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Mais Além Da Lua De Mel, Amor E Desejo Sem Fim escrita por Daiandra Castro


Capítulo 4
Perguntas, respostas e planos quentes...


Notas iniciais do capítulo

Oi amores!
bom, prometi postar domingo, mas tive problemas aqui...
mas hj esta ai...
Espero que gostem!
bj bj
Boa Leitura!




–Como se sente senhora Bracho?

–Bem doutor, mas gostaria de conversar com o senhor. –Paulina olhou um pouco com receio para Carlos Daniel. –

Amor meu, importa-se de me deixar alguns minutos com o Doutor?

Carlos Daniel baixou a cabeça, ficando um pouco triste.

–Sem problemas meu amor, mas assim que puder me chame ok? –Ele aproximou-se da esposa. Deu um leve beijo em sua testa. –Estou preocupado com você.

–Já esta tudo bem meu amor. –Disse Paulina olhando carinhosamente para ele.

Carlos Daniel foi a caminho da porta e retirou-se do quarto, deixando Paulina e o Doutor Varella sozinhos. O Doutor iniciou novamente a conversa.

–Bom Senhora Bracho, o que gostaria de conversar comigo?

–Primeiramente, me chame de Paulina doutor, não precisamos mais de formalidades.

–Sim Dona Paulina, mas o que seria?

–Doutor, a verdade é que... que...

–Diga-me.

–Que... eu não estou bem a dias. Carlos Daniel não sabe. Eu ia procurar o senhor amanhã a tarde, mas com o ocorrido de hoje...

–O que a senhora sente?

–Eu Estou com muitas tonturas. Subir as escadas esta sendo um sacrifício, estou evitando subi-la sozinha. Tudo de repente fica escuro e acabo perdendo a sustentação do corpo. –Explicava Paulina.

–O que mais dona Paulina?

–Essa semana, tive alguns enjoos, náuseas horríveis. Teve uma manhã que ao tentar tomar café, comi um pedaço de bolo de laranja, parecia uma bomba dentro de mim. Tive que correr para o banheiro. A sorte era que Carlos Daniel havia saído mais cedo, senão teria feito um escândalo.

–Ele apenas a ama muito e preocupa-se com a Senhora. –O doutor diz sorrindo e Paulina retribui o sorrir. –Sente dores além disso?

–Algumas. Ficaram mais perceptíveis nos últimos dois dias. Estou com um pouco de dor abdominal e sinto meu corpo inchado, ficando assim dolorido.

–Bom dona Paulina, eu tenho algumas ideias desses possíveis mal estares. Porem, precisarei fazer alguns exames. Terei que examina-la, mas será tudo rápido, não ira durar mais de dois dias.

–Pode ser algo grave Doutor? –Perguntou Paulina um pouco aflita começando a lacrimejar.

–Bom, pelo que a senhora acaba de me dizer, não é grave, mas ira necessitar atenção. Hoje, após esse desmaio, peço que a senhora fique de repouso e amanhã cedo, passe em meu consultório. Quero avalia-la corretamente e pedir alguns exames.

–Tudo bem doutor. Gostaria que o senhor, se pudesse, acalmasse um pouco Carlos Daniel, ele esta quase fora de si. –Paulina sorri.

–Claro dona Paulina. Irei chama-lo para conversarmos aqui.

Doutor Varella vai até a porta e chama Carlos Daniel, que estava quase como uma estátua ao lado de fora esperando alguma resposta.

–Senhor Bracho? Poderíamos conversar?

Carlos Daniel entra correndo no quarto atrás do doutor, sentando-se ao lado de Paulina na cama, colocando um braço sobre ela.

–Diga-me Doutor o que ela tem?

–Bom Senhor Bracho, tenho algumas suspeitas, mas ainda são suspeitas. Pedi a sua esposa que vá a meu consultório amanhã, quero examina-la com clareza e pedir alguns exames.

–Pode ser algo gra...ve doutor? –Carlos Daniel gaguejou de preocupação.

–Creio que não senhor, mas precisaram de alguns cuidados. Hoje após esse desmaio, peço que Dona Paulina mantenha repouso. –Doutor Varella prescrevia uma receita ao falar.

–Ela vai ficar quietinha, doutor. –Carlos Daniel disse alisando as bochechas de Paulina.

–Bom, aqui esta prescrito alguns remédios para suas tonturas, logo estará bem. –Disse doutor Varella entregando a receita para Paulina.

–Obrigado mais uma vez Doutor. –Carlos Daniel levantou e estendeu a mão para o doutor agradecendo.

–Por nada Senhor Bracho, é um prazer poder cuidar de sua família. –O Doutor cumprimentou Carlos Daniel –Bom, irei voltar ao consultório. Vemo-nos amanhã Senhora Bracho.

–Paulina Doutor . –Ela sorri. –Até amanhã.

Doutor Varella sai do quarto, deixando o Casal a sós.

Vovó Piedade esperava doutor Varella na sala.

–Como Paulina esta doutor?

–Já esta melhor Dona Piedade. Parece que as suas suspeitas estão sendo confirmadas, mas pedi a Senhora Paulina que fosse ao meu consultório amanhã. Quero avalia-la e pedir alguns exames. Logo saberemos se a família aumentará.

–Que bom doutor! Obrigado novamente por vir.

–De nada dona Piedade. Fico feliz em poder cuidar de sua família.

–Tenha um bom dia.

–Igualmente.

No quarto de Paulina e Carlos Daniel o silêncio tomava conta do ambiente. Carlos Daniel havia deitado novamente e puxando ela para seu corpo, a fez deitar. Depois de alguns minutos o silêncio foi cessado.

–Está tudo bem agora meu amor? –Pergunta Carlos Daniel envolvendo Paulina nos braços.

–Está sim meu amor. Tudo bem. –Paulina aconchega-se nos braços do amado.

–E o que o doutor te disse?

–Ele disse que precisa me avaliar melhor, por isso irei a seu consultório amanhã pela manhã.

–Eu irei com você meu amor.

–Não , nem pensar, você tem que ir a fábrica. E por falar nisso você não irá trabalhar não seu preguiçoso? –Paulina ri.

–Humm, tudo bem. E sobre ir a fábrica, irei apenas a tarde, ficarei com você o restante da manhã.

–Você devia ir, mas confesso que está muito gostoso aqui. –Paulina diz virando-se para Carlos Daniel.

–huuum, você gosta é?

–aham...

Paulina começa a beijar o pescoço de Carlos Daniel que logo fica excitado, começando a enlouquecer com os beijos da amada.

–Paulina, amor meu, acho que você precisa descansar... –Carlos Daniel fala sem forças para resistir.

–Não estou fazendo nada de mais meu amor, apenas te dando carinho...

–Não me torture amor... –Sussurrou Carlos Daniel sentindo os toques da amada.

–Não é tortura, é amor.

Paulina solta o roupão que Carlos Daniel usava, ele enlouquecido por tanto amor, arrancou aquele lençol que envolvia o corpo da esposa com os dentes. Paulina adorou aquela atitude.

Carlos Daniel começou a beijar o corpo de Paulina. Ela envolveu suas pernas no corpo do marido, que levantou-se devagar, levando-a presa em seu corpo para a chuveiro. Chegando ao banheiro, a largou de pé levemente ao chão.

–Amor meu, não quero estragar seus planos, eu estou adorando ver você assim... ai meu amor calme porque assim não aguentarei... ...Vida minha vamos deixar para mais tarde, você precisa tomar um bainho e comer algo... Paulina, pare por favor...

Parecia que Paulina não escutava. Ela estava tomada por desejo, algo incontrolável. Suas mãos percorriam as costas e o peito dele com firmeza.

–Paulina... não faz assim...



Notas finais do capítulo

Gostaram?
Espero os comentários de vcs! bj bj bj
Dai



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