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Um Amor de Vampiro escrita por AnyRocha


Capítulo 1
Minha Menina





[Capitulo UM - Minha Menina]

Estava chegando ao clímax, e minha parceira gemia horrores. Eu gostava quando essas humanas gemiam alto, mostrava o quanto eu era bom.

Tentava manter um ritmo mais comum, apesar da ansiedade de chegar logo ao ápice. Ouvi Emmett ao lado e os gemidos da sua vitima também, precisava segurar mais um pouco.

Eu e Emmett disputávamos mais uma vez quem conseguia manter sua vitima viva por mais tempo. Ele era um pouco mais brutal na força física, mas eu era tão sádico quanto ele, então era uma disputa justa.

Fazer sexo com um vampiro era mais que prazeroso para as humanas, porém era o ultimo prazer que elas sentiam, nenhuma até hoje conseguiu sobreviver, primeiro pela nossa força e segundo porque depois do sexo, assim como os humanos,também tínhamos fome.

Poucos segundos depois, o silêncio imperou no quarto ao lado e ouvi Emmett resmungar.

É, acho que temos um vencedor aqui.

– Garota, se prepare para ir ao céu. Se é que ele existe.

Ela sorriu para mim sem se dar conta do duplo sentido da minha frase. Levantei sua perna esquerda e estoquei fundo, com rapidez e força, fazendo dar um grito alto e agudo,minha cartada final foi dada. Cheguei ao ápice e ela veio junto. Ela caiu mole para o lado, e eu a olhei de canto.

– Ainda não acabou.

– Oh, eu.... não.... aguento.... mais.

– Você não fará mais nada gostosa. Boa viagem.

Rocei meus caninos em seu pescoço e cravei eles na veia que mais pulsava. Ela soltou seu ultimo gemido e desmaiou. Suguei seu sangue quente e gostoso, me deliciando até a ultima gota.

Desapareci com seu corpo e logo me encontrei com Emmett, na rua principal.

– É Emm, hoje foi uma noite e tanto, quase que você ganha novamente.

– Peguei uma muito fraquinha hoje cara, ela morreu durante o orgasmo. Fiquei decepcionado.

Ele dizia horrorizado, sempre odiava perder. Eu e Emmett nos considerávamos irmãos,morávamos em Phoenix, e por fazer muito Sol durante o dia, saiamos apenas a noite.

Continuamos a andar em uma velocidade humana, até virarmos uma esquina e ouvirmos um choro de criança.

– Edward, vem daquela casa. E parece que um dos nossos esteve por aqui.

– É, parece que sim. Não vamos nos meter, certo? Vamos embora.

Emmett me segurou pelo braço.

– Não cara, vamos lá.

– Emmett o que quer?

– Ver o que aconteceu.

– Não!

– Vamos , não vai nos custar nada. Estou curioso.

– O choro acabou Emmett, não tem nem porque ir lá.

– Por favor.

– Ok... Ok.

Entramos na casa e estava uma bagunça. Que vampiro idiota não sabe nem se alimentar, sem fazer esse lixo todo?

Encontramos dois corpos no chão, um homem e uma mulher. Mortos.

– Viu Emmett? Casa, bagunça e mortos. Agora vamos.

– Cara, você não esta ouvindo o coração? Deve ser o da criança. Vem, está lá em cima.

– Suba você, eu não vou. Veja o que tiver que ver e vamos embora!

Ele nem me respondeu, voou lá pra cima.

Dois rosnados se iniciaram, um é de Emmett e o outro?

Droga. E lá vai eu subindo.

Quando entro no quarto vejo um vampiro de frente a Emmett e este na frente de um bebê, que começou a chorar assim que entrei no quarto.

O cheiro dela era inebriante, horrível, prazeroso e tentador.

Enquanto olhava para a criança com olhos desejosos, Emmett se pôs entre ela e eu na defensiva também.

– Edward! Você também não, é uma criança. Você não é um animal como este ai.

Só então sai do meu transe e olhei para o rosto de Emmett.

– A CRIANÇA É MINHA!

Gritou o vampiro desconhecido.

– Não vejo seu nome nela.

O que Emmett estava pensando que era? Uma mãe defendendo sua cria?

– Emmett entregue a criança a ele, e vamos embora.

– Não Edward! É uma criança, não vou deixar mata-la.

'Distraído. Hora de atacar.'

Foi só o que ouvi na mente do vampiro,rapidamente pulei em sua direção e arranquei-lhe a cabeça.

– Obrigado cara, ela não merecia ter um fim assim.

– Certo Emmett, largue essa humana ai e vamos embora.

– Mas ela vai ficar sozinha? E se acontecer...

– VAMOS, AGORA!

Emmett resmungou algo inaudível e colocou a criança no berço.

Desci as escadas me dirigindo a saída.

Sem mais nenhuma palavra, eu e Emmett seguimos para nossa casa. Eu disse sem uma palavra né?

Pois bem, os pensamentos voavam longe, principalmente os de Emmett.

' Ela é tão perfeita. Edward não sabe o erro que cometeu.'

'Talvez amanhã eu volte e a leve para outro lugar'

– Nem pense nisso Emmett, amanhã alguém irá até a casa e ver o que aconteceu. Essa criança deve ter uma família."

– Você não viu o casal morto? Óbvio que eram os pais. A menina não tem mais ninguém.

– Deve ter outro parente.

– Mas e se não tiver? Podemos ser a família dela.

Antes achava que ele era louco, mas agora eu tenho CERTEZA!

– Emmett em que parte do seu cérebro, você acha que uma humana vai conviver como uma família, com dois vampiros sanguinários? ACORDA CARA!

Passamos o dia todo assim, quietos. Os pensamentos de Emmett estava me enlouquecendo. Todos em torno da pequena menina. Droga!

Alguns até faziam sentidos, mas ainda éramos vampiros e nunca conseguiríamos conviver com uma humana.

Depois de algumas horas sendo torturado pelos pensamentos dele eu lhe propus:

– Emm, vamos voltar hoje a noite lá e ver como estão as coisas. Se ela ainda estiver lá, nós a trazemos para viver conosco.

Eu sabia que essa hipótese era impossível, a essa altura os policias já haviam visto o ocorrido e encaminhado a menina para seu parente mais próximo Mas eu tinha que tirar meu irmão da fossa.

– Eu sabia Edward, que mesmo sem bater, seu coração é bom. OBRIGADO!

É, eu consegui. Ele veio em minha direção pensando em me abraçar.

– Sem essa cara. Eu sou homem.

– Nem abraço de irmão? Vamos ser uma família, temos que demonstrar união.

– Não comece a sonhar acordado Emmett.

O restante da tarde foi um pouco menos tedioso, já que os pensamentos do meu irmão estavam mais alegres.

Quando deu 05:00hrs PM ele começou a andar de um lado para outro.

Ok, ele voltou a me irritar agora.

– Emmett vai parar ou não?

– A hora não passa Edward. Estou começando a ficar nervoso.

– Não crie muitas esperanças Emmett, tenho certeza que ela já não esta lá.

– Ela está, eu sinto que esta.

– Que porra é essa Emmett? Você vê uma humana, a defende de outro vampiro e agora esta sentindo onde ela está?

– Você não entende Edward. Eu senti que devia protege-la como um irmão mais velho. É algo novo pra mim, nunca senti isso.

– Cara você está doido.

Sai da sala antes que ele me contaminasse também.

Duas horas depois lá vem ele:

– Edward, já são 07:00 PM. Vamos lá ver a criança.

– Vamos caçar antes.

– Não temos tempo para isso.

– Temos sim, ou você quer fazer um lanchinho com ela?

Falei ironicamente.

– NUNCA BRINQUE COM ISSO EDWARD! NUNCA!

Emmett gritou furioso.

– Ok mano, então vamos caçar primeiro.

Saímos e fomos em busca das nossas vitimas. Emmett estava tão ansioso que acabou pegando uma mulher qualquer. A pobre era horrível Meu irmão estava mesmo perturbado com essa história da menina. Eu já fui um pouco mais refinado, mas não pude escolher muito, já que ele estava me apressando. Escolhi uma loira, de altura mediana, essa se chamava Lauren. Coisa que me disse sem nem perguntar, odiava saber nomes de vitimas. Estávamos em um beco sem saída, ela já estava nua e eu estocando nela forte e precisamente, não me importando se sentia dor ou não, era minha satisfação que importava.

– Já acabou Edward?

– Emmett cai fora, ou vou te dar um belo soco na cara. Me deixa.

Depois de poucos minutos cheguei ao meu ápice. Suguei todo seu sangue quente e a larguei lá, indo em direção ao bizarro do meu irmão andando de um lado para o outro.

– Agora acabei. Vamos.

Seguimos em direção a mesma rua da noite anterior. Quando chegamos, percebi que o local estava idêntico como deixamos.

– Emmett!

O idiota correu para o interior da casa e eu o segui. Enquanto subia a escada eu ouvia um coração, e por incrível que pareça eu consegui reconhecer como as mesmas batidas de ontem. Se eu estava ouvindo, com certeza Emmett também ouviu.

Cheguei ao quarto e avistei Emmett com a criança no colo.

– Ela ainda está aqui, Edward! Ela está. Eu sabia.

Ele olhou de forma terna para a humana.

– Tio Emm sabia que você estava aqui pequena. Está tudo bem agora, nós vamos para casa.

Eu não tinha palavras, não conhecia este lado de Emmett. Ele sempre resolvia tudo na briga ou em apostas. Ele agora estava com uma humana nos braços, controlado e a consolando. Balancei a cabeça tentando raciocinar, porque novamente o cheiro daquela pequena humana me inebriava, era bom e horrível Porque ao mesmo tempo que seu sangue era o mais cheiroso que senti na minha existência, minha vontade era de experimenta-lo, ou seja, mata-la.

– Edward, pegue algumas roupas dela, não encontraremos nada aberto hoje.

– Vamos pensar direito nisso, talvez não seja uma boa idéia levá-la.

– Não! Vamos leva-la sim, você prometeu!

Ia adiantar discutir com ele?

– Ok. O que eu pego?

– Pegue tudo, sei la... Roupas.

– Só roupas?

– Quer levar a cama dela também?

– Idiota, ela deve comer também, o que vamos dar a ela?

A criança começou a chorar, e Emmett balançava tanto a criança que até eu estava ficando tonto de olhar. O choro ficava mais intenso a cada balançada.

– Emmett isso não esta ajudando, faça outra coisa e cale a boca dela.

– Eu não sei o que fazer. O que será que ela tem?

– Ela deve estar com fome, sei lá. Desde ontem ela esta aqui, acho que não comeu nada.

– E o que damos a ela?

– E eu que sei? Se vira.

– Vou procurar lá embaixo, deve haver algo. Segure-a.

– Não vou segurar isso ai não, deixe ela ali no berço mesmo.

– Você terá que acostumar Edward, ela vai conviver com a gente agora.

– Vá logo procurar algo para ela, esse choro esta me irritando.

Emmett colocou a humana no berço e desceu. Esta parecia que ia estourar meus tímpanos super sensíveis.

Fui até o berço me controlando por causa do cheiro, e então a ficha caiu.

Eu não conseguia ler sua mente. Aquilo me intrigou de imediato, nunca conhecera alguém que não conseguisse ler os pensamentos. Ela chorava mais alto e mais alto. Depois de uma intensa luta interna a peguei no colo e calmamente a balancei.

– Ei menina, está tudo bem, fique quieta certo?

A criança instantaneamente se acalmou. Surpreso sorri para ela.

– Isso mesmo, bem quietinha. Boa menina.

Emmett entrara no quarto com um pote nas mãos, tinha um liquido branco dentro. Antes que eu pudesse perguntar o que era, ele se aproximou de mim e da menina.

– Como conseguiu? Ela está quieta, posso até ver um sorrisinho nos lábios.

– Não fiz nada, só a peguei no colo e a mandei ficar quieta.

– Você mandou a Kuti calar a boca?

– Kuti?

– É, foi o nome que dei a ela.

– Sem essa Emmett, se ela vai morar conosco ela não terá esse nome de cachorro.

– Então dê uma idéia melhor sabichão.

– Vou pensar, pegue a menina.

Lhe entreguei a criança e ele virou o pote com o liquido branco na boca dela. A criança engasgou.

– Emmett devagar. Não seja louco! E o que é isso?

– Ah, não sei. Encontrei na geladeira e estava escrito 'baby'.

– Ok. Dê a ela, porque pareceu gostar disso ae, mas coloque aos poucos na boca.

Emmett virou o pote lentamente. Achei que exagerou um pouco na câmera lenta, mas antes assim do que a criança morrer engasgada.

Vasculhei o quarto todo procurando as coisas que provavelmente usaríamos para a menina, e dentro de uma gaveta encontrei uma certidão de nascimento, só podia ser dela.

– Emmett achei a certidão da criança.

– E?

Ele era tonto ou o quê?

– E ... agora temos os dados dela, seu imbecil.

– Para?

– Emmett eu vou lhe socar.

– Ok. Diz logo o que esta escrito ai.

– Ela se chama Isabella Marie Swan, e tem 10 meses de idade.

– Eu gostei do nome verdadeiro, apesar que Kuti tem mais a cara dela.

– Kuti é horrível e esta fora de questão.

– Por quê? Pensou em outro melhor?

– Não. Seu nome continuará Isabella. Mas será Isabella Marie Cullen, ela terá nosso sobrenome.


– Vou chama-la de Bells.

– Não precisa colocar apelido Emmett, pode chamar de Isabella mesmo.

– Só porque você não gosta que te chamem de Ed, não significa que ela não vá gostar de apelidos.

– Ok.Chame do que quiser... Acho que peguei tudo o que iremos precisar por enquanto, então vamos embora.

Saímos daquela casa sem ao menos olhar para trás.

– Cara, ela não está cheirando meio que podre?

– Também estou sentindo. Em casa vemos isso.

– Antes vamos passar naquele posto de gasolina, lá tem uma banca de revista.

– Para que você quer ir em uma banca?

– Você vai ver.

Paramos no posto e Emmett correu para a banca de revista. Voltou com uma sacola cheia delas.

– Pronto. Vamos para casa.

Eu não quis mais comentar sobre a atitude do louco, então seguimos rápido para casa.

Entramos, e Emmett colocou a criança no sofá, esta dormia calmamente.

– Ok. Vamos ter que nos organizar. Primeiro ligue a TV no canal do Tempo, tenho que ter certeza que amanhã haverá mesmo chuva.

– O que isso tem haver com a menina?

– Com ela nada, porque é humana. Mas nós temos que sair para resolver sua documentação sem ficar brilhando, certo?

– Ah, Certo. E depois?

E eu que sei?

– Emmett a idéia foi sua O que acha? Que sei o que tem que fazer com ela?

– Cara, eu perguntei na boa. Mas eu tenho algo.

O idiota foi até a sacola cheia de revistas e tirou umas cinco delas.

– Aqui esta nossa colinha cara.

Ele ria vitorioso.

Revistas de bebês? Até que não era uma má idéia.

– Me dê isso.

Li todas as revistas em meia hora, decorando tudo. Nisto Emmett babava pela criança dormindo.

Fiquei parado a fitando também. Realmente era uma cena fascinante, já que não sabíamos o que era dormir a séculos.

– Emmett, a menina vai ficar mesmo conosco?

– E você ainda pergunta? Claro que vai.

– Ok, então vamos ter algumas regras aqui em casa, cuidar de crianças não é fácil pelo que li aqui.

– Manda ver cara, que essas regras ai eu vou cumprir todas.

– Tem que cumprir mesmo, para a sobrevivência dela.

Ele me olhou estranho. Hora de estabelecer as regras.

– Emmett a primeira coisa é que não traremos mulher nenhuma aqui. Nunca.

– Ah, essa não tem nada a ver. Minha pequena tem que ver como sou o cara.

– Não seremos monstros perto dela Emmett.

Meu irmão abaixou a cabeça, entendendo o que queria dizer.

– Ok Edward. Sem mulheres em casa.

– Ótimo. Eu li que temos que colocar fralda nela, deve ser isso que esta fazendo ela feder.

– Céus, ela fez cocô?

– Pelo que parece sim, vou sair e procurar uma farmácia aberta. Comprar fraldas e outras coisas que diz na revista.

– Cara você esta fazendo um bom papel, quer ser o pai dela?

Peguei o primeiro objeto que vi na minha frente e lancei na cabeça do imbecil.

– Isso te responde?

– Pow, não precisa quebrar as coisas, olha o que fez.

A menina tinha acordado com o barulho do vaso de flores se espatifando no chão e começou a chorar novamente.

– Dê mais daquele leite para ela Emmett.

– Que leite?

– Aquele negocio branco que você encontrou na cozinha da casa dela era leite, só pode, a revista descreveu um liquido assim.

– Acabou, ela tomou tudo aquela hora.

A criança berrava. Emmett começou a balançar o bebê de forma exagerada de novo.

Ow, cade minha paciência? Arranquei a criança dos braços do idiota que continuava balançando. A balancei calmamente como da outra vez, demorou um pouco para que se acalmasse, mas consegui.

– Edward, você é o calmante dela.

Emmett dizia me olhando pasmo. É, eu era mesmo bom.

– Emmett vou sair e comprar as coisas que ela precisa, por favor a mantenha quieta e não faça besteiras.

Entreguei a criança e sai em busca de uma farmácia 24hrs.

Eu já tinha tudo gravado em mente, todos os itens que precisava. Entrei na farmácia e sai pegando nas prateleiras: Talco, colônia para bebês, sabonetes, pomada para assaduras, pente, leite em pó, fraldas P, M G e GG.

Não sabia o tamanho que lhe serviria, então melhor prevenir. Comprei mais algumas coisas que comentaram nas revistas, como chocalhos, papinhas para bebes. Haviam algumas coisinhas para cabelos rosa, peguei tudo. Tudo em grande quantidade. Me dirigi ao caixa.

– Mais alguma coisa, papai?

A balconista me perguntou sorrindo. IDIOTA.

– Se quisesse eu pegaria. E não sou pai.

Ela sorriu sem graça.

– Me desculpe. São $83 senhor.

Paguei a quantia, entrei no carro sem muita paciência e voltei para casa.

Quando abri a porta de casa, Emmett estava a observando dormir, e fez um gesto para que não fizesse barulho.

– Não faça nenhum barulho, foi difícil fazê-la dormir.

Ele sussurrava quase tão baixo , que até meus ouvidos de vampiro teve dificuldades para ouvir.

– Trouxe fraldas. Tem que trocá-la Emmett.

– Eu?

– É, você!

– Cara, eu não sei fazer isso, faça você que leu como faz na revista.

– Emmett eu vou te dizendo como se faz, agora pegue a fralda.

Ele fez cara feia. Pensou que seria mamão com açúcar é?

– Qual delas?

Emmett apontava para os pacotes de fraldas.

– Veja qual serve. Comece pela P.

Emmett começou a tirar a roupa da criança, retirando a fralda suja.

– Mas que porra é essa? Ela esta podre.

– Regra número dois, sem palavrões em casa. Tire a fralda suja e limpe com o lenço.

Com cara de nojo, Emmett fez como pedi. Narrei passo a passo até ele terminar. E como era de se esperar, sem sucesso.

– Me dê isso seu burro.

– Vai lá bonzão, faça melhor.

Comecei a trocá-la, sem esquecer da pomada para assadura e talco. Logo estava pronta.

– Edward, você tem jeito para a coisa. Já pensou em ter filho?

Lhe dei um soco no ombro. O cara tinha cada idéia.

– Emmett, não tem como ficar cuidando dela assim, mal sabemos o que humanos precisam, ainda mais quando se é uma criança.

– Edward, não vamos desistir. Olhe para ela... vê? Ela precisa de nós.

Eu só via uma criança ressonando. Mas se ele conseguia...

– Ok, quando eu sair para resolver a documentação dela, você vai ligar para agências de babás, e nos pedir uma.

– Babás?

– Sim.

– Hum... Gostei.

– Emmett, é para cuidar da criança. Vou subir e me arrumar para sair... Cuide dela.

Eu decidi tomar banho gelado, não fazia diferença para mim, já que não sentia frio e nem calor, mas precisava fingir que estava refrescando.

Onde vampiros adotam crianças humanas e cuidam delas?

Era loucura, eu sei. E se soubesse que outro vampiro tinha feito isso, eu o chamaria com todos os subjetivos relacionados a loucura.

Ok, mas dessa vez era eu. Então, tudo bem né?

Me arrumei, e quando desci, me deparei novamente com Emmett babando pela pequena, que ainda dormia.

– Emm, estou indo, não esqueça de ligar na agencia. Diga que é urgente, precisamos para hoje.

– Não esqueci Edward. Vou pedir a melhor delas.

Ele dizia sorrindo, como se fosse aprontar algo.

– Aproveite e não esqueça que é para cuidar de Isabella. Não para outros fins.

– Também não esqueci, agora vai logo... Tchau.

– Tchau.

O tempo estava mesmo nublado, fui de encontro a um velho amigo, Armand.

Ele sempre cuidou de nossos documentos, a mais de um século. Lógico, ele é tão vampiro quanto eu.

Chegando a sua casa, não precisei bater na porta, já que Armand conseguia me ouvir desde que sai do carro. Ele veio e abriu.

– Armand?

– Ora... Edward Cullen? Que honra te-lo aqui,entre.

– Olá Armand.

Eu disse já entrando. Armand era um vampiro solitário, não gostava de ninguém ao seu lado. E isso o deixava ainda mais sombrio.

– Sente meu caro. E me diga, algum problema com a documentação que enviei?

– Na verdade não Armand, o que preciso é de mais uma documentação.

– Vai se passar por outra pessoa?

– Não. É uma longa história, tem tempo?

– Sim, comece.

Contei tudo sobre Isabella, e me focava nos pensamentos de Armand, que muito me surpreendeu, ele não ficou em choque, ou pensou que estávamos loucos, ele simplesmente nos achou corajosos.

Ah, qual é? Isso, eu sempre fui.

– Isso é fascinante Edward, uma criança humana, sendo cuidada por dois vampiros.

– Não chamaria de fascinante, mas se você coloca assim. E bem, nós vamos contratar uma babá para ajudar.

– Uma babá humana, certamente.

– Sim.

– E o que ela será de vocês? Não pode ser, filha, porque são muito novos de aparência, e logo ela crescerá.

– Sim, não havia pensado nisso ainda.

Armand e eu ficamos discutindo o que Isabella poderia ser nossa, sem levantar suspeitas.

Decidimos que ela seria irmã de Emmett, ambos órfãos, cujos pais morreram em um acidente de carro. E eu, seria um primo, também órfão, que vivia com eles, Emmett o mais velho tinha a guarda minha e de Bella.

Ele me garantiu que em uma semana os documentos estariam prontos. Nos despedimos e voltei para casa.

Assim que sai do carro, pude sentir o cheiro humano diferente da criança. Certamente, Emmett já havia encontrado uma babá para a menina.

Me concentrei em ouvir os pensamentos dentro de casa, enquanto passava pela porta. Emmett estava concentrado na criança, tomando o leite, o outro pensamento que ouvi, era de ansiedade para me conhecer. Opa, me conhecer?

– Edward, suba aqui no quarto.

Emmett me chamou, e eu me apressei para conhecer a nova babá, que já estava ansiosa por mim.

Quando adentrei no quarto, o choque me consumiu. Não era possível, com certeza foi proposital. A babá era linda, esbelta... seus cabelos tinha um tom de amora que caiam um pouco abaixo dos ombros, seus olhos castanhos escuros, intensos. Quando comecei a percorrer seu corpo gostoso minuciosamente, Emmett me interrompe.

– Ei cara, está é Gisele, nossa babá.

– Olá Sr. Cullen, na verdade serei babá somente de Bella.

" OMG, OMG vou ter uma sincope, que cara lindo. Gostoso, e super tesudo"

Ela já estava surtando sem eu abrir um sorriso?

– Oi Gisele, por favor, apenas Edward.

Ela me abriu um sorriso de orelha a orelha, e seus pensamentos foram gritantes. Tantos elogios impróprios para menores.

Me aproximei de Isabella e a peguei no colo, levando meu rosto bem próximo do seu, me acostumando novamente com seu cheiro inebriante. Ela levantou os bracinhos e puxou meu cabelo.

– Oi minha menina. Minha Bella.

Eu disse beijando sua testa. Seria assim como eu a chamaria, apenas Bella. Minha menina.

Ela já havia despertado um sentimento ainda desconhecido em mim. Mesmo sendo tão pequena...

" Tudo isso é amor por ela? Que TUDO, cara."

Me lembrei da babá quando ela gritou um pouco mais alto em seus pensamentos. Me virei para ela com Bella ainda nos braços.

– Me diga Gisele, quais suas experiencias com crianças?

– Experiencias? Meu chefe disse que vocês não exigiam isso.

Encarei Emmett lhe dando um olhar assassino.

– Você não disse nada sobre experiencia Edward.

– Era algo meio óbvio, não?

– Na verdade não...

– Sem querer interromper... mas eu tenho uma experiencia com crianças. Tenho um sobrinho, meu pequeno Arthur, ele é lindo, fofo, cute cute da titia...

– Já entendemos Gisele. Você terá hoje e amanhã como teste, vou acompanhar todos seus passos. Emmett você irá caçar sozinho hoje.

– Caçar? Vocês caçam o quê?

Ok, quem deu mancada dessa vez foi eu, Gisele nos olhava esperando a resposta enquanto fazia uma lista de animais, que provavelmente existia em Phoenix.

– Nós caçamos cachorros de rua, e arrumamos um lar feliz para eles.

Só podia ser Emmett para ter uma idéia dessas.

– Ah, vocês são tão... não sei. OMG! É lindo o que vocês fazem, eu tenho 7 cachorros, 35 gatos e um papagaio... São perfeitos

A mulher era mais louca que eu imaginei. Quem em sã consciência convive, com tanto bicho assim?

– Pois é, continue com eles. Pode começar dando banho em Bella.

Estendi Bella, e logo ela a tomou nos braços, toda desajeitada.

– Gisele, a cabeça dela fica para cima.

– Ops... hehe... Não vi.

Ok, seria pior se não conseguisse nem segurar.

O dia se passou rápido, Gisele mais dançou pela casa do que cuidou de Bella.

E seus pensamentos voam em uma velocidade assustadora. Neles haviam milhões de OMG's, tudo graças ao seu vicio por uma escritora, que atende por 'K'. Aquilo estava mesmo me irritando. E em muitas partes destes pensamentos, lá estava eu... ora nu na cama, ora nu no sofá... Eram tantas fantasias, a que me chamou mais atenção foi quando ela me imaginou nu no MEU carro e ela comigo. Sorri, imaginando que era algo bem aceitável para o fim desta tarde.

Quando chegou 18:00hrs, Emmett saiu para caçar, me deixando com Bella e Gisele.

– Bella parece estar com sono Edward, vou coloca-la para dormir, e depois vou tomar um banho.

" Vem comigo gostoso, vem... vem... OMG. Se ofereça para me ajudar."

Oferecida gostosa.

– Quando Bella adormecer e você estiver prestes a entrar no banho, pense em mim, e estarei lá no mesmo segundo.

Ela petrificou.

" Ele vai tomar BANHO COMIGO???? OMG, OMG! Não surta Gisele, ele está te dispensando, porque, como ele vai aparecer se eu só chamar no pensamento? Dãããr. Isso foi um FORA!!!"

– Apenas pense em mim gostosa. Eu estarei lá.

Ela sorriu maravilhosamente gostoso, e subiu com Bella. Eu era mesmo um louco, a primeira regra, era não trazer mulheres para casa, e eu estava querendo a primeira babá dela.

Loucura, eu sei. Mas uma loucura gostosa.

Enquanto eu analisava os prós e contras de realizar minha vontade agora, ela simplesmente BERRA, em pensamento.

" VOU TOMAR BANHO GOSTOSÃO! Ai... estou parecendo uma idiota."

– Eu acho que não.

– Ei gostoso. Quer tomar um banho comigo?

–Tenho uma idéia melhor. Vamos descer.

A peguei no colo, feliz por ter encontrado uma alternativa, sem quebrar regra alguma.

– No seu carro?

– Claro meu bem, não foi assim que você imaginou?

– OMG. Você lê pensamentos?

– Todos.

Ela arregalou os olhos espantada, para logo depois esboçar um sorriso safado e malicioso.

– Então já sabe como quero fazer, né?

– Perfeitamente.

– Ok, senta ae.

Não era costume obedecer nessas horas, mas como eu estava afim, deixei que ela tomasse a iniciativa.

Gisele sentou sobre mim, e se inclinou em direção ao rádio e ligando.

Britney Spears - Radar

http://www.youtube.com/watch?v=8-miljmyig0

Ela voltou a me encarar, e começou a balançar no ritmo da música. Gisele estacou quando sentiu a potência da minha excitação, a abracei com força, pressionando meu membro que latejava de tanto tesão. Percebendo meu estado, Gisele sorriu e começou a cavalgar e a rebolar, ainda no ritmo da musica, me fazendo arfar.
Sem paciência alguma, lhe arranquei a calça e depois a minha, comecei a me movimentar junto a ela, e então os gemidos começaram. Sua voz era fina, então seus gemidos eram agudos de prazer.
Me concentrei em seus seios fartos, ali bem na minha frente, os sugava com voracidade, arrancando mais e mais gemidos.

– Você é uma delícia.
– Sirva-se.

Ela era louca em dizer isso, mas eu atenderia, porque no fundo eu era BOM. Me serviria das duas maneiras.
Tirei as peças que separavam nossos sexos, e a penetrei de uma vez. Seus gemidos foram substituídos por gritos, e entre um e outro ela dizia:

– Eu sabia que era bom. OMG, mas é mais que isso, você é um tesão puro.

Ri com a tentativa dela de acompanhar minhas estocadas.

– Pode deixar gostosa, eu faço isso sozinho.

Comecei com a minha velocidade vampírica, e ela já respirava com dificuldade. Senti que meu ápice estava chegando...

– Vem comigo, goza pra mim.

Não precisei pedir duas vezes, já que senti seus músculos se contraírem, seu coração acelerou e ela arfou pesadamente. Cheguei ao clímax também, e junto dele veio a fome.

– Isso... foi... muito... OMG... gostoso.
– Eu sei.
– Agora você me mata?

A olhei surpreso e seus olhos brilharam.

– Eu sei o que vocês são, Edward.
– Sabe?
– Sei, são vampiros.
– Sim, e mesmo assim veio para o carro comigo?
– Claro, essa foi a melhor sensação da minha vida, vou morrer feliz.

Ok, ela era louca até mesmo diante da morte.

– Você é uma delicia, ficou entre as melhores do século. Pense nisso quando passar dessa vida.
Ela sorriu inocente, e eu a beijei nos lábios, coisa que nunca fiz. Eu estava mesmo ficando muito sentimental depois que conheci Bella.
Rocei meu dentes em seu pescoço, arrancando um gemido e cravei meus caninos, a sugando, ela se mantinha consciente, tentando controlar a respiração, mas ainda sim gemia com dor... Até que ficou inconsciente.. e eu acabei meu trabalho. Delicadamente a peguei no colo e levei para um lugar na floresta, deixando seu corpo debaixo de uma arvore grande e bonita.
Quando entrei em casa, fui até o quarto onde estava Bella, e fiquei zelando seu sono, até Emmett chegar. Tive que lhe contar sobre a babá, dizendo que ela teve contritos e teve que ir embora. Ele me olhou desconfiado, mas não duvidou.

Quatro meses depois

Já havíamos nos acostumado com Bella. Ela tinha seu próprio quarto, e nunca mais contratamos babá alguma. Aprendi a cozinhar, Emmett só sabia fazê-la rir. Toda vez que a chamava de Bells, ela ria, acho que pelo fato dele puxar o "ssssss".

Seus documentos já estavam conosco, e ninguém nunca suspeitava de nós.

No primeiro aniversário de Bella, a levamos para jogar boliche. Idéia de Emmett, claro.

Acredito que nem se nos expossemos ao Sol em meio a uma praça lotada, chamaríamos mais atenção que neste dia. Dois homens e uma criança, cantando parabéns com leite e papinha próximo a pista. Bella ria muito, e isto nos era suficiente.

Bella agora estava com 1 ano e dois meses. A cada dia mais radiante. Nossa pequena estava crescendo.

Hoje era uma tarde que seria comum se não fosse o fato dela estar conosco. Estava muito Sol, eu e Emmett encurralados dentro de casa e condenando Bella a isso também. Uma injustiça.

– Emmett vou sair.

– Agora?

– É, vou levar Bella para tomar Sol.

Ele gargalhou.

– Cara, você quer chamar tanta atenção assim?

– Ninguém vai me ver, vou leva-la a um lugar que só eu conheço e onde bate Sol.

– Tá bom. Vamos.

– Qual parte do : 'VOU LEVAR BELLA PARA TOMAR SOL', você não entendeu?

– Entendi tudo, juro. Por isso digo para irmos logo.

– Emmett só vai EU e BELLA. Você fica.

– Não, eu vou sim.

– Você vai....

– Certo.

– Vai ficar em casa.

– Droga! Volta logo.

Peguei Bella no colo, e ela sorria abertamente. Ela tinha olhos cor de chocolates, profundos e lindos. Se alguém me perguntasse qual comida humana eu mais gostava eu diria chocolate. No chocolate de Bella mais precisamente.

– Vem minha menina, vamos passear.

A levei para um parque que há anos estava abandonado, mas não havia perdido a beleza, havia árvores e muitas flores, e foi ali no meio delas que me sentei trazendo Bella comigo.

Ela sorria vendo o lugar, estava encantada. Quando se virou para mim se assustou, e tive medo. Seria agora que ela veria que somos diferentes? Que ela teria medo de mim?

Inexplicavelmente e surpreendentemente Bella estendeu a mão em direção a meu rosto e começou a apertar, como se quisesse pegar os brilhos que saiam da minha pele. A cada aperto nascia uma ruga em sua testa, como se tivesse fazendo força, e o que eu não esperava aconteceu. Bella soltou uma gargalhada, leve, linda, como o tilintar de sinos. Fora a primeira vez que a vi gargalhar daquela forma. Meu mundo se encheu de cores que jamais pensei que existiam. Meu milagre pessoal estava ali, na minha frente.

– Você é minha vida agora.

Disse baixinho para ela.

Ficamos algumas horas assim, e a cada movimento dela, eu ficava feliz, orgulhoso. Bella continuava rindo e brincava com todo brilho que saia da minha pele, mas logo o Sol iria se pôr, e estava na hora de voltarmos.

– Vem Bella, te trago amanha novamente.

Voltamos para casa, e a felicidade que me preenchia muito se assemelhava a um vulcão em erupção. Isto quase se dissipou quando ao me aproximar da casa, escutei uma conversa.

– Vocês estão criando uma humana?

Eu já conhecia essa voz, era Jasper. Ele voltou?

– Sim Jazz, é a nossa Bells. Você vai vê-la, Edward já está chegando.

Entrei na sala segurando Bella nas minhas costas, em posição de defesa. Não sei qual seria a reação do Jasper.

– Edward, você está de acordo com isso também?

Ele me perguntou espantado.

– Oh. Oi Jazz, tudo bem? Você voltou?

Cumprimentar era bom né?

– Sim eu voltei, mas acho que voltei para o lugar errado, onde estão com a cabeça?

– Cara, eu sei que parece loucura, a idéia foi do Emm, mas depois que a vi, que conheci a menina. Tudo mudou.

– Se não fosse uma criança humana, eu diria que esta apaixonado.

– Idiota.

– Olha Edward, Jazz me disse que estava morando com um vampirão da América do Sul. O cara virou gay.

Emmett gargalhou. Jazz em um movimento rápido, deu-lhe um tapa na cabeça. Bella que assistia a cena atrás de mim riu alto, chamando a atenção de todos para ela. Me virei e Emm correu para próximo de nós, sorrindo para ela. Jasper ficou estático.

'Céus, eles estão loucos.'

– Venha vê-la de perto Jazz, e verá que loucura é essa.

Ele balançou a cabeça negativamente. Emmett tirou Bella dos meus braços e a ergueu em direção de Jazz.

– Você vai se surpreender. Pegue-a.

Bella mexeu os bracinhos ainda rindo. Jazz se aproximou e fiquei preparado para tirar ela do meio a qualquer sinal de agressão.

'Ela é linda, é....perfeita.'

Relaxei ao ouvir esses pensamentos de Jazz. Ele ergueu as mãos e tomou Bella de Emmett.

– Você é linda pequena. Linda Bells.

Pronto, mais um para chamá-la assim. Ele começou a brincar com ela, arrancando mais risadas da 'minha menina'. Ela se virou para mim estendendo os bracinhos como se me chamasse. Jazz se virou sorrindo.

– Você quer o tio Edward?

– Não sou tio dela Jasper.

– Não? É o que? Pai?

– Não Jazz, sou apenas Edward.

– E eu sou o Grande Tio Emm.

Emmett dizia sorrindo

– Posso ser o Tio Jazz?

– Claro.

A pequena continuava estendendo os braços em minha direção, fui a seu encontro e Jazz deu um passo para trás.

– Me deixe ficar mais um pouco com ela, Edward.

A muito contra gosto, deixei. Ela começou a se debater nos braços dele mais e mais.

– É ... É.... EDI.

Foi a sinfonia mais perfeita e bem afinada que já ouvi na vida, corri para arrancar minha Bella dos braços de Jazz e a abracei forte.

– O que disse 'minha menina'? Diz novamente

Bella abriu um sorriso simples.

– ED, ED, ED.

Ela batia palminhas enquanto dizia e se pudesse, estaria chorando.

Se um dia eu odiei ser chamado de ED, hoje era como eu queria que me chamasse eternamente, por ela, só por ela. Eu estava em júbilo, a primeira palavra dela foi meu nome.

– Ah, diz Tio Emm também Bells, diz.

Ele dizia batendo palmas para ela, e isso só a fez dizer mais 'ED'.

Jasper voltou a morar conosco, e então agora éramos quatro. Bella era sempre o centro das atenções. Todas as tardes de Sol a levava para nosso lugar preferido, Bella parecia adorar aquele lugar mais a cada dia, e eu também.

Tínhamos nos organizado nas caçadas, e agora iamos de dois em dois, um sempre ficava zelando por Bella. Eu ansiava sempre pelo meu dia, era meu fascínio vê-la dormir.

Os meses foram se passando, muito rápido para meu gosto, mais muito mais emocionante. Bella com 1 ano e 8 meses deu seus primeiros passos.

[...]



Notas finais do capítulo

[...]Eu já tenho esta fic em mais dois sites, e por indicação postei aqui também, dependendo do que acharem eu continuo, ok?Beijos!!