Running Away To Save Your Life

Autor(es): Maya


Sinopse

Elena é uma garota de 17 anos que acaba de perder o pai em um acidente. Elena está perdida e sem rumo. Ela descobre que tem um novo guardião. Damon é o novo guardião de Elena, Ela vai se apaixonar por Damon e logo descobre que ele e seu irmão Setefan são vampiros.

Elena vai descobrir coisas sobre seu passado e sobre ela mesma.


Notas da história
Os personagens são de L.J Smith.

Shipper: Delena

Contém sexo.

Índice

(Cap. 1) Capítulo 1: The Guardian
(Cap. 2) Capítulo 2: So sweet and so cold
(Cap. 3) Capítulo 3: Bloody prom
(Cap. 4) Capítulo 4: Run to you.
(Cap. 5) Capítulo 5: My night sky
(Cap. 6) Capítulo 6: The reason
(Cap. 7) Capítulo 7: Weakness-Part 1
(Cap. 8) Capítulo 8: Weakness-Part 2
(Cap. 9) Capítulo 9: Breathe Again
(Cap. 10) Capítulo 10: Memories
(Cap. 11) Capítulo 11: Inside of me
(Cap. 12) Capítulo 12: Wake
(Cap. 13) Capítulo 13: Close your eyes and remember
(Cap. 14) Capítulo 14: I'm Sorry
(Cap. 15) Capítulo 15: Solo in quel momento mio
(Cap. 16) Capítulo 16: Blood and Chocolate
(Cap. 17) Capítulo 17: My Life
(Cap. 18) Capítulo 18: The Night of the Comet
(Cap. 19) Capítulo 19: That seems wrong to you?
(Cap. 20) Capítulo 20: Nevermore
(Cap. 21) Capítulo 21: The Last Day
(Cap. 22) Capítulo 22: Klaus


(Cap. 1) Capítulo 1: The Guardian

Notas do capítulo
Minha nova fic espero que gostem.

"- Querido diário. Hoje é meu primeiro dia na escola desde que meu pai morreu. Já faz algumas semanas que aconteceu, e desde então eu estou morando sozinha, mas Caroline e Bonnie sempre vem ficar comigo. Desde o acidente eu não vou à escola. Meu pai sempre cuidou de mim sozinho, sempre fomos só nós dois.

Mas agora ele foi embora, e eu não tenho mais ninguém.

Bem diário, eu acho que já está na hora de voltar à viver."

Guardei meu diário e fui me arrumar para ir a escola. Eu não estava pronta para mentir e dizer que estava tudo bem. Não estava pronta para aguentar um monte de falsos que diziam ser meus amigos, mas quando eu precisei de alguém, todos sumiram.

tomei um banho rápido e me arrumei. Ouvi a buzina e desci as escadas correndo.

Abri a porta e vi Caroline e Bonnie no carro. Sorri e caminhei até lá.

– Oi. - Caroline falou radiante.

– Oi Car. - Falei forçando um sorriso.

– Oi, Elena. - Bonnie falou me olhando preocupada.

– Estou bem. - Falei e ela assentiu.

Bonnie deu partida no carro.

– Já temos planos para essa noite? - Caroline falou, e eu me virei para olha-la. - A qual é gente. É o primeiro dia de vida da Elena, agente tem que fazer alguma coisa divertida.

Balancei a cabeça e sorri. Voltei para o meu lugar e fiquei olhando pela janela. Pensava em como eu mudei depois da morte do meu pai. Sentia tanto sua falta. O que será que aconteceu? Eu vi o corpo do meu pai, e tinha certeza de que ele não morreu no acidente.

Balançei minha cabeça, livrando-me desses devaneios.

(...)

– Elena eu preciso falar com você.

– Pode falar, eu estou bem aqui.

– É sobre a festa do Nathaniel... - A interrompi antes que terminase a frase.

– Não começe Caroline, já disse que não vou. - Falei aborrecida.

– Elena, você precisa esquecer o passado. Precisa voltar a... - A interrompi novamente.

– Eu tenho aula Caroline. - Falei e sai andando em direção a sala de aula, e a deixei falando sozinha.

Como ela pode querer que eu esqueça? Meu pai morreu à algumas semanas, eu estava sozinha não tinha ninguém. E ela quer que eu esqueça isso?

Que eu esqueça que a única pessoa que sempre se importou comigo foi embora, morreu.

Senti meus olhos arderem, e as lágrimas quente descerem pelo meu rosto. Levantei e sai da sala, com a desculpa de que estava sentindo dor.

Começei a andar pelos corredores e esbarrei em alguém.

– Olá. - Ouvi um voz rouca

– Oi. - Falei.

Levantei a cabeça e vi um homem. Ele era alto, e tinha ombros largos, cabelos negros como as asas de corvo, olhos zuis e os lábios dele formavam uma linha reta.

– Você é Elena Gilbert? - Ele me perguntou e eu demorei um pouco para responder.

– É... Eu... Eu sou. - Falei tropeçando nas palavras. - Elena... Elena Gilbert.

– Você está bem Elena?

– Sim. - Falei sem olha-lo nos olhos. - Como sabe o meu nome.

– Eu vim busca-la. - Ele falou sério. - Sou seu guardião.

– O que? - Perguntei confusa. - Como assim?

– Achou que seu pai iria deixa-la sem proteção? - Ele perguntou ainda sério. - Sou responsável por você agora Elena.

– Mas... - Ele me interrompeu.

– Vamos. - Ele falou me puxando pelo braço.

– Para onde está me levando? - Perguntei tentando me soltar.

– Para sua nova casa. - Ele falou me colocando dentro do carro.

Antes que pudesse dizer algo Damon saiu de lá desparado. Seguimos o caminho de minha casa, e ele não havia dito uma palavra se quer.

– Pegue suas coisas. - Ele falou saindo do carro. - Você tem dez minutos.

– Tá, mas... - Ele me interrompeu novamente.

– Agora Elena. - Ele falou. - Não tenho o dia todo.

Entrei em casa e começei a arrumar minhas coisas. Quem era ele? Meu pai nunca havia falado sobre Damon. E também não disse nada sobre um guardião.

Mas ele tinha razão. Meu pai não me deixaria sózinha e desprotegida. E acho que por isso eu confiava em Damon, acreditava nele.

– Eu disse dez minutos. - Damon falou rouco atrás de mim.

Me virei e nossos corpos se colaram.

– Que susto. - Falei tremula pela proximidade entre nós.

– Terminou? - Ele perguntou se afastando de mim e pegando minha mala.

– Não. - Falei fechando um mala e a colocando no chão.

– Terminou agora? - Ele perguntou.

– NÃO. - Gritei.

Damon olhou para mim de um jeito furioso. Acho que ele não gostava que gritassem com ele.

Damon lagou minha mala no chão e começou a caminhar até mim, Eu dei passos para trás, e ele me segurou pelos ombros.

– Nunca mais fale comigo dessa forma. - Ele sussurrou no meu ouvido. - Não tenho tempo, para perder com criançinha mimada. - Ele falou rispido.

– Não sou criança. - Disse e o empurrei. - Não pode falar assim comigo.

– Falo do jeito que eu quero. - Ele falou me olhando com mais fúria. - E da próxima vez que fizer isso, eu quebro o seu braçinho. - Ele falou segurando meu braço

– Me larga. - Gritei. - Damon está me machucando.

– Eu sei. - Ele falou. - Termine e me encontre no carro. Já disse que não tenho o dia todo.

Damon me largou e saiu do quarto.

Ele era um perfeito idiota. Quem ele acha que é para agir dessa forma? Meu pai? Ele não tinha o direito de falar comigo assim, e eu iria deixar isso bem claro.

Terminei de arrumar minhas coisas. Peguei minhas coisas e fui para as escadas. Dei de cara com Damon.

Ele pegou as malas e desceu. Eu o segui até o carro.

– Olha aqui. - Falei e ele nem ao menos me olhou. - Não pense que pode falar comigo dessa forma. Você não tem o direito de me tratar assim.

– Não pense você que está em posição de me dar ordens.- Ele fachou o porta-malas e caminhou até mim. - Você não vai me dizer como eu devo ou não agir. Eu faço o que quero, e você não dá opiniões. - Ele abriu a porta do carro e praticamente me empurrou para dentro.

– Você não pode me tratar como quiser. Não sou um objeto. - Falei e ele suspirou e encostou a cabeça no volante de olhos fechados. - Você não pode me tratar assim.

Damon não disse nada apenas deu partida no carro.

– Se você falar o devo fazer outra vez, eu vou te jogar desse carro. - Ele falou sem tirar os olhos da estrada.

– Você é um idiota. - Falei balançando a cabeça negativamente, e encostei a cabeça no vidro.

Damon não falou nada, apenas continuou dirigindo.

Meus olhos começaram a pesar. Meu corpo ficou mole e eu cai no sono.

(...)

– Acorda! - Ouvi a voz de Damon. - Já chegamos.

Damon falou e saiu do carro. Abri a porta e olhei para o lugar.

– Nossa. - Falei boquiaberta.

A casa era enorme. Olhei ao redor e percebi que estavámos longe da cidade.

Começei a caminhar até a porta, que estava aberta, e entrei na casa.

– Damon? - O chamei. - Damon! - O chamei novamente e não tive resposta.

– O que? - Ele apareceu atrás de mim

Não consegui evitar olhar para a boca dele.

– Fome? - Ele falou se aproximando mais de mim.

– Não. - Falei com a voz fraca.

– Então arrume-se. Temos um compromisso.

– "Temos"!

– Não posso deixa-la sozinha aqui. - Ele falou como se eu fosse uma criança. - Venha. vou leva-la até seu quarto.

Damon subiu as escadas e eu o segui.

– Aqui. - Ele falou e abriu a porta para que eu pudesse entrar. - Vamos passar o dia enteiro fora, então faça o que tiver que fazer rápido. Eu tenho pressa.

– Tudo bem.

– Minha amiga separou um vestido para você usar. - Ele falou apontando para a cama. - Quer dizer... Uma garota. - Ele falou e eu ri.

Damon sorriu levantando apenas um lado da boca. Mas só aquilo fez meu coração dar cambalhotas no peito. Como pode existir alguém tão perfeito? Damon era simplesmente lindo. Mas era um completo idiota. E acho que a partir de hoje. Meu guardião.





 

 

Notas finais do capítulo
E ai o que vcçs acharam? Devo continuar
Comentem por favor




(Cap. 2) Capítulo 2: So sweet and so cold

Notas do capítulo
Oiie minhas lindaaas... Tá ai mais um capitulo. E obrigada por todos os reviews, eu amei todos.

– Elena já está pronta? - Damon perguntou sem entrar no quarto.

– Ahh... Estou sim.- Falei.

– Posso entrar? - Ele perguntou já entrando no quarto. - Está linda.

Senti minhas bochechas queimarem.

– Obrigada. - Falei olhando para o chão.

Olhei para Damon e ele me olhava de cima à baixo com um sorriso malicioso. O que me fez corar ainda mais.

– Melhor agente ir. - Damon falou fazendo sinal com a cabeça para eu sair do quarto.

Balancei a cabeça afirmamente e sai. Damon fachou a porta e nós seguimos para a escada.

Damon pegou a jaqueta de couro que estava jogada em cima do sofá e vestiu.

– Você mora aqui sozinho? - Perguntei olhando em volta.

– Sim! - Ele respondeu seco.

– Esse lugar é enorme. - Falei tocando alguns objetos com a ponta dos dedos. - E lindo.

Quando falei lindo olhei para Damon, que me retribuiu o olhar fazendo-me corar.

Olhei para o chão. Não sei por que, mas sempre que ele me olhava de uma forma diferente eu ficava corada.

– Sr. Salvatore. - Um homem entrou na sala. - A sua limousine está pronta.

– Sim. Obrigada, Julian.

Damon virou o copo de whiskey de uma só vez.

– Vamos. - Ele falou indo em direção à porta, e eu o segui.

Damon entrou no carro... Ou melhor na limousine. Entrei e o motorista deu partida no carro.

Damon era queto, ele não falava muito. Além de ser um grosso, Damon conseguia ser um perfeito idiota sem esforço algum. Mas não posso negar o fato de que ele é lindo. Acho que ele é o homem mais lindo que já vi em toda minha vida.

– Você é filho único? - Eu perguntei tentando quebrar o silêncio.

– Não. - Ele falou em um suspiro. - Tenho um irmão mais novo. - Ele falou sem tirar a atenção do copo de whiskey.

– E aonde ele está? - Perguntei.

– Morto. - Damon falou seco. - Ou eu espero que esteja.

– De onde você conhecia meu pai? - Perguntei olhando pela janela.

– De antes de você nascer. - Ele falou.

– Quantos anos você tem? - Perguntei confusa. Damon parecia muito jovem.

– Sou bem mais velho do que você, isso eu garanto. - Ele falou sem me olhar.

– Conheceu minha mãe? - Perguntei.

– Você não. - Ele falou olhando para mim.

– Ela morreu no meu parto. - Falei olhando para o chão.

– Eu sei. - Ele falou voltando a atenção ao copo de whiskey. - Eu estava lá.

(Flash Back).

– Miranda precisa ir para o hospital. - Damon falou desesperado.

– Não dá tempo. - Miranda falou se sentando no sofá. - Já está nascendo.

– Vou ligar pro médico. - Damon falou pegando o telefone.

– NÃO DÁ TEMPO... AAAAAAAHH. - Ela gritou de dor. - Damon você precisa fazer isso.

– O que? - Ele perguntou arregalando os olhos. - Não posso fazer isso Miranda. Tem muito sangue...

– Damon... - Ela falou com a voz fraca. - Salve a vida da minha filha.

– Miranda eu...

– Ela precisa de você. - Miranda falou com os olhos marejados. - Eu preciso de você.

Damon balançou a cabeça afirmamente e começou o parto. - Você precisa empurrar. Só mais um pouco Miranda. - Damon falava olhando para o rosto da mulher. - Você consegue.

(...)

– Só mais um pouco, ela está vindo. - Damon falou.

Miranda sentiu sua respiração falhar. Os olhos dela pesavam uma tonelada. Ela já não tinha força alguma. Foi nesse momento que ela viu uma pequena figura enrrolada em um embrulho rosa se confortar em seus braços.

– É a sua filha. - Damon sussurrou com um sorriso. - É minha pequena Eleninha.

– Oi meu amor. - Miranda falou acariciando o rosto da garota.

Miranda lutava com todas as forças para ficar acordada. Mas ela não conseguia.

– Damon... - Ela falou tentando manter os olhos abertos. - Você precisa protege-la. - Miranda falou entregando Elena para Damon. - Prometa-me... - Ela falou com a respiração falhando. - Prometa-me, que quando ela não tiver mais ninguém. Você vai cuidar dela.

– Eu prometo. - Damon falou acariciando os cabelos da mulher. - Eu vou protege-la.

Foi a última coisa que Miranda ouviu, antes de ser carregada para a escuridão eterna.

(Fim do Flash Back).

– Seu pai estava fora da cidade. E eu estava com miranda quando a bolsa estorou. - Damon falou olhando para mim.

– Você era o médico dela? - Perguntei inocênte.

– Não. - Ele falou. - Eu era o amante dela.

Não consegui dizer mais nada. Como assim amante? Minha mente tentava processar o que acabara de ouvir. Damon era amante da minha mãe?

– Estou brincando Elena. - Ele falou com um sorriso divertido nos lábios. - Nós só transamos algumas vezes antes dela engravidar. - Ele falou me olhando. - Talvez eu tenha à engravidado

– O QUEEE? - Perguntei incredula.

Damon tinha me dito que tinha 95% de chanses dele ser meu pai? Isso não estava acontecendo. Não mesmo.

– Fica calma Elena. - Ele falou. - Se eu fosse seu pai, já teria te levado daqui à muito tempo. - Ele falou me acalmando.

– Meu pai sabia sobre você e minha mãe? - Perguntei.

– Sim. - Ele falou com um sorriso levantando apenas um lado da boca. - Ele gostava de ser corno.

Tentei conter o riso, mas foi quase impossivel. Olhei para Damon e meu corpo se arrepiou por inteiro ao me deparar com aquele sorriso.

– Chegamos. - Ele falou saindo da limousine.

A limousine nem havia parado e Damon saltou dela, fazendo o motorista arrastar os pneus.

Sai do carro assim que o motorista parou. Olhei para os lados e não encontrei Damon. Reconheci a mansão na qual estava ocorrendo a festa. Era a manssão de Nathaniel.

Não acredito que seria obrigada a ficar ali. Entrei na manssão e começei a procurar por Damon.

– ELENAAA. - Caroline Berrou. - Pensei que você não viesse. - Ela falou me abraçando. - O que aconteceu com você hoje? Sumiu da escola, não estava em casa.

– É você sumiu. - Bonnie falou. - Onde esteve?

– Ér... Eu... - Falei um pouco desconcertada com a situação... Como eu iria dizer para Caroline e Bonnie que estava morando com o cara mais gostoso de Mystic Falls, e que ele era meu novo "pai". Não conseguia nem me convencer disso. À algumas horas atrás, eu morava sozinha em uma casa, e agora estou morando em uma manssão com Damon Salvatore.

Acho que eu sou sortuda, afinal que garota tem a chanse de morar sobre o mesmo teto com um cara como Damon. Sexy, lindo, gostoso... Ele era um Deus Grego, era perfeito, era simplesmente a cópia perfeita de Adônis o Deus da beleza.

– Ow. - Senti a mão forte de Damon agarrar meu braço. - Não se afaste de mim.

– Estou conversando com as minhas amigas. - Falei puxando meu braço. - Foi você que sumiu.

– Estou aqui agora. Venha. - Ele falou pegando novamente meu braço.

– Não. - Puxei novamente o braço. - Não quero ir com você.

Cruzei os braços e fiz bico.

– Tenho coisas mais importantes à fazer do que ficar discutindo com uma garotinha mimada Elena. - Ele falou nervoso. - Vamos, estou atrasado.

– Então vá. - Falei.

– Agente conversa quando chegar em casa. - Ele apontou o dedo para mim e voltou a andar. - E você está de castigo.

Ele falou inclinando a cabeça para trás.

– Você que pensa. - Falei e me virando para Bonnie e Caroline

Ouvi Damon bufar, e um sorriso vitorioso se abriu nos meus lábios. Pela primeira vez naquele dia eu havia enfrentado Damon. Isso era incrivel.

– Quem é aquele Deus? - Caroline perguntou boquiaberta.

– Meu guardião legal. - Falei rolando os olhos. - É um idiota.

– Importa se ele é idiota ou não? - Ela falou com um sorriso malicioso. - Garoto bonito mais garota bonita, é simples... SEXO.

– Caroline. - Bonnie e eu falamos em unisono.

– Deixa de ser tarada Caroline. - Falei. Na verdade até que não era uma má idéia. - Damon é uma babaca, idiota, estupido, imbecil, grosso... - parei procurando mais palávras para descreve-lo mas só o que veio à minha mente foi "Lindo, gato, gostoso, sexy, perfeito..."

– Não importa. - Bonnie falou. - Ele é um gato.

– E que gato. - Pensei alto de mais.

– E você já está caidinha por ele. - Caroline falou piscando para Bonnie.

– Não estou não. - Falei sentindo minhas bochechas arderem.

– Tá bom. E eu não estou apaixonada pelo Tyler.

Rimos e continuamos a conversar.

– Elena. - Damon pegou minha mão e me levou para longe das garotas. - Não pode ficar afastada de mim. - Ele falou olhando para os lados. - Mesmo eu estando por perto, não é seguro. - Ele falou me olhando. - Não quero que fique sozinha. Quem matou seu pai pode vir atrás de você.

– Então não foi um acidente! - Confirmei o que já sabia. - Eu sabia que não tinha sido um acidente.

– Então sabe o quanto é perigoso. - Ele falou. - Volte para suas amigas. - Ele falou me levando de volta até Caroline e Bonnie. - Não saia daqui. E se sair me avise. - Ele falou. - Vou estar ali de olho em você. - Damon apontou para uma mesa que ficava ali perto.

– Fica de olho mim. - Caroline falou olhando para Damon.

– Ele pode me olhar o quanto quiser. - Bonnie falou com um sorriso pervertido.

– Que pena. - Falei e fiz biquinho.

– Pena do que? - Caroline perguntou.

– De vocês duas. - Falei e soltei uma gargalhada. - Eu estou morando sobre o mesmo teto que o gostosão, e vocês só babando em cima dele. É muito azar.

– Quer saber Elena. - Caroline falou. - Vou dormir na sua nova casa hoje.

– Se ela for eu também vou. - Bonnie falou.

– Hoje não vai dar. - Falei fazendo bico. - Preciso falar com Damon antes, afinal a casa é dele. - Falei. - Então, hoje quando nós chegarmos em casa eu converso com ele.

– Amanhã. - Caroline falou. - Eu cuido do chocolate e do filme deprecivo.

Rimos e continuamos a conversar. Estávamos sentadas em uma mesa que ficava de frente pra que Damon estava. E eu não conseguia parar de olha-lo.

– Olha Elena. - Caroline falou. - Se olhar queimasse, o Damon já teria virado churrasco.

– Então pare de olha-lo. - Retruquei.

– Cuidado. - Caroline sussrrou. - Se ele perceber pode invadir seu quarto de noite, e mostrar o que você realmente quer ver.

"Até que não é uma má idéia"

(...)

– Vamos embora. - Damon falou.

– Ah claro. - Levantei, e peguei minha bolsa. Quando estava chegando perto de Damon tropeçei em algo e fui de cara para o chão. Mas antes que caisse, senti algo me puxar para cima.

– Melhor tomar cuidado. - Damon me levantou.

Nós entamos na limousine e o motorista deu partida no carro.

– Por que você odeia seu irmão. - Perguntei confusa.

– Porque ele tirou uma coisa de mim. - Ele falou sem me olhar. - Katherine

– E você ainda à ama? - Perguntei curiosa.

– Eu odeio a Katherine.

Não falei mais nada. Seguimos o resto da viajem calados. Depois de um tempo vi Damon saltar do carro, e percebi que já haviamos chegado.

Entrei na casa e encontrei Damon sentado no sofá com um copo de whiskey na mão.

POV (Damon).

– Então... - Ela se sentou no sofá para poder me olhar - me conta por que você odeia a Katherine?

– Porque eu à amava. - Dei de ombros.

– Você fala do amor como se fosse uma coisa ruim. - Ela disse.

– É uma coisa ruim! - Falei. - Amor é apenas uma palavra que inventaram para substituir dor e sofrimento.

– Se o amor é verdadeiro não existe sofrimento.. - Ela falou.

Levantei-me e fiquei de frente para Elena. Olhei os olhos chocolate dela no qual a lua se refletia, passei a mão pelo rosto da garota fazendo-a se arrepiar.

Deus ela era tão pefeita, tão linda. Poderia ser comparada à uma boneca de porcelana fácilmente por total delicadeza.

Eu não podia sentir isso por ela. Elena não era a Katherine...

Um arrepio percorreu minha espinha, livrando-me de meus devaneios, e antes que me desse conta meus lábios estavam colados nos de Elena. E nossas línguas travavam uma batalha sem vencedor.

Notas finais do capítulo
E aiiii???
Deixem reviews. Boa leitura.
xoxo




(Cap. 3) Capítulo 3: Bloody prom

Notas do capítulo
maiis um... Espero que gostem.

Elena subiu para seu quarto, e eu fiquei sentado no sofá de frente para a lareira com um copo de whiskey na mão.

O que foi que deu em mim? Eu simplismente à beijei. Eu não resisti à ela. Como isso aconteceu? Como eu me deixei levar por ela? Eu deveria odia-la por se parecer tanto com a Katerina. Mas Elena me atrai. Ela tem a aparencia da Katherine, mas é totalmente diferente dela.

Resolvi o que iria fazer. Tomei o resto do whiskey no copo e subi para o quarto de Elena.

– Elena. - A chamei entrando no quarto. Olhei para ela e minha cabeça entrou em curto. Elena estava apenas de sutiãn e calcinha. - Uhh. - Sorri malicioso. - Elena. - Tentei me concentrar nela.

– Não sabe bater não? - Ela falou pegando uma toalha e se enrrolando.

–Ah Elena. - Falei e a peguei no colo. Joguei Elena na cama e arranquei a toalha de seu corpo. Elena arrancou minha camisa e começou a me beijar com ferozidade. - Damon. - Ele gemia meu nome enquanto eu a tocava com urgência. - Damon. - Ela falava. – Damon terra chamando. - Olhei para o lado e percebi que estava no quarto de Elena, e ela estava na minha frente estralando os dedos.

– Elena você vai esquecer que nós nos beijamos até eu dizer que pode se lembrar. - Falei à olhando no fundo dos olhos.

– E amanhã me acorda pra te levar à escola.

Sai do quarto o mais rápido que pude. Não queria correr o risco de levá-la pra cama. Mesmo sendo uma coisa que quero muito. Pare com isso Salvatore. Você à quer Damon. Não pode negar para si mesmo. Você a quer. Deixe disso.

Me peguei então em uma briga com meus devaneios. Não podia negar que queria Elena. Que senti algo forte desde a primeira vez que olhei em seus olhos, à dezessete anos atrás. "Prometa-me Damon. Prometa-me que quando ela não tiver mais ninguém você cuidará dela." Como eu poderia cuidar dela, se é ela quem eu mais desejo?

Deitei na minha cama, deixando o sono me envolver.

(Música: http://www.youtube.com/watch?v=PmyvUfjUUV0).

– Vamos Damon! - Elena sussurrou no meu ouvido de uma maneira estremamente sexy. - Acorda. - Abri os olhos e Elena estava parada enfrente a minha cama. Vestindo uma lingerie vermelha

– Vem meu amor. - Olhei para os lados e não vi mais ninguém no quarto. Derrepente as luzes começaram a piscar e saiu fumaça do chão. Olhei para baixo e estava amarrado em uma cadeira.

– Elena... - Falei mas ela colocou o dedo indicador na minha boca. Olhei pro dedo dela sem entender nada.

– Não fala nada meu bem. - Ela falou de uma maneira sexy.

Elena começou a me rodear, e eu a acompanhava com os olhos arregalados.

– Você é muito malvado Sr. Salvatore. - Ela falou me abraçando por trás. - Mereçe um castigo.

– O que? - Perguntei.

Elena pegou um chicote e passou no meu peito. Ela voltou a me rodear e deu uma chicotata nas minhas costas.

– MULHEEEER. - Gritei de dor. - Tá maluca me ti... ti.. tii. - Não consegui falar mais nada quando ela começou a tirar a parte de cima da lingerie.

– Quer sair Damon? - Ela peruntou. - Quer ir embora.

– Eu quero você. - Falei totalmente embriagado de desejo.

– Você tem sido muito malvado.

– Eu sou muito mal. - Falei.

– Vou ter que castigar você. - Ela falou e começou a subir minha camisa.

Olhei para meus braços e não estavam mais presos. Mas eu não conseguia meche-los. Elena puxou meu cabelo e eu inclinei minha cabeça para trás. - Você me quer? - Ela perguntou.

– Quero. - Falei ofegante.

– Então mecha-se. - Peguei Elena no colo e começei a beija-la ferozmente. Elena arrancou minha calça e cueca e eu a penetrei. - Aaah Damon. - Elena falava meu nome e gemia alto começei a acelerar o ritmo junto à ela. - Damon você precisa... Aaah. - Ela tentava dizer algo. Elena arranhava minhas costas e gemia meu nome. - Damon você... Você precisa... - Ela tentava falar algo. - Eu preciso o que Elena. - Falei ofegante. - Precisa me levar para a escola.

(parar a música).

Ela falou e eu parei tudo o que estava fazendo e a encarei. - O que?

Elena desapareceu e derrepente tudo ficou escuro.

– Vamos Damon... - Ouvi a voz de Elena. - Acorda.

Abri o olho e dei de cara com Elena.

– AAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHH. - Gritei e me joguei no chão do outro lado da cama. - O QUE VOCÊ QUER? - Gritava

– Você precisa...

– PRECISO O QUE?

– Damon você tem que me levar a escola.

Olhei para os lados e pecebi que estava de dia. Olhei para baixo e para meus pulsos.

– Tudo bem? - Ela perguntou me olhando, enquanto eu ainda examinava meu corpo e meu quarto. - Você teve um pesadelo? Tava gemendo feito louco.

– Vou te esperar lá embaixo.

– Esperar pra que? - Perguntei.

– Pra me levar pra escola. - Ela parou na porta e olhou para mim. - Não demora.

Elena saiu do quarto e eu suspirei aliviado. - Deus. - falei deitando no chão.

Levantei e fui até o banheiro. Coloquei no galado e entrei embaixo do chuveiro de roupa e tudo.

(...)

Desci as escadas e Elena estava balançando uma vareta de um lado para o outro. Você é muito malvado Sr. Salvatore. Lembrei do sonho que tive.

– Já tomou café? - Perguntei me sentando no outro sofá e abrindo meu jornal.

– Não. - Ela falou e colocou a vareta em cima da mesa. - Vou tomar.

Ela se levantou e comeou a andar para a cozinha. Continuei prestando atenção no meu jornal.

– Damon. - Ela falou

– Lá vem. - Eu já sabia que ela iria começar o interrogatório.

– Tive um sonho estranho. - Ela falou se sentando ao meu lado.

– Tinha alguém nú? - Falei e abaixei o jornal para olha-la.

– Não. - Ela falou rolando os olhos.

– Então não me interessa. - Voltei à minha atenção ao jornal.

– Tinha uma mulher parecida comigo. - Ela começou a falar. - Mas ela era fria, malvada e não se importava com ninguém além dela mesma. - Elena falou e eu começei a prestar atenção. - Ela disse que estava voltando. Disse pra eu avisar que Katerina Petrova estava voltando para Mystic Falls.

Meu corpo estremeçeu quando Elena falou isso. Arregalei os olhos e fiquei pensando na possibilidade de Katherine voltar. Estremeçi com a idéia.

– Tudo bem? - Ela perguntou.

– Já está pronta? - Falei voltando ao jornal.

– Damon. - Bufei.

Não falei nada apenas continuei a ler o jornal.

– Damon! - Elena falou novamente. - Minhas amigas podem vir dormir aqui hoje?

– Não. - Falei

– Porque não? - Ela se levantou e ficou de frente para mim.

Não respondi nada. Elena pegou o jornal da minha mão e jogou em cima da mesa.

– Porque não? - Ela perguntou novamente.

– Porque hoje temos um baile muito importante na mansão dos Lockwood. E nós vamos. - Me levantei e fiquei de frente para ela. - E aquela sua amiguinha loira vai também.

Falei e a puxei pelo braço. Abri a porta de casa e sai com Elena.

– Minha bolsa Damon. - Ela falou.

– Pode deixar que eu pego. - Joguei Elena dentro do carro e voltei para pegar a bolsa dela.

Peguei a bolsa em cima do sofá e voltei para o carro.

Entrei no carro e dei partida. A viagem foi queta. Elena não havia dito nada. Chegamos na escola e eu parei o carro. Saimos e ela me olhou.

– Tchau. - Ela falou e começou a andar.

Peguei o braço de Elena e a puxei para mim colando nossos corpos. Fiquei olhando-a os olhos, até que encontrei sua boca. Beijei o rosto de Elena.

– Tchau Eleninha. - Falei e sorri.

Elena estava totalmente vermelha. Ela me olhou com raiva e saiu andando.

Encostei no carro e cruzei os braços. Elena olhou para trás e eu acenei para ela com um sorriso.

Elena:

– Para o mundo. - Caroline chegou perto de mim e grudou nossos braços. - O que foi aquilo?

– Não faço idéia, mas quando ele me puxou. - Falei confusa. - Eu vi ele me beijando. Na minha mente. - Falei. - Foi estranho.

– Hoje tem baile na mansão dos Lockwood. - Caroline falou me lembrando.

– E a Bonnie? - Perguntei reparando que ela não estava ao nosso lado.

– Ela foi pra casa do pai ontem, e só volta semana que vem. - Ela falou. - Parece que alguém foi atacado por algum animal e ela teve que ir.

– Animal? - Perguntei. - Como meu pai. - Sussurrei para mim mesma.

– Que? - Ela perguntou confusa.

– Nada. - Falei. - Depois da escola agente vai pra casa do Sr. Sou bipolar. - Rimos e fomos para a aula.

(...)

Fomos para a mansão no carro de Caroline.

– OMG. - Caroline falou boquiaberta. - Esse lugar é lindo.

– Você não viu nada. - Falei a puxando.

Fomos em direção à porta e quando ia abrir Damon o fez. Damon olhou para mim e para Caroline e rolou os olhos.

– Tchau Damon. - Uma mulher apreceu atrás dele e ele a beijou nos lábios. Seinti vontade de voar no pescoço dela e depenar aquela galinha. - Me liga ok. - Ela falou entregando um papel na mão de Damon.

– Uhuum. - Ele falou e a beijou de novo.

A mulher olhou para mim e para Caroline e saiu rebolando.

Damon olhou para o papel e jogou no chão.

– Olha lá Car. - Falei apontando a cabea para a mulher dentro do carro. - Uma vaca dirijindo.

– Tá fazendo o que aqui? - Damon perguntou cruzando os braços. - Não era pra estar na escola.

Eu e Carol nos entre olhamos e entramos na casa.

– Lexi deixou o vestido que você vai usar essa noite em cima da sua cama. - Ele falou passando por mim e Caroline. - Olá Forbes. - Ele sorriu e acenou com a cabeça.

– Ola... - Ela olhou para mim.

– Salvatore. - Respondi.

– Olá Salvatore. - Ela sorriu. - Quero ver o vestido. - Falou olhando para mim.

– Vamos. - A puxei pelo braço.

– Por favor não quebrem minha casa. - Ouvimos Damon gritar da ponta da escada.

Subimos e fomos direto para meu quarto.

– Meu Deus. - Ela falou olhando o quarto. - Isso é do tamanho da minha casa.

– É realmente lindo. - Falei e fui em direção a cama.

Levantei o vestido e o mostrei para Carol, que ficou boquiaberta

(Vestido Elena: http://www.olharmoderno.com/wp-content/uploads/2011/07/look-vestidos-longos-para-festas.jpg)

Nos arrumamos para o baile. Caroline levou a roupa dela e se trocou lá na mansão

(Vestido Caroline: http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-427038826-vestidos-de-festa-produto-exclusivo-_JM)

Desci as escadas e Damon foi me buscar. Ele estava de Smoking. Estava lindo como sempre. Damon estendeu um brao para mim e o outro para Caroline.

– A limousine está pronta. - O homem disse.

– Sim Julian. Obrigada. - Ele falou e comeamos a andar.

Damon abriu a porta da limousine para Caroline e eu entrarmos.

– Sr. Salvatore, Stefan ligou. - Ele falou antes de entrar no carro.

Damon entrou no carro e se serviu com whiskey.

– O que ele queria? - Perguntou com uma cara de raiva.

– Apenas disse que lhe veria no baile.

Damon não disse mais nada. Apenas rolou os olhos e encostou a cabeça no banco.

– Vocês estão lindas. - Ele falou sem nos olhar.

– Obrigada. - Respondemos em unissonono.

Chegamos a festa e nos sentamos em uma mesa. Damon pegou uma garrafa de whiskey e começou a beber da garrafa mesmo.

– Irmão. - Um garoto se aproximou. - Namorada do meu irmão

– Stefan. - Damon falou olhando pra ele. - Minha mão na sua cara! - Ele falou no mesmo tom irônico.

– Sou Stefan Salvatore. - Ele beijou minha mão e a de CAroline.

– Não precisa se apresentar Stefan. Já está de saida. - Damon falou.

– Ah. - Ele falou sorrindo. - Deixa de ser estraga prazeres Damon. - Ele falou fazendo sinal com a cabeça pra que Damon se levantasse.

Caroline e eu ficamos conversando, mas eu não prestei atenção em nada do que ela disse.

Stefan e Damon voltaram depois de um tempo.

– Stefan dança comigo? - Caroline falou.

– Ah. - Ele fez uma longa pausa. - Claro. - Disse sorrindo.

Damon balançou a cabeça negativamente e se sentou ao meu lado.

POV (Damon)

Sentei-me ao lado de Elena, e logo a garota se pronunciou

Você e seu irmão brigaram à muito tempo não foi?

– Você já ouviu a história da nossa familia? - Perguntei mudando de assunto.

– Não. - Ela falou se ajeitando na mesa. - Me conta.

– Aconteceu em 1865...

(Flash-Back).

– Você não pode ficar com ela.

– Me diga qual é a lei que me proibe.

– A lei do nosso pai.

– Nosso pai nem desconfia.

(Música:http://www.youtube.com/watch?v=jIECEAETDFk&feature=related. I Should Go)

Stefan abaixa a cabeça e percebo lágrimas em seus olhos.

– Me perdoe!

– O que você fez? - Falei em um suspiro de dor que me dominava e fazia o desespero se espalhar por todo meu corpo.

– Eu contei sobre Katherine para o nosso pai. - Ele disse sem me olhar nos olhos.

– O que? - Falei em meio a lagrimas .

Naquele minuto o medo e o desespero tomaram conta de mim. Senti meu sangue pulsar e meu coração batia em uma velocidade incontrolável.

As lágrimas escaparam de meus olhos. Eu senti o chão se abrir sobre mim e então eu cai de joelhos sobre a grama.

Naquele momento eu já não sentia mais nada e a única coisa que se passava em minha mente era a imagem dela morta.

– Onde ela está? - Falei me levantando.

– Na igreja.

Corri o mais rápido que pude. Mas quando cheguei a igreja já estava pegando fogo.

(fim do flash-Black).

– Quando ele encontrou a igreja pegando fogo, ele sentiu uma dor tão viscerál e insuportavel que só ele mesmo seria capaz de descreve-la. - Falei lembrando-me do que acontecera.

– Ele não poderia viver sem a garota, então pegou um pedao de madeira e enfiou no próprio coração. - Falei com a voz falhando. - Ele morreu ao lado dela. Mas antes de morrer ele disse que iria se encontrar com a garota. - Falei sentindo a dor daquelas palavras. - Ele não se matou... Ele foi atrás da mulher que amava.

– É uma história bonita... Mas também é uma história triste. Trágica. - Ela falou me olhando.

(parar a música).

– Elena! - Antes que pudesse dizer algo Caroline chegou. - Matt tá acabando com meus nervos.

Me levantei e caminhei para fora do lugar.

POV (Elena).

Caroline estava falando algo que não dei muita importância.

Eu olhei para Simon e o vi saindo de dentro da mãnsão. Levantei-me e fui atrás dele.

Ao chegar na porta senti uma mão me puxar para perto de si.

– Damon! - Falei surpresa. - Eu pensei ter visto você sair.

– Dança comigo? - Ele falou me olhando nos olhos e com um sorriso que fazia meu coração dar cambalhotas.

Tocava uma música lenta que combinava perfeitamente com aqueles olhos azuis e o sorriso perfeito.

(Música: http://www.youtube.com/watch?v=JwhTMClm2A0. Down- Jason Walker)

Senti suas mãos me envolverem, ele me olhava fixamente. abraçei seu pescoço e finalmente nossos olhares se encontrara. Nós estavámos tão perto um do outro e a cada segundo meu coração batia mais forte... Eu sabia que precisava sair dali. Precisava me livrar daqueles braços que me envolviam e me guiavam, mas era impossivel.

Damon apenas me olhava sem dizer uma palavra, e eu fazia o mesmo. Seu olhar era penetrante e profundo, era misterioso e friu, me prendia totalmente à ele. Eu ficaria ali a vida toda, tentando desvendar os segredos daquela alma pertubada.

Como ele podia ter tanto poder sobre mim? Como ele conseguia fazer eu me sentir desta forma...

Um arrepio se espalhou por todo meu corpo ao sentir a respiração quente dele no meu pescoço.

Damon me puxou para mais perto de si, fazendo nossos corpos se juntarem. O abraei mais forte e senti o cheiro do perfume em seu pescoço que fazia uma combinação perfeita com o meu.

Minhas pernas viraram gelatina quando senti seus lábios no meu pescoço.

Damon voltou a me olhar e então seu rosto começou a mudar.

Ele me soltou e correu para fora. Fui atrás dele mas não o encontrei. O que estava havendo? O que aconteceu com o rosto de Damon?

(Parar a música).

Começei a caminhar mais depressa até chegar ao portão. Sai e olhei para os lados para ver se encontrava Damon.

Resolvi ir para casa. O que aconteceu? Essa era a pergunta que não saia de minha mente...

Estava na frente da praa quando ouvi um grito extrondante.

Começei a correr em direção ao grito, e logo me deparei com um homem. Ele segurava a garota e eu pudi ver o sangue escorrer de seu pescoço.

O homem levantou o olhar até mim, eu eu encontrei um par de olhos azuis. Senti meus olhos arderem e as lágrimas quentes comearem à descer pelo meu rosto. Levantei minhas mãos até a boca tentando não acreditar no que havia visto.

Ele começou a andar em minha direção e eu dei passos para trás, mas parei. Eu sabia que deveria correr mais minhas pernas não me obedeciam. Por algum motivo eu não conseguia correr dele.

Damon linpou a boca com a manga da blusa.

– O que você é?

Notas finais do capítulo
Sou feita de reviews então comentem muito minhas lindas...
Bjo
boa leitura
xoxo




(Cap. 4) Capítulo 4: Run to you.

Notas do capítulo
Obrigada pelos comentários minhas princesaas. Amei cada um... Mais um pra vcç's.
Bjinhoos

(Música: http://www.youtube.com/watch?v=SCDT7X_lhzk. Need-Hana Pestle)

– O que você é? - Falei com receio da resposta.

– Não está com medo?

– O que você é?

– Você já sabe. - Ele disse se aproximando.

– O que você é? - Falei mais alto do que planejei.

– Vampiro. - Ele disse cruzando os braços. - Você está com medo?

– Elena! - Ouvi Stefan chamar meu nome. Stefan me abraçou mas eu não consegui retribuir... Não era ele quem eu queria abraçar.

– Stefan?! - Damon falou caminhando até nós. - O que faz aqui?

Stefan olhou para Damon mas não disse nada.

– Limpe essa bagunça. - Ele falou apontando para a garota.

– Você à matou? - Stefan falou correndo até a garota. - Quando você vai parar de machucar as pessoas Damon?

– Não venha querer me dar lição de moral! - Ele falou rindo. - Quem é você para falar sobre ferir as pessoas? Você não pensou duas vezes antes de destruir minha vida.

– Ela manipulava você Damon! - Stefan falou gritando no mesmo tom. - Não era real.

– Ela nunca me controlou Stefan. - Ele falou aumentando mais a voz. - Era real para mim.

– Para! - Stefan falou aumentando mais a voz. - Para com essa obsessão. Não foi eu quem à matou.

– Mas foi você que à entregou para ele. - Nesse momento vi os olhos de Damon se encherem de àgua. - Você contou para o Giuseppe. Você a entregou para ele, e você sabia muito bem o que iriam fazer com ela. - Damon falou. - Você à tirou de mim.

– Eu não sabia o que iriam fazer com ela Damon. Nosso pai falou que era pra te proteger.

– Tá, tanto faz. - Damon falou me puxando pelo o braço. - Drama famíliar sexta à noite é um saco. - Se não fosse à ocasião eu daria risada.

Stefan me olhou e se aproximou de mim. - Não se preocupe Elena. - Ele acaricou meu rosto. - Eu vou conversar com você e explicar tudo, assim que chegar em casa.

Assenti com a cabeça, e Damon lançou um olhar assassino para Stefan e me puxou com brutalidade pelo braço.

– Não à trate dessa forma. - Stefan falou com raiva.

– Não me diga o que fazer. - Damon me pegou no colo e eu só senti um vento forte no meu rosto. Eu não sabia o que estava acontecendo. Damon me carregava no colo em uma velocidade sobre-humana. Alguns segundos depois já estavámos na frente da mansão.

– Damon! - O chamei chorosa.

Damon apenas continuou andando em direção à casa.

– Damon. - Fui atrás dele.

– O que Elena! - Ele se virou para mim furioso. - Seu querido matador de coelhos está vindo cuidar de você.

Damon desapareceu.

Não entendi o que houve. Me senti segura com o olhar meigo e doce de Stefan. Mas senti meu coração se despedaçar quando Damon me olhou daquela forma. Tinha raiva, ódio no olhar dele, e isso me atingiu profundamente.

Damon desceu depois de alguns minutos, e ficou me encarando. Minha consiência dizia que eu deveria correr, mas eu queria ficar ali. Queria ficar com Damon. Estár com ele...

O que estou fazendo? Damon é um monstro. Ele matou aquela garota, e pelo o que Stefan disse não era a primeira vez que ele fazia isso.

Senti meus olhos arderem. Eu estava à ponto de desabar. E eu precisava de alguém do meu lado. Mas eu não tinha ninguém.

(Música: http://www.youtube.com/watch?v=zMBTvuUlm98. Never Let Me Go-Florence The Machine)

– Eu vou... - Falei tentando não chorar, mas fora impossivel. Principalmente quando me lembrei de Damon matando aquela garota. Tirando à vida dela. Tirando minha alma, meu coração.

Minha voz falhava e eu estava tremula. Subi as escadas sentindo uma dor enorme no peito, que se espalhava pelo meu corpo. Sentia a dor viscerál me destruindo. Subi as escadas segurando no corrimão para não cair. Cheguei no corredor e começei a andar mais depressa, e parecia que à cada passo que eu dava o corredor ficava maior.

Cheguei ao quarto e fui deslizando pela porta. Não aguentava mais aquela dor dominando tudo em mim, se espalhando pelo meu corpo a cada segundo mais forte.

As lágrimas desciam pelo o meu rosto. Eu fechei os olhos e me lembrei de algumas coisas. Ele sofreu um acidente de carro e morreu... O corpo dele não tinha sangue... Bonnie foi para a casa do pai, parece que alguém foi atacado por um animal... Quantos anos você tem? Sou mais velho do que você, isso eu garanto. O que você é? Sou um vampiro... A cena daquela garota morta não saia da minha mente. O cheiro do sangue dela na boca de Damon... Damon, meu coração se apertava mais quando pensava nele.

– Elena? - Damon entrou no quarto. - Tudo bem?

– Não. - Falei rouca. - Você é um...Vampiro. - Falei rindo de minhas próprias palavras.

– Elena eu nunca machucaria você. - Ele falou se aproximando mas eu me afastei. - Elena por favor. - Ele tentou novamente e eu fui para trás.

– Eu vi o que você fez com aquela garota. - Falei me lembrando daquela cena. - Você à matou aquela garota. - As palávras sairam como um ácido.

– Não fale isso. - Ele pediu. - Eu não faria nada que te machucasse.

– Você é um monstro. - As palávras sairam com ácido. - Mas eu não consigo correr pra longe de você... Nos últimos dias eu fui egoista comigo mesma Damon, porque eu queria estar ao seu lado. Porque eu sinto alguma coisa por você. - Confessei. - Mas eu não posso fazer isso. Adeus Damon.

Desci as escadas e sai de casa. Corri o mais rápido que pude, sem ter a minima idéia de onde eu estava indo. Apertei a campinha e a loira atendeu. - Elena. - Ela falou espantada ao ver como eu estava. Caroline apenas me abraçou e me puxou para dentro de casa. - O que foi Elena? - Ela disse preocupada.

– Damon Caroline. - Falei chorando mais ao dizer o nome dele. - Ele é um monstro. Caroline não entendeu nada. Mas eu logo expliquei tudo para ela. Carol achou loucura no começo. Mas acabou acreditando em mim. Pedi para que ela não contasse nada à ninguém, e ela assentiu.

Ficamos conversando sobre várias coisas. Até que caimos no sono.

(Parar à música).

Acordamos de madrugada com o barulho da porta. - Mãe. - Caroline falou sonolenta. Sentamos na cama e nos entre olhamos. - Mãe? - Caroline falou se levantando.

Levantamos da cama e caminhamos até a cozinha. Quando chegamos lá senti minhas pernas travarem. Não conseguia acreditar no que via. Meu coração estava descompensado e eu tentava encontrar as palávras que haviam fugido.

– Olá garotas. - Ela falou se aproximando com uma faca na mão. - Meu nome é Katherine.

Notas finais do capítulo
Espero que gostem.
Boa leitura.




(Cap. 5) Capítulo 5: My night sky

Notas do capítulo
Minhaaaas Divaas lindas. Tá ai mais um capitulo.
P.S: Nian Delena me inxpirei no seu comentário. rsrs

Katherine me olhava de cima à baixo... Ela era igual à mim, tudo nela era igual à mim.

– Então você é a famosa Elena! - Ela falou ela se aproximando mais de mim.

Dei passos para trás, e ela trocou minha atenção pela de Caroline.

– Caroline! - Ela falou andando em direção a Caroline.

Eu não pensei duas vezes. Corri e entrei na frente de Caroline. Peguai suas mãos e apertei.

– O que você quer? - Caroline perguntou.

– Eu estou com fome. - Ela respondeu. O olhos de Katherine ficaram vermelhos. As presas enormes dela, e as véias embaixo dos olhos... Ela parecia um... Monstro. Você é um monstro.

Minha briga com Damon fez meu coração apertar. Não podia ter falado aquelas coisas pra ele. Não foi justo. Damon não merecia isso.

Senti os braços de Katherine me empurrar para a parede. Katherine me olhou e veio para cima de mim. Vi um vulto a empurrando para a outra parede.

Olhei para Caroline e vi ela caida no chão toda ensaguentada.

– Caroline! - Me levantei com dificuldade e caminhei até ela. - Carol, fala comigo por favor.

– Elena! - Ela falou chorosa.

– Sai daqui! - Vi Damon segurando Katherine na parede. - Agora. - Ele se virou para mim e seus olhos estavam vermelhos.

Ajudei Caroline se levantar e nós duas saimos da casa. Começamos a correr como duas loucas... Não sabiamos para onde ir então entramos na floresta. Eu segurava a mão de Carol, e enfrentava os galhos e arbustos na nossa frente.

Derepente uma figura alta aparece em minha frente. Me fazendo cair no chão e gritar. Olho para cima e vejo Damon.

– Damon? - Perguntei. - Aquela mulher? Eu sou igual à ela!

– Aiii. - Caroline gemeu de dor. - Meu pescoço.

Damon olhou para Caroline e caminhou até ela. Ele inclinou o pescoço dela, e então mordeu o pulso, e colocou na boca de Caroline

– O que está fazendo? - Perguntei.

– Sangue de vampiro cura. - Ele falou sem me olhar.

Caroline desmaiou no colo de Damon e ele à levou para o carro. Segui Damon e fiquei do lado de fora do carro.

– Não vai entrar? - Ele perguntou. - Ou não quer ficar no mesmo carro que um montro? Por mim tudo bem, tanto faz.

– Damon eu... - Antes que eu dissese algo Damon entrou no carro e saiu.

Fiquei olhando ele se afastar. Meu coração se partiu em mil pedaços ao ve-lo ir para longe de mim... Mas eu não poderia me entregar. Não posso fazer isso comigo, ele é um monstro. Mas parece que isso não me afeta. Quanto mais eu tento me convencer disso... Mais eu sou arrastada para ele.

– Caroline! - Falei lembrando-me de que Damon havia colocado ela no carro.

O que ele queria com Caroline? Com a minha Caroline? Damon era um vampiro, e vampiros se alimentam de... Sangue. Não, ele não faria isso. Ou faria? Damon matou aquela mulher! Essa é a natureza dele. Matar! Mas ele não pode ferir Caroline, ele não pode tira-la de mim.

– Não pode. - Falei desesperada.

Estava correndo em direção a mansão. Não conseguia pensar em nada que não fosse "Damon à matou". Só de pensar nisso, me doia, me distruia. Meu coração já ñão batia. O ar que me restava foi tirado. E a única coisa que havia restado era uma ruina de sentimentos. Que se despedaçava mais á cada respiração minha.

Quando percebi já estava na frente da mansão. Corri e entrei já me preparando para desabar.

Um alivio tomou conta de todo meu ser, quando avistei Caroline deitada no sofá e Damon bebendo Whiskey.

Corri pro sofá aonde Caroline estava e acariciei seu rosto. As lágrimas molhavam meu rosto. O desespero de pensar em perde-la foi angustiante. Olhei para Caroline e fui me acalmando aos poucos. Isso não podia ter acontecido com ela.

– AAAAAHHH. - Gritei alto de dor.

Minhas costas queimava. Doia tanto, me dilacerava. Começei a cair e chorar de dor.

– Elena. - Damon me segurou e me olhou preocupado.

– Aaahh. - Eu gritava muito alto. - Tá doendo Damon. - Falei chorosa.

– O que? - Ele perguntou. - O que está doendo Elena?

Não consegui dizer. Meu corpo enteiro doia. Era como se estivesse sendo esmagada. Não conseguia respirar direito, minha visão estava embassada. E então tudo ficou escuro.

POV (Damon).

(Música: http://www.youtube.com/watch?v=B8UeeIAJ0a0. Goo Goo Dolls-Iris)

Elena desmaiou em meus braços. Levei ela para meu quarto e deitei-me ao lado dela. Fiquei fitando ela dormir por um longo tempo. Pensando em como ela poderia ser tão parecida e tão diferente da Katherine.

– Eu nunca pensei que diria isso. - Falei quando ela abriu os olhos. - Eu nunca pensei que haveria você.

Falei acariciando o rosto dela. Me sentia ligado à ela de alguma forma. Não conseguia me afastar de Elena. - De alguma forma vou te provar que você é meu céu noturno. - Falei em um sussurro.

– Não me prove nada. - Ela disse com a voz fraca. - Seus olhos são tão azuis. - Ela sussurrou. - Sou capaz de me perder fácilmente só de olha-los.

Ficamos nos olhando. Nos conhecendo. Não precisava de palavras para decifra-la, eu entendia o olhar dela.

– Quero te dar doces palavras. - Falei. - Quero você Elena.

– Tudo o que você diz é sagrado para mim. - Ela falou com os olhos nos meus. - Prometa que sempre estará comigo?

– Você não precisa perguntar! - Falei acabando com nossa distância. - Você sabe que você é a razão pela qual eu vivo?

– Você sabe que eu morreria para te segurar, para ficar com você? - Ela falou sorrindo. - De alguma forma vou te mostrar que você é meu céu noturno!

Beijei Elena, e se eu fosse humano meu coração teria saltado pela boca. Ouvia o coração de Elena batendo forte, em um ritmo acelerado. Nossas línguas travavam uma batalha sem vencedores. Eu queria Elena, mais do que tudo. Queria para mim, e só para mim. Elena era como uma droga para mim, e eu estava me viciando nela a cada dia mais.

– Sua amiga acordou! - Falei distribuindo beijos por seu pescoço e colo.

– Melhor ir falar com ela. - Ela se sentou na cama e eu a puxei de volta.

Elena gargalhou e tentou se soltar. - Não vai ter muito sucesso com isso Elena. - Falei rouco em seu ouvido.

– É melhor... - Elena gargalhava. - Eu tenho cócegas Damon. - Ela falou retomando o folego.

– A é? - Falei brincalhão. - Então vem aqui.

– Nãooo! - Elena correu para a porta, mas eu apareci em sua frente.

Peguei Elena no colo e a coloquei na cama e começei a beija-la. Elena passeava com as mãos por dentro da minha barriga. - Se eu não for, ela vai vir aqui.

– Uhum. - Falei intercalando aquele momento com um beijo.

– Elena. - Ouvimos a voz da amiga de Elena

– Aah. - Bufei e me joguei na cama ao lado de Elena.

Ela gargalhou e foi abrir a porta.

– Oi Car. - Elena abraçou Caroline

– O que aconteceu? - Ela perguntou afogando o rosto no ombro de Elena.

– Não sei explicar... - Elena falou olhando-a preocupada.

– Oi barbie. - Falei e acenei para ela.

– Interrompi alguma coisa? - Ela perguntou olhando maliciosa para Elena.

– Não. - Elena falou docil.

– Sim. - Falei tentando imitar o jeito dela.

– Aah. - Elena me olhou. - Vamos pro meu quarto Carol. - Elena saiu puxando a barbie.

Fiquei deitado olhando para o teto pensando no que aconteceu. Eu deveria findar isso? ou deveria continuar? Eu não posso negar que sinto algo forte por ela... A quem eu estou tentando enganar? Eu a amo. Amo Elena desde do dia em que lhe toquei a face pela primeira vez, desde o dia em que me afundei naquela imensidão negra dos olhos dela, desde o momento em que eu presenciei seu primeiro dia de vida. Elena fez-me sentir algo forte por ela. Ela me dominou de uma forma tão fulminante e visceral que aprofundou-me em um sentimento puro e real do qual eu deixei de acreditar ser existente à muito tempo. Ser feliz é necessariamente o desejo de todo o ser razoável, um desejo que se espalha como um veneno que você carrega pela eternidade. Eu sinto que só serei feliz com Elena, por ela ser tão especial a ponto de ser capaz de fazer um homem que deixou sua humanidade no caminho pela vida, um ser incapacitado de sentir algo, ama-la incondicionamente e perdidamente... Aprofundando-se cada vez mais nessa onda prescindível de sentimentos. Acima de tudo, eu a amo cada vez mais.

POV (Elena).

Eu o amo... Não tenho duvidas disso... Eu sei que o que sinto por Damon pode ser chamado de puro e somente amor. Ele me faz bem. Me faz sentir segura. E mesmo sabendo o que ele é...

POV (Damon).

E mesmo sabendo o que eu sou...

DELENA.

Eu o amo...

Eu a amo...

Notas finais do capítulo
Tá ai... Não ficou muito bom, mas vou recompensálas no proximo... bjinhos, deixem reviews.
Boa leitura divas.




(Cap. 6) Capítulo 6: The reason

Notas do capítulo
Tá aii... Comentem minhas divas.

Expliquei para Carol o que havia acontecido... Ela não entendeu muito bem. Na verdade eu não tinha entendido nada... Por que Katherine se parecia comigo? Por que eu sonhei com ela? De uma coisa eu tinha certeza, Katherine não era coisa boa.

– Vamos sair? - Caroline falou se levantando e abrindo meu guarda-roupas. - Eu, você e seu papai gostoso.

– Caroline! - A repreendi.

– O que? - Ela olhou para mim. - Vai falar que ele não é gostoso.

– É... Quer dizer não sei... Sim... - Não sabia o que dizer. Damon estava escutando tudo o que agente estava falando. - Vamos sair sim Caroline. Mas chega desse assunto. E eu acho que o Sr. Bipolar não vai.

– Toc toc. - Damon entrou no meu quarto e se jogou na cama. - Então garotas. Aonde vamos?

(...)

– Noite do Karaoke! - Caroline falou animada. - Eu sempre quis ser uma estrela do rock.

– No mundo das fadas? - Damon perguntou ironico.

– Ha...ha...ha - Caroline riu ironica. - Ai... é o Tyler.

– Tchau Carol. - Falei acenando para ela.

– Um whiskey! - Damon falou para o garçom. - Ela vai cantar?

Damon olhou para o palco e eu vi Caroline.

– Isso não vai prestar. - Falei me levantando e indo para o meio do bar. Enfrente o palco.

– Eu vou cantar uma música pro meu namorado. - Ela falou olhando para o Tyler. - Ele falou pra eu dizer o que eu sinto... Mas não é tão fácil assim. Então eu resolvi que vou dizer tudo o que eu sinto em uma música.

(Música: http://www.youtube.com/watch?v=jVuVD2V8-OE&feature=related. Caroline & Tyler | Eternal flame).

Chama Eterna

Feche os olhos, me dê sua mão, querido

Você sente minha batida do coração?

Você entendeu?

Você sente o mesmo?

Estou apenas sonhando?

Isto que está ardendo é uma chama eterna?

Eu acredito que é destinado a ser, querido

Eu vejo quando você está dormindo

Você pertence a mim

Você sente o mesmo?

Estou apenas sonhando?

Ou isto que está ardendo é uma chama eterna?

Diga meu nome, o sol brilha através da chuva

Uma vida toda tão solitária

E então você chega e alivia a dor

Eu não quero perder este sentimento

Ooooooooh, Noooo

– Aaaaaah. - Gritei batendo palmas. - Vai Carolineee

Tyler subiu no palco e beijou Caroline.

– Barbie e o lobo mau. - Damon sussurrou no meu ouvido, e eu não pude conter o riso.

– Agora quem vai cantar é Damon Salvatore. - Caroline falou e todo mundo bateu palma.

– O QUE? - Ele falou espantado e caminhado para trás.

O segurei e tentei empurra-lo para o palco.

– Vai Damon. - Falei

– Eu não vou cantar. - Ele falou me olhando. - De jeito nenhum.

Então eu subi no palco e peguei o microfone da mão da Carol. - Damon! Damon! Damon... - E todo mundo começou a gritar o nome dele.

Damon subiu no palco e pegou o microfone. - Quero pedir para que não atirem frutas em mim. - Todos riram.

Damon começou a escolher a música.

(Música: http://www.youtube.com/watch?v=KFz3IUjo3kM. The reason).

I'm not a perfect person – Damon olhava para mim. - There's many things I wish I didn't do. But I continue learning. I never meant to do those things to you. And so, I have to say before I go. That I just want you to know. - Damon não tirava os olhos de mim. - I've found out a reason for me. To change who I used to be. A reason to start over new. And the reason is you...

A voz de Damon poderia ser comparada com a de um anjo. Ele cantava sem tirar os olhos de mim. Reparei muitos olhares encima de mim, mas não me importei. só queria saber do Damon. Meu Damon cantava para mim. Ele dava aquele sorriso levantando apenas um lado da boca, e eu sentia cada pelo de meu corpo se arrepiar. A voz dele ecoava pelos meus ouvidos, e ficava gravada em minha mente. Cada verso que ele cantava, fazia meu coração bater mais forte e mais rápido. Damon era meu protetor, meu ponto fraco. Agora ele era a única coisa que poderia me ferir. Eu encontrei uma razão para mim. Para mudar quem eu costumava ser. Uma razão para começar de novo. E a razão é você. Damon estava fazendo eu me apixonar por ele, de uma forma absurdamente impossivel. A cada dia mais... Ele era meu anjo negro, minha razão... Tudo pelo o qual eu lutaria até o fim. Com ele eu não tinha medo algum.

And the reason is you. And the reason is you. And the reason is you. And the reason is you. - Todos do salão cantavam junto com Damon. E ele apenas olhava para mim e sorria. - I'm not a perfect person. I never meant to do those things to you. And so I have to say before I go. - Damon desceu do palco e caminhou até mim. - That I just want you to know. I've found out a reason for me. To change who I used to be. A reason to start over new. And the reason is you. I've found out a reason to show. A side of me you didn't know. A reason for all that I do...

And the reason is you.

– Namora comigo? - Damon perguntou.

A Razão

Eu não sou uma pessoa perfeita

Há muitas coisas que eu gostaria de não ter feito

Mas eu continuo aprendendo

Eu nunca quis fazer aquelas coisas com você

E então eu tenho que dizer antes de ir

Que eu apenas quero que você saiba


Eu encontrei uma razão para mim

Para mudar quem eu costumava ser

Uma razão para começar de novo

E a razão é você


Eu sinto muito ter te magoado

É algo com que devo conviver todos os dias

E toda a dor que eu te fiz passar

Eu gostaria de poder retirá-la completamente

E ser aquele que apanha todas as suas lágrimas

É por isso que eu preciso que você escute


Eu encontrei uma razão para mim

Para mudar quem eu costumava ser

Uma razão para começar de novo

E a razão é você

E a razão é você

E a razão é você

E a razão é você


Eu não sou uma pessoa perfeita

Eu nunca quis fazer aquelas coisas com você

E então eu tenho que dizer antes de ir

Que eu apenas quero que você saiba


Eu encontrei uma razão para mim

Para mudar quem eu costumava ser

Uma razão para começar de novo

E a razão é você


Eu encontrei uma razão para mostrar

Um lado meu que você não conhecia

Uma razão para tudo que faço

E a razão é você.

Notas finais do capítulo
Tá ai... Gente comentem, e avisa se vocês quiserem que eu mude ou add algo... Bjinhoos minhas divas
Boa leitura.
xoxo




(Cap. 7) Capítulo 7: Weakness-Part 1

POV (Damon).

– Namora comigo? - Falei no microfone. Pra todo mundo saber que é Elena que eu quero.

– A... Eu... Damon eu.... - Ela gaguejava. - Sim!

Ela falou. Uma alegria tomou conta de mim. Ouvi-la dizer que aceita ser minha, foi a melhor coisa que me aconteceu.

– Eu aceito Damon Salvatore. - Elena falou e eu a beijei.

(Música: http://www.youtube.com/watch?v=Wd9N-wKWWVw. Just A Kiss-Lady Antebellum)

Elena. Lying here with you so close to me. It's hard to fight these feelings when it feels so hard to breathe Caught up in this moment Caught up in your smile. - Ela cantava com os olhos nos meus.

Damon. I've never opened up to anyone It's so hard to hold back when I'm holdin' you in my arms.

Delena. But we don't need to rush this Let's just take it slow.

Delena. Just a kiss on your lips in the moonlight. Just a touch of the fire burning so bright. No, I don't wanna mess this thing up. I don't want push too far. Just a shot in the dark that you just might. be the one I've been waiting for my whole life, So baby I'm alright. With just a kiss goodnight.

Elena. I know that if we give this a little time

Delena It'll only bring us closer to the love we wanna find

Elena. It's never felt so real

Delena. No, it's never felt so right.

Delena. Just a kiss on your lips in the moonlight. Just a touch of the fire burning so bright. No, I don't wanna mess this thing up. I don't want push too far. Just a shot in the dark that you just might. be the one I've been waiting for my whole life, So baby I'm alright. With just a kiss goodnight.

Delena. No, I don't want to say goodnight

Damon. I know it's time to leave

Delena. But you'll be in my dreams

Damon Tonight

Elena Tonight

Delena Tonight

Delena Just a kiss on your lips in the moonlight. Just a touch of the fire burning so bright. No, I don't want to mess this thing up. I don't want push too far. Just a shot in the dark that you just might be the one I've been waiting for my whole life

DamonSo baby I'm alright

DelenaWhoa whoa...

Elena Let's do this right

DelenaWith just a kiss goodnight

ElenaWith a kiss goodnight

Damon Kiss goodnight

Naquele momento tudo estava perfeito. Minha Elena estava comigo.

– Eu te amo. - Sussurrei em seu ouvido.

Apenas Um Beijo

Ficar aqui com você tão perto de mim

É difícil lutar contra esses sentimentos

Quando parece tão difícil de respirar

Preso neste momento

Preso no seu sorriso

Eu nunca me abri para ninguém

É tão difícil de segurar

Quando estou com você em meus braços

Mas nós não precisamos apressar isso

Vamos apenas devagar

Apenas um beijo em seus lábios ao luar

Apenas um toque de fogo tão brilhante

Não... eu não quero confundir essas coisas

Eu não quero forçar demais

Apenas um tiro no escuro que só você pode

Ser o único que eu estive esperando por toda minha vida

Então, baby, eu estou bem

Com apenas um beijo de boa noite

Eu sei que se dermos um pequeno tempo

Isso só vai nos aproximar do amor que queremos encontrar

Nunca me senti tão real

Não... nunca me senti tão bem

Apenas um beijo em seus lábios ao luar

Apenas um toque de fogo tão brilhante

Não... eu não quero confundir essas coisas

Eu não quero forçar demais

Apenas um tiro no escuro que só você pode

Ser o único que eu estive esperando por toda minha vida

Então, baby, eu estou bem

Com apenas um beijo de boa noite

Não... eu não quero dizer boa noite

Eu sei que é hora de partir

Mas você estará em meus sonhos

Hoje à noite

Hoje à noite

Hoje à noite

Apenas um beijo em seus lábios ao luar

Apenas um toque de fogo tão brilhante

Não... eu não quero confundir essas coisas

Eu não quero forçar demais

Apenas um tiro no escuro que só você pode

Ser o único que eu estive esperando por toda minha vida

Então, baby, eu estou bem

Ohhh Oh Ohhh

Vamos fazer isso direito

Com apenas um beijo de boa noite

Com um beijo de boa noite

Beijo de boa noite

Notas finais do capítulo
Fiz esse à pedido da Nian Delena minha DIVA.
Boa Leitura. Deixem reviews
xoxo




(Cap. 8) Capítulo 8: Weakness-Part 2

Notas do capítulo
Olha eu aqui de novooooooooo...
mais um capitulo... Finalmente um pouco de ação. rsrsrs

– Eu te amo. - Damon sussurrou em meu ouvido.

Estremeci ao ouvi-lo dizer aquilo.

– Eu também te amo. - Confessei em fim

Resolvi ir tomar um pouco de ar. Sai de dentro do grill e senti alguém me segurar e tampar minha boca. Em poucos segundos eu desmaiei.

(...)

Abri os olhos e percebi que estava amarrada em uma cadeira.

– O que... - Tentei me soltar mais não consegui. As cordas eram muito fortes.

– Tem que prestar mais atenção com quem se envolve. - Ouvi a voz dela.

– Katherine! - Falei sentindo meus olhos arderem.

– Coloca uma coisa na sua cabeça Elena. - Katherine apoiou as mãos em meus joelhos e ficou cara a cara comigo. - Eu não divido ninguém.

Katherine falou e logo depois saiu correndo em sua velocidade sobre-humana.

Fiquei um tempo parada, processando o que aquela vadia louca havia dito. Como assim não divido ninguém? Ela estava falando do Damon? Do meu Damon?

Senti cheiro de queimado e foi quando percebi. O lugar estava em chamas. - Ah meu Deus. - Falei tentando desesperadamente me soltar. - SOCORROOOOO! - Gritei.

A chama se espalhava rápidamente pelo lugar. O cheiro da fumaça entrava pelas minhas narinas e queimavam meu pulmão. Eu já estava sem forças. Já não conseguia mais gritar nem me mover. As lágrimas desciam desesperadamente de meus olhos.

Senti meu coração parar de bater aos poucos. Minha respiração indo embora, levando minha vida... A única coisa que consegui formular naquele momento foi...

– Eu te amo Damon. - Falei e então fui carregada para a escuridão profunda... Para a minha morte.

POV (Damon).

Elena falou que iria tomar um ar, mas quando fui procura-la não encontrei em lugar algum.

Uma dor insuportavel tomou conta de mim e uma imagem veio a minha mente.

– Elena. - Falei rouco.

Começei a correr o mais rápido que pude. - SOCORROOOOO! - Ouvi Elena gritar. Corri até o local do grito e vi uma casa abandonada pegando fogo. - Eu te amo Damon. - Ouvi Elena falar com a voz fraca.

Me desesperei. Eu não podia entrar senão eu morreria... Mas eu não me importei... Era a minha Elena que estava lá dentro.

Entrei e então avistei Elena presa em uma cadeira. Corri e tirei ela de dentro da casa.

Abraçei ela contra mim ao ouvir a casa explodindo.

(Música: http://www.youtube.com/watch?v=XL2Uzz4j01s. Birdy - Skinny Love)

– Elena. - Falei colocando ela no chão.

Inclinei a cabeça até seu peito, e não ouvi seu coração. - Elena meu amor. - Começei a massagear seu peito mais nada aconteçeu. - Por favor vamos. - Reparei que tinha pessoas à nossa volta. - Meu amor volta pra mim. - falei desesperado. - Elena! - massageava forte seu peito. - ELENA. - Gritei e dei um soco no chão fazendo o mesmo rachar. - Por favor... Não me deixe Elena. Fale alguma coisa meu amor... Fale qualquer coisa. - Falei em meio à lágrimas.

– Ela se foi filho. - Uma senhora colocou a mão em meu ombro.

– Não. - Falei me debruçando em cima de Elena. - Não, não, não, não... NÃOOO. - Gritava de dor.

Elena não podia ter morrido... Não pode ser assim.

– Me leve no lugar dela, mas não à tire de mim... - Falei pegando Elena no colo. - NÃO À TIRE DE MIIIM. - Gritava tentando de alguma forma acordar daquele pesadelo. - ELENAA. - A dor era visceral.

Ter Elena nos meus braços já não me fazia bem. O rosto dela estava pálido, o corpo frio... E ela era apenas um ser humano vazio... Eu faria qualquer coisa para ouvir seu coração bater novamente. Para ver ela respirar outra vez.

– Não posso te perder outra vez. - Não conseguia sentir mais nada... - Não posso deixa-la partir novamente. - Não queria sentir mais nada...

Minha vida foi arrancada de mim. Eu já havia perdido tudo. Meu mundo desabou, e eu não fiz nada para impedir.

– Eu nunca pensei que diria isso. - Falei quando ela abriu os olhos. - Eu nunca pensei que haveria você.

Falei acariciando o rosto dela. Me sentia ligado à ela de alguma forma. Não conseguia me afastar de Elena. - De alguma forma vou te provar que você é meu céu noturno. - Falei em um sussurro.

– Não me prove nada. - Ela disse com a voz fraca. - Seus olhos são tão azuis. - Ela sussurrou. - Sou capaz de me perder fácilmente só de olha-los.

Ficamos nos olhando. Nos conhecendo. Não precisava de palavras para decifra-la, eu entendia o olhar dela.

– Quero te dar doces palavras. - Falei. - Quero você Elena.

– Tudo o que você diz é sagrado para mim. - Ela falou com os olhos nos meus. - Prometa que sempre estará comigo?

– Você não precisa perguntar! - Falei acabando com nossa distância. - Você sabe que você é a razão pela qual eu vivo?

– Você sabe que eu morreria para te segurar, para ficar com você? - Ela falou sorrindo. - De alguma forma vou te mostrar que você é meu céu noturno!

Beijei Elena, e se eu fosse humano meu coração teria saltado pela boca. Ouvia o coração de Elena batendo forte, em um ritmo acelerado. Nossas línguas travavam uma batalha sem vencedores. Eu queria Elena, mais do que tudo. Queria para mim, e só para mim. Elena era como uma droga para mim, e eu estava me viciando nela a cada dia mais.

Tudo o que tinha foi levado... Elena era o ar que eu precisava para respirar. Eu faria tudo por ela.

– Eu prometo. - Falei. - Não importa o tempo que levar. Nós vamos ficar juntos novamente.

Beijei a testa de Elena, e naquele segundo eu só queria nunca te-la conhecido.

Notas finais do capítulo
Tá ai mais um capitulo... Talvez eu poste o outro ainda hoje. bjoos divas
Boa leitura.
xoxo




(Cap. 9) Capítulo 9: Breathe Again

Notas do capítulo
Tá ai mais um capitulo... Postei logo antes que vcç's arranquem minha cabeça.
Gente vcç's gostaram da minha nova capa???

(Música: http://www.youtube.com/watch?v=SCDT7X_lhzk. Hana Pestle - Need)

– Meu amor! - Falei sentindo aquela dor visceral me dominar. - Elena eu te amo.

As pessoas a minha volta tentavam me convencer de que Elena havia partido. Mas eu não queria... Eu não podia acreditar que tinha perdido ela. Elena se tornou tudo pelo o qual eu viveria. - Você é a única razão da minha existencia. - Falei beijando-a. - Por favor não a tire de mim. Eu faço qualquer coisa para te-la de volta... Não me deixe agora. - Falei. - Eu imploro Elena não me deixe agora. - A essa altura eu já nem sabia mais o que estava dizendo. A dor de perder Elena era insuportável. Me destruiu completamente... Elena fora a única capaz de me fazer sentir algo. De me fazer humano novamente. Elena era tão especial que seria capaz de fazer um homem preferir o inferno ao paraiso só para viver ao lado dela.

Elena estava levando minha alma, meu coração e a vida que me sobrava com ela. Naquele momento eu já não sabia como respirar. As palávras que saiam de minha boca eram inuteis. E eu... Eu era apenas um objeto vazio que caiu e se quebrou em mil pedaços. Meu coração doia, sofria, estava aflito e cheio de mágoa. A alegria de ter Elena finalmente comigo durou pouco. A dor de perde-la vai ficar aqui para sempre. - Eu não posso... - Falava em meio à soluços. - A eternidade sem você não tem sentido algum. - A dor se espalhava por meu corpo de forma visceral. Tomava todo meu ser entorpecente e vazio. - Eu não quero viver sem você Elena. - Falei com a voz fraca. Minhas forças acabaram no momento em que seu coração parou de bater. - Você é minha força. - Falei a abraçando mais contra mim. - Minha fraqueza. - Naquele momento estava desesperado por qualquer movimento dela. - Minha vida...

Dam promete que nunca vai me abandonar?

– É claro que eu nunca vou te abandonar. - Falei pegando ela e sentando no meu colo. - Você é minha pequena Eleninha certo?

– Eu já tenho seis anos. - Falou fazendo bico. - Não sou mais pequena.

– Acontece mocinha. - Falei fazendo cócegas nela e mordendo sua bochcha. - Que eu não me importo com a sua idade. Você sempre vai ser minha pequena.

– Eu te amo Dam. - Ela falou gargalhando.

– Eu também te amo Eleninha.

Eu sempre cuidei dela... Desde que ela nasceu. Eu estava lá no primeiro dia de vida dela.

– Me leve no lugar dela por favor. - Implorava olhando para o céu. - Se existe alguém ai... Por favor traga ela de volta...

(Parar a Música).

– Deixe-a ir garoto. - Uma moça loira falou.

– O amor dele não à deixará partir. - Um senhor falou. Ele pareceu entender como eu estava machucado.

– Por favor. - Beijei Elena outra vez e fiquei com minha testa encostada na dela.

(Música:http://www.youtube.com/watch?v=v2yPU5WPwZs. Sara Bareilles - Breathe Again)

Ouvi um som fraco ecoar pelos meus ouvidos. Era lento e sem força. Como se estivesse voltando...

Levantei a cabeça e fiquei olhando para Elena... Não pude acreditar no que estava acontecendo. Ouvia o coração de Elena batendo.

– Meu amor. - A abraçei forte contra mim e depois fiquei observando.

Elena estava respirando de novo. Estava viva. Fiquei olhando o corpo de Elena retomar a cor e se aquecer novamente. Os lábios de Elena voltaram a cor vermelha e o coração batia mais forte e mais rápido a cada minuto.

– Minha Elena. - Falei chorando de felicidade. - Oh, Deus... Achei que havia perdido você.

Elena começou a tossir e se contorser.

– Damon. - Ela falou fraca.

– Shh. - Calma meu amor.

– Damon eu... O que eu... - Elena falava chorando.

– Você está bem e é só isso que importa. - A abraçei forte. De um jeito que dizia, "Ninguém vai te tirar de mim". - Ninguém. - Sussurrei para mim mesmo.

Tudo o que tenho. Tudo o que preciso. Ela é o ar que eu mataria para respirar.

Ouvi a sirene da ambulância.

Eles colocaram Elena em uma maca e a levaram para dentro do carro.

– O que o senhor é dela? - Um dos enfermeiros perguntou.

– Namorado. - Falei. - Sou o namorado dela.

Entramos na ambulância e seguimos para o hospital. Elena estava dismaiada mas não soltava minha mão. Só de lembrar do que acontecera meu corpo estremeçeu.

Eu nunca mais iria deixar que alguém machucasse Elena.

POV (Elena)

Abri os olhos e percebi que estava em um hospital. Minha cabeça doia. Meu corpo estava dormente. Meus olhos pesavam uma tonelada...

Ah meu Deus. Eu morri... Será que eu sou... Uma vampira? Não, não, não e não! Damon não faria isso comigo, ele não me transformaria pois ele sabe que eu nunca iria perdoá-lo.

– Oi. - A voz rouca e suave de Damon me livrou de meus devaneios. - Como se sente?

– Humana! - Falei o fitando. - Damon eu...

– Não... Nem sonha com uma coisa dessas. - Damon me interrompeu. - Eu nunca deixaria que isso te acontecesse Elena. - Damon falou acariciando minha face. Damon estava diferente. Não estava daquela forma radiante que eu estava acostumada a ve-lo... Ele estava... Triste? mais por que ele estava triste? - Elena eu... - Damon falou e uma corrente elétrica passou pelo meu corpo. - Eu acho melhor...

– Não... - O impedi de terminar aquela frase. - Damon não! - Falei já sentindo as lágrimas molharem meu rosto. Já sabia o que ele iria dizer. Mas não podia permitir. - Você acha que vai estar me protegendo, mas isso só vai me machucar. - Falei segurando a mão dele.

– Não é isso que você queria Elena. - Ele falou puxando a mão. - Não é o que você mereçe...

– Você não pode tomar decisões por mim. - Falei um pouco mais alto do que eu planejei. - Eu sei que você pensa que vai ser melhor assim... Que isso aconteceu por que nós estamos juntos... - Falei segurando novamente sua mão. - Damon essas coisas ruins já existiam na minha vida antes de você aparecer. - Falei quase implorando para que ele não me deixase. - Eu te amo

Damon colocou uma mecha do meu cabelo atrás da orelha. - Por que você se tortura assim. - Ele perguntou. - Por que gosta de sofrer?

– Porque você vale a pena! - Falei procurando seus lábios.

– Eu sou um monstro Elena. - Damon falou rouco em meu ouvido. - Posso machucar você!

– Eu posso correr esse risco.

– Por que você me ama? - Ele falou colocando a mão por dentro da minha camisa.

– Sim. - Falei ofegante. - Porque eu te amo.

– E você não tem medo? - Damon beijava e mordiscava meu pescoço. - Eu posso te morder.

Sorri e puxei seus cabelos. - Sou mais corajosa do que pensa.

Damon gargalhou e me beijou.

– Eu te amo. - Ele falou.

– Me tira daqui. - Falei manhosa.

– Meu ponto fraco sempre vai ser você pequena! - Damon falou e depositou um beijo em minha testa. - Sempre.

– Então prometa-me que nunca ira partir!

– É claro que eu nunca vou partir... - Falou sorrindo. - Você é minha pequena Eleninha certo?

– Eu te amo Damon! - Falei me aconchegando nos braços dele.

– Eu também te amo pequena.

Notas finais do capítulo
E ai, o que acharam? Divas sou feita de reviews então comentem. E se vcç's quiserem algo na fic é só pedir. Preciso saber no que eu preciso melhorar...
Boa leitura.
xoxo




(Cap. 10) Capítulo 10: Memories

Notas do capítulo
Gente demorei pra postar, mas é que se consentrar em 5 histórias é complicado. rsrs... Mas eu volteii. Logo vou avisar os dias que posto os capitulos da histórias.

Damon e Elena chegaram na mansão e foram para o quarto.

Damon beijou Elena e sua língua pediu pasagem, e Elena concedeu sem exitar. Eles se beijaram com luxúria e urgencia. Damon colocou Elena deitada na cama, e ficou de quatro em cima dela. - Você deveria ter medo de mim Sra. Gilbert. - Damon falou. Damon a beijou antes que Elena disesse algo. Ele começou a distribuir beijos por todo o corpo da morena. Elena arfafa com os toques de Damon. Cada lugar que ele tocava pegava fogo. E Damon estava dixando uma trilha de beijos por todo o corpo de Elena. Elena amava Damon. Era um amor que ardia em chamas, e fazia cada toque incendiar. O amor deles era como uma chama que nunca se apagava, e que permaneceria acesa por toda a eternidade. Era a felicidade de ouvir um coração bater. Era como respirar pela a primeira vez ou pular tendo a certeza de que ficara de pé. Damon e Elena se amavam de uma forma incondicional. Um amor maior do que tudo, que disafiaria qualquer lei do universo.

Elena tirou a camisa de Damon e esse desabotoou a camisa de Elena, devagar... Lentamente. Sem pressa alguma. Como se nada fosse acontecer. Como se os dois estivessem salvos de qualquer perigo nos braços um do outro. Eles não tinham pressa alguma. Eles queriam aproveitar cada momento. Damon beijou o pescoço de Elena e começou aformar uma trilha de beijos e mordidas pelo o pescoço e colo, até chegar aos seios da garota que estava coberto com o sutiãn.

Elena estava anestesiada de desejo por Damon. Ela precisava dele. Precisava ser completamente dele, ser só de Damon. Se entregar a ele era a maior fixão de Elena naquele momento. Se entregar ao amor incondicional de Damon. Aquele amor pelo o qual Elena sempre lutaria. Sempre desejaria. Um amor perigoso e desafiador. Um amor que faz dos dois um alguém melhor. Damon tirou o sutiãn de Elena e abocanhou um dos seios de Elena. A garota estava louca de desejo. Seu coração batia a um ritmo acelerado.

Damon massageou os seios de Elena, e fez revisão com os dois. Elena arfava com os touqes de Damon. Damon fez uma trilha de beijos até a barriga de Elena. Ele abaixou a calça de Elena, e mordeu sua coxa. Damon beijou e mordeu as coxas de Elena. Ele foi subindo até chegar na varilha de Elena, onde Damon beijou e mordiscou. Damon beijou a intimidade de Elena por cima da calcinha e abriu um sorriso safado quando percebeu que ela estava encharcada. Damon tirou a calcinha de Elena e beijou sua intimidade. Elena arfou. Damon massageou seu clitóris com a lingua. - Damon. - Elena gemeu seu nome. O que o deixou mais ereto.

Damon se deitou sobre Elena e ela pode sentir seu membro enrijecido sobre sua intimidade. - Aahh Damon. - Damon a beijava e causava gemidos desnecessários na moça. Damon afundou o rosto no ombro de Elena e ouviu sua pulsação, seu coração batendo em um ritmo acelerado. Damon se mexia sobre Elena como se já estivesse dentro dela, e Elena ajudava com os movimentos. Damon tirou a calça e a cueca boxer de uma só vez. Elena entrelaçou as pernas na sintura de Damon e rebolou em baixo dele. - Aahh. - Damon arfou. Elena olha para Damon e percebe que seu rosto está mudando. Os olhos de damon ficaram vermelhos, e as veias saltaram debaixo dos olhos dele.

Damon ficou olhando para Elena, e então virou o rosto tentando se controlar.

– Damon. - Elena disse ofegante. - Morda-me!

– Não sei se sou capaz de me controlar. - Damon falou a olhando profundamente nos olhos.

– Então não se controle. - Elena falou.

Damon beijou o pescoço de Elena e logo depois cravou suas presas no local. - Aaaaaaah. - Elena deu um gritinho agudo de dor, que logo se transformou em puro prazer. Damon a penetrou e começou com movimentos leves de vai e vem. - Damon. - Elena gemeu seu nome. Damon parou de beber o sangue de Elena, e começou a gemer em seu ouvido. - Minha doce Elena. - Ele gemia baixo. - Eu te amo tanto. Elena rebolou am baixo de Damon e ele acelerou o ritmo. Damon começou a dar estocadas mais fortes e mais rápidas. - Aaaaaah Damon. - Elena praticamente gritava de tanto prazer. Ela se contorcia em baixo de Damon e puxava os lençois da cama tamanho o prazer que Damon lhe proporcionava. Quando seus corpos se conectaram, Elena se sentiu completa de uma forma que nunca havia se sentido antes. Damon a completava. Ele era a peça que faltava em sua vida. Damon era o céu noturno de Elena, o anjo de asas negras que ela precisava. Era o amor que Elena necessitava para sobreviver. Damon a segurou quando Elena estava prestes a cair, ele a estendeu a mão quando Elena estava no chão... Damon a reergueu e impediu que ela desabasse novamente. Ele a completava. - Elenaaa. - Damon sussurrou explodindo dentro de Elena. - Damoon. - Elena gemeu baixo em seu ouvido quando chegou ao seu àpice.

Damon saiu de dentro de Elena e se jogou na cama ao lado dela. Eles se vestiram e deitaram-se na cama.

– Eu te amo. - Elena falou deitando sobre o peito nú de Damon.

– Eu também te amo. - Ele falou a abraçando mais contra si.

(Música: http://www.youtube.com/watch?v=A_U6iSAn_fY. Sara Bareilles - Gravity)

– Não posso nem penssar na possibilidade de te perder outra vez. - Damon falou. - Isso me causa dor... E dói mais ainda saber que isso só aconteceu porque nós estamos juntos.

– Damon... - Elena se levantou para olha-lo. - Nada do que você disser vai me levar para longe de você. Eu te amo. E vou lutar por esse amor, não importa o que façam... Eu vou ficar junto com você! - Elena falou.

– Elena em questão de segundos você se tornou a pessoa mais importante da minha vida. - Damon se sentou e ficou olhando para ele. - Mas eu não posso te colocar em perigo novamente... - Ele falou. - Sua tia Jenna está em Mystic Falls. Veio pra cuidar de você. - Damon falou.

– Eu não vou ficar com ela. - Elena falou. - Damon...

– Você não entende Elena. - Damon a interrompeu. - Katherine não vai parar até que você esteja longe de mim... Até que agente não esteja mais junto. - Ele falou com a voz embargada. - Eu não posso mais arriscar sua vida...

– Já disse que nada do que você me disser vai fazer eu ir para longe de você Damon! - Elena falou. - Não tem jeito.

– Talvez tenha um jeito! - Ele falou com os olhos cheios d'àgua. Damon pegou o rosto de Elena com as duas mãos e olhou nos olhos dela. Elena já chorava descontroladamente.

– Damon por favor... Não faa isso. - Elena implorou.

– Quero que você esqueça que me conheçeu e que um dia eu fiz parte da sua vida. - Ele falou deixando uma lágrima descer. - Quero que esqueça que conversamos e nos apaixonamos. Que esqueça que eu disse que eu te amo. - Ele falou sentindo a dor daquelas palávras. - Quero que se esqueça o que eu sou. Esqueça que você é a razão da minha existência, e que eu vou te amar incondicionalmente acima de qualquer coisa, até seu coraão parar de bater... Ou até mais além do que isso... Tudo o que sabe é que seus pais morreram e sua tia Jenna veio cuidar de você. - Ele falou sem conseguir segurar as lágrimas. - Você vai acordar amanhã de manhã e vai se lembrar dessa noite como um sonho... Um sonho no qual você conheçeu um cara. Vocês conversaram e se apaixonaram... Mas o sol nasceu e você precisou abrir os olhos. E a última coisa que ele te disse antes de acordar... - Damon já deixava as lágrimas cairem descontroladamente. Ele deu um beijo na testa de Elena e violtou a olha-la nos olhos. - Eu vou estar aqui quando você acordar. E vou estar do seu lado quando você fechar os olhos. Eu vou estar aqui para te amar eternamente... Eu sempre vou estar aqui para você Elena. Mas agora eu preciso dexa-la viver... Preciso deixar que se levante sozinha. Você só vai se lembrar de tudo o que aconteceu quando eu disser que pode se lembrar.

Elena fechou os olhos e dormiu nos braços de Damon. Damon a pegou no colo e em questão de minutos estavam na casa de Elena. Damon a colocou na cama e deixou que uma última lágrima caisse. Ele deu um beijo demorado na testa de Elena e sussurrou em seu ouvido.

– De alguma forma vou te provar que você é meu céu noturno. - Damon falou e saiu do quarto.

Notas finais do capítulo
A VADIA DA KATHERINE FEEZ O NOSSO CASAL SE SEPARAR... MAS A ALEGRIA DAQUELA VACA VAI DURAR POUCO TEMPO U.U
Triste esse capitulo... A despedida do Damon. A primeira vez dos dois... Tomara que um raio caia em cima da Katherine




(Cap. 11) Capítulo 11: Inside of me


– Você não tinha o direito Damon. - Stefan fala. - Você acha que ela vai te perdoar?

– Eu não preciso do perdão dela Stefan. - Damon fala seco. - Eu não me importo com o que Elena pensa de mim.

– Ela te amava. - Stefan falou. - E você excluiu esse sentimento dela. Isso é certo?

– E você acha certo eu colocar a vida dela em perigo? Hein Stefan? Você acha certo a Elena perder tudo o que ela tem por minha culpa? - Damon pergunta. - Elena queria uma coisa que eu não podeia dar a ela Stefan.

– O que ela queria, que era tão impossivel pra você? - Stefan pergunta.

– Uma vida. - Damon diz.

– Eu não acho certo Damon! Mas também não foi certo tirar a escolha dela. Já se passaram quatro mesês Damon... Isso já foi além do que deveria. Faça ela se lembrar.

– NÃO! - Damon fala. - Elena não precisa de mim na vida dela... E eu também não a quero em minha vida Stefan. Tudo que importa agora é a Katherine - Damon cuspiu as palávras como um veneno.

– Ótimo! - Stefan fala. - Mas a Elena não mereçe o que você fez com ela.

– Então coloca a capa de super herói e vai lá salvar a donzela Stefan... Eu cansei de ser o irmão bonzinho. - Damon fala

– Você nunca vai mudar! - Diz Stefan.

– Eu sou o vilão, você o herói... A terra voltou a girar. - Damon sai de casa.

Stefan ficou pensando porque Damon havia feito aquilo a Elena... Já haviam se passado quatro mesês desde que Damon havia a deixado.

Damon não se achava bom o bastante para a garota. Damon poderia ter feito ela se lembrar de tudo a muito tempo... Mas ele não o fez.

Stefan então resolve ir atrás de Elena... Ele queria conhece-la, queria estar com ela... Stefan estava disposto a ter Elena para ele. Mas Damon! Ah o Damon estava voltando a ser o monstro friu que ele sempre fora... "Damon nunca se importou com ninguém, quem dirá que irá se importar com Elena? E agora ele estava tentando tirar Katherine da tumba? O que deu nele? Foi ele que a colocou lá e agora estava tentando tira-la de lá." Stefan estava perdido em seus devaneios até que decidiu ir atrás de Elena.

Elena estava andando pelo o corredor da escola procurando por Bonnie, quando sente um empacto forte. Elena se desequilibra e quando está prestes a cair sente algo forte a trazer para cima.

– Desculpe! - Uma voz masculina falou. - Sou Stefan! - Ele falou sorrindo.

– Elena. - Ela falou retribuindo o sorriso para o garoto. - Me desculpe eu estava distraida e...

Stefan gargalhou.

– Então somos dois! - Ele falou. - Se machucou Elena?

– Não eu estou bem! - Ela falou. - Obrigada por perguntar... Agora é melhor eu ir.

– Ah claro! - Ele disse e deu espaço para Elena passar. - Nos vemos por ai Elena.

– Nos vemos por ai. - Ela disse e voltou a caminhar a procura de Bonnie.

A cada vez que Stefan via Elena ficava mais inconformado com a semelhança entre ela e Katherine.

– Elena é a cópia fiel da Katherine! - Stefan ouve uma voz conhecida. - E o lobo mau se apaixona pela donzela em perigo. - Ele fala num tom irônico.

– O que faz aqui Damon? - Stefan pergunta ficando de frente para o irmão.

– Eu senti saudade. - Ele diz irônico. - Faz quatro mesês que eu não venho aqui... Elena não mudou muito desde a última vez que a vi. Talvez eu resolva fazer uma visitinha para ela.

– Fique longe dela Damon. Elena não mereçe o que você fez... Você fez ela se esquecer de você, e isso já foi o bastante. - Stefan diz.

– É mais eu posso faze-la se lembrar de mim, quando eu quiser. - Ele diz sorrindo.

– Então faça! - Stefan fala. - E conviva com a dor de te-la perdido para sempre. - Stefan diz.

– Então... - Damon muda o assunto. - Escola? Esse não é o estefan que eu conheci. - Damon fala se aproximando. - Aquele que destruiu uma vila enteira de mulheres... Aquele estripador que sabia se divertir...

– Eu não sou mais assim. - Stefan fala.

– E é por isso que eu sempre vou ser o melhor vilão. - Damon diz e desaparece.

POV (Elena).

Estava na minha aula de história ainda pensando no garoto que havia esbarrado no corredor... Ele me parecia familiar. Mas ao mesmo tempo era como se eu nunca tivesse o visto. Ele tinha um ar de misterioso. Mas quando olhei nos olhos dele, um par de olhos azuis dominou minha mente. Os olhos do homem com quem sonhei uma vez... Mas porque fui pensar nele agora? E de novo Stefan volta para meus pensaentos.

– Olá Elena! - Ouvi uma voz conhecida. Era ele Stefan!

– Oi! - Disse sorrindo. Ele causava esse efeito em mim. - Então agora você estuda aqui?

– É... Eu tive que subornar uma funcionária para ela me dizer aonde você estava. - Ele disse e eu gargalhei.

– Vamos começar a aula? - O professor de história entrou na sala e Stefan foi se sentar.

Ouvi meu celular vibrar. Peguei e vi uma mensagem de Bonnie.

"Quem é o gatão Elena?"

"Stefan. Aluno novo"

"Bem, ele não tira os olhos de você!"

Me virei e olhei na direção de Stefan que me olhava intensamente... Me senti envergonhada e me virei rapidamente.

Não consegui prestar atenção na aula. Minha cabeça estava no aluno novo... Em Stefan. Bonnie ficava a toda hora me enviando mensagens dizendo que Stefan não parava de me olhar.

POV (Damon).

Estava sentado no sofá olhando para a lareira com uma garrafa de Whiskey. Stefan estava disposto a ter Elena para ele. E eu simplesmente não conseguia me importar... Eu desliguei minha humanidade no momento em que disse para ela me esquecer.

A um tempo atrás descobri o porque de Katherine ter tentado matar Elena... Foi por minha causa.

Katherine estava na tumba e eu queria tira-la de lá... Não importa o que aconteça...

http://www.youtube.com/watch?v=Vp9gchxmLr0&feature=related

(Flash Back)

– Você está linda como sempre. - Eu disse olhando-a nos olhos. - Como pode aguém ser tão perfeita, quanto você é?

– Não existem pessoas perfeitas. - Ela disse. - Não tem como existir pessoas perfeitas em um mundo tão doentil quanto o nosso.

– Pois eu não vejo a hora de vazer parte do seu mundo. - Disse a baijando.

– Você não faz parte do meu mundo Damon... - Ela disse me olhando nos olhos. - Você é o dono dele.

– Mas tenho que dividi-lo com meu irmão...

– Shhhhh... - Ela colocou o dedo indicador em meus lábios. - Só hoje, vamos esquecer o Stefan! - Ela disse. - Porque hoje somos só eu e você.

– Você é única para mim Katherine! - Falei e ela sorriu.

– Não sei se posso te transformar! - Ela disse.

– O que? Por que não? - Falei desesperado com a idéia de não poder ficar com Katherine para sempre.

– O conselho tá muito desconfiado Damon... Não posso coloca-lo em risco agora. - Ela falou com as mãos em meu rosto.

– Não tenho medo de correr esse risco. - falei.

– Hey... Eu disse que não posso te transformar. Não disse que não vou. - Ela disse me abraçando.

Katherine me abraçou forte... Como se fosse a última vez que me abraçase... - Quando isso acontecer seremos só eu e você... Para todo o sempre....

(Fim do Flash Back).

– Para todo o sempre. - Sussurrei antes de fechar os meus olhos e cair na inconciencia.

Notas finais do capítulo
Não me odeiem! Mas isso faz parte da fic... Logo a história vai ficar do jeitinho que vocês gostam minhas divas... Comentem pliiiiis.
Sou feita de reviews.




(Cap. 12) Capítulo 12: Wake

Notas do capítulo
Desculpe a demora para postar. Mas vou recompensa-las minhas nindas. XD

Estava em casa sozinho, quando senti um cheiro familiar. Minha garganta começou a arder e então vi Elena deitada no sofá sangrando. Me aproximei dela mas ela começou a se afastar. O cheiro do sangue de Elena entrava por minhas narinas, o som do coração dela batendo, o sangue pulsando nas veias, e a única coisa que eu conseguia pensar era em mata-la e sugar cada gota do sangue dela. Mas eu não podia... Não posso fazer isso, não posso machuca-la... Nunca me perdoaria se algo lhe acontecesse... E principalmente se eu fizesse algo que a ferisse.

– Corra Elena! - Falei tentando controlar meus instintos.

Elena começou a correr. E quando dei por mim estava na frente dela.

– Faça! - Ouvi uma voz familiar. - Nós dois sabemos que você quer Stefan. Faça! - Tentei ignora-lo mais a cada palavra meu desejo pelo o sangue de Elena era mais forte. Não conseguia mais me controlar, voei no pescoço da Elena e começei a saborear o doce sabor do sangue dela.

– E essa é a beleza da vida irmãozinho!

POV (Damon)

Stefan se sentou na cama ofegante e olhando para os lados. Provavelmente tentando se convencer de que tudo o que aconteceu não passara de um sonho.

– E ai Stefan! Planos para hoje a noite? - Falei sentado em uma cadeira no quarto dele. - Agente pode sair, beber um pouco, sabe? Uma dessas coisas de irmãos o que você acha?

– Acho que quero ficar o mais longe possivel de você. - Ele falou, e eu sorri.

– Ah, vamos Stefan... Eu, você... - Parei e olhei para a cara dele. - A Elena!

Stefan se levantou e me jogou na parede. - Já falei para ficar longe da Elena. - Ele falou. Empurrei Stefan e começei a me aproximar dele.

– Qual é Stefan! Nós dois sabemos que você quer. - Falei e dei um tapa no ombro dele. - Vamos Stefan! Vamos sair e beber o sangue de algumas garotas. - Dei outro tapa.

– Para Damon. - Ele falou apertando os olhos.

– Vai. Elas estão só esperando por nós Stefan.

– Para! - Ele fechou as mãos em um punho.

– Vai... - Falei e fiquei de frente para ele. - Nós vamos direto no alvo. A Elena!

Stefan me empurrou e eu bati as costas na estante com força. Stefan veio em minha direção e eu corri para fora de casa.

– O QUE ACONTECEU COM VOCÊ DAMON? - Ele começou a se aproximar de mim. - POR QUE VOCÊ VOLTOU A SER ASSIM? POR QUE VOLTOU A NÃO SE IMPORTAR COM AS PESSOAS? - Começei a rir e fiquei de frente para Stefan.

– Porque, eu faço o melhor vilão Stefan. - Falei. - Porque essa é minha natureza e porque se importar com as pessoas é o primeiro sinal de fraqueza. - Sorri sárcastico e caminhei até a porta. - Essa é a beleza da vida meu irmãozinho.

Entrei em casa e completei um copo de Whiskey.

Stefan e toda a sua humanidade. Isso é tão fútil. Qual é a graça de viver para sempre se você não sabe se divertir? Stefan vive na floresta caçando coelhos e esquilinhos. Já eu vou direto ao ponto... Sangue fresco!

Senti um cheiro forte invadir minhas narinas e percebi que estava na hora do jantar. Sai de casa e começei a seguir o cheiro, encontrei uma mulher sentada no meio fil a alguns metros da minha casa.

– Olá! - Disse me aproximando. Ela levantou os olhos na minha direção mas ficou calada. - Se machucou? - Perguntei apontando para o braço da moça.

– Sou um pouco distraida! - Ela disse com um sorriso fraco. - Tava fugindo do meu namorado.

– E por que você fugia... - Parei e olhei para ela.

– Cassey! - Ela disse se levantando.

– Bonito nome! Eu me chamo Damon! - Falei sorrindo. - Por que fugia do seu namorado?

– Bem, ele não é muito amigável quando está bebado! - Ela disse colocando a mão no braço.

– Cassey! Cassey. - Falei sorrindo e começei a me aproximar dela. - Você não deveria falar com estranhos! - Falei e em poucos segundos estava me deliciando com o sabor do sangue dela.

– AAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHH. - Ela gritou assim que enfiei minhas presas em seu pescoço. Cassey tinha um gosto doce, fresco... E eu adorava isso. Larguei o corpo dela ali mesmo e limpei a boca com a manga da blusa.

– Tenha bons sonhos Cassey!

POV (Elena)

– Por favor Elena, vai ser divertido! - Disse Caroline tentando me convencer a ir em uma festa inutil com ela. - Por mim! Você sabe que a Bonnie não vai porque está com a avó dela... Eu preciso de você!

– Caroline! - Tentei mas ela me olhava com aquela cara de cachorro que caiu do caminhão da mudança. - Okay! - Me dei por vencida. - Eu vou com você, mas não vou ficar muito tempo.- Caroline pulou em mim e me abraçou forte.

– Te vejo lá então. - Ele me deu um beijo nas bochechas e saiu saltitante.

– Bonnie! - Acenei para Bonnie que veio caminhando até mim e me abraçou.

– Oi Lena! - Ela disse sorrindo.

– Novidades? - Perguntei me agarrando ao braço de Bonnie e começando a caminhar.

– Não! - Ela disse. - Vai a festa do Nathan? - Ela perguntou parando na minha frente e sorrindo sarcastica.

– O que você acha Bonnie? - Perguntei e ela gargalhou.

– Vóvó me salvou! - Ela falou batendo palmas. - Não precisa ir se não quiser!

– Certeza disso? - Perguntei voltando a andar. - Com a Carol? Eu duvido muito disso!

Rimos e fomos para a sala de aula.

Quando estavamos entrando na sala observei um homem encostado na parede me olhando. Ele era moreno e tinha olhos azuis... Espera um pouco eu conheço esses olhos. É o homem do meu sonho, tenho certeza... Reconheceria esses olhos azuis em qualquer lugar.

Começei a caminhar até ele mas senti alguém segurar o meu braço. Me virei e dei de cara com Stefan.

– Stefan! - Falei sorrindo.

– Oi! - Ele falou com um sorriso fraco e depois olhou na direção do homem.

Ele se desencostou da parede e caminhou na nossa direção. Ele passou por nós olhando para Stefan com um sorriso sárcastico.

– Espero que isso te faça sentir mais humano! - Ele falou sorrindo e andou para fora da escola.

Franzi a testa e olhei para Stefan. - O que ele quis dizer com aquilo? - Cruzei os braços. - E quem é ele?

– Ninguém! - Stefan falou. - Ele só tá... Ele é... - Stefan parece embaraçado com essa situação. - Não é importante agente falar dele Elena!

– Pois eu acho muito importante! Ele estava se referindo a mim? - Perguntei.

– Não... Quer dizer sim... Mas, não importa. Ele já está indo embora. - Stefan falou sorrindo. - Vai na festa do Nathaniel?

– Bom, eu vou ser obrigada a ir. - Falei rolando os olhos. - Mas você pode me fazer companhia

– Eu iria adorar. - Ele falou dando um beijo em minha mão. - Sra. Gilbert. Posso acompanha-la a essa magnifca e itediante festa? - Falou me oferecendo o braço.

– Seria uma honra Sr. Salvatore! - Falei entrelaçando meu braço no dele.

Fomos para a sala de aula. Stefan ficou calado, pensativo... Ele ficava olhando para um ponto fixo na parede sem nem ao menos se mover. Ele estava ali mas sua mente estava longe.

Fiquei pensando naquele homem. Quem ele será? O que ele quis dizer com aquilo? E principalmente por que ele falou como se Stefan fosse um monstro? De onde eles se conheciam? Não conheço ele mas quando ele passou por mim senti uma corrente Elétrica passar por todo o meu corpo. O sonho que tive com ele, não saia de minha mente.

(Flash Back)

– Eu nunca pensei que diria isso. - Falou quando eu abri os olhos. - Eu nunca pensei que haveria você.

Falou acariciando minha face. Me sentia ligado à ele de alguma forma. Não conseguia me afastar dele. - De alguma forma vou te provar que você é meu céu noturno. - Falou em um sussurro.

– Não me prove nada. - Eu disse com a voz fraca. - Seus olhos são tão azuis. - Sussurrei. - Sou capaz de me perder fácilmente só de olha-los.

Ficamos nos olhando. Nos conhecendo. Não precisava de palavras para decifra-lo, eu entendia o olhar dele.

– Quero te dar doces palavras. - Falou. - Quero você Elena.

– Tudo o que você diz é sagrado para mim. - Eu faloi com os olhos nos dele. - Prometa que sempre estará comigo?

– Você não precisa perguntar! - Falou acabando com nossa distância. - Você sabe que você é a razão pela qual eu vivo?

– Você sabe que eu morreria para te segurar, para ficar com você? - Eu falei sorrindo. - De alguma forma vou te mostrar que você é meu céu noturno!

(Fim do Flash Back)


Quem será ele? Por que ele não saia de minha mente? Aqueles olhos azuis eram como uma imensidão para mim. Era como se fosse uma lembrança. Foi tão real, que por um momento eu acreditei que quando acordase ele iria estar ali esperando por mim...

"- Eu vou estar aqui quando você acordar. E vou estar do seu lado quando você fechar os olhos. Eu vou estar aqui para te amar eternamente... Eu sempre vou estar aqui para você Elena. Mas agora eu preciso dexa-la viver... Preciso deixar que se levante sozinha."


Meu Deus, o que está havendo comigo? Por que agora esse sonho está me pertubando? De onde Stefan conhecia ele?

Sai de meus devaneios quando ouvi meu celular vibrando. Era uma mensagem da Bonnie.

"O que aconceu? Desde que entraram na sala estão quetos"

"Nada de mais... Só estou pensando. Stefan está escondendo algo"

"Como assim?"

"Depois eu explico"


Olhei para Bonnie e ela assentiu com a cabeça. Olhei para Stefan que ainda estava imovel. Ele me olhou e nossos olhos se encontraram, sorri para ele e ele retribuiu o sorriso.

– Prometo que vou te contar tudo depois! - Ele sussurrou para mim.

Balancei a cabeça afirmamente e olhei para frente novamente.

POV (Damon)

Vi Elena hoje depois de tanto tempo. No momento que a vi lembranças invadiram minha mente. Senti vontade de te-la em meus braços, de beija-la, de pedir perdão por te-la feito se esquecer de nós. Mas ela estava melhor sem mim...

Quem eu estou tentando enganar? Eu sinto algo por Elena. Eu quero ela para mim, mas eu não posso! Eu não a amo. Não mais... Agora estou focado em tirar Katherine da tumba...

Mas Elena ainda consegue fazer meu coração bater de novo! Ela ainda consegue me fazer acreditar... Elena ainda é minha humanidade, ela ainda é a única que pode me salvar... Se eu quisese ser salvo.

Droga Damon! Tire-a da sua cabeça... Você não pode religar seus sentimentos. Você sabe que vai estar se torturando! Esqueça Elena. Mas como esquecer alguém que fez sua existencia valer a pena? Como me esquecer de uma pessoa que fez eu sentir novamente? Não se entregue! Não faça isso!

– O que estava fazendo lá? - Ouvi a voz de Stefan me tirando de meus devaneios. - Por que estava olhando para Elena?

– Não sei! - Falei. Eu realmente não sabia porque tive tanta necessidade de ve-la.

– Por que não a faz se lembrar? Você acha mesmo que acredito que não sente mais nada por Elena? - Stefan começou a se aproximar de mim.

– Acredite no que quiser Stefan! - Falei andando para fora de casa.

– Você não pode simplismente parar de sentir. - Ele falou me seguindo.

– É claro que posso! - Falei. - Eu não preciso disso Stefan... Não preciso de você me dizendo como eu devo seguir minha vida! Eu sei o que eu faço.

Falei e começei a andar sem rumo.

POV (Elena)

(Música: http://www.youtube.com/watch?v=fiy9YB1coMw. My heart will go on)

– Elena? - Ouvi meu nome ser chamado. - Oh Elena... Eu sinto tanto a sua falta! - Ele disse se aproximando de mim.

– Estou sonhado? - Perguntei

– Sim! - Ele falou se aproximando e eu pude ve-lo. Era ele... - Mas você é a única realidade que eu tenho!

– Por que não consigo me lembrar quem você é? - Perguntei.

– Porque é melhor que você não se lembre de mim... Eu pensei que não sentia mais nada Elena! Mas no momento em que eu te vi foi como se eu tivesse voltado a respirar... Você é a única que consegue fazer meu coração bater mais forte e mais lento ao mesmo tempo. - Ele falou. - Não posso esquecer você

– Queria saber porque você não sai de minha mente. - Falei.

– Porque eu ainda existo no seu coração. - Ele disse. - Ainda existe esperança para mim! Você é minha esperança! - Ele falou. - Você é tudo o que eu tenho, mas eu te deixei partir, e eu me arrependo de ter feito isso! - Ele disse. - Me arrependo por não ter dito todos os dias o quanto você é importante para mim, me arrependo pelos os erros que cometi com você, por ter te afastado e feito você acreditar que eu nunca existi... Mas o meu maior erro foi acreditar que eu poderia viver sem você

– Então faça a coisa certa agora! - Falei me aproximando dele. - Eu sinto que você salvou minha vida de todas as formas que um homem pode salvar uma mulher. - Falei sorrindo. - Eu sinto que dentro de mim, você é a única pessoa que fez os momentos virarem lembranças, que fez os segundos virarem eternidade, que fez uma simples palavra virar uma linda canção... Eu sinto que você é a única pessoa que é capaz de fazer meu coração bater mais forte e mais lento, a única pessoa que pode me fazer sentir... O único que existe dentro de mim.

Ele encostou a testa na minha e disse: - eu sempre vou estar aqui pra você eleninha - Damon falou depoisitando um beijo demorado em minha testa. - Sempre!


Abri os olhos e tive a impressão de ve-lo parado na minha frente me olhando. Acendi a luz e percebi que estava sozinha no meu quarto.

"Eu sempre vou estar aqui pra você Eleninha... Sempre!"


POV (Autora)

Elena se sentou na cama lembrando das palávras de Damon em seu sonho e sentiu as lágrimas quentes molharem seu rosto.

– Queria que estivesse aqui agora! - Ela falou em meio a lágrimas.

– Eu estou aqui meu amor! - Damon sussurrou para ele mesmo do lado de fora da casa, ouvindo Elena. - Eu te amo!

Notas finais do capítulo
Snif, snif... Damon finalmente recuperou a conciência. O que será que vai acontecer com nosso casal?




(Cap. 13) Capítulo 13: Close your eyes and remember

Estava me arrumando para a festa do Nathaniel. Era um baile para as familias fundadoras... Eu não queria ir, pois me lembrava de meu pai. Ele estava sempre presente nessas ocasiões. Mas Carol me obrigou a ir junto com ela e Stefan também estaria lá.

Estava pronta para sair quando derrepente um corvo pousa em minha janela. Caminhei até a janela e deixei que ele subisse em minha mão. Fiquei um tempo o olhando e fazendo cafuné nele. O coloquei de volta na janela e fiquei o observando.

– Elena, querida! - Minha Tia entrou no meu quarto. - Vamos!

– A claro eu só... - Olhei para a janela e ele já não estava mais lá... Vi um homem perto de uma árvore me olhando. Eu sempre via aquele mesmo homem ali... Olhando para minha janela... Como se estivesse tomando conta de mim.

– Vamos! - Jenna me chamou mais uma vez e eu assenti. - Carol está lá embaixo. - Ela falou e eu desci logo as escadas.

Caroline estava deslumbrante. Ela usava um vestido roxo e. Eu usava um vestido azul.

Jenna nos chamou para sair de casa e nós fomos para o carro. E novamente ele estava me olhando. Fiquei parada o olhando por um momento e dei um sorriso bobo. Não entendo porque mas eu sempre sorria quando via alguém que se parecesse com o homem do meu sonho.

– Tudo bem? - Bonnie perguntou olhando na mesma direção que eu.

– Sim é só que aquele homem... - Ele havia sumido, assim como o corvo na minha janela. Estava começando a ficar obcecada por um sonho, que eu nem sabia se poderia virar realidade. Mas eu queria sonhar. - Não é nada! - Disse com um sorriso fraco e olhei para a árvore novamente.

Fui a viajem inteira calada, pensando nele... Como alguém que eu nem conhecia podia me dominar tanto? Ele é realmente lindo. Um principe! Será que ele estaria no baile? Só a idéia fez meu coração disparar.

Descemos do carro e meu coração deu uma cambalhota no peito, senti borboletas no estomago, o friu na barriga, a sensação de paz... E o mesmo sorriso bobo nos lábios. Não entendia porque mas meu coração estava disparado, confortável... Eu estava me sentindo bem, e nem sabia o porque...

Entramos na mansão e todos dançavam e bebiam. Jenna foi falar com o prefeito Lockwood e Carol foi falar com Tyler.

– Um minuto da atenção de vocês por favor! - A Sra. Danielle pediu. Nathaniel estava ao lado dela. - Bom queria dizer que é um prazer saber que todos compareceram a nosso baile anual. - Ela disse e todos bateram palmas. - E como tradição nós escolhemos uma valsa antiga. Então escolham seus pares e começem a dançar.

(Música: http://www.youtube.com/watch?v=XF2AlO8cKbE. Ed Sheeran - Give me love)

Estava pronta para ir me sentar quando senti alguém segurar o meu braço.

– Não quero ser inconveniente, mas seria uma honra dançar com você. - Ele disse com os olhos no meu. E meu Deus, meu coração saiu do peito e levou minha respiração junto. Era ele! Era o meu amor, minha alma, o causador do meu sorriso era ele.

Sorri ao ver os olhos dele tão perto dos meus.

Não disse nada apenas assenti e fui dançar com Ele.

Começamos a dançar, como todos no salão. E eu estava tremula, minhas pernas não me obedeciam, minha respiração já não existia, meu coração parava e batia a todo instante. Não sabia o que fazer... Agora entendo porque eu fiquei daquela forma quando entrei aqui.

– É meio obvio mas você está estondeante! - Ele falou enquanto dançavamos ao ritmo da música.

– Obrigada! - Sorri sentindo meu rosto queimar. - Vai me dizer seu nome?

– Sou Damon! - Ele falou sorrindo. - Damon Salvatore!

– Salvatore? - Perguntei o olhando. - Você é parente do Stefan?

– Sou o irmão mais velho dele Elena! - Ele falou.

– Ele não me falou nada! - Falei.

– Não o culpe! - Ele passou a mão pela minha cintura e colou nossos corpos. - Ele é do tipo fechado, E nós não nos damos muito bem! - A voz dele era perfeita. Como a de um anjo... Os olhos brilhavam e... Como ele sabe meu nome? Não importa, o que importa é que eu estou aqui com ele. - Esperei tanto tempo para estar com você de novo!

– Como assim? - Perguntei. Damon me rodou e voltou a colar nossos corpos.

– Preciso te falar algo Elena. - Ele falou. - Preciso que se lembre de mim!

– Como esquecer alguém que não sai de meus pensamentos um só instante? - O olhei nos olhos.

– Posso lhe perguntar algo? - Ele falou com o olhar sério de dor e arrependimento.

Assenti com a cabeça.

– Você vai me amar amanhã? - Ele perguntou

Não sabia o que dizer. Como posso dizer que irei ama-lo se nem ao menos o conheço.

– Sim! - Respondi sem pensar.

– Então feche os olhos... - Ele disse e eu obedeci. Senti a respiração quente de Damon perto do meu ouvido e logo em seguida sua voz rouca ecoar pelo o mesmo. - E se lembre!

(Parar a música).

– Olá. - Ouvi um voz rouca

– Oi. - Falei.

Levantei a cabeça e vi um homem. Ele era alto, e tinha ombros largos, cabelos negros como as asas de corvo, olhos zuis e os lábios dele formavam uma linha reta.

– Você é Elena Gilbert? - Ele me perguntou e eu demorei um pouco para responder.

– É... Eu... Eu sou. - Falei tropeçando nas palavras. - Elena... Elena Gilbert.

– Você está bem Elena?

– Sim. - Falei sem olha-lo nos olhos. - Como sabe o meu nome.

– Eu vim busca-la. - Ele falou sério. - Sou seu guardião.

(...)

– Então... - Me sentei no sofá para poder olha-lo - me conta por que você odeia a Katherine?

– Porque eu à amava. - Deu de ombros

– Você fala do amor como se fosse uma coisa ruim. - Disse.

– É uma coisa ruim! - Falou. - Amor é apenas uma palavra que inventaram para substituir dor e sofrimento.

– Se o amor é verdadeiro não existe sofrimento.. - Eu falei.

Ele se levantou e ficou de frente para mim. Olhou nos meus olhos, passou a mão pelo meu rosto fazendo-me arrepiar.

Um arrepio percorreu minha espinha, livrando-me de meus devaneios, e antes que me desse conta meus lábios estavam colados nos de Damon. E nossas línguas travavam uma batalha sem vencedor.

(...)

Senti suas mãos me envolverem, ele me olhava fixamente. abraçei seu pescoço e finalmente nossos olhares se encontrara. Nós estavámos tão perto um do outro e a cada segundo meu coração batia mais forte... Eu sabia que precisava sair dali. Precisava me livrar daqueles braços que me envolviam e me guiavam, mas era impossivel.

Damon apenas me olhava sem dizer uma palavra, e eu fazia o mesmo. Seu olhar era penetrante e profundo, era misterioso e friu, me prendia totalmente à ele. Eu ficaria ali a vida toda, tentando desvendar os segredos daquela alma pertubada.

Como ele podia ter tanto poder sobre mim? Como ele conseguia fazer eu me sentir desta forma...

Um arrepio se espalhou por todo meu corpo ao sentir a respiração quente dele no meu pescoço.

Damon me puxou para mais perto de si, fazendo nossos corpos se juntarem. O abraei mais forte e senti o cheiro do perfume em seu pescoço que fazia uma combinação perfeita com o meu.

Minhas pernas viraram gelatina quando senti seus lábios no meu pescoço.

Damon voltou a me olhar e então seu rosto começou a mudar.

Ele me soltou e correu para fora. Fui atrás dele mas não o encontrei. O que estava havendo? O que aconteceu com o rosto de Damon?

Começei a caminhar mais depressa até chegar ao portão. Sai e olhei para os lados para ver se encontrava Damon.

Resolvi ir para casa. O que aconteceu? Essa era a pergunta que não saia de minha mente...

Estava na frente da praa quando ouvi um grito extrondante.

Começei a correr em direção ao grito, e logo me deparei com um homem. Ele segurava a garota e eu pudi ver o sangue escorrer de seu pescoço.

O homem levantou o olhar até mim, eu eu encontrei um par de olhos azuis. Senti meus olhos arderem e as lágrimas quentes comearem à descer pelo meu rosto. Levantei minhas mãos até a boca tentando não acreditar no que havia visto.

Ele começou a andar em minha direção e eu dei passos para trás, mas parei. Eu sabia que deveria correr mais minhas pernas não me obedeciam. Por algum motivo eu não conseguia correr dele.

Damon limpou a boca com a manga da blusa.

– O que você é?

– Vampiro. - Ele disse cruzando os braços. - Você está com medo?

(...)

– Eu vou... - Falei tentando não chorar, mas fora impossivel. Principalmente quando me lembrei de Damon matando aquela garota. Tirando à vida dela. Tirando minha alma, meu coração.

Minha voz falhava e eu estava tremula. Subi as escadas sentindo uma dor enorme no peito, que se espalhava pelo meu corpo. Sentia a dor viscerál me destruindo. Subi as escadas segurando no corrimão para não cair. Cheguei no corredor e começei a andar mais depressa, e parecia que à cada passo que eu dava o corredor ficava maior.

Cheguei ao quarto e fui deslizando pela porta. Não aguentava mais aquela dor dominando tudo em mim, se espalhando pelo meu corpo a cada segundo mais forte.

As lágrimas desciam pelo o meu rosto. Eu fechei os olhos e me lembrei de algumas coisas. Ele sofreu um acidente de carro e morreu... O corpo dele não tinha sangue... Bonnie foi para a casa do pai, parece que alguém foi atacado por um animal... Quantos anos você tem? Sou mais velho do que você, isso eu garanto. O que você é? Sou um vampiro... A cena daquela garota morta não saia da minha mente. O cheiro do sangue dela na boca de Damon... Damon, meu coração se apertava mais quando pensava nele.

– Elena? - Damon entrou no quarto. - Tudo bem?

– Não. - Falei rouca. - Você é um...Vampiro. - Falei rindo de minhas próprias palavras.

– Elena eu nunca machucaria você. - Ele falou se aproximando mas eu me afastei. - Elena por favor. - Ele tentou novamente e eu fui para trás.

– Eu vi o que você fez com aquela garota. - Falei me lembrando daquela cena. - Você à matou aquela garota. - As palávras sairam como um ácido.

– Não fale isso. - Ele pediu. - Eu não faria nada que te machucasse.

– Você é um monstro. - As palávras sairam com ácido. - Mas eu não consigo correr pra longe de você... Nos últimos dias eu fui egoista comigo mesma Damon, porque eu queria estar ao seu lado. Porque eu sinto alguma coisa por você. - Confessei. - Mas eu não posso fazer isso. Adeus Damon.

(...)





– Eu nunca pensei que diria isso. - Falou quando eu abri os olhos. - Eu nunca pensei que haveria você.

Falou acariciando minha face. Me sentia ligado à ele de alguma forma. Não conseguia me afastar dele. - De alguma forma vou te provar que você é meu céu noturno. - Falou em um sussurro.

– Não me prove nada. - Eu disse com a voz fraca. - Seus olhos são tão azuis. - Sussurrei. - Sou capaz de me perder fácilmente só de olha-los.

Ficamos nos olhando. Nos conhecendo. Não precisava de palavras para decifra-lo, eu entendia o olhar dele.

– Quero te dar doces palavras. - Falou. - Quero você Elena.

– Tudo o que você diz é sagrado para mim. - Eu faloi com os olhos nos dele. - Prometa que sempre estará comigo?

– Você não precisa perguntar! - Falou acabando com nossa distância. - Você sabe que você é a razão pela qual eu vivo?

– Você sabe que eu morreria para te segurar, para ficar com você? - Eu falei sorrindo. - De alguma forma vou te mostrar que você é meu céu noturno!

(...)




– Quero que você esqueça que me conheçeu e que um dia eu fiz parte da sua vida. - Ele falou deixando uma lágrima descer. - Quero que esqueça que conversamos e nos apaixonamos. Que esqueça que eu disse que eu te amo. - Ele falou sentindo a dor daquelas palávras. - Quero que se esqueça o que eu sou. Esqueça que você é a razão da minha existência, e que eu vou te amar incondicionalmente acima de qualquer coisa, até seu coraão parar de bater... Ou até mais além do que isso... Tudo o que sabe é que seus pais morreram e sua tia Jenna veio cuidar de você. - Ele falou sem conseguir segurar as lágrimas. - Você vai acordar amanhã de manhã e vai se lembrar dessa noite como um sonho... Um sonho no qual você conheçeu um cara. Vocês conversaram e se apaixonaram... Mas o sol nasceu e você precisou abrir os olhos. E a última coisa que ele te disse antes de acordar... - Damon já deixava as lágrimas cairem descontroladamente. Ele deu um beijo na testa de Elena e violtou a olha-la nos olhos. - Eu vou estar aqui quando você acordar. E vou estar do seu lado quando você fechar os olhos. Eu vou estar aqui para te amar eternamente... Eu sempre vou estar aqui para você Elena. Mas agora eu preciso dexa-la viver... Preciso deixar que se levante sozinha. Você só vai se lembrar de tudo o que aconteceu quando eu disser que pode se lembrar.

(Fim)

– Me perdoe Elena!


Notas finais do capítulo
Nossaa... O clima tá TENSOOOOOOO... Comentários?




(Cap. 14) Capítulo 14: I'm Sorry

Notas do capítulo
Dois seguidos, pke eu amul vxês! XD

(Música: http://www.youtube.com/watch?v=5YXVMCHG-Nk. The Blower's Daughter - Damien Rice)

– Fica longe longe de mim! - Falei e começei a me afastar.

Sai correndo o mais rápido que eu conseguia. Como ele teve coragem de fazer isso? Como ele pode me fazer esquecer.

– Elena...

– FICA LONGE DE MIM! - Gritei me virando para ele. - Como você pode? Depois de tudo? Como teve coragem de me fazer esquecer Damon? - Não aguentei mais e deixei as lágrimas descerem. - Como teve coragem de me fazer esquecer você? De me fazer acreditar que você nunca existiu? Como pode me abandonar... - Me aproximei dele. - Você não é diferente do que eu pensei que você fosse...

– Elena por favor... - Ele disse. - Eu estava tentando te proteger da Katherine. Eu fiz isso porque pela primeira vez na vida eu tive medo! Elena eu te...

– Não fala isso! - Gritei. - Você não sabe o que essa palávra significa! Você é um monstro sem coração, sem humanidade... - Falei cuspindo as palávras. - EU TE ODEIO. - Damon me olhou com um olhar de dor. - Você não tinha o direito... Você acabou com tudo o que nós contruimos Damon.

– Você me odeia? - Ele se aproximou de mim. - Eu entendo que você tenha mil motivos para me odiar Elena... Eu entendo que não tinha o direito de fazer o que eu fiz... E mesmo assim eu fiz! Eu fiz porque eu fui egoista... Porque, eu não poderia conviver com idéia de viver sem você... Mas mesmo assim eu acabei fazendo a escolha errada de novo.

– Você poderia ter feito a escolha certa... Mas você só pensa em si mesmo...

– LEMBRA DO MOTIVO PELO O QUAL EU FIZ ISSO ELENA? LEMBRA QUE A KATHERINE TENTOU MATAR VOCÊ, PORQUE VOCÊ ESTAVA COMIGO? - Ele falou se aproximando mais de mim. - Fazer você esquecer era a única maneira que eu tinha de não voltar correndo pra você... Por que eu sabia que você nunca iria me perdoar, e eu tentei conviver com isso... Eu tentei desligar meus sentimentos, porque se eu me deixase sentir tudo o que sentiria era dor.

– Você é um monstro! - Falei sentindo a dor daquelas palávras. - Eu quero você fora da minha vida.

– Eu sai da sua vida no momento em que eu fiz você me esquecer. - Damon falou e saiu andando para longe de mim.

Fui para a casa e quando cheguei subi para meu quarto e deixei as lágrimas descerem... Não conseguia acreditar. Por isso estava sonhado com ele, por isso ele não saia da minha cabeça. Mas a pior parte é que eu não conseguia sentir raiva dele... E é isso que me machuca! Eu preciso do Damon comigo, mas eu não consigo perdoa-lo. Não depois do que ele me fez, não depois do que ele me fez! Damon dizia que me amava, mas ele nem sabe o que é amor. Damon não é humano. Ele é um monstro.

(Parar a música)

POV (Damon)

(Música: http://www.youtube.com/watch?v=85ULTtbgNQ8&feature=related. Andrew Belle - In my Veins)

"Você é um monstro!"

Essas palávras doiam tanto em mim. Ela disse que me odeia, e que me queria fora da vida dela... E eu faria isso.

Elena foi minha salvação durante muito tempo, mas agora ela era apenas uma lembrança... Ou talvez eu quisesse que fosse uma lembrança. Mas Elena é mais do que isso, ela é minha vida. Ela faz o meu mundo girar. Elena é a única capaz de trazer minha humanidade de volta. Porque eu tenho que ama-la tanto? Porque Elena entrou na minha vida dessa forma?

Eu não poderia conviver com isso. Não consegueria. Não agora! Por tanto tempo eu fugi desse sentimento mas como esquecer alguém que fez você se sentir vivo, depois de tantos anos?

Ela era a minha esperança, e tudo o que me restou de Elena foram as Lembranças. Lembranças de momentos que eu vivi com ela. De sensações que só ela me fazia sentir.

– O que está havendo Damon? - Stefan perguntou.

– Stefan! - Falei me levantando e o olhando. - Me faça esquecer?

POV (Elena)

Estava a horas chorando e lembrando de todos os momentos que vivi com Damon. Eu simplesmente não conseguia odia-lo. Não conseguia ter raiva dele. Damon era quem eu amava, sempre seria... Não acredito que fui tão dura com ele. Mas o que ele fez não tem perdão... Ou tem? Acho que eu passei tanto tempo me convencendo de que não posso perdoa-lo que eu já me esqueci o motivo pelo o qual estava com raiva dele. Damon era o meu amor. Mas é melhor que eu fique longe dele. É melhor eu tentar esquece-lo.

– Esqueci de te dizer algo! - Olhei para frente e Damon estava parado em frente minha janela. Me levantei e o olhei.

– O que quer aqui? - Falei seca.

– Fazer uma coisa que deveria ter feito a muito tempo. - Damon falou e antes que eu pudesse questiona-lo Damon avançou e tomou meus lábios para um beijo.

Notas finais do capítulo
E ai?? Reviews?




(Cap. 15) Capítulo 15: Solo in quel momento mio

Notas do capítulo
A pedido de uma fã a Maya Cullen, vou postar mais um capitulo!

"Querido diário!

Já se passou uma semana desde que Damon fez-me lembrar de tudo! Ele havia me beijado mas o afastei. Nós terminamos, Damon pareceu entender minha escolha! Ele sabe que o que fez foi errado e que eu não sei se consigo perdoa-lo por isso.

Estava me aproximando mais de Stefan! Ele estava sendo um ótimo amigo. Mas eu realmente não sei quais são os sentimentos que tenho por ele!

Ainda continuo sonhando com Damon, lembrando dele, sentindo falta e acima de tudo o amando cada dia mais! Sei que deveria deixar isso de lado e seguir em frente, mas é mais dificil do que você possa pensar! Damon escolheu apagar nossa história. E no momento eu não estava disposta a reescreve-la."

Elena se levantou e foi tomar um banho. Ela pensava em Damon, na primeira e última noite que passou junto com ele, nos momentos... Elena não conseguia, não podia deixar de amá-lo, e quando ela procurava motivos para esquece-lo, ela encontrava as razões pela a qual se apaixonou por ele.

Estar aqui com você tão perto de mim. É dificil lutar contra esses sentimentos, quando eu sinto que é tão dificil respirar. Presa nesse momento, presa no seu sorriso...


Pelo o jeito que ele a surpreende, pelo o sorriso, o jeito protetor, o jeito irônico, o senso de humor, os olhos azuis no qual ela se perdia e tornava sua imensidão.

Elena ficou horas pensando em como iria conseguir resistir a esse amor!

Ela se enrolou em uma toalha e saiu do banheiro.

– Você pode pegar um resfriado Eleninha! - Elena deu um pulo e depois ficou estática olhando para a imagem de Damon deitado em sua cama com as pernas cruzadas.

– O que faz aqui? - Elena pergunta sentindo seu rosto corar.

– A bruxinha falou que teve um sonho estranho e disse pra ficar aqui! - Damon falou e logo depois abriu um sorriso safado. - E você vestida assim me dá uma boa idéia de diversão!

– Damon! - Elena o repreende ficando mais corada.

– Sabe desde que eu entrei no quarto fiquei imaginando o momento em que essa toalha iria cair! - Ele falou sorrindo sedutor. Elena estava quase pulando em cima dele. - Iria ser tão... Tão... Sexy!

Elena estava torcendo para que um buraco se abrisse no chão para que ela podesse entrar. - Pare com isso Damon! - Ela pediu.

– Se você continuar me provocando assim! - Ele falou e Elena se deu conta de que ainda estava de toalha! Ela correu, pegou uma roupa e voltou para o banheiro.

Damon ficou-a observando com um sorriso sarcástico! Ele sabia como provoca-la!

Damon continuou ali deitado olhando para o teto, pensando em Elena e em como esses dias sem ela estavam sendo dificeis! Mas Damon não demonstrava isso. Ele estava sendo forte na frente de Elena, estava sendo o Bad Boy, o irmão malvado... Damon não conseguia ser diferente, ele era assim! Foi assim que Elena o conheceu. E mais uma vez Elena está em sua mente o mostrando o quanto é dificil perder.

Ninguém sabe como é. Ser o cara malvado, ser o cara triste... Por trás dos olhos azuis...

Damon, queria afastar as pessoas dele, ele queria estár sozinho estar com ninguém que não fosse Elena... Mas e dai? Quem realmente se importa? Quantas pessoas o perguntaram se ele estava bem, e quantas pessoas realmente se importaram com a resposta? O que iria adiantar ser o herói se as pessoas só o viam como o volão, o irmão obcecado pela a vampira presa na tumba. Mas ele era diferente, ele tinha sentimentos... Mas ele preferia não mostra-lo e não ser a expectava de uma pessoa boa! De uma pessoa como Elena...

– Prefiro você só de toalha! - Ele falou a olhando de cima a baixo com um sorriso pervertido nos lábios! - É mais divertido aprecia-la!

Elena olhou para o chão sentindo seu rosto ferver.

– Você fica mais linda quando cora! - Damon falou sorrindo. Elena levantou a cabeça e Damon estava parado a sua frente a fitando. - Quando sorri boba! Quando fica timida! - Damon falava sorrindo e com um brilho diferente nos olhos. - Você é tão minha Elena! - Ele acaricou-lhe a face. - Você é só minha!

– Damon sua proximidade é perigosa! - Ela falou se afastando.

– Eu gosto de perigo Eleninha. - Ele falou sorrindo malicioso

Elena o olha nos olhos e...

– Me possua Salvatore! - Elena pula no colo de Damon e ele a joga na cama.

– Elena! Senti tanto sua falta. - Damon falava enquanto ela arrancava sua blusa e beijava toda a extenção de sua barriga. - Ah mi amore... Oh mia piccola. Elena! Oh Elena...

– Hey Elena! - Damon falava estralando os dedos na frente da moça. - Acorda! Você ouviu alguma coisa que eu te disse?

– Eu não quero ouvir nada de você Damon! - Elena falou seria. - Cala a sua boca com a minha!


(Música: http://www.youtube.com/watch?v=xjEGBoZNg34. Plumb - Cut)

Damon pegou Elena com delicadeza e a colocou na cama. Ele acariciou a face dela e sorriu. Damon se sentou na cama e ficou a olhando por um momento. Se deslumbrando com a beleza da garota. Damon a beijou docemente. Um beijo ardente, cheio de amor, de paixão, cheio de desejo... O desejo que os dois possuiam um pelo o outro, um desejo que ardia como uma chama acesa, que cortava como uma lamina. Um amor capaz de perdoar, de curar, de fazer bem... Capaz de esquecer qualquer erro. Elena não poderia mais respirar sem Damon ao lado dela, ela estava disposta a se esquecer de tudo o que aconteceu, estava disposta a arriscar tudo outra vez, porque ela só seria feliz se arriscase.

Damon parou de beija-la quando o ar lhes foi nessesário e começou uma trilha no pescoço e colo da garota. Damon colocou a mão na barriga de Elena e foi subindo. Elena levantou os braços para que ele conseguise tirar a blusa. Elena sorriu lembrando de sua primeira vez com Damon, se lembrando de tudo o que aconteceu naquela noite e só agora se deu conta do que ele havia feito. Damon estava cuidando dela. Mesmo que ele tenha a feito se esquecer ele estava lá, o tempo todo. Ela o beijou profundamente. - Agora eu entendo Damon. - Ela falou nos lábios dele, Damon não falou nada apenas retribuiu o beijo com mais urgencia, com mais luxúria... Damon beijou o vão entre os seios de Elena, ele passou a mão ainda por cima do sutiãn e apertou. Elena arfou. Elena tirou a camisa de Damon com sua ajuda. Ela ficou o observando por alguns instantes. O rosto de Damon começou a se transformar e ele virou o rosto. - Não se esconda de mim! - Ela pediu fazendo ele olha-la. Elena passou a ponta dos dedos pelo o rosto de Damon e ele começou a voltar ao normal. Damon beijou o pescoço de Elena e o colo. Desceu para os seios aonde os chupou e masageou. Damon abocanhou um seio de Elena enquanto massageava o outro. Ele fez uma trilha de beijos, mordidas e lambidas por toda a barriga de Elena. Ele desabotoou a calça dela e a tirou devagar. Damon voltou a beijar a boca de Elena e suas línguas travavam uma batalha deliciosa. Damon caminhava com a mão pelo o corpo de Elena, o conhecendo e gravando cada pedaço dele. Ele chegou até sua intimidade e massageou ainda por cima da calcinha. - Ahhh. - Elena gemeu nos lábios de Damon que sorriu ao ver a humidade de Elena. Damon abaixou a calcinha de Elena e massageou seu clitoris. - Damooon. - Elena gemeu seu nome o deixando mais exitado. Damon a penetrou com dois dedos e Elena jogou a cabeça para trás gemendo alto. - AAH DAMOOOON! - Ela gemeu.

Damon tirou a calça e a boxer e se posicionou no meio das pernas de Elena. Elena sentia o membro de Damon roçando contra seu sexo e isso a deixava louca. - Io amo il mio piccolo ... Tu sei tutto quello che serve– Damon falou. - Solo in quel momento mio. - Damon a penetrou devagar. Elena mordeu o ombro de Damon e arranhou as costas dele. - Aaah. - Damon gemeu rouco no ouvido de Elena. Damon começou a acelerar o ritmo. - AAAAH DAMOOON! - Elena gritava seu nome a cada estocada mais profunda. Damon afundou a cabeça no vão entre o pescoço e colo de Elena e gemeu rouco. - Aaah Elena... - Elena jogou a cabeça para trás e se agarrou nos lençois da cama. Damon beijou o pescoço de Elena e em seguida cravou suas presas naquela região. Elena soltou um gritinho de dor que logo depois foi substituida por puro prazer. Elena agarrou os cabelos de Damon, e arranhou as costas dele com força. - Ahh. Eu te amo tanto Elena! - Ele falou parando de tomar seu sangue. Damon foi diminuindo o ritmo quando sentiu que estava perto de atingir seu ápice. Eles chegaram ao climax juntos. Damon caiu axausto na cama ao lado de Elena e a puxou para si.

Elena deitou no peito de Damon e sorriu boba. - Senti falta disso! - Ela falou e olhou para cima. - De você... De nós!

Damon sorriu e deu um beijo no topo da cabeça de Elena. - Então... - Damon olhou para Elena. - Agente voltou? - Ele perguntou e Elena rolou os olhos. - Isso foi um não? - Ele perguntou sorrindo e beijando as bochechas de Elena. - Porque se for, eu vou te castigar mocinha!

Elena gargalhou e inclinou a cabeça para trás enquanto Damon a fazia cocegas! - Para Damon! - Elena pediu quase sem ar. - DAAAM! - Ela gargalhava e tentava fugir mas Damon a prendia em seus braços. - Mooo!

Damon parou e olhou para ela. Elena fez um biquinho e uma carinha de criança. - Mô! - Elena falou toda manhosa e Damon riu.

– O que? - Ele perguntou acariciando o rosto dela.

– Você me ama? - Ela perguntou e Damon a olhou incrédulo.

– Isso é pergunta que se faça Sra. Gilbert? - Ele perguntou sorrindo. - É lógico que eu te amo!

– Então por que ainda não disse "Eu te amo"? - Ela perguntou com uma voz de criança.

– Eu te amo! - Ele falou olhando nos olhos dela.

– Eu também te amo! - Ela falou e voltou a se aconchegar nos braços dele. - Muito!

Elena sussurrou e fechou os olhos. - Mô pega àgua pra mim? - Ela pediu.

– Claro! - Ele falou se levantando e vestindo a roupa. Damon procurou pela a camisa e Elena estava colocando-a! - Hey! - Ele falou olhando para ela.

– Tia Jenna não tá em casa, então pode ficar sem camisa! - Ela falou e voltou a se deitar.

Damon saiu do quarto e voltou alguns segundos depois com o copo de àgua da Elena. - Obrigada meu amor! - Ela falou dando um selinho em damon. Elena bebeu a água e entregou o copo para Damon que colocou em cima da mesinha e voltou a se deitar ao lado de Elena.

– Boa noite pequena! - Ele falou dando um beijo na testa de Elena.

– Boa noite mô! - Ela falou e Damon sorriu.

Notas finais do capítulo
ALELUIAAAAAA! FINALMENTE ELES SE ENTENDERAM! Espero que gostem do capitulo e deixem reviews minhas divas! Amul vocês e bjo até a proximo capitulo.
Boa Leitura!
xoxo




(Cap. 16) Capítulo 16: Blood and Chocolate

Notas do capítulo
Péssima má noticia gatotas... A fic tá no final... Não percam as últimas semanas de Running Away To Save Your Life, e antes que vocês pirem sim vai ter segunda, terceira e quarta temporada... Em relação a terceira e quarta ainda não mas a segunda é certeza.

Eu estava ali. Nos braços dela, nos braços da mulher que eu amo! Nada nunca vai conseguir tirar isso de mim, essa sensação de paz, essa alegria, essa humanidade que eu só consigo ao lado dela. Talvez ainda não seja tarde de mais para mim, para reescrever o que eu apaguei, talvez de tempo de ser feliz... Ser feliz com a minha Elena. A minha garota.

Ela estava tão linda dormindo, parece até um anjo aos olhos de quem vê! Meu anjo, meu paraiso.

Elena abriu os olhos e olhou para mim. Ela sorriu e me deu um selinho.

– Nunca me senti tão vivo! - Falei sorrindo

– E eu nunca me senti tão feliz! - Ela disse.

– Se fosse pra resumir minha vida em momentos felizes, resumiria no dia em que te conheci... Porque foi quando eu começei a viver! - Falei me lembrando da primeira vez que olhei naqueles olhos chocolate. Ela era tão pequena, tão delicada e perfeita, e eu já a amava desde então. - Você foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida pequena!

– E você na minha! - Elena se levantou e ficou de frente para mim. - Você é tudo o que eu preciso. - Elena se sentou no meu colo e entrelaçou as mãos em meus cabelos. - Eu te amo meu amor! - Ela me deu vários selinhos

– Eu também te amo minha bebê. - Nos virei na cama e fiquei por cima. - Te amo mais que tudo.

– Apósto que eu te amo mais! - Ela falou em um tom debochado.

– Huumm. - Falei com o rosto no vão entre seu pescoço e colo.

– Tenho coisas a fazer mô! - Ela falou manhosa. - Você não quer que eu me atrase para a escola não é? - Ela puxou minha cabeça para poder olhar para ela. - Eu realmente preciso...

A beijei antes que pudesse terminar o que iria dizer. - E se eu disser que quero? - Perguntei colocando a mão dentro de "sua" blusa e apertando seus seios.

– Eu realmente preciso ir Dam! - Falou tirando minha mão e nos virando na cama, ficando por cima de mim. - Eu te recompenso mais tarde! - Me deu um selinho e saiu.

Tirei minhas roupas e entrei no banheiro. Liguei o chuveiro e tomei um banho quente. Fiquei um bom tempo cantarolando e lembrando da nossa noite de ontem. Sai do banheiro e Elena já estava arrumada para ir para a escola. - Vamos? - Perguntei assim que terminei de me vestir. Elena se levantou da cama e caminhou até mim. Entrelaçei minha mão na dela e descemos as escadas. Abri a porta do carro para que ela entrasse e depois fui para o banco do motorista. - O que foi princesa? - Perguntei estranhando o silêncio de Elena.

– Nada, é só que eu... Eu não entendo. - Falou olhando para os pés. - Por que eu e Katherine somos parecidas? - Ela perguntou olhando para mim.

– Melhor falar-mos sobre isso uma outra hora amor! - Falei tentando prolongar essa conversa. Elena não precisava de mais uma bomba. Não agora... Melhor deixar para falar sobre Katherine mais tarde. Quando Elena estiver melhor.

– Eu não quero falar sobre isso depois Damon! - Falou olhando para mim. Elena era decidida. Quando ela bota algo na cabeça não tem nada o que fazer... Mas eu não posso falar sobre isso com ela agora não. Observei que já haviamos chegado na frente da escola de Elena. - Por que eu sou parecida com ela?

– Elena... - A olhei sério.

– Por que Damon? - Ela repetiu a pergunta. - Foi por isso que você veio atrás de mim? Porque nós duas somos identicas? - Elena perguntou e eu fiquei calado. - Ótimo saber disso!

Elena saiu do carro e começou a caminhar em passos longos. Sai do carro e fui atrás dela. - Elena! - A gritei mas Elena continuou andando. A puxei pelo o braço e colei nossos corpos fazendo-a me encarar. - Eu vim atrás de você porque eu te amo, e você é a coisa mais importante da minha vida... - Falei. Elena virou o rosto e eu o virei de volta para mim. - Você pode se parecer com a Ketherine, mas por dentro são totalmente diferentes.

Elena olhou para o chão, se soltou de meus braços e saiu andando. Ela parou no meio do caminho, voltou e me abraçou. - Eu te amo! - Falou escondendo a cabeça em meu peito.

– Também te amo!

– Mas eu não quero segredos entre nós Damon... Não se isso for fazer eu me afastar de você! - Elena falou. - Eu preciso saber, eu tenho esse direito.

– É claro que tem princesa! - Mas não agora okay! Outra hora conversamos sobre isso. - Falei e dei um beijo longo em sua testa. - Agora vá para a aula.

POV (Elena)

Sai dos braços de Damon e fui para a sala de aula. Damon tá escondendo algo. Por que ele não me diz logo de uma vez? Por que sou tão parecida com ela? Damon vai ter que me explicar isso.

Aliás tem muita coisa que ele tem que me explicar.

(...)

Sai da escola e fui direto para a mansão salvatore. Toquei a campainha e quem atendeu foi Stefan.

– Oi Elena! - Falou com um sorriso.

– Oi... O Damon está? - Perguntei já entrando. Damon estava sentado no sofá com um copo de Wiskey.

– O que está fazendo aqui? Não deveria estár na escola? - Perguntou me olhando.

– Sai mais cedo... Você falou que iriamos conversar mais tarde, estou aqui para isso.

– Elena não começe com isso de novo. - Falou se levantando.

– Me diz Damon. Por que sou parecida com ela? Por que sou igual a Katherine? - Perguntei decidida.

– Vamos conversar sobre isso uma outra hora...

– Não Damon! Eu quero respostas agora... Por que me pareço com ela? - Perguntei novamente. - Se você não responder eu vou atrás dela mesma para saber o que eu quero Damon.

– Não se atreva a ir atrás da Katherine Elena! - Falou apontando o dedo para mim.

– Então fala! Me diz o que eu quero saber.

– Você é uma cópia Elena... A última duplicata Petrova. - Falou olhando para mim... Mas pera ai Cópia?

– Como assim cópia?

– Você é a última geração das duplicatas Petrova. E isso já te coloca em perigo de todas as formas possiveis. Você se parece com ela porque... Elena você é adotada!

O que? Pera ai... O QUE? Como assim eu sou adotada. Sou parente de Katherine é isso que ele tá querendo dizer?

– C-como assim? - Perguntei me sentando no sofá. - Você falou que estava lá quando eu nasci... Estava com a Miranda.

– Eu menti... Seu pai tinha acabado de morrer, você não precisava de uma bomba dessa nas mãos. - Falou me olhando com compaixão. - Eu não queria que você sofresse mais do que já estava.

Não aguentei mais e desabei em lágrimas. Logo senti os braços de Damon me envolvendo em um abraço apertado. - Eu não posso acreditar Damon... Minha vida enteira foi baseada em uma mentira.

– Não fala isso meu amor... Não é verdade.

– Como a miranda morreu? - Perguntei me lembrando que ela não havia morrido em meu parto, já que não teve um.

– Foi morta por um vampiro. - Falou. - E antes que me acuse de assassino não foi eu.

– Eu sei que não foi você. - Falei sorrindo fraco. - E quem é minha mãe verdadeira?

– Isobel! - Falou olhando para as próprias mãos. - Ela me procurou a alguns anos, e eu a transformei em vampira. Depois disso eu nunca mais tive noticias sobre ela.

Me apertei mais a Damon, e começei a processar tudo que Damon havia me contado.

Depois de algumas horas assim Damon me levou para a casa.

– Tem certeza que não quer que eu fique? - Perguntou quando chegamos na entrada de minha casa.

– Tenho... Eu vou tomar um banho e tentar dormir um pouco. - Falei e o abraçei. - Te amo.

– Também te amo pequena... Qualquer coisa me liga.

– Ligo sim! - Falei e entrei em casa.

Ouvi a voz de Jenna e outra voz masculina vindo da cozinha. Caminhei até lá e congelei assim que adentrei o local. Minhas pernas vacilaram e minha respiração falhou.

– Jeremy!

Notas finais do capítulo
Capitulo pequeno, semana que vem tem mais.
Deixem reviews




(Cap. 17) Capítulo 17: My Life

Notas do capítulo
Voltyy!! Espero que gostem, capitulo pequeno mas vou tentar recompensa-las na próxima
Boa leitura!
xoxo

POV (Elena)


– Jeremy? - Falei espantada. Até porque não havia como ficar normal com aquela situação.


– Oi Elena! - Falou me apertando em seus braços. - Senti sua falta mana.


– O que faz aqui? Jeremy... - Tentei falar mas a única coisa que conseguia pensar direito era em abraça-lo. - O meu Deus Jer. Pensei que nunca mais fosse ve-lo.


– Deculpe Elena... Eu deveria ter voltado antes... Eu fiquei sabendo sobre o acidente, e te deixei sozinha aqui. - Falou me abraçando novamente. - Desculpe.


– tudo bem Jeremy. Mas me diga porque você voltou? - Perguntei olhando para ele.


– Bom eu estou atrasada... Jeremy estou feliz que tenha aparecido, e Elena... Depois nós vamos conversar. - Jenna saiu e ficamos só eu e Jeremy.


– Diga, por que voltou? - Perguntei novamente.


– Porque eu tenho um aviso para te dar. - Falou. - Klaus quer a duplicata.


POV (Damon).


Estava na sala lendo um jornal e com um copo de Whiskey na mão. - O que quer? - Perguntei sem tirar a atenção do jornal. - Não me diga que os animais da floresta estão te caçando e você quer ajuda para salvar sua vida.


– Preciso te contar uma coisa. - Falou e se sentou na minha frente.


– Eu não quero saber sobre sua vida Stefan. - Falei.


– Damon... Eu à amo? - Falou.


– Quem? - Fiz de desentendido.


– Elena Damon, eu a amo! - Repetiu a frase e eu fiquei mudo olhando para o jornal.


– Eu também a amo. - Falei olhando para ele. - E sei que ela sente algo por você.


– E o que pretende fazer? - Stefan pergunta.


– Pretendo deixa-la escolher... Não quero ficar no meio de vocês dois mas também não quero perde-la... Hoje mesmo vou falar com ela. - Expliquei para Stefan.


– Então você vai pedir um tempo? - Perguntou.


– Tempo é um apelido carinhoso para terminar. - Falei sarcástico. - Não vou pedir um tempo Stefan, eu tenho amor próprio.


Coloquei o jornal em cima da mesa e completei outro copo de Whiskey. Logo em seguida a campainha toca, e Elena entra.


– O que houve? - Stefan perguntou.


– Damon... O que você sabe sobre Klaus? - Perguntou e eu a olhei confuso, e depois olhei para Stefan.


– Quem? - Perguntei.


– Meu irmão, apareceu em casa dizendo que tinha uma mensagem para mim. Klaus quer a duplicata. Eu sou a duplicata, e por algum motivo Klaus está vindo atrás de mim.


– E o que mais ele disse? - Stefan perguntou.


– Que a maldição será quebrada. E uma nova era... - Fechou os olhos e colocou a mão na cabeça. - Não me lembro bem. mas pelo o que Jer me falou ele não é coisa boa.


– Jeremy foi ipnotizado? - Perguntei olhando para Stefan. - Conhece alguém que saiba alguma coisa sobre esse tal Klaus?


– Não... Nunca ouvi falar nele. E não conheço alguém, ou algum vampiro que tenha conhecido. - Falou pensativo.


– A bruxinha pode saber alguma coisa. - Falei lembrando da Bennet.


– Que? - Elena perguntou olhando para Stefan.


– Tem umas coisas que você precisa saber. - Stefan falou. - Elena Damon não contou tudo para você.


– A é. Esqueci de avisar que sua amiga Bonnie gosta de voar na vassoura mágica. - Falei sarcástico.


– Que? - Perguntou.


– Bonnie é uma bruxa. - Stefan falou. - Vou ligar para ela pra ver se ela sabe sobre alguma coisa.


Stefan me encarou e eu balancei a cabeça afirmamente. - Elena temos que conversar. - Falei e ela me encarou.


– Sobre o que? - Falou em um suspiro.


– Sobre Stefan. - Elena me olhou confusa. - O que sente por ele Elena?


– Certeza que quer falar sobre isso? - Perguntou me olhando séria.


– Sim... Me diga o que sente por ele?


– Eu não sei... Estou confusa. - Falou olhando para as próprias mãos. - Eu tenho um sentimento por ele, só não sei o que é.


– Eu conversei com o Stefan mais cedo. - Falei. - E eu acho melhor agente terminr.


– O que? - Se levantou e ficou me encarando.


Suspirei, e me levantei.


– Damon... Não, de novo não!


– Elena... Eu quero que você descubra o que sente por ele, e isso nunca vai acontecer enquanto nós dois estivermos juntos okay? - Acariciei os cabelos dela. - Eu quero te deixar livre para escolher Elena... Eu vou estar aqui quando você precisar de mim okay? Eu só não sei se é o momento certo para nós continuarmos juntos. - Falei e Elena pareceu entender.


– Okay... Eu acho que entendo. - Falou e caminhou até a porta. Elena parou voltou e me beijou.


– O que é isso? - perguntei gargalhando.


– Eu só... Te amo! - Falou sorrindo e saiu.

Sai e Stefan estava sentado no sofá.


– Conseguiu falar com a Bonnie? - Perguntei e Satefan assentiu.


– Nada! - Bufou.


– Melhor eu ir embora. - Elena se levantou. - Se vocês souberem de algo por favor...


– Pode deixar! - Stefan a cortou e Elena sorriu. - Cuidado!


Elena assentiu e foi embora.


POV (Elena).


Falei para os Salvatore que iria para casa. Entrei no carro e começei a dirigir. Damon terminou comigo hoje, não fiquei magoada, na verdade eu realmente preciso pensar, mesmo sabendo que no final sempre seria ele.


Stefan estava mechendo comigo. Eu amo o Damon, não tenho e nunca tive dúvidas disso, mas preciso saber sobre os meu sentimentos por Stefan. Preciso saber se Damon é realmente o único que existe dentro de mim. Talvez Stefan mereceçe uma chanse, ele realmente mexe comigo de uma forma que eu não posso explicar, ele me alegra, e me entende. Stefan me acalma e me faz sentir segura. Já o Damon me desafia e me faz querer arriscar e correr perigo, ele é friu e duro como uma rocha. Stefan é doce e gentil. Damon é sárcastico e deboxado. Os dois são diferentes mais juntos daria um homer perfeito.


Eu preciso pensar bem antes de fazer qualquer escolha. Antes de me arrepender. Não posso escolher Stefan porque amo Damon, e não posso escolher Damon porque não quero perder Stefan. Eu os amo de uma forma diferente!


parei o carro e desci. Fiquei indecisa se eu entrava ou dava meia volta e ia para casa. Mas não. Eu preciso saber! Se esse Klaus for mesmo tãom perigoso quanto estou pensando não sou só eu que corro perigo!

Entrei dentro da mata e caminhei um pouco até chegar aonde queria. Entrei e olhei para ops lados esperando algum sinal de vida.

– Não é muito inteligente da sua parte aparecer por aqui!

– Katherine!

Notas finais do capítulo
Reviews???




(Cap. 18) Capítulo 18: The Night of the Comet

Notas do capítulo
Heeeeeeeeeeeey amoreeeees!!!!!
NOVO CAPITULO PARA VOCÊS!!!!! ESPERO QUE GOSTEM
Gente só para avisar já estou trabalhando na segunda temporada da fic :)
Lindas, então como toda boa história de TVD tem que ter um triangulo amoroso, então podem pegar suas tochas porque vai ter momentos Stelena (O que eu de forma alguma gosto ou sou fã). Também quero pedir desculpas pela a demora, passei o feriado enteiro fazendo trabalhos de escola ¬¬ !!
Não me matem!!!
isso faz parte da história :(

– Vamos diga. O que quer aqui? - Katherine pergunta se apoiando na parede.

Katherine estava fraca, estava sem sangue a semanas. - Eu quero respostas. Porque Klaus está vindo atrás de mim? Porque me pareço com você?

– Acho que os Salvatore já conversaram sobre isso com você! - Katherine falou me olhando, e depois um sorriso deboxado brincou em seus lábios. - Ou não.

– Eu preciso saber Katherine. - Eu praticamente implorava.

– Isso você vai ter que descobrir sozinha! - Katherine fala e volta pro fundo da tumba.

Fiquei um tempo ali parada, até que resolvi ir embora.

O que eles não me contaram? Qual é a parte da história que eu ainda não sei? E Klaus... Quem é ele e o que ele quer comigo?

Eu preciso de respostas, preciso saber o que está acontecendo qui. Entrei no carro e dirigi até o Grill.

Minha mente estava pertubada, tantas perguntas sem respostas. E Jeremy, ele estava no meio disso tudo. Não posso deixar que ninguém se machuque por minha culpa.

Cheguei ao Grill e me sentei em uma mesa um pouco afastada.

– Elena! - Ouvi alguém me chamando.

Olhei para cima e vi Stefan. Sorri para ele. - Tudo bem com você? - Perguntei.

– Sim... Elena eu... - Stefan sorriu para mim.

– Você? - O incentivei.

– Eu quero que você me conheça melhor... Que saiba quem eu sou de verdade! - Falou e eu fiquei o olhando. - Eu gosto de você... E quero ser verdadeiro com você.

Meu coração disparou quando Stefan disse que gostava de mim. Não sei explicar o que acontecia quando eu estava com ele. Eu me sentia bem, segura... Stefan era doce, gentil, compreensivo, ele me entendia... Era como se eu sentisse falta dele, como se ele me completase... Mesmo que eu esteja com Damon, é como se estivese faltando alguma coisa, como se eu estivesse incompleta. - Então me fala sobre a Katherine! - Falei e Stefan me olhou surpreso. - Você disse que quer ser verdadeiro comigo... Eu quero saber o que aconteceu de verdade.

– Bem em 1864, Katherine apareceu em Mystic Falls... Ela veio pra cá depois que sua casa pegou fogo. Katherine não tinha onde ficar, então meu pai deixou que ela ficasse na pensão dos Salvatore. Logo eu e Damon nos apaixonamos por ela. Katherine era linda, cheia de vida, engraçada... Nós estavamos cegos de amor por ela, a ponto de aceitar qualquer coisa pra ficar perto dela. - Stefan falava olhando para o nada. - eu e Damon dividiamos a Katherine, ela também amava a nos dois e não podia escolher entre um... Então escilheu os dois. Ela forjou a própria morte planejando uma caçada aos vampiros, sendo todos presos e queimados em uma igreja, em Mystic Falls, 1864, mas são salvos por Emily, uma bruxa fiel a Katherine. Embaixo da igreja havia uma tumba, e todos os vampiros que deveriam morrer queimados na igreja, estão na tumba. Katherine conseguiu fugir com a ajuda de um guarda. - Stefan me olhou. - Damon me odeia por isso.

– Por que? - Perguntei.

– Vamos sair daqui! - Stefan se levantou e eu me levantei junto com ele. Entramos no meu carro e eu começei a dirigir.

– Na noite em que Katherine deveria ter morrido, eu estava com ela. - Stefan fala olhando para fora. - Eu não me lembro muito bem o que aconteceu, eu sei que ela estava tomando meu sangue e então caiu.

(FlashBack)

– Katherine! - Falei desesperado. - O que houve?

– Verbena Stefan... Verbena! - Falou e eu me desesperei mais ainda. Não sabia o que fazer.

Meu entrou no quarto e o olhei assustado. - Vai chamar os outros. - Falou.

– O que não! - Me levantei e olhei para ele. - Katherine não é como os outros.

– Ela é um monstro filho. - Falou. - Agora vai chamar os outros.

Olhei para Katherine e depois sai correndo de dentro do quarto.

– Damon... Damon eu. - Tentei falar mas ele me enterrompeu.

– culpa é sua Stefan... Eu disse para não dizer nada a ele! - Damon me olhava furioso.

– Eu não sabia que ele faria isso... Damon nós vamos tira-la de lá. Eu te ajudo!

– Você não acha que já fez o bastante? - Damon falou me dando as costas.

Nós fomos até o local onde estavam deixando os vampiros. Ficamos escondidos observando.

– Temos que chegar até a igreja rápido! - Um homem falou.

– Rápido vá naquela direção! Eu vou distrai-los. - Falei. - Vá!

Damon se levantou e saiu correndo.

Me levantei e fiz a primeira coisa que me veio a cabeça. - Aqui... Tem outro aqui, preciso de ajuda!

Sai correndo e ele vieram atrás de mim. Demorei tempo o bastante até que Damon podesse tira-la de lá. Quando voltei nós a tiramos de dentro da camionete.

– Katherine! - Damon falou e a pegou no colo, a tirando de dentro do lugar.

Desamarramos Katherine, o mais rápido possivel... De repente ouço um tiro e vejo meu irmão caindo.

– Damon! - Fui até ele chorando.

Depois veio outro tiro e eu cai ao lado de meu irmão. Olhei para Damon morto ao meu lado, e depois para katherine dizendo "eu te amo". É a ultima lembrança que tenho antes de apagar.

(Fim do Flashback).

– Quando eu e Damon morremos tinha o sangue da Katherine em nosso organismo. - Stefan falou. - Katherine nos transformou.

Quando percebi estava parada em frente a mansão dos Salvatore! - Então vocês morreram tentando salva-la.

– Sim! - Stefan falou. - Elena, não quero que isso se repita... Não posso ficar perto de você!

Stefan saiu do carro e eu fui atrás dele. - Não sei quanto a você, mas eu sei o que eu quero Stefan... Eu tenho um sentimento por você... Não sei dizer o que é, mas me faz bem... Eu me sinto segura com você, completa! - Falei e Stefan se virou para me olhar. - E eu quero descobrir o que eu estou sentindo, e quero que você me ajude.

Stefan ficou me olhando por um tempo. - Nós podemos conversar melhor hoje a noite o que acha? - Me perguntou e eu sorri.

– Eu acho perfeito. - Falei.

Stefan sorriu para mim.

Entrei no carro e fui para a casa de Caroline.

Passamos a tarde toda conversando sobre coisas fúteis. Depois fui para a casa me arrumar para a noite do cometa. - Vamos? - Jeremy entrou no meu quarto me chamando.

– Vamos! - Disse sorrindo.

(...)

Stava conversando com Matt. Mas na verdade não prestava muita atenção no que ele me dizia. - Matt eu volto já.

Falei e sai andando. - Pode acender pra mim? - Stefan para na minha frente sorrindo.

– Claro. - Falo sorrindo e nós começamos a caminhar. - Sobre o que nós conversamos hoje...

– Não precisa falar mais nada... Eu sei o quanto deve ser dificil pra você falar sobre isso. - Falei e Stefan sorriu.

– Obrigada por entender! - Falou. - Agora me fala sobre você. Como está?

– Eu tenho ouvido muito essa pergunta últimamente! - Falei. - Mas eu sempre me vejo mentindo dizendo que está tudo bem... E escondendo o que eu estou realmente sentindo.

– E o que você está sentindo? - Stefan pergunta.

– Eu sinto que... Não importa quanto tempo passe, eu vou continuar sentindo falta do meu pai... Porque quando agente perde alguém isso fica em você! - Falei olhando para a lua. - Sempre te lembrando o quão fácil é se machucar.

– Mas você não vai sentir dor para sempre! - Stefan falou. - Um dia você aprende a conviver com ela.

Sorri docemente para Stefan. - Você me faz esquecer da dor! - Falei e Stefan sorriu.

– E o que você sente em relação ao Damon? - Perguntou.

– Bem eu pensei que amava Damon... Mas quando agente ama alguém não existe espaço pra outra pessoa. - Falei. - Eu estou confusa.

Stefan não disse mais nada. - Por que não falou sobre a Katherine antes? - Perguntei.

– É complicado! - Stefan falou.

– Eu acho que posso entender você... Problemas com o irmão, eu também tenho... Ex-namorado também tenho... E as vezes é bom guardar essas coisas só pra você, e também é bom se abrir. mas isso não acontece com você... Você sempre se esconde de mim, foge... - Falei e Stefan pareceu desconfortável com aquilo. - Por que você não se abre comigo?

– Porque não quero machucar você! - Stefan falou. - Eu preciso ir!

Antes que pudesse dizer algo Stefan sumiu. Resolvi ir procurar Caroline, mas quando me virei tombei com Damon, que acendeu sua vela na minha.

– Olá! - Disse.

– Oi! - Falei tentando um meio sorriso.

– Ouvi você falando com o Stefan! - Disse e eu suspirei.

– Quero descobrir o que sinto por ele... E saber se o que sinto por você é o que se pode chamar de amor! - Falei olhando para o céu. - Damon você apareceu na minha vida, nós conversamos e eu me apaixonei por você... Mas o sol nasceu e nós tivemos que seguir caminhos diferentes. Eu já não sei mais o que sinto.

– Eu entendo! - Damon falou. - É sempre o Stefan!

Olhei para Damon tentando pedir desculpas mas ele saiu dali, sem me deixar dizer nada.

POV (Stefan)

(http://www.youtube.com/watch?v=CUpSkMyk2i0)

Estava em casa pensando no que eu e Elena conversamos... Ela estava confusa sobre seus sentimentos, mas eu sabia que ainda era Damon quem ela amava.

Ouvi a campainha tocar e fui atender a porta.

– Oi! - Elena estava parada na porta e eu fiquei a olhando por um tempo.

– Gostaria de entrar? - Perguntei dando passagem para que ela podesse entrar.

– O cometa é por aqui! - Falou sorrindo e andando para trás.

Fechei a porta atrás de mim e segui Elena. - Desculpe por vir aqui... Depois do que houve! - Falou.

– Não... Estou feliz que esteja aqui. - Falei. - O jeito que deixamos as coisas, eu não gostei disso!

– Engraçado... Eu cheguei em casa, planejando fazer o que eu faço toda a noite, escrever no meu diário, como eu sempre faço desde que minha mãe me deu um quando tinha 10 anos, é onde descarrego tudo o que estou sentindo e vai tudo para esse livrinho, da segunda prateleira atrás de uma... Gramática horrivel. - Falou e eu sorri. - Mas percebi que escreveria coisas que eu... Provavelmente deveria estár contando a você.

– O que escreveria? - Perguntei e ela olhou para frente, e depois para mim.

– Eu escreveria: Querido diário! - Falou e nós sorrimos. - Hoje percebi que está tudo bem se eu desistir. Sem se arriscar, ficar no momento sem dramas agora... Não é a hora. - Falou e ficou me olhando por um tempo. - Mesmo que minhas razões não sejam razões e sim desculpas. Eu só me escondo da verdade, e a verdade é... Eu estou com medo Stefan. Tenho medo de que se me deixar ser feliz por um momento... O mundo vai desabar e... Eu não sei se posso aguentar.

Fiquei um tempo processando aquilo que Elena havia me dito... Ela era perfeita, Elena era perfeita e sim... Eu a amo, me sinto humano perto dela, me sinto de um jeito que nunca me senti perto de nenhuma garota. Me sinto eu mesmo!

Eu a amo

Respirei fundo e olhei para Elena. - Quer saber uma coisa da qual me arrependo? - Perguntei e ela balançou a cabeça afirmamente. - Conheci uma garota, nós conversamos, foi épico. Então o sol saiu e eu tive que voltar para a realidade... Mas isso é real. - Elena sorriu para mim. - Bem aqui.

Falei e começei a me aproximar de Elena. Selei nossos lábios em um beijo calmo. Me afastei de Elena para ver sua reação. Então ela se aproximou de mim e me beijou novamente. Senti uma alegria incrivel por isso. Estár ali com ela... Isso é o mais perto que eu já cheguei da humanidade. Isso é o mais perto que cheguei de ser feliz.

– Eu gosto de você! - Elena falou e eu sorri.

– Eu também gosto de você! - Falei.

POV (Autora)

Damon estava deitado na rua olhando para o nada. - Olá! - Ouve uma voz feminina que ele conhecia.

– Não deveria andar sozinha por ai! - Falou se levantando.

– Você também está sozinho! - Falou maliciosa. - E... Bem eu não estou mais sozinha... certo?

– Caroline... Você é tão inocênte. - Falei sorrindo. - Você não deveria querer se aproximar de mim... Não estou muito bem hoje! - Falei dando as costas para ela.

– Talvez eu quisesse ter encontrado você... - Falou e eu me virei para olha-la.

Me aproximei de Caroline e sorri. - Você apareceu na hora certa... Eu estou morrendo de fome.

Damon começou a se transformar e Caroline começou a dar passos para trás. Caroline se virou para correr mas Damon prou em sua frente. Damon cravou as presas no pescoço de Caroline que deu um grito alto de dor.

– Esse vai ser o nosso segredinho!

Notas finais do capítulo
E aii?? Vão me matar eu sei!! Mas espero reviews!!
Bjokaas suas lindjas : )




(Cap. 19) Capítulo 19: That seems wrong to you?

Notas do capítulo
Bem estou postando esse capitulo novamente. Pke da última vez ele meio que "sumiu" Então espero que gostem!!

Elena abriu os olhos mas não quis se levantar, fica pensando em tudo o que estava acontecendo em sua vida... o que vem acontecendo desde que seu pai morreu, desde que ela descobriu que o homem que deveria cuidar dela é um vampiro... A verdade é que Elena estava com medo... Medo de uma coisa que ela nem sabia se existia. Medo não só por ela, mas também por seus amigos... Por Jeremy, Jenna, Caroline, Bonnie e... Damon! Esse era o pensamento que mais pertubava Elena. Ela sentia algo por Stefan, mas não sabia o que era, sabia que o que sentia por Stefan nunca seria comparado ao seu sentimento por Damon. Elena nunca havia sentido algo tão forte quanto seu sentimento por Damon, nunca havia sentido tanta falta de alguém como sente a falta de Damon nesse momento.

É errado gostar de duas pessoas ao mesmo tempo? Elena não conseguia se livrar desse pensamento. Talvez seja errado pensar em Damon enquanto estava com Stefan.

POV (Elena)

Sim! Eu queria que fosse Damon ali... Eu queria senti-lo, eu queria correr para ele, queria estár com ele... Porque eu sou do Damon, eu pertenço à ele... Mas é errado eu ficar com ele? É errado eu sentir algo por Stefan? O que fazer se todas as minhas escolhas me levam até Damon? Se toda as vezes que tento tira-lo da minha vida só o prendo mais em meu coração? O que fazer se Damon é o único que pode me fazer sorrir só por lembrar de seus beijos, seus toques, suas palávras... "É difícil lutar contra esses sentimentos, quando parece tão difícil de respirar, presa nesse momento, presa no seu sorriso."

Eu preciso de Damon... A todo momento, a cada respiração, Damon faz eu me sentir viva, ele me leva a outro nivel de felicidade, ele me domina... Quando estou com Damon não preciso me sentir diferente, nós não nos sentimos inferior ou superior ao outro, apenas nos completamos, Damon me completa, me guia.

– De alguma forma... - Me lembrei de suas palávras. - Vou te provar que você é meu céu noturno.

– Falando sozinha? - Ouvi a voz que tanto me perturbava. Só de ouvir aquela voz rouca no pé de meu ouvido, cada pelo de meu corpo se arriçou, meu coração começou a bater mais forte.

– só... Lembrando. - Me virei e fiquei de frente pra ele. - Ainda não sei o que fazer. Não quero escolher, porque tenho medo de fazer a escolha errada.

Damon se sentou na cama a minha frente e me olhou.

– Elena nós precisamos conversar. - Falou.

Levantei meu olhar até Damon, e ele olhou para baixo.

Damon suspirou pesadamente. - Eu... - O olhei preoculpada. - Eu mordi a Caroline.

– Você o que? - Perguntei o fitando incrédula e Damon apenas desviou o olhar do meu. - Damon... Por que você fez isso? Você sabe o quanto ela é importante pra mim.

– Eu sei... Mas eu não costumo fazer as coisas certas Elena... Eu não penso antes de fazer uma besteira, mas eu queria não cometer esse erro.

– Eu deveria confiar em você... Deveria me sentir segura...

– Mas como você pode se sentir segura com um monstro? - Ele completou se afastando.

– O prebleba é que eu não me sinto segura com mais ninguém que não seja você.

– Eu só machuco você... Você não sabe quantas vezes eu tentei mudar. - Damon me olhava. - Mas eu não consigo.

– Você não precisa mudar. - Falei.

– Elena eu não posso mais ficar perto de você... Eu não posso mais te machucar. - Falou.

– O que está dizendo? - Me levantei.

– Elena eu não quero mais você. - Cuspiu as palávras. - Eu não quero fazer parte da sua vida... Não mais.

Não disse nada. Apenas o observei me deixando ali... Sozinha.

Você já se sentiu perdida? Como se nada fizesse sentido? Abandonada, sozinha sem ninguém... Era exatamente como eu me sentia naquele momento. Eu queria chorar, mas não me permitia a fazer isso. Não me permitia porque minha mente ainda não tinha aceitado aquilo. O mesmo sentimento que tive no dia em que perdi meu pai tomou conta de mim. E novamente eu estava sozinha...

– Damon! - Falei me libertanto do transe. Sai de casa correndo olhando para os lados na esperança de encontrá-lo e dizer que eu não iria perde-lo. Mas a rua estava fazia... Damon foi embora e deixou eu coração vazio... - DAMON! - Gritei seu nome deixando as lágrimas escorrerem pelos os meus olhos. Deixando aquela dor insuportável tomar conta de mim.

Me levantei e caminhei em passos largos até minha casa, mas senti alguém me puxando. Por um momento tive esperanças de que fosse Damon. No momento seguinte senti um impacto forte contra minha cabeça, e depois... Tudo ficou escuro.

– Acorda. - Ouvi uma voz feminina. - Anda não tenho o dia enteiro.

Abri meus olhos e dei de cara com uma mulher. Ela tinha o cabelo curto, a pele pálida, os olhos verdes que me fitavam... Ela era realmente linda. - Aonde estou? - Perguntei examinando o local.

– Meu nome é Rose. Quanto à onde você está não se preoculpe não vai ficar aqui por muito tempo.

– Como assim? - Perguntei colocando a mão na cabeça.

– Eu vou te entregar pro Klaus. - FAlou.

– O que? - Me levantei e fiquei a encarando. - Como assim me entregar? O que ele quer comigo?

– Ele quer quebrar a maldição. - Falou. - A maldição do sol e da lua, só pode ser quebrada com o sangue de uma duplicata Petrova, você é a duplicata, você é a chave pra quebrar a maldição. - Rose falou.

– E por que você quer me entrgar pra ele? - Perguntei sentindo meus olhos arderem.

– Porque é o único jeito de sobreviver. - Falou. - Quando Katerina estava fugindo de Klaus eu fui obrigada a esconde-la. Ela não queria morrer, não queria fazer parte disso então tentou se matar... Ai eu dei meu sangue pra ela, e ela se enforcou... Eu e Travor estamos fugindo de Klaus a mais de 500 anos.

– Ele está aqui. - Um homem entrou na sala falando.

O medo tomou conta de mim, e eu já não sabia mais como agir... Como pensar.

– Rose Marie. - Um homem adentrou a sala e me fitou por longos minutos. - Katerina.

– Ela é a duplicata. - Rose falou e o homem arregalou os olhos espantado.

– A linhagem acabou em Katerina... Isso é impossivel... - Ele falou.

– Ela é humana. - Rose falou e em seguida ele estava parado na minha frente me analisando.

Um sorriso brotou em seus lábios. - A duplicata Petrova.

Ele correu até o homem do outro lado da sala e arrancou o coração dele. - Preciso que fique segura. - Falou. - Rose leve-a de volta para a casa.

– Você o matou.

– Ele matou Katerina.

– Você deu sua palávra. - Rose falou.

– E eu vou cumprir minha palávra. - Falou. - Desde que a duplicata esteja segura.

POV (Damon)

Tinha acabado de receber uma ligação de Elena, dizendo o que aconteceu hoje. Não deveria te-la deixado... Elena poderia estár morta agora e a culpa seria minha.

Eu queria ficar longe de Elena, queria me afastar dela, mas cada célula de meu corpo dizia o quanto eu era errado pra ela. Elena merecia alguém melhor do que eu.

Eu tentei não me importar com ela, com nada... Mas eu a amava de mais pra ser capaz de fazer isso.

– Você é meu ponto fraco. - Falei pra mim mesmo.

Corri até a casa de Elena e a encontrei sentada em sua cama.

POV (Elena)

https://www.youtube.com/watch?v=KaasJ44O5lI

– De alguma forma... - Me lembrei de suas palávras. - Vou te provar que você é meu céu noturno.

– Falando sozinha? - Ouvi a voz que tanto me perturbava. Só de ouvir aquela voz rouca no pé de meu ouvido, cada pelo de meu corpo se arriçou, meu coração começou a bater mais forte.

– Pensando em você. - Falei sem olha-lo. Fiquei me perguntando o que deveria fazer. Não quero machucar ninguém, não quero que Stefan saia machucado. Mas também não quero me machucar. - Não tenho mais forças pra ficar longe de você. Pra ficar sem você... Mas tenho medo, das minhas escolhas, tenho medo de magoar alguém que eu gosto... Machucar alguém que é importante pra mim. - Me virei e fiquei de frente para Damon. - Mas o que eu tenho mais medo... O que mais me fere é pensar por um momento, que meu amor por você não é o bastante... Porque eu sei Damon, eu sei que eu te amo, e sei que é verdadeiro. Sei que não seria capaz de te fazer sofrer porque isso seria pior do que qualquer coisa pra mim... - Os olhos de Damon brilhavam e lágrimas se formavam em seus olhos assim como nos meus. - Eu sinto que eu estou enganando alguém, e isso me mata por dentro porque eu não sou assim... Eu sinto que estou fazendo tudo errado, que eu vou decepcionar alguém e eu não quero machucar ninguém. - As lágrimas quentes desciam pelo o meu rosto. - Mas isso parece errado pra você? Amar tanto alguém, que você seria capaz de fazer qualquer coisa por ela, seria qualquer coisa por ela, porque ela te faz sentir completa. Porque você não sente medo, nem dor e nem solidão porque essa pessoa preenche cada pedaço de você. - Eu falava e Damon deixava algumas lágrimas escaparem por seus olhos. - E essa pessoa se torna seu medo, sua dor e sua solidão, e aos poucos se torna seu mundo. Damon você é meu mundo... E eu te amo mais do que a mim mesma, então me diz. - Segurei a mão de Damon. - Isso parece errado pra você?

Notas finais do capítulo
Tá ai... Espero reviews




(Cap. 20) Capítulo 20: Nevermore

Notas do capítulo
Tá ai... Bem espero reviews.
Gente vou explicar... Bem é que o capitulo 14 na verdade era um aviso, então eu exclui e tentei arrumar a história só que ficou tudo embaralhado então tive que repostar esses dois últimos capitulos pra conseguir arrumar kkkkkk... Bem mas agora espero que dê pra vocês lerem lindas!!! Bjoo

– Elena eu...

– Por favor não diz nada... Não diz que me quer fora da sua vida, ou que você vai se afastar de mim pra me proteger. - Elena riu sem graça. - Não diz que você não faz as coisas certas, e que eu não te mereço, porque quem tem que decidir isso sou eu. - Falou me olhando nos olhos. - E eu sei o que eu quero Damon.

– E o que você quer? - Perguntei ainda afetado por suas palávras.

– Eu quero você!

Não esperei ela dizer mais nada, tomei seus lábios para um beijo ardente, cheio de paixão, de luxúria, Elena é minha e de mais ninguém...

– Você é minha Elena. - Disse.

– E de mais ninguém. - Ela completou me puxando para si. - Cada célula, cada fibra do meu corpo... Pertence a você... Eu sou sua Damon! - Falou e eu sorri abertamente com aquilo. - Promete que agente não vai se afastar nunca mais... Porque eu realmente não quero mais me afastar de você Damon... Eu não quero te perder outra vez.

– Não vai meu amor. - Disse colocando uma mecha de seu cabelo atrás da orelha. - Nunca mais.

– Eu te amo tanto. - Falou.

– Eu te amo! - Beijei Elena delicadamente, docemente... Não tinha pressa naquele momento, nada me importava mais, o mundo não me importava mais... Agora eu tinha Elena, e eu vou ama-la pelo o resto da vida... Enquanto eu viver, até seu coração parar de bater. - Pra sempre.

– Pra sempre é um tempo muito longo não acha? - Falou sorrindo.

– Não pra nós! - Falei a deitando na cama e ficando por cima dela. - Eu vou te amar pra sempre Elena.

– Nada mais importa... - Ela disse abrindo um botão de minha camisa. - Agora estamos juntos.

Sorri e a ajudei a tirar minha camisa. Começei a beija-la intensamente, um beijo demorado, cheio de amor. Nos afastei e começei a beijar seu pescoço e seu ombro, com leves mordidas, dei um beijo demorado no pescoço de Elena e depois cravei minhas presas naquela região, a fazendo gemer meu nome e entrelaçar seus dedos em meu cabelo. Me movi na cama, fazendo Elena se sentar em meu colo, abraçei suas costas fortemente enquanto saboreava seu sangue. Parei de beber seu sangue e a encarei. Elena sorriu e beijou meus lábios sujos com o sangue dela. Elena abriu seu sutian e ficou o segurando com as mãos, o que me fez gargahar. - Eu preciso de ajuda. - Ela disse e eu desci uma das alças de vagar, e depois fiz o mesmo com a outra alça. Elena jogou o sutiãn em um lugar qualquer do quarto e sem esperar eu os abocanhei e ela entrelaçou as mãos em meus cabelos e arranhou minhas costas.

POV (Autora)

Ele começou a distribuir beijos por todo o corpo da morena. Elena arfava com os toques de Damon. Cada lugar que ele tocava pegava fogo. E Damon estava deixando uma trilha de beijos por todo o corpo de Elena. Ela estava anestesiada de desejo por Damon. Ela precisava dele. Precisava ser completamente dele, ser só de Damon. Se entregar a ele era a maior fixação de Elena naquele momento. Elena queria ser dele novamente, deixar seu corpo desfrutar do prazer que Damon lhe proporcionava, pra ela sempre seria como a primeira vez. Damon abocanhou um dos seios de Elena. A garota estava louca de desejo. Seu coração batia a um ritmo acelerado. Damon massageou os seios de Elena, e fez revisão com os dois. Elena arfava com os toques de Damon. Damon fez uma trilha de beijos até a barriga de Elena. Ele abaixou a calça de Elena, e mordeu sua coxa. Damon beijou e mordeu as coxas de Elena. Ele foi subindo até chegar na virilha de Elena, onde Damon beijou e mordiscou. Ele chegou até a sua intimidade e deu um beijo. Damon olhou para Elena com um sorriso malicioso enquanto brincava com a lateral de sua calcinha. Elena mordeu os lábios louca para sentir a boca de Damon no local onde ela mais desejava ser tocada. Damon tirou a calcinha de Elena e beijou sua intimidade. Elena arfou. Damon massageou seu clitóris com a lingua. - Damon. - Elena gemeu seu nome. O que o deixou mais exitado.

Quando os lábios de Damon tocaram sua intimidade, que já estava completamente ensopado, ela arqueou as costas com o contato de sua língua quente, no mesmo momento em que Damon sentiu os dedos em seus cabelos os puxando com certa vontade. Elena abriu mias as pernas de maneira que Damon pudesse explorar ainda mais o seu sexo quente. Seu dedo acariciava seu clitóris enquanto sua língua explorava cada canto de sua intimidade. Ela puxou o cabelo de Damon ainda mais forte quando sua língua entrou em contato com a sua entrada apertada. Elena se contorcia tamanho era o prazer que Damon lhe proporcionava, enquanto Damon ainda a penetrava com a língua e massageava seu clitóris. - Damon AAAH. - Elena gritava o nome de Damon conforme ele ia acelerando as investidas. Damon a massageava e tomava cada pedaço de Elena com a lingua. Elena agarrou os lençóis da cama e gritou o nome de Damon em um orgasmo.

Damon se deitou sobre Elena e ela pode sentir seu membro enrijecido sobre sua intimidade. - Aahh Damon. - Damon a beijava e causava gemidos desnecessários na moça. Damon afundou o rosto no ombro de Elena e ouviu sua pulsação, seu coração batendo em um ritmo acelerado. Damon se mexia sobre Elena como se já estivesse dentro dela, e Elena ajudava com os movimentos. Damon tirou a calça e a cueca boxer de uma só vez. Elena entrelaçou as pernas na cintura de Damon e rebolou em baixo dele. - Damon... - Elena gemeu enquanto Damon beijava seu pescoço ainda se movimentando, - Eu quero... Aaaah

– Quer o que meu amor? - Damon perguntou rouco no ouvido de Elena.

– Você dentro de mim. - Elena falou e Damon sorriu safado.

Elena deu um gritinho agudo de dor, que logo se transformou em puro prazer. Damon a penetrou e começou com movimentos leves de vai e vem. - Damon. - Elena gemeu seu nome. Damon parou de beber o sangue de Elena, e começou a gemer em seu ouvido. Ele gemia baixo e rouco no ouvido de Elena, o que a deixava mais exitada. Elena rebolou am baixo de Damon e ele acelerou o ritmo. Damon começou a dar estocadas mais fortes e mais rápidas e Elena praticamente gritava de tanto prazer. Ela se contorcia em baixo de Damon e puxava os lençois da cama tamanho o prazer que Damon lhe proporcionava. - Mais forte Damon.

Damon colocou Elena sentada em sua cintura enquanto a ajudava cavalgar. A mesma subia e descia de forma rápida, enquanto Damon apertava suas coxas e saboreava seu sangue. - Mais rápido. - Ele falou e Elena começou a acelerar o ritmo. Ela cavalgava e rebolava no membro de Damon, que arfafa com isso. - Porra Elena. - Damon deitou Elena novamente e a essa altura os dois já gritavam, berravam de prazer.

– Damon eu vou... - Damon sentiu seu membro sendo esmagado pela a intimidade de Elena. - Aaaaah. - Elena gemeu atingindo seu orgasmo.

– Elena. - Damon gemeu ainda dando estocadas fostes e rápidas enquanto Elena gemia baixo em seu ouvido.

– Goza em mim. - Ela gemeu enquanto ele a penetrava profundamente. Damon começou a diminuir o ritmo e logo atingiu seu climax.

– Ah.Meu.Deus. - Damon falou soltando uma gargalhada logo em seguida. - Isso foi incrivel.

Elena se sentou em cima de Damon com as pernas uma de cada lado. - Eu te amo.

Damon se sentou na cama e beijou os lábios de Elena. - Eu também te amo. - Damon beijou o ombro de Elena e foi subindo até chegar em seu ouvido. - Eu adoro ouvir você gemendo meu nome.

Damon beijou Elena e sua língua pediu pasagem, e Elena concedeu sem exitar. Eles se beijaram com luxúria e urgencia. Elena rebolou e Damon gemeu nos lábios dela, e Elena já podia sentir Damon totalmente ereto embaixo dela, o que a fez gemer.

O celular de Elena começou a tocar, e depois de algum tempo Elena saiu de cima de DAmon e atendeu o celular bufando. - Alô! - Falou impaciente batendo o pé e cruzando os braços, o que fez Damon rir alto.

– Ahh... Quem está ai com você? - Ótimo!! Elena congelou ao ouvir a voz de Stefan soar pelo o outro lado.

– Ah... Oi. - Ela falou meio sem jeito. - Stefan eu estou oculpada agora... Você pode ligar depois?

– Ocupada de mais pra me ver? - Perguntou em um tom malicioso o que fez seu rosto ferver. - Vem aqui ou eu vou ai...

– Desculpa mas esse número está impossibilitado de receber ligações no momento, confirme o número ou deixe um recado. Tchau Tetef! - Damon falou e desligou o telefone em seguida fazendo Elena o olhar incrédula. - Desde quando vocês tem esse tipo de intimidade?

– Ah não pode parar... - Elena se jogou na cama e vestiu a camisa de Damon. - Agente acabou de fazer as pazes...

– Eu te fiz uma pergunta Elena...

– Sem brigas lembra? - Elena olhou séria para Damon e quando ele foi falar alguma coisa ela o cortou. - Damon eu te amo.

– Só me responde.

Elena respirou fundo enquanto observava Damon vestindo a roupa. - Na noite do cometa...

Foi o que ela falou. Damon a encarou por um tempo esperando que ela continuase mas ela não disse nada. - Vocês transaram?

– Não. - Elena falou assustada. - Ele queria mas...

– O que aconteceu?

– Nós nos beijamos... Depois ele pediu pra me levar pra casa... E ele começou a me tocar de um jeito que me deixou incomodada.

– Ele tentou te forçar alguma coisa Elena? - Damon perguntou se aproximando.

– Não... - Elena falou. - Damon por favor não vamos brigar de novo.

– É claro que não. - Ele sorriu docemente e a beijou - E sua tia acabou de chegar, com uma visita... - Damon parou um pouco tentando se concentrar na conversa de Jenna. - E ela está vindo prá cá.

– Droga. - Elena correu e trancou a porta enquanto Damon ria. Elena tirou a camisa de Damon e entregou para ele, pegou suas roupas e começou a se vestir.

– Elena. - Ouviu a voz de Jenna. - Elena querida quero que conheça uma pessoa.

– Ahh. - Elena procurou seu sutiãn e o avistou nas mãos de Damon. - Espera só um pouquinho tia Jenna. - Ela correu até Damon que desviou e rodou o sutiãn dela no dedo indicador. - Me devolve! - Ela falou e Damon jogou para ela.

– Tá tudo bem ai? - Perguntou.

– Claro! - Falou vestindo a camisa e correndo até a porta. - Oi.

– Ahh. - Jenna olhou para Damon que estava deitado em sua cama com os braços cruzados atrás da cabeça. - Elena!

– Tia esse é meu namorado Damon. - Damon sorriu e Jenna olhou para Elena em reprovação. - Então o que quer?

– Quero que conheça uma pessoa. - Falou e Elena assentiu chamando Damon.

Damon entrelaçou seus dedos nos de Elena, enquanto desciam as escadas.

Ao chegar na sala de baixo encontraram um homem alto, com o cabelo queimado e um sorriso amigável nos lábios.

– Elena esse é Alaric Saltzman!

Notas finais do capítulo
Uhuuuuu Ric apareceu finalmente!!!
Delena Wild Sex hauhauauhaua
Espero que tenham gostado bjooos e quero reviews




(Cap. 21) Capítulo 21: The Last Day

Notas do capítulo
Nhaaaac penúltimo capitulo
:((
A meu Deus espero que gostem, e se tiver reviews tento postar amanhã, ou hoje mesmo!!

– Olá Elena. - É um prazer conhece-la formalmente!

– O prazer é todo meu! - Elena falou e apertou a mão dele. - Então como vocês se conheceram?

– Ric acabou de se mudar e eu me ofereci pra mostrar a cidade pra ele. - Jenna falou.

– E o que você faz Alaric? - Damon pergunta e Ric o encara por um tempo antes de responder.

– Eu sou professor. - Ele falou e Damon sorriu cinico. - De história, acho que vamos nos ver muitas vezes Elena.

Elena olhou para Damon que ainda encarava Ric com o mesmo sorriso cinico. Jenna saiu da sala e foi para a cozinha deixando os três sozinhos na sala. - Então o que um professor de histórias faz em Mystic Falls?

– A cidade tem muitas histórias... Relatos, sem falar na guerra de secessão. - Ele fala. - Também tem as lendas... Você acredita que realmente posso existir vampiros em Mystic Falls Damon?

Damon o encara sério por um tempo, e depois abre um sorrisinho sárcastico. - Eu acredito que as pessoas deveriam tomar cuidado!

– Cuidado com o que? - Ric pergunta e Damon caminha em passos lentos até ele.

– Com o que elas aprendem... Ninguém deveria saber de mais. - Damon fala e ele sorri deboxado.

– E eu acho que as pessoas deveriam tomar cuidado com o que falam. - Ele diz no mesmo tom.

– Vou me lembrar disso! - Damon diz.

Jenna volta da cozinha quebrando o clima tenso que estava no comodo.

– Ric por que não fala mais sobre sua vida? Elena vai adorer saber mais sobre você...

. . .

Caroline estava deitada em sua cama olhando para o teto ainda tentando descobrir como tinha conseguido aquela marca no pescoço. A loira não se lembrava de absolutamente nada que podesse ter feito aquilo. Na verdade desde a noite anterior ela não se lembrava de nada do que acontece-rá desde que ela saiu do grill e foi para a casa.

Caroline ouviu a campainha tocar e foi atender a porta. Quando abriu ficou surpresa com a visita, afinal ela não a esperava.

– Elena?

. . .

Damon e Elena ainda estavam em sua casa ouvindo as histórias do tal professor. Damon não sabia o que era, mas algo naquele homem lhe prendia a atenção, não havia acreditado que ele era um simples professor, não acreditava nas palávras dele, Damon estava desconfiado dele... Ele chega na cidade fazendo o papel de bom moço, se aproxima da tia pra chegar até Elena, afinal ele falava como se já a conheceçe Como alguém podia saber alguma coisa sobre Elena e porque um professor viria pra uma cidade escondida no centro da Virginia? E por que a pergunta sobre vampiros? Por que ele a olhava como se Elena fosse surreal? ... Ele nem a conhecia, à menos que ele seja um capanga ou o proprio Klaus, o moreno pensou. Na verdade ele não conseguia parar de pensar por um só instante que Alaric era alguém que veio machucar a Elena.

– Jenna eu já vou indo. - Ele se levanta. - Nem percebi que já estava escuro.

– Fique mais um pouco? - Jenna pede mas Ric nega com a cabeça.

– Desculpa mas eu não confio nessa cidade á noite! - Ele fala.

Ric e Jenna saiem da sala, deixando Elena e Damon sozinhos. - Eu não confio nele.

– Você nem o conhece! - Elena diz.

– E é exatamente por isso que eu não confio nele. - Damon diz rolando os olhos.

. . .

Caroline ainda estava surpresa com a visita da amiga. - O que faz aqui?

– Não vai me convidar? - Pergunta.

– Ahh... Entra. - Falou - Então o que quer.

– Deveria saber com quem você anda. - Ela falou.

Caroline não entendeu o que a amiga quis dizer. Derrepente os olhos dela começaram a ficar vermelhos, e as veias saltaram por debaixo dos olhos. - Bons sonhos Caroline.

. . .

Elena e Damon estavam conversando sobre o professor, Damon falou sobre seus pensamentos o que fez Elena entrar em dúvidas sobre confiar ou não nele. - Preciso falar com o Stefan. - Damon diz. - Preciso que ele cuide da sua segurança na escola.

Damon se levantou e Elena o acompanhou até a varanda de sua casa. Já estava de noite e a lua cheia brilhava no céu.

Damon se aproximou de Elena e selou seus lábios em um beijo doce, calmo. - Eu te amo. - Elena diz de olhos ainda fechados.

– Eu te amo! - Damon fala e a beija mais uma vez. - Eu volto depois.

. . .

Liz chega em casa depois do trabalho e vai direto para a cozinha. - Caroline? - Chama mas a filha mas a mesma não responde. Liz pensou que ela deveria estár tendo mais um dos seus ataques, afinal Caroline sempre a ignorava e fingia que ela não existia. Liz não se importou pela a filha não ter respondido. Bebe um copo de água e seguiu para a sala. Ao chegar no local Liz sente um dor viral tomar conmta de si.

– CAROLINE! - Ela grita se jogando ao chão aonde sua filha está coberta de sangue. - Filha, fala comigo. - Liz chorava desesperada, ela pega a filha com dificuldade e a coloca no carro seguindo para o hospital.

. . .

Após se despidir de Damon, Elena volta para seu quarto. A garota se espanta após encontrar o homem parado em frente a sua janela. Elena pensa em correr mas ele a segura e tampa sua boca antes que podesse fazer isso. - Shhh. - Ele diz. - Se você der um piu eu mato sua tia e seu irmão. - Ele diz e Elena engole em seco.

– Quem é você? O que quer comigo? - Elena pergunta.

– Vamos dar uma volta Elena, tem muita coisa que você precisa saber. - Ele diz e Elena nega se afastando. - Acredite se eu quizese fazer mal todo mundo desta casa já estaria morto.

Elena o olha desconfiada, mas ela concorda no final e aceita sair com Ele.

– Vai me dizer o que você quer comigo?

– Uma coisa de cada vez. - Ele fala parando e ficando de frente para Elena. - Primeiramente meu nome. Me chamo Elijah. - Fala e Elena fica o olhando esperando o mesmo continuar falando.

– Por que não me matou quando Rose me entregou? - Elena perguntou.

– Porque não quero sua morte... Não agora. - Ele diz.

– Quem é Klaus? - Elena pergunta receosa. - E o que ele quer comigo?

– Receio que Rose já tenha te explicado isso não? - Elijah pergunta mas Elena continua com a mesma expressão. - Klaus é um vampiro da primeira geração... Ele é um original, nada pode mata-lo. Nem fogo, nem a madeira e nem o sol. - Elijah fala voltando a caminhar. - Klaus tem uma maldição... Que só pode ser quebrada com o sangue da duplicata.

– Eu sou a duplicata... Klaus precisa do meu sangue. - Elena fala. - E por que não me entregou para ele?

– Porque a maldição tem que ser quebrada. - Ele fala e um friu percorre todo o corpo de Elena. - Mas não é a hora.

– O que é a maldição?

– Esse já é um assunto para tratarmos um outro dia Elena. - Ele diz sorrindo. - Só preciso que você fique segura até o dia do ritual.

Ele balança a cabeça afrimamente. Ela começa a pensar no que Elijah falou, não fazia sentido, se ele não queria que a tal maldição fosse quebrada pra que mante-la segura.

Elena chega em casa e vai direto para o quarto ainda com aquelas perguntas em sua cabeça, a morena não havia percebido quanto tempo passou desde que saiu de casa. Achou estranho Jenna e Jeremy não estarem em casa.

– Elena! - Damon aparece no quarto a dispertando de seus pensamentos.

– Oi. - Ela fala com um sorriso fraco.

– Caroline está no hospital.

. . .

Caroline estava no quarto do hospital dormindo, quando abre os olhos se lembrando do que acontecera. Caroline sente as lágrimas rolarem pelo o rosto. Porque Elena havia feito aquilo com ela, era o que se passava na cabeça de Caroline.

– Olá Caroline. - A mesma voz fez a garota entrar em desespero.

– Elena... O que está fazendo aqui? Por que fez isso comigo? - Ela pergunta chorando.

– Meu nome é Katherine. - Ela diz se aproximando. - Preciso que mande um recado para Elena.

Caroline continua a olhando espantada... Afinal do que ela estava falando? Quem era Katherine? E por que Elena estava agindo daquela forma?

– Os jogos começaram.

Katherine pegou um travesseiro e colocou no rosto da loira, que aos poucos foi sentindo seu coração parando de bater.

Notas finais do capítulo
OMG A KATH VOLTOU O.O
O QUE SERÁ QUE ACONTECE AGORA????
Não percam o último capitulo de Running Away To Save Your Life




(Cap. 22) Capítulo 22: Klaus

Notas do capítulo
Bem último capitulo :(((
Gente quero agradecer a todas vocês que acompanharam a hiastória desde o começo, e bem quando eu postar a segunda temporada eu dou um jeitinho de avisar vocês...
Espero que tenham gostado da fic, e espero que gostem do último capitulo!!
Segunda Temporada em breve

– O que? Como assim no hospital? - Elena pergunta desesperada. - O que aconteceu?

– Alguém invadiu a casa dela... A prefeita falou que ela sangrava muito, e tinha marcas no pescoço...

– Um vampiro? - Pergunta Elena já chorando. - Por que tinha um vampiro na casa dela? Por que ela deixou um estranho entrar?

– Talvez não tenha sido um estranho... - Damon olha pro chão.

– Como assim? - Elena pergunta e Damon dá um longo suspiro.

– Katherine não está na tumba. - Falou de uma vez e Elena tenta controlar sua respiração, o medo a consome e o desespero de poder perder sua amiga toma conta de sua mente. - Elena ontem quando eu... Quando eu me alimentei da Car... Eu dei meu sangue pra ela.

– Não... A car não Damon, por favor...

– Meu sangue ainda está no organismo dela, mas quando a liz a encontrou ela ainda estava viva.

– Me leva no hospital? Por favor eu preciso ver a Caroline! - Damon fez que sim com a cabeça e ela o abraçou a gradecendo.

. . .

Caroline abre os olhos e se senta na cama assustada olhando para os lados, tentando controlar sua respiração ofegante. Ela fecha os olhos e tenta se acalmar, tudo não passa-rá de um pesadelo, Eelna nunca esteve ali, foi só um sonho... Era o que ela pensava, Caroline não fazia a minima idéia do que tinha acontecido, ela não sabia que aquela mulher era na verdade Katherine Pierce, e Elena era a sua duplicata, ela não sabia que tinha sangue de vampiro em seu corpo... E ela não sabia que agora ela já não era mais a mesma Caroline de antes. - Hey... Tem alguém ai? - Perguntou sentada na cama na esperança de que alguma enfermeira viria até seu quarto. Caroline bufou e saiu do quarto, andou um pouco pelo o corredor vazio do hospital até chegar em um balcão onde uma enfermeira se encontrava. - Olá!

– O que está fazendo aqui? - Pergunta a enfermeira, Caroline não soube dizer, na verdade ela não conseguia desprender sua atenção do pescoço da enfermeira. - Volte para seu quarto.

– Eu estou com fome... Tem alguma coisa pra comer?

– O café é as 09:00 da manhã. - Disse e Caroline assentiu.

– Que cheiro é esse? - Pergunta sentindo um cheiro estanho, mas bom, sua garganta começou a arranhar e ela começou a desejar aquilo intensamente.

– Vá para o seu quarto. - Disse a infermeira.

Caroline seguiu para seu quarto mas desviou do caminho andando até o local de onde vinha aquele cheiro delicioso. Caroline abriu uma porta e se encontrou em uma sala de doação de sangue, ela caminha em passos lentos até uma bolsa de sangue e passa seus dedos suavemente ali. - O que está fazendo aqui? - Pergunta a mesma enfermeira.

– Eu só...

– É melhor você ir para o seu quarto agora. - Ela puxou Caroline pelo o braço e a levou até seu quarto, ela se senta na cama e a enfermeira a fuzila com os olhos.

A mulher fecha a porta e depois de alguns segundos Caroline tira de baixo do vestido que usava uma bolsa de sangue. Ela abre com cuidado e começa a beber o sangue, Caroline sente uma sensação agrádavel tomando seu corpo e em questão de segundos já havia devorado toda aquela bolsa de sangue, mas aquilo pareceu não ser o bastante pra ela... Ela queria mais. Novamente saiu do quarto e caminhou até aquela infermeira. - Você de novo?

– Me desculpe! - Foi tudo o que disse antes de cravar suas presas no pescoço daquela mulher e começar a suagar seu sangue.

. . .

Damon e Elena estavam no carro no estacionamento do hospital. Damon saiu do carro e abriu a porta para Elena. Eles caminharam de mãos dadas até a porta do local, quando Damon parou bruscalmente. - O que foi? - Ele não respondeu apenas ficou apreensivo depois de um tempo soltou a mão de Elena e correu pra dentro do hospital. - Damon?!

Elena correu, e foi em direção a recepção e viu Damon segurando Caroline na parede toda suja de sangue e uma enfermeira caida no chão. - A meu Deus... - Elena não desprendia os olhos daquela mulher. - Ela está morta... Eu matei ela.

– Não ela ainda está viva. - Damon soltou Caroline e correu até a mulher, mordeu seu pulso e colocou na boca da enfermeira que estava quase morta.

– Por que eu fiz isso? Por que? - Perguntou escorregando pela a parede e chorando descontroladamente.

– O que aconteceu Caroline? - Elena tentou se aproximar e Caroline a olhou furiosa.

Caroline se levantou e encostou Elena na parede apertando seu pescoço. - Você fez isso comigo... Por que Elena?^

– Caroline para. - Damon a segurou pelos ombros. - Elena não fez nada contra você...

– Fez sim... Foi ela... Ela me mordeu e depois... - Ela olha pra Damon. - Você... Foi você que me atacou.

– É melhor agente sair daqui. - Damon falou. - Caroline vem, eu te explico tudo... Você precisa confiar em mim... Em nós.

Caroline olhou para Elena que tinha lágrimas nos olhos, Elena virou o rosto e começou a andar pra fora do hospital. Caroline ascentiu e seguiu Damon.

Damon ligou para Stefan e pediu pra que ele fosse no hospital limpar a bagunça.

(...)

– O que aconteceu Caroline? - Damon perguntou.

– Eu estava em casa, e então a campainha tocou e Elena estava na porta, eu abri e a convidei e ela falou alguma coisa sobre as pessoas com quem eu ando, depois me mordeu e eu apaguei.

– Aquela vadia. - Elena fala andando de um lado para o outro. - Ela está tentando me atingir, tá usando meus amigos Damon.

– Calma... O que mais aconteceu? - Pergunta Damon.

– De quem você tá falando? - Caroline pergunta.

– Uma coisa de cada vez... Fala o que aconteceu depois que você foi pro hospital?

– Eu estava no hospital e ela apareceu de novo, eu perguntei o que ela queria, por que ela tinha feito aquilo e ela disse que... O nome dela...

– Katherine? - Perguntou e Caroline ascentiu confusa. - Continua.

– Ela disse que era pra eu mandar um recado pra Elena. - Caroline exitou.

– O que ela disse? - Elena pergunta receosa.

– Os jogos começaram.

http://www.youtube.com/watch?v=3BYbg6XmLaI

Elena não disse nada, apenas se sentou no sofá digerindo tudo aquilo, Katherine iria destrui-la, iria acabar com sua familia, seus amigo e tudo por causa de Damon... Porque ela estava com ele, mas Elena não iria desistir, ela lutaria por ele, por todos... Stefan entra na sala e observa que todos estão calados. - Damon leve Elena pra casa, eu fico com a Caroline.

– Não. - Disse. - Eu vou sozinha.

– O que? Não! - Damon fala rápidamente, ele não poderia correr o risco de perde-la.

– Eu preciso de um tempo sozinha Damon. - Disse se levantando.

– Nem sempre temos o que precisamos amor. - Disse sárcastico. - Você não vai sair sozinha.

Damon abre a porta para Elena que bufa e sai apressada, ele sai atrás dela e fecha a porta. Os dois caminham até o carro e vão pra casa em silêncio.

O carro para e Elena observa que eles já chegaram.

– Te vejo amanhã? - Damon pergunta e ela ascente.

– O que ela quer? - Pergunta o olhando. - Por que ela está fazendo isso?

Damon sai do carro e abre a porta para Elena. - Eu realmente não sei... Katherine sempre foi muito... Possessiva. - Ele falava enquanto caminhavam até a varanda. - Eu descobri umas coisas...

– Que coisas? - Pergunta.

– Sobre Klaus... E a tal maldição... Elena eu acho que Katherine tem alguma coisa a ver com o Klaus... E se tiver você tá correndo perigo..

– Porque o sangue da duplicata quebra a maldição do sol e da lua.

– Não existe maldição... - Damon fala e Elena o olha confusa. - Klaus inventou a maldição. Elena Klaus precisa quebrar a maldição pra libertar um outro lado dele.

– Que lado? - Elena pergunta.

– Bem a história dele é meio complicada... Klaus não era filho do pai dele, a mãe traiu o pai com um outro homem, e quando ele descobriu matou o cara. Depois de anos ele descobre que o pai verdadeiro era lobisomem.

– Então Klaus é um lobisomem?

– Também... - Damon fala. - Você precisa morrer pra ele libertar o lado lobisomem dele... Klaus é um hibrido.

aaaaaahhhhhhhh! - Eles ouvem um barulho estondeante seguido de gritos vindo de dentro da casa.

– Tia Jenna. - Elena fala e corre para dentro da casa. - Jenna?

– A Jenna não pode falar agora. - Um homem fala sorrindo. - Quer deixar um recado.

– O que fez com ela? - Pergunta Elena olhando para sua tia caida no chão coberta de sangue. - Quem é você? - O homem sorri sárcastico e olha Elena de cima a baixo.

– Ela está inconcinte. - Ele diz sorrindo.

– O que quer aqui? - Pergunta Damon.

– Vim buscar uma coisa que me pertence. - Disse, Damon se aproxima dele mas o homem o joga contra a parede sem muito esforço. - Isso é jeito de receber uma visita?

– Quem é você? - Elena pergunta receosa.

– Eu tenho vários nomes... Já estive por ai durante muitos anos é admirirável que você não me conheça, afinal vocês andam falando tanto de mim.

Ele dá um sorrisinho deboxado e Elena congela. O coração da garota para de bater por um minuto e sua garganta seca, as mãos começam a tremer e sua respiração fica ofegante.

– Pode me chamar de Klaus.

Notas finais do capítulo
Beeem é o fim agora... BUÁÁÁÁÁÁÁÁÁ QUE TRISTEEEE!!!
Olha muito obrigada de novo a todas que acompanharam... Obrigada a Delena Uchiha Salvat que recomendou minha fic, e as garotas super lindosas que me acopanham desde o começinho.
Nian Delena Forever, LyanSalvatore, Delena Uchiha Salvat, Jhenny Salvatore, Nian Forever, Bia Horan Salvatore, Triaprima e Team Family Dobrev Somerhalder!! **
Amei escrever essa fic, e amei cada comentário de vocês que me inspirou a continuar e melhorar sempre, obrigada mesmo de coração... Espero ter dado a vocês o que vocês queriam e espero que tenham gostado do último episódio, bem logo terá a segunda temporada, e eu espero que vocês gostem dela tanto quanto gostaram dessa!!
Bem é só isso, até logo então bjoo suas lindas!!
Espero reviews e recomendações!!




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