Bade - Sempre Juntos

Autor(es): Victane


Sinopse

Jade West e Beck Oliver namoram há algum tempo, como será a rotina desse casal apaixonado? Aqui nesta fic você irá conhecer o dia-a-dia deles, isso mesmo, esse casal apaixonado, um tanto diferente demais. Irão acompanhar cada episodio de Brilhante Victoria, mas no ponto de vista desse casal. A historia é a mesma, só queremos mais detalhes, o que eles fazem quando não aparecem juntos com seus amigos? Qual o dialogo do casal, no dia-a-dia? Você descobre isso e muito mais em Bade - Sempre Juntos.
(Capa Nova - 4º Temporada)


Notas da história
Heey gente essa é minha primeira fic de BADE e eu adoro o casal, então pensei em fazer o ponto de vista dos dois o que estão achando e tudo mais, é a mesma história, mas acho que vocês vão se divertir bastante e vão gostar se começarem a acompanhar!

Os personagens de Brilhante Victoria não me pertencem claramente!

Aqui a imaginação é livre e o prazer é seu em ler!

Não seja rígido, pois cenas serão mudadas, acrescentadas ou invertidas!

PLÁGIO É CRIME!

Então aproveitem a fic e até mais ;D

Índice

(Cap. 1) A Grande Apresentação
(Cap. 2) A Cena do Pássaro
(Cap. 3) Luta no Palco
(Cap. 4) A Música da Semana do Niver
(Cap. 5) Jade Termina com Beck
(Cap. 6) Tori a Zumbi
(Cap. 7) Robarazzi
(Cap. 8) Sobrevivência do mais Calorento
(Cap. 9) Wi-fi no Céu
(Cap. 10) A Grande Chance de Beck
(Cap. 11) Armação do Ping-Pong
(Cap. 12) O Novo Namorado da Cat
(Cap. 13) Surtando de Vez
(Cap. 14) A Morte de Rex
(Cap. 15) Os Diddly Bops
(Cap. 16) A Peça de Jade
(Cap. 17) A Difícil Escolha
(Cap. 18) Um Filme de Dale Squires
(Cap. 19) Uma Noite na Casa de Sikowitz
(Cap. 20) Implorando de Joelhos
(Cap. 21) Beck Cai Pela Tori
(Cap. 22) Sorvete Por Ke$ha
(Cap. 23) Tori Fica Retida
(Cap. 24) Destruidora de Bailes
(Cap. 25) Presos
(Cap. 26) Helen Está de Volta
(Cap. 27) Quem Fez Isso com Trina?
(Cap. 28) Tori Tortura o Professor
(Cap. 29) Jade Causa Paixão
(Cap. 30) O Bolinho Gigante
(Cap. 31) Erros Brilhantes
(Cap. 32) O Natal da Tori
(Cap. 33) A Turma do Café da Manhã
(Cap. 34) O Clube do Gorila
(Cap. 35) Pior Casal
(Cap. 36) A Horrível garota de André
(Cap. 37) Carro, Chuva e Fogo
(Cap. 38) Encontro de Tori e Jade
(Cap. 39) 1º de Abril em Branco
(Cap. 40) Enlouquecendo a Tori
(Cap. 41) Como a Trina entrou na Hollywood Arts
(Cap. 42) A Premiação
(Cap. 43) Louca Ponnie
(Cap. 44) O Esquadrão das Loiras
(Cap. 45) O Armazém do Wanko
(Cap. 46) Rei do Hambone
(Cap. 47) Encontro ao Contrário
(Cap. 48) Três Garotas e um Alce
(Cap. 49) Sem Celulares
(Cap. 50) Tori Banca o Cupido
(Cap. 51) Mil Bolas Berry
(Cap. 52) Robbie Vende Rex
(Cap. 53) O Pior Companheiro de Quarto
(Cap. 54) Espremedores de Cérebros
(Cap. 55) Luta no The Slap
(Cap. 56) Tori, a Estrela
(Cap. 57) Todos Digam Sim!
(Cap. 58) Epílogo I
(Cap. 59) Epílogo II
(Cap. 60) Capítulo Bônus


(Cap. 1) A Grande Apresentação

Notas do capítulo
Heeey meus amores, bem vindos a minha nova fic de Brilhante Victoria, eu particularmente adoro esse casal e acho que eles merecem mais foco do que quando eles aparecem de vez em quando na série, pelo menos poucas vezes pra mim ;) enfim espero que gostem!

*Esse capítulo segue a série:

Brilhante Victoria ou Victorious (1º - Temporada)

Como descrito: Não seja rígido, pois cenas serão mudadas, acrescentadas ou invertidas. Aqui a imaginação é livre e o prazer é seu em ler!

Jade West

Era plena manhã de segunda-feira (não tinha aula hoje na Hollywood Arts, só a noite que teria uma peça que deve ser ridícula, já que não fui eu que escrevi), e eu acabei de acordar, mal-humorada como sempre, odiava ter que acordar cedo, digo isso porque já são 11h00minh da manhã e é triste ver pessoas felizes há essa hora, por isso prefiro ficar dormindo. Mas infelizmente o telefone tocou e com certeza eu tinha que levantar já que ele estava em minha cômoda que ficava longe da minha cama, levantei e fui até lá e vi que era o Beck que me ligava então atendi rapidamente.

– HEY dorminhoca não quer vir assistir um filme comigo daqui a pouco? – Disse meu namorado no telefone.

– Não obrigada, agora me deixa dormir! – Falei com certeza o irritando do outro lado da linha.

– Qual é, vai ser divertido? – Tentou mais uma vez, como ele era paciente.

– Tá, tá que seja! – Falei de volta.

– Então desça logo, porque não pode me deixar esperando aqui na sua sala. – Disse me surpreendendo, como assim ele tava aqui embaixo? Fiz minha higiene matinal rapidamente e desci as escadas, e ele estava lá, lindo como sempre, sorrindo pra mim. – Podia ter descido de pijama mesmo, nem precisava tirar! – Falou acariciado meu cabelo.

– Cala a boca! Como entrou aqui? – Perguntei lhe dando um selinho.

– Sua tia me deu a chave, quando cheguei ela tava saindo! – Falou pegando as chaves do bolso e chacoalhando pra que eu pudesse ver. É minha tia, eu morava com ela, mas ela nunca estava em casa, ela vinha aqui de vez em quando, só nos finais de semana, meu pai mandava entregar comida aqui e é como se eu vivesse sozinha, o que era muito bom, porque aguentar outra pessoa sem ser o Beck é horrível. – Então quer ir assistir filme comigo? A gente pode pedir comida chinesa e depois assistir o filme “A tesoura” lá no meu trailer que tal? – Perguntou acariciando meus cabelos, como ele adorava fazer.

– Tá, mas eu quero um café! – Reclamei, ele apenas riu.

– Eu compro pra você no caminho. – Falou me puxando pela porta, paramos na esquina da sua rua e ele me comprou um café, enquanto eu observava as meninas que não paravam de olhar pra ele, ai como me dava raiva só de pensar nelas, só olhando para eles.

– Obrigada! MEU NAMORADO! – Falei alto para que elas pudessem escutar e tirar o olho dele. Beck apenas riu. Fomos para seu trailer, ele havia esquecido como abrir a porta então eu dei um chute e tudo se resolveu, às vezes as coisas se resolvem apenas com um chute. Assistimos ao filme que ele locou para nós, e comemos comida chinesa, e assim passou à tarde, depois do filme Beck se aproximou de mim e me beijou calmamente, às vezes seu beijo era mágico, bastava isso e me trazia uma paz adorável, apesar de eu não gostar muito disso, com ele tudo isso era bom. O beijo foi se intensificando e percebi que Beck queria mais, estávamos sozinhos no seu trailer, seria o momento perfeito, mas eu não estava pronta, não ainda pelo menos, já estávamos a quase dois anos juntos, mas eu ainda não me sentia segura, apesar da minha personalidade forte. – Beck acho melhor eu ir pra casa... Sabe vai ter a apresentação na Hollywood Arts e eu quero ver! – Falei o empurrando de leve.

– Mas você disse há horas atrás que essa peça deveria ser ridícula e nojenta! – Falou e ri por dentro, realmente seria uma perda de tempo, mas eu tinha que inventar uma desculpa não é?

– É, mas eu quero sorrir da cara da idiota da Trina Vega! – Falei referindo-se as inúmeras idiotices que aquela garota já fez, ela era irritante e eu não perderia essa apresentação por nada.

– Tudo bem, eu te levo em casa e depois te pego pra gente ir à apresentação! – Levantou do sofá onde estávamos e entrelaçou nossos dedos, me puxando para fora do trailer.

– Acho bom mesmo me levar em casa! – Falei como sempre mandona, ele bufou e depois riu. Minutos depois eu estava pronta e nós fomos para tal apresentação, algumas pessoas se apresentaram antes, mas a idiota da Trina iria ser depois deles. Foi ouvido um grito de dor ecoar pelo teatro, é até que tava ficando animado isso. Três pessoas se levantaram, uma menina, não vi seu rosto direito e dois adultos, vimos as outras apresentações até que uma garota foi empurrada para o palco, ela parecia não querer se apresentar, mas agora era a vez da Trina, o que ela estava fazendo ali? Assim que ela abriu a boca, sua voz ecoo por todo teatro e até que ela cantava e dançava bem, pareceu se soltar um pouco depois, mas nada demais! Foi aplaudida por todas as pessoas do local, menos por mim é claro, até Beck aplaudiu. – Porque aplaudiu ela? – Perguntei com uma cara nada boa.

– Porque ela é talentosa. – Falou simplesmente.

– Hum! Talentosa? Talvez você deva namorar com ela! – Revidei.

– Pode ser então! – Falou fingindo se levantar.

– Beck! – Disse Incrédula. Ele se sentou novamente e me deu um beijo na bochecha.

– Era brincadeira! – Falou como sempre adorava me irritar, mas dessa vez eu não deixaria passar.

– Que seja! Mas você a aplaudiu! RUM! – Falei agora olhando pra frente, ele apenas me abraçou e com certeza riu da minha cara, pois eu fazia um bico um tanto engraçado. As cortinas se abriram novamente, e o povo brigava atrás delas. Ao perceberam que todos da plateia estavam olhando, eles congelaram.

– HEY! – Gritou André.

– To aqui André! – Gritou uma velha meio louca da plateia.

– Essa garota não sabe se tem talento para estudar aqui... – Falou pegando o braço da garota que acabara de se apresentar. – O que vocês acham? – Perguntou e a plateia começou a aplaudi-la novamente, eu não, mas o Beck fez a mesma coisa de segundos atrás de me deixando um pouco furiosa. – Tudo bem? – Perguntou André.

– Tudo bem! – Falou a garota, abraçando André e todos aplaudiram novamente, me levantei e fui até o lado de fora do teatro.

– O que aconteceu? – Perguntou Beck, eu já estava no estacionamento.

– Você vai me levar pra casa! – Falei chutando seu carro.

– HEY! Esse daí é meu carro! – Reclamou.

– Não me diga, talvez eu já saiba disso, já que namoro com você há quase dois anos, ou será que você vai convidar aquela garota que você acabou de conhecer pra dar um passeio? Agora me leva pra casa! – Revidei, ele apenas riu de canto.

– Você sabe que te acho linda com ciúmes não é? – Perguntou sendo fofo.

– Sou linda de qualquer jeito! – Falei convencida.

– É... É sim! – Falou me puxando pela cintura e me dando um beijo calmo, me causando paz novamente, o que realmente eu não queria, já que deveria estar brava com ele. - Tudo bem? – Perguntou.

– Tudo! Agora vamos! – Falei, ele abriu a porta do carro pra mim e me levou até em casa. Chegando até a porta da minha casa, abri e o olhei encostado no carro.

– Boa noite! – Falou colocando a mão na cabeça e imitando um soldado. Apenas fechei a porta, e não olhei pra trás. – JADE! – Gritou ainda do lado de fora. Bufei. Como ele conseguia que eu fizesse isso? Apenas o obedeci e voltei, abri a porta, fui até perto do carro, lhe dei um selinho.

– Boa noite! – Falei indo para a porta de novo.

– Bem melhor! – Disse convencido.

– Cala a boca! – Falei fechando a mesma e indo para minha cama, estava realmente cansada, foi um dia monótono e legal, dormi como uma pedra. Acordei um pouco antes das 9h, horário em que a gente tem que estar no colégio, infelizmente, não que eu não gosto de lá, eu amo Hollywood Arts, meu professor preferido é o Sikowitz, mas é que local com muitas pessoas, às vezes é chato demais. Cheguei à escola e não encontrei o Beck, normalmente ele me esperava perto do meu armário, mas hoje ele não estava lá. Então fui para a aula e o que eu encontro? A tal da garota que se apresentou antes esfregando a camisa do meu namorado, que vaca!

– Peraí... Porque tá esfregando meu namorado? – Perguntei incrédula com a cena.

– Ah! Não é que eu derrubei café e... – Tentou a garota, ai como a voz dela me irritava, Beck apenas assistia a cena.

– Fique longe dele! – Ameacei.

– Relaxa tá? – Falou Beck, se aproximando de mim e me dando um beijo na bochecha.

– MEU DEUS TA TENDO UM INCENDIO! – Gritou Sikowitz entrando na sala, imediatamente agarrei o braço de Beck. – Brincadeira! – Continuou nosso professor maluco. – Eu queria esquentar o sangue de vocês e olha que eu consegui! HAHA! Tudo bem vamos começar todo mundo sentado. – Falou o doido do meu professor, vi a tal da garota cochichando com André. – Certo! Primeiro eu quero apresentar a nossa nova aluna Tori! – Ah então o nome da individua é Tori, bom saber. Ela apenas acenou. Sikowitz agradeceu a individua por ela ter dado dois dólares a ele, concerteza pensou que fosse um mendigo. Beck estava sentado ao meu lado com seus braços em volta de mim, enquanto Sikowitz explicava para todos inclusive para Tori sobre improviso em grupo.

– Jade você lidera o primeiro grupo do dia, escolha seus atores! – Disse Sikowitz, me levantei e fui até a frente da turma.

– Ah! Cat, Ilaine, Beck e... Tori! – Falei e todos vieram para frente junto a mim, inclusive Tori, que parecia um pouco nervosa, melhor assim. Robbie sugeriu o cenário, André a situação. – Porque não vai esperar no corredor! – Falei pra novata, ela assentiu e foi até a porta. Sikowitz gritou ação e comecei a cena, já tendo uma boa ideia do quanto ela se sairia, fiz de Tori um cão, como o tema era boas novas, as minhas boas novas seriam muito boas pra mim, mas não muito boas para Tori.

– Ah é! Eu sou o novo cão da família... AU! – Falou a novata, como esperava, ela era burra e não entendia nada de teatro.

– Sikowitz pode dizer, por favor, a essa amadora que cães não falam e que eles não andam sobre duas pernas? SIKOWITZ! – Gritei, chamando a atenção do professor.

– Ah! Me desculpe eu estava bebendo a água desse coco... Mas é verdade Tori se você vai ser um cão, seja um cão! – Disse. Conforme meu plano, ela ficou de quatro no palco. Sugeri que o cão estava cheio de pulgas na cena e agora viria a melhor parte do plano.

– Ah, mas tá tudo bem! Eu li na internet que café é ótimo pra acabar com as pulgas. – Falei pegando um copo de café, Beck tentou me alertar sobre algo, mas não estava nem ai.

– Jade! – Falou André, mas foi tarde demais, eu derramei café na pobre cabecinha da Tori, OOO coitada, será que não era pra eu ter feito isso? Tarde demais!

– Qual o problema cão? – Perguntei com meu tom mortal, a garota apenas ainda não acreditava que eu tinha feito aquilo, acho que ninguém, apenas Beck. Ela saiu nervosa da sala e sorri orgulhosa mesmo vendo o olhar desaprovador de Beck. André saiu para falar com a tal garota, Cat foi tentar traze-los de volta para a sala e Robbie os seguiu, apenas sentei e ri orgulhosa.

– Não devia ter feito aquilo! – Falou Beck, o sinal tocou e todas as pessoas saíram da sala.

– Ela tava esfregando você! – Falei arrogante.

– Foi um acidente! – Tentou.

– Assim como um monte de garotas tentam fazer pra você se quer olhar pra elas? – Perguntei sarcástica, ele apenas bufou e entrelaçou nossos dedos e saímos pelo corredor sem dar de cara com a tal da Tori, concerteza ela ia se mandar desse colégio, onde não era o lugar dela. Beck me levou pra casa e no outro dia veio me buscar, chegamos à aula do Sikowitz e nos sentamos, até que a tal da Tori entra pela porta, como assim não foi o suficiente pra ela se mandar? Então eu daria mais motivos pra ela sair desse lugar, mas ainda estava surpresa.

– Tori você voltou! – Disse Sikowitz. – Pensou em entrar pela janela? – Como sempre Sikowitz sem noção.

– Não! – Falou.

– Pense nisso! – Tentou Sikowitz. – Agora sente-se! – Sikowitz explicou sobre improviso alfabético. – Mas então quem quer liderar o primeiro grupo? – Perguntou.

– Eu quero! – A novata falou, nos surpreendendo.

– Muito bom Tori, escolha seus atores! – Sugeriu Sikowitz.

– Tá bom! André, Cat, Beck e Jade. – Falou dando um sorriso de canto, que atrevimento! Levantei a sobrancelha. – É você! – Fui até o palco, mas antes dei um beijo de tirar o fôlego em Beck.

– Jade, beije seu namorado no seu tempo livre querida! – Falou Sikowitz.

– Ah! Vou beijar! – Falei olhando para Beck. A primeira letra era P.

– Por favor, vá tomar banho! – Começou Tori, que descaramento!

– Que chatice me dizer o que fazer! – Continuei. Beck continuou, mas Cat errou e foi eliminada, ela saiu do palco.

– Você é muito imatura pra dizer isso! – Falou Beck me surpreendendo, como assim ele estava defendendo ela? Mas a cena continuou. André errou o que fez sair da cena, sobrando apenas Beck, Tori e eu, concerteza acabaria com ela.

– Engole essa! – Disse Tori me insultando.

– Engole essa você! – Falei no calor das emoções, mas a próxima letra era F então quer dizer que eu errei? Isso não podia ficar pior.

– Desculpe Jade à próxima letra era... – Falou Sikowitz.

– F EU SEI DISSO! – Falei saindo do palco, mandando um olhar nada bom para ela. E a cena continua.

– I o que vai melhorar? – Falou a individua.

– Jogos e exercícios? – Tentou Beck.

– KA beijos! – Falou Tori, como ela podia?

– Loucura, beleza! – Disse Beck, eu não acredito que ele fez isso, é eu estava errada podia ficar pior, ele a beijou, que terrível. Fiquei travada na cadeira, como ele podia? Que imbécil!

– Caramba, como eu adoro essa escola! – Falou a idiota, apenas sai da sala revoltada, depois disso, pegaria um ônibus de volta para casa, não queria voltar de carro com ele. O ônibus demorou, pra passar, e quando vi Beck, apenas agi sem pensar, indo de pé pra outra direção que nem era a da minha casa. Ele não veio atrás de mim correndo, e sim com seu carro. Buzinou e me acompanhou enquanto eu tentava correr.

– Você ta sendo ridícula! Sabia que estava errada ao derramar café nela, e não se desculpou e foi nisso que deu! – Falou piorando a situação.

– Então você a beijou porque queria fazer raiva a mim? – Perguntei agora parando de caminhar.

– Não! A beijei porque a cena pediu e você ta sendo infantil, sobe ai vai, eu te levo pra casa. – Pediu, apenas fui e entrei no carro sem falar nada. – Você sabe que não precisa ficar assim não é? Eu gosto de você, para com isso ta legal? – Falou.

– Tá que seja! Mas... – Tentei disfarçar meu nervosismo. – Você... Gostou do beijo? – Perguntei enciumada.

– É gostei! – Falou me tirando do sério, já ia saindo do carro quando ele me puxou pela mão. – Eu to brincando, você sabe que foi de mentira, sem sentimentos não sabe?

– Sei! Mas... Ela beija melhor do que eu? – Tentei novamente disfarçar meu nervosismo.

– Não! Tenho que dizer você é mais feroz! – Falou me acalmando, mas ainda me sentia insegura.

– Feroz é bom ou ruim? – Perguntei olhando para a janela, não queria que ele me visse assim, apesar de que quase dois anos de namoro, ele já tinha visto muita coisa, mas eu sempre tentava evitar, como se tudo fosse à primeira vez de novo, tinha um pouco de medo de que se ele me visse um pouco mais frágil que o normal, ele terminasse comigo.

– Feroz, é gostoso! – Falou virando meu rosto, para que eu pudesse fita-lo, e sem falar mais nada ele me beijou, um beijo bom, doce e carinhoso, senti como se ele nunca fosse me abandonar e de fato ele não iria. Separamos nossos lábios por falta de ar e Beck me levou até em casa. – Até amanhã! – Falou se despedindo.

– Até! – Ia fechando a porta.

– Jade! – Chamou-me.

– O que? – Perguntei.

– Eu te amo ta? – Falou, sendo fofo, eu amava ele, mas não podia demonstrar isso sempre.

– Tá! – Falei fingindo fechar a porta na sua cara, fechei a mesma e quando abri ele tava indo em direção ao carro. Pulei nas suas costas, o vi rindo. – Eu sei que você me ama, ta melhor assim? – Perguntei convencida.

– Não, não! – Falou simplesmente, então o beijei.

– Eu também te amo... – Falei arrancando um sorriso bobo dele. – Agora vá embora! – Falei não perdendo a oportunidade de ser grossa, ele riu e marchou até o carro, sim, sim marchou, me fazendo rir bobamente, com certeza eu não era a Jade que era com os outros quando estava com ele. Eu me tornava melhor, como se fosse forte e ao mesmo tempo fraca, porque ele me destruiria apenas dizendo que não me queria. Entrei, tomei banho e pus minha camisola preta, Tori, esse era o nome da garota da qual eu infernizaria a vida, só por ela ter beijado meu namorado, eu metia medo em qualquer garota que se quer desse um “oi” á Beck, quanto mais a beijá-lo. Ela iria se arrepender, porque Tori ganhou uma inimiga e ela já estava na minha lista negra.

Notas finais do capítulo
Hey gente e ai quem gostou do capitulo? Alguem ai? Eu gostei, e sabe é bom quando a gente escreve o que gosta e de jeito nenhum eu escluiria essa fic, então o que acharam preciso da opnião de vocês porque a opnião de vocês é bastante importante pra mim!

*AVISO: Quem tiver ai e queira mandar uma fic pra que eu divulgue aqui embaixo, mande por Mp, não por reviews por MP, okay? Beijos e começando com a minha fic: Beijos ;D

http://fanfiction.com.br/historia/312778/Juntos_ate_o_fim_em_Hogwarts/




(Cap. 2) A Cena do Pássaro

Notas do capítulo
Heey amores, estou muito feliz, *novas leitoras u.u..u* obrigada mesmo lindas, dedicaria esse capítulo a cada uma se não fosse muita gente então pra ScissorsandCoffee que me mandou um reviews muito bom, mas claro a vocês também eu dedico esse capítulo!

OBS: Eu não gosto muito desse episodio, mas tem que fazer né então, boa leitura.

AVISO: Quem quiser me mandar sua fic por Mp pra eu divulgar la embaixo, pode mandar, ATENÇÃO por MP e não por reviews! By nos vemos lá embaixo e LEIAM AS NOTAS FINAIS PORQUE SÃO IMPORTANTES! ;D

*Esse capítulo segue a série:

Brilhante Victoria ou Victorious (1º - Temporada)

Como descrito: Não seja rígido, pois cenas serão mudadas, acrescentadas ou invertidas. Aqui a imaginação é livre e o prazer é seu em ler!

Beck Oliver

Acordei assustado com algum barulho lá fora, eram batidas na porta do meu trailer.

– Entra! – Falei esfregando os olhos. Foi ouvido um som de alguém dando chute na porta e nem precisei ver para saber que era minha namorada com seu mau humor matinal. – Tava aberta!

– Eu sei! – Falou cruzando os braços e dando um sorriso de canto.

– Bom dia Jade! – Falei simpático fazendo beicinho para que ela me beijasse.

– Escova os dentes primeiro! – Falou mandona como sempre, fui até o banheiro do trailer e fiz minha higiene matinal.

– Pronto! – Falei fazendo o beicinho de novo. Dessa vez ela retribuiu me dando um beijo de tirar o fôlego, ela segurou minha nuca com força, apertei sua cintura, nos desgrudamos infelizmente com falta de ar, estava começando a ficar quente nossa relação. – Agora me diz... Porque bateu na porta antes e não entrou já chutando tudo como sempre? – Perguntei observando suas roupas: camiseta preta, calça preta e cabelo meio preso, estava linda.

– Porque eu não queria ser grossa e queria te acordar decentemente, mas pensei comigo mesma e percebi que eu não sou assim então chutei a porta. – Falou esboçando um sorriso malvado.

– Ah! Bom saber, agora vem cá e me responde uma pergunta! – Falei chegando mais perto dela. – Porque você ta tão quente hoje? – Falei sorrindo malicioso e colando nossos corpos.

– Não começa com isso, logo de manhã, vamos estamos atrasados! – Falou estendendo a mão para que eu pegasse.

– Mas Jade! – Choraminguei sendo patético.

– Se você não fosse meu namorado eu te chamaria de ridículo agora mesmo, mas como me lembro de que sempre te insulto mesmo, então aqui vai... – Esperei ela me xingar cruzando os braços. – Você está lindo! Vem se não nós vamos nos atrasar. – Peguei sua mão e saímos do meu trailer indo em direção ao colégio, chegamos ao mesmo, abri meu armário que tinha um espelho junto, Jade estava ao meu lado como sempre.

– Como ta meu cabelo? – Perguntei vaidoso.

– Tá ótimo! Mas já faz uma hora que você ta mexendo no seu cabelo, dá pra parar? Isso já ta ficando irritante. – Falou mal humorada, apenas ri de canto e continuei arrumando meu cabelo, só pra irritá-la.

– Assim tá lindo Beck! – Falou uma garota loira que estava passando, na verdade ela parou de frente pra mim como se esperasse que eu disesse “obrigado”, e era o que eu ia fazer se.

– SOME! – Gritou Jade, a menina derrubou seus livros e saiu correndo, eu ia pegá-los e devolve-los a ela, mas vendo o olhar desaprovador de Jade em minha frente, achei melhor não.

– Então você ia devolver os livros pra ela? Ok eu mesmo devolvo! – Pegou os livros no chão e quando você acha que ela ia fazer alguma coisa legal, ela simplesmente jogou os livros da menina na lixeira perto de nós.

– É... Parece que... – Tentei.

– Que o que Beck? – Perguntou me olhando ameaçadoramente.

– Que os livros estão em um ótimo lugar agora! – Falei rindo de mim mesmo, ela apenas me acompanhou.

– Oi gente, bom dia! – Falou Cat toda animada.

– Não sei pra quem! – Disse Jade.

– Sabe uma vez meu irmão comprou um cachorro e colocou o nome dele de Trigo, uma semana depois o vizinho foi comprar coisas na venda dele e pediu um kilo de trigo, então meu irmão colocou o cachorro na mochila, pesou e deu para o vizinho, desde então meu irmão tem uma advertência do governo para não ter mais cachorros. – Falou fugindo totalmente do assunto, às vezes me pergunto se a Cat bate bem do juízo.

– Vem vamos embora! – Falou Jade me puxando pelo braço.

– Tudo bem tchau! – Disse Cat ainda animada, nem percebendo que Jade e eu não ligávamos a mínima pra sua historia, apesar de eu conseguir disfarçar e Jade nem tentar. Fomos para a aula do Sikowitz, ele escolheu Cat e Jade para fazerem uma cena, onde Jade pedia para ela matar um porco e ela se negava.

– Esse porco foi pra mim o que meu pai nunca foi e eu vou ficar maluca se eu... – Tentou Cat, mas foi acertada com uma bolada na cara por Sikowitz, ele endoidou de vez agora?

– Sikowitz! – Reclamou minha namorada.

– O que foi? – Falou simples, como se jogar bolas na cara de alunas fosse à coisa mais normal do mundo.

– Acertou meu rosto com uma bola! – Reclamou Cat esfregando o rosto.

– Ah! Qual é? Um verdadeiro ator se mantém em cena independente do que acontece em volta dele! – Isso era verdade, mas daí jogar a bola na cara dela?

– Mas doeu muito! – Reclamou Cat, Sikowitz rolou os olhos e o sinal tocou. –Hora do almoço EBA! – Gritou Cat saindo da sala, nem ligando pra dor.

– Quero todo mundo amanhã sem o texto! – Advertiu Sikowitz.

– HEY quer almoçar com a gente? – Perguntei a Tori.

– Claro! – Falou quase sendo acertada com uma bolada no rosto também. – Porque fez isso eu não estou atuando? – Perguntou Tori assustada.

– Precisamos conversar! – Sikowitz era doido concerteza.

– Que tal Tori preciso falar com você? – Falou irônica.

– Divirta-se! – Falou André.

– Protege o rosto ta? – Falei cuidadoso. Fui para a mesa no almoço, não tinha visto a Jade depois da aula, concerteza estava brincando com suas tesouras em algum lugar, André me perguntou onde ele poderia achar calças de balé, zoei um pouco com ele. André queria entrar para aula de balé porque tinha muitas garotas lá, Robbie não tinha entendido ainda, então expliquei a ele.

– Você se importaria se eu me inscrevesse também? – Perguntou Robbie entendendo já do assunto.

– Claro que não e você? – Perguntou André a mim.

– Não dá eu e Jade estamos escritos na salsa! – Neguei o convite, afinal era bem melhor dançar salsa com a minha namorada gata e com roupa apertada do que ficar me vestindo com roupas de garota e ficar tentando dar em cima de garotas desconhecidas. Continuamos conversando mais um pouco e nem sinal da Jade. Só a encontrei no final das aulas, na hora de ir pra casa, já que nossas aulas eram separadas.

– Onde estava? – Perguntei, enquanto estávamos a caminho de sua casa.

– Cortando os papeis higiênicos que ficam no armário do zelador. – Falou dando de ombros e ligando o rádio.

– Eu sabia! – Falei já sabendo que ela estava fazendo alguma coisa com suas tesouras.

– Sabia de que? – Perguntou confusa.

– Que você me trocou por suas malditas tesouras. – Falei reclamando rabugento igual ela fazia, mas no meu caso era brincadeira.

– Primeiro de tudo as tesouras são ótimas amigas de garotas frustradas que querem acabar com o namorado nesse exato momento, segundo: Eu não te troquei, assim como você fica mexendo no seu cabelo por horas eu fico com minhas tesouras por horas.

– Então é tipo uma vingança? – Continuei com meu teatro.

– É! E Tchau Beck durma muito bem com seu cabelo oleoso. – Falou saindo do carro já que estávamos de frente a sua casa.

– Meu cabelo não é oleoso! – Falei, ainda deu para ela escutar.

– Eu sei ele é lindo, sedoso e macio! – Falou batendo a porta de sua casa, apenas ri, ela me elogiou e ainda enquanto estava com raiva, é Beck Oliver fizermos um progresso. Fui para o colégio já no outro dia, não fui com Jade, queria que ela viesse sozinha para a escola, assim talvez ela desse, mas valor ao meu cabelo. Ela chegou à aula e não me deu nem um beijo.

– Prontos? Exercício rápido de atuação vocês são todos ingleses zangados! – Disse Sikowitz, batendo palmas e gritando ação.

– Eu insistir em saber quem sentar no meu bolinho! – Falou Robbie.

– Minha avó foi ao toalete enquanto eu beijava o primeiro ministro. – Falou Jade com o sotaque inglês.

– Eu já disse pra você não colocar geleia no meu baguete! – Reclamei, todos faziam as mesmas coisas, seguiam a cena, Tori chegou e Sikowitz pediu que nos sentássemos pra que ela fizesse a cena do pássaro, a tão famosa cena.

– Meu marido me deixou em 1934, sozinha, viver na padaria foi uma experiência triste, sem telefone, sem rádio apenas com um grande e majestoso pássaro com quem eu partilhava meus sentimentos. Um dia que estava abatida eu lhe disse “pássaro você pode voar! Pode se livrar dessa solidão, mas não se vá, por quê?” E parece que minha pergunta foi respondida, porque naquela tarde ele se foi e o meu espírito também. – Terminou Tori, a cena. Ela tinha ido muito bem. – Como me sai? – Mas ai ela falou o grande defeito, não se podia perguntar isso, afinal a cena do pássaro exigia que você não ligasse pra opinião dos outros, é por isso que a Jade passou tão rápido me lembro que no seu teste, Sikowitz perguntou se ela não ia perguntar o que ele achou e ela disse: “Tanto faz, não do a mínima” e saiu da sala, foi hilário!

– Eu achei que ela foi até bem não é? – Falei pra Jade, que arrumava algo no seu armário, a aula de Sikowitz já tinha acabado. Jade apenas fechou a porta do mesmo e me olhou com ódio.

– Primeiro não me da atenção arrumando por quase uma hora esse seu cabelo e agora fica dizendo que a Tori se saiu bem? Talvez você devesse arrumar seu cabelo pra Tori ir ver, ou quem sabe dizer a ela que a cena do pássaro tava muito boa! – Falou irônica, erguendo a sobrancelha.

– Ainda o negocio do cabelo? Porque você tem tanto ciúme da Tori? Quer saber isso não importa porque eu senti sua falta ontem, e você tava brincando com suas tesouras que parecem ser mais importante do que eu. – Reclamei, ela apenas ficou séria.

– Desculpa... – Ouvi um pedido de desculpas da Jade realmente era inacreditável. – Eu só pensei que eu não fosse importante pra você e que você preferiu ficar arrumando o cabelo a ficar comigo! – Desabafou.

– Eu nunca preferia nada a não ser você! – Falei a puxando para um beijo calmo. Separamos-nos e ela me olhou curiosa.

– Passa um ano arrumando esse cabelo e nem arrumar direito sabe! – Falou rabugenta. – Deixa eu arrumo pra você! – Falou assanhando meu cabelo.

– Mas assim ta ficando feio! – Reclamei.

– Isso mesmo, assim nenhuma loira ou nenhuma garota fica dando em cima de você! – Falou rindo e pegando minha mão. Arrumei meu cabelo e ela bufou irritada por eu não ter deixado do jeito dela. Vimos Tori tentando convencer Robbie e Cat a falar pra ela sobre a cena do pássaro.

– Regra número um na cena do pássaro ninguém pode te ajudar! – Falei.

– Então foi isso que fez no seu armário? – Perguntou Jade, rindo do armário da Tori, que tenho que dizer estava sem criatividade.

– É... É uma lousa de canetas, com um monte de canetas coloridas e um porta lápis, quem quiser pode escrever ou desenhar nele! – Falou Tori, ela realmente não devia ter falado isso, já que minha mente trabalhou igual à mente de Jade.

– Mas é pra você mesma decorar! – Falei tirando a atenção do provável plano de Jade.

– É uma tradição da Hollywood Arts! – Disse Cat.

– Qual o problema dos outros escreverem no meu armário? – Perguntou Tori sem pensar, Jade foi mais rápida do que eu imaginava e escreveu algo lá.

– É porque podem fazer isso! – Apontou Robbie pra onde a Jade tinha escrito “armário ridículo da Tori”. Jade e eu saímos dali, enquanto os meninos tinham aula de Balé, nós estávamos prontos para a aula de Salsa, a professora colocou a musica e começamos a dançar, Jade e eu sendo seguidos pelos os outros alunos, já que éramos os melhores da turma, tinha meu corpo colado ao de Jade, em uma dança sensual e que também podia ver seus rebolados com aquelas roupas apertadas, me tirando o fôlego, Jade e eu nunca tínhamos feito nada ainda, mas tinha vezes que só de ver as roupas que ela usava eu ficava delirando. Saímos da aula de Salsa e fomos para casa, cansados, não falamos nenhuma palavra até que.

– Boa noite! – Falou me surpreendendo.

– Boa baby! – Falei a rodando e a pegando pela cintura tascando-lhe um beijo apaixonado.

– Menos Back, bem menos! – Falou rindo. – Te amo! – Disse me surpreendendo de novo, às vezes não da pra entender a Jade, uma hora ela ta brava,outra, ela ta fazendo declarações, fiquei calado e ela pareceu gostar de eu não ter respondido com um “eu te amo”, já que eu pareça surpreso e de fato eu estava, fui para casa tendo bons sonhos com minha morena. Acordei suado, coloquei uma roupa depois de tomar banho e fui para a escola, Jade ia sozinha, cheguei lá ela já estava na sala. Avistei Tori e fui falar com ela, percebendo isso Jade colocou sues braços por mim, mostrando sinais de completo desconforto com minha conversa com Tori.

– E ai ta pronta? – Perguntei não ligando muito para o ciúmes que talvez já estava crescendo na Jade.

– Mas do que pronta... Sikowitz quer a cena do pássaro vou dar a ele a cena do pássaro, trouxe pra ele dois cocos grandes. – Falou determinada.

– Esses dois são bons. – Falei referindo-me aos cocos, mas com pensamentos em outra coisa, lembravam meio que... Os seios da Jade isso me dava calafrios só de pensar no sonho quente que tive com ela ontem a noite. Tori fez a cena novamente e errou, perguntando a Sikowitz se tinha acertado, vendo isso, Jade sorriu vitoriosa. Um cara apareceu e jogou o falso pássaro da Tori de volta, já que o pássaro provavelmente tinha acertado ele. Tori ficou desapontada, mas não poderíamos dizer nada a ela. Avistei-a alguns minutos depois da aula, ainda com seu armário não decorado.

– E ai ta fazendo o que? – Perguntei desconcertado.

– Jogando livros com raiva no armário novamente! – Falou me lembrado a Jade.

– Já resolveu quando vai decorá-lo? – Perguntei como quem não quer nada.

– Já olha só eu já coloquei listra nele, não ta vendo a listra? – Falou apontando para a listra rosa que tinha nele, e apenas isso.

– To vendo a listra!

– Eu não sei o que fazer! – Falou desapontada fazendo biquinho.

– Porque não faz algo do tipo criativo e profundo?

– O que fez no seu? – Perguntou.

– Vem cá! - Então a levei até meu armário. Mostrei meu armário transparente falando que eu não tinha segredos e ela achou bem criativo e profundo, mas ai ela me perguntou sobre a cena do pássaro e eu cai fora. O dia foi bem normal, Jade foi pra casa sozinha, depois de falar comigo é claro e nos vemos no outro dia no colégio na aula do Sikowitz, onde André e Robbie entraram parecendo doloridos na região das pernas que estranho!

– Feliz aniversário! – Falou Sikowitz entrando na sala.

– É aniversario de quem? – Perguntou Cat.

– De alguém em algum lugar! – Falou meio doido.

– Nossa isso é verdade! – Falou Cat boba. Tori fez a cena e surpreendeu a todos nós trazendo até mesmo um pássaro treinado, ela se revoltou com Sikowitz, lhe dizendo que fez tudo certo e que não ligava pra sua opinião e até a Jade aplaudiu sem questionar, Sikowitz explicou o que ela tinha feito de errado antes e Tori passou no teste.

– Todos prontos? – Perguntou Tori referindo-se a se queríamos ver seu armário.

– AHAM! – Foi ouvido coletivamente.

– Grande coisa! – Falou Jade não perdendo a oportunidade.

– Faça brilhar o que? – Perguntou Trina, a irmã irritante da Tori, referindo-se a seu armário que tinha o nome “Make it shane”. Tori explicou o motivo.

– Não gostei! – Falou minha namorada tomando um gole de seu café. Todos começaram a criticar seu armário, mas Tori revoltou-se e disse que não ligava pra opinião de ninguém, exatamente como na cena do pássaro.

– HAHA! A mocinha aprendeu a lição da cena do pássaro! – Falei.

– Ainda acho ridículo! – Continuou Jade. Tori fez seu armário brilhar surpreendendo todos e agora íamos para o almoço.

– Você vem? – Perguntei. Ao virar dei de cara com uma Jade me olhando feio, por dar importância a presença de Tori. Depois que todos comemos felizes, menos a Jade o que significava que eu estaria bem encrencado, a levei em casa, no carro estava um completo silencio o que me dava medo.

– Então você não vai falar nada? – Perguntei calmo cortando silencio.

– Falar o que? Que você da importância demais a Tori Vega? – Perguntou sarcástica.

– Ela é minha amiga, e você sabe o quanto me importo com meus amigos! – Falei.

– Talvez devesse se importar mais com sua namorada aqui! – Revidou.

– Eu me importo, mas não fui eu que deixei o namorado por que estava brincando com tesouras idiotas. – Reclamei.

– TALVEZ PORQUE NÃO SOU EU QUE FICO BRINCANDO COM O CABELO! – Revidou.

– Quer saber isso já ta ficando chato! – E tava mesmo.

– E o que vai fazer terminar comigo, e chamar a Tori Vega para o almoço? – Falou irônica, mas pude ver o quanto ela se importava com o rumo que minha resposta poderia tomar, por isso tentaria ser cuidadoso, mas não consegui. A beijei por impulso, minha mão foi diretamente para seus cabelos os assanhando enquanto a outra a agarrava pela cintura, ela só correspondia, essa era a mágica do nosso namoro, os dois sabiam o que queriam, e o que queriam era sentir a pele um do outro. Desci minha mão um pouco além de sua cintura, o carro estava parado de frente para sua casa.

– Beck! – Reclamou dando uma tapa no meu ombro e me afastando.

– Desculpe é que... Eu fico meio assim às vezes principalmente depois do sonho que tive. – Eu sei não deveria ter falado do sonho, mas foi sem querer.

– Que sonho? – Perguntou receosa.

– Um sonho erótico que tive com você, mas, por favor, não me bata eu só... Só foi um sonho ta bom? – Falei duvidoso do que sua personalidade esquentada iria fazer.

– Não tem problema você é homem, têm 17 anos, hormônios e além do mais o sonho foi comigo... Então nada da Vega nesse sonho né? – Perguntou já enciumada.

– Nada dela! Só você usando uma lingerie vermelha! – Falei rindo malicioso.

– Lingerie vermelha? Nem em sonho eu uso isso, só uso preta você sabe qual é minha cor favorita então... – Tentou desviar o assunto.

– Posso comprovar? – Perguntei, ela me olhou confusa.

– O que? – Perguntou ainda confusa.

– Posso comprovar se sua lingerie é preta mesmo? – Falei malicioso.

– BECK! Boa noite, e vai lá sonhar com a linda aqui. – Falou convencida saindo do carro, mas antes me deu um selinho, apenas retribui, querendo mais, mas parece que vai ficar só no selinho aqui, cheguei ao trailer alguns minutos depois e tentei dormir, mas as imagens do sonho ainda vinha na minha cabeça, estava ficando louco, louco pela Jade West, minha morena.

Notas finais do capítulo
U.U.U. então gostaram amoris mios? Eu estou muito feliz por fazer essa fic, eu adoro escrevê-la e por isso ta saindo tão rapido já que eu to cheia de imaginação! Bem vamos conversar coisas importantes agora:

*Algumas pessoas me perguntaram se eu iria fazer a série toda, então eu respondo, eu só assisti até o episodio da 4 temporada em que o Beck volta com a Jade (até que fim), então a resposta é:

Sim eu farei toda série, até mais ou menos essa parte ok? Não me matem por favor! Plys? Enfim se gostaram da novidade comentem, plys, aceito tudo: Recomendações, reviews, criticas construtivas, elogios, tudo que vocês puderem me dar, só não esqueçam de me dizer o que acham ok? (Postarei o proximo, na terça, já que to tentando planejar, postar dia sim, dia não ok?)

Fic de hoje:

http://fanfiction.com.br/historia/291427/Marotos_Vs_Pimentas

(Acho essa excelente, é a melhor fic pra mim na minha opinião)

Beijos e até mais ;D




(Cap. 3) Luta no Palco

Notas do capítulo
Heeey meus amores, quero agradecer pelo carinho que você estão tendo comigo e com a fic ok? Obrigada mesmo amoris, eu to adorando escrever essa fic pelo grande animo de vocês, por isso to meio que pedindo um favorziNho ok? Indiquem a fic para seus amigos, sei lá mandem o link para os fãs de Bade que vocês acham que iam gostar da fic ok? Eu agradeço também, enfim...

Eu adoro esse capítulo, serio mesmo a Jade é bem mal e eu adoro isso MUHAHAH kkk mas enfim agora um aviso.

AVISO: Mandem suas fics para eu indicar lá embaixo, vai que alguem veja e queira ler, mas me mandem por Mp e não por reviews ok? Enfim boa leitura... :D

*Esse capítulo segue a série:

Brilhante Victoria ou Victorious (1º - Temporada)

Como descrito: Não seja rígido, pois cenas serão mudadas, acrescentadas ou invertidas. Aqui a imaginação é livre e o prazer é seu em ler!

LEIAM AS NOTAS INICIAIS E FINAIS POR FAVOR! ;D

Jade West

Fui pra escola sozinha, minha mãe tinha mandando um carro pra mim é seria útil, falando em mãe ela estava com meu pai em algum lugar que eu não sei onde. Já que meu pai vivia viajando e ela ia com ele. Ao chegar à escola, não encontrei o Beck, então o sinal tocou e eu André, Cat e Robbie fomos para aula, chegando lá me deparo com uma cena um tanto que engraçada, Beck estava no chão e a Tori estava em cima do instrutor de luta, que ensinaria a Beck como fazer uma cena de luta, eu tinha me esquecido, por isso que ele não veio me buscar.

– SOLTA ELE AGORA! PORQUE TA BATENDO NELE SEU MONSTRO? – Gritava Tori nas costas do tal instrutor que eu esqueci o nome.

– Relaxa! O que é que você ta fazendo? – Perguntou o professor, já tinham tirado a Tori de cima dele.

– Esse cara tava batendo no Beck! – Tentou Tori.

– Ai coitadinho! – Falei sarcástica como sempre.

– A gente tava treinando! – Explicou Beck, ele nem devia satisfações a ela, mas eu adorei já que a Tori ficou parecendo uma boba na frente da turma toda.

– Esse aqui é o Raz! – Disse o professor. - Ele e dublê profissional e eu o contratei para lhes ensinar a fazer lutas coreografadas! – Explicou.

– Agora a Tori vai dizer: “O que é luta coreografada?” – Falei imitando a Tori com sua voz extremamente irritante.

– Só que eu não ia dizer isso! – Tentou, ela virou para o André e deve ter perguntando pra ele do que se tratava, já que ela era burra demais pra sacar dessas coisas.

– Eu fiz aula com ele no verão passado! – Disse Beck, mas porque diabos ele ainda tava dando satisfações a ela?

– Parecia que ele tava te machucando! – Falou Tori sendo doce como sempre me causando enjoo.

– E você com isso? – Perguntei interrompendo sua melosidade.

– É que eu achei que ele já sofresse muito namorando você! – Atreveu-se como ela pode?

– Quer sentir dor? – Perguntei indo pra cima dela, senti as mãos de Beck nos meus ombros, é ele conseguia me acalmar, mas aquela garota, já tava me tirando do sério.

– EI... Porque a gente não senta ali! – Falou apontando pra cadeira, e me empurrando.

– Eu e você temos que ter uma conversa depois! – Sussurrei, não queria que ninguém visse que eu estava com ciúmes. O dublê profissional deu uma pequena amostra de luta de mentirinha com a Cat, que ficou feliz por não se machucar.

– Vou separar os pares, e cada dupla vai ter que fazer uma cena de luta com a ajuda do Raz! – Disse o professor.

– Achei que ele chamava Steve! – Disse André, e realmente ele tinha cara de Steve.

– Ele parece um Steve! – Falou a Vega, tirando as palavras da minha boca.

– Meu nome é Raz! – Falou o dublê, ele tinha cara de ser retardado.

– Bom as duplas vão ser Beck e Cat... – Fiquei feliz, por não ser com a Vega, mesmo sendo uma cena de luta, eles teriam que ensaiar juntos e isso seria patético. – André e Gueen. Tori e Jade! – Bingo! Até que enfim uma oportunidade perfeita de acabar com a Vega.

– Eu e quem? – Perguntou Tori incrédula. Apenas fiz uma cara malvada e o sinal tocou.

– Olha é que minha parceira... – Tentou Tori, ela estava ferrada literalmente o professor não deu atenção.

– HEY parceira... Mal posso esperar pela nossa cena... De luta! – Falei sorrindo vitoriosa, e saindo da sala, Beck apenas me olhou nervoso. Nós saímos dali e já era hora de irmos pra casa, e de novo estávamos no seu carro a caminho da minha casa. Deixei meu carro parado de frente a escola.

– Jade! Eu sei o que você ta planejando! – Falou Beck me tirando dos meus pensamentos malvados.

– Não sabe não! – Devolvi.

– Sei sim! Você quer bater na Tori na cena de luta, mas sabe que se fizer isso vai ganhar detenção não é? – Falou ainda dirigindo.

– Eu não ia fazer isso! – Menti, mas ele estava certo, não queria uma detenção em pleno sábado quando podia estar com ele.

– Jade! – Advertiu.

– Tá, é detestável como você me conhece tão bem! – Falei rindo minimamente. – Mas às vezes é fofo! – Falei dando língua pra ele. Ele parou o carro de frente para minha casa como sempre fazia, saímos e ele ficou encostado no carro me observando.

– Eu sei o que tem por trás de sua mente maléfica! – Disse rindo. – Mas o caso é... Você não pode bater na Tori e sabe disso, então tire esses planos de sua cabeça e vá pensar em algo para sua cena com ela, boa noite! – Falou me advertindo, e me dando um selinho, ele se foi e eu já estava pronta pra dormir, quando uma ideia de como acabar com a Tori, veio em minha cabeça. Já era de manhã, acordei-me, me arrumei e fui para a escola, tivemos a primeira aula normal, e agora íamos para o almoço, Beck e eu.

– HEY você viu o filme que passou ontem à noite? – Perguntou, tirando minha atenção do meu prato.

– Qual?

– “A Tesoura”, lembrou-me você! – Falou sorrindo e alisando minha mão na mesa, por sorte nem o André, nem a Cat e muito menos a Tori vieram até nós.

– Então... Você viu uma menina atisourando outra garota e lembrou-se de mim? Que romântico. – Falei brincando, e que palavra era atisourando? ri por dentro.

– É... Você é tão fofa quanto à menina que “atisourava!” – Falou e nós rimos. Fomos para a aula ver a cena da André e de uma menina ai, não muito importante. Eu já tinha treinado com a Vega antes, sem falar nada, assim como o Beck já tinha treinado com a Cat, mas o melhor iria vir no final.

– A seguir nós temos: Tori e Jade! – Falou o professor, me levantei animada. Joguei um olhar rápido para a Tori, concerteza ela estava com medo, mas não fazia nem ideia do que eu ia fazer.

– HÃN... Tudo bem! Pra nossa cena eu vou fazer uma velhinha que está voltando do Bingo... – Explicou a cena.

– E eu um assaltante violento! – Expliquei, vi Tori tremer, adorava causar medo nela, era bom pra meu ego.

– É... Um bem violento que me assalta e não me machuca de verdade! – Falou. Retirei-me e fui para um canto escuro.

– Legal! Tomem cuidado e se alguma coisa de errado acontecer, gritem a senha pra parar que é... Noz manteiga! – Falou o dublê, o que seria Noz manteiga? Como eu suspeitava ele é retardado.

– Certo gente! Preparar e... – Falou o Professor.

– NOZ MANTEIGA! – Gritou Tori, acho que com medo.

– O QUE? – Perguntei irritada.

– Tori qual o problema? – Perguntou o professor.

– HAN... Eu só tava testando a senha e... É ela funciona! – Falou Tori, ninguém entendeu. – Tá bom to pronta. - A cena começou com a Tori fazendo uma velinha, ela falava contente sobre o bingo. Quando entrei na cena, querendo assaltá-la de mentirinha, Tori girou a bengala e aconteceu tudo que eu queria, pareceu que ela tinha acertado meu rosto, cai no chão, e ao mesmo tempo coloquei sangue falso no meu olho como parte do plano e levantei fingindo dor e falei a senha todos vieram ao meu encontro, estava feliz, tinham acreditado.

– Tudo bem? – Falou Beck preocupado.

– Não! Ela bateu no meu rosto de verdade! – Reclamei.

– Não bati não! – Tentou Tori se defender.

– Fala isso pra o meu olho roxo! – Coloquei a mão no olho fingindo dor, todos acreditavam em mim. Ela pegou uma cadeira para que eu pudesse sentar, mas a cadeira era preparada então cedeu assim que sentei, aumentando meu teatro. Estavam colocando algo gelado no meu olho.

– Vai ficar tudo bem ta? Só acho que vai ficar um pouco inchado! – Falou Beck do meu lado, enquanto Tori falava com André e Cat sobre alguma coisa.

– Tá, só que ta doendo muito! – Menti novamente, Beck parecia preocupado.

– JADE! Você sabe que não bati em você, eu girei mais errei! – Tentou Vega.

– Olha Tori... – Tentei argumentar, mas me fingi de fraca e as pessoas me seguraram apavoradas.

– Mas eu não bati nela! – Falou Tori ainda tentando se defender, mas ninguém acreditava afinal eu fui uma ótima atriz e ninguém mandou ela beijar meu namorado.

– Alguém pode chamar minha mãe? – Tentei ser mais dramática.

– Eu ligo pra ela! – Falou meu namorado atencioso.

– Ela não precisa da mãe... NÃO PRECISA INCOMODAR A MÃE DELA! – Tori parecia mais nervosa.

– Mas eu tenho que ligar pra mãe dela! – O escutei falando pra ela, enquanto as pessoas me levavam pra fora da sala.

– E eu achei que estávamos começando a ficar amigas! – Cheguei ao ponto mais alto do drama, no fundo eu estava rindo por dentro. Beck me colocou cuidadosamente no carro e me levou pra casa como sempre fazia, mas agora me paparicava mais que o normal.

– Você está bem? – Perguntou atencioso.

– NÃO! Meu olho ta roxo! – Fiz drama.

– Olha não usa drama comigo, você sabe que exagerou lá não foi? Tudo bem que a Tori acertou você, mas você não é de fazer isso, ficou lá dizendo coisas como “e eu que pensava que a gente tava ficando amiga”, como assim? Você nunca faria isso, não em sã consciência pelo menos. – Desligou o carro olhando pra mim.

– Tudo bem que a Tori me acertou então? – Perguntei boba, como ele podia dizer isso.

– Você sabe que não fui isso que eu quis dizer não sabe? – Perguntou.

– Não eu realmente não sei Beck! Desde quando essa garota entrou no colégio você ta diferente comigo! – Falei agora saindo do carro furiosa.

– Jade escuta, só to dizendo que você foi dramática lá no palco e você não é assim, não com os outros pelo menos, mas me escuta, eu sei que a Tori não fez por mal.

– Como ainda pode continuar defendendo ela? – Perguntei indo até a porta da minha casa, tentando procurar minhas chaves na bolsa, pois já tínhamos chegado.

– Escuta! Eu só acho que a Tori não teve culpa e veja agora, você continua machucada, mas não está ligando pra dor e tá brigando comigo, só quero entender porque aquele drama todo lá na escola? – Perguntou. Realmente eu tinha que ficar calma se não o plano não ia dar certo.

– Tá me desculpe... Agora cadê a droga das minhas chaves? – Falei ainda vasculhando na bolsa.

– Estão aqui! – Entregou-me as chaves. – Peguei da sua bolsa quando você foi ao banheiro, liguei pra sua mãe e ela disse que não podia vir pra cá então eu vou cuidar de você e dormir aqui até que a dor passe! – Falou mexendo nos meus cabelos e selando nossos lábios, era um beijo apaixonado e preocupado, ele parecia aflito pelo meu olho roxo, e eu me sentia culpada fazendo isso, mas não podia deixar ninguém saber, principalmente ele.

– Tudo bem entra, mas você dorme no sofá! – Falei jogando minha mochila em algum lugar.

– Oh! Jade! – Reclamou pidão.

– Nem pensar mocinho sou uma dama de respeito! – Falei rindo, ele riu também. Eu até deixaria ele dormir comigo lá em cima, mas sabe como o Beck é, ele tentaria algo e eu não podia deixar o plano do olho roxo a perder. Subi e tomei banho, colocando um estilo de tapa olho no olho machucado e desci as escadas. – WOW! – Falou com a mão na boca, olhando para minha camisola, preta de ceda. Dei um selinho nele e subi as escadas novamente. Acordei, tomei banho e fiz a maquiagem do olho roxo de novo, desci as escadas e Beck já estava pronto, concerteza tinha tomado banho no outro banheiro.

– Já comeu? – Perguntei.

– Já e você? – Falou me dando um beijo na bochecha.

– Não! Eu compro um café no caminho. – Falei sobre minha incrível paixão sobre café. Ele assentiu, comprei um café e fomos para o colégio, ainda me fazia de vitima. Tivemos as aulas normais e já era hora do almoço, fui sem Beck, sentei-me à mesa e o avistei comprando seu lanche.

– E ai ta melhor? – Perguntou se sentando de frente pra mim.

– Meu olho dói! – Respondi.

– Ah! Qual deles? – Fez uma piada, eu riria, mas estava sem o maior senso de humor.

– Gracinha! – Falei e ele riu de canto. – Eu quero café! – Reclamei.

– Qual é a palavra mágica? – Perguntou.

– Vai pegar o café? – Perguntei mandona. Ele apenas esperava que eu disesse as palavras, seu olhar pidão, é e outra vez ele consegue tirar minha pose de durona. – Por favor! – Falei e ele riu de canto como eu gostava que ele fazia.

– A palavra mágica era “Loção”, aceito seu, por favor, porque seu olho ta dodói. – Falou como criança e se levantou pra me comprar um café.

– Traz açúcar! – Mandei.

– Eu já sei o que fazer! – Realmente ele sabia, já que sempre comprava café pra mim. Fiquei sabendo que a Tori foi conversar com o orientador da escola, isso estava ficando cada vez mais divertido e segundo as ultimas noticias, ela tinha ficado de castigo. Uma menina acabou de jogar refrigerante na minha cara, eu bateria nela, se não tivesse que pensar em algo pra esconder a provável farsa no meu rosto, a maquiagem desmancharia em questão de segundos.

– Jade eu sinto muito! – Tentou a garota desconhecida. – Por favor, não me destruía socialmente? – Implorou.

– Esquece isso! – Falei pegando minha bolsa e saindo de lá. Encontrei com André no caminho, péssima hora pra ele vir falar comigo.

– Jade! – Disse André.

– Eu não posso falar agora! – Falei continuando a seguir meu caminho.

– Jade, Jade! – Continuou.

– O QUE É? – Fui grosa com ele.

– O que aconteceu com seu olho? – Perguntou me fitando, desviei o olhar.

– Tori me bateu com a bengala! – Falei o que parecia obvio, mas ele continuava me olhando.

– É, mas eu nunca vi um olho roxo... Escorrer! – Falou tocando na tinta que estava perto do meu olho. – Isso é maquiagem! – Me acusou. – Tori não bateu em você não é? – Tentei pensar em algo, mas não conseguia pensar em nada. – Olho roxo falso e o sangue é falso?

– Olha! Você não pode contar isso pra ninguém principalmente pra Tori! – Tentei, mas no fundo eu sabia que ele ia contar.

– Eu não vou! – Falou distanciando-se. – TORI! TORI! – Começou a gritar e a correr de mim que corria atrás dele como uma louca. Não consegui pegar o André a tempo e acabei esbarrando em Beck por acaso, ele viu meu olho roxo falso assim como André e não me levou em casa. Fui pra casa usando meu carro que ainda estava parado de frente a escola. Escutei a campainha tocar, era Beck.

– O que está fazendo aqui? – Perguntei grossa.

– Vem comigo! - Me puxou pela mão. Apenas escapei da sua mão e entrei na casa de novo fechando a porta na sua cara. – JADELYN WEST! – Gritou lá fora, AHH, mas que saco! Como ele consegue isso? Abri a porta e ele balançava a chave de casa, ele sabia que eu voltaria, e mesmo que eu não fizesse, Beck entraria e me levaria à força, entrei no carro e ele seguiu para algum lugar.

– Porque não me levou pra casa depois da escola? – Reclamei chateada, ele dava mais importância pra essa Tori do que a mim.

– Porque você mentiu! Jade como pode fazer isso? – Perguntou ainda olhando para a estrada.

– Porque você presta mais atenção a Tori do que a mim! – Desabafei.

– Isso é mentira e você sabe disso, já que eu fiquei muito preocupado com você, quando se machucou, Jade deixa de besteira eu amo você. – Falou me amolecendo, com aquele olhar de pidão.

– Tá eu sei é só que... Tá me desculpe, de verdade! – Falei.

– Não é a mim que você deve pedir desculpas! – Falou levantando a sobrancelha.

– EU NÃO VOU PEDIR DESCULPAS A TORI! – Reclamei.

– Ah vai sim! Sabe por que você vai? – Fiz que não com a cabeça, fazendo biquinho. – Porque eu te amo e não tem nenhum motivo pra ficar com ciúmes da Tori. Afinal eu estou namorando você e não ela! – Disse parando o carro.

– Tudo bem! – Joguei as mãos para o auto derrotada. – Você não vem? – Disse saindo do carro, e vi que ele não.

– Não, não! Tenho que ajudar a Cat, Robbie quer que ela conheça os pais deles, porque parece que ela o beijou pra mostrar que era só um beijo de mentira e ele acha que ela o ama. Enfim a Tori está ai no teatro, vai lá e se desculpe com ela, depois disso pode ir pra casa, já que fica a poucas ruas daqui! – Falou me punindo, bufei irritada. – HEY minha morena linda, você sabe que é a coisa certa a se fazer não é mesmo? – Perguntou sorrindo bobo, devolvi, mesmo estando irritada com ele.

– Que seja! – Reclamei saindo dali, ele me soprou um beijo e entrei no teatro todo sujo de comida, já que tinham feito uma peça lá, encontrei a Vega acocorada limpando a sujeira. Assim que me viu se surpreendeu.

– Eu não entendo, eu sei que o André te contou que eu fingi tudo, e que... Isso é macarrão com queijo? – Perguntei olhando para a parede.

– Parece que é né! – Falou o segurança atrás de nós.

– Porque ta aqui? – Perguntou Tori.

– Porque você ta aqui? Porque não me entregou? - Revidei ainda não entendendo.

– Porque nós estudamos nesta escola e não vai ser legal pra nenhuma de nós duas ficar brigando. – Isso era verdade.

– Então vai deixar eu escapar dessa? Você pegou detenção e perdeu um ponto e tá tirando crostas de pudim da parede numa sexta a noite só pra eu não me ferrar? – Perguntei ainda não entendendo.

– Basicamente! – Falou sendo como sempre a boazinha.

– Olha não pode ser legal comigo quando eu fui má com você não é assim que funciona.

– Então tenta ser legal comigo alguma hora talvez de certo? – Não mesmo, ela estava sendo toda boazinha, enquanto eu me sentia um lixo. – Agora vai deitar ta bom? Eu tenho que tirar essa cebola daqui! Ou esse pus de cebola. – Tentei não rir, até que ela era legal. PERA O QUE EU TO DIZENDO? AAII porque o Beck tinha que me mandar vir aqui? Ia embora, mas a culpa me segurou firme no lugar, ajudei a Tori que ficou sem entender, mas assentiu. Coloquei musica para que me desse mas animo para continuar a ajudá-la. É ela era legal! Pra minha má sorte. Chamamos o segurança para vir limpar com a gente e ele veio, puxei Tori para a saída e ele nem percebeu enquanto dançava como um Mané. Então seguimos para a parada do ônibus, minha casa ficava algumas ruas, então deixei Tori na parada e segui pra minha casa, é até que ela era legal mesmo, talvez meu namorado gostasse tanto dela, porque ela era doce e meiga e tinha uma voz que me enjoava, será que eu devia ser assim? Nem acredito que isso passou pela minha cabeça, ia dormir quando o celular tocou.

– Oi! Conseguiu com a Cat? – Falei vendo que era Beck.

– Sim, foi meio difícil fazer o Robbie desistir dela, mas depois que seus pais souberam da verdade, eles o chamaram de fracassado e ele desistiu! – Me fez rir.

– É talvez ele seja mesmo! – Disse malvada.

– Não seja maldosa! – Reclamou. – Conseguiu com a Tori? – Perguntou.

– Sim não foi tão difícil, mas não quero mais falar sobre isso, adeus! – Falei quase desligando o celular.

– Eu te amo! – Falou, apenas desliguei o celular, com certeza ele fez uma cara boba do outro lado da linha. Deitei minha cabeça no travesseiro, é minha semana foi bem cansativa, então dormi como uma pedra.

Notas finais do capítulo
Heey meus amores, gostaram do capitulo? Falem a verdade plys? No proximo vai ser o da semana no Niver da Trina, então Bade não aparece muito então pensei em inventar algum programa pra eles fazerem juntos, mas enfim agora vamos falar de uma coisa séria.

Vocês sabem que Bade nessa fic ainda não deram o proximo passo, então estou aqui perguntando se vocês querem que eu escreva, sobre a primeira vez deles? Tipo dá detalhes, bem eu acho que a fic é +16 então não tem problema né? :) mas é com vocês, até Quinta-feira, beijos e até mais ;D

Fic de hoje:

http://fanfiction.com.br/historia/227777/Entre_A_Razao_E_O_Coracao




(Cap. 4) A Música da Semana do Niver

Notas do capítulo
Heeey meus amores, estou muito contente com o caminho que a fic ta tomando, vocês são maravilhosos viu? u.u.u sério vocês são demais! Agora vamos há um pequeno aviso, eu não gostei muito do capitulo de hoje, primeiro porque não gosto desse episodio, não mostra muito Bade então tive que inventar um programa pra eles fazerem juntos, segundo: Porque eu ainda não estou muito familiarizada com o casal, mesmo vocês dizendo que eu faço muito bem os personagens eu não acho ok? Mas enfim boa leitura, proximo capitulo vai ser muito bom eu garanto, ou acho que garanto kkk :D

*Esse capítulo segue a série:

Brilhante Victoria ou Victorious (1º - Temporada)

Como descrito: Não seja rígido, pois cenas serão mudadas, acrescentadas ou invertidas. Aqui a imaginação é livre e o prazer é seu em ler!

Beck Oliver

Acordei, pulando da cama o celular estava tocando, era a Jade.

– Oi amor o que foi? – Falei sonolento.

– ESCUTA AQUI BECK, MEU PAI NEGOU MEU PEDIDO PRA EU FAZER UMA VIAGEM JUNTO COM ELE E A MAMÃE, ENTÃO ESPERO QUE PARA O SEU BEM TENHA UM PLANO PRA FAZERMOS ALGUMA COISA LEGAL EM 5 SEGUNDOS... 5, 4, 3, 2 E... – O telefone foi desligado e uma Jade furiosa entrou no meu trailer.

– Jade... Eu não sei o que fazer, a gente pode sei lá pegar um cinema hoje? – Sugeri.

– NÃO! Não quero ver filmes chatos no cinema, não tem nenhum com uma menina que volta dos mortos, ou gente que corta a garganta de outra pessoa. Eu fico ofendida só de pensar nos filmes de terror que não tem isso, são apenas filmes bobocas. – Reclamou, é ela ficava assim quando falava com seu pai que não lhe dava atenção.

– Tudo bem eu já sei! A gente pode ir pra praia depois da aula! – Falei sugerindo algo que concerteza ela aceitaria.

– Mas a praia à noite, é muito perigoso não é? – Perguntou esfregando as mãos.

– É, é sim! – Afirmei.

– Então vamos à praia hoje! Como eu adoro você. – Falou me dando um beijo e nem se importando com um Beck que tinha acabado de acordar, depois que me arrumei, fomos para a escola, nos separamos, pois tínhamos aulas diferentes.

– HEY vamos? – Perguntei chegando perto da Jade, a abraçando e indo para a saída da escola.

– Sim, espera eu só tenho que fazer uma coisa antes! – Falou, não entendi no começo o que ela ia fazer, mas a vi indo na direção da Cat que olhava para o seu sapato rindo e acho que até falando com ele. Como não estava perto, não ouvi o que ela falou, mas Cat saiu correndo jogando os sapatos em um arbusto.

– O que você disse a Cat? – Perguntei, já tendo ideia de que era alguma coisa má.

– Que ontem assisti a um filme que era sobre sapatos que matavam seus donos, e que pareciam com os dela. – Deu de ombros.

– E você assistiu? – Perguntei.

– Não! – Falei simplesmente.

– Não sei por que eu ainda pergunto. – Falei dando de ombros e a puxando para que colocasse minha mão em volta da sua cintura. Entramos no carro e chegamos a praia , já de noite, e como sempre ficava nas noites, ela estava vazia. - Aqui tá perfeito! – Falei tirando a bermuda, e ficando de sunga por baixo. Jade apenas desviou o olhar como se não quisesse me ver.

– O que foi? Tem algum problema comigo? – Perguntei nervoso, olhando para meu corpo.

– Não! – Coçou o nariz, como sempre fazia quando mentia.

– Jade!

– É só que você ta muito bonito assim... Satisfeito? – Perguntou parecendo nervosa. Uma coisa que eu saquei entre mais ou menos dois anos de namoro, era que só eu deixava Jade nervosa, e também seu pai, mas ela não demonstrava isso de jeito nenhum.

– Hum! Bom saber... Agora me fala como foi seu dia.

– Bem nada demais, só falei pra classe, num trabalho, que assisti a uma peça que tenho que dizer foi bem desinteressante e desanimadora, eu só gostei da parte que o homem tira os olhos da Priscila e... – Tentou falar da sua peça, mas não deixei e a puxei para mais um beijo, minha boca explorava casa centímetro da sua, ela era quente, fui chegando mais perto, deitando-a na areia não percebendo Jade correspondia ao beijo. Era bom ter privacidade às vezes já que os nossos amigos estavam na casa da Tori, reclamando com a Trina, porque Tori cantou uma musica no aniversário da Trina e ela não gostou e vendeu a musica para uma gravadora.

– Beck! Para... – Tentou, mas eu não conseguia me controlar. – PARA! – Berrou.

– Desculpe foi sem querer! – Falei espantando com seu tom de voz.

– O que... Você fez no seu dia? – Perguntou desviando do assunto, acho que ela não queria falar sobre nada do que acabou de ocorrer, é que realmente tava difícil me controlar perto da Jade.

– Eu concertei o carro do meu vizinho! – Falei dando de ombros e voltando a me sentar corretamente na areia. – Mas o que mais você fez? – Perguntei.

– Bom eu dei um café do lixo pra Tori, foi divertido! – Falou rindo de si mesmo, ri com ela, nós ficamos um tempo abraçados.

– Sabe... Jade porque você nunca me diz coisas bonitas, nunca se comporta como garotas normais e vive ofendendo os outros? – Perguntei, ela meio que se assustou com a pergunta já que, estávamos há um tempo juntos e nunca me passou pela cabeça isso, até conhecer a Tori, que era especial pra mim de um jeito bom, ela me lembrava meio que a Jade, eu sei isso não faz nenhum sentido, mas as vezes eu me pergunto se a Jade fosse como a Tori? Mas ai eu me lembro de que sou mais feliz com ela como Jade, do que com ela tentando ser alguém que ela não é.

– Não sei Beck! Mas porque isso agora? – Falou tirando meus braços em volta do seu corpo e me fitando curiosa, levantou a sobrancelha e ficou com uma expressão séria no rosto.

– Porque às vezes eu fico achando que você não ta nem ai pra mim! – Desabafei um pouco. – E depois eu penso que você gosta bastante de mim, ou se não já tinha me largado.

– Nunca ia fazer isso... Eu acho! - Disse rindo, acompanhei-a no riso.

– Que tal tomarmos banho agora? – Perguntei me levantando e puxando ela pelo braço, ela ficou a centímetros de mim, levantou seu rosto, ficando próximo ao meu, senti sua respiração quente perto da minha, tive vontade de beija-la ali mesmo, mas ela é minha namorada, se quisesse me beijava. Só era aproximar nossos rostos, mas ela parecia nervosa pra fazer isso.

– Me desculpe por gritar com você! – Falou tirando a blusa e ficando de biquíni, depois ela tirou seu short.

– Me desculpe, é só que às vezes Jade, eu perco o controle com você, você consegue me irritar e ao mesmo tempo me fazer te desejar cada vez mais. – Desabafei meus sentimentos.

– É... Com certeza essa lua cheia deve ta mexendo com sua cabeça... – Falou me fazendo rir, mas ficou séria de repente. - Pra falar a verdade Beck, eu tava até gostando. – Falou piscando pra mim e correndo pra dentro do mar, então ela tinha gostado, essa frase foi meu passe para começar a me preparar pra nossa primeira vez, mas agora não, agora eu só queria aproveitar um pouco com ela. Corri em direção ao mar, mas não vi Jade, meu coração se desesperou, onde ela estava? A correnteza e as ondas estavam bastantes fortes, será que ela tinha se afogado? – Devia ver sua cara... Foi bastante engraçada! – Ouvi sua voz atrás de mim, apenas a beijei, ela não esperava, mas correspondeu. Acabamos de tomar banho e já íamos pra areia de novo.

– Você ta linda assim! – Falei admirando ela vestindo a blusa de costas pra mim.

– Lá vem você de novo. Eu te vejo ai todo irresistível, mas não fico falando isso! – Falou rindo, com certeza o plano de vir para a praia tinha dado certo, minha morena, não parava de rir pra mim, me fazendo rir também, acho que ela tinha se esquecido dos problemas com o pai.

– O que acha de irmos à casa da Tori? Todos devem estar lá! – Falei vestindo a blusa.

– Tudo bem! – Concordou simplesmente.

– Você realmente não ta bem hoje! – Ri, e ela riu junto.

– Ta vendo o que você faz, fica falando coisas ai me deixando toda melosa, eu odeio isso! – Falou chutando areia e fechando a cara, apenas ri de canto.

– É que lá no fundo sua mal-humorada você sabe que me ama! – Falei mexendo no seu cabelo.

– Bem lá no fundo! – Falou dando uma tapa em minha mão e entrando no carro, é pelo menos ela admitiu que me ama, sabe eu adoro o jeito da Jade, difícil de ser conquistada, casca grossa, chata, ranzinza, mas é adorável vê-la demonstrando sentimentos por mim, e a cada vez que eu fazia isso, me dava uma vontade ainda maior de fazer de novo, e eu nunca me canso desse joguinho. Fomos para a casa da Tori, assim que Tori abriu a porta e encontrou nós dois atrás dela, ela se surpreendeu.

– Beck... Jade! – Falou pra si mesma.

– Isso mesmo Vega agora saía da frente! – Falou Jade entrando na casa dela, e avistando, Cat, Robbie, André. Rex e Trina.

– Jade não é assim que entra na casa das pessoas. – Falei pedindo licença a Tori.

– HEY pessoal sem briga! – Falou Tori.

– Ninguém vai brigar aqui Vega, a não ser que você queira! – Falou Jade, ficando de frente pra Tori.

– Como foi o Niver da Trina? – Perguntei curioso.

– Nada bem! Voltamos a pouco tempo da gravadora, depois que os produtores nos abandonaram pra ir conhecer a Beyoncé, isso tudo porque a Trina não apresentou quem cantava a musica que dei pra ela de verdade, ou seja, eu aqui! – Disse Tori. Vi Jade rindo. – Então chamei Robbie e Cat pra que viessem pra cá! Onde vocês estavam? – Ia responder, mas Jade fez sinal que não.

– Não interessa Vega! - Falou friamente. Eu ri. Como ela podia estar tão doce a pouco e agora estar assim? Cumprimentamos a todos, e nos sentamos-nos à mesa.

– Que tal brincarmos de verdade ou consequência? – Perguntou Robbie, já que queríamos fazer alguma coisa legal.

– Pra que? Pra você falar que tem medo de dormir no escuro ou que fica sonhando que beija garotas? – Falou Rex, Jade riu e todos ficamos tentando esconder os risos.

– Eu adoro esse jogo! – Disse Cat.

– Você sabe jogar Cat? – Perguntou Jade.

– Não! – Respondeu simplesmente, olhando para o teto, ficamos com uma cara de HAN? André explicou pra ela sobre o jogo e Tori girou a garrafa, caiu dela para o André. Ele escolheu verdade.

– Então André é verdade que já gostou da Cat? – Perguntou.

– Não! – Negou André.

– Espera eu tenho uma pergunta: Você é retardada? Eu respondo essa: Claro que sim! – Disse Jade. Tori não ligou para o comentário e girou a garrafa, caiu de Jade pra Cat.

– Cat é verdade que você tem problemas psiquiátricos? – Perguntou malvada.

– Uma vez meu irmão teve problemas psiquiátricos, então ele foi pra o hospital e o médico disse que ele estava no lugar errado! – Falou rindo. Não entendemos nada, então aceitamos isso como um sim, ela tinha problemas psiquiátricos.

– Faz uma pergunta direito Jade! – Questionou Tori.

– Cat qual seu maior medo? – Disse Jade.

– Sapatos assassinos! – Falou abaixando o rosto, o resto do grupo não tinha entendido, mas Jade ria demais e eu acompanhava rindo mais baixo.

– Chega desse jogo que tédio! Beck me leva pra casa? – Falou Jade mudando de humor do nada.

– Calma dá mais duas chances ok? – Perguntei, ela bufou irritada, mas permaneceu no lugar dela. Tori girou a garrafa e caiu do Robbie pra Jade que escolheu verdade.

– Jade onde vocês estavam há pouco? – Tentou Robbie, isso concerteza irritaria ela.

– Há dois minutos eu tava na sala da Tori! – Falou rindo de canto.

– É sério!- Disse Robbie.

– Estávamos na prai... – Tentei responder.

– Eu escolho desafio! – Falou Jade mal humorada.

– Eu desafio você a beijar... – Tentou Robbie, mas viu meu olhar desaprovador.

– Robbie! – Jade chamou sua atenção. O clima pesou, todos olhavam para o Robbie.

– A beijar o Beck, pode beijar o Beck e até acho melhor a gente acabar o jogo por aqui! - Falou Robbie molenga, Jade apenas me deu um selinho o que estranhei, já que concerteza eu esperava um super beijo dela, só pra passar na cara da Tori depois.

– Ele não tem coragem de falar que queria um beijo da Jade, mas eu tenho. – Disse Rex, Jade pegou o boneco e jogou ele no piano, que fez um barulho estranho, ela levantou e saiu da casa, acho que me esperaria no carro.

– HEY ANDRÉ! Vem cá! – Chamei André para um canto afastado. – Sabe cara... O que você acha de... Quer dizer você já... Fez coisas? – Perguntei olhando para o chão envergonhado.

– Não cara! – Disse simplesmente.

– Porque não me chamam? – Disse Robbie.

– Porque é papo de homem! – Falou Rex.

– E eu sou o que? - Perguntou Robbie.

– Quer mesmo que eu responda? – Disse Rex.

– Não! Tori to indo. – Falou Robbie saindo com o boneco. Apenas rimos.

– Por quê? Você pensa em fazer algo com a Jade? – Perguntou André, sacando meu nervosismo. – Você só pode ta doido! Afinal é a Jade né? – Falou na mesma hora Jade entrou pela porta, acho que me cobrando pela demora.

– Jade o que? – Perguntou curiosa.

– Que você é bonita só isso! – Disse André. – Tori já vou a barra pesou! – Saiu correndo pela porta. Tori apenas riu. Ela me puxou pelo braço até o carro.

– Vai fala logo! – Disse enquanto eu a levava pra sua casa.

– É que eu disse pra André que fiquei com ciúmes quando Robbie disse que você tinha que beijar alguém! – Falei não deixando de mentir, realmente eu fiquei com ciúmes, mas não era essa a questão.

– Tá tchau! – Falou saindo do carro, me dando um beijo na bochecha e desaparecendo da minha vista, entrando na sua casa. Fui para meu trailer e ficava nervoso cada vez mais a pensar em como seria nossa primeira vez e foi assim que adormeci.

Notas finais do capítulo
Heey meus amores, ta vendo o capitulo não foi lá grande coisa, mas eu consegui escrever alguma coisa, então ta valendo ok? Não me matem ok? Mereço reviews? u..u proximo capitulo eu adoro, porque o destaque de BADE é demais, mas enfim até Sábado ;D

AVISO: Mandem suas fics para eu indicar lá embaixo, vai que alguem veja e queira ler, mas me mandem por Mp e não por reviews ok?

Fic de Hoje: http://fanfiction.com.br/historia/332446/Oh_Darling/

(Leiam essa fic plys, mais BADE pra vocês :D)By :)




(Cap. 5) Jade Termina com Beck

Notas do capítulo
Heeey meus amores, adorei os reviews que me mandaram, sério mesmo obrigada pelo carinho de vocês! Então, eu adoro esse capítulo (eu sei é triste, porque eles terminam, mas eles voltam e o capitulo dá mais atenção para o casal, então é só eles, o que eu acho muito bom okay?) Então vamos ao capitulo boa leitura ;D

*Esse capítulo segue a série:

Brilhante Victoria ou Victorious (1º - Temporada)

Como descrito: Não seja rígido, pois cenas serão mudadas, acrescentadas ou invertidas. Aqui a imaginação é livre e o prazer é seu em ler!

LEIAM AS NOTAS INICIAIS E PRINCIPALMENTE AS FINAIS! ;D

Jade West

Acordei bem cedo, eu sei, eu já disse que odeio acordar cedo, mas era preciso, tinha que ir ver o Beck, afinal, ele tinha aula de Yôga hoje e só iria vê-lo na escola, depois que cheguei ao trailer de Beck, o chamei e ele apareceu já arrumado para ir para aula.

– Oi! – Falou me dando um selinho. Seu telefone tocou e como não era eu que estava ligando, o peguei antes que ele atendesse. Era alerta de mensagem de Alyssa Vaughn, de novo? Essa garota já tava enchendo, ela já tinha mandado cinco mensagens para o celular do Beck, contando com essa são seis. Nem eu mando tanta mensagem assim. Li a mensagem e estava escrito: “Você vem pra aula de Yôga hoje?”, porque ela tava tão interessada nele? Que idiota! Mostrei o celular para Beck que sorriu de canto, levantei a sobrancelha e ele ficou sério. – Jade, é só uma garota! – Tentou.

– Uma garota? Não, Não Beck, essa garota é rica e faz Yôga com você, então ela já tá muito próxima de você o que eu não gosto, e ela já mandou seis mensagens contanto com essa? – Ele apenas assentiu com a cabeça.

– Ela é minha amiga! – Como ele teve essa coragem?

– ELA... NÃO É SUA AMIGA! – O olhei mortalmente.

– É sim, mas você não precisa... – Tentou, mas fui mais rápida peguei uma pedra e joguei nele, mas não acertei! Cretino! Peguei meu carro e fui para o colégio. Só o encontrei depois do almoço.

– Advinha o que eu vi? Uma foto sua com a tal da Alyssa Vaughn, mas que beleza não? – Perguntei sarcástica, eu tava odiando ele, como ele podia? Imbécil filho da mãe!

– Foi só uma foto, nada demais, foi depois da aula de Yôga, os paparazzi estavam lá e foi isso. – Falou descendo as escadas comigo atrás dele.

– EI! Ainda não acabamos de falar sobre isso! – Falei chamando sua atenção.

– Eu já! – Falou me contrariando, o que tinha de errado com ele hoje?

– Mas eu não! – Adverti.

– Olha Alyssa Vaughn é só minha amiga! – Falou na cara dura.

– É uma amiga que já te mandou seis mensagens de texto hoje! – Seu celular tocou de novo. – Sete! – Falei nervosa.

– Você não sabe se foi ela! – Tentou.

– E foi? – Perguntei, ele apenas conferiu o celular.

– Qual é sua fruta tropical favorita? – Perguntou fugindo do assunto, como ele podia? Afinal como ela podia? Que cretina! Que cretino! Eu estava com muita, muita raiva.

– Manga! E eu não gosto do seu relacionamento com a Alyssa! – Adverti.

– É uma mensagem de texto! – Falou como se isso fosse nada, eu não mando mensagens de texto pra ele, não pelo menos seis ao dia, tá bom que às vezes eu mando muitas, mas eu sou a namorada dele, eu posso, ela não.

– E o que diz? Pode ser... Oi Beck, meu pai ficou mais rico e eu fiquei mais linda, vamos ficar? – Perguntei sarcástica imitando a voz de uma menina como ela.

– Tá bem deixa eu ver se eu te entendi? – Tentou, mas eu não tava com paciência pra isso.

– Vamos ver se entendeu! – Disse saindo um pouco do meu tom normal de voz.

– Porque a gente namora eu não posso ser amigo de outras garotas? – Perguntou, claro que não! Ele é só meu.

– Pode ser amigo de garotas feias! – É isso era verdade. – Mas não de lindas socialites que te mandam umas cem mensagens por dia. – Questionei.

– Sabe você... Tori dá pra vir aqui? – Perguntou chamando Tori, o que ela tinha a ver com isso? Eu respondo: nada! Ele já tava me tirando do sério.

– Que foi? – Perguntou a chata da Tori. UFS!

– Se fosse minha namorada... – Já começou errado, ele queria se insinuar pra Tori? já não bastava só a Alyssa?

– Ótimo jeito de começar a pergunta! – Questionei.

– Você ia ficar bolada se eu fosse amigo da Alyssa Vaughn? – Perguntou não ligando mais pra o que eu falo realmente ele tina acordado e batido a cabeça em algum lugar hoje.

– Quem liga pra o que ela acha? – Perguntei. Realmente eu não ligo!

– Francamente eu não ia gostar! – Disse sua opinião, agora eu ligava.

– Eu ligo para o que ela acha! – Falei me aproximando da Tori.

– Como você pode dizer isso? – Tentou Beck.

– Olha eu não quero ficar no meio disso! – Falou a Vega tentando sair, a puxei de volta.

– Pode ficar ai mesmo... – Ela apenas reclamou.

– Não acha que a namorada tem que confiar no namorado? – Perguntou Beck, mas claro que não! Não com a Alyssa Vaughn, porque simplesmente ele não fica amigo de alguma feia e que não fosse rica? Sei lá, ai talvez eu confiasse nele.

– Eu até acho... – Tentou Tori, mas eu a mandei embora, Beck apenas pediu pra ela ficar e ela ficou. UFS!

– Tá bom quer saber... – Eu já tava farta disso.

– Pode dizer! – Falou. Mas tenho certeza que ele não gostaria que eu falasse o que eu tinha pra falar, tava tudo entalado e eu tinha que botar pra fora.

– Não! Não fala isso pra ele! – Disse Tori já sacando o que eu ia fazer.

– Está acabado! – Tinha tomado minha decisão, talvez minha vida ficasse melhor sem o Beck.

– Jade! – Tentou Tori.

– Você tá terminando comigo? – Perguntou Beck.

– Não, não ela não está! – Tentou mais uma vez Tori.

– Eu to sim! – Falei saindo dali, se ele queria ficar com Alyssa Vaughn podia ficar, eu não to nem mais ai pra isso.

– Está sendo ridícula! – Falou Beck.

– E o que você tem com isso? Eu não sou mais sua namorada. – Falei saindo dali, não podia ficar mais no mesmo lugar que ele. A idiota da Trina Vega, irmã da Tori, tentou me dar um folheto de sua peça que parecia ser ridícula, então amassei e joguei dentro da blusa dela. Sai dali, não assisti à próxima aula e fui pra casa, como ele podia? Me trocar por ela? Senti uma lagrima escorrendo pelo meu rosto, não eu não iria chorar! Não por causa dele. Estúpido! Tava fazendo borrar minha maquiagem e ele nem estava aqui, cheguei em casa, tomei banho e fui dormir cedo mesmo. Acordei no outro dia, tinha sonhado com Beck beijando a tal da Alyssa Vaughn, ai que sonho idiota! Levantei, me arrumei e fui para o colégio, não vi Beck, mas como ele podia me abandonar? Era simples, eu só queria que ele viesse atrás de mim e disesse que não ia mais falar com a Alyssa. Mas não, ela deve ser bem melhor do que eu, já que nem o vi hoje, e mesmo que o visse, ele não falaria comigo, assisti a aula hoje, e depois fui almoçar, comprei alguma coisa e me sentei em uma mesa sozinha, não queria falar com ninguém, e nem sinal do Beck, talvez a Alyssa tava com ele só isso deveria justificar a sua ausência. Mantive-me forte, não queria que ninguém me visse chorando. Sinjin e outro nerd lá vieram sentar na minha mesa.

– NÃO! – Falei e eles saíram, gostava de como as pessoas tinham medo de mim. André e Tori chegaram, ai só era o que me faltava!

– Tá parecendo que você quer almoçar com alguns amigos? – Disse Tori se sentando juntamente com André.

– Me poupe! – Reclamei.

– Eu achei que você tava brava por que... – Tentou Vega.

– Eu terminei com Beck tá bom? Eu dei o fora nele. – Falei brava, com certeza essa história estava me irritando bastante. Foram ouvido barulho de buzina e me virei pra ver quem era realmente não era pra eu ter virado. Beck tinha chegado de carro com a estúpida da Alyssa, me senti um lixo, mas tentei me segurar firme não podia dar esse gostinho a ele.

– Aquela é Alyssa Vaughn? – Perguntou Vega.

– É e daí? – Falei tentando não dar à mínima.

– Nada! Ela é feia. Batata frita? – Tentou Tori, porque ela queria me ajudar? Isso não fazia sentido algum.

– Feia? Olha pra ela a garota é um avião é sério! – Falou André, me colocando pra baixo e me deixando irritada ao mesmo tempo. – É melhor eu ficar quieto! – Lamentou.

– Olha só ele... – Tentou mais uma vez Vega, já estava farta dessa situação a qualquer hora Alyssa podia beijar Beck e eu o perderia de vez.

– Eu não ligo se o Beck quer namorar aquilo, espero que ele se divirta! – Falei não dando à mínima, estava completamente fora do sério, com vontade de socar alguma coisa. – O que? – Perguntei, pois Tori não olhava pra mim e parecia espantada.

– Tá esmagando o seu burrito!- Advertiu, olhei pra baixo e realmente eu tinha esmagado tudo, droga! Odeio me sentir assim, essa não sou eu, não posso ficar me lastimando porque a garota é rica e bonita, e droga olha eu aqui me lastimando de novo. UFS! Tenho que sair daqui não posso ficar vulnerável. Larguei o burrito, peguei minha bolsa e sai dali antes que perdesse o controle e voasse no pescoço de Alyssa. Fui até o armário do zelador, comecei a chorar, mas que droga! Eu não podia chorar não assim, eu tinha que recuperar o Beck de volta antes que aquela socialite imbécil tirasse ele de mim. Enxuguei as lagrimas, e sai do armário batendo em alguma coisa. Que droga! Não queria que ele me encontrasse assim, era Beck.

– Estava chorando? – Perguntou assustado.

– Não eu só... Sai da minha frente garoto! – Falei o empurrando e quando ia saindo dali pensei no que havia passado na minha cabeça no armário, não podia perder o Beck. – Quer saber, eu desisto eu quero você de volta! – Falei direta, ele apenas me olhou desanimado.

– Jade eu... Não quero voltar com você! – Falou. Aquelas palavras deram uma facada no meu coração, mas que droga Beck! Tudo podia ficar tão fácil, como ter você do meu lado, UFS! Será que Alyssa já tinha o beijado? Era possível, quando percebi já estava saindo dali, Beck esperava que eu disesse alguma coisa, ou implorasse ou sei lá, mas não foi isso que eu fiz, se ele acha que eu iria desistir dele tão fácil assim ele está enganado, eu não o perderia para aquela magricela idiota. Sai de lá, peguei meu carro e fui pra casa, mas não tinha nada pra fazer. Iríamos ter aula do Sikowitz, mas parece que ele tinha batido no carro de um policial com um patinete, então largamos mais cedo. Não queria ficar em casa sozinha, pensando nele, não conseguia arrumar métodos de conseguir que ele me amasse de novo, então peguei o carro e parti para um lugar que achei que nunca ia sozinha, a casa da Tori Vega. No caminho, parei o carro e peguei emprestado a pipa de um pirralho, na verdade eu não pedi, apenas empurrei o pirralho e peguei sua pipa, não queria dizer a Tori que queria o Beck de volta, então usaria a pipa pra que ela percebesse isso, sem precisar que eu falasse. No caminho pisei na pipa e finalmente cheguei à casa da Vega. Ela abriu a porta.

– Jade? – Falou incrédula, apenas entrei segurando a pipa. – Agora você ta na minha casa! – Falou ainda incrédula.

– A pipa quebrou! – Falei referindo-se ao meu namoro com o Beck. – Eu tava passeando e vi essa pipa num arbusto, só que ta quebrada e alguém têm que concertar. – Menti, já que tinha deixado o pirralho chorando, mas minha voz falhava e droga eu devo parecer desesperada mesmo! Tori não entendeu qual era a da pipa, então joguei a pipa e partir para o assunto termino de namoro, mas minha voz falhava cada vez mais. – EU QUERO O BECK DE VOLTA! – Berrei, parecia mesmo desesperada, mas fazer o que não conseguia me controlar. Tori questionou eu ter terminado com ele, o que foi um erro. – Eu sei foi igual quando eu tinha sete anos e joguei o boneco cabeça de batata fora e depois tentei fazer ele de volta, mas já era tarde porque minha mãe tinha doado para órfãos carentes! – Órfãos estúpidos! Tori perguntou por que eu não disse isso para o Beck, então contei a ela que ele tinha me rejeitado e comecei a chorar, eu não choro em publico. Tori questionou o porquê de eu estar a procurando, então menti dizendo que era porque eu não queria que alguém legal me visse chorando, mas sabe até que ela era legal, ela tentou minimamente me ajudar na hora do almoço e ainda não tinha me expulsado de sua casa, eu concerteza a expulsaria. Se ela me ajudasse talvez eu começasse a gostar dela, ou não. Sei lá eu tava em crise! Implorei que ela falasse com o Beck e coloquei sua almofada no meu rosto, para que ela não me visse implorando ou chorando ainda mais. Ela deu palmadinhas de consolo na minha cabeça e concordou em me ajudar. Tinha sujado sua almofada, é eu tinha chorado bastante, mas não queria perder o Beck pra aquela idiota. Fui pra casa e Tori foi falar com Beck, dormi mais calma, vai ver que ela consegue, no outro dia, levantei da cama, um pouco mais confiante e fui para o colégio, encontrei Tori antes de ir pra aula. Ela me contou, sobre sua conversa com Beck.

– Qual é? Ele gosta de limonada! – Falei. Beck tinha dito que eu não dei nada de legal pra ele no seu aniversário, mas não costumo dar presentes, afinal ninguém merece presentes, somente eu, talvez isso fosse um pouco egoísta da minha parte, mas eu dei uma lata de limonada, isso era raro, já que lembrei que ele adora limonada.

– Tá mais de latinha? – Questionou Tori.

– Mas ele bebeu! – E ainda me deu obrigado, qual é porque isso agora? Pra mim o Beck só tinha inventando uma desculpa pra ele ficar com a Alyssa, mas eu não ia desistir assim. Tori disse que ele não queria voltar mesmo, e eu mandei o Sinjin ir embora antes que eu perdesse a paciência, por ficar me irritando com sua mania de gostar de mim. Tori me disse que talvez fosse melhor eu esquecer o Beck, mas qual é? Eu não consigo! Eu o amo! Ah mas que droga, já to ficando sentimental de mais, a puxei para o armário do zelador. Comecei a me desesperar pensando na possibilidade de ficar sem o Beck, questionei a Tori, afinal eu era legal e bonita, eu sou perfeita pra ele. Ela disse que seria bom que eu fizesse algo legal pra ele, mas qual é? Eu não sou de dar presentes, eu tinha que fazer uma limonada fresca pra ele? Só pode ser isso que ela quer. Talvez um cão, o Beck sempre disse que queria um rottweiler, é essa ideia era perfeita, então faríamos isso. Iríamos pensar mais sobre isso se um cara estranho não falasse no armário do zelador, nos fazendo sair correndo, como assim ele tava dormindo ali? Que estranho! Saímos dali o mais rápido possível, depois que as aulas acabaram fomos á uma loja de animais e compramos um rottweiler, ele parecia bem bravo, o levamos no meu carro para o trailer de Beck. Como já sabia entrar no trailer, abri a porta e verifiquei se não tinha ninguém, enquanto Tori esperava do lado de fora. Não tinha ninguém pelo menos não a minha vista, já que não olhei o trailer todo, pedi a Tori o cachorro, mas ela assuava o nariz dele, que menina estranha! Cães não sabem assuar o nariz, mas esse sabia, Tori sorria vitoriosa. Foram ouvidos gritos dentro do trailer depois que colocamos o cachorro lá dentro, não dava pra escutar de quem era, mas deveria ser do Beck, já que o trailer é dele.

– BECK VOCÊ TA BEM? – Perguntei nervosa, meu Deus o que eu fiz?

– Ele parece bem? – Perguntou Tori sarcástica, isso não era hora, ele podia morrer lá dentro.

– BECK! BECK! - Comecei a gritar seu nome involuntariamente, já que estava muito nervosa. – Isso é terrível! Ele nunca vai me querer de volta. – Referi a como eu tinha pisado feio na bola.

– O nosso maior problema não é esse! – Disse Tori tentando abrir a porta.

– O que tá havendo? – Perguntou uma voz atrás de nós, era Beck, meu Deus que alivio ver ele ali salvo, mas quem estava no trailer então? Conseguimos tirar o pai de Beck dali, depois de muito esforço, tínhamos chamado à ambulância. O coroa não parecia bem. Desculpei-me com o pai de Beck, e Tori também, mas o coroa parecia estar sentindo muita dor.

– E ai já está na faculdade? – Perguntou a enfermeira assanhada, como ela podia? Ela tinha que socorrer o pai dele e nada mais.

– Tchau! – Falei, a mulher saiu com a ambulância, como assim ela tava dando em cima dele? – A ideia do cachorro foi da Tori! – Menti.

– Qual é? – Questionou a Vega.

– Tudo bem a ideia meio que foi minha, mas eu... – Estava nervosa, agora que ele não ia me querer de volta mesmo, mas eu tinha que explicar. – Não achei que ele ia pirar assim, eu queria te dar um cachorro porque você fala que queria desde que a gente se conheceu então talvez você... – Tentei completamente nervosa, mas o que eu não esperava aconteceu. Beck me beijou, sim ele me beijou, ele me queria de volta, eu ainda estava surpresa, mas aceitei seu beijo, ele separou nossos lábios depois de me calar. – Me amaria de novo! – Desabafei, achei mesmo que ele nunca ia me beijar de novo, achei que ele não me amasse, achei que ficaria sem ele pra sempre e eu não conseguiria ficar sem ele, porque eu o amava. Ele era a única pessoa que me fazia tentar ser boa, por motivos que nem eu sabia.

– Quem disse que eu não amo? – Perguntou retoricamente, fiquei profundamente feliz com isso.

– OWN! – Falou Tori atrás de nós, até tinha me esquecido dela ali. – Estraguei o clima! – Sim ela tinha estragado, mas eu não ligava tanto, ele me beijou, ele me queria, e eu também o queria muito.

– Tudo bem eu to te devendo uma mesmo. – Falei. É ela tinha me ajudado, e eu estava grata por isso, talvez ela fosse legal. Virei e beijei Beck de novo, estava com saudades de seus lábios viciantes. Sua língua pedia passagem com rapidez, devido a saudades que ambos sentíamos como era bom estar com ele, apenas cedi.

– HAN... É... HAN... É que ta ficando meio tarde e... Será que da pra você me levar pra casa? – Perguntou Tori estragando o clima novamente.

– Não dá pra ir andando? – Perguntei, eu sei eu tava devendo uma pra ela, mas tinha que ser agora? Ela me ajudou, mas eu estava com tanta saudade do Beck que não queria me separar dele por nada agora. Voltei a beijá-lo ainda com Tori atrás de nós tentando argumentar para que eu a levasse pra casa.

– Tentem não se engolir! – Falou saindo dali. Realmente ele me beijava ferozmente e eu retribui, por falta de ar tive que separar nossos lábios.

– Espera ai... Se queria voltar comigo... Porque não aceitou antes quando eu falei? – Perguntei um pouco confusa.

– Sabe Jade... Quando você me perguntou eu tive uma vontade avassaladora de te aceitar de volta, mas eu não consegui, eu só odiei o fato de que você não fazia nada de legal pra mim por isso que falei aquilo pra Tori. – Falou, é acho que ele podia estar certo.

– Mas eu... – Tentei, mas não consegui completar a frase.

– Eu sei você tentou me dar um cão. E fico muito feliz por isso, afinal quer dizer que você se importa comigo e que me conhece tão bem quanto eu conheço você... – Falou. Eu tava começando a me derreter de novo.

– Eu não sou romântica, antes que você diga isso! – Disse, já que ele adorava dizer isso e com certeza era mentira.

– Você é sim... E por mais que diga que não é e brigue comigo por causa disso, eu gosto porque você só é romântica quando se deve ser... Você sabe a hora certa de me agradar e eu adoro isso em você... Eu adoro tudo em você. – Falou estampando um sorriso enorme no rosto. Inclinei-me e beijei-o novamente, era um beijo calmo, Beck apoiava as mãos na minha cintura. Mas senti necessidade de separar nossos lábios novamente, afinal ainda tinha uma pergunta a fazer. – Ufs! O que foi agora? – Perguntou não querendo me largar devido à saudade.

– Bem... E sobre a... Alyssa Vaughn? – Perguntei, ele apenas bufou. – Eu... – Tentei.

– Eu sinto muito! Você tinha toda razão, ela começou com o papo de você é incrível e formaríamos um lindo casal... – Falou.

– Cretina! – Reclamei, e não era que eu tava certa? Mas essa era uma péssima hora pra falar isso!

– Então eu disse que não queria nada com ela e que queria minha namorada de volta, então sai da aula e vim pra cá. – Falou sendo fofo de novo. – Eu te amo! – Falou sendo ainda mais fofo, ele se aproximou e me beijou ferozmente de novo, abriu com cuidado a porta de seu trailer. - Você não quer entrar? – Entendi o convite, já tava tarde, e ele queria que eu ficasse, mas seu olhar me dizia que ele queria mais, e eu sabia o que ele queria, Beck conseguia ser ainda mais fofo, quando queria algo desse tipo. E por incrível que pareça, eu não estava nervosa, eu também queria, eu queria ele, mas do que nunca, e talvez agora parecesse uma boa hora de matarmos a saudade.

– Claro! – Falei e ele me puxou pra dentro do trailer.

Notas finais do capítulo
Heeey pessoas, gostaram o capitulo? Não? Sim? Eu sei vocês querem ver a primeira vez deles, não deu pra encaixar ai certo? Mas no proximo já que não aparecem muito eles, vai ter Primeira vez de Bade pra vocês u.u.u. Me digam o que acharam okay? Muito bem, eu to tentando baixar a 4 temporada de Victorious, pra deixar no meu Pc, mas não to achando, eu já baixei alguns e quero baixar o capitulo 10 legendado, mas não consigo quem tiver algun site bom sem ser o Central Nick mandem pra mim por Mp okay? Obrigada!

AVISO: Mandem suas fics para eu indicar lá embaixo, vai que alguem veja e queira ler, mas me mandem por Mp e não por reviews ok? Algumas leitoras já mandaram e por falta de fic pra indicar eu vou começar a indicar as que eu já li e que gostei, seja elas Bade ou não ok?

Fic de hoje: http://fanfiction.com.br/historia/337532/Somewhere_Only_We_Know/

(Leiam plys! Já salvei nos meus favoritos outra fics dela, mas não essa, mas acho que são boas concerteza, então pra quem gosta de Bade, leiam essa fic) By e até terça ;D




(Cap. 6) Tori a Zumbi

Notas do capítulo
Oieee meus amores, sério gente eu tenho que falar, eu to muito feliz, u.,u.u a fic está com 50 reviews u.u.u.u.u obrigada a Black Coffee que mandou o reviews de numero 50, linda você é demais, mas quero dedicar esse capitulo não só a ela, mas também a JADEandBECK que me mandou uma recomendação linda, MEUS DEUS eu fiquei tão feliz e como não basta de felicidade ainda ganhei mais uma recomendação da GabbyWest que sempre manda reviews fofos e ainda por cima me mandou um recomendação DIVONICA u.u.u *le autora pulando enquanto balões amarelos e pretos caiem em minha sala* u.u.u amoris sem vocês essa fic não é nada, muito obrigada, dedico esse capitulo não só a elas, mas também a todos vocês :D

*Esse capítulo segue a série:

Brilhante Victoria ou Victorious (1º - Temporada)

Como descrito: Não seja rígido, pois cenas serão mudadas, acrescentadas ou invertidas. Aqui a imaginação é livre e o prazer é seu em ler!

Beck Oliver

Beijava Jade como nunca antes, meus braços passeavam por toda a sua cintura, de repente tropeço em algo, não sei o que, mas fez com que ela caísse em cima de mim, fazendo com que eu soltasse um gemido de dor, por ter batido minhas costas no chão.

Que é? Eu não sou tão pesada assim! Reclamou, apenas ri como eu tinha sentido sua falta! Mas antes não queria dar o braço a torcer, já que sabia que minha morena, viria até mim no momento certo e ela veio.

– Só um pouquinho! Falei. Ela me deu uma tapa na cabeça. Mas e agora não quer voltar pra onde paramos? Perguntei sorrindo malicioso e descendo minhas mãos pra baixo de sua cintura, ela ergueu a sobrancelha.

– Não, eu dispenso! Falou levantando-se e me puxando, apenas não tinha entendido nada. - Sabe, não é só você que brinca do casal! Disse, pulando em cima de mim de novo, dessa vez eu cai na cama. Ela me beijava como no inicio com fúria e desejo e claro, muita, muita saudade. Repousei minha mão em suas coxas, a puxando pra mais perto de mim. Jade tirou minha camisa, alisando meu peito que agora estava despido, a girei, ficando por cima, ela apenas riu de canto, tirei sua blusa e sua calça, seu corpo, estava com toda certeza chamando minha atenção. - Beck? Perguntou acenando com a mão na frente da minha cara, apenas sai do transe.

– Oi? Perguntei.

– Nada... Só que... Você ficou ai todo paradão. Riu com o seu comentário.

– É que... Você é linda! Fali olhando bem no fundo dos seus olhos azuis esverdeados.

– E você só percebeu isso agora? Riu convencida, é minha Jade, de volta nos meus braços de novo.

– Claro que não! Disse.

– Acho bom! Falou entrouxando a cara. Apenas ri de canto e continuei com meus beijos, distribuía beijos pelo seu pescoço, ela arranhava minhas costas, se arrepiando, tirei minha calça devagar, meu amiguinho já estava animado. Tentei deixar aquilo tudo o mais romântico possível, sem tanta pressa, mas seu sutiã preto não estava me ajudando, simplesmente eu não consegui abrir aquele troço, porque mulheres tem que usar aquilo?

– Esse troço não podia ser na frente? - Reclamei, aquele fecho não abria.

– Às vezes me surpreendo com suas habilidades, como você não consegue tirar um simples sutiã? - Perguntou sarcástica.

– É que... Ufs... Dá pra você me ajudar? - Perguntei sendo um bobo.

– Não! - Reclamou. Mas um milagre aconteceu felizmente eu tinha conseguido abrir o fecho, olhei pra Jade, despida em minha frente, aquela com certeza era a cena mais bela do mundo. Incrível, Jade estava corada, ela quase nunca ficava corada. - Eu te amo! - Falei tentando deixá-la mais confortável, claro que o que eu falei também era verdade, eu a amava e tinha total certeza disso. Com um pouco de rapidez tirei sua parte de baixo e Jade me puxou para outro beijo feroz, sua língua percorria toda minha boca, minha morena era quente, senti seu pé em minha cueca Box, ela não conseguia tirar, ri com isso, afinal ela também não era boa nessas coisas. Finalmente conseguiu e com isso, nossas intimidades ficaram juntas, desgrudei dos seus lábios e a olhei meio que pedindo permissão pra continuar. Ela apenas assentiu com o olhar, então continuei, nos tornei apenas um, esperava alguma coisa de Jade, um grito, um gemido de dor, alguma coisa afinal ela era virgem né? - HAN... Jade... Você tá bem? Perguntei meio sem jeito.

– Claro! Mais do que bem. - Respondeu rindo de canto.

– É... Por que... Você... HAN... Você não... HAN... Doeu? - Resumi.

Sim, mas eu gosto de sentir dor. - Falou como se esperasse mais alguma coisa de mim.

– É porque eu pensei que... - Tentei.

– Beck! Apenas continue. - Falou, me fazendo rir, continuei com os movimentos, Jade mordia minha orelha, meu corpo estremecia, só de estar a sentindo, ela dava gemidos e soltava palavras sem nexo, isso só me deixava ainda mais louco por ela. Alcançamos o máximo do prazer juntos e caímos cansados na cama um do lado do outro, com certeza aquilo tinha sido muito bom.

– Jade? - Chamei.

– O-i? - Falou cansada.

– Você foi demais! - Não sabia o que realmente falar. O que se fala pra alguém depois de fazer essas coisas? É eu ainda estava nervoso, gente eu tinha tido minha primeira vez com a minha namorada gata que eu amo tanto, eu ainda estava nervoso.

– Obrigada! - Falou simplesmente. Eu estava com muito, muito sono. Ela se aconchegou em meu peito e dormimos agarrados. Acordei com batidas no meu trailer.

– Beck! Beck você está ai? - Falou alguém lá fora, alguém que reconheci como meu pai. Levantei da cama e vesti minha cueca rapidamente, olhei pra cama e Jade apenas se mexeu, seu sono era pesado digo isso porque já dormimos juntos, só dormimos. Olhei aquela cena linda, sua beleza era incontestável e não se comparava a mais nada. Queria poder continuar a observando, mas a voz lá fora não permitia. Beck você está ai? Continuou meu pai, cutuquei Jade, ela ouviu a voz lá fora e começou a vestir suas roupas, mas não deu tempo de ela vestir tudo, ficou apenas de roupa de baixo, pois meu pai abriu a porta, e ela rapidamente se enrolou com o lençol. Ele tinha a chave do trailer, mas se esquecia disso, a partir de hoje ele não teria mais. Imagina se todas as vezes que Jade e eu estivéssemos aqui, ele abrisse a porta? Não mesmo! - Desculpe filho eu não sabia que estava com sua namorada... É... Só vim avisar que me deram alta do hospital e que estou bem! Sorriu envergonhado, ele apenas tinha alguns curativos, mas nada de grave como pensávamos que tinha, já que aquele cachorro era enorme.

– Que bom que está bem pai... - Olhei pra Jade que fitava o chão, suas bochechas extremamente vermelhas. Pai me dá aqui essa chave, agora vá descansar... Nós vamos pra escola. Ordenei.

– Ok! Mas é bom correrem, porque já está tarde. - Falou me entregando as chaves e saindo.

– Jade eu me esqueci... Tenho ensaio hoje pra peça com a Tori. - Falei pegando uma toalha e indo tomar banho.

– Até quando nós... Você sabe... Essa garota ta no meio... Ufs! - Bufou irritada, essa com certeza era a minha Jade, depois que tomei banho foi a sua vez. Depois se trocou, já que tinha roupas suas no meu trailer e se maquiou já que carregava essas coisas na bolsa, estávamos prontos para irmos pra escola um pouco atrasados, entramos no RV e seguimos para HA.

– Desculpe se tivemos que correr hoje de manhã, mas é que... A peça e... Desculpe-me. - Queria poder ficar mais com ela no trailer.

– Não tem problema! - Falou me surpreendendo, afinal era pra ela estar de mal humor.

– Como? - Perguntei incrédulo.

– É só que a noite de ontem foi... Muito especial. - Falou me surpreendendo outra vez, eu sabia o quanto tinha que ser especial, mas ouvi a casca grossa dizer isso, foi espetacular, porque também tinha sido muito especial pra mim, e como foi especial. Fiquei calado, chegamos a HA, e rapidamente corri para o ensaio, Jade veio apenas andando normalmente, o professor me deu uma bronca e Jade entrou logo depois na sala. Ele gritou ação e começamos o ensaio, primeiro seria Tori e Robbie.

– Eu não sei. - Disse Tori começando a minha parte e a dela.

– Tudo bem você não saber. - Falei.

– Você merece uma resposta.

– Eu posso esperar... Por você eu esperaria mil anos.

– Mas isso é demais. - Falou aumentando um pouco seu tom de voz, Jade apenas fingia ler um livro, já que eu sabia que sua atenção estava em nossa cena. Ela provavelmente estava com ciúmes, e eu estava adorando.

– Eu sei que sou pobre... Sei que não tenho muito a oferecer... Mas eu te amo...

– Porque eu sou bonita?

– Não te amo porque você é bonita... É bonita porque eu te amo. - Uau! Ao falar isso, iríamos para próxima cena, mas uma musica de discoteca começou a tocar e olhamos para cima, onde Sinjin ficava com seus efeitos especiais.

– Qual é o lance da discoteca? - Perguntou Jade irritada.

– Desculpem eu apertei o troço errado. - Falou Sinjin.

– Não... Há quinze anos sua mãe deu a luz ao troço errado. - Eu adorava o jeito como ela humilhava as pessoas, não, não eu odiava, mas nossa volta ainda estava tão presente em minha mente que me fazia gostar das coisas que eu odiava antes nela, não que fossem muitas. O professor deu intervalo para todos e Jade chamou a atenção da turma, dizendo que Sofia Michelle estará em nossa cidade e virá conferir nossa peça. Tori não sabia quem era Sofia Michelle até ler a capa do livro de nossa peça e perceber que ela escreveu a peça, Jade zombou dela, agora ela escrevia no celular observei o que era e ri um pouco com isso, ela estava postando no The Slap.

"Acabei de ver o ensaio da peça do Beck e da Vega. Tori não sabe quem é Sofia Michelle, odeio pessoas desinformadas. "

"Humor: Entediada ¬¬ "

O professor acabou de sair apavorado, pela presença de Sofia, Sinjin soltou a música da discoteca de novo. - PODE ACABAR COM A DISCOTECA? - Jade gritou.

– Ninguém pode acabar com a discoteca. Disse Sinjin começando a dançar com a escova de cabelo que vibra como sempre sendo o estranho. Ainda teve mais um ensaio da peça, depois almoçamos e agora eu a levava em casa, já que tínhamos largado cedo.

– HEY você viu a burrice da Vega, em não saber quem é Sofia Michelle? - Perguntou Jade rindo.

– Vi, mas você viu o Sinjin dançando? - Começamos a rir no carro, ela agora deitou no meu ombro, enquanto eu dirigia.

– Você imagina a gente sem estarmos juntos? - Perguntou do nada.

– De jeito nenhum por quê? Você imagina? - Perguntei preocupado.

– Nada! Não. - Respondeu. UFA, imagina se depois dessa frase viesse: porque eu não quero mais namorar você, fiquei aflito. -

Então, no final de semana, minha mãe vai viajar então a casa dela lá perto do lago vai estar vazia, você quer ir? - Perguntei com segundas intenções.

– Tá! Confirmou. ISSO! Agora teríamos o final de semana, só eu e ela.

– Você não quer ir para meu trailer de novo? Em? - Perguntei com mais segundas intenções, ela me encarou levantando a sobrancelha. - Seria ótimo se você fosse... - Tentei. Passei a mão na sua coxa.

– Não dá, minha tia vai tá em casa hoje e ela pediu que ficasse. - Falou me desanimando.

Tudo bem! - Falei desapontando estacionando o carro. - Você sabe que ontem foi à noite mais especial da minha vida não sabe? - Perguntei.

– Sei sim! Eu sou inesquecível baby! - Falou convencida de novo me dando um selinho e saindo do carro. Fui para meu trailer e dormi rapidinho já que estava sem companhia. Acordei cedo, estava disposto a me arrumar bem devagar, já que não tinha que pegar a Jade, porque ela demorava um pouco pra se arrumar. Fui para o colégio hoje tinha o ultimo ensaio da peça, estávamos agora na cena de dança e canto. Tori usava uma mascara de Zumbi, não sei por que ela estava com aquilo! Mas tarde...

– Vega agora sim você tá parecendo você de verdade. - Disse Jade zombando de Tori ainda com a máscara de Zumbi.

– HAHA que engraçado Jade... Mas a culpa foi da Cat que usou cola na minha cara. - isse Tori, com certeza a Cat é maluquinha mesmo, como uma pessoa usa cola sem ser a de rosto na cara de uma pessoa?

– E cadê a Cat? - Perguntei.

Está num carro com a Trina, elas vão pegar o solvente pra mim. - Disse.

– Diga adeus a seu nem tão lindo rostinho. - Zombou Jade ainda rindo de Tori.

– Mudando de assunto... Como foi a reconciliação de vocês? - Perguntou insinuando algo, ela saiu dali antes que Jade pudesse cair em si e matar ela, com certeza Tori desconfiava, já que já era bem tarde e como ela mesmo disse não parávamos de nos engolir.

– Eu não acredito que ela perguntou isso! Disse Jade ainda incrédula, já que ela odiava quando tocavam no assunto: intimidade do Beck e da Jade. Eu vou matar ela.

– Calma, calma baby! Você ta devendo uma a ela? Lembra? Então que tal poupar a vida da Tori? - Perguntei, ela apenas me olhou irritada.

– Qual é? Quer me acalmar? Então para de me chamar de baby, você sabe que eu odeio isso! - Realmente ela odiava, teve uma vez que ela jogou o violão do Robbie na minha cabeça só porque eu disse isso.

– Desculpe. - Coloquei as mãos pra cima e me rendi, fomos almoçar e depois fui pra casa, peguei Jade novamente, pra estreia da grande peça que finalmente iria começar. - Ei, ei nossa autora ta chegando! - Falei pra Robbie do meu lado, nós espiávamos a plateia, Sofia se sentou do lado de boneco de Robbie, o Rex o olhando meio estranho, mas mantendo a pose. - Ai caramba é a Sofia Michelle! Disse Robbie inquieto. Jade veio até mim.

– Tori ainda ta com a máscara de Zumbi e o idiota ali não me deixa fazer o papel. - Disse Jade apontando para o professor.

– Calma amor! Mas porque você quer tanto esse papel, não é só porque você gosta da peça não é? O que mais você quer? - Falei já que conhecia bem minha namorada.

– Eu não quero a Tori muito junto de você e principalmente trocando juras de amor com você. - Falou olhando o professor com ódio.

– São juras de amor falsas. - Ressaltei.

– Principalmente juras de amor falsas, com você. - Refez a frase me encarando de braços cruzados.

– Você fica linda assim toda irritadinha! - Disse lhe dando um selinho e escutando o professor mandando, nos posicionarmos. E a peça finalmente começou, agora estávamos na cena em que o personagem do Robbie conversa com seu amigo rico chato, enquanto eu entrei pra pegar suas malas.

– Ei rapaz! - Disse Robbie representando.

– Sim, senhor? - Perguntei. - Essas malas são muito caras, não as arraste por ai como um macaco. - Disse Robbie.

Sinto muito senhor!

– WOW, WOW! - Falou o amigo do personagem do Robbie. - Vejam a garota que vem vindo ai.

– Ai meu Deus... Ela é... Maravilhosa. - Robbie levantou a taça de vinho na direção de Tori.

– Ela é linda! - Ressaltei. E lá vem Tori como um Zumbi, com certeza isso não seria nada bom para a peça, à expressão de Sofia Michelle não era uma das melhores. Começamos a fazer a cena de dança, Vi a Cat e a Trina fazendo sinal, segurando algumas coisas, parecia o solvente pra cola da máscara da Tori. Fiz sinal para elas, para que Tori visse, e agora como faríamos? Tori fez sinal para André e comecei a enrolar, junto com os outros que estavam no palco, cada um dançava um pouco. Só os meninos dançavam. Ei que surge Tori no meio deles, agora com a cara já normal. Continuamos a cena. E a peça acabou muito bem, minutos depois Sofia Michelle veio falar conosco. Ela disse que havia entendido o porquê de a Tori estar com cara de Zumbi, e explicou de uma forma totalmente diferente, mas fingimos que ela tinha entendido certo, e felizmente acabou bem. Sinjin colocou uma música de discoteca.

– Não lutem contra! - Começou a dançar do jeito estranho dele. Então o seguimos dançando loucamente. Depois de muito dançar e comemorar o sucesso da peça eu estava levando Jade pra casa.

– - Sabe ainda dá tempo de mudar de ideia e irmos para meu trailer? Falei meio que implorando.

– Você tá falando isso desde que saímos da escola, já ta ficando bastante irritante. - Cruzou os braços.

– Eu estou tão suado, seria tão bom se alguém pudesse dar banho em mim? - Falei mandando uma indireta, e realmente eu estava bastante suado, por dançar tanto, ela não, já que não soava de jeito nenhum.

– Primeiro: Eu não sou sua mãe pra ter que ficar dando banho em você. Segundo: Mesmo que eu fosse para o seu trailer, o que faríamos lá? - Perguntou fitando a janela do carro.

– Sei lá... - Falei passando a mão na sua coxa e apertando-a de leve. - Quem sabe né? - Ela sorriu.

– Tudo bem, vamos para o trailer, mas se me chamar de baby outra vez eu mato você entendeu? - Disse desistindo, passei pelo caminho de sua casa, mas não parei, fui direto para meu trailer, chegando lá, nós entramos e Jade começou a me beijar sem a menor delicadeza, ela queria tanto quanto eu. E foi com um beijo que começou minha segunda noite perfeita.

Notas finais do capítulo
Heeey meus amores, me desculpem pelos erros de ortografia se acharam alguns e me desculpe também se eu não soube fazer uma primeira vez muita boa, não sou boa nisso okay? Me desculpem, mas enfim estou tão animada, porque os dois proximos capitulos eu adoro, ROBARAZZI chegando pra agitar, ta super grande o capitulo pelo menos ta fora do normal e eu adorei escrevê-lo, então espero vocês na Quinta-Feira okay? Mereço reviews? Recomendações? Um tiro? (de brinks, plys não atirem na autora).

AVISO: Mandem suas fics para eu indicar lá embaixo, vai que alguem veja e queira ler, mas me mandem por Mp e não por reviews ok? Algumas leitoras já mandaram e por falta de fic pra indicar eu vou começar a indicar as que eu já li e que gostei, seja elas Bade ou não ok?

Fic de hoje: (como vocês não mandaram suas fics por Mp eu vou indicar uma okay?) http://fanfiction.com.br/historia/211722/Coisas_Que_Eu_Gosto_Na_Jade/

Sério eu adorei essa fic, é perfeita apesar de ser uma one-shot eu adorei, beijos e ate mais amoris ;D




(Cap. 7) Robarazzi

Notas do capítulo
Heeey meus amores, tenho que dizer que adorei esse capitulo e acho que foi o maior até agora. u.u.u! Aproveitem Robarazzi, eu adoro esse episodio :)

AVISO: Quando formos para a segunda temporada, a capa da fic irá mudar, sim sim, cada temporada, uma capa diferente okay? Se quiserem me mandar alguma capa, eu vejo se fica legal, mas isso só quando tiver acabando a 1 temporada ok? Boa leitura! :D

*Esse capítulo segue a série:

Brilhante Victoria ou Victorious (1º - Temporada)

Como descrito: Não seja rígido, pois cenas serão mudadas, acrescentadas ou invertidas. Aqui a imaginação é livre e o prazer é seu em ler!

Jade West

Acordei com Beck ao meu lado, ele ainda dormia, é tivemos uma noite espetacular juntos. Pigarreei um pouco, eu sei, essa não era a melhor forma de acordá-lo, mas odiava beijos quando acordo.

– Bom dia meu amor! – Falou no meu ouvido, fazendo-me arrepiar.

– Bom! – Falei brevemente. Levantei da cama, ainda de roupas intimas e pude sentir o olhar de Beck sobre mim. – Dá pra parar? – Perguntei cruzando os braços.

– Parar o que? - Falou desviando o olhar.

– De ficar me olhando, isso é muito chato! – Falei esboçando um pequeno sorriso, eu gostava quando ele ficava me olhando, mas gostava mais ainda, quando ele ficava desconcertado.

– Tudo bem, desculpe baby! – O problema é que ele também sabia que eu fazia isso só pra ver ele assim, desconcertado.

– Não me chame de baby, é clichê! – Falei tacando o travesseiro na cara dele, é o travesseiro estava no chão, e algumas penas pelo trailer, ontem as coisas meio que foram muito boas. – Vou tomar banho.

– Posso ir junto? – Perguntou malicioso.

– Não! Temos que ir para colégio seu tarado. – Falei rindo e indo para o banheiro, depois que sai, vi Beck arrumando o trailer, ainda de cueca.

– Pode ir agora! – Fiz sinal para que ele fosse tomar banho.

– Porque essa pressa toda? – Falou me puxando para um abraço de urso, apenas ri, mas bati meu cotovelo na sua barriga. – Ai! – Falou esfregando a barriga.

– Eu disse Não! – Falei grossa, ele apenas sorriu de canto. Ele foi tomar seu banho, depois de prontos, fomos para o carro. – Olha uma borboleta! – Falei apontando para a borboleta que voava na frente de seu carro. É eu gosto de borboletas, por ter varias cores, principalmente as que são pretas e essa era.

– Vou pegá-la pra você! – Falou saindo do carro e esticando o dedo, a borboleta por coincidência pousou em seu dedo e ele a levou pra dentro do carro. Esticou o dedo e ela começou a voar por dentro do carro, ele fechou as janelas e ligou o ar. – Acho lindo você gostar de borboletas, mostra seu lado feminino. – Falou sorrindo e ligando o carro, eu apenas olhava a borboleta voar pra cá e pra lá.

– Não mostra não! A maioria das meninas tem medo de borboleta. – Meninas frescas, quem iria ter medo de um bichinho como aquele? Estiquei a mão e a borboleta pousou em meu dedo.

– É mais deixa você mais parecidas com algumas meninas! – Falou me irritando.

– Então? Quer que eu fique parecida com outras meninas? Não gosta de mim assim? – Perguntei o encarando, ele apenas olhava para estrada.

– Não quis dizer isso... Você é única e perfeita pra mim, mais do que perfeita pra mim. – Sorriu de canto ainda olhando pra frente. Ele é tão fofo. Apoiei minha cabeça no seu ombro e seguimos até HA, chegando lá Beck abaixou o vidro e a borboleta que estava ainda em minha mão, voo, apenas observei. Saímos do carro e hoje teríamos aulas separadas, odiava isso. Chegou finalmente à hora do almoço, Beck e eu fomos sentar junto com seus amigos, porque não eram meus, exceto a Cat, mas ela não estava no momento e falando nela, eis que aparece a maluquinha com uma coisa estranha em sua mão. Ela colocou a maquina no meio da nossa mesa, e ficou esperando que perguntássemos o que era. Continuamos a comer.

– Vocês não querem saber o que é isso? – Perguntou Cat.

– É um transportador do futuro que pode te mandar pra outra mesa, se for, que botão eu aperto? – Perguntei rindo por dentro, adorava dizer coisas assim pra Cat ou pra todo mundo, tanto faz.

– Isso é tão ofensivo! – Disse Cat se sentando.

– Você não precisa ser malvada o tempo todo! – Falou a Vega. Apenas dei de ombros, Beck riu como se soubesse que Tori estivesse errada, é eu precisava ser mau o tempo todo.

– Viu a Tori tá interessada no que eu trouxe! – Disse a ruivinha.

– HAN... Na verdade não! – Eu ri baixo, até a Vega não queria saber o que Cat tinha. Tava começando a gostar mais dela.

– Ah vamos lá ruivinha, fala pra gente o que é esse negocio ai! - Disse André. Cat pareceu se animar. Ai que droga!

– Tudo bem... Ele se chama a velha de neve... Olha! – Disse Cat, apertado um botão que fez com que neve falsa saísse da maquina e sujasse, todo os nossos cabelos e comidas. Desliguei a máquina. É isso que dá perguntar o que são as bugigangas da Cat. – Ele faz neve de mentira! – Falou animada.

– É eu to vendo! – Disse André eu tentava tirar a neve do meu cabelo.

– Sujou toda a minha torrada! – Reclamou Beck.

– E a minha pizza! – Reclamou Tori.

– É melhor não comerem. – Advertiu Cat.

– Por quê? – Perguntei. Sei que vou me arrepender de ter perguntado.

– Aqui diz que a neve de mentira é toxica e pode provocar sangramento abdominal. – Advertiu, é eu sabia que ia me arrepender. Largamos a comida imediatamente. Tori perguntou por que Cat tinha comprado a máquina e ela mostrou um catalogo idiota e imprestável de coisas que ninguém compraria, a não ser a Cat, como adesivos para colocar na árvore. Quem em sã consciência compraria isso? Eu respondo a Cat, mas não em sã consciência, se é que ela tinha uma consciência.

– É INACREDITAVEL! Vocês não imaginam como eu to chateado. – Disse Robbie se juntando a nossa mesa, só era o que faltava. – Nevou aqui em Los Angeles?

– Não é neve de verdade! – Falou Beck.

– Mas você pode comer! – Falei oferecendo uma colher cheia de neve falsa e toxica, se ele ficasse muito ferido, talvez minha manhã ficasse mais feliz.

– Eu não quero comer nada! – Affs! E lá se vai meu plano de felicidade para essa manhã.

– Porque ta tão chateado? – Perguntou André.

– Os formandos, os que administram o The Slap, eles querem cancelar o meu blog.

– Por quê? Ah! Espera eu não ligo. – Reclamei. Que tanta gente contando novidades, eu não to nem ai pra vida desse povo.

– Por quê? – Perguntou Tori.

– Porque é chato! – Questionou Rex, tava começando a gostar mais desse boneco.

– Não é chato! Por acaso vocês acham o meu blog no The Slap chato? – Perguntou. Eu responderia essa com o maior prazer.

– EI pessoal olha é aquele cara ali! – Disse Beck fugindo da pergunta do Robbie, eu diria a verdade, mas deixa eles saírem primeiro.

– É... É aquele cara! – Continuou Cat.

– É... Pera ai cara! – Falou André, saindo da mesa assim como os outros, menos a Vega.

– Não tem cara nenhum! – Falei, e pude ver a cara de desapontado do Robbie, meu dia estava ficando muito bom. Deixei Tori e Robbie conversando lá, ela concerteza tentaria ajudar ele, mas não to nem ai pra isso. Postei no The Slap:

“Cat trouxe uma maquina idiota que faz nevar, mas é tóxica. Robbie está desapontado e ele nem quis comer a neve falsa.”

“Humor: Malvada!”

Cheguei à aula, Beck apenas deu um pequeno sorriso em minha direção, depois que acabou a aula, Tori nos informou que Robbie tinha feito um vídeo dela espremendo uma espinha e postado em seu blog, queria muito ver esse vídeo e os outros também, ver a Vega irritada era bom demais.

– Você quer ver as fofocas recentes sobre os alunos da HA? Robarazzi estrelando Robbie Shapiro. – Que ridículo. – A seguir em Robarazzi a espinha de Tori Vega sumindo ou aumentando. – Falou Robbie no vídeo, agora isso tava ficando bom, mas ainda sim ridículo já que quem apresentava era o Robbie e não um garoto bonito. Beck foi tentar ver a espinha de Tori e ela deu uma tapa na mão dele, mas eu ainda estava concentrada na porcaria do Robarazzi, afinal só vão falar da espinha dela? – E também André Harris viciado em catchup. – Isso já ta ficando bem idiota. – Sinjin rouba dentes famosos. – É até que essa noticia podia ser verdade, o Sinjin é bem estranho. – Beck e Jade podem terminar. – O QUE? Como assim, minha cara devia estar bem engraçada agora, porque vi Beck rindo, nós não vamos terminar, afinal fizemos as pazes agora pouco e... QUE MENTIRA! – Tudo isso e muito mais em Robarazzi, estrelando Robbie Shapiro. – Robbie concerteza tinha passado de todos os limites, Tori parou o vídeo.

– Ele já era! – Disse a Vega, eu tava tentando tirar forças da onde eu não tinha pra não machucar o Robbie.

– Beck e eu não estamos terminando! – Falei tomando um gole do meu café, afinal café me acalmava e eu estava querendo muito acabar com o Robbie.

– Quer dizer! – Falou o Oliver.

– Beck! – Chamei sua atenção, como ele podia?

– Brincadeira! – Falou. Melhor que fosse brincadeira mesmo.

– E eu uso quantidade normal de catchup.

– Vamos resolver isso agora mesmo! – Falou Tori pegando sua mochila, concerteza eu iria bater no Robbie. – Cat você vem? – Perguntou Tori, mas Cat disse algo sobre se interessar por roupa intima que flutua, pra que ela iria querer isso? Ela já estava ficando obcecada por essa marca de produtos sem graça. Fomos pra sala onde Robbie grava o programa estúpido dele, chegamos lá invadindo tudo.

– HEY! – Gritou Tori, anunciando nossa chegada.

– Eu não uso mais catchup do que qualquer um aqui! – Disse André irritado.

– Qual é gente? Estamos no meio da filmagem do meio show! – Disse Robbie.

– Beck e eu não vamos terminar! – Falei apontando o dedo pra ele.

– Quer dizer... – Disse Beck, já era a segunda vez que ele dizia isso.

– Tá querendo me dizer alguma coisa? – Perguntei irritada, porque se ele quisesse nós terminaríamos hoje mesmo.

– Brincadeira! – Falou rindo e alisando meu ombro.

– Tá! Vocês tão gravando isso aqui? Porque é um ótimo material! – Disse Robbie. Como ele ainda podia continuar com aquilo? Concerteza eu ia bater muito nele.

– Robbie! Não vai sobrar amigo nenhum se você continuar nos explorando pra esse seu blog! – Advertiu Tori, falando dela e dos outros né? Porque eu não sou amiga dele mesmo.

– Nós temos A Tori... Tendo um ataque de nervos. – Continuou Robbie, agora escrevendo isso no seu quadro idiota de anotações.

– Tá falando sério? Isso é ridículo! – Disse Vega e entramos numa discussão, começamos a gritar, sem nem ouvir o que Robbie e os seus companheiros estavam falando. – CHEGA! – Tori gritou chamando nossa atenção, apenas olhamos pra Robbie. – Vai parar ou não com esse lance de Robarazzi? – Perguntou Tori. Ouve silencio total na sala, Robbie não respondeu a pergunta, então aceitamos aquilo como um sim, ele ia parar, fui pra casa junto com Beck.

– HEY tá lembrada que amanhã vamos para a casa do lago da minha mãe né? Só vamos passar a noite, já que temos escola no outro dia. Mas sabe... Vai valer a pena. – Falou esboçando um sorriso malicioso, olhando para a estrada.

– É vai ser legal! – Falei dando de ombros, concerteza eu iria adorar, passar mais tempo com ele. Despedimos-nos e assim que cheguei a casa fui arrumar minha bolsa pra irmos pra casa do lago e depois fui dormir. Acordei com o celular tocando, era Beck.

– O que é? – Perguntei sonolenta.

– Não acredito que ainda estava dormindo, Jade eu já estou no colégio! – Falou. Olhei a hora e realmente eu estava muito mais muito atrasada mesmo, desliguei o telefone imediatamente sem nem falar com Beck. Troquei de roupa sem nem dar tempo de tomar banho, peguei meu carro e fui para a HA. Cheguei lá na hora do almoço, então me sentei com Beck e seus amigos, eles me contaram que Robbie postou mais um vídeo, dessa vez mostrando a gente em câmera lenta, enquanto gritávamos com ele.

– AAHH! Eu to tão brava com o Robbie, parece que todo mundo fica olhando minha espinha! – Falou Vega com a mão no rosto, cobrindo sua espinha enorme.

– Todo mundo fica! – Falei a verdade, a espinha dela não dava pra passar despercebida.

– Como acha que eu me sinto? Cinco pessoas hoje já me perguntaram sobre meu vicio em catchup... Um garoto me chamou de Sr. Catchup. – Disse André fazendo aspas com a mão e parecendo irritado.

– É tudo culpa da Tori... – Falei não perdendo a oportunidade.

– Verdade? – Interrompeu Tori.

– Eles iam tirar o Robbie do The Slap, foi você que falou pra ele falar de nossas vidas pessoais. E ai o encheu de ideias deixando ele filmar você com a sua espinha... Me passa o sal. – Falei nada mais nada menos do que a verdade. Um cara chegou e deu um litro de catchup para o André, fazendo uma piadinha.

– EU NÃO SOU VICIADO EM CATCHUP! – Falou o Harris, levantando. Foi o bastante pra um monte de caras com câmeras virem e tirarem fotos dele com o enorme vidro de catchup. Depois de conseguirem o que queriam, saíram com suas câmeras.

– Quem eram eles? – Perguntou André.

– Robarazzis! – Respondeu Beck.

– Fotógrafos do nono ano do Robbie. – Completei.

– Ah cara! Agora eles me fotografaram com um frasco industrial de catchup... A gente tem que fazer alguma coisa. - Reclamou André irritado.

– Acho que temos que mostrar para o Robbie que não seremos amigos deles, até ele parar de envergonhar todo mundo! - Até que fim a Vega falou alguma coisa que preste. Cat riu de alguma maquina estranha.

– Isso é da Sky Storm? – Perguntou Beck o obvio. Cat confirmou, André perguntou o que era, e Cat respondeu que era o mais potente espremedor de suco.

– Você é tão sem noção! – Falei o obvio novamente.

– Não, é muito legal. Olha! – Disse Cat pegando a pizza de Beck e colocando na maquina, e a pizza virou suco. – Porque mastigar se você pode beber? – Disse Cat entregando o copo de pizza para Beck.

– E ai gente... Como é que ta todo mundo nesse belo dia? – Perguntou uma voz extremamente irritante ao meu lado, ele afastou André e se sentou. Robbie tinha perdido o perigo de vida? Só pode. André jogou a bolsa de Robbie pra um lado e eu joguei seu almoço para o outro. Estava com muita raiva, desde quando o meu relacionamento com Beck era o assunto da escola? Tori disse para que ele parasse de postar sobre nós, mas Robbie não se atingiu, saiu de nossa mesa dizendo que tem muita gente querendo ser seu amigo, qual é? O máximo de gente que ele pode arranjar pra ser amigo dele de verdade é esse povo aqui, não contando comigo é claro.

– Quer que eu faça um suco da sua rosca? – Perguntou Cat a Tori.

– Eu não quero não! – Respondeu a Vega, concerteza a ruivinha tinha batido a cabeça em algum lugar quando criança. Assistimos o restante das aulas e Beck e eu finalmente pegamos a estrada pra imos para a casa do lago da mãe dele. Depois de alguns minutos de viagem, Beck parou o carro.

– O que vamos fazer quando chegarmos lá? – Perguntou me encarando.

– Eu quero nadar no lago! – Falei dando de ombros.

– Eu tenho uma ideia melhor! – Falou dando um sorriso malicioso que só ele conseguia dar.

– Não! – Falei simplesmente, hoje eu não tava afim.

– Anda vamos? Vai ser divertido! – Tentou.

– Não! – Não mudei minha resposta.

– Porque não? – Perguntou.

– Porque eu não tomei banho de manhã e comi atum no almoço e... – Apesar de eu odiar comer atum – Tem um cara ai atrás! – Falei olhando pra trás e vendo um cara com uma câmera.

– Mas o que? Ei cara sai daí é o meu carro! – Falou Beck tentando bater no garoto que saiu com sua câmera. Mas que diabos não temos mais privacidade em canto nenhum.

– Dá pra acreditar nisso? - Falei depois que o cara já tava indo embora correndo, devia ter seguido a gente, afinal não era tão longe de Los Angeles.

– Calma! Respira! – Falou, mas não me acalmei, sai do carro procurando o individuo, eu iria correr atrás dele, peguei minha tesoura que ficava entre a calça e meu sapato e olhei mortalmente para o caminho pelo qual o garoto tinha ido. – Jade! Não vale a pena! – Disse uma voz atrás de mim, me agarrando por trás. – Só respira! – Tentou mais uma vez, respirei firme, eu até iria correr atrás dele, mas Beck me pedindo, era impossível, não fazer o que ele mandava.

– Tudo bem! Mas o Robbie vai se ver comigo. – Falei ameaçadoramente entrando no carro e colocando a tesoura onde estava. – Mas porque você parou o carro? – Perguntei curiosa.

– Porque eu ia verificar os pneus, parecem instáveis. – Falou.

– Então anda... Vai logo fazer isso! – Mandei, ele apenas saiu do carro checou os pneus e voltou para o carro voltando a dirigir sem falar nada. Mais alguns minutos de viagem, eu já tava ficando entediada, então tive uma ideia, iria ligar pra Tori, mandaria checar o blog do Robbie no The Slap, assim eu ficaria sabendo se Robbie colocaria mesmo o vídeo no ar. Peguei o celular de Beck e coloquei para bloquear o numero, assim ela não ligaria pra Beck de volta quando quisesse e acho melhor ela nem ter tentado isso antes. Beck não ligou para o fato de eu ter pegado o seu celular, já que eu tinha esquecido do meu.

– Quem fala e porque seu numero tá bloqueado? – Disse Tori do outro lado da linha.

– Tori? Aqui é a Jade! – Falei. Beck se assustou por eu ter ligado pra Tori.

– Jade? – Perguntou incrédula.

– Cala a boca e escuta. Um dos fotógrafos do Robbie filmou Beck e eu no carro, vê ai se ele postou no blog. Agora! – Disse mandona.

– Pera ai! Jade... Jade... Eu não... – Tentou.

– VAI LOGO VEGA! – Berrei furiosa.

– Porque tá gritando comigo? – Perguntou Tori.

– A CULPA É TODA SUA! – Berrei mais alto.

– Como eu posso ser culpada do Robbie... – Tentou Tori.

– Se você não tivesse dito aquilo para o Robbie nada disso teria acontecido... VAI LOGO CONFERIR NO BLOG! – Mandei, já que o sinal estava ruim e não dava pra me conectar a internet.

– Tá... Tá! Eu vou ver, já to indo! – Falou desligando o telefone. Beck ria de canto com a cena.

– Então... Onde paramos? – Perguntou safado. Como ele podia ainda querer isso? Tinha tirado todo clima se é que tinha um.

– Já falei que não, Beck! – Reclamei.

– Mas Jade só porque você comeu atum? – Perguntou olhando para a estrada.

– E também porque eu já disse... Não tomei banho de manhã... Ufs!

– Então minha morena... Está fedidinha? – Perguntou rindo.

– Fale isso de novo Oliver e eu acabo com você! – Ameacei.

– Então o problema é que você está... – Olhei ameaçadoramente, ele parou o carro, abriu a porta e me olhou rindo. – Fedidinha! - Disse saindo do carro antes que eu o pegasse, sai do carro, mas Beck foi mais rápido e pulou nos arbustos. Olhei um pouco depois dos arbustos e tinha uma grande quantidade de lama depois dos mesmos, nem sinal de Beck estava tudo muito escuro, observei a casa que ficaríamos, já que tínhamos chegado, era bem bonita. Sua mãe não morava aqui de verdade, mas vinha para cá todo final de semana, segundo Beck. De repente, eis que surge o idiota. Beck estava melado de lama, da cabeça aos pés, a única coisa branca que dava pra ver, eram seus dentes, me mandando um sorriso e algumas partes dos seus olhos.

– O que você fez? – Perguntei o encarando de braços cruzados. Eu não iria bater nele, se não me sujaria.

– Agora nós dois estamos fedidinhos! – Disse rindo e me dando um beijo na bochecha, sujando a mesma, não liguei, ele tava todo melado de lama.

– Fez isso só pra me levar pra cama Oliver? – Perguntei chegando mais perto dele e o encostando no carro e tentando fazer a cara mais sexy que alguém pode fazer. Ri de mim mesma por dentro.

– Quem sabe né! – Disse rindo e pegando nossas bolsas, que eram poucas. Me puxou pela mão e subimos a pequena ladeira até a casa, que por dentro era belíssima. Fomos para o quarto do casal.

– Acho melhor você tomar banho Beck, tá sujando a casa toda! – Reclamei.

– Quer vir dar banho em mim West? – Perguntou malicioso, me puxando para ele, ainda todo sujo de lama, dessa vez a lama já tinha secado.

– Como quiser Oliver! – É usamos nossos sobrenomes, especialmente para questões como essas. Puxei Beck mais pra mim, lhe dando um beijo, e ao mesmo tempo assanhando seus cabelos, Beck me puxava para o banheiro que tenho que dizer era enorme, a banheira de lá era grande e perfeita para nós. Joguei Beck na banheira, ele caiu na água, fazendo molhar grande parte do banheiro, Beck me puxou e cai em cima dele, começamos a nos beijar.

– Eu te amo minha fedidinha! - Disse rindo. Bati na cabeça dele. – Adoro quando você bate em mim West, é tão sexy principalmente assim. – Falou referindo-se a eu estar em cima dele na banheira, tirei sua camisa rapidamente, ele desabotoava a minha. Rapidamente estávamos despidos.

– Então vou te bater muito mais Oliver! – Falei selando nossos lábios e o puxando pra mais perto, nos tornando um só, de novo.

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Acordei na cama com Beck, nem me lembrava de ter ido pra cama, obsevei o quarto do casal, e nem estava tanto bagunça assim, somente as pegadas enlameadas de Beck pelo quarto, entrei no banheiro e vi a total algazarra que tinha se formado.

– BECK ACORDA! – Gritei ao olhar a hora, tínhamos que sair agora, pra dar tempo de chegarmos a HA.

– Oi meu amor! Bom dia! – Falou com seu bom humor matinal.

– Nem vem com bom dia Beck! Vai logo se arrumar que temos que ir agora! – Falei mandona, ele bufou e foi correndo para o banheiro.

– UAL! – Se surpreendeu ao ver o estrago, tomei banho no banheiro de baixo e já estava pronta quando Beck saiu do quarto com nossas coisas. Estávamos indo para o carro, quando percebi o incrível lago do lado da casa.

– A gente nem mergulhou no lago! – Falou desapontado, percebendo que eu olhava para o lago pensativa, realmente eu tinha dito que queria mergulhar, mas nada ia ser melhor do que a noite que passamos ontem, mas Beck devia estar achando que eu estava triste, por não nadar. Entramos no carro, ele ainda estava pensativo.

– Estávamos muito ocupados ontem, pra nadar num lago bobo! – Falei olhando pra frente, ele concerteza tinha sacado que eu havia gostado. Abriu um enorme sorriso na cara, em uma hora chegamos na HA. Já prontos, mas no caminho vimos o vídeo da Tori com creme nas axilas no The Slap. Ri demais com aquilo, ri tanto que até esqueci da raiva que estava do Robbie por postar nosso vídeo. Bolamos um plano no almoço para pegar o Robbie e já estava tudo pronto.

– AA e cadê ele? – Perguntou Tori andando de um lado para o outro.

– Relaxa Tori! – Falei checando os corredores, para o plano.

– Saíram da ginástica há dez minutos! – Disse Tori impaciente.

– Demora pra virem do vestiário até aqui! Ei o creme pra axila funcionou? – Perguntei, não perdendo a oportunidade de zoar com a cara dela.

– Nunca fale sobre isso! – Advertiu, apenas dei de ombros, mas estava rindo por dentro. Ouvimos zoadas e ligamos a câmera.

– Ele ta vindo ai! – Disse Beck aparecendo junto a André com as roupas de Robbie na mão.

– Olha não tem graça, é melhor devolverem as minhas roupas ou eu... – Tentou Robbie, se tocando que estávamos com as câmeras e que o filmávamos de toalha. – Eu juro que eu vou... Desliguem isso.

– Dança pra gente Robbie? – Falei rindo.

– Vocês não podem colocar esse vídeo online! – Disse Robbie.

– Esquecemos o vídeo... – Disse André.

– Desde que esqueça o Robarazzi. – Falou Vega.

– Não! – Tentou Robbie.

– Sim! – Falei.

– Você vai parar? – Perguntou Tori.

– Mas então o que é que eu vou mostrar no Robarazzi? – Perguntou Robbie, André sugeriu uma coisa e Robbie gostou desistindo de invadir nossa privacidade. Começou a apresentar receitas, no blog e deu certo, pois não tínhamos blog de culinária no The Slap, então muita gente gostou, eu não, não gosto de nada que o Robbie faz. Beck e eu nos separamos, pois eles iam ajudar Cat com o seu problema com a Sky Storm, eu não tava nem ai então não fui. Ia chamar Beck para irmos para casa, então vi a ruivinha correndo com o catalago da Sky Storm, pensei que tinham se livrado disso pra ela.

– Cat, Cat! – Chamei-a, ela guardou o catalogo nas costas, como se eu não tivesse visto. – Pensei que Beck e os outros tinham se livrado disso pra você? – Perguntei, ela tentou disfarçar.

– Eles me deixaram ficar com o catalogo! E EU NÃO ESTOU NAMORANDO O SINJIN SÓ PORQUE ELE TEM CARTÃO DE CREDITO! – Falou desesperada.

– Passa pra cá o catalogo! – Falei, ela me deu meio nervosa.

– Você vai comprar mais algum produto Cat? – Perguntei já sabendo a resposta.

– Não! – Disse desviando o olhar.

– Está mentindo? – Perguntei.

– Sim! – Falou. Ai, ai Cat, sempre tonta.

– Olha o que acontece com seu catalogo... – Falei pegando a tesoura do meu sapato e cortando em picadinhos o catalago. – Nada de Sky Storm pra Cat. – Falei malvada. – SINJIN! – Gritei, Sinjin apareceu logo. – Cat não está namorando mais com você, cai fora! – Falei o desapontando.

– Eu já esperava! – Falou saindo de cabeça baixa, eu ri da cena. Joguei os pedacinhos do catalogo no lixeiro e vi Cat enxugando algumas lagrimas.

– Problema resolvido! – Falei saindo da escola e pegando meu carro que estava estacionado na frente da mesma, parece que aqueles bobões não sabem resolver nada. Fui pra casa e dormi bem rápido.

Notas finais do capítulo
Heey lindos gostaram do capitulo? Porque concerteza eu adorei esse, acho que as coisas que aconteceram, se ligaram bastante ao episodio, mas eu quero saber o que vocês acharam, lindos? Bem até sábado :D

AVISO: Mandem suas fics para eu indicar lá embaixo, vai que alguem veja e queira ler, mas me mandem por Mp e não por reviews ok? Algumas leitoras já mandaram e por falta de fic pra indicar eu vou começar a indicar as que eu já li e que gostei, seja elas Bade ou não ok?

Fic de Hoje: http://fanfiction.com.br/historia/244559/Oneshots_-_Victorious/ (eu li o primeiro capitulo e adorei, acho que os outros capitulos também devem ser bons, leiam e vejam o que acham, até mais ;D)




(Cap. 8) Sobrevivência do mais Calorento

Notas do capítulo
Heeey meus amores, tudo bom com vocês lindos? Int vamos a alguns avisos:

*Estou muito contente com o numero de leitores e reviews espero que cresça ainda mais, porque faço essa fic com muito prazer :) e é isso;

*Nem sempre vai ser um episodio do Beck e um da Jade, alguma vezes poderá mudar, tipo pode ter 3 episodios seguidos do Beck, mas claro que em outras ocasiões vai ter 3 seguidos ou não da Jade entendeu? Não se acostumem logo com essa ordem que está, porque ela pode mudar. Boa leitura ;D

*Esse capítulo segue a série:

Brilhante Victoria ou Victorious (1º - Temporada)

Como descrito: Não seja rígido, pois cenas serão mudadas, acrescentadas ou invertidas. Aqui a imaginação é livre e o prazer é seu em ler!

Beck Oliver

Acordei ainda era de madrugada, ontem depois que tínhamos “ajudado” a Cat, porque soube que ela tinha outro catalogo da Sky Storm e a Jade tinha acabado com o reserva dela, eu fui pra casa, não vi Jade depois disso, eu sabia que quando ela ia pra casa assim, é porque provavelmente estava cansada ou queria fazer alguma coisa sozinha, como dormir, então não a incomodei. Dei um pulo da cama, olhei o relógio eram 3h da madrugada, não conseguia dormir, estava um calor insuportável, liguei pra Jade.

– Que foi Beck? Acho melhor ter um bom motivo pra me acordar a essa hora! – Falou a voz estressada do outro lado da linha.

– Não posso ligar para minha morena só pra dizer que eu a amo? – Falei a bajulando, já que sabia que provavelmente ela ia se enfurecer comigo depois que eu disesse o verdadeiro motivo de eu ter ligado, acho que nem eu sabia o motivo, mas bem.

– Não! Agora fala logo o que você quer? – Perguntou sonolenta.

– Como conseguiu dormir nesse calor? – Perguntei.

– Boa noite Beck! – Falou desligando o telefone na minha cara, eu apenas ri, se fosse qualquer menino, provavelmente ficaria ofendido e terminaria o namoro, ou sei lá, mas eu adorava irritá-la e deixá-la enciumada aquilo me divertia bastante. Voltei a dormir com muito esforço e me acordei novamente já de manhã, me arrumei e fui para o colégio, Jade concerteza ia com seu carro, se não ela já teria me ligado ou quebrado minha porta usando seus pés. Chegando ao colégio, ainda com muito calor, não vi o pessoal, nem Jade, fui para o almoço e me sentei à mesa com Tori e Robbie, esperando Jade aparecer, mas todos reclamavam do calor.

– Ai caramba... Eu to com muito... Calor! – Reclamou Tori.

– É eu também to suando! – Disse Rex, como um boneco pode suar?

– Qual a temperatura aqui? – Perguntei.

– Bom... Segundo o meu perapad... Aqui em Hollywood tá fazendo 39º e meio! – Disse Robbie, meu Deus isso é muito quente!

– Cara eu odeio suar! – Reclamei.

– Pois é... Meus braços parecem presunto cozido molhado! – Reclamou Tori, eu ri, avistei Jade e Cat vindo com seus almoços.

– Oi... Eu to com calor, mas ainda to de bom humor! – Disse a ruivinha se sentando a mesa.

– Robbie vai beber essa água? – Perguntou Jade, ela até que estava educada.

– É minha! – Disse Robbie.

– Dá pra mim! – Falou. É eu estava enganado, não tinha como ela ficar educada da noite para o dia, principalmente depois do meu telefonema, até estranhei ela não falar nada.

– Fazer o que! – Disse Robbie entregando a água pra Jade.

– Que foi? – Perguntou minha morena para Tori, que a examinava, não sei por quê.

– Você não ta suando! – Disse Tori, mas é claro, Jade conseguiu dormir bem ontem, porque não soa, ela sente calor, mas não soa agora tava explicado.

– Aham! – Afirmou Jade. Tori colocou a mão em sua testa procurando algum pingo de suor. – Tá se divertindo? – Perguntou minha morena, enquanto Tori ficava incrédula.

– Como pode... Não estar suando? – Perguntou desapontada.

– Eu não suo! – Disse Jade.

– Todo mundo soa! – Advertiu Tori.

– Não a Jade! – Falei. Realmente ela nunca suava, nem quando estávamos “juntos”.

– A Jade nunca soa! – Falou Robbie, todos sabemos disso, pois teve uma vez que essa onda de calor atacou só que mais fraca há algum tempo e enquanto todos do colégio vinham com roupas sem manga, Jade vinha com roupa preta de manga e não suava.

– Como assim ela nunca soa? - Perguntou Tori ainda não acreditando.

– Suar é nojento e eu não suo! – Disse Jade, ela odiava ver alguém suando, reclamava várias vezes comigo quando eu arrumava o motor do carro do vizinho e acaba todo sujo e suado.

– Então você tem o que... Sangue frio? - Disse Tori, aquilo até que fazia sentido, eu ri.

– A Jade? Sangue frio? Ah que surpresa! – Disse Rex me fazendo rir mais ainda. Jade jogou meu protetor solar no rosto de Rex e eu ri. – A bruxa jogou protetor solar no meu rosto, me ajuda Robbie! – Gritou o boneco. Robbie ajudou o boneco. – Ai não, agora meu rosto vai ficar bronzeado pela metade. – Como um boneco podia ficar bronzeado? Ah esquece! Eu já tentei parar de entender, essas loucuras. André chegou cumprimentando a todos, ele estava com bastante dinheiro na mão, Cat perguntou o que era.

– É meu! Eu montei uma piscina infantil ali e to cobrando cinco pratas por cinco minutos... OOO SINJIN VOCÊ TEM MAIS TRÊS MINUTOS! – Gritou André pra Sinjin que tomava banho na piscina estranhamente.

– É verdade que o suor e a urina são tipo primos? – Perguntou Cat fazendo aspas com a mão. Ninguém ligou para sua pergunta como sempre, apesar de acharmos estranha.

– Cara! Quanto tempo vai durar essa onda de calor? – Perguntei não aguentando mais.

– Disseram que até terça! – Disse Tori.

– E porque diriam isso? – Perguntou Cat assustada. Santa mãe!

– Nossa! Já tá em 41º no Vale! – Disse Robbie olhando no seu perapad.

– Olha Venice! – Falei já tendo uma ideia.

– Ah tá bom! Venice só 32º e meio! – Falou como eu suspeitava.

– Ah! Vamos pra Venice. – Disse Tori.

– Vocês querem ir? – Perguntei.

– E o que? Matar aula? – Perguntou Jade.

– É uma boa ideia! – Disse Rex.

– Eu pensei no sábado! – Falei esquecendo que hoje era sexta-feira. Affs! – A gente podia pegar a caminhonete do meu tio, prender meu trailer nela, e ir pra praia! – Falei. Todos concordaram.

– Pra praia? Eu to aqui! – Disse Trina, nem a vimos parada perto da mesa. Ninguém concordou. – Mal posso esperar! – Falou saindo dali.

– Ninguém gosta de você! – Gritou Jade, mas Trina nem se abalou.

– Ei Sinjin... Ele tá com a cara na água da piscina! – Disse Tori apontando para o Sinjin.

– É! – Confirmou Jade, nem ligando para o garoto, eu me levantaria, mas Tori fez isso primeiro.

– Diz que ele só tem mais dois minutos lá! – Disse André, quando viu Tori se levantando. Continuamos conversando, Tori voltou segundos depois deixando Sinjin de cara pra cima da piscina. Acabamos de almoçar e não levei Jade em casa, já que ela disse que precisava ir logo, porque tinha que arrumar as coisas. Cheguei em casa e rapidamente liguei para o meu tio.

– Oi... Tio Steve? – Falei, na verdade meu tio já era aposentado, ele só guardava a caminhonete, porque sei lá, ele gostava de olhar pra ela, vai entender. – Queria perguntar se podia pegar sua caminhonete pra ir à praia com meus amigos amanhã? – Perguntei de cara, geralmente ele enrolava muito quando falava comigo.

– STEVE!DESLIGUE ESSE TELEFONE E VENHA COMER! –Berrou Margie, sua mulher que adorava controlar o marido, ela era uma das causas pela quais ele não dirigia mais a caminhonete e vivia gritando muito alto mesmo.

– Claro que sim Beck! Venha pegar ela amanhã de manhã deixarei na garagem e mandarei Margie deixar a chave debaixo do tapete. Só tenha cuidado com ela, você sabe que adoro ficar olhando pra ela! – Falou do outro lado da linha, desligando telefone e acho que correndo para ir comer antes que a mulher jogue o prato na cabeça dele, na verdade eles se davam super bem, mas ela era meio mandona, me lembrava um pouco a Jade, só que mais ranzinza e mais carinhosa. Falando em Jade, liguei pra ela.

– Amor tudo pronto? – Perguntei assim que ela atendeu ao telefone.

– Sim, só falta... Decidir qual a tesoura que devo levar! – Falou. Eu ri.

– Tudo bem amor, vou arrumar minhas coisas, boa noite! – Falei esperando que ela desligasse o telefone como de costume.

– Boa noite amor... – Falou me surpreendendo, ri de canto. – Só não vá inventar de ligar pra mim de 3 horas da madrugada! – Falou desligando o telefone, eu sabia, ela tava boa até demais. Acordei no dia seguinte, acordei suado, não tinha dormido muito bem a noite, mas pelo menos consegui dormi. Arrumei minha mochila de manhã, que Jade não descubra que só arrumei agora se não ela vai me chamar de irresponsável e brigar comigo, dizendo que eu poderia ter esquecido alguma coisa. Tomei banho, me arrumei e fui pegar a caminhonete na casa do meu tio, não era muito longe, deixei um bilhete na casa do meu pai, pra quando ele voltar do trabalho, não ficar preocupado. Voltei da casa do meu tio, já com a caminhonete, prendi meu trailer nela e passei primeiro na casa da Jade, recebi uma mensagem do Robbie dizendo que todos já estavam na casa de Tori.

– Oi amor! – Falei, enquanto ela entrava na caminhonete.

– Oi! – Falou friamente.

– Você está bem? – Perguntei, ligando o carro e partindo para a casa de Tori.

– Sim Oliver porque todo esse interrogatório? – Perguntou mais fria, acho que ela também não tinha dormido bem, só que no meu caso eu continuava de bom humor e Jade não.

– Porque você esqueceu-se de me dar um beijo! – Falei a olhando, mas ainda prestando atenção na estrada.

– Depois eu dou! – Falou pegando seu celular, a vi postando no The Slap.

“Indo para Venice Beach com meu namorado e uma turma de retardados.”

“Humor: Com calor.”

Eu ri, ela tinha sorte de não suar se não ficaria ainda mais mal humorada, como Jade não queria papo, dirigi até a casa da Tori sem falar nada.

– Vamos pessoal! – Falei buzinando, todo mundo apareceu com suas bolsas e nos cumprimentando, entrando no trailer. Seguimos na estrada, estávamos perto de Venice, mas olhei pra Jade ainda calada, o sol estava batendo nela.

– Jade! Você colocou protetor? – Perguntei preocupado.

– Não! – Falou simplesmente. Fiquei mais preocupado ainda, sua pele era muito branca, por qualquer coisa ela ficava bronzeada, e depois isso arderia. Parei o carro, ela levantou a sobrancelha em minha direção. – O que foi Oliver? – Perguntou, enquanto eu procurava em minha bolsa o protetor solar, o achei e ela pareceu entender.

– Vira as costas e tira a blusa. – Mandei. Ela apenas me obedeceu, ficando só de biquíni.

– Ele só parou pra passar protetor na Jade! – Falou André, acho que os outros se perguntavam por que paramos. Depois de passar protetor.

– Está melhor agora? – Perguntei alisando seu ombro.

– Muito melhor! – Falou abrindo um sorriso. – Obrigada! – Disse puxando minha cabeça, para que eu a beijasse, e fui isso que eu fiz. Afinal o beijo de bom dia, eu merecia né?

– Cara! Isso é melhor que filme. – Disse Rex. Boneco idiota fez Jade desgrudar seus lábios dos meus. Ela deu dedo pra ele, e vimos que todos estavam olhando com a porta do trailer aberta, fiz sinal de que seguiria viagem e foi isso que eu fiz. Chegamos rapidamente em Venice Beach. Estacionei a caminhonete e Jade e eu saímos, ela colocou seus óculos o que a deixou mais gata ainda. Abrimos a porta do RV.

– Quero fazer xixi! Quero fazer xixi! – Disse Cat saindo correndo do RV.

– Volta logo! – Gritei.

– Tá bom! - Gritou Cat de volta.

– Ela tem a bexiga de um esquilo! – Falou Jade, o que não deixava de ser mentira.

– Quem quer se divertir na praia? – Perguntei entrando no RV. Todos concordaram.

– Beck seu trailer é muito legal! – Disse Trina. – E você mora aqui? – Perguntou.

– Na entrada na casa do meu pai. – Respondi.

– Pelo menos você tem pai! – Disse Rex. Claro que ele não tinha pai, ele é um boneco.

– Ei porque tem janelas tão escuras? – Perguntou Tori.

– É que meu pai comprou de um Rapper...

– As janelas são de vidro a prova de bala. – Completou Jade, já que tinha ficado um tempo comigo no RV, porque a mãe dela não queria que ela ficasse só com a tia irresponsável que ela tem, então ela disse que vinha morar comigo e ela veio, então como sua mãe não queria que ela ficasse a sós comigo, ela deixou Jade morar com a tia, foi nesse tempo que ela comprou nosso colar de compromisso, qual é? Éramos um casal diferente, normal que não fosse apenas um anel, e eu já tinha dado um anel a ela, mas ela não gostou e comprou os colares.

– Ei... Não se preocupa por nunca suar? – Perguntou Tori a Jade, apenas comecei a tirar minhas coisas da mochila.

– Não! – Respondeu friamente.

– E se algum dia seu suor todo se acumular por dentro e você explodir? – Disse Tori.

– Eu não vejo a hora! – Respondeu Jade mais fria do que nunca.

– Tá legal ta começando a esquentar! – Disse André.

– É vamos embora! – Falou Tori.

– Curtir a praia! – Falou Robbie. Fui até a porta da RV e não queria abrir.

– Que foi agora? – Perguntou Jade.

– Sei lá não ta abrindo! – Falei tentando mais forte.

– Abre ela logo! – Disse Jade impaciente.

– Alguma coisa ta bloqueando a porta. – Disse.

– Ai caramba! Algum Mané parou o trailer do lado do nosso. – Disse Tori depois de olhar lá fora. Trina disse para usarmos a porta dos fundos, mas não tinha porta dos fundos, estávamos encrencados. Robbie pediu para abrir a janela, mas a janela é a prova de bala então não abri.

– Empurra a porta com força. – Disse Tori.

– Eu não consigo empurrar um trailer de três toneladas! – Reclamei. Começamos a discutir.

– Pessoal! A Cat acabou de ir ao banheiro, daí quando ela voltar, ela pode puxar o trailer pra frente pra gente sair. – Disse André, ganhando o apoio de todos. Sentamos todos e concerteza a Cat voltaria logo. Passaram-se vinte minutos e nada da Cat chegar, Jade tentou ligar pra ela, mas ela não atendeu, não tinha sinal, eu tava preocupado com a ruivinha e com a gente também, porque está muito calor aqui dentro. Robbie pediu pra que eu ligasse o ar, mas só funcionava quando o RV estava ligado.

– AI! Porque vocês foram me convidar? – Falou Trina, ninguém havia convidado ela.

– Não a convidamos! – Disse Tori, ué menina doida.

– Ninguém gosta de você! – Disse Jade novamente. Robbie olhou o termômetro do RV e disse que estava fazendo 40º aqui dentro, meu Deus iríamos morrer! Onde estava Cat?

– Eu preciso de uma água gelada! – Falou Tori.

– Eu também! – Falei levantando.

– Onde elas estão? – Perguntou.

– Na caminhonete! – Falei, mas que droga! Começamos a gritar o nome de Cat, mas em vão, ela não devia nem estar escutando, afinal onde essa garota tinha ido? Passaram-se mais 20 minutos, não estávamos mais aguentando de tanto calor.

– Não acredito que a Cat não voltou ainda! – Disse Jade se abanando. Robbie olhou a temperatura e estávamos a 41º e meio.

– Cara eu to suando em lugares que eu nem sabia que suava! – Disse André.

– Ai meu Deus eu esqueci... Eu trouxe um ventilador movido à bateria. – Tori vasculhou a bolsa em busca do ventilador, isso poderia ser nossa salvação. Era um mini ventilador, não dava pra nada, todos reclamaram do tamanho do ventilador.

– Não é grande! – Falei.

– Isso é uma vergonha! – Disse Jade.

– Tudo bem! Então acho que eu nem vou ligar né? – Perguntou Tori, todos responderam com um NÃO, era pequeno mais dava pra o gasto. Tori ligou o ventilador mirim e passaram-se mais 20 minutos, estávamos todos juntos, tentando fazer com que o vento que saía do ventilador batesse em todos nós. O ventilador parou, deixando todos com ainda mais calor, Robbie teve um surto momentâneo, mas depois ficou quieto.

– Eu to assando igual a um peru de natal! – Falou André, reclamando. Eu já tinha aberto minha camisa, não queria tirá-la por completo, pra depois Jade não dizer que eu estava chamando a atenção das meninas.

– Ao menos temos que achar alguma coisa pra beber! – Disse Tori.

– HEY... HEY... O seu aquário! – Falou Jade apontando para o aquário que eu tinha esquecido. – Qual foi a ultima vez que você limpou?

– Precisa limpar? – Perguntei, eu não fazia ideia de que tinha que se limpar um aquário. Tori começou a questionar Trina, porque ela mexia na bolsa. Elas começaram a brigar e a se descabelar, ninguém tava entendendo nada, até que Tori conseguiu pegar a bolsa de Trina descobrindo que ela tinha água escondida na bolsa. Tori perguntou por que Trina tinha escondido e ela havia dito que não sobraria nada pra ela se dividisse, mas a essa altura se tivéssemos todos bebido um pouco de água já aguentávamos resistir mais um pouco, afinal já tinha se passado uma hora e meia desde que Cat saiu o que me preocupava, a ruivinha não era de desaparecer assim.

– Vamos dividir a tampinha! – Disse Tori, já que só tinha restado pouca água, só tinha a tampinha.

– Tá bom vamos dividir! – Disse Trina.

– VOCÊ NÃO BEBE NADA! – Decretou Tori. – Tudo bem cada um da uma molhada na língua! – Falou Tori, ela molhou sua língua e passou para André, todos olhavam pra pequena tampinha de garrafa, como a esperança para vida, afinal tínhamos ficado uma hora e quarenta minutos dentro de um trailer com uma temperatura de 41º, ninguém aguenta. Depois que André usou a tampinha, deu para Robbie que não aguentou e tomou toda a água, todos voaram em cima dele, mas eu tentei pegar Jade, já que ela era a próxima a tomar e concerteza devia estar com mais raiva. Jade viu que a tampinha estava vazia e Robbie teve outro surto momentâneo. Jade foi para o sofá do trailer, se arrastando cansada, ela parecia fraca, eu estava ficando bastante preocupado. Afinal eu ainda estava conseguindo aguentar, mas pra ela parecia que era o fim.

– Pera ai alguma coisa tá pingando... – Disse Jade olhando pra cima. – Tá pingando em mim. – Fui ver, mas não tinha nada pingando. – Tem olha meu braço e na minha testa. – Disse Jade, colocando a mão na testa, começando a se desesperar. – O QUE É ISSO? O QUE TÁ ACONTECENDO? – Gritou. Esperando de mim uma resposta, e eu já tinha.

– Você tá suando! – Falei calmamente, pra ela não se desesperar.

– Não! Eu não to... Eu não suo! Eu não to suando! – Desesperou-se ainda mais.

– Olha pra mim! – Falei calmo segurando seu braço.

– Não! NÃO, NÃO! – Não prestava atenção no que eu falava.

– OLHA PRA MIM! – Gritei, acho que fazia muito tempo que eu tinha gritado com ela.

– O QUE? – Perguntou ainda desesperada.

– Você tá suando! – Falei de novo calmamente. Ela parecia ter aceitado. Ela se jogou no chão, tentando falar alguma coisa, mas ela tinha perdido, sabe pra ela nunca suar era ótimo e quando do nada isso acontece, não dava pra acreditar.

– Nós temos que sair daqui! – Falou com a voz fraca, vi uma lagrima em seu rosto e fiquei preocupado, Jade nunca chorava em público, era tão raro.

– Elementar meu caro Sherlock! – Disse Tori, ficamos meio sem entender.

– A expressão é elementar meu caro Watson! – Disse Jade, parecendo normal, graças, porque eu já tava ficando preocupado, parece que tudo a ver com envergonhar, corrigir ou deixar Tori com cara de boba, deixava ela mais pra cima.

– Não é Sherlock? – Perguntou Tori novamente. Acho que o calor, já estava nos deixando meio tontos, se isso acontecesse lá fora, Jade corrigia Tori e mandava-a calar a boca, fim. Mas como estávamos precisando falar, pra não endoidar de vez, parecíamos lesos. Eu me sentia assim também.

– E porque você trocou os nomes? – Perguntei. Esse assunto nem era tão bom.

– O Sherlock pode ser Watson! – Falou Tori, quase chorando. É concerteza o calor, estava mudando tudo. Passaram-se mais meia hora, já estávamos quase mortos. Jade estava de frente pra mim deitada no sofá, só com a parte de cima do biquíni, se eu ainda tivesse um desejo a fazer antes de morrer, eu queria muito, ficar a sós com ela, morrer sem nem ao menos beijar Jade, era um horror, essa ideia era um horror.

– Eu nunca senti tanta sede! – Desabafou Jade, nem eu.

– Pela primeira vez na vida a minha língua... Não ta molhada! – Falou Tori.

– Eu vou beber essa água suja mesmo! – Disse Robbie, se levantando e olhando para o aquário.

– Não Robbie não faça isso! – Falaram todos, inclusive Jade, que concerteza no seu estado normal, já tinha afundado a cabeça do Robbie nesse aquário.

– EU NÃO TENHO ESCOLHA! – Disse Robbie desesperado.

– Ele escolhe! - Falei calmamente, todos prestavam atenção em Robbie que estava prestes a mergulhar sua cabeça naquele aquário imundo, digo isso porque fui eu que comprei. Robbie afundou a cabeça dele no aquário e todos ficaram enojados. Robbie vomitou na bolsa da Trina.

– Não bebam a água do peixe! – Advertiu mudando de cor e jogando a bolsa para Trina. André disse que sua avó havia lhe dito que cantar nessas horas era uma boa. Jade parecia que ia chorar de novo, eu estava ficando muito preocupado com minha namorada, se saímos dali vivos eu iria cuidar dela concerteza.

– You don't have to be afraid
to put your dream in action - Tori começou a cantar fracamente.

– Your never gonna fade
you’ll be the main attraction – André cantou junto a Tori.

– Not a fantasy
Just remember me
When it turns out right
Cause you know that if your living
Your imagination – Começamos a cantar todos juntos, vi Jade tentando prender o choro, até que Cat abriu a porta to trailer deixando todos surpresos. Todos gritamos e saímos do trailer, todos abraçaram Cat a agradecendo, até Jade, André e eu corremos pra pegar água na caminhonete, entreguei logo a minha namorada, ela parecia pior do que eu, bebemos a água ainda agradecendo Cat.

– UAU! Sentiram mesmo a minha falta. Eca Jade você tá suando! – Falou a ruivinha.

– Nunca mencione isso! – Falou minha morena, um pouco irritada e ainda preocupada com o lance do suor, ela secou o suor com as mãos. Explicamos a Cat que tínhamos ficado presos.

– Espero que tenha sido um bom xixi! – Disse Trina sarcasticamente.

– Presos mais porque não abriram a porta? – Perguntou à ruivinha.

– Porque tinha um trailer enorme parado aqui e... Ai... – Tentei, mas o trailer não estava mais lá.

– Acho que ele saiu e a gente nem viu! – André tinha tirado as palavras da minha boca. Tori disse que ainda eram quatro e meia da tarde e partimos para o mar, brincamos, tomamos banho, beijamos (quer dizer: Jade e eu), matamos o calor. Estávamos voltando para casa, Jade e eu na caminhonete, enquanto os outros estavam no RV.

– Jade eu sinto muito por você suar! – Falei.

– Eu nunca pensei que fosse acontecer isso comigo Beck. – Disse olhando para sua pele.

– Relaxa tá bom? Deve ser em casos raros, afinal você nunca suou antes e foi só agora, nem quando... Você sabe... Então mantenha a calma. – Tentei acalmá-la. Ela respirou fundo e ficou em silencio. – Vai ficar tudo bem! – Continuei, agora puxando ela para ficar ao meu lado.

– Eca você ta suado! – Disse se afastando, nós rimos. Levamos nossos amigos pra casa, foi uma viagem e tanto, Jade estranhou eu ter mudado o caminho, desprendi o RV onde costumava ficar, e a levei em casa. Desci do carro Jade me olhou surpresa.

– Pra onde você vai? – Perguntou sonolenta.

– Vou dormir aqui com você! – Falei abrindo um sorriso.

– Não pense que só porque estou fraca eu vou cair nos seus caprichos de homem. – Disse abrindo a porta da casa.

– Não, na verdade eu vou ficar, porque fiquei realmente preocupado com você, apesar de ter uma ótima ideia pra ver se você continua suando... – Ri malicioso. – Eu quero que repouse e de preferência junto comigo.

– Obrigada! Mas não precisa, nem to tão mal. – Disse se fingindo de durona, como sempre.

– Não está tão mal? Jade você chorou na frente de todo mundo e parecia louca com o problema do suor, além de que aquele protetor não funcionou em você... Olha você ta um pouco vermelha aqui! – Falei tocando em suas costas.

– Ai! - Disse assim que toquei em suas costas, levantei a sobrancelha em sua direção, um hábito que ela costumava fazer. – Talvez eu precise de ajuda! – Falou se rendendo, abri um sorriso e subi com suas coisas e as minhas, para seu quarto. Quando voltei á sala, Jade estava no sofá dormindo. Parecia um anjo, a peguei no braço e subi para seu quarto, ela acordou, mesmo tendo um sono pesado.

– Vem comigo! – Disse a puxando para o banheiro. Peguei sua toalha, sabonete e a camisola de ceda que ela tanto adorava e eu também, e eu já sabia que ela guardava na gaveta de baixo. Dei tudo pra ela, que tomou banho e em poucos segundos se jogou na cama.

– Obrigada! – Falou rindo de canto. Meus olhos brilharam ao ver minha morena me agradecendo. Tomei meu banho e assim que sai do banheiro vi Jade dormindo novamente, agora em seu sono pesado. Liguei um ventilador, pois fazia bastante calor, fiquei do seu lado, aconchegando sua cabeça em meu peito. Eu segurava meu mundo, um mundo que eu prezava tanto, um mundo só meu, um mundo que eu amo, meu mundo, minha morena.

– Eu te amo Jade West! – Falei mesmo sabendo que ela não tinha escutado, Jade apenas se mexeu em meus braços como se tivesse escutado, me aconcheguei pra ficar mais agarrado a ela e dormimos ali juntos.

Notas finais do capítulo
Hey gente capitulo bem grandinho esse né? Pois ér eu tbm adoro esse capitulo u..u O que vocês acharam? Eu adoro escrever os capitulos que eu gosto, acho que fica melhor do que quando tenho que escrever capitulos que as vezes não acho muito bom, quando por exemplo aconteceu com o episodio: Niver da Trina, eu não gostei muito, mas tudo bem! E na maioria dos que eu gostei vocês podem observar que o capitulo sai maior! Bem me mandem reviews, recomendações, o que poderem dar, eu agradeço pela atenção pessoal! Até terça e beijos pra todos :D

AVISO: Mandem suas fics para eu indicar lá embaixo, vai que alguem veja e queira ler, mas me mandem por Mp e não por reviews ok? Algumas leitoras já mandaram e por falta de fic pra indicar eu vou começar a indicar as que eu já li e que gostei, seja elas Bade ou não ok?

Fic de Hoje: http://fanfiction.com.br/historia/289458/Tarde_De_Halloween/

(namoral essa fic é perfeita, eu já li e reli varias as vezes e acho demais, leiam se tiverem tempo, concerteza vale a pena u.u.u ) ate mais ;D




(Cap. 9) Wi-fi no Céu

Notas do capítulo
Heeey meus amores, como vão vocês? É o seguinte eu adoro esse episodio tbm! A partir desse capitulo, algumas coisas vão começar a acontecer, talvez quem saiba alguem novo u.u.u boa leitura amoris nos vemos lá embaixo! ;D

AVISO: Quando for algum episodio da série que tiver filmes, tipo o episodio foi maior, não se preocupe eu escreverei também, claro que com um capítulo maior que o normal, mas enfim é isso.

*Esse capítulo segue a série:

Brilhante Victoria ou Victorious (1º - Temporada)

Como descrito: Não seja rígido, pois cenas serão mudadas, acrescentadas ou invertidas. Aqui a imaginação é livre e o prazer é seu em ler!

LEIAM O AVISO NAS NOTAS INICIAIS E FINAIS PLYS! :D

Jade West

Acordei não sentindo ninguém junto a mim, estranho! Beck tinha dormido comigo, porque ele não estaria comigo agora? Olhei para os cantos da quarto e nada, somente as paredes escuras do lugar, levantei da cama, e fui tomar banho, concerteza Beck poderia estar lá embaixo, fazendo alguma coisa. Depois de pronta, desci as escadas, mas não encontrei Beck em canto nenhum, me joguei no sofá e liguei a televisão.

– Grande onda de calor que atacava Hollywood acaba, sim senhoras e senhores, segundo nossos meteorologistas, ontem a exatamente 02:30h da madrugada, uma forte chuva quebrou as ondas de calor, sim, sim hoje podemos nos refrescar com o lindo e puro ar, e a temperatura ambiente de Los Angeles. Tenham uma boa manhã pessoal. – Falou o cara da TV. Desliguei a mesma, eu estava com fome. Eram 11h30 da manhã de domingo, olhei minhas costas no espelho, elas estavam menos vermelhas. Tinha que procurar alguma coisa pra fazer sem o Beck, se ele me deixou concerteza queria ficar sozinho, assim como eu fazia às vezes. Resolvi dar uma saída, fui até o teatro central, assistiria alguma peça que talvez pudesse me interessar. Comprei os ingressos e fui ver a peça, que falava sobre um cara que descobre uma casa abandonada em um deserto, ele entrava e encontrava o amor de sua vida, que patético! Mas... A peça deu uma reviravolta, o amor de sua vida era na verdade um zumbi, que matou ele no fim da peça, poucas pessoas bateram palmas, mas a peça tinha sido incrível, um grande final. Apesar de que eu colocaria mais terror. Tinha que parabenizar o diretor.

– Olá meu nome é Jade West, gostaria de parabenizá-lo foi uma ótima peça. – Falei simpática, isso era raro.

– Olá Senhorita West, fico muito feliz que tenha gostado da peça, alguns acham que o final triste é desnecessário. – Falou meio pra baixo, ele tinha cabelos curtos, não era tão velho, seus cabelos negros eram arrepiados e ele vestia calça-jeans e uma camiseta normal.

– Eu aprecio os finais tristes, acho que peças com finais felizes são desnecessárias. – O homem pareceu gostar do meu elogio, mas agora já era hora de ir.

– Obrigado! Meu filho parece muito com você. Sei lá o modo como se veste e como fala, ele adora peças como essa, vem amanhã para prestigiar a minha peça por falta de sorte vocês não se encontraram. – Tudo bem, agora definitivamente era hora de ir, o homem já estava exigindo muito da minha simpatia rara.

– OH! Onde seu filho estuda? – Falei para que ele terminasse o assunto.

– Na Hollywood Arts! – Disse simplesmente.

– Oh! Eu também estudo lá. – Disse abrindo um sorriso, eu adoro aquela escola.

– Pois muito bem, vou pedir para que ele a procure na escola Senhorita... West?

– Jade... Jade West! – Falei.

– Oh! Tudo bem, obrigada por prestigiar minha peça tenha um boa tarde! – Falou se retirando dali. Ok agora era a minha hora de sair dali, olhei para o relógio já eram 02h00minh da tarde, perguntaria se Beck não gostaria de almoçar comigo, em algum lugar. Liguei para o seu celular, mas nada dele atender, ok eu já estava ficando preocupada. Será que tinha acontecido algo com ele? Vai ver ele só estaria dormindo ou arrumando mais uma vez a lata velha do vizinho, que sempre fica quebrando. Fui almoçar em algum restaurante por perto. Quando estava pedindo a conta. Um garçom um pouco mais novo do que o outro que me atendia estendeu a conta para mim com um sorriso de orelha a orelha.

– Oi, meu nome é Colin! Gostou da comida? – Perguntou. Já tinha entendido o jogo do tal Colin. Por favor, né? Será que uma pessoa não pode só sentar e comer em paz?

– Estava boa Colin! – Falei pegando a carteira e lhe dando o dinheiro da conta enquanto me levantava da cadeira.

– Não gostaria de... – Tentou o loiro.

– NÃO! – Falei arrogantemente, saindo dali, e pegando meu carro, não olhei para trás, mas o garoto devia estar com uma expressão bastante engraçada agora. Ri de canto com isso. Fui pra casa e liguei para Beck.

– Aqui é o Beck, não posso atender no momento, ou estou dormindo ou estou com minha linda namorada, deixe o recado! – Disse sua voz, indicando a caixa postal, eu que tinha o mandando gravar essa mensagem, pra nenhuma menina ficar ligando pra ele.

– Beck me liga! Onde você está? – Falei deixando um recado em seu celular.

O que tinha acontecido com esse garoto? Assisti ao meu filme favorito e depois tentei ligar para o Beck de novo, nada dele atender, já estava ficando bastante irritada. Liguei o computador e entrei no The Slap. Ele estava On, mas que surpresa! E num chat com mais três pessoas, devia estar com mais três garotas bonitas e que estavam dando em cima dele. Mandei um convite e ele aceitou, entrei no chat, e vi que ele estava conversando com Cat, André e a idiota da Vega. Então ele tinha passado a tarde conversando com a Tori? Mas que ótimo!

– HEY olha! Agente tá fazendo um roteiro que é pra amanhã então... – Tentou Beck!

– Onde você estava? – Perguntei irritada.

– Em casa! Por quê? – Perguntou. Em casa? Tá sei!

– Eu te deixei um recado e você não me ligou. – Reclamei.

– Eu tava fazendo o dever de casa! – Disse.

– Quer terminar comigo? – Perguntei retoricamente, apesar de que ele tinha passado a tarde conversando com a Tori, e não tinha atendido minhas ligações.

– Espera... Não, não porque você acha que eu quero terminar com você? - Perguntou confuso. Eu até responderia, mas Tori estava ali, não ia dar esse gostinho pra ela.

– Porque está com esse animal? – Perguntei, olhando para o pequeno cão em seu colo.

– É o cachorro da vizinha! – Então ele não atendeu meus telefonemas, ficou conversando a tarde toda com a Vega e ainda estava cuidando cachorro da vizinha? Dessa vez ele tinha se superado.

– Da vizinha líder de torcida! – Falou André, eu até tinha esquecido dele ali, então a garota ainda era líder de torcida? Concerteza ela tinha dado em cima dele.

– Líder de torcida? – Perguntei pra mim mesma, mas no fundo querendo deixar bem claro para Beck que eu estava com muita, muita raiva.

– Por que... Porque você falou isso? – Perguntou Beck para André, então ele queria esconder?

– Desculpinha! - Disse André.

– Sabe o que as lideres de torcida tem? – Perguntou Cat. – Vida! – Falou não fazendo sentindo algum, eu não ligava pra essas bobagens, ele podia ter me traído.

– O que? Vida? – Perguntou Tori.

– Ela falou vida? – Perguntou Beck mudando de assunto.

– Se você tá fazendo favores pra torcedora o que ela tá fazendo pra você? – Perguntei ainda pra mim mesma. Imaginando a possibilidade de uma garota de 17 anos chegando à porta de Beck com roupa de líder de torcida e pompons nas mãos, pedindo para que ele ficasse com o cachorrinho dela, enquanto ela faz carinho na barriga dele, ou pior.

– Não é o que você tá pensando! – Falou, como se soubesse que eu estava pensando na líder de torcida fazendo carinho na barriga dele, eu fazia isso, e ninguém mais.

– Eu to indo ai agora! – Avisei.

– Não, não você não tem... – Tentou mais foi tarde demais, sai do chat, deixei o computador ligado mesmo, peguei minhas chaves e parti em direção a casa dele, então ele não queria que eu fosse lá? Talvez a vizinha tivesse indo pra lá! Talvez ele tivesse ligado pra vizinha pra ela ir pra lá. Cretino! Ufs! Demorei alguns minutos pra chegar lá, porque antes parei o carro, para comprar um pouco de café. Talvez me acalmasse ou sei lá desse mais força pra eu acabar com a cara dele e da líder de torcida e ela ficar tão desfigurada que ela nem pudesse mais torcer. Cheguei finalmente no RV de Beck, bati na porta, mas ele não abriu.

– ABRE A PORTA! – Gritei, talvez a líder de torcida já tivesse ai dentro.

– EU TO TRABALHANDO NUM ROTEIRO! – Gritou pra que eu escutasse, então ele não me deixaria entrar? Isso era tão bom!

– Preciso falar com você! – Falei sarcástica, pois eu sabia que íamos brigar e eu acabaria batendo na líder de torcida e no cachorro. Ou só nela, tanto faz!

– Desculpe a porta ta fechada! - Lamentou. Errado Beck! A porta estava fechada. Chutei a porta, onde eu costumava chutar quando eu estava brava e queria entrar no RV. – Agora não está mais! – Falou.

– Ela tem uma chave? – Perguntou Tori do outro lado da tela.

– Não! Ela tem um pé! – Isso era verdade. O meu pé é muito mais eficaz que uma simples chave.

– O que tá acontecendo? – Perguntei.

– Você arrombou minha porta! – Falou calmo.

– Larga esse cachorro e me fala dessa líder de torcida que é sua vizinha! – Mandei.

– Eu não vou soltar o cachorro! – Disse me irritando ainda mais.

– Você não vai? – Perguntei tentando parecer ameaçadora, espera eu não tentei, eu sou.

– Se quiser conhecer a líder de torcida, ela já vai voltar pra pegar o cachorro! – Falou.

– Então vou esperar! – Falei sentando no sofá e cruzando os braços ainda irritada.

– Como quiser! – Disse.

– Tá bom podemos voltar a fazer o roteiro? – Perguntou Tori.

– É vamos acabar com isso! - Disse André.

– Tá bom o garoto tá no armário está sendo comido à mãe dele entra e... – Disse Beck, mas um barulhinho indicando que mais alguém queria entrar no chat o interrompeu. Robbie tinha mudado de nome só pra poder ser aceito pelo chat, mais que Mané! Depois que Tori expulsou Robbie, era a vez do Sinjin entrar no chat, gente idiota! Se fosse comigo não deixava ninguém entrar além de Beck.

– Ei... Espera um pouco... Sinjin! – Falei. Que estranho! O lugar onde ele estava parecia não ser estranho pra mim.

– Oi Jade! – Falou chegando mais perto da tela.

– Onde você arrumou esse abajur? – Perguntei reconhecendo ainda mais o lugar.

– HAN... Na loja de luminárias. – Tentou.

– Ele é igualzinho ao que eu tenho no escritório de casa. – Falei.

– Oh! Sinistro! – Falou desconfiado;

– Você tá na minha casa? – Mas é claro até a chaminé parecia com a minha. Ele saiu correndo. – Leva embora o computador com você! – Mandei.

– Por favor, não fala pra minha mãe? – Pediu ao sair correndo com o computador. Como ele tinha entrado lá? Que menino maluco e estranho!

– Tá certo não vamos mais aceitar nenhum pedido de chat entenderam? – Disse Tori. Os meninos concordaram.

– André! Pare de falar sozinho! – Reclamou sua avó doida atrás dele.

– Vovó eu não to falando sozinho, to falando com Tori e Beck! – Explicou.

– É mentira, eles não tão aqui! – Disse a velha maluquinha.

– Eu sei disso eu to falando online... Viu? – A velha chegou mais peto do computador de André.

– Oi avó do André! – Disse Tori.

– Como vai à senhora? – Perguntou Beck.

– Eu não entendo isso! AAAAHHHH! - Gritou a velha esmurrando a tela do computador, belo soco. – Me deixe em paz! – Pediu esmurrando mais uma vez a tela, e André se foi, eu teria rido disso se não tivesse irritada com Beck e ainda me perguntando como Sinjin tinha entrado na minha casa, ou se ele fazia isso toda vez que eu saía.

– Acho que só sobramos nós dois! - Disse Beck.

– E eu... – Falei.

– Vamos tirar um F e acabar logo com isso! – Falou Vega desanimada.

– Ah qual é a gente pode terminar o roteiro! – Disse Beck.

– Você quer mesmo? - Perguntou Tori.

– Claro... Porque a gente não tenta só... – Tentou Beck, mas algo bateu na porta.

– Ai o que é agora? – Perguntou Tori impaciente, aposto que era a líder de torcida. – É a sua amiga líder de torcida? – Já não era sem tempo.

– ENTRA! – Gritou Beck.

– É ENTRA! – Falei esperando ansiosa pra ver a cara da vadia.

– Oi Beck! – Uma garota de uns 10 anos ou menos entrou no RV, fiquei surpresa na mesma hora, não sabia se ficava feliz por minha rival ser pequena ou se ficava com raiva por Beck não ter falado isso a mim.

– Oi Elie! Jade essa é minha visinha Elie. Elie essa é minha namorada Jade. – Apresentou-me a menina, qual é? Ele tava todo lindo ali com um sorriso vitorioso na cara, e eu surpresa, e com uma cara de idiota que pensou que foi traída pelo namorado com uma menina de 10 anos.

– Muito prazer! – Disse a menina loirinha, já sentada na cadeira.

– Oi Elie! – Falei simpática.

– Obrigada por cuidar do Faísca. – Falou a menina pegando o cachorro.

– Quando quiser linda. – Disse Beck.

– Sua namorada é bonita! – Sussurrou a menina, mas foi o bastante para que eu escutasse e ficasse ainda mais culpada, qual é a menina que eu achei que daria em cima do meu namorado tinha me elogiado, Ah mais Beck vai pagar caro por isso.

– Eu sei! – Ele sussurrou de volta para a garota.

– Tchau! – Disse Elie se levantando e indo até a porta.

– Até logo! - Respondeu Beck. Depois que a menina saiu me levantei e me sentei ao seu lado, queria cobrar uma explicação dele ué.

– UAL Jade parece que a competição é feia em? – Perguntou Vega, mas tentei ficar calma.

– Não quer pedir desculpas? – Perguntei Beck cutucando meu ombro.

– Você não falou que ela tinha nove anos! – Reclamei.

– Você não me deu chance. – Disse, eu não dei chance? Ele que não tinha falado quando podia, assim eu não teria que ficar pensando em como mataria a líder de torcida e ele.

– Não tenta jogar a culpa em mim. – Revidei. Começamos a discutir eu mal me ouvia e muito menos o que Beck estava falando.

– Ei podem fazer isso depois? - Perguntou Tori do outro lado.

– Fica fora disso Tori! – Reclamei.

– Mas eu preciso que o Beck me ajude a escrever o... – Tentou, mas minhas mãos agiram antes, sai do chat, agora me virando para Beck.

– Você desligou? Ela precisava de ajuda! – Reclamou.

– O que? Agora vai ficar defendendo a Tori? Prefere ela ou eu? – Perguntei o encarando.

– Você é claro, mas... – Tentou.

– Mas nada Beck! Eu fico preocupada com você o dia todo, você some do nada não atende o celular e quando eu chego ainda menti sobre a líder de torcida... – Reclamei.

– Eu não menti eu omiti e eu ia contar só que não podia perder sua cara quando Elie chegasse aqui... – Falou na maior cara de pau.

– O caso é que eu... – Tentei.

– Espera... Espera... Espera ai... Você disse que tava preocupada comigo? – Perguntou me fitando curioso.

– Sim eu tava mais essa não é a questão... A questão é que... – Tentei mais fui interrompida, com lábios macios de encontro ao meu. Ele mordeu meu lábio inferior, gemi baixo, sua língua era avassaladora em minha boca. Seu beijo viciante. Sua pegada perfeita. Ele desgrudou nossos lábios e me fitou novamente.

– Me desculpe amor, não devia ter saído cedo e deixado você sem falar nada, André me ligou e disse que Tori iria chegar pra que fossemos pra casa dela fazer o trabalho, mas quando eu entrei no The Slap ele me explicou que ela não ia chegar antes de meia-noite, esqueci meu celular no silencioso, quando coloquei ontem de noite para não atrapalhar seu sono lindo, você parecia um anjo. Você me desculpa? – Perguntou. Ele é tão fofo, sempre pensando em mim e eu pensando em como ele me traia. Estava me sentindo muito mal, um lixo na verdade.

– Me desculpe você... Eu não devia ser tão ciumenta. – Falei.

– Foi que nem aquela vez, quando estávamos na fila da montanha russa e eu tava guardando seu lugar, ai quando você chegou, perguntou pra quem mais eu estava guardando lugar e eu disse pra uma mulher, então você ficou esperando a mulher chegar, e uma velhinha bem radical voltou e me agradeceu por guardar o lugar pra ela. – Lembrou-me dessa história, eu ri e ele riu junto comigo, depois de algum tempo rindo e lembrando de como eu fui uma completa boba e idiota, ele levantou e foi pegar algo em uma caixa o fitei curioso e ele tirou da mesma uma roupa de líder de torcida.

– Bom quando a Elie veio me perguntar se eu podia ficar com o cachorro mais tarde eu disse que sim e observei sua roupa de líder de torcida, então como ela ia demorar a trazer o cachorro eu sai de manhã e comprei essa pra você, sabe... Eu fiquei imaginando você usando isso, comprei até uma preta. – Disse me mostrando a roupa mais de perto, ela era preta e justa, e linda claro.

– Pra que isso Beck? – Perguntei, pra que ele ia me comprar uma coisa dessas?

– Na verdade antes de te dizer pra que isso tenho que falar que não foi fácil de conseguir afinal eu tive que ir numa loja de mulheres e a atendente ficou me perguntando pra que era e pra quem era, fiquei meio embaraçado.

– E a atendente era bonita? - Perguntei desviando o olhar.

– Não! Era uma mulher que mais parecia uma múmia, acho que ela tinha feito muitas plásticas, mas eu comprei isso porque achei que iria ficar lindo em você. Poderia vestir amor? – Perguntou me olhando malicioso.

– Não! – Respondi.

– Por favor. Por mim? – Perguntou com aquela cara de cachorro que caiu da mudança.

– Tá eu visto! – Falei pegando rápido a roupa das mãos deles, fui ao banheiro e vesti, sai de lá minutos depois dando de cara com um Beck totalmente surpreso e com a boca aberta.

– Nossa! Eu pensei que você não pudesse ficar mais linda, mas to vendo que você conseguiu. – Disse me examinando da cabeça aos pés.

– Qual é Beck? Isso é o que uma tara? – Perguntei cruzando os braços.

– Sim talvez eu tenho tara por lideres de torcida, mas tenho que dizer uma coisa minha verdadeira tara é ver minha West de líder de torcida. – Falou se aproximando e me puxando contra seu corpo. Ele tinha me chamado pelo sobrenome, já sabia o que ele queria. Beck me beijou furiosamente, envolvendo seus braços em meu quadril, o empurrei de leve na cama. Cai por cima dele, por seus braços terem me puxado junto.

– Queria uma líder de torcida? Conseguiu uma líder de torcida Oliver! – Falei, mordendo os lábios, ele me olhou com desejo, comecei a abrir os botões de sua roupa.

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– Olha o que você fez! Rasgou a roupa! – Falei já de pé olhando o estrago da roupa e do RV.

– O que eu queria já consegui! – Disse rindo e olhando pra mim, a roupa tinha um rasgão na parte dos seios e outro enorme nas costas.

– Agora pareço uma líder de torcia espancada! – Falei rindo, ele me acompanhou. – Vou tomar banho. – Avisei entrando no banheiro, depois de tomar banho, sai do banheiro vendo Beck arrumando a nossa bagunça como sempre ele fazia.

– Amor abre um chat com a Tori e pergunta se ela precisa de alguma coisa? – Disse.

– Claro que eu não vou fazer isso! – Disse me jogando no sofá.

– Sério! O roteiro é pra amanhã e você desligou o chat. – Disse apontando para o computador.

– AH! Mas que saco! – Falei levantando do sofá e pegando o computador, abri um chat com a Vega, ela estava dormindo, ainda no avião, mas quem tinha aceitado o convite?

– Oi Jade! – Disse Trina a irmã mais velha de Tori. – Olha eu sempre quis saber como você conseguiu o Beck, poderia me dar algumas dicas e... – Falou irritantemente.

– ACORDAAAA! – Gritei. Tori acordou gritando assustada eu ri de canto.

– Amor seja simpática! – Gritou Beck do banheiro.

– Oi Jade o que quer? – Falou a Vega sonolenta.

– Beck me implorou pra que eu te perguntasse se precisa de mais alguma coisa. – Menti.

– Na verdade eu mandei! – Gritou Beck do banheiro, revirei os olhos.

– Não! Eu já consegui fazer todo roteiro ficou muito bom e... Vocês se acertaram? – Perguntou.

– Não é da sua conta! – Disse desligando o chat.

– E ai o que ela disse? – Perguntou Beck saindo do banheiro.

– Que fez o roteiro sozinha e que Ah eu vou dormir. – Disse pulando na cama.

– Você vai dormir aqui? – Perguntou.

– Sim por quê? Mais alguma líder de torcida vai dormir com você? – Perguntei rindo um pouco.

– Não! Eu já tenho a minha. Minha líder de torcida gata que se preocupa comigo e que é muito, muito sexy! – Falou rindo e se jogando do meu lado.

– Tarado! – Reclamei. Começou a alisar meus cabelos e eu comecei a fazer carinho na sua barriga, como tanto ele gostava, adormecemos ali mesmo. Juntos.

Notas finais do capítulo
Heeeu divos e divas, vocês gostaram do capitulo? É eu nem ia postar hoje por falta de tempo, mas como não fui para educação física ainda tive um tempinho, enfim amoris, vejo vocês na quinta ok?

AVISO: Gente me mandem suas fics para eu indicar aqui, sabe até mesmo eu possa ler depois, mas as pessoas que leem essa fic, podem ler, isso só vai ajudar vocês, mas se for mandar, faça isso por MP e não por reviews ok?

Fic de hoje: http://fanfiction.com.br/historia/305308/5_Temporada_De_Victorious/

(sério eu comecei a ler essa história e gente eu amei, não li tudo ainda, mas parece ser muito boa, leiam plys! Mereço reviews? Recomendações? O que? até mais ;D




(Cap. 10) A Grande Chance de Beck

Notas do capítulo
Heeey meus amores, eu simplesmente adoro esse episodio, da pra ver a raiva que a Jade tá depois que a Tori mela a chance do Beck e é demais! Bem eu tentei ao maximo deixar esse capitulo bom e espero que vocês gostem. Heey lindas um AVISO, a LoveBadeSeddie me perguntou se irei fazer até a serie acabar, e digo que concerteza graças a MARI que me mandou um site otimo pra baixar os episodios eu irei fazer toda série, é isso vai dar bem trabalho, mas com a ajuda de vocês, sempre comentando, vai ficar bom eu espero! OUTRO AVISO: Eu sou contra o casal TORI E ANDRÉ, sim sim eu não vou colocá-los eles na fic, mas tenho que dizer CAT E ROBBIE É MEU SEGUNDO CASAL PREFERIDO então vai ter eles sim, uu.u mas claro não agora, porque vocês sabem que só acontece lá pro final, mas relaxem que o que é deles está guardado! Boa leitura! ;D

*Esse capítulo segue a série:

Brilhante Victoria ou Victorious (1º - Temporada)

Como descrito: Não seja rígido, pois cenas serão mudadas, acrescentadas ou invertidas. Aqui a imaginação é livre e o prazer é seu em ler!

LEIAM AS NOTAS INICIAS E FINAIS E ENVIEM SUAS FIC PRA EU INDICAR POR MP! BEIJOS NOS VEMOS LÁ EMBAIXO ;D

Beck Oliver

Acordei não sentindo o peso da Jade em meu corpo, abri os olhos e dei de cara com seus lindos olhos azuis esverdeados me observando.

– O que você tá fazendo? – Perguntei acariciando sua bochecha.

– Te olhando! – Respondeu.

– Por quê?

– Porque você dorme sorrindo, isso é estranho! – Falou levantando e pegado suas coisas para tomar banho.

– Durmo sorrindo porque sei que você está ao meu lado! – Falei convencido de que receberia um beijo e foi isso que ela fez, apoiou suas duas mãos na cama e inclinou o rosto para me beijar, saboreei seus lábios.

– Você tá com bafo! – Menti, sabia que aquilo iria tirá-la do sério.

– Eu não estou com bafo Oliver! – Reclamou checando preocupada.

– Eu estava brincando! – Disse rindo da sua preocupação, ela jogou uma almofada em mim.

– Como você pode dizer coisas bonitas e em seguida coisas sem sentido e idiotas? – Perguntou cruzando os braços.

– Idiotas? – Perguntei a puxando pra mim, ela sentou-se obrigada em meu colo se debatendo. – Prefiro você assim rindo. – Falei fazendo cócegas em sua barriga.

– Me solta Oliver! – Falou se debatendo ainda mais entre risos. – Você vai ver quando eu sair daqui. – Debateu-se ainda mais e a soltei. Rapidamente peguei sua toalha e bati em sua bunda ainda com roupas de baixo.

– Já para o banho! – Falei continuando a bater em sua bunda com a toalha até o banheiro ela me xingava sem parar, me fazendo rir mais ainda. Joguei a toalha pra ela quando já estava dentro do banheiro. Fui arrumar minha mochila e rapidamente ela saiu do banheiro, fazendo sinal para que eu também tomasse banho, o fiz e seguimos para Hollywood Arts.

– Eu esqueci de te dizer, quando eu fui comprar a roupa de líder de torcida pra você eu passei por um pequeno estúdio, e dizia que iam fazer um novo filme com Melinda Murray então eu peguei o roteiro para audição. – Disse a novidade feliz.

– Vou te dar os parabéns quando conseguir o papel... – Falou fria, POSHA essa doeu. - Até lá... Estarei torcendo pra conseguir. – Falou rindo de canto, ela é tão fofa.

– Obrigado! – Agradeci, alisando sua bochecha com minha mão. Tivemos as aulas normalmente separados dos nossos amigos, mas desta vez fiquei junto a Jade, depois fomos almoçar, comprei seu almoço, já que ela tinha esquecido sua carteira em casa, e segui para a mesa. Cheguei à mesa e Jade esfregava o braço irritada.

– O que aconteceu? – Perguntei preocupado vendo a pequena irritação em sua pele.

– Uma abelha me picou. Que droga! – Falou de mal humor. Dei um beijinho em seu braço e ela levantou sua sobrancelha em minha direção.

– O que? Minha mãe diz que isso ajuda! – Disse rindo. - Sentem aqui! - Avistei Tori e André, fiz sinal pra que eles se sentassem conosco.

– Obrigada! - Disse Tori.

– Valeu! – Falou André.

– Ah! Eu não quero que sentem aqui! – Reclamou Jade.

– É tão bom que seja franca com seu mal humor. - Falou Tori.

– É que ela tá mal-humorada porque foi picada por uma abelha. – A defendi.

– Tá vendo... Todo mundo menos eu... Qual é a abelhas o que eu preciso fazer pra me picarem? – Perguntou André olhando para o céu. Porque ele queria ser picado?

– Isso é um roteiro? – Perguntou Tori animada, pegando o roteiro da mesa.

– Não, não! Não é pra você! – Respondi.

– É um roteiro para uma peça? - Perguntou curiosa.

– Quase, pra um filme! – Respondi.

– Que filme é? – Continuou Tori. Jade pegou a comida de Tori descaradamente.

– Ele se chama senhorita Fogo e é sobre uma policial demitida e ai enlouquece. – Expliquei. Tori perguntou quem fez a policial. - Melinda Murray. – Respondi.

– Você vai estrelar um filme com Melinda Murray? – Perguntou Tori incrédula.

– Bom eu vou ser o garçom número um. – Expliquei. – E eu só tenho duas falas caso eu pegue o papel.

– Posso ver o roteiro? – Disse Tori.

– Você não recebe o roteiro até conseguir o papel, eles só te dão umas páginas para audição. - Uma abelha tinha picado uma garota e André se queixou por conta disso. Depois de assistirmos todas as aulas, levei Jade até em casa, troquei de roupa e fui fazer a audição, tinha muita gente pra fazer essa audição só pra ser o garçom, fiz a cena com uma garota que representava a Melinda e ela não parava de me olhar fiquei um pouco incomodado com isso, não que ela fosse feia, mas nunca daria bola pra ela, odeio garotas oferecidas e eu ainda estava namorando Jade, então nada de dar bola pra nenhuma garota. Ela era loira, alta e tinha olhos verdes. Depois que terminei o teste, me sentei em uma cadeira e observei os próximos candidatos, queria muito conseguir afinal, é assim que se começa a ser ator de verdade, fazendo pequenas pontas e depois PLIM você vira um astro, ou sei lá vai saber.

– E então você tem namorada Beck? - Perguntou à garota se sentando do meu lado, como ela sabia meu nome? Ah! Ela segurava em suas mãos uma ficha, acho que com o nome de todos os que iam fazer a audição. Parecia ser assistente do diretor ou algo assim.

– Sim! – Respondi simplesmente, não queria que ela puxasse mais papo.

– E ela é ciumenta? Sabe por que eu não sou. – Falou se aproximando de mim, me agarrando pela blusa.

– Não, não! Na verdade ela é muito ciumenta... – Disse tirando suas mãos da minha blusa e as colocando na cadeira. – E é melhor que fique bem longe de mim.

– Ah! Qual é... Eu só... – Tentou.

– Beck Oliver! – Chamou o diretor. – Parabéns você conseguiu o papel. – Disse apertando minha mão, fiquei profundamente feliz.

– Obrigado, muito obrigado! – Respondi. A garota loira pulou em cima de mim. – Não ouviu o que eu disse? Tenho namorada e quero que fique bem longe de mim. – Na verdade eu não era grosseiro com as pessoas, mas muito convívio com Jade me deixava assim e além do mais eu já tinha avisado a garota.

– Tudo bem! Me liga. – Disse me entregando um cartão, peguei educado, pois não queria ser grosseiro de novo com ela, a garota nem tinha se tocado eu acho. Assim que sai do lugar, joguei o cartão no lixo e peguei o carro, chegando em casa já um pouco cansado, resolvi ligar para Jade, mas seu celular estava desligado, então fui dormir. Acordei um pouco suado, tive um sonho estranho, a garota loira me beijava e Jade terminava comigo, fiquei muito feliz por ter sido só um sonho. Ufa! Depois de arrumado, parti para HA, mas antes peguei no correio, o roteiro do filme que me mandaram.

– Bom dia! – Falei avistando Tori, nem sinal de Jade, não queria de jeito nenhum ficar sem contar essa novidade pra ela e sabia que ficaria mal se Tori soubesse primeiro, mas só restava ela para eu contar a novidade.

– Ah! Oi. – Disse Tori.

– Você queria ler o roteiro! – Disse tirando o roteiro do filme de minha bolsa.

– É, mas eu pensei que tinha dito que só davam o roteiro para os atores depois de... – Disse Tori demorando a entender. – Você conseguiu o papel? – Perguntou incrédula.

– SHI! Não é tão importante. – Tentei disfarçar minha alegria.

– É super importante, vai fazer um filme com Melinda Murray... Parabéns cara! – Disse batendo em meu ombro amigavelmente.

– Valeu! – Agradeci rindo.

– Vamos comemorar ao estilo do flautinha! – Falou tirando uma pequena flauta do bolso. Fiquei meio sem entender, mas tudo bem. Começou a tocar, e nossa senhora! É pior do que minha mãe tentando tocar piano.

– Não, não! – Falei pegando a flauta da sua boca e guardando em minha bolsa.

– Parabéns Oliver! – Disse uma voz atrás de nós arrogantemente. Sabia que estava encrencado. – Concerteza já contou para a Vega sobre a novidade. - Assenti com a cabeça. – Enquanto para mim mandou uma mensagem, dizendo: Amor consegui o papel, vou fazer o filme te vejo amanhã. – Disse lendo a mensagem. – Esqueceu-se de mandar, falei pra Tori pessoalmente, mas pra você só mandei uma mensagem. – Falou. O sarcasmo concerteza escorria de sua boca.

– SHI to indo! – Falou Tori saindo dali.

– Seu celular estava desligado, porque em? – Perguntei tentando virar o jogo.

– Fiquei com muita dor de cabeça e resolvi desligar o celular e dormir mais cedo, e não tente me culpar Oliver! – Falou apontando o dedo pra mim.

– Eu queria muito te contar primeiro, mas não tive escolha não ti vi e... – Tentei.

– E nada. Você podia ter ido a minha casa, quer saber, almoce com Tori. Não quero mais saber de nada. – Falou batendo o armário e saindo dali, apenas ri. Quanto ciúme! Mas tarde, almocei sozinho e fui pra casa sozinho, como Jade era cabeça dura! Dormi rápido. Acordei bem cedo, tinha que ir gravar, chegando lá gravaram algumas cenas e algumas tomadas, mas aconteceu uma falha na iluminação, mandaram todos irem pra casa, então olhei a hora e estava atrasado! Fui correndo para HA, cheguei na aula de Sikowitz .

– Desculpa gente! – Falei entrando na classe.

– Como foi trabalhar no filme? – Perguntou Cat animada, assim como toda a sala.

– Sabe... – Tentei.

– Beck tá atrasado. – Reclamou Sikowitz.

– Desculpa a gente tava numa cena e teve um problema na iluminação... – Tentei de novo.

– Fale isso como um robô! – Mandou Sikowitz.

– Deu um problema na iluminação eu sinto muito! – Falei com voz de robô gesticulando os braços.

– Errado! Você disse que sente e robôs não sentem emoções por tanto não podem lamentar. VOCÊS PRECISAM PESQUISAR MAIS SOBRE ROBÔS! – Reclamou alterado. – Beck senta! – Mandou. Assim que me sentei, todos chegaram mais perto, como se quisessem saber sobre o filme, e eles queriam. Sikowitz falava alguma coisa desinteressante. – Por Ghandi isso tá chato Beck fala pra gente sobre o filme. – Falou ficando acocorado.

– Tá bom então eu tinha que me apresentar... – Comecei. Sikowitz me levou até o palco. – Eu tinha que me apresentar ás 5 da manhã...

– Nossa que cedo! – Disse Cat animada, rindo um pouco.

– É e ai me pentearam e me maquiaram, o figurinista veio até meu camarim... – Tentei.

– Pera ai! A figurinista foi até o seu camarim? – Perguntou Jade ainda mais ciumenta, pensei que ela não ligasse! Confirmei. – Ela era bonita? – Perguntou.

– Ele... Era adorável! – Respondi, ela apenas deu um sorriso envergonhado. André perguntou se eu tinha conhecido Melinda Murray, lhe disse que ele mesmo podia conhecê-la se quisesse, ficaram meio sem entender, mas expliquei que o diretor queria alguns extras para algumas cenas e eles rapidamente se levantaram interessados. Pedi que deixassem seus nomes e telefones e foi o que fizeram coloquei no meu bolso e Jade me esperava na porta da sala, pois o sinal havia tocado. – Então... Agora liga pra isso? – Perguntei dando um sorriso vitorioso. - Sabe... Agora você quer participar de algumas cenas? – Disse cutucando seu ombro o que ela odiava.

– Quer saber não vou mais fazer isso, me dá o papel com meu telefone de volta! – Estendeu a mão mandona, lhe entreguei o papel.

– Ok! Agora tenho que ir almoçar afinal um ator também precisa comer, além do mais um ator como eu não pode chegar às filmagens onde tem uma garota loira que dá em cima de mim de barriga vazia não é mesmo? – Disse mexendo em meu cabelo, isso lhe afetaria concerteza, era o que eu esperava.

– Eu vou com você amanha! E isso não é um pedido Oliver. – Falou enfiando o papel em meu bolso da calça e saindo de lá irada, eu ri alto com isso, mas ela voltou me mandando um olhar nada legal, eu segurei o riso enquanto ela foi embora novamente. Assim que fui pra casa recebi uma mensagem de Jade.

“A loira das filmagens era bonita?”

Ri alto, mas já pronto para dormir lhe respondi.

“Não, você é mais, muito mais. Mas ela era adorável, boa noite amor!”

Rapidamente dormi. Acordei, indo logo tomar banho. Sikowitz tinha dado carta branca para faltarmos à escola hoje porque tínhamos a filmagem, já que mandei por e-mail o celular e o nome de todo mundo da turma, o da Jade foi o primeiro da lista, e só o nosso grupo conseguiu, menos Robbie. Depois de todos já prontos e instalados no set de filmagens, vi André paquerando a garota loira que tinha dado em cima de mim, mas sem sucesso. O diretor ordenou que fossemos para nossas posições, pois a Melinda já estava vindo. Meus amigos se sentaram em suas mesas, e Melinda tinha chegado. O diretor explicava a cena.

– E o nosso garçom...

– Beck! – Falei.

– Meu namorado! – Falou Jade.

– O namorado dela. – Disse o diretor apontando para Jade. Ele gritou ação e a cena começou. Melinda fazia a cena, mas agora era a minha fala.

– Desculpe o peito de frango não está disponível hoje! – Falei, representando.

– Espera o que você disse? - Perguntou Melinda – Corta! Dá pra cortar pra essa cara aprender a fala dele? – Não tinha entendido eu falei a fala certa. – Ele disse a fala errado, ele devia dizer estamos sem peito de frango e não o peito de frango não está disponível hoje. – Reclamou enjoada.

– Ela tem razão, é tudo minha culpa eu vou falar certo dessa vez. – Desculpei-me afinal, ela era Melinda Murray, mesmo sendo chata, enjoada, ela era um ícone, não iam dar a razão a mim.

– HAN... Só um minutinho... Na verdade o Beck disse a fala certa! – Falou Tori.

– Tori não faz isso. – Falei desconcertado.

– Senta agora! – Disse Jade, entendendo minha situação como sempre.

– Olha o garçom numero um diz: Desculpe o peito de frango não está disponível hoje. – Continuou Tori insistente mostrando o roteiro ao diretor.

– Ata o menino falou certo! – Disse o diretor.

– WOW, WOW, WOW! Um extra está me corrigindo no set? – Disse Melinda.

– Desculpa mais você gritou com meu amigo... – Tentou Tori.

– Ela é sua amiga? – Perguntou Melinda, sinto que isso não vai acabar bem. – Fora! Eu quero ele fora do filme! – Ordenou Murray, o diretor tentou argumentar. – Quer ele ou eu? – Perguntou enjoada, o diretor ficou sem palavras e se desculpou comigo.

– Não tudo bem! – Falei desapontado saindo daquele lugar, mas que droga! Depois de ter tirado a roupa de garçom, fiquei do lado de fora do set sentado em um banco que tinha por ali esperando meus amigos, não podia nem imaginar que eu tinha perdido isso, sabe eu não estava com raiva da Tori, ela queria me ajudar, mas tudo deu errado, mas que droga!

– Beck eu sinto muito eu não queria... – Falou Tori chegando perto de mim.

– Tudo bem eu entendo! – Falei. – Só pare de falar sobre isso. – Pedi, ela assentiu se sentando ao meu lado.

– Ai garota como você é burra! Porque fez aquilo? Você não sacou o que tava acontecendo? Era obvio que a Melinda não queria ser corrigida, você merece uma surra... – Disse Jade furiosa, apontando o dedo na cara de Tori.

– Eu não queria que isso acontecesse eu... – Tentou Tori.

– Jade, deixa ela! Não foi sua culpa. – Defendi Tori, agora olhando para o chão.

– Você ainda defendi ela? Mas que droga Beck! – Reclamou chutando o banco, eu tinha certeza como tinha doido, mas ela não ia admitir mesmo, então continuei de cabeça baixa. – Que inferno! Ela acaba com seu provável começo de carreira e você não faz nada? Ah, mas eu vou fazer AAAAAHHHH. – Gritou Jade caindo por cima de Tori que se debatia sem conseguir se mexer, não queria separar briga de mulher, André chegou com Cat, e os dois separam a briga. Mas as duas continuaram discutindo.

– Não fica assim Beck! Olha se você quiser eu fico aqui com você. – Disse uma voz diferente que logo reconheci, era a menina que tinha dado em cima de mim.

– Desculpe mais eu ainda não sei seu nome. – Falei ainda de cabeça baixa.

– É Ana... Chame-me de Ana! – Disse sentando ao meu lado e alisando meus cabelos, eu estava um pouco triste.

– Mas o que é isso? Solta ele garota. – Falou Jade, olhando firme para a loira ao meu lado, que soltou suas mãos dos meus cabelos.

– E quem é você? – Falou colocando a mão na cintura.

– Sou a namorada dele. Pensei que tinha deixado bem claro lá dentro. – Falou também colocando a mão na cintura ameaçadoramente. Tori pareceu aliviada, por o foco da Jade não ser bater nela e sim na loira ou sei lá.

– Essa é a namorada ciumenta? – Perguntou a garota olhando pra mim, levantei a cabeça e confirmei. – Não vejo muita coisa! – Disse olhando Jade de cima abaixo.

– Eu vou te mostrar à ciumenta. AAAAAHHH! – Disse Jade correndo e derrubando a garota no chão, na verdade ela podia ter sempre essa personalidade forte, mas não saía batendo em todo mundo que via, mas hoje ela concerteza estava alterada.

– Jade estou indo pra casa, não precisa vir atrás. – Falei saindo dali e pegando meu carro, ela escutou mais não teve tempo de responder, vi André tentando separar a briga de novo, mas ela estava descontrolada, acho que estava descontando na loira tudo que ela tinha guardado de raiva da Tori, desde o nosso beijo na encenação. Cheguei a casa, tomei banho, deitei na cama, passei as mãos em meus cabelos refletindo em como eu perdi o que talvez fosse uma chance de eu conseguir atuar profissionalmente. Dormi. No outro dia acordei com o celular tocando, era Jade não sentia vontade de atender e foi isso que eu fiz não a atendi, eu sei que ela podia ficar irritada, mas no fundo ela entedia que eu queria ficar um tempo sozinho e acho que esse tempo já passou. Vida que segue, não posso ficar culpando a Tori bem no fundo por tudo isso, ela só queria me ajudar. Arrumei-me e fui para HA. Avistei Jade indo para o almoço, depois que sai de uma aula chata sobre história do teatro.

– Olha ali a Vega destruidora de sonhos. – Tocou no assunto pela primeira vez hoje, até que ela conseguiu segurar por algum tempo, afinal ela adorava quando Tori saía de vilã.

– Jade! – Reclamei, ela apenas colocou seus óculos escuros, para que eu não pudesse ver sua expressão.

– Dá pra sentar em outro lugar? – Perguntou me olhando.

– Não! – Respondi me sentando.

– HAN... TÁ! Vamos sentar com a garota que não sabe ficar quieta e te prejudicou. – Cutucou Jade. André tocou uma musica tema para a conversa.

– Beck eu juro que se eu pudesse fazer qualquer coisa pra compensar você eu faria. – Desculpou-se Tori mais uma vez. Sério ela tinha me mandando umas cinco mensagens que dizia me desculpe por tudo.

– HAHA! Aposto que faria. – Provocou Jade. – Sabe se quisesse ajudar não ficaria ai sentada como uma porta, você faria alguma coisa. – Disse se levantando e saindo da mesa.

– Onde você vai?- Perguntei.

– Pra outro lugar! – Respondeu dando as costas. André continuou tocando uma música para cada conversa. Jade voltou e pegou seu instrumento. – Tá bom! Pera ai! Isso é pra você. – Disse tirando as pilhas e saindo dali de vez.

– Eu vou acalmar ela. – Falei pegando meu almoço.

– Eu sinto muito! – Desculpou-se novamente.

– Para de falar isso. – Disse saindo dali indo procurar Jade. A encontrei em uma mesa que batia sol. Ela estava ficando vermelha, mais ainda estava irritada. – Jade não pode culpar a Tori... – Tentei.

– Pare já! A garota fica o tempo todo dizendo: Sinto muito... – Imitou Tori, eu ri. – E não faz nada, além do mais você perdeu a oportunidade de fazer o filme e... – Falou equivocada, ela estava linda, me defendendo.

– Escuta! Tori pode ter tido culpa, mas ela fez aquilo sem querer, ta bem? Se acalma e vamos sair desse sol, que você ta ficando vermelha e dessa vez eu não trouxe protetor. – Falei cuidadoso, afinal eu sempre trazia pra cuidar da sua pele branca e sensível, Jade riu de canto e se levantou pegando minha mão. Fomos para as outras aulas e depois fui para meu trailer, Jade foi comigo. Meu telefone toca.

– Beck Oliver? – Perguntou.

– Sim, sou eu. – Respondi colocando no alto falante.

– Aqui é o diretor do filme Senhorita Fogo. Queremos você aqui amanhã garoto, Melinda foi acertada com uma flecha em sua mão, por uma confusão aqui no set, por causa de uma tal Cristal d’Água que é sua amiga, ninguém gostava da Melinda, então o personagem é seu. E Beck diga a sua namorada, que ela está me devendo uma assistente nova, afinal Ana teve que repor alguns dentes e colocar alguns fios de cabelo que caíram graças a sua garota, te vejo amanhã garoto! Parabéns. – Disse o diretor do filme, pulei de alegria e Jade também, por incrível que pareça.

– Tori não fez mais do que sua obrigação. – Respondeu carrancuda. Dei um beijo em sua bochecha e ela me olhou orgulhosa. – Parabéns Beck! – Disse acariciando meu cabelo, deitamos na cama, ela me dava carinho e eu também fazia carinho nela, adormecemos. Acordei, puxando o pé de Jade, mas ela não reclamou, afinal tínhamos que estar na HA logo e foi isso que fizemos. Encontrei Tori.

– Oi Beck! – Falou. Eu já tinha me separado de Jade, ela foi comprar café.

– Tori Vega. – Cumprimentei.

– Sou eu. – Disse animada.

– Tem certeza que não é Cristal d’Água?- Perguntei rindo.

– Eles te ligaram? – Perguntou animada.

– Eu voltei para o filme. - Ela pulou em mim me dando um abraço apertado, estava feliz e eu também.

– Um... – Disse Jade, chegando e nos vendo abraçados. – Dois... Não me deixa chegar no três. – Reclamou, Tori me soltou rápido, afinal já teve uma amostra grátis da força de Jade. – Bem melhor! – Falou chegando perto de mim e envolvendo seus braços em minha volta. Tori apenas a olhou assustada. Tudo ocorrera normal, fizemos as minhas filmagens do filme, eu esperaria o filme sair no cinema. Despedi-me de Jade e fui para o RV, lá dormir rapidamente, tendo bons sonhos que o filme seria um sucesso.

Notas finais do capítulo
Heeey lindos e lindas, gostaram do capitulo? A Jade ficou louca da vida com a Tori né? Sempre imaginei ela descontrolada nessa cena kkkk! Mas enfim, mereço reviews? Recomendações? Pedradas na cabeça? ~~~Por favor não matem a autora ~~~ u.u.u enfim quero saber o que acharam?! Mandem suas fics pessoal, plys isso é bom pra vocês! Ou preferem que eu mesma diga as fics que eu goste, seja Bade ou não? Vocês que sabem! Caso mandarem, já sabe né? Por mp! Caso contrario... Sei lá! kkk, mas enfim até sábado e pra quem gosta de Harry Potter, leiam me outra fic, da nova geração!

Fic de Hoje: http://fanfiction.com.br/historia/202000/Contando_Ate_10/ (só eu que acho essa fic perfeita? Porque não pode ser só eu? Essa fic é demais e mais do que necessaria pra todo fã de Bade, sempre queremos saber o que aconteceu nessa hora com os dois e essa fic explica tudo, além de que eu me inspirei nessa fic pra criar a minha! Sim, sim senhoras e senhores (kkk) eu adorei tanto essa fic, que fiquei imaginando fazer uma fic desse episodio, desse e dos outros episodios que eles estão separados infelizemente! Mas enfim, eu amo demais essa historia. Antes que isso aqui vire uma recomendação kkkk xau e até sábado amoris! ;D)




(Cap. 11) Armação do Ping-Pong

Notas do capítulo
Heeey pessoal tudo bom com vocês? Primeiramente deixa eu me desculpar com vocês: Gente me desculpem por só poder postar a essa hora, mas eu estou atolada de tanto trabalho, passei a tarde toda fazendo atividades e trabalhos, além de ter que estudar pra prova ok? Me perdoem! Mas enfim, quero explicar uma coisinha!

1 - Nem todos os capitulos vai seguir a ordem Jade, Beck, Jade, Beck... Não vai ser nessa ordem, alguns vai ter bastante Beck seguidos e outros Jade, mas não se preocupem o numero de capitulos pra cada personagem, já existe e está tudo premeditado aqui, então relaxem! Portanto esse capítulo será do Beck de novo, assim como o proximo! O aviso era esse, boa leitura!

*Esse capítulo segue a série:

Brilhante Victoria ou Victorious (1º - Temporada)

Como descrito: Não seja rígido, pois cenas serão mudadas, acrescentadas ou invertidas. Aqui a imaginação é livre e o prazer é seu em ler!

Beck Oliver

Levantei da cama, hoje era um dia muito bom pra mim, simplesmente Jade e eu fazíamos dois anos de namoro hoje. Já tinha comprado um presente pra minha morena. Depois de arrumado, sai do RV e fui ver a caixa de correio, o presente dela tinha chegado, era uma pulseira encomendada com chaves e cadeados, ela ia gostar. Na mesma caixa de correio, encontrava-se uma cópia do filme que eu fiz, já editado, eles não mandavam pra todo mundo, mas devido à confusão que teve por minha causa, eles mandaram pra mim. Cheguei a HA, avistei Jade, Tori parecia querer falar com ela, mas Jade conversava com mais duas meninas, acho que sobre algum trabalho, afinal ela não era tão simpática com as pessoas, fiquei a observando para depois dar o presente na hora certa.

– Jade, Jade! Jade eu não vou embora! – Falava Tori cutucando seu braço o que ela odiava. – E você não pode dizer não! – Não sabia o porquê Tori queria tanto falar com ela.

– Não, Não, Não, Não, Não, Não, Não! – Disse Jade com tons de voz diferente, eu ri.

– Tá certo então você pode, mas... Lane pode vir aqui, por favor. Fique aqui! – Disse Tori chamando nosso orientador, sinceramente fiquei bem curioso, em saber do que se tratava, mas fui para minha aula, porque o sinal tocou. Depois da aula, encontrei Jade.

– HEY amor! Como você tá? – Perguntei animado, será que ela tinha lembrado?

– Bem e você? – Perguntou desanimada.

– O que aconteceu? – Acho que essa não era uma boa hora pra entregar o presente.

– Tori quer entrar para o time de ping pong, mas ela não pode entrar! – Falou irritada, tudo resumido a Tori, a deixava irritada, mas dessa vez ela tinha razão, Tori não podia entrar, porque tínhamos feito à armação, nos fingindo de time e se ela descobrisse, estava tudo acabado. E como Jade era a “capitã”, por ter criado o “time”, ela que decidiria e eu não ia me meter nisso.

– E o que você falou? – Perguntei por dentro do assunto, afinal eu ouvi a metade da conversa hoje de manhã.

– Estou devendo um teste a ela hoje, depois da aula. – Disse ainda mais irritada.

– Eu sei o que pode te fazer ficar mais feliz, isso aqui! – Disse lhe dando o embrulho de presente, ela sorriu e abriu, e viu a linda pulseira. – Feliz aniversário de 2 anos.

– É linda, obrigada! – Falou sorrindo e fazendo sinal para que eu colocasse. O fiz. – Toma! – Falou tirando uma tesoura da bolsa.

– Mas você é a que gosta de tesouras. – Falei não entendendo.

– Eu sei! E como eu sabia que você ia esquecer nosso aniversário de namoro eu comprei pra você me dar. – Disse abrindo um sorriso.

– AH! – Falei meio desapontado, mas o que importava era o fato de eu estava com ela á dois anos.

– Beck! Me dá a tesoura e toma isso... – Falou puxando a tesoura da minha mão e tirando do bolso dois ingressos, os examinei, e era para a corrida de arrancada, ela odiava ir comigo, por isso nunca ia, mas agora ela ia, foi bonito da parte dela, ela em si é linda. – Chame alguém pra ir com você, menos a Tori. – Disse cortando minha animação, pude ver um brilho de sarcasmo em seu olhar, ela sabia que eu ficaria animado.

– E porque você não vai comigo? – Perguntei entrando no jogo.

– Porque é chato! – Disse.

– Mas é nosso aniversário. Hum! Tudo bem vou chamar a Trina. – Falei vendo o brilho em seus olhos desabar. – TRINA! – Gritei. A Vega mais velha apareceu no mesmo instante.

– Oi Beck, chamou a gata aqui? – Perguntou chegando mais perto de mim.

– Você que ir... – Não consegui terminar a frase.

– Chega! Eu vou com você. E você sai daqui. – Disse se rendendo, ela achou que eu estaria brincando provavelmente.

– Mas ele ia me chamar pra alguma coisa! – Tentou Trina.

– NÃO! Ninguém gosta de você. – Falou pegando a tesoura do bolso. Trina saiu correndo. Ri de canto vitorioso, ela não viu, seguiu para aula, sem se despedir. Depois da minha aula, separada da Jade, fui para o andar de cima do colégio, andar reservado para o time de ping pong.

– Oi Tori! – Falei lhe dando um breve aceno.

– Beck não cumprimente nossa rival. – Disse Jade ainda irritada.

– Não vou ser mais sua rival Beck, porque vou entrar para o time. – Disse Tori.

– Vamos acabar logo com isso. – Disse André.

– Beck você enfrenta Tori primeiro. – Disse Jade. Posicionei-me na mesa, e Tori do outro lado, vi o olhar feroz de Jade, meio que pedindo que eu a vencesse. Tori jogou a bola, e eu rebati, e ela mais forte, fiz o mesmo, estava perdendo o controle, quando Tori mandou a bola forte de mais, bateu em minha raquete e pulou pra fora, ela comemorou e Jade pareceu furiosa comigo, não gostava de admitir, mas ela era boa no ping pong. O adversário agora era André, eles começaram, eu olhava entediado ao lado de Jade que assistia a partida, torcendo para André fervorosamente. Tori mandou uma bola forte novamente e venceu André, pulando de alegria, agora era a vez da Cat. As duas se posicionaram e assim que Tori mandou a bola, Cat largou sua raquete e saiu correndo, nós bufamos e rimos um pouco, Jade ficava cada vez mais irritada. Tori fazia uma dança estranha nos fazendo rir. Era a vez do Robbie, os dois começaram e Tori mandou a bola pra cima que quicou com toda força e acertou certas áreas do Robbie que sinceramente nunca devem ser acertadas. Gemi, imaginando a dor dele. Fechei os olhos do boneco. Robbie caiu no chão, e antes ainda bateu com a cara na mesa. Foi bastante feio. Era a vez de jogar com Rex, não sei por que ainda tinha isso, mas tudo bem, Tori começou e Jade parecia cada vez mais interessada, querendo muito que Tori perdesse, não precisava nem olhar para aqueles olhos lindos, pra saber o que se passava em sua mente. Jade continuava tomando café, sua paixão, a deixando elétrica e com mais raiva de Tori. Tori venceu Rex, e acabou a partida parecendo cansada. Jade levantou do sofá e examinou Tori da cabeça aos pés com um sorriso malvado, ela não enfrentaria Tori porque não fazia nem ideia de como segurar uma raquete.

– E então? – Perguntou Tori exausta.

– Você não entrou para o time. – Disse Jade, sorrindo malvada.

– O que? Eu ganhei de todo mundo! – Reclamou Tori, até que deu um pouco de pena dela, mas não podíamos deixá-la entrar para o time e acabar com tudo.

– Eu não ligo, leia o site da escola. – Disse Jade entregando o celular a Tori.

– Quando um aluno tenta entrar para uma equipe que não tem treinador, o capitão do time decide se o aluno poderá ser aceito ou não na equipe. – Leu Tori.

– A capitã diz que não. – Disse Jade afinando a voz e sorrindo ainda mais malvada. Tori tentou argumentar. – Leia o celular Tori! Leia o ce-lu-lar. – Falou pausadamente, enquanto meio que esfregava as regras na cara de Tori.

– Esse texto é meu sua péssima atriz. – Disse Tori agarrando o braço de Jade com força, ela estava bastante brava, Jade não ligou para o que aconteceu, era melhor esfregar as regras na cara de Tori do que bater nela, e ela sabia que não podia. Tori pegou a raquete com força das mãos de Robbie e saiu brava da sala.

– Vamos almoçar? – Perguntei cortando o clima pesado que tinha se formado.

– Eu nunca vi a Tori assim. – Disse Robbie.

– Será que aconteceu alguma coisa com a família dela? – Perguntou Cat triste.

– Ela ta assim porque não entrou para o time ruivinha. – Disse André.

– Ah! Eu quero batata-frita. – Disse a ruivinha saindo da sala. Robbie e André foram também.

– Você viu o jeito que ela agarrou meu braço? – Perguntou Jade irritada. Envolvi meus braços em sua cintura, saindo da sala.

– Vi, mas releva, afinal ela não entrou para o time. – Falei tentando acalmá-la.

– Eu sei! – Disse rindo malvada de novo.

– Você fica linda assim. – Falei lhe dando um selinho.

– Eu sei disso também. – Falou rindo.

– HEY! Quer ir ver um filme comigo mais tarde no RV? – Perguntei.

– Que filme? É de terror? Alguém morre? – Perguntou curiosa.

– Não! É sobre uma policial que fica maluca e... – Tentei.

– Te mandaram o filme? – Perguntou interessada.

– Sim! Quer ver? – Perguntei.

– Sim! Se você comprar café e bolinhos. – Falou sentando-se à mesa e comendo seu almoço que tinha comprado. Confirmei.

– Que tal, irmos para o andar de cima de novo, sabe Tori vai ficar de fora, e essa ideia é boa demais. – Disse sorrindo ainda mais malvada. Confirmei. Mandei mensagem para todos os nossos amigos. Depois do almoço subimos Jade e eu e encontramos todos eles lá, menos Tori.

– E o que vai ser hoje pessoal? – Perguntou André.

– Já sei! – Disse Robbie sugerindo que jogássemos Twister, ele pegou o jogo e começamos a jogar. Eu ditei as regras.

– Esse é o melhor treino de ping pong de todos. – Disse André quase caindo.

– Pera, pera, pera... – Robbie caiu por cima de todos, eu ri.

– Tá bom vamos recomeçar – Disse Jade levantando.

– Deixa eu beber alguma coisa antes. – Falei. André também queria, nos aproximamos da máquina, que deixaram na hora do almoço.

– Ai eu acho que distendi um músculo. – Disse Robbie.

– Não pode distender o que não tem. – Disse Jade, que droga essa maquina não quer funcionar. Comecei a bater nela.

– O que tem essa maquina? Ela engoliu o meu dinheiro. - Protestei.

– Tá bom eu resolvo isso. – Disse André, começando a bater na maquina mais forte.

– Gente, gente tenta balançar. – Disse Jade, começando a balançar a maquina. De repente a maquina caiu. E a maquina gritou, se é que isso é possível.

– É impressão minha ou a maquina gritou igual a uma garotinha? - Disse André. Tori saiu da maquina, ninguém esperava que isso acontecesse.

– Tá legal! Quem me colocou nessa maquina? - Perguntou disfarçando, ninguém tinha botado ela na maquina de refrigerante, ela estava nos espionando. Tiramos uma Tori que se debatia o tempo todo de dentro da maquina.

– Porque estava disfarçada de maquina de refrigerante espionando a gente? – Perguntou Robbie.

– Porque eu achei que essa sua equipe de ping pong era uma grande farça e eu tava certa. – Disse Tori nos desmascarando. – Não tavam jogando ping pong, tavam fazendo jogos retro de festa. – Reclamou. – Então o que rola? – Ninguém respondeu.

– Vamos contar vai? – Disse André com pena de Tori, já que ela tinha descoberto tudo com tanto esforço.

– Não! – Disse Jade.

– Porque a gente num leva ela para um deserto e larga por lá? – Disse Rex. – Ela sabe de mais. – Advertiu.

– Conta pra ela. – Disse Jade, desistindo. Agora eu podia contar, afinal a ideia de tudo isso era dela.

– Não existe equipe de ping pong. - Falou André.

– HAHA! – Disse Tori, apontando o dedo na cara dele. – O que é tudo isso então?

– Bom... Tudo começou há dois anos quando a escola colocou uma mesa de ping pong nessa sala. Daí o Robbie sugeriu que nós formássemos uma equipe de ping pong da Hollywood Arts pra competir contra outras escolas. – Começou André a contar a historia. Nesse tempo eu era muito afim da Jade e foi nesse dia que eu a beijei.

– Daí eu dei um tapa com força na cabeça do Robbie. – Disse Jade.

– Doeu pra caramba! – Exclamou Robbie. Tori perguntou o que isso tinha haver com a historia e continuei.

– Ai uns dias depois, eu, André, Jade e Robbie estávamos dando um tempo... – Comecei.

– Ai a Cat entrou toda animada falando sobre o restaurante que os pais dela tinham a levado o que pareceu ser super bom pra gente, Robbie sugeriu que fossemos pra lá, mas Cat disse que o restaurante era muito caro... – Continuou André.

– Onde essa historia vai dar? – Perguntou Tori impaciente.

– Quando a Cat falou que o restaurante era muito caro... – Disse Robbie.

– Eu lembrei de uma coisa que o Beck tinha me falado sobre as equipes esportivas da Hollywood Arts receberem cerca de 1500 dólares por ano pra pagar viagem e equipamento e foi ai que eu tive a ideia. – Jade fez uma longa pausa.

– QUAL FOI A IDEIA MEU DEUS? – Gritou Tori ainda mais impaciente.

– AH é! Eu tava contando a historia. – Lembrou Jade. E daí ela começou a contar que sugeriu que formássemos um time de ping pong, pegássemos o dinheiro que a escola dava e fossemos para o restaurante que a Cat tinha dito, Robbie lembrou a parte da historia que ele falava sobre cada time ter um treinador, então a gente tinha ido procurar Sikowitz. André lembrou que o diretor podia ser demitido porque a HA não tinha grupos esportivos vencedores e que trouxessem taças, e ai sugerimos comprar taças com o dinheiro da escola e o resto levávamos Sikowitz para o jantar conosco.

– Então vocês formaram um time de ping pong falso para poder pegar o dinheiro, comprar um troféu pra escola, salvar o emprego do diretor e levar o Sikowitz para um jantar chique? – Perguntou Tori entendo a historia.

– É eu acho que a gente podia ter contado desse jeito. – Falou André, verdade poderíamos sim.

– Então agora você vai nos entregar e estragar tudo? – Perguntou Jade, levantando-se do meu lado e encarando Tori.

– Não! Se vocês me deixarem entrar para o time também. – Disse Tori.

– Feito! Beck vamos pra casa. – Falou Jade saindo da sala rapidamente.

– É que nós estamos fazendo dois anos de namoro hoje então... – Tentei.

– Vem logo! – Jade reapareceu na porta gritando.

– Já vou amor! – Disse saindo dali e deixando nossos amigos com uma cara de HAN, peguei o carro e fomos para o meu trailer. - Sabe, até que a Tori não fez tanto alarde, quando soube da historia. – Falei já dentro do RV.

– É eu pensei que ela fosse fazer alguma burrada. – Disse Jade. Peguei o filme e coloquei no DVD.

– Você lembra quando nos beijamos? Eu tinha uma queda por você, então depois da ideia do ping pong, quando nossos amigos foram embora eu disse: Jade você quer sair comigo e você disse: Oh Beck eu adoraria, mas agora eu quero te beijar e PLIM você me beijou e me pediu em namoro. – Menti, olhando pra cara dela, que estava chocada.

– Não foi assim! Depois que falamos com Sikowitz e nossos amigos saíram de perto, você se ajoelhou no chão disse que me amava e me pediu em namoro, então eu disse que não, e você me implorou mais ainda e com pena eu aceitei. – Disse Jade convencida, olhando para suas unhas, tentando disfarçar sua mentira.

– Tudo bem! Estamos os dois mentindo, mas agora podemos assistir ao filme, senhorita convencida? – Perguntei, ela me deu língua e deu o play, assistimos o filme, com os comentários de Jade sobre como era horrível, menos na parte que eu apareço, depois disso o filme acabou e nos deitamos na cama. – Desculpe, não ter te levado para jantar, ou sei lá, sabe acho que nosso aniversario de dois anos, deveria ter mais romance. Musica, restaurante e bastantes beijos. – Desabafei.

– Amanhã fazemos isso. – Disse dando um beijo na minha bochecha e virando de lado, para que eu a abraçasse e dormíssemos de conchinha.

– E amanha tem ARRANCADA! – Disse animado, a vi bufar irritada, ela sabia que iria odiar isso, mas quando chegássemos da arrancada eu a acalmaria. Dormimos juntos, isso sim foi um presente bom pra mim, sabe não tem nada melhor do que dormir agarrado a ela, nem mesmo quando ela coloca pra fora seus sentimentos, ou até mesmo quando ela diz que me ama, e nem o sexo se torna melhor do que ficar agarrado a ela, bem junto, sentindo seu corpo com o meu, sentindo que ela sempre vai estar comigo para sempre. No dia seguinte, acordei com Jade puxando meu pé irritada.

– Beck tem um cachorro idiota latindo ai fora, e ele não me deixa dormir. – Disse irritada. Só poderia ser essa a razão de acordar antes de mim.

– Tudo bem Jade, vai tomar banho que eu vou ver o que esse cachorro quer. – Falei abrindo a porta do RV. Não encontrando cachorro nenhum, Jade saiu do banheiro alguns minutos depois, e foi minha vez de tomar banho, fomos para HA eu ainda escutava ela reclamar do tal cachorro.

– Vamos vestir o uniforme. – Disse colocando a jaqueta do “time”. Tori parecia animada. Todos colocaram a jaqueta e desceram, Jade demorou mais um pouco, fui ver ela no pequeno banheiro ali dentro da sala e ela se olhava no espelho, acho que fazendo perguntas de mulher pra si própria, como: “Ai eu to gorda?” ou “Essa roupa é feia”.

– Você não está gorda! – Disse entrando no vestuário. Quando me viu, ela tentou disfarçar.

– Cale-se Oliver! – Falou irritada.

– Você está linda, e sabe fica ainda mais sexy usando esse uniforme. – Falei no seu ouvido, a vi se arrepiando. Encostei-a na parede, a fitando.

– Qual o seu problema com uniformes? – Falou referindo-se ao uniforme de torcida.

– É só que você me deixa louco baby! – Disse beijando de leve seu pescoço. Depois sai dali, ela tinha gostado, se não tivesse me batia, pois a chamei de baby e ela odiava. Desci, onde a perua de Sikowitz, esperava e toda escola gritava, Jade desceu um tempo depois, Tori ainda não estava conosco.

– É COM MUITO ORGULHO DE ANUNCIAR O NOVO MENBRO DA NOSSA EQUIPE DE PING PONG DA HOLLYWOOD ARTS... TORI RAQUETÃO VEGA! – Anunciou Sikowitz. – NOS DESEJEM SORTE E EM BREVE TRAREMOS UM NOVO TROFEU DE CAMPEÃO A HOLLYWOD ARTS. – Completou, subimos dentro da perua e partimos para o restaurante. Chegamos ao restaurante e pedimos a comida, Jade estava linda usando um vestido roxo, todos estavam bastante elegantes, mas Tori vestia ainda o uniforme.

– Ai meu Deus é a melhor comida do mundo. – Disse Tori.

– Ao ping pong! – Levantei uma taça, para brindarmos, os outros fizeram o mesmo.

– É EU TO VESTINDO O UNIFORME DE PING PONG! – Gritou Tori para umas mulheres do fundo. Acho que elas comentavam sobre sua roupa.

– Você tá linda! – Sussurrei no ouvido de Jade. Ela ficou um pouco vermelha, afinal eu não costumava elogiá-la em publico, mas ela estava divinamente linda, merecia muitos elogios.

– Porque você não pensou em trazer um vestido? – Perguntou André.

– Eu sei lá, eu não pensei! – Respondeu Tori.

– Você disse que lembrou todo mundo de trazer roupa legal! – Falei a Jade.

– E lembrei. – Disse Jade.

– Você não me lembrou. – Reclamou Tori.

– Opa! – Exclamou, é concerteza ela fez de propósito, não dei bola pra isso. Continuamos a comer, e nossa essa comida é divina, muito boa mesmo. Uma garçonete veio perguntar se tava tudo bem e todos confirmaram, Robbie foi fazer algum pedido a ela.

– Jade, feliz aniversário de 2 anos. – Sussurrei mais uma vez em seu ouvido.

– Mas foi ontem! – Advertiu.

– Finja que é hoje. – Lhe disse, ela sorriu pra mim. – Sabe foi uma ótima ideia, a do time de ping pong. – Disse fazendo aspas com a mão.

– Eu sei! – Falou convencida.

– Não se esqueça que depois temos arrancada! – A lembrei, ela bufou, mas pareceu não ligar depois, acho que não queria perder o clima do momento.

– Sobre o que é isso mesmo? – Perguntou.

– É tipo uma corrida de carros! – Respondi, todos conversavam enquanto se deliciavam com a comida do lugar.

– Tem acidentes? – Perguntou.

– Às vezes! – Respondi, vi ela se animar um pouco. Depois de comermos bastante pedimos a sobremesa.

– Isso é tão bom... Mas eu to cheio até a goela. – Disse André, tentando colocar mais um pedaço de bolo em sua boca.

– Ah! Qual é cara? – Falei pegando sua mão e colocando mais um pedaço de torta em sua boca. – Aqui! Pronto! Tá bom né? – Perguntei, enquanto ele comia.

– Você é um bom amigo! – Falou, agradecendo.

– Tá legal mais se um fazendeiro plantasse uma lagosta e uma batata no mesmo buraco? - Perguntou Cat a Tori. Que tipo de pergunta é esta? – Talvez crescesse uma lagostata!

– Tá Cat ia crescer uma lagostata, os fazendeiros iam adorar. – Disse Tori se rendendo, a ruivinha apenas riu animada.

– Sua conta senhor! – Disse a garçonete, a Sikowitz, ele agradeceu. Ao ver a conta, nosso professor cuspiu o que comia.

– Mas que, que é isso aqui? – Perguntou pra si mesmo.

– Que foi? – Perguntou Jade.

– Deu 1300 dólares! – Disse, deixando todos surpresos.

– Nunca passou de 700! – Disse Cat, era verdade.

– Mandou muito bem Tori! – Reclamou Jade batendo os braços na mesa.

– Espera, espera! Eu já vi o problema, eles nos cobraram por engano, 600 dólares extras de caviá. – Disse Sikowitz.

– Tá explicado! – Suspiramos aliviados. Sikowitz se queixou do problema, ao gerente, a garçonete disse que Robbie tinha pedido uma tigela grande de caviá. Todos olhamos pra Robbie, que estava desconfiado, mas ele culpou o boneco. Começamos a discutir entre si.

– BICO FECHADO! – Gritou Sikowitz nos chamando atenção. – O Robbie não pode evitar ser quem ele é. – Continuou Sikowitz, é por uma parte ele tava certo. – De todo jeito nós não temos dinheiro suficiente para pagar a conta. - O gerente ameaçou chamar a policia, nos desesperamos. O que parece ser o dono do restaurante perguntou ao gerente onde estava a musica ao vivo, e ele disse que os músicos sofreram um acidente de golfe.

– Ah senhor! Gente eu acho que posso resolver nosso problema por aqui... – Falou Tori para o gerente e o dono. – Me dá o seu vestido! - Pediu a Jade. Pra que ela queria o...?

– O que? – Disse Jade de boca cheia ainda surpresa.

– Me dá... O seu vestido. – Pediu de novo.

– Este aqui? – Perguntou Jade incrédula.

– Eles querem um numero musical, eu vou dar a eles um numero musical. – Falou Tori, Jade foi com ela até o banheiro e depois voltou vestindo o uniforme de ping pong. Ela ficaria irada concerteza com Tori, mas era uma ótima ideia pra sairmos de lá. Tori começou a cantar, e Sikowitz voltou de não sei da onde, acho que estava no banheiro. Tori acabou de cantar e aplaudimos. Jade colocou a cabeça em meu ombro e alisei seus cabelos. Depois de liberados do restaurante seguimos para a perua.

– Nunca mais vamos vir pra aqui de novo. – Disse Robbie.

– Porque está dizendo isso, foi você o culpado de tudo aquilo. – Disse Jade, começamos a discutir entre si, mas Sikowitz buzinou, chamando nossa atenção. Tori e Jade trocaram os vestidos em algum canto afastado da perua.

– Bem melhor! – Falou se sentando ao meu lado.

– Deixa a gente aqui Sikowitz, temos que ir a um lugar. – Falei e Sikowitz parou o carro, descemos e fomos para a arrancada.

– Que tédio! – Reclamou Jade ao chegar na corrida.

– Isso é coisa de homem, amor! – Falei.

– E porque não veio sozinho? – Disse irritada.

– Por que... – Tentei.

– Já sei, é nosso aniversario de namoro e blá, blá, blá! – Falou sorrindo divertida. Antes de nos sentarmos, a corrida começou bem mal, um carro bateu no outro, que bateu em outro, que explodiu um outro, todo mundo saiu correndo.

– Vem Jade! – Falei pegando sua mão, apesar que não era perigoso pra plateia.

– Não pera, tá ficando interessante. – Disse rindo.

– Jade! O cara podia ter se ferido. – Falei já dentro de um taxi.

– Por isso mesmo que tava ficando interessante. – Disse dando de ombros, eu ri da sua total falta de normalidade.

– Vamos pra casa! – Falei segurando sua mão.

– Esse foi o melhor aniversario de namoro, concerteza. – Disse Jade rindo, me lembrei da garfe que passamos no restaurante e agora isso na arrancada, definitivamente, foi bem estranho. Chegamos rapidamente ao meu RV e Jade se jogou na cama cansada.

– Você ta bem? - Perguntei.

– Sim por quê? – Perguntou curiosa.

– Porque você não vai ficar bem quando eu começar com meus planos pra hoje. – Falei ainda malicioso Ela levantou a sobrancelha.

– E mais uma vez você se supera Oliver! – Reclamou.

– Calada! Hoje você é minha. – Falei a agarrando, beijei seu pescoço suavemente. Ela gemeu baixo, comecei a trilhar beijos desde o seu pescoço até sua barriga, ela arrepiava-se. O que fizemos em seguida, foi definitivamente o final de um dia bom, e de um aniversario de namoro perfeito, com minha morena.

Notas finais do capítulo
Heeey amoris, gostaram do capitulo? Eu amei a pulseira da Jade e se vocês observarem tem umas coisas, meio com cruzes e enfim é tipo o estilo das coisas que a Jade usa, mas enfim. Mereço reviews? Recomendações? Eu fiquei muito feliz quando vi que o numero de leitores está para 20, mas meio triste por só alguns comentares, mas tudo bem! Até terça, fofos ;D

Fic de Hoje: http://fanfiction.com.br/historia/262406/Babysitting/

( eu amo essa fic, sério fiquei um tempão procurando ela pra indicar aqui, e quando achei fiquei extremamente feliz .u.u.u, enfim leiam plys, beijos e ate mais ;D)




(Cap. 12) O Novo Namorado da Cat

Notas do capítulo
Heeey meus amores, como estão vocês? u.u.u gente gente estamos com 104 reviews u.u.u e 21 leitores, meus amores muito obrigada mesmo, estou tão feliz com isso, me sinto bastante realizada e meu coração se enche de alegria pra escrever cada vez mais um novo capitulo u.u.u.u amo vocês. Esse capítulo eu dedico pra DIVA da Annie que mandou o reviews de numero 100, muito obrigada flor, não só a ela mais a todos vocês. PREPARADOS PRA CHEGADA NO NOVO PERSONAGEM? EU AVISEI! Heeey outro capitulo do Oliver né? Mas vamos lá!
*Esse capítulo segue a série:
Brilhante Victoria ou Victorious (1º - Temporada)
Como descrito: Não seja rígido, pois cenas serão mudadas, acrescentadas ou invertidas. Aqui a imaginação é livre e o prazer é seu em ler!

Beck Oliver

Acordei com um sorriso no rosto, a noite de ontem passava ainda pela minha cabeça, Jade ainda dormia, então fui tomar banho, de repente sinto que tem mais alguém comigo, viro e dou de cara com uma Jade incrivelmente e lindamente descabelada.

– Beck porque não me acordou? – Perguntou indo ir escovar os dentes.

– Você tava linda dormindo e eu não quis, mas eu ia te acordar. – A olhei ternamente.

– Tudo bem chega mais pra lá. – Disse tirando sua blusa que era a única coisa que vestia, ela entrou no chuveiro junto comigo e ver aquela cena, tenho que dizer era bastante excitante, Jade ensaboava-se não ligando para meu olhar sobre seu corpo. – Algum problema Oliver? – Perguntou sinicamente.

– Sim, você está tirando minha concentração. – Falei dando de ombros, e roubando o sabonete de sua mão, ela ergueu as sobrancelhas pra mim.

– Sinto muito Oliver. – Disse sorrindo breve.

– Quer me enlouquecer não é? Só pode! – Disse bagunçando meus cabelos. Olhei pra ela, que tinha pegado o sabonete de minha mão e começava a se ensaboar de novo, agora olhando fixamente pra mim. Aproximei-me de seu corpo, e a encostei à parede, a água caindo sobre nós deixava tudo mais excitante e divertido.

– Não, não Oliver, esse é seu castigo por não me acordar. Hoje vai ficar só olhando. – Falou pegando a toalha e saindo do banheiro me deixando ainda mais louco. Depois de meu banho super conturbado, liguei o carro e esperei Jade entrar, ela o fez e fomos para HA. Estava mexendo na bolsa de Jade, em busca de algum espelho, precisava ver como estava meu cabelo, mas Jade me chamou atenção.

– HEY! Quem é aquele cara conversando com a Tori? – Disse Jade apontando para o garoto.

– Será que ela ta com problemas? Porque eu nunca vi esse cara aqui. – Falei.

– Vamos lá, se ele quiser bater nela, eu tenho que ver. – Falou me puxando pela mão e nos aproximando de Tori e do garoto.

– E quando começou a atuar? – Perguntou o garoto.

– Sabe como é a língua da minha irmã inchou e... Aqui estou eu. – Explicou Tori, tudo parecia bem por aqui.

– Quem é esse ai? - Perguntou Jade.

– HAN... Esse é o Deni – Apresentou Tori, ele me cumprimentou e a Jade também.

– Porque ta falando com a Tori? – Continuou Jade com o interrogatório.

– Ele era da minha antiga escola... Ele era meu namorado. – Explicou Tori meio sem jeito, eu sabia que Jade continuaria com as perguntas, ela adora fazer isso.

– E porque deu o fora nela? – Perguntou a Deni.

– Jade! – Tentei, mas eu sabia que ela continuaria.

– Posso adivinhar? – Perguntou continuando, como eu esperava que ela fizesse. – Porque eu sou super criativa.

– Na verdade... Tori terminou comigo. – Explicou o tal de Deni. É Jade fazia as pessoas falarem esse tipo de coisa, deixando o momento sempre constrangedor.

– Ah! E como você comemorou? – Perguntou rindo um pouco.

– Então o que ta fazendo aqui? – Perguntei deixando de lado a historia de namorados.

– Bom... Eu to namorando uma garota que estuda aqui e eu devia encontrar com ela... – O garoto foi interrompido, por um grito alto de uma certa ruivinha. Cat beijou Deni, deixando todos surpresos, eu disfarcei, Jade riu como uma boba e Tori ficou de boca aberta. A cena realmente era divertida e embaraçosa.

– Esse é o cara de quem eu venho falando tanto... Meu namorado. – Disse Cat apontando para o garoto e rindo. Ela nos apresentou.

– A gente já se conhece. – Disse Tori.

– Sério? Você conhece o Daniel? – Perguntou Cat, falando o nome todo do garoto.

– Ah! Como ela conhece o Daniel! – Brincou Jade.

– Então... – Tori tentava disfarçar.

– Porque ta todo mundo tão estranho? – Perguntou Cat.

– Vou falar pra ela. – Disse Jade levantando a mão animada, era intrigante como ela adorava deixar Tori numa situação complicada.

– Num vai não. – Meio que mandei, ela abaixou a mão e cruzou os braços. Tori explicou que os dois estudavam juntos.

– Então eram amigos? – Perguntou à ruivinha.

– É... Eles eram ótimos amigos. – Disse Jade provocando.

– Deni e eu éramos namorados – Disse Tori de uma vez. Queria muito acabar logo com isso.

– Ei porque a gente não vai pra outro lugar? – Perguntei a Jade, encostando-se em seu braço, afinal, isso não iria dar muito certo. Tori e Deni disseram que estavam felizes com o namoro da Cat com ele, então tudo estava resolvido, aquela situação chata não ia voltar a acontecer.

– Então tudo bem, estamos todos felizes. – Disse Cat, até que fim.

– Ah! Fiquei entediada! – Disse Jade saindo dali. Só ela pra ser a do contra, qual é? Não é bom a sua melhor amiga, vamos dizer assim, estar namorando e mesmo assim com um ex-namorado da Tori, mas as duas estando bem com isso? É talvez pra Jade não.

– Eu peço desculpas por ela. – Falei saindo dali atrás da minha namorada, “entediada” com uma situação digamos feliz. – Você ás vezes né? – Sussurrei em seu ouvido.

– Calado! – Reclamou me beijando, sua mão passava por meu cabelo. Eu estava encostado ao armário e ela meio que me empurrava, sentia necessidade de ficar com ela, a noite de ontem foi bem intensa e eu ainda estava com saudade. Minha língua explorava cada centímetro de sua boca, seu halito com gosto de menta, da minha pasta de dente, já que havia usado. Sua pele tocando a minha, era tudo simplesmente perfeito, a cada beijo que dávamos era como se fosse o primeiro, e era ainda melhor.

– Me desculpe interromper, mas você é Jade West? – Perguntou um garoto loiro, com os cabelos arrepiados que usava uma jaqueta xadrez e uma calça Jeans.

– Sim! Você é o que? Moço da entrega? – Perguntou levantando a sobrancelha.

– Não... – Ele riu um pouco, engraçado. Normalmente Jade intimida as pessoas. – Eu sou Zac Smith, prazer Jade. – Falou erguendo as mãos para que ela apertasse. O que ela não fez.

– Desculpe por ela. – Falei apertando sua mão. – Mas eu te conheço de algum lugar?

– Não, não conheço nenhum dos dois, mas gostaria... Quer dizer... Espera... Vocês devem estar me achando um esquisito que chega interrompendo o clima do casal e se atrapalha pra falar, mas eu... – Tentou o garoto.

– Engraçado, é exatamente o que eu acho. – Falou Jade, ainda erguendo a sobrancelha pra o garoto, acho que se perguntando o que ele queria com ela.

– Mas eu... – Ele riu. – Sou filho de Robert... Robert Smith diretor da peça sobre à casa abandonada e a zumbi.

– Desculpe, mas eu não vi... – Tentei.

– Espera você é o filho do diretor da peça... – Disse estendo a mão para o menino que apertou sorrindo. – Seu pai disse que você estudava aqui, mas eu nunca havia te visto.

– É que eu não tenho aulas com o Sikowitz, por isso acho que se me viu, não se lembra, já que só frequento as outras aulas. – Qual é? Eu to ficando de fora mesmo desse papo é?

– Então... Você assistiu uma peça que quem dirigiu foi o pai dele e agora os dois viraram amiguinhos e eu to atrasado pra aula. – Falei saindo dali, ela não me conta sobre a peça que assistiu e muito menos sobre um diretor idiota que tem um filho bonito que agora ta falando com ela, e mais ela tá tratando ele super bem, isso ela só faz comigo, e às vezes. Acho que foi só da primeira vez, quero só ver quando esse menino vier falar com ela de novo, pra ver só o fora que ele vai levar.

– Peço desculpas por ele. – Disse enquanto eu saía, felizmente o sinal tocou e os dois tiveram que se separar, fui para aula na frente, chegando lá sentei em um cadeira que estava ocupada dos lados, assim Jade não sentaria do meu lado, se ela quisesse ia se sentar com o tal do Zac.

“O que você tem?” – Mandou uma mensagem, eu não respondi. Fomos para o almoço sem nem tocar no assunto e achava melhor assim.

– HEY dá pra me passar o sal? – Perguntou Tori.

– Porque eu deveria? – Começou Jade.

– Será porque minhas batatas tão sem sal? – Tentou Tori. Jade passou o sal pra ela, eu me sentia estranho, mas não podia demonstrar, afinal eu nunca fico estranho com essas coisas.

– Advinha quem é? – Perguntou Deni tapando os olhos de Cat.

– É o Beck! – Disse a ruivinha errando feio e fazendo ninguém entender a cena.

– Eu to sentando bem do seu lado. – Falei.

– Ah é! Oi Beck. – Disse a ruivinha tocando meu rosto. Daniel se mostrou e Cat deu um beijo apaixonado nele, eles faziam um casal bem legal.

– Ah isso é tão legal! – Disse Jade, depois que Daniel falou que tinha o dia livre e então resolveu vir ver a Cat. – O Daniel veio almoçar com a nova namorada e a antiga namorada! – Cutucou Jade, tava sem cabeça pra a fazer parar com isso.

– Você pode tentar criar uma relação, mas não vai funcionar porque diferente de você todos aqui nessa mesa são maduros. – Respondeu Tori, Jade apenas deu um sorriso, é exatamente o que eu acho. – E A PROOSITO EU QUE LARGUEI ELE HAAH! – Disse Tori acabando com seu discurso de antes. Jade perguntou se Cat tinha convidado o Daniel para a festa que a escola nos deixa fazer uma vez por mês, então Cat como havia esquecido o convidou.

– Tori você vai vir na festa? – Perguntou Jade.

– Claro Jade... Eu venho! – Respondeu a encarando. Cat puxou uma sacola de brownies, e Tori afirmou que Daniel não gostava, mas parece que Daniel gostou dos brownies da Cat e Jade provocou ainda mais Tori que falou que fez brownies para Daniel, mas ele não havia gostado. Eu estava com o pensamento em outro lugar. Tori saiu frustrada, quando percebeu que realmente os doces que a Cat fez eram melhores do que o dela. Cat continuou dar os doces na boca de seu namorado, eu olhei pra Jade meio que procurando uma resposta em seus lindos olhos. O porquê de ela ter sido tão simpática com aquele garoto? O que aconteceu no dia da peça?

– Jade a gente precisa conversar... – Tentei, mas meu olhar foi direcionado para um garoto que parece ter derrubado o tal Zac, que derrubou o que pareceu ser um DVD, ele veio deslizando até cá.

– É um... DVD de “A Tesoura”, eu nunca tinha visto esse antes. – Disse Jade examinando o DVD.

– Ah Oi Jade, oi... – Disse Zac.

– Você tem esse DVD? Como conseguiu? – Perguntou curiosa.

– Comprei no catalogo da Sky Storm de vez em quando tem alguma coisa boa, e esse quase ninguém viu. Se você quisesse a gente podia assistir juntos, se o seu namorado não se importasse. – Falou me olhando, e me dando um sorriso meio envergonhado. Levantei da mesa, os olhei, eles me encaravam meio que com o olhar pidão.

– Eu vou pra casa, faça o que quiser, só não me ligue. – Disse saindo dali, deixando os dois conversando. Precisava muito falar com André, mas não o encontrava em canto nenhum. Fui pra casa esfriar a cabeça. Como ela podia? Não é ciúmes, é só... Cuidado! Ela nunca dá bola pra ninguém e do nada já ta falando com o cara. Depois de pronto para a festa. Fui pegar Jade em sua casa.

– Vai assistir ao filme com ele? – Perguntei fingindo desinteresse. Já estávamos dançando na festa que estava bastante animada.

– Sim, vamos assistir no sábado. – Respondeu.

– Aonde vai ser? – Continuei.

– Na minha casa, de tarde eu acho. – Falou simplesmente. - Vou pegar uma bebida. – Disse me soltando. Sai dali e avistei André, algumas pessoas estavam pegando no pé dele.

– Porque... Bem... Estão pegando no seu pé? – Perguntei rindo pelo outro sentido da frase.

– Sinta você mesmo! – Falou e eu me abaixei, senti seu pé. E nossa!

– Que pé macio cara! – E realmente estava muito macio e liso.

– Igual a um bumbum de neném. – Afirmou.

– Ei Jade... Jade você tem que tocar o pé do André. – Falei assim que a avistei.

– Porque que eu ia querer fazer... Tá bom! – Se acocorou e começou a tocar no pé do André. – Nossa Cara! Mas que pé macio. – Falou incrédula ainda passando a mão igual a mim. – Não é serio seu pé ta super macio, tá macio mesmo UU show! – Continuamos a tocar no pé de André até que as pessoas começaram a comentar.

– HEY o que aconteceu? – Perguntei a uma menina que conversava com outra.

– Eu acho que ela não fez certo e você o que acha? – Perguntou de volta, mas sobre o que elas estavam falando?

– FALA LOGO! – Gritou Jade

– Tori Vega derramou queijo na Cat e no namorado dela. – Foi o bastante, pra eu sacar que a Tori não tava nada bem com essa historia de Daniel.

– Jade vamos lá? – Falei puxando-a pelo braço.

– Eu não quero ajudar a Tori. – Disse fazendo força pra que eu a soltasse.

– Ótimo! Porque agora você não vai perguntar a seu amiguinho Zac se ele quer queijo? – Falei saindo dali, eu sei foi bem infantil da minha parte, mas eu não tava com ciúmes, não consigo e não posso admitir isso pra mim mesmo. Jade chegou perto de mim, quando eu tava entrando no pequeno teatro. Pelo menos ela veio.

– Tori! Tori! – Gritei.

– A gente te viu vindo pra cá! – Mentiu Jade, nós nem sabíamos de nada.

– O que, que é isso tudo? – Perguntei olhando para as barracas no chão.

– Sinjin e os amigos deles estão fazendo uma peça para um acampamento que da errado. – Explicou.

– Que da errado? – Perguntei sem entender.

– Acabam se devorando sei lá. – Respondeu dando de ombros. Continuei a chamando. Jade jogou um rodo na barraca montada na nossa frente, e Tori gritou, ascendi às luzes. – Tori vou assoprar até derrubar! – Avisou Jade imitando o lobo dos três porquinhos.

– Porque atacou a Cat com o queijo? – Perguntei não ligando para o seu pedido de me deixem em paz.

– E o namorado dela... Daniel? – Perguntou Jade, não perdendo a oportunidade. Apesar de que já sabíamos por que ela tinha feito isso. Tori disse que não sabia o porque mas tinha que se desculpar com Cat e Daniel, mas antes ela deixou a salsicha na sala. – Quer ir tocar o pé do André de novo? – Sugeriu. Pensei um pouco, eu estava pronto pra começar, sei lá uma DR.

– Quero! – Menti, eu precisava de tempo, pra saber o que ao certo eu ia falar com ela. Fomos tocar o pé de André então.

– Cara como você faz isso? – Perguntou Jade.

– Quer mesmo saber? – Disse André.

– Quero! – Respondi. Ele nos contou que Trina tinha comprado peixes que comem a carne morta dos pés, pareceu uma ideia boa, então Jade e eu marcamos de ir pra casa da Tori no outro dia. Estava levando Jade pra casa nesse momento. - Qual é a sua com o Zac em? – Fui direto.

– No começo só falava com ele por que ele é filho do dono de uma das peças que adorei. – Respondeu. – Mas pelo papo que tivemos, ele parece ser legal e ele gosta da saga “A Tesoura”, enfim eu até posso ser amiga dele.

– Só amiga né? – Falei ficando um pouco mais tranquilo.

– Claro Beck! E o que você acha que eu vou ser? – Perguntou pra si mesmo, acho que pensando nas possibilidades. – ESPERA! Você ta com ciúmes? – Tocou em meu ponto fraco.

– Eu não estou com ciúmes. – Respondi.

– Inacreditável! Beck Oliver com ciúmes. – Riu.

– Anda Jade sai do carro. – Falei abrindo a porta pra que ela saísse, ela já tava começando a me irritar.

– Só saio porque eu quero sair. – Disse saindo. Como sempre nunca admitia que podia ser controlada, ou podia obedecer as vezes a ordens. Fui pra casa dormi tranquilamente, ela havia dito pra mim que só queria a amizade do menino. Isso não seria nada de mais, afinal ela tinha Robbie e André de amigos, porque não mais um. Acordei no outro dia, depois de arrumado fui pegar Jade antes de irmos para escola, para irmos para casa de Tori, fazer o tratamento com os peixinhos.

– Tem certeza que é seguro? – Perguntei olhando para o aquário cheio de peixinhos rosas.

– Todo mundo fez! – Respondeu Robbie, os outros confirmaram.

– Isso dói? – Perguntou Jade.

– Não! – Respondeu André.

– Ah! – Disse desapontada, ela queria que doesse?

– Vamos se querem os pés iguais a bumbum de bebê. – Incentivou Trina. Tori questionou porque Cat não ligava pra ela de volta, depois de ter deixado tantas mensagens, Robbie e André responderam o obvio, que ela tinha jogado queijo nela e ainda beijado o seu namorado.

– Isso aborrece algumas garotas! – Falou Jade referindo-se a resposta do questionamento de Tori. Tori se foi irada e Trina incentivou que colocássemos o pé no aquário e foi o que fizemos, e caramba como isso era bom. Divertia-me com aquilo, só de tentar descrever a sensação é divertida.

– É tipo assim... – Tentei.

– Um milhão de beijinhos de peixes nos pés? – Perguntou Rex, é isso mesmo, beijinhos.

– Como se sente Jade? – Perguntei depois de secarmos nossos pés.

– Não muito bem. – Respondeu caindo no sofá, olhamos em volta e os outros estavam do mesmo jeito, eu também.

– Mas o que está acontecendo aqui? - Perguntou a mãe de Tori chegando à sala. – Estão se sentindo bem crianças? – Balançamos a cabeça negativamente. – Eu vou levar vocês para o hospital assim que eu fazer ovos com bacon pra mim. – Disse indo pra cozinha.

– MÃE! – Reclamou Trina.

– Tá eu levo agora, mas depois alguém vai fazer ovos com bacon pra mim. – Disse ajudando Robbie, como assim? Estávamos doentes? Eu acho! Depois que todos estavam no hospital, gemendo de dor, Tori apareceu onde estávamos. O medico acha que temos peixicolite é uma doença que ataca o sistema nervoso, graças aos peixes de Trina. Estava bem fraco e tossindo muito, Jade e todos não estavam diferentes.

– A saliva do peixe Bucca é toxica e contem muitas bactérias! – Reclamou o médico. Depois de eu ter pedido que Trina contasse a verdade a ele sobre os peixes que comprou ilegalmente em uma barraca.

– Mas sinta nossos pés! – Pediu Trina, o médico foi sentir e ficou admirado e chamou as enfermeiras para sentirem os mesmos, depois de tudo que aconteceu, eles colocaram nosso pés em um aquário com líquidos especiais, e eles continuaram lisos, mas foi removido a saliva dos peixes Bucca, e depois tomamos alguns remédios e fomos liberados, o medico disse que tivemos sorte de virmos para o hospital logo se não poderíamos estar mais encrencados. Culpamos bastante Trina, mas ela como sempre escorregadia, fugiu de fininho. Depois que Jade me assegurou de que esse tal de Zac era só seu amigo eu acreditei e pude dormir tranquilo, fui pra casa e antes de dormi mandei uma mensagem pra minha morena. “Eu te amo e ninguém vai separar a gente, porque fomos feito um para o outro, boa noite”.

Zac Smith

Notas finais do capítulo
Heeey lindos e lindas, o que acharam do novato? u.u.u.u lindo né? O que será que vai acontecer em? uu.u.u. o proximo capitulo vai ser maior, porque o episodio tem 40 minutos, então talvez postarei só na sexta okay? Desculpem mais ainda tenho que escrever mais! O que acham de todo capitulo que o Zac aparecer, ter uma foto dele no final? Me mandem o que acham okay? Amo seus comentarios u.u.u beijos fofos e até sexta talvez!
Fic de Hoje: http://fanfiction.com.br/historia/188101/The_Only_Exception
(Hey amores, a fic de hoje não é BADE okay? Mas parece ser boa! Agora no feriado vou ter tempo pra lê-las, lembrem-se de que as fics que eu coloco aqui, não quer dizer que eu li, fica a criterio de vocês se leem ou não beijos ;D




(Cap. 13) Surtando de Vez

Notas do capítulo
Heeey preciso dizer que adoro esse episodio? Sim? Eu adoro esse episodio, a Jade com ciumes do Beck é a melhor parte kkkkk, enfim tentei bastante deixar tudo com a mesma cara então digam se gostam ou não, plys okay?:)
Tenho em mente um concurso na minha cabeça, e é o seguinte, como eu disse, quando começar a segunda temporada eu vou mudar a capa, então quem quiser me mandar uma capa eu estarei agradecida, (ATENÇÃO: NÃO QUERO QUE VOCÊS FAÇAM), Só quero que vocês procurem no google uma foto de BADE legal o bastante pra ser a capa, e então eu aqui modifico, com o nome da fic okay? Quem quiser, me manda por reviews, ou MP, ces que sabem, direi quem ganhou, o "concurso" e agradecerei a pessoa quando a fic começar sua a 2 temporada okay? :) Boa leitura!
*Esse capítulo segue a série:
Brilhante Victoria ou Victorious (1º - Temporada)
Como descrito: Não seja rígido, pois cenas serão mudadas, acrescentadas ou invertidas. Aqui a imaginação é livre e o prazer é seu em ler!

Jade West

Acordei, faltava muito pouco para o final de semana e assim era melhor! Beck estava muito estranho ontem, com o tal de ciúmes, mas eu acho que ele estava brincando, afinal ele nunca fica com ciúmes, falo isso porque uma vez um cara bonitão passou na rua e me beijou e Beck não fez nada, depois eu mesma dei uma surra nele. Mas Zac, era um garoto, tá ele era bonito sim, mas daí ter ciúmes dele? Affs! Levantei da cama e fui tomar banho, depois de pronta, peguei meu carro e fui para HA.

– Oi Jade, quer fazer alguma coisa amanha comigo? – Perguntou Cat, lembrando-me que amanhã era sábado.

– Claro! Te deixar em um buraco bem fundo e fedorento, pode ser? – Perguntei irônica.

– Porque é tão malvada comigo? – Perguntou triste. – Tudo bem que tal se cantarmos num lugar chamado Karaokê Dokie? É novo! – Disse alegremente.

– Tá mais eu escolho a música! – Confirmei minha presença, afinal não tinha nada pra fazer mesmo, Beck não me chamou para nenhum canto, e talvez fosse legal ficar um pouco com a Cat, apesar de que depois eu possa me arrepender profundamente desse pensamento. Ela saiu animada indo para aula do Sikowitz, chegando lá avistei Beck. - Oi! – Falei lhe dando um beijo bem demorado.

– Oi amor! – Disse pegando minha mão e me puxando para que sentasse do seu lado. Sikowitz pediu que Cat e André atuassem. Cat fazia uma garota que tinha uma aranha perto do olho, e André representava um garoto que podia tirar a aranha de seu rosto. A cena foi interrompida por um barulho de celular.

– Ai a campainha voltou! – Dizia Sikowitz, colocando a mão no ouvido. Advertimos que era um telefone e ele parou com seu surto psicótico. – De quem? – Perguntou.

– O meu! – Disse Tori, como sempre, irritando todos e a culpada de tudo que acontece de ruim. Tori se desculpou e André pediu para fazer a cena de novo.

– Não! A essa altura a aranha já picou o rosto da personagem da Cat e ela estaria tendo uma morte cheia de espasmos. – Disse Sikowitz.

– Muito obrigada Tori! - Falou a ruivinha. Sikowitz questionou Robbie por não ter nenhum programa para o final de semana, mas Rex tinha. Espera! Rex é o boneco de Robbie então... Aonde ele vai o Robbie vai também, isso não faz o menor sentido, mas deixava Robbie irritado, por o boneco ter um programa e ele não, isso sim era divertido. - Ei advinha o que eu e a Jade vamos fazer a noite? – Tentou Cat, mas ninguém se atreveu a adivinhar, ninguém sabe o que se passa na cabeça da Cat mesmo. – Tem um lugar novo que fica em Luz Feliz que se chama Karaokê Dokie, eles tem competição de canto no fim de semana, eu e a Jade vamos cantar... – Explicou.

– Eu escolho a musica! – Disse arrogante.

– A Jade escolhe a música. – Falou Cat animada. Robbie perguntou se podia ir conosco, só era o que faltava, mas Rex se lembrou do programa que ele tinha com as garotas. Robbie disse que elas podiam ir, mas Rex afirmou que não queria pagar petiscos pra elas.

– HAN eu queria poder ir ao Karaokê Dokie! – Disse Tori triste.

– Porque não pode? – Perguntou Beck.

– Quem liga se ela não pode? – Perguntei, já que eu não ligava. Talvez ele ligasse, afinal não me chamou pra nenhum canto e fica ai querendo saber da vida da Vega.

– Eu só tava imaginando... – Tentou.

– Porque precisa dela por perto pra se divertir? É isso? - Perguntei o obvio. Acho que sempre quis saber a resposta dessa pergunta.

– Não... – Tentou.

– Jade! Você tem sorte de ter o Beck, não seja tão rabugenta! – Disse Sikowitz, e realmente não entendi. Nem precisava virar pra ver que Beck podia ter um sorriso estampado no rosto agora mesmo.

– Porque não pode? – Perguntou Cat desviando o assunto.

– Porque a Trina vai por o dente no siso hoje e advinha quem vai ficar cuidando dela? -Perguntei e eu ri, ela não poderia ir, porque ia ficar cuidando da irmã chata, isso seria realmente demais.

– Tá legal! É alguém famoso? – Perguntou Cat, brincando sozinha de adivinha, afinal era uma pergunta retórica. Tori tinha dito que os pais delas viajaram só pra não cuidar de Trina, o que deveria ser horrível, acho que se algum dia eu tivesse que fazer isso não iria ter paciência, e quebraria todos os dentes dela e ai sim ela ia ter que ir para o dentista de novo.

– Não culpo eles! – Falou Beck.

– Sobrou pra você! – Disse rindo.

– Chata! – Falou Tori, pera essa eu não entendi. Porque eu sou chata? Eu nem falei nada demais, ainda. O sinal tocou e Sikowitz teve outro surto.

– E desta vez de quem é o telefone? – Perguntou birutinha.

– Cara é o sinal! – Explicou André. Sikowitz pareceu lembrar que estava numa escola, da qual ele era professor e que sinais tocam o tempo todo. Saímos da sala, Tori saiu apressada para ir com a Trina eu acho.

– Então o que vai fazer esse final de semana? – Perguntei a André.

– Beck e eu vamos ver vocês cantando! – Disse, simplesmente. Como assim?

– Não vão não! – Disse irritada, afinal Beck não tinha me chamado pra programa nenhum e agora queria ir comigo e Cat?

– Cat também nos chamou! Ou não quer eu que eu vá pra não ver você fazendo alguma coisa de errado? – Perguntou Beck me olhando curioso.

– Claro que não! Se quiser ir, vá, só não vá inventar de ficar com ciúmes de qualquer menino que olhe pra mim. – Falei cutucando sua ferida, ele nunca sentia ciúmes, então isso era meio que uma novidade pra todo mundo e ainda pra mim. Ouvi André questionar o porquê de ele estar com ciúmes, eu também queria saber. Não almoçamos na escola, largamos mais cedo, não faço ideia do por que. Fui pra casa e lembrei que era uma boa, fazer uma faxina geral pelo lugar, já que meu pai tinha demitido a empregada, por motivos que eu ainda não sei. Comecei pelo escritório, só de pensar que Sinjin podia entrar aqui e ficar nesse lugar quando eu saía, me dava vontade de vomitar, Beck não me ligou, acho que ficou meio magoado com o que eu falei, ou vai ver que só queria ficar sozinho. Depois da faxina terminada, tomei banho e me joguei na cama. Entrei no The Slap e Beck estava On, apertei o botão para chamá-lo para um chat. – E ai! – Falei sorridente, afinal não sabia como ele tinha agido depois do que eu saí.

– Não precisava falar aquilo na frente do André e da Cat, ele ficou me falando horas sobre como eu nunca fico com ciúmes, nem daquela vez que aquele cara te beijou. – Disse, eu ri. Ai está à resposta de como ele agiu com tudo isso.

– É só que eu acho que você não está com ciúmes, se não você estaria se comportando como... – Hesitei em terminar a frase.

– Como você? – É por isso que eu tinha hesitado, eu não sou ciumenta, embora Beck diga isso direto pra mim, mas qual é? Ele é bonito, todas as meninas ficam dando em cima dele, e ele não é como eu, não impede que as meninas se aproximem, que é o que eu faço com os garotos, então talvez essa fosse minha saída, ter cuidado com ele. – Eu não sou como você Jade, eu não afasto as pessoas... – Disse como se tivesse lendo minha mente. – É só que você nunca é legal com nenhum garoto e de repente esse, chama sua atenção, eu não sou mais suficiente pra você? – Perguntou abaixando a cabeça do outro lado da tela.

– Claro que é! Esse papo já ta ficando chato. Amanhã no karaokê vai ser demais! – Cortei o assunto: ciúmes do Beck, eu não gostava de falar tanto de sentimentos, apesar de que eu sabia o que eu sentia, e o que eu sentia é amor, por ele sabe? Só por ele, e por mais ninguém.

– Tudo bem Jade, boa noite! – Disse desanimado, desligando o chat. Ele tinha ficado desapontado, mas eu não quero falar sobre isso. Adormeci rapidamente, ainda com o notebook no meu colo. Quando acordei, vi o notebook caído perto do meu corpo, me olhei no espelho, minha juba morena estava completamente desarrumada, olhei a hora e já era de tarde. Esqueci-me totalmente de Zac, ele viria assistir o filme comigo. Levantei e me arrumei rapidamente. A campainha tocou e eu desci as escadas, já pronta, abri a porta e dei de cara com Beck. O que ele estava fazendo aqui?

– O que está fazendo aqui? – Perguntei, meio que pra mim mesma.

– Vim assistir o filme com você e com o Zac. – Disse sorrindo torto.

– Por quê? – Perguntei levantando as sobrancelhas. – Beck você não gosta do filme. Simples, você assisti comigo, porque na hora que a menina está matando as duas outras garotas, você afirma que eu estou com medo, quando na verdade não estou, então você me agarra e diz: não tenha medo garota eu estou aqui. – Falei imitando voz de homem, rindo um pouco, mas não deixando minha pose séria de lado, afinal ele só assistia ao filme, pra me agarrar.

– Pelo menos quando você tiver medo, você vai me agarrar e não o... – Faltaram suas palavras, ele me olhou meio que curioso, estava obviamente pensando em como eu iria agir se ele falasse a palavra: "Zac", o que realmente ele estava pensando em pronunciar. Eu não ficava com medo do filme, eu já assisti várias vezes. – Travesseiro! – Disse dando um sorriso desconcertado, o que o deixava mais lindo. Eu já disse como adoro quando ele fica assim? Deixei que Beck entrasse e fechei a porta e na mesma hora a campainha tocou novamente.

– Oi! – Disse Zac quando abri a porta, dessa vez era ele. Dei passagem pra ela entrar, e ele o fez.

– Oi Zac trouxe o filme? – Falei sorridente.

– Sim está aqui e olá Beck! – Falou me dando o filme e apertando a mão de Beck que olhou meio desconfiado, mas a apertou. Sentamos-nos e coloquei o filme, fiquei no meio, com Beck do meu lado e Zac do outro, embora Beck olhava pra mim o tempo todo, Zac e eu assistíamos ao filme que estava sensacional, Tamy, a garota do filme, tinha matado mais pessoas depois que voltou dos mortos. Isso era genial, era toda sua historia contada pela própria atriz que a interpretava.

– Até que fim acabou essa p... – Tentou Beck, mas viu os meus olhares e o de Zac. – Pipoca! Estava muito ruim. – Disse tentando disfarçar.

– Eu que fiz a pipoca e estava muito boa. – Falei ainda o olhando.

– Estava mesmo! – Disse Zac, eu ri de canto.

– Acho melhor nós irmos para o Karaokê Dokie, se não vamos nos atrasar. – Tentou Beck.

– É mesmo! Quer ir também Zac? – Falei olhando agora pra Zac que tirava o DVD com cuidado, o guardando na capa com ainda mais cuidado para que não arranhasse, exatamente o que eu fazia, admirei com experiência própria.

– Claro! Tudo bem. – Disse sorrindo, me olhando e guardando o DVD. Beck se levantou e me puxou pela mão, já que estávamos no chão. Levantamos-nos e fomos a meu carro, eu dirigia.

– Então... Zac... Porque não falou com Jade logo depois que seu pai mencionou que ela estudava na HA? – Perguntou Beck cismado.

– Porque eu... – Foi interrompido por o barulho de um celular. Ele atendeu, Beck me olhou curioso. Depois de alguns minutos Zac desligou o celular. – Jade você não vai acreditar, meu pai me ligou agora e disse que vai produzir a continuação de sua peça de mais sucesso, a da zumbi e da casa assombrada. E bem, os atores que atuaram na primeira peça não pode comparecer e ele pediu que a chamasse. Se você quiser participar é claro. – Falou olhando esperançoso.

– Hum! Sobre o que é a continuação da peça? – Perguntei, olhando para a estrada.

– Depois que o personagem do garoto foi “morto” pela zumbi, ele não morre, como pensávamos, ele vira um zumbi humano, e sente atração pela zumbi que a mordeu, como antes, e eles vivem um amor sangrento e divertido, pelo menos foi o que meu pai explicou. – Disse Zac sorridente.

– Tudo bem, parece legal, eu aceito. – Falei, decretando minha resposta final, parece divertido fazer a peça. – Mas Zac, não vão perceber que os atores são diferentes?

– Não! Pois vão usar mascaras de zumbis, ninguém vai ver seu rosto. – Respondeu alegre, por eu ter dito que aceito. – Bom já que aceita, me deixe aqui, preciso falar com meu pai e me desculpe por não poder ir ao Karaokê com vocês. – Desculpou-se saindo do carro, onde parecia ser perto do teatro de seu pai, isso mesmo o pai dele é dono do teatro. Ficamos um tempo parados, afinal eu iria fazer uma peça que faz bastante sucesso.

– Ei você é Zac... Zac Smith? Vi você na peça que seu pai fez um dia. – Disse uma garota assim que Zac saiu do carro, observamos.

– Sim sou eu sim! – Respondeu sério.

– Pode me dar o seu telefone? Te achei um gatinho! - Tentou a menina, Affs!

– Não! – Disse saindo dali e sumindo de nossa vista eu ri com aquilo, a menina ficou com uma cara muito divertida, deve ter sido assim a cara dos garotos que costumam falar comigo, tipo o cara do restaurante. O garçom mais novo. Ri com isso.

– Ele até parece um pouco com você. – Falou Beck me olhando seriamente. – Isso dá medo. – Continuou, agora deu sinal para que eu ligasse o carro e partíssemos. Chegamos rapidamente ao Karaokê Dokie encontrando nossos amigos. Os cumprimentamos e sentamos-nos à mesa, para ver Robbie cantar com seu boneco, até que eles foram bem, os aplaudi.

– Eu vou pegar um refri. – Falei me levantando da mesa.

– Traz um pra mim? – Pediu André.

– Não! – Falei saindo dali e pegando o refri, depois que ameacei o garçom porque ele ficou me oferecendo outras coisas sem ser Refrigerante, eu voltei e quando olho, vejo duas meninas na nossa mesa, uma delas sentada no meu lugar, dando em cima do Beck. Ele não estava fazendo nada, porque ele simplesmente não manda elas vazarem, como fez Zac?

– HAN moça... Ele tem namorada. – Advertiu Cat. Ela é uma boa amiga, apesar de tonta.

– Eu não to vendo ela. – Falou.

– Dá uma viradinha! – Disse. A garota virou e me examinou da cabeça aos pés. – Agora ta vendo! – Brinquei malvada.

– Ah! Não tem muito pra ver. – Disse tirando um pouco da paciência que eu estava tentando guardar pra não arremessar ela pra longe dali. A encarei, meio que me perguntando se eu deveria bater nela.

– Pois é né! Então... – Tentou Beck também se levantando. André começou a falar do Karaokê e Japão e Beck deu cobertura. A outra garota loira percebeu o símbolo da HA, na jaqueta de André.

– Hollywood Arts é a escola pra aspirantes. – Falou me olhando de cima abaixo.

– Você bem que podia aspirar ficar de boca fechada. – Falei a encarando novamente.

– É mesmo? – Falou se aproximando.

– Mesmo! – Disse dando um sorriso de canto. André tentou mudar o assunto de novo, reparando no cardápio que tinha Nuggets de búfalo.

– E ai Hollywood Arts vocês vieram cantar hoje? – Perguntou a garota.

– Não viemos pelos Nuggets de búfalo. – Falei.

– Mas a gente vai pedir uma porção né? – Perguntou Beck.

– Tanto faz! E sim, nós vamos cantar hoje. – Respondi, a garota disse que também ia cantar. Então séria um duelo.

– Eu gosto do Japão, menos por meu irmão ter sido esfaqueado lá, ele já ta melhor. – Falou a ruivinha fugindo totalmente do rumo da conversa. – Os Nuggets de búfalo são apimentados?

– Até daqui a pouco Hollywood Arts. – Disse a garota saindo dali. Sentamos-nos a mesa novamente.

– Porque você nunca diz: Olha eu tenho namorada? – Perguntei imitando voz de homem. – A Cat que teve que dizer isso. – Reclamei.

– Porque eu iria dizer, só que não precisava ser grosso com a menina. – Falou Beck, talvez esse fosse o problema dele, sempre querendo agradar, até as pessoas que querem nos prejudicar.

– Quando? Quando ela te beijasse? – Perguntei irônica, ele bufou irritado.

– Gostei da sua bolsa. – Disse Cat pegando minha bolsa e alisando, Beck virou para o outro lado para conversar com André, sobre os Nuggets de búfalo.

– Obrigada! – Falei dando de ombros, procurando as idiotas com olhar.

– O que é isso? – Perguntou referindo-se ao tipo de material usado na bolsa.

– Pele de macaco. – Falei, ela apenas soltou a bolsa. O DJ chamou as meninas para o palco, o nome delas eram Harley e Tara, Tara de tarada mesmo, só se for.

– Aproveitem! – Falou a garota de cabelos pretos, subindo no palco.

– Aproveitem minha pele de macaco. – Falei no impulso. Elas começaram a cantar desastrosamente a musica da Ginger Fox. Meus ouvidos estavam realmente bem irritados. Elas acabaram de cantar a musica e eu aplaudi e tenho que dizer que foi péssimo. - As palmas são porque acabou! – Falei continuando a bater palmas e rindo.

– Para! – Disse Cat batendo na minha perna, e rindo juntamente com Beck.

– Muito bem, muito bem, continuando a competição de canto, nós temos Jade West e Cat Valentine! – Disse o D.J, nós nos levantamos e fomos até o palco. – Vamos lá garotas! É isso ai meninas, certo meninas o que vocês vão mandar? – Perguntou.

– Nós vamos cantar Give It Up! – Disse Cat.

– Beleza um pouco de FB essa noite! – Continuou DJ.

– É! Só toca! – Falei e ele me ouviu, começou a tocar a musica que eu escolhi. - Someday i let you win
Treat you right
Drive you outa your mind – Comecei a cantar.

– You've never met a chick like me
Burn so bright
I'm gonna make you blind – Continuou Cat.

– Always want what you can't have
Is it so bad
If you don't get what you wanted – Foi a vez de cantarmos juntas. Levantamos bem a galera. Ainda cantando peguei as batatas-fritas delas e joguei fora. Fomos aplaudidas de pé, mandamos muito bem. Desci do palco e dei um beijo em Beck, só pra provocar, já que ela estava dando em cima do meu namorado. O DJ chamou o dono do lugar pra anunciar que ganhamos.

– Obrigado a todos! Ótimas cantoras aqui nesta noite em? Mas eu acho que duas garotas realmente se destacaram. Então as vencedoras de hoje são: Harley e Tara. – Falou o dono do lugar, como assim? Elas foram péssimas. Todos reclamaram.

– Obrigada papai! – Disse a morena.

– Papai? AH! Papai! - Ah! Tava explicado.

– Espera porque ela o chamaria de pai a menos que... Eu aposto que ele é pai dela. – Disse Cat chegando mais próximo de mim. Só ela mesmo pra dizer uma coisa dessas. Todos reclamaram que não tinha valido.

– EI, EI nós ganhamos porque mandamos bem. – Disse a garota.

– Não acredite em tudo que sei pai diz. – Disse Cat.

– Como quando ele diz que é bonita! – Não perdi a oportunidade. Ela nos proibiu de cantarmos aqui, mas que ridículo! Ela nunca vai perder se o jurado for o pai dela. Íamos sair, mas nossos lanches chegaram e André disse que só sairíamos dali, depois que comermos, e foi o que fizemos. Incrível, os Nuggets de búfalo, são muito bons, digo isso porque Beck ficou insistindo para eu comer e acabou dando em minha boca. Saímos dali, logo depois. Estávamos agora no carro, Beck e eu.

– Você tava linda cantando com a Cat! – Disse Beck, sorri.

– E quando eu não estou? – Perguntei convencida.

– Quando você ta... HAN... Ta... Quando você ta... É desisto você sempre ta linda. – Falou e meu sorriso só aumentou. - Amanhã tava pensando em ir à casa da Tori, com o André e o Robbie. – Disse.

– Ah claro, vá ver se sua amiguinha tá legal! – Disse sorrindo sarcástica. – Porque num aproveita e leva Nuggets de búfalo pra ela e dá em sua boca. – Continuei.

– Olha eu não tenho ciúmes quando você fica com seu amiguinho Zac. – Mentiu.

– Como é Beck? – Perguntei sorrindo vitoriosa, e olhando pra estrada.

– Tá bom eu fico, mas só vamos, porque ela não pode ir ontem conosco. – Falou desconcertado.

– Tudo bem! Amanhã eu vou lá ao teatro do pai do Zac, tenho que saber como vai ser essa peça. – Falei.

– Eu vou com você! – Falou, não entendi!

– Você não disse que ia à casa da Tori? – Perguntei.

– Ah! É mesmo! – Falou parecendo menos feliz com a ideia de ir à casa da Vega. Ele me deu um beijo de boa noite e fui pra casa, cheguei lá, tomei banho, e me joguei na cama, pensando em como aquela competição de canto foi fajuta, queria muito ganhar daquela idiota. Adormeci pensando nisso. Quando acordei, resolvi ir logo, para o tal teatro Smith pra depois dar tempo de passar na casa da Tori, afinal ela seria uma ótima candidata para ganhar das idiotas no Karaokê, quem melhor do que uma idiota pra vencer idiotas? Depois de pronta, peguei o carro e fui para o teatro.

– Olá Jade West! Já está bem famosa por aqui em? Falaram muito de você. – Disse Robert assim que eu cheguei ao teatro.

– Pai! – Falou Zac chamando sua atenção, sabe eu não sei o que eles tinham, mas pareciam ser legais, a ponto de me fazerem abrir espaço na minha vida pra algum deles, no caso Zac, porque eu não ia ficar amiga de um adulto diretor de teatro.

– Oi Robert! – Os cumprimentei. – Eu vim por causa da peça. – Falei.

– Ah claro! Sabe Jade acho você perfeita para o papel. Já conhece um pouco da historia da peça e parece ser a única aqui que gostaria de fazer uma Zumbi. – Disse rindo.

– Porque as outras pessoas não quiseram? – Perguntei curiosa, afinal era uma peça muito boa.

– Porque não gostam do Zac. – Falou fazendo uma careta, Zac franziu a testa, os dois se pareciam muito, apesar de um ser loiro e o outro moreno.

– Eu não entendo! – Falei realmente não entendendo, Zac é uma pessoal tão legal.

– É que dizem que às vezes, eu pareço com você. – Falou Zac me fazendo entender melhor, as pessoas não gostavam muito de mim, e vendo o jeito como Zac tratou aquela menina, aposto que ele só era simpático comigo e com quem estava ao meu redor, exatamente porque seu pai havia falado de mim, ou sei lá. – Sem ofensas Jade. – Desculpou-se, não entendi como uma ofensa e sim como um elogio, ser parecido comigo deveria ser um estilo de vida.

– Que nada! Mas então... Eu vou contracenar com Zac? – Perguntei me ligando agora que Robert falou: “Porque não gostam do Zac”, ele confirmou com a cabeça. – E que papel ele faz? – Perguntei.

– Par romântico com o seu! – No momento que ele disse isso, eu parei pra refletir, sabe Beck ficaria com muito ciúmes se eu aceitasse, talvez tivesse beijo na peça, isso não era um problema pra mim, afinal sou uma atriz, mas Beck concerteza ficaria com ciúmes se fosse com Zac. – Algum problema Jade? – Perguntou Robert, me olhando curioso.

– É que bem... Acho que meu namorado não vai gostar. – Falei franca.

– Se você quiser, eu falo com ele! – Sugeriu Zac, mas isso seria um total desastre, meu par concerteza seria um Zumbi de olho roxo, não que Beck fosse de bater nas pessoas, mas acho que com Zac talvez o caso fosse diferente.

– Isso é puramente profissional Jade! E vocês são amigos ou conhecidos, sei lá, é melhor do que uma pessoa totalmente estranha. E também vou lhe pagar 200 dólares. – Disse fazendo meu queixo cair. 200 dólares? Isso é muito bom. (200 dólares equivalem a mais ou menos 467 reais).

– Eu aceito! – Falei apertando a mão de Robert, concerteza esse contrato que acabei de assinar com o Smith seria muito bom, agora vou ter que trabalhar em como irei contar isso pra Beck. Fui imediatamente pra casa da Tori, mas antes liguei pra Cat. – Cat vou passar ai pra irmos pra casa da Tori, tive uma ideia. – Falei assim que a ruiva atendeu o celular.

– Tudo bem, mas compra sorvete de iorgute. – Desliguei o telefone. Passei na casa dela, já com o tal sorvete de iorgute nas mãos e fomos pra casa de Tori. - Comprou o sorvete pra Tori? – Perguntou me olhando divertida.

– Era pra Tori? – falei pegando o sorvete e indo jogar pela janela.

– Sim, não joga! Ela não foi ao Karaokê e ficou cuidando do dente da Trina então é bom levar pra ela. – Disse a ruivinha me convencendo, era verdade, afinal se o meu plano de fazer Tori ganhar a competição por nós desse certo, valia ter comprado sorvete pra ela, fomos então pra casa da Tori, Cat apertou a campainha. – Eu e meu irmão adorávamos fazer isso na casa dos outros, mas uma mulher gorda com uma panela de sopa correu atrás de nós e agora só ele que faz isso, mas ele vai com uma vasilha, caso a mulher queira dar sopa pra ele. – Falou tontamente. Tori abriu a porta e nossa como ela tava acabada! – Oi!

– Olá! – Disse um pouco mais simpática.

– Trouxemos sorvete e Iorgute. – Disse Cat levantando a sacola.

– Por quê? Sorvete de Iorgute não é a solução para todos os problemas do mundo! – Disse Tori, pra gente e também para os meninos que por questões a mim desconhecidas, estavam desamarrando Trina.

– Eu disse pra trazer donuts! – Menti, na verdade eu não ia comprar nada.

– Porque não ta sendo legal? – Perguntou a ruivinha.

– E porque ta um nojo? – Perguntei observando o seu estado.

– Trina! – Tá explicado. A irmã da Tori conseguia ser mais detestável do que ela, não sei como ela conseguia, mas era de fato mais irritante.

– Precisamos falar com você! – Disse.

– É muito importante. – Disse Cat e de fato era, queríamos ganhar daquelas perdedoras de todo jeito, mandei uma mensagem pra Cat antes de ir buscar ela e Cat já estava por dentro de tudo.

– Tá bom vamos lá fora... Eu não quero ta aqui quando tirarem a fita da boca dela. – Falou saindo e deixando os meninos lá tentando soltar Trina. Entrei e peguei as chaves do carro de Beck. Ele, nem ninguém viram, fazia parte do plano. – Então o que? – Perguntou Tori tomando o sorvete de Iorgute.

– Ontem fomos ao Karaokê Dokie... – Comecei.

– E duas garotas foram malvadas com agente. – Completou Cat.

– Tipo o nível de maldade da Jade? – Perguntou Tori tentando entender, é fazia sentido, apesar de que eu sou mais malvada do que aquelas garotas, ela só te um pai dono do Karaokê.

– Não, nem tanto! Mas muito malvadas. – Disse Cat, fiquei orgulhosa de mim mesma.

– E elas trapacearam... – Continuei.

– Trapaça feia! – Comentou Cat.

– E humilharam a Hollywood Arts! – Falei referindo ao foto de elas terem chamado nossa escola de lugar de aspirantes. Tori não acreditava.

– O que é isso no seu braço? - Perguntou Cat.

– É sangue da boca da Trina. – Falou. Que legal! Ela bateu na Trina?

– Legal! – Falei olhando para o sangue em seu braço. Até que fim aquela garota estava sentindo dor, isso era bom. – Vai ajudar a dar o troco? – Perguntei o que interessava.

– Eu tenho que cuidar da Trina. – Falou.

– Não se preocupe com isso. – Falei revelando meu plano.

– A Jade tem um plano. – Disse Cat animada.

– Não sei não! – Falou com medo.

– Quer ficar aqui e cuidar da boca sangrenta da Trina? – Perguntei tocando em seu ponto fraco. Tori entrou e viu os meninos lutando pra segurar Trina que não estava mais amarrada e só estava com a fita em sua boca.

– Qual é o plano? – Perguntou.

– Então, deixamos você bem feia, se é que precisa... – Disse não perdendo a oportunidade, Tori me olhou entediada. – E lançamos o desafio de as garotas escolherem uma rival pra cantarem contra elas, e se a rival ganhar no caso você, nós ganhamos, isso quem vai decidir é a plateia. – Falei ardilosa.

– E como tem certeza que ela vai me escolher? - Perguntou Tori.

– Porque as feias não sabem cantar. – Falei um pouco de verdade eu acho. Ela e Cat riram. – Os meninos vão ficar cuidando da Trina, preciso que pegue a chave e tranque toda casa sem eles verem e eu já peguei a chave do carro do Beck, eles não podem sair. – Continuei, Tori sorriu malvada e entrou em casa, saindo um tempo depois com a chave e parecendo um pouco melhor, sem sangue nenhum. Passei em minha casa e peguei tudo que a gente precisava: óculos de nerd, peruca e touca. Tudo pra deixar Tori muito feia. Fomos para meu carro e de lá mandei uma mensagem para o Beck:

“Amor você não pode sair da casa da Tori, peguei as chaves do carro.”

Em questão de alguns minutos chegamos ao Karaokê Dokie. Tori entrou e pediu alguma coisa tentando disfarçar, ela estava horrível. Quando chegamos, às duas idiotas estavam cantando, ainda terrivelmente.

– Olha quem voltou, bem que eu senti cheiro de fracasso. – Falou a idiota numero um.

– Então deve ter cheirado você mesma. – Falou Cat me surpreendendo. Ela me cutucou. – Foi boa né? – Perguntou risonha.

– Pra você! – Falei, mas eu tinha gostado.

– Vocês sabem que não podem cantar aqui. – Continuou a garota morena.

– E porque iríamos querer? – Falou Cat.

– Pra seu papai deixar você ganhar de novo? – Perguntei a encarando.

– Ele escolheu a gente porque cantamos bem melhor. – Disse a idiota numero dois.

– Ai meu Deus! – Falei pra mim mesma, às vezes as pessoas não se tocam né?

– Isso é tão irado! – Falou Cat ainda animada pra dar fora em alguma delas.

– Irado é bom! – Eu a corrigi.

– Isso é tão não irado! – Falou pateticamente.

– Quer saber? Se a plateia escolhesse os vencedores, qualquer pessoa derrotaria vocês feiosas. – Falei tentando atraí-las para meu plano.

– Qual quer um... Feiosas! – Falou Cat pateticamente de novo.

– Mas tem medo de fazer isso não é? – Perguntei, chegando a algum lugar.

– Não temos medo de que a plateia escolha a melhor cantora! – Falou a loira.

– Então faça! – Disse.

– E se nós ganharmos? – Perguntou, eu tinha se esquecido dessa parte.

– Você pode sair com o namorado da Jade! – Disse Cat. O QUE?

– O QUE? – Falei pasma, como ela podia dizer uma coisa dessas? Ainda tinha chance de ela não escolher Tori, então Beck ia ter que sair com elas?

– Ela gosta do cabelo dele! – Disse Cat.

– Eu também! – Falei a verdade, ninguém toca naquele cabelo a não ser eu e Beck!

– Preocupada? – Perguntou a loira.

– Não! E se vocês perderem? - O que iria acontecer, já que qualquer um mesmo, podia vencer elas, com esse pensamento relaxei mais um pouco.

– Serão babás de uma garota que conhecemos! – Disse Cat usando a inteligência acho que pela primeira vez na vida. Elas iam cuidar da Trina e íamos nos divertir. Elas aceitaram.

– Então escolhe alguém pra cantar contra vocês! – Falei sorrindo de canto.

– Ela! – Disse a loira apontando para Tori, que tenho que dizer estava horrível, a maquiagem que Cat usou nela estava bastante convincente, já que Cat sabia fazer maquiagens de monstro, pois a mascara de Zumbi do rosto da Tori demorou um tempão pra sair, pensando nisso tive vontade de rir, mas também pensei na peça. Como contaria isso para Beck?

– Ah qual é? Ela não! – Disse Cat fingindo. Afastei os pensamentos pra longe.

– Pelo menos escolha alguém que tenha uma chance. – Falei.

– Você disse qualquer pessoa aqui! – Falou a idiota numero um.

– E eu acho que ela ta bem aqui! – Disse a loira, idiota numero dois.

– Ei Beth a feia hora de cantar. – Disse a morena, chamando a atenção de Tori.

– Quem? Eu? – Perguntou Tori se fingindo e fazendo uma voz bem fininha. Tori se levantou sem lutar e subiu ao palco, as idiotas foram falar da mudança para o DJ.

– Muito bem nós vamos fazer uma coisa especial essa noite, vocês acabaram de ouvir as melodiosas vozes das nossas campeãs Harley e Tara... E elas escolherem uma desafiante para cantar em seguida, então vocês, a plateia, vão escolher a vencedora com seus aplausos. Estão preparados? – Disse o DJ, as pessoas se animaram, acho que já estavam cansados de virem aqui e sempre escutarem as mesmas vozes. – Beleza! Diga seu nome ao microfone. – Falou o DJ.

– Luize Nordoff! – Falou Tori estranhamente.

– Uau! Isso é que é nome! O que quer cantar hoje Luize? – Perguntou o DJ. Tori disse que queria cantar Freak The Freak Out. – Tem certeza é uma música bem complexa? – Ai que cara chato!

– Quero cantar logo, por favor. – Cortou Tori. Eu ainda acho que ela foi muito educada.

– Tá certo! Ai vem a Luize cantando Freak The Freak Out. – Anunciou o DJ, soltando a musica. A melodia começou a tocar, mas Tori ainda não havia soltado sua voz, Cat encarava as meninas com uma cara bem estranha, chegava a ser engraçado.

– Não faz essa cara! – A mandei parar, ela queria intimidar ou fazer os outros rirem?

– Are you listening? Hear me talk, hear me sing
Open up the door, is it less, is it more?
When you tell me to beware, are you here? Are you there?
Is it something I should know? Easy come, easy GO – Começou a cantar e logo em seguida a tirar as coisas. A peruca e a mascara falsa, todos se surpreenderam, principalmente as idiotas.

– Nodding your head, don't hear a word I said
Can't communicate, when you wait, don't relate
I try to talk to you, but you never even knew, so,
What's it gonna be, tell me, can you hear me? – E continuou Tori a cantar, agora totalmente vestida de Tori, Cat fez uma cara de surpresa provocando as garotas, começamos a dançar, já comemorando a vitória. Subimos ao palco rapidamente, mas depois descemos, contagiando as pessoas, dançamos loucamente, todos faziam a mesma coisa. Tori terminou de cantar e tenho que dizer, ela foi muito bem. Todos a aplaudiram de pé. Cat e eu subimos ao palco, dei um pequeno abraço na Tori, ela tinha vencido, e tinha mandado muito bem.

– Espera, espera! – Disse o dono do lugar.

– Esperar o que? – Falei perdendo a paciência com esse velho.

– O publico ainda não votou! – Disse a idiota numero um, e precisava?

– Palmas para Harley e Tara... - Poucas pessoas bateram palma, por educação. – Palmas para Luize Nordoff. – Todos aplaudiram e vencemos. Comemoramos animadas, dançando loucamente. Cat e eu nos sentamos, enquanto Tori foi levar as meninas para cuidar da Trina e chamar os meninos, assim que os meninos chegaram, nos sentamos e fomos ver Sikowitz cantar a musica da Ginger Fox, tenho que dizer foi bastante estranho, mas ele canta bem. Sikowitz terminou o show jogando água nele mesmo. Não acredito que ele fez isso, mas ele fez, só podia ser coisa do Sikowitz, ele nos chamou para um abraço e fomos.

– HAHA! Eu adoro vocês! HAHA! – Falou rindo e nos abraçando todo molhado. Na verdade eu mesma chamei Sikowitz, tinha dito que tinham humilhado Hollywood Arts e como nosso professor, ele tinha que nos defender, então ele veio. Depois que tudo acabou, Sikowitz foi pra casa, tirar a roupa molhada, e pedimos Nuggets de búfalo.

– Isso é muito bom! – Falou Tori assim que provou os Nuggets.

– Sério Tori, você arrebentou! – Falou André.

– É... Ela foi boazinha. – Não perdi a oportunidade. – Não! Você foi muito bem. – Falei rindo, ela me deu um sorriso. Saímos dali, depois que pagamos a conta, Beck foi no seu carro, e eu no meu. Cheguei em minha casa e entrei no The Slap, Beck estava On, então abri um chat.

– Me desculpe por não dizer logo aquela menina que eu tinha namorada. – Droga! Ele está se desculpando. Acho que essa era a primeira vez que eu não queria que ele se desculpasse, só ia deixar tudo pior.

– Tudo bem! Beck eu... Quero te fazer uma pergunta. – Falei com um pouco de medo. Ele me incentivou a continuar. – O que você acha de eu ter recebido convite para uma peça que pagam 200 dólares? – Perguntei não conseguindo continuar.

– Acho ótimo! Parabéns amor, mas porque a pergunta? – Perguntei curioso.

– Porque eu aceitei e na peça... Eu tenho que fazer par romântico com o Zac! – Falei de uma vez só fechando os olhos, ao abrir os mesmos, dou de cara com um Beck totalmente surpreso.

– O QUE? – Perguntou do outro lado da tela ainda pasmo.

Zac Smith

Notas finais do capítulo
Capítulo bem grandinho esse né? O que acharam? Gostaram? O que vocês acharam da ideia da peça? Como será a reação do Beck, ou as outras reações? kkkk, eu adoro o epísodios seguintes da série, então espero que vocês gostem do que vou escrever okaY? O proximo capitulo saí da sexta-feira, e como to super atolada de coisas pra fazer e minhas provas estão chegando só vou postar dia de terça e sexta ou sábado okay? Me desculpem, mas não posso abrir mão dos meus estudos pela fic! Nos vemos na terça :) beijos! Mereço recomendações? "direta, mais que direta, dada diretamente, com sucesso" kkkk até mais :)
Fic de hoje: http://fanfiction.com.br/historia/229065/Limite_Do_Amor/ (nunca li, mas tá ai uma fic pra vocês) :)




(Cap. 14) A Morte de Rex

Notas do capítulo
Heeey DIVOS e DIVAS tudo bom com vocês? Eu sei que eu fui um pouco má em deixar alguns de vocês na expectativa pelo capitulo anterior então me desculpem kk, aqui vai um capitulo lindo pra vocês. Tomara que gostem. Gente eu to extremamente feliz com todo esse carinho que vocês estão tendo comigo sério mesmo obrigada ;)
Algumas pessoas vieram me perguntar se eu iria fazer a segunda temporada fora daqui (quer dizer em outra fic), mas vai ser aqui mesmo amoris, não se preocupem, a ideia da CAPA de vocês escolherem, é que eu sei que tem algumas fotos BADE que são DIVAS e se vocês quiserem ela como capa, é só me mandar por MP ou reviews, que a mais bonita eu editarei e colocarei como capa na segunda Temporada okay? Então é isso, bom capitulo até lá embaixo...
*Esse capítulo segue a série:
Brilhante Victoria ou Victorious (1º - Temporada)
Como descrito: Não seja rígido, pois cenas serão mudadas, acrescentadas ou invertidas. Aqui a imaginação é livre e o prazer é seu em ler!

LEIAM AS NOTAS INICIAIS E FINAIS, PLYS! ;D

Beck Oliver

– Uma peça na qual eu tenho que fazer par romântico com o Zac! – Repetiu me deixando ainda mais surpreso. Como assim ela ia fazer isso? E ainda mais com o Zac? Tudo bem! Eu iria deixar que ela fizesse isso, afinal, ela quer atuar, e sempre quando está com ciúmes finge que não está. Tudo bem, também irei fazer isso, se é isso que ela quer.

– Ah claro! Eu vou assistir amor com certeza! – Falei tentando disfarçar o grande mau humor que eu estava por dentro.

– Vai? – Perguntou surpresa do outro lado da tela.

– Claro! Agora preciso dormir, cuidar da Trina, não foi uma ideia muito boa. – Disse sorrindo minimamente.

– Boa noite então... – Disse desligando o chat. MAS QUE DROGA! Ela ia fazer par romântico com o babaca do Zac, porque ela gosta tanto dele? Será que ela o acha melhor do que eu? Mas que droga! Eu não sei como lidar com isso, nunca senti ciúmes de ninguém, não desse jeito pelo menos, e agora tudo ocorre de uma vez só, isso ta me deixando louco. Joguei-me na cama, ainda pensando sobre tudo isso, eu preciso desabafar com alguém, amanhã falaria com André ou com Tori, eles iam me ajudar. Consegui dormir com muito esforço, acordei um pouco cansado. Depois de pronto, fui para Hollywood Arts, encontrei Jade arrumando seu armário.

– Bom dia! – Falei desanimado, lhe dando um beijo na bochecha.

– O que aconteceu com você? Tá horrível! – Disse me olhando de cima abaixo. Devo responder essa, será que não dormi direito por causa de sua ótima noticia.

– Nada, só demorei ontem a dormir. – Respondi.

– Olá Jade, oi Beck! Jade te vejo hoje a noite no ensaio? – Perguntou Zac se aproximando de nós. Como ele podia estar com essa felicidade a essa hora da manhã? nossa agora, até pareço a Jade. Ah espera eu sei por que ele ta feliz assim, talvez seja porque ele vai beijar minha namorada na peça.

– Tudo bem! – Disse um pouco animada.

– Oh quem é esse ai? – Perguntou Tori chegando perto de nós.

– Não é da sua conta Vega, mas esse ai é o Zac! – Respondeu Jade.

– Oi! – Falou desanimado pra Tori. Qual é ele num gostava dela também?

– Ótimo, outro que não gosta de mim. – Disse Tori revirando os olhos, Jade riu.

– É só que você tem uma voz irritante. – Disse Zac, parecendo ainda mais com Jade. – Até mais tarde! – Falou retirando-se.

– Qual é a desse garoto? Cópia masculina da Jade? – Perguntou Tori pasma.

– É o que parece. Mas ele é o cara que vai atuar com a Jade, numa peça. Estilo romântica. – Disse frustrado, saindo dali.

– E mais o nome do teatro é Smith, um dos mais populares daqui. Só to te contando isso porque não gosto de você, e jogar meu sucesso na sua cara me faz feliz. – Escutei Jade dizendo, saindo dali e deixando Tori sozinha. Fomos para aula do Sikowitz. Ele pediu que Tori e eu fizéssemos uma cena, como se fossemos casados.

– Como está a berinjela? – Perguntou Tori atuando.

– Boa e o seu espaguete? – Perguntei também atuando.

– NÃO GOSTO DE VOCÊ! – Gritou.

– Por quê?

– Não estou comendo espaguete, estou comendo espaguetine.

– Qual é a diferença?

– Espaguenite é um macarrão fininho e espaguete é mais grosso já falamos sobre isso.

– Eu esqueci!

– Porque você acha que todo tipo de maça é igual?

– E acabou! – Disse Sikowitz, nos surpreendendo, não tinha acabado.

– Mas ainda tínhamos algumas falas! – Explicou Tori.

– Não eu disse que isso acabou. – Falou levantando um pote, com alguma coisa amarelada dentro, não sei do que se tratava, mas parecia um tipo de creme. André perguntou o que era. – Bom, era um pote de creme, mas agora que eu sacudi vigorosamente por uma hora, é manteiga. – Explicou desviando toda atenção para seu pote de manteiga.

– E fica boa? – Perguntou Robbie.

– Eu não sei eu nunca como laticínios! – Disse jogando o pote no lixo. E pra que ele faz a manteiga? – Tori e Beck para seus lugares. – Nos levantamos e fomos nos sentar.

– Se ele não come laticínios... – Comecei pra mim mesmo.

– Sei lá não entendi nada! – Respondeu Tori. Sikowitz começou a falar de sua peça de um ato que está dirigindo, eu queria fazer o papel, mas ele escolheu André e Robbie, o que eu achei justo já que Robbie quase nunca faz nenhuma peça. Cat perguntou se tinha algum papel sobrando pra nós, e Sikowitz disse que não, desapontando a menina. Ele precisava da gente pra ajudá-lo na equipe de palco, to dentro!

– Jade e Cat eu quero as duas na iluminação! – Mandou.

– Iluminação? – Perguntou Jade por fora. Aposto que ela não queria fazer isso.

– Isso! Pronunciou direitinho em? – Disse Sikowitz brincando. Eu ri. Sikowitz disse que queria Tori na equipe do Sinjin com os efeitos especiais. Fiquei com trabalhos manuais, no caso carregando coisas, que aposto que serão pesadas. O sinal tocou e fomos almoçar, quer dizer eu fui para um lado e Jade para o outro. Não quis almoçar com nenhum deles, nem queria ficar junto dela. Jade parecia animada com a peça e eu nem um pouco, peguei meu almoço e fui para uma mesa bem afastada. Postei no The Slap.

“Comendo sozinho, nada pra fazer, aqui tá um tédio.”

Humor: Entediado.

Depois disso algumas garotas vieram a minha mesa, e começaram a me olhar comendo.

– Oi meninas algum problema? – Perguntei desconfiado.

– Não, aqui só to vendo solução. – Disse uma garota loira, segurando minha mão.

– Você sabe quem é minha namorada não é? Então não é uma boa estar aqui. – Disse retirando a sua mão da minha.

– Claro que sabemos! É a Jade, mas vimos sua postagem no The Slap, e já que ela não quer comer com você, nós comemos. – Disse uma garota morena.

– Quem disse que eu não quero comer com ele? Saíam daqui agora! – Disse minha morena, as meninas apenas saíram desapontadas, enquanto ela se sentava de frente pra mim. Seus olhos azuis esverdeados me fitavam com ódio. – Porque elas estavam aqui? E porque você não veio comer comigo e ainda postou isso no The Slap? – Perguntou me mostrando seu celular, conectado a minha página, então ela ficava vendo o que eu postava? Acho que sim!

– Porque eu estou comendo sozinho, e pensei que fosse acertar os detalhes com Zac, sobre a tal peça. – Falei sorrindo minimamente.

– Não, eu quero ficar com meu namorado! – Disse pegando minha comida e colocando em sua boca.

– Então me desculpe. – Disse abaixando a cabeça.

– Oi! Adivinhem o que eu tenho aqui? São botas Fazzini, morram de inveja. – Disse a irmã da Tori, saindo desfilando.

– Qual o problema dessa garota? Ninguém gosta dela! – Disse Jade levantando e erguendo a mão para que eu a seguisse, levantei a sobrancelha. – Temos que ajudar Sikowitz, com a peça. Ele disse que é tipo improvisada, então André e Robbie vão se apresentar hoje mesmo. – Explicou. Colei nossas mãos, e fomos ajudar Sikowitz. – Você tá muito estranho hoje! – Disse me dando um beijo quente, acariciei sua língua com a minha, e nos separamos, ela foi ajudar Cat com a iluminação e fui pegar um tipo de maquina pra ventilar com um dos amigos do Sinjin, voltamos rapidinho.

– Acabou de chegar! – Falei animado, empurrando a enorme maquina.

– É ai está ela! – Disse André.

– Legal! O que é isso? - Perguntou Tori.

– Isso é uma turventania! – Falei animado, afinal essa maquina era potente.

– Pra criar o tornado da peça. – Explicou André.

– Ela sopra? – Perguntou Tori.

– Ah! Ela sopra. – Respondi. André pediu que eu mostrasse a força da maquina. – Certo! Começando pelo médio. – Liguei a maquina e ela soprou Sinjin que caiu no chão. – Desculpa Sinjin! – Pedi.

– Isso acontece! – Falou levantando-se.

– E ela não é só pra soprar! – Explicou André.

– Você vira esse botãozinho vermelho ao contrario e ela aspira. – Expliquei. André ligou a maquina e Tori jogou uma camisa velha, na maquina que agora deve ter a destruído. André foi conversar com Cat e Tori ficou brincando com a maquina, aproveitei pra falar com ela. – Tori o que você acha da Jade fazer par romântico numa peça? – Perguntei.

– Acho muito legal! Com quem? – Perguntou me fitando, enquanto eu fingia mexer na maquina.

– Com o Zac! – Sussurrei, mas infelizmente ela escutou.

– Hum! E você está com ciúmes? – Perguntou me fazendo ficar surpreso. Antes que eu respondesse ela continuou. – Eu também ficaria se eu fosse você, sabe a Jade é legal com ele pelo que eu vi, e ele parece com ela...

– Também não gosta dele não é? – Perguntei.

– Não é isso é só que... É eu não gosto dele! Ele me trata como a Jade me trata e até que estou aprendendo a me acostumar com ela, mas outra cópia da Jade, não é legal! Não é nada legal! Mas sabe Beck você devia relevar, ciúmes não ta com nada. – Disse segurando meu ombro.

– AFASTE-SE DELE VEGA OU EU VOU TE ASPIRAR COM ESSA MAQUINA! – Gritou Jade de lá de cima, Tori apenas soltou meu ombro rapidamente, me dando um sorriso envergonhado, pisquei pra ela, agradecendo-a. E ela foi arrumar as coisas com o Sinjin. Demoraram alguns minutos e quase tudo estava pronto.

– Muito bem pessoal nós temos 20 minutos antes do inicio da peça. Onde está minha água de coco? – Perguntou Sikowitz, parecendo nervoso.

– Você está bebendo! – Respondi, ele olhou para sua mão que tinha um coco no qual ele bebia, Sikowitz só pode ser louco.

– E to mesmo em! – Disse saindo dali apressado.

– CAT NÃO LIGA O 21! – Gritou Jade.

– Não o que? - Perguntou Cat.

– LIGA O 21! – Respondeu Jade.

– 21 ligado! – Disse a ruivinha dando um belo choque na Jade, fiquei bastante preocupado, mas ela pareceu bem depois que Cat desligou o botão.

– Cat você me deu um choque! – Reclamou minha morena.

– Me desculpa! – Pediu a ruivinha. Eu ri, afinal Jade estava bem e por incrível que pareça não bateu na Cat.

– Muito bem adolescentes, vamos fazer uma checagem rápida! Equipes seus lugares. Luz do sol... – Pediu Sikowitz. Jade ligou. – Adorei! Som de aves! – Pediu. Sinjin apertou acho que o botão errado, porque pareciam que as aves iam se matar. – Não! Não é uma briga de galos! Aves pacificas... Encantador! Trovoada. Excelente! Luzes. – Continuou a dar ordens. – Tori deixa eu ver o tornado, força total! Me sopra daqui. É só ligar isso ai. - Disse saindo da frente. Tori ligou a maquina de tornado.

– Tá no reverso! – Adverti saindo de meu lugar e indo tentar parar a maquina, mas foi tarde demais, porque a mesma aspirou Rex pra dentro dela. Como será que Robbie reagiria a isso? Acho que bem mal pelo visto. Todos se desesperaram.

– Essa camisa é um pouco grande, mas acho que ficou boa! – Disse Robbie, chegando ao lugar, todos tentavam disfarçar. – Cadê o Rex? – Perguntou sentindo falta do boneco.

– Aconteceu um acidente! – Falei apontando para a maquina.

– TIREM ELE DAÍ! – Gritou Robbie, Tori e eu tiramos o boneco da maquina e ele estava totalmente desfigurado, Robbie estava bastante desesperado e Jade e Sikowitz, o seguravam. - Não, não, não! O que, que você fez com ele? – Perguntou Robbie, mas Tori não conseguia falar. – Rex você ta me ouvindo? – Perguntou olhando para o boneco.

– Quem ta me segurando? – Falou o boneco, qualquer um que visse de fora, iria se assustar e achar a cena bem estranha, mas entediamos nosso amigo e sabíamos como aquele boneco era importante pra ele. – Eu... To... Muito detonado! – Disse com uma voz mais fraca. Robbie começou a se desesperar ainda mais, falando algo como levar Rex para o hospital, sendo que isso não era possível.

– Robbie você é o astro dessa peça. O publico está lá fora esperando pra entrar, o seu trabalho é dar o que eles querem aconteça o que acontecer. – Estimulou Sikowitz, ele era dez, sabia colocar a gente pra cima nas horas difíceis e concerteza essa era uma hora bem difícil, para Robbie.

– Alguém tem que levar o Rex pra o hospital. – Disse Robbie.

– Eu levo! – Falou Tori.

– Eu dirijo! – Me ofereci.

– Eu também vou! – Apoiou Cat.

– Tá! Alguém mais ta achando isso bizarro, qual é? Não pode ser só eu! – Disse Jade, não entendendo o que faríamos. Sabíamos que não existia hospital para bonecos, mas pra Robbie era como se o Rex fosse uma pessoa.

– Tá na hora do show... O que foi que eu perdi? - Perguntou André, chegando perto de nós.

– A Tori tentou matar o boneco! – Respondeu Sinjin.

– Sinjin! – Exclamou Tori. Tori pediu o boneco ao Robbie e ele deu, se despedindo dando um beijo na testa do boneco.

– Eu não vou perder essa! – Disse Jade, nos seguindo. – Ei, WOW, WOW, WOW! Onde é que vocês vão? – Perguntou Jade, depois que chegamos, perto dos armários. Ela tinha razão, não tínhamos nenhum plano.

– Ao hospital! – Disse Cat, ainda não entendendo nada.

– A gente não ta indo mesmo pra um hospital. É um boneco! – Adverti.

– Não para o Robbie. – Disse entendendo que não podíamos levar Rex até lá.

– Quer saber? Devíamos levar o Rex para o hospital... – Disse Jade meio sem noção, peguei um refrigerante. Tori questionou o porquê. – Assim ele podia morrer lá! – Falou. – Não é bom pra um garoto de 16 anos passar a vida com a mão dentro disso... Acho que aconteceu por um motivo. – Disse sua opinião. Tori questionou o que aconteceria se Robbie não tivesse Rex. – Ele ia superar e ter uma vida normal... É seria trágico! – Acho que ela podia estar certa.

– Ela tem razão! – Apoiei-a.

– Eu achava que meu tio Jessye era uma pessoa normal, mas ai eu descobri que ele encharca os pés em gordura de galinha todo domingo. – Disse Cat não fazendo sentido novamente. Porque um adulto faria isso?

– Vamos levar o Rex para o hospital! – Disse Tori cortando o assunto da Cat, sobre tios que colocam gordura de galinha em seus pés. Bem sinistro! Todos concordaram e fomos para o hospital. Já era noite.

– Doutor, queremos internar isso aqui. – Disse Jade apontando para o boneco retalhado.

– Mas ele é um boneco! – Questionou, andando enquanto nós o seguíamos.

– Olha só queremos que coloque ele numa maquina que faz bip e quando nosso amigo chegar finja que ele morreu. – Explicou Tori.

– Quer que eu finja que esse boneco morreu? – Perguntou o doutor, confuso.

– Tem alguma explicação pra um homem crescido encharcar os pés em gordura de galinha? – Perguntou Cat desviando o assunto novamente. Apesar de que até eu queria saber se havia uma explicação.

– Porque você não vai fazer amizade com aquela moça ali no balcão! – Sugeriu Jade. Cat saiu animada e cumprimentou a moça do balcão.

– Pode fazer? - Perguntei voltando ao assunto.

– Sou médico, isso é um hospital e eu não posso ficar fingindo que um boneco... – Tentou.

– Apenas faça! – Disse Jade. Tori pediu mais uma vez.

– Faria uma coisa pra mim? - Perguntou o médico. Meio suspeito! O médico explicou que seu filho era meio incompetente, quando o assunto é a mulherada e mostrou uma foto pra Tori, perguntando se ela podia ter um encontro com ele. Tori ia dar alguma desculpa.

– A Tori vai adorar sair com ele! – Disse Jade rindo de canto, agora fiquei realmente com pena de Tori. O doutor fechou o favor com Tori e colocou o boneco numa cama vazia. Vi Jade postando no The Slap.

“No hospital com um boneco, faça-me o pavor! Tem muita gente doente por aqui, adoro isso.”

Humor: Exploradora.

– Então quando esse tal Robbie chegar... – Começou o médico.

– É só falar que o Rex não ta nada bem, então deixa que ele se despeça e ai bip, Rex morreu. – Expliquei novamente.

– Porque meu filho não pode ser bonito como você? – Perguntou o doutor, me fazendo rir de canto.

– HEY o que é que é isso? – Perguntou Jade pegando em um pote com algo estranho.

– Ah isso ai é um tumor sebáceo que eu tirei das costas de um taxista! – Explicou.

– Posso ficar com ele? – Perguntou Jade. Essa daí até eu não entendi, isso era nojento! O médico relutou, mas deu o tumor a ela, que o observava com atenção.

– Porque você iria querer... Um tumor sebáceo? – Perguntei curioso.

– Eu gosto de ficar olhando pra ele. – Respondeu ainda observando aquela coisa. Tori alertou que ainda faltava uma cena na peça de Robbie e André e que depois eles viriam pra cá. – Bom daqui à uma hora... Você ta morto! – Disse Jade zombando do boneco. Eu ri, ela ainda observava o tumor e eu a observava. Percebemos a falta da Cat, mas afinal onde a ruivinha estaria agora? Vi Jade postando no The Slap.

“Estou com um tumor sebáceo de um taxista em minhas mãos, agora esse hospital está começando a ficar divertido. Onde estará a ruiva burra?”

Humor: Curiosa.

Eu ri. Seu celular tocou e pude ver o nome na lista, era Zac. Então ela tinha salvado o numero dele?

– Coloca no alto falante! – Mandei.

– Por quê? – perguntei curiosa.

– Só coloque! – Falei calmo.

– Ah oi Jade! Desculpe te ligar a essa hora, mas porque não veio hoje ao ensaio? – Perguntou Zac do outro lado da linha, é mesmo hoje tinha ensaio, mas que ótimo, que ela tinha faltado.

– Eu esqueci, é que tive que fazer um favor pra meu amigo e... – Tentou.

– Amigo? – Perguntou Zac do outro lado da linha. Ela vivia dizendo que não tinha amigos, e agora assumi que Robbie é seu amigo, mas como ele podia saber sobre isso? Pois usou o mesmo tom de surpresa que eu usaria. Imbécil, ele prestava bastante atenção nela.

– Conhecido! – Corrigiu-se. - Mas peça desculpas a seu pai, em todo caso já sei a maioria de minhas falas, menos a do final, mas amanha estarei ai. – Explicou.

– É que o teatro precisará fechar pra reformas, e meu pai quer fazer a peça o quanto antes, então à peça será amanha à tarde. Você dá conta? – Perguntou.

– Claro! – Confirmou.

– A ultima cena, eu estava pensando em você ensaiar com Beck, já que ele é seu namorado, apenas acho melhor, assim ficará mais fácil quando fizer aqui. – Disse desligando o telefone, sem nem dar tchau ou boa noite, às vezes ele parecia com Jade até demais.

– Você me ajudaria? – Falou me olhando curiosa.

– Claro amor! – Falei animado. sem problemas! Ela chegou mais próximo de mim, selando nossos lábios, sua respiração acelerava toda vez que chegava mais perto de mim, dava pra sentir quando eu chegava perto dela. Sua língua pediu passagem bem devagar e eu cedi, deixando que minha língua sentisse cada centímetro de sua boca, apreciando o aroma doce de seus lábios.

– Ainda estou aqui! – Anunciou Tori, cortando o clima. Separamos-nos, um pouco envergonhados, pelo fato de termos se esquecido dela ali. Olhei para o Rex na cama e Jade voltou a observar seu humor sebáceo. Tori anunciou que André e Robbie estavam a caminho e saí pra procurar o médico, o encontrei atendendo um paciente que parecia estar entalado com alguma coisa.

– Achei ele! – Falei entrando na ala, com o médico ao meu lado.

– Tava pra evitar que aquele homem sufocasse. – Explicou.

– Tá, mas isso é importante. – Tentei, mesmo sabendo que não era.

– Já ajustou a maquina pra fazer ele morrer? - Perguntou Jade. O médico explicou que a maquina pararia em 15 minutos. Tori alertou que Robbie estava chegando junto com André e assim que ele viu Rex naquela cama ele se desesperou.

– Ele vai ficar bem? – Perguntou Robbie fraquejando a voz.

– Temo que seus ferimentos, sejam muito sérios. – Disse o médico desanimado.

– Acham que ele não sobrevive. – Continuei.

– Mas no final das contas o que é que ta acontecendo aqui? – Perguntou André confuso.

– Vou deixar você e o Rex a sós pra se despedirem. – Falou o doutor, todos tocamos no ombro de Robbie o confortando, Jade pensou em fazer isso, mas não o fez, acho que a palavra “amigo” referindo-se ao Robbie já era demais pra ela. Robbie deve ter pedido pra Tori ficar, porque ela não saiu da ala.

– Tivemos que fazer aquilo, talvez seja melhor pra o Robbie. – Expliquei a André.

– Aquele boneco só deixa o Robbie mais retardado do que ele já é. – Disse Jade rindo de sua própria piada. Depois de nos questionarmos, por onde Cat andava e depois de explicar tudo desde o começo pra André, ouvimos a maquina fazer bip e entramos na ala, vendo um Robbie muito triste, choroso e desesperado, no mesmo lugar. O médico cobriu o corpo do boneco e Robbie se agarrou a ele. Acho que todos sentíamos pena dele, afinal ele era sozinho e o Robbie era como se fosse uma pessoa pra ele. Um amigo, e só de imaginar a dor de perder um amigo, estremecíamos com a ideia. Robbie foi tirado da ala pelo médico e um silencio foi envolvendo o lugar. Não sabíamos se achávamos ruim ou bom tudo aquilo, talvez nos arrependêssemos depois ou então pudéssemos comemorar mais tarde, por Robbie viver sua vida normalmente sem um boneco. Saímos dali, pra dar apoio a Robbie.

– ROBBIE VEM CÁ, O REX TÁ BEM. DOUTOR, ROBBIE! – Gritou Tori, todos corremos pra ala novamente, não entediamos o porquê daquilo, chegando lá vimos o quanto o coração de Tori é bondoso, ela tinha ligado a maquina e dito que Rex tinha falado ou algo assim, alimentando esperança em Robbie. Rex começou a cantar, uma musica que eu não conheci. Suspiramos, às vezes esse boneco era bastante idiota, será mesmo que Tori fez a coisa certa? O doutor questionou Tori, por ela ainda ter um encontro com seu filho, Tori sugeriu outra garota e o doutor aceitou.

– O Rex voltou. Oi pessoal! – Disse Cat, depois de sairmos da ala hospitalar.

– Cat onde você estava? – Perguntou Jade.

– Uns homens legais me levaram para um quarto quadrado e me colocaram luvas de cubo. – Disse provavelmente inventando uma história. Todos deixaram isso pra lá, mas ouvi a conversa de dois homens que apontavam pra Cat e diziam: “Ta vendo aquela garota ali? Só um especialista pra resolver esse caso!”, eu ri com a ideia. Saímos dali felizes, em meu carro. Robbie festejava a volta de Rex e ainda nos perguntávamos se isso era o certo a se fazer. Tori tinha ligado para Trina e dito que ela teria um encontro com um gato guitarrista, ela acreditou e sairia, com o filho do médico, hoje mesmo. Nós rimos com a ideia. Depois de levar todos pra casa, Jade queria que eu a ajudasse a ensaiar pra peça, fomos para meu RV. Li o roteiro e vi que na cena final, rolava beijo e juras de amor, me sentia bastante mal de ler aquilo, quanto mais ver a cena.

– Você tá bem? – Perguntou Jade olhando pra mim. Acenei com a cabeça e ela deu um simples sorriso voltando a observar os papeis. Pigarreou anunciando que iria começar. - Oh Phil, porque logo eu? – Perguntou atuando, falava as falas devagar, como se fosse uma zumbi, entrei no ritmo.

– Não sei And! Zumbis não deviam ter sentimentos, mas os meus por você existem e acredito muito nisso. – Continuei atuando, dando algumas pausas.

– E o que vamos fazer em relação a isso? – Perguntou chegando mais perto.

– Dividiria esse cérebro comigo por toda a eternidade? – Falei fingindo segurar o mesmo, chegando mais perto dela.

– É claro! – Falou inclinando seus lábios, para que eu a beijasse, e foi o que eu fiz, mas pensei ao mesmo tempo, que os lábios de Zac tocariam mais tarde nesses lábios lindos que só eu havia tocado há pelo menos dois anos. – Beck o que aconteceu? – Perguntou descolando nossos lábios.

– O que? – Perguntei confuso.

– Era pra ser um beijo técnico, mas você me deu um selinho mal feito. – Respondeu me tirando dos meus pensamentos.

– Talvez Zac beije melhor, porque amanhã você não pergunta a ele, ou melhor, amanha você vai provar se ele beija bem ou não, né Jade? – Perguntei com um pouco de raiva.

– O que? – Perguntou incrédula. – Ainda com isso Oliver? Mostra o quanto imaturo você é. Será que não sabe diferenciar um beijo técnico de um beijo apaixonado? – Perguntou me enfurecendo mais ainda. Claro que eu sabia, mas o caso é que...

– Ah claro você deve saber bem o que é beijo técnico não é West? Afinal, vai saber se você não estava atuando comigo esse tempo todo. – Tá eu sei eu exagerei bastante, mas não iria dar o braço a torcer assim que falei isso. Jade me olhava incrédula e com raiva, não conseguia definir bem sua expressão.

– Então é isso que pensa de mim Beck? Que eu só atuo com você? Pois bem talvez devesse atuar sozinho. – Disse pegando o roteiro de minha mão e amassando-o ao jogar em sua bolsa.

– Jade você não vai sair do RV há essa hora, vai dormir aqui, pode ir se deitar! – Falei mandão.

– Só vou ficar porque quero! – Disse como sempre nunca se mostrando fraca, deitou-se na cama, apagou as luzes e vi o que realmente eu tinha feito, uma besteira é claro! – Ah e boa noite Oliver, e que você sonhe com uma menina linda, rica e perfeita da qual você possa amar, afinal eu sempre atuei mesmo né? – Perguntou sarcasticamente, não dizendo mais nada depois, acho que ela dormiu, não tive coragem de responder, afinal eu tinha falado besteira e reconheço isso. Dormi depois de um tempo, não se encostando a pele quente de Jade.

Zac Smith

Notas finais do capítulo
Heeey gostaram do capitulo? O proximo capitulo é o que eu mais gosto da série toda, e ainda mais porque no proximo vai ser a PEÇA DA JADE COM O ZAC WWWOOOOOWWW, kkk enfim me mandem o que acharam do capitulo e também algumas capas que querem pra SEGUNDA TEMPORADA, mas enfim gente ( NAÕ É PRA VOCÊS FAZEREM A CAPA, É SÓ UMA FOTO BADE NÃO EDITADA OKAY?).
Mas uma foto do lindo e gostoso do Zac né? Querem saber de uma coisa, esse ZAC foi mudado agora pouco, porque o ZAC anterior iria ser esse aki o:
(http://www.entertainmentwallpaper.com/images/desktops/celebrity/angus-t-jones01.jpg)
Eu adoro a serie Dois homens e meio :) u.u.u.
Mas enfim... Xau!
Fic de Hoje: http://fanfiction.com.br/historia/341539/Uma_Cancao_para_Bade/
(Outra BADE pra vocês amoris, então até mais, no caso, até sexta ;D)




(Cap. 15) Os Diddly Bops

Notas do capítulo
Heeey DIVOS. Sentiram a minha falta? (claro que não ¬¬ kk), enfim eu adorei os ultimos reviews e também os leitores novos, obrigado amoris! Sério mesmo, u.u.u.! Enfim hoje é o grande dia da peça né? Estão nervosos? Ah gente sobre a capa da fic eu já fiz a da 2 tmeporada e está pronta okay? Concurso ou seI lá o que... Encerrado! Gostaram da capa provisoria? u.u.u. eu amei, enfm.. uu;u;u eu adorei escrever esse capitulo, mas sem mais delongas... Boa leitura!
*Esse capítulo segue a série:
Brilhante Victoria ou Victorious (1º - Temporada)
Como descrito: Não seja rígido, pois cenas serão mudadas, acrescentadas ou invertidas. Aqui a imaginação é livre e o prazer é seu em ler!

Jade West

Acordei bastante estressada, o Oliver tinha passado dos limites ontem a noite, como ele podia dizer que eu atuei esse tempo todo com ele? Isso não fazia o menor sentido, aliás, ninguém conseguiria fingir por tanto tempo, ou conseguiria? Eu não sei! Porque o que eu e Beck temos é amor e tenho certeza disso por vários motivos, é tolice da parte dele, achar que eu finjo sentimentos, porque eu faria isso? Quer saber? Não vou deixar que o Oliver tire de mim o dia glorioso que vou ter hoje. Levantei da cama, ele ainda adormecia lindamente. Oh Jade pare de elogiar esse cretino! Ele mesmo disse que você atuava. Depois de tomar banho e ficar pronta, olhei pra cama, Beck ainda dormia. Estranho! Ele não costumava dormir mais que eu. Não to nem ai! Ele que se atrase. Sai do RV, e fui pra HA de taxi mesmo, cheguei lá encontrando Tori, André, Robbie e Cat.

– Oi Jade! – Disse Cat animada. Todos me mandaram sorrisos.

– Olá pessoal! – Comecei sarcasticamente o dia, não tava nem ai pra eles. – Vocês não gostariam de ir ver minha peça hoje à tarde? No teatro Smith. – Disse alargando meu sorriso. Fazia questões que eles vissem meu sucesso.

– Claro! Nós vamos adorar HAHA! – Continuou Cat rindo tolamente.

– Oi gente! Bom dia Jade. – Disse Beck atrás de mim, ele parecia desanimado, não era pra ele estar assim, era pra eu estar assim, afinal, ele falou todas aquelas coisas.

– HEEY Zac! Espere ai! Vou com você. – Falei avistando Zac passando um pouco na frente. Olhei de relance pra Beck que não me pareceu animado.

– Quem é esse? – Perguntou André.

– Este é Zac, vai atuar comigo hoje na peça. Porque eu apenas atuo em peças. – Falei olhando sínica pra Beck, ele pareceu ficar triste.

– Oi! – Zac falou desanimado.

– Oi garoto bonito! – Disse Cat tocando animadamente na barriga de Zac e saindo dali saltitante, ele ficou meio sem entender, mas relevou. O sinal tocou.

– Jade, te vejo mais tarde. – Falou, sumindo de vista. Apenas sorri. Fomos pra aula do Sikowitz. Em alguns minutos a mesma acabou.

– Bom trabalho pessoal! Agora... Tori, André, Beck, Jade, Cat, Robbie esperem um pouquinho. – Esperamos um pouco, enquanto todos iam embora, Beck colocou seu braço em volta do meu ombro, se ele pensa que vai escapar tão rápido assim, ele está enganado.

– HAN... Porque está com bolsa de mulher? – Perguntou Tori, fazia sentido, Sikowitz segurava uma bolsa meio esverdeada.

– Por Ghandi de onde veio isso? – Perguntou pra si mesmo surpreso. – E onde estão minhas rosquinhas? – Ai já tava começando a ficar chato.

– Posso ir? – Perguntei desanimada.

– Esperem! O que vocês adolescentes achariam de fazer alguma coisa por dinheiro? – Perguntou cruzando os braços e nos olhando curiosamente. Como assim fazer alguma coisa por dinheiro? O que ele queria que fizéssemos? Tori pediu mais detalhes. – Bom eu presumo que vocês já ouviram falar de Kevin Shay? – Perguntou. Beck o interrompeu. – EU ESTOU CONTANDO A HISTORIA! – Disse repreendendo Beck, tive vontade de rir. Beck se desculpou. Sikowitz continuou a história, ele disse que Kevin tinha sido seu amigo de faculdade e que hoje ele era bastante rico o que era verdade. E que seu filho faria quatro anos, essa semana. Ai como eu odeio cuidar de crianças! Sikowitz nos contou que seu amigo Kevin tinha contratado um conjunto musical chamado Wagga Fufles pra tocar na festa do aniversário do moleque.

– AAAA eu amo os Wagga Fufles! Wagga, Wagga, Wagga balança fofura pra lá e pra cá. Wagga, Wagga, Wagga, balança fofura noite e dia... – Disse Cat animadamente enquanto dançava como uma louca.

– Fica quieta! – Disse Rex, em certas horas eu amo esse boneco. Cat questionou a Sikowitz o fato de que o boneco tinha a mandado ficar quieta, mas Sikowitz, apenas agradeceu a Rex.

– Te dou um dólar pra ir direto ao ponto! – Falei entregando um dólar a ele.

– Eu não deveria aceitar o seu dinheiro... – Disse Sikowitz pegando o dinheiro da minha mão. – Aparentemente o jato particular dos Wagga Furfles, caiu. – Falou rindo, eu também ri. Até que fim algum ponto dessa historia, fica legal. – E então... Agora o Kevin precisa de um novo grupo musical pra tocar na festa de aniversário do filho dele. – Só era o que me faltava cantar pra moleques. – Para apenas uma apresentação.

– Não! – Falei saindo da sala e puxando Beck comigo, os outros me seguiriam.

– Ele vai pagar mil dólares. – Disse Sikowitz me interessando muito. Perguntou se podia nos incluir nessa. Ele faria tudo na escola mesmo. Explicou que podíamos nos apresentar depois que os moleques comerem o lanche da tarde ou algo assim. Uma mulher chegou devolvendo as rosquinhas de Sikowitz e ele lhe deu sua bolsa. – Me desculpe por essa confusão.

– Vê se presta mais atenção! – Reclamou a mulher.

– Tchau mãe! – Disse acanhado. Espera ela era sua mãe? Que estranho!

– Era sua mãe? – Perguntou Tori, Beck apenas me abraçava por trás.

– Não! – Disse Sikowitz, nos confundindo. Ele era louco ou só se fazia? Largou as rosquinhas e ficou de frente pra o quadro, saímos dali o quanto antes. Eu em? Professor maluco! Assim que sai da sala, fui para o ponto de taxi, Beck apareceu com seu carro.

– O que está fazendo aqui? – Perguntou curioso.

– Esperando um taxi, Oliver! – Falei brava. Afinal, usei seu sobrenome, só falávamos assim um com o outro, quando estávamos bravos ou em ocasiões quentes.

– Entra ai, West, precisamos conversar. – Disse apontando com o olhar pra o outro acento no carro.

– Só vou porque eu quero. E me leve pra peça. – Disse entrando no carro. Ele o ligou e fomos em direção ao Teatro Smith.

– Desculpe, por tudo! Não devia dizer que você estava atuando comigo, sei que era mentira, até porque eu sou o único que consegue amolecer esse coraçãozinho aqui. – Falou tocando em meu coração quebrando o silêncio que estava presente. Ri de canto.

– Você é um idiota Oliver! – Falei batendo em seu ombro.

– Desculpe! Eu sou mesmo muito idiota, por machucar você! – Falou parando o carro de frente ao teatro Smith. – De agora em diante eu vou sempre falar o que estou sentindo, não vou esconder nenhum sentimento relativo a você! Me perdoa? – Falou pegando uma mecha de meus cabelos e brincando com elas.

– Não sei por que vivo te desculpando. – Disse sorrindo, mas ao mesmo tempo frustrada. Nunca conseguia ficar brigada com ele por muito tempo, não sabia o porquê, mas ele conseguia me afetar de uma maneira extremamente boa.

– Porque você me ama. E eu te amo muito! – Falou aproximando nossos rostos. Senti o cheiro de sua pele, Beck segurou minha cabeça devagar, aproximando-a mais ainda da sua, selou nossos lábios. Sua língua quente percorria toda minha boca, num beijo quente e sensual, algumas vezes nossas línguas se tocavam e a cada vez que isso acontecia, sentia um choque elétrico passar por todo meu corpo. Parece que sua boca foi moldada, pra encaixar na minha com tremenda exatidão. Acariciava seus cabelos lisos e macios, enquanto ele brincava com os fios de meu cabelo, ainda me beijando.

– RARUM! – Foi ouvido um pigarreio de alguém do lado de fora do carro, nos separamos infelizmente, minha boca, devia estar um pouco inchada por conta do beijo, porque a de Beck estava. Limpei meus lábios e olhei para fora do carro, era Robert Smith, meu chefe. – Olá senhorita West e... Seu namorado? – Perguntou se agachando e olhando pra Beck, que apenas confirmou com a cabeça. – O segurança me informou que seu carro estava aqui parado, e me desculpe se interrompi alguma coisa. – Falou um pouco acanhado, se fosse qualquer pessoa eu provavelmente diria “sim você atrapalhou alguma coisa”, mas esse homem era meu chefe, me pagaria 200 dólares, pra que eu fizesse uma peça que eu gosto e ainda mais, ele é um Smith, ainda não sei como, mas os Smith me fazem bem.

– Não atrapalhou nada Robert! Está tudo pronto? – Perguntei saindo do carro, Beck saiu pelo outro lado e rapidamente segurou minha mão.

– Sim, sim, Jade! Só falta você vestir o figurino e fazer a maquiagem de zumbi. – Disse Robert me puxando, Beck foi comigo até o camarim e depois de um tempo PLIM eis que surge uma zumbi. Eu não tava feia como aquelas séries e filmes de zumbi, era mais do tipo pálida, mas pálida que o normal já que sou bem branca, e algumas olheiras no olho, e também uma maquiagem de tiro bem na testa, parecia bem real.

– Nossa você ta uma gata assim! – Disse Beck me olhando de cima abaixo. Claro, depois de eu ter colocado o figurino.

– Não me babe Oliver! – Falei dando língua pra ele, enquanto me via no espelho, fascinada, de repente sinto meu corpo ser puxado e rapidamente, jogado contra a parede.

– Não me chame de Oliver, West! Se não, não respondo por mim. – Disse Beck se aproximando de mim, nossa ele parecia tão quente... Ouvi batidas na porta e me afastei de Beck, Zac entrou também vestido de zumbi, ele não parecia feio, quer dizer, nós dois não estávamos feios, só parecendo zumbis, nossa que comentário idiota! Beck fez uma cara um pouco feia pra Zac. Dei de ombros.

– Vamos? A peça vai começar daqui a pouco, seus amigos já estão todos ai fora Beck. – Disse Zac me conhecendo bem, já que eu vivia dizendo que eles não eram meus amigos. – Podemos Jade? É claro que se Beck deixar. – Falou estendendo o braço pra mim, olhamos pra Beck que sorriu minimamente, parecia irritado. Ele acenou pra Zac que me puxou pelo braço delicadamente. – Porque será que às vezes eu sinto que seu namorado me odeia? – Perguntou rindo, acho que ele também gostava quando as pessoas não gostavam dele.

– Será que é porque talvez ele se sinta ameaçado? – Perguntei retoricamente, ele deu um sorriso de canto. Ficamos posicionados atrás da cortina.

– Jade, Jade, sinto que ninguém mais tocará seu coração como Beck toca... – Falou me olhando nos olhos, me senti estranha, ele parecia me conhecer tão bem. – Dá pra ver isso claramente. – Terminou, me deixando confusa, as cortinas se abrirão e começamos a atuar. Passaram-se alguns minutos e já estávamos na ultima parte da peça.

– Oh Phil, porque logo eu? – Perguntei parecendo um zumbi.

– Não sei And! Zumbis não deviam ter sentimentos, mas os meus por você existem e acredito muito nisso. – Disse Zac também parecendo um zumbi, acho que até melhor que eu, ele atua muito bem.

– E o que vamos fazer em relação a isso? – Perguntei pausadamente me aproximando.

– Dividiria esse cérebro comigo por toda a eternidade? – Falou Zac pegando um fio de meu cabelo com uma mão e com a outra ele segurava um mini cérebro, às vezes ele improvisava. Deixava tudo mais realista.

– É claro! – Respondi ainda parecendo um zumbi. Zac me agarrou pela cintura e me puxou contra seu corpo, olhei pra cima e ele selou nossos lábios, bem devagar, no começo era como se fosse um selinho, mas foi se aprofundando em um beijo puramente técnico, não sentia sua língua e também não mexia a minha, suas duas mãos agarraram minha cintura e as minhas foram automaticamente para seus cabelos loiros, assim como eu fazia com Beck, tentava pensar nele, pra não me sentir culpada por beijar outro, mesmo que fosse puramente profissional. Com as mãos ainda apoiadas na base da minha cintura, os seus lábios gelados finalmente se separaram dos meus, e olhamos pra frente, Beck parecia com raiva, sentado na plateia. Enquanto a mesma aplaudia, os amigos de Beck estavam lá, de pé me aplaudindo. Cat parecia bem animada. Segurei as mãos de Zac e fiz uma pequena reverencia junto com o mesmo. As cortinas se fecharam e fui para meu camarim. Zac bateu na porta e por fim entrou.

– Sei que não gosta muito de contato físico, mas o que aconteceu lá fora foi contanto físico por demais... – Disse rindo, não entendi aonde ele quer chegar. – O caso é que quero me desculpar se fiz alguma coisa de errado... Sei lá! Talvez eu tenha encostado em alguma parte de seu corpo que você não goste ou num sei, me desculpe por pegar em seu cabelo ou na sua cintura... Só queria deixar mais real. – Falou meio envergonhado, eu ri de canto. Ele percebeu que não era nada de mais. – Então como a peça foi um sucesso queria te desejar os parabéns. – Disse se aproximando de mim e me dando um abraço amigável. Beck entrou no mesmo momento.

– Jade podemos ir? – Perguntou Beck me olhando desconfiado.

– Claro amor! – Respondi meio sem saber o que fazer, será que ele tinha pensando besteira?

– Jade, meu pai pediu que lhe lembrasse de vim pegar o dinheiro aqui amanhã, a hora que preferir, até mais Jade! Beck! – Falou Zac dando um murro de leve no braço de Beck que o olhou com raiva, ele apenas disfarçou e saiu. Beck ergueu sua mão e eu a segurei e saímos do teatro, não deu tempo de eu falar com Robert, mas amanhã, falaria, fomos pra casa de Tori. - Beck o que achou da peça? – Perguntei já na porta da casa da Vega, ele estava como sempre, encostado ao seu carro.

– Achei muito boa, parece que todos gostaram... Jade eu odiei a parte do beijo, como aquele idiota pegou em seu cabelo e como ele levou suas mãos pra sua cintura, eu odiei tudo, você trocando juras de amor com ele, me desculpe! Mas eu tentei. – Disse olhando pra baixo.

– Agora vê como eu vejo você com a idiota da Vega. – Falei baixo levantando seu queixo.

Tocamos a campainha da casa de Tori e todos estavam lá. André estava no piano pensando em algo, Robbie no violão, Cat brincando com um coelhinho de pelúcia, Beck no sofá e eu tinha achado algumas flores na casa da Tori, peguei minha tesoura e resolvi brincar, enquanto Tori pegava bebidas eu acho. Tori perguntou o que nós tínhamos até agora, mas André não sabia e pediu que Cat gravasse, acho que ele ia improvisar.

– Meu avô tem um nariz, minha avó tem um nariz, todos que eu conheço tem nariz, nariz, nariz. – Cantou André, mas que musica mais ridícula!

– O nariz do meu avô foi explodido na guerra então essa canção é uma grande mentira. – Falei cortando um pouco das flores com a tesoura. Meu avô teve parte do rosto queimado na guerra. André desculpou-se, pois não sabia fazer musicas para crianças.

– Vai ser divertido. – Disse Cat quando Beck questionou o fato de André ter dito que podíamos fazer isso, só que ele nem sabia por onde começar.

– É... Vai ser divertido vestir fantasias humilhantes e dançar como Mané pra crianças de três anos. – Falei sorrindo irônica, isso seria horrivelmente ridículo.

– Quatro anos. E essas flores minha mãe cultivou. – Reclamou Tori.

– São adoráveis! – Falei passando a tesoura nas flores. Robbie começou a cantar uma canção qualquer sobre caco de vidro. Falava sobre crianças que podiam se cortar com caco de vidro, isso seria ótimo, assim não precisaríamos cantar pra elas.

– Não vamos fazer isso! – Tori gritou, botando fim na musica de Robbie, e nossa, quanta imaginação.

– Tá legal vamos pensar o que crianças de quatro anos gostam? – Perguntou Beck.

– Desenhos! – Respondeu Cat.

– Animais. – Disse André.

– Aborrecer a gente! – Falei, não deixava de ser verdade.

– Caco de Vidro! – Tentou Robbie cantarolando. O celular de André tocou e ele saiu. Tori pesquisou e disse que crianças gostam de musica que falam de comida, então resolveríamos nosso problema, cantando sobre comidas.

– Caco de vidro não é comida, então não escute se alguém disser, coloque queijo no caco de vidro, e faça uma sanduiche... De caco de vidro! – Cantou Robbie. Ri de canto.

– Robbie qual é o seu problema? – Perguntou Tori, realmente ele tinha certo problema mesmo, mas fazer o que né?

– Eu gostei! – Realmente eu tinha gostado. André voltou inspirado de uma conversa com Tori e Robbie e começou a escrever uma canção que tenho que dizer ficou ridícula, mas como era pra crianças eu relevei.

– Vega peguei seu livro de historia do teatro! – Falei pegando o livro, ela apenas assentiu.

– Pronto! Tudo está certo agora! – Começou Tori. – Agora só precisamos de roupas de comida. – Disse me fazendo pensar sobre isso. Affs! - Podemos falar com o Sinjin. Robbie fale com o Sinjin e peça essas roupas a ele. Amanhã quero ver todos vocês vestidos de comida. – Continuou.

– EBA! – Disse Cat animada.

– Eu não vou me vestir de comida! – Reclamei.

– São 1000 dólares, amor! – Disse Beck.

– Quero ver todos amanhã vestidos de comida. – Falei pegando a mão de Beck e o puxando para o lado de fora. Saímos dali e ele me levou até em casa.

– Jade? – Me chamou.

– Que? – Falei encarando.

– Eu te amo e nunca vou te deixar, nunca. – Disse me puxando para um abraço, ele é tão fofo comigo, selei rapidamente nossos lábios, me despedindo de Beck que acompanhava minha saída. Pintei o livro de Tori de preto e li algumas paginas, depois adormeci rapidamente, pensando em tudo que tinha acontecido e amanhã, infelizmente tínhamos que fazer apresentação para as crianças. Affs! Acordei rapidamente, depois de pronto, peguei meu carro e fui para HA. Encontrei Beck lá. – Oi amor! – Falou sorrindo.

– Oi! – Falei desanimada. – Odeio acordar cedo! – Disse entediada.

– To doido pra ver você de hambúrguer. – Disse rindo da minha cara me dando um beijo na bochecha, Robbie chegou com as fantasias e começamos a nos vestir. Mas meu corpo não entrava no hambúrguer.

– Cat vai logo chamar a Tori pra vir me ajudar. – Falei mandona. Cat apenas saiu. Meus peitos não cabiam no hambúrguer, simplesmente tentei de tudo. Tori chegou e com muito esforço consegui entrar na fantasia extremamente apertada. – Hambúrguer idiota! – Reclamei batendo na fantasia. Postei no The Slap:

“Ir fazer um show pra crianças retardadas de três anos”

Humor: Mal humorada D:

Tori comentou em baixo.

“Crianças de quatro anos, Jade”.

Respondi:

“Tanto faz Vega, vamos terminar com isso logo”.

– Com vocês eu apresento os... Os... Diddly Bops! – Apresentou Sikowitz, e entramos no palco, um monte de crianças olhavam pra nós ansiosas.

– Agora preparem-se todos! - Falou Cat animada, depois de nos apresentarmos para os fedelhos. Começamos a cantar e dançar

– Odeio isso! – Sussurrei ainda rindo para as crianças.

– 1000 pratas! – Advertiu Tori.

– Não é o bastante! – Disse, é muita humilhação pra uma pessoa só. Continuamos a cantar. Terminamos e todas as crianças aplaudiram. Pelo menos isso!

– Feliz aniversário Hanrry! – Disse Tori animada.

– Fizemos isso por dinheiro! – Falei não perdendo a oportunidade, afinal eu me vesti de hambúrguer. Sai dali pra tirar logo o hambúrguer de mim.

– Foi um ótimo show! – Disse Kevin, o pai do aniversariante, ele nos pagou e dividimos o dinheiro, ficou cerca de 166 dólares pra cada um, o que foi uma boa. Depois de tirar a roupa de hambúrguer, vesti minha roupa normal e caminhei pelos corredores em busca de Tori.

– Ei Vega! – Falei com Tori, que mexia em seu armário. – Seu livro de história do teatro. – Disse entregando o livro pra ela. – Valeu!

– Porque ele está preto? – Perguntou surpresa.

– Eu tenho tinha preta! – Expliquei. Tentou perguntar por que eu pintaria o livro, mas Lane apareceu com um fedelho nos cumprimentando. – Que foi? – Perguntei.

– Este é meu sobrinho Devan! – Disse Lane, Tori falou com o garoto.

– Que foi? – Perguntei desinteressada.

– Ele adora os Diddly Bops e quer um autografo de vocês! – Explicou não fazendo sentido algum, já que só tínhamos feito uma apresentação e privada, só pra algumas crianças. Lane explicou que o garoto tinha visto na internet, num site pra crianças, mas o que? Aposto que era culpa da Cat. Estava incrédula, o fedelho pediu um autografo e Tori deu. Era minha vez. Lane explicou que Tori era o sorvete e eu era o hambúrguer.

– Não espalha isso! – Falei e Tori concordou. Vi Tori escrevendo: “Um beijo pra Devan”, escrevi: “Foda-se”. Lane agradeceu.

– Ela escreveu um palavrão. – Disse o fedelho apontando pra mim.

– Eu escrevo o que eu sinto! – Falei, e eles sumiram, Tori me olhou incrédula. - Que foi? Eu estava vestida de hambúrguer na internet, tinha o direito de escrever aquilo. – Expliquei saindo dali, atrás da Cat, mas não a achei então fui para o almoço, antes disso postei no The Slap.

“Colocaram-nos na internet vestidos de comidas, quando eu souber quem foi arrancarei a cabeça do individuo com minha tesoura”.

Humor: Zangada.

Encontramos Tori, André e Robbie, eles falavam sobre o vídeo na internet e sobre André que fracassou com uma gravadora. Tori tentava animá-lo.

– Cara você sabe que é um grande compositor e músico! – Tentou Beck.

– E tem outras gravadoras! – Tentei também, afinal André era legal.

– Isso não significa que sua vida acabou! – Disse Robbie.

– Eu acho que sim! – Falou o boneco irritantemente. Arranquei o braço do boneco e ele gritou. Sorri malvada. Trina chegou cansada porque seguiu o cara da gravadora por diversas quadras, ela podia ser a única cantora do planeta, e mesmo assim ela não faria sucesso. Cat chegou animada dizendo que conseguiu outra apresentação pra gente, eu que não iria me vestir de comida de novo.

– Nunca mais vamos aparecer como os Diddly Bops de novo! – Expliquei, Cat pareceu desanimada.

– Porque não arranca o braço dela também? - Perguntou o boneco, apenas o assustei e ele ficou quieto. Trina queria fazer parte do grupo apenas a questionei e ela disse que assim ela estaria atuando e sendo paga pra cantar, Affs! Quem em plena consciência ia querer pagar um mico desses?

– Gente eu vou indo, não quero assistir aula! – Disse André pegando sua mochila e saindo. O clima meio que pesou, fomos pra aula e nem sinal de André, Tori foi tentar achar ele. Beck e eu fomos pra casa, ele me deixou em casa e foi pra sua, dormi rapidamente. Acordei com o barulho do telefone.

– Jade... Tori achou André, ele já está melhor e disse que tem uma novidade pra gente! – Falou Beck do outro lado da linha.

– Que bom pra ele! – Falei desligando o telefone e indo me arrumar, rapidamente cheguei a HA, André, estava no pequeno espaço em cima de onde comíamos junto com Tori e ele começou a cantar. Tenho que dizer a música era muito boa, no fundo fiquei feliz por ele estar bem. Beck apenas envolvia seu braço pelo meu ombro.

Beck me deu um beijo apaixonado, na frente de todos, acho que por conta da musica, rapidamente nos separamos. Que bom que estávamos bem. Terminaram de cantar e todos bateram palmas, Beck me levou pra casa, mas antes soltou um eu te amo, e ele se foi, adormeci rapidamente, foi uma semana bastante puxada, mas Beck e eu finalmente estávamos bem depois de nossa pequena briguinha e era isso que importava.

Zac Smith

Notas finais do capítulo
Heey eae gostaram do capitulo? Me mandem reviews plys, e comentarios sobre a capa ou sei lá, vocês tem que me dizer se gostam ou não okay? Deixem uma autora feliz kk *--* Emfim, o proximo capitulo saí na terça- feira, (me desculpem pela demora, mas é assim, não to com tanto tempo pra escrever okay?) beijos lindas e lindos! Só eu que amo uma foto do Zac no final do capitulo? Com a 2 temporada, vão vir gifs dele u.u.u beijos!
Fic de Hoje: http://fanfiction.com.br/historia/323157/Safe_And_Sound/ (eu amo essa fic de paixão, ainda não li toda, até porque não está acabada, mas já sou fã e espero que vocês leiam também okay?) kisses :D




(Cap. 16) A Peça de Jade

Notas do capítulo
HEEEEY my DIVOS U.U..U capitulo novo e.e.e.ee # :D Adorei os reviews do capitulo anterior sério vocês são demais e eu amor cada um de vocês (é to mais emotiva hoje, é que minha outra fic ta acabando ;/// ) Mas enfim a capa da 2 temporada já ta pronta e.e.e.e eu já tinha dito isso antes? Se não, falei agora PROBLEM? kkk enfim um beijo a meus queridos e DIVOS leitores antigos e um beijo pra aqueles que chegaram agora, se sintam em casa e sejam bem vindos .e.e.e
*Esse capítulo segue a série:
Brilhante Victoria ou Victorious (1º - Temporada)
Como descrito: Não seja rígido, pois cenas serão mudadas, acrescentadas ou invertidas. Aqui a imaginação é livre e o prazer é seu em ler!
CURTAM MIHA PAG NO FACE OBRIGADA
http://www.facebook.com/coisasqueeugosto.br

Jade West

Acordei com o telefone tocando, olhei no visor, era Beck.

– Bom dia amor, to indo ai pra te buscar! – Falou desligando o celular, ele sabia que eu acordava de mau-humor, isso acontecia mais quando eu não dormia com ele. Depois de pronta, avistei Beck na frente de casa, cheguei próximo a ele e lhe deu um beijo um pouco quente demais. – WOW nossa você tá bem hoje em? – Perguntou segurando minha cintura e me puxando pra outro beijo, nos separamos ofegantes e ele abriu a porta do carro pra mim, entrei e rapidamente ele ligou o carro e pegamos a estrada. Meu celular tocou, olhei no visor, era meu pai. O que será que ele queria? Já não era o bastante acabar com minha infância? Agora ele ainda tem que acabar com minha adolescência também? Ou sei lá. – Quem é? – Perguntou Beck me observando, eu olhava o visor do celular, com certo receio se atendia ou não.

– Pai! – Falei apertando no botão pra atender.

– Jade! – Falou o coroa do outro lado da linha, ele era bem durão.

– O que quer? – Nós sempre nos comunicávamos rapidamente, nossas conversas eram curtas e nem um pouco empolgantes, me lembro de minha infância, quando eu lhe pedia pra que ele me comprasse uma furadeira e ele dizia: “Por quê?” duramente, e eu dizia: “Não sei!”, e então a resposta era: “Não machuque outros”, mas nunca dizia algo do tipo: “Tome cuidado querida”, ou “Brinque direito”. Nunca se preocupava comigo, a não ser quando queria me chatear, me dizendo como devo me comportar.

– Vou pra casa! – Disse me arrepiando, senti minha espinha travar, minha mandíbula se apertou.

– Por quê? – Perguntei fingindo desinteresse.

– Tive tempo! – Explicou, acho que falando sobre seu trabalho chato em outros Estados.

– E? – Incentivei.

– Só! E tire essas coisas do seu rosto, é horrível. – Disse desligando o telefone, a voz dele era firme, nossa conversa rápida, se alongava, quando o assunto era criticar a Jade, o que ele fazia muito, já minha mãe, adorava saber como eu estava, era muito chato, mas fazer o que.

– O que ele queria? – Perguntou Beck parecendo preocupado.

– Preciso fazer uma peça e rápido. – É Claro! Meu pai viria pra casa, eu tinha que lhe mostrar o que eu estava aprendendo, para que ele não viesse com aquele papo de sempre, de que artistas não prestam e de que arte não é nada, e blá, blá!

– Jade! – Beck me tirou dos meus pensamentos. – Quer impressionar seu pai? - Perguntou calmo.

– Não que eu precise, mas... Quero! – Falei olhando em seus olhos.

– Que peça vai fazer? – Perguntou não ligando pra minha falta de nexo, eu queria impressionar o velho, mostrar que ele estava errado sobre mim e sobre tudo, eu sempre tentava, mas em vão.

– Tenho uma... Faz mais de dois anos que escrevi... É perfeita! – Disse confiante, a peça que eu tinha em mente, falava exatamente sobre o que eu precisava. Pais preocupados com suas filhas, coisa que ele não era.

– Qual delas? – Disse Beck estacionando o carro na HA, e pegando alguns papéis em sua bolsa. Eram minhas peças, todas escritas por mim é claro.

– Porque guarda isso na sua bolsa Oliver? – Questionei.

– Adoro ter cada pedaçinho de você comigo e suas peças são perfeitas! – Falou sorrindo.

– Não tenho tempo pra isso Oliver saía da minha frente! – Disse o empurrando, mas não deixando de sorrir. Ele guardava minhas peças, ele tinha cópia de todas, ele era único. Jade concentração! – Lane! Exijo que chame todos os professores. – Falei chegando perto ao orientador de nossa escola que esfregava suas mãos com algum creme estranho.

– Mas... – Lancei um olhar ameaçador. – Me siga, por favor! – Disse andando para a sala dos professores.

– Sikowitz! Outros professores! Quero que aceitem produzir minha peça. – Disse jogando o roteiro e todos os papéis. Eles leram, comentaram entre sim, até que um deles levantou a mão. – Sim? – Incentivei.

– Eu não vou falar... Lane é com você! – O professor negro e alto da aula de músicas empurrou Lane até perto de mim. Beck estava esperando encostado na porta da sala.

– É... Jade... Veja bem... Não podemos lhe dar o dinheiro para produzir sua peça... Ela é uma tanto estranha e... Perturbadora. Desculpe-me! – Falou Lane voltando pra perto dos outros professores. Qual é? E agora? Como vou fazer pra meu pai ao menos gostar de alguma coisa que eu faça? Puxei minha tesoura que ficava entre meu sapato e minha calça jeans.

– Beck! – Gritou Sikowitz.

– Vocês vão se arrepender por não produzir minha peça! – Gritei, eles se encolheram. Senti as mãos de Beck em volta da minha cintura.

– Jade acalme-se! Olha pra mim... – Falou Beck preocupado. – Nós vamos dar um jeito, só mantenha a calma! – Pegou com cuidado minha tesoura. – Isso fica comigo, se não terão que fechar a escola por falta de professores... – Disse rindo de canto. – Agora! Vamos pra aula, agora! Tudo bem? – Perguntou passando a mão por meus cabelos, aqueles bando de bobocas saíram da sala eu nem tinha percebido, eu olhava quase sem piscar, pra os olhos castanhos de Beck. Ele me acalmava. Mas mesmo com Beck, eu ainda sentia que precisava pensar sobre tudo isso, não queria ir pra aula agora, não estava com cabeça.

– Tudo bem... Vou ao banheiro! – Falei soltando sua mão que nem percebia se agarrava a minha, ele deu um passo a frente como se não acreditasse em mim. – Não pode ir ao banheiro das meninas Oliver! – Reclamei, ele lançou um olhar nervoso pra mim, antes que ele viesse atrás de mim, entrei no armário do zelador, não queria ser incomodada, tranquei a porta e me sentei ao chão. Tirei minha outra tesoura, presa na calça. Comecei a picotar a lixeira do zelador. Tinha que pensar em como eu iria mudar a opinião de meu pai quanto à arte. Precisava de alguém pra produzir minha peça. Mas quem? Ninguém aparecia em minha mente. Ninguém mesmo! O sinal havia tocado, e meus pensamentos foram afastados, por uma batida na porta. Abri, podia ser o zelador, ou sei lá, dei de cara com um loiro de olhos azuis que eu conhecia bem. – Zac! – Falei acenando com a tesoura.

– Quer que eu saía? – Perguntou calmo.

– Sim... Não espera! – Falei tendo uma ideia.

– Decida-se Jade! – Disse me olhando curioso. – Sinceramente prefiro canivetes. – Falou rindo e olhando pra tesoura.

– Você... É isso que eu estava precisando... Você tem o que eu preciso... Zac seu pai poderia produzir uma peça minha? – Perguntei confiante.

– Oh Jade! – Disse se sentando. – Me desculpe, mas o teatro entrou em reforma logo depois da peça que fizemos. – Falou pegando minha tesoura e examinando. – Muito mais os canivetes. – Disse rindo.

– Tudo bem! Suma daqui Smith! – Falei apontando o dedo pra fora.

– Não! Você não me intimida... E esse local é publico. – Disse começando a picotar a lixeira. – Tenta isso! – Falou tirando um canivete do lado de sua calça jeans. Peguei o mesmo e comecei a cortar outros pedaços da lixeira. Eu ri, até que isso era legal.

– Zac... Porque você simplesmente não tem amigos? – Perguntei curiosa, afinal nunca vi andando por ai com ninguém. Exceto algumas vezes, com umas duas ou três meninas.

– Porque pessoas são chatas! Algumas me dão nojo e outras não me fazem sentir interesse por elas. – Falou. Fazia até sentido! Ele picotava os pedaços da lixeira.– Porque está desesperada pra fazer a peça? – Perguntou me fitando, seus olhos azuis repletos de curiosidade.

– Meu pai, ele é chato e irritante e acha que arte é coisa pra pessoas burras e que não sabem aproveitar o tempo. – Expliquei, nem sei por que, afinal não era da sua conta.

– Meu pai algumas vezes me controlava, mas ele parou depois que percebeu que eu não tinha jeito. Uma vez ele me proibiu de fazer uma tatuagem, dois dias depois eu fiz essa. – Disse levantando um pouco de sua camisa mostrando seu corpo definido, uma aranha estava tatuada em seu abdômen.

– HUHU legal! – Falei animada olhando pra mesma, ele abaixou a camisa. – Mas porque do nada veio falar comigo? Porque se meu pai achasse uma garota legal e viesse me falar sobre ela, eu não falaria com ela de jeito nenhum. – Perguntei.

– Porque ele disse que você parecia comigo, que você não tem medo de dizer o que pensa e que parece... Interessante. – Ele corou. Sua pele branca mostrou-se um pouco vermelha na região das bochechas.

– Então seu pai disse que eu era interessante pra você? – Falei rindo um pouco, ele riu assentindo.

– Achei que você fosse uma baranga feia e sem talento, mas me enganei... Você é lin... Incrivelmente talentosa. – Disse desviando o olhar, voltando pra lata de lixo, ele ia me chamar de linda? Nossa! Eu sei que sou demais, mas pra um menino falar isso na cara assim na lata era difícil, por eu conseguir intimidar qualquer um rápido. – É melhor eu ir indo. Boa sorte com sua lixeira. – Falou erguendo as mãos pra mim, ele queria que eu apertasse a mão dele? Não! Odeio qualquer tipo de contato, odeio quando as pessoas me tocam e odeio tocar elas, exceto Beck. – O canivete, odeio ficar sem ele! – Falou me tirando de meus pensamentos. Entreguei seu canivete e ele saiu do armário. Robbie entrou um tempo depois, tinha esquecido a porta aberta, ele ia se sentar na minha frente.

– NÃO! – Gritei e ele saiu da sala correndo, junto com seu boneco idiota. Toda raiva voltou a mim novamente, peguei minha tesoura de novo e comecei a picotar algumas partes da lixeira que não estavam cortadas. Ouvi a porta se abrindo, era Beck.

– Ei! – Chamou. - O que você tá fazendo? – Perguntou entrando no armário, junto a Robbie e Cat.

– Picando uma lata de lixo grande. – Falei.

– Pera ai você picou toda a lixeira do zelador? – Perguntou Robbie.

– Ah ele tem outra. – Dei de ombros.

– Jade eu li a sua peça e achei muito boa. – Disse Tori entrando no armário, ai como ela era irritante! Beck provavelmente deu o roteiro a ela. Que garota chata!

– Eu não sou sua amiga! – Falei continuando a cortar as partes da lixeira. – E se a escola não me deixa montar a minha peça, o que importa ela ser boa? – Disse o obvio.

– Porque você mesma não produz sua peça? – Perguntou a ruivinha entrando também no armário do zelador.

– Sabe quanto isso pode custar? – Perguntei, eu respondo, é muito.

– Não! – Disse a ruivinha agudamente.

– Vem cá, ela picou toda essa lixeira só com uma tesoura? – Perguntou André admirado, também entrando no armário.

– Quanto acha que custa pra produzir a sua peça? – Perguntou Tori, porque ela tava interessada?

– Não sei! Uns dois ou três mil. – Dei de ombros, não tinha como conseguir alguém.

– Tá então não deve ser tão difícil achar alguém pra entrar com o dinheiro. – Disse Tori, acendendo uma ideia em minha cabeça.

– Você poderia achar alguém pra colocar dinheiro na minha peça? – Perguntei já de pé, com a tesoura em minhas mãos.

– Eu quis dizer que... – Tentou, mas eu a interrompi.

– EEIII! – Gritei apontando a tesoura pra os outros. – Ela não disse: Não deve ser tão difícil achar alguém pra entrar com o dinheiro? – Perguntei imitando seu tom de voz. Todos concordaram. – Então você vai achar... Certo? – Perguntei fitando Tori.

– HAN... Claro! – Disse nervosa.

– Bom! – Falei saindo dali, ótimo, meu plano tinha dado certo. Eu sabia que Tori se sentia bem intimidada comigo por perto, então intimidá-la ainda mais seria ótimo.

– HEY você acha que Tori vai conseguir o dinheiro pra peça? – Perguntou Beck chegando junto a mim, já fora do armário.

– Tomara que sim, melhor que consiga... Para o bem dela. – Falei passando a mão por minha tesoura.

– Ela vai conseguir, eu sei que vai! – Falou me puxando pra um abraço.

– Não tenha tanta certeza Oliver! – Disse confusa, não sabia se queria que Tori conseguisse ou falhasse, só pra eu passar na cara dela que ela não conseguiu depois, mas a primeira opção estava vencendo. – Vem vamos almoçar. – Falei puxando sua mão.

– Eu escolho! – Disse animado.

– NÃO! – Gritei. Entrei no carro.

– Tudo bem! – Disse me rendendo, estranho! Ele era o Beck, não se rendia fácil assim. Mas percebi qual era a dele quando chegamos ao Karaokê Dokie, ele não tinha se rendido. Bufei irritada, agora não podíamos voltar atrás, Beck sorriu vitorioso, enquanto nos sentávamos em uma das mesas do lugar. Ele pediu Nuggets de búfalo, e pra mim um hambúrguer, gordurento.

– Beck odeio comer essas coisas! – Falei olhando pra o hambúrguer.

– Amor, não se preocupe com o peso está bem. Você é linda do jeito que é. – Disse pegando o hambúrguer e vindo com ele em minha direção.

– Eu sei! Me dá isso. – Peguei o mesmo e mordi, saboreando o gosto, fazia tempo que não comia alguma coisa dessas, ele riu. Entrei no The Slap, enquanto Oliver comia seus Nuggets. Uma publicação da Tori me fez sorrir.

“AAA alguém acabou de me dar 3000 dólares pra peça da Jade! E o Robbie usa maquiagem feminina... HUH !?!?!”

Humor: Bem boba!

Até que fim ela conseguiu minha peça. – Beck você tem o numero da Vega? - Perguntei.

– Sim! Toma. – Disse me entregando seu celular. – Por quê?

– Porque ela conseguiu o dinheiro pra minha peça e depois nós vamos conversar sobre você ter o número dela. – Falei bufando, enquanto apertava os botões pra falar com Tori. – Vega! Vi sua postagem onde te encontro? – Perguntei assim que ela atendeu.

– OH JADE! Ela até já colocou a placa com o nome da sua peça. – Disse Tori animada.

– ONDE? – Gritei. Tori me falou onde era. Desliguei o telefone depois disso. Pagamos a conta e fomos pra casa, Beck não disse nada, eu estava feliz e queria sei lá cantar, fazer alguma coisa sozinha, cheguei em casa e dormi rapidamente. Acordei logo, Beck veio me pegar em casa e depois fomos pra esse tal lugar, antes liguei pra Cat e pedi que ela viesse também e trouxesse o Sinjin. Começaríamos a ensaiar hoje mesmo se precisasse, não sabia quando meu pai viria. – Espera... O Robbie usa mesma maquiagem masculina? - Perguntei a Tori assim que chegamos.

– É parece que sim! – Disse animada. Tori nos mostrou o teatro. Era bem legal.

– Nossa! É um bom teatrinho. – Disse Beck observando o lugar.

– E essa mulher do restaurante que você mal conhece vai mesmo pagar por esse lugar? – Perguntei depois de Tori me explicar tudo.

– Acredite, ela vai pagar tudo, a peça toda. Todos os R$ 3000.

– Você conquistou ela! – Disse Beck. Finalmente! Estava só alegria, mas não queria dar esse gostinho a Vega.

– HAN... Você me ama... Me ama agora? Claro que você me ama... Me dá um abraço? – Pediu erguendo os braços.

– Vou socar alegremente seu braço como se fossemos amigas. – Falei examinando a cara de Beck, que dizia: “Ela merece alguma coisa, você não acha?”. Ai que irritante!

– Eu aceito! – Disse Tori. Ela virou seu ombro, e soquei seu braço devagar.

– Muito bem... Nós temos muito trabalho pela frente, tenho que pedir ao Sinjin pra me ajudar com o cenário, talvez o Robbie faça a iluminação... – Fui interrompida.

– Oi! Essa é a Tori Vega com as belas maçãs do rosto... – Uma mulher chinesa entrou cumprimentando Tori.

– Jade essa aqui é a Senhora Li do Oxy Star. – Tori apresentou a mulher, que me ajudaria com a peça.

– É muito bom conhecer você... – Tentei ser simpática. – Eu sou Jade e esse é meu namorado Beck. – Falei apresentando Oliver sentando na cadeira.

– É... Sou o namorado! – Disse Beck acenando para a mulher.

– Olha só, eu nem sei o que dizer, é incrível você pagar toda... – Tentei.

– OO Não precisa dizer nada fico feliz de você poder montar sua peça. – Disse, ela era até que legal, eu não gostei de seu jeito, mas ela produziria minha peça, o que mais eu queria? A mulher disse que já tinha lido o roteiro em sua banheira e que tinha mudado algumas coisas. COMO ASSIM ELA QUERIA MUDAR MINHA PEÇA? O QUE?

– Como assim anotações? – Perguntei olhando apreensiva pra Beck e Tori.

– Você sabe... Ideias pra deixar a peça melhor. – Falou. O QUE? – Apimentar um pouquinho. – Disse enquanto fazia uma dança estranha. Então ela queria mudar totalmente minha peça?

– HAHAHA! Meu Deus! – Disse Tori rindo tentando disfarçar.

– Você quer mudar a minha peça? - Perguntei tentando entender.

– Então... Eu tenho que ir ao... – Disse Beck nervoso, ele se foi, uma desculpa! Era tudo que eu queria, uma desculpa, pra que eu disesse que alguma coisa caiu em cima da cabeça dessa mulher, depois que eu a arrebentasse.

– Ele é tão bonito... Como um pequeno pônei. – Disse estranhamente.

– HAN... O que você quer mudar na minha peça? – Perguntei sorrindo nervosamente. Tori advertiu.

– Bom... Tipo... E se enquanto a garota tivesse caindo no poço, ela cantar uma música durante a descida? – Disse a mulher começando a me irritar.

– Não é um musical! – Adverti.

– Mas podia ser... – Disse Tori encarando meu olhar duro sobre ela. – Mas não é!

– Quem canta enquanto está caindo no fundo de um poço? - Perguntei o obvio.

– O Batman! – Disse fazendo piada, tudo bem! Ela estava passando dos limites. – Olha! Eu só estou tentando ajudar, não precisa trocar os pés pelas mãos. – Disse a mulher.

– Vai ver o que eu vou trocar! – Falei dando um passo a frente, ficando de frente a ela, que raiva! Nossa! Como ela queria dizer isso e querer que eu fique de boa? Tori me afastou com seu braço, se eu não tivesse com tanta raiva da mulher eu batia nela, por ter me tocado. Tori sugeriu que resolvêssemos tudo calmamente. – Não preciso das ideias de ninguém. – Falei.

– Você precisa do meu dinheiro... Então tem que ouvir as minhas sugestões...

– Não, não tenho! – Respondi.

– Jade! – Alertou Tori.

– Sim você tem! – Continuou a mulher.

– Não, eu vou socar ela. - Me impus dando um paço à frente.

– Não estou vendo você socar o meu dinheiro. – Disse desaforada. Tori me puxou para um canto, me repreendendo, eu não precisava das ideias dela, mas Tori achava que sim. Deus, como ela era irritante! Tori questionou se eu queria o dinheiro dela, falei que sim. Assenti com a ideia da música quando a garota estivesse caindo. A mulher disse que não queria mais colocar essa ideia na peça, nos surpreendermos, principalmente quando uma menina chinesa também entrou. A mãe controlava a menina como se ela fosse uma TV, to nem ai pra ela! O que ela tinha haver com tudo isso? Ela responde, dizendo que a menina faria um papel na peça. O QUE?

– WOW! Que ideia ótima! – Falei fingindo ânimo. Essa peça não vai dar certo! – Nós já vamos! – Falei puxando Tori pra fora, a mulher não falou nada. – Eu vou te bater muito Vega. – Disse já fora do teatro.

– Jade! – Beck me alertou. Saí dali estressada, ele me levou até em casa. – O que aconteceu? – Perguntou na porta da minha casa.

– Ela fez mudanças e quer colocar uma menina sem talento na minha peça. – Expliquei irritada. – Desculpe Beck. Mas tchau! – Falei batendo a porta e entrando dentro de casa.

– Tudo bem! – Disse indo embora ligando o carro, ele se foi. Minha cabeça estava doendo. Que saco! Dormi rapidamente. Acordei com uma dor de cabeça maior que tudo, estava naqueles dias, concerteza isso não me ajudaria. Depois de pronta fui pra o teatro. Cat fazia o papel muito bem, mas a garota vestida de anjo, não sei da onde veio essa ideia, mas estava destruindo minha peça!

– Espera. Eu to confusa... Meu personagem pode voar? – Perguntou Cat. Neguei. - Então porque meu anjo diz que eu posso voar pra fora do poço? – Perguntou.

– Porque a mãe do anjo... – Tentei.

– É uma senhora que tá pagando por toda essa peça. – Disse Tori me cortando. A mulher confirmou e pediu pra menina desafinada cantar novamente, ela conseguia ser mais irritante do que a Trina. Será que isso é possível? Saí daquele lugar, não aguentava ficar ali nem mais um minuto. Estávamos agora na HA. Sinjin veio com uma história de musgo de não sei o que, mas com um grito meu, ele fugiu. Tori defendeu-o, eu não ligava.

– Agora ele está com as caças molhadas! – Disse ainda defendendo-o.

– Não tenho culpa do controle da bexiga do Sinjin ou falta dele. – Disse pegando um livro do meu armário.

– Porque tá agindo como um bebê? – Perguntou Tori.

– Eu posso explicar... – Não, não posso! Tori tentou que eu falasse. – Me dá seu pulso! – Exigi, ela o fez. Então a puxei para o armário do zelador. - Eu convidei o meu pai, pra vir na noite de estreia da minha peça. – Expliquei já que ontem, tinha deixado recado na sua secretária. Tori perguntou o que tinha haver. – Ele não gosta de mim! – Expliquei. Tori questionou mais uma vez. – Ele não entende pessoas criativas, e acha que alguém querer ser escritor, diretor ou ator, é bobagem. Então eu o convidei pra minha peça porque eu achava que ia ser muito boa e esperava que ele realmente tivesse algum respeito por mim... Mas ai você deixa aquela mulher transformar tudo numa piada que é justamente o que faz meu pai achar que tá certo sobre os meus sonhos serem bobos e sem sentido... Obrigada por arruinar a minha vida! – Desabafei nervosa, e um pouco desesperada, foi difícil falar tudo isso pra mim mesma e ainda mais pra Tori. Ela não disse nada. – Obrigada Tori isso deixa tudo com mais perspectiva. – Disse saindo dali. Fui pra casa, não encontrei Beck no caminho, não sei o que ele tinha, mas melhor assim. Entrei no The Slap e nada pra fazer, então resolvi dormir, porque mais tarde seria minha peça, eu dei todas as falas a todos os personagens bem antes, pra que eles se preparassem. Fui para o teatro, às pessoas começaram a chegar pra ver minha peça idiota começar.

– Oi! – Disse alguém atrás de mim, me virei e me assustei com Tori.

– O QUE? O QUE? - Gritei abafadamente. Nossa! Eu estava nervosa.

– Será que dá pra você se acalmar? – Perguntou Tori.

– Desculpa, eu to surtando um pouco! – Falei, eu estava mesmo, afinal eu tinha acabado de pedir desculpas pra Vega.

– Não tem com o que se preocupar. – Agora tudo vira piada. Cat reclamou que deixou seu sutiã cair na privada.

– Não tem com o que se preocupar! – Imitei Tori. Tori reclamou que ela não falava assim. Tanto faz! Tori espremeu o sutiã de Cat e deu pra ela se vestir de novo. Avistei meu pai chegando. Avisei Tori.

– Ele parece que... – Tentou Tori.

– Que ele não gosta de mim? – Perguntei atônita, eu estava nervosa, a figura séria e dura do meu pai tinha vindo, e eu estava frita.

– Na verdade eu ia dizer que ele é frio e irracional! – Explicou.

– É a mesma coisa! – Falei. Porque ele tinha vindo? Foi só um recado na secretária! Ele se sentou como se estivesse impaciente.

– Olha! Não tem que surtar... Sua peça vai acontecer exatamente como queria, os meninos vão fazer de tudo pra Senhora Li não aparecer aqui. – Explicou, respirei fundo, mas algo ainda estava errado.

– Tá bom mais e a filha, Deise? – Perguntei?

– Não esquenta! Ela tá ali em cima presa em uma corda, esperando uma deixa que nunca vai acontecer. – Disse Tori esperta, a menina gritou que estava pronta, fiquei admirada com a esperteza da Vega. Apenas acenamos. A peça começou e Cat atuava muito bem, assim como eu havia imaginado, minha amiga ruivinha era uma ótima atriz. Meu pai estava sério como sempre na plateia. – Acha que seu pai tá gostando? – Perguntou Tori.

– É difícil saber, nunca o vi gostar de nada antes. – Expliquei. Mas ele não ficaria ali se não tivesse gostado, ele era como eu, dizia o que pensava. Cat continuava atuando, olhamos pra cima e a menina chinesa continuava lá. Estávamos agora na ultima cena, a menina era retirada do poço, mas estava desmaiada.

– A Senhora Li acabou de sair do restaurante. – Avisou Tori.

– Já é tarde demais! – Afirmei sorrindo. Olhei pra meu pai que parecia imóvel, sua pose dizia que não estava gostando da peça, mas seus olhos procuravam saber o que acontecia no final.

– Como ela está? – Perguntou o ator que interpretava o pai da menina.

– Ela se foi! – Disse o bombeiro. O pai da menina beijou sua testa. Cat acordou.

– Pai? – Disse a menina, e assim acabou a peça. Lembro-me de quando a escrevi, foi um pouco antes de começar a namorar com Beck, acho que naquela época necessitava mais do que agora da opinião de meu pai. Foram ouvidas as palmas, estava feliz por as pessoas terem gostado, as cortinas se fecharam. Começaram a apertar minha mão, me elogiando, faria isso com todas as pessoas, mas ele estava lá, e eu queria saber sua opinião.

– Ótimo trabalho! – Um cara moreno, ergueu a mão pra mim.

– Eu sei! – Disse dispensando seu aperto de mão, ele se foi. Meu pai ficou de frente pra mim. - Pai!

– Jade! – Disse ainda sério.

– Só fala se gostou ou não! – Disse Tori.

– Amiga sua? - Perguntou.

– É! – Falei desanimada. – Então... Minha peça? - Perguntei esperançosa.

– Achei que foi excelente! – Disse, como nunca antes, ele nunca me elogiou, não referindo a parte que ele mais odiava em mim, ser uma artista.

– Obrigada, mais alguma coisa? – Perguntei feliz.

– Você poderia, por favor, tirar as porcarias do seu rosto? – Perguntou, referindo-se aos meus piercings.

– Não! – Neguei.

– Tchau! – Disse saindo depois que eu respondi. Isso significava que ele não iria ficar mais na minha casa, quer dizer ele nem foi lá. O que era ótimo.

– Bom... Conseguiu o que queria? - Perguntou Tori.

– Uhum! Eu nunca o vi tão feliz antes! – Disse falando sério, ele nunca me elogiou com o colégio ou qualquer coisa relativa a isso antes, isso era demais!

– Ah! Qual é? Me dá um abraço? – Pediu Tori erguendo os braços novamente. Não sei se porque eu estava sentimental, por estar em dias sensíveis como esse, ou se estava agradecida por tudo que ela fez. Mas eu a abracei, e estava grata por tudo. Senhora Li chegou chutando as cadeiras com raiva por ter perdido a peça, nós dissemos a ela que ela podia vir amanhã que teria mais uma vez a peça. Ela viu a sua filha pendurada lá em cima depois de termos dito que ela havia cantado.

– Vocês não colocaram minha filha pra cantar? – Perguntou Senhora Li com raiva.

– Não, ela é irritante e sem talento e ninguém gosta dela! – Falei sorrindo pra mulher.

– Eu vou lhe processar. – Ameaçou.

– Ah claro falou a senhora que passou o dinheiro na nossa cara, mas que foi burra o suficiente pra pagar o espaço logo e nem se quer assinar alguns papéis. – Falei rindo malvada, Tori abaixou a cabeça. – Se quiser me processar tudo bem... Mas vai ter que mostrar o contrato para os policiais... Ah esqueci! Você não tem contrato... Até mais! – Falei puxando o braço de Tori e saindo dali.

– Nossa Jade! Você é malvada. – Disse Tori socando o meu ombro devagar.

– Não me toque! – Reclamei.

– Desculpe! – Disse, se afastando. Beck chegou pra me levar pra casa e já estávamos no caminho.

– Porque eu não te vi o dia todo? - Perguntei interessada.

– Porque pensei que estivesse com raiva de mim... Você me chutou pra fora da sua casa. – Explicou, deu um pouco de pena dele.

– Me desculpe amor... Eu só tava estressada. – Revelei. – Eu te amo! – Falei e ele arregalou os olhos. Eu não falava isso com frequência, mas hoje eu estava incrivelmente sentimental.

– Eu quero me casar com você! – Disse me fazendo arregalar os olhos, enquanto ele saía do carro, já de frente a minha casa.

– Agora? – Perguntei surpresa.

– Não! Um dia. Mas até lá vou te fazer a mulher mais feliz desse mundo. – Disse me dando um beijo na bochecha e encostando-me ao carro.

– Você... Já... Faz! – Falei pausadamente entre gemidos, ele beijava meu pescoço. – Beck hoje não, num dá! – Disse mandando aquele olhar de: “Hoje não, mas depois te recompenso”.

– Está me devendo uma West! – Falou dando um ultimo beijo em meu pescoço. – E eu vou cobrar. – Falou me agarrando e me beijando, seu corpo imprensava o meu no carro de novo, eu gemi, ele sorriu de canto ainda me beijando, sua língua dançava literalmente em minha boca. Separamos-nos ofegantes, não por falta de ar, mas pelo calor que estava subindo e a temperatura do lugar. – Também te amo! – Disse me dando um selinho rápido e entrando no carro, desencostei do mesmo. – Boa noite Jade! – Falou mandando um sinal de continência. Piscou pra mim e acelerou o carro sumindo da minha vista. Tomei banho, pulei na cama, e ri pra mim mesma, eu havia conseguido mostrar para meu pai que eu podia sim dirigir uma peça ótima pelo visto e quem diria... Graças a Tori Vega! Adormeci imediatamente.

Zac Smith

Notas finais do capítulo
curtam ai
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Quem ai gostou do gif? klkk
Heeey meus DIVOS o que acharam do capitulo? u.u.u.u eu to adorando escrever nessa fic mais e mais por causa do carinho de cada um de vocês. Eu num gosto muito desse episodio porque num tem tantos momentos BADE, claro o Beck ajuda ela a fazer a peça dela, mas eles não estão juntos, por outro lado eu adoro o episodio porque mostra como a JADE fica mais sentimentalista por causa do pai e da ajuda da Tori, enfim o proximo capitulo sairá no sábado, obrigada por lerem a fic e até mais!
Fic de hoje: http://fanfiction.com.br/historia/211791/We_Belong_Together ( Sem BADE hoje pessoal, mas ta ai direto dos meus favoritos beijos) :D




(Cap. 17) A Difícil Escolha

Notas do capítulo
HEEEEY meus DIVOS vocês não sabem como eu to feliz, a fic ultrapassou os 150 reviews, uu.u.u.u.u. vocês são fodas demais aushuahhs, obrigada lindos e lindas, sério mesmo :)
Dedico esse capitulo a vocês lindos, mas em especial a carolcarlie que mandou o reviews de número 150, obrigada linda, obrigada pessoas :D
Curtam minha pag no facebook por favor kk
http://www.facebook.com/coisasqueeugosto.br
Vlw :$ >
Enfim eu quero dizer umas coisas, eu só totalmente contra TANDRÉ. Acho Cabbie muito fofo, e adoro eles, mas acho que a demora deles pra assumir que gostam um do outro é muito grande, então talvez nessa fic, vocês entendam o motivo >< :x, irei colocar algumas coisinhas ai pra deixar a fic, mas legal, uma coisa que eu adorei fazer. :x, ENTÃO O AVISO É NÃO TERÁ TANDRÉ NESSA FIC, okay? E Cabbie só no final, até porque o nosso querido DAN não mostrou se eles ficaram juntos ou não, ele esqueceu de mostrar muita coisa :(, mas tudo bem, agradecemos a ele, pela série incrivel u.u.u. Eu gosto de conversar com vocês, mas sei que agora vocês querem ler, então falamos de outros assuntos nas notas finais okay? ;D Boa leitura!
*Esse capítulo segue a série:
Brilhante Victoria ou Victorious (1º - Temporada)
Como descrito: Não seja rígido, pois cenas serão mudadas, acrescentadas ou invertidas. Aqui a imaginação é livre e o prazer é seu em ler!

LEIAM AS NOTAS INICIAIS E FINAIS PLYS ;D

Jade West

Acordei com batidas em minha janela, me assustei com os cabelos em forma de musgo de Sinjin.

– Sinjin o que está fazendo na minha janela? – Perguntei incrédula esfregando os olhos. Sua boca abriu e ele começou a falar, só que eu não escutava, pensei em abrir a janela e exigir uma resposta dele, mas apenas fechei as cortinas e fui tomar banho. O Sinjin não tem culpa de ser estranho e irritante, mas ás vezes ele me tirava do sério. Depois de pronta peguei meu carro e fui para Hollywood Arts, encontrei Beck arrumando seu armário. – Oliver! – Cumprimentei, ele riu e veio me abraçar.

– Que cara é essa? – Perguntou, mas meu desânimo, era não poder continuar a cena de ontem no carro.

– Nada! É só o Sinjin que me acordou, ele tava na janela do meu quarto. – Disse coçando o nariz.

– Sempre que quiser Jade! – Falou um ser atrás de mim.

– Sinjin! Pare de me cheirar. – Falei e ele parou ficando do meu lado. – DÁ O FORA! – Gritei e ele saiu correndo.

– Oi Jade, oi Beck! Querem ver minha máquina? – Perguntou um Robbie irritante chegando com um treco amarelo que voava, coisa de nerd!

– Claro! – Respondeu Beck.

– Não! – Disse me afastando. – Zac! – Cumprimentei o loiro, que vasculhava algo dentro da bolsa.

– Oi Jade, me desculpe tenho que ir! – Disse saindo dali correndo, ele derrubou uma pasta preta, não sabia o que era, mas peguei. A abri e tinha desenhos, alguns bem sombrios, que legal. Zac desenhava muito bem, dois desenhos me chamaram atenção, o primeiro, era uma casal de costas, sentados no gramado de mãos dadas e um cara estranho e ameaçador os observava. WOOW! Bem criativo, o outro me chamou mais atenção. Era um cavalo e nossa! Como ele era bonito. Ele desenhou super bem, apesar de não conhecer nada sobre cavalos e essas coisas, eu me interessei pelo desenho. – Jade você viu uma pasta de... Ah! Tá com você. – Disse Zac a pegando da minha mão, rapidamente.

– É... Tá ai, você deixou cair. – Falei tentando entender o motivo pelo qual pegou a pasta tão apressadamente.

– Tenho que ir! – Falou saindo dali depressa. Ele tava bastante estranho comigo!

– Ei você ouviu falar sobre o novo programa, The Wood? Vão entrevistar todos os alunos no Teatro Caixa Preta depois da aula. – Perguntou Beck chegando próximo a mim.

– Não! O que isso me interessa? – Perguntei ainda tentando entender Zac.

– Vamos vai ser divertido. Tori me convenceu. – Disse animado. – Por mim? – Perguntou fazendo o olhar, eu já disse que detesto ser chantageada?

– Tudo bem! – Falei pegando sua mão e o levando para aula. Não tinha outro assunto, se não o tal do The Wood, não tava tão animada pra isso, era um reality show, isso é chato! O que me interessava era porque Zac estava daquele jeito? Eu não sei por que pensava tanto nessas coisas, mas acho que era só curiosidade. Depois de sairmos da aula, fomos para o Teatro Caixa Preta. Uma fila enorme se formava. – Precisamos mesmo fazer isso? – Perguntei irritada.

– Sim, vai ser divertido. – Disse olhando pra fila enorme, mas ainda animado.

– Tudo bem, mas eu vou fazer do meu jeito! – Peguei minha tesoura que guardava no lugar de sempre. Beck me olhou assustado. – Com sua licença, será que eu poderia passar na sua frente? – Perguntei sorrindo cinicamente. As pessoas se assustavam com meninas de tesoura, fiz isso com as outras pessoas e rapidamente estávamos perto de fazer os testes. O produtor gritou próximo, e a Vega mais nova foi fazer a entrevista, eram perguntas fáceis, só precisava ser natural. Ai que chatice! André ficou um pouco cofuso na hora de fazer o teste, depois foi à vez de Trina que falou como uma tagarela, eu tinha certeza que ela não ia conseguir fazer parte do programa, ninguém gosta dela. Beck foi chamado e começou a falar sobre como ele gostava de atuar e tudo mais, ele estava lindo falando sobre o que gosta de fazer. As meninas atrás de mim soltavam suspiros apaixonados, eu disse soltavam, já que apontei a tesoura pra elas, e elas pararam.

– TÁ NAMORANDO ALGUÉM? - Gritou a mulher que era responsável pela ficha dos alunos, o que? – Só achei que devia saber se ele tem uma namorada. Você tem? – Perguntou oferecidamente. Beck me olhou meio que sem entender, meu olhar era mais: “Diga a ela que tem!”.

– É, eu tenho! – Disse Beck confuso.

– NÃO ACREDITO! – Disse decepcionada, batendo em seu computador, parece que se chamava Kate, ou sei lá. Beck saiu dali e foi à vez de Robbie fazer o teste, mas o produtor o mandou sair assim que ele se sentou na cadeira. Eu ri. Olhei de relance a ficha do Beck no computador de Kate, ele ganhou uma estrelinha dourada, isso poderia ser bom. Espera! Ele nasceu no Canadá? Quem nasce lá, é estranho! Porque ele nasceria lá? Ah quer saber num tó nem ai pra isso, eu acho!

– Beleza Jade, o que você não gosta? – Perguntou o outro produtor. Hum! Isso era difícil. Tem tantas coisas.

– Ah! Não gosto de atum... – Apesar de comer. – Flores, Risadas, a palavra calcinha. – Ai como eu odeio essa palavra. – Coentro, arco-íris. – Arco Iris é ridículo, porque pessoas idiotas ainda achavam que ia ter um pote de ouro no final? Eu respondo: Elas são idiotas! – Patos. Como não gosto de patos. Cólicas, queijo coalho, relógios, maçanetas molhadas, sutiãs que fecham pela frente. – Outra coisa ridícula, as pessoas se tornam preguiçosas usando sutiãs que fecham na frente, sabe é só chegar lá e abrir o botãozinho que tudo acontece, e também, qual o problema de colocar a mão pra trás e tirar o fecho? – Amarelo. Chapéus... Garotas que dão em cima do meu namorado...

– Quem é seu namorado Jade? – Perguntou o produtor.

– Ele está bem ali! – Apontei pra Beck sentado na cadeira provavelmente me esperando.

– DROGA! – Gritou Kate, batendo em seu notebook de novo. Ela tava mesmo afim do Beck? Eles chamaram o próximo e fui almoçar com Beck.

– Porque aquela mulher estava tão interessada em você? – Perguntei me sentando na mesa junto a Beck. - E porque você nunca me disse que nasceu no Canadá?

– E eu sei lá! – Respondeu dando de ombros e comendo. - Acho isso desnecessário. - Tori, André e a idiota da Trina sentaram conosco.

– É eu gosto de camisa listrada. – Falou André conversando com Tori.

– Ei Beck! Cheira meu braço... – Falou Trina dando o braço pra Beck. Que garota abusada. – Sem perfume, é meu aroma natural! – Falou. Que garota ridícula, queria ver ela competir com alguém que não sua, quer dizer mais ou menos.

– Eu tenho que morar com ela! – Disse Tori, por certa parte senti pena dela, mas por outra eu me divertia com essa história de ela ter que sofrer junto a essa sem talento irritante. Lane chegou cumprimentando todos e dizendo que Caio um dos produtores, tinha uma notícia boa pra dar a gente.

– Tori Vega, Beck Oliver, Jade West, André Harris, parabéns vocês vão estar no The Wood. – Disse o produtor.

– Mas e eu? – Perguntou Trina, bem feito pra ela e olha que eu nem queria fazer parte desse programa idiota.

– Não! – Respondeu Caio.

– Por que não? – Perguntou Trina.

– Porque você transpira desespero. – Disse, me fazendo rir por dentro, ainda estava pensando em Zac, tentei comer.

– É o aroma natural dela! – Respondeu Beck, eu ri de canto. - A gente podia marcar pra assistirmos todos juntos na casa de alguém! – Sugeriu Beck.

– Pode ser na minha casa! – Disse Tori. – O que você acha Jade? – Perguntou Vega.

– Tanto faz! – Respondi irritada, ainda pensando em como Zac podia estar com algum problema, eu sei lá, desde quando eu pensava tanto nele?

– Assim sem nem dar uma resposta à altura? – Perguntou André, desconfiado.

– Tanto faz Harris! – Respondi, comendo meu almoço.

– Parece que aconteceu alguma coisa com o Festus. – Disse Tori olhando preocupada, virei e dei de cara com um Festus, caído no chão e junto a ele, Trina e Robbie.

– Vocês viram a Cat? – Perguntei curiosa. Afinal a ruivinha tonta ainda não tinha aparecido.

– Viajou com a sua família. – Explicou André.

– Beck, te vejo mais tarde pelo The Slap. – Falei e ele assentiu, levantei e sai dali, queria procurar Zac. Encontrei-o no armário do zelador. - O que você tem Smith?

– Só, to estranho hoje, me deixa tá legal? – Falou pegando seu canivete e começando a cortar pedaços de papel higiênico.

– Tá, mas antes, porque fugiu de mim hoje cedo? – Perguntei se sentando ao seu lado.

– Porque eu tinha que entregar um trabalho sobre artes de desenho ao professor e estava atrasado, me desculpe. – Disse se levantando, fiz o mesmo. – Porque está aqui West?

– Porque por incrível que pareça estou tentando ajudar um amigo, e estou te devendo uma, lembra? – Me referi ao dia da minha peça. Olhei em volta, o espaço no armário, era mínimo. Mal dávamos nós dois.

– Obrigado! – Ele me encostou a parede. Não entendi, ele se aproximou de mim. Levantei minha sobrancelha em sua direção. Seu odor de cereja era bom. O que? – Nossa! Aqui está bem apertado. – Falou por fim conseguindo sair, percebi que ele me encostou a parede, pra poder passar. Fiquei aliviada, ao saber que ele não fez isso por má intenção. – Você vem? – Ele ergueu sua mão a mim, seus olhos azuis me olhavam com curiosidade, eu ainda estava parada encostada na parede o olhando. – O que você tem? – Perguntou.

– Ah nada é só que... Estava pensando sobre seus desenhos, eram muito bons. – Menti, coçando um pouco meu nariz. Agarrei sua mão e com um pouco de esforço nós conseguimos sair do armário, esbarramos em algo e minha bolsa caiu.

– Jade? Quem é você? Ligue a câmera! – Disse o outro produtor do programa. Que droga! – Então estava nesse armário, sozinha com um garoto? – Perguntou.

– Sim, eu estava, ele é meu amigo, Zac! – Falei tentando passar tranquilidade. O homem me olhou desconfiada.

– Seu namorado sabe disso? – Perguntou. Eu estava odiando esse reality. Fiquei em silêncio.

– Não, e você não vai contar. – Disse Zac erguendo o canivete em suas mãos. – Acho melhor que isso não aconteça.

– Também acho. Vamos! – Disse o homem negro saindo dali amedrontado.

– Obrigada, séria uma briga e tanto! – Agradeci. Ele assentiu com o olhar, mas meus olhos desviaram de seus olhos azuis, pra olhar pra nossas mãos ainda juntas, ele percebeu e soltou-as rapidamente. Ele corou. Acho que faria o mesmo se não quisesse sair dali agora mesmo. – Melhor guardar o canivete, Smith! – Falei lhe dando as costas. Ele riu. Peguei meu carro e fui direto pra casa, tomei banho e deitei na cama, entrando no The Slap e abrindo um chat com o Oliver.

– HEY olha você ai! – Disse dando um sorriso. – O que foi fazer depois do almoço?

– Fui falar com Zac... – Ele franziu a testa. – Ele estava estranho, mas já está tudo bem... – Dei um sorriso forçado ainda me lembrando de nossa aproximação no armário do zelador, e também as câmeras. Eu não gostava de Zac dessa forma e acho que ele sentia o mesmo por mim. Então eu estava meio que de consciência tranquila e também não tenho que ficar dando satisfações ao Oliver, ou será que tenho?

– Bem, amor eu estou bastante cansado hoje, preciso dormir se não se importar.

– O que fez pra estar cansado Oliver? – Perguntei desconfiada.

– Queriam me gravar fazendo musculação para o programa. – Respondeu.

– Ainda bem que vamos à casa da Vega, quero só ver a reação dela quando ver você sem camisa, assim tenho uma desculpa pra acabar com ela rápido, durma bem Oliver. - Falei arrogante, desligando o chat, mas antes pude ver o sorriso no rosto de Beck. Ele adorava me causar ciúmes. Um sorriso bobo apareceu em meu rosto, por pensar nele. Pare já Jade, não fique parecendo àquelas meninas bobas que sorriem de tudo. DeiteI-me na cama e rapidamente dormi. Acordei com batidas em minha janela, olhei pra mesma, era Sinjin novamente. Dessa vez eu abri. - O que quer Sinjin? – Perguntei grossa.

– Fiquei sabendo que está no The Wood, parabéns. – Disse rindo estranhamente.

– Porque está aqui Sinjin? – Disse grosseira.

– Gosto de ver você acordar! – Disse dando um sorriso bobo.

– Pode pegar aquela pedra pra mim, sim? – Perguntei sorrindo inocente, ele pegou a pedra e me entregou-a. – AGORA DESAPAREÇA DA MINHA CASA! – Gritei jogando a pedra nele, que caiu de cara no chão de concreto, lá fora.

– Isso costuma acontecer! – Falou levantando, esfregando as costas. Arrumei-me, e fui para HA. Tivemos as primeiras aulas normais, Beck tinha ido pegar meu almoço juntamente com André. Avistei Zac desenhando em uma mesa afastada, aproximei-me dele.

– Zac... O que está desenhando? Cavalos de novo? – Perguntei me sentando ao seu lado.

– Não, aquilo foi para um trabalho e... Andou vendo meus desenhos? – Assenti.

– Você gosta de cavalos? - Perguntei desviando do assunto.

– Sim, meu pai tem uma fazenda, e vamos pra lá nos finais de semana. – Respondeu.

– Não entendo porque você fica aqui sozinho, eu sei que pareço um pouco com você... Mas eu tenho o Beck e a Cat e os amigos deles... Mas você sei lá, só vive sozinho. – Não sei por que estava falando isso, afinal não tenho nada a ver com a vida dele.

– Alguma sugestão de amizade West? Ou de futura namorada? – Perguntou rindo.

– De namorada, eu não sei, as meninas daqui são oferecidas e idiotas, mas de amizade, você pode ficar mais com a gente se quiser. Comigo e com os amigos de Beck. – Expliquei. – Melhor aceitar Smith, não costumo ser simpática.

– Tudo bem, vamos então? – Falou apontando para a mesa, onde Tori, André, Robbie e Beck estavam. – Ei eu sou o Zac e ficarei com vocês nesta mesa, vocês querendo ou não. – Disse Zac se sentando, eu ri. Os meus amigos o olhavam com uma cara estranha, na verdade somente Robbie e André não haviam o conhecido ainda. – Eu estava brincando... – Suavizou, Tori riu e André também.

– Contanto que não me bata! – Disse Robbie.

– ROBBIE VEM ME AJUDAR! – Gritou Trina, ele se foi, os dois estavam comandando o trailer do Festus, já que esse estava no hospital.

– Então... Como se conheceram? – Perguntou André.

– Ele atuou numa peça com Jade. – Respondeu Beck, dei de ombros. – Amor pedi pizza sem cebola, sei que você não gosta de cebolas, então... – Falou me entregando um pedaço e eu comi, Beck ofereceu a Zac que aceitou, nós rimos com as perguntas que Tori fazia a ele animada, e como ele respondia friamente, como eu.

– Ei é hoje a estreia no The Wood, vocês vão mesmo lá pra casa? – Perguntou Tori. – Quer ir Zac?

– Imagina se ele quer ficar no mesmo lugar que você Vega. Nem eu quero. – Falei rindo. Todos olharam pra Zac.

– Falou tudo Jade... – Eu ri. – Mas tenho que ajudar meu pai com as reformas do Teatro, valeu pessoal. – Disse parecendo mais feliz, ele se foi, e agora eu estava indo pra casa, tomei banho e esperei Beck pra vir me buscar pra irmos à casa da Vega. André já estava lá e abriu a porta pra nós.

– Vou para o quarto de Tori. – Expliquei com más intenções. Chegando lá, avistei vários ursinhos e coisas fofas, peguei minha tesoura e comecei com os ursos, cortando a cabeça de todos, depois fui para o seu banheiro e troquei seu Shampoo por detergente, eu sou demais! Saí de lá antes que Tori fosse checar o quarto.

– Oi Jade. Jade? – Perguntou Trina surpresa assim que passou por mim no corredor, não liguei pra ela.

– Calma não quer esperar pela Jade? – Ouvi Tori perguntando.

– A Jade tá aqui! – Disse Beck.

– To aqui! – Falei descendo as escadas.

– Pera ai quando foi que chegou? – Perguntou Tori.

– Meia hora atrás! – Expliquei.

– E onde você tava? – Perguntou.

– No seu quarto. Você tem um monte de coisas lá. – Expliquei rindo por dentro. Fiz uma careta pra ela, que parecia não entender porque eu estava em seu quarto.

– Tá pera ai, porque que ela tava... – Tentou.

– Vai vamos ver! – Falei sentando ao lado de Beck. Ela se sentou do meu lado. Não queria ela do meu lado, então empurrei com a perna, Tori caiu no cão, e eu ri de canto, ela foi se sentar com André. André colocou o DVD, tínhamos uma cópia. Começou o programa mostrando imagens da gente.

– Beck e Jade namoram há dois anos... – Disse o cara da TV, mostrando uma imagem de Beck e eu nos beijando.

– Ótimo me filmaram desse ângulo. – Falei irônica.

– Você tá ótima! – Beck me elogiou.

– Eu sei! – Disse convencidamente.

– Mas será que o Beck está ficando cansado da mesma e velha rotina? – Perguntou o cara da TV, olhei pra Beck procurando uma explicação, afinal será que ele estava casando de mim? O programa mostrou um vídeo de Beck conversando com Tori. Tori queria fazer carinho na barriga do Beck. Mas só eu faço isso? O que é isso afinal? Ele tem o número dela? Eles pareciam tão, mais que amigos, sei lá, isso estava me irritando. Estava me questionando se isso tudo era verdade. Mas é claro que era! Ele estava me traindo esse tempo todo com a Vega.

– Você pode vir. – Dizia Tori na gravação.

– A minha namorada não vai gostar disso! – Falava Beck na gravação. O que? Ele estava mesmo me traindo com a Vega? Há quanto tempo?

– Eu não conto pra ela! – Falou Vega na TV. Olhei de lance pra Tori que parecia se jogar nos braços do Beck na gravação, eu acabaria com ela.

– Cara esse programa é bom! – Falou André se encolhendo no sofá.

– AAAAHHH COMO OUSA FAZER ISSO VEGA? – Perguntei pulando do sofá, em direção a Tori, André levantou do mesmo. Agarrei Tori a levando pra o chão, ela dizia palavras como: “deixa eu explicar”, mas eu não queria saber. Beck me traiu e isso era o bastante, que ele não pensasse que ele estava imune a tudo isso, eu iria feri-lo logo depois da Tori. Beck me segurou e André segurou Tori, mas pulei em cima dela de novo, os meninos nos agarravam, tentando separar a briga, mas eu puxava os cabelos da Vega, porque com eles nos agarrando não dava pra fazer muito. André me segurou por trás me jogando pra Beck, que me agarrou, não deixando que eu saísse.

– Ah tá bom! Essa conversa nunca aconteceu. – Tentou. Que idiota!

– MAS EU VI! – Gritei desesperada, eu tentava segurar as lagrimas, a ficha caía agora, Beck tinha me traído com a idiota da Vega. André saiu pra pegar mais limonada.

– Aquela ligação entre mim e o Beck era falsa. – Tentou Tori.

– Você ofereceu carinho na barriga dele! – Tentei, não tinha como eles tentarem me enrolar.

– Eu tava falando com um cachorrinho. – Disse Tori, segurei minhas lagrimas bem firme.

– E eu tava pedindo uma pizza. – Explicou Beck, ele queria mesmo que eu acreditasse?

– Como ela sabe que você gosta de carinho na barriga? – Perguntei desconfiada.

– Todo mundo gosta de carinho na barriga! – Disse Tori, fazia sentido.

– É verdade... – Disse André na cozinha. – Ás vezes eu faço em mim mesmo.

– Os produtores pegaram duas conversas telefônicas diferentes e editaram. – Tentou Beck.

– Eu quero ouvir isso deles! – Falei tomando uma decisão, eles faziam sentido em suas explicações, eu daria uma chance, não tinha como isso ser possível. – Até lá me deixem em paz! – Falei saindo dali e pegando um táxi, cheguei em casa e entrei no The Slap. Zac estava On, que legal, o vi postando.

“Coberto de poeira, fazendo obras no Teatro Smith, estou todo sujo de branco”.

Humor: Revoltado.

Eu ri de canto, imaginando Zac mais branco do que ele já é. Abri um chat com ele.

– O que quer Jade? Não estou em um bom momento agora... – Disse Zac, ele não costumava ser grosso comigo. – Porque está chorando? – Perguntou me fazendo ficar surpresa, eu não estava chorando! Ignorei um Zac todo sujo e chequei meus olhos, sim eu estava chorando, mas eu não havia percebido. Porque Beck me traiu? Eu sei, poderia ser mentira, mas por quais motivos ele me trairia? E ainda mais com a Vega? Não fazia sentido. Mas olha só o que ele fez, me fez chorar na frente de Zac, eu nunca choro em público. Meu peito estava doendo, meus pulmões também, era como se o ar faltasse, mas porque tudo isso?

– É que... No The Wood, talvez eles editaram uma conversa e pareceu que Beck me traiu e agora não sei se é verdade. – Falei tentando esconder as lágrimas.

– Você gosta mesmo dele não é? – Fiquei confusa, claro que eu gosto. – Bem... Então se ele te traiu mesmo, o traía de mentira com algum menino, não precisa traí-lo de verdade, é só pra continuar com sua imagem e depois num sei. – Falou esfregando o cabelo que saía um pouco de poeira, ele estava completamente sujo de branco.

– É claro! – Uma lâmpada ascendeu em minha cabeça. – Você vai ser o menino, te vejo amanhã Zac, obrigada! – Disse desligando o chat, talvez ele não gostasse dessa ideia, mas amanhã se precisasse, o obrigaria, demorei um pouco a dormir, mas por fim consegui. Acordei, com o rosto um pouco seco, as lágrimas tinham secado, tomei banho e fui para HA, sem o Beck, o encontrei junto a Tori, encostados no armário me esperando, fomos em silêncio, falar com os produtores. – Então você editou as conversas da Tori e do Beck?

– Sim, pegamos duas conversas diferentes e editamos. – Respondeu o produtor, aquilo me aliviou profundamente, mas espera! Porque ele fez isso?

– Legal? Ela quase acabou comigo. – Explicou Tori, é eu devia desculpas a ela, mas até que foi legal, eu ter batido nela.

– Eu não teria ido tão longe. – Tentei, já que fiz errado e reconhecia isso. Beck levou um tempão pra me fazer reconhecer quando errava, é, ele conseguiu. André questionou o fato de o The Wood ser um reality show.

– Mas a ligação que vocês editaram... Aquilo não foi real! – Falou Beck.

– Quase nada é real nos reality shows, é entretenimento. – Explicou o produtor. – Nosso trabalho, como produtores, é pegar a gravação que temos e transformar numa coisa que as pessoas queiram ver. – Até que fazia sentido. - Vocês entraram nessa escola, porque querem entreter as pessoas não querem? – Concordamos. – Isso aqui não é diferente de estar numa peça... É atuação... Sem script. – Fazia sentido, mas daí não contarem?

– Tá... Mas podiam ter contado pra gente! – Retruquei.

– Antes dessa confusão toda. – Disse Vega.

– Para de ser tão dramática. – Mandei.

– Não! Seja mais dramática! – Pediu o produtor. Como assim?

– E da próxima vez que tiver uma briga de meninas, vocês podiam ligar pra gente pra fazer um vídeo né? – Perguntou o outro produtor.

– Ou elas podiam reencenar. – Disse Caio. Tori e eu pensamos iguais, isso dava até medo, ela gritou ação e começamos a atuar. Agarrei seu pescoço e ela gritou. Começamos a encenar uma briga com gritos e bastante puxões de cabelo, e tenho que dizer fomos ótimas. – E corta! – Nós paramos, nos recompomos, peguei no braço do meu namorado e seguimos até o pátio.

– Oi Jade, oi Beck! Que bom que se entenderam. Fico feliz em não precisar usar aquele plano maluco, vejo vocês depois! – Disse Zac se aproximando e saindo.

– Que plano? E como ele sabe sobre a gente? – Perguntou Beck desconfiado.

– Eu contei a ele e o plano era arrumar algum menino pra fingir que eu iria te trair, caso a gravação fosse verdade... Fico feliz que não era. – Falei lhe dando um beijo calmo. Percorrendo todos os cantos de sua boca que cheirava a hortelã. Ele foi falar com André. E eu fui comprar café e falar com Tori, queria que fizéssemos algo para o programa, mas fui interrompida por um Beck e um André atuando, sobre algo como uma casa de praia e um cachorro sei lá, pareciam brigar e com certeza era pra o programa. Podíamos fazer melhor, Beck e André se foram e só sobraram Tori e eu.

– Uau! Tavam ótimos. – Disse Tori.

– Podemos fazer melhor! – Falei tomando um gole de meu café e tentando pensar em um bom plano.

– Qual a ideia? – Perguntou.

– Tá bom e se... O zelador deixasse a gente em apuros por alguma coisa e a gente ficasse tão furiosa que talvez descontássemos nossa raiva no carro dele? – Disse meu plano.

– Não podemos destruir o carro dele, ele deu bolinhas de chocolate no dia dos namorados. – Disse Tori. Sua burrice começava a me irritar.

– A gente não vai quebrar o carro dele. O chefe do meu pai tem um ferro velho, a gente pede pra ele deixar um carro velho aqui pra gente destruir... – Expliquei.

– Ai falamos que o carro é do zelador. – Continuou Tori, até que fim ela entendeu!

– Ah WOW, eu queria ter pensado nisso. Ah é, eu pensei! – Falei sarcástica. Dei um gole em meu café e ei... – Espera! O zelador não me deu bolinhas de chocolate no dia dos namorados.

– Não deu? – Perguntou, neguei. – AHAM! – Saiu convencida, só era o que me faltava? Ela se gabar por isso. Mas por que ele não me deu bolinhas de chocolate no dia dos namorados? Que estranho! Liguei para o chefe do meu pai e ele cedeu o carro, fui pra aula, era diferente da do Beck. Depois segui para o almoço, ainda sem Beck. O trailer do Festus tava uma bagunça, Trina e Robbie não davam conta do recado. Encontrei Tori para encenarmos, ela questionou onde estaria o carro. Vimos um bem velho e seguimos para lá. Tori chamou Sinjin, ela tinha me dito que ele se ofereceu para o cargo de segurar nossos tacos de golfe. - Taco cinco! – Pediu Tori, Sinjin lhe entregou.

– HAN... Eu quero um mais pesado. – Pedi examinando o carro de longe, Sinjin me entregou e começaria o show.

– Agora chame os produtores aqui no estacionamento, temos um ótimo material a caminho. – Pediu Tori. Sinjin começava a me cheirar. Ele é estranho!

– E para de me cheirar! – Mandei e ele se foi. Cara estranho! Sinjin voltou com os caras e as câmeras. Colocamos nossos óculos de sol e começamos a bater no carro atuando.

– Saí, saí da frente! O que é que vocês estão fazendo com meu carro? – Perguntou Festus. Como assim era o carro dele? Lane chegou e perguntou o que estava acontecendo, Tori explicou que estávamos encenando para o programa.

– Esse carro é do Festus! – Disse Lane. Tori me questionou sobre o carro, mas o cara disse que estava no estacionamento.

– Acho que era aquele ali! – Falei olhando para um carro velho na minha frente. Lane expulsou o pessoal do reality, meio que concordei, afinal eles fizeram uma bagunça na minha vida e eu que não queria mais isto. Lane pegou o taco da minha mão e ameaçou os produtores que saíram correndo. Lane pediu que Sinjin chamasse o reboque e Sinjin ficou o cheirando e depois foi embora. Festus queria ir pra casa, mas não tinha carro, o que fazia com que a gente entrasse no meio disso tudo. Lane mandou que nós levássemos Festus pra casa, com um carro de mão. Eu não ia fazer isso, mas ele nos ameaçou, dizendo que ia nos expulsar ou coisa assim, então Tori e eu levamos Festus no carro de mão, até a sua casa. Ele ainda pediu que cantássemos uma musica, porque no carro dele tinha rádio. Dá pra acreditar? Ele ainda exigiu que cantássemos em espanhol e foi o que fizemos. Até que tive uma ideia. Liguei para os assistentes do chefe do meu pai e pedi que eles trocassem o carro velho pelo de Festus, eles trocaram o som e as coisas boas que ainda sobraram, então Festus teve um carro pra voltar pra casa e nós fomos pra nossas casas. Exausta, cheguei em casa entrando no The Slap. Beck me convidou para o chat.

– Oi! – Falou frio. – Soube que os caras do programa se mandaram, mas antes deles irem, eles me deram um vídeo, vou enviar pra você. – Foi o que ele fez, quando abri o vídeo, era o vídeo de Zac e eu saindo do armário. Mas que droga! – Como acha que eu estou? Vendo minha namorada sair do armário do zelador com o novo amiguinho dela, e ainda de mãos dadas, logo depois dele ameaçar o produtor pra não contar nada. E quando eu te pergunto pra onde você foi, você não me diz nada disso. Não é Jade? E agora quem se sente traído? – Perguntou com a expressão abatida do outro lado da tela. Eu não sabia o que dizer, e Beck continuava ali, pedindo uma explicação.

Zac Smith

Notas finais do capítulo
Heeey meus bebês o que acharam do capitulo? Eu adoro esse capitulo sério mesmo, a Jade fica tão DIVA com ciumes do Beck e desesperada por causa disso que até bate na Tori. Ao contrário do que muitas pessoas acham, eu gosto da Tori, só acho que ela aparece demais e podiam aparecer mais BADE e a Cat também, são meus personagens favoritos u.u.u.. Enfim alguém ai curte filme de terror? Vocês viram o trailer do novo filme que vai estrear dia 15 de abril? Eu acho que é essa data. "A morte do demonio", é de arrepiar em? kkkk tomara que seja tudo isso mesmo que prometem ser, mas enfim o final do capitulo, eu queria deixar vocês curiosas mesmo u.u.u, o Zac consegue ser DIVO sempre né? MEU DEUS! NÃO SEI se só eu que fico me perguntando onde ele tá na série? :x, nosso querido DAN devia criar um personagem que deixasse o Beck com ciumes né? Porque só a Jade que demonstra esse sentimento kkk, enfim tomara que tenham gostado do capitulo, obrigada por lerem e gostaria de comentarios okay? Mais um AVISO:
Minha outra fic acabou :( então terei mais tempo pra escrever e postar nessa, quem quiser dar uma olhada okay? O nome dela é Juntos até o fim em Hogwarts e é sobre HARRY POTTER, mas enfim, o caso é, os novos dias de postagem são:
TERÇA-FEIRA, SEXTA-FEIRA E NO NOSSO QUERIDO E CHATO DOMINGO.
Tomara que tenham gostado das mudanças :) Mereço recomendações? Reviews? O capitulo foi chato? me respondam okay?
Fic de hoje: http://fanfiction.com.br/historia/284127/Confusions_At_Camp_fic-_Interativa
(Pra quem curte ou ama Percy Jackson, eu ainda num li, mas tá nos meus favoritos, u.u.u fresquinho dos favoritos da autora pra vocês, DIVOS kk *le eu me achando kkk* (não liguem sou meia doidinha kk), mas enfim é uma indicação e quem gostar de PJ, lê, beijos fofos e até TERÇA) :D




(Cap. 18) Um Filme de Dale Squires

Notas do capítulo
HEEEEEY DIVOOOOS u.u.u.u tudo bom com vocês? É eu poderia ter postado mais cedo eu sei, mas prova de recuperação de matemática pra mim ta dificil e tive que estudar, passei esse ultimos dias estudando u.u.u é pra se ferrar, quando você passa em todas e fica em matematica que é o cão (apesar de eu gostar, é eu sou meio doida mesmo), enfim... Espero que gostem do capitulo, é o que tem pra hoje, e.e.e a autora aqui, já tá escrevendo a segunda temporada, lindos u.u.u. e vocês terão uma grande surpresa nela, assim como eu acho que em todas as temporadas daqui pra frente, cada uma vai sair uma coisa diferente, tomara que eu tenha deixado vocês curiosos, porque essa foi minha intenção aisiajsinasajs. Boa leitura! ;D
*Esse capítulo segue a série:
Brilhante Victoria ou Victorious (1º - Temporada)
Como descrito: Não seja rígido, pois cenas serão mudadas, acrescentadas ou invertidas. Aqui a imaginação é livre e o prazer é seu em ler!

Beck Oliver

Encarou-me como se ainda estivesse certa, qual é? Ela que tava de mãos dadas com Zac, saindo do armário do zelador, e a culpa é minha? Eu sei, talvez tivesse uma boa explicação pra tudo isso, mas eu queria que ela dissesse.

– Não precisa se sentir traído, ninguém traiu você! – Falou séria.

– Ah não? – Usei seu mesmo tom de ironia. – Então talvez eu esteja ficando maluco?

– Beck eu... Fui ver o que ele tinha, nós conversamos e só foi isso que aconteceu. – Explicou nervosa e coçando o nariz, o que queria dizer que em algum ponto ela mentiu.

– Tem certeza? Porque não é o que diz seu nariz! – Expliquei.

– Meu nariz? Ah! Tá... Enquanto estávamos no armário, Zac chegou perto de mim, bem perto de mim, mas não aconteceu nada, ele só queria passar porque tava muito apertado e... Eu não preciso ficar te explicando nada, porque não aconteceu nada. – Explicou nervosa.

– Então... Ele chegou perto de você, mas não te beijou? – Perguntei e ela confirmou. – Me desculpe, devia acreditar mais em você. – Pedi.

– Também acho! Agora boa noite... Oliver – Disse abrindo um sorriso enorme no rosto, desligando o chat. Eu ri de canto, mas os pensamentos me consumiram, então Zac poderia ter tentado beijar a minha Jade? É ótimo saber disso! Começarei a observá-lo bem a partir de agora. Dormi mais feliz, não queria nem pensar naquele DVD, então o quebrei e o joguei no lixo antes de pegar no sono. Acordei animado, pois minha Jade não tinha me traído, tudo estava indo muito bem em nossas vidas. Peguei o carro e fui para Hollywood Arts, depois de pronto.

– HEY morena! – Encontrei Jade arrumando seu armário. Antes que ela respondesse, a encostei no mesmo e a beijei, um beijo calmo e doce.

– Olá Oliver. – Falou abrindo um sorriso lindo. – Vamos pra aula! – Pegou minha mão e saiu me puxando, eu ri. Tudo estava normal de novo, mas uma coisa fazia minha cabeça girar. Zac era um cara legal, apesar de ser grosso e nada legal com as pessoas, ele é bonito e talentoso. Porque então nunca o vi com nenhuma menina, a não ser Jade? Era um dos motivos para eu achar que ele estava correndo atrás da minha morena. Sentamos-nos, esperando o professor chegar.

– Tá... Você ficaria sem internet ou sem um pé? – Começou Tori. Todos responderam que preferiam ficar sem o pé. Essa era uma pergunta difícil.

– Até mais pé! – Falei olhando para meu pé, afinal internet é tudo.

– Sério? Desistiriam de um pé pela internet? – Perguntou incrédula.

– Com certeza! – Respondi. Os outros concordaram. André questionou Tori, se ela ficaria sem o pé ou sem internet.

– Pois é, mas meu pé é parte do meu corpo e a internet... É tchau pé! – Disse Tori. O sinal tocou e o professor chegou à sala. Cat se animou quando o professor disse que hoje era dia de emoções, Tori perguntou quem não gostava de emoções e o Damian, o estranho da sala respondeu que ele não gostava, é ele parecia perigoso. Antes que o professor dissesse o que tinha de mais na aula de hoje, Robbie chegou suado e cansado na sala. Robbie explicou que seu tio, deu um carro velho á ele que ficava morrendo o tempo todo, contou que o carro tinha parado num lugar barra pesada e uns caras levaram os sapatos esquerdos dele e de Rex. Pra que levariam o sapato de um boneco? E só o esquerdo? O professor contou que iria nos apresentar ao diretor de um filme famoso. Todos não acreditavam, até ele dizer que o diretor é ex-aluno dele e chamar o mesmo. Dale Squires apareceu e todos ficaram surpresos, se eu não me engano eu assisti seu filme junto com Jade. – Ei é verdade que vai dirigir o novo filme do Johnny Depp? – Perguntou Tori interessada. Dale confirmou.

– Até eu to animado! – Disse Damian depressivamente, o esquisito da sala, cara ele é mais esquisito que Sinjin. Nós apenas puxamos as cadeiras, um pouco para o lado. Trina apareceu junto com uma turma de fãs loucos por Dale, parece que Cat tinha mandando uma mensagem pra todo mundo. Trina mostrou uma foto dela com um bico bem estranho pra Dale e o professor mandou todos pra fora, mas ela ficou lá. Trina continuava a insistir pra ficar, cara que garota irritante!

– Tori pode fazer a sua irmã sair? – Perguntou o professor.

– Trina para de me envergonhar, ou vou ter que envergonhar você... – Tentou Tori. – Quando a Trina tinha seis anos, nós fomos ao shopping um pouco antes do Natal... – Começou Tori. – E ela fez xixi... No papai Noel. – Terminou e Trina saiu correndo envergonhada, essa foi bem divertida.

– Em minha defesa eu estava com infecção urinaria. – Disse Trina aparecendo de novo. Dale começou a cantar sobre como dirigiu os seus filmes, desde a escolha de melhor câmera até a escolha de como o personagem iria ficar em cada cena. Tudo estava bastante interessante.

– Uma vez eu comi um hambúrguer ai depois eu comecei a espirrar, mas eu não acho que isso tenha haver com o hambúrguer. – Disse Cat alisando o cabelo, o que isso tem a ver?

– Talvez a tinta do seu cabelo tenha vazado pelo coro cabeludo até o cérebro. – Disse Jade provocando Cat que ficou desesperada.

– Dale conta pra minha turma o porque de você estar aqui. – Pediu o professor.

– Então... O Chris me pediu pra ajudar vocês com um curta... – Explicou Dale, nossa que legal! Tori perguntou se ele iria dirigir. – Tudo bem pra você? – Perguntou Dale.

– Ah tudo bem pra mim, Dale Squires... E que tipo de filme vamos fazer? – Perguntou Tori.

– Não sei, tava pensando em uma coisa intensa, assustadora... – Explicou Dale.

– Tipo assim, a Jade? – Perguntou Rex. Jade bateu nele com o caderno. Eu ri.

– Você deixou o Rex inconsciente. – Explicou Robbie, tentando reanimar o boneco.

– Beck... A gente podia retrabalhar aquela peça que você fez, semestre passado. – Pediu Chris.

– Tá eu to dentro. – Essa ideia podia ser bem legal, a peça era sobre um assassinato, na verdade tudo que ele queria, assustador, e intenso. Dale explicou que deu uns telefonemas antes de vir pra cá e que tínhamos luzes, câmeras e tudo que precisávamos pra fazer o curta. Tori ofereceu sua casa para as filmagens. Trina apareceu não sei de onde, mostrando uma foto dela com o Johnny Depp, pra Dale poder comparar. Tori insistiu na história do papai Noel e Trina foi embora. Acabamos a aula e me ofereci pra ajudar Robbie com seu carro, afinal sou bom nisso. Jade foi pra algum lugar, talvez ela fosse ficar com Zac, ai que droga! Robbie me mostrou um carro, todo acabado. Ele não tinha dado nome ao carro, eu sugeri alguns. – Levanta o capô. – Pedi e Robbie o fez um pouco nervoso, acho que ele não entendia nada de carros. - Cara essa maquina tá bem velha em? – Perguntei pra mim mesmo examinando o carro.

– Você pode dar um jeito? – Perguntou Robbie, assenti. Passei o resto da tarde tentando ajeitar seu carro, já estava perto da hora de irmos, então fui procurar Jade, ela estava sentada perto da maquina de refrigerantes conversando com Zac.

– Oi Beck! – Disse Zac animado.

– Oi! – Respondi desanimado. – HEEY Jade vamos pra casa? Temos que ir ainda pra casa da Tori fazer o filme. – Expliquei.

– Um filme? – Perguntou Zac curioso. Assenti. Será que eu posso ir? – Ah só era o que faltava! Acho que to passando tempo de mais com Jade. To começando a pensar como ela.

– Se quiser ir, tudo bem! Mas arruma uma carona, porque nós temos que ir a um lugar antes. – Expliquei. Jade franziu a testa, afinal não tinha lugar nenhum. – Cat será que você podia levar o Zac hoje, pra casa da Tori? – Perguntei a ruivinha que passava por ali.

– Tudo bem, adoro dar caronas. – Disse a ruivinha animada. Puxei Jade pra irmos e Zac foi pra outro lugar com a ruivinha.

– Pra onde vamos, antes? – Perguntou Jade, enquanto eu ligava o carro.

– Pra um lugar com certeza bem deserto. – Respondi, ela riu. Levei o carro pra um lugar bem alto, com uma vista incrível.

– Aqui é bem deserto. – Disse Jade. – E se algum ladrão roubar a gente? – Perguntou olhando pra o lugar escuro.

– Jade... Tem umas cinco tesouras espalhadas por todo o carro, porque acha que um ladrão iria tentar nos roubar? – Perguntei rindo de canto me aproximando dela. A beijei com desejo, sua língua dançando em minha boca, e a minha só correspondendo seus movimentos. Ela se sentou em meu colo no banco da frente, mas eu a empurrei pra o banco de trás. Fechei um pouco as janelas do carro.

– Você tem que admitir... Esse não é o melhor lugar pra fazer esse tipo de coisa, Oliver! – Falou deitada no banco de trás do carro.

– Posso admitir isso, mas todo lugar é bom pra fazer esse tipo de coisa. – Disse dando beijos em todo seu pescoço, ela gemeu, retirei sua blusa, agora tentando tirar o fecho do seu sutiã.

– Nunca aprende Oliver! – Disse revirando os olhos, frustrada.

– Aprendo sim West. – Respondi, conseguindo finalmente soltar o fecho de seu sutiã.

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– Vai logo, liga esse carro Oliver. – Disse Jade, tentando arrumar seus cabelos que estavam totalmente bagunçados, dando a ela um jeito ainda mais sexy. Liguei o carro, antes que tivesse que tomá-la ali de novo naquele carro. Fomos pra sua casa, tomamos banho e seguimos para casa de Tori. Chegamos lá e já tinha um monte de gente ajudando a preparar as coisas. Então começamos a ajudar também, mesmo Jade não gostando dessa ideia, ela ajudou, afinal era um filme de Dale Squires. Escutamos alguns barulhos vindo de lá de cima, acho que alguém quebrou alguma coisa. Já estava ficando cansado de levar as coisas pra cá e pra lá.

– Ei que horas são? – Perguntou Tori, enquanto Jade e eu descarregávamos algumas caixas cheias de coisas.

– Não sou seu relógio. – Respondeu Jade saindo dali.

– Quase nove. – Respondi.

– Eu tenho que tá em casa e de pantufas as dez então, por favor, dá pra começar? – Perguntou Robbie impaciente. De pantufas? Tori questionou que o diretor não havia chegado ainda.

– Uma vez eu tava na praia e fiz um castelo de areia e coloquei o nome de castelo da Cat. – Falou a ruivinha. – História real! – Continuou, balançando a cabeça animada. Dale chegou, vi Zac indo para o jardim, acho que ele não queria se sentir um completo intruso, já que só tinha gente da nossa sala, era até melhor assim.

– Tá bom, vamos fazer a primeira tomada... Beck? – Chamou Tori...

– Oi? – Perguntei.

– Vem aqui... Vamos pra o sofá. –Explicou Tori.

– Menina! – Alertou Jade, com o olhar ameaçador.

– É só pra cena! – Explicou Tori. Sentei-me no sofá e escutamos um barulho de coisa quebrando de novo.

– Foi mal! – Respondeu alguém lá em cima.

– Sabe... Gritar foi mal não vai ficar tudo bem. – Alertou Tori. Começamos o filme sem o Dale, o filme começa com um closet meu e de Cat que fazia meu par romântico no filme. Depois de gravarmos a ultima cena de hoje, deixando menos de meio caminho andando, fomos pra casa. Jade foi comigo e Zac foi com Cat de novo. Deixei Jade em casa e fui para o meu RV, adormeci rapidamente. Acordei com o celular tocando, era uma mensagem de Jade.

“Estou na casa de Tori, gravando cenas só minhas para o curta, te vejo na escola”.

Depois de pronto, fui para HA, e encontrei Zac conversando com Cat.

– Então meu irmão pisou no pé da galinha e depois imitou um gato, meu pai disse que o certo era ele imitar um galo, então ele começou a fazer barulhos estranhos, parecendo com o de um cavalo. – Falou Cat, Zac ria animado.

– Oi pessoal! Alguém viu o Robbie? – Perguntei e os dois negaram e continuaram a conversar, é vai ver que o Zac não era cópia fiel da Jade, afinal minha morena tinha pouca paciência com a ruivinha. Fomos pra aula, não avistei nem Tori nem Jade, as duas tinham aulas diferentes das minhas. Na hora do almoço fui ajudar Robbie com o carro.

– Oi Beck! O que tá fazendo? – Perguntou uma das três meninas que se aproximaram do carro. Disse que estava concertando o carro. Robbie assentiu com a historia, inventando que também estava arrumando o carro, só que ele não sabia mexer em nada. As meninas perguntaram se podiam olhar e Robbie respondeu que sim. Depois que sai dali, encontrei Jade conversando com Zac perto de seu armário enfeitado de canivetes.

– Oi, porque não veio me procurar? – Perguntei chegando perto dos dois.

– Foi mal, pensei que estava arrumando o carro do Robbie? – Perguntou.

– Sim, mas não custa nada ir lá me dizer um oi. – Falei chegando perto dela e lhe dando um beijo de tirar o fôlego, afinal ela é minha.

– Eu vejo vocês na casa da Tori, to indo com a ruivinha. – Disse Zac se mandando.

– Beck! – Alertou Jade.

– Que foi? – Perguntei nervoso, eu não era como ela, eu não a beijava na frente dos outros só pra fazer talvez ciúmes pra certo loiro, mas cá entre nós, ele até que merecia. Ela deixou pra lá e fomos pra casa de Tori. Fiz uma cena, na qual eu beijava Cat, acho que Jade não ficou com ciúmes, por ser sua melhor amiga, mas ela parecia brava. Quando foi a vez dela gravar uma cena com a Cat, ela bateu no rosto da ruivinha, enquanto Cat fingia estar desmaiada. Dale não ajudava a gente em nada. Já estávamos na ultima cena e ele não tinha ajudado em nada até agora. Saí da sala deixando Jade e Cat contracenarem, afinal já tinha feito minha cena do interrogatório, só faltava essa e a final. Fui para o jardim e encontrei Zac sentado olhando pra grama, me sentei ao seu lado. – Porque está aqui? – Perguntei.

– Porque não quero me sentir um penetra lá dentro. – Respondeu.

– Não, não! Porque você está aqui conosco? – Perguntei um pouco rude.

– Não me quer aqui? – Retrucou.

– Não se tiver dando em cima da minha namorada. – Respondi.

– Não estou dando em cima de sua namorada, somos só amigos. – Revidou.

– Tudo bem, se você acha que vou acreditar nisso. – Disse lhe encarando.

– Você que sabe Beck. – Falou saindo dali, levando seu casaco. Entrei de novo na casa e já tinham acabado todas as cenas, só faltava editar as ultimas e pronto, o filme estava show. Iríamos pra casa.

– Ei, vocês viram o Zac? – Perguntou Cat.

– Não! – Respondi me sentindo um pouco culpado, acho que fui muito duro com o garoto. Fomos pra casa, e dois dias depois o filme estava pronto. Acho que Zac não tinha contado a Jade sobre nossa conversa, porque ela não tinha vindo me dizer nada. Estávamos todos reunidos na sala, tinham colocando o filme pra rodar. Vimos todas as cenas, a do interrogatório, a das tapas que Jade deu pra acordar Cat no filme, é a pequena estava segurando um saco de gelo, Jade tinha batido acho que muito nela, acho que bem no fundo, foi porque eu tinha a beijado, mesmo ela sendo sua amiga, Jade conseguia ser bem rancorosa quando quer. O filme acabou mostrando que a personagem da Jade era responsável pelo assassinato. Espera! Dale não tinha dado os créditos à gente? Como ele podia fazer isso? Jade e eu trocamos os mesmo olhares, ele ia se arrepender por isso! Dale apareceu na frente da tela, recebendo todos os créditos, que idiota! Juntamos-nos e discutimos sobre como Dale tinha sido injusto, mandamos Tori ir falar com ele. Ele ainda não deixou que fossemos a festa e disse que não iria mesmo dar nossos créditos. Eu tinha escrito essa peça, que malandro!

– Nós temos que fazer alguma coisa! – Disse André.

– Sugiro que me deixe pegar a tesoura e... – Tentou Jade.

– NÃO! – Todos gritaram. Ela se calou.

– Resolveremos isso amanhã. – Disse Tori. E fomos pra casa.

– Como vai o Zac? – Perguntei um pouco culpado, já estávamos no carro.

– Bem, por quê? – Perguntou curiosa.

– Nada... Amanhã temos que dar uma lição no Dale, ele roubou nosso filme. – Falei mudando de assunto e torcendo pra que ela não notasse. Ela concordou, a levei pra casa, dei boa noite e segui para meu RV, lá adormeci ainda um pouco culpado. Acordei, me arrumei e fui pra escola.

– Olha isso! – Disse Jade me passando o notebook, olhei a pagina e lá dizia que o nosso filme era o primeiro da lista de mais vistos.

– Vou mostrar a Tori e encher essa pagina de comentários negativos. – Disse Jade saindo dali furiosa. Segui pelo lado oposto, encontrando o que queria.

– HEY, você é a irmã do Sinjin não é? – Perguntei a uma garota estranha de óculos. Ela assentiu. Não tinha encontrado Zac em canto nenhum, precisava pedir desculpas. – Te dou 10 dólares pra conseguir o endereço de Zac Smith. – Negociei.

– Prefiro um abraço. – Falou estranhamente, me lembrando Sinjin. Olhei meio desapontado pra ela. – Dez dólares bastam. – Falou saindo dali. Que família estranha! Encontrei Robbie no estacionamento pra ajeitar o carro.

– Cara esse jeans fica ótimo em você... – Disse Robbie, estranhei. – Como é que tá o motor? – Perguntou.

– Tá chegando lá. – Disse mexendo no mesmo. Robbie avistou algumas garotas, então retirou a blusa e se sujou de graxa.

– Oi Beck! – Falaram várias garotas em coro.

– E ai meninas! – Respondeu Robbie. – Vieram ver a gente trabalhando no motor? Porque a gente tá quase lá.

– Beck esse jeans fica ótimo em você. – Disse uma garota ruiva. Robbie questionou o fato de como ele iria ter que tirar a graxa que ele melou de propósito e as garotas ligaram a mangueira no máximo, derrubando Robbie, eu riria se não tivesse bastante ocupado.

– Eu acho que ele ainda está sujo. – Falei e as meninas ligaram a mangueira de novo, Robbie mereceu, ninguém conquista garotas assim. Comecei a rir. Até que era engraçado! As meninas se foram. Recebi uma mensagem de Jade.

“Estamos indo a um programa de TV conseguir nossa vingança, te vejo na minha casa?”

Ignorei, depois responderia. Liguei o motor e estava tudo certo com o carro de Robbie.

– Caramba! Isso parece... Ótimo! – Falou Robbie parecendo meio desapontado.

– AHAM! Que foi? Você não tá sorrindo. – Perguntei.

– Eu só sorrio quando estou feliz. – Disse Robbie dramaticamente.

– Vem cá! Fala pra o papai! – Falei batendo no capô do carro.

– É que eu tava me divertindo com essa coisa de arrumar o carro... – Falou, agora do meu lado. – Por causa das meninas que aparecem pra olhar. - Questionei o fato de elas terem o derrubado com uma mangueira. - Eu não gostei dessa parte.

– Amigo você tem um carro agora... Um conversível... Que funciona... Meninas gostam de meninos que tem carro. – Expliquei tentando ajudar.

– Entendi... Porque eu posso passear com elas. Tipo ir numa sorveteria. – Assenti.

– Bom... Quer que eu te arranje umas lideres que precisam de carona? – Perguntei e Robbie assentiu.

– As lideres de torcida vão tá de uniforme? – Perguntou Robbie enquanto eu saía segurando a caixa de ferramentas.

– É o que fazem dela lideres de torcida. – Respondi avistando as meninas sentadas a mesa. – Ei meninas querem uma carona pra casa, com um cara que tem carro? – Perguntei a elas.

– Claro Beck! – Responderam em uníssono.

– Podem ir em frente, chegando ao estacionamento. – Falei e elas foram desapontadas.

– Aqui está o endereço do Smith, Beck. – Disse a irmã de Sinjin. Saquei o dinheiro a ela. – Ainda preferia um abraço. – Disse saindo dali.

Peguei meu carro indo pra casa, mas antes mandei mensagem pra Jade.

“Vou procurar Zac, acho que ele tá dando em cima de você, como vão as coisas ai?”

Não deixei de mentir. Ela respondeu.

“Você que sabe Oliver, mas as coisas aqui ainda não esquentaram, a prima de André vai fazer um escândalo em rede nacional, te conto mais tarde.”

Depois de tomar banho e trocar de roupa, fui ao tal endereço do Smith. Avistei um cara que parecia um mendigo e bebia um coco, espera ai, Sikowitz? Ele entrou dentro de uma casa, acho que era a casa dele, então Zac era vizinho do meu professor? Que estranho! Toquei a campainha e um Zac com cabelos esvoaçados apareceu na porta.

– Oi Zac, então... Você não gostaria de sair pra algum lugar sei lá... – Tentei, afinal eu tinha que me desculpar de algum jeito.

– ZAC VOCÊ VEM? – Gritou uma voz de dentro de casa, era feminina.

– JÁ VOU! Olha Beck não é uma boa hora... – Falou olhando pra dentro da casa de novo.

– Desculpe cara, eu só queria que me desculpasse, não devia ter falado daquele jeito com você... É que pensei que gostava da Jade, afinal só vive com ela e... Desculpe-me. – Pedi.

– Zac querido não temos tanto tempo, a peça do seu pai acaba ás dez... – Disse uma garota de cabelos castanhos, ela deu um beijo na bochecha de Zac, depois piscou pra ele, entrando de novo na casa.

– Sua namorada? – Perguntei surpreso.

– Não, mas eu a deixo acreditar que ela é... Agora... Nós estamos bem, não se preocupe. Você está desculpado... Adeus! – Falou fechando a porta na minha cara. Peguei o carro pra casa de Jade, ainda refletindo. Então ele saía com outras garotas? Ele não só pensava na Jade? Ele não gostava dela dessa forma? Ele... Ah esquece! Cheguei a casa de Jade e toquei a campainha.

– E então Oliver, como foi na casa de Zac? – Perguntou Jade parecendo irritada, eu entrei ainda pasmo.

– Ele estava com outra garota... Ele não gosta de você da forma como eu pensei que gostava... – Falei pra mim mesmo.

– Zac? Com uma garota? – Perguntou Jade pasma.

– É... Na casa dele... Acho que até no quarto dele... Vai saber. – Falei pra mim mesmo, rindo, afinal eu estava enganado. – E como foi com o Dale? – Perguntei curioso.

– Péssimo! Me senti mal, pois ele deu o crédito a gente e não tivemos como parar a prima de André, então ela meio que fez um escândalo... Depois saímos pra comer Waffles – Disse rindo torto.

– Sabe a gente podia, imitar o Zac, o que você acha? Só que a minha garota é muito mais bonita que a dele. Falei a pegando no braço e levando-a pra seu quarto.

– Me solta Oliver! - Reclamou enquanto ria.

Zac Smith

Notas finais do capítulo
É parece que o Beck pagou um baita de um mico né? kkkk! E o loirinho surpreendeu vocês com a Miley? kkkk ZAC SAFADOO! KK
E então? Como foi o capitulo pra vocês? Por favor me falem, sério mesmo, plys me falem, me falem. AAAAAHHH! EU VOU SURTAR se vocês não me disserem o que acharam, okaY? Pensem no trabalho que eu tive pra fazer esse capitulo, porque cada um tem mais ou menos umas 10 páginas ou mais no WORD, e também eu ainda tenho que ficar assistindo os episodios, pra saber cada detalhe kkk, enfim beijos lindos, até SEXTA! :)
Fic de hoje: http://fanfiction.com.br/historia/343613/Os_Filhos_Da_Lua (me pediram pra recomendar, então to aki, no proximo, FIC BADE e.e.e, até Sexta amoris, ;D)




(Cap. 19) Uma Noite na Casa de Sikowitz

Notas do capítulo
Heeey meus lindos, tudo bom com vocês? Eu to bem se alguém quiser saber. kkkk enfim E.E.E.E. WOW hoje ultimo capitulo pra irmos pra 2 temporada né? EE.E.E.E.E. u.u.u.u Ansiosos? Eu to bastante kkkk >< :$, enfim eu quero agradecer a vocês, muito obrigada mesmo pelo carinho de todos, e é isso ae BADE SEMPRE JUNTOS ENTRANDO EM SEGUNDA TEMPORADA JÁ JÁ e.e.e.e.e kkkk *não liguem pra o exagero na empolgação da autora kk*, enfim tem alguns avisos muito importantes pra dar, então até as notas finais! Mas antes disso uma perguntinha, quem vocês querem que narre o capitulo do episodio presos na 2º Temporada? Isso é importante, respondam ;D
Boa leitura, queridos! ;D
*Esse capítulo segue a série:
Brilhante Victoria ou Victorious (1º - Temporada)
Como descrito: Não seja rígido, pois cenas serão mudadas, acrescentadas ou invertidas. Aqui a imaginação é livre e o prazer é seu em ler!

LEIAM AS NOTAS INICIAS E FINAIS, POR FAVOR! :D

Jade West

Acordei com bastante dor de cabeça. Olhei para o lado e vi quase como um anjo deitado na minha cama, Beck Oliver ficava ainda mais lindo enquanto dormia, não devia interromper seu sono como naqueles filmes que a mocinha saí do quarto deixando o príncipe dormindo, mas espera! Não é um filme, então...

– BECK ACORDA! – Gritei.

– JADE? O QUE FOI? ACONTECEU ALGUMA COISA? – Gritou acordando assustado checando o quarto. Comecei a ter uma crise de risos, ele me mandou um olhar divertido. – Então não tem nada acontecendo além de minha morena estar com o cabelo totalmente bagunçado me pregando uma peça de manhã? – Perguntou retórico. Eu ri, mas depois fiquei séria, levantando da cama e olhando meu cabelo no espelho, eu não ligava, afinal a noite que tivemos ontem, ambos os cabelos estavam bagunçados. Mas eu tinha que conferir, me olhei no espelho e minha aparência estava normal. Olhei estreito pra Beck que gargalhou deitado na cama. – É bom pregar uma peça de vez em quando... – Disse rindo mais ainda. Pulei em cima dele e ele ficou imóvel me olhando.

– Sabe a gente bem que podia faltar aula, e ficar fazendo coisas bem melhores, você não acha? – Perguntei maliciosamente, foi à vez de seus olhos estreitarem.

– Quer me pregar mais uma peça West? – Falou beijando lentamente meu pescoço.

– Claro que não Oliver! Apenas quero começar bem o dia... – Falei subindo mais em cima dele na cama, distribuindo beijos por todo seu pescoço, Beck gemia, e eu ria por dentro, quanto finalmente ele foi desatacar meu sutiã, saí de cima dele. – É bom pregar uma peça de vez em quando... – Disse rindo entrando correndo no banheiro. Beck começava a bater na porta, eu ria cada vez mais. Depois de tomar meu banho, saí de dentro do banheiro dando de cara com um Oliver sentado na cama com uma cara não muito boa.

– Sabe o estado como você me deixou? – Perguntou.

– Imagino! – Falei rindo de canto. – Não gosto de fazer sexo pela manhã, Oliver! – Avisei indo me maquiar, ele apenas bufou irritado e entrou no banheiro, saindo de lá alguns minutos depois. Comecei a caçoar dele no carro. – Devia ter visto sua cara, foi muito engraçada. – Disse rindo, nós estávamos no estacionamento.

– Fala isso porque não foi você que teve que demorar bastante debaixo da água fria. – Falou passando a mão pela minha cintura enquanto entrávamos na HA. Fomos pra aulas separadas, e depois nos encontramos de novo para irmos à aula de Sikowitz. Tori e André atuavam, Tori fazia uma estúpida garota que chorava porque tinha acabado de descobrir que ia fazer uma cirurgia, André a consolava como médico. Sikowitz ficou atrás da cena dos dois e pediu desculpas por interromper a cena, mostrando um papel com um ponto vermelho a Tori, logo depois ele a assustou e ela caiu, se eles não tivessem em cena eu até acharia engraçado, mas qual era a dele?

– Porque você parou de chorar? – Perguntou como um doido, ora por quê? – Você tava interpretando uma mulher aos prantos que tinha acabado de saber que tinha que fazer uma cirurgia... Porque saiu do personagem? – Perguntou de novo.

– Porque você interrompeu a cena e gritou BUU na minha cara! – Respondeu Tori, fazendo completo sentido. Porque ele a assustaria assim? Apesar de ser um pouco engraçado, mas era estanho!

– Tori, André, aos seus lugares. – Mandou e os dois obedeceram. – Eu estou tentando ensinar a vocês um método de atuação, isso significa seja qual for o ser personagem, vocês devem ficar no personagem, o tempo todo. Não importa o que aconteça. Seja com a câmera ou sem a câmera, no palco ou fora do palco, vocês precisam entender... Até amanhã! – Disse quando o sinal tocou, finalmente! Eu adoro o Sikowitz, mas às vezes ele era estranho e alguns assuntos eram chatos demais, pegamos nossas coisas e íamos pra fora, mas notei que ele estava abatido, então resolvemos ficar, só porque era ele, se fosse qualquer outro eu iria embora sem nem pensar duas vezes. Os outros alunos se foram.

– Olha! Desculpa se desapontamos você. – Pediu Tori.

– Nós só achamos que esse método de atuação é meio... Bobo. – Falou Robbie e pela primeira vez eu acho ele falou alguma coisa que preste. Concordamos.

– Mas... Claro que vocês acham meio bobo, é desafiador demais pra vocês. – Falou. Espera ai! O que ele quis dizer com isso?

– Eu não acho que essa seja a questão aqui. – Falei, afinal não era essa a questão.

– Ficar no personagem não importa o que aconteça, é uma coisa que apenas verdadeiros atores profissionais podem fazer... HAHA! Às vezes eu me esqueço que vocês são apenas crianças e... Amadores. – Espera ai! Foi isso mesmo que eu escutei? Ele nos chamou de amadores? Cat se perguntou a mesma coisa.

– O professor doidão acabou de desafiar todo mundo... HAHAHA eu adoro! – Disse Rex. O boneco tinha razão.

– Ah me desculpem, eu não queria ferir os seus pequenos sentimentos amadores. – Continuou Sikowitz nos provocando.

– Ah ele fez de novo! – Disse Cat incrédula. Eu também estava me sentindo assim.

– Eu não acho que esse método de atuação seja tão difícil. – Pronunciou-se Beck.

– Então eu lanço um desafio... – Disse Sikowitz fazendo pose de esgrima. Pode vir! Tori Perguntou que tipo de desafio seria. – Quem quer passar uma noite na minha casa? – Perguntou. Eu quero! Sempre sonhei com isso, descobrir onde esse professor maluco mora. E imagina só as coisas iradas e loucas que devem ter na casa dele.

– Eu quero! – Falei levantando animada da cadeira. Vários olhares me questionaram. – Ah qual é? Vocês não querem saber onde é que esse lunático mora? – Perguntei. – Sem ofensa.

– Tudo bem Jade, eu saboreio sua amargura como um doce molho de creme rançoso. – As pessoas riram. O que? Eu não era amargurada, e o que é rançoso? Affs deixa pra lá. Cat perguntou o que iríamos fazer. – Todos vocês vão a minha casa na sexta à noite, ás sete da noite, cada um de vocês irá interpretar um personagem diferente e deve permanecer no seu personagem até sábado de manhã. – Disse como se sexta já não fosse amanhã. André questionou o fato de se sairmos do personagem, coisa que não iria acontecer, esse desafio é muito fácil! – Serão imediatamente banidos de minha casa. – Decretou.

– Então quem escolhe os personagens? – Perguntei.

– Beck você escolhe pra Cat, Cat vai escolher pra Robbie, Robbie vai escolher pra Beck, André vai escolher pra Tori, Tori vai escolher pra Jade, Jade escolhe pra André. – Affs! A idiota da Vega escolheria meu personagem, que tédio! – Acho que isso merece um aplauso. – Pediu e o aplaudimos brevemente. – Vamos nos encontrar no teatro Black depois da aula pra sabermos quem vai interpretar o que.

– Ai Tori, que tal interpretar uma mulher que adora sair com caras de sessenta centímetros de altura que por acaso sou eu. HAHAHAHA. – Disse o boneco rindo descontroladamente. Tori pegou o boneco e tascou o maior beijo nele, a Vega tem pegada, ri por dentro, mas achei aquela cena estranha!

– Era isso que queria? – Perguntou Tori brincando, só assim esse boneco calava a boca.

– Me leva pra casa! – Pediu Rex, e Robbie se foi com ele. Eu em? Saímos dali pra ir pra o almoço. Zac chegou e sentou em nossa mesa, minutos depois.

– Oi!O que fizeram de bom? – Perguntou, dava pra ver que ele estava se esforçando pra ter mais amigos.

– Caçoando o Beck! – Falei lembrando da peça que preguei nele, Beck fechou a cara.

– Melhor que sua noite não foi, né cara? – Perguntou Beck rindo maliciosamente pra Zac.

– AAHH me deixa adivinhar, por favor? – Perguntou a ruivinha, Zac assentiu sorridente, ele tinha mais paciência com ela do que eu. – Jogou pedras no lago, esperando um unicórnio? – Perguntou divertida.

– Porque um unicórnio estaria no lago? – Zac fez uma cara estranha.

– Não sei. Meu irmão uma vez me disse que... – Tentou.

– Tá, tá Cat não queremos saber. – Interrompi.

– Malvada! – Disse Cat desanimada.

– Então... Meu pai pediu que eu desse uma olhada na fazenda dele amanhã, mas eu não quero ir sozinho... Alguém quer ir? – Perguntou se esforçando mais ainda.

– Pra desenhar cavalos? – Perguntei interessada. Ele assentiu.

– Não gosto muito de cavalos e se eu for meus pais mandariam a Trina comigo, você não iria querer que ela fosse. – Respondeu Tori. André também disse que não.

– Desculpe Zac, mas Jade e eu temos que assistir a um filme amanhã. – Respondeu Beck. Que filme? – Se chama operação Canadá e é sobre um tempo depois da Guerra Fria, tenho que assistir pra interpretar um dos caras do filme pra aula de amanhã. – Explicou antes que eu perguntasse. Só era o que me faltava! Assistir a um filme sobre guerras, normalmente esses filmes são chatos e cansativos. – Ouvi falar que tem bastante sangue, mortes e não é nada cansativo. – Falou como se lesse meu pensamento. Não falei nada, mas ele aceitou aquilo como um sim. Talvez pudesse ser legal!

– Não dá pra mim, o Rex tem que sair com garotas de Northridge amanhã. – Disse Robbie.

– É mentira dele! É que você o assusta. – Disse Rex, e Robbie saiu de lá correndo antes de mandar alguns olhares pra Zac que sorriu, talvez fosse bom pra ele, ser mal com as pessoas.

– Eu vou! Adoro cavalos, eles parecem unicórnios. HAHAHA! Quem sabe a gente não encontra um em algum lago... – Disse Cat animada sorrindo pra Zac e saindo dali, ele bufou, mas sorriu. Talvez a ruivinha fosse à única, fora eu, que não tivesse medo do Zac e que talvez pudesse ser sua amiga, ou quem sabe Tori, sei lá. Fomos para o teatro Black. Sikowitz perguntou a Beck que papel Cat ia interpretar em sua casa amanhã. Meu personagem tinha sido baseado em corridas e mulheres grávidas, eu odiava isso, porque corridas, as pessoas suam e mulheres grávidas são dramáticas e chatas.

– A Cat vai interpretar uma comediante dos anos 80 que é muito irritante. – Disse Beck.

– Eu queria ser um unicórnio. – Falou a ruivinha. Será que ela só pensa nisso? Cat foi chamada e decidiu que Robbie iria interpretar um palestrante motivacional que bebeu uma coisa estranha e que fazia suas pernas ficarem fracas e moles. E eu que pensava que ela ia dizer alguma coisa inteligente pelo menos uma vez! Haja criatividade! Robbie disse que Beck iria fazer um cara da Inglaterra que tem um sotaque muito difícil de entender e que sempre invade o espaço pessoal dos outros. Beck disse que não tinha problemas em fazer isso, ele era incrivelmente talentoso. André disse que a personagem de Tori iria ser uma policial que abusa do batom vermelho e que é obcecada por granola. Será que ele já tinha sonhado com a Tori desse jeito? Só pode! Sikowitz pediu que Tori dissesse o que eu ia fazer, me ferrei!

– Com prazer! – Queria só ver. Porque logo ela pra escolher o meu papel? – Jade vai ser uma inocente garota da fazenda do Alabama que é sempre doce e gentil e nunca se aborrece com nada. – Ela queria mesmo se vingar de mim não é? Se soubesse disso eu aceitaria ir com Zac e Cat pra fazenda, talvez pegasse melhor o personagem. Que ódio!

– Eu preferia esmagar minha língua na porta de um carro. – Falei desabafando de certo modo. Sikowitz pediu que eu dissesse o que André iria interpretar. - Ai tá bom. – Falei desanimada levantando da cadeira e indo até a frente do palco. – Você vai ser um cara que acabou de correr uma maratona e que também tá grávido de nove meses. – Disse juntando as duas partes da minha ideia, ri por dentro imaginando André desse jeito.

– E quem é o pai? – Perguntou pra si mesmo, me fazendo rir de canto. Saímos dali e Beck me levou pra casa.

– Espera, sem beijo? - Perguntou quando eu ia dando as costas pra entrar em minha casa.

– Tá! – Falei me aproximando e lhe dando um selinho mal dado. Ele me olhou pidão. – É que tenho que pesquisar sobre minha personagem. – Beck pareceu entender, acho que ele ia fazer o mesmo, ele veio até mim, me dando um selinho bem demorado, passou a mão pelos meus cabelos e entrou no carro, indo pra casa. Fui pesquisar sobre o Alabama, ai que tédio! Eu não queria fazer isso de jeito nenhum! Quando desci ás escadas dei de cara com minha tia meio doidona, abastecendo a geladeira.

– Vou dormir aqui hoje ok? – Perguntou rindo. Dei de ombros.

– Ei você tem alguma roupa parecida com a de uma fazendeira? – Perguntei não sei pra que, afinal quem tinha essas coisas em casa?

– Tenho sim, terceira porta a esquerda do escritório. – Falou subindo as escadas e se trancando no quarto de hospedes, é ela era bem doidona mesmo. Pra que iria ter uma roupa de fazendeira? Ah deixa pra lá! Peguei a roupa lá e por sorte coube em mim, fui dormir depois disso. Acordei com Beck me ligando.

– Ei estou indo pra ai ok? – Perguntou.

– No caminho compre um chapéu de palha pra mim. – Mandei, desligando o celular. Ai dele se não trouxer o chapéu! Beck chegou minutos depois me entregando o chapéu que guardei e fomos pra HA, tivemos as aulas separadas e já estávamos no almoço. Tori, André, Beck, eu, Trina, infelizmente e Robbie. Se contar, também estava o Rex. Zac e Cat chegaram minutos depois animados.

– Oi, oi! Foi tão lindo lá na fazenda, andamos de cavalo, pegamos peixes usando uma coisa pontuda e eu nem me cortei HAHAHA, pena que não deu pra ver os unicórnios no lago, não é Zac? – Perguntou Cat animada se sentando á mesa.

– Quem sabe outro dia não é ruiva? – Perguntou Zac se sentando. Espera! Ele tinha gostado mesmo do passeio com a Cat? Incrível! A ruiva não estourou os miolos dele com aqueles gritinhos histéricos e chatos dela, e ele está sorrindo, por um lado acho legal o fato de ele parecer se divertir com alguém, ter mais amigos, mas por outro lado, é estranho, ele andando com a Cat, não sei porque, talvez ele fosse mesmo parecido comigo, a ponto de gostar da ruivinha.

– Quem é esse bonitão ai? – Perguntou Trina chegando mais perto de Zac. – Não entendo porque não me chamou pra ir pra essa tal fazenda com você, se eu sou a mais bonita dessa mesa. – Falou passando a mãos pelo cabelo loiro e despenteado de Zac.

– Não toque em mim. – Disse Zac sério.

– Tudo bem Zac, mas se quiser me ligar. Sou bonita, talentosa, cheirosa e muitas outras coisas. – Disse animada saindo da mesa e jogando um pedaço de papel a Zac.

– Não gosto dela. – Falou sorrindo torto, e jogando o papel no lixo.

– Ninguém gosta dela. – Adverti, ás pessoas da mesa riram.

– Ei ela é minha irmã... E... E... É ninguém gosta dela. – Disse Vega, eu ri. Beck me levou pra casa, minha roupa já estava certa e a de Beck também. Iríamos assistir ao filme, colocamos o DVD e nossa que filme chato! Só tinha guerra, presidentes, discussões, mortes, o que era mais ou menos bom, e garotas estranhas que pareciam ser do Canadá, como eu sei? O nome do filme é Operação Canadá. O filme finalmente terminou.

– Olhando por alguns ângulos você parece uma garota do Canadá. – Disse Beck.

– Como assim? - Falei sem entender, elas eram estranhas.

– Sei lá, você é diferente igual às garotas de onde eu nasci. – Explicou meio torto.

– Diferente como? – Perguntei confusa.

– O cabelo diferente, eu não sei, só foi uma comparação idiota. – Explicou.

– Também acho Oliver, melhor você ir se aprontar. – Falei meio desapontada, ele me achava diferente? Mas diferente como? Diferente ruim ou diferente bom? Acho que Beck não percebeu minha cara desapontada e pensativa, porque ele se foi, acho que apressado pra vestir seu personagem. Tomei banho e entrei no The Slap, postei:

“Vestida de garota caipira, graças a idiota da Vega.”

Humor: Desapontada.

Vi que Zac estava On, então vesti minha roupa, mas sem colocar meu chapéu horroroso. Abri um chat, Zac me cumprimentou.

– Sabe da ruivinha? Liguei pra ela dizendo que meu pai ia me dar mais um dia na fazenda, e ela respondeu... Qual é a das fazendas? São as cercas, os cavalos? E depois ela não respondeu mais... Parecia até uma comediante sem graça. – Disse Zac.

– Com certeza, ela já deve ter entrado no personagem... A Cat ás vezes é bem bobinha, só era pra ela entrar no papel na casa do Sikowitz... Não liga é só uma tarefa... Mas me diz... Eu pareço uma garota do Canadá? Alguém falou isso pra mim e eu não sei o que significa... – Falei um pouco confusa.

– Ai depende... A pessoa citou algum filme? Porque em alguns filmes as garotas do Canadá estão... Minha nossa! Entende o que eu quis dizer? – Perguntou meio safado, eu ri de canto.

– O filme era Operação Canadá. – Torci pra ele não desconfiar que era o Beck.

– Ah... Elas são estranhas nesse filme... HAN... Fazem o tipo doida... Ou descontrolada... Mas... Acho que as garotas loiras do Canadá são mais assim... Fiquei sabendo que elas pintam o cabelo de loiro... Isso é tão superficial. – Explicou torto.

– Valeu Zac! - Falei desligando o chat e indo pra frente de casa. Beck estava lindo vestido de inglês. Tentava me concentrar em meu papel, pra não errar nenhuma vez. Beck não estranhou meu silêncio, mas eu pensava em como ele tinha me chamado de estranha, ou diferente, será que a cor do meu cabelo tava feia? Será que eu tava feia pra o Beck? Precisava mudar isso, não queria ser estranha e diferente, não de um jeito ruim pelo menos. Chegamos à casa de Sikowitz finalmente, tocamos a campainha. Beck estava na frente. Beck se apresentou como um nome que eu não entendi muito bem, estava no seu papel afinal, ele saiu agarrado com Sikowitz e por falar nele, é aqui que o lunático mora, nossa! Pensei no pior, mas a casa era legal. E nossa como eu estava ridícula!

– EI, você! – Chamou Tori.

– Ah! Olá policial, não é mesmo uma linda festa? – Falei sorridente. Tá, eu também sei atuar.

– Eu to vendo seu umbigo! – Falou Vega apontando pra minha barriga.

– Ah sim, esse é o meu umbigo. – Falei rindo, essa vai ser uma noite bastante longa.

– Você já considerou encher ele de granola? – Disse Vega, e nossa como ela estava sei lá estranha, com a boca toda melada de batom. Ri por dentro.

– Bom... Não! Meu nome é Beth Sul coração de ouro, vivo numa fazendo do Alabama, bem ao norte de uma... – Fui interrompida, por uma Tori enchendo minha boca de granola, eu odeio granola! Ai como eu quero bater na Vega por ela ter me tocado, idiota! Respira Jade, só mantenha a calma.

– Agora você está comendo granola. – Explicou Tori rindo sínica pra mim.

– Hum! Eu adorei comer a granola que você me deu com suas mãos sujas. – Falei rindo quando na verdade queria chutar a barriga da Vega. Ela finalmente parou de falar comigo. Sikowitz tinha visto uma mosca, sabe se lá onde.

– Acredito que a mosca foi para esse lado e depois pra aquele e depois pra aquele lado de novo, exceto por aquele caminho. – Disse Beck com sotaque inglês, girando Sikowitz pra lá e pra cá, como sempre invadindo o espaço pessoal das pessoas. Com esse terno ele podia invadir o meu espaço pessoal quando ele quisesse, espera! Jade, foco! Sikowitz foi atrás da mosca depois que Tori apontou a direção da mesma, só que ele quebrou a janela.

– Sikowitz você está bem? – Perguntou Robbie.

– Quem... Quem está ai? – Perguntou Sikowitz, espera eu já tinha sacado o plano dele, mas eu que não iria perder a oportunidade de ver Robbie bem longe daqui. Robbie falou seu nome. – AH você saiu do personagem. Está fora! Já pra casa!

– Foi maravilhoso conhecer você. – Falei alegre de verdade já que queria ele fora. Robbie saiu estressado já que Beck tinha invadido o espaço dele de novo. E então ele se foi comendo a granola que Tori deu a ele. Tinha se passado umas duas horas e meia desde que chegamos, já tava me enchendo de ter que ficar sorrindo pra todo mundo.

– Afinal porque eles não fazem os aviões com o mesmo material da caixa preta? HAHA alô. – Perguntou Cat dentro de seu personagem.

– Nossa! Esse foi um comentário muito divertido. – Disse Tori. – Preciso da habilitação e documento do carro. – Pediu Tori a Beck.

– Ah me perdoa oficial, eu não tenho outro... Por isso não possuo tais documentos nos bolsos da minha calça. – Disse chegando perto de mais da Tori, tudo bem ele estava atuando, mas ai já é demais né? Tinha que dar um jeito nisso, mas como? Ah já sei!

– Porque não para de invadir o meu espaço pessoal? E come um pouco de granola!

– Pois não! Porque não põe na minha própria boca? – Eu ouvi bem? E então a Vega colocou granola na boca de Beck, mas isso já passou dos limites.

– UAL! Não é que vocês estão se divertindo comendo granola juntos? – Perguntei dando o sorriso mais cínico que alguém podia dar.

– Mas é só granola! – Explicou Beck com seu sotaque.

– Apenas tenha cuidado ai senhor britânico, porque quem sabe as coisas horríveis que pode acontecer com você se isso continuar. – Ameacei ainda rindo. Ele a soltou. André pareceu atender ao telefone, mas fingindo não ser ele. Tori soprou seu apito, pois um garoto tenho que dizer bonito estava na sala. Sikowitz o apresentou como Jason, seu sobrinho que estava lá apenas por algum dia. Tori questionou se o garoto tinha uma namorada porque ela queria saber, Affs! Ela ta dando mesmo em cima dele? Que ridículo! Tori pareceu gostar ainda mais do garoto quando ele disse que não estava saindo com ninguém, então Cat se ofereceu a ir com ele a uma peça, e eles se foram, pois Cat saiu do personagem, mas ela se deu bem, depois com certeza, eu iria querer os detalhes. É parece que a policial ali perdeu pra ruivinha tonta. Ri por fora. Já era 11h14minh, estava ficando entediada. Alguém bateu na porta, eu olhava da decoração pra o Beck, só pra conferir se ele não invadia de novo o espaço da Vega. Uma velha doida chegou a casa gritando, era a avó do André, eu em? André teve que explicar pra sua avó sobre tudo, então ele tava eliminado. E André se foi, só sobrava Tori, infelizmente ,Beck e eu.

– AH doce menina da fazenda se importaria de pegar aquela bandeja de quesadillas na cozinha? – Perguntou Sikowitz.

– Ah eu não me importaria nadinha. – Falei sorrindo me dirigindo até a cozinha.

– Ah espera! – Falou Sikowitz, mas foi tarde de mais, minha mão tinha queimado. – A bandeja acabou de sair do forno! – Porque só agora ele foi me alertar? Idiota! Minha mão estava queimando e ardendo de mais, pensei em desistir, mas não deixaria Beck sozinho aqui com Tori. Tentei esconder a dor com um sorriso.

– Minha nossa, aquela bandeja tava quente! – Falei rindo, mas minha mão necessitava de alguma coisa gelada, eu quero gelo! AHHHH! – HAN olha isso! Minha pele tá fazendo bolhas... – Falei ainda rindo, olhando pra minha mão, mas sentindo muita dor mesmo. – E eu acho que esse é o doce cheiro da minha pele queimando.

– Jade quer que eu te leve ao... – Tentou Sikowitz.

– Quem é Jade? Eu sou Beth Sul Coração de Ouro, uma feliz garota da fazenda que está experimentando uma dor extrema agora. AAAHHHH! – Abaixei um gemido, tentando parecer feliz, mas saí da casa de Sikowitz. – TIRA ESSE CARRO! – Gritei socando um vidro de um carro azul na porta de uma casa, cara como isso tá doendo!

– ACABOU DE SAIR DO PERSONAGEM! – Gritou Sikowitz.

– E QUEBROU O VIDRO DO VIZINHO! – Gritou Tori, os dois entraram na casa. Comecei a chutar involuntariamente o carro a minha frente. Mas que droga de dor que não passa! Senti duas mãos me segurarem por trás, me envolvendo num abraço de urso. Chutei a canela da pessoa e quando me virei, dei de cara com Zac. – O QUE ESTÁ FAZENDO AQUI? ESTÁ ME SEGUINDO POR ACASO? – Perguntei nervosa.

– O que você está fazendo aqui? E ainda mais chutando meu carro? Porque eu sou vizinho do Sikowitz. – Perguntou olhando para o carro a minha frente. – Jade o que é isso na sua mão? – Perguntou tocando em mim e observando minha mão que criava bolhas. – Quer que eu te leve par ao hospital? Posso levar uma multa por janela quebrada, mas não tem problema. – Falou rindo. Fiz que não com a cabeça. Odiava me sentir fraca, mas isso estava doendo. Cat me mandou uma mensagem, ela estava na casa de Tori assistindo filme com André, Robbie, Jason e os pais de Tori. Como assim? – Quer que eu te leve pra algum lugar? – Perguntou.

– Vamos à casa da Vega. – Falei entrando no carro. Zac apenas seguiu por onde eu mandava.

– Nossa! Jade! Você tá tão... HAN... S-e-x... Diferente com essa roupa. – Disse Zac. Pera! Ele ia me chamar de Sexy ou é impressão minha? – Quer dizer um diferente bom. – Falou me fazendo lembrar da conversa que tive com Beck sobre eu parecer uma garota do Canadá? EU NÃO SOU ESTRANHA! Só iria sossegar quando fizesse algo pra mudar minha aparência, espera! É isso! Zac disse que a maioria das garotas do Canadá tinham cabelos loiros ou pintavam, então eu pintaria meu cabelo de mais preto possível. Isso ainda seria hoje!

– Obrigada Zac! – Falei rindo pela ideia que veio a minha mente. Meu celular tocou, fui atender, mas esqueci da queimadura em minha mão, surpreendente, eu tinha esquecido disso. Olhei no visor e era Beck. Zac pegou o celular colocando em alto-falante para que eu não esforçasse minha mão machucada, apesar de eu ter a outra, não liguei.

– Fiquei tão preocupado com você. Como está sua mão? Adorei vê-la naquela fantasia ficou tão... – Tentou Beck ainda com o sotaque inglês.

– Estou bem senhor britânico, acho melhor não me ligar hoje, até mais. – Falei desligando o telefone, Zac riu da minha arrogância. Chegamos à casa da Vega e Zac disse que iria esperar lá fora. Assim que entrei, avistei todos no sofá e percebi o que estava acontecendo, meus amigos estavam atrapalhando os pais da Tori de namorarem, podemos dizer assim, isso era ótimo, diversão. Entrei na brincadeira e comecei a comentar sobre o patético filme que estava massistindo, se chamava Laços de Ternura, e tenho que dizer: Que filme brega! Parecia mais de comédia do que de drama. Começamos a rir do filme, eu mais pra irritar os pais da Tori, depois que os dois saíram nos questionando o porquê de riamos e depois que contei sobre o final do filme, me lembrei de Zac lá fora, então corri até a porta e dei de cara com um loiro de cabelos arrepiados e olhos azuis, com jaqueta de couro, me olhando curioso. – Desculpe pela demora. – Pedi.

– Vamos? Vou te levar pra casa. – Falou rindo confuso.

– Na verdade se importaria de ser meu motorista particular essa noite? – perguntei com planos em minha cabeça. Ele assentiu. – Quero que me leve a um salão de beleza de 24 horas.

– Odeio programas de mulheres, Affs! Aquela dali era a Cat com um garoto? – Perguntou entediado.

– É... Parece que a ruiva ali se deu bem. – Falei apontando pra porta. – Por quê? – Perguntei passando a mão pelo meu ombro. Estava frio!

– Por nada! Toma! – Disse me dando sua jaqueta, cavalheirismo é raro. Peguei a jaqueta e entramos no carro. Estávamos dirigindo até algum salão que funcionasse 24 horas, com a música bem alta no carro. Avistei a pasta de desenho de Zac.

– Posso ver? –perguntei, meio que já abrindo e dando de cara com o desenho dos cavalos de novo, ia virar a pagina, mas Zac pegou a pasta de mim e sentou em cima dela.

– Não! Só tem desenhos de coisas pelo qual me apaixono, é pessoal. – Falou me deixando curiosa, dei de ombros. Chegamos ao Salão, e depois de alguns minutos, já estava amanhecendo, estava preocupada com Beck, o que será que aconteceu depois que eu saí? Faria um interrogatório nele assim que chegasse a casa. Olhei-me no espelho, e minhas ordens foram seguidas, queria meu cabelo muito preto, mas claro deixando a minha marca, coloquei algumas manchas verdes nas pontas e algumas azuis, estava lindo, olhei pra Zac e ele me olhou de cima abaixo. - Nossa! Você está lin... – Tentou, mas seu rosto corou violentamente. Eu ri de canto, acho que ele tinha medo de me elogiar.

– Não precisa ficar com vergonha de me elogiar. – Falei rindo.

– Está bem! Você está linda, tá muito incrível e não se parece em nada com uma garota do Canadá, se é essa sua preocupação. – Ele riu.

– Ei eu sou do Canadá. – Falou à mulher que tinha lavado meu cabelo, ela era loira e tenho que concordar, pessoas do Canadá são estranhas.

– Cala a boca ai! – Falei saindo dali depois que paguei, já estava de manhã e acho que só não estava com sono, porque estava animada por mudar meu cabelo. Zac estava despencando de sono, pedi a ele que me deixasse dirigir até a minha casa e quando chegasse lá ele voltava pra sua, assim que cheguei a minha casa, desci do carro, só então percebi a presença da pasta. As palavras de Zac vieram a minha mente: “Só tem desenhos de coisas pelo qual me apaixono, é pessoal.”, o que será que tinha? Abri a mesma, olhando para os cavalos, olhei para Zac, ele dormia, quando virei à próxima página, Zac acordou, mas já era tarde demais, tinha um desenho meu em sua pasta preta.

Zac Smith

Notas finais do capítulo
Hey meus bebês, pois é super mistérios, resolvidos, será que o Zac tá apaixonado pela Jade mesmo? O que será que ta acontecendo? SERÁ QUE O BECK TAVA MESMO CERTO EM PENSAR QUE ZAC GOSTAVA DE JADE? WOW! Não se preocupem, eu não irei estragar o clima do casal, mas tudo isso estará ligado a um bando de coisas que irá acontecer na segunda temporada em diante, kkkk! O ruim é que o Beck nem aparece tanto na 2 temporada né? :(
Enfim vamos aos avisos, eu estou recebendo bem menos reviews, gente os capitulos demoram a ser escritos e eu até to com uma nova fic ai, mas mesmo assim ia continuar postando mais aqui e escrevendo mais rápido, mas vocês não estão me deixando reviews, bem... Eu irei pensar e dependendo do número de reviews que eu receber (odeio fazer isso), eu só irei postar o próximo capitulo TERÇA -FEIRA e DEPOIS só na SETA-FEIRA (e tudo volta como antes, afinal antes eu recebia mais reviews, e saibam que isso me motiva cada vez mais a escrever a fic) ,mas irei pensar bastante okay?E se for o caso eu só irei postar esses dois dias mesmo e pronto (me desculpem, mas tenho escola, trabalhos, seriado pra estudar, tudo isso e não posso ficar colocando as fics na frente, certo?) Um beijão pra os leitores que me deixaram reviews, e até para aqueles que eu converso por MP e pelo face, (as pessoas sabem quem são).
Fic de Hoje: http://fanfiction.com.br/historia/310926/Riot_Girl (essa fic é incrivel, por favor leiam, todo fã de BADE merece ler uma fic como essa), até mais ;D




(Cap. 20) Implorando de Joelhos

Notas do capítulo
HEEEY amoris, primeiro eu queria pedir desculpas por não ter postado ontem, pois é sinto muito, os trabalhos da escola estão me matando aushauhs, mas enfim desculpem. E.E.E. chegamos finalmente a 2 temporada em? U;U;U;U boa noticia pra quem ta curioso: O capitulo ai embaixo vai matar a curiosidade de vocês, só não se esqueçam de me mandar reviews okay? Eae gostaram da capa da 2 temporada? Espero que tenham gostado porque foi feita com muito carinho u.u.u.Enfim, agora eu quero falar uma coisa séria e legal u.u.u. Quero agradecer a todos vocês pelo carinho com a fic (é de novo, mas eu não me canso da falar) e também quero agradecer em especial a Thais Cristina que me mandou uma recomendação linda, obrigada fofa, esse capitulo eu dedico não só a todos vocês, leitores lindos, mas também a linda que me mandou essa recomendação. Espero que gostem. Boa leitura! :D*Esse capítulo segue a série: Brilhante Victoria ou Victorious (2º - Temporada)Como descrito: Não seja rígido, pois cenas serão mudadas, acrescentadas ou invertidas. Aqui a imaginação é livre e o prazer é seu em ler!

Jade West

– HAN... Você tá apaixonado por mim? – Perguntei meio sem jeito. Droga Jade! Porque você tinha que ser tão curiosa ás vezes?

– Sim... E... Não! Quer dizer... Bem... Eu... – Tentou o loiro, mas tava se enrolando mais que tudo.

– Acho melhor eu ir... Obrigada pela carona... – Falei dando ás costas.

– Espera! – O braço de Zac tocou em meu braço me puxando um pouco contra ele, não tive escolhe em fitar seus olhos azuis.

– Porque tem que ser tão curiosa? Droga! – Falou frustrado. – O caso é... Sim eu estou apaixonado por você e isso é tão ridículo, espera! Eu sou péssimo com essas coisas... – Tirou as palavras da minha boca, ele era péssimo mesmo, mas eu também sou, então. – Sei que estou apaixonado por você, mas tenho certeza que não é amor... É paixão e paixão pode ser esquecida com outra paixão, talvez o que eu tenha que fazer é me apaixonar... Quem sabe assim eu não esqueça certas coisas... Mas eu... Quero que sejamos amigos... Tudo bem? Eu vou me apaixonar por outra pessoa, eu sei disso. Afinal... Você foi à primeira garota que falou comigo, talvez... Seja por isso que eu goste tanto de você, mas eu vou tentar... Ter mais amigos e você vai ver eu vou te esquecer... Eu sou lindo não sou? – Perguntou dando uma rodadinha, eu ri com Zac fazendo pose de galã pra mim, ele podia estar certo. Talvez fosse só ele conhecer outras garotas. – E Jade... Você está linda! – Falou chegando mais próximo de mim, senti seu perfume me invadir, ele cheirava a cereja e nossa... Como esse cheiro é bom! O que? Porque eu estou pensando assim? Eu iria empurrar ele, mas não foi isso que eu fiz. Zac chegou perto de mim e me beijou de leve na bochecha. – Desculpe pelo toque. Até mais Jade. – Desculpou-se, ele assim como eu odiava que as pessoas o tocassem, mas ele era meu amigo, não tem problema! Eu acho! Entrei em casa e fui tomar banho, meu cabelo estava lindo, e tinha certeza que não parecia com o de ninguém do Canadá. Dormi tranquila e acordei mais tranquila, isso parecia impossível. Uma chamada perdida de Beck. Mandei uma mensagem.

“Não venha me buscar Oliver, vou sozinha para o colégio!”

Eu sei, ia dar impressão que brigamos, mas quando ele visse meu novo visual ele ia entender. No mesmo instante ele mandou um SMS.

“Estamos bem? Te encontro no colégio.”

Eu ri, e não respondi a mensagem. Cheguei ao colégio, vi Beck conversando com Tori, André, Robbie e Trina.

– Você tá linda. – Uma voz incômoda falava atrás de mim, me virei e dei de cara com Sinjin, cabelo de musgo.

– Eu sei, agora para de me cheirar Sinjin. – Falei e ele saiu. – Então? – Perguntei para meus amigos que estavam com a boca levemente aberta, mas a boca de Beck estava totalmente no chão.

– Adorei o corte de cabelo Jade, mas ainda continuo sendo a mais linda do colégio. – Disse Trina saindo dali irritantemente.

– Ficou muito bom. – Concordou Vega. André fez que sim com a cabeça.

– AAAAAAAAAAHHHHHHHH Jade você cortou o cabelo. – Vi Cat gritar atrás de mim, virei e ela vinha com Zac que agora tapava os ouvidos. – Tá tão linda. HAHA!

– Obrigada Cat. – Falei rindo de canto. Zac apenas me olhou desconfiado, mas acho que percebendo meu olhar de: “Esqueça o que aconteceu ontem!”, ele relaxou me cumprimentando.

– Tenho que ir para a aula de canto. – Disse Tori pegando sua mochila no armário, Beck ainda me olhava. Sua expressão meio indecifrável.

– Você tá ainda mais linda do que antes. – Falou me puxando pela mão e me abraçando de lado.

– OWWWN! – Disse Vega. Sério? – Estraguei o momento... – Falou saindo dali. O sinal tocou. Tori saiu com André e Zac foi para o outro lado.

– Agora com certeza não pareço com nenhuma garota do Canadá, pareço? – Perguntei.

– Não! As garotas do meu País são bonitas, mas você dá de 1000 a 0 em todas elas. – Falou rindo. Ás vezes me esqueço de que Beck é do Canadá, e ele parece forçar quando me diz que é o seu País, o que me irrita é saber que ele morava lá com todas essas garotas que dizia ele, parecer comigo, e se ele já ficou com alguma pessoa de lá? Droga! – Sério você está perfeita, mas do que já era... Você é perfeita pra mim. – Falou me dando um beijo terno. Separei-me dele, notando a ruivinha que estava ali olhando para outro lado, como se não tivesse autorização de olhar pra gente, lembrando-se de beijo e de Cat, lembrei-me de que ainda tinha que perguntar sobre o tal Jason.

– Cat vamos, preciso falar com você. – Decretei e ela me seguiu.

– Espera! E você vai me deixar assim depois de um elogio desses? – perguntou Beck. Que fofo! Eu tinha esquecido que ele tinha dito que eu sou perfeita pra ele.

– Ninguém mandou você falar das garotas do Canadá. – Falei saindo dali.

– Que é o meu País! – Gritou Beck pra que eu pudesse escutar, ri de canto, mas ia com Cat até a aula de Chris, que falava sobre atuar na Guerra, ai que assunto chato! Peguei meu celular e mandei um SMS pra Cat.

“Me conta como foi com Jason? Vocês se beijaram?” – Eu sei, ás vezes eu só curiosa até demais, mas é só com meus amigos, a Cat e o Zac e Beck claro né?

“Não, ele não gosta de Cupcakes e ficou conversando com seus amigos o tempo todo no teatro quando fomos pra lá.” – Ai! Cat só fala desses troços bestas, claro que nenhum menino ia ficar animado quando o assunto é Cupcakes.

“Me diz qual o menino que gosta de falar de Cupcakes?”– Enviei.

“Zac comprou um pra mim na volta da fazenda, ele tem cheiro de cereja HAHA.” – WOW! Isso sim é uma coisa nova, Zac tá me surpreendendo cada vez mais, é isso! Ele disse que queria esquecer-se de mim com outra pessoa, ele tinha bastante jeito com as meninas, então é isso! Ensinaria Zac a ficar com mais garotas e deixar de ficar mais na dele. Cat parecia esperar minha resposta, mas não veio. Cat e eu saímos da aula e encontramos Beck arrumando seu armário. Porque eu sentia necessidade de ajudar as pessoas? No caso Zac? E eu sei lá!

– Cara esses caras que cantam no quarteto tão me enchendo. Me seguiram por toda parte. Até no banheiro. – Reclamou André chegando perto de nós. Eu ri.

– Ei o que é que eu tenho de errado? – Perguntou Robbie. Nossa! São muitas coisas.

– Veste calça feminina... – Comecei. Ás pessoas ao meu lado também falaram vários motivos pra Robbie ser estranho, menos Cat. – Tem cheiro de bebê, o seu cabelo é estranho. – Apesar de ele ter cortado e ter diminuído mais o volume.

– Ei pessoal... Isso não tem graça. – Falou. Isso me lembra...

– Ah é... Você não é engraçado. – Terminei. O celular da Cat tocou.

– Ah Oba! North Star em que eu posso ajudar? – O que ela ta fazendo? – AHAM, AHAM! Você tá machucado? E qual a sua localização? – Perguntou parecendo até mais inteligente. North Star não é aquela empresa? De que mesmo? – Tudo bem! A ajuda está a caminho, obrigada pra chamar a North Star. – Desligou o telefone rindo. Claro! Era tipo uma rede de hospitais ou sei lá, cuidavam de pessoas feridas. Espera!

– O que, que foi isso? – Perguntou Beck, era o que eu também queria saber.

– Sabe o número que eu peguei semana passada? – Perguntou Cat. Concordamos. – Bom... Deve ter algum tipo de engano porque um monte de gente que tem North Star fica me ligando... Um serviço de emergência pra pessoas que sofreram acidentes de carro. – Explicou à ruivinha. Era isso mesmo! Troquei olhares com Beck. Ela tava fingindo ser de uma empresa que ajudava as pessoas feridas? Que demais! Quer dizer, elas podiam morrer. – É tão emocionante, eu ajudo as pessoas que precisam de mim.

– Mas como os paramédicos vão saber que tem que ajudar o cara? – Perguntou Robbie fazendo sentido.

– Ai meu Deus tem razão, eu tenho que ligar para os paramédicos. – Disse Cat animada, agradecendo Robbie e saindo dali. Porque ela? HAN... Porque ela? Affs! Eu já desisti de tentar saber o que se passa na cabeça da ruivinha.

– OOIII! – Falou Tori chegando perto de nós, droga, ela tava feliz!

– Ah que bom, alguém ta feliz com alguma coisa. – Disse André.

– É... Ta me deixando com nojo! – Falei, odeio quando ela ta toda saltitante e irritante por ai.

– Ah! Tem algum motivo para as garotas não quererem sair comigo? – Perguntou Robbie. Mas claro que tem! A gente até já deu vários.

– Quer dizer, tipo um motivo que supera todos os outros motivos? – Perguntou Tori. Agora sim ela tava começando a ficar mais legal. Ri por dentro.

– Porque é que você tá tão feliz? – Perguntou Robbie.

– Por que... Ryder Deniels me chamou pra sair. – Falou animada.

– Ah ele é gato! – Disse Rex. Espera! Isso foi tão gay, porque quem falava isso era Robbie por trás do boneco, ah esquece! – Encarem a vontade, eu sou confiante.

– Não confio nesse tal de Ryder. – Falei mais pra mim mesma. Qual seria o motivo de um cara como ele chamar a Vega pra sair? E porque ele não tinha namorada? Alguma coisa estava muito estranha por ai.

– Você detesta a ideia de qualquer coisa boa acontecendo comigo! – Disse Tori.

– Não podia ser mais verdadeiro. – Falei pra mim mesma de novo, odeio ver a Tori feliz e saltitante por ai, isso é chato e sem graça. – Eu só to dizendo que qualquer cara gato e tão perfeito deve tá escondendo alguma coisa. – É verdade, ou ele estaria escondendo alguma coisa, ou ele era gay, ele podia estar escondendo uma namorada, caras como ele, não podiam não ter namoradas, era tipo Beck. Ele é lindo e perfeito e qualquer garota queria ser sua namorada, então ele não ter namorada, queria dizer que ele poderia estar escondendo alguma coisa. Meninas idiotas! Nunca serão namoradas de Beck se depender de mim!

– Então acho que aposta que o Beck está escondendo alguma coisa? – Perguntou André, chegando realmente no ponto que eu queria. Beck e o Canadá, Beck e garotas do Canadá. Ser comparada a uma garota do Canadá, isso tudo me dá nojo! Ainda mais do que ver a Vega feliz.

– Ah escondia, até eu descobrir... – Falei por alto.

– E o que, que eu tava escondendo? – Perguntou Beck rindo de lado.

– Que você nasceu no Canadá! – Expliquei saindo dali. Garotas estúpidas do Canadá, porque Beck tinha que ter nascido lá? Porque ele tinha que me lembrar de que nasceu lá, quando na verdade eu fingia esquecer? Isso era o que na verdade me doía mais ainda, porque eu não sabia que ele tinha nascido no Canadá desde quando fomos fazer o reality show e eu estava do seu lado quando ele foi preencher a ficha com sua informação pessoal, não falei nada, mas porque ele não tinha me contado? Será que tinha alguma menina lá no Canadá e por isso ele não quis me contar nada? Ah Beck que droga!

– Isso não era um segredo! – Falou vindo atrás de mim. – Ei espera! Primeiro, porque chamou aquele cara de gato e perfeito? Acha ele tudo isso? E segundo eu não te contei que morava no Canadá porque isso é o de menos, e quando você descobriu no tal programa de TV não se importou.

– Não me importei até você me comparar a uma garota estúpida do lugar onde você nasceu. – Expliquei.

– Tá chamando meu País de estúpido? E você ainda não me disse se acha aquele cara lindo e perfeito. – Revidou.

– Eu acho aquele cara lindo e perfeito, tudo bem? Mas você é mais! E eu não acho seu maldito País estúpido, só acho as garota de lá, malditas e estúpidas. Escuta aqui! Você não tem nenhuma namoradinha de lá não né? Beck? – Perguntei chegando onde queria.

– Claro que não! Porque acha isso? Quer dizer, deixa isso pra lá! O que importa é que eu amo você e se é tão importante pra você que eu diga que moro no Canadá, na China ou no Paraguai eu digo ok? Não vou esconder mais essas coisas bobas... – Falou, o encarei com o meu olhar ameaçador. – Mas que pra você são muito importantes... – Pegou minha mão a beijando com delicadeza. – Você é perfeita, perfeita pra mim. – Falou me puxando para um beijo, colocou a mão na base de minha cintura, pendurei minhas mãos na sua nuca. Sua língua percorrendo com fúria toda a minha boca.

– HEY, HEY Jade West. – Foi ouvido melodicamente, desgrudei-me de Beck e olhei para os quatros caras parados na nossa frente. – Você gostaria de ser nossa musa? – Perguntaram cantarolando, que ridículo!

– NÃO! SUMAM DAQUI! – Falei e eles saíram correndo. Eu em? Caras estranhos! – Te vejo no estacionamento. – Falei saindo dali e avistando Zac. – Zac você acha que caras bonitos e perfeitos guardam segredo? – Perguntei meio sem sentido. Ele fez uma cara meio confusa. – Você guarda algum segredo? Sei lá, alguma namorada? Aquela... Aquela menina que tava na sua casa... – Comecei. – É Beck me falou. Vocês, sei lá... Você guarda algum segredo? – Perguntei exasperada.

– Primeiro, você me chamou de bonito e perfeito? – Perguntou e eu corei, cara eu odeio corar! Principalmente porque isso quase nunca acontece. – Segundo, aquela garota só foi um lance, eu a conheci no teatro e ela era a menos irritante que frequentava o lugar. – Disse e eu ri. – Mas porque disso?

– É só que... O que você acha de Ryder Deniels? – Perguntei.

– Ele é bonito e se dá bem com as mulheres. Mas por quê?

– Você bem que podia tentar sem um pouquinho como ele, sabe pra esquecer o seu problema. – Expliquei como se não soubesse que o problema dele fosse ter uma queda por mim.

– Usar jaquetas de couro? E passar de vez em quando gel no cabelo? - Perguntou fazendo piada.

– Não idiota! Tentar ficar com mais meninas... Qual é Zac? Você é bonito, e é loiro, meninas gostam de caras bonitos e loiros, você podia tentar ser mais sei lá... Pegador?

– Isso não parece uma boa ideia... – Disse, mas ao ver meu olhar, riu de canto. – Tá tudo bem, eu tento, mas não agora tá? – Assenti saindo dali. Encontrei Beck no estacionamento. Íamos pra minha casa.

– Sabe você bem que podia vestir aquela fantasia de garota da fazenda de novo né? Com esse novo visual, tudo fica ainda mais excitante. – Disse passando a mão na minha coxa e olhando pra estrada.

– Tá dizendo tipo... Interpretar? – Perguntei entrando na onda, era ruim interpretar uma garota de bem com a vida e da fazenda, mas tenho que dizer que aquele traje de Beck e ele falando com sotaque inglês, tinha me deixando louca, naquele dia. – Só se você interpretar o inglês. – Falei.

– Eu já tava pensando nisso faz tempo, por isso que até tenho a fantasia no carro. – Falou apontando para uma mala no canto do carro.

– Idiota! Como sabia que eu ia aceitar? – Perguntei irritada.

– Sou do Canadá ué. – Falou rindo, ri junto com ele. Ele era um idiota de primeira. Mas era meu idiota! Chegamos em casa e fui vestir minha fantasia de caipira, enquanto Beck se vestia de inglês.

– Olá senhorita Beth Sul Coração de ouro. – Disse Beck falando inglês, enquanto eu saía do banheiro já vestida de caipira.

– Oi senhor inglês bonitão. – Falei rindo alegremente entrando no personagem.

– Mas que coisa não? Meus pais já foram para uma fazenda como a sua, não gostaria de vir para minha fazenda? – Perguntou com seu sotaque, enquanto movia meu pescoço pra lá e pra cá, seu personagem invadia o espaço pessoal das pessoas, havia me esquecido!

– Claro que sim senhor britânico! E onde é sua fazenda? – Perguntei rindo.

– Bem aqui! – Disse me jogando na cama e subindo em cima de mim, gemi baixo, mas Beck escutou, pois deu um sorriso malicioso de canto. Começou a trilhar beijos pelo meu pescoço e tirou minha blusa devagar. Abaixei suas calças com meus pés e ele jogou meu chapéu para o lado, me beijando furiosamente, eu agitava seus cabelos, os deixando totalmente bagunçados, ele retirou meu short, me deixando apenas de lingerie. – Eu já falei que adoro sexo caipira? – Falou rindo, retirando meu sutiã. Eu ri.

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Acordei no outro dia, Beck ao meu lado, com o cabelo totalmente bagunçado, me levantei e fui tomar banho, depois de pronta, vi um Beck totalmente sonolento levantar da cama.

– Bom dia caipira! – Disse me dando um beijo na bochecha, apenas sorri. Depois que ele se arrumou, fomos para HA. Tivemos as primeiras aulas normais, e fomos para o almoço. Comemos rindo um pouco, porque a tontinha da Cat tentava explicar pra Zac de um jeito “bom” o que ela fazia de mal, atendendo os telefonemas. Riamos com as caretas que Zac fazia cada vez que a ruivinha atendia um telefonema, se colocando como North Star.

– Ninguém nunca pensou em tirar o telefone dessa garota? – Perguntou Zac rindo, afinal acho que ele também estava se divertindo com a ideia de talvez a Cat fazer algo de ruim sem perceber. Separamos-nos de Zac e caminhávamos pra aula até que...

– GENTE, GENTE! É possível um homem fazer respiração boca a boca em si mesmo? - Perguntou Cat.

– Não! Mas quem sabe se você sair perguntando a todo mundo se isso é possível, talvez assim alguém consiga te responder. – Falei e Cat saiu me escutando e indo perguntar a outras pessoas, nossa! Como ela é idiota! Eu ri.

– Você é malvada! – Disse Beck.

– Gente o que acharam do meu novo visual? – Perguntou Robbie chegando perto de nós.

– Cara isso não tá... – Tentou Beck. Como ele ainda podia tentar se gentil com esse leso?

– Tá ridículo! – Falei.

– Eu já disse isso a ele. – Falou Rex. Espera a orelha de Robbie tá sangrando?

– Garota bonita a vista... Ei, ei você já viu meu novo visual? – Perguntou Robbie saindo dali. Pra mim ele nunca vai deixar de ser estranho! Fomos para as ultimas aulas e já estávamos indo para o estacionamento, quando... – Gente eu tenho uma bomba pra vocês. – Disse Robbie chegando com Cat e André.

– O que, que é? – Perguntou Beck calmo.

– Vocês querem mesmo saber? – Perguntou Robbie. Ai meu Deus!

– FALA LOGO IDIOTA! – Mandei.

– Tá bom, calma! Eu tava paquerando algumas meninas e uma delas me disse que o Ryder usava todas as garotas com quem ele sai pra que elas o ajudem em trabalhos da escola e depois ele nunca mais dava sinal. E fomos checar com as outras garotas que saíram com ele, e todas disseram a mesma coisa. – Disse Robbie. Eu sabia! Ele não podia ser tão perfeitinho.

– Eu avisei! – Falei.

– Jade! – Repreendeu Beck. – Temos que falar a Tori, agora!

– Mas ela não ta fazendo nenhum trabalho da escola com ele né? – Perguntou André.

– Na verdade! Tem o Pearl Jam da Lua cheia, um trabalho da aula de música. – Explicou Robbie.

– Odeio ajudar a Vega, mas eu adoro passar na cara dela quando ela ta errada. – Falei.

– Você não vai passar na cara dela, só vamos avisá-la. – Disse Beck. Ai que saco! Odeio quando ele me controla desse jeito. – Vamos! – Fomos pra casa da Vega, humilhá-la, OPA! Avisá-la, menos Robbie que disse que ia dar em cima de mais garotas por ai. Pobre coitado iludido! Chegamos lá e ela atendeu a porta feliz da vida, ai como seria bom falar pra ela que tudo isso pelo qual ela estava feliz, tava usando ela, e o motivo era Ryder.

– Então o Robbie contou a gente! – Explicava Beck, no caminho Beck comprou café pra mim, tentando me subornar pra eu não contar a Tori da maneira que eu queria, pensava em chegar a casa dela, com uma bandeira e nela escrita: “O Ryder ta te usando, se liga Tori boboca!”, mas eles não me deixaram fazer isso, quer dizer Beck não me deixou, só ele me controlava ás vezes. Que droga!

– E a gente checou com algumas garotas com quem o Ryder saiu e... – Tentou André.

– É verdade! – Disse Cat desanimada.

– Então... Ele só ta me usando pra conseguiu uma boa nota? – Perguntou Tori.

– Desculpa Tori. – Disse André. Olhei para cara de todos, até parece que alguém morreu! Ri por dentro. Tava me coçando pra falar algumas coisas, mas Beck não deixaria, qual seria sua reação se eu dissesse o que tenho em mente?

– Deve tá se sentindo muito boba agora! – Falei, esperando uma reclamação de Beck. Abaixei a cabeça e ri baixinho.

– Tá bom, você tá de castigo! – Falou. O QUE?

– Não, eu só tava tentando... – Tentei.

– Vai sentar no degrau! – Mandou. Mas que merda! Eu não fiz... Tá bom eu tinha feito, mas Ah! Fui sentar no degrau como Beck mandou, sabia que resistir ia ser pior, eu odeio quando ele faz isso, mas fazer o que né? Porque a idiota da Tori tinha que ser sempre a rainha das atenções, que saco! Ela sabe muito bem se virar sozinha!

– Uma música... Uma música que você vai me ajudar a compor. – Disse Tori pedindo a André. O que, que ela ia fazer?

– TÁ BOM! Eu vou comemorar os 97 anos do meu bisavô, outro ano, quem sabe! – Disse André. Eu tava ouvindo tudo, mas prestava mais atenção na vista que dava pra se ter da casa de Tori, e também com toda essa historia de Ryder, fiquei pensando em Zac, será que ele ia mesmo seguir meu conselho em tentar ser como o Ryder? – VAI VAMO LÁ! - Gritou André se sentando no piano e começando a tocar. Eles ficaram ali por um bom tempo, até que Cat se foi e André também, já estava tarde e eu estava ficando com sono, e ainda tinha que ficar sentada naquela porcaria de degrau.

– Vamos Jade, já pode sair daí. – Disse Beck me puxando pela mão, até que enfim né? Tori riu de canto.

– Nem um pio Vega. – Mandei e ela ficou com medo. Fomos até o carro.

– Você foi bem mal com a Tori, sorte que ela vai se vingar do Ryder. – Disse Beck dirigindo.

– E você é um idiota, por me deixar naquele degrau. – Falei irritada e com sono.

– Eu te colei ali? Se você ficou é porque me obedece sempre, ou quase sempre e se me obedece quer dizer que me ama. – Disse rindo convencido.

– Você é um idiota, Oliver! – Falei bocejando, foram minhas ultimas palavras, porque eu despenquei de sono. Abri lentamente os olhos, eu estava vestida com minha camisola preta de seda, já estava claro, apesar de meu quarto ser todo preto, o sol batia na janela. Ninguém estava no quarto. Como eu vim parar aqui? Levantei da cama, tomei banho e desci ás escadas, já pronta. Encontrei um Beck com dois copos grandes de café na mão, cabelos arrepiados e sem camisa, só usando sua calça jeans. - O que você está fazendo aqui? O que aconteceu? – Perguntei confusa.

– Você tava me xingando, então despencou de sono no carro. E como seu sono é muito pesado eu te levei pra cama, te vesti e dormi ao seu lado. Aqui está o seu café. – Falou e peguei o café, nossa ele sabe exatamente como eu gosto.

– Sabe Oliver se você não tivesse me mandando sentar na escada, eu até te contrataria como meu assistente pessoal. – Falei sarcástica, ele riu.

– Isso tudo é por causa do degrau? Seu coração não consegue mesmo amolecer, mesmo quando vê um homem sem camisa te dando café na sua casa? – Falou chegando mais perto, fiz que não com a cabeça. – Então acho que vou ter que tentar amolecê-lo. – Disse chegando perto de mim e me puxando contra seu corpo, senti seu peito tocando minha pele, nossa ele estava mais forte! Beck passava a mão pela minha bunda devagar, minhas mãos no seu cabelo.

– Desculpe interromper crianças, mas Jade... Sua mãe disse que vem pra casa amanhã de manhã cedo, então achei melhor abastecer a geladeira. – Falou minha tia aparecendo em casa do nada, nós devíamos estar com a expressão bem engraçada agora, porque estávamos totalmente constrangidos, com certeza eu estava corada e Beck também. – Divirtam-se crianças! – Terminou saindo dali, mal fui capaz de absorver as informações direito, minha mãe vinha pra cá? Que droga! Minha tia ás vezes era meio doidinha, uma pessoa normal teria brigado com a gente por estarmos fazendo quase algum tipo de coisa ali na sala. Mas ela era completamente biruta, talvez ela fosse parente distante de Sikowitz, podia ser uma explicação. – Ouviu Beck Oliver? Sua sogra vai vir aqui amanhã, então nada de me colocar na cama ou ficar passeando sem camisa, pela minha casa. Apesar de que eu adorei essa visão. – Falei rindo de canto, jogando sua camisa que estava no sofá pra ele. Beck apenas sorriu abertamente e balançou um pouco os cabelos. Fomos pra HA. Droga! Minha mãe chegaria amanhã, não que eu não gostasse dela, mas é que ás vezes ela irrita, querendo fazer tudo pra mim e querendo saber sobre alguns detalhes da minha vida. Ela só era parecida comigo na aparência, porque no estilo, totalmente diferente. A senhora Sara West, era morena, e tinhas olhos azuis esverdeados como os meus, seus cabelos eram lisos (diferentes dos meus que eram ondulados e com mechas), e ela era super simpática, dava até enjoo. Minha tia e eu tínhamos um trato de ficarmos mais juntas, quando minha mãe ou meu pai estivesse em casa, já que ela era ausente e irresponsável, eu gosto dela de certa forma. Então quando chegava esse tempo, ficávamos mais juntas e ela vinha dormir todo dia em casa, já que vivia dormindo na casa de seu namorado Peter o fotografo. Tivemos um dia normal, e chegara finalmente à noite, estava doida pra ver a vingançinha da Vega, afinal eu teria feito muito melhor, novidade: O Zac ligou para North Star e falou sobre o número da Cat, eles bloquearam o telefone da ruivinha, que agora pegou outro número, dessa vez com engano de novo, ela pegou o número de uma provadora oficial de Cupcakes, eles entregavam diretamente na casa dela, e ela nem precisava pagar, ai como eu queria pegar o número de uma testadora oficial de tesouras. Estávamos agora vendo a apresentação do coral quarteto no Pearl Jam na Lua Cheia na HA. Eu estava encostada em Beck, em seu ombro.

– EM SEGUIDA CANTANDO UM DUETO, TEREMOS TORI VEGA E RYDER DENIELS. – Apresentou o professor de música. Batemos palmas e Tori entrou no palco com Ryder, Beck saiu pra ajudar em não sei o que, já que fiquei no degrau sem prestar muita atenção em seus planos.

– E ai pessoal! Tá bom... Essa é uma pequena canção, especialmente para as meninas que conhecem o meu amigo Ryder... Bobinho. VAI NESSA ANDRÉ! – Gritou Tori depois de Ryder questionar sobre sue microfone estar desligado, bem feito pra ele! – APENAS ESCUTA, ACHO QUE VOCÊ VAI ODIAR! - Abriram as cortinas e André saiu tocando a música com sua banda. Tori começou a cantar humilhando totalmente o tal de Ryder.

Ryder tentava escapar por todos os cantos, mas Beck e outros caras lá não o deixavam sair do palco, eu gostava mais desse lado da Vega que parecia mais mal ou sei lá! A apresentação acabou e Ryder saiu de lá incrédulo com o que tinha acontecido, acho que ele nunca mais ia dar as caras de novo!. Aplaudi de pé a Vega, gostei do que ela fez. Assistimos mais algumas apresentações e agora Beck estava me levando pra casa.

– Porque não posso ficar? – Perguntou Beck de frente a minha casa, fazendo biquinho de bebê, enquanto perguntava pela décima vez se não podia ficar.

– EU JÁ DISSE OLIVER, MINHA MÃE VAI VIM PRA CÁ AMANHÃ DE MANHÃ CEDO, PARE DE PERGUNTAR A MESMA COISA TODA HORA. – Gritei, Beck me olhou surpreso.

– Desculpe. – Pediu indo entrar de novo no carro, dessa vez desapontado.

– Me desculpe! – Pedi. – É que minha mãe já pergunta bastante sobre nosso namoro quando ela vem pra casa, ela gosta de você, mas aposto que se ela ver você dormindo aqui, ela te mata. – Falei rindo imaginando se fosse a minha mãe que tivesse visto a cena de Beck e eu nos agarrando na cozinha essa manhã.

– Eu entendo, até amanhã então... Te amo! – Falou compreensivamente no meu ouvido, meu corpo inteiro se arrepiou. Ele entrou no carro, indo embora e, é finalmente eu fui dormir.

Zac Smith

Notas finais do capítulo
Hey meus DIVOS gostaram do capitulo? kkk em vez de ser uma foto linda do Zac pra gente que tal um gif? em? u.u.u Muito melhor ver o lindo se mexendo né? kkk HEHEM o Zac é tão fofo, num é? Eu morro de amoris por ele u.u.u.u e com quem será que ele vai tentar esquecer a Jade? Façam as suas apostas e.e.e.e. kkk. Mereço reviews? Recomendações? Xingamentos? O que vocês quiserem okay? Contanto que falem o que acharam do capitulo? Podem mandar reviews, telegramas, cartas, e-mails, até podem se vestir de lider de torcida e vim soletrando e pulando na frente aqui de casa, mas me falem plys o que acharam okay? kkkk., Beijos amoris e amoras, até sábado ;DFic de Hoje: http://fanfiction.com.br/historia/246051/O_Encanto_Nao_Termina_A_Meia-noite/ (Nunca li, mas ta ai, quem quiser ler mais uma fic BADE)beijos lindos :D




(Cap. 21) Beck Cai Pela Tori

Notas do capítulo
HEEEY meus DIVOS, tudo bem com vocês? Eu to bem, se alguém ai quiser saber kkk, foi mals postar só agora, mas ainda é sábado e ainda tá valendo okay? kkk Tenho dois avisos pra dar;
PRIMEIRO: Quero agradecer a mel S2, a proposito você tá no meu S2 linda, obrigada muintissimo pela recomendação DIVA, então quer dizer que essa é a melhor fic BADE que você já leu? E que você adora o Zac? Bom saber linda! Esse capitulo eu dedico a todos os meus leitores, mas exclusivamente a você okay?
SEGUNDO: KKK Não tem aviso, então aproveitem o capitulo e boa leitura, até lá embaixo ;D
*Esse capítulo segue a série:
Brilhante Victoria ou Victorious (2º - Temporada)
Como descrito: Não seja rígido, pois cenas serão mudadas, acrescentadas ou invertidas. Aqui a imaginação é livre e o prazer é seu em ler!

LEIAM AS NOTAS INICIAIS E FINAIS, BOA LEITURA! ;D

Beck Oliver

Acordei e fui rapidamente tomar meu banho, depois de pronto, peguei o carro e fui até a casa de Jade. Sua mãe Sara, atendeu a porta, ela parecia muito com Jade, ela era linda, tinha cabelos pretos e lisos e os olhos de Jade, expressava calma, tranquilidade e simpatia, será que quando Jade ficasse mais velha ela ficaria igual a sua mãe? Ia ser lindo, nós casados e Jade como sua mãe e com uma filha, é eu queria ter uma menina que fosse idêntica a Jade, assim eu poderia ter a mulher da minha vida duplicada.

– Beck querido, você está bem? – Perguntou Sara.

– O que? – Falei confuso.

– Você tava ai todo pensativo e não falou nada depois de eu dizer oi. – Falou rindo um pouco. Droga! Eu não sabia como me comportar diante dela. Da ultima vez que eu a vi, ela devia estar me xingando internamente, pois Jade queria morar comigo já que seus pais de começo não deixaram ela morar com a tia. Eu não sabia ao certo se ela gostava de mim, olhei para o relógio apreensivo, ainda estava muito cedo, nem precisávamos ir pra escola agora. Tente agir naturalmente Beck, não se esqueça!

– Ah me desculpe é que eu tava pensando... Em... Filhos... Quer dizer... Netos... Não, não! Nos seus netos... Não, Espera! Ah... Como vai a senhora? – Droga o que tinha acontecido com o “agir naturalmente”? Droga! Eu ficava em pânico perto da família da Jade, todos me encaravam como se Jade não fosse minha namorada, como se eles não acreditassem que eu a amava ou sei lá. Sara curvou um pouco sua cabeça, em sinal de pura confusão, mas isso foi substituído por um lindo sorriso.

– Ah venha cá querido, me dê um abraço, você faz minha garotinha tão feliz! – Falou me puxando, retribui o abraço, ela me deu um beijo na testa.

– Mãe, adeus! Vamos Beck. – Disse Jade me puxando para o carro.

– Não quer tomar um pouco de café querido? Eu adoraria conversar com você e minha filha, já que desde que cheguei, ela não me deu um abraço. – Disse Sara sorrindo minimamente. Jade revirou os olhos.

– Claro que eu... – Tentei.

– Beck! Nós... Não... Vamos ficar... Aqui! – Disse Jade pausadamente me mandando um olhar mortal.

– Claro que vamos, e porque você ainda não deu um abraço em sua mãe? – Perguntei. Minutos depois eu estava sentado na mesa da cozinha tomando café com Sara e Jade. É eu fiz com que Jade ficasse, não sei como consegui. - E então vai ficar por aqui por quanto tempo?

– Bem... Eu ainda não sei... Mas quero ficar por mais de um dia, pelo menos. – Respondeu rindo, Jade bufou e revirou os olhos. – Mas como vai o namoro de vocês?

– Mãe! – Avisou Jade.

– Não posso mais saber sobre a vida da minha família? – Perguntou.

– Não! – Respondeu e eu dei uma tapinha de leve em sua coxa por debaixo da mesa.

– Vai indo muito bem Senhora West. – Disse rindo, vi Jade abafar um sorriso que queria sair, pelo canto da boca. Ela também estava feliz com nosso relacionamento.

– Sabe... Charlie e eu achávamos que esse namoro ia ser uma completa, ai como é que se fala? Ah! Uma completa furada, como vocês dizem... – Ela riu, eu também. – Mas vejo que estão muito felizes... Tomara que vire até casamento. – Falou risonha.

– Mãe! – Jade chamou sua atenção.

– Até imagino minha filha entrando na igreja toda de branco, com várias flores amarelas enfeitando a igreja... – Continuou Sara, não dando atenção as palavras de Jade, acho que era isso que fazia a situação das duas ser legal, porque Sara não ligava paras as coisas que Jade dizia, e olha que eram muitas. A infância de Jade foi ruim por conta de seu pai, que estava em crise de separação com Sara e ficava atiçando Jade contra mãe e como Jade não suporta ficar muito tempo com pessoas alegres e de bem com a vida, isso não deu muito certo. Jade sugeriu que os dois a deixassem em paz, e Charlie concordou, por isso Jade tenta tanto chamar a atenção do pai, porque ele concorda com as coisas muitas vezes estúpidas que ela fala. Que pai ia querer ver sua filha longe dele e da mãe dela? Viu? Ele não bate bem! Completo silêncio ficou na mesa depois disso, eu esperava uma resposta de Jade do tipo: “Não vou me casar nunca” ou eu “odeio casamento”, mas me impressionei com:

– Mãe! Quando nos casarmos eu não vou vestir branco, vou ir de preto, e de jeito nenhum as flores vão ser amarelas, odeio amarelo. – Falou me fazendo sorrir bobo, ela queria mesmo se casar comigo? Já podia imaginar, nossa vida de casados.

– Não pode se casar de preto, é uma igreja! Vai de branco. – Insistiu Sara.

– Preto! – Disse Jade.

– Branco! - Sara insistia cada vez mais.

– Preto! – Isso já tava se tornando uma briga boba.

– Acho melhor nós irmos pra escola, obrigado pelo café Senhora West. – Interrompi a pequena discussão de mãe e filha.

– Ah! Vão sim queridos, boa aula! Beck foi muito bom falar com você, agora já posso ir pra Londres sem preocupação, por você está cuidando da minha filha. – Disse Sara se aproximando de mim e me abraçando. Ela fez sinal com as mãos pra que nós fossemos, pra não perdemos aula.

– Jade vá dar um abraço em sua mãe. – Mandei.

– Não vou não! – Discordou.

– Não me faça te mandar ir se sentar na escada! – Ameacei, ela revirou os olhos e foi dar um abraço em sua mãe que ficou super feliz.

– Eu queria muito te bater Oliver! – Falou irritada, eu ri de canto.

– Isso você pode fazer no RV à noite, quando estiver em cima de mim. – Falei maliciosamente, ela revirou os olhos e resmungou um “idiota”, eu ri. Fomos pra HA. Na aula de Sikowitz, ele pediu que Cat, André e eu encenássemos.

– Conta logo onde está à garota! – Pediu André já atuando.

– Eu já disse que não sei! – Respondi entrando no personagem.

– Tudo bem se você não sabe não fala! – Disse Cat representando, virei um pouco um rosto e ela me deu um tapa, não doeu porque virei o rosto antes. – Agora já sabe?

– Ei cara tira sua parceira de cima de mim. – Falei me debatendo.

– É melhor você contar o que ela quer saber. – Advertiu André.

– Tem três segundos pra falar... – Disse Cat me batendo de novo, de mentirinha.

– Ela tá no meu porão, tá no meu porão... – Falei caindo no chão e representando.

– Tá chato! – Disse Sikowitz. O que? – Tá tudo muito previsível, não teve nenhum AAAHHH que surpresa!

– Eu gostei das tapas! – Disse Jade, revirei os olhos, acho que foi pelo que ela queria me bater por ficar puxando papo com a mãe dela, só acho! Sikowitz nos incentivou a fazer coisas que a plateia não esperasse, mas ai íamos sair do roteiro! Eu não entendi! Como ninguém tinha entendido, Sikowitz disse que íamos passar pra outro assunto. Sentei-me e Jade pôs a cabeça em meu ombro, enquanto isso, nosso professor perguntava a Tori qual a sua esperança e sonho, depois que ela falou que queria ser uma cantora de muito sucesso, Sikowitz deu uma risada histérica. Essa eu não entendi!

– Bom... Talvez... Possa cantar em casamentos. – Nossa essa doeu! – Para deficientes auditivos. – Acabou de piorar a situação da coitada da Tori.

– Essa é a aula mais divertida até hoje! – Disse Jade, eu sabia que ela estava adorando tudo isso.

– Você acha mesmo que eu não posso ser cantora? – Perguntou Tori.

– Eu acho que não mesmo! – Caramba! O que tinha dado nele? – HAAA! Viram só Todos vocês estão me encarando com atenção. Por quê? Porque como professor vocês esperam que eu encoraje os meus alunos e não, vomite em seus sonhos. Era isso que eu tentava explicar, quando os personagens fazem algo inesperado... – Ele caiu. – A plateia presta atenção. – Levantou-se, enganando todos nós, cara ele é bom! Sikowitz fazia uma dançinha estranha. O sinal tocou. – Hora do almoço, pra fora! – Ordenou e todos saímos.

– Ai Jade... Seu suéter novo é legal! – Elogiou Rex.

– Valeu! É de cabelo de boneco. – Respondeu, fazendo o boneco tremer de medo. - O Sikowitz é um ótimo professor, pena que ele é maluquinho! – Disse Jade. – Te encontro daqui a pouco, vai lá pegando a mesa. – Falou saindo de perto de mim. André e eu fomos pra uma mesa, esperar as meninas.

– Oi! – Disse Cat empolgada chegando com uma fantasia um tanto estranha, ela vinha de sei lá, boneca. – Olha a nova fantasia que eu fiz. Vocês sabem quem eu sou? – Perguntou.

– Não! – Respondi comendo minhas batatas fritas.

– Você é a bonequinha Bobo. – Tentou André, que boneca era essa?

– Eu sou a bonequinha Bol. Tá legal, posso pelo menos contar como eu to amando a minha aula de fantasia? – Não queríamos saber, mas ela ia contar do mesmo jeito então. – A professora disse que eu tenho um dom pra saber as medidas exatas das pessoas.

– E ai pessoal! – Jade chegou com Robbie. Com Robbie?

– Eu não to com ele! – Explicou Jade. Ah! Tá explicado!

– Oi Robbie quer saber o tamanho da sua calça? – Perguntou Cat.

– Eu já sei. Eu uso tamanho 38. – Respondeu. 38?

– Trinta e oito? – Perguntou Jade incrédula.

– Isso é medida de calça feminina! – Falou Cat. Ah é tava explicado. Robbie questionou Rex por dizer a ele que era calça de homem. Tori chegou com várias fotos e perguntou se queríamos dar uma olhada nelas e em seu currículo. Pra que isso? André perguntou e ela explicou que conseguiu um teste pra um filme, graças o Sikowitz.

– Não to nem ai! – Disse Jade.

– Era minha única foto profissional, então eu mandei bala. – Explicou Tori, depois André questionou sua foto por ser antiga.

– Meu irmão foi baleado por um palhaço. – Disse Cat. – Porque ele ficou cutucando e dizendo: o que vai fazer sobre isso palhaço? HAN? – Explicou a ruivinha imitando o gesto e cutucando André, um dia eu ainda ia querer conhecer o irmão dela, ou não! – Aconteceu dentro do ônibus. – Porque um palhaço estaria dentro de um ônibus com uma arma, que palhaço do mal!

– Cat, pinta o tigre! – Mandou Jade, entregando um caderno de colorir, que a ruivinha pegou e começou a pintar! Ai, ai! Tori disse que precisava de um fotografo profissional, Sinjin apareceu falando sobre fotógrafos, quando perguntamos se ele conhecia, ele disse que não. E porque ele falou? André falou que ela deveria colocar mais peças em seu currículo, e Tori perguntou se era mentir.

– Não é bem mentir! – Tentei.

– É exagerar um pouquinho. – Explicou Rex.

– Eu falei pra vocês que o palhaço era meu primo? – Disse Cat.

– Pinta o tigre bonitinho! – Mandou Jade. André disse que Tori tinha que melhorar o currículo, principalmente a parte de habilidades especiais, que ela colocou andar de bicicleta.

– Andar de bicicleta é uma habilidade especial? Quem não anda de bicicleta? – Perguntou Jade, mesmo eu sabendo que ela sabia andar, mais tinha quebrado sua bicicleta na cabeça de um garoto na rua quando ela era criança. Rex falou que Robbie não sabia andar. Sério isso? Todos deram sugestões pra Tori colocar nesse campo, como: Ginástica, artes marciais, paraquedismo. – Balanço insinuante de cabelo.

– Ah qual é? Eu não balanço meu cabelo desse jeito. – Reclamou Tori, ela fazia sim!

– Ah é mesmo? Isso aqui parece familiar? – Lá vai Jade. – Ah olá meninos, meu nome é Tori Vega me compre um alcaçuz que eu te dou um beijo. – Disse Jade imitando Tori, eu adorava quando ela fazia isso, ficava super engraçado.

– Eu não falo nada desse jeito, é sério, eu falo alguma coisa assim? – Perguntou. Discordamos imitando ela, jogando os cabelos pra trás, eu ri. Até que: - Zac o que aconteceu com você? – Perguntou Tori olhando pra trás e vimos um Zac vestido de ovelha, chegando junto à mesa, eu ri, todos riram.

– Ah eu não contei a melhor parte... Zac ta minha aula de fantasia e ele é minha dupla... – Disse Cat animada. O loiro apenas bufou irritado.

– Mas porque ovelha? – Perguntou André.

– NÃO ERA MINHA INTEÇÃO TÁ BOM? – Gritou Zac e André se acanhou. – É só que, Cat fez isso pra aula de fantasia e a professora gostou tanto que elegeu nós dois como melhor fantasia da sala, já que a boneca Bol, é tipo uma pastora e eu sou a ovelha. – Explicou.

– Mas porque não tirou a fantasia? Já tá longe da aula? – Perguntei.

– Porque a professora disse que ficou tão boa, que queria que nós desfilássemos por ai. E se eu não fizesse isso, ela me dava um F. Ela ainda disse que toda fantasia que a ruiva fizer eu tenho que vestir, isso é uma droga! – Continuou irritado, sentando do nosso lado, nós rimos bastante.

– Ah deixa ela! A fantasia tá linda. - Defendeu Cat. Apertando o nariz de Zac e rindo.

– E tá mesmo! Gente olha como o Zac tá lindo com essa fantasia. – Falou uma garota morena, e um monte de garotas se juntaram ao redor do Zac para admirá-lo. Zac foi embora irritado, e as garotas foram atrás.

– Como ele consegue? Se eu venho com essa roupa normal e não consigo ninguém, imagina se eu viesse de ovelha? – Falou Robbie irritado, nós rimos e acabamos de comer, estávamos indo para o carro quando a Cat passou corendo pela rua com uma roupa de super heroína com um C em suas vestes, ela tinha gostado mesmo da aula de fantasias em?

– Espera ai Cat! – Disse Zac correndo atrás da ruivinha com uma fantasia também de super herói, com um Z cravado na roupa. Ela era toda preta e ele vestia um tipo de cueca rosa por cima da calça, Jade e eu rimos, já dentro do carro. Um tempo depois, passou mais meninas correndo atrás de Zac. Deixei Jade em casa e não entrei pra ela não falar que eu fiquei puxando papo com sua mãe. Adormeci rapidamente depois de pregar uma prancha na parede do RV pra colocar as minhas coisas, ela ficava em cima do sofá. Acordei e depois de pronto passei na casa de Jade, a mãe dela puxou mais conversa comigo e Jade disse a mim no caminho para Hollywood Arts que era pra eu vir tarde pra buscá-la, assim eu não conversaria com sua mãe, ou nem fosse lá, assistimos a aula de Sikowitz e Tori disse que queria falar com a gente, então Sikowitz, furava alguns cocos, André e eu líamos um livro e Jade estava no celular.

– Eu não passei no teste, mas eles querem que eu seja a dublê, então eu aceitei. -Explicou Tori.

– É mesmo é? Eu nem sabia que você era dublê. – Disse Sikowitz. Tori disse que não era e Sikowitz a questionou por ter aceitado o trabalho.

– Não sei, porque eu sou boba? – Disse Tori.

– Eu disse que ela era boba, mas alguém me escuta? – Perguntou Jade retoricamente. Tori explicou que eles a quiseram como dublê porque ela seguiu nosso conselho em mentir no currículo. – Viu nunca se deve mentir no currículo. – Avisou. – Essa não é uma carinha bonita. – Caçoou Jade, eu ri. Tori pediu para Sikowitz ligar pra o pessoal e tirar o nome dela de lá.

– Você não vai querer fazer isso. – Falei.

– Você quer ficar queimada em Hollywood? – Perguntou Jade respondendo minha pergunta. Tori ainda não tinha sacado o porquê de tudo isso. Explicamos a Tori que ela não podia sair do filme como dublê, porque ia ficar com o nome queimado em Hollywood porque os boatos se espalham e ninguém ia querer mais contratá-la.

– Ótimo! O que eu faço? Ser queimada ou quebrar a minha cara? – Perguntou Tori.

– Eu acho... Que os dois. – Disse Jade como eu previa. Ás vezes você conhece tanto a pessoa que acaba antecipando seus movimentos. Sikowitz disse a Tori que os dublês quase nunca se machucam e que ela deveria cumprir seu compromisso, e ainda usou um coco como exemplo. Perguntei qual a proeza que ela tinha que fazer.

– Cair de uma cadeira! – Respondeu Tori. Só isso?

– É com essa grande proeza que você ta pirando? – Perguntou Jade.

– Olha só que bebezona. – Mangou Sikowitz.

– Mas pode ser perigoso, eu não sou uma dublê profissional, eu nem sei cair de uma cadeira e fingir que é real, eu não posso AAHH! – Gritou Tori depois que Jade a chutou fazendo com que ela caísse da cadeira.

– Pareceu bom pra mim. – Disse Jade. É por um lado ela até que ajudou. De um jeito malvado, mas ajudou.

– Você esmagou meu rim. – Disse Tori se levantando dolorida.

– Ótimo, mas felicidade pra mim. – Revidou Jade, eu ri. Peguei sua mão e saímos dali, fomos para o almoço.

– A Tori ta com medo de cair de uma cadeira? – Falei rindo, Jade riu também.

– Oi pessoal! – Disse Cat animada, ela tava vestida de aranha.

– Por que... HAN? Deixa pra lá! – Tentou Jade.

– Porque estamos vestidos de aranha? Zac vem cá! – Chamou Cat puxando o loirinho também vestido de aranha, eu ri. – Porque me inspirei na tatuagem do Zac, mostra pra ele. – Falou a ruivinha.

– Nãou vou mostrar! – Protestou Zac.

– Mostra logo Zac! – Mandou Jade apontando com os olhares pra outras garotas que olhavam Zac de longe, o que ela tava tentando fazer? Zac bufou entediado, e levantou a camisa onde tinha uma aranha perto de seu abdômen. Legal! Meninas histéricas começaram a rodear o Zac que ainda tinha a camisa levantada.

– Vejo você mais tarde ruiva! - Falou saindo correndo dali, eu ri mais ainda. Levei Jade em casa e ela me expulsou na porta de casa, mesmo sua mãe insistindo para que eu ficasse do jeito que ela me empurrou pra dentro do carro, foi impossível de ficar. Adormeci rapidamente, minha morena fazia falta do meu lado e por mais que eu gostasse da Sara e dessa proximidade dela com Jade, eu odiava o fato de ter que dormir só. Acordei muito sonolento pela demora ao dormir de ontem. Fui buscar Jade em casa e dei de cara com uma Sara se despedindo da filha, corretamente, ela abraçava a menina linda de cabelos negros e com mechas e a menina retribuía por mais que parecesse mentira, aquela cena era verdade, e como a verdade é bonita.

– Ah Beck querido que bom que chegou, eu estou indo de volta pra Londres, ficar com Charlie e quero que fique com isso, se eu entregar a Jade, ela queima. – Disse me entregando o que parecia ser um álbum de fotografias. Dei um sorriso leve, mas doido de curiosidade pra abrir o álbum, Jade ficou meio apreensiva quando eu o peguei, o que será que tinha lá? – Cuidem-se crianças e filha, fique bem. – Disse Sara me dando um beijo na testa e saindo dali com algumas bolsas, a tia de Jade saiu minutos depois.

– Até que fim ela se foi, não aguentava mais ficar aqui fazendo o papel de boa tia, fique bem Jade... – Disse a tia, que eu esqueci o nome. Ela deu um beijo em minha testa, imitando o que Sara fez, eu ri e Jade bufou irritada. Talvez Jade no futuro tivesse a aparência de sua mãe com as atitudes de sua tia. Ri por dentro. Entramos no carro.

– O que ela te deu? – Perguntou Jade olhando para o álbum. Eu o abri já no estacionamento da HA. As primeiras fotos que apareceram foi a de uma mulher linda grávida, ela era a cara de Jade e bem mais nova do que já é agora, Sara era linda, ela ainda é, mas minha morena é mais. A segunda foto era de um senhor durão e sério de mãos dadas com a mulher e a terceira era de uma garota linda de cabelos castanhos e curtos, realmente linda. - Me dá isso Oliver?

– Não! Isso vai ficar comigo. - Ela revirou os olhos, e eu guardei o álbum em minha bolsa. Encontramos André e Robbie e logo Tori chegou falando sobre o filme, eu tava com pena dela, queria que os seus problemas pudessem ser resolvidos! Queria ajudar de alguma forma! Ela contou que encerraram as gravações porque o filho do diretor foi mordido por macacos, historia bizarra! André disse pra Tori não fazer a cena, mas ela disse que ia fazer, mas questionou o fato de talvez for pra um hospital.

– Quem sabe você não conhece um médico, bonito, jovem, se casa e dividi um refrigerante. – Falou Jade, fazendo a pior imitação da Tori, eu ri.

– Eu não falo que nem uma estrela de cinema dos anos 40. – Falou. Jade fingiu ser atingida. Cat tirou uma foto do vestido da Tori porque achou bonito. - Obrigada, é do filme que eu morro! – Falou. André perguntou qual a fantasia da Cat dessa vez. E ela explicou que era do Sikowitz. – Talvez você me vista no meu funeral.

– Não tem nenhum problema! – Disse Cat animada. André disse que não ia ter nenhum funeral e Cat suspirou desanimada. Ela queria que... Ah deixa pra lá! Eu ri.

– Nós vamos aparecer no set pra te acalmar e ver você sã e salva aterrissando no colchão de ar, a menos que erre. – Disse André, e nós rimos. Era bom tirar onda com Tori, mas sentia pena dela, por estar com tanto medo assim. – Eu acho que você não vai errar! – Sikowitz apareceu e viu Cat igualzinha á ele, ele saiu correndo assustado.

– Espera! Se você ta vestida de Sikowitz, então o Zac também tá? - Perguntou Jade rindo.

– CHEGA! Eu não vou fazer isso, prefiro morrer a ficar usando essas coisas, por mais algum dia. – Disse Zac chegando frustrado com um monte de garotas atrás dele e a professora. – Eu vou tirar essa porcaria. – Zac tirou a camisa e as meninas deram um suspiro, todos riram. Ele foi tirar a calça, mas...

– ZAC SMITH VOCÊ NÃO VAI FAZER ISSO, COLOQUE A FANTASIA AGORA SE NÃO QUISER TIRAR UMA NOTA F POR DOIS SEMETRES. – Gritou a professora loira da aula de fantasia, prendemos o riso mais ainda. Zac vestiu a roupa irritado e as meninas que o seguiram deram um suspiro desanimado pelo garoto ter colocado a roupa de novo, e lá se foi Zac fugindo das garotas perseguidoras. Depois de assistir todas as aulas me separei de Jade e pedi pra Cat fazer um vestido rapidinho em sua maquina super rápida da Sky Storn, ela fez e fomos ver Tori na filmagem depois do almoço. Fui acertar os últimos detalhes com a Cat, tive um plano, pra livrar a Tori dessa, eu me vestiria de mulher e cairia em seu lugar, não via problema nisso, já que não tenho medo e isso também não afetaria minha masculinidade. Cat estava vestida de espiã e fingia estar com uma arma, quando na verdade era a mão dela, ás vezes a ruivinha ultrapassava o limite da loucura, pra ela mesma. Eu esperava numa espécie de porão, acho que Cat iria falar pra Tori que eu estava aqui, se ela se lembrasse. Em todo caso mandei uma mensagem pra o celular da Tori:

“Vem pra o porão de filmagem.”

Alguns minutos depois ela chegou ao porão onde eu a esperava. Escutei-a me chamando.

– Sim? – Falei com voz de mulher, isso era divertido! Já estava até com o vestido, a peruca e a maquiagem. – Eu não sou o Beck, eu sou você. – Expliquei.

– Como você conseguiu o vestido? – Perguntou perplexa.

– A Cat fez. – Expliquei. – Você tá suando? – Perguntei passando a mão na sua testa.

– Acho que to tendo um ataque de ansiedade, eu não quero pular, eu to morrendo de medo. – Falou parecendo desesperada.

– Tudo bem, eu cuido disso! – Falei pegando seus óculos. – SHI! Espera aqui. – Disse e saí dali e nossa como é difícil andar de saltos, deve ser por isso que a Jade não usa tanto, ou usa, sei lá! Passei por todos de cabeça baixa, principalmente pela minha namorada que podia me reconhecer. O diretor perguntou se eu estava pronto, respondi que sim com o maior esforço pra fazer voz de mulher. O diretor mandou as ordens, as segui e pulei, e nossa como isso foi bom! Adrenalina passou por todo meu corpo. Sai dali mais rápido possível e troquei de roupa. Estávamos voltando pra HA, Tori disse que precisava falar com Sikowitz e nós tínhamos que a ver dando outro salto, não sei porque!

– Parabéns Cat Valentine e Zac Smith vocês tiraram nota máxima na matéria, já podem tirar essa fantasia. – Falou a professora a Zac e Cat enquanto esperávamos a Tori. Cat suspirou desanimada e Zac ficou tão feliz que pegou seu famoso canivete e rasgou parte da fantasia, saindo dali pulando e gritando “estou livre!”. E lá vamos nós ver o salto da Tori de verdade agora.

– Você consegue Tori! - Torcíamos embaixo, enquanto Tori estava lá em cima, quase pulando. Eu agarrava Jade por trás, estava tão confortável, com a mãe dela na cidade não dava pra a gente ficar tão junto, só na escola e os nossos amigos estavam presentes.

– Tenha uma longa queda! – Disse Jade. Eu ri de canto.

– Tá bom! Eu to indo... Eu vou agora... – Falava Tori nos enrolando, ela não ia conseguir! Jade saiu de perto de mim suspirando irritada, droga! Estava tão bom do jeito que tava, porque ela teve que sair? Protestei por dentro. – Agora eu pulo... Eu não consigo. Tá bom eu vou contar até três... Não, não, não... Eu vou contar até dez e ai depois... - Pensei que Jade tinha ido embora, mas ela empurrou Tori que por fim conseguiu dar seu salto.

– Nem precisa me agradecer! – Disse Jade lá de cima, imitando Tori com sua voz fina. Ela tava linda, com aquela saia preta e blusa de manga.

– EU NÃO FALO DESSE JEITO! – Gritou Tori. Jade desceu e pegamos o carro pra ir para o RV. Chegamos lá e fiquei olhando meio desconfiado pra parede, me perguntava se ela queria mesma coisa que eu, porque eu queria tirar toda a roupa dela e vocês sabem o que vem pela frente.

– Eu tava pensando será que... – Tentei, mas fui interrompido por uma Jade calorosa que sentou em meu colo no sofá e começou a me beijar fervorosamente, eu puxava seus cabelos, ela arranhava minhas costas, já nuas. Tirei sua blusa e sua saia que já tava me enlouquecendo a um bom tempo. Jade tirou de uma vez a minha calça jeans, estávamos morrendo de saudade do corpo um do outro. Jade ficou por cima e num momento de deslize eu fui tentar colocar ela pra baixo de mim e não deu certo, pois a levantei sem querer e Jade bateu com a cabeça na prateleira que eu tinha parafusado na parede do RV, ela caiu no chão do RV e eu me desesperei. – JADE!

Zac Smith

Notas finais do capítulo
HEYY DIVOS gostaram do capitulo? Gostaram da Mãe da Jade? E da foto da Jade (Liz) quando pequena ficou fofa né? Só eu que me diverti com o Zac vestido de super heroi? kkkk. Já leram "Safe and Sound"? Em um dos capitulos aconteceu algo parecido, só que ela não explica o que aconteceu e tals, enfim decidi criar um momento de diversão pra eles, mas acho que essa pancada pra Jade, bem... Ela não deve ter gostado muito disso kkkkk, enfim é isso... Vocês já tem alguma suspeita sobre o mais novo casal? Ah tá facil né? E se já sabem quem são eles, gostaram? u.u.u. quero reviews me explicando o que acharam okay? Por favor, no capitulo anterior eu fiquei extremamente feliz, pois recebi vários reviews, mas um em especial me chamou atenção, o do leitor Thing, simplesmente ele é sensacional e eu adorei o seu reviews amori, continue sempre me mandando se der, mas enfim. Espero que tenham gostado e terça feira tem mais :)
Fic de Hoje: http://fanfiction.com.br/historia/357828/Entrevista_Com_Rex/ (já li essa fic e é até de uma amiga minha, por isso leiam, ela é pequena, você lê até mesmo em uma noite, em uma hora quem sabe e fala de todos os programas, alguns eu não conheço muito bem, mas é isso ai)
Até terça, beijos ;D




(Cap. 22) Sorvete Por Ke$ha

Notas do capítulo
HEEEEY DIVOS u.u.u.u olá pra vocês (é muito milagre eu postando de manhã né? kkk mas minha educação física foi cancelada, por causa dessa chuvinha boaaa demais u.u..) Enfim... Vamos a alguns avisos? Primeiro que eu queria falar com vocês por conta dos reviews, sim, sim amoris, eu recebi bastante reviews, mas o caso é, o reviews que eu recebi foram de outros capitulos, ou seja, de leitoras que tão chegando agora. Do capitulo passado eu só recebi 3 reviews e isso me deixou meio tristinha... :(, só queria saber, vocês não gostam do episodio BECK CAI PELA TORI, ou vocês não gostaram do capitulo que eu fiz? É só falar gente, eu não mordo e aceito crirticas, até digamos, bem :)
Segundo aviso: Vocês sabem que o episodio PRESOS é bastante grande né? E digamos que o capitulo que eu fiz foi o maior até agora, sério, tem umas 9 mil e poucas palavras, mas eu adorei, escrevê-lo, ok? O que eu quero de vocês? Simples, como esse capitulo vai ser muito grande, eu vou postá-lo no dia de Quinta-feira, porque? Porque é entre terça e sábado, okay?
Terceiro aviso: Eu já to quase terminando de escrever a segunda temporada e to indo pra terceira okay? O problema é que eu não to com muita ideia pra capa da terceira, embora queira fazer e muito essa capa, a minha ideia, é o casal separado e tals, se alguem quiser dividir comigo, uma foto BADE que eles estejam um pouco afastados um do outros, eu adoraria, porque minha ideia ta pipocando na minha cabeça. Quarto e ultimo aviso: Quero agradecer a DIVA e LINDA da vallery que me mandou uma recomendação DIVONICA E FABULTASTICA (mistura de fabulosa com fantastica kkkk), e agradeço mais ainda, porque ela disse que foi sua primeira recomendação, e eu fiquei honrada em saber que sua primeira recomendação foi aqui pra essa fic :D :D :D :D :D U.U.U. *le autora dando pulinhos de alegria* mas eu sei que vocês querem ler, então vamos ao capitulo kkk. A Rainha dos Ciúmes aqui (apelido dada pela Annie) avisa que estou dando o ZAC de presente pra todas vocês kkkkk, e quero dedicar esse capitulo tanto a vallery como a Annie que mandou o reviews de número 200, obrigada fofas e até mais ;D
*Esse capítulo segue a série: Brilhante Victoria ou Victorious (2º - Temporada) Como descrito: Não seja rígido, pois cenas serão mudadas, acrescentadas ou invertidas. Aqui a imaginação é livre e o prazer é seu em ler!

LEIAM AS NOTAS INICIAIS E FINAIS, É IMPORTANTE! :D

Jade West

Eu tava sentindo muita dor na cabeça e eu não conseguia abrir os olhos. Minha cabeça latejava e estava doendo muito, consegui abrir os olhos devagar e dei de cara com olhos castanhos me fitando preocupado.

– Jade você tá bem? Meu Deus, você me deu o maior susto. – Disse me puxando, ao levantar senti minha cabeça doer mais ainda. Não tive tempo de responder, minha visão escureceu e eu apaguei. Abri os olhos lentamente e olhos castanhos me fitaram, dessa vez eram os do médico.

– Ela acordou, vou chamar a enfermeira pra pedir que ela descubra o que aconteceu para eu saber o que fazer. Garoto fique aqui com ela, sim? – Disse o médico, um senhor de cabelos grisalhos, olhos castanhos e aparência jovial.

– Jade! Você tá bem? Por favor, não faça mais isso de novo. – Pediu Beck me dando um beijo de leve na testa, ele segurava minha mão.

– Então não me jogue em uma prateleira Oliver. – Disse rindo de canto. Ele riu.

– Já pedi pra meu pai tirar aquele troço dali, e você apagou por um bom tempo, tivemos que faltar aula. – Disse Beck fazendo uma cara engraçada, ele parecia pensativo.

– Nossa! Minha maldita cabeça está doendo. – Reclamei. – Pelo menos amanhã não tem aula. – Disse aliviada. – Beck minhas roupas e... – Percebi que já estava de roupas.

– Tudo bem, o que foi que aconteceu? Como a cabeça dela ficou daquele jeito? – Perguntou uma enfermeira chegando ao quarto, ela falava bastante alto.

– Bem... Nós... Meio que... – Tentava Beck. Como ele mentira ruim, o que ela poderia fazer? Nada! Ela nunca ia adivinhar que nós...

– Estávamos brincando e sem querer ele me suspendeu e eu bati a cabeça na prateleira. – Falei séria, impossível que ela percebesse, morreria de vergonhar se isso acontecesse.

– Tudo bem! Porque sua camisa tá pelo avesso? – Perguntou a enfermeira, bem eu não sabia!

– É que tive que vesti-la, por que... AH! Estávamos de... – Tentou Beck. Droga!

– De biquíni. Quer dizer eu estava, ele apenas de sunga.

– Então... Vocês estavam de roupas de banho... – Tentou a mulher.

– Na piscina! – Falou Beck.

– Tá! Vocês estavam de roupa de banho na piscina e em cima da piscina tinha uma prateleira na qual ela bateu a cabeça? - Perguntou a mulher falando alto, droga Beck! – DOUTOR! AS CRIANÇAS AQUI ESTAVAM FAZENDO BRINCADEIRAS INTIMAS, SERÁ QUE PODE VIR AQUI? – Gritou a enfermeira saindo dali e deixando a cortina da ala aberta, as pessoas apenas olhavam pra mim e Beck, até que ele fechou a cortina envergonhado. Sentia meu rosto queimar. Droga!

– Senhorita West, você está liberada. – Disse o médico nos olhando meio duvidoso, senti meu rosto esquentar mais ainda. Beck apertava minha mão com força.

– Mas ela apagou por um bom tempo. – Protestou Beck.

– Eu sei! Eu averiguei sua cabeça, e o corte foi mínimo, não chegou nem perto de levar um ponto. – Explicou o médico.

– Mas o que a fez desmaiar? - perguntou Beck. Droga! Ele não sabe ficar de boca fechada? Eu só quero ir pra casa.

– A forte pancada na cabeça. Sugiro que tomem cuidado... – Falou o médico levantando a sobrancelha, a enfermeira escandalosa chegou à ala novamente. Não acredito que estava passando por isso! – Quando tiverem esses tipos de relações.

– Podem pegar camisinhas no final do corredor, se quiserem. – Gritou a enfermeira, quando já estávamos no final do corredor. Que droga!

– Eu não a conheço. – Falei para uma senhora que me olhava estranho, minhas bochechas coravam fortemente. Beck ria sem parar, já estávamos no carro. – Porque está rindo, Oliver?

– É que... Já... É que já... – Falava entre risos. – Já estamos perto de casa e você ainda está corada. – Explicou e eu corei mais ainda, droga! O que está acontecendo comigo? Saí do carro estacionado de frente a minha casa, droga! Eu sentia um pouco de dor na cabeça, Beck ria de mim, eu estava corada e ainda tive que aguentar aquilo no hospital, sem contar que eu odiava ficar em lugares muito claros. – Ei espera! – Falou Beck pegando minha mão e me puxando, fiquei de frente pra ele como fiquei com Zac, porque isso veio a minha mente? Beck alisou minha bochecha com uma mão e brincou com meus cabelos com a outra. – Você não sabe como fica linda, toda vermelhinha. – Disse rindo, eu bufei, abaixando o rosto, ele usou suas mãos para levantá-lo. – Eu te amo, me desculpe por sua cabeça. – Disse me puxando mais contra seu corpo. – Você me desculpa? – Perguntou, e eu assenti com a cabeça, totalmente inebriada com seu cheiro de menta, a tão famosa pasta que ele usava. Beck me agarrou, descendo as mãos pra baixo da minha cintura. Passei as mãos em seus cabelos fervorosamente. – JADE! – Chamou minha atenção. Percebi que ele já estava sem camisa. – Estamos na frente da sua casa. – Explicou e eu olhei para os lados, confirmando o que ele falou. Droga! Ainda bem que ninguém tinha visto, pelas plantas que tinham na frente. Na verdade eu odiava plantas, mas minha mãe não. Puxei Beck pra dentro, ainda estava com saudades do seu corpo, já que fomos interrompidos por uma prateleira. Beck me colocou em seus braços, subimos a escada ainda nos beijando. – Tem certeza que quer fazer isso? Jade sua cabeça! – Alertou.

– Espera! – Ele bufou irritado, é lógico que ele queria fazer isso tanto quanto eu, talvez até mais que eu, mas ele tinha feito aquela pergunta só por perguntar. – Não tem prateleiras por aqui tem? – Perguntei rindo da sua cara irritada, Beck riu de canto e me empurrou na cama subindo em cima de mim e tirando a sua calça.

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Acordei com o celular tocando, fui ver se era o meu, mas era o do Beck. Vi quem era antes dele. Era da Vega, o que ela queria com ele?

“Beck, rápido vem aqui pra casa, o André e eu estamos participando de uma promoção que envolve a Ke$ha.”

O QUE? O QUE A KE$HA tem com isso? – BECK ACORDA! Vamos pra casa da Vega. – Gritei e ele acordou assustado.

– Tá bom então. – Falou desanimado indo tomar banho, fiz o mesmo e fomos pra casa da Vega, Tori explicou que tínhamos que achar uma letra pra escrever o nome Ke$ha e ganhar um show, ela queria fazer isso, pra se livrar de ser a assistente da boboca da irmã dela. Beck pediu que eu esperasse Cat lá fora. Só fui porque ficar muito tempo com Tori é chato e irritante. Avistei um carro se aproximando e ele buzinou, cheguei perto do carro e o motorista abriu a janela. Zac?

– O que está fazendo aqui e com a Cat? – Perguntei notando a ruivinha dormindo encostada ao seu braço. Cat acordou.

– Oi Jade. Obrigada Zac! – Disse Cat saindo do carro e entrando na casa.

– É que eu tava passando e eu vi a ruivinha andando, perguntei pra onde ela queria ir, e ela disse que vinha pra cá pra tomar sorvete... – Só a Cat. – Me perguntei o porquê de uma pessoa andar tanto pra ir à casa de outra pessoa só pra tomar sorvete, mas tudo bem, coisas da Cat. - Disse Zac rindo, ele tava diferente. – Então ela me disse que não vinha dirigindo porque o carro era do irmão dela, dei a carona e ela dormiu no meu ombro depois de dizer que tinha dormido mal, pois teve um pesadelo com crianças que a devoravam. – Ri de canto, imaginando as coisas absurdas que saem da boca da Cat.

– E deixou que ela ficasse encostada a você? – Perguntei curiosa.

– Sim, Cat é legal e fiquei com pena, apesar de que eu ia adorar se crianças me devorassem, elas não iam gostar. – Disse rindo. – Tchau Jade, até a escola. – Falou dando ré no carro, fazendo a volta e indo embora. Quem diria em? Zac Smith dando uma carona e aguentando a ruivinha. Entrei e começamos a busca pelas letras, droga! Como eu odeio sorvete! Todos tinha achado letras repetidas.

– A! – Informou Beck, depois de ver a letra dentro do pote de seu sorvete.

– Tá! A gente nunca vai escrever Ke$ha. – Falei mais pra mim mesmo, isso era inútil!

– Porque tem tanto K e A? – Perguntou Robbie.

– Sei lá, mas seria ótimo ganhar um show particular do AKAKAKA! – Disse Vega.

– Acho que eles têm que fazer umas letras mais difíceis de ganhar ou então todo mundo ia ganhar. – Explicou André.

– Eu já cansei disso! Sorvete me lembra da minha infância. – Que droga! Até podia ouvir a voz da minha mãe perguntando se eu queria sorvete, e como sempre eu dizia não e ela mesmo assim comprava e me forçava a tomar só porque foi chamada numa reunião do colégio, pois eu tinha feito uma besteira, apenas tinha batido em um menino com um martelo porque ele não queria devolver minha tesoura. Então a orientadora pedagógica chamou minha mãe na escola e disse que ela estava ausente em minha vida, como sempre! Minha mãe começou a frequentar clubes de mães, e ouviu dizer que crianças fazem tudo que os adultos querem quando elas querem sorvete, então ela me forçava, mesmo eu não gostando. Foram os piores anos pra mim. Que droga!

– Você não teve uma infância feliz? – Perguntou Cat.

– Meu brinquedo favorito era um martelo, agora deduza mesmo! – Expliquei e nossa! Foram tempos ruins com aquele martelo, eu batia nos outros e as vezes me mim mesma, até meu pai mandar eu trocar de brinquedo, então escolhi uma tesoura e os machucados pararam um pouco. Menos quando eu ficava triste.

– Sabe... Você não precisa ajudar. – Disse Beck tomando o seu sorvete. O que ele queria? Irritar-me mais ainda?

– Não provoca! – Mandei. Ele perguntou o porquê. Ora nem preciso dizer nada. Ele sabe como odeio ajudar as pessoas, e só estou fazendo isso pelo show, se ganharmos o que acho muito difícil, ele não deveria me tirar do sério, tem que aproveitar minha boa vontade, ou a metade dela pelo menos.

– Se a gente ganhar e a Ke$ha fizer um show particular aqui, só as pessoas que ajudaram a achar as letras vão poder vir. – Ai que Vega idiota!

– Só as pessoas que acharam as letras vão poder vir. – Imitei sua voz irritante.

– Eu não falo desse jeito. – Fala sim!

– E! Eu achei um E! – Comemorou Tori animada igual a todos, eu fingi, acho muito ruim encontramos as próximas letras. Tori e André fizeram um cumprimento meio estranho, eles se parecem, ambos irritantes, André nem tanto. Tori questionou Robbie por ele estar andando em direção à porta com um balde de sorvete.

– Eu acho que não devemos jogar fora o sorvete, então vou levar pra o parquinho da esquina e dar pra algumas criancinhas. – Explicou o bobão. Ai como odeio pessoas caridosas! Elas são idiotas! A sorte é que o plano perfeito do Robbie tinha um erro, as mães não iriam gostar de...

– HAN... Eu não sei o que as mães das criancinhas vão pensar de... – Às vezes Beck parece que lê meus pensamentos. – Um estranho carregando um balde de...

– Beck deixa ele levar! – Reclamei, essa seria minha única diversão na tarde toda.

– Sabe você é uma influência muito... - Falou.

– Deixa ele levar! – Tentei.

– Muito... – Odeio quando ele me contraria. Ou quando tenta ajudar as pessoas.

– Deixa ele levar! – Reclamei de novo.

– Muito, muito ruim. – Falou pela ultima vez.

– Beck, deixa ele levar! – Reclamei pela ultima vez. Ele tirou o dia pra me irritar hoje né?

– Boa sorte! – Falou deixando Robbie levar o balde de sorvete. André explicou que só precisávamos de um $ e um H.

– E eu me livro da Trina. – Disse Tori, todos comemoraram.

– To nem ai! – Falei. Queria mesmo é que ela se ferrasse cuidando da Vega ainda mais boboca. Mas claro que eu queria um show da Ke$ha. Então o show vence. Não encontramos o $ ou o H, pelas próximas nove horas, eu não aguentava mais isso! Ke$ha cadê você? AAAHHH! – Beck vai comprar mais sorvete! – Mandei, ele apenas se levantou, viu que os potes estavam vazios e disse: “Tá bom!”, e então saiu. – Olha isso tá me deixando com dor! – Falei depois que André, Cat e Tori falavam as letras já repetidas. – E não a do tipo bom. – Claro que existiam dores, do tipo bom, eram aquelas como, uma pequena mordidinha no lábio, do tipo que sangra. Isso era bom demais! Ou até mesmo uma coisa mais intensa, como dois jovens em cima de uma cama, fazendo ou tentando fazer bebês. Era doloroso e bom ao mesmo tempo. Nossa! Que pensamento é esse em? Desde quando fiquei tão pervertida?

– A gente só precisa de um $ e de um H, isso é pedir de mais meu Deus? – Concordo com André. Qual é Deus? A gente já conseguiu mais da metade das letras! Cat reclamou que o seu sorvete tinha acabado, tinha chegado uma mensagem de Beck.

“Não fique triste, já estou chegando ai, mas não com noticias boas!”

Ai meu Deus! Será que alguma garota tinha dado em cima dele? Ou será que uma garota tinha dado em cima dele e depois batido nele? Ou pior, uma garota podia ter dado em cima dele, e depois ter dito pra o namorado que era culpa de Beck, e os dois podiam estar batendo nele agora! Calma Jade! Não tente pensar nessas coisas. Robbie entrou todo acabado e machucado, pelo menos uma noticia boa! Tori perguntou o que aconteceu, já era bem fácil de deduzir, mas eu queria ouvir de sua boca.

– Eu desci da bicicleta e gritei: Ei crianças quem quer sorvete grátis? E as mães delas me encurralaram num beco e me bateram com galhos. – Eu ri! Isso era ótimo! Ninguém mandou ser tão caridoso ou bondoso com gente que não merece! – Uma mãe enorme pisou no meu pescoço. – Explicou Robbie, eu ri. A partir de agora, eu adoro mães!

– Grandes mães, são adoráveis! – Falei rindo. Beck entrou na casa, e Ufa! Ele estava bem. Ele não voltou com sorvetes e mandou vermos a ultima postagem da Ke$ha. Li logo e droga! Não acredito nisso! Tori leu em voz alta. Um cara de Northridge tinha ganhado o concurso, nós não ganhamos. Eu queria bater em alguém agora! – Ótimo! Passei nove horas da minha vida, violando potes de sorvete pra nada. – Desabafei.

– E eu levei uma surra com galhos de mães cruéis. – Nem o fato de Robbie ter apanhado, me deixava mais feliz.

– Eu detesto minha vida! – Nem o fato da Vega estar triste me deixava feliz. Que droga! Eu quero um show da Ke$ha. Minha mente gritava como uma criança birrenta. – Eu fico triste, porque eu não casei com o príncipe, eu não moro num castelo de açúcar. E agora a gente não ganhou o show da Ke$ha. O que significa que eu vou continuar sendo a assistente babaca da Trina por mais vinte oito dias. – Desabafou Tori, Cat apenas citou sua tristeza, no caso, a nossa.

– Qual é? Tá tudo bem! Talvez... Talvez a Trina esqueça tudo isso! – Disse André. Tori concordou.

– Tomara que ela te faça sofrer, assim como eu sofri violando os malditos potes de sorvete. – Desabafei, Beck me olhou preocupado. – VOU EMBORA! – Gritei, pegando minha bolsa. – Eu quero bater em alguma coisa! – Reclamei, Beck bufou distante. Sai dali, mas me lembrei de que era Beck que me levaria pra casa, e se ele não me controlasse era capaz de eu bater em qualquer pessoa da rua com um martelo. Voltei á casa da Vega, todos me olharam espantados. – Oliver! Pegue logo o carro, antes que eu precise bater em você. – Mandei irritada.

– Tudo bem! – Não lutou, saindo dali comigo. – Jade, você tá bem? – Perguntou de frente a minha casa.

– NÃO! EU NÃO TOU BEM! Passei quase o dia todo na casa da idiota da Vega, procurando malditas letras em potes babacas de sorvete, perdemos o show da Ke$ha. Você não queria deixar o Robbie apanhar daquelas mães. E ainda disse que eu não precisava ajudar. – Falei batendo nele involuntariamente, ele apenas tentava segurar minhas mãos, eu estava desesperada! – Ainda pensei que tinha acontecido alguma coisa com você pela mensagem. – Droga! Eu não devia ficar falando as coisas que eu penso, em momentos de desespero. Eu estava chorando? Sim, eu sentia meu rosto molhado.

– Jade! Olha pra mim? – Pediu, fiz o que ele disse, sem lutar contra. – Vai ficar tudo bem! Eu prometo! Tudo vai dar certo no final, nunca se esqueça disso. Quando as coisas ficarem difíceis, tente outra vez! E se não funcionar, espere! Tudo vai dar certo no final. Tá legal? – Perguntou preocupado, era verdade! Eu não posso ficar aqui, chorando por besteiras e abaixando a minha cabeça.

– Sim! – Respondi, limpando minha garganta. Droga Ke$ha. Todo esse sufoco pra nada! – É melhor que a Vega, esteja bastante triste amanhã, pra o bem dela. – Disse pra mim mesma, pedindo que ela sofresse nas mãos da Trina. Afinal, ela que tinha inventando a ideia de ajudarmos ela.

– Não se preocupe, ela vai estar! – Disse Beck tentando me confortar, mas eu senti o tom da sua voz fraquejar. Ele queria que Tori estivesse bem, assim como Robbie que tinha apanhado. Não fiquei com ciúmes, eu sabia que ele adorava ver todos felizes, era como a Vega, o que mais me irritava, era ela se parecer tanto com ele, porque eu suporto Beck, eu o amo. Mas porque a Vega tem que ser quase do mesmo jeito? Beck e seu jeito bondoso de ser e de me acalmar tão bem. Ele era único. Beck me abraçava. – Boa noite! – Disse me soltando e me dando um selinho simples.

– Fica! – Pedi.

– Não, você precisa ficar sozinha, é melhor pra pensar. – Explicou.

– Não preciso ficar sozinha, preciso ficar com você. – Falei um pouco dengosa de mais para o meu gosto. Deu-me até enjoo. Sabia que Beck iria rir ou me zoar por ficar tão melosa do nada, mas ele ficou preocupado comigo, pois eu não era de se desesperar por essas coisas. Mas ele entendia e ficou na dele, ele foi até o carro, o que me deixou apreensiva, eu queria que ele ficasse! Trancou as portas e pegou minha mão. Subimos ás escadas da casa, tomamos banho, sem dizer nada e dormimos abraçados. Acordei sozinha na cama, mas que droga! Cadê Beck? Desci ás escadas apenas de camisola, e agora que eu tava vendo, que camisola curta, era um pouco acima dos joelhos. Dei de cara com um Beck parecendo perdido na cozinha, ele estava fazendo nosso café da manhã? Mas eu não gosto de comer pela manhã! - Beck o que está fazendo? – Perguntei confusa. Ele apenas me olhou rápido. Mas voltou a me olhar novamente, seus olhos pararam ao chegar a minha camisola.

– Não acha que isso está muito curto não? – Perguntou rindo malicioso de canto.

– Não! Estou em casa, qual é o perigo? – Perguntei pondo a mão na cintura.

– O perigo, é que alguém pode te agarrar... Exatamente assim! – Ele correu até mim e me pegou em seus braços. Protestei batendo de leve em sua cabeça, enquanto ria. Ele me colocou no sofá e subiu em cima de mim, me apertando contra seu corpo. Ah eu esqueci de dizer que ele estava apenas de calção. É, ás vezes eu tento esquecer que ele está assim, pra não ficar logo com certo calor pela manhã. Sua excitação dava pra ser notada, e ainda mais quando ele me apertava mais ainda contra seu corpo. Ele beijava meu pescoço, Beck se sentou ainda colado em meus lábios, de um jeito que eu ficasse com as pernas em volta dele e sentada em seu colo. Ele parou de me beijar, o olhei perdida, como assim ele não ia prosseguir? Ele não pode me deixar assim e depois parar! Comecei a trilhar vários beijinhos por todo seu corpo, até que parei e Beck pareceu protestar com o olhar, mas droga que cheiro é esse? – Jade? – Perguntou Beck. – Os bacons estão queimando, levanta, levanta! – Disse Beck, eu me levantei depressa olhando assustada, ele correu até o fogão e apagou o fogo, colocou no prato, bacons queimados, arqueei a sobrancelha pra ele. – Desculpe, mas você me desconcentrou. – Ri de canto, gostava da ideia, de poder provocá-lo desse jeito. Sentei e mesmo não gostando de comer pela manhã, eu comi um pouco de seus bacons queimados, afinal ele tinha feito o café. Beck nos levou para HA. Avistamos Tori, ela não parecia bem. Droga! Eu até havia me esquecido de que queria a Tori triste hoje, ainda bem que lembrei!

– Hum! Você não parece feliz. – Falei.

– Não estou! – Respondeu. Ainda bem!

– EBA! – Exclamei tomando um pouco do meu café que insisti pra Beck comprar no caminho, já que ele disse que eu tinha tomado café demais. Que besteira! Café é sempre bom e evitava que eu acabasse com a Vega por ter me feito procurar aquelas letras.

– A Trina pegou pesado? – Perguntou Beck. Quase me esqueci da melhor parte!

– Pegou! Sabia que ela tem suor noturno? – O que? Perguntei. Isso parecia nojento! – É! Ela me fez entrar no quarto dela á cada duas horas com uma esponjinha, ai eu tinha que levantar o braço dela e depois passar a... – Eca! É mesmo muito nojento.

– TORI! Atende meu celular. – Pediu Trina boboca.

– Eu não quero! – Respondeu Vega.

– É assistente da sua irmã, faça o que ela manda. – Falei rindo por dentro.

– Obrigada Jade! – Disse Trina encostando em meu ombro.

– NUNCA! Encoste em mim! – Mandei, ela apenas retirou sua mão e bebi um pouco de meu café. Trina disse que era um cara que ficava ligando pra ela, Tori atendeu e disse que Trina tinha se mudado para o Canadá e morrido. Não era má ideia! O cara começou a cantar a Vega mais nova e Trina atendeu ao telefone questionando o cara por ter cantado sua irmã quando ela estava morta. Menina maluca!

– Ei Tori vem ver isso aqui! – Chamou Cat junto com Sinjin e algumas pessoas. Era um vídeo da Ke$ha dizendo que o cara de Northridge tinha mentido, pessoas de Northridge! Típico. Tori saiu correndo pra ganhar o concurso, me animei com a ideia. Fomos pra aula, depois almoço e todos íamos pra casa da Tori. Chegamos lá e começamos a violar os potes de sorvete de novo. AH! Como eu odeio sorvete! – H! – É. Todos estavam procurando um H e um $, espera! O que?

– EI! Pera, pera, pera! O que você disse Cat? – Perguntou Tori, também pensei em ter a ouvido ter dito H.

– Quando? – Perguntou a ruiva tonta.

– Há um segundo? – Perguntou Tori.

– Eu disse quando! – Droga! Alguém bate nessa garota?

– Não, antes disso? – Insistiu Tori.

– Ah! Eu disse H. – MEU DEUS! ELA ACHOU! Eu já disse que amo a Cat? É! Eu amo! Todos correram e agradeceram a ela. – Me sinto tão amada. – Falou a ruivinha.

– GUERRA! – Gritou André, depois de colocarmos o H no lugar das outras letras.

– GUERRA! – Gritamos juntos.

– Tá bom! Tá bom! Tá bom! Vamos encontrar o $ antes que outra pessoa encontre. – Disse Vega, corremos para os potes de sorvete. Já era de noite, que droga! Onde estava a porcaria do $? Tori tava surtando na cozinha. Postei no The Slap, enquanto Vega se desesperava falando com André.

“Ainda violando potes de sorvete! Odeio isso! Se alguém pegou esse $, eu vou bater nele ou nela até conseguir.”

Humor: Durona.

– Ai pessoal! A letra que a gente mais achou foi o K, num foi? – Perguntou Robbie. Concordamos. – E em que sabores de sorvete a gente mais procurou? – Tori foi ver e falou uns três sabores bem estranhos. Robbie disse que de acordo com o site da empresa de sorvetes, eram os sabores mais populares, e daí? Espera!

– Então se eles colocaram as letras mais fáceis nos sabores mais populares de sorvete, então... – Falei pra mim mesma.

– Então... Talvez tenham colocado as letras mais difíceis... O $... – Completou André depois que Tori bateu no peito dele, ela tava bastante alterada. Que legal!

– Nos sabores menos populares! – Terminou Beck. Tori correu desesperada pedindo a Robbie o nome dos outros sabores, ele relutava em dizer, porque não gostava que gritassem com ele. Tori ameaçou bater nele, mas os meninos a seguraram e Robbie disse que o nome do sabor era o... Explosão divertida de nozes, que nome de sabor é esse? Ninguém nunca tinha ouvido falar desse sabor, até...

– Ah existe! É o favorito do meu irmão, então minha mãe compra e coloca um remedinho especial dentro. A gente compra no mercadinho da Calabazzis. – Explicou Cat, Tori pegou a chave rapidamente e eu ia também claro, Robbie e Beck ficaram. Estávamos agora a caminho do mercadinho. Tori não parava de falar nesse sorvete, nem por um minuto. Chegamos correndo nesse tal mercadinho, vimos o freezer e Tori abriu em busca do pote de sorvete. Procuramos e procuramos e... Ah! Encontramos, Tori apertou o pode de sorvete e ele caiu no chão deixando que ela visse o fundo com a letra, torcíamos e...

– É só uma porcaria de H. – Falou e tentei procurar mais sorvete, mas não tinha que droga!

– Não, não tem! Era o único explosão de nozes. – Expliquei desanimada. Tori gemeu derrotada enquanto escorregava pelo freezer, estávamos pagando um mico, isso sim!

– Ei, ei! Aquele garoto ali tá tomando explosão de nozes. – Falou Cat devagar. O QUE? Corremos até o garoto loiro, e sim ele estava tomando. EBA! Tentamos não assustar o garoto.

– Você dá pra gente? – Perguntou Vega, tentando parecer doce. Ah é! Ela é doce. Que nojo!

– Cai fora daqui. – Respondeu o garoto. Droga! Vai ser mais difícil do que eu esperava.

– A gente te dá 30 pratas por ele. – Falei. O garoto assentiu, comemoramos.

– EBA! Agora a gente vai ter um show particular da Ke$ha. - Droga Cat! Reclamamos.

– É o que vocês querem? – Perguntou o garoto, segurando um $. Ai meu Deus! Estava com ele. – Eu dou pra vocês... – Tori comemorou. Espera! – Se... – Droga! Eu sabia que tinha que ter um “mas” ou um “se” pra impedir. – Ir ao show particular. – Até ai tudo bem. – E... Quero beijar você! – Aponto pra Vega, vê se pode! – E ela! – Apontou pra Cat que pareceu se sentir elogiada. Eu riria quando visse a Tori beijando o moleque e... – E também, a esquisitona ali.

– O QUE? – Falei pra mim mesma, eu não o beijaria!

– É melhor você parar por ai! – Advertiu André, com medo de ser o próximo. Eu não ia beijar ninguém. Ah já sei!

– Ou eu posso te bater aqui e conseguir o $! – Falei avançando em cima do moleque desaforado, André me segurou antes que eu tentasse bater nele, dei um chute em seu calcanhar e ele me soltou. Cat tentou me segurar, mas empurrei-a, nada me impediria de bater nesse moleque. Tori apareceu na minha frente, eu ficaria mais do que feliz em bater nela.

– Jade! Jade, Jade! Olha pra mim! – Pediu. Até pareceu o Beck agora, isso me assustou. Parei e a fitei. – Nós o beijaremos! – Disse Tori piscando pra mim, ela tinha um plano, assenti com a cabeça, tomara que esse plano da Vega estúpida dê certo. - Nós aceitamos! – Falou ao garoto e ele nos deu a letra. Vibrei, conseguimos um show da Ke$ha. Que demais! Tori publicou no site do sorvete que achamos todas as letras e eles disseram que a Ke$ha e os outros dançarinos estavam a caminho, já que era de imediato. Beck e eu fomos pra casa, nos trocar. Tomei banho e botei uma roupa bem legal, uma blusa de manga, meio verde, e uma saia, com botas e calça preta por baixo da saia. Beck estava lindo também. Estávamos na casa da Tori esperando a Ke$ha, a campainha toca e Trina desce correndo as escadas para atender, que milagre! A Ke$ha entrou na casa, cara nem acredito! Trina tentou pegar no cabelo dela com seu jeito afobado, mas os seguranças informaram que se ela continuasse assim, ia ser colocada pra fora da casa, Trina disse que a casa era dela, mas Tori a acalmou. Ela não sabe ficar quieta? Ou parar de ser irritante, por pelo menos um minuto? Ke$ha entrou cumprimentando a todos com um aperto de mão, nem acredito que era ela! Tudo foi ajeitado e começou o show, nossa eu dançava feito uma louca, enquanto ela cantava. Beck me seguia, ás vezes dançando comigo ou me girando. Estávamos na ultima música. Ainda era cedo, acho que umas 10 horas da noite. Ela cantava, atuando com seus dançarinos, ela era demais! Até o moleque do sorvete estava gostando. Agora ela soltava papeizinhos das máquinas, nossa! Isso era demais! Ela encerrou o show divinamente e batemos muitas palmas.

– Ai Ke$ha. Ke$ha. Isso é tão incrível, você detonou nossa casa! – Disse Trina, ai vai começar! – Quer ir lá em cima conhecer meu quarto? – Pediu Trina já agarrando o braço da cantora e subindo com ela. Sorte dela que os seguranças não estavam por perto.

– OOO Gata! – Chamou o moleque, nós três nos aproximamos. Beck não sabia dessa historia, ainda. – Você e essas garotas me devem um beijo na boca. – Disse o menino. Que moleque insolente. Cat riu animada, apena sorri malvado. Já estava por dentro do plano.

– Tá legal! Mas... Vamos para um lugar mais reservado? – Disse Tori.

– FALOW gatinha. – Disse o menino, apenas acompanhamos ele até o jardim e Tori o trancou do lado de fora.

– Beija a moita. – Falou, eu gosto mais da Vega durona que ia batendo no Robbie, que era mais perversa, pena que ela não era assim toda hora.

– Espera, Ke$ha espera! – Disse Trina, Ke$ha vinha na frente.

– Eu não, você é estranha! – Disse Ke$ha. Eu ri.

– Ke$ha eu peço desculpas por ela. – Pediu Tori.

– Ela é sua irmã? – Tori assentiu. – Ai... Lamento muito por você. – Eu ri, nem a Ke$ha gosta da Trina.

– Todo mundo lamenta! – Ri mais ainda. Trina não parece se abalar, eu acho. Não percebo muito nela, nem a percebo. Ke$ha ficou analisando as maçãs da bochecha da Tori.

– HEY! Um garotinho ficou preso lá fora. – Disse Trina, droga! Protestamos, mas ela abiu a porta, que raiva! – Qual problema em? – Perguntou Trina.

– Aquelas garotas prometeram me beijar, mas não beijaram. – Disse o garoto.

– Ah bom! Então você pode me dar um beijinho. – Disse Trina fazendo um bico estúpido, não acredito nisso!

– Cai fora! – Disse o garoto saindo dali, Trina ficou com uma cara de lesa, que era a que ela tinha sempre, nós tivemos uma crise de risos, até a Ke$ha entrou nessa, sentamos no sofá de tanto rir. Trina subiu para seu quarto, depois de passar tamanha vergonha, a campainha tocou e Tori abriu a porta. Um loiro de olhos lindos e azuis, com uma jaqueta de couro e calça jeans, entrou na casa e nos mandou um oi tímido.

– Olha! Se você veio pra ver o show da Ke$ha. Você perdeu. – Disse Beck.

– Não, eu não vim. Oi Ke$ha. – Disse o loiro.

– Oi Zac, como vai seu pai? – Perguntou Ke$ha. Ele a conhecia?

– Você conhece a Ke$ha? – Perguntou Robbie.

– Claro, ela ia presenciar algumas peças de meu pai, e ele vai muito bem! – Disse rindo de canto e desarrumando um pouco os cabelos. – Então... Ruivinha você e a Tori, estão prontas? – Perguntou Zac. Como assim?

– Sim, eu só vou pegar minha bolsa. - Falou Vega, subindo ás escadas.

– Você vai sair com a Tori e com a Cat? – Perguntou André. Zac apenas assentiu com a cabeça.

– Preciso falar com você. – Falei levantando do sofá, Beck apenas me olhou estranho. Antes de irmos para o jardim, ouvi Robbie falar: “Como ele consegue sair com duas ao mesmo tempo?”. - O que você tá fazendo? Não suporta a Vega e a ruiva é tonta.

– Lembra quando você me pediu pra ser mais pegador? – Assenti. – Então antes de tentar sair com outras meninas, preciso conhecer melhor as meninas mais próximas de mim. Não ia chamar você pra sair, então só sobra a Cat. – Falou como se Tori não fosse ninguém.

– Mas e onde entra a Vega nessa historia? – Perguntei curiosa.

– Bom eu chamei a ruivinha pra comer comida chinesa no Oxy Star e ela mencionou que Tori gostava de comida chinesa, então ficou um clima chato e eu disse que Tori poderia vir coma gente. - Ri de canto, então... Tori era a bagagem?

– Tudo bem! Bom encontro Zac, tente não beijar nenhuma delas. – Falei rindo, ele permaneceu sério, então ele ia beijar uma delas?

– Eu estou brincando. – Disse rindo. Beck chegou e pediu pra que fossemos embora, vi Zac indo com Tori e Cat, e Trina tinha ficado só com os meninos e com a Ke$ha. Coitada dela. Fui pra casa e Beck também. Amanhã perguntaria como foi o encontro.

Zac Smith

Notas finais do capítulo
HEY meus DIVOS lindos e fabulosos, gostaram do capitulo? kkkk eu adorei escrever, mas meus capitulos favoritos vão vir seguidos u.u.u TORI FICA RETIDA, DESTRUIDORA DE BAILES E PRESOS, além claro de HELEN ESTÁ DE VOLTA, ou seja eu adorei escrever todos, e espero que gostem também u.u.u.u acho que já aluguei vocês de mais né? Então só quero falar umas coisas antes que vocês me expulsem kkkk. Acompanhem essa especie de BLOG ou tumblr feito por uma leitora minha, certo? ( http://sweetbade.tumblr.com/ ) Também peço a vocês pra dar uma olhada nessa pagina, blog ou seja lá o que for (eu me confundo muito com essas coisas kkk), eu adorei assim que vi, lá tem tipo fics, ou algo assim, fotos BADE, fotos de VICTORIOUS, da Liz e do Avan principalmente. (Feito pela linda da ScissorsandCoffee) (http://badeforever.blogspot.com.br/)
E agora...
Fic de Hoje: http://fanfiction.com.br/historia/357734/Princesas_do_seculo_XXI/) (Me pediram pra indicar e aqui estou eu u.u.u ) eu adoro a participação de vocês, sabia? u.u. beijos e até sábado :D




(Cap. 23) Tori Fica Retida

Notas do capítulo
HEEEEY my DIVOS, tudo bom com vocês? Eu não estou muito bem okay? To doente :( sim, sim doente, isso é terrivel, mas irei superar kkkk, tenho alguns avisos pra vocês aqui okay?
AVISO 1 = Quero agradecer muitissimo aos reviews do capitulo passado e como hoje vou passar a tarde toda sendo torturada naquele Salão de Beleza, eu acho que mereço reviews pra quando eu chegar da tortura e ficar feliz né? Vocês concordam comigo? u.u.u ( Eu sei a maioria das meninas adora Salão, mas eu não sou a maioria delas okay? Sou diferentemente estranha kkkk, mas eu gosto de ser assim, então PROBLEM?)
AVISO 2 = Quero dedicar esse capitulo não só a todos vocês, mas a minha querida MariBraz que me mandou uma recomendação DIVONASTICA (mistura de DIVONICA COM FABULTASTICA KK). Obrigada linda, sua recomendação foi maravilhosa e eu amo muito todos vocês.
AVISO 3 = As capas da 3ª Temporada da fic já estão prontas, eu digo capas porque são 3 sim, sim, são 3 e vocês lindos vão escolher qual é a mais legal pra ser colocada na 3 temporada okay? Mas isso só no ultimo episodio da 2, okay? Int morram de curiosidade e não ousem matar a RAINHA DOS CIUMES aki kkkk, bom capitulo pra vocês :P
*Esse capítulo segue a série: Brilhante Victoria ou Victorious (2º - Temporada) Como descrito: Não seja rígido, pois cenas serão mudadas, acrescentadas ou invertidas. Aqui a imaginação é livre e o prazer é seu em ler!

LEIAM AS NOTAS INICIAIS E FINAIS, POR FAVOR! Beijos :D

Jade West

Acordei com o telefone tocando. Era uma mensagem. De Beck.

“Não te perguntei isso antes, mas o que você tava conversando com Zac, ontem? Devo me preocupar?”

Respondi imediatamente:

“Saiba que Zac teve um encontro com Tori e Cat, dá pra acreditar?”

Ele também foi rápido:

“É não dá mesmo, mas deixa isso pra lá. Jade minha mãe ficou doente, ela tá internada, ainda não sei como que ela está e como semana passada ela voltou a morar no Canadá... Tive que ir pra lá agora. Estou no avião, desculpe não te falar nada, mas fiquei sabendo agora de manhã, fiquei bem. Beijos.”

Droga! A mãe dele estava doente, ele teve que voltar pra o Canadá, odeio quando isso acontece, morro de saudades dele, quando ele viaja pra o Canadá, além do mais, lá tem as meninas, e ninguém pra ficar de olho nele. Não respondi sua mensagem, se eu respondesse ia ser pior, eu acabaria sendo egoísta. Arrumei-me e dirigi a HA. Avistei Tori e Cat. – E então como foi o encontro Cat? – Perguntei o que interessava.

– Não sei! HAHAHA! Eu dormi... – Disse Cat rindo, ela me puxou pelo braço, um pouco longe de Tori. – No braço dele, eu te disse que Zac tem cheiro de cereja? – Sussurrou, apenas assenti boba. Como ela podia ser tão tonta? Ela foi embora, pois o sinal tinha tocado.

– Como foi o quase encontro Tori? – Perguntei a Vega.

– Bem... Ele nos levou para o Oxy Star, a Cat dormiu em seu ombro, quase o tempo todo, e tentamos acordá-la, mas ela gritou: “Crianças não me devorem.” - Disse rindo. – Então a deixamos dormir e ficamos conversando sobre coisas da HA, afinal é a única coisa que tenho em comum com o Zac. Estudar na mesma escola. Ele tem cheiro de cereja. – Falou saindo dali. Estava boba, era como se Tori tivesse tido um encontro com Zac, será que ele tinha gostado? Vai saber! Peguei algumas coisas em meu armário e fui para aula de Sikowitz. Ele falava de atuação, mas esqueceu do que falar. Professor doido!

– Uma vez... Meu irmão pintou uma parte do corpo dele de roxo. – Disse Cat, tomara que não tenha sido a parte que estou imaginando.

– E porque seu irmão pintou uma parte do corpo de roxo? – Perguntou Robbie.

– Ele tinha uma entrevista de emprego. – Explicou. O que? Ele ia fazer a entrevista pra que? Pra ser o Barney, ou... O Barney é rosa? Ou roxo? Ah sei lá, odeio dinossauros bobocas! – Mas ele não passou. – Claro que não! O sinal tocou.

– Espera, espera, espera! Alguém estaria interessado em ver o elenco de uma pequena peça chamada o Vapor de Suzi? – Perguntou Sikowitz. Ah graças! Pelo menos ia ter alguma coisa pra fazer, sem o Beck tudo fica chato. Tinha que me lembrar de ligar pra ele, pra saber como vai sua mãe, eu não me importava, mas quanto mais rápido ela tivesse bem, mas rápido ele voltava pra perto de mim. É, eu sei, sou bastante egoísta!

– A protagonista é minha? – Perguntei, mas é claro que era. Sikowitz, não entendeu. – Eu vou fazer a Suzi, não vou? – Perguntei mais uma vez, a questão é que ele saiu correndo, largando o papel por lá. Peguei o papel no chão e vi que eu era a estande da Tori, eu não queria ser só isso.

– Pegou a protagonista? – Perguntou Cat. Então eu não seria a protagonista? Mas que ótimo! A idiota da Vega pegou tudo de mim, daqui a pouco ela me arrancaria Beck. Quando percebi já tinha amassado o papel e chutado a cadeira pra longe.

– Então quem vai fazer a Suzi? – Perguntou Robbie. Eu respondo: uma idiota sem talento, irritante, feia, e imbecil que não sabe nem atuar direito. AAAAHHHH! Tori abriu o papel e viu que era ela.

– É! Ela! Essa ai... – Falei apontando pra chata da Vega. – Ela pegou o papel! – Falei mais pra mim mesma.

– Que papel você pegou? – Perguntou Cat.

– Eu fui trapaceada e humilhada. – Qual é? Eu frequento as aulas há mais tempo que a Vega, sou mais bonita e mais talentosa, sou mais tudo que ela. Até estudo aqui há mais tempo, porque ela que tinha que ficar com o papel?

– Você se acostuma. – Disse Sinjin. Eu não preciso da opinião dele, nem da de ninguém. Mas isso não vai ficar assim mesmo.

– Tudo bem, fica fria. – Disse André pegando a lista novamente. – Aqui diz: Jade West estande da Suzi. – Explicou.

– Ah como se meu sonho fosse ser a estande da Tori. – Disse irônica. Tori perguntou o que era um estande. – Ai cara! – Fala jogando a garrafa de minhas mãos, ela nem sabe o que é um estande! Garota burra e estúpida, como me rebaixaram a isso? André e Robbie explicaram que estande era uma substituta pra atriz principal. – É, se ficar doente. Ou desaparecer, ou for atropelada por um ônibus. – Disse a ameaçando e saindo dali. Onde eu poderia arrumar um ônibus? Era que nem dirigir um carro, não era? Tinha que ser! Encontrei Sikowitz no corredor. – EI ESPERA AI! SIKOWITZ! – Gritei correndo atrás dele, mas ao dobrar o corredor, bato de frente com alguém, a pessoa mais parecia uma pedra de tão dura. Cai no chão e pude ver mãos serem erguidas pra mim. – Não quero sua ajuda idiota e... Zac? – Falei percebendo o loiro a minha frente. Aceitei sua ajuda e ele me levantou, fazendo com que eu ficasse perto dele. Dei um passo pra trás e ele fez o mesmo.

– Me desculpe! Mas em certa parte você teve a culpa. Porque estava correndo? E porque o Sikowitz gritou que ia morrer? – Perguntou e eu ri de canto. Não sabia que ele tinha tanto medo de mim desse jeito, então deve ser por isso que ele saiu correndo na hora de mostrar o papel do elenco.

– Porque eu... Eu vou ser a estande da Tori na peça da Suzi... Estande! Quer dizer que eu vou substituí-la. – Expliquei irritada.

– Eu sei o que é um estande. – Disse Zac.

– Mas a Vega não. – Falei batendo o pé no chão. – Cadê o Beck numa hora dessas? Eu odeio isso! – Droga! Porque ele não está aqui?

– Tori Vega, essa garota é um problema, ontem a ruivinha dormiu e tive que conversar com ela e... Porque se o Beck tivesse aqui? O que você odeia? – Perguntou prestando atenção em todas as minhas palavras.

– É que ele me acalma e me impede de ir lá e bater com força na Vega pra ela não poder fazer o papel. – Desabafei, bufando irritada.

– E porque não bate nela? – Perguntou simples assim, como era bom uma pessoa que me entendesse.

– Ah! Porque Beck me ensinou que isso é errado. – Falei mais ainda irritada, odiava quando ele me controlava.

– Então... Porque você não bola alguma coisa pra que ela não possa ficar no dia, assim não precisa machucá-la, é só saber o que fazer. – Disse me dando uma ideia incrível.

– Mas é claro... Zac você é um gênio, se eu não odiasse qualquer tipo de contato, te daria um beijo na bochecha agora mesmo. Você é demais! Falo com você depois. – Disse saindo dali para encontrar o Sinjin. – SINJIN VOCÊ VAI FAZER ISSO PRA MIM. – Gritei e ameacei o garoto no armário do zelador.

– E o que eu ganho? – Perguntou como se eu não estivesse o encostando ao armário e segurando-o pela gola da camisa.

– Ganha eu não te bater agora! – Ameacei. Calma Jade! Beck te disse que você não pode ser tão explosiva. – Eu te dou trinta dólares e uma transformação completa. – Falei, afinal o Sinjin é uma pessoa estranha e totalmente sem graça.

– Fechado! – Disse rindo. – Foi assim mesmo que eu sonhei. Você me encostando ao armário e agora falta o resto do sonho. – Disse fazendo beicinho. Que idiota!

– SINJIN! Já sabe, ligue pra Vega amanhã e imite algum produtor famoso, você que sabe. – Falei o largando e saindo dali. Fui pra casa, dormi e no outro dia me acordei com uma mensagem de Beck.

“Minha mãe está bem, estarei voltando pra casa amanhã mesmo, beijos minha morena.”

Ótimo! Ele viria amanhã, não aguentava mais de tanta chatice sem o Beck. Fui pra HA, ainda revoltada com tudo isso da peça, estávamos Robbie, Cat, André e eu na escada. André falava das idiotas maçãs da vovó Smith, peguei a maçã que ele estava comendo, joguei no chão e pisei com bastante força. Vovó Smith, até parece à avó do Zac. Devolvi a maçã pra André. Robbie e seu boneco idiota ficaram me provocando, só não pegava esse boneco e jogava no lixo, porque neste momento eu estava bastante concentrada em meu plano.

– Ei depois da escola vocês querem comer sushi comigo? – Perguntou Tori depois de cumprimentar todos nós.

– Não com você! – Falei por alto, adoro sushi e odeio a Tori. Robbie explicou que sua barriga estava ruim esses dias, to nem ai pra ele! O celular de Tori tocou e ri de canto, o Sinjin pelo menos tava fazendo alguma coisa que preste. Sinjin havia se passado como produtor da Lady Gaga, tá isso foi muito ridículo, quem acreditaria? Eu digo: A Vega. Ele falou que ela tinha que fazer um vídeo de apoio para cantores e dançarinos, ela ia aceitar.

– Mas você não vai fazer o vapor da Suzi nesta sexta? – Perguntou Robbie. Droga!

– Ai meu Deus! Vai recusar um trabalho num vídeo de verdade só pra fazer uma peçinha da escola? – Perguntei fazendo minha parte. Se fosse de verdade e fosse comigo eu saía saltitante e dava dedo pra essa peça idiota da qual peguei a estande. Tori ia desistir.

– Ah é e a Jade pegaria seu papel! – Calada Cat! Será que Robbie e Cat não podiam ser irritantes em outro lugar?

– É! Eu... – Tentei fazer a cara mais normal possível. – É! Ela pegaria não é mesmo? – Disse Tori com uma voz um pouco desconfiada. Droga Cat e Robbie! Casal boboca! – Alô senhor... É eu tava pensando... – Tori pegou um apito e soprou no celular, Sinjin gritou mais a longe. Ele não poderia ter ido a outro lugar pra fazer isso? Tori seguiu o barulho e a segui. – Vem aqui! Sinjin!

– A Jade me obrigou. Me prometeu trinta dólares e uma transformação completa. – Entregou-me. Será que ele não sabia ficar de boca fechada?

– Bom... Você falhou. Então nada de trinta dólares, e vai ter que continuar desse jeito. – Falei. Idiota! E agora o que eu iria fazer?

– Fez ele me passar um trote pra eu perder a cabeça e não pegar o papel? – Perguntou Tori, será que ela é lesa? Ou apenas burra o suficiente pra não entender isso?

– Tá, eu não vou ficar aqui parada, ouvindo você me acusar de coisas que eu obviamente fiz. – Falei, saindo dali. Encontrei Zac conversando com Meredith, uma garota chata e irritante que participou de uma peça com Beck, tenho certeza que ela gostava dele.

– Até mais então, Meredith. – Disse Zac sorrindo sedutor, enquanto Meredith saía de perto dele sorridente. Desde quando ele era assim com as pessoas? – Como foi?

– Uma porcaria, ela descobriu e eu preciso de sua ajuda. – Falei parando do seu lado. – Desde quando chama alguém pra sair? E logo a Meredith? – Perguntei pra mim mesma.

– Desde quando escutei os seus conselhos e agora to tentando ser mais pegador ou algo do tipo, ainda fico meio perdido, muitas das meninas daqui, são idiotas e lesadas e cem por cento das vezes que eu chamo alguma delas pra sair, eu quero vomitar. – Falou fazendo cara de enjoado. – Pra onde estamos indo? – Perguntou enquanto eu o arrastava para a sala da diretoria.

– Você vai seduzir aquela secretária, enquanto eu vou pegar a ficha médica da Vega. – Falei o empurrando. – VAI! – Disse, antes de ele protestar. Zac começou a conversar com a secretária, entrei pelos fundos e tirei uma foto da ficha médica da Vega. Quando saí, a mulher perguntava a Zac se ele já era maior de idade, pessoas safadas! Dei um sinal qualquer e ele saiu reclamando comigo. Interessante, a Vega tinha alergia a margaridas do campo. Zac ligou para um entregador e conseguiu-as pra mim, o agradeci e saí dali, indo para o ensaio da peça. Tori estava sendo ridícula, igual a sua irmã que mal sabia interpretar uma pessoa com tuberculose. O entregador chegou, agi naturalmente.

– Não Tori, são margaridas do campo. – Alertou Trina. Droga garota! O que eu tenho que fazer? Matar todos dessa escola pra conseguir concluir meu plano? Tori explicou que seu rosto incharia se ela tocasse nas margaridas. André questionou sobre quem mandaria margaridas do campo pra ela, eu ri de canto.

– Eu não sei... Ou talvez eu saiba. – Disse chegando perto de mim. – Como descobriu que eu sou alérgica a margaridas do campo? – Perguntou.

– Fiz minha lição de casa. – Respondi.

– Olhou o meu registro médico? – Perguntou Tori, mas é claro! Tenho que conhecer melhor meus inimigos.

– Respondo depois que você enfiar sua cara naquelas margaridas do campo. – Falei.

– Presta atenção! Eu vou fazer essa peça, eu fiz o teste, eu consegui o papel, e eu vou interpretá-lo. – Disse chegando muito perto de mim, o que ela tava pensando? Estava com medo de morrer? Como ficaria a cara dela, depois que eu a quebrasse?

– Não me importa o que você faz! – Imitei sua voz chata e irritante. Sikowitz interrompeu, dizendo que Trina estava interpretando muito mau o seu papel, parece que é do sangue O negativo dos Vega não é mesmo? Lane chegou correndo avisando que Robbie estava no hospital, o que aquele idiota fez dessa vez? Lane disse que segundo a mensagem do Rex, tinha um carro estacionado da barriga do Robbie, o que quer dizer? Tori e Cat disseram que queriam ver Robbie, quem liga pra o idiota do boneco? Sikowitz liberou, mas alertou a hora da peça. Eu iria ficar, num tem nada mais chato que um hospital.

– Espera! Jade isso é mais um de seus truques pra me tirar da peça e pegar meu papel? – Perguntou Tori, mas que viagem! Respondi que não. – E se tiver mentindo?

– Ah! Tá eu vou pra o hospital e você fica aqui. - Falei indo em direção à porta. Tori me chamou. Ai meu Deus!

– Como eu vou saber se você não está me enganando, fazendo eu ficar aqui, enquanto você... – Tentou Tori.

– AS DUAS VÃO PRA O HOSPITAL! – Gritou Sikowitz. Nunca o vi gritar desse jeito, concordamos e saímos dali rápido. Chegamos rapidamente ao hospital, ao ver Robbie na cama, aquilo me dava felicidade, por ele ter me atrapalhado hoje mais cedo e agora estava pagando, só faltava a Cat e a Trina. Robbie explicou que quando tinha sete anos uma valentona assustadora, o fez engolir seu carrinho favorito. Isso sim é uma boa historia! Vimos o raio X, e que inferno era isso? Nunca tinha visto nenhum caso igual. Lane saiu com uma enfermeira gorda, ele perguntava a ela sobre loções. Lane e suas manias... Ah! Trina se surpreendeu com um cara que tossia parecendo que ia morrer, é talvez ele fosse mesmo.

– Eu to fazendo um papel de uma garotinha que sofre de tuberculose, eu quero que minha tosse encatarrada seja tão realista quanto à dele. – Explicou Trina, ela e Cat se foram. Ai, ai, essa dupla é bem idiota!

– Caramba Robbie, não sabia que era tão popular. – Disse o médico chegando à ala. – É a namorada dele? – Perguntou o médico, ele ta me achando com cara de retardada? Só pode! Nunca que eu seria namorada da lesma do Robbie.

– Não, você é? – Eu sei, fui bem grossa, mas ele me ofendeu da pior forma possível.

– Tá bom, porque você não vai até o berçário e assusta alguns bebezinhos? – Como Tori adivinhou? Choro de bebê é demais!

– OOO! Cadê os bebês? – Perguntei para o médico que franziu a testa. O doutor explicou que a situação do Robbie era critica, e que se o carrinho se mexesse, rasgaria todo o seu intestino. – Passa faca e tira logo isso de lá. – Sugeri.

– Bom eu faria, mas o Robbie tem um tipo raro de sangue. O negativo. – Espera! – E não temos sangue o suficiente para a cirurgia – Explicou o médico.

– Bom... Olha! Eu sei onde tem sangue O negativo. – Falei.

– Onde? – Perguntou Tori.

– Bem aqui! – Falei pegando o pulso da Vega. É mesmo! Sua ficha médica dizia isso.

– Eu sou O negativo? – Perguntou Vega. – Você viu mesmo minha ficha médica? – Perguntou como se isso já não fosse obvio, ela tinha problemas? Ou era lerdeza mesmo?

– Falei que fiz a lição de casa. – Disse imitando sua voz. Tori confirmou que podia doar sangue pra cirurgia, e o doutor perguntou se ela não tinha uma substituta pra sua peça, caso a perdesse. – RUM! É ela tem! – Falei animada, já tinha até o plano perfeito. André e eu fomos com Tori pra tirar sangue, tomara que doa.

– Isso vai doer? – Perguntou Tori.

– É provável! – Respondeu a enfermeira. Eu ri de canto.

– De quanto sangue vai precisar? – Perguntou Tori.

– Tira bastante. O que não forem usar pode mandar pra minha casa. – Será que eles fazem entrega? Isso seria o máximo!

– Cai fora! – Disse Tori.

– NÃO! – Falei, espera o que eu to fazendo aqui mesmo? – Eu vou nessa. – Virei as costas e sai dali, dei de cara com Meredith no hospital. – O que está fazendo aqui? Ah é eu não quero saber! – Falei dando as costas a ela, mas encontrei certo loiro de jaqueta de couro com o olho roxo, cabelo despenteado e mancando. – ZAC? O que aconteceu?

– Obrigado Meredith, já pode ir! – Pediu, e a garota chata saiu. – Bem, como você sabe eu convidei a Meredith pra sair hoje à tarde, e quando estávamos no restaurante, apareceram algumas garotas que eu também tinha chamado pra sair, só que nos outros dias, e elas me viram com Meredith, me deram uma surra num beco com galhos e pedras, e agora eu to com o olho roxo e acho que com a perna quebrada. – Explicou o loiro, eu ri de canto.

– Robbie bem sabe como é apanhar com galhos. Mas Zac, porque tantas garotas de uma vez? – Perguntei, afinal eu tinha sugerido que ele saísse com garotas, não com várias.

– Porque eu logo vi que Meredith não era a melhor garota pra chamar pra sair, ela não tem opinião própria. – Explicou. – Agora tenho que ser atendido, tchau. – Disse entrando numa ala.

– Oi, me faz o favor de levar esse sangue pra cirurgia, quarto quinze, um garoto chamado Robbie tá precisando. – Explicou a enfermeira que tirou sangue da Tori. Ótimo!

– Tá bom eu levo, assim que terminar de preencher isso aqui. – Falou outro enfermeiro. – UU ainda tá quentinho. – Disse estranhamente.

– Deixa de ser bizarro. – Disse a enfermeira saindo dali. O tal cara bizarro deixou o sangue de lado, enquanto ele escrevia alguma coisa no papel, outro cara passou com várias coisas num carrinho. Era perfeito! Peguei o sangue e coloquei no carrinho e sai dali antes que alguém visse. Peguei o carro e fui pra HA, no teatro caixa preta. Sikowitz estava terminando de conferir ás coisas da peça junto a Sinjin, sentei na cadeira e liguei pra Beck.

– Jade? Amor? – Perguntou atendendo ao telefone. – Não sabe quanto eu estou com saudades de você. – Sorri.

– Como está sua mãe? – Perguntei interessada, queria que ele voltasse logo.

– Não, muito bem, não sei quando poderei ir pra casa, mas você reconhece que ela precisa mais não é? – Perguntou sendo doce.

– Há um tempo, eu diria não, mas agora, eu sei que ela precisa mais do que eu. -Falei olhando pra o lado pra conferir se não tinha ninguém escutando.

– Eu te amo! – Disse mais doce do que o normal. – Tchau Jade. – Desligou o telefone. Vi Trina e Cat entrando no teatro. Vesti a roupa da Tori, mas ainda escutei a conversa.

– Cadê a Tori? – Perguntou Sikowitz.

– Ficou no hospital. – Disse Lane.

– Perderam o sangue dela, então vão tirar mais um pouco. – Explicou André.

– Bom... Melhor ela sangrar rápido. – Disse Sikowitz, isso era perfeito! - Cadê a Jade?

– Alguém tá procurando pela melhor capitã de vapor que esse mar já mais viu? – Perguntei ditando a fala da personagem.

– Porque tá usando o figurino da Tori? – Perguntou Trina.

– Porque ela tá brincando de médico e eu de Suzi. – Expliquei.

– A Tori vai chegar com tempo de sobra. – Disse André. Droga!

– Só to deixando a roupa dela quentinha. – Falei saindo dali. Pessoas chatas! Vi a ultima postagem da Tori, ela já tinha doado mais sangue e já estava vindo pra cá, mas que droga! Tirei a roupa da Suzi e sentei na cadeira, pra esperar, droga! Sem o Beck aqui tudo fica tão chato. Entrei no The Slap e vi outra postagem da Tori.

“Agora tenho que doar mais meio litro de sangue! Como vou me sair na peça?”

Humor: Surtada.

O que? Ela ia doar mais meio litro? Isso era seguro? Tomara que não! Faltavam poucos segundos pra peça. Fui dar uma passada no corredor e avistei o loiro procurando algo em seu armário. Várias garotas o rodeavam.

– Ah Zac você tá tão mais lindo com essas muletas! – Disse uma garota oferecida.

– SUMAM DAQUI! – Gritei e elas saíram correndo. – Como você tá?

– Agora bem melhor, essas garotas estavam me irritando pra valer! Cadê o Beck? Não o vi nem ontem, nem hoje. – Falou.

– Ele tá com a família no Canadá. – Não posso sair por ai dizendo que sua mãe tava doente. – Foi tão grave assim pra tá usando muletas?

– Foi sim, o médico disse que se não fosse a Meredith pra interromper as garotas, eu podia ter quebrado a perna. Então ele me deu essas muletas e disse que eu não podia forçar muito meu pé. E quanto ao olho roxo, ele falou que daqui a alguns dias ia desaparecer. – Explicou. Talvez Meredith servisse pra alguma coisa, a não ser entregar Cupcakes pra as pessoas e dar em cima do meu namorado. – Talvez Meredith sirva pra alguma coisa. – Disse como se lesse meus pensamentos, aquilo me assustou.

– HAN... Eu vou fazer a peça, você quer vir? – Falei convencida de que Tori iria vir pra peça, mas talvez ela nem faça.

– Claro! Você pegou o papel principal? – Perguntou Zac, me seguindo.

– Claro que sim! – Confirmei rindo de canto, fomos até o teatro, ele se sentou e droga! A Vega já estava vestida como Suzi. As cortinas se abriram e começou a peça, tomara que ela seja um desastre.

– Nós... Não vamos ancorar... Eu vou estacionar o barquinho... – Falou Vega quase caindo, ela estava muito fraca, porque inferno ela ainda estava fazendo a peça?

– Cara, a Tori não parece nada bem... – Disse Sikowitz o obvio. Ótimo!

– Ela não tem culpa, tiraram um litro e meio de sangue dela. – Explicou Cat.

– Aquela... Aquela pequena garotinha... Aquela garotinha ta doente. – Disse Tori atuando, e mostrando Trina que tossia verdadeiramente, nossa! Parece que o cara da tuberculose ensinou bem á ela. Se é que posso dizer assim. – Temos que levá-la pra... – Como ela podia esquecer a fala? André a ajudou. – Mais avelãs! Até o amortecer.

– Não pode comandar um barco, não passa apenas de uma mulher. – Atuou André.

– Você... Você pode ser uma mulher... Mas não quer dizer que eu não seja a melhor capitã automática que esse... Que esse mar já viu. – Tori começou a cantar desastrosamente, algumas vezes esquecendo a letra da canção. Não tinha sentido ela continuar ali! Ela caiu.

– Cortina! Ah! Cortina! – Pediu Sikowitz e Sinjin fechou as cortinas, até que enfim. – Bom... Faremos um breve intervalo.

– Pobre Tori! – Disse Cat indo socorrer Tori que estava caída no chão.

– É! Vou tirar as roupas dela. – Falei tentando sair dali, mas Sikowitz me impediu. – Ela não pode fazer o papel e eu sou a estande! – Expliquei o obvio.

– Não importa, você tem agido mal a semana toda. – Disse Sikowitz. E desde quando eu ajo bem? – E eu não vou recompensar você, te deixando fazer o papel principal. – Mas o que? Isso não é justo!

– Têm um publico lá fora! O show tem que continuar. – Citei sua frase quando Rex teve que ir pra o hospital e Robbie teve que ficar, talvez isso o fizesse mudar de ideia.

– É! Sim ele tem... – Disse Sikowitz estranhamente. – E ele vai continuar! – Meu Deus, pra onde é que ele ta olhando com essa cara bizarra? – Rápido! Tirem a roupa da Tori, e coloquem no vestuário, eu já volto. – O que? O que ele ia fazer de fato? Sikowitz voltou com a roupa de capitã e antes que eu protestasse, alegando que isso era uma completa bizarrice idiota e sem sentido de sua parte, ele mandou abrir as cortinas e começou a atuar pateticamente com aquela roupa.

– Não pode comandar esse barco, não passa apenas de uma mulher. – Atuou André.

– Eu posso ser uma mulher... Mas isso não significa que eu não seja a melhor capitã que esse mar já mais viu. – Falou Sikowitz atuando. Ele não tinha vergonha de ficar desse jeito? Até parece a Trina quando queria se vestir de hambúrguer. Sikowitz começou a cantar.

– Eles... Eles tiraram o carrinho do Robbie? – Perguntou Tori se encostando a gente pra não cair, só a deixava encostar-se a mim porque eu ainda estava boba com tudo isso, quando foi que eu perdi o meu papel principal pra o professor?

– Eu tenho certeza Tori. – Disse Cat. Tori caiu no cão com a Cat. Apenas observei a peça. Que ridículo! Saí dali e postei no The Slap;

“Indo pra casa depois de perder o papel da Suzi do vapor pra meu professor lunático e estranho de barba.”

Humor: Não acreditando!

– HEY Jade pode me dar uma carona, é que eu não posso dirigir desse jeito? – Perguntou Zac. Assenti. – Não era pra você tá lá sendo a protagonista? Porque o seu professor que pegou o papel? – Perguntou.

– Porque ele é um completo idiota! – Respondi. Deixei Zac em sua casa e fui para minha. Recebi uma mensagem de Beck. Que me deixou feliz.

“Minha mãe melhorou, estou indo pra casa quando der, pois ela quer que eu fique alguns dias com ela, tudo bem?”

É eu sei, ele não viria pra casa cedo, mas pelo menos sua mãe estava bem, isso me deixava feliz. Espera! Quando foi que eu comecei a pensar assim? Dormi rapidamente e sonhei com Beck e eu em um barco, acho que a Suzi me fez mal.

Zac Smith

Notas finais do capítulo
HEEEY mys DIVOS gostaram do capitulo? Tenho que dizer que eu não gostei muito, muito não, porque cadê nosso lindo Beck? É ele não está presente no capitulo meninas :( Mais no proximo ele aparece e eu tenho que dizer vai ser demais, porque eu caprichei muito no proximo e também no PRESOS, são meus capitulo favoritos ué? u.u.u.u Enfim... Eu estava fazendo um teste, que é pra ver quem eu era na Hollywood Arts e adivinhem? Eu sou o Beck (Han? ) É eu também não entendi, mas eu adorei enfim o teste tá em ingles, mas quem quiser fazer ta ai: (http://centralnick.com/jogos/jogos-online/victorious-brilhante-victoria/quem-e-voce-na-hollywood-arts) Boa sorte! :)
Fic de Hoje: http://fanfiction.com.br/historia/310926/Riot_Girl/m (Sério eu tenho paixões secretas por essa história, na verdade eu tenho paixões secretas por qualquer historia que seja BADE e que fale de como os dois se conheceram, sério as pessoas me dizem que eu tenho bastante imaginação, mas na hora de explicar como os dois se conheceram, eu travo kkk, mas relaxem que de vez em quando em alguns capitulos aqui, vai ter cenas que relembraram o passado BADE uu.u. (principalmente quando eles tiverem separados :( )
Beijos e até terça que vem, u.u.u muitas emoções LALALALA ;D




(Cap. 24) Destruidora de Bailes

Notas do capítulo
HHHEEEYY meus DIVOS e DIVAS tudo bom com vocês? Já tava ficando com saudades sério, eu ia postando ontem porque eu pensei que era terça kkkkk, sou esquecida demais u.u.; Vamos aos avisos que sempre tem, né? kk
AVISO 1 = Eu já tenho gente daqui do NYAH no meu face u.u.u.u.u como a GabbyWest e a Mari Braz, então quem mais tiver face e quiser uma pagina legal pra curtir, curtam Coisas que eu gosto u.u.u, minha pag, eu agradeço (http://www.facebook.com/coisasqueeugosto.br)
AVISO 2 = Ignorando o Aviso 1 que não teve nada a ver com a fic esse tem, então eu já tinha falado que o capitulo PRESOS é grande, então eu já resolvi o que eu vou fazer, e acho que vocês não vão gostar, mas vai ter que ser assim. Eu irei postá-lo esse sábado agora, e ele vai valer por dois capitulos, então nada de capitulos pra vocês na TERÇA-FEIRA ou seja nos veremos só no proximo proximo sábado... (sei que é meio confuso, mas tomara que tenham entendido, quem não entendeu, fala nos reviews que eu explico melhor, okay?)
Boa leitura e tomara que gostem do capitulo porque esse é meu episodio favorito da 2ª Temporada e eu tentei caprichar o melhor possivel. Tem novidades, uu.u.u.u.u surpresas no final do capitulo, não adianta pular pro fim. Nos vemos lá embaixo! :D
*Esse capítulo segue a série: Brilhante Victoria ou Victorious (2º - Temporada) Como descrito: Não seja rígido, pois cenas serão mudadas, acrescentadas ou invertidas. Aqui a imaginação é livre e o prazer é seu em ler!

LEIAM AS NOTAS INICIAIS E FINAIS! :D

Jade West

Acordei procurando alguém do meu lado, ele não estava. Droga! Minha mente não me deixava lembrar que ele tinha ido pra o Canadá, calma Jade! Ele irá voltar. De repente bateu uma vontade de fazer uma peça, sei lá! Parece que quando o Beck não está perto de mim, eu fico com vontade de fazer outras coisas. Liguei pra Cat.

– Bom dia Jade HAHAHA! – Falou a ruivinha assim que atendeu o celular.

– Oi Cat! Escuta tem como seu irmão doido e pirado me arrumar umas coisinhas? – Perguntei tendo a ideia de fazer minha antiga peça, palhaços não quicam.

– Sim, qual são as coisas? HAHA! – Perguntou rindo interessada.

– Poucas coisas... Uma roupa de palhaço, uma furadeira e bastante sangue falso. – Pedi rindo malvada. - Cat?

– Nossa! Quanta coisa... Jade? HAHAHA! Adoro essa brincadeira de dizer os nomes... HAHAHA! – Eu não sei como a cabeça da Cat funciona, mas que tal um pouco de pressão?

– Se você não conseguir minhas coisas... Eu vou me vestir de palhaço e usar essa furadeira na sua cara, e ai nem vamos precisar de sangue falso. – Ameacei desligando o telefone. Arrumei-me e fui para HA. Fui pra sala de Sikowitz. – Sikowitz! – Chamei, enquanto o professor maluco olhava para seus cocos no chão. – Preciso fazer uma peça na escola, quando devo fazer? – Perguntei já que ele é o diretor de eventos.

– Não sei, porque está me perguntando isso? – Disse confuso. Ah que droga! Ele é o diretor de eventos, porque diabos ele não pode ser pelo menos inteligente?

– Só me diga um dia pra que eu possa fazer minha peça em paz. – Falei suspirando, pra tentar manter a paciência. Ri de canto, com a ideia de “peça em paz”, um palhaço e um banho de sangue, não parecia ser uma peça de paz.

– Tudo bem! Vou consultar minha agenda... – Falou pegando uma luva de forno. – Sua peça terá que ser terça feira passada ou nesse sábado. – ÓTIMO! Hoje era quinta, dava pra organizar tudo. – Isso é uma luva de forno! – Disse rindo estranhamente, eu que não vou ficar mais aqui. Me mandei. Avistei Cat e a Vega encolhidas olhando alguma coisa. Aproximei-me das duas, e... O que tava acontecendo ali? Avistei de longe André beijando uma garota pra mim desconhecida, nossa! Eles não se desgrudam?

– O André ta tentando engolir aquela menina? – Perguntei pra mim mesma, nossa! Num é que o Harris tem pegada, ri por dentro.

– Não, acho que só estão se beijando! – Disse Cat. De que planeta a Cat veio em?

– Lá vem ele, lá vem ele, não deixem ele saber que a gente tava olhando. – Alertou Tori enquanto André desgrudava daquela menina e se aproximava de nós.

– E ai? – Cumprimentou André.

– Tranquilo! – Começou Vega.

– Só de boa! – Falei desviando o olhar pra ele não perceber que estávamos de enxeridas.

– A gente tava vendo você beijar aquela garota! – Droga Cat! Será que não consegue ficar calada?

– Tudo bem! Espero que tenham gostado do show. – Disse rindo. Que idiota! Cat recebeu uma mensagem. Disse que era seu irmão.

– Ele conseguiu minhas coisas? – Perguntei.

– É! Ele disse que conseguiu a roupa de palhaço, a furadeira e 45 litros de sangue. – Disse. E nossa!

– UAL! Ele conseguiu 45 litros de sangue falso? – Perguntei impressionada.

– Tinha que ser sangue falso? – Perguntou... O que? Como assim o irmão dela conseguiu 45 litros de sangue de verdade? MEU DEUS! Quem ele matou? – Eu vou ligar pra o meu irmão. – Falou entendendo a situação e saindo dali.

– Então... Posso perguntar pra que você quer sangue, uma furadeira e roupa de palhaço? – Perguntou Tori, desde quando ela pedia permissão pra me fazer uma pergunta. É! Gostei disso!

– É pra apresentação que eu to fazendo. – Expliquei. Tori mexia em seu armário.

– E é sobre o que? – Perguntou André.

– Um palhaço, um paraquedas, que não abre. – Expliquei. Essa ideia era ótima, nossa! Antes de namorar o Beck eu tinha ideias muito mais macabras do que agora, mesmo assim ainda não abro mão do Oliver. A peça se passava em uma cidade pequena no sul do Arkansas e um palhaço psicopata que estava revoltado com a vida e com seu emprego resolve pular de paraquedas, antes disso ele comprava uma furadeira. E então quando ele dava o grande salto, seu paraquedas não abria de jeito nenhum e ele pedia aos céus que se fosse morrer, que pelo menos levasse mais alguém com ele. Termina com o palhaço caindo e soltando sua furadeira na queda, ele cai em cima de uma pessoa e sua furadeira acaba atingindo outra pessoa, e ele consegue se matar levando mais duas pessoas com ele. Fim épico.

– E como se chama? – Perguntou Vega. Retirei o folheto que eu tinha feito há um tempo, só esperava dar vontade de fazer. – Palhaços nãoi quicam? – Leu.

– Eles não quicam... – Disse André.

– Vá ao show e veja por que. – Falei rindo. Avistamos Robbie e o seu boneco babaca vestido de paletó e dando ataques.

– E qual o problema com o Rex? – Perguntou André.

– Fomos ao Baile de Northridge esse fim de semana. – Explicou Robbie, eu ri de canto. Garotas de Northridge não são as melhores garotas, aquela cidade é nojenta e podre, parece que todos de lá são. Robbie saiu correndo com o boneco para o banheiro, porque ele parecia querer vomitar. Mas ele é um boneco!

– Ei quando é nosso Baile? – Perguntou Vega. Ai! Lá vem!

– Nós não temos Baile! – Expliquei. – Baile são bobos! – Mas claro que são!

– Eu adoro Bailes. – Disse Vega, só podia ser!

– O que faz sentido... Porque você e os Bailes são bobos. – Falei saindo dali. Só era o que me faltava! A Vega querer que nós tivéssemos um Baile idiota e bobo, igual a ela.

– HEY Zac! – Avistei o loiro ainda de muletas e com o olho um pouco menos roxo.

– Oi Jade! Como vai a Vega? Pensei que ela ia morrer com toda aquela perda de sangue. – Disse rindo. Tirei um folheto de minha bolsa e lhe entreguei.

– Seria uma perda muito grande pra você? – Perguntei irônica.

– Claro que seria! – Falou sarcástico. – Palhaços não quicam! –Leu o folheto. – Ta ai, essa peça parece ser interessante, quando vai ser?

– No sábado! – Expliquei, ele sorriu e foi embora. Fui para as aulas. Tudo muito chato e monótono, sem o Beck aqui. PARE JÁ JADE! Não tenho que ficar pensando nisso, ele só foi pra o Canadá, vai voltar logo pra você! Minha consciência parecia falar o tempo todo comigo. Mas lá no fundo eu não conseguia seguir seus conselhos. Beck fazia falta sim, eu o queria aqui perto de mim agora! Mas que droga de mãe! Droga! Eu acabei de chamar minha sogra de droga, tanto faz. Ia almoçar, sozinha por acaso. Droga cadê o Beck? Eu já to me enchendo, pensando desse jeito. Zac se sentou com um pouco de dificuldade do meu lado. Antes de falar com o loirinho de muletas, avistei Sikowitz carregando uma velhinha no colo. O que ele estava fazendo? Ah deixa pra lá!

– Você soube do novo Baile? – Perguntou Zac me tirando dos meus pensamentos confusos, que droga de Baile?

– O que? – Perguntei confusa.

– Parece que a Tori está organizando um Baile, aqui mesmo no colégio, adorei essa ideia, menos pela parte de convidar meninas, to tentando evitar elas, depois que sofri esse pequeno acidente e...

– SHIU! Espera a Vega está fazendo a droga do Baile? – Perguntei rindo da ideia ridícula dela.

– Sim, vai ser nesse sábado! – Explicou. O QUE? MAS...

– Minha peça vai ser nesse sábado! Preciso do número do Sikowitz. – Zac apenas me deu seu telefone, é claro, Sikowitz é seu vizinho. – SIKOWITZ. – Gritei.

– Como conseguiu meu numero? Não importa! Tenho que levar minha avó no hospital, mas parece que esse drive tru não atende tão rápido quanto eu pensava. – Disse rindo estranhamente. Se eu não estivesse tão aterrorizada com a hipótese de a Vega fazer seu Baile idiota no dia da minha peça, eu até ligaria pra o fato de ele ter parado pra comprar comida enquanto sua avó estava doente.

– NÃO LIGO PRA PORCARIA DE SUA AVÓ! QUERO SABER POR QUE A VEGA VAI FAZER O BAILE DELA NO DIA DA MINHA PEÇA? – Gritei alterada.

– Por que... HAN... Por que... É verdade! Não me bata se quiser fazer isso, faça com a Tori. – Disse Sikowitz desligando o telefone rápido, idiota!

– Eu até te ajudaria, mas olha meu estado? Soube que a reunião do Baile está acontecendo agora, no Teatro Caixa Preta. – Disse quase cantando. Sua voz parecia doce. Doce até demais! O que tava acontecendo com ele? Eu em? Ia saindo dali, mas a mão do loiro me puxou e meu corpo voltou, me fazendo olhar pra ele novamente. – Meu celular, West! – Disse erguendo a mão livre, lhe entreguei e fui rumo ao Teatro, desde quando alguém que está acabado consegue ter tanta força nas mãos? Ah é! Ele torceu o pé e não a mão. Entrei com tudo no Teatro, desde quando a Vega pensa que pode me desafiar assim? Bati seu notebook e empurrei o carrinho com tudo, ficando de frente a ela.

– Oi Jade! Quer se juntar ao nosso grupo e... – Tentou Vega.

– Você tinha que fazer seu Baile bobo, nesse sábado à noite? – Perguntei rude.

– A gente tá chamando de Bailiê... – Tentou mais uma vez.

– Eu ia apresentar minha performance nesse sábado... Agora o Sikowitz disse que eu não posso porque você reservou o café pra seu Baile bobo. – Expliquei muito irritada.

– Bailiê... – Ai meu Deus! Ela quer ganhar o que? O diploma de retardada?

– Cancele já! – Mandei.

– Não! – Falou me desafiando, o que ela pensa que é?

– Não? – Perguntei e ela continuou. – NÃO?

– Não! – Falou nervosa. Porque ela continua me irritando?

– Tá bom, tá bom... Faça o seu Bailiê... – Que droga de nome é Bailiê? – Mas fique sabendo... Vai desejar não ter feito... – Ameacei saindo dali. Droga! Quem ela pensa que é pra cancelar minha peça? Desafiar-me em publico e achar que vai ficar assim mesmo?

– E então? Conseguiu fazer com que ela desistisse? – Perguntou Zac. Fiz que não com a cabeça. Vega idiota! – Ah... E você vai com quem? – Perguntou sorrindo, ele queria ir mesmo nesse Baile idiota? Zac estava estranho!

– Não sei! Que tal você me ajudar a arruinar o Baile da tonta da Tori? – Perguntei malvada cheia de planos em minha cabeça.

– Tudo bem, vai ser uma honra... – Sorriu malvado, já tava sentindo saudades desse Smith que parecia um pouco comigo, mas eu conseguia ser mais malvada. – Mas... Bom... Já que mesmo a gente tentando arruinar o Baile, o mesmo ainda vai acontecer... Será que eu poderia... Convidar uma garota? – Perguntou com os olhos brilhando.

– Tá, tudo bem... Acho que isso não vai ser de todo mal... – Disse rindo.

– Ok! Ei você viu a Cat? – Perguntou, ele ia convidar a Cat? Nossa! Fiz que não com a cabeça. – Te vejo daqui a pouco na sua casa. – Falou rindo e saindo procurando a Cat em algum lugar, acho que ela deve ser a única menina que não queria bater nele com galhos. Ri imaginando o fato de Cat e Zac juntos, ia ser engraçado, mas nunca vai acontecer... Então... Foco Jade! Fui pra casa e me sentei ao sofá tentando pensar. Baixei um vídeo idiota pra ser colocado na hora que as pessoas esperarem a música ou algo do tipo, isso já estava feito! Zac chegou minutos depois. – E ai qual o plano?

– Eu não sei! – Falei. Sentamos no sofá e ficamos pensando por um bom tempo, mas Zac nem se quer se esforçava, acho que ele queria mesmo ir à droga desse Bailiê. – Que tal se desmarcássemos a banda idiota dela? – Perguntei tendo uma ideia. – Entramos no quarto da Vega e pegamos seu notebook, ligamos pra banda e desmarcamos tudo...

– Parece uma boa ideia, menos pela parte de que eu não quero entrar na casa da Vega desse jeito. – Falou apontando pra as muletas.

– Tudo bem! Você acha uma escada e me encontra daqui a pouco no quintal da casa da Vega. – Falei o expulsando da minha casa. Em pouco tempo eu estava no quintal da casa da Vega. Zac chegou minutos depois, eu ri com seu jeito desengonçado, ele posicionou a escada no lugar e subimos, mesmo de muleta, eu o fiz subir comigo. Tori dormia toda enrolada, procurei seu notebook e achei, enquanto o ligava, Zac mexia em sua gaveta de roupas intimas, como eu odeio a palavras calcinha! O que ele tá fazendo? – Zac?

– Então é isso que garotas usam? Isso é bastante sexy! – Falou pegando uma roupa intima da Vega.

– Esqueça a porcaria de suas fantasias sexuais com a Vega e fica de olho pra ela não acordar. – Sussurrei e ele se calou. Até que Zac me deu uma ideia, pedi camarão e Zac foi comprar alguns numa lanchonete perto dali, colei um camarão no sutiã da Vega que ela ia usar, pois seu vestido e algumas peças de roupas estavam separadas em cima da cadeira, comemos o resto do camarão. Anotei o numero na minha agenda telefônica e nos mandamos dali. Acordei no outro dia já de tarde, nossa como eu dormi! Nenhuma mensagem de Beck, que droga! Zac chegou aqui em casa e agora estava deitado no sofá. – Chamou a ruivinha para o Baile? – Ele parecia entediado.

– Sim, mas ela disse que ia com um tal Tug ou Dug sei lá, ele é jogador de futebol e trabalha em uma loja de enxoval. Acho que ele é gay. – Disse rindo.

– Então você vai só? – Perguntei.

– Sim, mas eu venho aqui pra te buscar, ok? – Falou rindo de canto. Assenti. Tudo bem, nós já desmarcamos a banda, mas tínhamos que marcar alguma coisa pra festa.

– Zac, você conhece alguém que é ridículo e que faça shows? – Perguntei interessada.

– Sim, tem um cara que nós contratamos sempre que queremos fazer peças de comédia, o nome dele é Doug o cara da fralda. – Que nome estranho é esse?

– Doug o cara da frauda? – Perguntei confusa.

– Sim, ele é uma figura, quer que eu ligue? – Perguntou.

– Sim. – Ri com o nome do cara. – E manda dizer que foi Tori Vega que o contratratou. – Ele foi ligar pra o cara e depois voltou pra Sala, liguei pra banda e fiz minha imitação da voz da Tori, cara eu sou boa com isso em? Eles acreditaram e tudo estava feito. Nós assistimos ao filme: “A Tesoura – O inicio”, depois ele foi pra casa. Sábado de manhã passou como um borrão, Zac veio pra minha casa novamente, passamos a tarde conversando e rindo do povo do The Slap que não se enxergava e postava fotos bem idiotas. Zoamos o Sinjin, a Trina, o Robbie, a Meredith, mas chegamos a uma que eu não queria pronunciar o nome.

– Tori Vega, o que você acha dela? – Perguntou Zac.

– Ela é idiota, desprezível, irritante, e além de tudo, ela arruinou minha peça. – Falei.

– To falando do perfil dela. – Fiquei calada, ele aceitou isso como um: “Não quero me pronunciar!”. – Tudo bem, eu acho ela linda, inteligente, talentosa, mas ela é totalmente diferente de mim, por isso a acho, irritante e muito chata. – Falou me fazendo rir, acho que era pelo fato de Tori ser diferente de mim que eu não gostava dela, ou parecia não gostar, bom... Eu a suportava, isso era o máximo que eu conseguia. Zac foi pra sua casa, o vestido azul que minha mãe tinha me mandado era sensacional. O vesti e esperei Zac vir me buscar, ele estava divinamente lindo, mas meu Beck aqui seria bem melhor. O loiro usando muletas e com um pouco do olho roxo, como se usasse sombra, ele estava incrível com aquele terno. – Você está linda! – Disse rindo largamente.

– Obrigada! – Falei sentindo minhas bochechas corarem. Chegamos rapidamente ao Baile. Me separei dele e avistei Tori e André. – Oi baladeiros. – Os cumprimentei.

– O que você tá fazendo aqui? – Perguntou Tori surpresa.

– Bom... Não tinha nada pra fazer... O Beck tá no Canadá... Você fez minha apresentação ser cancelada... Então eu to aqui... No seu... Bailiê. – Falei rindo malvada e saindo dali. Peguei meu pan drive e achei algumas tomadas e o projetor pelo qual iria ser transmitido o vídeo de abertura, ajustei o meu vídeo e faltava pouco pra Tori fazer o seu discurso, sei disso, porque a idiota anotou em seu notebook: “fazer discurso e por o vídeo”. Tori fez os anúncios, de que a banda que não iria chegar ainda viria, e que as pessoas podiam votar no rei e rainha do Baile no The Slap, ai que ridículo! Apaguei as luzes e coloquei o vídeo, e sai dali.

– Pessoal me deem cinco minutos para resolver isso, eu... – Tentava Tori, o vídeo babaca de terror já estava passando e assustando a galera.

– Oi Tori, como vai o seu... Bailiê? – Perguntei sínica, rindo por dentro.

– Liga a energia. Tira esse vídeo maluco e vai pra casa. – Mandou Tori.

– E perder o resto do Bailiê? Não! Acho que a diversão só começou. – Revidei.

– É, mas pense bem porque não vai ter mais nenhuma das suas pegadinhas estúpidas. – Disse parecendo até convencida disso. Coitada!

– AH! Então é melhor avisar o camarão no seu sutiã. – Falei saindo dali e rindo, se ela não mudou a roupa que estava separada na cadeira, o camarão ainda estava lá. Peguei um ponche e observei como as pessoas estavam reclamando do Bailiê da Vega, aquele vídeo aterrorizante que baixei, fez um grande sucesso em?

– Jade! Já acabou com seu joguinho de sabotagem? – Perguntou Vega irritada.

– Acabou com qual joguinho de sabotagem? – Falei a imitando.

– Ai... O Sinjin achou o projetor e acabou com aquele vídeo maluco. – Disse André, droga Sinjin! A luz voltou e o vídeo foi tirado, droga! As pessoas bateram palmas.

– Toma essa monstra esquisita! – Disse Tori pelo megafone. – Tudo bem pessoal, o Bailiê está de volta. – Robbie apareceu. – Ah oi, você ligou pra banda e viu porque deles estarem atrasados? – Perguntou a tonta e inocente, Tori.

– Liguei, mas o empresário deles disse que você ligou e cancelou. – Explicou Robbie, eu ri tomando um gole do meu refresco.

– O que? Eu não liguei pra cancelar nada! – Disse Tori.

– OOO, parece que o Baile da Tori Vega começou a ficar bem mixuruca – Disse imitando sua voz e saindo dali, ai como eu adoro ser eu!

– É Bailiê! – Gritou Tori vindo atrás de mim, mas entrei por um corredor e acho que ela me perdeu, comprei um refrigerante na máquina. – Ei, ei! Você vai parar? – Perguntou Vega me achando infelizmente.

– Não, ainda to com sede. – Me fiz de desentendida e tomei meu refrigerante. Tori pegou o refrigerante. – Me devolve! – Mandei.

– Claro! Tá! – Disse lambendo meu refrigerante? É! Ela tava lambendo mesmo ele, HAHA ela que pensa que assim vai me deter. – Toma! – Disse me entregando.

– Valeu! – Disse bebendo, ela ficou mais enfurecida.

– Jade deixa meu Baile em paz. – Pediu Tori.

– Agora você sabe como é planejar uma coisa e alguém arruinar e estragar tudo. – Expliquei, afinal minha peça foi cancelada por causa dela.

– Ah! Olha só, mas que grande bebezona. – Disse Vega, avistei um cara gordo com uma fralda.

– Engraçado você dizer isso... Doug vem aqui! – Chamei o cara, que parecia ser o tal Doug que Zac contratou.

– Ai. Meu. Deus! – Disse Veja pausadamente sem conseguir acreditar.

– Você é a Tori Vega? – Perguntou Doug.

– É! É Ela sim! – Falei a empurrando.

– Eu sou Doug o cara da fralda... Eu faço festas... Sabe... Eu fui contratado pra fazer o meu trabalho... – Explicou o bebezão, eu ri.

– Contratado? – Perguntou Tori ainda incrédula.

– É! – Falei sorrindo. Tori questionou sobre o trabalho do tal Doug.

– Eu canto, eu danço e eu molho as calças... – Cara ele é demais! Simplesmente perfeito! – Eu sou Doug o cara da FRAUDAAA! – Disse estranhamente, tive que me segurar pra não rir na frente dele, isso era demais! – Bora lá Ricco, vamos chacoalhar essa festa. – Falou saindo dali com um anão segurando um som, cara que dupla dinâmica mais incrível!

– Você é doente! Você é muito, muito doente. – Disse Tori, até parece!

– E só agora você percebeu? – Garota tola! Saí dali, conversar com a Vega era um saco! Observei o Baile e várias pessoas já estavam caindo fora, avistei o loirinho sentado observando a Cat com um cara retardado com um paletó queimado e um chapéu giratório, se é que isso é possível. – Vai lá!

– Sabe Jade, acho que to prestes a fazer uma loucura daqui a pouco. – Falou não fazendo o menor sentido, ele saiu dali indo pegar um ponche. Repito: Zac tava bem estranho!

– Tchau! Desculpem pelo Baile chato, só dá pra culpar a Tori. – Falei pra algumas pessoas que se mandavam, ai que ótimo! – Dirijam com cuidado!

– Ei pessoal! Esperem um pouco, por favor, não vão! – Pedia Vega lá em cima. – Olha eu sinto muito o Bailiê não ter sido tão legal...

– É! Você falhou. – Aticei.

– Mas, antes de você irem, eu quero anunciar o Rei e a Rainha do Bailiê que vocês escolheram... No The Slap. – Eu não acredito que ela ainda queria insistir nisso! – Muito bem... E a rainha do primeiro Bailiê da Hollywood Arts é... Jade West! – O QUE? As pessoas começavam a aplaudir e me cumprimentar, eu odeio o fato das pessoas gostarem de mim! – Isso mesmo, parabéns Jade!

– NÃO, NÃO! Para de me cumprimentar, eu não sou rainha de nada. Não encosta, não encosta. – Falei pra algumas pessoas que me deram uma coroa ridícula, nossa! Como eu odeio essa gente, eu odeio as pessoas gostarem de mim, eu já disse isso? Eu odeio o fato do Beck não tá aqui, eu odeio todas essas pessoas felizes, eu odeio elas encostarem em mim. EU ODEIO TUDO! AAAHHH!

– E o primeiro Rei do Bailiê da Hollywood Arts é... – O que ela estava aprontando? – Doug o cara da frauda.

– O QUE? – Gritei, santa mãe! O que ela queria? Que eu fosse a rainha do idiota com a frauda? O bebê babaca comemorou pegando sua coroa. – Não, qual é? – Qual é? O que? Doug estava vindo em direção a mim. – AAHH ME SOLTA! – Ele me pegou no colo. – ME LARGA, ME COLOCA NO CHÃO. – Gritava sem parar, mas o idiota da frauda não me soltava, pra onde ele estava me levando? – NÃO! – Droga onde estava minha tesoura? Aquilo era um anão correndo com um som atrás da gente.?Ah é eu quase me esqueci do anão bobão que segurava o som... – Pra onde você tá me levando? Me solta! Eu vou bater muito em você quando eu sair daqui. – Eu gritava, eu me debatia, mas nada fazia aquele cara me soltar, ele corria pela rua me segurando no braço com aquela coroa babaca, as pessoas olhavam e ainda tinha aquele anão sinistro que não largava esse som. Isso era a esquina da minha casa? Espera! Nós tínhamos acabado de passar pela minha casa, e agora estávamos indo mais além. Quanto tempo esse cara tava correndo comigo no colo? – Me solta! Pelo menos me diz pra onde você tá me levando? – Perguntei.

– Pra o nosso reino! – Falou balançando os cabelos suados. ECA! O QUE? Que reino? – Chegamos! – Falou e eu olhei pra um beco imundo e podre, com latas de lixo e espera!

– Isso é um castelo de bebê? – Perguntei olhando o castelo enorme feito de papelão e muita criatividade e falta do que fazer.

– Sim, isso é onde eu moro e faço meus shows. Porque eu sou Doug o cara da FRAUDAAA! – Disse fazendo uma dança estranha, ele me pôs no chão e eu corri, mas agora fora daquele beco, ele me segurou nos braços de novo. Droga! Começou a chover. Cara eu vou matar a Vega, depois de matar esse bebê bocó, cadê minha tesoura numa hora dessas? – Eu nunca fui Rei de um Baile antes. – Falou enquanto eu me debatia.

– Ei cara, solta minha namorada! – Disse uma voz conhecida atrás da gente. BECK? Era ele! Mais lindo do que nunca, graças! Ele estava aqui, Ufa! – Dá pra soltá-la? – Pediu com uma cara séria, Doug me colocou no chão.

– Eu só queria uma rainha que não tivesse namorado. – Falou abaixando a cabeça e entrando no beco novamente. – EU SOU DOUG O CARA DA FRAUDAAAA! – Gritou e o anão do meu lado entrou também dentro do beco segurando seu som.

– Melhor a gente sair daqui. – Falei o puxando pra seu carro estacionado ali perto. Nossa! Como eu senti saudades dele! – Mas o que você tá fazendo aqui? – Ele pareceu se ofender. – Não, quer dizer... O que você... Já está de volta e... Obrigada! – Agradeci internamente também, ele tinha literalmente me salvado do cara com a frauda.

– De nada Jade! – Disse rindo, eu amo esse seu sorriso! Estávamos indo a caminho da minha casa. – Bem... Eu cheguei do Canadá, então eu ia pra sua casa, mas fiquei sabendo do Baile da Hollywood Arts pelo The Slap... Só fazem esse tipo de coisa, quando eu estou fora. Que droga! – Falou prestando atenção na estrada. – Então quando eu estou indo para o Baile, encontro minha namorada nos braços de um cara gordo e de frauda sendo seguidos por um anão carregando um som. Meio estranho né? – Falou rindo estacionando o carro de frente a minha casa. – O que aconteceu?

– Bem... Primeiro a idiota da Vega pegou meu papel na peça da Suzi, e fiquei como estande dela. Então eu fiz de tudo pra que ela perdesse o papel e consegui, mas o Sikowitz se vestiu de Suzi e não deixou nenhuma de nós fazer a peça. Agora quando eu finalmente resolvo fazer a apresentação dos: Palhaços não quicam... – Ele assentia tentando processar tudo... Já tinha falado dessa peça pra Beck, ele achou sinistro, mas tinha dito que era a minha cara e por isso gostaria muito de ver... Droga! Sinto meu rosto molhado, eu estou chorando? Isso não pode tá acontecendo... Eu não choro em publico. Espera! Mas Beck não é o publico, é meu namorado. AAHH eu nem ligo se eu estou chorando mais... – E ela inventa esse Bailiê estúpido e minha apresentação foi cancelada, e agora me nomeia Rainha do Baile com o tal cara da frauda que Zac contratou pra fazer o Bailiê dela ser ridículo. – Terminei o abraçando.

– Bailiê? – Perguntou tentando entender. Fiz que sim com a cabeça. - Calma! Então... Você armou pra Tori duas vezes, na primeira pra que você ficasse com o papel,e você conseguiu já que o Sikowitz não deixou ela fazer, mas também não deixou você fazer. Então... Meio que você ganhou essa! – É pensando por esse lado. – Então você tentou arruinar o Bailiê dela e não conseguiu, o que significa que o placar está 1x1, então... Faça melhor... Vire o jogo! Que tal irmos pra Cancun nas férias? – Sugeriu, eu sei que ele não gostava que eu brigasse coma Tori desse jeito, mas uma coisa que ele sabia fazer muito bem, era me animar. Ah é mesmo! Nós entravamos de férias, essa semana, aposto que a Vega não vai ter nada pra fazer nas férias, e eu tenho. WOW! Fiz que sim com a cabeça, ele riu. Ótimo! Nós iríamos pra Cancun! – Vamos pra dentro tirar essas roupas molhadas, antes que você pegue um resfriado e a gente não possa mais ir a Cancun. Espera! Porque o Zac contrataria logo um cara gordo de frauda, chamado Doug? – Perguntou rindo. Puxei sua mão o levando pra dentro de casa. Como era bom ter ele aqui comigo!

Cat Valentine

Tinha chovido e eu tinha acabado de cantar com a Tori e o André. HAHA! Esse Bailiê tava tão bom! Eu adoro esse nome! Bailiê, parece uma mistura de Baile com ê, HAHAHA!

– De que você tá rindo? – Perguntou Tug assim que eu pus meu pé no pátio, ele me puxou pra um lugar mais afastado. Fiz que não com a cabeça.

– Se manda Tug! – Disse Zac chegando perto de nós... Porque ele tava mandando o Tug embora? Tug foi embora. Ele era tão legal! Todo mundo ia gostar dele, depois que eu o apresentasse. – Cat esse cara é gay! Me diz qual jogador de futebol, trabalha numa loja de enxoval e ainda vem pra um Baile com um paletó queimado e um chapéu que gira? E ainda por cima vem como uma menina linda como você e nem te beijou ainda. – Falou rindo de canto, nossa! Como ele é bonito, HAHA! Ele me chamou de linda. Dei pulinhos de alegria. Zac pareceu não entender.

– AAAHHH! Você me chamou de linda. HAHAHA! – Falei ainda dando pulinhos.

– Você merece coisa melhor que ele. – Falou se aproximando de mim.

– Quem? HAHA! – Ri mais baixo. – Espera! Deixa eu adivinhar, o Brad Pitt? Ah não ele já é velho e tá com a Angelina e... – Fui interrompida, Zac me beijou? É, ele me beijou? Sabe quando duas pessoas estão com as bocas coladas, elas estão se beijando? WOW ele beija bem. HAHA! – HAHA!

– O que foi? – Perguntou confuso.

– Você beija bem. HAHA! E Tem gosto de cereja... HAHA e Bailiê, parece uma mistura de Baile com ê! HAHA! – Falei rindo. – Então... Estamos namorando? – Perguntei.

– AH! Com certeza! – Falou rindo e me puxando pra perto dele, Zac largou suas muletas e me beijou de novo. Muletas parece uma mistura de mula com letras. HAHAHA! Ou não tem nada a ver? HAHA! Ele me envolvia com seus braços fortes. Eu amei esse Bailiê!

Zac Smith

Notas finais do capítulo
HEEEEY MEUS DIVOS gostaram do capitulo? kkkkk A Jade e o Bebê de frauda, eu fico imaginando muito a reação dela depois que saiu dessa festa, com certeza ela queria acabar com a cara da Tori (sabe eu também queria, a garota me impede de fazer a peça e ainda não deixa eu acabar com o Baile dela? Sacanagem, isso não se faz) kkkkk. O que eu mais gostei do capitulo? Own tenho que adimitir que amei, amei, amei o Casal ZACAT no final, foi tipo DIVO u.u.u.u e eu quero dizer aqui mais uma vez que eu sou contra TANDRÉ, mas nunca contra CABBIE okay? Int se acostumem. u.u.u Enfim agora eu quero saber a opinião de vocês sobre o capitulo, o que vocês acharam? Por favor, por favor, não fiquem com raiva por eu ter feito o negocio com o capitulo PRESOS e me contem o que acharam. Sabe antes quando lia as fics, geralmente tinha assim no final: "A CADA FALTA DE REVIEWS UM ESCRITOR MORRE!" Eu achava uma babozeira, mas agora, é verdade, eu concordo e apoio. kkkk.
Fic de Hoje: http://fanfiction.com.br/historia/354973/Bade_Together_Forever/ (Plys leiam essa fic, ela é otima e perfeita, leiam, leiam, leiam. E eu queria dizer que algumas pessoas me pediram pra indicar suas fics aqui, quero que saibam que elas estão guardadinhas nos meus favoritos, por ordem de quem me mandou, então é só esperar que a sua fic, vai ser indicada aqui, tudo bem? Agora é oficial, RAINHA DOS CIUMES, AUTORA DIVA DO MAL. Qualquer apelido que vocês me derem kkk, Eu estou indo embora, até sábado DIVOS :D




(Cap. 25) Presos

Notas do capítulo
HEEEEY MY DIVOS, finalmente o capitulo PRESOS chegou em? u.u.u. Enfim gente, vocês já tão sabendo que o proximo capitulo vai sair só sábado que vem okay? Então vamos a um unico aviso:
AVISO 1 = Uma leitora me pediu pra incrementar mais nas partes picantes e hots da fic, tipo sempre deixa com uma pontada de quero saber o que acontece né? Então... Essa leitora me pediu pra continuar as cenas hots, o que vocês acham? Se disserem sim, eu vou adicionar essas cenas só nos capitulos que eu estou escrevendo, se a resposta for não... Ai continua do mesmo jeito...
Bom vocês já viram, que o POV vai ser da Jade né? Então... Aproveitem :)
Boa leitura :P Nos vemos lá embaixo...
*Esse capítulo segue a série: Brilhante Victoria ou Victorious (2º - Temporada) Como descrito: Não seja rígido, pois cenas serão mudadas, acrescentadas ou invertidas. Aqui a imaginação é livre e o prazer é seu em ler!

Jade West

Acordei e olhei para o lado com medo que ele não estivesse aqui comigo, mas o ser dormindo ao meu lado era o Beck. Graças! Me movi lentamente e saí da cama o deixando lá adormecido. Fui para a cozinha e preparei bacon e ovos, me virei e ele estava lá parado sentando na mesa me observando.

– O que pensa que estava fazendo, Oliver? – Perguntei, afinal tive um pouco de susto.

– Só to te olhando cozinhar pra mim. – Disse convencido.

– E quem disse que é pra você? – Falei dando um sorriso de canto, me sentei á mesa de frente pra ele e mordi um pedaço de bacon, eu odeio comer de manhã, principalmente essa comida gordurosa, afinal bacon é carne de porco e eu não sou muito fã de carne.

– Ah qual é Jade? Me dá um pouquinho? – Pediu fazendo os olhinhos de cachorro que caiu da mudança.

– Come logo Oliver! – Bufei irritada, afinal eu iria torturá-lo um pouquinho antes de lhe dar a comida, ele comeu tudo debochando da minha cara. – Me fala como foi lá no Canadá? – Perguntei interessada.

– Além de eu ficar o tempo todo pensando em você? – Perguntou rindo. Droga! Como ele podia ser tão fofo?

– Não viu nenhuma garota estranha do Canadá não é? - Perguntei como quem não quer nada.

– Sim, vi várias, mas não prestei muita atenção, meus olhos só prestam atenção em você. – Disse comendo um pouco dos ovos. Ri de canto.

– Tem mais alguma coisa em mim que parece com uma garota do Canadá? – Bufei irritada.

– Na verdade não, mas tem uma coisa em você que eu não gosto, na verdade odeio... – Franzi a testa, ele era bastante sincero e era isso que eu amava nele, mas o que será? Será que ele não tinha gostado do meu cabelo? Ou da minha camisola? Ou de como fazemos sexo? Mas a gente nem fez nada ontem à noite, o que será que tinha de errado comigo? – Odeio o seu sobrenome... – HAN? O que tem de errado nele? – Mas tudo bem, vai ficar melhor depois que nos casarmos... – Explicou tomando um gole do seu café. Minha cara deveria ser no mínimo engraçada, porque eu só me derretia com ele? Que poder ele tem sobre mim? Beck fez sinal para que eu chegasse mais perto dele, o fiz, e ele me puxou pra que eu sentasse no seu colo, começamos um beijo lento, cheio de desejo, tínhamos muita saudade ainda, por causa da viagem. E nem tínhamos feito nada. Beck me empurrou de leve e não entendi. – É que eu me lembrei de que a gente tem que pegar todas as notas antes de viajar e ligar pra minha tia Marlene pra confirmar a viagem. – Disse rindo largamente. Passei a mão por seus cabelos. Ao contrário do que todos pensam a Hollywood Arts apesar de ter algumas coisas comuns a de uma escola normal, era bem diferente. As férias só duravam uma semana e alguns dias, isso mesmo! Eu gostava, afinal não me imagino longe daquela escola. A explicação de ter só esses dias de férias, é que o diretor acha que se ficarmos longe da Arte, mesmo aprendendo muito, nosso interior artístico diminui e sempre temos que explorá-lo cada vez mais. É fascinante! – O que foi? – Perguntou me tirando dos meus pensamentos.

– É que normalmente quando estou de férias, minha família vem pra cá, e eu não quero, por isso to contando muito com essa viagem a Cancun. – Abri um sorriso, o dele apenas aumentou.

– Temos que nos arrumar, infelizmente. Vai lá pra cima que eu tomo banho aqui embaixo mesmo. – Protestei com o olhar. – Você tá bem dengosa, em moça? Mas temos que ir pra escola, hoje é o penúltimo dia, lembra? E se eu subir com você, garanto que vamos demorar bastante no banho. – Seu sorriso passou para um malicioso. Ri de canto, mas bati em sua cabeça. Saí dali e me arrumei, depois de pronta, estávamos no carro, rumo a HA. Tivemos as primeiras aulas separadas da Tori e dos outros, tava louca pra contar a ela sobre a novidade da viagem, queria passar meu triunfo na cara dela, afinal pelo que Beck falou, eu tava por cima. Fomos para o almoço, fui comprar meu café e Beck foi procurar uma mesa pra nós, avistei Tori, André e Cat conversando na frente do trailer do Festus.

– Ah oi... Eu só queria lembrar a vocês que eu to indo passar as férias em Cancun com a família do Beck e vocês não tem nada divertido pra fazer. – Falei saindo dali, eles ficaram com uma cara de lesos, HAHA! Affs to parecendo a Cat. Sentei-me na mesa junto com Beck, logo os amigos de Beck chegaram e se sentaram com a gente, droga! Ninguém quer essa gente aqui. Tudo bem Jade! Você tá por cima, afinal quem é que vai passar as férias em Cancun? Mesmo sendo com a família de Beck, ia ser legal, acho que eles não gostam muito de mim. Uma vez essa mesma tia de Beck, Marlene, disse que eu era esquisita e estranha, isso só porque eu joguei o gato dela no telhado, ele quase caiu, demorou uma semana pra tirarem o gato do telhado, não foi culpa minha, ou vai ver que foi? Ah tanto faz, o caso é, não gostam de mim. Cat começou a rir sozinha, franzi a testa. Zac chegou sentando do lado dela.

– De que você tá rindo? – Perguntou dando um sorriso, dei de ombros.

– É que só tinha Ravióli pra comer e... Ravióli parece travesseiro de massa... HAHA! – Disse rindo. Ai meu Deus! Zac riu também, o que? – Uma vez meu irmão fez um travesseiro de maça, história real. – Falou rindo e balançando a cabeça tontamente.

– Novidades galera? – Perguntou Zac passando seu braço ao redor da Cat, desde quando eles tinham toda essa intimidade?

– Não, nenhuma! Vocês têm? – Perguntou Tori arqueando a sobrancelha.

– Sim, nós estamos namorando. HAHA! – Falou Cat cutucando a barriga de Zac com o dedo. O QUE? Devo ter me descontrolado, porque sem querer cuspi o café que tomava na cara da Vega.

– Ah que bom, mas não é porque eles estão namorando, que você vai ficar espirrando café na minha cara. – Disse Vega, pegando um pano dentro de sua bolsa e se limpando.

– Foi divertido! – Falei dando de ombros, ela me olhou feio. Mas qual o problema do Smith? Logo com a ruivinha? Apesar de que ele já apanhou com galhos das garotas daqui do colégio. Vai saber! – Como... Como isso... Como isso aconteceu? – Perguntei mais pra mim mesma.

– Bom... Foi no Bailiê... Ele me beijou depois de mandar o Tug embora. – Tug?

– O par idiota dela. – Disse Zac adivinhando meus pensamentos. – Devem estar me perguntando porque eu fiquei... – Ele pareceu olhar pra ruivinha preocupado. Retirou alguns fones de sua bolsa e colocou em seus ouvidos.

– Tá alto! HAHA! – Falou Cat rindo depois de ele colocar alguma música.

– Melhor assim! – Falou Zac sorrindo de canto. – É só que eu gosto dela, pode não parecer, mas ela é legal! – Falou agora tirando os fones da Cat, todos nós estávamos com a boca aberta. UAL! Que tolice!

– Você que sabe. – Disse André, dei de ombros e Beck colocou alguma coisa em minha boca, vai ver que ele já esqueceu aquele dia no carro, quando descobri sobre sua pasta de desenhos. Tanto faz!

– Acabou a música? – Perguntou Cat triste. Zac deu um selinho nela. – Prefiro sem a música. HAHA! – Ri da cena, era no mínimo estranha.

– Oi pessoal e... O que é isso? – Perguntou Robbie chegando á mesa.

– HAHA! Até a ruiva tonta tá namorando e você não, cara! – Disse Rex e Robbie saiu dali, acho que irritado pelo comentário, eu ri. Saímos dali e fomos pra casa. Beck foi pra sua casa e fui pra minha, afinal tinha muita coisa pra se arrumar, no caso, as malas. Depois de tudo pronto, me joguei na cama e adormeci. Acordei no outro dia, me arrumei e encontrei com Beck na HA. Tinha uma fila enorme pra pegar as notas, a enfrentamos e minhas notas e as de Beck estavam ótimas. Como sempre! Então ficamos conversando no estacionamento . – E ai pessoal, ficaram sabendo da viagem pra Yerba? – Falou o boneco boboca.

– Onde é isso? – Perguntou Beck.

– É o País do Festus, o irmão dele chamou a Tori pra ir, e a gente tem que fazer uma apresentação por noite, e assim ele vai pagar tudo, desde a hospedagem, até o hotel. – Explicou André.

– E você vai junto? – Perguntou Beck ao boneco.

– Não, tenho outros compromissos. – Explicou, ai meu Deus!

– Mas eu vou... – Disse Robbie, tá! O boneco tinha outros compromissos e Robbie iria pra esse País idiota? Ah tá, tudo estava explicado! – A Tori, o André, a Cat, a Trina... – HAHA, se ferraram. – O Zac não vai, ainda bem, se não ele me bate, Ah e também o Sikowitz. – Eu ri, até o louco varrido ia pra essa viagem, isso não ia dar certo!

– Beck liga pra sua tia! – Mandei e ele o fez. – Vou ligar pra minha mãe. Mãe?

– Filha querida, como está? Tudo bem com você? E o Beck, tudo bem com ele também? Jade! Você me ligou... – Ah imagina.

– Ah não me diga! – Debochei irritada, ninguém podia ser tão de boa com a vida assim.

– Se me ligou é porque está com problemas. Jade você sofreu algum tipo de acidente? Ou o Beck? Você não tá grávida né? Meu Deus! Eu disse pra vocês tomarem cuidado. Ah não eu esqueci, como tá o bebê? – O que essa mulher estava falando?

– MÃE! Não tem nenhum bebê, eu não estou grávida... – Droga! Falei alto demais, todos estavam rindo. – Eu só vou pra Cancun com a família do Beck, por uma semana. – Expliquei.

– Ah que bom querida, não estava mesmo preparada pra ser avó, boa viagem! – Disse, desliguei o telefone.

– PAREM DE RIR! – Mandei e eles ficaram quietos.

– Parem de rir mesmo, porque parece que não vai ter nenhuma viagem pra Cancun... – O que? – Minha tia disse que você é esquisita e perturbadora... E ela não quer que você vá pra viagem... – Mas que droga! Filha da mãe! – A gente pode ir pra Yerba com os outros, é só pedir pra Tori e... - O que?

– Eu não vou pedir pra Tori coisa nenhuma, eu odeio ter que me humilhar pra alguém, sem chance. – Falei olhando pra Beck furiosa, como ele queria que eu fizesse isso? Espera! Eu conheço esse olhar, ele queria me obrigar a ir. Corri pra o carro, mas minhas chaves não o abriam. Mãos me envolveram por trás e Beck me suspendeu no ar. – EU NÃO VOU OLIVER! ME SOLTA! SOCORRO! DÁ PRA ME POR NO CHÃO? JURO QUE SE VOCÊ NÃO ME COLOCAR NO CHÃO EU VOU TE ARREBENTAR COM AQUELA TESOURA. – Nenhuma das minhas tentativas adiantavam, Oliver não me colocava no chão, até que... Pude sentir meus pés no chão, já próximo a sala de Sikowitz.

– Jade, é o único jeito, ou você quer ficar com sua família? – Ah ai já é demais, ele querer apelar pra isso, lógico que eu não queria ficar com nenhum deles, mas que droga!

– Eu não vou! – Respondi. As mãos de Beck me puxaram com força pra dentro da sala. – NÃO, EU NÃO VOU, EU NÃO VOU.

– Vem... Vem sim... – Tentava me puxar pra dentro da sala.

– Não! Eu não vou pedir pra ela, EU NÃO VOU! – Droga! Tarde demais! – NÃO!

– Nós dois, vamos pedir. – Explicou, esfreguei minhas mãos, estavam vermelhas. Tori perguntou o que aconteceu. – A minha tia disse que a gente não pode ir pra Cancun... – Tia idiota.

– HAN... Mas por quê? – Perguntou Tori.

– Ela descobriu que eu ia levar a Jade! – Explicou Beck, revirei os olhos, maldita família! Maldito Beck, não acredito que eu tava aqui! – Então eu fiquei sabendo que vocês vão pra Yerba. – Droga!

– Pois é! É estamos indo. Gostaria de ir pra Yerba com a gente, Beck? – Chamou Tori, o que ela queria fazer? Beck aceitou! Mas cadê o meu convite? Ele iria sem mim? Ah não! Beck na sairia de junto de mim, nem a pau! Apesar de que eu acho que ele iria mesmo sem mim, droga Beck! Beck me mandou o maldito olhar: “Fala com ela!”, mas que droga! Ele disse que nós dois iríamos falar. – Jade! Quer me perguntar alguma coisa? – Provocou Tori, garota maldita, ai como eu quero acabar com ela!

– Eu posso ir pra Yerba? – Pedi baixo e virando a cara, não queria olhá-la se não pode ser que acontecesse alguma coisa, do tipo minha mão socar sem querer a cara dela.

– Hum! Talvez! – Droga! Conheço essa cara, ela quer fazer joguinhos. – Mas antes... Vai ter que me dar um abraço... AAAHHH! – Que dançinha maluca com os braços era essa? Eu não vou! – Vem cá! – Maldita Vega!

– Não, eu não quero. – Droga! Eu estava abraçando mesmo a maldita Vega? Espera! Ela quer mesmo um abraço? Ótimo!

– AIN... Viu só? Dar um abraço na Tori não é tão ruim... – A voz dela fraquejou. Por quê? Porque eu tava dando um dos abraços de urso nela, HAHA! – Ai tá bom! Ta apertado! Tá, ai meu Deus! – Reclamava enquanto eu a apertava pra valer, caímos no chão. – Meu Deus me ajuda, socorro! – Pediu enquanto eu apertava mais forte, duas mãos me envolveram por trás. Dei um chute em certos cantos, que os meninos odiavam ser chutados. Bem feito Oliver... Ninguém mandou me segurar e... Sikowitz? Eu o chutei?

– Pode continuar! – Falou caído no chão.

– Ainda vai querer o abraço, Vega? – Perguntei rindo malvada, Tori apenas ficou no chão e eu puxei Beck dali, Sikowitz ainda estava caído. – Porque me forçou a pedir aquilo a Vega? – Perguntei no estacionamento.

– Nem foi tão ruim! Eu ia lá adivinhar que ela ia me convidar assim do nada? – Perguntou e eu assenti, ele bufou irritado. – Tá, tudo bem! Me desculpe, Jade! – pediu revirando os olhos. – Também vai querer um abraço? – Falou rindo, eu ergui meus braços e ele me abraçou, espera! Isso tava forte demais, tava me sufocando, Ah ele queria que eu reclamasse? Pois ele que fique esperando. – Não tá doendo?

– Tá! Mas é um tipo de dor boa. – Falei rindo, ele alisou meus cabelos e me soltou, me deu um beijo na bochecha e entrou em seu carro. Entrei no meu, fui pra casa e rapidinho dormi. Acordei indo logo tomar banho, já era tarde, tínhamos que estar lá depois do almoço. Tomei banho, almocei sozinha e peguei minha mala que era pra ir pra Cancun, peguei um táxi e fui para o aeroporto, lá estavam: Robbie, Trina, André, Cat, Zac, Beck e Tori. – Oi Zac! – Cumprimentei me grudando a Beck.

– Oi Jade! Então... Cat... Lá não vai ter nenhum garoto, bonito não, né? – Perguntou Zac, eu ri de canto.

– Relaxa Zac, lá é o País do Festus, só vai ter caras que nem ele, eu acho. – Disse Tori.

– Tudo bem! – Falou dando um beijo em Cat e saindo dali. Entramos no avião.

– Bem vindos ao 510 C 9 com destino a Yerba! – Falava a única aeromoça no avião. Estranhei, costumava ter vários desses idiotas, nestas porcarias. Eu odeio voar! Tentava até dormir, mas Cat e Robbie conversavam sobre o namoro repentino da Cat, Tori brincava com André, Trina cantava irritantemente. Beck estava dormindo encostado em meu ombro, deveria ser o contrário, mas eu não ligo pra isso. Alisei seus cabelos macios e os cheirei, seu cheiro é divino! Chegamos a Yerba de noite, nossa! Como eu tava com sono, eu odeio voar de avião! Percorremos uma longa estrada de barro, espero que isso dê em um lugar bom, passamos por uma praia, onde não dava pra ver muita coisa. Chegamos a um lugar decorado com canhões e armas, espero que seja só a decoração mesmo! Quando entramos no hotel, me deparo com um lugar porco e nojento, afinal de contas o que é isso? Um tipo de pegadinha?

– Essa lixeira é nosso hotel? – Perguntou André, tirando as palavras da minha mente.

– Agora eu to feliz por não me lembrar desse lugar. – Disse Sikowitz, tendo razão.

– OIIIEEE! Olá todos galera! – Falou um cara baixinho e de certa forma estranho, na verdade eu queria mesmo é passar na cara da Vega que esse lugar é uma porcaria. Beck me abraçou. – Quem é Tori Vega? – Perguntou o cara, Tori se pronunciou perguntando se ele era o irmão do Festus. – Sim amizade! Eu sou Sgrodis! – Só era o que me faltava. – Prazer te conhecer. – Ele pegou a mão da Tori e cheirou.

– É um costume Yerbaniano. Olha! Aqui diz: Em Yerba, quando as pessoas se cumprimentam, elas cheiram as mãos uma das outras, como sinal de amizade. – Explicou Cat com seu Peraphone. Robbie cheirou as mãos de Rex, espera esse boneco não disse que tinha compromisso? Affs! Sgrodis estendeu a mão pra Tori que não cheirou, eu em? Cara estranho!

– Então... O que foi que vocês acharam do hotel? – Perguntou. AH qual é? Eles iam mentir? Isso é um lixo!

– Ele é nojento! – Falei, mas infelizmente o estranho num entendeu e Tori o enrolou, dizendo que o hotel não parecia com a foto que tinha na internet, mas é claro! Num parecia em nada! Ele mostrou a foto que vimos na parede, o que? Fala sério!

– Então, onde é que fica aquele hotel? – Perguntou André apontando pra foto.

– Eu não sei, quem sabe em Cancun! – Droga! Isso só podia ser brincadeira, eu deixei de ir pra esse lugar, pra vir pra esse? – Eu vou trazer alguém pra ajudar com as malas. – Ainda não dava pra acreditar que a gente tava aqui, fala sério! O lugar era sujo, cafona, podre e tudo de ruim que se podia imaginar.

– O Festus disse que o hotel era legal? – Perguntou Beck.

– Disse! Tá bom à culpa não é minha. - Tentou Tori.

– Ah é sim! – Afirmei. Tudo é culpa dela! O tal Sgrodis chegou apresentando um cara mais estranho ainda que comia um hambúrguer, ele ia pegar nossas malas, mas do nada, vários policiais armados apareceram. Começamos a gritar, me agarrei a Beck. Levaram o cara que ia carregar nossas malas, Robbie foi levado ao chão. Caramba! Que susto! Meu Deus! Eu preciso muito sair daqui! Sgrodis disse que ia nos dar a chave dos quartos, qual é? Num podia ser pior do que o próprio hotel, ou pode? – E então? – Perguntei sobre as chaves, Beck foi se sentar, Robbie e Trina foram ver o hotel.

– São as chaves dos quartos! – Disse Tori me mostrando chaves de fenda, num cordão.

– São chaves de fendas. – Afirmei.

– Eu sei! Ele disse pra enfiar na fechadura e balançar. – Explicou. Que tédio! Sikowitz perguntou a Tori sobre a piscina coberta do hotel. – HAN... Bom... HAN... Aparentemente o País está em guerra... – Que legal, mas e daí? – Então a piscina neste momento está coberta... De munição. – Explicou fracassada.

– E onde fica a praia com areia branca? – Perguntei interessada, Sikowitz concordou.

– Ela... Foi tomada pelos rebeldes! – Explicou. Mais que ótimo!

– Tá bom... Então antes de agendar nossa viagem pra cá, você esqueceu de descobrir que esse é o pior País do planeta. – Afirmei, ele pareceu desapontada com sigo mesma. Mas mesmo assim concordou. Ótimo!

– Jade não seja tão... Casca grossa! - Eu não sou assim.

– Tenho todo direito de ser casca grossa... – Falei fitando o resto do hotel, duas garotas com os cabelos cobertos e os corpos também, alisavam os cabelos de Beck.

– Tá bom, tá bom! Já pode parar, já dá pra parar, por favor! – Falava para as meninas que beijavam suas mãos e alisavam seus cabelos.

– Ah a casca grossa vai ficar um pouquinho mais grossa! – Falei passando pelo sofá. Beck fez uma cara de: “O que foi que eu fiz”, mas eu respondo: Nada!

– Acho que as garotas gostaram do cabelo americano macio do Beck. – Disse Cat.

– Tá na cara! EI... TIREM AS MÃOS DO CABELO DO MEU NAMORADO! – Mandei, garotas estranhas! Elas começaram a fazer caretas estranhas pra mim e barulhos idiotas, mas que imbecis! – SSSSHHHHIIII! – Falei fazendo uma careta pra elas, que saíram correndo, eu em? Robbie e Trina chegaram reclamando. – Porque você não fez nada? – Perguntei irritada.

– O que eu ia fazer? São garotas! – Ah não me diga. André gritou reclamando que alguma coisa tinha mordido seu pescoço. – É! Parecia uma traça. – Explicou Beck.

– Uma traça? E por acaso ela era desse tamanho e preta como a noite? – Perguntou Sgrodis, afirmamos, cara doido! – Sacou! Era uma traça vampira. – Tori perguntou se ele ia ficar bem. – Mas é claro! Ser mordido por uma traça vampira é sinal de muito boa sorte. – Explicou, Ufa!

– Espera, aqui diz, que uma mordida de uma traça vampira pode te matar. – Explicou Cat. O que?

– É! Mas se você viver tem muito boa sorte. – Meu Deus! Esse troço ia matar o André. – Que tal irem pra cama? – Sugeriu Sgrodis, e foi o que fizemos, cara estranho. Tori, Cat, Trina e eu ficamos em um quarto. Robbie, Beck, Rex e André ficaram em outro.

– Grita se sentir qualquer coisa. – Disse Beck me dando um beijo na bochecha.

– Digo o mesmo. – Falei rindo e ele riu também, nos separamos e fomos pra o quarto, era horrível, mas dava pra passar a noite, no banheiro tinha balas de metralhadora. Que demais! Tomei banho e depois deitei na cama junto com as outras meninas. – Conta pra gente Cat, como foi todo esse rolo com o Zac. – Pedi um pouco curiosa.

– Ah... Ele só me beijou e a gente tá namorando... – Falou sonhadora.

– E foi assim do nada? – Perguntou Tori.

– Foi! HAHA! Mas antes ele expulsou o Tug de junto de mim e me chamou de linda, HAHAHA! Eu disse que ele tem gosto e cheiro de cereja? HAHA! – Perguntou rindo tolamente.

– É! Você já disse Cat... Eu vou dormir. – Falei e ouvi alguns trovões lá fora. Que máximo! Adoro trovões, apesar de minha mãe sempre dizer que eles podem ferir alguém lá fora, mas qual é? São fenômenos lindos da natureza e se matam alguém, vai ver que foi uma obra de Deus pra tirar algumas pessoas que não prestam no mundo. Ri de canto com isso, encostando minha cabeça na cama e dormindo, muito bem por sinal. Espera! O que é isso? Sinto algo frio e gelado no meio seio esquerdo, Beck? O que ele tava fazendo aqui? Tentei dormir, mas aquilo tava começando a me incomodar, senti um abalo, parecia um terremoto. Abri lentamente os olhos e olhei dentro da minha blusa, um lagarto tava morando lá dentro. Nossa! O barulho das bombas lá fora tava demais! Peguei o lagarto e o joguei no chão, eu em? Péssimo lugar que ele escolheu pra morar! Lugar idiota esse aqui! Fui colocar os pés no chão, mas pisei em algo, o lagarto continuava lá, acho que ele morreu com a minha pisada. A idiota da Vega tem que ver isso! Desde quando uma pessoa não pode dormir direito porque lagartos invadem seus peitos? Tori idiota! Fui até a sala, morrendo de sono. – Tá bom! Eu acordei e achei isso aqui no meu peito... – Falei estendendo o lagarto morto e olhando pra Beck, seria bem legal se fosse ele ao em vez do lagarto. As meninas pareciam enojadas, qual é? Era só um lagarto!

– É um lagarto morto? – Perguntou Cat. Não imagina!

– Agora é! – Falei passando a mão pela boca, a cara delas pareceu ficar mais enojada do que nunca, ri de canto com isso, bem como eu esperava. Se elas ficaram com nojo do lagarto por tá no meu peito, imagina se desse a entender que eu tinha chupado o sangue dele, até ele morrer? Foi hilário, mas eu ainda quero sair daqui! – Nossa André! Quem é seu amigo? – Perguntei olhando pra o pescoço de André, nossa! Parecia um tumor ou algo tipo, que da hora! Tori foi reclamar alguma coisa com Sgrodis, Beck me repreendeu com o olhar, qual é? Não posso evitar de tocar nisso, é legal! Parece até aquele tumor sebáceo das costas do taxista que o médico me deu no hospital.

– Porque vocês querem ir embora de Yerba? – Perguntou Sgrodis, pensei que isso já tivesse mais do que obvio.

– Porque nosso amigo tá alucinando. – Explicou Beck, não era só por isso! André pareceu falar alguma coisa, mas deixei pra lá, não dava pra entender nada.

– E um prisioneiro entrou pela janela e foi arrastado pra fora por soldados Yerbanianos! – Explicou Tori, ta ai! Isso eu não sabia!

– E a cama tá encaroçada. – Falou Cat, nem percebi, tava morrendo de sono, por não ter dormido no avião.

– Já sacou! Eu sinto muito por seus problemas. Pera um pouco! – Falou Sgrodis se abaixando no balcão e pegando uma caixa. – Pessoal, por favor, sirvam-se de uma lata grátis de molho Yerbaniano. – Não acredito nisso!

– Feito na prisão? – Perguntou Beck olhando pra lata, eu que não tocaria de jeito nenhum nisso ai!

– Nós não queremos comer seu molho de prisão, nós queremos ir pra casa! – Pediu Tori. – Sikowitz sugeriu que pelo menos experimentássemos o molho. Só era o que faltava!

– Vocês, garotos prometeram cantar e dançar aqui por sete noites... – Mas que merda! Sikowitz o desafiou, até que fim ele fez alguma coisa que preste. – Será? – Sgrodis puxou uma corda e uma campainha soou pela sala, soldados chegaram a sala com diversas armas e equipamentos, eu até encararia, mas... Não, eram muitos!

– Então... Que música a gente vai tocar amanhã à noite? – Perguntou Vega. Droga! – Melhor irmos dormir, amanhã a gente resolve isso. – Sugeriu.

– Tá bom! – Falei indo em direção aos quartos com o tal lagarto.

– Jade! – Ouvi a voz de Beck. – Largue o lagarto! – Mandou, Affs! O soltei em algum canto dali e fui pra cama, antes de dormir, postei no The Slap.

“Estou em Yerba, num hotel horrível e nojento, tenho que passar sete dias aqui.

P.S: Odeio a Vega!”

Humor: Com sono!

Dormi rapidinho. Acordei com a Trina roncando, essa garota não tinha outro jeito de ser tão insuportável não? Levantei da cama, vi Cat rindo do Robbie no corredor assim que passei pra ir ao banheiro. Tomei banho e desci ás escadas. Beck estava sentado no sofá escutando música, algumas garotas o observavam de longe.

– Oi! – Falou me puxando pra perto dele. – Sabia que você tava linda segurando aquele lagarto ontem à noite? – Perguntou alisando meus cabelos.

– Sabia! Mas eu só tava linda ontem? – Perguntei rindo internamente.

– Sabe que não, não sei como, mas você se supera todos os dias da boniteza. – Falou rindo.

– Boniteza? – Ele riu e eu também.

– O que o casal de pombinhos estão fazendo? – Perguntou Vega pulando no sofá.

– Conversando e queremos continuar, sem você, é lógico! – Falei rindo inocente, ela revirou os olhos.

– Eu vou nadar! Boa tarde pra vocês. – Disse Sikowitz. Já era de tarde?

– Pensei que a piscina e a praia estavam interditadas com a munição e liderança dos rebeldes? – Perguntei pra mim mesma.

– E está! – Falou Sikowitz saindo dali, eu em? Ficamos sem entender, mas se tratando dele, tudo é assim mesmo! Passamos a tarde toda conversando e falando mal do hotel, resolvemos nosso número pra se apresentar e como já sabíamos a coreografia, relaxamos! Chegou à noite, até que enfim! Estava já pronta aquecendo meu corpo no canto afastado do palco. Beck foi cuidar da iluminação com Robbie. Robbie acabou de passar comendo o molho Yerbaniano, garoto retardado, tomara que passe mal!

– Vamos ver o sol nascer... LALAAAAAAAAAA... – Meu Deus! Que voz horrível. Como essa garota ainda pode achar que tem talento? Sim, sim, Trina Vega ainda consegue ser mais irritante que a irmã, ela vai arruinar nossa apresentação.

– Vai deixar mesmo sua irmã taquara rachada cantar com a gente? – Perguntei encostado na Vega.

– Os meninos vão deixar o microfone dela desligado. – Explicou. Ai que irritante!

– Ai que ótima noticia! – Falei imitando sua voz.

– Jade eu não falo desse jeito. – Reclamava Tori enquanto eu saía dali.

– Tanto faz! – Encontrei Cat no caminho. Ela tava mais agitada. – O que foi?

– O chanceler de Yerba vai vir pra cá! – Falou Trina.

– Tanto faz! – Falei saindo dali, e eu sei lá o que é chanceler! As pessoas começaram a chegar e nós já estávamos prontos. Beck e Robbie nos apresentaram e nós entramos, já vestidos, não me falaram muito do chanceler, mas pelo que parece ele é importante, falo isso por ser o único a estar numa cadeira confortável, com pose de superior e com um tapa–olho. País estranho! Esse povo daqui é da pesada, melhor nunca discutir! Beck soltou a música e começamos a dançar, tenho que dizer tudo estava muito bom até Tori errar o passo e fazer com que o seu sapato acertasse o olho do chanceler. Ela tava ferrada! Corri pra longe dali junto com André. – Vamos voltar? – Perguntei escondida no corredor, droga! O Beck tinha ficado lá, será que aconteceu alguma coisa com ele? André assentiu. E nós voltamos, todos pareciam surpresos, tristes e sem saber o que fazer. – O que foi? A Tori morreu? – Falei rindo, mas o olhar de Beck me repreendeu.

– Ela foi presa! – Disse Cat. O que? Não é possível! – Parece que ela machucou o chanceler de verdade, talvez ele não tenha mais nenhum olho. HAHA! – Às vezes Cat não tem ideia do que fala né? A Vega foi presa por ser burra? Ah isso era bom demais! – Tenho que ligar pra Zac! – Disse Cat saindo dali desanimada.

– Qual é? Nem foi tão ruim! – Falei rindo. – Ele podia ter prendido todos nós. – Beck suspirou, talvez ele tivesse concordado em certo ponto com minha ideia.

– É! Mas Tori pareceu bastante desesperada por ser presa, garanto que você não ia querer estar no lugar dela. – Falou Beck me abraçando e me guiando pra meu quarto.

– Não queria mesmo, mas ninguém mandou ela ser tão burra. – Dei de ombros.

– A Tori vai sobreviver a uma noite, amanhã vocês vão visitá-la e Trina e eu vamos pedir ao chanceler que reconsidere sua decisão. – Disse Sikowitz. Trina assenti entrando no quarto.

– Precisamos recuperar nosso passaporte, assim não estaremos nas mãos de Sgrodis. – Sugeriu André.

– Amanhã a gente resolve. – Falou Beck, ri de canto, ele parecia tão calmo diante dessa situação toda, era tão lindo. – Boa noite! – Falou me dando um selinho, apenas entrei e dormi rapidamente, melhor isso do que ouvir a Cat toda melosa com o Smith. Acordei com alguém me chacoalhando, era Beck. – Jade! André ta se recuperando da mordida da traça, Sikowitz e Trina foram pedir ao chanceler que soltem Tori e... – Muita coisa!

– Não quero saber da Vega, foi ela que nos meteu nessa roubada, problema é dela! – Dei de ombros tentando arrumar meu cabelo. – O olhar de Beck não era nada bom. – Vai fala!

– A gente tem que se manter unidos... – Lá vem! – Robbie e eu decidimos... – Arqueei a sobrancelha. – Eu decidi que seria uma boa, chamar alguém da nossa escola que tivesse lá e o Zac me passou pela cabeça, ele pode pegar todas as cópias de passaporte e viajar pra cá, assim pelo menos quando soltarem Tori a gente saí desse País rapidinho, porque pelo visto o Sgrodis não quer devolver nossos passaportes. E foi ele que pagou por tudo. – Affs, ainda tinha isso! Mas era uma ótima ideia pedir ajuda a Zac, mesmo que ele não conseguisse todas as cópias com nossas famílias, ele tinha contatos importantes. – Robbie e eu vamos resolver tudo isso, porque você e o pessoal não vão visitar a Tori? – Sugeriu com o olhar que eu não resisto.

– Que seja, Oliver! – Falei me levantando e fazendo sinal pra que ele saísse do quarto. Tudo isso era culpa da Tori, a gente vir pra esse hotel nojento e ela ser presa e agora não podemos sair desse maldito País. Tomei banho, me arrumei e encontrei Cat, Trina e André. Chegamos até a prisão, ai que inferno Beck! Mas até que seria legal, ver a Vega presa, ri por dentro. – Vamos, nos levem até a Tori! – Mandei em alguns guardas incompetentes.

– Ah é agora? Ah! – Idiotas! Chegamos a um lugar que dava pra ver todo presídio. Bem feito!

– Ai meu Deus são vocês! – Vibrou Tori quando nos viu. Affs!

– Você já esteve melhor. – Zoei, não podia perder essa! Agora que percebi que André estava comendo um pote de sal. Mas porque disso? Tori perguntou sobre o Sikowitz e Trina explicou que ele estava ligando pra mãe dela, ou sei lá, porque eu tinha que estar aqui? Droga Beck!

– Porque você comeria sal? – Perguntou Tori depois que percebeu o que André comia.

– Um dos sinais que você está superando a mordida da traça, é o enorme desejo de comer sal. – Explicou Trina, que bizarro!

– Eu detesto o gosto, mas não consigo parar! – Explicou André comendo mais. ECA! Tori explicou que ninguém lhe deu uma surra, porque achavam que ela era a maluca que acertou o olho do chanceler.

– Você é! – Disse Cat, ri por dentro, é verdade. Garota desastrada!

– Ai meu Deus essa prisão é pra mulheres e homens. – Disse Trina incrédula, mas quem era aquela aberração ali? Tori explicou que a cerca separava os dois.

– Então tá dizendo que aquela aberração é uma garota? – Perguntei fitando o monstro na minha frente, uma garota que parecia um garoto, ela era enorme. A aberração perguntou o que eu estava olhando. Só era o que me faltava! – HAN... Eu to olhando pra uma mulher grande e desengonçada na prisão, o que, que você tá olhando?

– GRRR! – Isso não assusta, não daqui pelo menos!

– AH eu deixei a Maria João zangadinha. – Manguei, mulher estranha! Ela bateu na grade. – Ah muito boa! – Coitada! – EI me liga pra gente comprar umas saias.

– Você tem que ofender as minhas companheiras de prisão? – Perguntou Tori.

– É! Eu tenho! – Confirmei rindo malvada. Talvez assim elas ficassem iradas e batessem na Vega, eu iria adorar!

– Uma vez quando meu irmão tava preso... – Ai meu Deus! – Contou para as pessoas do comando que era vegetariano e ganhou um prato especial... – Cat e seu irmão! – Ah não, foi no avião. – Ah bom, porque isso não fazia o menor sentido. Tori pediu pra que tirássemos ela dali, ai que saco! Algumas garotas a chamaram pra jogar pedras, o que será isso? – Como é que se joga pedras? – Perguntou.

– Eu não sei! – Disse Tori saindo dali. Eu em? Talvez fosse divertido, principalmente se a acertassem. Saímos dali, direto pra o hotel.

– Como foi lá? – Perguntou Beck. Balancei a cabeça negativamente. – Conseguir ligar pra o Smith e ele disse que conseguiu a cópia do passaporte de todos, menos o de Tori, mas que ele vai tentar... André seu pescoço tá melhor. – André sorriu. – Agora temos que pedir ao chanceler novamente pra soltar Tori. – Droga! Ele tá bastante preocupado com ela, que droga!

– Eu não vou! – Decretei, Beck me repreendeu com o olhar, só era o que faltava.

– Vai ser legal! Já provaram esse molho? – Perguntou Robbie comendo aquela droga, balancei a cabeça negativamente.

– Vamos, por favor! Prometo que te faço uma massagem quando chegarmos... – Hum! Uma mensagem era legal! Suspirei derrotada. Ele me puxou junto com os outros até a porta da sala. Um cara falou algo estranho e as portas foram abertas, entramos.

– Chanceler estamos aqui pra suplicar ao senhor que solte Tori Vega de sua prisão... Imunda! – Pediu Sikowitz. Affs tomara que ela apodreça lá!

– Não! – Ufa!

– É a gente tentou... – Tentei sair dali, mas Beck me puxou de volta. Droga! Trina começou a tagarelar coisas como Tori não ser a mais perfeita garota do mundo, nem a mais talentosa.

– Como que isso vai ajudar em alguma coisa? – Perguntou Beck. Tori e André explicaram que tudo foi um acidente, eles estavam certos, mas a Tori tem uma falta de sorte triste em?

– Ai... Tem uma Lula no seu aquário. – Robbie notou aquela coisa molenga e chata no aquário do chanceler, o que isso ia ajudar? O chanceler não entendeu, porque pra eles se chamavam de outra coisa. Explicaram que esse treco foi dado ao chanceler pelo Príncipe de não sei da onde, e eu com isso?

– Ah! Quando eu tinha 19 anos passei um mês inteiro na Gustávia! – Disse Sikowitz. – Não me lembro nem um minuto daquela viagem. – Quem não se lembraria de uma viagem? Ah esquece! O chanceler disse que libertaria Tori, ótimo, iríamos pra casa!

– Mas me prometam nunca mais voltar ao meu País de novo! – Pediu o chanceler. Concordamos, é lógico! Robbie derrubou alguma coisa elétrica no aquário, droga que garoto burro! O bicho molenga morreu.

– Chanceler... – Tentou um dos guardas, droga não fala, não fala! – O seu Octopodi, ele morreu. – Droga dupla! Que merda Robbie! O chanceler falou algo esquisito e os guardas vieram nos segurar. O que? Se eu tivesse com minha tesoura aqui. Protestamos, gritamos, fizemos de tudo, mas os caras não nos soltaram. Prisão era onde nós estávamos agora, Tori ficou surpresa ao nos ver, mas não tive tempo de falar com ela. Pulei em cima de Robbie que por alguma sorte divina ficou no lado das mulheres.

– ME SOLTA JADE! POR, FAVOR! ME SOLTA, AI, AI! – Reclamava sem parar, enquanto eu rolava com ele no chão. Que raiva desse garoto, já tínhamos saído do País se na fosse por ele, eu quero esganar o Robbie!

– Calma Jade, calma! – Pedia Tori me segurando por trás, conseguiram me separar dele infelizmente. Estávamos encostados na grade e o pior de tudo é que colocaram André e Beck pra o outro lado da cerca. Será que Beck estava bem? – Você matou o polvo do homem? – Perguntou Tori tentando entender a história que André explicou, o seu pescoço já tinha melhorado. Robbie assentiu, desgraçado! Já tínhamos passado um dia aqui e eu já estava ficando de saco cheio desse lugar. Estava de noite, e eu já tava começando a perder a paciência que eu nunca tive de novo. Não aguentava mais Robbie reclamar que ficou do lado das mulheres. Ele saiu pra falar com os guardas.

– Alguém viu o Beck? – Perguntei o procurando junto com Tori e Trina, mas ninguém tinham o visto. – Se não fosse por você Vega, nós ainda estaríamos em casa. – Reclamei, ela bufou irritada.

– Tá, eu vou ficar do lado das garotas. – Disse Robbie desapontado, eu ri.

– Mulher grandalhona assustadora chegando, grandalhona chegando. – Berrava Trina.

– Ai ótimo... É aquela que você chamou de grande e desengonçada outro dia. – Disse Tori.

– E daí, eu não tenho medo dela. – Não com a minha tesoura por perto.

– E ai... Ainda sou grande e desengonçada? – Perguntou a Maria João.

– Tá bom! Escuta princesinha, é melhor dar meia volta e ficar longe de mim... – Tentei, mas senti o peso da mão dela na minha cara, ela me empurrou e eu caí no chão, nossa que força! Droga cadê minha tesoura? – Eu gosto daqui do chão... – Falei ainda caída. Droga! Eu odeio me sentir incapaz de algo, mas desse jeito não vai dar certo mesmo. Eu estava em desvantagem, talvez devesse recuar. A grandona pegou um pedaço de pau, já estava esperando minha dor chegar, não seria pior do que quando eu me cortava com a tesoura, eu acho. Tori pediu pra ela soltar o pedaço de pau.

– Ela é minha amiga... – Tentou Tori. Droga!

– É... A gente é super chegada. – Menti, talvez a Vega fosse legal, ela me defendeu. Affs nem acredito que pensei assim.

– Você tem sorte, americana! – Disse a grandona levantando meu queixo com o pedaço de pau. Ela saiu dali, ótimo! Tori ajudou a me levantar, depois dessa meu conceito sobe a Vega mais velha balançou um pouquinho.

– Não precisava da sua ajuda. – Menti mais ou menos, aguentar a dor, não seria de todo mal.

– Ela teria jantado você. – Falou. É verdade! Droga, pior que ela tinha razão.

– Ela não teria gostado. – Não mesmo!

– Oi! Eca Jade, seu uniforme tá sujo! – Falou Cat chegando perto de nós. O limpei.

– Ah sério? Agora não vou ganhar o concurso de beleza da prisão. – Debochei.

– Espera! Aqui tem isso? – Perguntou Trina. Ai meu Deus!

– Entrei pra uma gangue da prisão! – Disse Cat animada. O que? Ela ficou doida? – Bom... Um grupo de mulheres malvadas e duronas disseram que eu era bonitinha e engraçada, então me convidaram pra entrar pra gangue. – Explicou como se isso não fosse nada.

– E você aceitou? – Perguntei incrédula.

– AHAM! E eu disse pra elas que ia fazer camisas especiais pra gente. – Ai Cat!

– Ei vocês, ei vocês, galera! – Chamou um sargento estranho. – Quem sente falta do seu professor favorito? – Falou... Sikowitz? Isso, isso, Sikowitz! Corremos pra perto da grade. Graças aos céus! – SHI! SHI! Vocês tem que agir como se eu fosse um guarda Yerbaniano. – Ah claro! Tentamos disfarçar, nunca estive tão feliz em vê-lo.

– Onde foi que consegui esse uniforme? – Perguntou Tori. Também queria saber!

– Eles vendem na loja de presentes do hotel. – Que trouxas! – HAHA! Coisa mais ridícula! – Concordo. Trina pediu pra que ele nos tirássemos daqui, onde será que Beck estava? Será que ele estava bem? Caramba! Minhas costas doem. – AH eu to trabalhando isso... – Robbie perguntou sobre o seu plano. – Já tenho um caminhão! – Que ótimo! E agora? Onde ele arrumou isso? – É! Conheci um fazendeiro e ofereci a ele, seis vacas pelo empréstimo. – Onde ele arrumou seis vacas em um dia? E quem era o doido que confiaria seu caminhão ao Sikowitz?

– Eu entrei pra uma gangue da prisão! – Disse Cat rindo. Ai meu Deus!

– Ai Cat... Você é deliciosamente cheia de alegria e ignorância. – Falou Sikowitz. Pior que é verdade! A ruivinha riu. Robbie começou a falar que veio para o lado das meninas por engano. Qual é? Essa não era a questão aqui!

– Então... Eu vou trazer o caminhão amanhã à noite... – Até que enfim ele interrompeu o Robbie. – Agora! Tem uma estrada bem atrás desse prédio e eu estarei lá esperando quando escurecer no caminhão, quando vocês entrarem na traseira eu atravesso a fronteira e saímos desse País imundo. – É parece um bom plano! Tori perguntou como iríamos sair daqui, é falta isso também. - Ah qual é? Eu vou ter que pensar em tudo? Eu já arranjei o caminhão... – Droga, mas assim não tem jeito!

– OLHA! São minhas amigas da gangue... Me esperem meninas! – Disse Cat apontando para umas feiosas e indo correndo até elas animadas. Será que os pais da Cat se arrependem depois de ter feito ela desse jeito?

– Estarei esperando no caminhão ali atrás, amanhã à noite quando escurecer. Até mais! – Falou saindo dali, o chamamos, gritamos, mas nada dele voltar. Droga Sikowitz!

– Ei o que a Cat está fazendo? – Perguntei olhando pra Cat que começou a ensinar as mulheres a dançarem, eu em? Cara como elas são desengonçadas e grandes!

– Acho que sei como vamos fugir desse lugar. – Disse Tori. Ótimo, um plano era tudo que precisamos agora! – Eu volto logo. – Ela saiu dali correndo e indo conversar com a grandona esquisita que ia me batendo e depois foi falar com alguns guardas, eles a levaram pra algum lugar depois de ela gritar com eles. O que a Vega estava fazendo? Tomara que não encrenque mais a gente!

– O que a idiota vai fazer? – Perguntei preocupada, onde estava Beck? Minhas costas não paravam de doer, que droga! – Tori o que foi fazer? – Perguntei assim que a avistei dentro da prisão.

– Nós vamos fazer um show pra o chanceler e vamos aproveitar pra fugir... – Hum! Isso parecia bom. – Robbie me contou que Beck ligou pra Zac pedindo os passaportes da gente, ou as cópias, com nossos pais. Então, já temos tudo que precisamos pra fugir, e a grandona que você chamou de desengonçada vai mandar todos da prisão nos obedecerem pra ensaiarmos e fugirmos... – Ela pensou isso tudo sozinha? Isso parece bom! – Vou falar com os guardas. – Disse saindo dali, os guardas tiraram a cerca e a Maria João mandou que todos nos obedecessem, caramba! Até os homens a obedeciam. Avistei Beck e André escondidos entre algumas caixas, minhas costas ainda doem!

– Beck! – Falei o abraçando. Ele me abraçou de volta.

– Jade precisamos sair daqui, agora! – Falou e expliquei o plano da Tori pra ele, passamos a noite toda ensaiando com os prisioneiros. Já estava morta de sono e fedendo, porque não se podia tomar banho aqui. Como as pessoas da cadeia conseguiam viver? Porque se fosse em nosso País pelo menos banho nós podemos tomar. Depois de ensaiarmos, sentei ao lado de Beck que Eca! Ele também não estava muito cheiroso. Beck viu minha cara o reprovando-o. – Lembra-se da noite na casa da minha mãe? Agora sou eu que estou fedidinho. – Disse rindo.

– Eu não estava fedida Beck! – Reclamei batendo em seu ombro.

– Ah tava sim! Mas eu não ligo, você tá sempre linda e perfeita. – Falou me dando um selinho. Ri de lado encostando minha cabeça em seu ombro, nem se quer comi, porque a comida daqui é péssima e estou sentindo falta do meu café! Minhas costas ainda doíam da queda, não sei pareciam arranhadas ou algo assim, mas não falei nada! O chanceler chegou junto com um monte de gente de fora, já estava de noite e todos estávamos preparados atrás das cortinas, até que esses presos tem jeito pra dança, menos as desengonçadas da gangue da Cat. Entramos no pátio, mas antes tínhamos verificado as portas de segurança que estavam livres, por causa da presença do chanceler.

– Olá galera, muitas palmas para Tori Vega e os garotos da Hollywood Arts! – Pediu o tal Sgrodis, as pessoas bateram palmas.

– Povo de Yerba, dedicamos essa apresentação a vocês e ao seu estimado chanceler... – Disse Tori, todos bateram palmas, não sei por que o tal chanceler tinha aceitado ter vindo, afinal ele não pode ver nada. – Mas que cara legal! – A música começou a tocar e começamos a dançar, igual o planejado. Tori também cantava junto a nós.

Tori continuou a cantar e deixamos os presos dançando, corremos o quanto pudemos por um beco estranho, todos suados, menos eu é claro. Chegamos finalmente ao caminhão de Sikowitz, até que enfim! Escutamos alguns barulhos, acho que eles já devem ter percebido a nossa falta!

– Ah depressa, subam no caminhão! – Disse Sikowitz assim que nos viu, foi o que fizemos. – Quem é aquele cara ali? – perguntou Sikowitz apontando para a grandalhona que queria ir conosco. Tori explicou que ela era uma mulher e ele dirigiu o caminhão, estávamos livres. Até que enfim! Passamos por uma longa estrada de barro, Beck estava abraçado a mim, finalmente livres! Quase não conseguia acreditar. Chegamos a uma parte onde tinha uma tipo de posto policial, droga! Uma mulher estava ao telefone, acho que tínhamos chegado a fronteira, vários carros estavam a nossa frente, acho que muita gente queria sair de Yerba! – Tudo bem, escutem... André e Robbie desçam do carro e finjam que estão brigando naquele arbusto. As pessoas irão descer do carro e Jade e Tori quero que tirem as roupas delas e tragam para cá. – Ótimo plano!

– Mas porque eu tenho que levar a surra de mentira? Porque eu não posso fingir bater no André? – Perguntou Robbie, ai que tolo!

– Porque você parece uma mulher de tão frágil, ninguém acreditaria. – Falei, Robbie saiu do carro desapontado. – Cat ligue pra seu namorado e verifique os passaportes, diga que vamos cruzar a fronteira, ou melhor Beck faça isso! – Mandei, saindo do carro, a fila era enorme. André começou a fingir bater em Robbie e quatro mulheres desceram pra ajudar, acho que elas não viram a roupa de prisão deles. Dissemos que éramos da cadeia e que queríamos suas roupas, elas nos deram e nós vestimos, dessa vez foi a vez de Tori e eu fingirmos uma briga. Três caras vieram ajudar e André os ameaçou, pegando a roupa deles, entramos no carro já vestidos e conseguimos passar pela fronteira. Já era de manhã quando a gasolina do caminhão acabou e tivemos que parar em uma cabana velha e desocupada no meio do mato. Ninguém havia dormido e muito menos comido bem. Sikowitz saiu e agora Beck estava encostado em meu ombro.

– Voltei, e advinha o que consegui? – Disse Sikowitz entrando na cabana que começava a me dar nojo, será que alguém morreu aqui dentro? Ninguém se arriscou a adivinhar, a não ser.

– Um unicórnio? HAHA! – Disse Cat rindo.

– Não! Consegui pegar metade de nossas coisas de volta, tudo que estava no hotel, desde Rex... – Falou olhando pra Robbie que estava num canto chorando, poxa! Agora que percebi isso, mas também não faz diferença! – Pedi a um fazendeiro um pouco de gasolina e que ele pegasse nossas coisas no hotel sem citar nossos nomes, em troca eu lhe dei onze vacas... – Falou rindo estranho.

– Dá onde você consegue essas vacas e? – Bufei irritada. – Deixa pra lá!

– Beck você ligou pra Zac? – Perguntou Sikowitz.

– Sim, ele sabe onde estamos! E disse que chegará com nossos passaportes amanhã de manhã. Mas ele disse que esperaria a gente no aeroporto. – Explicou Beck. Ótimo!

– Tudo bem! Vou pegar mais algumas vacas para trocarmos por um chuveiro. Cat quer vir comigo? – Perguntou Sikowitz rindo maldosamente. Cat saiu com ele rindo também. Como ele conseguia as vacas? Um tempo depois, Sikowitz pediu que o acompanhássemos e fomos direto a uma casa onde tomamos banho e comemos poucas coisas, a tal fazendeira parecia minha mãe, ela era bem simpática, mas eu tava preferindo pessoas assim, afinal tive um dia difícil. A noite chegara e estávamos indo a caminho do aeroporto, que era bastante longo.

– Se Tori tivesse pesquisado melhor sobre esse lugar nada disso teria acontecido. – Desabafei. Ela revirou os olhos.

– Jade! Não adianta reclamar agora, se eu me lembrasse da viagem que eu fiz pra cá eu tinha avisado que esse lugar é um lixo, mas nada disso aconteceu, o que importa é que estamos indo pra casa... – Disse Sikowitz. – E ainda faturei 230 dólares. – HAN? Como ele tinha conseguido isso? Prefiro nem saber o que aconteceu com as vacas. Sikowitz parou o carro debaixo de uma árvore e deu alguns telefonemas, um tempo depois um cara chegou com a outra metade de nossos pertences, Sikowitz informou onde tinha deixado às vacas e o cara se foi junto com a grandalhona desengonçada que deve ter achado o cara bonito.

– Jade! – Sussurrou Beck em meu ouvido. – Você não acha que o Sikowitz enrolou esse cara e vendeu as vacas e assim consegui os 230 dólares? – Assenti, até que podia ser isso mesmo! Amanheceu e nós mal dormimos. Fomos ao aeroporto e avistamos Zac.

– Amor! – Gritou Cat abraçando o loiro sempre vestindo jaquetas de couro.

– Ficamos te devendo uma. – Disse André e todos abraçamos ele, ufa! Embarcamos no avião.

– Bem vindos ao 510 C 9 voltando para Los Angeles. Uma pergunta, alguém ai gostou da viagem a Yerba? – Perguntou a única aeromoça no avião. Todos responderam negativamente, não só a gente, mas também as outras pessoas do avião. – Foi o que eu esperei! – Disse saindo dali, eu em? Dormi rapidamente, quando acordei já era de manhã cedo. Tinham passado seis dias desde que viajei a Yerba, eu estava bastante descansada.

– Então... Quem topa passar o término das férias na fazenda do meu pai? – Perguntou Zac e Cat pulou em suas costas, ele sorriu. Affs fazenda? Melhor do que nada! Todos assentiram e Zac saiu de lá com Cat nas costas gritando que ele era seu cavalinho, eles até que formavam um casal bonito, e meio doido também. Troquei-me no RV de Beck, não queria de jeito nenhum ir pra casa. Fomos pra fazenda de Zac, chegando lá nos impressionamos, a fazenda era tudo de bom! Tinha um lago pra pescaria, passeio a cavalo e piscina dentro da enorme casa cercada. Zac, Cat e Robbie foram pescar no lago, ou segundo Cat, procurar unicórnios. Acho que Robbie e Zac iriam se estranhar, porque Robbie é bastante enxerido e Zac não tem muita paciência com ele. Já André e Tori foram passear de cavalo, Trina foi junto. Beck e eu estávamos na piscina. Tirei meu short e blusa e fiquei apenas de biquíni. Beck me olhou de cima a baixo.

– Sabia que eu to morrendo de desejo de você? Desde que te vi de presidiária. – Falou rindo de canto e bagunçando seus cabelos.

– Você também estava lindo... – Falei desviando o olhar, ele riu. – O que foi?

– Você é linda... Sempre linda! – Disse chegando mais perto de mim e me puxando pra um beijo, ele já estava dentro da piscina, passou a mão pela minha cintura, fazendo com que eu, que estava sentada na beira da piscina, encaixasse minhas pernas em volta de sua cintura. – Eu te amo! – Disse antes de me beijar. Sua língua percorria até os mínimos cantos da minha boca, fazendo meu corpo esquentar. Sua mão encostou levemente em minha bunda, eu o queria ali, mas percebi que estávamos na piscina, em um lugar publico.

– Beck! – O afastei, ele protestou com o olhar, mas o mesmo observou o lugar e percebeu que não podíamos fazer nada ali. Ele alisou minha costas e uma ardência passou pelo meu corpo. Gemi de dor. – O que foi? – Beck me virou. – Jade o que foi isso? Nas suas costas tem um corte bem feio. – Disse preocupado, como assim?

– Bem... Ela começou a doer desde que a valentona me empurrou no chão. - Falei desviando o olhar.

– Ela te bateu? – Perguntou mais preocupado ainda.

– A Vega não deixou que ela me batesse... – Droga! Eu odeio admitir que Tori me ajudou, isso é um saco! Beck suspirou como se percebesse, talvez ele tivesse mesmo percebido. – Mas e você... Porque estava escondido quando fui te procurar? – Perguntei curiosa.

– Porque uns caras queriam jogar pedras em mim, mesmo depois de eu responder como deixava meu cabelo sedoso. – Disse rindo, ri também. É! O cabelo dele é cheiroso e sedoso mesmo! – Vem, vamos cuidar disso aqui. – Disse saindo da piscina indo pegar uma maleta de primeiro socorros.

– Beck não precisa, eu... – Tentei.

– SHI!SHI! – Disse colocando o dedo na minha boca, me impedindo de falar. – Eu vou cuidar de você. – Falou pegando uma toalha e enxugando minhas costas. Depois disso ele fez um curativo, eu adoro o jeito como cuida de mim. Depois disso fomos pra o carro. – Vocês não vão vim? – Perguntei olhando pra Zac e Cat.

– Não, eu levo a Cat amanhã. Minha família vai vir aqui de noite e eu quero apresentar ela pra eles. – Disse Zac rindo de canto e corando de leve. Ele estava nervoso. Cat deu pulinhos animados.

– Tá bom então... Cuidado ai ruivinha! – Falei piscando o olho pra Cat que provavelmente não entendeu. Beck levou todos pra casa no carro dele. Agora já estávamos na porta da minha casa. – Preparado? – Perguntei e Beck assentiu, abriu a porta e assim que entrei, minha mãe veio correndo me abraçar. Ai que saco!

– Jade minha filha, temos que conversar. – Protestei com o olhar, mas ela não ligou. – Fiquei preocupada com o namoro de vocês... – Ela deu uma pausa. Com meu namoro? Beck pareceu se perguntar a mesma coisa. – Um loiro chegou aqui e nossa como ele era bonito, mas eu sou mais você Beck... – Beck riu. – Ele disse que queria a cópia de seu passaporte e lógico que eu não quis dar, então ele se apresentou como um tal de Zac me deu até o número de sua casa e tudo, eu liguei e a família dele disse que ele tinha uma namorada, então eu perguntei quem ela era, e ele disse que vocês dois estavam namorando... – Ele deve ter enrolado ela, só pra pegar o passaporte. Noite longa vem ai!

Zac Smith

Notas finais do capítulo
HEEEY MY DIVOS, o que acharam do enorme capitulo com mais de 9000 palavras? é deu trabalho na hora de escrever, por isso só nos vemos no sábado que vem :) Beijos a todos e me mandem o que acharam okay?
Fic de Hoje: http://fanfiction.com.br/historia/309988/2_Day/ (Tenho que dizer que adorei essa fic, tomara que possam lê-la, beijos e até mais) :D




(Cap. 26) Helen Está de Volta

Notas do capítulo
HEEEEY MEUS DIVOS, como vai vocês? Senti saudades, eu to cansadona, muitos trabalhos pra autora aqui e redações affs ¬¬, mas enfim depois de me recuperar de tudo isso eu vim postar um capitulo de tarde porque vou sair a noite, é... é a autora vai tirar ferias, u.u.u. gloria! kkk Enfim vamos aos avisos?
AVISO 1 = Lembra do que a gente falou sobre as cenas hots serem incluídas na fic? Pois é! Eu pensei bastante sobre o assunto e acho que pode sim ter cenas mais apimentadas na fic okay? Por isso acabei de mudar a classificação, mas ATENÇÃO. Os capitulos mais hots vão aparecer na 3 temporada okay? Porque eu já escrevi a 2 temporada inteira u.u.u. E sim, vai ter o capitulo dos erros de gravação okay? Vocês terão uma surpresinha uu.u. ATENÇÃO, não vai ser toda hora que vai ter cenas hots okay? Vai ser só de vez em quando pra não tirar a graça da fic, okay?
AVISO 2 = eu queria agradecer e dedicar esse capitulo a duas pessoas lindas uu.u. são elas: Daniela e LoveBadeSeddie, que me mandaram recomendações, quando eu entro no NYAH e vejo 2 recomendações eu piro né? kkk Daniela eu agradeço por você achar minha fic tão boa que salvou logo nos seus favoritos, obrigada sua linda! E LoveBadeSeddie não se preocupe com a demora da sua recomendação, porque eu amei mesmo assim :D
AVISO 3 = Obrigada pelos reviews do capitulo anterior, eu amei cada um e espero que continue assim e.e.e THANKS AMORIS beijos e nos vemos lá embaixo! :D ♥
*Esse capítulo segue a série: Brilhante Victoria ou Victorious (2º - Temporada) Como descrito: Não seja rígido, pois cenas serão mudadas, acrescentadas ou invertidas. Aqui a imaginação é livre e o prazer é seu em ler!

Beck Oliver

Estava na casa da Jade, e essa noite não vai estar na minha lista de melhores noites do Beck, apesar de todas elas eu ter passado com Jade.

– A senhora entendeu errado, nós só... – Tentei.

– Vocês não estão mais namorando? Jade porque trocou o Beck pelo loiro? Perdeu o juízo e... – Falava Sara exasperada.

– Não seria a primeira vez... – Disse uma voz grossa ao meu lado, o pai da Jade era uma criatura um tanto... Estranha e assustadora demais! – Ela já perdeu o juízo várias vezes, principalmente quando colocou essas porcarias na cara e fez essas tatuagens... – Disse pegando o braço de Jade que puxou o mesmo com força.

– A questão é que... Nós continuamos namorando... – Tentou Jade.

– Que ótimo! – Disse o pai de Jade, eu não me lembro do nome dele. Fiquei confuso, não sabia se ele estava brincando e sendo irônico ou só falando um fundo de verdade, afinal desde que entrei na vida de Jade, sua mãe pareceu mais feliz, não estou sendo convencido! É só que ela pareceu se preocupar menos com Jade, bem menos e seu pai passou a viajar mais, deixando Jade com sua tia maluca.

– O caso é que não fomos pra Cancun, tivemos que ir pra um País chamado Yerba com nossos amigos e... – Tentei mais uma vez. O olhar assustador do pai de Jade fez meu corpo tremer. – Meio que minha família não deixou que fossemos pra Cancun.

– E porque não quiseram que minha filha fosse pra Cancun com eles? – Perguntou estreitando os olhos, eu não disse isso! Droga! Ele parecia demais com Jade.

– É que a mãe de Beck estava doente e acharam melhor cancelar a viagem... Ele até teve que ir ao Canadá visitar sua mãe. – Jade parecia cuspir as palavras, ela queria sair dali o quanto antes e eu também, só que se isso acontecesse, os pais de Jade iriam ter uma má impressão sobre mim e acho que eu era a coisa que eles mais apoiavam pra Jade. – Eu não tenho que ficar dando satisfações a vocês... – Jade parecia se perguntar isso. Será que ela devia satisfações?

– Jade! – O coroa chamou a atenção da garota que já estava subindo as escadas. Ela ia mesmo me deixar aqui sozinho? Jade voltou e ficou do meu lado de novo. Droga!

– Bem... Viajamos pra Yerba e a amiga de Beck no meio da apresentação sem querer acertou o olho do Presidente de lá, ou quase isso, então fomos presos e pedimos ao Zac que é o loiro que veio aqui, pra ele pegar as cópias dos nossos passaportes pra gente poder sair do País. – Explicou Jade, digamos que essa não foi a melhor maneira dela explicar.

– Porque não ligou pra gente? Podíamos ajudá-la. – Disse Sara.

– Podiam mesmo? – Perguntei esperançoso.

– Não! – Respondeu o pai de Jade. – Boa noite! – Disse saindo dali.

– Desculpe, por ele... – Eu ri, parecia até eu quando dizia a mesma coisa para os outros quando Jade dizia algo além da conta. – Beck querido vamos fazer um almoço de família aqui no domingo... – Começou Sara.

– Não... Ele não vai vir! – Disse Jade me empurrando até a porta. – Adeus Beck! – Falou fechando a porta na minha cara. WOW! Desde quando eu sou expulso assim? Fui pra o carro e segui para o RV, chegando lá entrei no The Slap.

“Muito cansado. O dia foi longo, mas foi bem legal, indo dormir.”

“Humor: Exausto”

Alguém comentou embaixo:

“Se quiser eu posso ir ai te fazer uma massagem.”

As pessoas estão ficando cada vez mais abusadas. Alguém comentou embaixo.

“Se eu fosse você ficava bem longe dele, a não ser que queira alguém na sua casa com uma tesoura na mão em mais ou menos 30 minutos.”

WOW! Essa foi dura em? Olhei o nome: Jade West. Ela tinha comentando há pouco tempo, olhei e vi que ela estava On, abri um chat.

– Garotas abusadas, garotas abusadas e idiotas! – Falou irritada assim que me viu.

– Tudo bem! Relaxa! Sabe, eu ainda to te devendo uma massagem... – Falei malicioso, eu estava realmente devendo á ela, por ela ter feito a gentileza de ir pedir ao chanceler que soltasse Tori da prisão e acredite, eu achei que ia precisar de mais que apenas uma massagem pra convencer a fera.

– Verdade, Oliver! Ainda me deve uma massagem. – Disse irritada.

– E quando vai querer? – Falei arrumando a cama pra dormir.

– Assim que meus pais saírem daqui... – Sua voz mal-humorada foi interrompida por outra.

– Jade você vai querer café com leite, querida? – Sua mãe era doce e simpática.

– Eu odeio café com leite, mãe! – Jade gritou. Sua mãe falou mais alguma coisa que eu não consegui entender. – SIM MÃE! EU ESTOU NAMORANDO MESMO O BECK! – Gritou de volta e eu ri. – Dá pra acreditar? Ela acha que você é minha salvação.

– Talvez eu seja mesmo... Eu sou sua salvação pra todos os seus problemas... E você é a minha salvação... Pra tudo. – Falei nada mais que a verdade.

– Odeio quando você fica falando essas coisas melosas quando estou irritada. – Falou jogando o travesseiro para o lado, na verdade eu sabia que ela adorava, e eu só falava a verdade. Jade é a solução pra minha vida, todos os meus problemas são solucionados apenas com ela.

– Porque me expulsou daquele jeito de sua casa? – Perguntei fingindo raiva.

– Por que... Eu odeio quando eles ficam te babando, meu pai gosta de você... E eu não quero que vocês se aproximem... Eu sabia que se você ficasse lá ia acabar aceitando o tal almoço em família, e é melhor achar alguma coisa legal pra fazermos, porque eu não fico nem morta aqui nessa casa, no domingo... – Disse revirando os olhos.

– Vou achar! Boa noite fedidinha. – Falei rindo. Ela apenas desligou o chat e acabei rindo sozinho no RV. Apenas fui dormir. Acordei no outro dia com batidas na porta. Abri pensando ser Jade, mas era meu pai. – Pai? – Fiquei surpreso por ele estar na minha porta.

– Beck você foi viajar e tudo mais, não deu tanto tempo de conversarmos... – Ih! Já sabia onde ele queria chegar. – Beck você sabe que eu sinto falta de sua mãe... Como ela está? – O coroa um pouco barrigudo e com cabelos sedosos iguais aos meus parecia preocupado, ele ainda gostava da minha mãe, o que ele não sabia, é que ela não estava nem ai pra ele, tanto é, que já tinha arrumado um novo namorado. Eles estavam separados há um ano e meio. Era difícil pra mim ver os dois desse jeito, quer dizer, ver meu pai desse jeito, sempre tristonho. Ele também tinha uma namorada, ela meio que já morava com ele, mas dava pra ver em seu rosto que ele amava minha mãe e ele até tentava disfarçar isso na frente de sua mulher, mas na minha frente, ele nunca conseguia. Ás vezes era por isso que eu tentava fazer de tudo pelo meu namoro, não queria que o futuro de Jade e eu fossemos ficar separados, enquanto eu morria de saudades dela. Não queria viver longe da mulher que eu amo, igual a meu pai.

– Ela está muito bem pai. Tudo nos conformes, inclusive ela mandou lembranças ao senhor. E pediu que cuidasse muito bem de mim. – Menti rindo de canto. Seria melhor pra ele.

– Muito bem meu filho, eu já cuido bem de você. Deixo você fazer o quer, até morar aqui eu deixo... – Disse rindo. – Como vai sua namorada? – Meu telefone tocou. Mostrei a mensagem pra meu velho.

“Não se atrase Oliver, te vejo na escola.”

Ele riu. – Vou deixar você se arrumar. – Falou saindo do trailer, tomei banho, comi e fui pra HA. Encontrei Jade em seu armário conversando com Zac.

– Bom dia! – Falei animado dando um selinho em Jade e a abraçando. – Oi Zac!

– Oi Beck! Cat já devia ter chegado. – Disse procurando a ruivinha.

– Amor me ajuda! – Gritou Cat correndo e se escondendo atrás de Zac. – O Robbie quer que eu raspe os pelos da nuca dele, mas eu não quero! – Disse Cat abraçando Zac, Robbie chegou depois.

– Mas eu só te pedi Cat! – Explicou Robbie.

– Se você quiser eu posso fazer isso... – Zac pegou seu canivete, Jade riu baixo.

– Melhor você correr cara! – Disse Rex e Robbie saiu correndo.

– Ele é tão mal! HAHA! – Disse a ruivinha apontando pra Zac e rindo. Esses dois, sei não viu! O sinal tocou e nos despedimos do casalzinho. Assistimos às primeiras aulas e depois fomos para o almoço. Sentamos com André e Cat.

– Alô! Sua atenção, por favor! Aqui em cima! Eu to acenando... Tão vendo minha mão balançando pra cá e pra lá... Por favor! – Disse Sikowitz de lá de cima do café. As pessoas não se calavam.

– TODO MUNDO CALADO! – Gritou Jade subindo na cadeira, foi uma grossura de sua parte, mas adiantou. As pessoas pareciam ter a atendido.

– É a Jade! Sempre doce e feminina... – Disse Sikowitz ao microfone, Jade apenas revirou os olhos e voltou a se sentar.

– E agora eu apresento um homem que dispensa apresentações... Ele nasceu ao lado de um rio... Diretor Eikiner... – Disse Sikowitz depois que o mesmo puxou o microfone dele, se deixasse ele falaria o dia todo ali. Aplaudimos o diretor, o cara era demais por governar essa escola sozinho, só com a ajuda de vice-diretor que é o Senhor Dickers que é um chato, mas segue as leis de Eikiner, acho que mesmo se ele não estivesse aqui.

–Alunos e professores... É com o coração partido que eu informo que a partir de hoje eu não sou mais o diretor da Hollywood Arts... – Mas por quê? Como assim? – Por favor, segurem os murmúrios. Não é que eu não adore dirigir essa escola, eu amo. Mas... Me apaixonei por uma garota do Taiti e quero viver com ela e o povo dela... – Ele abraçou uma garota vestida de Ula, Ula. Ele ia mesmo fazer isso? Sikowitz saiu dali, mas antes pegou a banana que a mulher segurava, cara pirado em?

– O que a gente não faz por uma mulher em? – Falei por alto. Jade apenas deu uma tapa na minha cabeça. O que foi? Nossa direção foi voltada para um carro que acabou de atropelar uma bicicleta. – Será que eles estão bem? – Perguntei preocupado.

– To nem ai! – Disse Jade saindo da mesa e indo para outra direção. Segui-a e fomos pra aula de Design de Figurino. Depois fomos pra aula de Sikowitz.

– Você consegue fazer isso? – Perguntei. Ela ficou confusa, pedi pra ela abrir a mão, eu a alisei e fiz carinho com a unha, pedi pra ela fechar de novo, ao abrir o punho, eu acariciei de novo, e dei uma leve tapa.

– Tá formigando... – Disse maravilhada, eu sei. – A sensação é boa. – Falou e comecei a fazer de novo na mão dela.

– Muito bem. Tori e Jade vocês vão interpretar marido e mulher. – Explicou Sikowitz depois de meia hora arrumando a Cat.

– Eu faço a mulher. – Disse Tori.

– É não brinca... – Falou puxando sua mão da minha, ela levantou e foi até o palco com Tori.

– E aqui está seu bebê ruivo sintético novinho em folha. – Disse Sikowitz mostrando Cat com gorro de bebê. Cat tentou falar, mas Sikowitz colocou a chupeta nela. – Muito bem, o seu dialogo tem que ser todo amigável, mas as entrelinhas tem que ter raiva, então vocês tem que dizer suas falas alegres com raiva. AÇÃO! – Gritou se afastando.

– EI EU TO MUITO FELIZ POR TER ME CASADO COM VOCÊ E TAMBÉM POR TER ESSA BEBEZINHA LINDA! – Gritou Tori, ela estava interpretando bem.

– EU DIGO O MESMO! – Gritou Jade coçando o nariz, isso era a melhor chance de saber quando ela estava mentindo, nem que fosse só um pouco. Toda vez que ela mentia, ela coçava o nariz. – EU TE DIGO MAIS, NADA NESSE MUNDO ME DÁ MAIS PRAZER DO QUE OLHAR PRA ESSA COISA DE FRALDA MÁGICA AI. – Disse Jade indo muito bem também, esse negocio de atuar com raiva era complicado. Cat imitou um bebê.

– Com licença eu detesto interromper, mas vou fazer assim mesmo... – Disse uma mulher negra e robusta entrando na sala. – Olá crianças... Sikowitz! – Os dois se cumprimentaram, não muito bem, pelo menos foi o que percebi. – Bom... Eu to passando por todas as turmas pra dar um oi, me apresentar pessoalmente e sentir qual é a vibração da escola. Tá vendo aquele ali? É o babaca da bicicleta que eu passei por cima... – Explicou a mulher, apontando pra Robbie. Ah! Então foi ele o atropelado? Nossa! Nem deu tempo de ver, Jade não tinha deixado. E se eu não fosse atrás dela garanto que ia ser pior pra mim.

– Então Helen... Talvez você queira contar para as crianças... Um pouco do seu passado. – Sugeriu Sikowitz. O que eu ainda não tinha entendido, é quem de fato era ela?

– Ah com prazer! Quando criança eu estrelei um programa da TV, Happy Times. – Tori não acreditou que ela fazia o tal personagem, eu nunca assisti essa série. – HAHA! É! É! Era eu... E mais recentemente eu fui a gerente geral do cinema Premiere em San Diego. Aquela garota tá chupando chupeta? – Perguntou confusa. Mas o que isso tem haver?

– HAN... Eu falava aos garotos sobre entrelinhas... Em termos de atuação... – Disse Sikowitz.

– Ah então continuem... Vejo vocês nas novas audições... – Pelo menos ela... Novas audições?

– Pra que novas audições? – Perguntou Robbie.

– Pra continuar nessa escola. Semana que vem vão ter que apresentar uma cena, cantar uma música, bater num tambor, fazer cócegas num cavaquinho, eu não ligo apenas me mostrem algum talento. – Mas pra que tudo isso?

– Sabe... Todos passamos por uma audição... – Falei.

– Foi como entramos aqui... – Continuou Cat.

– Vocês todos passaram pelo antigo diretor, não por mim... – Explicou, mas isso não era preciso!

– Pera ai, você tá falando tipo... Eu canto uma música pra você e se você gostar eu fico na Hollywood Arts? – Perguntou Tori surpresa, todos estávamos afinal, ela não podia fazer algo desse tipo, fora que ela me dava medo.

– UHUM! E se eu não gostar, tchau, tchau... – Falou me dando mais medo ainda.

– HAN... Sem ofensa Helen, mas o que é que você entende de cantar? – Perguntou Jade desafiando a mulher, ás vezes me impressiono com sua coragem, será que ela não teve nem um dedinho de medo dessa mulher? A mulher abriu a boca e dela saíram notas agudas e ótimas, ela cantava muito bem, fiquei realmente impressionado, acho que como todos. Bati palmas pra ela, caramba! Jade pareceu envergonhada.

– E quem mais tá com medo dela? – Perguntou Sikowitz, levantei as mãos assim como todos, menos Jade. Eu em? Como ela consegue? Talvez por ser diferente, adoro isso! Fomos liberados e estava levando Jade em casa.

– Você jura que não ficou com nem um pouquinho de medo dela? – Perguntei acho que pela décima vez.

– Não e acho que você também não deveria ficar, qual é? Ela só quer assustar as pessoas... – Falou desviando o olhar, era como ela. – E eu não tenho medo. Além do mais você ouviu o Sikowitz, amanhã não vai ter aula já para que tivéssemos tempo de nos preparar, então... Vamos fazer isso! – Falou decidida, nossa esse jeito dela de saber o que quer é tão excitante, excitante até demais. Parei o carro, já estávamos de frente a sua casa, ela tinha deixado o carro na HA. Me aproximei dela rindo malicioso. – Tudo isso de ser tão decidida e saber o quer, tá me deixando excitado sabia? – Perguntei sussurrando em seu ouvido.

– Sabia, mas mesmo assim temos que ensaiar, e não ouse tentar encostar a mão em mim de novo. – Mandou, saindo do carro.

– Mas Jade eu podia te ajudar depois que a gente... Hum... Relaxasse... Que tal? – Droga! Ela era bastante difícil. De certo modo, isso era bom.

– Não! Tchau, Oliver. – Falou entrando em casa e fechando a porta. Parece que o jeito é ir tomar um banho frio de novo Beck! Cheguei em casa e foi isso que eu fiz, logo depois, procurei alguns roteiros na internet, mas nenhum tinha bastante criatividade para que eu apresentasse a Helen. Ela dava medo, eu não podia fazer qualquer coisa. Peguei um pedaço de papel e comecei a pensar. Ri me lembrando da cena de hoje, Jade interpretando um pai, e como será que ela seria se fizesse uma mãe? Ri de canto imaginando também o desastre de eu ser pai. Mas claro que isso eram coisas de menos, o mais importante é que eu queria ter filhos com ela. Porque eu não consigo parar de pensar nela? Tudo bem, Beck se concentre na peça! Tudo bem! Uma ótima ideia para peça, podia ser sobre dois irmãos, um deles morre, e o outro sentindo muita falta, demora a descobrir que o irmão de fato nunca partiu, que na verdade, ele estará sempre com ele, em seu coração. Uma parte que nunca morrerá, sempre com ele, o tempo todo. Que o irmão mais velho que morreu, era na verdade ele mesmo. Isso era perfeito! E bem profundo, eu gostei e Sikowitz um dia já disse que pra a coisa ser um sucesso, você mesmo tem que gostar dela e aprová-la antes de todos, foi algo assim, mas eu entendi. Comecei a escrever tudo. E depois fui dormir. Acordei cansado e com as costas um pouco doloridas, tomei banho, comi e sentei na cadeira novamente, tentando pensar nas ultimas falas pra minha apresentação, finalmente consegui, já era de noite. Ensaiei tudo que precisava e me deitei na cama. Liguei pra Jade.

– Amor? Já preparou sua apresentação? – Perguntei curioso.

– Sim! E você? – Perguntou parecendo cansada.

– Também. Você está bem? – Perguntei preocupado, a voz dela estava fraca.

– Não é nada! É só que... Eu to cansada de preparar a apresentação e a Cat não para de me ligar, porque ela tá surtando e ta cheia de problemas com Zac. – Disse bocejando.

– O que, que a Cat tem? – Perguntei desviando do assunto. Eu sabia que se eu ficasse batendo na tecla: “Jade você está bem?” ou “Jade quer alguma coisa?”, ou coisas do tipo, ela iria se zangar comigo.

– Parece que Zac está com alguns problemas com ciúmes... – Começou.

– Igual a você? – Perguntei esperando a resposta.

– EU NÃO TENHO PROBLEMAS DE CIÚMES, OLIVER! – Disse desligando o telefone frustrada. Eu ri baixo e lhe mandei uma mensagem e depois fui dormir.

“Eu te amo, e admita você tem muitos problemas de ciúmes sim, mas ás vezes eu também tenho, então relaxa. Fica bem e tenha uma boa noite, minha West!”

Acordei enjoado, estava com medo de não passar na audição, tentaria ser como Jade, não ter medo da Helen, mas é quase impossível. Fui pra HA depois de me arrumar. Encontrei minha morena na fila pra se fazer as audições, engraçado! Ela estava mesmo esperando pra fazer a audição? Normalmente ela pede com jeito pra as pessoas saírem enquanto ela segura uma tesoura, ri de canto com isso. Avistei um garoto loiro e uma garota de cabelos ruivos. Eles me cumprimentaram.

– E ai Zac, o que vai fazer pra audição? – Perguntei.

– Bem... Eu vou fazer o trecho da peça do meu pai, aquela dos zumbis. – Explicou.

– Espera! Aquela peça não precisa de duas pessoas? – Perguntou Jade, ele confirmou.

– E quem vai te ajudar? – Perguntei.

– Bom... A Meredith se ofereceu pra ajudar, acho que não tem problema. Cat não quer, porque ela tem medo de zumbis e Meredith deve ser a única garota que concorda com tudo que eu falo. – Disse sorrindo.

– Mas e os problemas de ciúmes que vocês estavam tendo? – Perguntou Jade, curta e grossa.

– Bom é que Cat estava reclamando que eu ia fazer a apresentação com a Meredith e ela disse que não queria que eu visse sua apresentação e nem queria ver a minha... – Incentivei-o a continuar. – Então... Robbie se ofereceu pra fazer a cena de zumbi com ela e eu o botei pra correr, cara aquele garoto é muito chato! – Disse Zac irritado, eu ri. Se Cat estivesse escutando alguma coisa, ela teria defendido Robbie, mas ela estava escutando música. – E ai eu chamei o Lion. – Mostrou um garoto na nossa frente na fila.

– Mas Zac ele não é feio! Porque contrataria alguém bonito pra ficar perto da sua namorada? – Perguntou Jade rindo malvada.

– Porque ele é surdo, e a Cat não sabe, ela pensa que ele não dá atenção a ela, além do mais ele sabe tocar piano, o que vai ser perfeito pra seu numero. – Disse rindo de canto também, ás vezes irrita o tanto que eles se parecem. Ficamos mais alguns tempos na fila e depois chegou a minha vez. Já estava na parte final da peça.

– E naquele momento ele não era mais o meu irmão mais velho, ele era uma parte de mim que eu tinha que abandonar... Pra sempre! – Terminei a apresentação e fiz Helen chorar, acho que ela tinha gostado. YES!

– AAAHHH isso foi muito profundo... – Falou pegando um lenço. – Excelente! Você já viu o cabelo desse garoto, olha o cabelo dele! – Pediu Helen a um cara que estava sentado atrás dela, nossa! Tava até nervoso! Fiquei lá em cima com Sinjin que ajeitava os efeitos, esperava Jade se apresentar. Mas foi a vez de Cat que fez malabarismo, cantou uma música muito rápido, interpretou e dançou tudo isso em 90 segundos, além de gritar com o pianista que era surdo. Pobre Lion! Era a vez de Robbie que contou piadas um tanto sem graças, mas Rex o humilhava e Helen achou isso criativo. Então tá né?! Era a vez de Jade, ela produziu um filme? Nossa! Ela produziu, dirigiu e atuou. Que fantástico! No filme Jade estava numa banheira, num local escuro com uma maquiagem bizarra e com uma caixa de música. Um garoto estava ao seu lado brincando com um cavalo de madeira, nossa! Como ela fez tudo isso em um dia?

– Porque ta fazendo isso? – Perguntou o menino no vídeo.

– Porque você é mal! – Disse Jade também na gravação.

– Então você mesma escreveu esse filme? – Escutei Helen perguntando a Jade.

– E dirigi e estrelei. – Respondeu. Dava um belo filme de terror!

– Cercando aquela arvorezinha, o macaco prendeu a doninha... – Cantarolava Jade no filme. – O macaco achou que era engraçado... – Prestava mais atenção na conversa delas. Helen tentava pedir explicação a Jade, mas ela a interrompia, a mandando prestar atenção no filme. Como ela conseguia fazer a mandona da Helen ficar quieta e com medo? É! Jade tem poderes inacreditáveis!

– PARA COM ISSO! PARA! – Gritou o menino do vídeo. Um boneco feio saiu da caixa de música, fazendo todos lá embaixo gritarem, não me assustei apesar de ser uma ótima hora pra aquela coisa sair de dentro da caixa. Eu nunca me assustava!

– PAPAI PEGA A DONINHA! – Gritou Jade e todas as pessoas se assustaram, eu ri. Ela sabia chocar qualquer um.

– TE DETESTO! – Gritava o garoto.

– EU TE AMO! – Gritava Jade e os dois ficavam gritando isso o tempo todo. Sikowitz saiu correndo e derrubando as cadeiras, saí dali também. Esperei Jade e finalmente ela chegou. – Gostou do vídeo? – Perguntou rindo malvada.

– Você assustou todo mundo lá dentro! – Falei rindo de canto.

– Menos você! – Disse me puxando pra um beijo, ela mordeu levemente meu lábio inferior, enquanto minha língua passeava pela sua boca. Separamos por causa do ar, ou falta dele. Fomos pra casa. Jade pra sua e eu pra minha, infelizmente os pais delas ainda estavam lá. Acordei no outro dia, me arrumei e vi o celular, tinha uma mensagem.

“Meus pais resolveram ir pra casa hoje à tarde, quer dizer que a casa é só nossa a noite, irei cobrar minha massagem, Oliver!”

Sorri animado, ótimo! Tudo que eu precisava era ficar a sós com ela, respondi.

“Ótimo! Sua massagem será feita hoje, Srta West. Mas eu queria muito que você cantasse aquela música do vídeo pra mim.”

Antes de ir pra HA, recebi um telefonema dizendo que eu tinha passado na audição e a assistente da Helen ainda pediu o nome do Shampoo que eu uso. Avistei Tori, André, Cat e Robbie encostados no armário de Tori, todos pareciam tristes. Jade se aproximou deles, e eu também.

– O que aconteceu? – Perguntei preocupado.

– Eu não passei na audição. – Disse Tori. Jade sorriu, eu sabia que ela queria ver Tori longe daqui. Ela arrumava suas coisas dentro da bolsa, qual é? Isso não podia ficar assim! Desde o dia que eu a vi em cima do palco no dia da Grande Apresentação, eu sabia que ela tinha talento, e tudo isso se comprovou quando ela estava fazendo a cena do pássaro, não podiam simplesmente tirar ela de lá! Ela é minha amiga, e isso não podia acontecer. Não com Tori pelo menos! Tori apagou as luzes de seu armário. – Não vai mais brilhar! – Disse triste.

– Olha! Eu não consigo entender, eles não podem expulsar a Tori da escola! – Disse Robbie.

– Tá então... Eu vou pra casa... Pra sempre! – Disse Tori desapontada saindo dali, a puxei pelo braço, mesmo sabendo que Jade iria reclamar comigo depois, eu sabia que seria errado, não ajudar um amigo, quando ele precisava.

– Você não vai sair dessa escola... – Falei. Claro que não!

– Ela tem que sair... – Disse Jade. Como assim? Eu sei! Ela não gosta da Tori! Mas daí não ajudar a garota! É... Faz todo sentido! – Quer dizer... HAN... Eu me sinto muito mal com isso, sério, mas sabe... Tchau! – Observei-a pra ver se ela não coçava o nariz, e ela não coçou! Então quer dizer que ela nem que fosse só um pouquinho gostava da Tori e sentia por ela sair dali, apesar de não demonstrar.

– Acho que eu vou sentir menos falta de você. – Disse Tori. André perguntou como assim ela não iria embora.

– Quer dizer que todo mundo vai falar com a Helen agora! – Falei depois de pensar um pouco. É isso! Todo mundo falando fica mais fácil! Todos concordaram. Tori perguntou o que íamos dizer, é eu não pensei tanto nessa parte, mas...

– Que se sair da Hollywood Arts também saímos. – Disse Cat, pera isso já é radical demais! Tori perguntou se era sério. – Não! Eu gosto muito da escola... – Disse a ruivinha virando o rosto.

– Bom... Eu vou comprar chiclete. – Disse Jade saindo dali, ai, ai! Acho que eu já poderia ter imaginado um pouco. Pedi pra que fossemos procurar a Helen, todo mundo foi, mas erramos o lado e quando fomos agora pelo lado certo, encontramos Helen no corredor, ela dava medo! Recuamos. Ela perguntou se queríamos alguma coisa e André me empurrou pra que eu falasse.

– A gente não acha que a Tori deva ser expulsa. – Falei. Ela perguntou quem era Tori e Tori se pronunciou.

– Minha anotação diz que ela foi expulsa porque é sem talento e irritante. – Falou não fazendo sentido algum, isso era mais coisa da Trina. Tori questionou o fato de ser sem talento, segundo Helen. – Ah você é, e bonita como uma rosa! Então porque estão me perguntando sobre a Tori Vega? – HAN? O que, que ela tava falando em? Tori falou que ela era Tori Vega. Isso ficou confuso! – Não, não! Essa é a Tori Vega. – Disse apontando para seu pera phone, onde a foto de Trina estava com o nome de Tori. Tori explicou que tinham trocado os nomes e a assistente de Helen se desculpou alegando que tinha problemas pessoais. Tudo estava explicado! Estavam falando o tempo todo da Trina!

– Eu sabia que era um engano! – Disse Cat.

– E você vai ficar! – Disse André, apoiei.

– Mas, pera, pera, pera! Você não pode expulsar a Trina da Hollywood Arts, não é pessoal? – Perguntou Tori e disfarçamos, se Jade estivesse aqui, ela diria a verdade, a garota é péssima! Helen disse que se Tori quisesse, ela mesmo podia falar com Trina, acho que isso séria pior! – Não, não, não, por favor, não! – Pediu Tori. – Eu falo pra ela! – É! Seria difícil, mas é melhor do que ela ter que sair. Helen saiu dali. – Pessoal, eu não quero estar sozinha quando for contar pra Trina que eu... – Saí dali logo. Eu já quase apanhei daquela garota quando fui fazer um favor pra Jade e pra Tori, enquanto elas estavam no Karaokê, eu que não iria me arriscar. Fui pra minha aula de produção de roteiro e encontrei Jade no estacionamento.

– Quer chiclete? – Perguntou rindo já que eu sabia que ela queria se referir ao assunto: Tori e sua expulsão. – Ah ou prefere ir ajudar a sua amiguinha? – Perguntou entrando no carro, comecei a dirigir. – Parece que Robbie e André vão ajudá-la amanhã. Eu já sei que quem ia ser expulsa era a Trina, e isso tudo era um engano, infelizmente. – Disse fitando a estrada.

– Infelizmente? Admita você gosta da Tori! E você não ter ajudado foi muito feio. – Reclamei.

– Eu não gosto da Vega... E se gostar, é só um pouquinho, Oliver! Agora eu não queria ajudar mesmo ela e você não devia pagar de bom moço, nem um beijo você me deu e já foi bancando de herói pra Tori. – Me acusou.

– Qual é? Jura que vai rolar crise de ciúmes agora? – Perguntei rindo de canto e descendo do carro, já estávamos na frente de sua casa. Jade entrou e não tinha ninguém.

– PAI, MÃE? TEM ALGUÉM EM CASA? – Gritou, mas ninguém falou nada. Nós estávamos sozinhos, que ótima noticia! – Quer saber, Oliver? Eu não vou ter crise de ciúmes agora, você ta me devendo uma massagem e você vai me dar, assim você para de reclamar que eu tava errada! – Mandou.

– Tudo bem, eu faço a massagem e assim eu esqueço que você não quis ajudar sua amiga... - Ela me mandou um olhar frio. – Sua colega... – Corrigi. – E assim você também esquece que eu a defendi ok? – Perguntei e ela assentiu, subimos pra o quarto. Jade se jogou na cama de costas e tirou a blusa. Nossa aquilo era muito sexy!

– Pega o óleo de massagem na prateleira do banheiro! – Mandou e eu obedeci.

– Canta a música do filme pra mim e me conta quem era aquele menino do vídeo? – Perguntei curioso, enquanto passava o óleo em suas costas a massageando. – Fica melhor se tirar a roupa. – Falei e ela obedeceu. Tirou seu short, ficando apenas com a palavra que ela odeia, não sei qual o problema da palavra calcinha, mas tudo bem! Sua pele branca ficava ainda mais cheirosa com aquele óleo, com odor de frutas frescas.

– Aquele garoto é o vizinho daqui de casa, eu o vi brincando e como ele só vive jogando essa maldita bola aqui no jardim... – Disse apontando pra bola furada e pendurada em sua prateleira, junto com aranhas e outros bichos em um vidro com álcool. – Eu pedi... – Ela encarou o meu olhar. – Eu o forcei a fazer o filme comigo, tudo aquilo não foi atuação, ele apenas ficou realmente com medo e sem entender nada, e uma das mensagens do filme era tentar passar realismo. – Disse me fazendo entender melhor, apertei um pouco seus ombros. – Até agora, nem sinal de uma sequer bola. – Disse malvada e eu ri, ela adorava ser assim e eu adorava observá-la melhor.

– Sabia que você tem um sinal aqui? – Falei olhando pra o sinal em suas costas.

– Cala a boca, Oliver! – Mas o sinal era bonito, ah deixa pra lá! – Cercando aquela arvorezinha o macaco prendeu a doninha... O macaco achou, que era engraçado e deixou a doninha sozinha. Foi embora de galho em galho e papai pegou a doninha... – Cantarolou e eu ri com a música. A virei bruscamente e ela parou de cantar... Ri malicioso e ela correspondeu. Tirei rapidamente minha calça jeans e minha cueca, Jade alisou meus cabelos me puxando pra um beijo que eu com certeza retribui. A beijei com fúria e ela correspondia também a cada movimento meu. Nossas línguas se cruzavam o tempo todo, numa batalha por território, ela subiu em cima de mim devagar e eu gemi baixo. A levantei e Jade enroscou suas pernas em minha cintura. A encostei na parede forçando a proximidade de nossas intimidades. Ela me puxou de novo pra cama e fiquei por cima, ela arranhava minhas costas enquanto eu a beijava cada vez mais com fúria. Aquela até agora foi a segunda melhor noite da minha vida, simples... Nenhuma fantasia, nenhum xingamento nem coisas provocantes, apenas nós dois nos amando incondicionalmente.

Zac Smith

Notas finais do capítulo
HEEEEY MY DIVOS o que acharam do capitulo? Podem ser verdadeiros okay? Eu aceito otimamente as criticas, mentira, mas eu relevo kkkk, então sejam sinceros acima de tudo. Obrigada por tudo amoris e bom final de semana pra vocês, porque o meu, eu espero que seja bom né? kk
Fic de Hoje: http://fanfiction.com.br/historia/358960/Para_Sempre_Cabbie/
"Essa fic é de uma leitora minha do NYAH e espero que leiam, a ideia dela foi tipo da minha fic só que ela fez com o casal Cabbie então quem quiser ler ta ai. Beijos amoris e até terça :D ♥"




(Cap. 27) Quem Fez Isso com Trina?

Notas do capítulo
HEEEEEY MEUS DIVOS, sabem porque eu estou feliz? Porque vocês são fodas kkk, passamos dos 250 reviews, obrigada do fundo do meu coração DIVONICOS, quero agradecer a todos, mas também quero agradecer e dedicar esse capitulo a ScissorsandCoffee que mandou o reviews de número 250, thanks fofa, aproveite o capitulo. Tudo bem... Lá estava eu no face u.u.u e vi que hoje era aniversário da Gabby West, então parabéns fofa, muitas felicidades pra você :). Também notei que os capitulos que to escrevendo tão ficando bem grandinhos né? Eu só escrevo e nem olho, então quando vi o capitulo passado, tinha mais de 5000 palavras, nossa mãe! Tenho uma novidade pra quem gosta de capitulos grandes como o passado, a 3ª temporada, vai ta cheio de capitulos grandes pra vocês u.u.u não como PRESOS é claro, mas quando comecei a fic os capitulos normais não passavam de 3000 palavras e vejamos agora... u.u.u. bom pra vocês kkkk. A 3ª Temporada vai ser diva e mágica para as fãs de Zac porque digamos que vai ter surpresinhas e o loirinho que já tem fã clube vai aparecer mais u.u.u. Esse capítulo vai ser bem musical :) Beijos e nos vemos lá embaixo :)
*Esse capítulo segue a série: Brilhante Victoria ou Victorious (2º - Temporada) Como descrito: Não seja rígido, pois cenas serão mudadas, acrescentadas ou invertidas. Aqui a imaginação é livre e o prazer é seu em ler!

Jade West

Acordei olhando para meu idiota ainda dormindo na cama, nossa! Beck sabe exatamente o que eu gosto e como eu gosto das coisas. Entrei no banheiro e liguei o chuveiro, passeei com o sabonete por todo meu corpo. Senti como se alguém me observasse, virei e dei cara com olhos castanhos me examinando.

– O que quer, Oliver? – Perguntei grossa, ele sorriu terno.

– Só dividindo o chuveiro, West! – Falou entrando no Box junto comigo, arqueei a sobrancelha.

– Só isso? – Perguntei olhando pra seu corpo despido.

– Claro! – Disse pegando o sabonete da minha mão e passeando com ele por todo seu corpo, que tenho que dizer, ficava cada vez mais lindo. – Quer mais alguma coisa, West? – Perguntou estreitando os olhos e abrindo um lindo sorriso, desviei o olhar e tomei o sabonete de suas mãos.

– Nada! Só quero o sabonete. – Ele sorriu largamente e assentiu. Droga! Por que ele tinha que ficar tão perto de mim? Causava choques por todo meu corpo, e ele sabia disso e fazia de propósito, me enrolei na toalha saindo do banheiro, antes que perdesse a cabeça. Arrumei-me, era uma manhã de sábado, estava um pouco frio. Oliver saiu do banheiro um pouco depois de mim enrolado da toalha, o ver assim tava sendo um desafio pra mim. O que está acontecendo com meus hormônios? Que droga!

– Sobe aqui nas minhas costas. – Disse batendo nas mesmas.

– O que? Eu não vou fazer isso! – Falei confusa.

– Vai, é legal! Eu vi isso num filme romântico, o cara colocava a garota em suas costas e eles caminhavam pela casa sorridentes. – Disse como um bobo.

– Eu jamais irei fazer isso, Oliver! Porque acha isso divertido? – Perguntei interessada.

– Ah vem logo, vem! – Disse e num movimento rápido me puxou pra suas costas. – Agora agarra! – Disse e por impulso agarrei em seu pescoço e ele começou a correr de toalha pela casa comigo em suas costas, ele começava a rir como um bobo. E até que isso era divertido, divertido e patético, isso sim! – Fala que não é divertido.

– Não é divertido! – Falei e ele parou de correr, me colocando no chão. Ri de canto, estávamos na sala. – Tá, até pode ser um pouquinho divertido. – Falei pulando em suas costas de novo, ele riu e começou correr, nós rimos. Ele me jogou na cama, ainda riamos. – Eu adoro você. – Falei um pouco envergonhada.

– Eu amo você! – Disse subindo de leve em cima de mim, sua boca tinha gosto de hortelã, igual à pasta que ele costumava usar. Beck me empurrou mais pra trás na cama e me imprensou contra seu corpo. Pude senti-lo de leve. – Adoro o jeito como eu te deixo. – Falou rindo de canto e alisando meus cabelos, colocando um fio pra trás. – Porque você fica mais linda quando eu te deixo assim... – Fiquei confusa, como eu ficava? – Assim, tão apaixonada... – Disse bobo. Dei uma tapa em sua cabeça, mas ele continuou rindo. – Viu! Se fosse qualquer pessoa aposto que bateria mais forte. – Seu sorriso só aumentava mais e mais, bufei irritada. – Tudo bem! O que você gosta em mim? – Perguntou se colocando do meu lado na cama. São tantas coisas.

– Hum... Nada! – Ele me deu língua, eu ri. – Gosto do seu jeito de ser bobo... – Ele sorriu. – E... Do seu jeito bobo de me fazer sorrir... – Fechei os olhos, nunca pensei em algum dia falar esse tipo de coisa a alguém, eu era fechada e as pessoas são todas muito idiotas. Mesmo estando com Beck, eu sempre sentia um pouco de medo, de perdê-lo e de me perder também, porque sem ele eu fico vazia, eu me perco.

– Gosto do seu jeito diferente de ser... Gosto de quando você fica com ciúmes... – Eu bufei irritada, eu não sou ciumenta! Ou sou? – Gosto do seu jeito de ficar irritada comigo... Ás vezes! – Disse subindo em cima de mim de novo. Beijou-me como nunca, segurei sua cabeça para trazê-lo mais contra mim, se é que era possível. Meu telefone tocou. Ignorei, mas Beck parou de me beijar. – Não vai atender? – Perguntou se levantando e indo se vestir, afinal ainda estava de toalha.

– O que quer Cat? – Perguntei atendendo ao celular irritada.

– OI JADE! – Disse animada. – Você não quer ir ver a peça da Tori hoje? Nós podemos ir pra ajudá-la, estamos no colégio te esperando. HAHA! – Desligou o telefone. Droga!

– O que ela queria? – Perguntou Beck já vestido.

– Parece que vai ter uma apresentação idiota da Vega e a Cat quer que eu vá pra ajudá-las. – Disse mal-humorada me levantando da cama.

– Então, vamos! – Disse Beck erguendo a mão pra mim. O que? – Qual é Jade? Talvez seja divertido, você prefere passar o sábado inteiro aqui trancada? – Mas claro!

– Sim! – Ele bufou irritado.

– Vamos, vai? Mais tarde, a gente continua. – Disse piscando o olho pra mim. Droga! Porque eu tenho sempre que fazer o que ele pede, ou manda? Sei lá! Agarrei sua mão e ele me deu um abraço, descemos as escadas e fomos pra HA, em pleno sábado, tem coisa pior? Encontramos Zac e Robbie discutindo, tai uma coisa que eu não veria se ficasse em casa, Cat olhava triste para os dois.

– Faz isso porque não consegue. – Disse Robbie. O que tava acontecendo?

– Claro que eu não consigo, eu sou namorado dela. – Disse Zac irritado.

– O que tá acontecendo? – Perguntou Beck, soltando a minha mão.

– Robbie tá desafiando Zac a ficar longe de mim. – Disse Cat não fazendo sentido algum.

– Por quê? – Perguntei interessada.

– Porque namorados são assim, não conseguem ficar longe do outro par por pelo menos dois dias... – Disse Robbie, mas que papo inútil!

– Claro que conseguimos. – Disse Beck. O que? Ele tava mesmo caindo nessa? Protestei com o olhar. – Mas Jade, isso é um desafio, e Sikowitz mesmo já disse que sempre temos que aceitar um desafio, pra conseguirmos enfrentar a vida. – Que papo maluco é esse? – Robbie qual é a regra do desafio? – Perguntou me deixando incrédula, Zac parecia sentir o mesmo. Como assim ele ia aceitar?

– Adoro desafios! – Disse Cat pulando animada e batendo palmas. Zac mandou um olhar frio pra ela. – Detesto desafios? – Perguntou desanimada. Zac bufou.

– Vocês tem que ficar longe um do outro por pelo menos dois dias... E segundo meu Perapad isso faz bem para os casais... – Disse lendo naquele troço. – Os fazem sentirem mais falta um do outro. – Falou animado. Tudo bem! Talvez isso não fosse tão ruim. Concordamos.

– Que tal irmos para a arrancada? Tem uma hoje ao meio-dia. E amanhã também? – Perguntou Beck a Zac. Isso é chato! Cruzei os braços.

– Tudo bem! Pessoas se machucam? – Perguntou Zac saindo dali, mas ele voltou e deu um selinho em Cat, Robbie pareceu irritado, qual era a dele em? Robbie saiu dali e Cat foi com ele, fui ao banheiro e me lembrei de que Beck tinha me dito que iria ficar comigo a noite. Cadê o Robbie? Preciso perguntar se pelo menos a noite é liberado. Fui até o teatro Caixa Preta.

– Alguém viu o Robbie? – Gritei irritada, mas ninguém respondeu. Peguei meu Peraphone e ia mandar uma mensagem pra o The Slap de Robbie, quando Trina e Tori apareceram, iria perguntar a elas, mas elas pareciam brigar.

– Trina, por favor, me dá minha boneca? – Pedia Tori, ela ainda brinca de boneca?

– Tá, que seja! – Disse Trina entregando uma boneca feia a Tori.

– Onde está o boné dela? – Perguntou Tori irritada, depois de Trina dar a boneca á ela.

– Tá aqui! – Falou entregando um boné branco.

– Porque tem uma mancha? – Tori gritou.

– Porque eu assoei o nariz nele. – Disse Trina dando de ombros. Eca!

– Você... Fez o que? AAAHHH você vai ver... Eu vou acabar com você... – Disse Tori saindo dali.

– TORI, NÃO OUSE CONTAR O MEU SEGREDO! – Falou Trina saindo dali atrás de Tori, eu em? Cat apareceu com Robbie atrás da parede falsa. As duas voltaram correndo e gritando.

– Tori que tal margaridas do campo pra enfeitar o cenário? – Perguntou Sinjin.

– São margaridas do campo, tira isso de perto de mim. – Mandou Tori assustada, tinha se esquecido da tal margarida do campo, isso é divertido! Sinjin foi embora com as flores e voltou com outras, Tori continuava brigando com a Trina e quando Sinjin foi perguntar se as flores que ele arrumou estavam boas, Tori sem querer levantou o braço na mesma hora, conseguindo acertar Sinjin. Aquilo era engraçado! Robbie veio falar comigo.

– Escuta! Não pode nem se ver a noite? – Perguntei dando de ombros, como se não ligasse. Robbie fez que não com a cabeça saindo dali com a Cat. – Que seja! – Falei irritada. Me sentei em uma cadeira e todos começaram a arrumar o teatro, depois de tudo pronto. Fui com Cat até meu carro, mas antes postei no The Slap.

“Indo pra casa com a ruiva tonta, ninguém merece!”

Humor: Impaciente

Cheguei a casa e tomei banho, e daqui a pouco iria sair com a Cat de novo. Quando Beck viaja pra o Canadá eu uso minha imaginação pra fazer coisas que eu gosto, escrever peças, dirigi-las e tudo mais. Então... Tentarei viver minha vida como se ele tivesse ido pra o Canadá. Tomei banho e resolvi tocar um pouco de piano no escritório, é eu tocava.

(N/A: Essa música é linda, gostei dela assim que vi a letra e percebi que tem tudo a ver com BADE, e como eu nunca coloco músicas, leiam a tradução inteira se possível, agradeço ♥)

Comecei a cantar...

I never thought that you

Would be the one to hold my heart

But you came around

And you knocked me off the ground from the start

You put your arms around me

And I believe that it's easier for you to let me go

You put your arms around me and I'm home

How many times will you let me

Change my mind and turn around?

I can't decide if I'll let you save my life

Or if I'll drown.

I hope that you see right through my walls

I hope that you catch me 'cause I'm already falling

I'll never let our love get so close

You put your arms around me and I'm home

>

Eu nunca pensei que você

Seria aquele a segurar o meu coração

Mas você apareceu

E me tirou do chão desde o começo

Você colocou seus braços ao meu redor

E eu acho que é mais fácil você me soltar

Você coloca seus braços ao meu redor e eu me sinto em casa.

Quantas vezes você vai me deixar

Mudar de ideia e dar meia volta?

Não consigo decidir se deixo você salvar minha vida

Ou se eu me afogo.

Espero que você veja além das minhas barreiras

Espero que você me segure, pois eu já estou caindo

Nunca vou deixar o nosso amor se aproximar tanto

Você coloca seus braços ao meu redor e eu me sinto em casa...

>

Cat me mandou uma mensagem, a peça seria daqui a pouco, me arrumei, tomara que tenha alguma coisa engraçada lá. Chegamos à peça e a mesma começou. Estávamos vendo uma cena que Robbie expulsava André por chamar sua irmã de estranha, a irmã dele era a Trina que conseguia ser estranha até interpretando. Peça idiota! Olhei pra Cat que segurava o boneco de Robbie enquanto mastigava estranhamente.

– Não mastiga desse jeito! – Mandei e ela parou. Trina falava estranhamente, eu em? O personagem do Robbie tinha acabado de ler os pensamentos da Trina, tinha que ser mesmo a Vega pra ter feito essa peça. – Tori! Você escreveu essa peça? – Sussurrei.

– Foi! Você gostou? – Perguntou animada. Não respondi e tomei meu café, seria melhor pra integridade dela. Robbie descobriu que Trina era uma alienígena, grande surpresa! Trina começou a voar com ajuda dos cabos que a seguravam.

– Como ela ficou com os pés tão brancos? – Perguntou Cat ao meu lado.

– Coma a sua pipoca! – Mandei, e ela começou a comer. Trina fazia várias poses, ai que droga, porque eu tinha que ter vindo? Um dos cabos que segurava Trina se rompeu e ela ficou pendurada passando pra lá e pra cá, eu ria e ela gritava. Agora sim tava divertido! – Bom acho que alguém tem que registrar isso. – Falei erguendo o celular com a câmera, daria um vídeo ótimo! Trina gritava e derruba quase todo o cenário. – Obrigada por me fazer vir a essa peça. – Agradeci a Cat ao meu lado ainda filmando, Trina segurava no listre, isso era demais!

– Pobre casa de fazenda! – Disse Cat triste, era bom saber que ela não se preocupa com a Trina, porque eu também não. Trina despencou de lá de cima junto com o lustre. Nossa! Foi uma queda bem feia. – Por favor, me diz que acabou? – Cat tampou os olhos. Mas não tinha acabado, porque a parede falsa despencou em cima da Trina.

– Acabou! – Falei pra Cat e ela abriu os olhos, desliguei a câmera, é ela teve uma queda horrível. Tiraram a parede de cima da Trina e depois levaram ela pra o hospital. Fui pra o carro junto com Cat e íamos pra sua casa, Cat chorava. – Qual o problema?

– A casa da fazenda foi destruída. – Disse chorosa. Mas que tipo de problema é esse?

– Ela vai ficar bem, você vai ver. – Falei meio confusa, porque alguém choraria por um cenário? Cat pareceu se acalmar, pelo menos isso! A deixei em casa e fui pra minha, Beck me ligou.

– Oi, a arrancada foi ótima! – Disse atendendo ao telefone.

– Não perguntei. – Falei irritada, desafio idiota!

– O que você tem? Não teve um bom dia sem mim? – Perguntou convencido.

– É que você fica indo pra essas corridas idiotas. – Bufei deitando na cama.

– São legais! Zac gostou e eu também. – Disse com sono.

– Até mais, Oliver! – Falei desligando o telefone. Odiava essas corridas e ele adorava, tem coisa pior do que isso? Antes de dormi postei o vídeo da Trina na internet, isso é demais! Acordei rapidinho. Uma chamada não atendida no meu telefone, já era tarde. Era do colégio.

“Senhorita West queremos que compareça na escola á tarde, é muito importante. Por favor, Jade. ASS: Lane.”

Droga! Mais o que foi agora? Dirigi pra HA depois de me arrumar. Entrei na sala de Lane e me sentei em sua cadeira que mais parecia uma rede, Tori, Cat, André e Robbie, estavam também na sala.

– Pobre Trina, eu não consigo entender o que deu de errado. – Disse Tori, eu olhava o total de acessos do vídeo.

– Não se preocupa, uma vez meu irmão tava em Las Vegas e caiu da janela do quarto andar do hotel e foi parar no teto de um ônibus... – O que? Tirei minha atenção do celular, que tipo de história era essa? Tori perguntou se ele ficou bem. –Não! – Tori perguntou se ele tava bem agora, eu também queria saber. – Não! – Disse pensativa, então porque ela contou essa história? – Ele ta seriamente perturbado. – Isso faz sentido, afinal acho que todos da família da Cat são assim.

– Qual é? Qual é? Eu tenho que sair daqui! Eu tinha que me encontrar com a Kiko. É uma garota que eu conheci no BF Wengs. – Esse restaurante era bom. – Ela é toda exótica, polinésia e eu tenho que dar o fora daqui. – Falou André desesperado. Prestava atenção nos comentários, tinha uma pessoa que até disse que o cabelo da Trina era feio.

– O Lane disse que não podemos sair. – Disse Robbie, é ainda tem isso. Ri sobre o comentário de uma garota que dizia: Foi muito bom ver essa garota caindo de cara no chão.

– Você tá rindo do vídeo da Trina se machucando? – Perguntou Tori.

– Não... To rindo dos comentários... – Expliquei e Tori perguntou se eu tinha colocado na internet. – Mais ou menos... – Na verdade eu tinha postado no meu The Slap. Tori perguntou a Lane se Trina estava bem depois que ele chegou.

– Como ta a casa da fazenda? – Perguntou Cat, franzi a sobrancelha, ela realmente não tinha se esquecido desse cenário ridículo? Lane explicou que Trina ficaria bem e que não havia se machucado. André ia embora encontrar a tal Kiko, mas Lane não deixou, que droga! O que ainda tínhamos pra fazer aqui?

– É! Porque a gente tem que ficar aqui? – Perguntei.

– Porque vocês todos são suspeitos... – HAN? De que? André perguntou se era pelo que aconteceu com Trina, era só o que me faltava! Cat disse que tinha sido um acidente.

– É... Um terrível e hilário acidente... E já tem 1700 acessos. – Falei rindo, a Trina ia se lembrar dessa queda pra sempre, pior pra ela, quem manda nascer sem talento e se aprimorar na arte de ser irritante.

– Publicar vídeos da tragédia das pessoas é cruel e errado. – Disse Lane, to nem ai!

– É! Não, obrigada, agradeço a sua opinião sobre isso. – Falei não dando à mínima, ih mais um acesso. Viva! Lane suspirou. Lane disse que não tinha sido acidente, ele mostrou a argola que segurava os cabos de aço... André tentou sair... Tinha um corte no cabo preso à argola que segurava a Trina, alguém tinha feito isso, mas quem? Lane ainda explicou que Trina disse que todos nós estávamos perto dela antes da peça, isso era verdade!

– Pessoal quem fez isso é melhor falar logo, eu quero sair com a Kiko. – Disse André, era só o que faltava, nos acusarem por causa de um acidente bobo, a única que tinha brigado com a Trina foi a Tori, só ela tinha motivos, por mais que ela seja chata e irritante, eu não faria isso. Ou faria? Queria ter pensando nisso antes!

– Ah qual é? Ninguém aqui faria isso com a Trina. – Disse Tori.

– Menos você! – Ah claro!

– Quem? Eu? – Perguntou com sua voz irritante, garota ridícula!

– Quem? Eu? Eu nunca machucaria a minha querida irmã Trina. Não eu, a doce menina boazinha. – Imitei-a.

– Eu NÃO FALO DESSE JEITO. – Gritou Tori, ah falava sim!

– Tanto faz. Eu vi o que aconteceu. – Rebati. Lane perguntou quando. – Antes da peça, ela e a Trina estavam brigando... – Falei.

– Estávamos discutindo. – Disse Tori.

– É! E todas as discussões terminavam em: Eu vou acabar com você. – Falei o que havia escutado, claro que Tori não tinha feito isso, mas eu estava sem nada pra fazer, então tanto faz.

– Ah parem com isso, eu não fiz nenhuma ameaça. – Defendeu-se Tori.

– Soou assim pra mim. – Revidei. Lane perguntou o que eu tinha visto e eu ia adorar contar. – Claro! Ah! Deixa eu ver... Faltavam uns vinte minutos pra peça começar e entrei na Caixa Preta procurando o Robbie, e ai eu vi as duas brigando. Tori gritava loucamente com a Trina, ela tava toda descabelada e Trina parecia com medo. Tori havia dito que tinha dado o papel pra Trina e mandava-a devolver a boneca fedorenta e ridícula dela aos berros. Trina deu a boneca, ela estava com muito medo. Tori gritou com Trina novamente dando falta do boné da boneca. Trina o entregou e Tori perguntou o que tinha de errado com o boné. Foi a vez de Trina falar, ela disse que sem querer tinha assoado o nariz no boné da boneca. Tori gritou chamando Trina de saco de lixo imundo e disse que acabaria com ela bem devagar. Vi Robbie e Cat apareceram e Tori saiu revoltada dando um soco na cara do Sinjin que trazia flores do campo, ela ainda cuspiu nele. Tori perguntou por que ela não podia ser bonita como eu e fiquei olhando o Sinjin lá caído enquanto ela saía. – Terminei até um pouco orgulhosa com o fim de minha história.

– Isso não tá nem perto de como aconteceu. – Disse Tori, eu ri de canto.

– Mas é desse jeito que eu me lembro. – Falei tomando um gole de café.

– Porque você é demente. – Xingou Tori.

– AAHH! Então você me acha bonita e demente? – Perguntei rindo cínica.

– Eu nunca disse que você era bonita! – Rebateu Tori, eu ri. – E eu nunca soquei o Sinjin.

– Mas admiti que ameaçou a Trina? – Acusei e Robbie disse que ouviu algo parecido, HAHA! A Tori com certeza vai sair de mal dessa.

– Eu também ouvi. – Disse Cat mexendo em um bicho de pelúcia. – Mas se vai tentar acabar comigo também, então tudo que eu ouvi foi uma música linda. LALALA! – Cantarolou Cat, dava até vontade de rir da cara da Vega nesse momento.

– Duas testemunhas. – Disse apontando pra Cat e Robbie. Ela estava encrencada!

– Ah qual é? Eu conheço a Tori, nunquinha ela ia... – O celular de André tocou. – Ah é a Kiko! TORI É CULPADA, EU TENHO QUE IR! – Disse André tentando fugir, eu sorri. Lane o impediu.

– Tá eu posso ter dito alguma coisa que soou como ameaça, mas eu... – Tentou Tori.

– Então você a ameaçou e depois alguém por acaso, cortou a argola do arreio dela. – Incriminei.

– EU NÃO BATI NO SINJIN! NUNCA SABOTEI A ARGOLA DA TRINA! – Tentou.

– Sabotou sim! – Revidei e começamos a discutir até Sinjin entrar na sala perguntando onde estava a enfermeira. Lane perguntou por que e ele disse que achava que Tori tinha quebrado o seu maxilar. Perfeito! Todos olharam acusadoramente pra Tori. – TAN, TAN, TAN! – Fiz musica de suspense. Nunca uma tarde na escola, foi tão divertida.

– LALALALA! – Cantarolava Cat. Tori levantou do sofá e começou a gritar comigo, comecei a gritar com ela também, quem ela pensa que é? Lane interrompeu a briga e perguntou a Sinjin se Tori tinha dado um soco no queixo dele. Ele afirmou.

– HA! – Manguei.

– Mas foi um acidente. – Explicou.

– HA! – Mangou Tori. Dei língua pra ela. – Tudo bem, vocês querem saber o que aconteceu entre mim e a Trina antes da peça começar? – Perguntou Vega.

– AH MEU DEUS É A KIKO! SHI! SHI! – Disse André. – Oi gata! UHUM! AHAM! É! Segura as pontas ai que eu já to chegando... Tudo bem então... – Falou ao atender ao telefone, o Harris estava desesperado. – DÁ PRA TERMINAR COM ISSO, POR FAVOR! – Gritou equivocado sentando no sofá. Lane pediu pra Tori contar sua história.

– HAHA! Tori história. – Disse Cat tontamente juntando os dois nomes. – Quase rimou.

– Tudo bem, então... HAN... Vinte minutos antes de a peça começar... – Começou Tori, é eu sei parece impossível, mas fui pra casa e me arrumei em menos de vinte minutos... – Eu ouvi a Jade entrando e gritando pelo Robbie... Ela ficava dizendo: ROBBIE, MIM QUERER ROBBIE, e gritava muito. – Tori falou como se eu fosse um ser das cavernas, eu não sou assim!

– Então eu sou um monstro agora? – Perguntei interrompendo.

– Deixa ela contar do jeito que ela se lembra... – Disse Lane.

– Obrigado! – Agradeceu. – Sim, eu estava discutindo com a Trina porque ela não queria devolver a minha bonequinha. Pedi por favorzinho á ela que devolvesse minha boneca, tudo com muito carinho... – Faça-me o favor. – Trina assentiu toda grossa, procurando minha boneca por sua bolsa. Ela encontrou e me deu de qualquer jeito... Então notei que faltava o boné e pedi, por favor, que ela me desse o chapéu, falei rindo e sendo fofa. – Ai que tédio! – Trina me deu o boné e ele estava manchado, então agradeci e perguntei rindo, o que tinha acontecido com ele. Trina disse na maior cara de pau que tinha assoado o nariz com ele, então eu tive uma crise de risos, e pedi pra ela parar de me fazer rir se não eu ia acabar com ela, tudo isso ainda rindo. – Pelo amor a Deus! – E ai Robbie e Cat também apareceram rindo. Bom... Como eu tava muito feliz, eu agradeci a Trina e de tão feliz que eu tava, ergui meus braços pra trás e sem querer atingi o Sinjin que carregava flores do campo. Antes de sair do teatro, Trina derramou sem querer café na Jade e Jade berrou irritada. Trina falou que não era culpa dela se ela tinha derramado o café, e ainda chamou Jade de monstra. – Ela terminou.

– Tá bom, isso é o oposto do que realmente aconteceu. – Falei.

– Foi exatamente o que aconteceu. - Revidou Vega, ela já tava me irritando. Robbie disse que tinha outra pessoa que tinha um motivo para atacar a Trina, eu não conseguia pensar em ninguém.

– Tá, mas não sou eu... A única coisa que eu quero é sair com a Kiko. – Disse André.

– Quem mais tem um motivo pra atacar a Trina? – Perguntou Lane.

– A Cat! – Disse Robbie. A Cat? Todos olharam pra ela.

– OIIII! – Cumprimentou a ruivinha, claro que não foi ela!

– Você cortou a corda do arreio da Trina? – Perguntei séria.

– Não, porque eu machucaria ela? – Perguntou, é não fazia sentido! Robbie disse que pelo o que aconteceu com as duas antes da peça começar. O que aconteceu? Lane perguntou a Robbie o que tinha acontecido.

– Ah não! Agora a gente vai ver outra história de um ponto de vista único. – Disse André desapontado deitando no sofá. Lane pediu pra Robbie contar a história. Robbie disse que depois de Tori acertar sem querer o queixo no Sinjin, Cat tava sentindo seus músculos, quando a Trina chegou querendo senti-los também e pedindo que ele a ajudasse com a maquiagem. Então ele disse que Cat gritou com Trina e as duas discutiram por causa dele. E que Trina até tinha dado uma tapa na cabeça de Cat. Que história mais ridícula era essa? Nunca que isso iria acontecer, até a idiota da Trina não quer o Robbie, e porque Cat iria fazer isso se ela tinha Zac? Músculos de verdade e não só ossos. Robbie acabou sua historia dizendo que Cat tinha ameaçado a Trina. Pelo amor né?

– Isso nunca aconteceu! – Disse Cat, claro que não! Lane pediu pra Cat que ela contasse o que ela se lembrava.

– Então... Nenhum de vocês quer que eu tenha uma namorada bonita, é isso? – Perguntou o Harris. Isso já tava ficando chato. – Eu consigo achar a Kiko, marco encontro com a Kiko e ninguém aqui se importa? Bom... Tá legal! Vai lá Cat , conta o que aconteceu e começa bem do inicio, começa com Adão e Eva e continua daí. – Disse André desesperado, essa Kiko realmente valia a pena em? Fiquei até com pena do André. Lane ainda pediu pra Cat continuar.

– Com o que? – Perguntou à ruiva, essa daí tinha uma memória péssima.

– Com a Trina! – Disse Vega.

– Antes de a peça começar. – Pedi.

– Ah é! HAHAHA! A Tori e a Trina perceberam que tinham sido enganadas... E ai elas precisavam trocar os móveis, HAHA... E ai elas arrumaram um emprego embalando Sushi... – O que ela tava contando? – HAHAHA! Mas o Sushi tava passando muito rápido, então a Tori e a Trina não conseguiram acompanhar... HAHAHAHAHA! - Ela tava tendo um ataque de risos. – E as coisas ficaram malucas. HAHAHAHAHAHA...

– Cat, Cat! – Chamei sua atenção, ela perguntou o que foi.

– Isso não aconteceu com a Tori e a Trina... – Disse André, claro que não!

– Aconteceu numa série de televisão... – Explicou Robbie e Tori falou que o nome da série era Drake e Josh. Claro! Eu tinha assistido esse episodio com Beck, não curto muito, mas ele até que gostava e acabei morrendo de rir enquanto assistia.

– Então eu não sei o que aconteceu com elas... Posso comer mingau de aveia? – Perguntou fugindo do assunto, o que? Ela ta me tirando de babá dela?

– Não! – Falei grossa. Começamos a discutir porque isso tava indo longe demais... – Isso tá ficando ridículo! – Falei enquanto todos discutiam, recebi uma mensagem de Beck.

“A arrancada acabou.”

Droga! Ainda tinha esse desafio ridículo!

– GENTE POR FAVOR, ESCUTA! – Gritou Vega. Cat começou a rir, não sei de que. – Lane, você sabe que eu acho você demais, mas essa coisa toda é loucura. Quer dizer, tudo bem, a gente sabe que a Trina pode ser muito irritante... – Todos concordaram. – Mas francamente, qual é? Acha mesmo que alguém nessa sala tentaria realmente machucá-la? – Perguntou Vega, fazia sentido! – Eu não machucaria! – Disse Tori. – E acho que nenhum de vocês machucaria... Nem mesmo... A Jade! – Disse apontando pra mim, é eu sinto pena de mim mesma, por não ter tido essa ideia antes.

– Eu poderia... – Falei. – Mas não fiz. – Disse a verdade.

– Sabe... Alguns equipamentos que costumamos usar, estão ficando velhos... – Disse Robbie, concordamos.

– Acho que isso foi só um acidente... – Tentou Tori.

– Um terrível e hilário acidente... – Olhei a pagina do vídeo. – E já teve 26 mil acessos. – Disse rindo.

– Eu acho que a Tori deve tá certa. Tá parecendo que foi cortado... – Disse Lane examinando o objeto. Rex disse que foi sabotagem pela segunda vez. – Mas talvez só estivesse velho e quebrou... E já que a Trina não se machucou seriamente... Eu acho melhor a gente esquecer todo esse incidente e... – Tentou Lane.

– KIKOOO! - Gritou André pulando do sofá. – KIKOO, EU TO CHEGANDO MINHA DEUSA! – Falou correndo depois de sair da sala. Mulheres fazem bem pra os homens, eu sempre soube disso. Pra mim isso não foi um acidente, alguém com certeza tinha cortado a corda, mas acho que ninguém do nosso grupo pelo menos... Saímos todos daquela sala. Até que enfim, era fim de tarde.

– Tori meus pêsames pelo acidente hilário de sua irmã. – Falei rindo.

– Jade! Ela... Não... Morreu! – Disse pausadamente.

– O que pode ser uma pena! – Falei rindo, ela bufou irritada. – VAMOS CAT! – Gritei.

– Mandona. – Disse me seguindo.

– O que? – Perguntei, eu odeio ser chamada desse jeito, eu não sou mandona, só gosto que as pessoas façam o que eu quero.

– Adorei sua saia. – Disse Cat entrando no carro, dirigi até sua casa. E ela se foi. Fui pra minha casa, estava vazia, como eu queria que Beck tivesse aqui! Fui para o meu banheiro, me despi e entrei na banheira, esqueci a toalha do lado de fora, não faz mal, to mesmo sozinha em casa. Dei de cara com um Oliver entrando pela janela. Peguei rapidamente minha toalha embaixo da cama e me enrolei, Beck me olhou malicioso.

– Você sabia que eu vinha, foi? – Perguntou chegando perto de mim, eu estava toda cheia de espumas, na verdade eu prefiro uma jacuzzi á uma banheira, mas tudo bem né?

– O que está fazendo aqui, Oliver? – Perguntei espantada, afinal por mim esse desafio não ia pra frente, mas Beck aceitou tudo sem reclamar, dava até impressão que ele não gostava de mim e queria ficar longe de mim.

– Deu saudade, então eu vim... Não quero saber desse desafio idiota, é só que se somos namorados, é quase uma obrigação ficar perto de você o tempo todo. – Falou sendo fofo e me dando um beijo. – Agora que tal irmos pra banheira? – Perguntou malicioso, retirando minha toalha, fiquei nua em sua frente, ele me puxou pela mão e fomos nos beijando até a banheira.

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Estava arrumada e Beck e eu estávamos na sala.

– Que tal cantarmos alguma coisa? – Pediu e eu assenti.

– O que quer Oliver? – Perguntei sentando no banco próximo ao piano.

– Qualquer coisa, adoro ouvir sua voz, a minha não chega nem perto da sua, mas eu a acho linda do mesmo jeito. – Disse rindo de lado. Comecei a tocar Wait For You.

It started with a kiss and turned out something else.

The blood coils in through my veins I think of no one else.

I never believed in much but I believe in this.

I'm incomplete without you, I'd kill to taste your kiss.

I'm lost and lonely scared and hiding.

Blind without you.

When the the world comes crashing down and the skies begin to fall,

I'll wait for you

When the days grow old and long and my skins turns into stone,

I'll wait for you

When the pain it seems too much and my heart starts beating out of touch I don't need a thing,

I'll wait for you

It's all so different now, emotions burn me out.

I have a lifeless touch, this distance leaves no doubt.

I fear it all too much but part of me believes.

As the years pass away you made me recognize,

I'm lost and lonely, scared and hiding.

Blind without you.

>

Começou com um beijo e se tornou algo a mais

O sangue se enrola através das minhas veias, eu não penso em mais ninguém

Eu nunca acreditei muito, mas eu acredito nisso

Eu estou incompleto sem você, eu mataria para sentir o gosto do seu beijo

Eu estou perdido e sozinho, assustado e escondido

Cego sem você.

Quando o mundo desabar e os céus começarem a cair

Eu vou esperar por você

Quando os dias envelhecerem e ficarem longos e a minha pele se tornar pedra

Eu vou esperar por você

Quando a dor parecer demais e meu coração começar a bater fora de contato, eu não preciso de nada

Eu vou esperar por você.

Está tudo tão diferente agora, emoções me queimam

Eu tenho um toque sem vida, essa distância não deixa dúvida

Eu temo muito isso tudo mas parte de mim acredita

Com o passar dos anos você me fez reconhecer

Eu estou perdido e sozinho, assustado e escondido

Cego sem você.

>

Nossas vozes cantavam misturadas, essa música era linda, e me lembrava Beck e os sentimentos que eu tinha por ele, porque eu mataria para sentir o gosto do seu beijo e eu esperaria quanto tempo fosse pra tê-lo de novo.

– Você é linda! – Disse pegando em minha mão, ele me levou até o quarto, deitamos na cama, um do lado do outro.

– Tinha muitas meninas na arrancada? – Perguntei como quem não quer nada.

– Tinha, elas eram lindas... – Disse me tirando do sério, me separei dele.

– Como ousa, Oliver? E você deu em cima delas? – Perguntei irritada.

– Claro! Elas beijavam muito bem... Mas resolvemos deixar isso em segredo, o que me lembra que eu não devia ter te contado. – Disse sério. Como ele teve essa coragem? Comecei a bater em seu peito, até ele cair na cama de novo. – Jade! Eu to brincando... – Falou segurando minhas mãos e rindo. – Meninas não vão a arrancada, elas acham violento e chato... – Por um lado é verdade, era só chato mesmo! – E mesmo que fossem, nunca que eu daria em cima delas... – Disse me puxando contra seu corpo, ele me deu um beijo terno e me aconchegou em seus braços.

– Tudo bem seu idiota! - Sorri. - Você não acha que o Robbie tá muito estranho? E que nesses últimos dias, ele tá irritando muito o Zac e a Cat? – Perguntei pensativa. – Ele até parece que não quer os dois juntos, você não acha?

– É estranho pensar assim, julgar mal as pessoas, mas... É eu acho! – Disse me apertando ainda mais. Adormecemos juntos.

Zac Smith

Notas finais do capítulo
HEEEY MEUS DIVOS, gostaram do motivo pelo qual nosso lindo, divo e perfeito do Beck não apareceu no episodio? Meio que não queria que ele fosse pra o Canadá de novo, *as passagens tão ficando caras, kkk* enfim, vocês vão perceber um pouco de amizade entre o Beck e o Zac, até pelo menos... Ele e a Jade terminaram o namoro, então aproveitem, u.u.u. to com muita empolgação pra escrever a 3 temporada, graças a vocês, continuem assim que a autora aqui vai continuar a tentar fazer capitulos legais pra vocês :) Só eu que gosto de ZACAT? u.u.u.
Fic de Hoje: http://fanfiction.com.br/historia/224757/You_And_I/ (Já me mandaram ler essa fic, mas eu meio com preguiçinha eskeci >< kkk, mas enfim leiam, parece ser muito boa :), até sábado, beijos pessoal ;D ♥ )




(Cap. 28) Tori Tortura o Professor

Notas do capítulo
HEEEEY MEUS DIVOS, tudo bom com vocês? Desculpem por não postar antes, mas não tive tempo, tive que fazer um moi de sildes pra uma apresentação bem grande lá na escola, estudar minha fala de 4 folhas e um monte de coisas, vou parar por aqui antes que eu comece com o discurso de menina revoltada com a escola :) Eu quero agradecer aos reviews lindo que andei recebendo, gente obrigada. Bem vinda leitoras novas e um beijaço imenso pra as antigas :) Quero agradecer e dedicar esse capitulo a Lon3ly que me mandou uma recomendação DIVA e concordo com você,o Dan deveria ter feito mais momentos BADE na série e também novos capitulo né, porque ainda to triste com o fim da série :( Mas deixando esse clima de lado, vamos ao capitulo, eu não gosto muito desse, porque BADE briga, mas eu adoraria saber o assunto das mensagens que eles mandam um para o outro durando o episodio, então ai está como eu acho que aconteceu tudo, tomara que gostem u.u.u.u Um capitulo do Beck e.ee..e.e, sempre é bom o lado romantico né? kkk u.u.u bye ♥
*Esse capítulo segue a série: Brilhante Victoria ou Victorious (2º - Temporada) Como descrito: Não seja rígido, pois cenas serão mudadas, acrescentadas ou invertidas. Aqui a imaginação é livre e o prazer é seu em ler!

Beck Oliver

Acordei com um susto, Jade estava sentada na cama com meu celular na mão e olhando pra mim com uma cara não muito boa, acho que não estamos bem!

– HAN... O que foi? – Perguntei nervoso.

– Olha isso aqui, Oliver! – Falou deixando o celular na cama e indo para o banheiro, ouvi o barulho do chuveiro sendo ligado. Droga! O que foi dessa vez? Peguei meu celular e olhei o número que tinha deixado à mensagem, era do celular da Tori.

“Beck você não vai acreditar! Depois que você pulou por mim naquele dia no estúdio, outro produtor viu e me achou bonita e legal para o papel, eu vou fazer um teste pra protagonista amanhã. Obrigada de novo!”

Droga dupla Tori! Agora a Jade sabe que eu pulei por ela naquele dia. Levantei da cama e bati na porta do banheiro e nada. O melhor é sentar e esperar. Jade saiu do banheiro não ligando para minha figura sentada na cama.

– Quer conversar? – Perguntei tentando não tocar no assunto.

– Claro! Se você acha que eu quero conversar sobre o fato de você ter pulado no lugar da Tori só pra supostamente salvar a vida dela, você fez a pergunta certa, Oliver! – Disse irônica, descendo ás escadas. Desci atrás dela. Ela pegou as chaves do carro e saiu, antes que eu pudesse intervir. Ela me deixou só na casa dela? Não acredito nisso! Sai do jeito que eu tava mesmo, dei de cara com a visinha na janela.

– Bom dia, a senhora viu Jadelyn West passar por aqui? – Perguntei tentando ser educado.

– Claro, espere ai... – Disse a senhora de cabelos pretos entrando na casa. Ufa! Ainda bem que ela sabia por que eu não faço ideia de onde ela foi... Fui surpreendido com uma água muito fria batendo no meu corpo, mas o que é isso? Olhei pra cima e a senhora estava segurando um balde vazio, porque a água estava toda em mim. – Pra aprender a não ficar andando de calção no meio da rua... – Disse entrando na casa de novo. Qual o problema dessas pessoas? Droga! Esse calção nem é folgado nem nada, entrei na casa de Jade de novo, iríamos ter uma briga bem feia, apesar de eu não querer antes, eu levei um banho por causa dela. Tirei as roupas molhadas e me arrumei depois de tomar banho de novo claro. Fui pra HA, encontrei Jade encostada-se a seu armário. Iria falar com ela, mas Cat apareceu.

– Oi Jade, quer alcaçuz? – Perguntou a ruivinha alegre.

– Tá! Me dá logo. – Disse abrindo a mão. Cat apenas tirou alcaçuz de seu sutiã? Que pessoa guarda alcaçuz no sutiã? Acho que só a ruivinha mesmo. Jade pareceu se perguntar a mesma coisa, pois vi sua cara reprovadora. Ela pegou o alcaçuz, mas não comeu.

– Come! São gostosos. – Disse certo loiro chegando perto de Cat e lhe dando um beijo, depois ele ergueu as mãos e Cat tirou de seu sutiã uma bala. Casal estranho! Jade pareceu se divertir com os dois, pera! Ele tava falando que o que era gostoso? Os... Jade riu... Parece que temos os mesmos pensamentos, nossas mentes são pervertidas, ela riu de canto. Aproximei-me do grupo.

– Quer doce, Beck? – Perguntou a ruivinha tirando um chiclete de seu sutiã.

– Não, obrigado! – Falei balançando a mão negativamente. Jade olhou pra mim com uma cara não muito boa e comeu seu doce.

– Olha! A Jade comeu meu doce. HAHA! – Disse Cat animada indo abraçar Jade.

– NÃO! – Gritou Jade e a ruivinha saiu fora rindo, Zac a acompanhou. Zac e Cat saíram comendo doces e se beijando. – Tudo bem? – Perguntei bagunçando meus cabelos.

– NÃO! – Gritou. – Você defende a Vega de tudo, de tudo, Oliver! Aposto que se fosse eu ali, você não pularia no meu lugar. – Reclamou.

– É claro que não! – Falei dando de ombros, ela mandou um olhar assustador pra mim, gelei. – Porque você não ia querer, é orgulhosa demais, além de que você adoraria fazer a cena e mesmo assim a Tori pulou depois. – Expliquei.

– Pulou porque eu a empurrei. – Disse com desagrado.

– Mais uma coisa que você vive fazendo de ruim. – Cuspi as palavras, qual é? Foi pra ajudar uma amiga, e mais... Eu ainda levei um banho frio da vizinha.

– ÓTIMO! Agora vai ficar apontando todos os meus poucos defeitos... Quer que eu aponte os seus, Oliver? – Perguntou estreitando os olhos. Olhei pra o lado, as pessoas prestavam atenção em nossa conversa.

– Ótimo! Me fale os meus defeitos que eu falo os seus... – Ela concordou. Olhei pra o lado de novo. As pessoas ainda observavam, estávamos chamando muita atenção. – Por mensagem. – Mandei e ela pegou um livro em seu armário, pude ver o titulo: “Espíritos e onde se escondem”. Medo! Fomos pra sala de aula, quer dizer ela na frente andando muito rápido e eu tentando acelerar meus passos para acompanha-la. Peguei meu celular e lhe mandei uma mensagem, pelo menos por mensagem nós não revelamos o verdadeiro motivo da briga, que foi o favor que fiz pela Tori, o que irritava de mais Jade, e se Tori descobrisse o motivo da discussão, ela ia tentar de todas as maneiras ajudar, e sabemos que ela não é muito boa em tentar ajudar os outros.

“Sabe qual é seu defeito? Sempre fugir de uma briga, como hoje de manhã, eu acabei levando um banho de água fria da vizinha quando tentei correr atrás de você.”

Ela riu. Mas sua mensagem chegou.

“Achei ótimo ter levado um banho da vizinha e seu defeito é parecer com a Vega.”

Eu ri de canto, até que não era tão ruim. Respondi.

“Não me importo de parecer com a Tori, ela é minha amiga e eu me dou muito bem com ela.”

Sorriu debochada, mas rapidamente respondeu.

“É parece que você é burro o suficiente pra achar que isso foi um elogio, porque a Vega é chata, insuportável, e idiota por querer sempre ajudar os outros, eu a odeio, e bem se você parece com ela, então...”.

– O que? É mesmo é? – Perguntei incrédulo, como ela podia ter me chamado de burro, chato, insuportável e idiota ao mesmo tempo? E ela ainda disse que me odeia? Será que foi isso mesmo que eu li? - Tá bom, tudo bem... – Escrevi e enviei.

“Se quer saber o seu defeito, é não confiar nas pessoas, além de ser ciumenta, nunca confia no que eu digo e eu também te odeio.”

– Ah o que? – Eu sabia que ela odiava ser chamada de ciumenta. – Tudo bem! Se você quer assim... – Disse irritada escrevendo no celular.

– Ei gente! - Cumprimentou Tori e André chegando à sala, ótimo! Eu não quero que nem um dos dois se metam, Tori iria ficar triste por saber que o motivo de nossa briga começou com ela e se André descobrisse ia contar a Tori.

– Fica fora disso! – Interrompi.

– Cai fora! – Mandou Jade.

– Eu prefiro não me envolver... – Disse Tori a André se sentando. Ela me mandou mais uma mensagem.

“Ah então você me odeia, Oliver? Ótimo! É bom saber disso, porque quando você for correr atrás de mim de novo como fez hoje, talvez eu mesma encha o balde de água fria da vizinha pra ela te dar outro banho.”

Isso já virou provocação! Cat chegou à sala e estava pensando em uma resposta pra ela. Tori a cumprimentou.

– Oi pessoal! Toc, Toc? – Eu não acredito que ela vai fazer uma piada de Toc, Toc. Robbie foi o único a perguntar quem era. – Noé! – Rex perguntou quem é Noé. – A vida não é incrível? – Perguntou rindo, o que? – Eu sei! – Disse se sentando, o sinal tocou.

– Bom dia turma... – Disse Sikowitz entrando na sala. – Ou como dizem na Guatemala: Una tortuga se comió a me mujer. – Disse abrindo os braços. HAN?

– Isso quer dizer: Uma tartaruga comeu a minha esposa. – Explicou Tori, nossa!

– Ah isso é triste... Mas hilário... HAHAHA! – Riu loucamente, troquei olhares com Jade, ela devia estar pensando a mesma coisa que eu: “Sikowitz é louco!” Todo mundo perguntou a Sikowitz o que era essa caixa ao seu lado, confesso que nem tinha notado, odeio brigar com Jade, mas eu também queria saber o que tinha dentro da caixa. – É uma máquina de café expresso, um presente pra mim, do nosso estimado diretor.

– É seu aniversário por acaso? – Perguntou Jade cruzando os braços.

– É meu aniversário... Dez anos dando aula aqui na Hollywood Arts. – Nossa! Quantos anos ele tem? Ele fez um gesto de agradecimento. Lhe dei os parabéns.

– Pera ai! É seu aniversário de dez anos aqui, e só te deram uma máquina de café expresso? – Perguntou Tori, aposto que é muita coisa pra Jade, já que ela ama café. Isso me deu uma ideia!

– Bom... Pode não ser muito, mas como se diz na Guatemala: Yo no Jô ló binderie de ponerme calzoncillos. – O que ele falou?

– Isso quer dizer: Eu esqueci de vestir a cueca. – Explicou Tori. É ele é um cara estranho!

– Tem certeza? Não porque eu pensei... – Falou verificando dentro das calças. O que ele estava fazendo? – Ah é isso mesmo! – Nossa! Como alguém pode esquecer-se de usar cuecas? Eu ri olhando pra Jade, pena que ela continuava com a mesma expressão de séria. Droga! Eu tenho que me desculpar com ela de alguma maneira. Sikowitz deu o resto de sua aula e fomos pra o almoço, quer dizer Jade foi pra um lado e eu fui para o outro. Nem um de nós se sentou à mesa com nossos amigos, eu porque queria evitar as perguntas de Tori sobre nossas briga e Jade foi para o outro lado porque ela num gosta deles mesmo. Comprei um café com dois açúcares pra ela, a avistei em uma mesa afastada.

– Quer café? Trouxe pra você, com dois açúcares e... – Tentei bajula-la. – Passei numa barraca de revistas mais pra lá e vi um livro que era a sua cara... – Menti.

– Hum! Ah é mesmo? – Assenti e ela pegou o café das minhas mãos, ia me sentando do seu lado, mas ela impediu. – E qual o nome do livro? – Droga!

– O nome do livro? – Passei a mão por meus cabelos, estava nervoso. – HAN... Espíritos e... Onde se escondem? – Perguntei receoso, onde é que eu vi esse nome mesmo?

– Eu já tenho esse, Oliver... – Disse mostrando o livro preto ao seu lado. – Suma daqui!

– Mas... Eu te trouxe café. – Tentei.

– E você também pulou naquela cena pela Vega, coisa que não iria fazer por mim... – Droga! Eu desisto, agora pelo menos! Sai dali, mas ouvi Jade gritar. – E EU GANHEI COM O LANCE DAS MENSAGENS. – Pior que era verdade, eu não tinha respondido. Sentei-me em uma mesa qualquer. Algumas meninas chegaram na mesma hora, comi meu lanche como se elas não existissem, já tava acostumado mesmo quando acontece esse tipo de coisa.

– E ai cara! Dia difícil? – Perguntou alguém, levantei minha cabeça contra o sol e vi Zac.

– Ah e ai! Você não sabe como... – Respondi enfiando mais comida em minha boca de maneira desajeitada. As meninas riam do meu lado, Zac revirou os olhos, ele não tava acostumado com tanta atenção. – A Jade tá o tempo todo brigando comigo. – Desabafei, eu não via ele como inimigo, não mais... Graças a Cat!

– Eu sei! A Cat foi falar com ela... – Ah então por isso ele estava aqui?

– Como está seu namoro? – Perguntei mudando de assunto.

– Bem... Eu acho... Fora pelo fato de certo Shapiro estar tentando atrapalhar. – Fazia sentido.

– É! Ele tá meio estranho... Aquela ideia da separação de casais foi bem louca... – Dei um sorriso bobo lembrando-me da noite que Jade e eu tivemos. – Claro que eu não respeitei, fui ver Jade assim que pude... – Falei dando de ombros. Zac se encolheu. – Espera! Você não foi ver a Cat? Quer dizer... Você não foi atrás da pessoa que você ama? – Perguntei meio confuso.

– Bom... Eu... É... Eu não fui... – Me perguntei o porquê. – Eu não... – Ele não completou a frase, pegou uma batata frita do meu almoço e engoliu.

– Só... Tenha cuidado com a ruivinha... – Falei comendo, essa conversa me deixou sem graça.

– Se quiser eu posso ter cuidado com você. – Disse uma garota loira prestando atenção na conversa, sorri de canto, elas não têm a menor ideia do mico que tão pagando.

– NÃO, EU QUE VOU TER CUIDADO COM ELE. – Gritou uma garota negra, porque elas são tão atiradas? Zac pareceu irritado.

– Amor você vai lá em casa hoje? HAHA! – Perguntou Cat chegando atrás de Zac e tapando seus olhos. Sorri de canto.

– LALALA! – Vi Trina cantando ao fundo, o vídeo dela da queda havia sido tirado do The Slap de Jade porque ela em vez de se sentir envergonhada, estava se sentindo a pessoa mais famosa da escola. Affs!

– Tudo bem, eu vou... – Respondeu Zac. Então ele já ia a casa dela a noite? Sempre que podia eu protegia a ruivinha, ela era como uma irmã pra mim. – E levo uma girafa de pelúcia pra você... – Disse rindo e bagunçando os cabelos, eu ri quando a ruivinha saiu gritando “OBA GIRAFA!”. – Relaxa! Eu vou ter cuidado com ela... – Disse pegando sua bolsa e saindo dali. As meninas continuaram brigando do meu lado, mas minha cabeça estava quente. Eu não sabia o que fazer pra resolver minha situação com Jade. Recebi uma mensagem. Era da Tori.

“Porque vocês não param de brigar? Jade parece que tá ficando mais estressada.”

Ri de canto, ela queria tanto ajudar e Jade só colocava defeito. Respondi.

“O que ela fez dessa vez?”

Não demorou muito para a resposta chegar.

“Ela acabou de jogar o lanche na Cat, e eu tive uma ideia de presente pra o Sikowitz. Que tal levarmos ele a uma peça? Passa aqui em casa ás 8h se for.”.

Jade sempre desconta na Cat, pior que Cat não se abala tão fácil, ela pareceu tão animada quando a vi, Jade não consegue tirar a inocência dela, muito menos a sua loucura interior, ri de canto me levantando dali. As meninas do meu lado suspiraram desapontadas, algumas até me pediram carona, mas eu as lembrei que eu namorava com Jade e elas ficaram com medo e desistiram. Fui pra o RV me arrumei pra peça e fui à casa de Tori, encontrei todos lá, até mesmo Jade. Incrível! Como foi que Tori conseguiu que ela fosse? Acho que ela lembrou Jade que o favor era pra Sikowitz que por acaso era o seu professor favorito, assim como também era o meu. Depois de estacionar o carro, peguei meu celular e mandei uma mensagem a Jade.

“Porque você não me avisou que viria? Eu teria despistado os outros e te pegava em casa, assim a gente conversava.”

Tentei, eu queria fazer as pazes. Entramos no teatro. Ela respondeu.

“Ficou decepcionado em me ver, Oliver? Pensei que seu assunto fosse com a Vega. E eu não quero conversar com você, nuca mais.”

– Como é? Pera ai, como é? – Perguntei incrédulo, ela sempre queria conversar comigo depois de nossas brigas, nem que fosse pra me xingar.

– Você me leu. – Disse rindo debochada, nos sentamos. Eu quero muito conversar com ela, mas enquanto ela estiver assim com essa pose de durona, eu não falo. A encarei, ela apenas desviou o olhar, coisa que ela faz quando está com raiva, ou quando está fingindo de alguma coisa. O chato é que eu não podia fazer nada, eu não sabia se ela tava mentindo e ficava inseguro ao pensar que ela me odiava, ou que nunca mais quisesse ficar comigo, porque se ela falasse e coçasse seu nariz, eu saberia se ela estava mentindo, mas com mensagens eu nunca poderia desconfiar de nada. O mais chato ainda é que quem sugeriu essa ideia de discutir por mensagem, fui eu.

– Olha! Eu tenho que dizer! É extremamente gentil, vocês adolescentes me trazerem ao teatro... Obrigado. – Disse Sikowitz.

– Tá! Você merece depois de 10 anos dando aula. – Disse André, concordo!

– Obrigado Senhor! Então... Sobre o que é essa peça? – Perguntou Sikowitz animado lendo o folheto, fiz o mesmo, mas não prestando a mínima atenção, ainda estava bolado. Tori disse que não sabia sobre o que era.

– É sobre um artista que enfrenta uma importante crise de vida. – Explicou Robbie, nossa! Eu nem sabia que ele tava lá. Afinal, onde está a ruivinha? Ah deve tá com o Zac.

– Ah... Todas as peças daqui são mesmo o bucho. – Disse Sikowitz. O que? Robbie perguntou se ele não queria ter dito o bicho. – Eu digo: o bucho. – Quem fala isso hoje em dia? Olhei pra Jade e pelo olhar ela parecia pensar o mesmo que eu. – Experimenta, vamos lá... Bucho! – Dizia Sikowitz incentivando Tori a dizer o mesmo, o que ela fez. Porque ele era tão estranho e como ele conseguia? – Viu... Soa bem né? – Perguntou totalmente sem noção. Tori assentiu por educação, eu faria o mesmo. – Todos os meus alunos tentando. – Mandou.

– Bucho, bucho, bucho... – Repetíamos, até podia ser legal, mas nunca usaria isso.

– Agora todo mundo! – Mandou Sikowitz e todos do teatro começaram a repetir o mesmo com ele, até mesmo à gente. Paramos de falar isso depois que os atores da peça chegaram.

– Ei você sabe onde está a Cat? – Perguntei a Jade entre sussurros.

“Está com a Trina, agora me deixe assistir essa peça idiota escolhida pela Vega e cale a boca!”

Recebi sua mensagem. Calei a boca. Até quando ela vai ficar assim comigo? Pensei que Cat estava com Zac. O que será que aconteceu? Estávamos na ultima cena.

– Eu tinha sonhos, mas agora eu sou só um professor de ensino médio. Inútil, sem valor. Vendo meus dias passarem numa sala de aula insuportável vendo adolescentes melequentos... Isso é vida pra um homem? – Dizia o ator, ih essa peça ta uma furada!

– Tudo bem, encare lecionar como uma coisa temporária... – Dizia o outro ator.

– Já são 10 anos Rengi, 10 anos... – Ih ferrou de vez, encarei Jade, ela pensava a mesma coisa, e o que nós pensávamos era: “Isso não ia dar certo pra o Sikowitz”. – Vendo meus amigos tendo vidas que valem a pena, enquanto não sou nada, além de um mero professor de ensino médio... – Rezava pra Sikowitz não ficar magoado.

– Ótima peça Tori, mandou bem. – Disse Jade entre sussurros.

– Eu não sabia! – Sussurrou Tori se sentido culpada.

– Pelo menos você não é careca... – Disse o outro ator, meu Deus! A coisa já tava feita. Santa mãe! Sikowitz saiu do teatro. Droga e agora? O que íamos fazer?

– Você foi realmente demais! Sério mesmo. Superou minhas expectativas. – Disse Jade saindo dali. A segui. A puxei contra meu corpo.

– Você só tá assim comigo por causa do pulo? – Perguntei fitando seus olhos.

– Não! Eu até ia falar com você, Oliver, mas pelo visto prefere ficar de papo com garotas no almoço. Me solta! – Mandou e eu a soltei, ainda incrédulo, como ela pode pensar que eu estava de papo com alguma daquelas garotas? Elas me seguem o tempo todo, eu vou fazer o que? Jade pegou um táxi e se mandou, levei Tori e os outros as suas casas e fui pra o RV, chegando lá, tomei banho e dormi. Acordei sonolento, olhei a hora, ih eu estava atrasado. Santa mãe! Isso não era nada de o bucho, ri pensando em Sikowitz falando errado. Fui pra HA e pra aula de Sikowitz. Tínhamos que ajudá-lo. – Tori sua camiseta é feia. – Disse Jade rindo da Tori, revirei os olhos e Tori pareceu desapontada.

– Cara! O Sikowitz tá 10 minutos atrasado... – Disse Rex. Tori vigiava a porta. Ela perguntou onde estava Sikowitz, também gostaria de saber, estava preocupado.

– Talvez tenha se trancado num armário escuro porque você forçou ele a ver uma peça que faz toda a vida dele parecer uma grande pilha de lixo. – Respondeu Jade, ela fazia meio que sentido. Mas não era culpa da Tori, ela não sabia nada sobre a peça. – Vou comer uma banana. – Disse Jade dando de ombros e tirando uma banana da mochila.

– Sabe... Porque eu não deito no chão pra você começar a pisar em cima de mim? – Perguntou Tori retórica.

– Também tem esse sonho? – Perguntou Jade sarcástica. Nossa! Como ela consegue odiar uma pessoa tanto assim? Robbie falou algo como macacos que descascam a banana de baixo pra cima, e Rex zoou ele. Sikowitz entrou na sala desanimado e Tori tentou animá-lo, mas sem sucesso. Ele urrava desapontado.

– Então Sikowitz... O que vai ensinar pra gente hoje... RUM? – Perguntou André tentando animá-lo, entramos na onda. – Bem... Eu não sei o que esperar, mas... Eu aposto que vai ser bem fantástico. – Continuou.

– Estamos prontos pra aprender. – Disse Cat animada batendo palmas.

– HAN... Tudo bem... Tori e... HAN... Elvis... – Disse apontando pra mim. Eu? – Subam aqui... Aqui no palco... – Disse batendo no palco. Ele estava mal mesmo em?! Concordamos e levantamos indo até o palco. Tori perguntou o que tínhamos que fazer. – É uma cena... E vocês dois tem a mesma fala: Viver é sofrer! – Isso é estranho! – Então vocês só ficam dizendo isso, um para o outro, de novo e de novo. – Eu não queria fazer isso, ele era nosso professor, isso o magoaria mais ainda, mas tínhamos que fazer o que ele manda né? – Ação!

– Viver é... Sofrer! – Disse Tori sem graça.

– Viver é sofrer. – Repeti olhando pra Sikowitz, ele não tava bem.

– E é mesmo... Ding, o sino, classe dispensada... – Disse Sikowitz saindo desanimado pela janela. Fui me sentar. – AAAHHH! – Gritou quando caiu.

– Mandou bem Tori... Acabou com o Sikowitz. – Jade tinha razão, nunca o vi desse jeito.

– Eu não acabei com o Sikowitz... – Disse Tori, mas Sikowitz gritou lá fora, ele parecia mais desanimado do que nunca. – Eu não acabei com o Sikowitz... – Ele gritou mais forte. – Eu acabei com o Sikowitz. – Disse derrotada.

– É... Foi o que eu falei... – Disse Jade comendo sua banana, acho que devíamos deixar isso de lado e ajudá-lo. Estava indo para o almoço, encontrei algumas meninas, mas avisei a elas que Zac estava solteiro e elas se foram... Foi cruel da minha parte eu sei, mas não queria mais problemas com Jade.

– Beck você viu o Rex? – Perguntou Robbie, fiz que não com a cabeça. – Estamos brincando de esconde-esconde, valeu! – Disse saindo dali, porque ele brincaria de esconde-esconde, com seu boneco? Terminei meu almoço, recebi uma mensagem de Tori.

“Tive uma ideia pra amimar o Sikowitz, acredita que ele não tava bolado por causa da peça? Foi por causa de uma mulher, me encontre no teatro caixa-preta.”

Ia pra o Teatro, mas achei Zac um pouco descabelado.

– Beck! Você disse pra algumas garotas que eu estava solteiro? – Perguntou revoltado, fiquei com cara de culpado.

– Sim, mas foi pra elas me largarem, o que aconteceu com você? – Perguntei confuso.

– Elas meio que brigaram pra ver quem ficava comigo e me puxaram pra briga... – Disse desapontado. – Mas o problema mesmo é que a Cat me deu o maior bolo... Eu fui na casa dela ontem e a mãe dela disse que ela saiu com a Trina. – Falou cabisbaixo.

– Ser trocado pela Trina não é legal. – Falei a verdade, ele assentiu. – Que tal se a gente se ajudar? Eu conheço a Cat e você conhece a Jade, não mais que eu, mas tudo bem... Eu te ajudo e você me ajuda, agora isso só amanha, que tenho que resolver um problema antes. – Disse saindo dali, ele assentiu. Cheguei ao teatro e Tori disse que tínhamos que fazer um teste pra um filme, onde assim a gente acharia uma mulher pra Sikowitz. Concordamos achando tudo meio estranho, mas tudo bem, postei no The Slap.

“Quem tiver alguma mãe ou alguma conhecida que queria participar de um filme, venha para HA.”

Humor: Mais ou menos animado!

Fui pra casa e tomei banho, mandei uma mensagem pra Jade.

“Não vai mesmo falar comigo? Ainda irritada, eu quero ficar bem com você!”

Ainda sem nenhuma mensagem de Jade. Fui pra HA, disposto a ajudar Tori.

“Estou irritada, não por um simples pulo, mas porque você não me contou, e ainda ficou conversando com várias meninas no almoço, o que será que você esconde mais de mim, uma namorada do Canadá?”

Respondeu, o que ela acha que eu faço no Canadá? Como ela pode desconfiar de mim desse jeito? Respondi sua mensagem, estavam fazendo os testes, e Jade e Cat mandavam as atrizes que se inscreveram entrar.

“Eu não te falei antes porque você ia fazer toda essa confusão e eu não dei bola para as meninas no almoço, elas nem se quer são minhas amigas! E mais o que será que você faz quando eu vou pra o Canadá? Porque da ultima vez que eu voltei de viagem, você tava entrando num beco escuro com um cara de frauda, pode muito bem, entrar no beco escuro com mais alguém.”

Eu sei, eu exagerei na resposta, mas Jade me irritava de um jeito que chegava a incomodar demais, e foi pela minha mensagem que outra chegou, e resposta não foi nada boa.

“Foda-se, Oliver, não to nem ai pra o que você pensa de mim!”

Então ela chamou palavrão comigo? Ela estava descontrolada, deixei isso pra lá, iria me desculpar de outra forma. Outra mensagem chegou.

“Que foi, Oliver? O gato comeu sua língua?”

Odeio quando ela é irônica ou sarcástica, que seja! Não respondi. Cheguei à parte dos armários, ainda era noite. Avistei Jade dando serial pra Cat que não conseguia engolir direito.

– Gente! Gente! Testes encerrados... – Disse Tori chegando atrás de mim, as mulheres pareciam desapontadas e reclamavam sem parar.

– TODO MUNDO SAI! – Gritou Jade, e as mulheres saíram correndo, é ela levava jeito com as mulheres, principalmente quando ela queria as mulheres longe dela ou de mim. – O que foi que você fez de errado de novo, Vega? – Perguntou impaciente.

– Sikowitz não sente falta de uma namorada. Ele sente falta da coelhinha da namorada dele, a namorada tinha herpes no pescoço... – Eca! – Temos que fazer alguma coisa.

– É só comprar uma coelha de novo pra ele. – Sugeri e ela assentiu animada, fomos pra casa. Entrei no The Slap, Zac tava On, então abri um chat com ele que me cumprimentou.

– E ai que tal se a gente for falar com as meninas agora? – Perguntou e assenti. – Elas estão no cemitério... – Como? – Bem é que o livro que dei pra Jade, um sobre espíritos... – Ele tinha dado? – Diz que o melhor lugar pra se ir é o cemitério. Vamos? – Perguntou como se aquilo não fosse nada pra ele. Assenti e o encontrei na porta de um dos cemitérios de Los Angeles. Entramos e nossa! Isso é muita obscuridade pra uma pessoa só, como ela consegue isso? Avistamos uma ruiva morrendo de medo em cima de uma toalha e uma figura morena em pé com o livro nas mãos olhando o nada.

– Cat! – Chamou Zac.

– Ele sabe meu nome. Jade! – Chamou Cat com medo.

– Deixa disso... Aqui é o Zac! – Disse Zac bufando irritado.

– Mas você já morreu? Eu gosto de você. HAHA? – Riu nervosa.

– Gosta mesmo? – Perguntou Zac quando ela virou, os dois se abraçaram.

– Jade! – A chamei, ela apenas me fitou séria. – Tenho que pedir desculpas... Por não te avisar que ia pular pela Tori, mas pensei que já sabia... – Engoli em seco. – Mas quero pedir desculpas, por dizer tudo aquilo, eu não devia ter dito que te odeio e mesmo você sendo muito cabeça dura ás vezes... Eu te amo e sei que tem coisas que você não precisa me contar, como: Ter ganhado um livro de Zac... – Ela revirou os olhos. – Mas só quero que você me desculpe, você me perdoa? – Perguntei com o rabo entre as pernas... – E também me desculpe por desconfiar de você, sei que você deve ser a pessoa mais fiel que eu conheço... Te amo! – Falei a abraçando e lhe dando um beijo cheio de saudade e ternura, ela correspondia, bagunçando meu cabelo, eu a...

– Tem certeza que vão querer fazer isso aqui? – Perguntou Zac nos desconcentrando, nós nos desgrudamos.

– É, eu to com medo, e meus doces no sutiã acabaram... – Falou a ruivinha... Saímos dali o mais rápido possível, eu que não queria ficar ali nem mais um minuto. Fomos pra meu carro, levei todos em casa. Estávamos na frente da casa de Jade, infelizmente acho que ela tava em dias difíceis pra as mulheres, e não era uma boa, ficar com ela. Acho que isso que foi a culpa por tudo isso, TPM!

– Jade... Não tem que falar alguma coisa a mim? – Perguntei pedindo.

– Ah claro! Não corra de cuecas pelo meio da rua... – Falou me fazendo rir. – Me desculpe! – E aquelas palavras resolviam todos os meus problemas, eu sabia que ela não ia falar mais que isso e pra mim bastava, eu sei como ela é e a amo desse jeitinho mesmo. Ela ia entrar em casa depois de me dar um selinho.

– Foi um calção! – Falei e vi-a rindo antes de entrar. Fui pra casa e dormi tranquilo. Acordei e fui direto pra HA, Tori tinha comprado a coelha, era cedo, então todos esperávamos Sikowitz chegar.

– Toc, Toc ele tá vindo. – Disse Cat entrando correndo e dando o sinal que ela mesma insistia em dizer. Escondemos-nos. – Ele tá chegando. – Tori assentiu e deixou a coelha, ou coelho perto da escada. Ela saiu correndo dali. Sikowitz entrou na escola dando de cara com o coelho.

– Minha nossa! Você fugiu pra bem longe de casa, não foi? – Ele pegou o coelho. Tori saiu de onde estava e o cumprimentou, fizemos o mesmo. Ela perguntou o que ele tinha - Ah eu achei essa coelhinha passeando por ai... – Ah era uma coelha!

– Ah então... Porque não leva ela pra casa? – Perguntou Jade tentando ajudar.

– Ah eu não curto coelhos... – O que? Mais... O que Tori falou? E... Todos olharam pra ela.

– Mas... Você ficou deprimido por dias por causa da coelhinha da sua ex-namorada? – Tentou Tori.

– Ah é, mas... Ah você pensou que coelhinha era um coelho? - Me diz quem não pensou nisso? Tori assentiu. E Sikowitz riu descontroladamente. – Não, não, não... Coelhinha é uma gata... É... A mulher que eu tava namorando deu o nome de coelhinha por causa da coelhinha da tia dela... Que morreu! – Santa mãe!

– Mas... Você me disse que pulava pra todo lado... – Tentou Tori de novo.

– É... Ela tinha só três pernas... – Que gata? HAN? Deixa pra lá! – Tadinha! – Dei uma tapinha em seu ombro. – Mas eu vou superar... Bom... De volta à vida selvagem menina... – Disse soltando o bicho pela escola e saindo dali.

– Tudo bem... O novo plano via ser o seguinte... – Tentou Tori.

– Não, não! – Disse todo mundo em uníssono saindo dali, assistimos as ultimas aulas... E Jade e eu fomos pra casa, juntos, até que em fim!

Zac Smith

Notas finais do capítulo
HEEEY MY DIVOS, o que acharam do capitulo? WOOOOO! QUE gif lindo em? kkkkkkk Só eu que me divirto com as brigas deles? u.u.u eu acho demais! Gente, antes que vocês se esqueçam, eu queria dizer que voltando ao assunto da capa da 3 temporada, já estão feitas, e acho que alguns de vocês vão gostar, só acho kk, principalmente as pessoas do fã clube do lindo do ZAC, enfim. Eu colocarei todas as três capas que eu fiz no capitulo ERROS BRILHANTES e vocês por reviews irão escolher okay? Proximo capitulo, o tão esperado PAIXÃO PELA JADE!
Fic de Hoje: http://fanfiction.com.br/historia/353908/Addiction (Bom... Ninguém me pediu pra divulgar, mas eu to aqui, porque acho essa fic perfeita i.uu.;u.u.u e a autora é minha leitora também então, ta ai sua fic linda sendo divulgada aqui, leiam gente, porque eu com certeza sou uma ADDICTION u.u.u.u beijos e beijos e até terça :D ♥




(Cap. 29) Jade Causa Paixão

Notas do capítulo
HEEEY MEUS DIVOS tudo bom com vocês, e hoje tem o que? u.u.u.u um dos meus episodios favoritos acho que de mim e de vocês também u.u.u.u.u MAS O CASO AQUI É OUTRO, estou feliz desse jeito porque, porque? Porque recebi, não 1,não 2, não 3, mas sim 4, eu disse 4, 4 lindas e divonicas recomendações, eu to tão animada que vou respondê-las, agora. Primeiro a da fofa da Elizabeth West, obrigada por achar as partes que eu acrescendo da fic além das partes normais o máximo, o objetivo foi deixar esse espirito de que BV ainda não acabou e que a serie vai ficar sempre com a gente nos nossos corações. Obrigada linda. Em segundo, as lindas e fofas da sabrinawest e Karen West Oliver, obrigada amoris, por essa ser a primeira fic que vocês recomendaram, eu adorei as suas recomendações e acho lindo vocês ficarem contando os segundos por um novo capitulo, fico muito feliz, amoris, obrigada! E por ultimo a linda, fofa e divonica da Annie que me enviou uma recomendação FABULOSA E FANTASTICA = FABULTASTICA, obrigada por todos os elogios amoris, que bom que acha isso tudo da fic, obrigada mesmo linda, enfim... Vamos ao capitulo, bem eu fiz meu melhor e espero que vocês gostem, e se recebi tantas recomendações porque já temos 13, então... Que bom que consigo agradar vocês ou que pelo menos pareço agradar, e tento... Esse capitulo é um dos poucos musicais que vão ter na fic :)
*Esse capítulo segue a série: Brilhante Victoria ou Victorious (2º - Temporada) Como descrito: Não seja rígido, pois cenas serão mudadas, acrescentadas ou invertidas. Aqui a imaginação é livre e o prazer é seu em ler!

Jade West

Pisquei duas vezes antes de abrir totalmente os olhos, Beck não estava na cama, como sempre, mas eu o veria lá embaixo, claro! Tomei meu banho e me arrumei, desci ás escadas e encontrei o Oliver com uma câmera nas mãos, ele fotografava minha casa?

– Oliver! O que está fazendo? – Perguntei me servindo de café, pondo os dois açúcares em minha caneca.

– Entrei no The Slap hoje pela manhã e achei um site onde estão oferecendo um curso de fotografo online, não é demais? – Perguntou empolgado.

– Não! – Disse a verdade, isso é bobagem. – Isso é perda de tempo. – Dei de ombros tomando mais um gole de meu café e me aproximando dele, ele me deu um selinho rápido. Como assim? A gente briga e ele só me dá um selinho? – Então... Achou esse curso em um site pelo The Slap? – Perguntei desinteressada me jogando no sofá.

– Sim, na página do Sikowitz. Lá dizia: Curso grátis de fotografia online e ao lado tinha um desenho de um gato preto com três patas e do lado dizia: Procura-se um gato com três patas, acho que o Sikowitz tá tentando se recuperar da “coelhinha”. – Disse fazendo aspas com as mãos, eu ri.

– Vai me trocar por esse curso online? – Perguntei estreitando os olhos e dando outro gole em meu café.

– Não! Só queria que você se ocupasse de outras coisas por um tempinho... Isso é muito? – Perguntou bagunçando os cabelos, e és a reposta, ele ia mesmo me trocar por essas fotos e essa câmera.

– Ótimo! – Disse deixando a caneca ainda com café em cima da mesinha e pegando minha bolsa, Beck me acompanhou, eu o esperava no carro. – Então você quer terminar comigo? – Só podia ser isso!

– Lógico que não! Só quero um tempinho pra explorar outras coisas, e essa historia de fotos parece legal. Prometo que arrumo algo legal pra você fazer, ok? – Perguntou dando um beijo em minha bochecha. Fomos para HA e me separei de Beck. Encontrei um loiro solitário perto de seu armário. Cheguei perto dele, mas não disse nada, ele não parecia bem e eu não estava no clima de ajudar ninguém, se é que alguma hora eu estava.

– To mal. – Falou como se lesse meus pensamentos, ele sabia que eu não iria perguntar de maneira alguma. – Meio que a Cat me trocou por botas júpiter... – Franzi o cenho. – É uma bota que serve pra deixar as pessoas saltitantes, no caso da Cat. Saltitantes e felizes... Foi à mãe dela que lhe deu, não posso fazer nada. – Revirou os olhos.

– Você pode queimar... – Ele riu e ficou pensativo, como se realmente pensasse nessa ideia, o que era uma boa, porque eu ainda não sei como a Cat vive. – Não sei como você aguenta namorar a Cat. – Dei de ombros.

– Nem eu... Mas sei lá, eu gosto dela... Ela é diferente e não to a fim de namorar meninas difíceis. – Deu de ombros, seguimos pra aula, nossas aulas foram juntas. Primeiro fomos às aulas de Artes Visuais e depois para Desenho Técnico e Produção. Seguimos para o almoço. Cat pulava pelo corredor e não ligava para o namorado. Beck continuava com sua câmera e eu ainda esperava o que ele tinha me prometido, algo pra fazer enquanto ele estava nessa de fotografia. Beck chegou perto de nós e se sentou á mesa.

– Arranjei algo pra você fazer... André ta precisando de uma garota pra cantar a musica que ela vai escrever, e como ele ainda não escreveu, você podia ajudá-lo com isso também. – Sugeriu comendo um pouco de suas batatas.

– Pode ser! – Falei dando de ombros, Zac sorriu.

– Não entendo nada de compor música! – Zac pareceu desapontado, acho que por causa da Cat, ainda não conseguia processar como ele podia ser feliz ao lado dela, mas pra mim tudo bem. – Minha irmã sempre compõem as músicas para as peças do meu pai, eu só atuo... – Espera! O que?

– Você tem uma irmã? – Perguntou Beck como se lesse meus pensamentos.

– Claro que tenho, ela tá em Paris estudando moda, vai voltar ano que vem. Ela compõe musica e essas coisas... Enquanto ela está fora... A gente contrata um compositor particular. – Legal a família dele, todo mundo faz alguma coisa. O pai escreve peças, ele atua, a irmã compõe. Demais!

– Tenho que ir, me encontre depois do almoço na sala de música... – Disse Beck me dando um selinho e sumindo dali, qual é? Eu queria mais, mas parece que Beck estava disposto a só me dar um selinho e tenho que aprender a me contentar só com isso.

– OIEEE! Jade, você já viu minhas botas júpiter? HAHA! – Perguntou Cat animada pulando sem parar. Revirei os olhos.

– CAT! SENTA E TIRA ISSO! – Gritei e ela pareceu desapontada, sorri vitoriosa. Cat tirou as botas e deixou-as do lado de Zac e saiu para comprar seu almoço.

– Pode me emprestar sua tesoura? Esqueci do meu canivete! – Pediu Zac e assenti sorrindo malvado. Dei minha tesoura á ele e quando ele ia rasgar as botas Júpiter da Cat, a mesma chegou e com o susto ele jogou a tesoura no banco ao seu lado.

– Oi Jade! – Disse Sinjin se sentando, espera! Ele se sentou na minha tesoura?

– Sinjin levanta daí. – Pedi calmamente e ele o fez, e lá estava ela, toda torta. EU NÃO ACREDITO NISSO! Mandei um olhar assustador á ele.

– Cara! Acho melhor você correr. – Disse Zac rindo de canto. Ele saiu correndo feito um louco, tropeçando em tudo. Peguei a tesoura e sim ela tava toda torta, não serviia mais...

– EU VOU MATAR O SINJIN! – Gritei olhando pra minha tesoura nova.

– Não serve mais? – Perguntou Zac, fiz que não com a cabeça. Cat o abraçou, acho que com medo de mim. – Desculpe-me! – Pediu e eu estreitei os olhos.

– Não foi culpa sua... Foi culpa do SINJIN... – Falei pegando minha bolsa e saindo dali, eu acharia o Sinjin em qualquer lugar. Vaguei pelos corredores, mas não achava esse garoto de jeito algum. Entrei na maioria das salas, mas nada. Entrei em outra e encontrei André e Beck. – EU VOU ACABAR COM ELE! – Gritei irritada, olhando minha tesoura novamente.

– O que aconteceu? – Perguntou Beck.

– O SINJIN SENTOU NA MINHA TESOURA NOVA. – Falei tentando desentortá-la.

– Tudo bem, fica calma! – Pedia Beck. Uma ova!

– EU NÃO VOU FICAR CALMA! ELA TÁ TORTA, JÁ PERDEU O FIO! – Arremessei com raiva a tesoura pra longe que ficou presa a um quadro na sala. Droga de Sinjin! Ainda tenho que aguentar Beck me pedindo pra ficar calma, não foi ele que perdeu a tesoura dele, o que ele acharia se alguém quebrasse sua câmera idiota? Essa câmera que já estava me irritando profundamente, eu poderia quebrar a câmera dele, e então veríamos o que ele acharia.

– Divirtam-se crianças! – Falou me dando um beijo no canto do rosto, eu queria mais, mas pelo visto ele ainda não se tocou nisso.

– Então... Quer me ajudar? – Perguntou André tenso se sentando no pequeno banco.

– Não agora! – Falei dando de ombros.

– Tá bom! – Disse se sentando e tentando escrever alguma coisa. Eu queria ajudá-lo, mas ainda me perguntava por que Beck tinha me trocado por uma câmera idiota.

– Sai pra lá! – Falei sentando no banco perto dele. Ele apenas obedeceu, puxando seu banco um pouco mais pra esquerda. – Eu li em um site que pra começamos ter inspiração pra uma coisa, precisamos começar a fazer outras coisas, assim nossa mente descontrai e não trabalhamos com tanto pressão. – Falei e ele ergueu as sobrancelhas como se não esperasse algo assim de mim. – Vamos cantar, Harris. – Mandei e comecei a tocar piano, uma música que eu conhecia bem, Somewhere only we know.

– Deixa que eu toco... – Disse André, mandei um olhar assustador a ele. – Por, favor? – Pediu e eu ri malvada, adorava quando as pessoas sentiam medo de mim. – Se você quiser é claro... – Falou dando de ombros. Puxei meu banco pra direita e ele começou a tocar e começamos a cantar. Já era fim de tarde. Quase noite.

Eu conhecia essa música, era linda...

– I walked across an empty land
I knew the pathway like the back of my hand
I felt the earth beneath my feet
Sat by the river and it made me complete. – Ele começou. Sua voz era Bonita.

– Oh! Simple thing where have you gone
I'm getting old and I need something to rely on
So tell me when you're gonna let me in
I'm getting tired and I need somewhere to begin. – Cantamos juntos.

– I came across a fallen tree
I felt the branches of it looking at me
Is this the place, we used to love
Is this the place that I've been dreaming of... – Cantei só.


Já era noite e ainda não tínhamos nenhuma música, fui ao banheiro e deixei André pensando em alguma letra, estava difícil pra ele, e eu não sabia como ajudar. Ele era legal e eu já sabia disso há algum tempo, mas claro que não vivia admitindo por ai e pra todo mundo, voltei à sala.


– Acho que minha tática de descontrair a mente não funcionou. – Eu ri, meu humor tinha melhorado, afinal não podia só ficar pensando em Beck, se ele queria fazer esse curso de fotografias, ele que faça! Eu estava disposta a ajudar André no que ele precisasse. – Você não pensa em nenhum concerto ou artista famoso pra se inspirar? – Perguntei e ele ficou pensativo. – Vamos, você tem que fazer uma música. – Mais uma linda música que ele sempre conseguia compor. Eu reconheço, ele tem bastante talento. – Escuta algumas músicas ai... – Falei lhe entregando meu telefone... Ele pareceu receoso, qual era o problema dele? Ele tinha medo de mim? Tanto assim pelo menos? André colocou Give it up pra tocar em meu telefone. Sorri.


– Prefiro você cantando... – Falou ainda escutando a música, agrade

– Então... Em que se inspira pra fazer a maioria de suas músicas? – Perguntei interessada, será que era difícil fazer uma música.


– Você nunca tentou fazer uma música? – Perguntou.


– Não foi essa a minha pergunta... – Ele desviou o olhar. – Mas respondendo a sua pergunta... Não... Nunca tentei... – Dei de ombros.


– É fácil, é só... – Tentou

– Harris! – Chamei sua atenção. – Minha pergunta... Responda! – Mandei.


– Escuta! Você é sempre assim mandona? – Perguntou desviando o olhar, o assassinei apenas com meus olhos. - Bom... Eu penso na amizade na maioria das vezes quando tento compor uma música, e como meio que a minha mais próxima amiga é a Tori, meio que eu penso nela... Acho que todo compositor tem que ter sua musa, ou alguém a quem pensar pra escrever suas canções... – Disse esfregando suas mãos que suavam.

– Você gosta da Vega? – Perguntei de uma vez.

– Não... Quer dizer... Sim... Não... Eu não sei tá beleza? – Respondeu confuso, assenti rindo de canto. Perda de tempo ele se apaixonar pela Vega! Passaram-se mais algumas horas e nada. Helen deixava que nós usássemos as dependências do colégio pra tudo, especialmente em horários foras das aulas, ela incentivava nosso amadurecimento e dizia que se não treinássemos íamos virar pessoas sem talentos, ela era meio grossa, mas eu a apoio. Acho que só eu! André comia salgadinhos e eu me revirava na cadeira. Peguei o celular e vi uma mensagem de Beck.


“Como tá indo com o André? Conseguiram terminar a música? Você sabe que já ta tarde, devo me preocupar?”


Ri de canto, quanta preocupação à toa! Respondi.


“Não, ainda não conseguimos fazer nada, e não se preocupe, Oliver. Cuide de sua câmera idiota!”


Poucos segundos depois, outra mensagem.

“Pra sua informação, West. Eu já terminei o curso, a etapa seguinte diz que eu tenho que pagar 330 dólares pra continuar com o curso que segundo o site era de graça... Furada! Além de que eles só ensinavam programar a câmera.”


Ótimo! Mais tempo livre pra ele... Passaram-se mais algumas horas, já passava da meia-noite, eu queria terminar logo com isso, André já tinha escutado quase todas as músicas do meu celular e eu já estava cansada. Ele voltou para o teclado e me sentei de frente pra ele. André conseguiu compor metade, faltava o refrão e algumas ultimas partes.


– Ei já tentou isso quando era criança? – Perguntei tentando pegar sua mão.


– WOW, WOW, WOW, o que tá fazendo? – Perguntou assim que toquei nele.


– Me dá sua mão, não seja um bebê. – Pedi e ele deslizou a cadeira pra perto de mim.


– Tá bom, to confiando em você. – Disse, isso não era boa ideia!

– É, é, grande erro. – Falei pegando sua mão, me lembro que Beck fez isso em mim e achei muito maneiro, a mão formigava de um jeito estranho! – Fecha o punho. – Mandei e ele o fez. Comecei a acariciar sua mão exatamente como Beck me ensinou.


– O que, que você tá fazendo em? – Perguntou duvidoso. Meninos não sabem ficar quietos?

– Ah! Fala menos e abre a mão... – Pedi e ele o fez, dei uma tapa de leve. – Punho. – Ele fechou o mesmo.

– Vem cá, tem alguma razão pra isso? – Perguntou desconfiado.


– Tem sim e ai vem... Abre! – Pedi e ele o fez, encostei meu dedo no meio da sua mãe e levantei minha mão fazendo exatamente o que Beck fez comigo.


– UUU! Tá formigando... – Disse animado. – Faz de novo. – Pediu batendo palmas, ele parece criança, eu ri.


– Não! Você tem que terminar a música... O refrão... – Falei.

– É já passou da meia-noite... Vamos parar. – Nada disso.


– ÃN, ÃN. Você deu uma parada agora escreve o refrão. – Disse comendo amendoim.


– Olha! Eu to tentando terminar a três horas... – Protestou.


– Ah ótimo! Fica quieto e canta alguma coisa... – Mandei, eu estava determinada, não queria sair daqui sem essa música pronta. André se apoiou no teclado e peguei meu peraphone pra gravar o som. Ele começou a tocar... – Continua.


– Eu queria muito mesmo escrever a próxima linha... – Isso estava bastante estranho! – Minha carta favorita... Filé de peixe de atum... – Isso é sério? – To indo lavar meu cachorro com Shampoo Azul... – É definitivamente ele precisa de ajuda.


– Tá tudo bem... Deixa eu tentar uma coisa... – Digamos que ele cantou essa coisa ai, pelo fato de ser a primeira coisa que veio em sua cabeça, quem sabe se eu não cantasse algo que veio a minha mente. – Me grava. - Ele mexeu em alguns botões pra começar a me gravar, coloquei os fones e aproximei o microfone de mim.


– Tá bom, vamos lá! – Começou a tocar. Fechei meus olhos e senti as notas. Então pude começar a cantar.

– There is no upper hand
I'm giving you mine
It doesn't have to end up wasting your time
There's things that I could say
But hear it my way
I want to let you know that it's all okay.

Tirei inspiração não sei da onde, mas até que ficou legal. Abri os olhos e tirei o fone, o encarando. André estava estático, não o entendia, nem se quer se mexia.

– O que achou? – Perguntei esperando logo a resposta. Ele permaneceu estático. – Você gostou? – Perguntei novamente.

– UHUM! – Disse e acenei positivamente, por mim estávamos terminados. André deu os toques finais na canção e saímos logo dali. Fui pra casa, tomei um banho e dormi aproveitando os minutos que ainda restavam, já que estava tarde. Acordei com o celular tocando, era Beck, ainda estava morrendo de sono.

– O que quer, Oliver? – Perguntei sonolenta me levantando da cama.

– Nossa! Que mau-humor... – Eu ri, só ele podia reclamar do meu mau-humor sem que eu dissesse nada, ou pelo menos, não respondesse a altura. – Vou te buscar ai na escola e você me conta como foi lá com o André. Beijos! – Disse desligando o telefone. Ele sabia que eu não gostava de tanto papo pela manhã e já me bastava o que ele ia me perguntar no carro. Me arrumei e esperei o Oliver em frente a minha casa, ele chegou estampando um sorriso enorme na cara. – Como sempre linda. – Ele tava me babando demais pra o meu gosto, acho que por ter notado meu mau-humor com sua câmera.

– O que quer, Oliver? – Perguntei novamente.

– Só ir pra escola com minha namorada... E saber o que aconteceu ontem à noite... – Pediu ligando o carro.

– Não aconteceu nada demais, conseguimos terminar a música e só... – Falei e ele deu de ombros, seguimos pra HA e avistamos Tori e André perto do armário da Vega. – Oi!

– Oi! – Disse Tori, André estava estranho!

– Então eu posso ouvir a música? – Perguntei interessada.

– Ah é... Eu só tenho... Eu só tenho que... – Tentou.

– OOIII! – Disse Cat pulando com suas botas malucas. – XAAUU! - Ela se foi. Ai meu Deus!

– Então... A música. – O lembrei.

– A Jade quer ouvir a música que vocês gravaram juntos... – Disse Tori, André estava diferente e perdido.

– Ah é! Eu mando por e-mail, sabe... Via internet. – O que?

– Via? – Perguntei confusa. Quem diz isso? HAN?

– Não acha que vocês deviam escutar a música juntos... – Sugeriu Beck.

– Não, porque juntos? Ela pode ouvir sozinha... Eu não fiz nada! – Respondeu descontrolado, o que ele tinha de errado?

– Tá bom, manda pra o meu e-mail. – Falei saindo dali com Beck.

– Via internet? – Perguntou Beck ainda confuso.

– Estranho né? – Perguntei pensativa, parece via Bluetooth, só que com internet, nossa! To pensando como a Cat. – Você não acha que ele tá estranho?

– Demais! Ele parece que tá fugindo de você. – Disse dando de ombros. – Da ultima vez que ele agiu assim foi quando ele tava gostando de uma garota que tinha namorado, foi engraçado essa época... – Beck pareceu ficar pensativo, dei de ombros. Fomos pra aula de Artesanato e Efeitos Especiais. Saímos da mesma e encontramos Robbie e Rex no corredor, Robbie parecia acabado. Eba! – Cara! O que aconteceu?

– Apanhou de mães cruéis de novo, Robbie? – Perguntei rindo, Beck me mandou um olhar repreensivo.

– A Tori tirou uma nota maior que a dele e agora o retrato do Robbie tá no lixo. HAHA! – Disse Rex. Olhei para parede e tinha um retrato da Vega, eu ri.

– Relaxa, vem com a gente... – Disse Beck, eu não! Odeio quando ele dá uma de bonzinho! Odeio!

– Não quero ficar com ele! – Falei saindo dali, e indo para um canto mais afastado, entrei em meu e-mail e a música estava lá.

– Jade! – Alguém me chamou. Um loiro de olhos azuis apareceu atrás de mim e se sentou perto do armário.

– O que você tem? – Perguntei interessada, ele parecia pior do que Robbie.

– Odeio ser ignorado! – É eu também! – E ultimamente a ruiva ta me deixando de lado...

– Que tal, falar com ela? – Debochei, ele riu.

– A Cat não é muito boa com conversas... – Isso era verdade.

– Mas o problema dela, é que ela odeia deixar uma pessoa triste... – Era verdade, ela tentava ajudar... – Então... É só dizer que você está triste que logo, logo você prende a atenção da ruivinha. – Falei rindo de canto,

– Obrigado! – Ele se aproximou de mim, ia dar um beijo em minha bochecha, mas desistiu, seu cheiro de cereja ficou pelo local. Zac foi embora.

– Vamos? – Disse Beck chegando perto de mim. – Resolvi o problema com Robbie... Mas uma coisa me deixou pensativo. – Caminhávamos até o carro.

– O que? – Ele estava sério, eu tava ficando preocupada.

– Rex me disse uma coisa interessante. – Só era o que faltava ele dar trela pra um boneco. – Ele me disse que André tava apaixonado por você. – O que?

– Você só pode tá brincando né? E como o Rex iria saber disso? – Perguntei não ligando muito para o assunto.

– Rex estava brincando de esconde-esconde com Robbie e ele se escondeu na bolsa de Tori e disse que escutou toda conversa de Tori com André ontem à noite. – Ai meu Deus! Jura que ele tava acreditando nisso? Franzi a testa e ri de canto. – Mas é claro que isso deve ser mentira! – Deu de ombros. – Quer assistir um filme? – Perguntou quando entramos em minha casa.

– Não! Você vai pra sua casa e eu fico aqui, preciso dormir, não consegui dormir direito porque fui ajudar André. – Falei cansada.

– Tudo bem, boa noite amor! – Disse me beijando na bochecha, droga! Porque ele não me dá um beijo de verdade. Fui dormir ainda sonhando com um beijo de Beck, ele ficou estranho desde essa historia que Rex inventou, eu não acho que seja verdade, tudo mentira. Boneco idiota! Logo amanheceu e recebi um e-mail de André.

“Jade sinto muito, mas não posso cantar a canção que fizemos... Ela ficou muito boa, mas eu fiz outra e acho que ficou melhor, Tori conseguiu um tempo livre e vai cantar comigo hoje, então mesmo assim... Obrigado!” André Harris.

Claro que não pode ser verdade, ele deve gostar mesmo da Vega, quem em sã consciência gostaria da Vega? Mas tudo bem! Eles que se virem. Fui pra HA e encontrei Beck conversando com Cat. Ela estava triste, isso me preocupava de certa forma, ela era minha amiga, por mais que odiasse admitir.

– O que você tem? – Perguntei interessada.

– Minha botas Júpiter foram queimadas... – Ah Zac! Até que enfim. Sorri malvada. – E quem queimou? – Perguntei esperando que ela dissesse: Zac. – Um garoto muito mal. – HAN?

– Como assim Cat? – Perguntou Beck.

– Zac me disse que ia levar elas pra casa dele, para serem lavadas, mas ai no caminho um garoto muito mal as roubou e as queimou... – Oh Cat! Quanta inocência!

– Ah claro! – Concordei. – Quem sabe o Zac não te anima? – Sugeri, e ela assentiu rindo.

– Oi amor! – Zac apareceu, era só felicidade. Graças às botas júpiter queimadas!

– Oi! – Disse Cat ainda desanimada o que me fazia pensar o que faria Zac não ter dito que foi ele o autor da queimação das botas.

– Quer que eu te compre algodão-doce? – Perguntou e Cat assentiu rindo, os dois saíram dali.

– Vou te buscar hoje pra o Concerto, ok? – Perguntou me beijando na bochecha. O puxei e fiz com que ele me beijasse de verdade, sua língua quase automaticamente voo pra minha boca, eu correspondi é claro, estava com saudades de seu beijo doce com gosto de hortelã. Ele sabia beijar como ninguém, ele era único! – Nossa! Disse se separando de mim, eu ri de canto. Ele agarrou minha mão e fomos para as aulas. Depois de assistirmos todas as aulas, fomos pra casa, me arrumei e esperei Beck chegar. Ele estava lindo, agarrou minha mão e me deu um selinho, fomos pra HA. Sentamos-nos nas cadeiras e esperamos André cantar.

– Beleza! Agora temos, André Harris e Tori Vega cantando uma música original, escrita por André. Vamos agitar galera! – Disse um dos professores que coordenavam o evento.

– Essa é uma música que eu escrevi... – Tentou André.

– Pra o cachorro dele... – Interrompeu Tori. O que?

– HAN... Pra meu cachorro. – Conclui começando a tocar. A batida era bem legal e a música também.

– Monday, I wait outside your door

Tuesday, I sing you this song

Wednesday, I bring you a red, red rose

Take you to your favorite spot.

– Seven days a week, every hour of the month

Gotta let you know where my heart is coming from

Gotta find a way, just to make you say