a conversa dizendo que eu continuava de castigo e Bill disse que eu estava perdoada e que se precisava de dinheiro era só pedir-lhe.





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Para Edward

Nervoso?




De Edward

Não e tu?



Para Edward

Muito.



De Edward

Vou agora. Ate já



Para Edward

Boa sorte amor. Estou a fazer figas.



Desde de o meu pedido de desculpas, ontem, que eu só saia do quarto para comer. Hoje saiam os resultados dos exames. Agarrei o telémovel à espera.

Felizmente meia hora depois soube que ele estava bem. o aperto do meu coração dissipou-se e pude finalmente começar a ler. Quando ia a passar a primeira página, Alice liga-me toda estérica e parecia que estava a chorar. Disse que não se ia meter mais na vida do irmão, mesmo que custasse muito. Respondi-lhe que ela estava deveria fazer isso e que eu a ia ajudar.





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Dois dias. Faltavam dois dias para me ir embora. O que eu tinha feito era estar no telémovel e ler. De resto só saia do quarto para comer. Não olhava para a cara de ninguém e respondia a tudo o que me era perguntado sempre com vista a colocar fim à conversa. Não era mal educada, mas se me perguntavam o que queria ser, eu respondia que não sabia. E o resto eram respostas do tipo “sim” e “não”.

O telémovel tocou e eu sorri quando vi o nome de Edward no visor.

–Olá amor. – Saudei.

–Olá princesa. Que fazes?

–Nada de especial. Estou só a ler.

–Hum. Hoje sonhei contigo.

–Sério? O quê?

–Bem, não sei se é apropriado contar-te?

–Porquê? – Perguntei curiosa entrando no jogo dele.

–Porque merece uma bolinha vermelha, bem grande e cheinha.

–Conta. Eu já sou crescidinha.

–Depois não te venhas queixar por apareceres em posições obscenas.

–Sabes o que dizem? Que os nossos sonhos são os nossos desejoas mais obscuros.

–Hum. Concordo.

–Vá conta, por favor.

–A pedir assim, quem resiste? Eu conto. Nós estávamos numa praia deserta. Estava muito calor e tu num biquini branco a brincar com as ondas. Divina. Deu-me uma tesão ao ver-te.

–Edward… - não foi um resmungo, muito pelo contrário, eu estava a me imaginar ali com ele.

–Tens saudades minhas, princesa? Então toca-te para mim.

–Eu não sei se…

–O meu pau já está duro. E que duro. Só de ouvir a tua voz.

Timidamente lá abri as calças e coloquei a mão por cima das cuecas e esfregei o clitóris. Escusado será dizer que estava molhada.

–Já está. Podes continuar? – Pedi.

–Eu fiquei a olhar e tu a correr de um lado do outro, a fugir das ondas que te arrebentavam aos pés. Levantei-me e ia-te abraçar quando te lanças-te ao mar. Sorris-te e, amor, estávas tão linda, com o cabelo molhado, o corpo molhado, a água a escorrer-te… ah… - ele gemeu.

–Amor…- gemi também, ultrapassei as cuecas e meti um dedo em mim.

–A água estava gelada e eu ainda pensei em não ir, mas quando tiras-te a parte de cima e eu vi os teus seios… hum não aguentei. Arrepiei-me todo com a àgua gelada, mas assim que colocas-te as mãos no meu pau e arranhas-te levemente, eu aqueci.

–Amor… - dois dedos.

–Agarrei a tua bunda e para minha supresa já tinhas tirado a parte debaixo. Sorri e levantei-te. Percebes-te logo a minha intenção e as tuas pernas abraçaram a minha cintura. Esfomeado mamei dos teus peitos. Tenho tantas saudades, Bella. De os apertar e mordiscar.

A minha vagina melou mais, enquanto só saiam sussurros do outro lado do telemóvel.

–Edward… estou tão perto.

–Meti um dedo dentro de ti e gemes-te. Sabes? Quando eu te meto? Estávas assim. Tão melada. Mas eu não aguentei mais. Eu não aguento mais. Baixei os meus calções e entrei em ti. És tão aperdada amor. – Eu estava tão pertinho – Rasguei-te tanto. Sentes?

–Sim…

–Imagina. O som de eu a entrar em ti com o cheiro do mar…

Não foi o mesmo do que ele dentro de mim, mas fez-me sentir muito melhor.







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A casa estava uma confusão. Era uma grande correria. A minha mãe só me deixou sair de casa quando me viu pronta. O casamento seria no jardim. Sentei-me no meu lugar que era ao lado de Jacob.

–Feliz?

–Muito. Finalmente vou deixar esta casa e ir para o melhor local do mundo com pessoas maravilhosas. – Respondi-lhe sem olhar para ele.

Bill estava nervoso e tentava sorrir. Parecia que era o seu primeiro casamento.

A minha mãe entrou toda sorridente e com a marcha nupcial. Vinha de branco, num vestido de alta costura e comportado. Também parecia que era o primeiro casamento dela.

A cerimónia não demorou muito e sem precalços apesar da mão de Jacob estar fechada num punho. Uma hora e já podiamos ir comer. Antes tive que ir tirar umas fotografias. A minha mãe obrigou-me a tirar de nós os quatro e mais de eu e o Jacob. Ainda para mais foi ao lado dele que tive que me sentar. Fiquei a festa inteira sentada e mesmo quando um dos amiguinhos dele vinha me perguntar se queria dançar eu dizia que não.

–Como podes estar a dispensar os melhores partidos para ti da festa? – Tinha que ser a minha mãe.

–Achas que já me posso ir embora?

–Isabella!

–Mãe, vai divertir-te. A feste está linda e és o centro das atenções.

–Sou mesmo fantástica. Não sou? – Sorriu e desapareceu.

Fiquei a analisar as pessoas e ver como eram degradantes. Ainda bem que aquele não era o meu ambiente.

Custou mas aconteceu. O motorista levou-me até ao avião que me iria levar para casa.


Notas finais do capítulo
ClaudiaSilva a autora
Olá gente mais boa
Em primeiro lugar a faculdade está aí e eu vou tentar manter as postagens às segundas mas
Em segundo, tive uma denuncia da Lady Myh Lee e foram canceladas algumas das minha one´s. sem aviso
Juro que me apeteceu parar de escrever mas pronto.
Sabem de algum local que queiram one´s?
Eu devo criar um no orkut, não sei se consigo, porque o orkut não me deixa comentar
Que horror! Este Nyah irrita-me!
Beijos
MiSwan a beta
Oi!
Essa senhorita aí bem que podia ir para um sítio que eu cá sei!
Oh, Cláudia, que raio de ideia é essa de depois de ter-mos aquele momento altamente bom com o Edward, mandares logo para a Renné?! Credo, manda o clima todo por água abaixo
Bem, gente linda, comentem, falem mal de uma certa rena mal educada e com a mania que é o pacote todo de bolachas, mandem ideias, é, acho que é só isto!
Beijinhos
P.S.: Desta vez o capítulo atrasou-se por minha causa, estive sem net e não tinha forma de trabalhar Desculpem!




(Cap. 36) Capítulo 36

–Tudo bem? – Perguntou-me.

–Sim. Eu já tirei sangue.

–Agora só falta esperar.

Eu não estava preocupado, mas com todas as atitudes à minha volta, estava a começar a ficar preocupado. Que três dias me esperavam.

Capitulo 36- Edward

Os músculos do meu braço já doíam mas mesmo assim eu não parei. Eu sabia que as probabilidades estavam a meu favor, mas o facto de existir a mínima hipótese estava a dar cabo de mim. O meu corpo estava coberto por suor e o cheiro não era dos melhores. Meti-me no chuveiro com água fria para tentar me acalmar, mas foi em vão.

Sentei-me na cama, ainda nu, a tentar secar o meu cabelo com a toalha, quando o meu pai bateu à porta e espreitou. Sentou-se ao meu lado em silêncio.

–Eu estou confiante e assustado…

–Eu sei filho. Eu sei que tens a cabaça no lugar certo, o pénis é que não. – Sorrimos.

–Pensei com a cabeça errada?

–É mais ou menos isso. Amanhã já poderemos ficar descansados.

–Isto deu-me que pensar. Até mesmo quando eu entrar na faculdade. É só que… percebes?

–Sim, eu sou homem. Claro que percebo. E o sexo é bom. Nós nunca vos proibimos. Eu acho que as pessoas que são impedidas de fazer algo são as que fazem de maneira errada.

–Eu sempre me preveni. – Bem, não era verdade. Mas a Bella não tinha nenhuma doença, ou será que podia ter? Ela era virgem.

–Eu sei, mas isso não significa tudo. Eu vim entregar-te um comprimido para tentares dormir.

–Obrigado.

Ele saiu e eu deitei-me à espera que o comprimido fizesse efeito. Ouvi outras batidas à porta.

–Sim?

–Posso entrar?

–Rose? Entra. O que foi?

–Que bem educado que me saíste, Cullen.

Nem comentei. Ela sentou-se na minha cama e eu pensei que estava nu com a minha cunhada perto de mim. O que ela quereria?

–Já constas-te à Bella?

–Obviamente. Ela é minha namorada. Tem de saber.

–E como estás? – O quê? Ela preocupada?

–Bem. Os exames são só de precaução.

–Claro. Claro. E ela, como reagiu?

–Ficou preocupada, mas como eu já te disse, eu acho que não estou doente, então não a alarmei. Expliquei que eles queriam que eu fizesse os exames e que até era bom já que eu e ela… bem estamos muito próximos.

–Ok. Boa sorte pra amanhã. Eu estarei por aqui.

–Boa noite.

Os comprimidos acabaram por fazer efeito.

De manhã sentia-me um pouco zonzo, mas era normal. Vesti-me casualmente, sei estas palavras pela minha irmã e desci para comer, onde já estavam todos e pelos vistos à minha espera pois ainda não tinham começado a comer.

–Bom dia.- Disse e responderam-me todos em uníssono.

Quando fui para o hospital acompanhado com o meu pai, todos desejaram-me boa sorte. Ele apertava o volante com força, também estava nervoso. Apanhamos o resultado do exame sem nos preocupar em cumprimentar todas as enfermeiras que encontrávamos.

O meu pai sentou-se na cadeira dele e abriu o resultado sem se preocupar em que eles eram meus, depois respirou fundo, encostou-se, sorriu e mandou-me o envelope. Percebi logo o que estava lá escrito, mas só descansei quando vi , bem especifico, que era totalmente saudável.

–Agora já sabes! Juízo e nada de andar engalfinhado com tudo o que é buraquinho à frente.

Ri-me, fui abraça-lo e sai dali. Assim que sai do hospital liguei à minha princesa dizendo-lhe que estava tudo bem. Ela obviamente que se sentiu aliviada.

–Tens a certeza mesmo que está tudo bem? Tudo mesmo?

–Sim amor. Não acreditas em mim? Eu só não usei preservativo contigo, e foi uma vez.

–Oh eu sei querido. Mas fiquei tão preocupada com esta história. Agora juizinho.

–Como se eu não tivesse já. Ok. Que estás a fazer?

–Bem eu estava a pensar em ti. Agora acho que vou ler. Não sei. - Senti que ela estava a esconder-me algo, mas devia ser só impressão. As mulheres são tão complicadas que quando conhecemos alguém que não o é, parece-nos que esconde algo. – E tu? O que vais fazer?

–Contar os segundos até tu voltares. – Ouvi o riso dela.

–Que fofinho!

–Vou agora para casa contar as boas novas. Depois ligo-te.

–Ok. Beijinhos.

–Outros para ti.

Conduzi para casa numa velocidade a que talvez o eu nunca tenha ido. Queria dar as notícias pessoalmente.

Assim que abri a porta eles levantaram-se todos do sofá. Excepto a minha irmã que já estava em pé.

–Então? – Disseram todos.

–Vocês deveriam se meter na vossa própria vida. É claro que está tudo bem comigo. Eu não sou um irresponsável.

De repente deixei de poder respirar, todos me abraçaram e a minha mãe até chorava. Agora tudo parecia muito ridículo, mas deixei-me estar com os miminhos. Todos queriam saber como tinha sido. Tinha sido o quê? Eu tirei sangue e pronto.

–Estás com fome, querido? Não comes-te nada.

–Sim mãe. Por acaso tenho muita.

E era verdade. O meu estômago estava vazio e agora que o meu corpo estava a relaxar, a fome e o sono davam lugar.

–Também tenho fome.

Ninguém reclamou com Emmet até porque fomos todos comer, excepto Alice que disse que tinha que ligar à Bella. Certamente ia contar as novidades. Eu espera era que a Bella fosse capaz de mostrar surpresa.

Deitei-me e o meu corpo logo relaxou e adormeci. Com que sonhei? Óbvio: sexo!

Tinhas saudades da boca da minha menina no meu pau. O quanto eu queria ela nele. O sonho foi um pouco confuso, como geralmente eles são. Sei é que quando acordei tinha ejaculado ao pensar na Bella de quatro por cima do capô do carro, enquanto eu entrava nela sem qualquer cuidado, enquanto tapeava aquele magnífico rabo empinado.

–--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

O dia seguinte não foi muito melhor. Enquanto estudava coloquei a televisão para fazer companhia e estava a dar o filme “Quarenta dias, quarenta noites”. Como eu percebia a personagem principal. Só de ver as mamas a voar o meu pénis deu sinal. Como é que eu ia aguentar a faculdade sem ela?

Eu tinha a resposta e usei-a no momento em que ele está com a amada e dá-lhe prazer com uma rosa. A minha mão voava de cima a baixo, de baixo a cima, no meu membro.

Realmente não vale apena deixar um menina especial que dá um pouco (muito) trabalho, por uma puta competente.

Essa noite também não correu muito melhor. Sonhei com ela. Estávamos numa boate lotada. A música era bombástica e enchia-nos os ouvidos de batidas precisas. Ela dançava, ou melhor, rebolava até ao chão. E sempre que se abaixava, o micro vestido subia e mostrava cada vez mais das suas fabulosas pernas. Queria ir até ao palco onde ela estava e a comer, mas deixei-me estar na poltrona a ver o espectáculo.

Ela estava vestida com um micro biquíni branco com renda. A parte inferior mal tapava a vagina e via-se o contornos dos seus lábios. Quando se virou, o biquíni estava todo enfiado no rabo dela, escondido no meios daquelas partes que eu queria morder.

Ela olhou para mim e sorriu provocante, levando-me a colocar a mão no meu pénis já duro. Ela sorriu ainda mais. Bem desinibida e desligada de tudo e todos, excepto de mim. Ela empinou-o e ficou a rebolar. Fiz mais pressão no meu membro. Ela olhou para mim e com uma mão desamarrou a parte de cima. Virou-se a tapar os seios e rebolou até ao chão, abrindo lá as suas penas e mordeu o lábio. Isso foi a minha loucura. Levantei-me e fui ter com ela.

Bella virou-se e balançou o cabelo ao mesmo tempo em que o corpo balançava ao ritmo da música mexida. Agarrei-a por trás e apertei os seus seios. Ela empurrou o seu rabo em direcção ao meu pénis e rebolou, me levando quase à loucura.

Virei-a e agarrei a sua bunda e milagrosamente ela já não tinha a parte de baixo. Ela enlaçou as penas à minha cintura e eu beijei, esfomeado, os peitos dela. Chupei que nem um bebé na sua primeira mamada. A diferença é que eu tinha experiência e dei-lhe prazer. Chupando os biquinhos e mordiscando-os.

Entrei nela sem avisá-la e fui apertando a sua bunda com força à medida em que entrava e saia dela. Ela era tão apertada e quente.

Acordei todo suado e duro. Fui à casa de banho e terminei o que comecei no sonho, com a mão.

–Falta pouco para ela voltar!- Disse para mim mesmo, prometendo-me também que assim que pudesse lhe meter as mãos em cima, ela deixaria de conseguir andar durante uma semana.

Mais tarde decidi lhe ligar, só para ouvir a sua voz, mas assim que ouvi “Olá amor”, não consegui deixar de pensar no meu sonho.

–Hum. Hoje sonhei contigo. – Disse-lhe.

–Sério? O quê? – Perguntou curiosa. Será que deveria lhe contar?

–Bem, não sei se é apropriado contar-te? – Disse a verdade, e também achei que ela não iria gostar.

–Porquê?

–Porque merece uma bolinha vermelha, bem grande e cheinha.

–Conta. Eu já sou crescidinha.

–Depois não te venhas queixar por apareceres em posições obscenas. – E em sitios inapropriados para dois namorados.

–Sabes o que dizem? Que os nossos sonhos são os nossos desejos mais obscuros.

–Hum. Concordo. – Eu até gostava que ela dançasse assim para mim, mas não sei se achava muita piada outros verem, quer dizer, verem eu a fode-la e marcá-la como minha já me entusiasmava.

–Vá conta, por favor. - Acho que teria que mudar um pouco o sonho, talvez ganhasse pontos para mim.

–A pedir assim, quem resiste? Eu conto. Nós estávamos numa praia deserta. Estava muito calor e tu num biquini branco a brincar com as ondas. Divina. Deu-me uma tesão ao ver-te. – Agarrei o meu membro que estava um pouco duro e comecei a brincar com ele.

–Edward… - Ela gemeu e o meu pénis pulou só com a sua voz. Acho que reconhecia a voz da dona.

– Tens saudades minhas, princesa? Então toca-te para mim. – Pedi-lhe, pois não queria me sentir um ordinário.

–Eu não sei se… - Ah não… eu preciso tanto tanto dela…

–O meu pau já está duro. E que duro. Só de ouvir a tua voz.

–Já está. Podes continuar? – Sorri feliz. Esta era a minha princesa e o nosso amor não tem limites.

Mas tinha que continuar a inventar, apesar de tentar mantrer algumas verdades.

–Eu fiquei a olhar e tu a correr de um lado do outro, a fugir das ondas que te arrebentavam aos pés. Levantei-me e ia-te abraçar quando te lanças-te ao mar. Sorris-te e, amor, estávas tão linda, com o cabelo molhado, o corpo molhado, a água a escorrer-te… ah… - Gemi só de pensar nessa possibilidade, não só de sonhar mas de como estar com ela numa praia. Talvez nas férias. Apertei mais fortemente o meu membro. Ela, a esta hora, devia estar melada e será que os dedos dela estavam dentro dela? Talvez dobrados?

–Amor…- Céus! Só de a ouvir a gemer ainda estava mais perto.

– A água estava gelada e eu ainda pensei em não ir, mas quando tiras-te a parte de cima e eu vi os teus seios… hum não aguentei. Arrepiei-me todo com a água gelada, mas assim que colocas-te as mãos no meu pau e arranhas-te levemente, eu aqueci.

–Amor… - Eu estava perto. Podia sentir. Será que ela também estava?

– Agarrei a tua bunda e para minha supresa já tinhas tirado a parte debaixo. Sorri e levantei-te. Percebes-te logo a minha intenção e as tuas pernas abraçaram a minha cintura. Esfomeado mamei dos teus peitos. Tenho tantas saudades, Bella. De os apertar e mordiscar. – Esta era a parte toda verdadeira, e espero que ela tinha ouvido já que eu estava um pouco longe, imaginando-nos nestas posições.

–Edward… estou tão perto. – Eu bem digo que ela é a minha perdição!

–Meti um dedo dentro de ti e gemes-te. Sabes? Quando eu te meto? Estávas assim. Tão melada. Mas eu não aguentei mais. Eu não aguento mais. Baixei os meus calções e entrei em ti. És tão aperdada, amor. Rasguei-te tanto. Sentes?

–Sim…

–Imagina. O som de estar a entrar em ti com o cheiro do mar…- Ela gemeu da forma de que quando se vem e eu fiz o mesmo. Coloquei mais força nos meus movimentos e sujei um pouco da cama.

Ficamos algum tempo sem dizer nada ouvindo só a respiração um do outro.

–Estás bem? – Perguntei.

–Estaria melhor se estivesses aqui para me dares beijinhos. – A sua voz era manhosa.

–Arrependida?

–Só por ter vindo.

–Não te estás a divertir por aí? – Eu sabia que ela tinha saudades da mãe e dos seus amigos de lá.

–Eu pertenço aí.

–E no meu coração. – É. Eu começa a sair-me bem na parte romântica.

–Sempre!

–--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Eu tentava aparentar calma, mas não sei estava a ser convicente. Porque raio não podia ir buscar a minha menina? Só tinhamos mais três dias antes de começarmos as aulas e o pai dela, Alice e o meu melhor amigo iam na buscá-la e eu ficaria aqui?

Bella pediu-me. Disse que quando me visse não conseguia se controlar e provavelmente saltaria para cima de mim. Eu como bom namorado fiz o que ela me pediu. Alice estranhou mas não disse nada. Passei a tarde toda à volta dos livros, mas sem conseguir processar nada. Só pensava no casalinho que estava a lanchar em casa da minha menina.

Liqui o pc e passei pelo facebbok quando a Tanya meteu conversa comigo. Respondi-lhe. Ela queria sair comigo. Disse-lhe que não podia. Ela reforçou o pedido disssendo que a vagina dela também tinha saudades minhas, como se lembrava de como nos divertiamo-nos depois das aulas…

–Lembras-te daquela vez em que fizemos na tua garagem? O teu pai apanhou-nos nús no teu carro porque eu fui o caminho todo a mastrubar-te?

–Sabes Tanya… - Comecei eu - É que os exames para a faculdade estão aí e eu só penso nisso. O meu pai tem muitas esperanças.

–Vais para que faculdade?

Chegámos à conclusão que as faculdades que queriamos ficavam próximas. Seria bonito.

–----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

–A Bella estava tão bonita no casamento. – Disse-nos Alice ao jantar.

Fiquei com ciúmes. Também queria a ter visto. Talvez de todos soubesse eu poderia ter ido com ela. Será que havia alguém interessante no casamento? Será que se atiraram a ela? E se ela bebeu? Será que fez algo? A mãe estava muito ocupada com os convidados para olhar pela filha.

Era por isso que ela não queria que eu fosse ter com ela. Ela sabia que não conseguia olhar para mim depois de me ter traído e estava a adiar a conversa.

Será que eu a perdoaria? Será que ela queria ser perdoada? E se ela tivesse começado a gostar do sujeito?

Espera. Ela tinha dito que o seu lugar era aqui. Então ela queria estar comigo. Decerto foi a bebida. Ela parecia nervosa ao telefone por causa da mãe. Ela quis esquecer a mãe e bebeu e aconteceu.

–Edward? Estás a ouvir? – Alice tirou-me dos meus devaneios.

–Não. Desculpa.

–Eu convidei a Bella e o pai pra passaram a Páscoa cá em casa. Tudo bem? A ideia foi da mãe.

Sorri e disse que sim. Ela não iria escapar por muito tempo.

Depois do jantar subi e pratiquei um pouco de boxe quando o meu telemóvel tocou. Era ela.

–Olá amor. – Disse-me.

–Olá. – respondi simplesmente. Eu sei que deveria ser mais querido, mas não consegui. Ela tinha-me traído.

–O meu pai vai trabalhar agora. Não queres vir visitar-me?

–Parece bom. Quando puder ir, avisa, como das outras vezes.

–Combinado. Ate já.

–Até. – E desliguei.

Tomei um banho e vesti uma camisa e umas calças de ganga. Baguncei o cabelo como sabia que ela gostava. No caminho sentia-me como uma rapariga com as hormonas descontroladas.

Ela abriu-me a porta, beijei-lhe o topo da cabeça e senti que ela ficou estranha. Entrei e fui em direcção à sala. Ela demorou a aparecer mas assim que passou a porta da divisão perguntei-lhe directamente se ela me tinha traído.

–O quê?

–Sim. – Acusei-a. – Tu bebes-te muito na festa e traíste-me!

–O quê?

–Confessa! Gostas dele?

–Mas do que é que estás para aí a falar? Eu nunca trai ninguém. Eu não estive com ninguém. o casamento foi horrível. Não tens noção. O filho do Bill fez-me a vida num inferno. Ele roubou um fio de ouro da mãe e colocou no meu quarto. Todos pensaram que fui eu. Eu! Ele odeia a minha mãe , mas o Bill manda-o sempre calar, o que não o impediu de se virar contra mim. Eu passei estas semana a contar os dias para voltar e é assim que me tratas?

Ela já soluçava. Que merda fui a fazer?

Tentei abraçá-la mas ela afastou-me.

–Desculpa princesa. Eu sei que fui horrível, mas tenta perceber, por favor. Eu nunca amei ninguém como te amo. E hoje não quiseste estar comigo. O que querias que pensasse?

–Eu só não quis que viesses me buscar porque seria horrível não poder te beijar.

–Beija agora. Desculpa.

Tentei abraçá-la e apesar de ela virar o rosto consegui puxá-la para os meus braços.

–Desculpa princesa. Desculpa.

–Eu nunca te iria trair. Eu nunca te vou trair.

–Eu sei amor.

Puxei o rosto dela para o meu e beijei-a. O beijo era necessitado. Os braços dela enlaçaram o meu pescoço e eu puxei-a para o meu colo. Levei-a pra cima e deitei-a na cama. Levemente distribui beijos pelo seu rosto.

–Perdoa-me.

–Esquece isso. – Sorri. Ela era fantástica.

Só então pude vê-la. Ela estava deslumbrante, num vestido verde escuro . Virei-a e desabotoei os botões do vestido, beijando e mordiscando a pele exposta.

–Linda. – Elogiei.

Ela estava sem sutiã, mas tinha uma calcinha minúscula branca. Deitei-a, ainda de costas, e mordi-lhe o rabo enquanto puxava a calcinha com os dentes. Rosnei, pois podia sentir o seu cheiro de fêmea no cio. Ela era minha, como fui burro por pensar que ela estava com outro! Era minha e eu ia pô-la com o meu cheiro.

Notas finais do capítulo
Cláudiasilva- a autora
Olá gente mais bonita.
Parei na parte boa? Bem estão aqui 3000 palavras é o combinado eh eh
Algumas combinam comentários, ate aos x comemmet´s postam eu basta a minha beta mais linda que reclama comigo para eu postar ah ah
Primeiro que sonho é aquela? E que reviravolta de ele a contar o sonho
Segundo: não era lindo o pai aparecer?
Ah ah
Terceiro: fiz um grupo no orkut para as minhas one´s. passem por lá. Aquilo ainda tá vazio porque da minha vida off ninguém sabe que posto
http://www.orkut.com/Main#Community?cmm=123204784&fr=1
passem por lá, ando triste que apagaram algumas one´s que nem tou a conseguir continuar a one o meu vizinho da frente
quarto:
vai uma recomendação?? Please
beijos
MiSwan- a beta
Nossa que biolência! Sim, escrevi torto, mas é assim que se anda a dizer por cá
Nossa que biolência! Tinhas que parar aqui?! Ai, ai o Edward ainda vai ter futuro a ser um escritor para maiores de 18 Ihihihihi!
Minha gente, passem pelo orkut que eu ainda estou a tentar perceber como se mexe lá com isso
Momento do sermão: Cláudia Maria (meto sempre Maria no meio, manda respeitinho, afinal quando faço asneirada é logo: Emília Maria!), tu não desanimes, oh, mulher, tu pensa lá nessa coisinha fofa afinal eu ainda estou curiosa, carago! Oh pah, escreve e se quiseres eu beto lá a cena e fico toda contente! Pronto, admito, ser beta é muito bom, sei as coisas mais cedo! Ahahahhahaha!
Beijinhos cambada!




(Cap. 37) Capítulo 37- Bella



Capitulo 37- Bella


–Alice! Eu assim não consigo respirar. Ai! – Tentei dizer à minha amiga que quase me enforcava.

–Eu tive tantas saudades tuas.

–Eu também. – Respondi-lhe esperando que ela me tivesse conseguido ouvir.

–Alice! O chefe Swan quer a filha viva.

Ela lá me largou, a algum custo, pois foi preciso que Jasper a agarrasse nos pulsos. Abracei o meu pai com força. Lembrei-me da primeira vez que eu o vi. Eu estava envergonhada e ele inseguro. Agora estávamos os dois de lágrimas nos olhos como se não nos víssemos há meses. Jasper e Alice deram-nos um pouco de privacidade. Melhor será dizer que Jasper quis nos dar privacidade e puxou Alice para um pouco de longe.

–Cresceste. – Acusou-me.

–Pai! Eu só estive longe alguns dias. – Que pareceram anos. – Alimentaste-te bem?

–Filha, eu sobrevivi 15 anos sem ti. Agora não percebo como, mas sei que consegui.

Ele levou a minha mala até ao carro e eu pude finalmente cumprimentar Jasper.

–Vocês querem lanchar em minha casa? Assim pomos a conversa em dia.

–É uma boa ideia, eu hoje fui às compras. Têm em casa só coisas boas.

–Claro que vamos.

–Alice! – Ralhou-lhe Jasper.

–Mas eles convidaram, Jasper.

Eu e o meu pai rimos deles os dois. A verdade é que Alice quando queria, conseguia ser uma chata, mas para mim, era uma chata querida.

Lá seguimos para minha casa. Quando entrei tive uma surpresa. Estava tudo arrumadinho e lavado.

–Pai! – Abracei-o.

–Fiz-te uma surpresa. Eu sei que não está como tu fazes, mas foi o melhor que consegui fazer.

Jasper e Alice entraram logo a seguir e eu fui para a cozinha preparar o lanche. Entretanto Alice apareceu.

–Eles estão a ver um jogo qualquer. Não sei como é que está sempre a dar um jogo.

–Alice, aquilo é um canal de desporto. Obviamente que estão sempre a passar.

–Mas que os homens gostem todos de ver?!

Sorri e perguntei-lhe qual era a modalidade desta vez.

–Sei lá. Eles estão num género de ringue e têm patins e uns tacos e acho que não há bola.

–Hóquei?!

Olhei para ela que levantou os ombros. Ri ainda mais.

–Com dois irmãos, como é que ainda não sabes os desportos?

Agora foi a vez dela rir.

–Digamos que eu gosto mais de roupa e coisas assim.

Ela ajudou-me a pôr a mesa e chamámos os homens.

–Então como foi o casamento? Tens fotos? Tens de mas mostrar.

–Alice! – Ralhou-lhe de novo Jasper.

–Ah desculpe senhor Swan.

–Não faz mal querida. Eu e a mãe da Bella já há muito que não nos falamos sequer.

–Estás a ver, Jas? Eu não fiz nada de mal.

O olhar de Jasper em direcção a ela fez-me perceber que ele iria-lhe responder e por isso decido intervir e mostrei-lhes as fotos que tinha no meu telemóvel. Eu tinha tirado umas minhas e com a minha mãe para me recordar dela. Eu sei, sou fraca. Mas ela é minha mãe… Por mais que não a perceba, ela não deixa de ser a pessoa que me colocou no mundo.

–Oh estavas tão linda! Mesmo muito linda. E a tua mãe também. Só tens estas?

–Deixa ver. - Pediu o meu pai à Alice, que não parava de me elogiar.

–O resto foi tirado pelo fotógrafo. Eu ainda não as tenho.

Eu esperava que a minha mãe se lembrasse de mim e mas mandasse, mas sinceramente, não tenho muitas esperanças. Eu não sou uma das pessoas a que ela queira mostrar como ela é agora importante.

–No meu casamento também vais levar esta cor. Fica-te mesmo bem.

–Lá vão elas falar de roupa. – Disse Jasper ao meu pai.

–O melhor é continuarmos a ver o jogo.

E lá foram eles para o sofá.

–Achas que ainda está a dar o mesmo jogo?

–E eu é que sei?

Sorrimos as duas.

Alice ajudou-me com a loiça, sem se queixar com as unhas.

–E encontras-te alguém de especial no casamento?

–Como? Não! Não havia ninguém lá que eu desejasse.

–Bella…

–Eu já sei o que vais dizer. E não, não havia ninguém. Além disso eu não quero ter ligações lá. Quero-as aqui.

–Então temos de ir procurar-te um namorado.

–Outra vez essa conversa?

Eu juro que tentei não me irritar.

–Dizes isso porque não sabes o que estás a perder. É bom estar apaixonada. Além de que eu quero falar contigo sobre sexo e tu és virgem.

–Podes falar à mesma.

–Não é a mesma coisa porque não sabes do que eu estou a falar. Do que eu sinto.

–Não aprendes-te nada com o que acontecer com o teu irmão. Eu não quero namorar. Quando ele aparecer eu aviso-te. Ate lá, deixa-me aproveitar o tempo que tenho aqui.

–Ok. – Ela disse simplesmente e eu percebi que ela estava envergonhada. Eu tinha mexido numa ferida recente. Mas ela pelo menos deixou-me em paz.

–Como vais passar a Páscoa?

–Com o meu pai, acho... Eu não sei se ele vai trabalhar.

–Podias ir lá para casa.

–Ok, quando eu souber os turnos dele, eu digo-te algo.

Não gostava de estar a depender de estranhos na Páscoa, mas se isso significava ver Edward, bem, eu tinha imensas saudades dele. A única coisa que me vinha à mente era Edward e sexo. Muito positivo para esta época festiva. Pensando bem, até que era oportuno, com o chocolate no corpo de Edward, ou eu de coelhinha com ele atrás de mim… Já estava molhada. Eu precisava urgentemente do meu namorado.

–Parva. Podes ir com o teu pai. Eu vou ligar agora à minha mãe a perguntar.

Não sabia se o meu pai iria se importar mas eu queria ter uma Páscoa em família. Uma família grande, já que nos anos anteriores eu passava só com a minha mãe.

–Ela diz que sim. Vamos perguntar ao teu pai. – Alice puxou-me por um braço e eu não pude deixar de sorrir quando a minha amiga fez beicinho ao meu pai.

–Claro que não vão atrapalhar, Sr. Swan. – Ela respondeu-lhe. - Foi a minha mãe que convidou e tudo. Além de que a Bella já é da minha família.

Mal ela sabia o quanto eu poderia estar.






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Nem eu, nem Alice queriamos, mas eles tiveram de se ir embora. Preparei algo rápido para eu e o meu pai. Hamburguer com batatas fritas.

–Boa! Dia de fritos! – Ele elogiou.

–Não te habitues.

–Sim, minha senhora.

Continuamos a comer quando ele tocou num assunto delicado para nós os dois.

–Como foi?

Olhei para ele sabendo logo do que ele estava a falar.

–Difícil… Nunca pensei que fosse assim. Notei uma diferença enorme. Antes eu pensava melhor dela porque não sabia a diferença de ter uma vida normal. Ela só pensa em dinheiro. Para não falar no filho horrível dele. Mas ele é boa pessoa.

–Eu não sabia como ias voltar. Se irias voltar. Porra, Bella, eu não tenho jeito com estas coisas, tavez seja por isso que ela nunca pensou em ficar comigo.

–Porque é que vocês se separarm?

–Desculpa Bella, mas ainda não estou preparado para te contar a minha versão da história.

–A mãe nunca me disse nada. Só que se separaram. Eu não sei pormenores e ela nem deixava tocar no assunto.

–Esta casa é tua. Podes ficar comigo o tempo que quiseres.

–Oh, obrigada, pai.

–Bem, agora tenho de ir. Para arrumar a casa tive que tirar dois dias, então vou fazer vários turnos para compensar. Não sei como consegues ter sempre esta casa em ordem.

Sorri. Já sabia como ia ser a minha noite. Assim que o meu pai saiu liguei logo ao Edward.

–Olá amor. – Disse toda animada.

–Olá.

–O meu pai vai trabalhar agora. Não queres vir visitar-me? – Perguntei logo.

–Parece bom. Quando puder ir, avisa, como das outras vezes.

–Combinado. Até já!

–Até. – Ele desligou. Que estanho.

Bem, mas eu tenho muitas coisas para fazer como arrumar a casa, ou melhor o jantar. Lavei a loiça, limpei-a e arrumei-a. Subi rapidamente e abri a minha mala. Iria usar umas coisas que tinha trazido. Vesti uma lingerie preta e combinei-a com o vestido verde escuro, mas via-se muito o soutian, então optei por o tirar. Mandei mensagem ao Edward a dizerque podia vir, quando me lembrei que se vestisse umas calcinhas branca poderia ter o impacto do contraste com o vestido.

Andava de um lado para o outro quando ele tocou. Abri nervosa e ele entrou, dando-me só um beijo na testa. O que é que se passa?! Será que ele arranjou outra? Eu estive fora menos de duas semanas.

–Porque é que me traíste?

–O quê? – Acho que não tinha ouvido bem a questão dele.

–Sim. Tu bebes-te muito na festa e traíste-me! – Ok, eu ouvi mesmo bem. Ele estava a acusar-me de o ter traído.

–O quê?! – Ele só poderia estar a falar de Jacob. Mas como é que ele sabe? Ele nem foi à festa! Eu não contei a ninguém.

–Confessa! Gostas dele? – O que ele dizia, conjugado como dizia, irritou-me profundamente. Eu odiava Jacob. E agora odiava o Edward.

–Mas do que é que estás para aí a falar?! Eu nunca traí ninguém! Eu não estive com ninguém! O casamento foi horrível! Não tens noção, o filho do Bill fez-me a vida num inferno! Ele roubou um fio de ouro da mãe e colocou no meu quarto. Todos pensaram que fui eu. Eu! Ele odeia a minha mãe , mas o Bill manda-o sempre calar, o que não o impediu de se virar contra mim. Eu passei estas semana a contar os dias para voltar e é assim que me tratas?

Ele tentou me abraçar mas eu estava muito irritada e afastei-o. Obviamanente que eu não iria perdoa-lo de me acusar assim tão facilmente.

–Desculpa, princesa. Eu sei que fui horrível, mas tenta perceber, por favor... Eu nunca amei ninguém como te amo. E hoje não quiseste estar comigo. O que querias que pensasse?

Porque é que os homens fazem-se sempre de vítimas?

–Eu só não quis que viesses me buscar porque seria horrível não poder te beijar.

–Beija agora. Desculpa.

Porque é que os homens têm a mania de aproveitar as dicas da mulher para darem a volta à situação?

Ele tentou abraçar-me e beijar-me, mas eu virei-lhe a cara.

–Desculpa, princesa. Desculpa. – Insistiu enquanto me puxou para os seus braços.

–Eu nunca te iria trair. Eu nunca te vou trair. – Repeti-lhe para ver se entrava na cabeça oca dele. Bem na verdade eu não queria estar zangada. Queria era estar com ele. Até fiquei molhada só de pensar.

–Eu sei, amor.

Finalmente ele beijou-me e eu abracei-o, puxando-o para mim, querendo mais dele. Ele supreendeu-me ao levar-me ao colo para a minha cama, onde me colocou delicadaemnte distribuindo beijos. Super romântico do género que me deixa em ebolição.

–Perdoa-me. – Ele pediu-me.

O quê?! Outra vez esta conversa? Será que o rapaz não percebia que eu queria era acção?

–Esquece isso...

Finalmente, eu acho que ele esqueceu a história da traição, pelo menor pareceu-me, quando os olhos verdes dele escureceram quando olharam para o meu vestido. Ele virou-me, nada delicadamente agora, mas eu não me importei, aliás, necessitava assim. Abriu-me os botões do vestido bem devagar, fazendo-me estremecer e ficar molhada.

–Linda. – Elogiou-me, fazendo-me ficar corada. Ele era super lindo e gostoso e dizia que eu era linda com voz grossa. Tem como não acreditar, ou pelo menos, não me sentir mesmo linda?

Não sei o que ele achou do facto de eu não ter soutien, mas pelo menos acho que das calcinhas ele gostou. Mordiscou-me o rabo e tirou-a com os dentes, rosnando. Ficava cada vez mais fácil estar com ele. Eu pertecia-lhe.

O seu rosnar era música para os meus ouvidos.

Eu queria brincar também. Por isso virei-me e fiquei sentada por cima dele. Tirei-lhe a roupa toda e não me estranhei quando vi o enorme pénis dele, grosso e pronto para mim. Continuava sem saber como aquilo entrava em mim, mas não era altura para pensar nisso. Agrrei-o com uma mão e comecei a punhetar.

–Princesa, se continuas assim eu não aguento mais, e ainda tenho de te aquecer.

Ele voltou a virarnos e passou a distrubuir beijos pelos meus peitos, mordendo-os e passando os dedos pelas minhas dobras intímas.

–Eu já estou quente por ti. – Piquei-o, querendo mais dele.

Não tive como não saltar e gritar quando ele beliscou o meu centro pulsante.

–É para aprenderes a não seres refilona. Está aqui um rapaz a tentar ser simpático e tu não dás valor. – Disse-me enquanto abria e colocava o preservativo.

A verdade é que depois da dor eu fiquei ainda mais desejosa de o ter. Deixei-me ficar deitada na cama e abri bem as pernas, tocando-me de seguida.

–Estraga e depois diz que te faz falta.

Ele ajoalhou-se na cama e passou a acariciar as minhas pernas.

–Desculpa, coisinha mais linda. – Disse para a minha vagina e beijou-a. A língua dele contornou-a toda fazendo-me gemer baixinho. Ele tinha ganho a guerra.

–Amor, preciso de ti. Preciso muito e AGORA!

Os beijos deles começaram a subir pelo meu corpo e eu senti cócegas quando ele passou a minha barriga e o meu pescoço, principalmente quando ele soprou.

–Amo-te! – Disse-me ao ouvido, entrando dentro de mim.

Eu respondi-lhe com o meu corpo, enlaçando as minhas pernas e braços ao seu redor e puxando-o ainda mais para mim.

No início, ele foi lento e querido, enchendo-me de mimos, mas ambos estávamos esfomeados, então eu tive que largá-lo, enquanto ele bombeava dentro de mim e fazíamos aquele som de sexo que fazia estremecer e molhar-me mais.





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–Hum que cheirinho bom. – O meu pai elogiou-me quando entrou na cozinha.

–É, mas não é para mexeres.

–Então? – Ele fez beicinho.

–É para levarmos para os Cullens.

Estava a fazer um bolo para levar amanhã, no dia de páscoa. Estava dolorida da noite de ontem, mas não me sentia cansada. Muito pelo contrário. Só me apetecia cantar e dançar.

–Podias fazer um para nós. Ou para eu levar para o trabalho. Às vezes dá-me uma fome…

Que manhoso que o meu pai me saiu.

–Vais trabalhar hoje?

–Sim. Eu troquei o turno para poder ficar contigo a primeira Páscoa. Era tão bom poder levar um bolo hoje.

–Ok… Eu faço um bolo para ti.

–És a melhor filha do mundo!

Assim que coloquei os dois bolos no forno mandei mensagem ao Edward.






Para Edward

Queres vir cá amor? O meu pai vai outra vez trabalhar à noite.





De Edward

Óbvio, princesa. Já sabes como é. Manda-me toque quando puder ir. Amo-te.





Arrumei o meu quarto enquanto os bolos se faziam e quando os estava a decorar o meu pai foi outra vez à cozinha.

–Pareces feliz. Algum motivo?

–Pareço? – Perguntei.

–Sim, até estás a cantar. – Ups, não tinha percebido.

–Bem, não tenho razões para estar triste.

–E para estar contente?

–Estou em casa. É motivo?

Olhei para ele a sorrir e vi-o a se emocionar com a minha resposta. Só depois percebi o que tinha dito, mas não podia ser mais verdadeiro.

Mais tarde, escolhi uma camisa de dormir bem bonita e sensual, mas própria para o meu pai me ver, e fiz o jantar.

O meu pai pôs a mesa e felizmente não comentou a minha indumentária.

Comemos em silêncio e depois parti o bolo para sobremesa, colocando uma fatia para ele levar depois.

Assim que ele saiu, apressei-me a chamar o meu namorado. Pensei que, com o tempo, a minha excitação ao facto de ele vir, se dissipasse, mas pelo contrário, eu ficava mais nervosa e tentava a todo o custo que fosse tudo perfeito.

Ele entrou e beijámo-nos.

–Queres um pouco de bolo? – Perguntei.

–Se foste tu que fizeste, é claro que quero.

Apetecia-me saltar de felicidade, mas disse para mim própria que era só um elogio.

Fomos comer para a sala e ficámos a ver um filme que estava a dar. Não fizemos mais nada nessa noite do que uns beijos e uns apalpões. Arrumei tudo antes do meu pai chegar.






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–Estás lindo pai. – Elogiei-o pela milésima vez – Já estamos atrasados. Isso é que dá má imagem…

–Eles são tão finos, e tu também estás tão bonita.

Como é que eu ia explicar ao meu pai que nenhum dos Cullens esperava que ele fosse, ou até tivesse, de fato?

–Eu estou com uma roupa normal, pai.

Mentira. Eu estava magnífica. Tinha de dar uma boa impressão aos meus sogros, apesar de eles não saberem.

Foi a própria Esme que nos abriu a porta.

–Ainda bem que vieram.

Cumprimentámo-nos.

–Trouxe um bolo.

–Não era preciso querida.

–Se foi a Bella que fez, era preciso sim. – Emmet apareceu.

–Emmet! – A mãe dele ralhou, sem efeito, pois ele respondeu-lhe que os meus bolos eram mesmo bons.

Senti o meu pai respirar de alívio quando viu que o Sr. Cullen estava vestido confortavelmente. Foi estranho cumprimentar o Edward com um beijo no rosto, principalmente à frente de todos. Não tive como não ficar vermelha e abaixar a cabeça.

O almoço e a tarde correram muito bem e eu fartei-me de comer. Eu e Alice. No fim até nos doía a barriga de tanto chocolate. Acho que teria de começar a fazer dieta.

O meu pai conversou animadamente com o pai de Edward. Estranhei, pensado que assunto é que eles deveriam ter juntos. Obviamente que falavam nos filhos. Senti-me contente e orgulhosa por o meu pai estar a falar de mim positivamente pelas notas e como eu cuidava da casa e não pelos meus amigo, como a minha mãe fazia.

Na despedida tentei não olhar para Edward mas não consegui e voltei a corar. Combinámos que vinhas jantar na casa dos Cullen no sábado.

Na segunda, Alice veio cá almoçar e revemos algumas matérias e colocámos a conversa em dia. Ela contou-me alguns pormenores sobre o Jasper. Como ela tinha perdido a virgindade com ele. Foi super romântico. Numa viagem que eles fizeram. Será que algum dia eu viajaria com Edward?

A terça chegou e, com ela, as aulinhas.


Notas finais do capítulo
Claudiasilva:
Olá gente mais boa.
Primeiro, sei que estou atrasada uma semana, mas as aulas tão aí e o tempo para escrever é pouco, então vou postar de 15 em 15 dias, por isso agora, só dia 22 de Outubro. Esta fic vai ultrapassar os 50 capítulos mas não chega aos 100.
No orkut tenho um novo grupo de one´s. Ainda está no início. Dêem uma olhadinha:
http://www.orkut.com/Main#Community?cmm=123204784&fr=1
Já agora tenho uma prenda para vocês, apesar de ser o meu aniversário:
http://fanfiction.com.br/historia/245982/O_Meu_Vizinho_Da_Frente/capitulo/2
Beijinhos e espero que gostem
MiSwan- a beta
Olá, cambada!
Já viram como a Bellinha cresceu? Tipo, o Charlie disse isso por ter passado uns tempos separado da filha, mas agora estou a pensar nisso e a ver que ela, desde que a fic começou, se transformou tanto! Que pensam disso?
E o Jacob, será que ele desapareceu de vez, ou está à espera para dar o ar de sua graça?
Bem, a Cláudia faz anos na segunda-feira, ou seja, dia 8 de Outubro, vamos divertir-nos e ver quem manda o review mais fofo a desejar os parabéns para a nossa belíssima autora?
Eu dou já uma ideia, querida, não ficaste mais velha: subiste de nível!
Beijinhos




(Cap. 38) Capítulo 38 - Edward

Ela estava sem sutiã, mas tinha uma calcinha minúscula branca. Deitei-a, ainda de costas, e mordi-lhe o rabo enquanto puxava a calcinha com os dentes. Rosnei, pois podia sentir o seu cheiro de fêmea no cio. Ela era minha, como fui burro por pensar que ela estava com outro! Era minha e eu ia pô-la com o meu cheiro.

Capitulo 38- Edward

Espreguicei-me na cama, feliz. Finalmente tudo estava a dar certo.

Estava à espera que a Bella me mandasse mensagem para ir ter com ela. Já estava pronto. Não era muito vaidoso, mas gostava de estar bem.

O meu telemóvel tocou e eu abri a pensar que era uma mensagem da Bella, mas enganei-me, e não tive como não revirar os olhos ao ler:

De Tanya

Querido, estou sozinha. Vens me fazer companhia? Tenho medo do escuro. Beijo daqueles que sabes que só eu sei dar.

Outra vez esta? Não sabia o que havia de responder, ou se havia de responder. As raparigas são fáceis de manipular para a cama mas são difíceis de aturar e perceber.

Para Tanya

Desculpa mas não dá. Fica para uma próxima. Beijo

Simples e direto. Algo que o Edward solteiro escreveria. Tirando, claro, o facto de não ir. Começava agora a pensar se tinha feito bem em mandar mensagem. Mas agora já estava feito.

Finalmente a mensagem que eu queria chegou e eu arranquei logo para a casa da minha amada.

Bella abriu-me a porta com uma camisa de dormir para lá de sexy e a minha mente processou tudo rápido e agarrei-a logo. Bella largou-me envergonhada e perguntou-me se eu queria bolo.

Bolo?

–Se foste tu que fizeste, é claro que aceito. – Respondi sorridente quando a minha mente processou o cheiro fantástico de bolo. Bella era, sem dúvida, uma excelente cozinheira.

Ela inclinou-se para cortar o bolo, dando-me uma vista privilegiada do seu rabo. A minha mão coçou, mas aguentei-me. Fomos para a sala e ela perguntou-me se queria ver um filme. Mais uma vez aceitei, apesar de queres fazer outras coisas. Já tínhamos feito ontem mas não chegava. Com ela queria sempre mais.

No meio do filme a inquieta da minha mão não aguentou e dirigiu-se para a perna dela. Ela não se mexeu e eu fiquei a imaginar o que ela faria se eu subisse mais um pedacinho. Não sei que filme estávamos a ver, mas quando ela virou a cara para mim, eu virei a minha para o televisor. Não queria que ela pensasse que eu só pensava em sexo. Apesar de ser só isso que a minha mente pensava.

Quando o casal principal se beijou, eu fiz o que é da praxe e beijei a minha princesa deitando-me por cima dela no sofá. Obviamente que não aguentei e as minhas mãos passearam pela lateral dela. Ela gemeu em resposta e o meu pénis começou a despertar.

Sentei-me novamente e Bella sentou-se em cima de mim, aninhando-se. Coloquei as minhas mãos ao seu redor e passei a dar a beijinhos no seu pescoço. Ela suspirou e rebolou.

O filme acabou e eu olhei para o meu relógio.

–Gostei deste bocadinho contigo. – Ela disse-me.

–Eu também, minha linda.

Ela levou-me à porta e despedimo-nos só com um beijinho. Conduzi para casa e ao passar a sala vi Jasper e Alice a namorarem. Ia a subir as escadas a tentar não fazer barulho quando a voz irritante da minha irmã interrompeu-me no último degrau.

–Foste onde? – Ele mordeu o lábio inferior – Boa noite. Dorme bem.

Fiquei paralisado só por um segundo, mas depois fui logo para o meu quarto. As coisas estavam a começar a se compor.

De Tanya

Sabes o que acabei de fazer agora? Algo que poderias ter sido tu a fazer…

Como responder a isto? Melhor não responder.

Despi-me e fiquei a imaginar a minha princesa aqui comigo. Não que ela tivesse a mão tão grande e áspera como a minha, mas é o que se arranja.

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–Mãe não é a primeira vez que a Bella vem cá almoçar.

–Edward, não sejas assim. Ela é muito amiga da tua irmã, por isso afasta-te e não te metas!

Fiquei boquiaberto. Como assim não me meto?

–E não faças essa carinha de menino bem comportando porque ambos sabemos como te metes com as amigas da tua irmã.

Ainda há uma semana era o herói e agora passei a vilão.

Era dia de páscoa e a mesa já estava posta, excepto pela comida. A minha mãe exigiu que nos vestíssemos bem, apesar de confortáveis para recebermos os Swan´s. A verdade é que todos os anos eram assim. Por isso não percebi muito bem. Ao olhar para o meu pai percebi que deveria ser algo de mulheres.

Tocaram à porta e o chefe Swan e a minha Bella entram. Ela vinha deslumbrante. Mas ela sempre estava. Tentei não sorrir bobamente e rezei para que ninguém percebesse que babava por ela.

A minha mãe recebe-os e Bella trazia um bolo. Emmet claro que o queria logo devorar, mas a minha mãe sorriu friamente calando-o logo. Cumprimentei o meu sogro com um aperto de mãe e ela com um beijo no rosto. Apeteceu-me puxá-la para o meu colo e aninhá-la perto dos outros. Em vez disso tive que me sentar no outro sofá vendo-a de longe. O Sr. Swan sentou-se ao meu lado e começou-me a falar em pesca. Eu percebia pouco do assunto, então perguntei-lhe sobre basebol e aí até os olhos dele brilharam, sendo que passámos a falar alegremente sobre o assunto.

Quando a minha mãe mandou-nos para a mesa ele disse-me:

–Sabes Edward, até és bom rapaz. Eu tinha medo que fosses tentar algo com a minha Bella, mas ainda bem que cuidas dela como da tua irmã. Já cresceste, mas também ninguém te pode culpar por seres tão mulherengo.

Estagnei, mas lá segui para a mesa sem dizer uma única palavra. No fim do almoço, as meninas e Emmet fartaram-se de comer chocolate enquanto o meu pai e o Chefe Swan conversavam. O assunto? Eu e a faculdade. Também falaram sobre os outros filhos, mas o meu pai não parava de me elogiar e como agora eu tinha acalmado a minha vida social, dedicando-me agora aos estudos.

–Bem, está a ficar tarde, Bella. Melhor irmos, já incomodámos o bastante.

–Claro que não, Charlie. Deveriam vir mais vezes. Que tal sábado?

Charlie? Desde quando o meu pai tratava-o pelo nome próprio?

–Se a Bella puder, eu consigo ter esse tempo livre.

–A Bella claro que pode… - Intrometeu-se Alice.

–Alice! – A minha mãe ralhou.

–Posso sim...

Eles despediram-se e ao aproximar-se de mim, Bella vinha com o olhar baixo. Como sou mais alto que ela, ela teve que levantar a cabeça e quando os nossos olhares se cruzaram ela corou fortemente. Eu sei que não devia, mas não pude deixar de não sorrir.

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–Detesto as terças.

Eu também não gostava nada de ir às aulas mas pelo menos hoje veria Bella. Ontem não pude mimá-la porque ela estava com a minha irmã que se queixava.

–O Jasper já não devia ter chegado?

–Hoje vou contigo.

Merda. Nem posso dar um beijo a ela.

Alice deve ter pensado que eu estava chateado pelas aulas porque não disse nada sobre o meu mau humor, que se notava pelo bater da porta do meu lindo carro até ao não colocar música no carro.

Ao caminhar para o carro, Bella parou repentinamente e depois respirou fundo e continuou. De certeza que tinha pensado o mesmo que eu e eramos mesmo almas gémeas , já que ela também bateu com porta. Eu ri com os meus pensamentos.

–Que foi? –Alice perguntou-me.

–Olá, Bella.

–Olá, Edward.

–Olá, Bella. – Alice virou-se para trás e começou a falar-lhe sobre roupas ou algo do género. Ainda bem que eu conduzia rápido, já estava farto desse tema.

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De Bella

Tenho pena de não te poder ter dado um beijo hoje fisicamente. Então mando-te um virtual.

Como esta menina podia tornar uma aula de Biologia melhor? Sorri e respondi-lhe mandando-lhe outro beijo.

–Quando vais contar? Não achas que está na hora? – Jasper furou a minha bolha de paz.

–Não.

–Isso não vai dar bom resultado.

–Porque dizes isso?!

–Tu querias ver se a amavas mesmo e amas. Porque não admites?

–Eu admito.

–Não, dizeres-me a mim e a ela, não é admitir.

–Toma atenção à aula que esta matéria é importante. – A verdade é que eu não ouvi muito do que o professor disse depois, mas eu não queria discutir com Jasper, muito menos no meio da aula.

Felizmente ele não tocou mais no assunto.

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“Apetece-me mesmo beijar-te” – Bella escreveu no caderno dela enquanto estudávamos na sala de estudo na quinta.

Eu sorri e abanei a cabeça. Passei a minha mão pela sua perna e apalpei-a.

–Não estou mesmo nada a perceber isto.- Reclamou a minha irmã do outro lado.

Bella virou rápidamente a folha quando a minha irmã sentou-se ao meu lado e eu tive de lhe expicar tudo.

–Queres que te leve a casa? – Perguntei a Bella quando ela disse que já estava na hora de ir para a sua casa.

–Sim.

Despediu-se na minha irmã e entramos no carro. A minha mão foi logo para a perna dela e conduzi assim.

–Queres entrar?

–Não sei se me consigo controlar. A que horas o teu pai chega?

–Não sei ao certo… Anda. Mesmo que não façamos nada, estamos um pouquinho juntos.

Aceitei, apesar da minha mente só pensar em cenas impróprias. Assim que fechei a porta empurrei-a contra a parede e comecei a beijá-la. Senti ela a ficar tensa, mas recompos-se depressa e subiu para o meu colo. Arfante, finalizei o beijo e levei-a para o primeiro sítio que vi: a cozinha. Sentei-a em cima da bancada e as minhas mãos subiram finalmente por cima do vestido, até chegarem ao seu rabo, a puxando para mim.

Bella rebolou e apertou-me mais. Brinquei com o elástico das suas cuequinhas e puxei-o para baixo.

–Temos de ser rápidos. – Disse-me sofucante.

–Queres mesmo?

–Sim, rápido, antes que me arrependa.

Beijei-a fortemente batendo até com os meus dentes nos dela e puxei o vestido para cima. Ela abriu-me a berguilha enquanto eu procurava o preservativo.

–Quando é que deixamos isto?

–Está quase amor, agora anda.

–Hum, hoje a menina está muito desejosa.

–Ter um namorado gostoso como tu, tem esse efeito.

–Linda!

Coloquei a pontinha e ela inclinou-se para trás. Olhava nos olhos dela quando entrei nela. Bem devagar.

Retirei o meu pénis e senti ela a pompeá-lo. Eu juro que tentei ir com calma, mas a partir daí não deu. Agarrei-a nas nádegas e comecei o movimento de vaivem preciso e duro. Bella gemia bem alto e pedia por mais.

Não demorou muito até ela me arranhar as costas e gemer mais agudo, suspirando depois. Era assim que eu sabia quando ela atingia o orgasmo. Deixei-me vir também por não aguentar mais e larguei-a em cima da bancada. Abracei-a, apesar de estar cheio de calor. Não me parecia bem, nem eu a conseguia deixar assim.

Quando tirei o presevativo o meu pau ainda estava duro.

–É melhor ires embora. – Ela disse-me enquanto se agarrava a mim para descer do balcão.

–Como assim? Eu não posso ir. Não te posso deixar assim.

Ela estava a vestir as cuecas e parou.

–Deixar-me assim? Assim como? – A sua linda testa enrrugou-se.

–Princesa! Acabámos de estar juntos, de fazer amor. Não te posso deixar sozinha agora.

–Edward, eu estou bem. Vou é deixar de estar se o meu pai apanhanos assim! – Ela continuou quando viu que eu não ia - Nós já estivemos juntos outras vezes e eu sei que me amas. Mas, se ficares, eu vou acabar por não aguentar e mamar-te e o meu pai pode aparecer. Vá! Não impliques e vai.

Ela lá acabou por me convencer e eu fui. Ainda contrariado, mas tive de ir.

–----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Bella e Alice dançavam alegremente ao som fatela de uma música qualquer, enquanto eu e Jasper bebíamos no bar.

–Não posso beber mais. – Avisei Jasper que pediu mais.

–Se a polícia mandar parar, não vais ao teste. Esqueces-te com quem vais.

–Pois pois. O Chefe Swan se nota que eu estou perto da linha é até capaz de me fazer soprar no balão até em casa dele.

–E ele nem sonha que “sopras” na filha...

–Fala baixo e olha o respeito.

–Que sensível! - Ele gozou.

–Amanhã, ele vai lá almoçar a casa. Sinto que tenho de lhe causar boa impressão. Os meus pais gostam dela. – Olhei para a minha menina que rebolava até ao chão. Notei também que uns idiotas também olhavam para ela, mas ela não notava. Eu acho mesmo que ela dança assim só para mim.

Virei-me para o bar.

–Ela é maravilhosa. Não vejo um motivo sequer para ninguém gostar dela. – Fez uma pausa e continuou. – Agora, neste exacto momento, poderiamos estar agarrados às nossas namoradas e ninguém podia sequer olhá-las.

Jasper conhecia-me mesmo bem. Como é que eu lhe ia explicar os meus medos? Preferia concentrar as minhas energias nas provas do fim do ano e em fode-la, claro.

–Sabes…

–Vamos comer? - Bella interroupeu-me.

–Por mim, claro. – Eu ia negar algo a ela?

–Eu também tenho fome. – Jasper apoiou.

–Vocês são uns caretas. Não quero nada ir. Ainda é cedo. Umas 4, certo?

– Vá anda… - Jasper puxou-a, sem querer saber do beicinho dela. Bella ainda ficou pensativa, mas eu empurrei-a para a saída. Se ela tinha fome iria comer. Se a Alice queria ficar que ficasse.

Acabámos numa roulotte com bifanas. Aquela hora sabia mesmo bem. Queria estar como o Jasper e a Alice. Juntinhos e a trocarem carícias sem se preocuparem com os outros. Não era falta de coragem... O probelma é que eu tinha medo do futuro e de Alice não concordar.

–Dormes lá em casa Bella? – Alice perguntou e eu queria que ela pudesse dormir comigo, depois iriamos tomar o pequeno-almoço juntos. Sonhar não custa.

–Melhor não. O meu pai não se deve sentir bem de ir sozinho. Amanhã estamos juntas outra vez.

Assim que arranquei a minha mão voltou para a sua perna.

–Não sei como amanhã vou parecer “normal” perto dos teus pais.

–Amor, eles sabem que os filhos foram para a borga contigo. Não te preocupes com isso.

Despedimo-nos com um beijo.

–Tenho saudades de dormir contigo.

–Eu também Edward, se nós…

–Eu penso muito nisso, mas acho que ainda não é a altura certo.

–Acho mesmo que essa “altura” nunca vais chegar.- Ela rosnou enquando cruzava os braços.

–Estás a desistir?

–Nunca.

Puxei-a para o meu colo, com cuidado por causa do volante e beijei-a.

–Amo-te mesmo muito. Quero-te mesmo muito. Não desistas nunca de nós. Por favor. Eu nunca pensei gostar de alguém como gosto de ti.

–E eu o mesmo. Mas eu quero mais. Eu preciso de mais. Entende-me!

–O que precisas?

–De andar de mãos dadas contigo. Ter-te em minha casa sem ser às escondidas. Que todos saibam que és meu...

Dei-lhe a mão e disse.

–Achas mesmo que o teu pai vai deixar-me estar em tua casa quando souber? Ou até mesmo, deixar-nos estar na minha casa? Sairmos juntos? – Ela abriu a boca e nada disse, apertei mais a sua mão e continuei. – E não precisas que todos saibam. Eu sou teu! Não acreditas?

–Acredito.

–Confias em mim?

–Sim, Edward. Desculpa. Mas percebe-me tu também?

–Eu percebo e sinto o mesmo. Tem paciência.

Beijei-a no topo da cabeça e deixei-a ir.

–-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

–Edward! Toca a levantar.

–Mãe, é sábado! Deixe-me dormir.

–Hoje temos visitas. E tu sabias. Deixa-te de dramas. Tivesses-te deitado mais cedo. De certeza que a Bella vem bem. Que filhos preguiçosos fui ter….

Só o facto de ela ter falado na Bella é que me fez levantar e arranjar-me. Fui o primeiro dos três a descer. Os meus pais olharam boquiabertos para mim mas nada dizeram. Pouco depois os convidados chegaram, sem os meus irmãos terem descido. A minha mãe ficou envergonhada e pediu lincença. Eu sorri ao pensar na descasca que os meus irmão iriam levar.

Bella vinha com um vestido rodado e comportado. Fiquei com vontade de o levantar. Como é que iria fazer isso?

Mandei-lhe mensagem.

Para Bella

Querida, temos de arranjar uma maneira de estarmos juntos. AMO-TE

Bella estáva a sorrir e parou de o fazer quando viu a minha mensagem. As minhas mãos termiam quando abri a resposta.

De Bella

Estás doido? Se eles vão ficar a saber que seja agora por nós e não por andarmos aí feitos coelhinhos! Tb te amo. E muito.

Ela tinha razão, mas eu não conseguia parar de pensar na reação das pessoas na sala, qua agora constavam os meus irmãos que abraçaram a Bella como uma irmã.

Notas finais do capítulo
Claudiasilva a autora
Olá meninas mais boas o que acham que ele vai fazer
Próximo capitulo dia 5 de Novembro. Lá a fic irá ter uma reviravolta
Apostas?
Beijos e comentem
MiSwan- a beta
Próximo capitulo dia 5 de Novembro. Lá a fic irá ter uma reviravolta
Apostas?
Vamos começar a fazer apostas?! Tipo, não queres desvendar nem um pouquinho??
A Tanya é uma oferecida minha gente, quase que a estou a imaginar em cima de uma mesa, com a maçã na boca a dizer dá-me uma trinca! Sim, eu não tenho o juízo todo!
Sabes, eu aposto que essa reviravolta ainda vai estar ligada a este encontro, quem sabe se não é desta que a relação do Ed e da Bella passa de privada ao conhecimento geral e deixas a Bella andar a dar uns estalos bem merecidos à Tanya? Gente, eu só estou a atirar, a Cláudia tem o trabalho todo e eu só corrigo, mas digam-me, que apostam?
Beijinhos




(Cap. 39) Capítulo 39- Bella

A terça chegou e, com ela, as aulinhas.

Capitulo 39- Bella

Preparei-me com cuidado. Agora seria sempre assim. Eu tinha um namorado e era para o manter. Até nas calcinhas mudei. Ainda bem que era eu a tratar da roupa. Credo, se o meu pai visse a roupa que eu tinha comprado.

Calcei as minha botas de salto e dei uma volta a sorrir ao ver-me ao espelho. Ouvi a buzina do carro de Edward mas antes de sair coloquei o meu perfume. Tentei caminhar bem e normal e estava tão concentrada nisso que parei quando vi Alice no carro. O que estava lá ela a fazer?

Respirei fundo e continuei, esperando ela não ter notado. Ao entrar no carro só dizia a mim mesma “está calma e não te denuncies”. Edward cumprimentou-me e Alice parece que acordou. Virou-se para mim e começou e elogiar-me a a dizer que tinhamos de ir às compras. Algo que me parecia bem.

Ao chegar mandei uma mensagem ao Edward a lhe mandar um beijo, visto que não o podia dar fisicamente.

Sentia falta disso. Estava mesmo com as hormonas aos saltos. Só pensava quando é que ia estar com ele sem perservativo. Será que seria diferente para mim? Notaria diferenças?

Para Ang

Olá amiga. Achas que é diferente sem preservativo? Desculpa a pergunta, mas não tinha a quem perguntar.

Na verdade eu tinha a quem perguntar, mas Alice iria-me perguntar o porquê da pergunta.

De Ang

Podes-me perguntar tudo o que quiseres. Eu acho mais quente e romântico. Boa sorte e muito prazer.

Agradeci-lhe e fiquei o resto do dia a pensar nele, mas tive que esperar atá quinta para ter algo. Edward estava ao meu lado na sala de estudo a explicar-me matemátiva mas eu não conseguia parar de roçar as pernas uma da outra. Quando é que eu o teria?

“Apeteceme mesmo beijar-te” escrevi apesar de Alice estar sentada à minha frente, mas por a mesa ser grande e estar tudo espelhado ela não viu. A resposta dele fez-me molhar. Ele colocou a mão na minha perna e eu desejei mais. Olhei para ele a pedir mais, mas Alice interroupeu-nos. Virei a folha para ela não ver e ele lá lhe deu toda a atenção.

Ainda tive de aguentar mais umas horinhas, e quando me fartei disse que tinha de ir. Edward oferece-se para me levar e eu sorri contente. Ele só tinha mais que me levar. Obriguei-me a pensar, mas eu não era assim e só pensava que talvez pudesse estar um pouco com ele, principalemente quando a sua mão voltou à minha perna no carro. Porque é que eu não vestia mais saias/ vestidos?

Ao chegarmos perguntei-lhe se queria entrar. Ele respondeu-me que era melhor não porque podia não se controlar. Eu deveria ficar chateada por ele me desejar tanto? É que eu não fiquei pois eu percebia-o. Será que era por não devermos estar junto, que tudo era tão exitante? Eu duvidava.

Acabámos por ir para minha casa onde ele me fodeu na cozinha. Bem forte e duro. Tal e qual como eu precisava. A supresa veio depois. Ele não me quis deixar por ter acabado de fazer amor de forma mais bruta. Eu estáva bem e tentei de todas as maneiras lhe explicar isso. Ele acabou por se ir embora não muito convicto. Eu adorava o Edward selvagem mas gostava ainda mais dele quando era romântico.

Antes de o meu pai chegar, limpei a cozinha toda.

…………………………………………………………………………………………………………………………………………

Ia em direcção da casa dos Cullens quando me lembrei da conversa de ontem com o meu namorado. Tudo começou quando eu lhe disse que estava com saudades de dormir com ele. Era verdade. Não podia mandar nos meus sentimentos.

Depois ele irritou-me com a conversa do “ acho que ainda não é altura certa”, e deixou-me derretida quando pediu-me para não desistir de nós porque nunca tinha pensado sequer em gostar de alguém. Pedi-lhe então mais. Não. O meu tom era de exigência. Eu queria andar de mãos dadas, te-lo em minha casa e estar na casa dele à vontade com Alice e Jasper, como Emmet e Rose, e que todas soubessem que ele é meu.

Mas o que me tinha deixado a pensar foi quando ele me disse que não acreditava que o meu pai o fosse deixar estar na casa dele e deixar-me a mim, estar na casa dos Cullen´s, de sairmos juntos... Será que ele tinha razão?

Olhei para o familiar com quem eu tinha mais confiança e perguntei-me até que ponto ele tinha razão. Quando chegámos só Edward e os seus pais estavam na sala. Os irmãos dele continuavam na cama o que irritou a Sra. Cullen. O meu pai falou com o Sr. Cullen sobre uns idiotas que beberam de mais e conduziram. O resultado foi que foram apanhados pelo meu pai que reparou que um já estava mais para lá do que para cá e encaminhou-os para o hospital onde estava em coma alcoolico.

Não aguentei mais e olhei para Edward que estava a escrever no telemóvel. A quem é que ele estaria a mandar mesagens? Queria tanto poder sentar-me ao lado, ou quem sabe ao colo dele, e poder espreitar. A Sra. Cullen começou a falar comigo sobre o baile de finalistas. Nem me lembrava disso. Estáva quase. Talvez um mês.

O meu telemóvel tocou e abri a mensagem ao mesmo tempo em que repondia que queria ir com Alice ver o vestido.

De Edward

Querida, temos de arranjar uma maneira de estarmos juntos. AMO-TE.

Eu devia ficar feliz com o que li, mas não fiquei. Eu estava a pensar que iria passar o baile sozinha.

Para Edward

Estás doido? Se eles vão ficar a saber, que seja agora por nós e não por andarmos aí feitos coelhinhos! Tb te amo. E muito.

Esperei uma resposta, mas não veio. Emmet e Alice desceram e abraçaram-me. Foi uma tarde bem passada e ficámos a jogar como uma família.

…………………………………………............................................................................................................

–Devias ter aceitado. – Alice me disse enquanto estudávamos em sua casa.

–Aceite o que? – Edward peguntou e Jasper suspirou.

–Um idiota pediu-me para ia ao baile e…

–E ela negou. Achas normal?

–Se ela não querAlice. Deixa de te intrometer. – Jasper tentou acalmar a conversa.

–Não te metas Jasper. Ela irá com quem? Explica-me!

–Comigo.

Viramos os três os olhos para Edward. O meu corção bateu forte apesar de achar que o sangue não cirgulava pelo meu corpo. Era agora ele iria admitir.

–Se te faz tanta impressão que ela vá sozinha então eu vou com ela.

–Mas… - Alice começou a dizer, mas ele voltou a interrompê-la.

–Nem comeces, Alice. Acho que estás a ser muito chata. Queres ir comigo Bella?

–Sim. – Respondi tristemente. Claro que eu queria ir ao baile com o meu namorado, mas queria que todos soubessem que nós estávamos juntos. Estou farta de repetir isto.

Mas apesar de ninguém saber, prefiro que ele vá comigo do que com outra. E eu sabia que a fila dele é bastante longa.

Não sei que cara eu tinha mas Alice não comentou nada. Jasper despediu-se e eu pedi para ele me levar.

–Estás bem? – Perguntou-me no carro.

–Sim. – Não me apetecia conversar.

–Ele gosta mesmo de ti, acredita.

Nem tentei sorrir.

Cheguei a casa, tomei um banho e meti-me na cama. Chorei. Porque chorava?

Porque sou uma adolescente com as hormonas aos saltos que precisa do namorado.

…………………………………………………………………………………………………………………………………………………

–Bella.. querida… Aqueci a canja. Não queres um bocado? - O meu pai acordou-me, decerto preocupado por não comer.

Olhei para o relógio que marcava 10:30. Merda. Tinha adormecido.

–Quero. Dá-me só um minuto.

Fui ao banheiro, limpei o rosto e prendi o meu cabelo rebelde. Desci e percebi que o meu pai queria conversar comigo, mas não sabia se devia.

–Já comprei o vestido.

–É de que cor?

–Verde. – Para condizer com a cor dos olhos do Edward.

–E vais, tu sabes, com alguém? Algum dos rapazes se atreveu a te convidar?

–Atreveu? Como assim se atreveu?

–Desculpa querida, apliquei mal o termo. Tu percebeste-me.

–Houve um colega meu que me convidou, mas eu não aceitei. Acho que vou com o Edward.

–Edward? O Cullen?

–Conheces outro? – Sorri, mas o meu pai estava sério.

–Vocês?

–Não pai. Foi ideia da Alice. Bem ela é que é chata com isso dos pares e o irmão dela ofereceu-se para me levar.

–Isso não me parece bem!

–Porquê?

–É o baile dele e vai ser ama seca? Diz-lhe que não.

–Pai, ele quis que eu fosse com ele. Não te metas nas minhas coisas e deixa-me divertir.

Será que o Edward tinha razão?

–Passa-se algo?

O que eu podia responder?

–Eu só quero ficar cá. Este pode ser o meu último ano.

–Tu já és crescidinha para decidir. A tua mãe não te pode obrigar a ir, e eu não deixo caso queiras ficar. Esta casa é tua.

–Oh pai. – Abracei-o e o tema ficou por ali.

……………………………………………………………………………………………………………………………………………….

Dois minutos depois de o meu pai sair, Edward entrou e fomos para o meu quarto.

Coemçámos logo a nos beijar e as mãos dele subiram pelas minhas pernas, por baixo do vestido. Empurrou-nos para a cama e eu fiquei com as pernas abertas, com ele no meio.

–Desejo-te tanto meu amor. – Disse-me.

–Oh Edward. – Puxei-o para um beijo e gemi quando os dedos dele empurram o meu minúsculo fio para o lado e entraram em mim. Foram dois dedos que viraram e reviraram em mim. E quando ele os dobrou eu já estava ofegante pedindo por mais.

–Por favor.

–Que necessitada. Vira amor.

Virei, ficando de rabo empinado e gemendo para ele me foder. Queria esquecer tudo.

–Tão necessitada, amor.

Um dedo dele separou o meu rabo e entrou em mim. Eu acho que iria gozar só com isso.

Felizmente, ele deu-me o que queria.

……………………………………………………………………………………………………………………………………........

–Tenho uma surpresa para nós.

–Surpresa?

Estávamos os dois deitados na minha cama completamente suados depois de muito amor.

–Para o baile. Já falei com o Jasper. Eu sei que não vamos poder estar juntinhos no baile. Mas sei que no teu iremos estar.

Sorri.

–O que combinaram?

–Não te posso dizer, curiosa. Mas posso te dizer para dizeres ao teu pai que vais dormir em minha casa. A Alice tem tudo confirmado.

–Oh. Pensava que iriamos dormir juntos. – Sim, eu estava a pensar mesmo em dormir.

–E vamos, princesa. A Alice é que não vai estar em casa. Confia em mim e não me obrigues a contar-te!

Sorri. Eu confiava nele e estava desejosa que o baile chegasse.

………………………………………………………………………………………………………………………………………………

–Estás linda querida! – O meu pai elogiou-me.

O meu vestido era comprido e deixava-me as costas à mostra. Não tinha soutien nem cuecas e isso fazia-me corar, o que deixava o meu rosto ainda mais bonito com a maquilhagem.

Edward veio-me buscar e cumprimentou cordialmente o meu pai.

–Obrigado, filho, por a levares.

O quê? O meu pai tinha que estragar o momento em que os olhos do meu lindo namorado percorreram o meu corpo e deixaram a boca dele aberta.

–O prazer é meu.

–O quê? – O meu pai ficou sério e o Edward nem se apercebeu do que tinha dito. Ri interiormente. A noite começava bem.

–Até amanhã! - Puxei Edward pela mão que continuava pasmado a olhar para mim.

–Estás mais que linda. Mais que bonita. Mais que magnifica. Estás perfeita. Tentadora.

–Obrigada. Tu também estás muito bonito, pinguim.

–Oh não gozes.

O baile era no pavilhão onde se realizava as atividades físicas. Não havia outro lugar.

Estava tudo muito bonito e chique. Encontramos o par maravilha e fomos tirar fotos.

Sentia-me uma criança a receber as prenddes de Natal por poder ter fotos do baile com o meu namorado. Poderia, inclusive, emoldurar.

–Estás feliz. –Alice resparou.

–Sim. Muito. Eu nunca fui a um baile. Edward queres dançar?

Eram poucos os que dançavam até porque a musica era lenta, aquela apropiada a bailes.

Edward supreendeu-me ao saber dançar. Sorri e agarrei-me mais a ele. Ele fez cara feia.

–Bella! – Avisou-me.

Fiz beicinho. Queria sair do baile e tê-lo só para mim.

–Quando vamos embora?

Ele riu respondendo-me para ter calma e aproveitar.

A música começou a ficar mais mexida e todos vieram dançar. Afastámo-nos para irmos beber algo. Alice e Jasper juntaram-se a nós e depois fui com a fadinha dançar de novo.

–Vou só ao banheiro e já venho. – Disse-lhe.

–Ok, eu vou ter com eles.

Milagrosamente não estava ninguém lá e eu pude fazer as minhas necessidades descansada. Sai do cubículo e fui lavar as mãos. Estava recolocar o baton quando a pega da Tanya entrou. Continuei com os meus afazeres e quando voltei a olhar de novo pelo espelho, ela estava encostada à porta, de braços cruzados e com cara de poucos amigos. Terminei de me arranjar e virei-me para ela.

–Dás lincença? – Pedi educadamente.

–Para o Edward, não. Para saires da minha frente, sim.

–Então afasta-te.

–Olha a pirralha com a mania. Ouve, eu e o Edward vamos ser os reis do baile e vamos foder muito esta noite para comemorar, por isso, faz-te um favor e desaparece.

Ela deixou-me passar quando viu que tinha conseguido o que queria, deixar-me irritada.

–O que aconteceu? –Alice perguntou-me.

–A idiota da Tanya a tentar estragar-me o baile. Mas não vai conseguir.

–O quê? Como assim a Tanya? – Edward irritou-se.

–Nada de especial. Não me afetou. Vamos é aproveitar a noite.

–Sim, vamos dançar.

Eu estava encharcada em suor quando pararam a música para anunciar o rei e a rainha do baile. Fizeram até soar os tambores. Tanya ganhou como rainha. Desfilou até ao palco onde agradeceu e pediu um rei gostoso. E teve o seu pediso realizado. Edwarsd foi eleito o rei. Subiu ao palco a sorrir e com as mulheres todas a assobiar. Será que era agora? Agora que ele ia contar? Levei as mãos ao peito e suspirei.

Ele agradeceu e dançou com a Tanya.

–Não suporto aquela loira. – Alice sussurrou.

–Nem eu.

Alice olhou para mim e perguntou-se se eu gostava do irmão dela.

–O quê?

–Ele é giro. Era normal começares a gostar. Bem vou dançar com o Jasper. Ficas bem?

–Sim. Encontramos-nos depois em tua casa. Não espero por ti.

–Ah ah. Ok, obrigado.

–Quem agradece sou eu. Obrigada por tudo.

–Ah não. Não vamos chorar. Adoro-te.

Ela desepareceu depois de me dar um abraço. Fui ate lá fora e o ar gelado fez-me arrepiar toda.

–Ah estás aqui. Procurei-te por todo o lado. Foi só uma dança, Bella. Continuo a pertencer-te a ti.

–Eu sei, mas não queria ficar ali.

–Vamos para casa?

–Sim. – Aceitei a mão estendida.

Depois de chegarmos ele levou-me para o seu quarto.

–A surpresa? – Perguntei.

Ele parou de sorrir.

–Não dava para fazer uma grande coisa. Então é só isto.

–Hum e parece-me muito bem.

Coloquei os meus braços à volta do seu pescoço e puxei-o para mim.

–Amo-te. – Disse-me.

Virou-me e desapertou o botão no meu pescoço. O vestido caiu à frente e ficou preso na minha cintura. Ele começou a beijar-me atrás do pescoço e começou a descer, provocando-me arrepios e calores. As suas mãos foram para os meus seios, onde eles os apertou e beslicou.

As minhas mãos agarram as suas e voluntariamente coloquei a cabeça para trás assim como o meu rabo. Estava desejosa e molhada. A boca dele desceu e ele ajelhou-se. As mãos dele acompanharam o movimento,puxando-me pela barriga e fazendo pressão. Delicadamente ele puxou o vestido para baixo e mordeu-me o rabo. Eu ri e ofereci-lhe mais. Estava louca.

–Sem calcinhas amor?

–Era para ver se percebias que te quero logo.

–Os seus pedidos são ordens para mim.

Ele agarrou-me ao colo e levou-me para a cama, colocando-me lá delicadamente.

Despiu-se bem lentamente e eu fiquei sossegadinha. Ele colocou uma música a tocar baixinho. Deitou-se por cima de mim e o seu membro erecto tocou-me nas coxas. Ele beijou-me furiosamente. Eu levantei as pernas para ele entrar em mim e ele afastou-se para ir à gaveta.

–Não é necessário.

–O quê?

–Já podemos fazer sem preservativo. Eu tenho sido extremamente cautelosa.

–E só agora é que me dizes?

Ele levantou os meus quadris e penetrou-me furiosamente, quase como castigando-me. E eu adorei aquele vai-e-vem frenético que me fez arranhá-lo e pedir por mais.

O meu orgasmo foi intenso e quase desfaleci na cama. Edward não parou até me encher de porra pela primeira vez.

Deitou-se ao meu lado com a respiração irregular.

Quando nos acálmamos passei a mão pelos seus quadradinhos na barriga e ele suspirou.

–Amo-te tanto, princesa.

Divertimo-nos mais uma vez e dormi com ele.

Acordei com os seus beijos pelo meu rosto.

–Acorda, linda. Tem de ser. Tens de te lavar.

Espriguicei-me a rir bobamente, sabendo que teria mesmo que fazer o que ele estva a dizer.

Levantei-me e agarrei na toalha que ele me oferecia. As minhas pernas estavam sujas e peganhentas mas mesmo assim não senti nojo.

Tomei banho e fui para o quarto que me era destinado. Alice chegou uma hora depois tambem feliz com a sua noite.

…………………………………………………………………………………………………………………………………………………

Faltava uma semana para o início das provas finais, e eu sabia que não teria mais nada do Edward. Estava a dormir na casa dos Cullens e apeteceu-me arriscar.

Eram cinco da manhã quando abri a porta do quarto de Edward.

–Amor. – Chamei.

Dei-lhe beijos pelo rosto até ele acordar.

–Passa-se algo, princesa? – Perguntou-se assustado.

–Sim. Eu quero-te.

Não foi preciso dizer mais até a boca dele atacar a minha. Ele levantou-e e empurrou-me contra a sua secretária. Eu estava com uma camisa de dormir e claro que não tinha nada por baixo. A minha mão fez o trabalho de acordar o membro dele e quando as nossas respirações começaram a estar mais que acelaradas, ele entrou em mim.

Gemi alto e ele beijou-me, passando a mover-se lentamente para eu não gritar. Era difícil estar calada.

A porta abriu-se derrenpente e Alice acendou a luz.

Notas finais do capítulo
Claudiasilva a autora
Olá minhas lindas. Proximo capitulo: 20 de Novembro. Beijos
Comentem e passem pelo meu grupo no orkut:
http://www.orkut.com/Main#Community?cmm=123204784&fr=1
MiSwan - a beta
Sério?! Acabou agora? Ahhhhhhhh! Cláudia! 20 de Novembro, onde está o meu calendário, mesmo?!
Que acham que se vai passar a partir daqui?! Digamos que a Alice apanhou-os mesmo com a boca na botija Uau! Uau! Uau! Por favor, a Alice até perguntou na boa se a Bella estava a gostar do Ed pode ser que ela perceba que eles gostam um do outro e tals..
Beijos




(Cap. 40) Capítulo 40 - Edward

Notas do capítulo
desculpem o atraso:(

Ela tinha razão, mas eu não conseguia parar de pensar na reação das pessoas na sala, que agora constavam os meus irmãos que abraçaram a Bella como uma irmã.

Capitulo 40 – Edward

Estava chateado por não ter conseguido contar à minha família que namorava com Bella. O meu telemóvel tocou. Era uma mensagem da Tanya. Que irritante!

–O que foi? – perguntou-me Jasper quando me ouviu bufar .

–Queres que comece pelo início? A Bella está um bocado chateada comigo e tem razão, e eu também estou zangado comigo pelo mesmo motivo: tenho medo de contar à Alice que namoramos.

–Ou seja, nada de novo. – foi a vez dele bufar.

–A Tanya agora não me larga com a história do baile.

–Com quem vais?

–Com quem vou? Como assim?

–Edward já fomos a um baile antes. Eu vou com a Alice, não vais com a Bella? Eu acho que a devia convidar e depois fazias com que parecesse romântico e a Alice aceitava. Se fizesses com que ela pensasse que foi ela que vos juntou, seria perfeito.

–Isso é uma boa ideia!

–Eu só tenho boas ideias, é necessário é que queiras realmente assumir algo com ela.

–Que raio de conversa é essa? Eu já assumi!

–Pois. – foi só esta a resposta dele que continuou a prestar atenção às aulas.

No final da tarde fui levar Bella a casa. Fomos sozinhos e eu tinha de aproveitar o momento.

–Princesa, eu sei que estás zangada comigo e tens toda a razão. Mas eu não quero ficar mal contigo…

–Nós já não tivemos esta conversa milhares de vezes? Não queres contar, não contamos. Mas eu aviso-te que ela vai acabar por descobrir.

–Não agoires. Como é que ela pode descobrir?

–Nós não somos muito cuidadosos.

–Nisso concordo. Querida, e se ela não aprovar?

–É mesmo necessário ela me aprovar?

–Sim e não.

–O quê?!

–Querida, eu amo-te, mas ela é minha irmã. O facto de ela ter gostado de ti, fez-me olhar-te. E ao ouvi-la a falar bem de ti, faz-me desejar estar contigo.

–O que estás a dizer não faz qualquer sentido. Lembras-te que te atiras-te logo a mim e até nos fechaste no banheiro?

–Nessa altura não queria ficar contigo eternamente. – Estava a meter os pés pelas mãos. – Amor, tu estás a perceber o que eu estou a tentar dizer. Eu sei que no almoço me acobreei, mas eu tenho medo. Não sou tão forte como tu pensas e precisas.

Ela ficou um tempo calada e quando falou a sua voz estava calorosa.

–Eu sei que vocês são unidos e que tens em conta a opinião deles, mas eu amo-te e quero que todos saibam. Eu adoro a tua família.

–E eles adoram-te. Só um pouco mais.

…………………………………………............................................................................................................

–Passa-se algo? – perguntei uma semana depois a Jasper.

Ele olhou para mim e eu vi que ele ia falar mas controlou-se e nada disse. Fiquei preocupado e tentei que ele me contasse o que se passava.

–É a tua irmã.

Fiquei preocupado.

–O que se passa? Estão chateados. – estranhei, pois não tinha notado qualquer diferença entre eles.

–É sobre o baile. Tem imensos planos mas não sabe o que quer por causa da Bella.

–Da Bella?

–Como ela não tem par, não a quer deixar sozinha.

–Podias combinar algo um pouco longe com a minha irmã e eu ficava livre com a Bella.

–Mas não podes chamar a atanção, se não ela desconfia.

–A Bella não dá muita importancia ao baile. A minha irmã só dá à roupa, por isso é na boa.

Nessa noite fui à casa da Bella. Ela estáva linda num pijama azul claro com umas bolinhas. O seu cabelo estava molhado e preso numa trança. Cheirava maravilhosamente a morango. Apetecia-me morde-la.

–Baby, estás a deixar-me louco e ainda mal entrei.

Ela corou e abaixou a cabeça.

–Porquê? Eu estou normal.

Levantei-lhe o queixo com a minha mão e beijei-a suavemente.

–Não digas que és normal. Pareces um anjo e eu estou com vontade de pecar.

–Hum parece-me bem.

Agarrei-a ao colo e levei-a para o quarto. Ao lado da cama reparei que estava uma garrafa de água e chocolate. Sorri.

–Tencionavas mesmo levar-me à loucura.

–Tinha esperança disso.

Ela mordeu o lábio. Aproximei a minha cabeça da dela e também o mordi.

–Au. – ela reclamou, apesar de eu ter certeza que não lhe tinha magoado. Pelo menos, não muito. Tentou-me afastar com as mãos mas eu não me movi.

–Agora vais sofrer as consequências.

Ela voltou a morder o lábio e eu retornei a morde-lo. Ela queria mesmo dar cabo de mim. Ajudou-me a tirar a camisa e e passou as mãos pelo meu tronco, dando beijos e pequenas mordidelas depois. Levantei-me e tirei as calças e boxers enquanto ela tirava a sua parte de cima. Ajoelhei-me na cama e puxei-lhe as calças que sairam rapidamente, puxando um pouco a minúscula calcinha que ela usava, mostrando um pouco da sua vagina. Agarrei-lhe um pé e comecei a beijá-lo, provocando cócegas. Ela sempre as tinha. Subi pelas pernas e puxei a sua calcinha com os dentes. Ela levantou as ancas para eu tirar, mas finalzei a acção com as mãos.

Abri-lhe as pernas e deitei-me no meio. Beijando-lhe os lábios e depois os seios, brincando, ao mesmo tempo, com o meu penis na sua vagina. Ela contocia-se. Abriu as pernas e fechou-as ao meu redor, tentando em vão fazer-me entrar nela. Sorri ironicamente. Ela nunca teria mais força física do que eu.

–Amor, calma. Eu não posso entrar assim.

Ela bufou e tirou as pernas. Muito devagar agarrei as minhas calças e tirei o preservativo. Abri também calmamente e coloquei-o devagar.

–Edward!

–Sim, amor? Não me olhes dessa forma visto que eu tenho de o colocar devagar para não corrermos riscos.

–Já está? Então vem. Também falta pouco para não teremos esta pausa.

Ela parecia irritanta, eu também queria exprimentar sem preservativo, sentir o quente dela sem mais nada a atrapalhar. Entrei nela devagar e beije-lhe os lábios ternamente, achando que tinha sido muito bruto na pausa para colocar o preserativo.

–Mais depressa. – ela mais que exigiu do que pediu arranhando-me as costas.

–Se é isso que a minha princessa deseja… faça o favor de colocar os pés na cama.

Ela colocou, fazendo com que abrisse mais as pernas. Levantei um pouco o tronco e comecei a bombar para dentro dela, fazendo aquela barulho de sexo.

Os gemidos dela tornaram-se mais rápidos e senti ela a apertar-me.

O suor começou a escorrer-me pela cara depois de muito vai-vem e mandei-a vir-se, enchendo a merda do preservativo depois. Tirei-o e coloquei outro, pois ainda estava duro e desejoso por mais. Agarrei nas ancas dela e virei-a. Ela nem reclamou, preocupada em respirar. Nem sei se ela já tinha voltado a si.

Empurrei as pernas, dobrando-as e entrei nela. Ela pareceu acordar e levantou-se um pouco, dando-se mais para mim. Estalei a minha mão no seu rabo e perdi a razão, entrando num vai-vem frenético e batendo-lhe fazendo um barulho ainda mais erótco.

Ela veio-se pouco depois, “desmaiando” de seguida. Eu continuei, mas não por muito tempo apesar de não querer sair de dentro dela, até porque não sai. Fiquei em cima dela a tentar respirar.

Depois de o conseguir, afastei os cabelos dela e beijei-lhe a nuca. Levantei-me e vesti-me. Ajudei-a a vestir-se pois daqui a nada sentiriamos fria.

Aninhei-me na cama com ela e destribui beijos na sua mão.

–Quero mais. – ela pediu.

–Eu também quero, princessa. Mas depois não posso estar agarradinho a ti e a dar-te mimos.

–Eu gosto dos teus mimos. – ela bocejou e eu ri.

Ficamos um pouco assim e quando eram horas, eu olhei para ela e ela estava a dormir confortavelmente. Beijei-lhe o topo da cabeça e sai. Mandei-lhe uma mensagem para ela saber que não me tinha ido embora sem me despedir.

–-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

As provas estavam quase a começar e eu estava doido a pensar em médias e em faculdades. A minha cabeça só pensava nisso. Aliás até a Tnya já tinha parado de me atormentar a cabeça, devido a isso. Os meus pais não falavam no assunto e os professores tinham calma ao me exlicar que tinha feito mal os exercicios.

Estávamos a estudar os quatro (Jasper, Alice e Bella), quando o assunto do baile, que eu me tinha esquecido completamente, foi começado por Alice.

–Devias ter aceitado.

–Aceite o quê? – Perguntei e Jasper suspirou. O que raio eles estavam a esconder-me? Alice falou para a minha namorada e eu queria saber o que ela tinha que ter aceitado.

–Um idiota pediu-me para ia ao baile e… - Bella olhou para as mãos, envergonhada, mas Alice não a deixou terminar.

–E ela negou. Achas normal?

Claro que achava normal. O que eu não achava normal era a Bella não me ter dito que lhe tinham pedido. Quem seria? O meu sangue ferveu.

–Se ela não querAlice. Deixa de te intrometer. – Jasper tentou acalmar a conversa, mas eu estava muito nervoso e nem conseguia falar.

–Não te metas Jasper. Ela irá com quem? Explica-me!

–Comigo.

Nem pensei no que disse. Se a Bella iria, era comigo e não com um maldito qualquer, com as hormonas aos saltos.

–Se te faz tanta impressão que ela vá sozinha então eu vou com ela. – disse à Alice quando ela ia começar a reclamar.

–Mas…

–Nem comeces, Alice. Acho que estás a ser muito chata. Queres ir comigo Bella?

Obviamente que lhe iria perguntar se queria ir comigo. Se ela fosse com outro qualquer iriamos terminar. Ela não estaria com outro muito menos à minha frente, mesmo ninguém sabendo que namorávamos.

–Sim.

Só não sorri, porque o tom de voz dela era triste, mas porquê? Será que era para Alice não notar?

Continuei o meu estudo. Bella e Jasper seguiram o meu exemplo. Eu reparei que Alice demorou um pouco mais a retornar o seu, mas nada disse. Pouco depois foi pedir o lanche.

Jasper despediu-se uma hora depois e Bella pedeiu-lhe boleia. Porque seria?

Deu-me um flash! Ela poderia ter ficado triste porque queria um pedido mais original.

Eu era mesmo um idiota.

Agora não valia apena chorar pelo o que já aconteceu, mas concentrar-me no que vem. Devia-lhe fazer algo na noite do baile. Afinal era o que todas as raparigas queriam.

Nessa noite, enquanto aguardava o telefonema de Bella para ir a casa dela, liguei a Jasper.

–Eu acho que tenho de fazer algo. Não, eu tenho mesmo de fazer algo.

–Estás a falar de?...

–Da noite do baile. Mas não sei o quê!

–Simples, rosas e velas.

–Rosas têm espinhos e velas podem queimar.

–O perigo é afrodisiaco.

–O quê? Mas como é que a minha irmã anda contigo? Vais levá-la para outro sítio sem ser a minha casa, não é?

–Pois, pelos vistos vou ter de gastar dinheiro.

–Ela merece. O que falaste hoje com a Bella?

–Quem te disse que falei algo com ela? O caminho não é assim tão grande.

–Jasper… ela comentou alguma coisa?

–Acho que divias dar-lhe mais miminhos.

–Sim, eu vou caprichar na noite do baile.

Despedimo-nos porque recebi o toque de Bella.

Assim que entrei na sua casa ela levou-me para o quarto. Ela ainda me ia tirar o bom senso. Beijámo-nos e eu agarrei-a logo. Gostava tanto de a apertar.

Ficamos na nossa posição de começo. Pelo menos começavamos sempre assim. Ela com a pernas abertas e eu no meio delas, por cima.

–Desejo-te tanto, meu amor.

–Oh Edward!

Afastei o seu minúsculo fio para o lado e coloquei dois dedos dentro dela, estimualando-a. Queria que ela me desejasse e pedisse por mais. Queria que o corpo dela percebesse que me pertencia. Só a mim e não a outro.

Brinquei com os dedos dentro dela e eles já estavam todos melados. Eu estava bem duro só de a ver contorcer-se e a ouvi-la gemer. Ela não demorou muito a fazer o que eu queria.

–Por favor.

–Que necessitada. Vira amor!

Por dentro eu estava contente, mas por fora iria continuar o meu jogo, de a fazer gozar.

Ela virou e ainda implorou para eu a foder. Tão necessitada e minha.

Não a deixei ficar mal. Separei a bunda deliciosa dela e entrei nela com os dedos. Com a outra mão estimulava-a à frente e ainda me deitei um pouco em cima dela, fazendo-a sentir a minha força. Pouco depois o corpo dela começou a tremer e a minha mão encheu-se de algo viscosso.

Levantei-me e despi as calças enquanto ela se recompunha. Coloquei o preservativo e virei-a, entrando dentro dela.

Ela acompanhou o meu ritmo apesar de cansada. Não demorou para vire-se e pouco depois também atingi o orgasmo. Fiquei deitado em cima dela durante algum tempo. Depois ficámos a falar sobre temas sem importância. Nenhum de nós falou no baile. Eu por medo. E se era realmente importante para ela?

……………………………………………………………………………………………………………………………………........

Uma semana passou e o tema do baile não foi abordado entre mim e a Bella. Eu parecia um rato, em vez de um homem.

Alice estava a falar com a minha mãe sobre isso. Jasper tinha marcado algo e ela estava impossível.

–E a Bella? – a minha mãe perguntou.

–Eu não sei, o melhor era ela dormir aqui. Não sei se o pai dela irá gostar da ideia de eu só estar com ela. Se eu a for levar tarde ele poderá pensar coisas erradas. – disse sem tirar os olhos da televisão, ou elas saberiam que estavam a mentir.

–Isso é uma boa ideia. – só me apeteceu rir do comentário de Alice, mas claro que me mantive serio – Diz a ela para vir cá dormir.

–Por mim não à problema. – a minha mãe acrescentou.

Levantei-me e elas perguntaram-me para onde ia.

Respondi-lhes que ia para o quarto, mas a verdade é que fui para a casa da minha menina. O mal de não a poder agarrar durante o dia é que ficava completamente esfomeado à noite, e também não ajudava ao vestir umas camisas de dormir minúsculas.

Os nossos beijos tornaram-se logo necessitamos e gozámos duas vezes, desta vez com ela por cima, a brincar com a minha paciência, ao mexer-se devagar.

–Tenho uma surpresa para nós.

–Surpresa?

–Para o baile. Já falei com o Jasper. Eu sei que não vamos poder estar juntinhos no baile. Mas sei que no teu iremos estar.

–O que combinaram?

–Não te posso dizer, curiosa. Mas posso te dizer para dizeres ao teu pai que vais dormir em minha casa. A Alice tem tudo confirmado.

–Oh. Pensava que iriamos dormir juntos.

–E vamos, princesa. A Alice é que não vai estar em casa. Confia em mim e não me obrigues a contar-te!

Eu só não sabia o que faria para tornar a noite especial.

………………………………………………………………………………………………………………………………………………

Não gostava de usar gravata mas pela Bella eu fazia tudo. Olhei para o meu quarto para ter a certeza que estava tudo preparado, e dirigi-me à casa da Bella. Ela estava deslumbrante num vestido que me deixava acariciar as suas belas costas. O pai dela agradeceu-me por a levar, mal sabia ele o que eu faria com a menininha dele.

–O prazer é meu.

–O quê? – ups, eu tinha falado em voz alta? Fiquei paralisado e Bella puxou-me. Elogiei-a e ela chamou-me de pinguim. Fiquei sério. Era mesmo assim que eu me sentia.

Conduzi até à escola e reparei que os olhos dela brilharam ao ver o baile de longe. Um ligeiro sorriso apareceu nos seus lábios e passou-me… porque é que eu estava amuado?

Encontrámos Alice e Jasper que nos puxaram para tirar fotos.

–Estás feliz. –Alice reparou.

–Sim. Muito. Eu nunca fui a um baile. Edward queres dançar?

Não tinha como lhe dizer que não, até porque eu sabia dançar. Acho que ela ficou contente com esta minha qualidade, mas tinha que estragar tudo ao se roçar a mim. Eu queria-a tanto. Estava viciado nela.

–Quando vamos embora?- perguntou-me e eu queria levá-la logo dali para o meu quarto.

A festa continuou animada e ela divertiu-se com a minha irmã. Depois foi ao banheiro e voltou irritada. Eu percebi ao longe pela sua expressão, mas só percebi o motivo quando ela chegou perto de Alice e disse-lhe.

–A idiota da Tanya a tentar estragar-me o baile. Mas não vai conseguir.

–O quê? Como assim a Tanya? – irritei-me.

–Nada de especial. Não me afetou. Vamos é aproveitar a noite. – eu quis acreditar com ela e então puxei-a para dançar, parando só quando anunciar o rei e a rainha do baile.

Tanya foi eleita rainha e eu rei. Queria apertar o pescoço à Tanya em vez de dançar com ela, mas não iria fazer isso à Bella. Iria-me portar bem e não estragar a noite.

Assim que a dança acabou os meus olhos procuraram a minha princesa pelo salão, mas não a encontraram.

–Deixa-a. Ela é uma pirralha. – a voz anasalada de Tanya disse.

–O quê? Deixa-me, Tanya. Aproveita a noite.

Procurei-a lá fora e encontrei-a.

–Ah estás aqui. Procurei-te por todo o lado. Foi só uma dança, Bella. Continuo a pertencer-te a ti. – expliquei-lhe prque se ela se afastou podia ter percebido tudo mal.

–Eu sei, mas não queria ficar ali.

–Vamos para casa?

–Sim.

Conduzi nervoso e quando chegámos levei-a para o meu quarto. Tentei não fazer barulho para os meus pais não virem cuscar.

–A surpresa? – ela perguntou olhando para todo o lado.

O quarto estava limpo mas não tinha feito nada além disso. Se calhar deveria ter comprado as rosas e as velas.

–Não dava para fazer uma grande coisa. Então é só isto.

–Hum e parece-me muito bem.

–Amo-te. – sim amava-a muito e fiz questão de lhe mostrar no resto da noite.

Ela também me supreendeu ao não levar calcinha e por não termos de usar preservativo. Pela primeira vez sentia-a. Era sim diferente. Ela era muito quente e eu sentia a sua exitação na minha pele. Ela era o meu pecado. Pena ser um pecado proíbido, mas cada vez mais saboroso.

…………………………………………………………………………………………………………………………………………………

Faltava uma semana para o início das provas finais, e eu andava completamente stressado. Mal tinha tempo até para a Bella. Houve um dia que adormeci de tão exausto que não fui ter com ela. Felizmente ela percebia. Eu tentava ter tempo para ela, pois sabia que em poucos messes estariamos afastados.

–Amor. – ouvi de longe enquanto dormia. Parecia tanto a voz dela. O cheiro dela…

O meu rosto começou a receber beijos e eu abri os olhos deparando-me com ela.

–Passa-se algo, princesa?

–Sim. Eu quero-te.

Foi automático, até porque estava a sonhar com ela. Levantei-me e empurrei-a contra a minha secretária. Quando estava bem duro entrei dentro dela fazendo-a gemer. Agora já não precisavamos de pausas para o preservativo. Era mais selvagem.

A porta abriu-se derrenpente e Alice acendou a luz.

Notas finais do capítulo
Claudiasilva- a autora
Eu sei que estou atrasada, mas como a minha beta diz vale mais demorar e sair algo bom.
Agora a minha duvida é: está algo bom? Tenho adorado os comentário e respondendo: não, a Alice não vais aceitar. Como irá reagir Edward? Ficará com Bella?
E o pai dela? Quando souber que a filha andou este tempo todo a sair com o namorado?
E Esme e Carliste, ao saber o que se passa em casa deles?
Ah ah
Quero palpites.
Beijinhos
MiSwan a beta
Nossa eu atrasei isto, gente, demorei mais um pouquinho visto que são 22h 57m, para ser mais exata, de segunda
Bem, o Edward é um querido, mas agora oh, agora não há queridisse que o salve! A Alice, pelo que a Cláudia disse, não vai aceitar.. Como será agora? Faculdade, família, a zanga da Alice
Dêem palpites!
Beijos
Até depois, gente linda!




(Cap. 41) Capítulo 41 - Bella

Notas do capítulo
300 comentários :)

Eram cinco da manhã quando abri a porta do quarto de Edward.

–Amor? – Chamei.

Dei-lhe beijos pelo rosto até ele acordar.

–Passa-se algo, princesa? – Perguntou assustado.

–Sim… Eu quero-te!

Não foi preciso dizer mais até a boca dele atacar a minha. Ele levantou-me e empurrou-me contra a sua secretária. Eu estava com uma camisa de dormir e, claro, não tinha nada por baixo. A minha mão fez o trabalho de acordar o membro dele e quando as nossas respirações começaram a estar mais que acelaradas, ele entrou em mim.

Gemi alto e ele beijou-me, passando a mover-se lentamente para eu não gritar. Era difícil estar calada.

A porta abriu-se de renpente e Alice acendou a luz.

Capitulo 41- Bella

Eu devia dizer algo, mas simplesmente nada saia da minha boca aberta. Alice não estava muito diferente de mim, assim como Edward. Parecia-mos três estátuas. Porque é que o Edward não dizia nada?

–Alice, eu… - eu ia tentar-me explicar. Ia dizer que não era o que parecia, mas ela não deixou.

–COMO FORAM CAPAZES? COMO? TRAIDORES! VOCES SÃO MAIS DO QUE ISSO! COMO? EU CONFIAVA EM VOCÊS!

–Alice, fala baixo e deixa-me explicar!

Eu não vi a mão dela voar até acertar o meu rosto, mas senti.

–CALA-TE ORDINÁRIA! PUTA NOJENTA!

Olhei para Edward à espera que ele me defendesse, mas ele continuava de boca aberta e sem dizer uma única palavra.

A mão de Alice voltou a acertar a minha cara fazendo-me olhar para ela.

–OLHA PARA MIM CADELA E DIZ-ME COMO FOSTE CAPAZ? EU CONFIEI EM TI!

Os pais de Edward apareceram à porta. Olharam primeiro para a filha e para mim e só depois para Edward, ficando chocados quando viram que o filho tinha o membro à mostra. Penso que

perceberam logo o que se passava porque mandaram o filho se arranjar e a mim para me vestir e arrumar as coisas. Alice correu dali.

Olhei para o meu namorado que puxou as calças para cima e ficou a olhar para o chão. A cara dele era vazia. Porque ele não dizia algo?

–Edward? – Tentei me aproximar dele mas a voz grave de Carlisle fez-me imobilizar.

–Isabella, chega! Segue à minha frente calada e permanece assim até o teu pai chegar.

O quê? Porque me tratavam assim? Certamente que eles sabiam que o filho tinha uma vida sexual activa! Até a filha tinha! Porque eu não podia ter?!

Baixei a cabeça e avancei, mas ao passar pela porta onde estavam os meus sogros eu parei. Não ia deixar que me tratassem mal! Eles deveria achar que eu era como as outras com que o Edward fodia, mas não era. Eu era a namorada dele!

–Sr. Cullen, eu e o Edward namoramos. Não queríamos contar nada por causa desta mesma reacção, não é Edward? – Olhei para ele que finalmente me olhou e iria começar a falar se a mãe dele não me agarrasse no braço e me puxasse abruptamente para o salão principal. Ainda consegui ouvir o Sr. Cullen dizer ao filho que estava muito desiludido com ele e que não adiantava ele inventar história nenhuma.

A mãe Cullen mandou-me para o sofá e lá fiquei. Ainda tentei falar mas me deixou.

Comecei pensar que eu só poderia estar a sonhar… Era isso! Eu estava a sonhar! Minto. Estava a ter um enorme pesadelo, porque se fosse um sonho o Edward admitiria tudo e ficava ao meu lado. Onde estava ela agora?

Nem sinal do Sr. Cullen. Será que ainda estava com o filho? Olhei para a esposa dele, que andava de um lado para o outro, nervosa.

Ouvi passos nas escadas e levantei-me nervosa para saber se era o meu amor, mas era o Sr. Cullen, muito irritado. Mas porquê? Edward comeu todas as raparigas da escola! Era impossível eles não saberem!

–É melhor ires ter com a nossa filha. Comigo, não fala.

A Sra. Cullen fez o que marido sugeriu e eu fiquei a olhar para ele, pensando na forma como ia falar, não cedendo à fúria do seu olhar.

–Sr. Cullen…

–Chega Isabella! Não achas que fizeste mal suficiente?

–Mas o que é que eu fiz? Eu e o Edward temos uma relação, não era para magoar a Alice!

–CHEGA! És uma falsa com a mania que conseguia enganar esta família. Quando saíres por aquela porta nunca mais vais entrar!

A campainha tocou nesse mesmo instante e o Sr. Cullen foi abrir. Era o meu pai que não tinha uma cara menos furiosa do que o pai de Edward.

–Pai eu posso explicar…

–CARRO!

Pelos vistos nem o meu pai me iria dar ouvidos. O que é que eu tinha feito para ninguém me ouvir?!

–Eu peço imensa desculpa Dr. Cullen. Eu vou tratar dela, não se preocupe. – Ouvi o meu pai dizer. Tratar dela?

–Espero bem. Eu sei que a culpa não é sua, mas o problema sim.

–Claro. – Deram um aperto de mãos e seguimos para a viatura da polícia.

Parecia mesmo que tinha cometido um crime.

O meu pai não disse uma palavra no caminho e eu enrosquei-me no assento, com as pernas a tocarem a minha testa pensando em como estava tudo louco.

–Até às provas finais ficas em casa e depois logo se vê. Em princípio vais para a tua mãe. – Disse-me assim que fechou a porta de nossa casa.

–Porquê? – Ele não podia! – Porque estou apaixonada?

–Apaixonada, Isabella? Saís à tua mãe. Gostas é do dinheiro dos Cullen. Eu pensava que saías a mim, mas enganei-me. És tão fútil como ela. Olha as tuas roupas? A maneira como dizias que ias sair com eles? Além disso não conheço outros amigos teus que não eles. Estou muito desiludido contigo!

Não consegui dizer nada, as lágrimas e os soluços não me permitiram. O que se estava a passar? Como é que tudo mudou tão rapidamente?

–Pai, eu…

–Vai para o teu quarto, Isabella! – Isabella?! Ontem, eu ainda era Bella.

Tropecei enquanto subias os degraus mas nem parei para pensar que possivelmente amanhã teria uma grande nódoa negra. Escondi-me debaixo dos cobertores da minha cama tal e qual como quando era criança e tentava-me proteger dos monstros do escuro. Agora também me quero proteger, mas é desta loucura toda.

A cabeça começou-me a doer e os olhos tornaram-se passados mas dormir foi o que não consegui fazer. Imagens turvas assombravam-me. Imagens de dois amantes, de risos, gemidos suor e de promessas de amor.

Olhei para o relógio às 8:00 e decidi ir tomar banho. Debaixo dos meus olhos e estavam duas fendas castanhas e os meus olhos demostravam o vazio que sentia. Depois do banho decidi mandar mensagem ao Edward.

Para Edward

Olá amor. O que se passou ontem? Eu sei que somos fortes e vamos conseguir superar isto. Diz-me algo. Beijos. Amo-te.

Desci e preparei algo mas não consegui comer. Deixei para o meu pai que quando desceu nem uma palavra me disse. Comeu sem olhar para mim e nem agradeceu. Colocou a loiça no lava-loiça e subiu. Fui lavar e apesar de querer chorar, não saiam lágrimas. Sentia-me seca e deprimida.

Ao descer, ele disse-me para não sair e se soubesse que tinha saído eu iria logo para a minha mãe e perderia um ano.

Mandei outra sms ao Edward mas ele não me respondeu. Nessa tarde tentei estudar, mas sem sucesso. Quando o meu pai chegou já eu estava deitada e sem sono.

No dia seguinte a minha dor de cabeça era maior. Não tinha voltado a dormir.

O meu pai desceu para o almoço e comeu ao meu lado sem voltar a me falar. Ao subir, depois de arrumar a cozinha comecei a pensar no que devia fazer. Precisava de fazê-los ver que eu era boa pessoa e pus-me a estudar.

Quando ouvi o meu pai sair tentei ligar ao Edward mas ele não me atendeu.

Três dia depois a situação continuava na mesma: o meu pai não me falava e o Edward não me dizia nada. Decidi tentar ligar ao Jasper que me desligou a chamada. E se eu tentasse ligar à Alice? Será que ela me atenderia?

Tentei e depois do segundo toque ela atendeu-me:

–Deixa a minha família em paz, sua puta, e desaparece!

Deixei o telemóvel cair no chão e encolhi-me no chão, puxando os cabelos e chorando. O que eu tinha feito de tão mal para todos me odiarem? O quê?

Nessa noite esperei o meu pai para termos uma conversa. Ele tinha que me ouvir!

Ao entrar e ao me ver ele suspirou. Acho que não esperava me ver acordada. Reparei que ele também aparecia abatido, cansado e mais velho.

–Podemos falar?

–Bella, eu não vou levantar o castigo. Tu mereces.

–Mas porquê?

–Não vamos voltar a ter esta conversa. Tu vais embora quando acabares a última prova.

–Pai eu não fiz nada de mal. Compreende isso! Estás a estragar a minha vida.

–Tu é que estragas-te a minha.

Subiu e eu não fui capaz de dizer nada. Eu não percebia nada.

No dia seguinte Jasper ligou-me.

–Estou? – Perguntei ansiosa.

–Olá, Bella! Como estás?

–Mal. Pessimamente mal. O que se passa? Diz-me Jasper. Por favor. O que eu fiz de mal? O quê? Não paro de pensar nisso...

–Calma. Eu avisei para serem vocês a contar.

–Eu quis contar!

–Eu sei, Bella. Agora não vale apena pensar nisso.

–Eu já não sei o que hei-de pensar. Estou desesperada.

–Calma. Eles também não estão bem. Muito menos o Edward. Tens de ter calma.

–Eu vou-me depois das provas.

–É o melhor. Deixar as coisas acalmarem.

–Não estás a perceber. Eu não vou voltar. O meu pai está muito magoado comigo.

–Deixa as coisas acalmarem e pensa agora nas provas finais.

–Como?! Eu não consigo.

–Consegues sim porque és forte!

–Ok. Eu vou tentar. Como está a Alice? Eu não queria magoa-la...

–Eu sei. Mas o melhor é não te aproximares dela. Bem tenho de ir. Adeus, Bella. – Desligou.

Tentei seguir o conselho de Jasper mas não consegui. Li e reli a mesma frase centenas de vezes sendo que na verdade nunca a li realmente.

–--------------------------------------------------------------------------------------------------------------

O dia das provas finalmente chegou. O meu pai levou-me à escola e desejou-me boa sorte. Não sorriu e nem sequer olhou para mim. Disse, simplesmente. Quase como se fosse uma ordem.

Ao chegar perto da sala vi Alice.

–Fada, podemos falar?

Ela não olhou para mim. Fingiu que não me ouviu.

Consegui acabar o teste mais cedo do que a hora que o meu pai combinou ir-me buscar. Na verdade não consegui lembrar-me de muito e nem conseguia pensar e raciocinar para conseguir escrever algo de adequado. Tentei procurar o Edward mas sem grande sucesso. Ninguém me dizia nada na escola. Era verdade. Eu não me dava com mais ninguém sem ser os Cullens.

O meu pai só me perguntou como tinha corrido. A regra de não sair de casa manteve-se. Voltei a mandar mensagem ao Edward a perguntar como tinha corrido mas ele voltou a não me responder. O que se passava?

No dia seguinte o meu pai mandou-me fazer a mala pois tinha comprado o bilhete de avião para o dia seguinte. Perguntei-lhe pela viagem ao Brasil, mas ele não me respondeu. Todos me ignoravam. Ia mesmo acontecer. Eu iria voltar para o inferno que era viver com a minha mãe e aturar o mimado do Jacob. Como assim Edward não me dizia nada?

Voltei a tentar-lhe ligar mas não me atendeu. Mandei mensagem a dizer que me ia embora e nada.

Nessa noite votei a não dormir. O meu pai levou-me à escola. Eu juro que tentei escrever algo, mas não consegui. Entreguei a folha em branco. Chamei Alice mas nada. Parei à frente dela e disse:

–Eu vou-me embora mas quero que saibas que és a minha melhor amiga e que amo o teu irmão.

Voltei a não ver a mão dela a acertar o meu rosto.

–Desaparece, vadia!

Todos à volta pararam. Olhei para o lado e vi Edward a se afastar. Segui-o e fomos ter a uma zona mais restrita.

–Tens de me esquecer, Isabella.

Isabella?! Ele também?

–Tu disseste que ias lutar! Prometes-te. O que se passa?

–Eu sei. Desculpa por todo o mal que te fiz. Espero que um dia consigas me perdoar. Segue em frente.

Os olhos dele eram frios.

–Nunca me amaste?

–Sim, acho que sim. Mas agora eu vou para a faculdade e vou seguir em frente. Não vamos ficar juntos. Não podemos.

–Não podemos?

–Isabella, gostaste tanto como eu dos momentos que passámos juntos. Foi bom enquanto durou.

–Eu vou para o inferno que é a casa da minha mãe, a minha melhor amiga odeia-me e o meu pai nem me fala e é só isso que tens para me dizer?

–Adeus, Isabella.

E ele se foi. Fiquei um tempo no mesmo siítio a digerir a situação.

Quando voltei à escola já o meu pai estava à minha procura pela escola. Passei por ele de cabeça baixa evitando os olhares de todos sobre mim e entrei no carro.

–Onde estavas? – Perguntou-me quando entrou.

Não consegui responder. Lágrimas que não sabia que ainda conseguia produzir desceram pelo meu rosto. Fomos até a casa buscar as minhas coisas e seguimos para o aeroporto.

–Faz boa viagem.

Abracei o meu pai.

–Obrigado por tudo.- Funguei – És o melhor pai do mundo.

No avião pensei no meu primeiro dia. Estava tão nervosa. Foi nesse dia que eu vi o Edward pela primeira vez. E conheci a Alice. Depois vi o Edward com a puta da Tanya no wc. Fiquei com tanta raiva. Depois veio a promessa. E ainda tive um encontro com ele na festa em que

ele me agarrou. Sorri no meio do choro. Lembrei a primeira noite em que dormi com ele, a minha primeira vez e o baile. Lembrei-me das dicas de Alice, amorosas e de vestuário. Desci do avião e demorei pouco a encontrar a minha mãe que me deu um estalo. Não disse nada. Eu devia ser mesmo um monstro, não percebia era de que tipo.

–Nós vamos ter uma grande conversa, Isabella. És uma desilusão…

O meu sonho tinha terminado….

Notas finais do capítulo
Cláudiasilva- a autora


Olá meninas

Obrigada pelos comentários. Não eu não desisti da fic. Tive exames, depois problemas pessoais e depois fiquei um mês sem computador.

O que acharam do capitulo? Quero teorias!

Vou tentar não me atrasar de novo.

Beijinhos


MiSwan a beta


Oi!

Primeiramente, quero esganar o pescoço de todos aqueles que sabem a verdade sobre o que se está a passar e não me contam A curiosidade mata-me!

Gente, demorámos e tal, mas a Faculdade não espera, assim como os exames!

Uh, falem lá algumas teorias, sobre o que se vai passar, o que se passou e tals Mas tentem, vai que alguém dá ideias à nossa linda autora?

Bjs




(Cap. 42) Capítulo 42 - Edward

Faltava uma semana para o início das provas finais, e eu andava completamente stressado. Mal tinha tempo, até para a Bella. Houve um dia que adormeci de tão exausto que não fui ter com ela. Felizmente ela percebia. Eu tentava ter tempo para ela, pois sabia que em poucos meses estariamos afastados.

–Amor. – Ouvi de longe enquanto dormia. Parecia tanto a voz dela. O cheiro dela…

O meu rosto começou a receber beijos e eu abri os olhos deparando-me com ela.

–Passa-se algo, princesa?

–Sim... Eu quero-te!

Foi automático, até porque estava a sonhar com ela. Levantei-me e empurrei-a contra a minha secretária. Quando estava bem duro entrei dentro dela fazendo-a gemer. Agora já não precisavamos de pausas para o preservativo. Era mais selvagem.

A porta abriu-se derrenpente e Alice acendou a luz.

Capitulo 42- Edward

Tudo aconteceu rápido demais para eu conseguir regir ou impedir que imagens violentas passasem pela minha mente. Não conseguia ver, nem ouvir ninguém, até que os berros da minha irmã me fizeram tremer.

–COMO FORAM CAPAZES? COMO? TRAIDORES! VOCÊS SÃO MAIS DO QUE ISSO! COMO? EU CONFIAVA EM VOCÊS!

–Alice, fala baixo e deixa-me explicar! – Bella tentou continuar mas foi interrompida por um estalo seguido de mais uns quantos nomes feios.

“Defende-a Edward”, disse uma voz na minha cabeça, mas as imagens voltaram ainda mais fortes. Imagens que queria não lembrar. Uma menina com cabelo aos caracóis a correr e um lindo dia de sol. Outro tapa de Alice na Bella voltou a despertar-me, mas nesse preciso momento um grito ecoou na minha mente e voltei a sentir o calor do sol e o cheiro a mar.

–Edward arranja-te, por amor de Deus e tu, Bella, veste-te e arruma as tuas coisas. Estou lá em baixo à espera. Não quero demoras!

A voz grave e séria do meu pai chegou-me ao ouvido e eu estremeci. Vi outra imagem dele mas triste e sombrio na minha cabeça, o que me fez ter um arrepio.

–Edward? – Bella chamou-me e eu queria por tudo responder-lhe mas não conseguia. Porque é que eu tinha achado que conseguia ultrapassar o passado e seguir em frente? Fingir que ela não tinha existido?

–Isabella, chega! Segue à minha frente calada e permanece assim até o teu pai chegar! – Sim, o melhor era ela se afastar de mim. E Alice? Oh, ela devia estar tão triste comigo. Eu não queria, juro, eu não queria que ela passase o mesmo.

–Sr. Cullen, eu e o Edward namoramos. Não queríamos contar nada por causa desta mesma reacção, não é Edward? – Olhei para ela. Como é que eu lhe ia contar? Ela iria achar que eu era um monstro…

Ia começar a explicar-lhe mas a minha mãe puxou-a fortemente para fora da minha vista e eu não consegui dizer nada, ficando a ouvir o meu pai.

–Como foste capaz disto? Como? Estou tão desiludido contigo, Edward... Nunca aprendes, nunca! Fizes-te por anos a fio e agora com Bella? Agora que a tua irmã já não tinha mais ataques?

“Diz que a amas, burro! Diz-lhe!” A vozinha na minha cabeça não parava de gritar e finalmente abri a boca.

–Nem venhas com histórias Edward! Eu avisei-te várias vezes. Agora não sei como hei-de resolver esta situação! E a tua irmã? Pensaste nela? Achas que ela merecia passar por esta dor? Vou ver como ela está. Fica aqui e não piores as coisas.

Fechei os olhos e as mãos. Deveria ter feito as coisas de outra forma. Fui tão idiota, mas era isto que eu queria evitar.

A porta do meu quarto fechou-se e eu deitei-me na cama a abraçar-me enquanto as imagens voltavam, assim como os cheiros.

O primeiro foi a verão. Sim, aquele cheiro que sentimos quando ele chega e por vezes quando só se entra em férias. Do cheiro do calor dos raios de sol, das árvores e das pessoas que andam mais contentes.

Foi num nesses dias que aconteceu o pior momento da minha vida.

Ela tinha cabelos loiros que brilhavam tanto como os raios de sol. Naquele dia de verão os cabelos dela reluziam e cheiravam a sol.

Ela era amiga da Alice e ia muitas vezes a minha casa. Eu não gostava de brincar com elas pois sempre que me apanhavam, enchiam-me de maquilhagem e tentavam-me colocar vestidos da mamã, pois eu era alto, ou maior do que elas e “os modelos são altos” diziam-me a minha irmã, como se isso fosse o suficiente para eu com 10 anos aceitar ser a Barbie particular delas.

Quando aceitava era para ver a Catarina sorrir. Que lindo sorriso ela tinha!

–Edward, a Isabella já se foi embora. Chega à sala. – A voz de comando do meu pai mostrava que a ordem era para ser cumprida.

Segui de cabeça para baixo e não ousei olhar para a minha irmã na sala. O ambiente estava de cortar a respiração. Nem o Emment dizia nada.

–Eu sei que esta situação é bastante complicada mas vocês estão num período de decisões em termos dos exames, por isso Edward, eu já conversei com a tua irmã e não te quero a falar com aquela vadia, estamos entendidos?

–Pai, ela não é uma vadia, quem errou fui eu, ela quis contar à Alice, eu é que tinha medo.

–Pára Edward! Vais fazer aquilo que o teu pai mandou ou eu juro que não quero saber dos teus estudos e mando-te para bem longe. Muito benevolente está a ser o teu pai. – Voltei a baixar a cabeça, a minha mãe raramente se enervava, na verdade não me lembro dela enervada.

–Também estás proibido de sair e não quero desobediência. Podes subir.

Deitei-me a pensar na menina loira. Tudo começou uns dias antes na escola. A Catarina caiu e esfolou o joelho no recreio. Eu levantei-a e levei-a ao colo para dentro. Nesse dia ela disse que eu era o seu herói.

Fiquei deveras contente pois naquela idade é tudo o que um rapaz quer ser. Isso e ser jogador de futebol, o que acaba por ser o mesmo, pois os jogadores sãos os heróis para a pequenada. Com muita sabedoria, perguntei-lhe quando me ia beijar. Ela ficou muito vermelha e mandou-me sair dali. Lá fui, contrariado mas saí pois não a queria ver chorar.

Nessa noite ao jantar contei aos meus pais o que tinha feito, omitindo a parte do beijo. Ao contrário do que eu esperava eles não me contratularam, em vez disso dizeram-me que era feio andar a gabar-me. Nessa altura reparei que Alice sorria mas na altura nem liguei, a primeira vez que percebi que a Alice não gostava que eu falasse com a amiga foi dois dias depois. Era domingo e ela tinho ido lá brincar. Nem me atrevi a olhar para ela. Eu tinha-lhe pedido um beijo e ela tinha chorado. Que mau que eu era.

Estava a lanchar na cozinha quando ela apareceu com dois totós. Não falei mas tambám já não consegui comer mais. Ela sentou-se ao meu lado e o meu coração começou a bater rápido.

–Estás zangado comigo? – Perguntou-me.

–Não, tu é que devias estar zangada.

–Eu não estou, mas não te posso dar um beijo.

Olhei para ela.

–Porquê? – Será que eu cheiro mal da boca?

–Porque não somos namorados, só os namorados é que dão beijinhos.

Fiquei de boca aberta. Namorados?

Alice chegou nesse momento e fechou a cara ao nos ver. Perguntou logo o que estávamos ali a fazer os dois e reforçou a parte de estarmos sozinhos. Ela encolheu os ombros e eu continuei a comer.

Nessa noite Alice marcou uma reunião de família. Sentámos-nos todos para a ouvir. Nunca tinhamos tido uma. Mas o pai disse que há sempre uma primeira vez para tudo e lá a ouvimos. Ela não queria que eu fosse amigo da Catarina.

O meu pai calmamente perguntou porquê e mandou-me acalmar. Como é que ele queria que eu tivesse calma? Ela não queria que eu falasse com a Catarina!

Acordei com o barulho do telemóvel, a cabeça doía-me.

De Bella

Olá amor. O que se passou ontem? Eu sei que somos fortes e vamos conseguir superar isto. Diz-me algo. Beijos. Amo-te.

Atirei o telemóvel pelo quarto. Eu não podia-lhe responder, tal como naquele dia que decidiram que eu deveria arranjar amigos da minha idade. O Jasper era da minha idade e agora mais velho namora com a minha irmã. Porque é que eu não posso namorar com as amigas da minha irmã?

Assim que a pergunta passou pela minha cabeça, surgiu um segundo depois outro arrepio. Ok, agora era comprensível ela não querer que eu me desse com a Bella. Mas com a Catarina? Que porra!

As lágrimas caiam e a dor de cabeça tornou-se mais forte. O ar começou-me a faltar. Eu pensava que já tinha ultrapassado mas a dor no peito parecia igual à de anos atrás.

Levantei-me a custo e, cambaleante, agarrei no telemóvel. Liguei para Jasper que disse que já estáva a caminho. Deixei-me ficar pelo chão a pensar no dia em que recebi um maldito bilhete.

Passado uns dias da tal reunião eu não tinha mais falado com a Catarina apesar de ela ainda ir lá a casa. Andava a fugir dela mas naquele dia não consegui. Tinha ido à cozinha buscar algo para comer quando ela apareceu. Perguntou-me porque não falava com ela. A Catarina era assim. Era tímida mas se tinha algo a dizer, dizia.

Eu queria responder mas fugi pela porta dos fundos. Era tão idiota. Agarrei na bicicleta e fui ter com o Jasper. Contei o que tinha acontecido e ele aconcelhou-me a ir em frente.

–Mas a minha irmã não quer. Diz que é a amiga dela.

–Mas queres que ela seja tua amiga ou namorada?

–Como namorada, mas ela também é minha amiga.

–Mas a tua irmã não quer, logo ficas com ela como namorada. – O que Jasper dizia fazia sentido.

–Isso! Vou marcar uma reunião de família e…

–Reunião de que?

–De família.

–Para quê? Isso parece mau. Tens de ir de fato como o meu pai?

– Não, não tenho. É para anunciar que vou namorar.

Ele revirou os olhos.

–Se a tua irmã não quer não lhe podes contar.

–Mas assim estou a fazer mal. – Estava confuso.

–Não. Namorar com a Catarina, não faz mal porque são namorados e não amigos mas não contas para a Alice não inventar que não quer voces como namorados.

–E se ela descobrir?

–Se ela decobrir não faz mal porque não fizeste nada.

–Parace-me bem. Vou falar com ela.

Voltei para casa bem rápido e quando cheguei não as vi, estava todo suado e o melhor era tomar banho para quando a pedisse em namoro. A minha mãe estava-me sempre a dizer que as meninas não gostam de rapazes porcos. Fui ao meu quarto e em cima da mesa estava um bilhete. Em letras cuidadas e redondas estava escrito:

“ Querido Edward

Queres namorar comigo?

Sim __ Não__

Ass. Catarina”

Ela queria namorar comigo!! Queria!!

Uma batida à porta despertou-me para o presente. Jasper entrou.

–Então, como estás?

–Pessimo. E nem quero pensar na Bella. Contas-te-lhe o que se passa?

–Não, para quê? Para ela também me odiar?

–Ninguém te odeia. Eu acho que ela devia saber.

–Como está a minha irmã? – Queria mesmo saber.

–Ela vai superar. Acho que se apertassem com ela era melhor. Tu deves estar pior.

–Eu não quero que doa. Mas doí! Doí muito! Doí pelo passado e doí agora por saber que nunca vou ser feliz. Só dá vontade de desistir.

–Então? Vais levantar a porra da cabeça e vamos pegar nos estudos para poderes sair daqui. Acho que é disso que precisas. Eu amo a tua irmã, mas fodas** que ela não te deixa viver.

Começamos a estudar e eu tentei, juro que tentei não pensar em imagens antigas mas sempre que isso acontecia Jasper chamava-me à razão. O meu telemóvel vibrou mas Jasper não me deixou ve-lo. Ele acabou por jantar em minha casa e Alice nem comentou. Jasper era o único por quem ela não reclamava. Mas eu sabia que a irritava imenso ele apoiar-me.

Quando se foi embora corri para o telemóvel.

De Bella

Amor, que se passa? Por favor. Diz-me algo. Estou presa em casa. Não percebo nada. Vem ter comigo. Amo-te.

Tentei dormir mas não consegui, tomei então um comprimido forte para dormir. Precisava de descançar a cabeça. Dormir sem sonhos, infelizmente não foi isso que aconteceu.

Só encontrei a Catarina dois dias depois. Estiquei-lhe a mão e pedi-lhe que fosse comigo.

–Para onde?

–Precisamos de falar sem Alice. Anda. – Puxei-a e ela cedeu. Andámos um pouco em direcção a um penhasco que tinha a vista para a praia. O sol estava alto mas uma fresca brisa era sentida. Ideal para não termos muito calor. Olhei para ela enquanto caminhávamos mas ela não sorria. Será que eu tinha feito asneira?

–Bem, eu recebi o teu bilhete… - ela não respondeu. Será que não tinha sido ela? Decidi espreitar de novo para o seu rosto e ela tinha as bochechas rosas. Sorri. Ela esstava envergonhada. – Preciso saber se era mesmo teu.

–Conheces mais alguma Catarina? – Ela parou de andar e parecia magoada.

–Não, mas podia ser brincadeira. Anda. ‘Tamos quase. –Puxei-a pela mão.

–Onde?

–Já vais ver…

Andámos mais um pouco e chegámos.

–Uau. – Catarina chegou-se perto do precipício.

–Gostas? Mas não chegues muito perto que podes cair. – Cheguei perto dela.

–É tão bonito!

–Bem, eu trouxe-te até aqui para te dizer que aceito. Eu quero muito ser teu namorado.

Ela ficou um momento a olhar para mim de boca aberta. Depois fechou-a e olhou para baixo.

–Fiz algo de errado? – Perguntei.

Ela olhou para mim e sorriu.

–Não, pelo contrário. Obrigado por me trazeres aqui. Acho que mereces um beijo.

Sorri. Boa!

Virei a cara e as mãos agarraram-me em ambos ao lados da cara.

–Não, um beijo como os namorados.

Uma vozinha gritou-me “fecha os olhos” quando senti os lábios dela tocarem os meus. Foi estranho mas bom. Foi um beijo de boca fechada que eu sei que durou segundos mas pareceu uma eternidade. Quem me dera que tivesse durado mais!

O som do telémovel acordou-me. Era a Bella. Não atendi. Não podia.

Pensei no que Jasper me disse. Ela precisava de uma explicação mas eu não era capaz. Lembrei-me então que o Chefe Swan sabia de tudo. Por esta hora ela sabia e odiava-me. Decerto ligava-me para discutir comigo.

Três dias depois e a situação continuava igual, ela ligava, eu não dormia, Jasper tentava que eu estudasse e Alice era só choro.

Jasper bateu à minha porta quando eu, inutilmente, tentava ler uma matéria.

–Podemos falar?

–Claro.

–A Bella ligou-me mas eu estava com a tua irmã e não pude atender. Então a Bella ligou à Alice e ela passou-se. Não lhe disse nada. Só gritou com ela por ser uma puta e desligou. Eu acho que devias falar com ela.

–Achas que ela não sabe a verdade? Ela é filha do chefe Swan.

–Já pensaste como ela se deve tar a sentir mal?

–Achas que eu não pessei nisso? É nisso e no que aconteceu naquela tarde que eu agora só penso. Nem a dormir tenho descanço! Eu vou terminar com ela. Vou ser mau e bruto com ela. Assim odeia-me e esquece-me mais rapidamente.

–Edward, liga-lhe…

–Eu não posso desobedecer mais aos meus pais. Já desobedeci duas vezes e maguei muita gente. Liga tu.

–Eu?

–Sim, tu. Se dizes que eu posso desobedecer então tu também podes.

–Eu não estou proibido de nada.

Ele agarrou no telemóvel e colocou em alta voz.

–Não digas nada.

–Estou? – Bella perguntou e eu levantei-me. Estava nervoso só de ouvir a voz dela.

–Olá, Bella! Como estás? – Jasper perguntou.

–Mal. Pessimamente mal. O que se passa? Diz-me Jasper. Por favor. O que eu fiz de mal? O quê? Não paro de pensar nisso... –Levei as mãos à cabeça. Porque é que tinham tantas pessoas que sofrer por minha causa?

–Calma. Eu avisei para serem vocês a contar.

–Eu quis contar! – Apeticia-me dizer-lhe que a culpa era minha, mas não podia.

–Eu sei, Bella. Agora não vale apena pensar nisso.

–Eu já não sei o que hei-de pensar. Estou desesperada.

–Calma. Eles também não estão bem. Muito menos o Edward. Tens de ter calma.

–Eu vou-me embora depois das provas. – Como vai?

–É o melhor. Deixar as coisas acalmarem.

–Não estás a perceber. Eu não vou voltar. O meu pai está muito magoado comigo. – O QUÊ? Ia falar mas o Jasper impediu-me pois colocou o telemóvel para só ele ouvir e tentou me tapar a boca.

–Deixa as coisas acalmarem e pensa agora nas provas finais. – Mas que porra de conselho. Eu sei porque estou sempre a ouvir o mesmo da parte dele.

–Consegues sim porque és forte! – Ele disse. Eu não conseguia ouvir a resposta dela. Merda, será que ela estava muito mal?

–Eu sei. Mas o melhor é não te aproximares dela. Bem tenho de ir. Adeus, Bella. – Desligou.

–Saí, Jasper. – Pedi.

–Edward…

Fiz-lhe sinal para ele não continuar e ele saiu. Nessa noite tentei sair. Precisava de a ver. Eu sei que não tinha o direito mas precisava. O meu pai apanhou-me e deu-me um sermão. Ficou com o meu telemóvel.

Os dias passaram-se da mesma maneira. Os sonhos ficaram piores. Mais nítidos, como se a cada noite me lembrasse de mais pormenores. Agora era quase como se estivesse realmente lá.

No dia da prova, ao pequeno-almoço, o meu pai pediu-nos para ter calma. Alice não disse uma palavra e eu segui-lh o exemplo, pelo menos ela estava a tentar ficar controlada e eu não queria intreferir nesse estado. Cheguei e encontrei-me com Jasper. Ele levou-me para a minha sala e não me deixou procurá-la. Tentei concentrar-me e fiz o exame. Não sei bem o que fiz, e o facto de estudar ao longo do ano ajudou-me.

Ao sair, Jasper mandou-me para casa dizendo que depois levava Alice.

Duas noites depois, no meio dos sonhos, voltei àquela tarde, voltei a sentir aqueles lábios e a ouvir instantes depois a voz da Alice. Catarina separou os nossos lábios apesar de eu não querer e susurrou o nome da minha irmã.

–Eu disse para não o beijares. –A minha irmã estava chateada.

–Eu.. – A Catarina parecia assustada e institivamente deu dois passos para trás. Eu tentei, juro que tentei agarrá-la!

–CATARINAAAAAAAAAAAAAAAAA! – Gritei. Espreitei pela ravina mas não a via. As árvores eram muito altas. – Rápido! Temos de chamar ajuda. - Disse à minha irmã, mas ela não me dava ouvidos. Continuava no mesmo sítio. Puxei-a pelo um braço e tentei correr até casa.

Tentei explicar o que tinha acontecido mas eu não conseguia pois faltava-me o ar e as lágrimas caiam. Ela não tinha morrido, não podia. Quando finalmente a minha mãe me percebeu, deu o sinal de alarme: ligou para os bombeiros e para a polícia. Duas horas depois encontraram-na sem vida. As primeiras palavras que a minha irmã disse, pois até então não tinha dito nem uma palavra, foi que a culpa era minha. Lembro-me de que na altura pensei que a culpa era dela pois ela é que a tinha assustado, mas na verdade fui eu que a levei ali mesmo sabendo que não devia. O chefe Swan disse que ia tentar que notícia sobre os Cullens estarem envolvidos não se repercudisse.

Não me deixaram ir ao funeral. Demorei a ir à escola. Os meus colegas estranharam ela não vir mas não me dizeram nada. E assim ela foi esquecida, apesar de eu me lembrar dela todos os dias e de por isso nunca mais ter namorado. Não podia deixar que eu magoasse mais alguém.

O despertador acordou-me e com uma grande lentidão preparei-me para o último exame. Vi a Bella no final pois houve um grande escanda-lo pois a minha irmã bateu-lhe. Fiz questão que ela me visse e me seguisse até uma parte escondida onde ninguém nos ouvisse.

–Tens de me esquecer, Isabella. – Era só isso que tinha que dizer e ela fazer.

–Tu disseste que ias lutar! Prometes-te! O que se passa?

–Eu sei. Desculpa por todo o mal que te fiz. Espero que um dia me consigas perdoar. Segue em frente. – Não me sentia mal ao dizer. Na verdade não sentia nada.

–Nunca me amaste?

–Sim, acho que sim. Mas agora eu vou para a faculdade e vou seguir em frente. Não vamos ficar juntos. Não podemos.

–Não podemos? – Mas porque raio é que ela não desiste? Era o melhor para ela.

–Isabella, gostaste tanto como eu dos momentos que passámos juntos. Foi bom, enquanto durou…

–Eu vou para o inferno que é a casa da minha mãe, a minha melhor amiga odeia-me e o meu pai nem me fala e é só isso que tens para me dizer?

–Adeus, Isabella. – Disse-lhe e fui-me embora. Entei no carro e segui para o cemitério. Pelo menos da Bella pude-me despedir e ela estava viva. Não faria mais mal nenhum a mais ninguém. Entraria na faculdade e ia-me afastar da minha irmã. Assim ela não sofreria.

Olhei para a campa da Catarina. Sentia tantas saudades dela. Por anos comi as amigas da minha irmã para ela perceber que se tivesse me deixado estar com quem queria ela agora ainda estava viva. Na verdade era quando tinha momentos de raiva, depois sentia-me triste. Agora não me sentia nem irritado nem triste. Sentia-me vazio.

Notas finais do capítulo
Claudiasilva a autora

Olá
Desculpem o atraso. A minha desculpa é a mesma: a faculdade.
Estou na recta final e preciso de me concentrar. Vou ter exames em Setembro por isso só na segunda semanda é que posso ter nova postagem.
Desculpem e comentem. O que acharam? Este capitulo é chave. Beijinhos


MiSwan a beta

Oi!
Só digo isto: faculdade a quanto obrigas! Enquanto a Cláudia está na fase final, eu estou no início, já acabei o primeiro ano e tals!

Quanto ao capítulo, ah, não me lixem! A Alice precisa mesmo que a agarrem pelos ombros e abanem até ela meter na cabeça que não pode ser assim! Sei que devemos ser imparciais neste lado, mas a Alice é um caso totalmente complicado!

Mas sabem, acredito em finais felizes e acredito que vocês também, então, que acham que vai acontecer?

Beijos e até ao próximo capítulo!





(Cap. 43) Capítulo 43 - Bella

Desci do avião e demorei pouco a encontrar a minha mãe que me deu um estalo. Não disse nada. Eu devia ser mesmo um monstro, não percebia era de que tipo.

–Nós vamos ter uma grande conversa, Isabella. És uma desilusão…

O meu sonho tinha terminado….

Capitulo 43- Bella

O silêncio no carro não me perturbava, era melhor o silêncio do que impropérios.

Foi Bill que agarrou a minha mãe no aeroporto, talvez com medo de algum escândalo.

A casa parecia igual da última vez que tinha cá estado e felizmente a minha mãe deixou-me subir para o meu quarto. O empregado trouxe-me logo a mala e eu fechei os olhos à espera que a minha mãe entrasse, mas ela não o fez. Deitei-me e abracei-me, repetindo mentalmente que tudo iria ficar bem.

Por volta da hora do jantar ouvi a porta a ser aberta. Não me movi, mas pelos saltos percebi quem era.

–Isabella, eu não vou repetir, por isso escuta-me bem: vais ficar em casa e não sais sobre pretexto nenhum. Vais-me dar o teu telemóvel e não quero discussões. Quando começar as aulas vai ser escola-casa. Não quero confusões com o Jacob, por isso não fales com ele. Aliás, não fales com ninguém. Quero-te te cabeça baixa e vais-te comportar com te eduquei. Agora coloca um vestido branco simples e desce para o jantar.

Saiu sem me deixar dizer uma palavra. Fiz o que ela me mandou e desci. Ao passar pelas escadas encontrei Jacob.

–Olá. – Disse-me.

Acenei com a cabeça sem olhar para ele e sentei-me à mesa. O jantar decorreu sem problemas. Houve conversas nas quais eu não estava incluída.

Passados uns dias, a rotina tinha sido instalada na minha vida. Só sai-a do quarto para fazer as refeições. Mas o que me estava a deixar louca é que não passava nada de jeito na televisão e os meus livros já estavam mais que sabidos de cor. A quem quero eu enganar? O facto é que ao não ter nada que me segurasse a atenção, eu só pensava no Edward e isso doía, doía muito. As lágrimas vinham com a dor no peito e só me apetecia acabar com a dor. Lembro-me de ver um programa onde falavam de mutilação e onde uma jovem dizia que o que fazia se cortar era porque, ao provocar dor física, esta atenuava a dor psicológica. Seria verdade?

Depois de uma hora agarrada ao peito a soluçar, decidi experimentar. Se não tocasse numa veia ficaria tudo bem. Encontrei uma tesoura e respirei fundo mas enquanto me decidia em que local do meu corpo eu faria, bateram à minha porta. Escondi a tesoura e com o coração a bater forte devido a quase ser pega, mandei entrar. O meu cérebro parou ao ver Jacob à porta. Que raio queria ele?

–Olá, vou dar uma festa no Jardim…

–Eu sei. – Respondi fria e irritada. Eu com problemas já graves e o idiota ainda vem ao meu quarto para me jogar na cara que é super popular e que está bem na vida.

–…e que estás convidada. – Ele continuou como se eu não tivesse falado. – Os nossos pais não estão, logo não vão saber e acho que não estás proibida de estar dentro de casa.

Ele esperou eu falar mas não tinha nada a lhe dizer, só queria o meu namorado e a minha amiga comigo.

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A música era alta mas não conseguia abafar os meus pensamentos distantes. Queria que a Alice estivesse aqui comigo. Iriamos dançar até nos doerem as pernas e depois os nossos namorados iriam-nos levar a comer hambúrgueres, depois, com a barriga cheia, cada casal iria para o seu quarto e aí… Bateram à porta.

–Quem é? – Perguntei.

Jacob apareceu à porta de calções e eu fiquei um tempo a admirar os seus abdominais. E que abdominais! Quase que babei. Ele estava todo definido. E eu vivia perto daquilo. A minha consciência lembrou-me de que aquele gostoso me odiava sem nenhum motivo e que achava que eu era uma caça fortunas. A última parte até lhe dava um desconto por pensar nisso pois era filha de uma.

–Vá anda. - Ele agarrou-me ao colo e encaminhou-se para o andar de baixo apesar dos meus protestos. – Não te faz mal nenhum conviveres.

Perto da porta que dá acesso à piscina ele colocou-me no chão.

–Eu não quero conviver, quero ir para casa. – Respondi-lhe a dirigir-me de novo para o quarto. Bufei ao perceber que ele me seguia.

Ele fechou a porta e sentou-se ao meu lado na cama.

–Explica-me lá que história é essa de teres andado com más companhias...

–Más companhias? – Do que ele estava a falar?

–Foi isso que a tua mãe contou...

–Não, não andei em más companhias. Nem sei porque ela disse. Quem eu andava até tinham dinheiro.

–E o facto de ter bom dinheiro faz com que sejam boas companhias?

–Para a minha mãe sim. – Revirei-lhe os olhos.

–Pois, para a tua mãe sim, e para ti?

–Eu já não sei nada. – Olhei para os meus dedos.

–O que é que aconteceu para saíres da casa do teu pai?

Uma lágrima caiu pelo meu rosto. O que eu iria dizer? Que tinha uma vida de sonho e que dei cabo de tudo porque tinha um namorado? Nem eu mesmo sabia o que tinha acontecido.

–Eu não sei o que fiz para tarem todos zangados comigo. Acho que é por isso que estou assim. Não me sinto culpada e todos me odeiam.

–Se me explicares talvez eu te possa dizer... Sabes, dar uma nova perspetiva.

Não confiava nele, mas não tinha mais ninguém a quem recorrer e estava a dar em maluca.

–Eu namorava com um rapaz às escondidas da irmã que era a minha melhor amiga. Entretanto ela apanhou-me na cama com ele, fez um escândalo e até o meu pai me chamou de vadia. Mas ele foi o único com quem estive. E namorávamos mesmo. Ele não estava com mais ninguém. Eu saberia pela irmã. Agora estou de castigo por gostar de alguém. Mas o que me magoa é que ele não nos defendeu. Ficou lá parado sem dizer nada. Eu amo-o! Porque não posso estar com ele?!

–Essa história está muito mal contada. Porque não falas com ele?

–Eu não tenho computador nem telemóvel! – A seguir sussurrei. - E ele disse-me, na escola, para o esquecer.

–Hum, parece-me que ele te enganou...

Olhei para ele como se ele tivesse acabado de dizer o maior disparate. O Edward ama-me.

–Escuta, eu sei que pode-te custar acreditar mas os sinais estão todos lá. O namoro às escondidas, o fazer-te acreditar que não está com mais ninguém e o não te defender quando são pegos. As raparigas é que são sempre as vadias nessas histórias.

Não podia ser. A voz lembrou-me que o Jacob me odiava. Ele estava era a tentar-me separar do Edward.

–Não o conheces, não foi assim que tudo se passou.

–Não? Então liga-lhe e pergunta-lhe.

Levantei-me.

–Já te disse que não tenho como lhe falar.

–Eu empresto-te o meu telemóvel. Vou busca-lo.

–Nem penses. Eu sei o que estás a fazer. Estás a tentar-me mandar para fora desta casa. Porque estás a ser assim? Eu não te fiz nada. – As lágrimas caiam e eu odiava-me por isso.

–O quê? – Ele estava incrédulo o que me acalmou.

–Se me ajudares vais contar à minha mãe e ela expulsa-me e eu não tenho para onde ir.

–Não vou. Eu odeio-a, e por isso odiava-te, mas tenho ouvido coisas que fico incrédulo. Acho que estão a ser demasiado incorretos contigo por seres rapariga.

–Achas? Eu não percebo porque está tudo contra mim. Bem, a minha mãe eu sei porque ela está tão chateada.

Eu não lhe podia contar, mas queria e precisava de falar com alguém. Mas e se ele me traísse?

–Eu sei que não tens motivos para confiares em mim, mas eu não prejudicaria ninguém sem nenhum motivo. Desculpa, eu sei que fui injusto contigo, talvez seja por isso que te quero ajudar.

–Não há muito em que me possas ajudar. A minha mãe está zangada porque já não sou virgem. – Claro que não consegui olhar para ele quando disse isto.

–E o que tem não seres? Olha acho mesmo que devias ir lá para fora e curtir. Estás a perder tempo de vida. Quando tiveres responsabilidades já não podes curtir como podes agora. Eu sei que estás triste e que te sentes traída, mas ele agora deve estar com alguma gaja e tu estás aqui trancada a sofrer. Se quiseres falar estou lá em baixo.

Saiu e eu fiquei a pensar na última coisa que ele me disse. Será que o Edward estava mesmo com alguém? Não podia ser. Esfreguei os meus braços como que se me tivesse a abraçar a lembrar-me do toque dele. As mãos grandes deles. Pensei no sorriso dele.

Quando outra lágrima escorreu pelo meu rosto, levantei-me e vesti algo simples. Coloquei base e penteei-me. Respirei fundo e quando o meu cérebro ia começar a processar se sair do quarto era boa ideia, sai. Não queria pensar. Queria viver.

A parte do jardim estava cheia de jovens que nunca tinha visto. Eu estava muito vestida para a ocasião, pois estavam todos quase seminus. Procurei Jacob pela multidão mas não o encontrei. Será que devia tirar o vestido e ficar de bikini? Será que assim parariam de olhar para mim?

Uma mão agarrou-me a barriga por trás e eu virei-me já para pregar um murro a quem fosse o atrevido. Felizmente percebi que era Jacob antes de praticar tal ato.

–Sempre sais-te da torre, Rapunzel?

–Isto está cheio! Sabes mesmo dar uma festa.

–Claro que sei. Anda, quero que conheças pessoas. – Disse-me puxando-me pela mão.

Apresentou-me a uns rapazes giros, também eles todos musculados. Que perdição.

Fiquei a conviver um pouco. Conheci também algumas raparigas, mas acho que elas não gostaram muito de mim. Talvez porque o Jacob não saiu de ao meu lado, o tempo todo. Ele fez questão de dizer que eu era a filha da madrasta e apesar de para mim ser o bastante para

outras não terem ciúmes pelo modo como ele dizia madrasta, a verdade é que não eramos irmão de sangue nem tínhamos sido criados juntos.

Já passava da meia-noite quando as últimas pessoas se foram embora e a minha mãe e padrasto chegaram.

–O QUE É QUE FAZES AQUI BEELLA? – Perguntou-me a minha mãe, claramente furiosa.

–A Bella mora aqui. -Respondeu Jacob.

–Como? – A minha mãe ficou de boca aberta.

–Que eu saiba ela é sua filha e mora aqui. Eu gostava que ela não morasse o que significaria que você também não moraria, mas isso não me compete, infelizmente.

–Jake! Vê como falas! – Repreendeu-lhe o pai.

–Mãe, o Jacob convidou-me e eu pensei que não teria mal visto que me disseste que não podia era sair de casa.

–Eu sei o que disse, Isabella!

–Mas qual é o drama?! O que achariam os meus amigos se a filha da minha madrasta não saísse do quarto quando dou uma festa? Que ela se acha superior dos outros?

Olhei para o Jacob e sorri-lhe sem que a minha mãe visse. Ele tinha acertado. A minha mãe dava demasiada importância aos que os outros pensavam.

–Claro que não. – Ela acabou por dizer. -Fizeste bem em ires, Isabella.

Pedi licença e retirei-me.

No dia a seguir, durante o jantar, Jacob convidou-me para ir uma festa. Ficámos os três a olhar para ele e a perguntar interiormente o que raio lhe estava a acontecer.

Bill foi o primeiro a falar dizendo-lhe que eu estava de castigo.

–Está de castigo porque?

–Porque portou-se mal quando estava no pai. – O tom de voz da minha mãe era que estava a tentar controlar-se.

–Os meus amigos perguntaram se ela ia. Na verdade gostaram muito dela. E vai estar muita gente do ano da Bella do colégio.

–Querida, eu acho que não faz mal os dois irem. O Jacob compromete-se a cuidar bem da Bella, não é Jake?

–Se for o único meio para ela ir, sim, prometo, até porque ela não conhece ninguém e ainda me arranja problemas. Eu não tiro os olhos dela.

A minha mãe lá acabou por me deixar ir. Vesti umas calças de ganga, sabrinas e um top com um pouco de decote. Coloquei uns brincos e um anel e fiz uma maquilhagem leve mas com os olhos um pouco esfumados.

Procurei o Jacob que estava uma delícia. Perguntei se estava bem vestida para a ocasião e ele aprovou. Na garagem surpreendi-me ver uma moto, mas surpreendeu-me ainda mais quando ele agarrou em dois capacetes e deu-me um.

–Vamos de mota?

–Claro que sim. A tua mãe quer que eu esteja de olho em ti e para isso não posso beber. A única maneira disso não acontecer é irmos de mota.

–Hum… ok.

Ele riu-se dizendo que estava a subir pontos na sua consideração.

Ele ajudou-me a subir para a mota e eu agarrei-me bem a ele. A situação até podia ser constrangedora, mas com o meu medo, nem pensei muito nisso. Ele mandou-me segurar bem e arrancou. Era muito divertido de andar. As curvas era o que me metia mais medo, mas não gritei. A festa era privada, ou seja numa casa de algum amigo dele. Quase todos que estavam lá, tinha visto do dia anterior. Isso diminui um pouco a apreensão que sentia.

–Queres beber algo? –Jacob perguntou-me.

–Sim, qualquer coisa.

Ele foi até ao bar deixando-me um pouco sozinha mas ordenando-me para não sair dali. Algumas raparigas cumprimentaram-me e colocaram conversa. Uma era do meu ano e talvez ficasse com ela na turma. Falámos sobretudo do colégio para onde eu iria.

–Não acredito que estão a chatear a minha irmãzinha com tretas da escola. – Jacob chegou com dois copos e passou-me o meu.

Beberiquei e era forte. Elas derreteram-se todas com ele. Uma até lhe tocava no braço e ria de forma insinuante. Blhac! Tomei atenção à música. Passava um pop qualquer e mexi-me ao som da música. Outra puxou-me para a pista de dança e eu fui. Algo me dizia que era para deixar os dois sozinhos. Mexi-me ao som da música mas nada de muito provocante. Não queria chamar as atenções. Acabei de beber e olhei em volta à procura de Jacob e não estranhei quando o vi de olhos postos em mim, ainda com a outra pregada a ele.

Não estranhei porque ele disse-me em meio de aviso que não iria tirar os olhos de mim. Na altura achei que ele era um chato, mas agora que o via de olhos postos em mim, senti-me bem. Ele era giro e tinha algo no olhas de perverso que estava a começar a mexer comigo. E com tantas à sua volta, fazia com que me sentisse bonita e atraente. Fui ter com os dois, apesar das outras me puxarem para danças. Para o que eu estava guardada.

–Podias-me trazer outro, por favor? – Pedi a Jacob.

Sem dizer uma palavra ele foi. A outra bufou mas nada disse, sorrindo logo de seguida para mim.

–Conheces o Jake há muito tempo? – Perguntou-me.

–Não e tu?

–Desde pequenina.

Jacob voltou com a minha bebida e eu agradeci.

–Estás a gostar? – Perguntou-me.

–Sim, isto está fixe. Obrigado por me trazeres. – Sorri-lhe.

–Vamos dar uma volta, Jake? – A tal perguntou com a mão a passar-lhe a zona do abdómem.

–Não posso deixar a Bella sozinha.

–Ela já é crescida!

–Podes ir, eu fico bem. – Não queria ser um empecilho para ele, especialmente agora que ele estava a ser simpático.

Eles fingiram que não me ouviram. Jacob agarrou-lhe a mão e disse-lhe seriamente:

–Eu prometi à mãe dela que não a deixava por nada e vou cumprir. - Ela bufou e amuou. -Vamos dançar, maninha?

Nem me deixou responder, puxou-me pela mão e levou-me de novo para a pista, dançando comigo. Não me cheguei muito a ele. Lembrei-me que raramente dançava com o Edward e que sempre que dançava era para ele, porque sabia que ele estava a ver. Quando via os outros casalinhos pensava sempre nele e imaginava como era se fossemos nós os dois.

–O que se passa? – Jacob perguntou-me ao ouvido.

–Tenho saudades dele...

–Anda. – Fomos até ao bar e bebi mais um pouco.

–Queres-me embebedar? – Provoquei-o.

–Já que eu não posso… - Rimos. – Para que é que eu te queria embebedar?

Ia-lhe responder mas fomos interrompidos pelos amigos. O resto da noite passou-se bem e sinceramente diverti-me. Os amigos deles eram simpáticos, diziam palermices mas não eram daqueles mimados irritantes. Era quase manhã quando fomos para casa. Devido à bebida a viagem de regresso tornou-se mais interessante pois já não tinha medo e agarrei-me mais nele. Quando chegámos ele saiu da mota e, tirou o capacete. Eu fiz o mesmo, entregando-lho. Eu dei-lhe a mão para ele me ajudar a sair da mota e ele agarrou-me beijando-me. O seu corpo estava no meio das minhas pernas e as suas mãos agarravam-me possessivamente as laterais do meu corpo, puxando-me para ele e não me deixando fugir. O seu beijo era feroz, bem

diferente do de Edward. Merda! Porque estou eu a pensar nele? A língua de Jacob tocou a minha e começou a explorar a minha boca, até que parou e acabou com um selinho. A minha respiração estava irregular.

–Boa noite, manina. – Disse-me e saiu.

Pensei que o iria encontrar no quarto, mas não e por precaução tranquei a porta. O que é que tinha acabado de acontecer?! Uma parte dizia-me que ele estava a gozar comigo, outra que ele talvez se engraça-se comigo e isto era para me meter a pensar nele e outra, infelizmente a maioria, achava que me devia sentir mal, porque era como se tivesse acabado de trair o Edward.

Não, não o tinha traído e ainda o amava muito, mas sim, tinha gostado do beijo e gostava que alguém me desejasse e me beijasse. Que não tivesse medo de dançar comigo em público, mas o Jacob era perigoso e eu não sabia se podia confiar nele.

A minha cabeça era uma confusão e girava rapidamente. Deitei-me decidida a que não iria dar importância a este beijo...

Notas finais do capítulo
Cláudiasilva a autora

Olá gente mais linda

Sei que andei desaparecida mas só me falta uma cadeira para terminar a faculdade : (

A parte boa é que tenho mais tempo para escrever.

O Jake é apenas um bom miúdo que vai ajudar a Bella a não sofrer tanto, ok?

O que acharam? Palpites para a continuação?

O meu e-mail ganhou vírus e por isso demorei algum tempo nessa treta.

Hoje é o meu dia de aniversário por isso quero muitos comentários.

Beijinhos


MiSwan A beta

Oi, criançada mai linda!

Eu vou ser mais querida e tals, espero que o Edward e o pessoal de Forks esteja a pensar como está a Bella e que pensem que ela está a sofrer, porque, para além destes pequenos momentos com o Jake (I like it, I like it really much), ela está prisioneira na própria casa... Não me admirava nada que a moça começasse numa de tatuagens e piercings, quando puder sair da alçada da mãe... Mas pronto...

Que acharam?

Vá, sejam uns queridos e queridas, a nossa autora faz aninhos e está quase a terminar a faculdade! U Go Girl!

Beijokas fofas e até ao próximo!




(Cap. 44) Capitulo 44- Edward

–Adeus, Isabella. – Disse-lhe e fui-me embora.

Entrei no carro e segui para o cemitério. Pelo menos da Bella pude-me despedir e ela estava viva. Não faria mais mal nenhum a mais ninguém. Entraria na faculdade e ia-me afastar da minha irmã. Assim ela não sofreria...

Olhei para a campa da Catarina. Sentia tantas saudades dela. Por anos comi as amigas da minha irmã para ela perceber que se tivesse me deixado estar com quem queria ela agora ainda estava viva. Na verdade era quando tinha momentos de raiva, depois sentia-me triste. Agora não me sentia nem irritado nem triste. Sentia-me vazio.

Capitulo 44 – Edward

Era o primeiro dia que eu sabia que podia sair sem a encontrar e isso estava a deixar deprimido. Eu só estava a colher aquilo que tinha semeado.

Jasper veio-me chamar e estava na sala à espera para irmos dar uma volta. Ele sabia que eu queria sair de casa. Não queria ir a sítio nenhum especial.

Sinto-me a sufocar e não consigo sequer olhar para as pessoas aqui de casa. Agora tinha a minha liberdade de volta, mas não era a liberdade que eu queria de volta. Era a minha Isabella.

Quando desci Alice estava a tentar colar-se a Jasper mas ele não lhe deu qualquer hipótese. Sorri. Era destes amigos que precisava. Sem dizer nada à minha irmã fui para o carro e Jasper seguiu-me.

–Onde te apetece ir? – Perguntou-me.

–Qualquer local sem muitas pessoas...

–Achas que vou contigo para o meio do mato ou para a praia?! Vamos a um café.

Não reclamei. Ele tinha razão. Não me apetecia nada boatos com o meu cunhado.

Ele guiou até um café onde nunca tínhamos ido, nem nós nem colegas nossos. Era bom pois assim não me fazia lembrar da minha princesa.

–Já recebes-te respostas de faculdades?

–Acho que sim, e tu?

–Achas? Edward tens de te focar? Nunca pensei que fosses assim!

–Assim como?

–Medricas! Edward, a faculdade é importante, principalmente na área que queremos. Isso não te preocupa? Além de que nem para a Bella lutaste.

–O que querias que fizesse? Saísse de casa? E ia para onde?

–Hum… Isso significa que já pensaste no assunto. – Ele sorriu.

Se já tinha pensado em ir atrás dela? Sim, já tinha. Mas já me tinha sido muito difícil me despedir dela e faze-la acreditar que não a amava, além de que, eu iria viver de quê? Estava dependente financeiramente dos meus pais que não me conheciam...

–Eu não quero fazer a Isabella sofrer mais... E nem sei como ir atrás dela. Nem sei onde ela mora...

–Eu sei que vocês se amam e que deviam estar juntos.

Bebemos umas cervejas e continuamos a falar de faculdades, Jasper tinha entrado na que queríamos os dois. Cheguei a casa cedo mas felizmente não vi ninguém até chegar ao meu quarto. Este estava carregado de imagens dela. Como eu ia conseguir seguir em frente? Da janela reparei que a luz da estufa estava acesa e decidi ir lá.

A minha mãe estava a tratar “das suas meninas”, como ela dizia.

–Como estás filho? – Nem estranhou eu estar ali.

O que ela queria que eu lhe respondesse? Decidi-me pela verdade.

–Mal. Eu não fiz nada de errado.

–A tua irmã está devastada. Tu lembras-te como ela ficou. Eu não quero que ela volte áquilo.

–E por isso eu tenho de sofrer? Achas que eu não sofri e não sofro com o passado?

–Eu não disse isso! Acho que és mais forte que ela, e que lhe devias mostrar o teu lado.

–Eu preciso de ti, mãe. Não sei onde errei para me fazerem isto. Nem defendi a Isabella...

–Porquê? É isso que te estou a dizer. Gostavas mesmo dela? Eu sei que tens muitas namoradas e a tua irmã sofre sempre porque eram amigas delas. Não é fácil dividirmos tudo com os irmãos.

–Mãe, não há nada que eu não faça pela Alice, ela é que não faz por mim. Eu sei que falhei muitas vezes, mas eu amo a Bella!

–Como é que eu sei que estás a dizer a verdade?

–Sou teu filho. Porque não acreditas?

–Acredito, mas não consigo ver a tua irmã a sofrer. Não quero voltar a vê-la a sobreviver.

–Como é que faço para ela acreditar em mim?

–Luta! Bem, tenho de ir ver como está o jantar.

Fiquei a olhar para as plantas e a invejei-as. Elas não tinham estes problemas, mas também, deviam ser solitárias. Afinal preferia ser eu.

O jantar decorreu sem problemas e pela primeira vez tomei atenção ao comportamento de Alice. Sim, ela estava a sofrer. A alegria que ela demostrava não era a mesma, e eu, idiotamente, não percebi.

Depois do jantar fui finalmente abrir as cartas de resposta às minhas candidaturas. Tinha sido aceite na que eu queria. Depois de todo o esforço era recompensado e não podia celebrar com ela.

Como a minha mãe tinha sido tão recetiva comigo quando estava sozinha, talvez o meu pai também fosse na mesma situação. Fui ao escritório dele e encontrei-o debruçado em livros e folhas soltas.

–Algum problema? – Perguntei.

–Isso não sou eu que devo perguntar? Tu é que vieste aqui.

–Sim, recebi esta carta. – Dei-lhe e ele rapidamente abriu-a. Deu a volta à mesa e deu-me os parabéns. Olhei para o chão e continuei a falar:

–Pai, sobre o que se tem passado, com a Alice e a Bella, eu gostava de falar sobre isso.

–Pensei que esse assunto estivesse encerrado. – Ele voltou a sentar-se e a concentra-se nos seus papéis e o seu olhar tornou-se frio. – Tens de procurar um local para ficares. Tratas disso? Assim manténs a cabeça ocupada com o que é realmente importante.

Ainda abri a boca para reclamar mas decidi que não valia apena.

–Sim, pai.

Fui procurar Alice, decidido a seguir o concelho da minha mãe. Ela estava no quarto entretida a ver uma série chata, possivelmente sobre moda.

–Posso me sentar? – Perguntei.

–Claro. – Ela respondeu a rir mas nos seus olhos vi que estava retraída.

Sentei-me na beira da cama e comecei a pensar que deveria ter pensado algo para dizer.

–Entrei na faculdade que eu queria.

–Parabéns! Eu sabia que ias conseguir. – A sua voz demonstrava que sabia que não era isto que eu queria-lhe falar.

–Não quero ir sem fazer as pazes contigo primeiro.

–Claro, eu preciso de alguém que tome conta do Jasper.

–Achas que eu deixava que ele te magoasse?

Ela olhou para baixo e a sussurrar respondeu-me que eu já a tinha magoado.

–Não foi intencional. Alice tens de compreender que eu amo a Bella e sinto-me mesmo muito mal pelo que aconteceu. Se te menti era para não sofreres mas…

–Sai! Não quero falar sobre isso. – E ela fechou-se no banheiro.

Nessa noite voltei a sonhar com a Bella. Estávamos num lindo jardim a namorar. Os lábios dela estavam vermelhos devido aos meus beijos. Tinha um vestido justo que me permitia percorrer com os dedos as suas lindas pernas. Ela ria e sorria dando-me mais ânsia de a provocar. A mão dela passou dos meus cabelos para perto do meu membro. Em resposta, eu toquei a vagina dela por cima das cuecas, e vendo-a a morder o lábio, decidi introduzir-lhe um dedo. Ela estava bem molhada e rebolou no meu dedo, apertando o meu pénis depois. Selvaticamente, ela saltou para cima de mim e abriu-me as calças, tirando o meu membro, e começou a masturbar-me. Eu estava tão pronto e necessitado que não demorou muito a vir-me. Estranhei foi sentir a minha mão peganhosa quando as minhas mãos estavam na cintura dela.

Merda, no que eu fui pensar! Acordei chateado apesar de sentir os meus músculos descontraídos.

Lavei as mãos a pensar que esta tortura iria continuar. Aliás iria piorar na faculdade. Onde eu me ia meter! Eu não conseguia estar com mais ninguém. A Bella era perfeita para mim e eu não nos tinha defendido.

Não consegui dormir mais e fui até à cozinha onde estava Alice. Fiquei na porta a olhá-la. Parecia mesmo abatida. A falta de maquilhagem fazia aparecer duas manchinhas pretas debaixo dos olhos.

Sentei-me à sua frente e assim que ela notou a minha presença colocou-se direita na cadeira e sorriu. Bocejou e perguntou-me o que estava ali a fazer tão cedo.

–Aposto que o mesmo que tu. Isto da Bella também te anda a dar cabo da cabeça. - O seu sorriso desvaneceu-se e ela levantou-se – Não precisas de ir, Alice. Só gostava que me ouvisses e que falasses com sinceridade para podermos seguir em frente.

Mas ela foi.

Passei o dia a pesquisar sobre a faculdade, inclusive a marcar a viagem de visita para ver casas. Ao fim do dia não aguentei mais e dirigi para a casa da Bella. Fiz aquele caminho várias vezes, e era nostálgico faze-lo de novo. Ponderei se deveria esconder o meu carro como dessas vezes, mas achei que agora eu não tinha nada a esconder, logo dever-me-ia expor.

Bati à porta duas vezes e pouco depois o chefe Swan apareceu e a sua cara demonstrava raiva ao me ver.

–O que fazes aqui? – Não me podia esquecer que ele tinha uma arma.

–Podemos falar?

–Não sei o que podermos falar, mas entra. Não quero confusões à porta da minha casa.

Entrei. A casa não parecia a mesma. Estava suja e via-se algumas garrafas de cerveja espalhadas pela casa. Não era só a mim que Bella fazia falta.

Apesar saber que não era bem-vindo, sentei-me, sem ele me dizer para o fazer. Ele fez o mesmo.

–Eu quero falar da Bella.

–Ela já se foi embora. Não há nada para falar! – Os olhos dele brilharam de fúria.

–Eu sei que me deve odiar. Mas eu queria que soubesse umas coisas. Eu e a Bella não tínhamos algo de passageiro. Nós começamos a gostar muito um do outro e começamos a namorar. Decidimos em conjunto não contar, bem, na verdade, houve vezes em que ela quis contar e eu não deixei porque sabia o que ia acontecer. Ela não sabia a verdade. Eu nunca lhe contei, e agora lamento não lho ter dito. Lamento ainda mais não a ter defendido. Ela não era uma vadia como os meus pais a chamaram. Apenas uma rapariga que se apaixonou pelo rapaz errado. – Respirei fundo e continuei. – Ela adorava estar consigo. Adorava mesmo. Mais do que com a mãe. Eu sinto-me mesmo mal porque sei que rompi com a vossa relação. Eu vou para a faculdade e se ela voltar não me vai ver. Eu ando a tentar acalmar a Alice e pôr as culpas em cima de mim. Não sei se elas vão voltar a ser amigas, mas sei que vocês deveriam recuperar a vossa relação.

–Edward, não sei o que pretendes mas a Bella não pode ser feliz aqui.

–Tanto pode, como foi. E quem estragou isso fui eu...

Ele pareceu estar a ponderar mas notava-se que não estava muito convicto.

–Quando te fores embora talvez eu penso nisso.

Uau! Tinha sido fácil convence-lo. Ele amava-a muito.

–Vamos deixar o verão passar. Eu vou falar com os meus pais e a Alice. Eu lamento mesmo muito não a ter defendido quando devia e podia.

–Eu também não lhe expliquei nada. O que me magoou foi ela não me contar. Ela comportou-se como uma…

–Não acabe a frase! Por favor. Ela não sabia de nada. O culpado sou eu! E ela é que levou com a culpa toda.

–Pelo menos estás-te a comportar como um homem agora.

–Ela passava muito tempo comigo, chefe Swan. – Olhei para baixo. – É natural nós nos termos apaixonado. Eu sei que não sou o melhor para ela, mas eu gosto mesmo muito dela, e sei que num futuro próximo ela não me quer ver, mas talvez mais tarde. Peço-lhe perdão, chefe Swan, por não ter cuidado da sua filha. – Na última parte olhei para ele.

Ele suspirou, levantou-se e deu-me um aperto de mão.

–Não a voltas a magoar.

Sorri.

No regresso sentia-me liberto. Tinha tirado um grande peso da consciência, mas sabia que ainda tinha um grande caminho pela frente.

De volta a casa, decidi planear como iria reconquistar a Bella, parecia muito de menininha, mas o que tem de ser, tem muita força.

Primeiro: Fazer a Alice perceber que estou apaixonado pela Bella e que sou correspondido!

Segundo: Fazer os meus pais perceberem que estou apaixonado pela Bella e que sou correspondido!

Terceiro: Fazer a Bella me perdoar e voltar para mim!

Mas para que raio fui fazer uma lista desta? Deletei a lista. Não me parece que vá esquece-la. O problema era cumprir a lista. Fui à área da piscina onde encontrei a Alice e Jasper.

–Jasper, podes-nos deixar uns momentos sozinhos?

–Claro.

–Não. – Respondeu Alice ao mesmo tempo que Jasper. – Não há nada que eu esconda ao Jasper.

Mesmo assim o meu melhor amigo deixou-nos.

–Eu gostava de saber a tua opinião sobre um assunto. Eu vou-me embora. Será que se a Bella voltasse tu voltarias a ser amiga dela.

–Claro que não. Porque haveria eu de me dar com uma vadia como ela?

–Ela não é vadia nenhuma. Nós ficávamos muito tempo sozinhos e apaixonamo-nos. Ela queria-te contar mas eu não deixei. E ela não sabe da história toda.

Alice não comentou e deixou-se estar na espreguiçadeira de olhos fechados. Deixei-a lá.

Na semana seguinte, eu, Jasper e Alice seguíamos para conhecer a minha faculdade. Gostei muito das instalações e eu sabia que o curso de medicina iria ser muito puxado. Teria que deixar romances de fora.

Ficámos uma noite para conhecermos tudo. Nessa noite fomos sair. Demos uma volta pela zona e acabámos por ficar num género de bar onde estavam futuros colegas. Alice olhava para todo o lado, acho que para conferir a “concorrência”.

–Aquela ali do fundo está a olhar para ti. Devias ir lá conhece-la. –Disse-me.

–O quê?! – Estranhei – Alice, eu já tenho alguém com quem quero namorar.

Eu sabia que algumas estavam a olhar para mim, mas elas não tinham qualquer hipótese.

No dia seguinte, eu e Jasper arrendamos uma casa. Iráamos viver os dois. Ele ainda me perguntou se eu não quereria uma república, mas eu estava decidido. Iria ali era para estudar.

Passado uma semana voltei a ir a casa do chefe Swan. Estava a dar um jogo de basebol e fiquei a ver com ele. Perguntei-lhe se tinha notícias da Bella. Não ficou muito satisfeito com a pergunta mas respondeu-me que tinha falado com a mãe dela e que a Bella estava bem mas não tinha conseguido falar com ela.

Eu já tinha tentado todos os meios eletrónicos, mas nada. Onde ela estaria? Pensaria em mim? Teria conhecido alguém?

Alice passava os dias todos a convidar-me para sir e eu ia. Mas não me aguentava muito tempo. Que piada tinha sair sem ela? Ainda por cima, Jasper e Alice estavam sempre a comer-se que até já enjoava.

Duas semanas depois de termos ido visitar a faculdade, Alice organizou uma grande festa em nossa casa. Não reclamei mas preparei-me para o tédio, e pior para o assédio, principalmente de Tanya. Ela andava mesmo desesperada. Só essa palavra poderia explicar o porquê de tanta insistência quando lhe já tinha dado para trás uma centena de vezes.

Hoje trazia um vestido cinzento, sem costas e com um enorme decote (http://www.vestidos24.pt/vestidos/vestido-cinzento-4070.html --- vejam). Confesso que era difícil não olhar para o seu traseiro, na verdade olhei umas quantas vezes, mas assim que a via aproximar-se eu fugia. Até que quando fui buscar cerveja , ela encontrou-me.

–Olá, Edward!

–Olá, Tanya. Estás boa?

–Não vês? – Ela perguntou-me enquanto a sua mão passava entre os seus seios. Não tinha como não olhar.

–Sim, Tanya, estás deslumbrante como sempre.

–Adoro as festas em tua casa porque geralmente convidas-me para umas festas privadas logo de seguida.

–Hoje não pode ser, o meu quarto está uma desorganização porque já estou a organizar as malas para a faculdade.

–Querido, não temos de ir para um quarto, apesar de teres aqui tantos outros disponíveis.

–Hoje não pode ser. – Tirei-lhe as mãos que ela tinha colocado no meu abdómen – Diverte-te.

Fui para o jardim à procura do meu melhor amigo.

–A Tanya conseguiu-te apanhar? – Ele perguntou-me.

–Como é que sabes?

–Ah ah! Porque não paras de olhar para trás, mas poderia ter sido outra qualquer.

–Nem gozes, estou farto desta festa.

Alice juntou-se a nós e afirmou que a festa estava a ser brutal. Sorri-lhe e escondi-me no meu quarto. Acabei por fazer o que tinha mentido à Tanya: preparar as malas.

Duas semanas era o meu jantar de despedida para a faculdade.

–Tens mesmo a certeza de que queres ir já?- Alice perguntava pela milésima vez.

–Sim, já te disse que quero conhecer a localidade.

A verdade é que tinha antecipado a viagem porque não aguentava mais esta terra sem ela. Tudo me fazia lembrar dela. E talvez, assim que me fosse embora, a Isabella pudesse voltar. Ontem quando retornei a falar com o chefe Swan ele disse-me que ainda não tinha conseguido com que ela regressasse, mas isso poderia ser uma desculpa dele por eu ainda estar aqui.

–Alice deixa o teu irmão. – A minha mãe apoiou-me.

Jasper também não ficou muito contente por eu ir mais cedo, mas percebia. Ali à mesa acho que todos sabiam os meus motivos, embora ainda me perguntasse se a Alice já tinha percebido que eu e a Bella nos amávamos.

Olhei para todos: o meu pai, a minha mãe, Alice e Jasper. Era deles que eu iria sentir saudades. Mais saudades para acumular às que eu tinha da minha princesa.

No dia seguinte deixei uma carta na mesinha de Alice e saí com o meu pai para o aeroporto, não sem antes receber um abraço apertado da minha mãe.

–Eu vou ficar bem, vou só para a faculdade. – Disse-lhe.

–Primeiro foi Emmet, agora tu… para o ano a Alice. Oh vou ficar sozinha.

Emmet tinha-me ligado no dia anterior a desejar-me boa vida. Não sei bem se ele sabia o que se passava por casa.

E assim apanhei eu o avião, só com a certeza que amava a Bella e sabendo que iria encontrar tentações para onde iria. Iria-me aguentar?

Notas finais do capítulo
ClaudiaSilva- a autora Sim, tadinho do Edward, anda muito paradinho… Alguém gosta das minhas one-shot´s? Estão me pedindo para fazer novo capitulo de “O MEU VIZINHO DO LADO” mas não tenho tido muito tempo. Beijinhos MiSwan - a Beta A culpa do atraso foi minha, desculpem! O meu querido computador ama-me (ou não) e sou uma nulidade a utilizar o word e o tablet... Tadinho do Edward.... A Alice também é mais teimosa que uma mula --' Uh, eu gosto dessa ideia do vizinho




(Cap. 45) Capitulo 45- Bella

–Boa noite, maninha. – Disse-me e saiu.

Pensei que o iria encontrar no quarto, mas não e, por precaução, tranquei a porta. O que é que tinha acabado de acontecer?! Uma parte dizia-me que ele estava a gozar comigo, outra que ele talvez se engraçasse comigo e isto era para me meter a pensar nele e outra, infelizmente a maioria, achava que me devia sentir mal, porque era como se tivesse acabado de trair o Edward.

Não, não o tinha traído e ainda o amava muito, mas sim, tinha gostado do beijo e gostava que alguém me desejasse e me beijasse. Que não tivesse medo de dançar comigo em público, mas o Jacob era perigoso e eu não sabia se podia confiar nele.

A minha cabeça era uma confusão e girava rapidamente. Deitei-me, decidida a que não iria dar importância a este beijo...

Capitulo 45 – Bella

Acordei bem disposta e ainda confusa com o beijo de Jacob. Ao levantar-me, ainda esperei por aquela má disposição matinal de quem bebeu na noite anterior, mas não, parecia mesmo que não tinha saído. Tomei um banho que me deixou ainda mais bem humorada e, olhando para o relógio, apercebi-me que eram horas de almoço. Com um vestido solto e rodado, desci.

Jacob não estava à mesa e assim que me sentei, senti o olhar da minha mãe pregado em mim. Não falei, excepto as saudações habituais, e não levantei os olhos do meu prato. Infelizmente, eu sabia que a minha mãe não ia demorar muito até falar.

–Como foi a noite?

–Normal.

–Normal? – O tom estridente da voz dela fez-me ver que estava a prestes de um colapso nervoso.

–Fomos, dancei, bebi um pouco mas ele não e viemos para casa.

–Eu disse-te querida. Eles chegaram bem.

–E o Jacob?

–O que tem o Jacob? – Perguntei.

–Onde é que ele está?

–Como assim? Mãe como é que queres que eu saiba onde ele está? Eu vim com ele mas não dormi com ele.

–Querida, o Jake deve estar a dormir. Não é ajuizado como a Isabella.

A minha mãe fez uma careta. Certamente a pensar no motivo porque tinha vindo viver com ela. Sentindo que ela ainda estava brava comigo, decidi não perguntar se podia ver Angela. Tinha muitas saudades da minha amiga.

Passei a tarde no meu quarto sempre a olhar para porta. Raios! Não podia viver assim! Sempre com o coração a mil, sabendo que ele poderia entrar a qualquer momento. Ele é um idiota horrível. Mas porque raio aceitei ir àquela festa?

No jantar vi-o. Ele nem sequer olhou para mim. Tentei permanecer o mais calma possível, mas por dentro quase que explodia. Outro dia se passou sem ele dizer nada. Nessa noite sonhei com o beijo dele. Acordei com o coração a mil e toda suada. O que me estava ele a fazer?

Desci para tomar um copo de água na esperança que me refrescasse a cabeça. Sim, era a cabeça que precisava mais. Eu sentia que estava a trair o Edward e isso irritava-me. Ele de certeza que agora estava com imensas loiras em Forks e eu aqui sozinha. Imagens dele com Tanya vinham-me à memória… lembrei-me daquela vez que o apanhei no banheiro com ela. O meu coração começou a apertar. Porque é que ele já não gostava de mim?

Ouvi alguém tossir atrás de mim e virei-me para me dar de caras com Jacob. Estava com uma camisa branca o que me permitia ver os seus músculos por debaixo dela. Ele também me analisava e sorriu com o que via.

–Sem sono ou à minha espera? – “Que presunçoso!”, pensei.

–Sem sono...

–Hum isso serão saudades minhas ou falta de actividade física?

Ele colocou as mãos na minha cintura e eu bloqueie. Só quando senti a língua dele a entrar na minha boca é que o consegui afastar e corri para o meu quarto. Fechei-o às chaves e fiquei à porta, silenciosamente à escuta.

Vi a luz a acender-se e depois a apagar-se. Mais nada aconteceu. Jacob não viria ter comigo. Com o coração aos pulos voltei para a minha cama e passado uns 10 minutos consegui adormecer.

Acordei a sentir-me estranha. Logo percebi que o período tinha vindo. Enquanto tomava um banho a minha mãe apareceu. Pacientemente, esperou sentada na minha cama. Estranhei. Quando ela queria falar, falava e não se limitava a sentar-se à espera. Não sabia o que esperar mas só pedia para não ser sobre o Jacob.

Enquanto penteava os meus cabelos ela começou a me perguntar se eu me tinha dado bem com o meu pai. Não percebi o interesse repentino, mas desconfiando que viria mais alguma coisa, respondi-lhe que nos tínhamos dado bem, até porque ele era reservado e de poucas falas, tal como eu.

–E em relação àquela sua conquista?

–Qual conquista? Eu não tive uma conquista! Tinha um namorado.

–Escondido do seu pai? Oh Isabella! Que vergonha.

–Não quero falar disso. Eu também já não volto para lá!

–Não me fale nesse tom, Isabella!

Deixei-me estar calada. Mas afinal o que queria?

Bateram à porta e era Jacob a perguntar se eu queria ir almoçar e ir ao cinema com ele e com os seus amigos. Olhei para a minha mãe com que a pedir autorização e para minha surpresa ela deixou.

Entrei no carro com o coração a bater. Não deveria falar com ele sobre os beijos? Porque é que os homens eram tão complicados?

Ele colocou na rádio onde passava música comercial e tentei-me concentrar nela. Não iri ser a primeira a falar. Para desgraça dos meus nervos, ele não falou.

Já tinha conhecido a maior parte dos seus amigos. Leah era a que menos gostava. Parecia que me queria apertar o pescoço. Credo! Durante o almoço não tirou os olhos de mim.

Já no cinema, Jacob comprou pipocas e sumos para nós e eu tive de lhe sorrir quando ele me perguntou o que queira. Foi mesmo fofo em ir buscar para mim. Sentou-se ao meu lado e fiquei um bocado envergonhada. Coloquei a minha bebida no local próprio para tal e coloquei as mãos no colo. Era estranho colocar o braço na cadeira visto que ele também poderia querer meter. Ele ficou com o balde de pipocas no seu colo. Ainda pensei em ir buscar algumas, mas não queria meter a mão lá nestas posições. Eu sei que parece doido, mas pronto.

Não sabia o nome do filme mas pareceu-me interessante. No intervalo necessitei de ir ao banheiro devido à minha condição de mulher e algumas das amiga de Jacob acompanharam-me, incluindo Leah. O grupo ao todo eram uns 17, sendo elas 5.

–Vocês namoram? – Ouvi a voz de Leah enquanto estava no privado. Não liguei, deveria estará a falar com outra pessoa, mas ninguém respondeu, só falaram o nome dela em tom de advertência. Abri a porta e fui lavar as mãos. – Não me ouviste?

Olhei para ela admirada. Era só o que me faltava arranjar confusões. Será que a minha mãe me mandaria de volta para Forks?

–Desculpa?

–Vocês namoram? E não me faças repetir de novo!

–Vocês quem? – Esta miúda era doida.

–Estás a gozar comigo? Tu e o Jake!

–Tu é que deves ser a única aqui a brincar. Isso só pode ser piada. Claro que não!

–Piada? Ele é tão querido contigo e mal te conhece.

–Deves ter algum problema mental. Ele é filho do meu padrasto e temos de nos dar bem. Eu conheço poucas pessoas aqui e ele convidou-me, fim de conversa. Se o queres conquistar não é vindo ter comigo que irás conseguir.

Voltei para a sala de cinema chateada. Não queria estar em mais confusões.

Na minha cadeira estava um balde gigantesco de pipocas.

–Reparei que na primeira parte não comeste muitas pipocas, então decidi comprar um balde para ti.

O sorriso dele era contagioso e deixe-me sorrir. Quando elas entraram fiz questão de não olhá-las. No decorrer do filme dava o balde ao Jacob para ele tirar algumas.

Ao voltar para casa ele perguntou-me se me tinha divertido, respondi-lhe a verdade, que sim e como não mordi a língua deixei escapar a pergunta que tanto me martelava a cabeça:

–O que tens com a Leah?

–Com a Leah? Porque essa pergunta? – Ele sorriu.

–Não faças filmes na tua cabeça. Ela perguntou-me o que nós tínhamos e agora eu estou-te a perguntar o que tens com ela. Não quero mais confusões do que aquelas em que me meti para vir parar aqui. - Ele não me respondeu e mudou de rumo. – Onde vamos?

–Não te preocupes.

Ele estacionou perto de uma praia e ligou para o pai a dizer que não íamos jantar.

–Não achas que me devias perguntar se quero jantar contigo?

–Podes apanhar um táxi e o meu pai vai-me castigar. No final, eu não te vou levar mais a lado nenhum e vais ficar fechada em casa.

Ele tinha razão mas isso não significava que estava com ele só porque assim podia sair e foi isso mesmo que lhe expliquei.

–Eu sei. Vá, vamos nos sentar.

Puxou-me a cadeira de uma esplanada de um restaurante como um cavalheiro e depois sentou-se à minha frente.

–Eu e a Leah estamos juntos às vezes. Ela sabe disso porque já falámos. Ela não te vai voltar a chatear!

–Não lhe digas nada! Por favor! Eu deixei-lhe mais que claro que não tínhamos nada.

–Disseste o quê?! Isso, por acaso, é mentira!

–Beijámo-nos algumas vezes, é tudo. E não vamos ter nada . A minha mãe era capaz de ter um ataque cardíaco.

Rimos os dois.

–Isso de não podermos ter nada, sabes, parece que somos proibidos um para o outro. E o proibido dá mais vontade.

Não me ri com ele.

–Farta de proibidos estou eu. É por esse motivo que estou aqui.

–Que dramática!

–Eu ainda o amo...

–Ok, não precisas de me insultar. Mas ficas a saber que nunca ninguém se queixou dos meus beijos.

–Eu não me estou a queixar. – Será que eu não sabia estar calada? – Só que com ele tudo era especial. Quando o via o meu coração disparava e o seu toque era tudo para mim. E dava-mos mesmo bem. Pelo menos era o que eu pensava. Ficávamos horas a falar sobre tudo. – Suspirei.

–Não fiques triste. Ele não era o certo. – Ele colocou a sua mão em cima da minha. Era quente e reconfortou-me. Sorri.

–E perdi a minha liberdade. Eu era feliz lá, não tinha que fingir ser quem eu não sou. Aqui a minha mãe chateava-me para me arranjar para os outros gostarem. Lá, eu arranjava-me por eu gostar e para eu gostar. Bem, para ele gostar também. – Baixei os olhos ao dizer esta última parte.

–Achas mesmo que não poderás voltar?

–Eu quero muito voltar, mas quando penso em tudo deixo de querer, mas depois falo com a minha mãe e apetece-me voltar.

Ele perguntou-me para lhe contar melhor como tudo aconteceu, e contei. Foi bom desabafar. Ele concordou comigo que era tudo muito estranho, principalmente a reacção do meu pai. Expliquei-lhe que era uma região pequena e que certamente ele se sentia desiludido comigo porque ficou mal visto.

–Mas todos te trataram mal?- Perguntou-me.

–Não… agora que penso nisso, ninguém me disse nada. Já te disse: eu não sei o que hei-de pensar!

Falámos mais um bocado e quando fomos para casa já passada da meia-noite. No caminho pensei no que poderia acontecer quando chegássemos a casa. Será que ele daria outro beijo? Nós falámos sobre o Edward e como eu o amava, mas acho que isso não impediria o Jake de me beijar.

–Estás bem?

Olhei repentinamente para ele e vi que ele estava a olhar para as minhas mãos. Eu estava a apertá-las pelos nervos.

–Olha para a estrada!

Ele riu. Idiota!

Quando chegámos ele deu-me as boas noites e subiu. Duplamente idiota!

Bebi um copo de água e subi também. Apanhei um susto enorme ao me deparar com a minha mãe, sentada na minha cama.

–Que susto!

–O que andou a fazer até esta hora, Isabella?

–Fui jantar com o Jake. Pensei que ele lhe tivesse ligado.

–Jake? Jake?!

–O Jacob...

–Eu sei perfeitamente quem é o Jake, Isabella. Não sei é porque a menina o chama assim.

–Só o chamei hoje. Toda a gente o trata assim e chamei também.

–O que vocês os dois têm? - Porque é que toda a gente pensava que tínhamos algo? O meu consciente lembrou-me que, à uns minutos atrás, eu pensava que ele me iria beijar e fiquei desiludia por ele não o fazer. Desiludida? Bem, talvez um pouco.

–Nada.

–Como nada? – O seu tom de voz era brusco. – Ele não é simpático com ninguém e agora é consigo. Algo a menina fez.

–Não fiz nada. Sou somente eu! A mãe é que se pensasse menos em dinheiro perceberia que as pessoas, às vezes, são simpáticas umas com as outras pelo gosto de ver os outros felizes.

–Não me fale assim!

Ela saiu sem me dizer mais nada. Não consegui dormir a pensar que no dia seguinte ela diria que eu não podia sair. Eu estava farta de estar dentro de casa. Farta! Queria os meus amigos!

No dia seguinte ela nada disse. Saí com o Jake e pedi-lhe um favor: que ele me levasse a ver Angela.

Angela continuava igual, estranhou o meu repentino desaparecimento e até chegou a ligar para casa do meu pai e quando ele lhe contou que eu estava na minha mãe, percebeu tudo. Contei-lhe tudo e ela ficou de boca aberta.

–Como pode ser possível? – Perguntou-me.

Jake foi-me buscar a casa dele já era quase horas do jantar. Pedi-lhe de novo para não contar este favor a ninguém.

–Se sorrires da mesma forma como quando a viste, trago-te as vezes que quiseres. Podes confiar em mim.

Pelo menos até princípios de Agosto ele não disse nada nem me voltou a beijar. Ainda pensava e sonhava com Edward mas já não tinha esperança de o voltar a ver, apesar de saber que, ao pensar em esperança, o meu coração se apertava e doía.

Um dia, Jacob realizou outra festa na piscina que durou até madrugada. Ao nossos pais tinham ido a New York para um evento qualquer. Preparei-me à altura e convidei Angela. A música era boa e nós dançamos muito. Já era de noite quando Angela me puxou para a piscina. A água não estava muito gelada, talvez porque eu tivesse bebido muito e o meu corpo estar a escaldar. Ben, o namorado de Angela, também tinha vindo e ela beijou-o na piscina. Afastei-me para não ficar parva a olhar e quando quase chegava às escadas, Jake apareceu não sei bem de onde e beijou-me. Não foi só um beijo. Ele empurrou-me contra a parede da piscina e colou-se a mim. Estava duro e eu sentiu-o. As mãos dele eram fortes tal e qual como o seu abdómen. E quando a sua boca se afastou para o meu pescoço eu lembrei-me de Edward. O sentimento era diferente. Agora eu queria que gostassem de mim, queria que um rapaz tão lindo e gostoso com o Jake gostasse de mim e todas vissem. Com Edward era diferente. O meu corpo respondi-lhe de imediato e era como se o mundo parasse. Era um prazer intenso e belo. Agarrei nas mãos de Jacob e pedi-lhe para parar. Ele olhou-me chocado e eu aproveitei e nadei para longe dele. Subi as escadas e fui a correr para o meu quarto. Quando cheguei lá tapei-me com os lençóis. Nem queria saber se alguém tinha visto.

Jake apareceu pouco tempo depois. Não bateu, entrou simplesmente e suspirou quando me encontrou. Deixou-se ficar à porta.

–Estás muito zangada comigo?

–O problema não és tu, Jake. Tens sido incrível. Eu é que não estou preparada. Eu gostava mesmo dele...

–Gostavas? – Ele aproximou-se da minha cama.

–Gostava e gosto. Infelizmente, não escolhemos quem amamos. Desculpa.

–Hei. Eu também não queria nada sério. –Piscou-me o olho – Estás bem?

–Sim. Vai para a festa. Eu juro-te que estou bem, estou só cansada. Vai divertir-te.

Ele foi. Passado um pouco apareceu a Angela preocupada. Falei com ela e expliquei-lha a situação. Foi bom desabafar. Convenci-a a ir aproveitar a festa com o namorado. Quando saiu foi trancar a porta, não queria ser incomodada. Assim que me deitei adormeci logo, a pensar num menino alto de olhos verdes.

Agosto passou sem Jacob comentar nada sobre aquela noite. A minha mãe é que estava mais atenta e tudo o que eu fazia. Continuei a sair com Jacob sem ele tentar nada e a visitar Angela

sem a minha mãe saber. Quando chegava, ela estava sempre à espera no meu quaro e perguntava-me como tinha sido, com quem tinha falado e como me tinha comportado.

Tinha começado a confiar no Jake mas mesmo assim não lhe pedi para ir ao meu e-mail. Tinha medo. Medo de não haver lá nada.

Fui então apanhada de surpresa quando, em Setembro, a minha mãe vai ao meu quarto e me manda fazer as malas porque vou apanhar o avião de volta a Forks.

–Como assim para Forks? Aconteceu alguma coisa ao Charlie? – O meu coração parou. O que teria acontecido?

–Não aconteceu nada. Acalme-se. Vai estudar lá.

–O QUÊ?!

–Eu conversei com o sei pai e o melhor é ir estudar para lá. O seu pai gostou da sua companhia e a menina da dele.

–Sim, gostei. E acerca do motivo que eu vim?

–Acho que o rapazinho foi para a faculdade, logo não terás problemas.

Edward não ia estar mas Alice sim. Como seria Forks sem Edward? Seria como em alcoólico estar num bar sem bebidas.

–Mas… - Não tinha palavras.

–Isabella! Não há o que falar. A sua viagem já está marcada para amanhã às 9 da manhã.

Sem me deixar responder, ela saiu. Fiquei uns momentos parada a pensar, até que finalmente sorri e comecei a preparar tudo. Sorri, porque ia finalmente para casa.

Alice iria ser um problema, mas, se calhar e com calma, poderíamos voltar a ser amigas.

O meu quarto estava todo “virado ao contrário”, com roupas, sapatos e livros por todo o lado quando o Jake entrou no meu quarto.

–Vais fazer alguma venda de jardim? – Perguntou-me a sorrir, olhando admirado para tudo.

Ups! Acho que ele não sabia que eu me ia embora.

–A minha mãe não te contou? Eu vou-me embora amanhã, de volta a Forks.

–O quê?! Desde quando é que sabes que te vais embora? – Ele parecia magoado.

Olhei para o relógio e respondi-lhe que ainda não tinham passado duas horas desde que sabia.

–E estás bem? Pareces animada...

–E estou. Vou para casa.

–Vais conseguir dar a volta por cima! Eu estarei sempre aqui. – Abraçarmo-nos. – Hoje vamos sair para as despedidas.

Consegui arrumar tudo nas malas deixando uma roupinha sexy para a saída de despedida. Ia super sensual! Estava animada e queria festejar. A minha mãe não gostou muito da ideia de eu ir sair mas nada disse.

Eu e Jake fomos buscar Angela e fomos para uma festa qualquer com pessoas que o Jake conhecia. Dancei até me doerem os pés. Parei para beber água e encontrei-me com a Leah. Jake apareceu antes dela poder dizer algo, colocando o seu braço por cima dos meus ombros. Sorri-lhe.

–Vamos? – Perguntei-lhe.

Ele acenou e saímos. Não poderia chegar muito tarde a casa, apesar de já estar a amanhecer.

Quando chegámos ele pediu-me para esperá-lo no meu quarto. Tentei não pensar em coisas erradas. Ele chegou com um embrulho e pediu-me para abrir. Era um telemóvel.

–Não sei se te vão devolver o teu. Esse tem acesso à internet. Não podes contar a ninguém que fui eu que to dei.

Abracei-o e agradeci.

Ele também me foi levar ao aeroporto e quando me despedi dele sussurro-me ao ouvido para manter contacto. Disse que sim com a cabeça. Finalmente despedi-me da minha mãe que me olhava desconfiada. Dei-lhe também um abraço mas ela pouco levantou os braços e desejou-me boa viagem.

Entrei no avião com um astral muito diferente do da última vez. Agora tinha esperança. Agora tinha de lutar pelo meu futuro.

Notas finais do capítulo
Claudiasilva- a autora Gente mais linda… pelas minhas contas mais 5 capitulos…………… Alguém quer começar a prever finais? Beijinhos MiSwan- a beta Imagine-se: culpa do atraso? Minha! Desculpem, tive duas frequências na faculdade esta semana e estou com uns quantos trabalhos... Mandem ideias para finais! Sério, o reencontro é que vai ser a parte que eu vou ficar a roer as unhas! Beijocas!




(Cap. 46) Capítulo 46- Edward

No dia seguinte deixei uma carta na mesinha de Alice e saí com o meu pai para o aeroporto, não sem antes receber um abraço apertado da minha mãe.

–Eu vou ficar bem, vou só para a faculdade. – Disse-lhe.

–Primeiro foi Emmet, agora tu… para o ano a Alice. Oh, vou ficar sozinha.

Emmet tinha-me ligado no dia anterior a desejar-me boa vida. Não sei bem se ele sabia o que se passava por casa.

E assim apanhei eu o avião, só com a certeza que amava a Bella e sabendo que iria encontrar tentações para onde iria. Iria aguentar-me?

Capitulo 46- Edward

Estar sem Jasper no apartamento estava a ser mais fácil do que eu tinha imaginado. Tinham só passado 48 horas desde que chegara, mas já sentia saudades da minha casa. Estava mesmo a ficar um menino. Nestes dois dias arrumei as minhas coisas e saí para o supermercado. Infelizmente o ato de cozinhar correu-me mesmo mal e tive de mandar vir comida.

Hoje iria sair para conhecer a zona. Eram horas de almoço e viam-se algumas pessoas a passearem. Alguns casais, outros mais idosos e grupos de raparigas. O apartamento ficava perto da faculdade mas numa zona residencial que continha algumas lojas de restauração e vestuário.

Depois de umas voltas lá entrei num restaurante que parecia acolhedor e nada formal, mas o que eu gostei foi de haver muitas mesas solitárias. Instalei-me numa e uma rapariga que deveria ter a minha idade veio atender-me.

–Olá, é a primeira vez aqui? – Perguntou-me ao entregar o menu.

–Sim. Mudei-me recentemente.

–Para a faculdade?

–Sim. Entrei este ano para medicina.

–Uau! Eu estou no segundo de enfermagem. Acho que nos podemos cruzar.

–Quem sabe... – Retribui-lhe o sorriso só para não ser rude e fiz o meu pedido.

Olhei em volta e só vi pessoal da minha idade.

O comer não demorou a ser servido e era saboroso. Quando me foi entregue a conta vinha também um papel com o nome “Andrea” escrito e por baixo um número de telemóvel. E agora? Se guardasse ela poderia ficar com esperanças só que eu não queria nada, mas se lá deixasse o papel poderia a magoar e arranjaria uma “inimiga” porque todos sabem que não se deve ferir os sentimentos de uma mulher mas por vezes é pior se for o ego. Foi por esse

motivo que coloquei uma nota na mesa e guardei rapidamente o papel e desapareci dali enquanto ela atendia outra mesa.

Dirigi-me ao supermercado. Peguei num carrinho e na minha lista. Iria tentar cozinhar coisas simples. A minha lista era por isso simples: arroz, avos, sal, azeite, batatas…

Ao passar por um corredor lembrei-me que teria de comprar detergente para a roupa. Estagnei. Pior do que lavar a roupa era ter de passa-la. Em pânico peguei no telefone e liguei à minha mãe.

–Mãe, não seria possível contratar uma empregada para ir fazer umas horas ao apartamento. Só para passar a ferro e cozinhar? – Perguntei logo que ela atendeu.

Para minha supressa ela riu e perguntou-me o que é que eu tinha comido naqueles dias. Contei-lhe a minha pequena aventura na cozinha e expliquei-lhe que tinha feito refeições decentes. Ela prometeu-me que ia ligar uma empresa de recrutamento e que depois me dizia algo. Agradeci-lhe e desliguei. Olhei para o carrinho de compras quase cheio. Não podia deixar ali. Fui então ao corredor dos cereais, agarrei também numas bolachas e chocolates e fui pagar. A rapariga da caixa também era da minha idade e deu-me um grande sorriso. Tentei ser cortês. Ela também entornou numa conversa comigo e perguntou-se se era novo na zona e se tinha vindo estudar. Só voltava ela ser de enfermagem, mas não, era de medicina do segundo ano e estava disponível para me emprestar materiais. Guardei o número dela pois sabia que iria precisar, mas só para tirar dúvidas.

Voltei para casa carregado e fui guardar tudo. Sentei-me no sofá exausto. Quem diria que fazer compras era cansativo? Não percebia porque é que as mulheres adoravam. Comecei a pensar que teria de fazer compras de material escolar mas com toda a certeza não era hoje, e fiquei a ver televisão.

Dois dias depois já não conseguia olhar para a televisão. Cocei a recente barba a pensar no que poderia fazer. Sem ideias fui-me arranjar pois mais tarde iria receber uma candidata a minha empregada. Nunca tinha feito uma entrevista. O que é que eu deveria perguntar? Decidi fazer uma lista de pratos que gostava para lhe perguntar se saberia fazer.

Mara tinha 30 anos e adorava cozinhar. Tinha uma filha de dois anos e era casada. Fisicamente era normal: morena, de olhos castanhos e nem gorda nem magra.

Depois de ela se ir embora liguei à minha mãe que me fez milhares de perguntas sobre a Mara, muitas das quais eu não sabia responder. Ela parecia-me competente, isso não chegava?

Assim que desliguei a campainha tocou. Ninguém sabia que eu morava aqui. Não sabia mesmo quem poderia ser. Ao espreitar, deparei-me com Jasper. Abracei-o admirado.

–O que fazes aqui? Onde está Alice?

–Ainda bem que ficaste contente por me veres. Vais-me deixar entrar em minha casa?

–Claro.

Assim que nos instalámos, ele começou a contar que estava ali porque achava que eu poderia estar a sentir-me sozinho.

–Como está Alice?

–Sente a tua falta apesar de não admitir. Acho que fizeste bem em vires.

–Ela deve odiar-me por estares aqui.

–Odiar não… Não quis perceber porque eu quis vir.

–E da Bella? Sabes algo?

–Nada, e a Alice não fala sobre isso. Tens esperanças que estando tu afastado ela volte?

–Sim, pelo menos foi o que o pai dele me deu a entender.

–Vamos mudar de assunto. Que tens feito por aqui?

–Nada de especial, hoje escolhi uma empregada, acho que precisamos por causa do tempo de estudo.

–E para não morrermos de fome. –Rimos.

–Sim, isso também. Ainda não saí a sério, mas tenho dois números de duas raparigas daqui. – Expliquei-lhe como as tinha conhecido.

–Porque não saímos hoje? Ligas a uma dessas meninas que conheces-te e vamos.

–Não quero dar a impressão errada, percebes?

–Vais mesmo ficar sozinho a faculdade inteira?

–Não é isso que também vais fazer? Ou estás a pensar em trair a minha irmã?

–Claro que não. Mas eu e ela estamos bem. Já pensaste que a Bella pode arranjar alguém? Ainda por cima disseste-lhe que estava tudo acabado, é normal ela refazer a vida.

–Tenho que te contar uma coisa. Eu mandei-lhe e-mail a dizer que precisávamos falar.

–Tu fizeste o quê?! E o que é que ela respondeu?

–Ainda nada, mas eu falei com o pai dela e ele também ainda não falou com ela. Acho que ela não tem acesso ao telemóvel. Pedi-lhe perdão e expliquei-lhe que tinha sido cobarde ao não lutar por nós e que precisávamos de falar.

–Agora precisas de ter calma… Ela amava-te mas sabes que pode não te perdoar. Tudo o que eu souber da Alice sabes que te conto.

Jasper voltou a insistir para saímos e depois de ponderar a qual ligar, decidi-me pela do supermercado. Deixei bem claro que ia com um amigo e que queríamos conhecer a zona e as

pessoas. Ela mostrou-se bastante simpática e pediu-me um tempo para combinar com os amigos. Passados 10 minutos ligou-me a combinar num bar perto de minha casa.

Perto da hora combinada saímos. Não conhecia bem o caminho mas usando o GPS do telemóvel, não foi difícil chegar ao local.

Maria estava numa mesa perto da entrada e não foi difícil de a conhecer mesmo produzida, conversava animadamente com umas amigas mas sempre de olho na entrada. Quando nos viu levantou-se e acenou. Sorri apesar de não gostar do facto de serem só raparigas. Sentámo-nos e conhecemo-las. Felizmente passados alguns minutos começaram a aparecer rapazes. Mas que raio é que a Bella me feito, que eu agora até prefiro ficar com rapazes?

Conversámos sobre faculdade, sobre de onde vínhamos e sobre a vida ali. Voltámos de madrugada para casa deixando bem claro que não queríamos “namoros”.

–Acho que eles acham todos que somos gays.

–Até era bom para nós. - Refleti, mas ao ver a cara de Jasper com a minha afirmação, não resisti a gargalhar.

–És mesmo idiota! Olha que se houvesse esses boatos e a tua irmã descobrisse nem quero imaginar…

–Achas que ela ia acreditar?

–Já não sei.

Dois dias depois já conhecíamos mais pessoas e decidimos voltar a fazer uma visita pela faculdade. Lá, Jasper perguntou-me se não queria voltar a casa.

–Eu não quero aturar mais tretas da parte de todos, mas principalmente de Alice.

–Ela já tem saudades tuas. É só mais um mês e depois é que quase não iremos a casa.

–Ok, mas se ela começar com boquinhas eu volto.

Conseguimos bilhetes de avião para o dia seguinte. A minha mãe ficou felicíssima por me ver. Alice também, mas abraçou mais o namorado.

O meu pai fez-me imensas perguntas sobre a faculdade ao jantar. Disse-lhe que já tinha conhecido algumas colegas do curso, apesar de serem um ano mais velhos.

–Isso é bom. Podem-te dar dicas, mas cuidado! Alguns dão dicas falsas para os outros não terem médias melhores.

–Sim, pai. – Já estava farto daquela conversa.

O resto do mês passou-se como nos outros anos, fomos à piscina e saímos, pouco falava com Alice. Aliás, fazia questão de não olhar para ela. Também comecei a sair com outros. Ia jogar à bola e reparei que quando chegava a casa, no final da tarde, Alice ficava a olhar para mim

parecendo que me queria dizer algo. Ainda lhe perguntei certa vez, mas como nada disse, não lhe perguntei mais. Também saía com eles e Alice torcia o nariz.

Dois dias antes da partida fui visitar o Chefe Swan. Desta vez foi menos hostil. Disse-me logo para entrar e sentar e deu-me uma cerveja.

–Já pensava que não voltavas cá mais.

–Pensei que não me quisesse ver. Eu não era para passar cá o Verão mas o Jasper convenceu-me. Tem novidades da Bella? A mim não me responde. E nas redes sociais não há novidades dela.

Todos os dias ia ver o meu e-mail e as minhas redes sociais. Nem um palavra dela em qualquer local. Era como se tivesse desaparecido e isso estava a dar cabo de mim.

–Ela vai voltar! – O seu sorriso era contagiante.

Voltar?

–Quando?

O sorriso desapareceu.

–Quando te fores embora.

–Oh estou quase a ir. Como ela está?

–Não consegui falar com ela. Mas parece que a mãe dela se quer ver livre dela. E como insisti muito, ela acha que o melhor para a Bella é vir para aqui. Sinto-me mesmo mal pela forma como me comportei com ela. Deve-me odiar…

–Eu mandei-lhe um e-mail a explicar o que aconteceu. Sei que a mim não me vai perdoar. Mas a si e à Alice estou certo que sim.

–Como está Alice?

–Na mesma. É mesmo teimosa. Mas já não a culpo. A culpa foi sempre minha e puxei a Bella para esta situação. Peço-lhe a si, também, perdão.

–Vocês são jovens Edward, ainda têm um futuro pela frente.

Agradeci-lhe e despedi-me. Liguei para o Jasper a contar-lhe a novidade e a pedir-lhe concelhos: contaria à Alice sobre a vinda da Bella?

Ao chegar a casa decidi escrever outro e-mail à Bella. Sabia que ela brevemente o iria ler.

Cara Isabella

É estranho escrever assim, preferia começar com um simples “Olá amor” mas sei que não o devo. Espero que leias este e-mail e o outro que te mandei. Deves ler primeiro o outro, mas volta para ler este.

Sei que passaste o Verão sem poder utilizar os meios electrónicos, pelo menos foi essa a ideia que o teu pai me deu. Volto a lamentar tudo o que se passou.

Quando leres este e-mail eu estarei certamente na faculdade, mas quero que saibas que estarei sempre a pensar em ti.

Sei que vais ter de aturar muitas coisas por parte da Alice, mas quero que te lembres que tu é que tens razão e que ela está magoada. Certamente vai-te dizer coisas que não sente só para te magoar. Mantém a postura e tudo se resolverá.

Estarei aqui para tudo o que precisares, mesmo que seja só para desabafar. Percebo perfeitamente que me odeies…

Não quero acabar de escrever sem te dizer que te amo. És a mulher da minha vida. Sinto a tua falta princesa, tanto que doí. Lembra-te do quanto fomos felizes. Eu juro que a partir de agora és tu quem eu coloco em primeiro lugar.

Todos os dias sonho contigo e o meu coração doí. Desculpa a Alice, a culpa é minha. Se tivesse admitido tudo, certamente que hoje estaríamos juntos.

Acho que gostava que fosses o meu pecado proibido pois assim ninguém poderia estragar porque eramos só os dois. Uma infantilidade, agora eu sei.

Do sempre teu

Edward

Cliquei no Enviar e fiz figas pedindo para ela me responder.

Inspirado, agarrei numa folha de papel e escrevi:

Querida Alice

Quando estiveres a ler esta carta certamente estarei já na faculdade. Sei que não queres falar sobre o assunto e por isso a única maneira que arranjei para te contar a minha versão foi por esta carta. Em primeiro lugar quero-te dizer que a Bella vai voltar e espero mesmo que não lhe faças a vida negra. Ela não o merece. Se queres culpar alguém, culpa-me a mim. Ela não sabe de nada, ou não sabia, pois em mandei-lhe um e-mail no início do Verão a contar-lhe tudo sobre o nosso passado.

Em segundo lugar quero que te lembres que a Bella aqui é feliz e sempre foi tua amiga. Fui eu que me aproximei dela, mas porque a amo muito. Sabes que ela é simpática, tem um sorriso contagiante e é super alegre. Como é que eu não me poderia apaixonar?

Em terceiro, tens de te lembrar que muitas vezes eu ficava sozinho com ela, quando tu e o Jasper namoravam. Não estou a condenar, mas o facto é que isso me fez aproximar da Bella, além de que eras tu que me pedias para a ir buscar e levar.

Em quarto quero que saibas que eu quero que sejamos todos felizes, claro que sofro com o que aconteceu no passado, claro que dói muito mas merecemos seguir em frente e eu nunca pensei em namorar com alguém, mas a Bella tem algo que me atrai, mais do que físico, algo que me faz sorrir quando ela sorri e faz o meu coração ficar apertado por estar longe dela. Em suma, eu amo-a.

Por último, eu vou estar de olho no Jasper, não te preocupes. Espero que fiques bem e que saibas que se precisares de algo eu estarei sempre aqui para ti. Gosto mesmo muito de ti.

Edward Cullen

Antes ir para o aeroporto fui ao quarto de Alice e coloquei a carta debaixo da sua almofada. Ela, os meus pais e os pais de Jasper levaram-nos.

Quando me sentei no avião sentia-me leve. Jasper não disse nada, ele sabia da minha carta.

Nessa noite ao abrir o meu e-mail vi que tinha uma resposta de Alice à minha carta.

“Quando é que ela vem?”

Nem queria acreditar que era só esta a resposta que ela tinha para me dar.

“Não sei. Só tens isso para me dizer?”

Até ao dia do início do ano letivo não tive mais respostas dela. Falava todos os dias com a minha mãe e perguntava-lhe como Alice ia, mas ela não notava nada de diferente. Jasper também estava de alerta, mas até ao momento parecia que Bella ainda não tinha voltado. Nesse dia voltei a receber e-mail´s, o primeiro era da minha irmã.

“Ela voltou hoje, mas não lhe falei. Nem ela a mim. Ainda queres que eu lhe fale?”

Carreguei em responder.

“Ela está magoada. Dá tu o braço a torcer. Fala com ela e façam as pazes.”

O e-mail seguinte era da Bella. Juro que o meu coração perdeu uma batida. Era agora! O tudo ou nada!

“Olá. Só agora pude ler os teus e-mail’s. Estive o Verão sem acesso ao telemóvel e ao computador. Ainda não estou pronta para poder comentar os teus e-mails mas quero que saibas que só os li agora. Em relação à Alice vi-a hoje. Não me disse nada. Acho que lhe vou dar tempo, pelo menos não me chamou nomes nem me bateu. Como está a faculdade? Espero que esteja a correr tudo bem. Bella”

Ok. Não foi muito bom, mas acho que também não foi horrível. Certo?

Carreguei em responder.

“Olá Bella (Achas que te posso chamar de Princesa?)

Tem calma com ela. Hoje deu-me a entender que sentia a tua falta e acho que ela te vai falar. Quando tiveres pronta diz-me algo. Não te quero perder.

A faculdade vai bem, por enquanto, hoje também foi o meu primeiro dia.

Beijos cheios de saudades.

Edward”

–JASPER!!! Ela respondeu-me!

Depois de me aconselhar com o meu amigo vi que tinha uma resposta de Alice.

“Queres me que chegue em frente dela e diga o quê? Amiguinhas de novo?”

Jasper e eu olhamo-nos. Porque eram as raparigas tão complicadas. Respondi-lhe simplesmente que sim.

O dia seguinte passou-se devagar. Estava sempre a olhar para o telemóvel e ir aos meus e-mails, mas ainda nada.

Finalmente ao final da tarde recebi uma mensagem da Alice.

“Falei com ela.”

O quê?!

“Com a Bella?”

“Sim, vamos lanchar amanhã.”

Perguntei-lhe se tinham falado mas ela respondeu-me que tinha sido ela a convidar a Bella.

Decidi mandar mensagem à Bella.

“Olá, sei que a minha irmã te convidou para lanchar. Como estás? Ela está nervosa. Espero que façam as pazes. Beijinhos”

“Olá, sim ela convidou-me. Espero que corra bem. Hoje tive matemática e não consegui não pensar em ti”

“Espero que não arranjes outro explicador particular. Se tiveres dúvidas avisa.”

“: ) “

O smile dela fez-me sorrir. Foi involuntário.

O dia seguinte também foi torturante. De manhã, bem cedo, mandei mensagem a cada uma a desejar boa sorte. As duas reponderem-me um simples obrigado.

–Se continuares assim vai dar-te alguma coisa no coração. – Disse-me Jasper durante uma aula.

–Bem podes.

Mas por mais que eu me quisesse acalmar, não conseguia. A minha mente estava a milhares de quilómetros. Como correria o lanche?

Notas finais do capítulo
CláudiaSilva – A autora Olá Espero que estejam a gostar. O que acham que vai acontecer? Não se esqueças de comentar. Desta vez o atraso não foi meu, mas como eu tenho a melhor beta... Espero que tenham um Excelente Ano 2014!!! Beijinhos MiSwan – A beta Oi! A culpa do enorme atraso foi minha… outra vez. Mas agora prometemos que vai ser sem atrasos, já tenho um computador novo. Espero que o Natal e a Passagem de Ano tenham sido do melhor e que este ano seja ainda melhor que 2013! Que acham? A Alice está a precisar de uns docinhos, anda amarga e meio cínica demais para o meu gosto… Que dizem? Beijos




(Cap. 47) capítulo 47- Bella

Entrei no avião com um astral muito diferente do da última vez. Agora tinha esperança. Agora tinha de lutar pelo meu futuro.

Capítulo 47- Bella

Fiquei surpreendida de ver o meu pai de braços abertos e ao dizer-me “Bem-vinda a casa” com os olhos em lágrimas. Não era o mesmo que me tinha mandado embora daqui?

–Olá pai! Também estou contente por te ver. Não vais morrer pois não?

–O quê?!

–Bem, é que parece. Nunca pensei que me recebesses assim…

–Eu estou bem, Isabella. Falamos em casa.

Oh! Será que ele me tinha recebido assim para não levantar suspeitas aos outros? Não parecia nada o feitio dele, certo é que me levou a mala até ao quarto, a casa estava a brilhar e havia um cheiro delicioso na cozinha. Ao me dirigir para lá, deparei-me com a mesa preenchida por vários bolos e guloseimas. Olhei admirada para o meu pai.

–Não fui eu que cozinhei.

–OK, o que se passa?

–Nada. Estou contente por estares de volta. Já agora o Edward já não está cá. Foi para a faculdade…

Ouvir o nome dele fazia o meu coração se apertar. Tentei parecer indiferente ao encolher os ombros.

–Tens fome? Vamos comer e depois temos de ir comprar as coisas para a escola. Já começa na segunda.

Ir às compras com o meu pai não me animava muito. Ele não tinha muita paciência e quando ia com ele ao supermercado fartava-se de bufar, mas desta vez foi tudo diferente. Além do material escolar e dos manuais, fomos também ao supermercado comprar comida e coisas para a casa, mas também comprámos roupa para mim, e umas lindas botas.

Queria-lhe gritar, perguntar porque é que se estava realmente a passar, mas não queria estragar o espírito de felicidade que estava entre nós e por isso deixei-me estar sossegada.

Ele trabalhou nessa noite e eu ocupei-me de arrumar as compras. Não liguei o telemóvel nem o computador pois não sabia se podia utilizar. Liguei ao Jake do telemóvel que ele me tinha dado para lhe contar que estava bem e de como tinha sido a minha tarde. Ele ficou supresso e aconselhou-me a ter calma. Na opinião dele, o meu pai tinha tido muitas saudades minhas e estava arrependido.

–Ele é de poucas falas, por isso acho que tens razão.

Despedi-me e preparei-me para dormir. Enrosquei-me na minha cama e senti-me em paz. Estava mesmo em casa.

Dois dias depois ainda não tinha tido coragem para abrir o meu e-mail. A casa não tinha um único grão de pó.

–Se limpas mais a casa, acho que ela desaparece. – Brincou o meu pai.

Eu só sorri. Amanhã teria de ir à escola, o que significava que veria Alice. Será que ela sabia que eu estava ali?

No dia seguinte não consegui tomar o pequeno-almoço. Felizmente o meu pai só me aconselhou a levar algo para o intervalo. Ele levou-me de carro até à escola e desejou-me boa sorte.

Senti todos os olhos em cima de mim mas repeti mentalmente que era só imaginação minha. Um ano tinha-se passado desde o meu primeiro dia ali e já muita coisa tinha mudado.

Decidi-me sentar na minha cadeira. Aquela que me tinha sentado no ano passado. Eu não tinha feito nada de mal para mudar de lugar.

Chegaram três colegas antes de Alice, e todos eles ficaram pasmados a olhar para mim. Para minha surpresa falaram-me, perguntando-me inclusive onde tinha passado as férias. Enquanto conversava, ela chegou. Acho que parou na entrada, mas não tenho certeza, não olhei. Sentou-se ao meu lado. Cheguei as minhas coisas mais para o meu lado e tentei manter a conversa com os meus colegas. Nem um olá me disse, mas eu já estava satisfeita por não me chamar nomes feios. O resto dos colegas chegaram e as aulas decorreram normalmente. No intervalo não me levantei. Comi na sala e fiquei a olhar para os livros, passando as páginas rapidamente. Que nerd eu me estava a tornar! Já durante a hora de almoço fui à cantina comer. Alice já lá estava, sentada com um grupo de raparigas na nossa turma. Parei um pouco a olhar para o refeitório apinhado de gente e perguntei a uma mesa próxima com alunos do gabinete de matemática se me podia sentar. Depois do impacto inicial aceitaram.

Perguntaram-me se era boa a matemática.

–Mais ou menos. – Fui sincera – Estudo muito e por isso acabo por ter boas notas.

Eles lamentaram. Foram muito simpáticos. Eu estava com medo porque Alice era bem conhecida e todos sabiam que ela agora não me falava. Eu preferia ficar numa mesa sozinha, mas como não era possível tive de engolir o orgulho e pedinchar um lugar.

As aulas de tarde passaram-se como as de manhã. À saída já o meu pai estava lá.

–Como correu?

–Melhor do que eu pensava.

–Comeste?

–Sim. – Revirei os olhos e sorri.

Depois de chegar a casa fui preparar as coisas para o jantar e comecei a pensar que seria uma boa hora para ver se tinha e-mails ou mensagens. O facto de não saber estava a dar comigo em doida. Abri o computador e, respirando fundo, liguei o telemóvel. Felizmente ele tocou o som de mensagens. Muitas deles de Edward. O meu coração ficou bem apertadinho. Comecei a abrir as mensagens dele. Perguntavam essencialmente se eu estava bem. Nem sabia se me apetecia mais chorar ou rir. Como é que é possível ele me perguntar isso. Como?!

Claro que não estava bem. Passei o Verão todo fechada em casa e fui banida de Forks como uma criminosa. O pior era que ele em vez de me ter defendido, me mandou embora.

Abri o e-mail. Também tinha alguns e-mails dele. Abri o mais antigo.

Cara Isabella

Espero que leias este e-mail. Escrevo aqui o que te devia ter dito logo desde o início. Primeiro não te contei logo porque não me queria lembrar do passado, rever cenas que quero esquecer, depois porque como estava tudo bem entre nós, não queria estragar, e por fim, quando descobriram sobre nós fui um cobarde. As imagens que queria não ver, os sentimentos que não queria sentir vieram todos com força e a única coisa que fui capaz de fazer foi afastar-te. Agora vou-te contar porque é que Alice não quer que eu tenha nada com as amigas dela e porque é que todos agiram da forma que agiram.

Quando eu era miúdo comecei a namorar às escondidas com uma amiga da minha irmã. Eramos mesmo miúdos. Fugimos para darmos um beijinho sem a Alice desconfiar. Fomos para um lugar muito bonito, para uma falésia. Depois Alice apareceu, e a menina com quem eu estava caiu da falésia.

O teu pai foi chamado, a menina morreu.

Daí protegermos tanto Alice. Ela não teve culpa. Eu é que não a devia ter levado para ali. Era mais velho e apesar de ser ainda um miúdo, sabia perfeitamente que ali não era seguro. Mas não pensei. Queria apenas uma boa vista e tentar ser romântico.

Desculpa ter falado contigo daquela maneira. Pensei que fosse melhor para ti, mas agora não sei. Gostava que falássemos…

Sei que me odeias e tens toda a razão. Deve ter sido muito difícil para ti.

Por favor, dá-me uma oportunidade para falarmos sinceramente. Prometo que não te volto a mentir.

Amo-te como nunca amei ninguém.

Edward

O quê?! Como assim uma rapariga caiu numa falésia? Enquanto lia o e-mail parecia que via as imagens a acontecer. Será que isso justificava a atitude do meu pai? Ele deve ter visto a rapariga...

E Alice? Será que era por isso que era tão contra eu namorar com o irmão? Isto explica o porquê de ela ter agido como uma maluca. Aliás todos.

Decidi continuar a ler os e-mails. Tinha outro do Edward a mencionar o e-mail que tinha acabado de ler e a reforçar a ideia que queria que voltássemos. Se eu queria? Claro que sim, mas estava magoada. A explicação da morte da rapariga explicava muita coisa mas não tudo. Precisava de falar com ele mas não me sentia preparada. O e-mail também dizia para perdoar e fazer as pazes com a Alice. Não sei se queira falar com ele, mas sentia muito a falta dela. Mesmo muito.

Carreguei em responder e fui totalmente sincera. Optei por ser sucinta e escrevi que tinha lido os e-mails dele e ainda não estava pronta para falar e que tinha visto Alice mas ainda não tínhamos falado. Respirei fundo e enviei.

Vi os outros e-mails e liguei ao Jacob. Contei-lhe sobre o e-mail de Edward e ele também ficou de boca aberta.

–Espera Jake. Recebi uma resposta dele. – Li.- Ele perguntou-me se me pode chamar por princesa? - Eu estava eufórica. Parecia que conseguia ouvir a voz dele.

–Continua…

–Também diz que a Alice sente a minha falta e que há de me falar, para eu esperar. Por fim diz que sente a minha falta e para quando eu estiver pronta, para lhe dizer algo.

–Eu não o conheço, mas pelo que me contas acho que devias falar com ele.

–Mas não sei o que hei de lhe dizer! Tenho medo da Alice também. Tenho medo que aconteça tudo de novo e que me mandem embora.

–Na dúvida estás melhor?

Não, não estava, mas mesmo assim não liguei ao Edward. Eu tinha todo o direito em estar magoada! Ele tinha tido imensas oportunidades de me contar a verdade e não o fez. O mesmo se aplica à Alice. Porque é que ela não me contou?

No dia seguinte, sentei-me mais decidida. Até o meu pai notou a diferença. Estava a conversar quando ela se sentou. Voltámos a não nos falar o dia inteiro, mas ao contrário de ontem eu não tinha medo. Andei sempre de cabeça erguida sem medo de a encontrar por acaso, mas durante a aula de matemática, o meu muro abanou. Agora percebia porque é que as pessoas não gostavam de matemática. Como é que eu ia conseguir estudá-la se me fazia lembrar o Edward?

Tinha saudades de irmos os dois estudar para casa dele. Dos toques escondidos. Já não teria mais disso. Já não precisa de tomar tanta atenção à aula para ter dúvidas, para ter uma desculpa para estar com ele.

Voltei a almoçar com os mesmos e, à saída, quando ia a caminho do carro do meu pai ouvi o meu nome dito pela boca de Alice. Por esta eu não esperava. Será que ia fazer uma cena?

A medo, virei-me para ela.

–Olá, Bella! Gostava de falar contigo, mas na escola todos olham. – Olhei em volta e vi que o pátio estava a todo concentrado em nós. – Queres ir amanhã lanchar a minha casa?

–Ok. – Consegui dizer.

Fui para o carro onde o meu pai me perguntou se tinha falado com a Alice.

–Ela convidou-me para ir lá a casa, amanhã, lanchar.

–E?

–E eu disse-lhe que sim.

–Fazes bem, mas tem calma com ela.

–Porque é que ninguém me contou sobre a rapariga que morreu?

O meu pai travou fundo.

–Como sabes isso?

–O Edward contou-me.

–Vocês têm falado?

–Pai, importas-te de continuar a conduzir? – Quando ele o fez, continuei. – Ele escreveu-me. Não me contou pormenores.

–Foi um choque. Ainda me lembro daquele dia…

Recebi uma mensagem do Edward: “Olá, sei que a minha irmã te convidou para lanchar. Como estás? Ela está nervosa. Espero que façam as pazes. Beijinhos.”

Respondi-lhe que tinha pensado nele em matemática e ele ofereceu-se para continuar a ajudar-me. O meu coração apertou-se e apeteceu-me chorar mas não podia, estando ao lado do meu pai. Mandei-lhe um smile.

Depois do jantar o meu pai contou-me mais. Realmente tinha sido muito difícil. Nessa noite dei voltas e voltas na cama. Agarrei cinco vezes o telemóvel mas não sabia a quem mandar mensagem. A quem me apetecia?

Queria ligar à Alice e fazer as pazes hoje. Queria ligar ao Edward e ir ter com ele para namorarmos. Queria ligar ao Jake para ele me fazer esquecer de tudo.

No dia seguinte demorei a me vestir. Optei por prática mas com glamour.

–Quando precisares liga-me que eu vou-te buscar.

–Ok, pai.

Dei-lhe um beijo no rosto e saí do carro. Não era habitual fazer isto e ele ficou de boca aberta. Quando cheguei à sala ela já lá estava. Quando me sentei recebi uma mensagem. Era do Edward a desejar-me boa sorte. Bem iria precisar.

Não sabia se havia de falar com Alice, mas a verdade é que me acobardei e não lhe disse nada. Em educação física era para fazermos pares. Alice perguntou-se se queria ficar com ela e eu prenunciei um simples ok. Saiu-me. Nem pensei se havia de aceitar ou não. Sentamo-nos para fazermos alongamentos. A primeira palavra que trocarmos foi nos balneários em que ela me disse para esperar por ela.

Seguimos a pé para a casa dela. Enfiei as mãos nos bolsos e fui olhando para baixo.

–Tens falado com o Edward? – Perguntou-me.

–Mais ou menos. Ele contou-me o vosso passado, e acho que teve a ver com o facto de eu ter voltado.

–Como estás?

–Se te dizer bem, estaria a mentir. Eu sei que te magoei, mas não merecia a forma como me trataste. Eu não merecia. Eu apaixonei-me. Não sou puta por isso. Sei que te devia ter contado e peço desculpa por o não ter feito.

–Eu fiquei um pouco em choque e sei que fui longe de mais. Tenho saudades tuas. – A última parte foi dita a sussurrar o que me fez parar.

–Estás a pedir desculpa?

–Sim, mas tu também estiveste mal.

–Tive e já pedi desculpa.

–Como é que vocês começaram?

Contei-lhe tudo, desde do beijo de quando não o conhecia até à minha primeira vez.

–Nem acredito que era ele! E eu que te chateei tanto com isso.

–Sim e falaste ao Edward que eu tinha gostado do rapaz que tinha conhecido. Fiquei cheia de vergonha.

–Oh eu não sabia. Mas pelo menos a tua primeira vez foi decente. Como é que não me contaste?

–Queria mesmo ter-te contado. Acredita! Precisava de concelhos.

–Posso dar-tos agora.

–Agora não preciso...

–Nunca se sabe…

–Eu acho que eu e o Edward nunca vamos voltar.

–Não sabes isso. Eu gostava de te ter como minha cunhada. Seria tão perfeito.

A mudança de opinião de Alice fez-me confusão, mas nada disse para mudar essa opinião. Durante o lanche falámos sobre tudo e todos. Já tinha tantas saudades de falar com Alice. Tinha tanto para lhe contar. Falei sobre o Jacob mas não lhe contei sobre o beijo com ele. Já tinha aprendido que tudo se sabia mas não fui capaz.

Quando me apercebi que já se tinham passado algumas horas, comecei a ficar nervosa. Os pais dela deviam estar à aparecer. Como é que seria?

–Os teus pais sabem que estou cá?

–Sim, por isso é que a minha mãe está a demorar. Eles querem-te pedir desculpa. - Olhei-a admirada. – Porque é que me estás a olhar assim?

–Nunca pensei que as coisas se acertassem tão rapidamente como desabaram.

–Eu sonho com aquele dia todas as noites. Foi muito difícil para mim. Ando a ser acompanhada por um psicólogo. Ele diz que eu sinto remorsos e que falar contigo e com o Edward me ajudaria.

–Estás só a falar comigo porque o psicólogo disse?

–Claro que não. – Pelo menos pareceu-me chocada com a minha questão. – Mudando de assunto, quando vais falar com o Edward?

–Não sei. Talvez hoje.

–Talvez? Liga-lhe agora! Não é justo estarem afastados. Eu gostava de ver como é que vocês são como casal.

Ia-lhe responder quando a mãe dela chegou.

–Olá, Isabella. – Cumprimentou-me.

–Olá, sra. Cullen. – Sussurrei.

–Dás-me um momento Isabella? – Acenei positivamente. – Alice, podes deixar-nos um bocadinho?

Oh! Algo me dizia que não vinha algo bom por aí. Alice obedeceu à mãe.

–Eu percebo que estejas magoada com a minha família, Bella, peço-te desculpa mas sou mãe e defendo a minha filha acima de tudo. Porém o Edward sofreu e isso eu também não quero. Eu

sei que não sabias de nada, mas agora que sabes, espero que tenhas tato para saber lidar com a Alice e, qualquer coisa de que necessites, avisa-me.

Acenei outra vez com a cabeça e o meu telefone tocou. Suspirei. Era o meu pai que estava à porta. Despedi-me das duas e saí.

Sorri ao entrar no carro.

–Olá, pai!

–Como correu?

–Bem, acho. Não, correu bem.

–Fizeram as pazes?

–Sim, ela pediu-me desculpa e eu também lhe pedi.

–Ainda bem. Vocês eram boas amigas.

–Pai, posso-te fazer uma pergunta?

–Claro.

–Achas que devia falar com o Edward?

–Estás-me a perguntar se vocês devem voltar a namorar?

–Não, pai. Ele está longe…

–Acho que deves seguir o teu coração. Eu vivi muito tempo sozinho. Não vale apena.

–Sim, mas apaixonaste-te pela minha mãe. É melhor estar sozinho do que ser cão dela.

–Isabella!

–É verdade.

Nessa noite, o meu pai estava de patrulha o que não me dava desculpa para não ligar ao Edward. Ele atendeu ao segundo toque.

–Bella?

–Sim, sou eu. – Quem mais seria?

–Olá!

–Olá!

–Como foi a conversa com a Alice?

–Acho que foi boa. Falámos e pedimos desculpa mutuamente. Mas só com o tempo é que sei se tudo voltará a ser como antes.

–Você gostam muito uma da outra. A amizade não se apaga.

–Pois…

–E nós?

–Nós o quê? – Por favor não fales disso. Não, por favor vamos esclarecer tudo. Não, não quero falar, por favor, o meu coração já doí o suficiente. Desliga, Bella!

–Como é que nós ficamos? – E eu é que sei?!

–Amigos?

–Sim, se é isso que queres.

–O que queres tu? Estás na faculdade. Se nem quando estavas aqui admitimos algo, porque é que agora seria diferente?

Ele demorou a responder.

–Ainda me amas?

–Claro. – Não houve hesitação.

–Eu também. – Pausa, – Acho que só com o tempo é que te posso demonstrar que quero estar contigo.

–Achas que eu não quero estar contigo? Claro que quero! Mas como? Estamos distantes e eu não consigo manter uma relação contigo pois precisamos de falar. Preciso que a Alice nos veja e nos apoie. Antes, não precisava do apoio dela, mas depois de não me teres defendido, de não nos teres defendido, já preciso. E preciso também do apoio do meu pai. Preciso que venhas cá quando ele estiver. Que ele nos apoie.

–Eu percebo, princesa. Acho que precisamos é de tempo. Podemos ir falando?

–Claro.

Ficámos um tempo sem falar. E eu sorri.

–É melhor desligar, tenho umas coisas para arrumar. – Disse.

–Sim, princesa. Até amanhã. Dorme bem.

–Tu também. – Respirei fundo e desliguei.

Notas finais do capítulo
ClaudiaSilva – A Autora Olá gente mais linda. Aqui fica mais um capítulo. Pena estar a acabar! Como acham que acaba? Volta o Jacob? Beijinhos MiSwan – A Beta Oi… EDWARD CULLEN MANDA ESSE RABO (que me faz babar, mas pronto) PARA FORKS COM UM GRANDE RAMO DE ROSAS PARA A BELLA E ESPETA-LHE UM GRANDE BEIJO, HOMEM! Era bom…. Ah, era mesmo bom… Está a acabar, caraças, uma pessoa vicia, vicia, e acaba… É como dizem, o que é bom acaba depressa Palpites? Beijos




(Cap. 48) Capítulo 48 - Edward

O dia seguinte também foi torturante. De manhã, bem cedo, mandei mensagem a cada uma a desejar boa sorte. As duas reponderem-me um simples obrigado.

–Se continuares assim vai dar-te alguma coisa no coração. – Disse-me Jasper durante uma aula.

–Bem podes.

Mas por mais que eu me quisesse acalmar, não conseguia. A minha mente estava a milhares de quilómetros. Como correria o lanche?

Capitulo 48- Edward

Finalmente tive informações por parte de Alice.

De Alice:

Estamos bem.

Para Alice:

Bem como?

Como é que ela só me dizia aquilo?

De Alice:

Já te ligo.

Já era bem de noite quando ela finalmente ligou.

–Diz.

–Hei, nem mereço um “Olá, maninha”?

Apetecia-me mandá-la para um certo sítio. Respirei fundo e perguntei-lhe como tinha corrido.

–Acho que bem. Não sei. Ela não me pareceu zangada mas sim magoada. Já lhe teres contado acho que ajudou. Agora é só esperar.

–Esperar?!

–Esperar que volte tudo a ser como era.

–Nada vai ser igual, Alice.

–Eu sei... Agora estás na faculdade. Até comigo e o Jasper não vai ser igual, mas pensei que pudesses vir cá visitá-la.

–Achas que ela quer?

–Não lhe vais contar que vens! O objectivo é ser surpresa.

–Tenho medo de ela não estar preparada.

–Edward, ela ama-te e precisa é de apoio e confiança!

Comecei a pensar: porque não? E eu tinha tantas saudades dela.

–Vou falar com o Jasper.

Ao jantar perguntei ao Jasper se não queria ir para casa esse fim-de-semana.

–Já?

–Como já?! Não estás com saudades da minha irmã?

–Claro que estou.

–Então vamos. – Concluí decidido.

–Queres é ver a Bella…

–E?

–E nada Edward. Tu é que sabes. Talvez seja melhor para os dois verem-se.

Ia-lhe perguntar o que raio queria dizer quando o meu telemóvel tocou.

–É ela!

Atendi logo.

–Bella?

–Sim, sou eu. – A voz dela fez-me sorrir. Fui até ao meu quarto para não olhar para Jasper.

–Olá!

–Olá! – Merda ela não dizia mais nada. Tinha de ser eu a continuar.

–Como foi a conversa com a Alice?

–Acho que foi boa. Falámos e pedimos desculpa mutuamente. Mas só com o tempo é que sei se tudo voltará a ser como antes.

–Você gostam muito uma da outra. A amizade não se apaga.

–Pois…

–E nós? – Tinha mesmo de perguntar.

–Nós o quê? – Oh, Bella por favor, desculpa-me.

–Como é que nós ficamos? –Dava chutos imaginários no ar.

–Amigos? – Estagnei. A minha esperança abandonou-me.

–Sim, se é isso que queres.

–O que queres tu? Estás na faculdade. Se nem quando estavas aqui admitimos algo, porque é que agora seria diferente?

Apetecia-me desligar o telefone e esquecer tudo o que passámos. Será que conseguiriamos ser só amigos? Eu não conseguia. Amava-a muito e era capaz de ter uma relação, mesmo estando distante.

–Ainda me amas?

–Claro. – Não houve hesitação o que me fez sorrir. Ainda havia esperança.

–Eu também. – Como é que eu era capaz de dizer o que queria? – Acho que só com o tempo é que te posso demonstrar que quero estar contigo.

–Achas que eu não quero estar contigo? Claro que quero! Mas como? Estamos distantes e eu não consigo manter uma relação contigo pois precisamos de falar. Preciso que a Alice nos veja e nos apoie. Antes, não precisava do apoio dela, mas depois de não me teres defendido, de não nos teres defendido, já preciso. E preciso também do apoio do meu pai. Preciso que venhas cá quando ele estiver. Que ele nos apoie.

Apeteceu-me gritar-lhe que era isso que eu estava a planear antes dela ligar, mas tive calma ao me lembrar das palavras de Alice ao aconcelhar-me a não contar à Bella que a ia visitar. Alice tinha acertado que Bella queria que eu a fosse ver, logo iria seguir rigorosamente o seu plano.

–Eu percebo, princesa. Acho que precisamos é de tempo. Podemos ir falando?

–Claro.

Ficámos um tempo sem falar. Que mais poderia eu dizer?

–É melhor desligar, tenho umas coisas para arrumar. – Ela disse-me.

–Sim, princesa. Até amanhã. Dorme bem.

–Tu também.

Sorri.

–Jasper, prepara a mala, este fim-de-semana vamos a casa.

No dia seguinte estáva muito mais animado e concentrado nas aulas que ajudavam o tempo a passar mais rápido.

No almoço reuni-me com Jasper e uns colegas dele.

–Hoje saimos?- Perguntou-me.

Não estava com cabeça, mas disse-lhe que sim. Precisava de espairecer.

Antes de sairmos, fiquei a planear o que deveria oferecer à Bella. Na minha lista tinha flores, jóias, livros e balões. O que mais poderia oferecer?! Um poema, talvez…

–Vamos? – Perguntou-me Jasper.

–Sim.

No caminho perguntei-lhe o que achava da minha lista.

–Estás mesmo empenhado!

Claro que estava.

A noite passou-se lentamente, sempre com seminuas em cima de mim. Quando é que percebiam que não estáva interessado? E só de pensar que em tempos estive…

Quando chegámos a casa Jasper contou-me que lhe perguntaram se eu era gay.

–Não me digas que acham que somos um casal?!

–Não! Eu tenho namorada. Mas tu é que foges de todas as mulheres. Não é preciso seres tão antipático.

–Eu sei. Apesar de a Bella não estar cá sinto que o mínimo que fizer ela não vai querer voltar para mim.

–Vocês vão ficar juntos. Eu sei…

No dia seguinte falei com Alice.

–Como está ela?

–Mas será possível que não queres saber da tua maninha?

–Claro que quero. Como estás?

–Bem.

–Ainda bem. Como é que ela está?

Ela riu.

–Ela parece-me bem. Já sei que vens cá. Já lhe compras-te algo? – Falei-lhe da minha lista. – Eu acho que deves comprar tudo.

–Também acho e, mesmo assim não chegará para demonstrar o quanto eu estou arrependido. Além de que ela faz anos no sábado. Sabes se ela vai fazer algo?

–Eu perguntei-lhe e ela disse-me que não. Quer passar o dia com o pai.

–Então acho que lhe vou ligar. Estáva a pensar passar por casa dela à meia noite.

–Achas que o pai dela vai na conversa?

–Não sei, mas se não tentar nunca saberei.

–Boa sorte.

Ambos sabíamos como era o chefe Swan, iria precisar de muito tato. Despedi-me da minha irmã e decidi ligar ao pai da Bella antes que perdesse a coragem.

Ele demorou a atender.

–Estou.

–Chefe Swan, é o Edward.

–Como vais rapaz? – Apesar da simpatia, eu sabia que ele ficou em alerta.

–Vou bem. A faculdade é boa e estou a gostar bastante do curso, mas não foi para lhe dizer isto que lhe liguei. A Isabella vai fazer anos e gostava de lhe fazer uma supresa mas para isso preciso da sua ajuda.

–Voces têm falado?

–Sim, mas não lhe contei que ia para Forks este fim-de-semana.

–Eu não sei se ela tem planos.

–Eu falei com a Alice e sei que não. Gostaria era de ir ter com ela à meia-noite de sexta, se fosse possível.

–Eu trabalho nessa noite, por isso acho que podes passar por cá.

–Posso lhe pedir para guardar segredo?

–Desde que a trates bem.

–Sim, agora vou tratá-la como uma verdadeira princesa.

–Rainha!

–Sim. – Sorri.

–Tenho de ir rapaz. Se eu sei que a magoas novamente…

–Não se preocupe Sr. Swan.

Olhei para o relógio e como era cedo, decidi ligar para a Bella.

–Olá!

–Olá Bella, como foi o dia?

–Normal. E o teu?

–Fui à faculdade e tive muitas saudades tuas.

Ela ficou um momento sem responder.

–Eu também tive saudades tuas. Já te disse. Não consigo ter matemática sem pensar em ti.

–Isso é bom.

–E que mais tens feito?

–Saí ontem com o Jasper e os meus colegas. Não é como sair aí, mas é bom espairecer. Os meus colegas achavam que eu e o Jasper eramos gays, porque não nos envolvemos com ninguém.

Ela voltou a ficar calada. Eu tinha lhe dito aquilo para ela saber que eu não estava com ninguém.

–O importante é que aproveites o tempo de faculdade.

–Pois… Bem tenho de ir acabar um trabalho para amanhã.

–Ok, fica bem.

–Tu também. – Desliguei e fui tratar da viagem.

Felizmente sábado chegou rapidamente. A minha mãe apertou-me bem.

–Mãe, assim não consigo respirar.

–Tinha tantas saudades.

Agora já sabia como o Emment se sentia. Que vergonha!

–Mas mãe eu tenho de ir tratar de umas coisas.

–Para a supresa da Bella?

–Sim.

–Ótimo, também vou.

Pensava que ir com a minha mãe me ajudaria, mas em vez disso tive de a puxar para comprarmos o que eu queria pois ela estava a ver coisas para ela.

–Achas que estes balões chegam, são demais ou compro mais?

–Se comprares mais, voas.

Também não eram assim tantos…

–Tens alguma sugestão de mais prendas?

– Querido não me parece que sejam as prendas que irão fazer a diferença.

Eu sabia disso mas mesmo assim revi a lista e pensei em mais coisas.

–Urso, preciso de um urso.

Percorri o centro comercial todo até o encontrar.

Sem mais ideias voltei para o carro onde estávam os presentes todos. A minha mãe ainda me disse que não caberiam todas, mas felizmente couberam sem se estragar as flores.

De volta a casa tomei banho, jantei e fiquei de olho no relógio.

–Tens mesmo acerteza que ela não vai sair?

–Tenho Edward. - Respondeu-me a minha irmã.

O Chefe Swan também me tinha confirmado que iria sair e que a Bella iria ficar por casa.

Eu achava que estáva a me esquecer de algo. Claro! Comida!

Onde é que eu iria arranjar um bolo a esta hora?

–Mãe!!! Preciso de um bolo de aniversário.

–Só agora é te lembras disso?

–Nenhum de vocês me lembrou!

–Tem calma. Podemos fazer um.

–Eu não sei fazer.

–Eu disse podemos fazer. Não é dificil fazer. - Nem acredidava que iria fazer um bolo. – Devias ver se temos bebidas.

Felizmente tinhamos.

Fazer um bolo não era muito difil, mas foi a minha mãe que fez quase tudo. Eu ia só buscar os ingredientes e muitas vezes não sabia onde eles estavam. Por exemplo, obviamente que o iogurte está no frigorifico, agora a farinha não é tão fácil descobrir.

–Agora é só esperar arrefercer. Já sabes o que lhe vais dizer?

Merda. Não tinha escrito isso.

–Sim, sei. – Menti. A verdade é que sairia na hora.

Quando faltavam 20 minutos para a meia-noite fui à cozinha buscar o bolo. A minha mãe tinha metido o bolo numa caixa de plástico com a forma de redonda. O bolo era de iogurte com cobertura de chocolate. Era muito simples mas devia estar bom. Ao sair todos me desejaram boa sorte e, quando estava a entrar no carro apareceu o meu pai. Todos ficámos calados.

–Olá Edward. Vais sair? – Perguntou-me enrrugando a cara ao ver o carro cheio de prendas.

–Sim. Até amanhã.

Entrei no carro e arranquei. Amanhã falaria com ele.

Não sei como antes achava que estava nervoso. Agora sim, os nervos apoderavam-se de mim. Estacionei mesmo à porta dela e esperei pelas 23:59. Marquei o número dela enquanto contava até 60 e liguei.

–Estou?

–Parabéns Princesa!

–Oh, obrigada, Edward.

–Estás em casa? – Perguntei já a sair do carro, com o ramo de flores na mão.

–Sim.

–Ótimo. Então abre a porta…

Ouvi, pelo telemóvel, os passos dela a desceram as escadas e depois a luz do hall da entrada acendeu-se e ela abriu a porta. Estáva de pijama e tinha a boca suja de um lado de chocolate. Simplesmente linda.

–Parabéns! – Disse-lhe entregando-lhe as flores.

–Oh. Obrigada. Nem sei o que dizer. Como?... Como estás aqui?

–De avião. Gostas?

–Sim. São lindas Edward, obrigada. – Colocou as flores atrás das costas, colocou-se em bicos dos pés e beijou-me castamente a boca. Não aguentei e agarrei-a, infiltrando a minha língua na boca dela. Ela largou o ramo e os seus braços agarraram-me o pescoço. Tinha tantas saudades dela.

Quando o ar nos faltou asfastámo-nos ofegantes e ela olhava-me com desejo. De certeza que o meu olhar era o mesmo, mas não podia. O chefe Swan podia aparecer e eu queria que ela confiasse em mim.

–Posso entrar?

–Eu não ser. O meu pai…

–Ele sabe que eu estou aqui. Se quiseres liga-lhe. –Interrompi-a.

Ela penou por uns segundos e decidiu ligar. Como eu espera o pai deixou.

–Podes entrar. – Disse-me a sorrir.

Entrei com ela e pedi-lhe para ela se sentar no sofá, fechar os olhos e esperar.

–Não faças essa cara e faz o que te peço. Por favor...

–Ok.

Assim que ela fechou os olhos, fui ao carro buscar as prendas e fui colocando-as atrás do sofá, avisando-a para não abrir.

Escolhi primeiro os balões. Foi um pouco dificil passá-los até à frente da Bella sem eles baterem no candeiro. Tive até que me baixar.

–Abre! Parabéns.

–Uau. Que giros!

–Gostas? Não te levantes!

–Porquê?

–Porque assim vês os outros presentes.

–Outros?

–Sim. Agora fecha os olhos.

–Mas posso largar os balões?

–Sim, eles não fogem.

Ela riu.

Agarrei no livro.

–Podes abrir.

Ela sorriu-me e agarrou no embrulho. Felizmente o sorriso dela continuou depois de ver o titulo do livro.

–Não conheço, mas o titulo é bonito.

–Eu também não conheço, mas depois diz-me se gostaste. – E assim temos assunto para falar.- Mas se não quiseres le-lo podes trocar.

–Não, quero lê-lo.

–Ok, fecha os olhos.

–Mais prendas?

–Sim! Agora fecha.

Decidi-me para o colar. As prendas já estávam quase a acabar. Deveria ter comprado mais coisas.

–Podes abrir.

Voltou a sorrir a abrir o embrulho.

–Oh é lindo Edward. Obrigado. – Puxou-me com os braços e deu-me um beijo no rosto. – Colocas-me?

–Claro que sim. Mas não te vires. – Avisei.

O sorriso dela era ainda maior.

–É mesmo bonito.

–Gostas mesmo?

–Sim. Não era necessário tanta coisa. Assim estragas-me com mimos. - Fiquei de cócoras à sua frente.

–Mereces. É pelos mimos que te deveria ter dado quando namorávamos e não dei.

–Oh mas não precisas de me dar tantas coisas.

–Preciso sim. Vamos continuar?

–Claro, que vamos fazer? – Ela levantou-se

–Por enquanto, continuamos com os presentes. Senta-te.

–Mais? – Ela perguntou incrédula.

–Claro, mas já faltam poucos.

–Poucos? Deves ter gasto um balúrdio.

Não dei importâcia às suas palavars e fui buscar a moldura com a nossa foto.

–Podes abrir.- Disse-lhe.

–O que será? – Abriu a sorrir e assim que descobriu o que era o sorriso desmoronou. – Acho que errei nesta prenda.

–Não. É linda… Só que…tenho saudades destes tempo.

–Também eu, linda. Nós podemos voltar ao que éramos. É por isso que também vim. Mesmo estando na faculdade eu posso vir aos fins de semana. Sei que não poderão ser todos, mas a maior parte sim. E podes-me ir visitar.

–O meu problema é a confiança, Edward.

–Eu nunca te traí Isabella! Nunca andei com niguém mesmo quando namorávamos às escondidas!

Ela ficou hesitante.

–Edward, eu sofri muito. Todos me viraram as costas.

Agarrei-lhe as mãos, baixando-me ao nível dela.

–Eu sei e eu não te defendi. Não sei que mais faça para perceberes que estou profundamente arrependido.

Ficámos um momento em silêncio até que ela sorriu e perguntou-me se eu não tinha mais presentes.

–Claro que há. É só fechares os olhos.

–Guarda a moldura aí em cima da mesa para não se partir, por favor.

Fiz o que ela me pediu e olhei para ela de sombrancelha levantada. Depois de suspirar, lá fechou os olhos. Optei pelo chocolate.

–Este não sei se precisas. – Brinquei por ela ter a boca suja de chocolate quando cheguei.

Coloquei-lhe o presente das mãos e ela abriu logo.

–Oh. Eu não sou assim tão gulosa. –Fez beicinho. – Assim vou ficar gorda.

–Eu ajudo-te a come-los, não te preocupes. Mas gostas deles? Já te vi a comer desta marca.

–Gosto sim. Obrigada. Vais ficar o fim-de-semana todo?

–Sim.

Ela acenou com um breve sorriso nos lábios.

–Tens mais presentes?

–Claro, mas primeiro…

–Sim, sim. Já tenho os olhos fechados.

Fui buscar o urso de peluche que não estava embrulhado.

–Já podes abrir.

–Oh que fofo! E grande. – Ela brincou.

Bella era mais alta que o urso, mas dificilmete o conseguia abraçar.

–Enquanto estiveres na faculdade ele será o teu substituto.

–Assim fico com ciúmes.

Ficámos a olhar um para o outro com puro desejo e saudade. Aproximei-me dela, arranquei-lhe o urso e beijei-a com força. Tanta que ela se desiquilibrou e caiu para trás, para o sofá, e eu com ela, decidido a não quebrar o beijo. As minhas mãos voaram para as suas coxas. Apertei-as e ela gemeu levemente na minha boca. Eu já estava duro.

Algo na minha mente me dizia para parar pois estava ali para ganhar a confiança dela. Não queria ser fraco e, por isso, afastei-me dela.

Passei as mãos pelo cabelo e respirei fundo. Ela olhava para mim de boca aberta. Coloquei o urso perto dela e esforcei-me para sorrir, perguntando-lhe se ela queria ver a última prenda.

–Claro. – Respondeu-me ainda um pouco abalada. Merda. Não era assim que eu queria que corresse.

–Bem, fecha os olhos.

Quando ela o fez a casa iluminou-se devido a uns faróis de um carro. Deveria ser o Chefe Swan. Chegava na melhor altura. Impedi a Bella de se levantar.

–Fecha os olhos e não te mexas.

Abri a porta e cumprimentei o Chefe Swan.

–Boa noite, Edward.

–Boa noite, Chefe Swan. Chegou na altura certa. – Baixei o tom de voz. – Ia agora mesmo abrir o bolo.

Entrámos e eu peguei na caixa do bolo.

–Parabéns, pequenina.

–Obrigada, pai. Já posso abrir os olhos?

–Sim.

Ela abriu e abraçou o pai. Depois olhou-me e viu-me com a caixa.

–Tenho direito a um bolo? – Perguntou-me a sorrir.

–Mas o que é isto tudo? – Questionou o pai dela a apontar para os balões.

–São as minhas prendas.

–Então vou também te entregar a minha agora.

O chefe Swan tirou um envelope de dentro do casaco e entregou à Bella. Ela abriu e sorriu.

–Vamos ao Brasil na passagem de ano. Que bom!

–São dois bilhetes. Podes levar quem queiras.

Isabella abraçou-o e voltou a agradecer-lhe.

–Vamos então comer o bolo.

Não chegámos a cantar-lhe os parabéns.

–Quem fez o bolo?

–Eu e a minha mãe. Mas foi mais ela.

Isabella sorriu-me.

–Gostava de ter assistido.

Olhei para o relógio e vi que já era tarde, além de que a viagem de avião cansava, para não falar na ida às compras.

–É melhor ir embora.

Isabella levantou-se logo.

–Amanhã vens ver-me?

–Claro, eu ligo-te. Isto se o Chefe Swan autorizar.

–Sim, fazem bem em sair.

Despedi-me do Chefe Swan com um aperto de mão e da Isabella com um beijo no rosto.

–Levo-te até à porta. – Ela disse-me.

Na porta dei-lhe um beijo casto nos lábios.

–Até amanhã.

–Até amanhã.

Entrei no carro e parti, à minha espera tinha o meu pai.

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Balão

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Ramo de flores

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livro

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colar

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moldura

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foto

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chocolates

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urso

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Notas finais do capítulo
CláudiaSilva- A autora Mil perdões pelo atraso. Espero que gostem e comentem. Beijinhos MiSwan – A beta Edward!!! Fiz anos há duas semanas, aceito os chocolates e o urso… Manda para cá, sim? :p Ai, ai… O reencontro e o amor são sempre lindos… Adorei! Que acham que vem daqui para a frente? Beijinhos J




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História arquivada em http://fanfiction.com.br/historia/53374/Pecado_Proibido/